BRPI0611035A2 - composições de tabaco - Google Patents

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BRPI0611035A2
BRPI0611035A2 BRPI0611035-5A BRPI0611035A BRPI0611035A2 BR PI0611035 A2 BRPI0611035 A2 BR PI0611035A2 BR PI0611035 A BRPI0611035 A BR PI0611035A BR PI0611035 A2 BRPI0611035 A2 BR PI0611035A2
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BR
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tobacco
film
composition
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BRPI0611035-5A
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English (en)
Inventor
James A Strickland
Frank Scott Atchley
James M Rossman
Armand J Desmarais
Scott A Williams
Tod J Miller
Cherne W Johnson
Original Assignee
Us Smokeless Tobacco Co
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Abstract

A presente invenção refere-se a composições de tabaco e métodos de seu uso e produção. Composições da invenção podem estar baseadas em uma variedade de tecnologias. Tecnologias incluem filmes, tiras, partes modeladas, géis, unidades consumíveis, matrizes insolúveis e formas de buraco. Além do tabaco, composições também podem conter flavorizantes, corantes e outros aditivos conforme descrito aqui. Composições também podem ser oralmente desintegráveis. Composições e métodos exemplares de sua produção estão aqui descritos.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSIÇÕES DE TABACO".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se ao campo dos produtos de tabaco.
Resumo da Invenção
A invenção apresenta composições de tabaco e métodos deseus usos e produção. As composições da invenção podem ser baseadasem uma variedade de tecnologias. As tecnologias incluem filmes, tiras, par-tes modeladas, géis, unidades consumíveis, matrizes insolúveis, formascôncavas e tais composições dispostas em um dispositivo de suporte. Alémdo tabaco, as composições também podem conter flavorizantes, corantes eoutros aditivos conforme aqui descrito. Composições também podem seroralmente desintegráveis. Composições exemplares e métodos para a suaprodução estão aqui descritos.
Por exemplo, qualquer composição aqui descrita pode incluir umflavorizante ou um agente mascarador de sabor ("flavor"). Flavorizantes e-xemplares incluem alcaçuz, kudzu (Pueraria lobata), hortênsia, magnoliahypoleuca, camomila, feno-grego, cravo-da-índia, mentol, menta japonesa,semente de anis, canela, arruda, gualtéria, cereja, baga, maçã, pêssego,Dramboui, uísque de malte, centeio e milho (bourbon) uísque escocês (scot-ch), hortelã, hortelã-pimenta, lavanda, cardamomo, aipo, croton eluteria, noz-moscada, sândalo, bergamota, gerânio, essência de mel, óleo de rosa, bau-nilha, óleo de limão, óleo de laranja, cássia, alcaravia, conhaque, jasmim,Ilangue-Hangue (Cananga odorata), salva, funcho, pimenta, gengibre, erva-doce, coentro, café, coco, taranja, limão-galego, mandarina, abacaxi, mo-rango, framboesa, manga, maracujá, kiwi, pêra, damasco, uva, banana, oxi-coco (cranberry), mirtilo, groselha preta, groselha vermelha, Embiica officina-lis, amora, tomilho, manjericão, comigo-ninguém-pode, valeriana, salsa, ca-momila, estragão, lavanda, endro, cominho, sálvia, aloe vera, bálsamo, eu-calipto ou um óleo de menta de qualquer espécie do gênero Mentha. Outrossabor ("flavors") são aqui descritos.Qualquer composição da invenção também pode incluir:Adoçante tal como sacarose, sucralose, acessulfame potássico,aspartame, sacarina, ciclamatos, Iactose1 tagatose, sacarose, glicose, fruto-se, sorbitol, manitol e combinações desses. Adoçantes de açúcar geralmen-te incluem componentes contendo sacarídeos tais como, porém não limita-dos, a sacarose, dextrose, maltose, dextrina, açúcar invertido seco, frutose,levulose, galactose, sólidos de xarope de milho e similares ou misturas suas.Sorbitol pode ser usado como um adoçante sem açúcar. Adicionalmente,adoçantes sem açúcar podem incluir, mas não estão limitados, a outros ál-coois de açúcar tais como manitol, xilitol, hidrolisatos de amido hidrogenado,maltitol e similares ou misturas suas. Adoçantes artificiais de alta intensidadetambém podem ser usados juntamente com o acima. Adoçantes artificiaispreferidos incluem, mas não estão limitados, a sucralose, aspartame, sais deacessulfame, alitame, sacarina e seus sais, ácido ciclâmico e seus sais, gli-cirrizina, diidrochalconas, taumatina, monelina e similares ou misturas suas.
Tensoativos, tais como tensoativos não-iônicos os quais podemser usados na presente invenção, incluem oxiestearato de glicerol-polietilenoglicol, ésteres de polioxietileno ou ésteres de Iaurato de sorbitol,tais como monolaurato de polioxietileno sorbitano, monoisoestearato de poli-oxietileno sorbitano, monoestearato de polioxietileno sorbitano, monoleatode polioxietileno sorbitano, polioxietileno ou ésteres de sorbitol Iaurato inclu-indo polissorbatos, e polímeros em bloco de polioxietileno e polioxipropilenoe similares ou misturas desses. Quando uma combinação de tensoativos éusada, o primeiro componente pode ser um éster de ácido graxo de polioxie-tileno sorbitano ou um copolímero em bloco de ot-hidro-ω-hidroxipoli(oxietileno)poli(oxipropileno)poli(oxietileno), enquanto o segundocomponente pode ser um éter polioxietilenoalquílico ou um derivado de óleode castóreo polioxietilênico. Tensoativos anfotéricos, anfifáticos/anfifílicos,tensoativos não-iônicos e/ou tensoativos catiônicos podem ser usados nascomposições da presente invenção. Tensoativos não-iônicos adequadosincluem, por exemplo, compostos de polioxietileno, lecitina, álcoois etoxila-dos, ésteres etoxilados, amidas etoxiladas, compostos de polioxipropileno,álcoois propoxiiados, polímeros em bloco etoxilados/propoxilados, ésterespropoxilados, alcanolamidas, óxidos de amina, ésteres de ácido graxo deálcoois poliídricos, ésteres de etilenoglicol, ésteres de dietilenoglicol, ésteresde propilenoglicol, ésteres de glicerol, ésteres de ácido graxo de poliglicerol,ésteres de sorbitano, ésteres de sacarose, ésteres de glicose (dextrose),simeticona e similares ou misturas suas.
Plastificantes tais como glicerina, propilenoglicol, polietilenogli-col, sorbitol/manitol, monoglicerídeos acetilados, monoacetina, diacetina,triacetina, 1,3-butanodiol e similares ou misturas suas.
Agentes de nchimentos tais como amido, celulose microcristali-na, polpa de madeira, polpa de madeira refinada de disco, fibra insolúvel,fibra solúvel, carbonato de cálcio, fosfato dicálcico, sulfato de cálcio, um bar-ro e similares ou misturas suas.
Lubrificantes, tais como ácido esteárico e um estearato tal comoestearato de magnésio, ácido silícico anidro leve, talco, Iaurilsulfato de sódioe similares, ou misturas suas ou uma cera tal como lecitina, monoestearatode glicerol, monoestearato de propilenoglicol, manteiga de cacau, petrolatobranco, polietilenoglicol e similares, ou misturas suas.
Conservantes tais como metilparabeno, etilparabeno, propilpa-rabeno, sorbato de potássio, benzoato de sódio, bissulfito de sódio e simila-res, ou misturas suas.
Estabilizantes tais como ácido ascórbico, citrato de monoesteari-la, BHT, BHA, ácido cítrico, citrato de sódio, ácido acético e similares, oumisturas suas.
Agentes corantes tais como corantes vegetais ou outros coran-tes de grau alimentício, clorofila solúvel em água e similares, ou misturas suas.
Qualquer composição aqui descrita pode ainda incluir um reves-timento, por exemplo, acabamento fosco ou brilhante. O revestimento prefe-rivelmente inclui um corante, flavorizante, adoçante ou agente mascarantede sabor ("flavor"). O revestimento também pode incluir um diferente sabor("flavor"), cor ou taxa de desintegração do formato na composição. O reves-timento também pode incluir tabaco. Sabor ("flavors") exemplares são aquidescritos.
Qualquer composição descrita aqui pode ainda incluir um padrãoimpresso, por exemplo, em um logo. Um padrão impresso pode incluir umacor, tabaco, um sabor ("flavor"), adoçante ou agente mascarante de sabor("flavor"). A superfície de qualquer composição aqui descrita pode tambémincluir um padrão em relevo.
Tabaco incluído em qualquer composição pode ser um pó, grâ-nulos, particulados ou percebidos como sendo solúvel ou insolúvel na boca.
Qualquer composição aqui descrita pode ainda incluir flocos, porexemplo, contendo tabaco ou uma pluralidade de flavorizantes ou corantes.
Qualquer composição da invenção pode ser formada em umaforma adequada para aplicação na boca. Uma composição da invenção po-de ainda fornecer satisfação de tabaco, por exemplo, em um período de 1 sa 30 minutos.
A invenção também apresenta um método para obter satisfaçãode tabaco colocando pelo menos uma porção de qualquer composição, con-forme aqui descrito, na boca.
A invenção também apresenta métodos para fazer composiçõesconforme aqui descrito. Qualquer um desses métodos pode ainda incluir aadição de um revestimento à composição, por exemplo, por pulverização,escovação, revestimento em cilindro, "doctor bar castínçf', revestimento defenda, revestimento de extrusão ou deposição de fundido a quente. Qual-quer um dos métodos também pode incluir a impressão de um padrão nacomposição, por exemplo, por processo de impressão "offset", flexográfico,gravura, jato de tinta, laser ou impressão de tela. Além disso, os métodos defazer composições podem incluir a adição de um flavorizante, corante, agen-te mascarante de sabor ("flavor") ou qualquer outro ingrediente aqui descritopara o formato ou composição.
Por "formato" se entende um ingrediente ou compilação de in-gredientes, conforme aqui fornecidos, em uma composição, por exemplo, umpolímero, goma, hidrocolóide, ligante, veículo ou agente. Formatos de poli-mero sintético solúvel em água podem incluir polivinilpirrolidona, celulosesolúvel em água, álcool polivinílico, copolímero de anidrido etilenomaléico,copolímero de anidrido metilviniletermaléico, copolímeros do ácido acrílico,polímeros aniônicos do ácido metacrílico e metacrilato, polímeros catiônicoscom grupos funcionais de dimetilaminoetilamônio, óxidos de polietileno, poli-amida solúvel em água e poliéster e similares, ou misturas suas. Formatosde polímeros solúveis em água preferidos incluem derivados de celulosesolúveis em água, por exemplo, hidroxipropilmetilcelulose, hidroxietilceluloseou hidroxipropilcelulose, ou misturas suas. Formatos adicionais incluem car-boximetilcelulose, alginato de sódio, polietilenoglicol, gomas naturais taiscomo goma xantana, tragacanto, goma guar, goma acácia, goma arábica,poliacrilatos dispersíveis em água tais como ácido poliacrílico, copolímero demetilmetacrilato, copolímeros de carboxivinila. O formato pode ser uma mis-tura, uma combinação com outros formatos ou um polímero em bloco. Ou-tros formatos exemplares são aqui descritos.
Por "derivado" se entende uma substância química relacionadaestruturalmente com outra substância e teoricamente derivável dela. Por e-xemplo, formatos podem ser alquilados, por exemplo, metilados, etilados,propilados ou butilados, hidroxilados, carboxilados, acilados, por exemplo,acetilados, reticulados, aminados, fosforilados, sulfatados, halogenados, porexemplo, flúor, bromo, cloro ou iodo, ou hidrogenados.
Por "tabaco" se entende qualquer parte, por exemplo, folhas,flores, raízes e talos, de qualquer membro do gênero Nicotiana. Espéciesexemplares de tabaco incluem N. rústica e N. tabacum (por exemplo, LAB21, LN KY171, Tl 1406, Basma, Galpao, Perique, Beinhart 1000-1 e Peti-co). Outras espécies incluem N. acaulis, N. acuminata, N. acuminata var.multiflora, N. africana, N. alata, N. amplexicaulis, N. arentsii, N. attenuata, N.benavidesii, N. berithamiana, N. bigelovii, N. bonariensis, N. cavicola, N. cle-velandii, N. cordifolia, N. corymbosa, N. debneyi, N. excelsior, N. forgetiana,N. fragrans, N. glauca, N. glutinosa, N. goodspeedii, N. gossei, N. hybrid, N.ingulba, N. kawakamii, N. knightiana, N. langsdorffii, N. linearis, N. longiflora,N. marítima, N. megalosiphon, N. miersii, N. noctiflora, N. nudicaulis, N. ob-tusifolia, Ν. occidentalis, Ν. occidentalis subsp. hesperis, Ν. otophora, Ν, pa-niculata, Ν. pauciflora, Ν. petunioides, Ν. plumbaginifolia, N quadrivalvis, Ν.raimondii, Ν. repanda, Ν. rosulata, Ν. rosulata subsp. ingulba, Ν. rotundifolia,Ν. setchellii, Ν. simulans, Ν. solanifolia, Ν. spegazzinii, Ν. stocktonii, Ν. sua-veolens, Ν. sylvestris, Ν. thyrsiflora, Ν. tomentosa, Ν. tomentosiformis, Ν.trigonophylla, Ν. umbratica, Ν. undulata, Ν. velutina, Ν. wigandioides e Ν. χsanderae. O tabaco pode ser inteiro, retalhado, cortado, curado, envelheci-do, fermentado ou processado de outra forma, por exemplo, granulado ouencapsulado. Tabaco também pode estar na forma de produtos acabadosincluindo, mas sem se limitar, a qualquer tabaco não-combustível que sejaoralmente consumido, por exemplo, tabaco sem fumaça. Tal tabaco em fu-maça inclui rapé (úmido ou seco), tabaco de mascar, tabaco solto, tabacoensacado e similares, ou qualquer forma contida aqui. O termo também in-clui um extrato de tabaco incluindo dois ou mais componentes organolépti-cos de tabaco.
Por "satisfação de tabaco", nesse caso, se entende a experiên-cia associada com componentes organolépticos de tabaco e componentesde sabor ("flavor") adicionados que são liberados na boca ao usar um tabacosem fumaça. Um consumidor adulto o qual escolhe usar um produto de ta-baco sem fumaça compra um produto de tabaco sem fumaça tipicamente deacordo com a sua preferência individual; tal preferência inclui, sem limitação,sabor ("flavor"), corte de tabaco, forma, facilidade de uso e embalagem.
Por "organoléptico" se entende relacionando ou contribuindocom a percepção sensorial integrada pelo consumidor que inclui, por exem-pio, qualquer combinação de aroma, fragrância, sabor ("flavor"), sabor, odor,sensação bucal ou similares.
Por "não-combustível" se entende que não entra em combustãodurante o uso normal.
Por "partes" se entende uma de várias ou muitas unidades i-guais da qual alguma coisa é composta ou na qual ela seja divisível. A nãoser que seja notado de outra forma, partes são em peso.
Composições descritas aqui são vantajosas da perspectiva detamanho, facilidade de uso e taxa controlada de desintegração.
Todas as porcentagens são em peso, a não ser que seja notadode outra forma.
Outras características e vantagens serão aparentes a partir daseguinte descrição e reivindicações.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura 1 é uma representação esquemática de tiras de tabacoflavorizadas (filmes). As tiras são finas e contêm tabaco. Quando colocadasna boca de um usuário, a tira se desintegra imediatamente, por exemplo, de0,5 - 30 segundos, com uma "origem" de sabor ("flavor"). Além disso, astiras podem se desintegrar alternativamente de 30 seg a 1 minuto, de 30 sega 3 minutos, de 30 seg a 5 minutos, de 30 segundos a 7 minutos ou de 30seg a 10 minutos, dependendo da composição. As tiras de tabaco podemser flavorizadas, por exemplo, com gualtéria, canela, menta e/ou outros sa-bor ("flavors"), conforme aqui descrito. Uma tira de tabaco pode conter umabanda colorida ou outros indícios para propósitos estéticos que sejam indica-tivos do sabor ("flavor").
As Figuras 2A e 2B são representações esquemáticas de tirasde tabaco flavorizado, as quais são peças redondas, pequenas, que se de-sintegram rapidamente contendo tabaco. Quando colocadas na boca de umusuário, uma tira de tabaco começa a se desintegrar imediatamente, propor-cionando sabor ("flavor") ao usuário. As tiras de tabaco podem ser flavoriza-das, por exemplo, com gualtéria, canela, menta e/ou outros sabor ("flavors").Uma tira de tabaco pode conter manchas coloridas ou outros indícios parapropósitos estéticos que sejam indicativos do sabor ("flavor"). A Figura 2Bmostra uma vista lateral de uma tira de tabaco. As tiras podem ser de desin-tegração super-rápida (30 seg - 2 minutos), de desintegração rápida (1 mi-nuto - 3 minutos), de desintegração mais lenta (2 minutos a 5 minutos), dedesintegração lenta (4 minutos - 10 minutos) ou efervescentes na natureza.
As Figuras 3A e 3B são representações esquemáticas de peçasduras de tabaco (tiras), as quais são macias, de longa duração e contêmtabaco (por exemplo, tabaco flavorizado), e são colocadas na boca de umusuário. Peças duras de tabaco podem ser flavorizadas, por exemplo, comgualtéria, canela, menta e/ou outros sabor ("flavors"). Uma peça dura de ta-baco pode conter manchas coloridas ou outros indícios para propósitos esté-ticos que sejam indicativos do sabor ("flavor"). A Figura 3B mostra uma vistalateral de uma peça dura de tabaco.
As Figuras 4A e 4B são representações esquemáticas de peçasde tabaco efervescentes as quais contêm tabaco, e um usuário as coloca naboca. Peças de tabaco efervescentes podem ser flavorizadas, por exemplo,com gualtéria, canela, menta e/ou sabor ("flavors"). Uma peça de tabacoefervescente pode conter uma região colorida ou outros indícios para propó-sitos estéticos que sejam indicativos do sabor ("flavor"). A Figura 4B mostrauma vista lateral de uma peça de tabaco efervescente.
As Figuras 5A e 5B são representações esquemáticas de duetosde tabaco (tiras), os quais têm uma camada externa dura e uma camadainterna macia, ou vice-versa. A camada externa dura contém tabaco que sedesintegra na boca de um usuário. A camada interna macia contém flavori-zante (por exemplo, agentes de hálito refrescante). Duetos de tabaco podemser flavorizados, por exemplo, com gualtéria, canela, menta e/ou outros sa-bor ("flavors"). Um dueto de tabaco pode conter manchas coloridas ou outrosindícios para propósitos estéticos que sejam indicativos do sabor ("flavor"). AFigura 5B mostra um vista lateral de um dueto de tabaco.
As Figuras 6A e 6B são representações esquemáticas de paresde tabaco (tiras), as quais têm uma camada externa dura e um centro macio,ou vice-versa. A camada externa pode incluir sabor ("flavors"), tais como a-gentes de hálito refrescante, e o centro contém tabaco. Os pares de tabacose desintegram quando colocados na boca de um usuário. Os pares de ta-baco podem ser flavorizados, por exemplo, com gualtéria, canela, mentae/ou outros sabor ("flavors"). Um par de tabaco pode conter manchas colori-das ou outros indícios para propósitos estéticos que sejam indicativos dosabor ("flavor"). A Figura 6B mostra uma seção cruzada de um par de tabaco.
As Figuras 7A e 7B são representações esquemáticas de palitosde dente de tabaco, os quais são similares em tamanho e forma a um palitode dente de madeira e incluem tabaco. O palito de dente de tabaco é colo-cado na boca de um usuário e lentamente se desintegra em cerca do tempoque ele leva para fumar um cigarro (por exemplo, 3-10 minutos). Em umamodalidade similar, o palito de dente de tabaco pode não se desintegrar,ainda ser poroso o suficiente para permitir a difusão do tabaco e do sabor("flavor") enquanto o palito de dente permanece estruturalmente intacto. Ospalitos de dente de tabaco podem ser flavorizados, por exemplo, com gualté-ria, canela, menta e/ou outros sabor ("flavors"). Um palito de dente de tabacopode conter uma banda colorida ou outro indício para propósitos estéticosque sejam indicativos do sabor ("flavor"). A Figura 7B mostra uma vista late-ral de um palito de dente de tabaco.
As Figuras 8A e 8B são representações esquemáticas de gomasde gel de tabaco, as quais contêm tabaco e que lentamente se desintegramna boca de um usuário, por exemplo, quando mastigadas. Gomas de gel detabaco podem ser flavorizadas, por exemplo, com gualtéria, canela, mentae/ou outros sabor ("flavors"). Uma goma de gel de tabaco pode ser coloridapara propósitos estéticos para indicar o sabor ("flavor"). A Figura 8B mostrauma vista lateral de uma goma de gel de tabaco.
As Figuras 9A e 9B são representações esquemáticas de contasde gel de tabaco, as quais são pequenas, contas macias com um centro lí-quido contendo tabaco. O usuário coloca uma conta na boca, causando oseu derretimento. Ao derreter, a conta libera tabaco e opcionalmente sabor("flavor") (por exemplo, gualtéria, canela, menta e/ou outros sabor ("fla-vors")). Uma conta de gel de tabaco pode ser colorida para propósitos esté-ticos para indicar o sabor ("flavor"). A Figura 9B mostra uma seção cruzadade uma conta de gel de tabaco.
As Figuras 10A e 10B são representações esquemáticas de em-balagens de tabaco desintegráveis (unidades consumíveis), as quais podemser colocadas na boca de um usuário (por exemplo, no lado da boca). A ca-mada externa, fina pode proporcionar sabor ("flavor") ao usuário conformeela se desintegra. A parte interna contém tabaco que se desintegra comple-tamente. As embalagens de tabaco desintegráveis podem ser saboreadaspor cerca de tanto tempo quanto levar para fumar um cigarro (por exemplo, 3- 10 minutos) ou por um período mais curto, e podem ser flavorizadas, porexemplo, com gualtéria, canela, menta e/ou outros sabor ("flavors"). Umaembalagem de tabaco desintegrável pode conter manchas coloridas ou ou-tros indícios para propósitos estéticos que sejam indicativos do sabor ("fla-vor"). A Figura 10B mostra uma vista lateral de uma embalagem de tabacodesintegrável. Em uma modalidade alternativa, a camada externa fina nãose desintegra, mas é porosa, permitindo dessa forma que os conteúdos con-tidos nela saiam por difusão no decorrer do tempo.
