BRPI0611193A2 - estrutura de sola para um sapato - Google Patents
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Abstract
ESTRUTURA DE SOLA PARA UM SAPATO. Um corpo de estrutura de sola capaz de melhorar a capacidade de amortecimento e a capacidade de dobramento de uma seção de salto de sola. O corpo de estrutura de sola (1) é construído de uma placa superior (2) fornecida no lado superior de uma seção salto (H); uma placa inferior (3) fornecida na seção salto (II) abaixo da placa superior (2), inchada em uma forma convexa e que tem pelo menos duas seções inchadas (30, 31) capazes de formar um espaço (C) entre elas mesmas e a placa superior (2); e seções de sola externa (51-55) ou separadas na direção frente-traseira e instaladas nas superficies inferiores das seções inchadas (30, 31) da placa inferior (3).
Description
"ESTRUTURA DE SOLA PARA UM SAPATO"
DESCRIÇÃO
CAMPO TÉCNICO
A presente invenção é relativa, genericamente, a uma estruturade sola para um sapato e, mais particularmente, a um melhoramento naestrutura de sola para aprimorar propriedades de amortecimento e dobramentoda porção de salto da sola.
TÉCNICA FUNDAMENTAL
A Publicação JP 2003/339.405 de Pedido de Patente Japonêsaberto ao público mostra uma estrutura de sola para um sapato para assegurarpropriedades de amortecimento da porção de salto. Na estrutura de sola, umaplaca superior e uma placa inferior são