As Figuras 11A e 11B são representações esquemáticas de em-balagens de tabaco (unidades consumíveis), as quais são produtos de taba-co sem fumaça incluindo uma embalagem pequena e insolúvel enchida comtabaco e, opcionalmente, outros flavorizantes. A embalagem é colocada naboca de um usuário (por exemplo, no lado da boca). Embalagens de tabacosão tipicamente usadas por 5-15 minutos, por exemplo, por cerca de 10minutos e são descartadas depois do uso. As embalagens de tabaco podemser flavorizadas, por exemplo, com gualtéria, canela, menta e/ou outros fla-vorizantes. Uma embalagem de tabaco pode conter uma faixa ou outro indí-cio para propósitos estéticos que sejam indicativos do sabor ("flavor"). A Fi-gura 11B mostra uma vista lateral de uma embalagem de tabaco.
As Figuras 12A e 12B são representações esquemáticas de bas-tões de tabaco, os quais contêm tabaco e são delgados e macios com di-mensões semelhantes a um cigarro. Eles se desintegram lentamente (porexemplo, em 3 - 10 minutos) quando colocados na boca de um usuário.Bastões de tabaco podem ser flavorizados, por exemplo, com gualtéria, ca-nela, menta e/ou outros sabor ("flavors")· Um bastão de tabaco pode conteruma banda colorida ou outro indício para propósitos estéticos que sejam in-dicativos do sabor ("flavor"). A Figura 12B mostra uma vista lateral de umbastão de tabaco.
As Figuras 13A e 13B são representações esquemáticas de ca-nudos de tabaco, os quais são cilindros macios, ocos e flexíveis contendotabaco (por exemplo, tabaco flavorizado). O canudo de tabaco é colocado naboca de um usuário, e lentamente (por exemplo, em 3 - 10 minutos) se de-sintegra, preferivelmente completamente. Adicionalmente, o canudo de ta-baco pode, por exemplo, não se desintegrar na mão de um usuário. O taba-co pode ser flavorizado, por exemplo, com gualtéria, canela, menta e/ou ou-tros sabor ("flavors"). Um canudo de tabaco pode conter uma banda coloridaou outro indício para propósitos estéticos que sejam indicativos do sabor("flavor"). A Figura 13B mostra uma vista lateral de um canudo de tabaco.
As Figuras 14A e 14B são representações esquemáticas de ca-nudos de tabaco preenchidos, os quais têm uma camada externa macia con-tendo tabaco (por exemplo, tabaco flavorizado) e um núcleo de tabaco maci-o. A camada externa macia pode, por exemplo, não se desintegrar na nãode um usuário, mas se desintegrar quando colocada na boca de um usuário.Os canudos de tabaco preenchidos podem ser flavorizados, por exemplo,com gualtéria, canela, menta e/ou outros sabor ("flavors"). Um canudo detabaco preenchido pode conter uma banda colorida ou outro indício parapropósitos estéticos que sejam indicativos do sabor ("flavor"). A Figura 14Bmostra uma vista lateral e uma vista da extremidade de um canudo de tabaco.
Descrição Detalhada da Invenção
A invenção apresenta composições de tabaco que são tipica-mente para satisfação de tabaco.
A. Tabaco
Tabaco útil nas composições aqui descritas inclui qualquer formabruta ou processada, por exemplo, um pó, grânulo ou partícula. Preferivel-mente, o tabaco é dimensionado ou feito para desintegrar na boca (por e-xemplo, se dissolver), para proporcionar a percepção de dissolvabilidade(por exemplo, o tabaco não produz uma experiência tátil na boca) ou paraser facilmente engolido. Alternativamente, o tabaco pode ser dimensionadoou feito para proporcionar uma experiência tátil na boca. Tamanhos médios,exemplares estão na faixa de 1 a 1000 μηι, por exemplo, cerca de 800, 500,250, 100, 80, 75, 50, 25, 20, 15, 10, 8, 6, 5, 3, 2, ou 1 pm ou menos, preferi-velmente 80 μηι ou menos. O tabaco também pode estar na forma de umapasta fluida ou de um gel com capacidade de fluir. Um gel com capacidadede fluir é uma mistura de um formato dissolvido em água e misturado comtabaco e, a seguir, misturado com um solvente miscível que previne a com-pleta dissolução do formato. Tal mistura faz com que o formato inche for-mando uma pasta viscosa que é pseudoplástica e é facilmente dispensadade um recipiente (por exemplo, um tubo) com leve pressão. Um tabaco e-xemplar é tabaco sem fumaça. Tabacos adicionais são descritos nas Publi-cações Americanas Nqs 2003/0094182 e 2003/0070687, na Publicação In-ternacional N9 WO 2005/041699 e na U.S.S.N. 10/981.948; as descriçõesdas quais são por meio disto incorporadas por referência. O tabaco empre-gado na composição também pode ser preparado de acordo com os méto-dos da Publicação Americana N- 2004/0112394; a descrição da qual é pormeio disto incorporada por referência. Outro tabaco adequado é conhecidona técnica.
Tabaco pode ser distribuído aleatória ou uniformemente atravésde uma composição ou concentrado em várias regiões suas, por exemplo,no centro ou na superfície.
Dependendo das características desejadas e do uso final dacomposição, a concentração de tabaco final típica varia de 1 por cento até99 por cento em peso da composição final, por exemplo, no máximo 10, 15,20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, ou 90%. Em modalida-des preferidas, a composição inclui cerca de 25% de tabaco.
B. Composições
Em geral, composições da invenção são tencionadas para usoou consumo oral. Uma composição contendo tabaco pode ser produzida u-sando qualquer formato oralmente compatível adequado. O tabaco pode sermisturado diretamente com o formato ou, de outra forma, suportado peloformato. Por exemplo, uma composição pode conter tabaco, por exemplo,como partículas secas, partículas, grânulos, um pó ou uma pasta, deposita-do em, misturado em, envolto por ou, de outra forma, combinado com umformato. Tabaco em composições pode ou não ser, ou ser percebido comosendo solúvel. Em uma modalidade, as composições são composições detabaco sem saliva. Composições também podem incluir uma mistura de for-mas ou tipos de tabaco. Composições podem ser espumadas ou densas.Composições espumadas podem ser rígidas ou flexíveis e podem ser base-adas em formatos termoplásticos, solúveis em água ou insolúveis em água.
Composições exemplares são aqui descritas. Em uma modalidade, umacomposição da invenção é não-combustível.
Formatos adequados para uso nas composições aqui descritasincluem polímeros oralmente compatíveis, tais como celulósicos (por exem-plo, carboximetilcelulose (CMC), hidroxipropilcelulose (HPC), hidroxietilcelu-Iose (HEC)1 hidroxipropilmetilcelulose (HPMC) e metilcelulose (MC)), políme-ros naturais (por exemplo, amidos e amidos modificados, konjac (Amorpho-phallus konjac), colágeno, inulina, proteína de soja, proteína de soro do leite,caseína e glúten de trigo), polímeros derivados de algas marinhas (por e-xemplo, carragenina (capa, iota e lâmbda), alginatos e alginato de propileno-glicol), polímeros derivados de micróbios (por exemplo, xantana, dextrana,pululano, curdlano e gelano), extratos (por exemplo, goma de alfarroba, go-ma guar, goma tara, goma de tragacanto, pectina (por exemplo, de baixometóxi e amidada), ágar, zeína, karaya, gelatina, semente de psyllium (Plan-tago afra), quitina e quitosana), exsudatos (por exemplo, goma acácia (ará-bica) e Iaca purificada), polímeros sintéticos (por exemplo, polivinilpirrolido-na, oxido de polietileno e álcool polivinílico). Outros formatos úteis são co-nhecidos na técnica, por exemplo, ver Krochta et al. Food Technology, 1997,51: 61-74, Glicksman Food Hydrocolloids CRC 1982, Krochta Edible Coa-tings and Films to Improve Food Quality Technomic 1994, Industrial GumsAcademic 1993, Nussinovitch Water-Soluble Polymer Applications in FoodsBlackwell Science 2003. Dependendo das características desejadas, umacomposição também pode incluir agente de agentes de enchimento (por e-xemplo, amido, celulose microcristalina, polpa de madeira (por exemplo,Solkafloc da International Fibers1 Inc.), polpa de madeira refinada de disco,fibra insolúvel, fibra solúvel (por exemplo, Fibersol da Matsutani), carbonatode cálcio, fosfato dicálcico, sulfato de cálcio e barros), lubrificantes (por e-xemplo, lecitina, ácido esteárico, estearatos (por exemplo, Mg ou K), e ceras(por exemplo, monoestearato de glicerol, monoestearato de propilenoglicol emonoglicerídeos acetilados)), plastificantes (por exemplo, glicerina, propile-noglicol, polietilenoglicol, sorbitol, manitol, monoacetina, diacetina, triacetinae 1,3-butanodiol), estabilizantes (por exemplo, ácido ascórbico e citrato demonosterol, BHT ou BHA) ou outros compostos (por exemplo, óleos vege-tais, tensoativos e conservantes). Alguns compostos funcionam tanto comoplastificantes quanto como lubrificantes.
Composições da invenção podem incluir extratos de sabor ("fla-vor") (por exemplo, alcaçuz, kudzu (Pueraria lobata), hortênsia, magnoliahypoleuca, camomila, feno-grego, cravo-da-índia, mentol, menta japonesa,semente de anis, canela, arruda, gualtéria, cereja, baga, maçã, pêssego,Dramboui, uísque de malte, centeio e milho, uísque escocês, hortelã, horte-lã-pimenta, lavanda, cardamomo, aipo, croton eluteria, noz-moscada, sânda-lo, bergamota, gerânio, essência de mel, óleo de rosa, baunilha, óleo de li-mão, óleo de laranja, cássia, alcaravia, conhaque, jasmim, llangue-ilangue(Cananga odorata), salva, funcho, pimenta, gengibre, erva-doce, coentro,café, coco, taranja, limão-galego, mandarina, abacaxi, morango, framboesa,manga, maracujá, kiwi, pêra, damasco, uva, banana, oxicoco (cranberry),mirtilo, groselha preta, groselha vermelha, Emblica officinalis, amora, tomi-Iho, manjericão, comigo-ninguém-pode, valeriana, salsa, camomila, estra-gão, lavanda, endro, cominho, sálvia, aloe vera, bálsamo, eucalipto ou umóleo de menta de qualquer espécie do gênero Mentha), agentes mascaran-tes de sabor ("flavor"), bloqueadores do sítio receptor de amargor, intensifi-cadores do sítio receptor, adoçantes (por exemplo, sacarose, acessulfamepotássico (Ace-K), aspartame, sacarina, ciclamatos, lactose, sacarose, glico-se, frutose, sorbitol, manitol, xilitol, eritritol e tagatose) e outros aditivos dese-jáveis tais como clorofila, minerais, botânicos ou agentes de hálito refrescante.
Sabor ("flavors") também podem ser fornecidos por matéria ve-getal sólida, por exemplo, folhas de hortelã, as quais são tipicamente 10%de óleos flavorizantes e 90% de fibra insolúvel. Plantas exemplares aindaincluem alcaçuz, kudzu {Pueraria lobata), hortênsia, magnolia hypoleuca,camomila, feno-grego, cravo-da-índia, menta japonesa, canela, arruda, cere-ja, baga, maçã, pêssego, lavánda, cardamomo, aipo, croton elutería, noz-moscada, sândalo, bergamota, gerânio, rosa, baunilha, limão, laranja, cás-sia, alcaravia, jasmim, llangue-ilangue (Cananga odorata), salva, funcho,pimenta, gengibre, en/a-doce, coentro, café (por exemplo, flavorizado comArabica, Brazilian Santos, Columbian Supremo, Costa Rican, Ethiopian Har-rar, Hawaiian Kona, Kenya AA1 Jamaica, Sumatra, Tanzanian Peaberry,Zimbabwe ou avelã, baunilha, amaretto, fruta, amendoeira, creme irlandês,canela ou de manteiga e caramelo), ou qualquer espécie do gênero Mentha.Material vegetal adequado ainda incluí sementes em forma de feijão (porexemplo, sementes de café, semente de baunilha ou pontas de cacau), no-zes (por exemplo, amêndoas, amendoins, cajus, nozes, noz-peçã e pista-ches) ou bastões (por exemplo, canela) na forma inteira ou moída. O materi-al vegetal pode ser separado do tabaco depois da transferência de sabor("flavor"), ou ele pode permanecer juntamente com o tabaco, conforme des-crito em WO 2005/041699. Combinações de material vegetal também po-dem ser empregadas.
Sabor ("flavor") pode ser fornecido a uma composição, conformedescrito aqui, por extratos de flavorizantes, material vegetal ou uma combi-nação desses. Além dos extratos de flavorizantes naturais, flavorizantestambém podem ser fornecidos por ingredientes flavorizantes de imitação,sintéticos ou artificiais e misturas contendo tais ingredientes. Flavorizantespodem ser adicionados como um pó, um óleo, na forma encapsulada, ou emoutras formas comercialmente disponíveis.
Em certas modalidades, a composição se desintegra na boca.As taxas de desintegração das composições podem variar de 20 minutos atémenos de 1 minuto. Composições de liberação rápida tipicamente se desin-tegram em menos de 2 minutos e, mais preferivelmente, em 1 minuto oumenos, por exemplo, em menos de 60 s, 50 s, 45 s, 40 s, 35 s, 30 s, 25 s, 20s, 15 s, 10 s, 5 s, 4 s, 3 s, 2 s, ou 1 s. A desintegração pode ocorrer porqualquer mecanismo, por exemplo, dissolução, derretimento, rompimentomecânico (por exemplo, de mastigação), degradação enzimática ou outraquímica, ou rompimento da interação entre o formato e tabaco. O formato outabaco por si só pode se desintegrar semelhantemente. A quantidade detempo necessária para uma composição se desintegrar pode ser controladapela variação da espessura da composição e é dependente do tipo de for-mato, outros aditivos e da forma de uso. Quando colocada na boca, a com-posição pode temporariamente aderir a uma parte da mucosa oral. Além dis-so, a extensão de tempo da satisfação de tabaco pode variar. Essa extensãode tempo pode ser afetada, por exemplo, pela taxa de desintegração de umacomposição, da taxa de extração de componentes orgnaolépticos de umacomposição e do tempo de residência da composição na boca. Em outrasmodalidades, as composições não se desintegram no período de residênciana boca. Em tais composições, a introdução de componentes organolépticosde tabaco na boca pode ocorrer por dissolução parcial, lixiviação, extraçãoou rompimento mecânico causado por mastigação. A satisfação de tabacopode ser fornecida a partir de uma composição em um período de tempo depelo menos 10 s, 30 s, 45 s, 1 min, 2 min, 3 min, 5 min, 6 min, 7 min, 8 min,9 min, 10, min, 11 min, 12 min, 13 min, 14 min, 15 min, 30 min ou 1 h, prefe-rivelmente de 1 s a 10 minutos e, mais preferivelmente, de 30 s a 5 minutos.
Composições individuais podem ser dimensionadas para se a-justar completamente na boca, ou elas podem ser dimensionadas para seajustar somente parcialmente na boca. Seções cruzadas preferidas dascomposições incluem, mas não estão limitadas, a quadrada, circular, retan-gular, elíptica, oval e similares. Dimensões preferidas podem variar depen-dendo dos ingredientes e do tamanho da porção. Tipicamente, a maior di-mensão de uma única porção é de 10 cm ou menor. Alternativamente, pro-dutos de tabaco podem ser feitos em uma forma maior, a partir da qual por-ções individuais podem ser cortadas ou, de outra forma, separadas, por e-xemplo, por mastigação, mordedura ou desintegração oral. Por exemplo,uma tira, ou outra peça longa, pode ser colocada em um recipiente, e o con-sumidor pode remover um tamanho de porção desejado. Uma composiçãomaior (ou peça de tamanho oral ligada a uma alça) também pode ser parei-almente inserida na boca, semelhantemente a um palito de dente ou cigarro,e o consumidor pode chupá-la ou mastigá-la. Em uma modalidade, a peçamaior é oralmente desintegrável e pode ser completamente consumida emum período de tempo.
C. Tecnologias.
Filmes. Composições da invenção podem ser formadas comofilmes que podem ser oralmente desintegráveis. Tais filmes podem conteruma única camada ou múltiplas camadas. Um filme de única camada conte-rá tabaco, um formato e outros ingredientes, por exemplo, em uma misturahomogênea. Filmes com múltiplas camadas podem incluir várias camadascontendo tabaco, por exemplo, com o mesmo ou diferente tipo ou tamanhode tabaco, por exemplo, tabaco percebido como sendo solúvel. Múltiplascamadas podem ser laminadas juntas. Além disso, filmes com camadas múl-tiplas podem conter tabaco em uma ou mais camadas e outras camadas quecontêm ingredientes adicionais, conforme aqui descrito. Por exemplo, cama-das individuais podem ser adicionadas para sabor ("flavor"), doçura, cor, ta-xa de desintegração ou estabilidade (por exemplo, durante o manuseio oudurante o consumo). Tabaco também pode ser colocado entre duas ou maiscamadas em uma disposição em sanduíche. Uma ou mais das camadas nosanduíche também podem incluir tabaco. Em filmes com múltiplas camadas,as camadas podem se desintegrar em taxas iguais ou diferentes, ou umacamada pode não se desintegrar oralmente. Quando taxas de desintegraçãodiferem, a composição pode proporcionar tabaco em diferentes momentosbaseando-se nas camadas que se desintegram. Filmes de camada individualou camadas individuais em filmes com múltiplas camadas podem tambémser espumados ou ventilados para proporcionar propriedades físicas desejá-veis ou taxas de dissolução ou desintegração desejáveis.
Filmes podem ser dimensionados para se ajustar na boca comoporções individuais. Alternativamente, filmes maiores podem ser fabricadosa partir do qual porções individuais podem ser separadas. Por exemplo, umfilme pode ser enrolado, ou modelado de outra forma, para formar um tuboou canudo oco, o qual por sua vez pode ser preenchido com material adicio-nal. Além disso, um filme, por exemplo, contendo uma alta porcentagem detabaco na faixa de 1% a 99% baseando-se no peso seco, pode ser fabricadoe, a seguir, usado na preparação de flocos ou de um pó para adição a outrascomposições, conforme aqui descrito. A espessura preferida de um filme étipicamente menor do que 1 mm, por exemplo, menor do que 500, 200, 100,50, 40, 30, 20, 10, 5, 4, 3, 2, ou 1 pm; preferivelmente 5 a 125 pm.
Vários métodos conhecidos na técnica podem ser usados paraproduzir filmes. A técnica empregada pode depender do formato empregadono filme. Métodos exemplares incluem extrusão ou fundição de solução, ex-trusão de fundido, secagem em tambor e Iustragem. Uma vez formado, umfilme pode ser modificado, por exemplo, pela impressão ou, de outra forma,revestimento ou decoração da superfície do filme. Flavorizantes, corantes outabaco pode ser adicionado à superfície de um filme por um processo deimpressão, revestimento ou decorativo. Todos os processos de impressãoconhecidos na técnica, por exemplo, processo litográfico de impressão, fle-xográfico, gravura, jato de tinta, laser, impressão de tela e outros métodostípicos podem ser usados. Revestimentos ou padrões decorativos podem seraplicados à superfície do filme usando processos conhecidos na técnica, porexemplo, pulverização, escovação, revestimento em cilindro, "doctor barcasting", revestimento de fenda, revestimento de extrusão ou deposição defundido a quente, deposição de partículas ou flocos e outros métodos típi-cos. O filme a ser impresso, revestido ou decorado pode ou não conter taba-co. Uma função da impressão, revestimento ou padrão decorativo é propor-cionar quantidades adicionais de corante, flavorizante ou tabaco ao filme.Outra função é melhorar a estabilidade dimensional e aparência do filme.Uma vez que o filme impresso, revestido ou decorado tenha sido preparado,uma camada adicional de filme pode ser aplicada para cobrir, proteger e fe-char a superfície impressa, revestida ou decorada.
Uma representação esquemática de um filme exemplar é mos-trada na Figura 1.Exemplos de filmes
Tabelas 1.1, 1.2 e 1.3 mostram ingredientes exemplares para fabricar filmesda invenção.
Tabela 1.1
<table>table see original document page 20</column></row><table>
Tabela 1.2 Filme de mentaTabela 1.3
<table>table see original document page 20</column></row><table>Exemplo 2. Filme de tabaco
Uma mistura de 50 gramas de graus K-3 (60%), K-100 (35%) eK4M (5%) de hidroxipropilmetilcelulose (HPMC) da Dow Chemical são adi-cionados a um béquer contendo 450 gramas de água deionizada, bem-agitada, a qual tenha sido aquecida até 82,22°C (180°F). Durante a mistura,40 gramas de tabaco finamente moído são adicionados à solução de HPMCjuntamente com 15 gramas de celulose microcristalina (FMC), 17 gramas deamido (B-700 da Grain Processing Corp.), 16 gramas de glicerina, 0,8 gramade polissorbato 80 (Unichema) e 4 gramas de monoesteárato de propileno-glicol (PGMS da Danisco). Dez gramas de flavorizante de canela e 2 gramasde sucralose (adoçante artificial) são adicionados à solução quando a tem-peratura caiu para abaixo de 37,78°C (100°F). Dois gramas de carbonato desódio são adicionados para ajustar o pH para aproximadamente 7,5. Umavez que todos os ingredientes tenham sido adicionados e tenham sido uni-formemente dispersos, a mistura é colocada em um banho-maria e, commistura contínua por 30 minutos, é reduzida na temperatura para 18,33°C(65°F). Água adicional é adicionada conforme requerido para obter uma vis-cosidade Brookfield de 5.000 centipoise em uma temperatura de 65°C, resul-tando de sólidos de solução de aproximadamente 17% p/p.
Uma porção dessa solução contendo tabaco descrita acima é, aseguir, espalhada em uma placa de vidro usando uma lâmina desembainha-da para baixo com um intervalo fixo de 0,04 centímetro (0,015 polegada).A placa de vidro é colocada em um forno de laboratório circulando ar pré-ajustado em uma temperatura de 76,67°C (170°F). Depois de 30 minutos, aplaca de vidro é removida do forno, esfriada até a temperatura ambiente e ofilme seco com uma espessura de 0,06 milímetro (2,5 milésimos de polega-da (0,0025 polegadas)) é removido da placa de vidro. O filme pode, a seguir,ser cortado em pedaços menores adequados para colocar na boca. Umaseção de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1,0 polegada por 1,25 po-legada) do filme irá tipicamente desintegrar na boca em menos do que umminuto, liberando dessa forma o flavorizante, o adoçante e o tabaco. O con-teúdo de tabaco desse filme em base de peso seco é de 25%.Exemplo 3. Filme opaco, flavorizado
Usando o mesmo procedimento que o Exemplo 2, uma soluçãoé preparada sem a adição de tabaco. Enquanto a solução ainda está quente,32 gramas de uma dispersão de dióxido de titânio (50% de dióxido de titânioem água) fornecido pela Sensient Colors e 0,01 grama de Verniz vermelhoFD&C N9 40 (Sensient Colors) são adicionados com agitação. A solução éesfriada até 18,33°C (65QF) e é espalhada em uma placa de vidro, seca eremovida da placa de vidro conforme descrito no Exemplo 2. Um filme ver-melho claro, opaco de boa força e um espessura de filme seco de 0,04 cen-tímetro (0,015 polegada) é produzido.
Exemplo 4. Filme de duas camadas.
Uma porção da solução do exemplo 2 é espalhada em uma pla-ca de vidro usando uma lâmina desembainhada para baixo com um intervalofixo de 0,04 centímetro (0,015 polegada). A placa de vidro é colocada em umforno de laboratório, e o filme é seco como no Exemplo 2. A placa de vidro éremovida do forno e esfriada até a temperatura ambiente, mas o filme não éremovido da placa de vidro.
Uma porção da solução do Exemplo 3 é espalhada no filme secodo Exemplo 2 usando uma lâmina desembainhada para baixo com um inter-valo fixo de 0,01 centímetro (0,005 polegada). A placa de vidro é colocadano forno de laboratório a 76,67°C (170°F) por 10 minutos. O filme seco comuma espessura de 0,08 milímetro (0,003 polegada) é removido da placa devidro. O filme é distintamente de dois lados com uma camada de tabacomarrom contendo filme em um lado e um filme flavorizado vermelho no ladooposto. Uma seção de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1,0 polegadapor 1,25 polegada) do filme irá tipicamente se desintegrar na boca em me-nos de um minuto.
Exemplo 5. Filme de tripla camada
Uma porção da solução do exemplo 3 é espalhada em uma pla-ca de vidro usando uma lâmina desembainhada para baixo com um intervalofixo de 0,01 centímetro (0,005 polegada) e é seca no forno de laboratóriocomo anteriormente. Uma porção da solução do Exemplo 2 é espalhada nofilme seco do Exemplo 3 usando uma lâmina desembainhada para baixocom um intervalo fixo de 0,04 centímetro (0,015 polegada) e é seca no fornode laboratório como antes. Uma porção da solução do Exemplo 3 é espalha-da em uma placa de vidro usando uma lâmina desembainhada para baixocom um intervalo fixo de 0,01 centímetro (0,005 polegada) e é seca no fornode laboratório como antes. O filme resultante é de 0,08 milímetro (0,003 po-legada) de espessura e é compreendido de três camadas com uma camadade filme flavorizado opaco, vermelho em cada lado e uma camada central defilme contendo tabaco. Uma seção de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros(1,0 polegada por 1,25 polegada) do filme irá tipicamente se desintegrar naboca em menos de um minuto.
Exemplo 6. Filme espumado
A uma porção de 100 gramas de solução contendo tabaco doExemplo 2 é adicionado com agitação vigorosa, 0,5 grama de Iaurilsulfato desódio (um agente ativo de superfície). Essa solução é, a seguir, misturadaem um misturador de alto cisalhamento tal como um Homogeneizador doLaboratório Silverson, modelo L4RT-W, para criar uma estrutura de bolhasuniforme. Essa solução altamente aerada é, a seguir, espalhada em umaplaca de vidro usando uma lâmina desembainhada para baixo com um inter-valo fixo de 0,10 centímetro (0,040 polegada) e é seca em um forno de labo-ratório. O filme espumado, seco tem uma espessura de 0,01 centímetro(0,004 polegada) quando ele é removido da placa de vidro. O peso de umaseção desse filme espumado de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros por0,01 centímetro (1,0 polegada por 1,25 polegada por 0,004 polegada) emespessura é 35% mais baixo do que uma seção idêntica de filme não-espumado conforme preparado no Exemplo 2. A taxa de desintegração dofilme espumado na boca é tipicamente mais rápida em comparação com ofilme não-espumado idêntico conforme preparado no Exemplo 2.
Exemplo 7. Flocos
Uma solução é preparada em um béquer pela adição de 40gramas de goma arábica atomizada (TIC Gums, Inc.) e 0,4 grama de mono-estearato de propilenoglicol (PGMS) em 60 gramas de água deionizada en-quanto agitando vigorosamente por 30 minutos. A 10 gramas dessa solução,0,01 grama de Verniz vermelho N9 40 FD&C é adicionado com elevada agi-tação para assegurar a dispersão uniforme da cor. A solução é coberta edesprezada por 24 horas para permitir que todo o ar aprisionado se dissipe.
Uma porção dessa solução é, a seguir, espalhada em uma placa de vidrousando uma lâmina desembainhada para baixo com um intervalo fixo de0,01 centímetro (0,005 polegada). A placa de vidro é colocada em um fornode laboratório pré-ajustado a 76,67°C (170°F) por 20 minutos até o filme sercompletamente seco. Quando o filme é removido da placa de vidro, ele sequebra em muitos pequenos pedaços de flocos vermelhos muito brilhosos ecoloridos. Esse processo é repetido com outros vernizes FD&C para produzirflocos de muitas diferentes cores. Flavorizantes e adoçantes artificiais po-dem também ser adicionados aos flocos.
Exemplo 8. Flocos de tabaco
A 10 gramas de solução preparada no Exemplo 7 são adiciona-dos 4 gramas de pó de tabaco finamente moído. Filmes são preparados emplacas de vidro e são secos, esfriados e removidos da mesma forma que noExemplo 7. Os flocos resultantes são compostos de 50% de tabaco e 50%de goma arábica e são de uma coloração marrom profunda. Flavorizantes,caso desejado, podem ser adicionados aos flocos. Materiais tais como car-bonato de sódio podem também ser adicionados aos flocos para ajustar o pH.
Exemplo 9. Filme de tabaco com flocos
Um filme é preparado como no Exemplo 2. Enquanto o filme a-inda está úmido na placa de vidro, uma quantidade medida de flocos é pre-parada como no Exemplo 8 e são espalhados uniformemente no filme úmi-do. A placa de vidro é, a seguir, seca em um forno de laboratório; o filme éesfriado até a temperatura ambiente e, a seguir, removido da placa de vidro.Tipicamente, o filme seco do Exemplo 2 tem um peso seco de 1 grama (con-tendo 25% ou 0,25 grama de tabaco). Se esse filme for dividido em 20 se-ções iguais de filme 2,54 centímetros por 3,18 centímetros por 0,05 milíme-tro (1,0 polegada por 1,25 polegada por 0,002 polegada), cada seção pesará50 miligramas (contendo 25% ou 12,5 miligramas de tabaco). Se um gramade flocos de tabaco (os quais são 50% em peso de tabaco) são espalhadosuniformemente no filme, a peça total do filme terá um peso seco de 2 gra-mas (contendo um total de 0,75 grama de tabaco). Quando dividido em 20seções iguais, cada seção pesará 100 miligramas e irá conter 37,5 miligra-mas de tabaco. A seção ou filme cortado em tamanho de 2,54 centímetrospor 3,18 centímetros (1,0 polegada por 1,25 polegada) irá tipicamente sedesintegrar na boca em menos de um minuto.
Exemplo 10. Filme de tabaco com flocos decorativos
Q procedimento esboçado no Exemplo 9 pode ser repetidousando flocos decorativos (por exemplo, flocos coloridos os quais não con-tenham qualquer tabaco) ou com misturas de flocos coloridos e flocos con-tendo tabaco. Os filmes resultantes têm uma aparência colorida.
Exemplo 11. Filme de tabaco flavorizado
Tabela 11.1
<table>table see original document page 25</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
<table>table see original document page 25</column></row><table>A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
Na2CO3 1,96 g
Monoestearato de propilenoglicol 0,65 g
Laurilsulfato de sódio 0,65 g
Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 3
Glicerina 5,89 g
Propilenoglicol 5,22 g
Polietilenoglicol 400 6,54 g
Sabor ("flavor") de canela 6,54 g
Modificador de sabor ("flavor") de tabaco (HageIin) 2,62 g
Solução de sucralose 25% (Tate & Lyle) 2,62 g
Um total de 619,14 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. Foi adicionada à água aMISTURA 2. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Àsolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 1 minuto. A solução resultante foi transferida para um recipienteSS1 Silverson, o qual foi adaptado para mistura sob vácuo. O recipiente foiadaptado a uma unidade de motor homogeneizador L4RTU Silverson. A so-lução foi homogeneizada sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polega-das) de Hg) por 2 minutos a 7500 RPM, depois do que um banho de gelo foicolocado ao redor do recipiente homogeneizador.
A homogeneização continuou sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa((20 a 25 polegadas) de Hg) por 8 minutos a 10.000 RPM. Depois de com-pleta a homogeneização, uma porção da solução foi transferida para umagarrafa Nalgene de 500 mL para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida nua placa devidro que foi previamente coberta com uma folha de tamanho apropriado deMylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma faca desem-bainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,04 centímetro (0,015 pole-gada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar forçado de varreduralateral (modelo VWR 1330FM), por 30 minutos, o qual foi ajustado a 75°C. Ofilme resultante, seco até aproximadamente 4% de umidade, foi removido dafolha Mylar e cortado em unidades apropriadamente dimensionadas. Umaunidade de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1,0 polegada por 1,25polegada) de filme se desintegrou na boca em menos de 30 segundos.
Filmes de desintegração relativamente mais lenta (por exemplo,filmes se desintegrando na boca em mais de 30 segundos) foram produzidosa partir das mesmas soluções pelo lançamento da solução pela placa devidro com uma faca desembainhada para baixo com uma fissura fixa de0,762 centímetro (0,030 polegada). Os filmes foram secos da mesma formaque acima por 40 minutos. Os filmes produzidos se desintegraram tipica-mente na boca em menos de 1 minuto.
Filmes de desintegração super-rápida (por exemplo, filmes sedesintegrando na boca em menos de 15 segundos) foram produzidos a partirdas mesmas soluções pela espumação da solução antes do lançamento naplaca de vidro. A espumação foi efetuada pela submissão de 100 g de cadasolução à uma mistura de alto cisalhamento (com um misturador de alto ci-salhamento Arrow modelo 1750) por aproximadamente 3 minutos, depois doque a solução espumada foi imediatamente lançada na placa de vidro comuma faca desembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,762 centí-metro (0,030 polegada). Os filmes produzidos tipicamente se desintegram naboca em menos de 15 segundos.Exemplo 12. Filme de tabaco flavorizado
Tabela 12.1
<table>table see original document page 28</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
HM3PA2910 (Wolff Cellulosics) 30,98 g
HM100PA2208 (Wolff Cellulosics) 15,51 g
HM4000PA2910 (Wolff Cellulosics) 2,60 g
B700 (Grain Processing Corporation) 16,36 g
Pó de tabaco (tamanho de partícula médio < 80 μπι) 32,72 g
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
Na2CO3 1,96 g
Monoestearato de propilenoglicol 0,65 g
Laurilsulfato de sódio 0,65 g
Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredien-
MISTURA 3
<table>table see original document page 28</column></row><table>Um total de 619,14 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. A MISTURA 2 foi adicio-nada à água. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Àsolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 1 minuto. A solução resultante foi transferida para um recipienteSS1 Silverson, o qual foi adaptado para mistura sob vácuo. O recipiente foiadaptado a uma unidade de motor homogeneizador L4RTU Silverson. A so-lução foi homogeneizada sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polega-das) de Hg) por 2 minutos a 7500 RPM, depois do que um banho de gelo foicolocado ao redor do recipiente homogeneizador. A homogeneização conti-nuou sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polegadas) de Hg) por 8 mi-nutos a 10.000 RPM. Depois de completa a homogeneização, uma porçãoda solução foi transferida para uma garrafa Nalgene de 50CLraL-para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pla-ca de vidro que foi previamente coberta com uma folha de tamanho apropri-ado de Mylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,04 centímetro (15 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 30 minutos, o qual foiajustado a 75°C. O filme resultante, seco até aproximadamente 4% de umi-dade, foi removido da folha Mylar e cortado em unidades apropriadamentedimensionadas. Uma unidade de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1,0polegada por 1,25 polegada) de filme se desintegrou tipicamente na bocaem 15 - 30 segundos.
Alternativamente, os filmes incluem sabor ("flavor") de gualtéria,hortelã ou maçã.
Filmes de desintegração relativamente mais lenta (por exemplo,filmes se desintegrando na boca em mais do que 30 segundos) e filmes dedesintegração super-rápida (por exemplo, filmes se desintegrando na bocaem menos de 15 segundos) foram produzidos a partir das mesmas soluções
conforme descrito no Exemplo 11.
Exemplo 13. Filme de tabaco flavorizado de pêssego
Tabela 13.1
<table>table see original document page 30</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
<table>table see original document page 30</column></row><table>
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
<table>table see original document page 30</column></row><table>
Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredientes:MISTURA 3
Glicerina 1,31 g
Propilenoglicol 1,31 g
Polietilenoglicol 400 1,31 g
Purê de pêssego IOO1Og
<table>table see original document page 31</column></row><table>
Um total de 619,14 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. A MISTURA 2 foi adicio-nada à água. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Àsolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 1 minuto. A solução resultante foi transferida para um recipienteSS1 Silverson, o qual foi adaptado para mistura sob vácuo. O recipiente foiadaptado a uma unidade de motor homogeneizador L4RTU Silverson. A so-lução foi homogeneizada sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polega-das) de Hg) por 2 minutos a 7500 RPM, depois do que um banho de gelo foicolocado ao redor do recipiente homogeneizador. A homogeneização conti-nuou sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polegadas) de Hg) por 8 mi-nutos a 10.000 RPM. Depois de completa a homogeneização, uma porção dasolução foi transferida para uma garrafa Nalgene de 500 mL para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pla-ca de vidro que foi previamente coberta com uma folha de tamanho apropri-ado de Mylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,04 centímetro (15 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 30 minutos, o qual foiajustado a 75°C. O filme resultante, seco até aproximadamente 4% de umi-dade, foi removido da folha Mylar e cortado em unidades apropriadamentedimensionadas. Uma unidade de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1,0polegada por 1,25 polegada) de filme se desintegrou tipicamente na bocaem 15 - 30 segundos.
Filmes de desintegração relativamente mais lenta (por exemplo,filmes se desintegrando na boca em mais do que 30 segundos) e filmes dedesintegração super-rápida (por exemplo, filmes se desintegrando na bocaem menos de 15 segundos) foram produzidos a partir das mesmas soluçõesconforme descrito no Exemplo 11.
Exemplo 14. Filme de tabaco flavorizado para bas-tões/envoltórios/bolsas/formadores de vácuo
Tabela 14.1
<table>table see original document page 32</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
<table>table see original document page 32</column></row><table>
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
<table>table see original document page 32</column></row><table>Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 3
Glicerina 7,19 g
Propilenoglicol 7,19 g
Polietilenoglicol 400 7,19 g
Triacetina 6,47 g
Sabor ("flavor") de canela 10,80 g
Modifieador de sabor ("flavor") de tabaco (HageIin) 2,88 g
Solução de sucralose 25% (Tate & Lyle) 2,88 g
Um total de 606,10 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. Na água foi adicionada aMISTURA 2. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Nasolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 1 minuto. A solução resultante foi transferida para um recipienteSS1 Silverson, o qual foi adaptado para mistura sob vácuo. O recipiente foiadaptado a uma unidade de motor homogeneizador L4RTU Silverson. A solu-ção foi homogeneizada sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polegadas)de Hg) por 2 minutos a 7500 RPM, depois do que um banho de gelo foi colo-cado ao redor do recipiente homogeneizador. A homogeneização continuousob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polegadas) de Hg) por 8 minutos a10.000 RPM. Depois de completa a homogeneização, uma porção da solu-ção foi transferida para uma garrafa Nalgene de 500 mL para estocagem.ca de vidro que foi previamente coberta com uma folha de tamanho apropri-ado de Mylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,05 centímetro (20 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 35 minutos, o qual foiajustado a 75°C. O filme resultante, seco até aproximadamente 4% de umi-
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pia-dade, foi removido da folha Mylar e estocado em uma bolsa plástica parauso futuro.
Alternativamente filmes de tabaco flavorizados, por exemplo,flavorizados de maçã, também foram produzidos seguindo a formulação e oprocedimento precedente.
Exemplo 15. Filme flavorizado/colorido para bastões/envoltórios/bolsas
Tabela 15.1
<table>table see original document page 34</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
<table>table see original document page 34</column></row><table>
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
<table>table see original document page 34</column></row><table>Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 3
<table>table see original document page 35</column></row><table>
Exemplo 16. Filme tipo papel branco para bastões/envoltórios/bolsas
Tabela 16.1
<table>table see original document page 35</column></row><table>
MISTURA 1
<table>table see original document page 35</column></row><table>
MISTURA 2
<table>table see original document page 35</column></row><table>MISTURA 3
Glicerina 0,96 g
Propilenoglicol 0,96 g
Polietilenoglicol 400 0,96 g
Sabor ("flavor") de menta 5,76 g
Solução de sucralose 25% 1,54 g
Dispersão de TiO2 50% 1,54 g
Um total de 606,10 g de água em ebulição foi pesado em um recipiente deaço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um misturador de altocisalhamento Arrow modelo 1750. Na água foi adicionada a MISTURA 2. Aagitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MISTURA 1 foi adicio-nada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Na solução resultantefoi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi continuada por 1 minuto.A solução resultante foi transferida para um recipiente SS1 Silverson, o qualfoi adaptado para mistura sob vácuo. O recipiente foi adaptado a uma unida-de de motor homogeneizador L4RTU Silverson. A solução foi homogeneiza-da sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa (20 - 25 polegadas) por 2 minutos a7500 RPM, depois do que um banho de gelo foi colocado ao redor do recipi-ente homogeneizador. A homogeneização continuou sob vácuo de 67,73 a84,66 kPa (20 - 25 polegadas) por 8 minutos a 10.000 RPM. Depois decompleta a homogeneização, uma porção da solução foi transferida parauma garrafa Nalgene de 500 mL para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pla-ca de vidro que foi previamente coberto com uma folha de tamanho apropri-ado de Mylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,05 centímetro (20 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 35 minutos, o qual foiajustado a 75°C. Filmes adicionais foram expelidos a 0,10 centímetro (40milésimos de polegada), e secos por uma hora. Os filmes resultantes foramsecos até aproximadamente 4% de umidade, foram removidos da folha M-ylar e foram estocados em uma bolsa plástica para uso futuro.Sabor ("flavors") alternativos incluem sabor ("flavor") de menta,sabor ("flavor") de gualtéria ou sabor ("flavor") de hortelã. Cores alternativasincluem Verniz azul alum FD&C 35 - 42%, Mistura de Verniz Verde Esme-ralda FD&C e mistura de Verniz Azul Alum FD&C + Verniz Verde Esmeralda FD&C.
Exemplo 17. Filme flavorizado de pêssego para bastões/envoltórios/bolsasTabela 17.1
<table>table see original document page 37</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURAI
HM3PA2910 (Wolff Cellulosics) 38,48 g
HM100PA2208 (Wolff Cellulosics) 19,27g
HM4000PA2910 (Wolff Cellulosics) 3,24 g
B700 (Grain Processing Corporation) 20,32 g
Pó de tabaco (tamanho de partícula médio < 80 μπι) 14,39 g
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
Na2CO3 2,16 g
Monoestearato de propilenoglicol 0,72 g
Laurilsulfato de sódio 0,72 g
Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredientes:MISTURA 3
<table>table see original document page 38</column></row><table>
Um total de 606,10 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. Na água foi adicionada aMISTURA 2. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Nasolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 1 minuto. A solução resultante foi transferida para um recipienteSS1 Silverson1 o qual foi adaptado para mistura sob vácuo. O recipiente foiadaptado a uma unidade de motor homogeneizador L4RTU Silverson. A so-lução foi homogeneizada sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polega-das) de Hg) por 2 minutos a 7500 RPM, depois do que um banho de gelo foicolocado ao redor do recipiente homogeneizador. A homogeneização conti-nuou sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polegadas) de Hg) por 8 mi-nutos a 10.000 RPM. Depois de completa a homogeneização, uma porçãoda solução foi transferida para uma garrafa Nalgene de 500 mL para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pla-ca de vidro que foi previamente coberto com uma folha de tamanho apropri-ado de Mylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,05 centímetro (20 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 35 minutos, o qual foiajustado a 75°C. O filme resultante, seco até aproximadamente 4% de umi-dade, foi removido da folha Mylar e estocado em uma bolsa plástica parauso futuro.
Exemplo 18. Filme opaco branco/flavorizado para revestimento
Tabela 18.1
<table>table see original document page 39</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
HM3PA2910 (Wolff Cellulosics) 38,48 g
HM100PA2208 (Wolff Cellulosics) 19,27 g
HM4000PA2910(Wolff Cellulosics) 3,24 g
B700 (Grain Processing Corporation) 20,32 g
Fibersol-2 (Matsutani) 14,39 g
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
Na2CO3 1,44 g
Monoestearato de propilenoglicol 0,72 g
Laurilsulfato de sódio 0,72 g
Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredientes:MISTURA 3
<table>table see original document page 40</column></row><table>
Um total de 606,10 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. Na água foi adicionada aMISTURA 2. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Nasolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 1 minuto. A solução resultante foi transferida para um recipienteSS1 Silverson, o qual foi adaptado para mistura sob vácuo. O recipiente foiadaptado a uma unidade de motor homogeneizador L4RTU Silverson. A solu-ção foi homogeneizada sob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polegadas)de Hg) por 2 minutos a 7500 RPM, depois do que um banho de gelo foi colo-cado ao redor do recipiente homogeneizador. A homogeneização continuousob vácuo de 67,73 a 84,66 kPa ((20 a 25 polegadas) de Hg) por 8 minutos a10.000 RPM. Depois de completa a homogeneização, uma porção da solu-ção foi transferida para uma garrafa Nalgene de 500 ml_ para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pla-ca de vidro que foi previamente coberta com uma folha de tamanho apropri-ado de Myiar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,05 centímetro (20 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 35 minutos, o qual foiajustado a 75°C. O filme resultante, seco até aproximadamente 4% de umi-dade, foi removido da folha Mylar e estocado em uma bolsa plástica parauso futuro.Exemplo 19. Filme de tabaco expelido
Tabela 19.1
<table>table see original document page 41</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram granulados de uma forma simi-lar às granulações utilizadas para a produção de tiras, conforme aqui descri-to, produzindo uma granulação de tabaco com uma umidade aproximada de 4,50%:
Klucel LF (Hercules) 3448,0 g
Na2CO3 181,0 g
Sucralose (Tate & Lyle) 45,0 g
Propilenoglicol 363,0 g
Pó de tabaco (tamanho de partícula médio < 80 μιτι) 1451,0 g
Água 2344,0 g
A granulação de tabaco foi introduzida na seção de alimentaçãode um extrusor de hélice dupla Leistritz Micro-18 40:1 L/D, o qual foi configu-rado para extrusão co-rotatória com um design de hélice de cisalhamentomédio. As taxas de alimentação para a extrusão variaram entre 1 - 3 libraspor hora. As temperaturas da região da barrica variaram entre 23,89 a115,56°C (75 - 240°F). A ventilação dos voláteis da fundição da extrusão foiefetuada pela incorporação de um orifício de ventilação antes do molde dedescarga do extrusor.
Filme de tabaco, com uma largura de aproximadamente 7,62centímetros (3 polegadas) e uma espessura variando de 0,05 a 0,08 milíme-tro (2-3 milésimos de polegada), foi produzido pela incorporação de ummolde de tira na extremidade de descarga do extrusor. Na descarga, o filmede tabaco foi lustrado e esfriado até a temperatura ambiente pelo uso deuma calandra resfriadora de 3 cilindros empilhada. À jusante da calandraresfriadora o filme foi ressuspenso em uma bobina de rebobinação, incorpo-rando Mylar entre as camadas do filme para prevenir a adesão. O filme detabaco foi colocado em um recipiente adequado para estocagem.
O filme de tabaco foi subseqüentemente usado na produção debolsas contendo tabaco desintegráveis, conforme descrito aqui. O filme sedesintegrou lentamente na boca, em um período de 2 - 4 minutos.
Exemplo 20. Filme de tabaco flavorizado com gelatina
Tabela 20.1
<table>table see original document page 42</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
<table>table see original document page 42</column></row><table>
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
<table>table see original document page 42</column></row><table>Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredien-tes:
MISTURA 3
Glicerina 2,14 g
Propilenoglicol 2,44 g
Polietilenoglicol 400 2,14 g
Sabor ("flavor") de menta 4,58 g
Modifieador de sabor ("flavor") de tabaco (HageIin) 1,22 g
Solução de sucralose 25% (Tate & Lyle) 1,22 g
Um total de 288,93 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. Na água foi adicionada aMISTURA 2. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Nasolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 3 minutos. A solução resultante foi transferida para um recipienteadequado para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pla-ca de vidro que foi previamente coberta com uma folha de tamanho apropri-ado de Mylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,05 centímetro (20 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 35 minutos, o qual foiajustado a 75°C. O filme resultante, seco até aproximadamente 4% de umi-dade, foi removido da folha Mylar e cortado em unidades de tamanho apro-priado. Uma unidade de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1,0 polegadapor 1,25 polegada) de filme se desintegrou na boca em menos de 30 segun-dos, liberando flavorizante, adoçante e tabaco.Exemplo 21. Filme de tabaco flavorizado com gelatinaTabela 21.1
<table>table see original document page 44</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA I
HM3PA2910 (Wolff Cellulosics) 11,40g
HM100PA2208 (Wolff Cellulosics) 7,24 g
HM4000PA2910 (Wolff Cellulosics) 1,21 g
B700 (Grain Processing Corporation) 7,63 g
Gelatina 3,05 g
Pó de tabaco (tamanho de partícula médio < 80 μιτι) 15,27 g
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
Na2CO3 0,91 g
Monoestearato de propilenoglicol 0,30 g
Laurilsulfato de sódio 0,30 g
Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredientes:MISTURA 3
Glicerina 2,14 g
Propilenoglicol 2,44 g
Polietilenoglicol 400 2,14 g
Sabor ("flavor") de menta 4,58 g
Modifieador de sabor ("flavor") de tabaco (HageIin) 1,22 g
Solução de sucralose 25% (Tate & Lyle) 1,22 g
Um total de 288,93 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. Na água foi adicionada aMISTURA 2. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Nasolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 3 minutos. A solução resultante foi transferida para um recipienteadequado para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pla-ca de vidro que foi previamente coberto com uma folha de tamanho apropri-ado de Mylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,05 centímetro (20 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 35 minutos, o qual foiajustado a 75°C. O filme resultante, seco até aproximadamente 4% de umi-dade, foi removido da folha Mylar e cortado em unidades de tamanho apro-priado. Uma unidade de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1,0 polegadapor 1,25 polegada) de filme se desintegrou na boca em menos de 30 segun-dos, liberando flavorizante, adoçante e tabaco.Exemplo 22. Filme de tabaco flavorizado com gelatina
Tabela 22.1
<table>table see original document page 46</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
HM3PA2910 (Wolff Cellulosics) 8,35 g
HM100PA2208 (Wolff Cellulosics) 7,24 g
HM4000PA2910 (Wolff Cellulosics) 1,21 g
B700 (Grain Processing Corporation) 7,63 g
Gelatina 6,11 g
Pó de tabaco (tamanho de partícula médio < 80 μηι) 15,27 g
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
Na2CO3 0,91 g
Monoestearato de propilenoglicol 0,30 g
Laurilsulfato de sódio 0,30 g
Em um terceiro recipiente foram pesados os seguintes ingredientes:MISTURA 3
Glicerina 2,14 g
Propilenoglicol 2,44 g
Polietilenoglicol 400 2,14 g
Flavorizante de menta 4,58 g
Modificador de sabor ("flavor") de tabaco (HageIin) 1,22 g
Solução de sucralose 25% (Tate & Lyle) 1,22 g
Um total de 288,93 g de água em ebulição foi pesado em umrecipiente de aço inoxidável. A água foi agitada vigorosamente com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow modelo 1750. Na água foi adicionada aMISTURA 2. A agitação continuou por 30 segundos, em cujo ponto a MIS-TURA 1 foi adicionada. Agitação vigorosa foi continuada por 4 minutos. Nasolução resultante foi adicionada a MISTURA 3. Agitação vigorosa foi conti-nuada por 3 minutos. A solução resultante foi transferida para um recipienteadequado para estocagem.
Uma porção da solução de gel resultante foi vertida em uma pla-ca de vidro que foi previamente coberto com uma folha de tamanho apropri-ado de Mylar. A solução de gel foi tirada pela placa de vidro com uma facadesembainhada para baixo com um intervalo fixo de 0,05 centímetro (20 mi-lésimos de polegada). A placa de vidro foi colocada em um forno de ar for-çado de varredura lateral (modelo VWR 1330FM), por 35 minutos, o qual foiajustado a 75°C. O filme resultante, seco até aproximadamente 4% de umi-dade, foi removido da folha Mylar e cortado em unidades de tamanho apro-priado. Uma unidade de 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1,0 polegadapor 1,25 polegada) de filme se desintegrou na boca em menos de 30 segun-dos, liberando flavorizante, adoçante e tabaco.
Tiras. Composições da invenção também podem ser produzidascomo tiras, tais como fibras de desintegração super rápida (cerca de 15 se-gundos), de desintegração rápida (em menos de 2 minutos), de desintegra-ção lenta (2-10 minutos), mastigáveis e tiras efervescentes. Tiras exempla-res estão mostradas nas Figuras 2A - 2B, 3A - 3B e 4A - 4B.
Tiras podem ser dimensionadas como porções individuais oumenores, uma pluralidade das quais constituem uma porção individual. Tirasdimensionadas como porções individuais tipicamente têm dimensões de 5mm a 15 mm. Tiras menores tipicamente variam de 2 a 4 mm em diâmetro.
Tais tiras menores podem ser fabricadas em uma variedade de cores ou sa-bor ("flavors"), por exemplo, para consumo simultâneo. Tiras podem ser mo-deladas como um wafer, como um pélete côncavo ou convexo, ovais ouqualquer outro formato conhecido pelo mercado. Tiras também podem serespumadas para proporcionar uma dissolução ou desintegração mais rápidana boca. Tiras também podem ser estendidas em camadas para proporcio-nar uma variedade de sabores ou sensações bucais conforme a tira se dis-solve ou desintegra. Tiras também podem ser revestidas para modificar acor ou o sabor ou para proporcionar força mecânica para um manuseio me-lhorado. Em uma modalidade, uma tira projetada para se desintegrar rapi-damente em água pode ser revestida com um revestimento insolúvel emágua muito fino para proporcionar proteção para a tira enquanto um segundorevestimento solúvel em água é aplicado.
Tiras podem ser fabricadas a partir de uma mistura seca, conhe-cida como compressão direta ou a partir de materiais pré-granulados porqualquer método formador conhecido na técnica, por exemplo, através deuma prensa, modelagem por injeção, modelagem por compressão, modela-gem de espuma por injeção ou modelagem de espuma por compressão.
Exemplos de tiras
Tabelas 23.1, 23.2 e 23.3 mostram ingredientes exemplares pa-ra fabricar tiras da invenção.Tabela 23.1
<table>table see original document page 49</column></row><table>
Tabela 23.2Tira de Menta
<table>table see original document page 49</column></row><table>Tabela 23.3Tira de canela
<table>table see original document page 50</column></row><table>
Exemplo 27. Tira mastiqável exemplar
Uma tira mastigável pode ser formada usando os seguintes in-gredientes: açúcar compressível (30 - 50%, por exemplo, 40%); tabaco (10- 30%, por exemplo, 20%); dextrose (15 - 40%, por exemplo, 25%); malto-dextrina (5 - 20%, por exemplo, 13%); agentes corantes (0,01 - 0,10%, porexemplo, 0,05%); flavorizante (0,5 - 2%, por exemplo, 1,35%); estearato demagnésio (0,10 - 2%, por exemplo, 0,60%).
Exemplo 28. Tira efervescente exemplar
Uma tira efervescente pode ser formada usando os ingredientesdo Exemplo 27 com a adição de quantidades apropriadas de bicarbonato desódio e ácido cítrico. Uma tira efervescente exemplar é mostrada nas Figu-ras 4A-4B.
Exemplo 29. Tira termoplástica
Uma tira termoplástica pode ser formada usando os seguintesingredientes (em partes): hidroxipropilcelulose (HPC) 54; tabaco 27; celulosemicrocristalina 10; propilenoglicol 4; adoçante artificial 2; flavorizante 2; eestabilizante 0,2. Os ingredientes são misturados a seco e alimentados emum extrusor usando temperaturas de barrica necessárias para fundir o HPC(tipicamente 171,11 a 187,78°C (340 - 370°F)). Um bastão de cerca de 1,27centímetro Vz polegada de diâmetro é expelido e cortado em um tamanho suficiente para formar uma tira.
Exemplo 30. Tira de tabaco
Tabela 30.1 Formulação de tira de tabaco
<table>table see original document page 51</column></row><table>
Tabela 30.2 Formulação de solução Iiqante para a produção de tira de tabaco
<table>table see original document page 51</column></row><table>
Preparação de solução Iiqante
Quantidades ingredientes, conforme notado na Tabela 30.2, fo-ram pesadas em recipientes separados. Goma arábica pré-hidratada (emul-sificante) foi lentamente adicionada à água e misturada sob agitação de altocisalhamento em um recipiente de aço inoxidável. Depois da completa disso-lução, maltodextrina M 585 (Grain Processing Corporation) foi adicionadalentamente à água. Uma vez que a M 585 foi completamente dissolvida, oadoçante sucralose (Tate & Lyle) foi adicionado lentamente e misturadocompletamente para assegurar a completa dissolução.
Quantidades de fórmula de flavorizantes de hortelã-pimenta ehortelã e Na2CO3 conforme notado na Tabela 30.1 foram adicionadas à so-lução de ligação. A mistura total foi homogeneizada por aproximadamente20 minutos a 9000 - 10000 RPM com a ajuda de um homogeneizador. Aquantidade própria de solução de ligação para usar foi determinada pelo ta-manho do lote e as porcentagens de ingrediente mostradas na Tabela 30.1.
A solução homogeneizada foi transferida para o tanque de reten-ção/bombeamento de flavorizante.
Preparação de ingredientes secos.
As quantidades da fórmula de manitol (adoçante) e pó de taba-co, conforme notado na Tabela 30.1, foram misturadas juntas e colocadasna tigela do produto.
Preparação da câmara de leito fluidizado Vetor Multiflo-15
Um revestimento em leito fluidizado vetor multiflo-15 foi usadopara aplicar a solução de ligação na mistura de ingrediente seco para formara granulação final. O processo manual foi selecionado no painel de controledo computador. Os parâmetros operadores da máquina, localizados na
Tabela 30.3, foram carregados no programa:
Tabela 30.3. Ajustes de parâmetro do leito fluidizado vetor multiflo-15
<table>table see original document page 52</column></row><table>
A quantidade apropriada de solução Iigante a ser pulverizadatambém foi carregada no programa. A quantidade de solução Iigante foi de-terminada pelo tamanho da batelada desejada para alcançar as porcenta-gens do ingrediente mostradas na Tabela 30.1.
Processo de granulação
Uma vez que os ingredientes foram fluidizados na câmara deleito fluidizado e alcançaram a temperatura de 40 - 45°C, a solução de liga-ção foi lentamente pulverizada nos ingredientes secos para formar a granu-lação. A pressão do bico foi ajustada em 151,58 kPa (22 psi) e o fluxo de arem 5,66 m3/min (200 CFM). O fluxo de ar foi aumentado para assegurar umbom movimento do produto ou fluidização na câmara de leito fluidizado. Umavez que toda a solução de ligação tenha sido aplicada, o fluxo de ar foi redu-zido para 5,66 m3/min (200 CFM). O processo foi interrompido uma vez quea temperatura do produto tenha alcançado aproximadamente 43°C.
Preparação de qranulação para formar tiras
O material granulado foi, a seguir, dimensionado através de umatela de malha 12. O estearato de magnésio (lubrificante) foi dimensionadoatravés de uma tela de malha 40. A quantidade de formulação de estearatode magnésio, conforme notada na Tabela 30.4, foi combinada com o materi-al granulado em uma bolsa plástica e manualmente agitada por 2 minutos.
Tabela 30.4Formulação de ingredientes para formar tiras
<table>table see original document page 53</column></row><table>
Processo de formação de tira
O material granulado mais o lubrificante foram carregados noalimentador da prensa. Os seguintes parâmetros notados na Tabela 30.5foram ajustados na prensa minirrotatória Vanguard VSP8:
Tabela 30.5Parâmetros para a tira de tabaco
<table>table see original document page 53</column></row><table>
A desintegração rápida se desintegrou na boca em 1 a 3 minu-tos. A desintegração lenta se desintegrou na boca entre 5-8 minutos.Exemolo 31. Tira de tabaco
Tabela 31.1 Formulação da tira de tabaco
<table>table see original document page 54</column></row><table>
Tabela 31.2Formulacão da solução de lioacão para a produção de tira de tabaco
<table>table see original document page 54</column></row><table>
Os procedimentos estabelecidos no Exemplo 30 para a prepara-ção da solução de ligação foram seguidos. As quantidades da formulação desabor ("flavors") de hortelã-pimenta e hortelã conforme notado na Tabela31.1 e 45,00 gramas de Na2CO3 foram adicionadas à solução de ligação. Osprocedimentos remanescentes para a combinação para a solução de Iiga-ção, preparação de ingredientes secos, preparação da câmara de leito fluidi-zado vetor multiflo-15 e o processo de granulação foram seguidos.
Preparação da granulação para formação de tiras
O material granulado e estearato de magnésio foram dimensio-nados através das telas apropriadas conforme anteriormente estabelecido. Aquantidade da fórmula de estearato de magnésio (0,75% para uma desinte-gração rápida ou 1,00% para uma desintegração lenta) foi combinada com omaterial granulado em uma bolsa plástica e manualmente agitada por 2 mi-nutos.Processo de formação de tira
Os parâmetros de operação de máquina notados na Tabela 31.1foram ajustados na prensa minirrotatória Vanguard VSP:
Tabela 31.3. Parâmetros de formação de tira para tira de tabaco
<table>table see original document page 55</column></row><table>
Exemplo 32. Tira de tabaco
Tabela 32.1. Formulação da tira de tabaco
<table>table see original document page 55</column></row><table>
Tabela 32.2 Formulação de solução Iiaante Dara a produção de tira de tabaco
<table>table see original document page 55</column></row><table>Os procedimentos anteriormente estabelecidos para o preparoda solução Iigante foram seguidos. Quantidades da fórmula de sabor ("fla-vor") de canela e Na2COa conforme notado na Tabela 32,1 foram adiciona-das à solução ligante. Os procedimentos remanescentes para a composiçãoda solução ligante, preparação de ingredientes secos (agente de enchimentode Iactose combinado com pó de tabaco), preparação da câmara de leitofluidizado vetor multiflo-15 e o processo de granulação foram seguidos.
Preparação da qranulação para formação de tiras
O material granulado e estearato de magnésio foram dimensio-nados através de telas de malha 12 e 40, respectivamente, A quantidade dafórmula de estearato de magnésio (0,50% para uma desintegração rápida ou1,00% para uma desintegração lenta) foi combinada com o material granula-do em uma bolsa plástica e manualmente agitada por 2 minutos.
Processo de formação de tira
Os parâmetros notados na Tabela 32.3 foram ajustados naprensa mini rotatória VanguardVSP 8:
Tabela 32.3Parâmetros de formação de tira para tira de tabaco
<table>table see original document page 56</column></row><table>
Exemplo 33. Tira de tabaco
Os mesmos procedimentos foram seguidos para fazer uma tirade tabaco no Exemplo 32, exceto que flavorizante de gualtéria foi usado nolugar de flavorizante de canela.
Preparação da qranulação para formar tiras
O material finalizado foi, a seguir, dimensionado através de umatela de malha 12. O estearato de magnésio foi dimensionado através de umatela de malha 40. A quantidade da fórmula de estearato de magnésio (0,50%para uma desintegração rápida ou 0,75% para uma desintegração lenta) foicombinada com o material granulado em uma bolsa plástica e manualmenteagitada por 2 minutos.
Processo de formação de tira para tira de tabaco
Os parâmetros notados na Tabela 33.1 foram ajustados naPrensa minirrotatória Vanguard VSP 8:
Tabela 33.1 Parâmetros de formação de tira para tira de tabaco
<table>table see original document page 57</column></row><table>
Exemplo 34. Tira de tabaco com um revestimento branco, opaco
Tabela 34.1. Formulação da tira de tabaco
<table>table see original document page 57</column></row><table>Tabela 34.2. Formulação da solução de ligação para a produção de tira de tabaco
<table>table see original document page 58</column></row><table>
Preparo da solução de ligação
Os procedimentos anteriormente estabelecidos para a prepara-ção da solução de ligação foram seguidos. Quantidades da fórmula de flavo-rizante de maçã, bloqueador de amargor natural (Comax) e Na2C03, con-forme notado na Tabela 34.1, foram adicionadas à solução de ligação. Osprocedimentos remanescentes para a composição da solução de ligação,preparação dos ingredientes secos (agente de enchimento de Iactose maispó de tabaco), preparação da câmara de leito fluidizado Vetor multiflo-15 e oprocesso de granulação foram seguidos.Preparo da granulação para a formação de tiras
O material finalizado foi, a seguir, dimensionado através de umatela de malha 12. O estearato de magnésio foi dimensionado através de umatela de malha 40. A quantidade da fórmula de estearato de magnésio (0,75%para uma desintegração lenta) foi combinada com o material granulado emuma bolsa plástica e manualmente agitada por 2 minutos.
Processo de formação de tira
Os parâmetros notados na Tabela 34.3 foram ajustados naprensa minirrotatória Vanguard VSP 8:
Tabela 34.3. Parâmetros de formação de tiras para uma tira de tabaco dedesintegração lenta.
<table>table see original document page 58</column></row><table>Composição da suspensão de revestimento de tira de tabaco
Uma solução aquosa Opadry Il 20% foi preparada conformeorientado pelo fabricante e deixada misturar 45 minutos antes do revestimento.
Processo de revestimento
Tiras (5,5 - 6,5 Kg) foram colocadas no tacho de revestimentode uma máquina de revestimento de tacho Vetor/Freund HiCoater e aqueci-das até a temperatura de escape ter alcançado 45°C. Isso foi feito com otacho se movendo em menos de 5 RPM para minimizar o atrito da tira. Ar a75°C e 2,83 (100 CFM) m3/mih se moveu pelo tacho em uma pressão detacho de -1,27 cm (-0,5") de água.
Uma vez que os tachos tenham alcançado a temperatura dese-jada, a velocidade do tacho foi aumentada até aproximadamente 15 RPM ea suspensão de revestimento Opadry foi aplicada em uma taxa de 15 - 20gramas/minuto. A suspensão foi continuamente misturada durante a aplica-ção pára prevenir que os sólidos se depositassem. O borrifo foi atomizadocom aproximadamente 100 litros de ar por minuto em aproximadamente482,63 kPa (70 psi). O borrifo atomizado foi formado em um padrão usandoportas de ar direcionais no ajuste do bico em aproximadamente 50 litros dear por minuto em aproximadamente 482,63 kPa (70 psi).
A temperatura de entrada de ar foi periodicamente aumentadaou diminuída para manter uma temperatura de exaustão entre 43 e 46gC.
A pulverização foi continuada até que uma quantidade desejadade sólidos fosse aplicada para satisfazer requerimentos da formulação, tipi-camente por volta de 3%, ou até que as tiras fossem visualmente satisfatórias.
Exemplo 35. Tiras de múltiplas camadas
Equipamento de prensa comercialmente disponível pode ser u-sado para preparar tiras com duas ou mais camadas distintas. A composiçãodessas camadas pode ser a mesma ou diferente. Camadas individuais po-dem ser diferenciadas pela cor, sabor ("flavor"), tipo de tabaco, conteúdo detabaco, dissolução ou taxa de desintegração, e outras características simila-res. Por exemplo, uma camada poderia se desintegrar muito rapidamentepara liberar flavorizante ou ingredientes mascaradores de sabor ("flavor").Uma segunda camada contendo pó de tabaco poderia se desintegrar maislentamente, expondo dessa forma gradualmente o tabaco. Tiras de múltiplascamadas exemplares são mostradas nas Figuras 5A - 5B e 6A - 6B.
Exemplo 36. Tira de tripla camada
Uma tira de múltipla camada, conforme descrito no Exemplo 35,pode ser preparada com três camadas: (1) um núcleo de hálito refrescante,macio, (2) uma camada de polímero/tabaco circundando o núcleo; e (3) umrevestimento contendo tabaco de desintegração rápida no lado de fora. Onúcleo macio (1), um gel sem conter tabaco, a não ser sabor ("flavors") dehálito refrescante, é preparado. Uma mistura derretida (2) contendo um po-límero comestível, água, tabaco (por exemplo, cerca de 25% em peso), fla-vorizante e adoçante, em um pH de cerca de 7,8, é preparada. Essa misturaé depositada em um molde em um "depositador". Antes do molde ser com-pletamente cheio, um núcleo (1) do gel de hálito refrescante é depositado nocentro da parte. O molde é, a seguir, preenchido com (2) e esfriado. Depoisdo esfriamento, a composição é removida do molde e, a seguir, revestidacom uma camada fina de uma solução polimérica (3) contendo, por exemplo,cerca de 40% de tabaco em peso, um pH de cerca de 8,5, flavorizante e adoçante.
Quando a composição é colocada na boca de um usuário, a pri-meira camada se desintegra rapidamente (30 - 60 segundos), proporcio-nando sabor ("flavor") e satisfação de tabaco. A segunda camada do meiose desintegra mais lentamente (mais do que 5 minutos). Depois o núcleointerno é exposto, proporcionando sabor ("flavors") de hálito refrescante ao usuário.
Exemplo 37. Tabaco sólido desintegrável
Os seguintes ingredientes foram pesados em dois recipientesindividuais:<table>table see original document page 61</column></row><table>
As 6 g de água foram adicionadas ao carbonato de sódio, e amistura foi agitada. A mistura foi deixada agitar até ela ser adicionada aosoutros ingredientes mais tarde no processo.
Porção de água (2) foi colocada em um banho de gelo para es-friar enquanto a porção de água 1 (quente) foi aquecida até 60°C e transferi-da para um recipiente de aço inoxidável. A água a 60°C foi agitada com ummisturador de alto cisalhamento Arrow Modelo 1750 e o Klucel Ef foi gradu-almente adicionado à água. Essa solução foi agitada por vários minutos. Aporção de água 2 (fria) foi, a seguir, adicionada à mistura. Um banho de gelofoi colocado sob o recipiente de aço inoxidável, e a mistura foi agitada por 15minutos.
Depois de 15 minutos de agitação, os ingredientes remanescen-tes foram adicionados à mistura um de cada vez. A mistura foi completamen-te misturada antes da adição do próximo ingrediente. Os ingredientes foramadicionados na seguinte ordem: modificante de sabor ("flavor") de tabaco,propilenoglicol, solução de sucralose, xarope de milho, solução de carbonatode sódio, sacarose, pó de tabaco, B700 e óleo de hortelã-pimenta. Gelo foiadicionado ao banho de gelo por todo o processo de mistura para manter amistura gelada. Depois de todos os ingredientes terem sido adicionados, amistura foi agitada por mais 10 minutos.
O recipiente foi removido do banho de gelo e a mistura foi dis-pensada em porções desintegráveis sólidas em papel de cera e deixadassecarem em temperatura ambiente por 24 horas. Os desintegráveis sólidosforam removidos do papel de cera e transferidos para outra folha de papelde cera para continuar secando em temperatura ambiente. A dureza deseja-da para os desintegráveis sólidos foi alcançada depois de 12 a 24 horas desecagem contínua.
Exemplo 38. Tabaco sólido desintegrável
Os seguintes ingredientes foram pesados em recipientes individuais:
HPMC 2910 HM E5/6 Bv (CeIanese) 60 g
Pó de tabaco 75 g
Modificador de sabor ("flavor") de tabaco 6g
Xarope de milho (65%) 45 g
Sacarose 45 g
B700 (Grain Processing Corp.) 39 g
Solução de sucralose 25% (Tate & Lyle) 3 g
Propilenoglicol 15 g
Carbonato de sódio 1,5 g
Água 6g
Óleo de hortelã-pimenta 4,5 g
Porção de água 1 (quente) 120 g
Porção de água 2 (temperatura ambiente) 120 g
As 6 g de água foram adicionadas ao carbonato de sódio, e amistura foi agitada. A mistura foi deixada agitar até ela ser adicionada aosoutros ingredientes mais tarde no processo.
Porção de água 1 (quente) foi aquecida até 80°C e transferidapara um recipiente de aço inoxidável. A água a 80°C foi agitada com um mis-turador de alto cisalhamento Arrow Modelo 1750 e o HPMC foi gradualmenteadicionado à água. Essa solução foi agitada por vários minutos. A porção deágua 2 (temperatura ambiente) foi, a seguir, adicionada à mistura, e a mistu-ra foi agitada por 15 minutos.Depois de 15 minutos de agitação, os ingredientes remanescen-tes foram adicionados à mistura um de cada vez. A mistura foi completamen-te misturada antes da adição do próximo ingrediente. Os ingredientes foramadicionados na seguinte ordem: modificador de sabor ("flavor") de tabaco,propilenoglicol, solução de sucralose, xarope de milho, solução de carbonatode sódio, sacarose, pó de tabaco, B700 e óleo de hortelã-pimenta. Depoisde todos os ingredientes terem sido adicionados, a mistura foi agitada pormais 10 minutos.
A mistura foi dispensada em porções em papel de cera e deixa-das secar em temperatura ambiente por 24 horas. Os desintegráveis sólidosforam removidos do papel de cera e transferidos para outra folha de papelde cera para continuar secando em temperatura ambiente. A dureza deseja-da para os desintegráveis sólidos foi alcançada depois de 12 a 24 horas desecagem contínua.
Um produto similar foi feito usando a mesma formulação, pro-cesso de mistura e processo de dispensação, mas os desintegráveis sólidosforam secos em um formo de ar forçado (VWR Modelo 1330FM) ajustado a32°C por uma hora. Os desintegráveis sólidos foram, a seguir, removidos doforno e secos em temperatura ambiente por 24 horas. Adicionalmente, de-sintegráveis sólidos foram secos no forno de ar forçado a 32°C por 18 horas.
Um sólido levemente duro desintegrável com um acabamento grosseiro foiconseguido com essa técnica de secagem.
Partes modeladas. Composições de tabaco também podem serformadas em produtos que sejam suficientemente rígidos para serem facil-mente manuseados. Esses produtos modelados podem variar em proprieda-des físicas e variar de partes altamente flexíveis até partes altamente rígi-das. Tais produtos podem ser formados em qualquer forma e podem serdensos ou espumados. Essas composições tipicamente têm um conteúdo deumidade de 2 - 50%, preferivelmente de 5 - 10%, do peso da parte acaba-da. Formas exemplares incluem um tubo, um palito de dente, um bastão,uma espiral ou um bastão sólido. Alternativamente, uma parte modelada po-de não ter uma forma predefinida. Tal artigo pôde ser facilmente moldadopor um consumidor em qualquer forma preferível. Tipicamente, uma partemodelada será sugada ou mastigada por um período prolongado de tempopara liberar componentes organolépticos de tabaco na boca. Uma partemoldada pode ou não se desintegrar oralmente. Partes que se desintegrampodem fazer isso por um período de 1-60 minutos, preferivelmente de 1-10 minutos.
Partes modeladas podem ou não ser dimensionadas para seajustar completamente na boca. Composições maiores do que a boca po-dem ser parcialmente inseridas. Tipicamente, a maior dimensão de uma par-te modelada é de 15,24 centímetros (6 polegadas), mais preferivelmente de6,35 centímetros (2,5 polegadas).
Partes modeladas podem conter regiões discretas, por exemplo,com cada região com o mesmo ou diferente sabor ("flavor") ou cor ou tama-nho ou forma de tabaco, por exemplo, tabaco percebido como solúvel. Porexemplo, uma espiral pode conter filamentos individuais, cada um com umdiferente sabor ("flavor"), cor, tamanho ou forma de tabaco. Como outrosexemplos, partes modeladas podem ser preparadas em processos de múlti-plas etapas nos quais partes modeladas ou expelidas são compostas decamadas, duas ou mais das quais contêm diferentes sabor ("flavors"), coresou tamanhos ou formas de tabaco.
Composições de parte modelada podem ser fabricadas porqualquer método conhecido na técnica, por exemplo, extrusão, coextrusão,modelagem por compressão, modelagem por injeção, formação por impacto,modelagem de espuma, modelagem por pancada e supermodelagem. Alémdisso, partes modeladas podem ser baseadas em formatos solúveis em á-gua ou termoplásticos. Em uma modalidade, uma parte modelada com baseaquosa é fabricada pela formação de uma pasta viscosa (por exemplo, atra-vés de um processo de Hobart) do formato, água, tabaco e outros ingredien-tes e pela compressão da pasta em uma forma, expelindo através de ummolde ou formando uma folha a partir da qual são cortadas formas. O corteou parte formada pode, a seguir, ser seco até o nível de umidade desejadode 2 - 50%, preferivelmente de 5 - 10% do peso da parte finalizada parapartes muito rígidas e de 10 - 50% para partes altamente flexíveis. Em outramodalidade, a pasta aquosa pode ser formada em um processo de extrusãode dois estágios (por exemplo, através de um extrusor de dupla hélice Wen-ger) no qual o formato, água, tabaco e outros ingredientes são misturadosem um estágio de mistura ou pré-extrusão da máquina, e a pasta resultanteé alimentada diretamente no elemento de extrusão de dupla hélice da má-quina e é expelida através de um molde para fazer uma forma, a qual é aseguir seca até o nível de umidade desejado. Uma parte modelada baseadaem termoplástico é fabricada, por exemplo, pela mistura dos componentesatravés de um processo de misturador PK, místurador de alta intensidade,pré-peletizador ou granulação (leito fluidizado ou Hobart). Os componentesmisturados podem, a seguir, ser expelidos através de extrusores de umahélice ou de dupla hélice convencionais para formar partes modeladas ou amistura pode ser alimentada nas máquinas de modelagem de injeção ou emoutra maquinaria de processamento termoplástico para formar partes modeladas.
Exemplos de partes modeladas
Exemplo 39. Partes modeladas moldadas por injeção
Tabela 39.1 fornece partes modeladas exemplares para seremformadas por modelagem por injeção.
Tabela 39.1
<table>table see original document page 65</column></row><table>
As zonas de aquecimento foram Zona 1 - 148,89 a 171,110C(300 - 340°F); Zona 2 - 176,67 a 187,78°C (350 - 370°F); Zona 3 - 148,89a 171,110C (300 - 340°F); a temperatura de modelagem foi a ambiente. Foifornecida composição suficiente para a hélice para igualar um ciclo de inje-ção; o material foi imediatamente injetado no molde; o molde foi aberto de-pois de 10 segundos; e a parte foi removida. A parte modelada foi uma lascade cor graduada, 5,08 centímetros por 7,62 centímetros (2 polegadas por 3polegadas) por etapas em 0,32, 0,64, e 0,95 centímetros (1/8, % e 3/8 depolegada) de espessura.
Exemplo 40. Partes modeladas com molde de compressão
Tabela 40.1 fornece partes modeladas exemplares formadas por mo-delagem por compressão.
Tabela 40.1
<table>table see original document page 66</column></row><table>
10-50 gramas de água é adicionado por 100 gramas de com-posto seco - suficiente para amaciar a mistura e capacitá-la a passar atra-vés do molde da massa montado no misturador; Os parâmetros do moldesão como se segue:Tabela 40.2
<table>table see original document page 67</column></row><table>
Tempos de residência mais longos produziram partes mais rígi-das, contanto que o vapor foi deixado livremente ventilar durante a expansãoda parte. Aditivos podem também ser empregados de forma que a parte mo-delada permaneça flexível depois da remoção do instrumento. As partescontendo a maior parte do HPC de baixa viscosidade formou excelentes pe-ças à esquerda no instrumento por um período prolongado (40 a 60 segun-dos). A inclusão de um plastificante aumentou a taxa de absorção de umida-de da atmosfera, o que fez com que algumas partes amolecessem no decor-rer do tempo.
Quando as cavidades do molde foram completamente preenchi-das com o composto de modelagem, as partes densas e rígidas foram pre-paradas. Quando as cavidades do molde foram preenchidas até cerca de75% da capacidade do molde, o composto se expandiu sob a pressão dovapor se expandindo para formar partes espumadas as quais tinham boarigidez, bom sabor ("flavor") e as quais se desintegraram prontamente na boca.
A espumação pode ser conseguida em sistemas aquosos pelaincorporação de um agente ativo de superfície (por exemplo, Iaurilsulfato desódio) na mistura e pelo batimento para incorporar ar; a espumação ou venti-lação podem também ser conseguidas pela introdução de um gás (por e-xemplo, nitrogênio) no sistema aquoso enquanto a composição está sob altocisalhamento. O sistema aquoso é, a seguir, seco até o nível de umidade de-sejado para criar uma composição espumada estável. Em uma modalidade,uma composição aquosa é introduzida para preencher parcialmente um moldede compressão; o molde é fechado; a temperatura do molde é aumentadapara acima do ponto de ebulição da água para formar vapor, o qual expande acomposição aquosa para encher a área vazia e para criar uma parte modela-da, espumosa. Para sistemas termoplásticos, a espumação pode ser conse-guida pela incorporação de água na composição de formato/tabaco; a tempe-ratura é elevada até acima do ponto de ebulição da água para formar vapor;e, conforme a composição de tabaco sai do molde, o vapor se expande paracriar uma estrutura espumada. Em outra modalidade, gás (por exemplo, nitro-gênio ou dióxido de carbono) é introduzido na composição de tabaco termo-plástica fundida antes de sua descarga de um extrusor, resultando em umaestrutura de espuma altamente uniforme na composição de tabaco modelada.
Outros processos de espumação termoplásticos bem conhecidos na técnica(por exemplo, modelagem de espuma por injeção) podem ser usados paracriar composições de tabaco espumadas e partes modeladas.
Exemplo 41. Partes modeladas aquosas exemplares.
Tabelas 41.1 e 41.2 mostram ingredientes exemplares para fa-bricar partes modeladas aquosas da invenção. Água suficiente é adicionadapara formar uma pasta viscosa.
Tabela 41.1 (Todas as quantidades em partes)
<table>table see original document page 68</column></row><table>Tabela 41.2 (Todas as quantidades em partes)
<table>table see original document page 69</column></row><table>
Exemplo 42. Partes modeladas termoplásticas exemplares
Tabela 42.1 mostra ingredientes exemplares para fabricar partesmodeladas termoplásticas da invenção.
Tabela 42.1 (Todas as quantidades em partes)
<table>table see original document page 69</column></row><table>
Exemplo 43. Bastões de tabaco
Um bastão de tabaco é feito de tabaco (54 partes); flavorizante(2); fibra insolúvel (28); CMC (10); adoçante artificial (0,2); e celulose micro-cristalina (30). Água suficiente para formar uma pasta viscosa (por exemplo,140 partes) é adicionada, e a pasta é adequada para processamento atravésde um extrusor. Um extrusor adequado poderia ser um misturador adjuvantede cozinha ajustado com um extrusor de massa e molde. O bastão prepara-do a partir da extrusão através de um molde de massa pode, então, ser usa-do como o mandril formador para uma máquina de enrolar espiral e um filmecontendo tabaco pode ser usado para formar um envoltório ao redor do nú-cleo de tabaco.
Exemplo 44. Bastão de tabaco flavorizado com canela modelado por compressão.
Tabela 44.1
<table>table see original document page 70</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURAI
<table>table see original document page 70</column></row><table>
Pó de tabaco (tamanho de partícula médio < 80 μητι) 55,77 g
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
<table>table see original document page 70</column></row><table>
A MISTURA 1 foi adicionada à tigela de mistura de aço inoxidá-vel de um misturador de suporte adjuvante de cozinha. A MISTURA 2 foiincorporada lentamente à mistura no decorrer do tempo em um período detempo de 3 minutos com a ajuda da fixação de uma pá em uma velocidadede média a baixa. Seguindo essa adição, 76,92 g de água foram adicionadosà mistura da mesma forma. A pasta resultante foi deixada em repouso emtemperatura ambiente por um período de 5 minutos.
A seguir do resto do período, a massa foi alimentada através deuma unidade formadora de filamentos de 0,32 centímetro (1/8 de polegada)de abertura a qual foi previamente fixada ao misturador adjuvante de cozi-nha. Os filamentos produzidos foram cortados até entre 3,81 e 5,08 centíme-tros (1 Vz e 2 polegadas) de comprimento, e armazenadas em recipientesadequados.
Um grupo de prensas de platina com 5,08 centímetros por 0,64centímetros (2 polegadas por 14 de polegada) se opondo às cavidades domolde foi aquecido até entre 148,89 a 165,56°C (300-330°F). Uma fibra for-mada foi colocada na cavidade inferior, e o molde foi fechado através deuma prensa hidráulica. Foi deixado que o molde permanecesse fechado porum período de 30 - 60 segundos, proporcionando uma forma para cozinharo componente de amido da unidade e a liberação de uma porção dos com-ponentes voláteis.
O bastão recentemente formado, medindo aproximadamente 5,08centímetros por 0,32 centímetro (duas polegadas por 1/8 de polegada), com-preendeu uma camada externa rígida macia, a uma massa interna tipo espu-ma rígida. A unidade se desintegrou na boca em um período de 1 - 2 minutos.
Exemplo 45. Bastão de tabaco flavorizado de maçã moldado por compressão
Tabela 45.1
<table>table see original document page 71</column></row><table>Os seguintes ingredientes foram pesados e combinados em umrecipiente de volume adequado:
MISTURA 1
HM100PA2208 (Wolff Cellulosics) 11,16 g
B-700 (Grain Processing Corporation) 55,77 g
Sacarose 22,29 g
Fibersol-2 (Matsutani) 44,61 g
Na2CO3 6,69 g
Sucralose (Tate & Lyle) 1,11 g
Ácido málico 2,22 g
Pó de tabaco (tamanho de partícula médio < 80 μηι) 55,77 g
A mistura resultante foi misturada até ficar homogênea. Em umrecipiente separado foram pesados os seguintes ingredientes:
MISTURA 2
Glicerina 11,16 g
Sabor ("flavor") de maçã 12,27 g
A MISTURA 1 foi adicionada à tigela de mistura de aço inoxidá-vel de um misturador de suporte adjuvante de cozinha. A MISTURA 2 foiincorporada lentamente à mistura no decorrer do tempo em um período detempo de 3 minutos com a ajuda da fixação de uma pá em uma velocidadede média a baixa. Após essa adição, 76,95 g de água foram adicionados àmistura da mesma forma. A pasta resultante foi deixada em repouso emtemperatura ambiente por um período de 5 minutos.
A seguir do resto do período, a massa foi alimentada através deuma unidade formadora de fibras de 0,32 centímetro (1/8 de polegada) deabertura a qual foi previamente fixada ao misturador adjuvante de cozinha.As fibras produzidas foram cortadas até entre 3,81 e 5,08 centímetros (1 1/2 è2 polegadas) de comprimento, e armazenadas em recipientes adequados.
Um grupo de prensas de platina com 5,08 centímetros por 0,64centímetro (2 polegadas por 1A de polegada) se opondo às cavidades domolde foi aquecido até entre 148,89 a 165,56°C (300-330°F). Um filamentoformado foi colocado na cavidade inferior, e o molde foi fechado através deuma prensa hidráulica. Foi deixado que o molde permanecesse fechado porum período de 30 - 60 segundos, proporcionando uma forma para cozinharos componentes de amido e açúcar da unidade e a liberação de uma porçãodos componentes voláteis.
O bastão recentemente formado, medindo aproximadamente5,08 centímetros por 0,32 centímetro (2 polegadas por 1/8 de polegada),compreendeu uma camada externa rígida e uma massa interna tipo espumarígida. A unidade se desintegrou na boca em um período de 1 - 2 minutos.
Exemplo 46. Bastões de tabaco expelidos.
Tabela 46.1
<table>table see original document page 73</column></row><table>
Os seguintes ingredientes foram granulados de uma forma simi-lar às granulações utilizadas para a produção de tiras, produzindo uma gra-nulação de tabaco com uma umidade aproximada de 4,50%.
B-700 (Grain Processing Corporation) 3327,1 g
B-825 (Grain Processing Corporation) 120,0 g
Na2CO3 181,4 g
Sucralose (Tate & Lyle) 45,4 g
Glicerina 362,9 g
Pó de tabaco (tamanho de partícula médio < 80 μιτι) 1451,5 g
Água3473,0 g
A granulação de tabaco foi introduzida na seção de alimentaçãode um extrusor de hélice dupla Leistritz Micro-18 40:1 L/D, o qual foi configu-rado para a extrusão co-rotatória com um design de hélice de cisalhamentomédio. As taxas de alimentação para a extrusão variaram entre 0,45 a 1,36kg/h (1 a 3 libras por hora). As temperaturas da zona de barril variaram entre13,89 a 37,78°C (75 - 100°F). As taxas de aplicação de flavorizantes foramestabelecidas em 5 por cento do fluxo do processo; dessa forma, flavorizan-te de canela foi incorporado no processo à jusante da alimentação de granu-lação. A ventilação dos voláteis da fundição de extrusão foi conseguida pelaincorporação de um orifício de ventilação antes do molde de descarga doextrusor.
Bastões sólidos de tabaco, com um diâmetro aproximado de0,32 centímetro (1/8 de polegada), foram produzidos pela incorporação deum molde de filamento em uma extremidade da descarga do extrusor. Nadescarga, o filamento de tabaco flexível foi esfriado até a temperatura ambi-ente em uma esteira de refrigeração por meio do ar, ficou rígido e foi cortadoaté aproximadamente 6,35 centímetros (2,5 polegadas) de comprimento. Osbastões de tabaco formados foram colocados em um recipiente adequadopara armazenagem. O bastão se desintegrou lentamente na boca em umperíodo de 5 - 10 minutos.
Palitos de dente de tabaco sólidos, com um diâmetro apropriadode 0,16 centímetro (1/16 de polegada), foram produzidos pela incorporaçãode um molde de filamento na extremidade de descarga do extrusor. Na des-carga, o filamento de tabaco flexível foi esfriado até a temperatura ambienteem uma esteira de refrigeração por meio do ar, ficou rígido e foi cortado atéaproximadamente 6,35 centímetros (2,5 polegadas) de comprimento. Umaextremidade de cada filamento foi moída até um ponto de corte de forma quea parte tinha a aparência e função de um palito de dente. Os palitos de dentede tabaco formados foram colocados em um recipiente adequado para esto-cagem. Palitos de dente feitos usando a Fórmula 3 da Tabela 42.1 se desin-tegraram lentamente na boca e proporcionaram satisfação de tabaco por umperíodo de 5-10 minutos. Palitos de dente exemplares estão mostradosnas Figuras 7A - 7B.
Palitos de dente feitos usando a Fórmula 4 da Tabela 42.1 foraminsolúveis quando colocados na boca e proporcionaram satisfação de tabacoem um período de 5 - 30 minutos como resultado da mastigação e sucçãodo palito de dente. A Fórmula 4 da Tabela 42.1 inclui hidroxipropilcelulose(30 partes), alginato de sódio (10 partes), outros ingredientes (28 partes),tabaco (25 partes) e um sal de cálcio insolúvel (2 partes). Essa formulaçãofoi misturada e processada através de um extrusor conforme descrito acima.
Palitos de dente contendo tabaco expandido ou espumado po-dem ser produzidos pela mistura de uma especialidade de amido tal comoamido X-PAND-R da Tate & Lyle com tabaco, um amido padrão, e água con-forme mostrado na Tabela 46.2. Os componentes são completamente mistu-rados e aquecidos para efetuar a expansão do amido X-PAND-R. Uma vezsecas, as partes expandidas têm uma superfície externa densa e lisa ao re-dor de um núcleo espumoso. Os componentes misturados podem ser mode-lados, processados e aquecidos em muitos tipos de equipamentos conven-cionais, conforme descrito aqui.
Tabela 46.2Formas de tabaco
<table>table see original document page 75</column></row><table>
A formulação da Tabela 46.3 forma uma composição que podeser facilmente modelada por um consumidor em uma porção coesiva úmida,por exemplo, pela compressão de uma pequena quantidade da mistura entreos dedos; essa porção é, a seguir, conveniente e limpamente colocada naboca. Essa porção irá reter sua forma até a satisfação de tabaco ser alcança-da e a porção ser removida e descartada. Essa propriedade coesiva é obtidapelo uso das características adesivas do amido, amido modificado, maltodex-trina, dextrosem ou uma combinação desses materiais ou de materiais seme-Ihantes quando eles são adicionados ao tabaco na presença de água. Certospolímeros solúveis em água, gomas ou hidrocolóides, por exemplo, goma ka-raya ou semente de psyllium (Ptantago afra), podem ser usados no lugar doamido ou do amido modificado para alcançar resultados semelhantes.
Gel e contas de gel. Composições da invenção também podemser feitas como géis ou contas de gel. A composição pode conter um gel so-lúvel ou insolúvel contendo tabaco. Um gel pode ser usado para encapsularoutro material, ou outro material pode encapsular um gel. Géis podem serconsumidos nas foras hidratadas contendo tanto quanto 70% de água. Osgéis podem também ser secos, resultando em partes contendo de 1 a 70%de água. A quantidade de água retida no gel depende das propriedades de-sejadas no produto acabado. É possível preparar géis contendo tabaco queproporcionem uma ampla faixa de características organolépticas.
Formatos de gel exemplares para géis solúveis e insolúveis in-cluem capa-carragenina, alginato de sódio, carboximetilcelulose, gelatina,pectina, ágar e amidos.
Géis solúveis contendo tabaco podem ser formados pela disso-lução do formato em uma temperatura elevada, por exemplo, capa carrage-nina a 82,22°C (180°F), e adicionando o pó de tabaco à essa solução en-quanto se continua com a agitação vigorosa. A mistura quente é, a seguir,depositada em um molde. Gelatina proporciona um gel fraco em temperaturaambiente, mas a firmeza e a estabilidade podem ser aumentadas pela adiçãode ágar ou amidos. Outros formatos de geleificação podem ser usados deforma similar. Géis solúveis exemplares são mostrados nas Figuras 8A-8B.
Géis insolúveis são formados pela adição de um agente reticula-do à uma solução ou pasta pré-dissolvida. A solução é depositada em ummolde para formar a forma desejada e é montada através de esfriamentoe/ou secagem. Na maioria dos casos, é necessário manter a solução emtemperatura elevada, por exemplo, maior do que 82,22°C (180°F), para pre-venir a geleificação prematura antes do depósito no molde. Depois de o gelter sido colocado na sua forma final, o gel pode ser empacotado como tal ouser adicionalmente seco até um conteúdo de água desejado. Agentes reticu-lados incluem íons potássio para carragenina; íons cálcio para alginatos epectinas de metóxi inferior; e íons trivalentes tais como alumínio para carbo-ximetilcelulose. Em géis insolúveis (isto é, aqueles que não se desintegramoralmente), compostos organolépticos de tabaco podem vazar do gel con-forme ele é mantido ou mastigado na boca.
Em uma modalidade, composições de gel, por exemplo, contas,têm um centro sólido ou líquido. Um centro sólido exemplar inclui tabacosem fumaça. Um líquido interior pode ser aquoso, não-aquoso ou heterogê-neo, dependendo das características de solubilidade da parede da contaencapsulante. Líquidos baseados em água são tipicamente encapsuladosem um gel insolúvel em água que pode ser rompido, seja mecanicamente ouquimicamente, na boca. O formato de gel encapsulante pode incluir um po-límero e um agente reticulado. Sistemas exemplares incluem carragenina esal de potássio, alginato ou pectina e um íon divalente (por exemplo, cálcio),carboximetilcelulose e um íon trivalente (por exemplo, alumínio), e gelatina egoma arábica. O centro pode ou não incluir tabaco.
Em outra modalidade, um gel solúvel em água encapsula umagente de enchimento não-aquoso, por exemplo, empregando etanol, glicol,óleo vegetal ou óleo mineral. O gel solúvel em água e/ou o agente deenchimento não-aquoso pode conter tabaco e outros ingredientes conformeaqui descrito. Líquidos aquosos também podem ser encapsulados em géissolúveis em água pela inclusão de aditivos, por exemplo, açúcares ou sais,que se ligam suficientemente à água disponível no agente de enchimento,dessa forma, prevenindo que a água no líquido dissolva o encapsulante. En-capsulantes de gel também incluem tanto cápsulas de gelatina padrão durasquanto moles, as quais podem ser preenchidas com líquidos ou sólidos.
O centro dessas composições de gel pode ou não incluir tabaco,por exemplo, como pasta de tabaco. O encapsulante de gel também pode ounão incluir tabaco. Um centro sólido exemplar inclui tabaco sem fumaça. Ocentro também pode incluir um corante, adoçante, flavorizante ou agentemascarante de sabor ("flavor"), o qual pode ser o mesmo ou diferente da-quele do encapsulante de gel. A taxa de desintegração para o encapsulantede gel e o centro também pode ser a mesma ou diferente. Géis com centrostipicamente têm a maior dimensão de no máximo 10 mm, preferivelmente nomáximo 5 mm. Contas de gel com centros líquidos podem ser feitas pelaintrodução de gotículas e uma mistura de formato/tabaco em uma solução,causando a geleificação da superfície externa da conta de gel e retendo ocentro líquido. Contas podem ser formadas usando processos comerciaisdesenvolvidos pela Morishita Jintan Company e outros, conforme referidogenericamente como "encapsulamento de líquido sem emenda" ou "tecnolo-gia de cápsula sem emenda". Além disso, métodos amplamente usados pa-ra formar géis de todos os tipos incluindo contas foram desenvolvidos pelosfornecedores de alginato, carragenina e polímeros de pectina e são bem-conhecidos na técnica. A quantidade de geleificação pode ser controlada,controlando dessa forma a espessura da parede encapsulante do gel, pelavariação da concentração do formato, da concentração do agente reticulado(por exemplo, sal), da temperatura da solução solidificante e do tempo deresidência da conta do gel na solução solidificante. A solução pode conterum agente reticulado ou pode induzir a geleificação através de outras for-mas, por exemplo, por uma alteração de temperatura. Contas de gel exem-plares são mostradas nas Figuras 9A - 9B.
Géis sólidos podem ser solúveis ou insolúveis. Para géis sólidos,o tabaco e o formato, com ou sem aditivos, são tipicamente misturados, e oformato é deixado até gel. Géis solúveis podem ser obtidos pelo uso de umagoma autogeleificante, tal como goma gelana ou capa-carragenina, ou pelouso de um polímero, por exemplo, gelatina, que se ajusta por uma alteraçãoda temperatura. Géis sólidos insolúveis são preparados usando um agentereticulado. Tais géis solúveis e insolúveis podem ser feitos pela introduçãode gotas em um banho de óleo, por exemplo, óleo de canola, ou em um ba-nho reticulado aquoso para formar uma forma esférica. Eles também podemser feitos passar através do óleo em uma solução reticulada baseada emágua. Géis também podem ser feitos em moldes ou podem ser cortados domolde das folhas.
Em outra modalidade, uma composição de gel é fornecida comouma mistura seca de formato, agente reticulado (por exemplo, sal) e tabaco,por exemplo, na forma de pó, que é solvatado pelo consumidor antes do u-so. A solvatação faz com que a composição do gel forme um sólido, o qualpode ser colocado na boca. Tipicamente, o usuário coloca a mistura secados ingredientes do gel em um molde e adiciona solvente, o qual pode seraquoso ou não-aquoso. A mistura, a seguir, se hidrata rapidamente, forman-do dessa forma um gel o qual se solidifica na forma do molde. O líquido quesolvata pode ser usado para conferir sabor ("flavor") ou outro gosto ou carac-terísticas de sensação bucais para a composição. Alternativamente, o con-sumidor pode colocar a mistura seca na boca para solvatação. O solventepode conferir sabor ("flavor") ou cor à composição.
Exemplos de gel
Exemplo 47. Contas de gel
100 g de solução 4% de CMC-7MF e 20 g de tabaco foram com-binados. As gotas são depositadas em uma solução 5% de sal trivalentecomestível solúvel em água (por exemplo, AICI3, AI2(SC)^a ou acetato de a-lumínio básico. A superfície das gotas é, a seguir, seca com secagem de arou secagem de forno branda.
100 g de capa-carragenina 2% e tabaco são combinados e a-quecidos até 82,22 a 87,78°C (180 - 190°F). As gotas são depositadas emuma solução fria de KCI 5%.
100 g de alginato de sódio de viscosidade média 4%, hidrogeno-fosfato dissódico heptaidratado e tabaco são combinados a 65,56 a 76,67°C(150 - 170°C). Gotas são depositadas em uma solução fria de sal divalentecomestível 5% (por exemplo, CaCI2 ou citrato de Ca).
Contas contendo paredes de gelatina e centros de pasta de ta-baco podem ser preparados pelo depósito de gotas de uma pasta fluida detabaco fria (por exemplo, 15,56°C (60°F)) em uma corrente de baixa mobili-dade de uma solução de gelatina aquecida e diluída (por exemplo, 39,44°C(130°F)). A gelatina quente cobre a parte de fora da gota fria e, conforme agelatina esfria e se solidifica, ela forma uma parede de gelatina ao redor docentro líquido.As contas são recuperadas da solução por formas padrão.Exemplo 48. Géis sólidos oralmente desintegráveis.
Combinar 10 g de gelatina e 90 g de água e aquecer até 60°C(140°F) para dissolver gelatina. Adicionar 20 g de tabaco e verter em ummolde. A força do gel pode ser aumentada pela substituição de 6 g de gela-tina e 4 g de ágar e aquecimento até 87,78°C (190°F) para dissolver.
Tabela 48.1 mostra ingredientes exemplares para fabricar géisoralmente desintegráveis da invenção.
Tabela 48.1
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Exemplo 49. Géis sólidos insolúveis exemplares
Os seguintes comprimidos e descrições mostram ingredientesexemplares para fabricar géis insolúveis da invenção, isto é, géis que não sedesintegram oralmente.
Tabela 49.1. Géis de carragenina
<table>table see original document page 80</column></row><table>
A composição é expelida a 82,22°C (180°F) depois de adicionarKCI e misturar completamente.
Tabela 49.2. Géis de alqinato
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Exemplo 50. Géis solúveis.
416 gramas de capa-carragenina 3,9% aquosa e 51,0 gramas detabaco foram combinados. A solução foi aquecida até 82,22°C a 87,78°C(180°F a 190°F) com agitação, e a seguir a solução foi depositada em ummolde do formato desejado. No esfriamento, a forma sólida resultante foiremovida do molde e seca até a concentração de tabaco desejada e consis-tência do gel.
Em um processo alternativo, a um recipiente de aço inoxidávelde 1000 ml_ equipado com um misturador suspenso, barra de mistura e pla-ca de aquecimento foram adicionados 400 mL de água a mais de 93,33°C(200°F). A água foi continuamente agitada e aquecida, e 16,0 de capa-carragenina (Gelcarin GP 812, FMC Biopolymer) foi adicionado em 2 minu-tos. A mistura resultante foi agitada por mais 20 minutos ou até que toda acapa-carragenina fosse dissolvida; a seguir, tabaco foi adicionado à soluçãohomogênea, e a mistura resultante foi agitada por mais 2 minutos enquantomantendo uma temperatura ótima de 82,22°C (180°F). A essa solução foiadicionado 0,8 g de sucralose em pó e 7,0 g de óleo de canela (Wixon In-dustries) com agitação vigorosa. Depois de 1 minuto adicional de agitação, amistura resultante foi rapidamente transferida através de uma pipeta (diâme-tro interno de 0,5 cm) para moldes de metal revestidos com Teflon para ob-ter a forma desejada. Depois de esfriar até a temperatura ambiente, os géisresultantes foram removidos dos moldes e secos a ar em temperatura ambi-ente por uma hora até vários dias até a consistência dos géis ser obtida.
Tabela 50.1. Géis de carraqenina
<table>table see original document page 82</column></row><table>
Exemplo 51. Géis solúveis
100 gramas de gelatina 20% aquosa e 33 gramas de tabaco fo-ram combinados. A solução foi aquecida até 60°C a 65,56°C (140°F a 150°F)com agitação, e a seguir a solução foi depositada em um molde de forma de-sejada. Após a refrigeração por alguns minutos até alguns dias, dependendoda firmeza desejada, a forma sólida resultante foi removida do molde e secaaté a concentração de tabaco desejada e a consistência de gel.
Em um processo alternativo, a um recipiente de aço inoxidávelde 400 ml_ equipado com um misturador suspenso, barra misturadora e pla-ca de aquecimento foi adicionado 80 mL de água a 60°C (140°F).A água foicontinuamente agitada e aquecida, e 20,0 g de gelatina (tipo A 250 Bloommalha 40, Gum Technology) foi adicionada durante 2 minutos. A soluçãoresultante foi agitada por 5 minutos ou até a gelatina ser dissolvida, a seguir33 g de tabaco foram adicionados em porções durante 2 minutos. A misturaresultante foi agitada por mais 1 minuto, a seguir 0,3 g de sucralose em pó e1,0 g de óleo de hortelã-pimenta (retificador, Blend SX 0910001, EssexLabs) foram adicionados, e a mistura foi vigorosamente agitada por mais umminuto enquanto mantendo a temperatura de 60°C (140°F). A mistura resul-tante foi transferida através de uma pipeta (diâmetro interno de 0,5 cm) paramoldes de metal revestidos com teflon para obter a forma desejada. Depoisde esfriar até a temperatura ambiente, os géis resultantes foram removidosdos moldes, e a gelatina foi fixada por refrigeração a 4,44°C (40°F) por umahora até vários dias, dependendo da firmeza desejada da peça acabada.
Tabela 51.1 Géis de gelatina
<table>table see original document page 83</column></row><table>
Exemplo 52. Contas de gel
Uma solução de alginato de sódio 4% (Keltone LV, InternationalSpecialty Products) foi preparada pela adição de 12 g de alginato de sódio a288 g de água aquecida até a ebulição, seguido por agitação e contínuo a-quecimento de água em uma placa de aquecimento por 30 minutos ou até asolução ficar homogênea (solução estoque A; Tabela 52.1). Uma segundasolução de hidrogenofosfato dissódico 0,50 M foi preparada pela dissoluçãode 33,5 g de hidrogenofosfato dissódico heptaidratado em 200 mL de águacom aquecimento e agitação da mistura resultante até o sal ser dissolvido,seguido pelo ajuste da solução até 250 mL com água. A 100 g de fosfatodissódico 0,50 M aquoso foram adicionados 20 gramas de tabaco e a solu-ção resultante foi agitada por 5 minutos (solução estoque B; Tabela 52.2).A 50 g da pasta de tabaco resultante (solução estoque B) foi adicionado 50mL de alginato de sódio 4% aquoso (solução estoque A) e a mistura resul-tante foi agitada por 5 minutos. Para flavorizar, 0,20 g de sucralose em pó e0,80 g de óleo de hortelã-pimenta (retificado, mistura SX 0910001, EssexLabs) foram adicionados à pasta de tabaco/alginato de sódio resultante (so-lução C; Tabela 52.3) e a mistura foi agitada por 2 minutos.
Para preparar contas de gel da solução C, uma solução de Ca-Cb 5% aquosa foi preparada pela adição de 5 g de CaCI2 para 95 g de águacom agitação até o cloreto de cálcio ser dissolvido (solução D; Tabela 52.4).
A solução C foi, a seguir, adicionada gota a gota à solução D por pipeta deuma altura de 25,50 centímetros (10 polegadas). A camada externa de cadagota se solidificou na exposição à solução D, formando uma camada externatipo gel sólida com um centro líquido que afundou até o fundo da solução decloreto de cálcio. As contas do gel foram deixadas permanecer na soluçãode cloreto de cálcio por 2-4 minutos, removidas e deixadas na secagem aoar por vários minutos.
Tabela 52.1 Solução A
<table>table see original document page 84</column></row><table>
Tabela 52.3Solucão C
<table>table see original document page 84</column></row><table>Tabela 52.4Solução D
<table>table see original document page 85</column></row><table>
Unidades consumíveis. Composições da invenção também po-dem ser fabricadas como unidades consumíveis. Essas unidades podem serempacotadas como materiais comestíveis ou não-comestíveis. Em uma mo-dalidade, a unidade consumível inclui tabaco (por exemplo, tabaco sem fu-maça) ou uma composição de tabaco, por exemplo, flocos, comprimidos,contas, grânulos ou outra composição de tabaco conforme aqui descrito, euma embalagem, por exemplo, uma bolsa. A embalagem, em uma modali-dade, pode agir como um adesivo para manter a composição junta, por e-xemplo, para manter uma pluralidade de comprimidos, contas, flocos, etc.unidos. Alternativamente, a embalagem pode encerrar a composição, porexemplo, comprimidos soltos, contas, flocos, etc. A composição também,pode incluir um líquido, por exemplo, uma pasta fluida de tabaco. A embala-gem pode ou não ser oralmente desintegrável. Embalagens oralmente desin-tegráveis podem ser usadas para encerrar líquidos aquosos ou não-aquosos. Quando um líquido aquoso é empregado com uma embalagemsolúvel em água, o líquido inclui um agente para prevenir a dissolução daembalagem. Agentes exemplares incluem açúcares, sais e outros agenteshidrofílicos capazes de ligar água suficientemente para reduzir a atividade deágua até um nível no qual a água não seja mais disponível para interagircom e dissolver a embalagem solúvel em água. A embalagem também podeencerrar uma composição de tabaco modelável que se adapte à boca oumantenha sua forma na boca. Em uma modalidade, uma embalagem oral-mente desintegrável encerra tabaco sem fumaça, por exemplo, rapé seca outabaco, que é percebido como solúvel (por exemplo, menos de 80 μιτι detamanho de partícula), conforme mostrado nas Figuras 10A - 10B. Compo-sições de tabaco sem fumaça oralmente desintegráveis podem ser introdu-zidas em pacotes de porções consumíveis os quais tenham sido formadosem termoformação contínua ou em equipamento de forma/agente de enchi-mento/vedação horizontal ou outro equipamento de embalagem adequadousando filmes comestíveis (os quais podem ou não conter tabaco) feitos deacordo com a tecnologia do assunto. Unidades consumíveis também podemconter duas ou mais porções individualmente embrulhadas de tabaco, porexemplo, todas contidas em uma embalagem maior, uma contendo as outrasporções, ou nenhuma das porções contidas com outra. Quando múltiplasporções são usadas, quaisquer duas podem ter o mesmo ou diferente sabor("flavor"), cor, forma de tabaco ou taxa de desintegração.
Materiais de embalagem exemplares incluem filmes formados decomposições de filme baseadas em formatos tais como HPMC, CMC, pecti-na, alginatos, pululano e outros polímeros formadores de filme comestíveis,comercialmente viáveis, tais como aqueles descritos aqui. Outros materiaisenvoltórios podem incluir cápsulas pré-formadas feitas de gelatina, HPMC,amido/carragenina ou outros materiais comercialmente disponíveis. Tais ma-teriais de embalagem podem incluir tabaco como um ingrediente. Embala-gens as quais não são oralmente desintegráveis podem incluir tecidos tran-çados ou não-trançados; papel revestido ou não-revestido; ou de filmes deplástico perfurado ou, de outra forma, poroso, conforme mostrado nas Figu-ras 11A - 11B. Embalagens também podem ser coloridas. Unidades exem-plares consumíveis incluem aquelas formadas por qualquer método usadona embalagem comercial, por exemplo, embalagem "blister" e "stik-pak" (porexemplo, uma pequena embalagem formada em uma máquina de empaco-tamento de forma/agente de enchimento/vedação vertical).
Exemplos de unidades consumíveis
A seguinte descrição proporciona ingredientes exemplares parafabricação de unidades consumíveis da invenção.
Exemplo 53. Filmes ou cápsulas encapsulando contas, pós, comprimidos, etc.
Qualquer uma das composições aqui descritas pode ser encap-sulada com um filme ou cápsula. O encapsulante pode proporcionar cor, es-tabilidade (por exemplo, durante a estocagem, manuseio ou consumo) oupropriedades organolépticas (por exemplo, sabor ("flavor"), doçura, cheiro ousensação bucal). O encapsulante também pode conter tabaco.
Uma ferramenta formadora de vácuo é construída a qual temuma série de cavidades as quais são modeladas como círculos com diâme-tro de 1,90 centímetro (3A de polegada) e uma profundidade de 0,95 centí-metro (3/8 de polegada). Filmes, conforme aqui descritos, são preparadoscom e sem tabaco como um ingrediente. Esses filmes são introduzidos emuma máquina formadora de vácuo com uma ferramenta formadora de vácuo.
Os filmes são colocados em elementos de aquecimento e aquecidos atéuma temperatura de 93,33°C (200°F). Os filmes são, a seguir, rapidamentecolocados na ferramenta formadora de vácuo, e um vácuo é arrancado parapuxar o filme para dentro das cavidades. Os filmes são, a seguir, esfriadospara ajustar as formas. Pó de tabaco é, a seguir, introduzido em cada cavi-dade. Uma segunda folha de filme preparada com ou sem tabaco é selecio-nada e revestida (esfregando a superfície do filme com um feltro úmido) comuma fina camada de água para criar uma superfície grudenta, adesiva. Asuperfície grudenta é colocada no topo da folha formada, em que cada cavi-dade é preenchida com um produto de tabaco. As folhas são pressionadasjuntas para formar unidades consumíveis fechadas.
Cada cavidade é, a seguir, cortada da folha formadora de vácuopara criar unidades individuais. Uma unidade é colocada na boca em que ofilme se desintegra e dispersa o tabaco na cavidade oral.
Exemplo 54. Partículas de tabaco em uma bolsa solúvel em água.
Partículas ou pó de tabaco sem fumaça, por exemplo, rapé, po-de ser colocado em uma bolsa desintegrável em água. Quando colocada naboca, a bolsa se desintegra depois de um período especificado de tempo. Abolsa pode conter uma única porção de tabaco. Ela também pode conteraditivos adicionais conforme aqui descrito. O tabaco pode também aderir a sipróprio como um tampão modelável uma vez que a embalagem se desintegre.
A bolsa desintegrável pode ser formada usando filmes tais comoaqueles descritos aqui. O filme pode ser formado em uma bolsa usando e-quipamento de embalagem comercialmente disponível tal como máquinasde forma/agente de enchimento/vedação verticais (por exemplo, máquinasde embalar bastões), máquinas de forma/agente de enchimento/vedaçãohorizontais, empacotadores de fluxo, termoformadores (máquinas de emba-lar vesícula) e outros equipamentos comuns na técnica.
Exemplo 55. Partículas de tabaco em laminações de filme/tecido
Partículas ou pó de tabaco sem fumaça pode ser colocado emuma bolsa que seja formada de uma abertura ou de material de embalagemaltamente poroso, por exemplo, tecidos, papel ou filmes plásticos, os quaistenham sido laminados para um filme de embalagem solúvel em água. Acamada de filme solúvel em água proporciona proteção para os conteúdosde tabaco e previne que o tabaco seja peneirado através das aberturas dematerial insolúvel durante a estocagem e manuseio. Uma vez que a bolsa écolocada na boca, a camada de filme solúvel em água se dissolve ou se de-sintegra.
Exemplo 56. Bolsas de filme contendo tabaco.
Filmes, conforme aqui descritos nos Exemplos de Filme 14-18,foram usados para produzir bolsas contendo tabaco. Unidades individuais deaproximadamente 2,54 centímetros por 3,18 centímetros (1 polegada por 11/4 de polegada) foram cortadas de cada folha de filme produzida. A unidadefoi dobrada na sua extensão e vedada por aquecimento usando um vedantede impulso Clamco Modelo 210-8E. Uma extremidade da unidade formadatambém foi fechada da mesma forma. Uma granulação de tabaco flavorizadofoi alimentada no interior da bolsa formada, e a vedação final foi feita con-forme descrito para vedar a bolsa. A bolsa contendo tabaco se desintegrouna boca entre 20 segundos e 1 minuto, liberando os conteúdos da bolsa.
As Tabelas 56.1 e 56.2 listam ingredientes para bolsas de filmesexemplares.Tabela 56.1 Bolsas de filmes fIavorizados de menta contendo tabaco.
<table>table see original document page 89</column></row><table>Tabela 56.2Bolsas de filme flavorizados de canela contendo tabaco
<table>table see original document page 90</column></row><table>
Matrizes insolúveis. Tabaco também pode ser revestido em oupreso em uma matriz insolúvel. Tabaco pode ser disperso para formar umapasta fluida em uma solução aquosa de um formato, como quando formandoum filme; essa pasta pode ser revestida em para uma matriz insolúvel oupode ser usada para saturar uma matriz insolúvel porosa. A pasta fluida po-de, a seguir, ser convertida em um gel solúvel ou insolúvel ou ela pode sim-plesmente ser seca para formar um revestimento. Quando uma porção des-sa matriz insolúvel revestida/saturada é colocada na boca, o vazamento decomponentes organolépticos ocorre através da dissolução, mastigação ououtras formas. Em uma modalidade, tabaco em um formato é introduzido emuma matriz porosa, por exemplo, uma espuma de poliuretano de célula aber-ta ou um tecido não-trançado de poliéster de alta propelência. A matriz inso-lúvel pode ser colocada inteiramente na boca, ou ele pode ser disposta emum bastão ou outro cabo, o qual permanece parcialmente fora da boca du-rante o consumo. Em outra modalidade, tabaco em um formato é misturadocom um líquido incompatível, por exemplo, uma dispersão de cera de carna-úba em água, depositado em um molde e rapidamente esfriado para causarum separação de fase de forma que a pasta fluida de tabaco seja dispostaem uma estrutura cerosa. Essas matrizes também podem ser mastigáveis. Amatriz insolúvel pode ser seca até um nível dé umidade desejado, por e-xemplo, de menos de 20% em peso e, mais tipicamente, até cerca de 5%em peso.
Em ainda outra modalidade, tabaco é misturado com um pó ter-moplástico insolúvel (por exemplo, contas de polietileno de baixo peso mole-cular) e um nível adequado de sabor ("flavor"), adoçante e plastificante). Es-sa mistura seca é carregada em um molde o qual é fechado de uma formaque se aplica pressão à mistura. O molde é energizado com calor, microon-das, UV, freqüência de rádio ou fontes de emergia similares suficientes paraamaciar o polímero termoplástico e fazer com que ele forme (por exemplo,precipite) em uma estrutura rígida, porosa. A porosidade ou "área aberta" naparte finalizada é determinada pela geometria da partícula do polímero ter-moplástico, pela concentração do polímero termoplástico e pela pressão a-plicada. Uma parte porosa exemplar é colocada na boca onde a satisfaçãode tabaco e o sabor ("flavor") vazam da parte porosa através de dissolução,mastigação ou outros meios. Depois do uso, a parte porosa é removida daboca e descartada.
Formatos para uso na retenção do tabaco na matriz insolúvelincluem qualquer um dos polímeros formadores de filme aqui descritos;qualquer um dos sistemas de geleificação aqui descritos e qualquer um dosmateriais de revestimento aqui descritos.
Exemplos de matrizes insolúveis
Exemplo 57. Espuma de poliuretano A
Uma composição formadora de filme a qual contém tabaco fina-mente moído conforme aqui descrito é usada para saturar uma peça (porexemplo, 30,48 centímetros por 30,48 centímetros por 2,54 centímetros (12polegadas por 12 polegadas por 1 polegada) de espuma de poliuretano decélula aberta (Stephenson & Lawyer, Inc. Grand Rapids, Ml). A espuma sa-turada é colocada em uma bandeja de metal e é colocada em um forno delaboratório de ar circulante pré-ajustado a 79,44°C (175°F) por uma hora.Quando a espuma é removida do forno, a composição contendo tabaco foiseca para formar um revestimento que cobre uniformemente todos os inters-tícios da espuma de poliuretano. A espuma revestida é cortada em pedaçosde um tamanho (por exemplo, 2,54 centímetro por 2,54 centímetro por 2,54centímetro (uma polegada por uma polegada por uma polegada) adequadopara colocar na boca. Depois do uso, a espuma de poliuretano é removidada boca e descartada.
Exemplo 58. Espuma de poliuretano B
Uma composição de gel de sal de cálcio e alginato de sódio con-tendo tabaco finamente moído, conforme aqui descrito, é usada para saturaruma espuma de poliuretano de célula aberta (por exemplo, 30,48 centíme-tros por 30,48 centímetros por 2,54 centímetros (12 polegadas por 12 pole-gadas por 1 polegada). O gel de alginato é mantido em uma temperatura de82,22°C (180°F) para prevenir o assentamento prematuro do gel. O gel dealginato quente é vertido na espuma de poliuretano, a qual é colocada umabandeja de metal e, a seguir, rapidamente esfriada em um refrigerador a4,44°C (40°F) para assentar o gel. A espuma é, a seguir, colocada em umforno de laboratório pré-ajustado a 79,44°C (175°F) por 10 minutos para se-car a superfície do gel e para reduzir o conteúdo de umidade até 50% base-ando-se no peso seco do gel. O gel parcialmente seco preenche vazios naespuma de poliuretano. A espuma é cortada em pedaços e é colocada naboca. Um outro exemplo de géis em uma matriz insolúvel é obtido pela se-cagem do gel até um conteúdo mais baixo de umidade (por exemplo, 10%baseando-se no peso seco do gel). O gel contendo tabaco exibe uma texturafirme, semelhante à borracha na matriz da espuma e se reidrata lentamentequando colocado na boca e mastigado. Depois do uso, a espuma de poliure-tano é removida da boca e descartada.
Exemplo 59. Tabaco moldado em uma matriz insolúvel
Tabaco sem fumaça, por exemplo, na forma particulada, é mistu-rado com péletes ou grânulos de um polietileno de baixo peso molecular (A-lathon®, DuPont). A proporção de tabaco em relação a polietileno (ou outroformato insolúvel) pode ser de 99:1 até 50:50, por exemplo, 95:5 até 90:10.
A mistura é aquecida até uma temperatura de cerca de 90°C e modelada emuma forma, por exemplo, em uma forma cilíndrica com dimensões de 1,27 a2,29 centímetros (0,5 a 0,9 polegada), por exemplo, aproximadamente 1,90centímetro (0,75 polegada), em diâmetro e 2,54 a 7,62 centímetros (1 a 3polegadas), por exemplo, aproximadamente 5,08 centímetros (2 polegadas)de extensão. A forma tipicamente tem uma abertura para a inserção de umaalça de madeira, a qual pode ser inserida enquanto a mistura está sendoaquecida. O aquecimento continua até o conteúdo de umidade da misturaser reduzido até cerca de 3 - 30%, por exemplo, 5%. A mistura é, a seguir,deixada esfriar e aderir na alça de madeira. O usuário irá inserir o tabacomodelado e a mistura de polímero na boca usando a alça. Depois do uso, oproduto é descartado.
Exemplo 60. Tabaco modelado em uma matriz insolúvel
Uma fina camada de tabaco sem fumaça, por exemplo, na formaparticulada, é preparada em uma esteira e pulverizada em um lado com umpolímero fundido a quente, tal como uma cera, para revestir o tabaco parci-almente. A proporção de tabaco em relação à cera (ou outro formato insolú-vel) pode ser de 99:1 até 50:50, por exemplo, de 95:5 até 90:10. Uma vezque o tabaco parcialmente revestido é seco ou esfriado, ele é comprimidoem um molde em uma temperatura moderada (por exemplo, de 25°C até150°C) e pressão (por exemplo, 2 KN - 20 KN) moderada para formar umaforma, por exemplo, um tubo de 2,54 a 7,62 centímetros (1 a 3 polegadas),por exemplo, aproximadamente 5,08 centímetros (2 polegadas) de extensãocom um diâmetro de 1,27 a 2,29 centímetros (0,5 a 0,9 polegada), por e-xemplo, aproximadamente 1,90 centímetro (0,75 polegada). O produto mo-delado contém uma área externa substancial de tabaco não-revestido. Assuperfícies revestidas se ligam ao tabaco, e as superfícies não-revestidasproporcionam satisfação de tabaco ao usuário. Um produto modelado é inse-rido na boca do usuário e descartado após o uso. Além disso, o produto mo-delado pode produzir uma alça, por exemplo, um bastão de madeira, papelou plástico, conforme descrito acima.
Formas ocas. Conforme discutido acima, filmes ou folhas finasde material podem ser enroladas, expelidas, modeladas a golpe ou modela-das de outra forma para formar tubos, canudos ou outras formas ocas. Mate-riais de filme ou folha exemplares estão descritos na seção de filme aqui.Tais formas ocas podem ser individuais ou de múltiplas camadas. Quandomúltiplas camadas são usadas, algumas podem conter tabaco, enquantooutras podem conter corantes, flavorizantes, adoçantes ou outros compostosconforme aqui descrito. Diferentes camadas podem também ser emprega-das para estabilidade durante o manuseio ou para controlar a desintegraçãodurante o consumo. Uma forma oca enrolada de espiral, por exemplo, umtubo ou canudo, pode requerer um adesivo (por exemplo, CMC, açúcar ougoma arábica) para evitar o desfiamento. As camadas em uma forma oca demúltiplas camadas podem conter a mesma ou diferente cor ou sabor ("fla-vor"), e tais camadas podem se desintegrar em taxas iguais ou diferentes.Como com filmes, tabaco também pode ser disposto em uma ou mais ca-madas ou pode ser disposto entre camadas em uma disposição de sanduí-che. A forma oca pode também incluir um desintegrante para acelerar a de-sintegração. Canudos ou bastões exemplares estão mostrados nas Figuras12A-12B, 13A-13Be 14A-14B.
As composições descritas acima podem ser ocas ou preenchi-das. O agente de enchimento pode incluir tabaco, um flavorizante, adoçante,agente mascarador de sabor ("flavor") ou um corante. O flavorizante ou co-rante do agente de enchimento pode ser o mesmo ou diferente da forma o-ca. O agente de enchimento é tipicamente um gel (sólido ou fluível) mastambém pode ser mecanicamente rígido ou pode ser composto de um pó ououtra forma de produto. Materiais de agente de enchimento exemplares in-cluem géis conforme aqui descrito. Um canudo branco e opaco contendo umagente de enchimento de tabaco é mostrado na Figura 14A - 14B. Uma for-ma oca pode também ser preenchida com uma composição que se desinte-gre mais rapidamente do que a forma, por exemplo, para proporcionar taba-co em diferentes momentos baseando-se na taxa de desintegração.
Em uma modalidade, um núcleo de tabaco (por exemplo, formu-lado com tabaco e um formato) pode ser expelido de uma extrusora de héliceindividual ou dupla em um molde de coextrusão. Em um extrusor de hélicedupla ou separada, uma camada externa termoplástica, solúvel em água (porexemplo, formulada com um formato e um flavorizante) pode ser introduzidapara o molde de coextrusão para criar um bastão revestido. Uma camada ex-terna termoplástica típica pode ser fornecida com uma formulação baseando-se em hidroxipropicelulose (HPC), a qual é expelido em uma temperatura de93,3 a 137,78°C (200 - 370°F). Além disso, um bastão de tabaco expelidorígido pode se tornar um núcleo o qual é envolto em um filme empacotador.
Em um exemplo, uma formulação termoplástica contendo hidro-xipropilcelulose, tabaco, flavorizante e adoçante pode ser moldada por golpepara formar uma forma oca.
Em outro exemplo, filmes conforme aqui descritos foram adicio-nalmente usados para produzir canudos e/ou bastões assoprados em espi-ral. Tiras de filme de aproximadamente 25,40 centímetros por 1,90 centíme-tros (10 polegadas por 3A de polegada) foram cortadas de cada folha de filmeproduzido. Uma tira de papel de igual tamanho foi cortada e assoprada emespiral em volta de um mandril de aço inoxidável de 9,48 centímetros (3/16polegadas) de diâmetro. O papel foi seguro em volta do mandril com fita emcada extremidade. Uma tira de filme foi assoprada em espiral em volta dopapel da mesma forma, sobrepondo cada espiral em 0,17 centímetros (1/16de polegada). Em cada sobreposição a tira de filme foi colada em si própriacom uma solução de 30% de goma arábica. O processo foi repetido comduas dobras adicionais de filme. O mandril e o canudo/bastão de filme asso-prado em espiral recentemente formado foram colocados em um forno de arforçado de varredura lateral a 75°C (modelo VWR 1330FM) por 15 minutospara secar. Na remoção do forno, o canudo/bastão assoprado em espiral foiremovido do mandril, e o "núcleo" de papel foi cortado do interior do canu-do/bastão. O canudo/bastão resultante foi cortado em vários tamanhos. Arti-gos similares podem ser produzidos comercialmente usando maquinaria desopro em espiral conhecida pelo mercado.
Por exemplo, produtos de canudo/bastão assoprados em espiralforam preparados usando filmes contendo tabaco conforme descrito noExemplo 14. Produtos de canudo/bastão contendo uma camada, duas ca-madas e três camadas de filmes do Exemplo 14 foram preparados conformedescrito. Quando colocados na boca, o canudo/bastão se desintegra gradu-almente em um período de 1 a 5 minutos. Artigos similares podem ser pro-duzidos comercialmente usando maquinaria de sopro em espiral conhecidapelo mercado.
Em outro exemplo, produtos de canudo/bastão foram prepara-dos usando duas camadas de filme conforme descrito no Exemplo 14. Umaterceira camada de filme, preparada conforme descrito no Exemplo 15, foifornecida no topo ou fora do canudo/bastão. Ό filme do Exemplo 15 era decor vermelha, flavorizado de canela, e não continha tabaco. Esse canu-do/bastão, quando colocado na boca, se desintegrou gradualmente em umperíodo de 1 a 5 minutos. Artigos similares podem ser produzidos comerci-almente usando maquinaria de sopro em espiral conhecida pelo mercado.
Em outro exemplo, produtos de canudo/bastão formam prepara-dos usando três camadas de filme conforme descrito no Exemplo 17. O filmedo Exemplo 17 continha pó de tabaco e purê de pêssego. O canudo/bastãofoi preparado como acima. O canudo/bastão, quando colocado na boca, sedesintegrou gradualmente em um período de 1 a 5 minutos.
Em ainda outro exemplo, produtos de canudo/bastão foram pre-parados usando três camadas de filme conforme descrito no Exemplo 14 eno Exemplo 18. Uma camada de tabaco contendo filme preparado no Exem-plo 14 foi usada. Uma segunda camada de filme branco, opaco preparadacomo no Exemplo 18 foi soprada sobre a primeira camada de filme e equipa-rada por 0,32 centímetro (1/8 de polegada). Uma terceira camada de tabacocontendo filme conforme preparada no Exemplo 14 foi assoprada sobre asegunda camada e novamente foi equiparada por 0,32 centímetro (1/8 depolegada). O efeito foi fornecer um canudo/bastão soprado em espiral comuma aparência de tira. O canudo/bastão, quando colocado na boca, se de-sintegrou gradualmente em um período de 1 a 5 minutos.
Em outro exemplo, canudos de tabaco ocos, com diâmetros va-riando de 0,32 centímetro até 1,90 centímetro (1/8 até de polegada), fo-ram produzidos por métodos semelhantes àqueles empregados no Exemplo46 das partes modeladas; entretanto, um molde de tubo foi empregado naprodução do canudo. O(s) canudo(s) de desintegraram lentamente na bocaem um período de 5 - 10 minutos. Artigos similares podem ser produzidoscom um agente de enchimento, com métodos conhecidos na técnica (isto é,co-extrusão).
Tabelas 61.1 e 61.2 listam os ingredientes para canudos de múl-tiplas camadas exemplares.
Tabela 61.1 Canudo de múltiplas camadas flavorizado de menta_
<table>table see original document page 97</column></row><table><table>table see original document page 98</column></row><table>Exemplo 61. Bastão assoprado em espiral, de três dobras
Um bastão assoprado em espiral, de três dobras, é preparadousando três diferentes filmes conforme aqui descrito. A camada externa con-tém tabaco (por exemplo, 30 - 60% em peso, preferivelmente cerca de 40%em peso) e fIavorizante e adoçante. Essa camada é de aproximadamente(0,04 milímetros (37 mícrons)) de espessura e é preparada em um pH decerca de 8,5. A camada do meio contém tabaco (por exemplo, 10 - 40% empeso, preferivelmente 25% em peso) e flavorizante e adoçante. Essa cama-da é aproximadamente de (0,1 milímetro (100 mícrons)) de espessura e épreparada em um pH de cerca de 7,8. A camada mais interna não contémtabaco e flavorizantes refrescantes bucais. Essa camada é de aproximada-mente (0,04 milímetro (37 mícrons)) de espessura e tem um pH de cerca de 7,0.
Esse bastão de múltiplas camadas é colocado na boca do usuá-rio onde a camada externa se desintegra rapidamente (30 - 60 segundos) eproporciona tanto uma sensação agradável na boca quanto uma satisfaçãode tabaco inicial. A camada do meio, então, se torna exposta, se desinte-grando em uma taxa muito mais lenta (aproximadamente de 5 minutos), pro-porcionando um período prolongado de satisfação de tabaco. A camadamais interna se torna exposta, proporcionando uma rápida liberação (apro-ximadamente 30 segundos) de flavorizantes refrescantes bucais.
Dispositivos de suporte. Vários tipos de formas de tabaco podemser misturadas com ingredientes de grau alimentício; ligado a um dispositivode suporte (por exemplo, um bastão, um palito de dente, um talo de tabaco,um laço, um bastão curvo, um bastão ergonomicamente modelado, um tuboou qualquer outra forma sólida); seco ou esfriado até uma forma sólida, casonecessário, e a seguir colocado na boca para obter satisfação de tabaco.Durante o uso, a porção de tabaco pode completamente se desintegrar e serconsumida. Em outras formas, a porção de tabaco pode permanecer intactae, depois de obter satisfação de tabaco, ela pode ser descartada juntamentecom o bastão ou com o dispositivo de suporte. Qualquer uma das composi-ções aqui pode ser aderidas a um bastão ou outro dispositivo de suporte.O tabaco usado poderia ser de qualquer tipo ou forma da com-posição, por exemplo, tabacos usados em produtos de tabaco sem fumaçaúmido, incluindo folha, corte longo, corte fino e pós. O conteúdo de tabacopode variar de 1% até 95%, mas é tipicamente de 20% a 40% baseando-seno peso seco do produto.
Dispositivos de suporte podem ser formados a partir de materiaiscomestíveis, solúveis em água, mas são tipicamente formados a partir demateriais não-solúveis tais como madeira, papel, plástico, metal ou produtoscompostos. A forma pode ser de qualquer dimensão que possa ser facilmen-te manuseada e colocada inteira ou parcialmente na boca. As misturas con-tendo tabaco podem ser aderidas ao dispositivo de suporte usando qualqueruma de uma ampla faixa de equipamentos fabricados bem conhecidos naindústria de alimentos, por exemplo, equipamentos de prensa, matriz, reves-timento, depositantes com um depositante de confeito, de derretimento, em-pacotadores, mergulhadores/geleificadores e processos e equipamentossimilares.
Essas composições podem tomar a forma de:
Uma mistura contendo tabaco formada em uma forma e aderidaa uma extremidade de um dispositivo de suporte, deixando dessa forma aextremidade oposta exposta para suporte na mão.
Uma mistura contendo tabaco revestida em um dispositivo desuporte cobrindo aproximadamente todo o dispositivo de suporte, mas dei-xando área exposta suficiente para proporcionar uma área de suporte para a mão.
Uma mistura contendo tabaco pode ser usada para revestircompletamente um dispositivo de suporte, por exemplo, um palito de dente,O produto revestido pode ser mantido na mão enquanto uma extremidade écolocada na boca ou o produto revestido inteiro pode ser colocado na bocapara obter satisfação de tabaco. Depois do uso, o dispositivo de suporte édescartado.
A espessura da mistura de tabaco aplicada no dispositivo de su-porte irá variar de uma camada mínima necessária para proporcionar satis-fação de tabaco até um tamanho máximo o qual pode ainda ser convenien-temente colocado na boca. Tipicamente, a espessura do revestimento míni-mo poderia ser 0,05 milímetro (0,002 polegada) enquanto que o tamanhomáximo poderia ser uma forma de aproximadamente 2,54 centímetros (umapolegada) de diâmetro.
Em outras modalidades, uma capa externa de material poroso(papel, filme, material não-trançado, ou outro material, conforme descritoaqui) contém uma mistura de tabaco e adere a massa à um dispositivo desuporte.
Exemplo 62. Revestimentos
Um dispositivo de suporte é mergulhado em uma solução con-tendo tabaco e, a seguir, removido e parcialmente seco em um forno de la-boratório por 10 minutos a 75°C. Esse processo é repetido até que o disposi-tivo de suporte tenha um revestimento da espessura desejada. Cada proce-dimento de mergulho adiciona aproximadamente 0,13 milímetros (0,005 po-legada) de espessura de revestimento ao dispositivo de suporte. O dispositi-vo de suporte pode ser revestido somente em uma extremidade, ou ele podeser revestido completamente, deixando somente uma pequena área de su-porte exposta em uma extremidade. Em outro exemplo, o dispositivo de su-porte pode ser completamente imergido na solução contendo tabaco de for-ma que o dispositivo de suporte seja completamente revestido. Em aindaoutra modalidade, o dispositivo de suporte pode ser recoberto colocando-oem uma bandeja ou tela porosa e vertendo a solução no dispositivo de su-porte, dessa forma revestindo-o completamente. Em ainda outra modalida-de, o dispositivo de suporte revestido é seco para reduzir o conteúdo de á-gua até menos do que 20% em peso e, mais tipicamente, até cerca de 5%em peso.
Soluções exemplares contendo tabaco estão descritas na Tabe-la 1.3 e no Exemplo 2.
Exemplo 63. Embalagem
Um dispositivo de suporte pode ser parcialmente ou completa-mente embalado com um filme da forma aqui descrita, por exemplo, na Ta-bela 1.3 e nos Exemplos 2, 3, 4 e 6. O filme pode ser repetidamente emba-lado em volta do bastão enquanto aplicando uma fina corrente de água ououtro adesivo comestível à superfície interna do filme, fazendo com que des-sa forma as camadas de filme sofram adesão firmemente e formem umaforma sólida contendo tabaco ao redor do bastão. Pelo uso de filmes nãocontendo tabaco aqui descritos, por exemplo, nos Exemplos 3 e 4, é possí-vel criar um revestimento ou capa de tabaco no dispositivo de suporte, pormeio do qual a(s) camada(s) externa(s) ou capa(s) é/são coloridas e flavori-zada(s), mas não contém/contêm tabaco.
Exemplo 64. Bolsa no bastão
Uma porção de um filme tipo papel branco, por exemplo, con-forme descrito no Exemplo 16, pode ser colocada em um molde que vedacom aquecimento: uma porção da mistura de tabaco, Iigante e materiais fla-vorizantes pode ser colocada no papel; um bastão ou palito de dente podeser parcialmente inserido na mistura de tabaco; outra porção de tamanhoigual do filme tipo papel branco pode ser colocada no topo da mistura detabaco; e o molde de vedação por calor é fechado para criar um lacre ousolda ao redor do perímetro dõ filme, simultaneamente encerrando a misturade tabaco para formar uma bolsa e vedando a bolsa para o dispositivo desuporte.
A bolsa contendo tabaco pode ser colocada na boca onde ela sedesintegra lentamente. O dispositivo de suporte desse exemplo é usado co-mo uma alça para colocar e manipular a porção de tabaco durante o uso.
Depois do uso, o dispositivo de suporte é removido da boca e descartado.
Exemplo 65. Comprimidos
Um dispositivo de suporte pode ser inserido em um molde, conformeaqui descrito, antes dele secar ou solidificar completamente. Moldes exem-plares estão descritos no Exemplo 37 e no Exemplo 38.
Exemplo 66._Formas modeladas
Composições de tabaco de parte modelada, conforme aqui des-critas, também podem ser formadas ao redor de um dispositivo de suporteusando métodos conhecidos na técnica, por exemplo, extrusão, modelagempor compressão, modelagem por injeção, modelagem por impacto e mode-lagem de espuma. Tais partes modeladas podem ser baseadas em formatossolúveis em água ou termoplásticos. Partes modeladas exemplares estãodescritas nos Exemplos 39 - 42 e 46.
O dispositivo de suporte pode também ser inserido antes da mo-delagem ou antes da montagem ou secagem das partes modeladas.
Exemplo 67. Géis
Um dispositivo de suporte pode ser inserido em um gel, confor-me aqui descrito nos Exemplos 48 - 51, antes dele secar ou solidificar com-pletamente.
Exemplo 68. Talos revestidos.
Talos expandidos ou inflados da planta de tabaco são revestidoscom soluções, dispersões, suspensões ou géis compreendendo tabaco, Ii-gante, agentes flavorizantes e outros adjuvantes de processamento; os re-vestimentos são subseqüentemente secos através da aplicação de calor pa-ra produzir composições que podem ser colocadas, pelo menos parcialmen-te, na boca. Depois do uso, o produto é removido da boca e descartado.
Talos expandidos ou inflados da planta de tabaco tipicamenteproporcionam satisfação de tabaco muito baixa e exibem sabores desagra-dáveis quando colocados na boca. Os referidos revestimentos podem me-lhorar a satisfação de tabaco enquanto se adicionam flavorizantes, adoçan-tes, mascarantes de sabor ("flavor") e aditivos de bloqueio de amargor e ou-tros ingredientes para melhorar a experiência organoléptica ao usar talosexpandidos ou inflados.
Uma solução de revestimento foi preparada usando a fórmulamostrada na Tabela 68.1 A solução resultante foi ajustada até um conteúdode sólidos de 15% e uma viscosidade de 5.000 centipoise medida em umviscosímetro Brookfield a 70°C. Talos de tabaco foram imersos na soluçãopor 10 segundos; eles foram removidos e colocados em uma bandeja ali-nhada de papel ceroso; e secos por 20 minutos em um forno de laboratórioem uma temperatura de 75°C. Os talos secos foram uniformemente revesti-dos com a solução em uma espessura de 0,10 milímetro (0,004 polegada).Tabela 68.1
<table>table see original document page 104</column></row><table>
D. Modificações
Qualquer composição de tabaco aqui descrita pode ser modifi-cada de várias formas. Por exemplo, uma composição pode ser revestidaem uma única ou com múltiplas camadas. Tais revestimentos são emprega-dos, por exemplo, para manuseio, taxa de desintegração, sabor e cor. Re-vestimentos exemplares incluem HPMC ou misturas de HPMC/HPC. Reves-timentos ou padrões decorativos podem ser aplicados à superfície do filmeusando processos conhecidos na técnica, por exemplo, pulverização, esco-vação, revestimento com cilindro, "doctor bar casting", revestimento de fen-da, revestimento de extrusão, deposição de fundido quente, deposição departículas ou flocos e outros métodos típicos. Revestimentos podem ser fos-cos ou brilhosos. Um revestimento pode conter um corante, flavorizante, a-doçante ou um agente mascarante de sabor ("flavor"), conforme aqui descri-to. O corante, flavorizante, adoçante ou agente mascarante de sabor ("fla-vor") no revestimento pode ser o mesmo ou diferente da composição subja-cente. Além disso, múltiplos revestimentos também podem conter o mesmoou diferente corante, flavorizante, adoçante ou agente mascarante de sabor("flavor"). O revestimento também pode se desintegrar em uma taxa diferen-te da composição subjacente. Por exemplo, um revestimento pode se desin-tegrar mais rápido do que a composição subjacente para proporcionar um"estouro" de sabor ("flavor") ou outros componentes organolépticos. Um re-vestimento oralmente desintegrável pode também ser colocado em umacomposição que não se desintegre oralmente. Um revestimento que não sedesintegre oralmente pode ser colocado em uma composição que se desin-tegre oralmente, e tal revestimento pode ser removido, por exemplo, pormastigação. Revestimentos também podem ser empregados para prevenir aevaporação de componentes voláteis em uma composição e para prevenir amaceração mecânica de uma composição antes do uso. Um revestimentotambém pode conter tabaco.
Padrões também podem ser impressos nas superfícies dascomposições. A impressão de padrões também engloba o espanamento oua aspersão de compostos na superfície de uma composição.O padrão podeser aleatório ou em um design, por exemplo, um logo. Todos os processosde impressão conhecidos na técnica, por exemplo, processo litográfico deimpressão, flexográfico, gravura, jato de tinta, laser, impressão de tela e ou-tros métodos típicos podem ser usados. O padrão impresso pode ou nãoconter um corante, flavorizante, adoçante ou agente mascarante de sabor("flavor"), conforme aqui descrito. O corante, flavorizante, adoçante ou agen-te mascarante de sabor ("flavor") no padrão pode ser o mesmo que ou dife-rente da composição subjacente. Além disso, múltiplos padrões podem tam-bém conter o mesmo ou diferente corante, flavorizante, adoçante ou agentemascarante de sabor ("flavor"). O padrão impresso também pode conter ta-baco, por exemplo, até 1 - 99%, preferivelmente 10 - 50%. Tal padrão podeconter mais tabaco, de forma porcentual ou em um sentido absoluto, do quea composição subjacente.
Flocos também podem ser adicionados às composições aquidescritas. Flocos podem ser misturados na composição, podem ser coloca-dos em um vazio na composição ou podem ser colocados na superfície, porexemplo, e aderidos por um revestimento. Flocos podem ou não conter umcorante, flavorizante, adoçante ou agente mascarante de sabor ("flavor"),conforme aqui descrito. O corante, flavorizante, adoçante ou agente masca-rante de sabor ("flavor") nos flocos pode ser o mesmo ou diferente que acomposição subjacente. Além disso, múltiplos flocos também podem contero mesmo ou diferente corante, flavorizante, adoçante ou agente mascarantede sabor ("flavor"). Flocos também podem conter tabaco, por exemplo, até99%, preferivelmente até 50%. Flocos podem ser feitos por tecnologia for-madora de filme padrão conforme aqui descrito. Flocos podem conter maistabaco, de modo porcentual ou em um sentido absoluto, do que a composi-ção subjacente.
Uma vez o filme impresso, revestido ou decorado tenha sidopreparado, uma camada adicional de filme pode ser aplicada para cobrir,proteger e vedar a superfície impressa, revestida ou decorada.
Composições da invenção podem ser modeladas de várias for-mas, por exemplo, formas de plantas e geométricas (por exemplo, redondo,quadrado, retangular, triangular, oval, octagonal e similares). Além disso,composições podem conter um padrão em relevo (positivo ou negativo) nasuperfície. Tal padrão pode ser um design, tal como um logo.
Composições compostas, isto é, composições incluindo dois oumais dos diferentes tipos de produtos aqui descritos, também são contem-pladas pela invenção. Por exemplo, uma parte modelada pode conter regí-ões de composições de gel, por exemplo, tendo uma variedade de flavori-zantes. Em outro exemplo, um molde pode ser envolto por um gel. Composi-ções compostas também podem ter diferentes taxas de desintegração.
E. Embalagem
Composições individuais serão embaladas conforme apropriadopara os conteúdos da composição. Preferivelmente, as composições sãoestocadas em uma caixa à prova de água e são estáveis entre 4,44 e48,89°C (40 e 120°F). Composições são tipicamente secas, flexíveis e não-adesivas enquanto em estocagem. Alternativamente, composições podemser embaladas usando barreiras que não são bastões, por exemplo, filmeplástico ou papel, entre as porções. As composições também podem serfornecidas em uma forma de massa, a partir da qual porções individuais sãoseparadas.Em outra modalidade, a embalagem é impermeável à água einsolúvel em água, e tabaco, por exemplo, na forma líquida, de pasta ou degel fluível, é disposto na embalagem, por exemplo, em uma embalagemplástica compressível, um fole ou uma garrafa de pulverização, e é capazde ser dispensado na boca a partir da embalagem. Os foles podem ser com-primidos para uso oral. Soluções ou pastas são preparadas para uso emrecipientes de foles plásticos ou outros recipientes de embalagem para con-sumidor similares em que o líquido é injetado na boca por compressão daembalagem. Polímeros tixotrópicos são combinados com tabaco e outrosingredientes para preparar soluções de viscosidade mais elevada para usoem outros recipientes. Partículas de tabaco podem ser de tamanho maior,mas devem ainda ser pequenas o suficiente para passar através do orifíciodo recipiente. Para garrafas de pulverização, uma pasta de tabaco estável écontida na garrafa; partículas de tabaco são dimensionadas para serem ca-pazes de passar através de um bico de pulverização sem bloquear o orifício;e a pasta de tabaco é pulverizada diretamente na cavidade oral. Borrifos lí-quidos são preparados pela dissolução de um polímero tioxotrópico tal comoxantana, gelana ou dextrana em água e suspendendo partículas de tabacoem uma solução de baixa viscosidade (por exemplo, < de 50 centipoise).
Outros compostos, tais como flavorizantes, adoçantes e dispersantes, po-dem ser adicionados à solução. As partículas de tabaco são moídas até umtamanho de partícula (por exemplo, < de 80 mícrons) para permitir que asolução homogênea passe através do orifício de uma garrafa de pulveriza-ção. Outras embalagens podem ser, de outra forma, comprimidas ou usadaspara expelir o tabaco na cavidade oral.
F. Soluções
As seguintes soluções de tabaco podem ser incluídas em qual-quer composição aqui descrita.
Exemplo 69. Solução pulverizável
Uma solução é preparada pela mistura de 0,2 grama de xantana(Kelzan de C. P. Kelco) em 78,6 gramas de água gelada com mistura vigo-rosa por 30 minutos. A essa solução são adicionados 20 gramas de tabacofinamente moído, 0,2 grama de sucralose e 2 gramas de sabor ("flavor") decanela enquanto se continuou a misturar vigorosamente. A viscosidade dasolução é ajustada com água até uma viscosidade de 50 centipoise.
Exemplo 70. Solução espessa
Uma solução é preparada pela mistura de 1 grama de xantana(Kelzan da C. P. Kelco) com 76,8 gramas de água gelada com mistura vigo-rosa por 30 minutos. A essa são adicionados 20 gramas de tabaco fino, 0,2grama de sucralose e 2 gramas de flavorizante de canela enquanto se conti-nua a misturar vigorosamente. A viscosidade da solução é de 1.500 centi-poise.
Exemplo 71. Pasta
Uma pasta é preparada pela adição de 2 gramas de uma carbo-ximetilcelulose de viscosidade média (CMC 7MF de Hercules) à uma misturade 35,8 gramas de água gelada e 40 gramas de glicerina com mistura vigo-rosa por 30 minutos. A essa mistura são adicionados 20 gramas de pó detabaco fino, 0,2 grama de sucralose e 2 gramas de flavorizante de canela.Uma pasta espessa é preparada a qual é altamente sensível ao cisalhamen-to. Essa pasta pode ser introduzida em um tubo ou outra embalagem com-pressível onde a força de cisalhamento da compressão reduz a viscosidadepara permitir o fluxo da pasta.
Outras Modalidades
A descrição das modalidades específicas da invenção é apre-sentada para propósitos de ilustração. Não é tencionado ser exaustivo nemlimitar do escopo da invenção às formas específicas aqui descritas. Emboraa invenção tenha sido descrita com referência a várias modalidades, seráentendido por uma pessoa normalmente versada na técnica que várias mo-dificações podem ser feitas sem sair do espírito e escopo da invenção, con-forme estabelecido nas reivindicações. Todas as patentes, pedidos de pa-tente e publicações aqui referenciadas são por meio disto incorporadas porreferência.
Outras modalidades estão nas reivindicações.

Claims (20)

1. Composição compreendendo tabaco e um formato insolúvel,em que o referido formato reveste parcialmente o referido tabaco.
2. Composição, de acordo com a reivindicação 1, em que a pro-porção de tabaco em relação ao formato é de 99:1 até 50:50.
3. Composição, de acordo com a reivindicação 1, em que o refe-rido formato é modelado como um estrutura porosa e rígida.
4. Composição compreendendo tabaco, um formato e um dispo-sitivo de suporte, em que a referida composição é disposta no referido dis-positivo de suporte.
5. Composição, de acordo com a reivindicação 4, em que o refe-rido dispositivo de suporte é um palito de dente.
6. Composição, de acordo com a reivindicação 5, em que o refe-rido palito de dente é substancial e completamente envolto por um revesti-mento compreendendo o referido tabaco e formato.
7. Composição, de acordo com a reivindicação 4, em que o refe-rido dispositivo de suporte compreende um talo de tabaco.
8. Composição, de acordo com a reivindicação 4, em que o refe-rido tabaco e formato são formulados como uma tira, gel, parte modelada oufilme.
9. Composição, de acordo com a reivindicação 4, em que o refe-rido tabaco e formato estão dispostos em uma matriz insolúvel a qual estáligada ao referido dispositivo de suporte.
10. Composição, de acordo com a reivindicação 4, em que o re-ferido formato é formulado como um filme e o referido tabaco é disposto emuma bolsa formada pelo referido filme estando ligado ao referido dispositivode suporte.
11. Composição, de acordo com a reivindicação 10, em que oreferido filme é um filme poroso e insolúvel em água.
12. Composição, de acordo com a reivindicação 10, em que oreferido filme desintegra na boca.
13. Composição, de acordo com a reivindicação 4, em que oreferido dispositivo de suporte é parcialmente inserido em uma combinaçãodo referido tabaco e formato.
14. Método para produzir uma composição de tabaco compre-endendo a ligação de um dispositivo de suporte a uma composição de taba-co compreendendo tabaco e um formato.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14, em que a referidacomposição é formulada como uma tira, gel, parte modelada ou filme.
16. Método, de acordo com a reivindicação 14, em que o referidodispositivo de suporte é um palito de dente.
17. Método, de acordo com a reivindicação 14, em que o referidodispositivo de suporte compreende um talo de tabaco.
18. Método, de acordo com a reivindicação 14, em que o referidodispositivo de suporte está ligado pelo revestimento da referida composiçãono referido dispositivo de suporte.
19. Método, de acordo com a reivindicação 14, em que o referidodispositivo de suporte é inserido na referida composição de tabaco.
20. Método, de acordo com a reivindicação 14, em que a referidacomposição compreende um filme, a referida ligação forma uma bolsa doreferido filme, e o referido tabaco é disposto na referida bolsa.
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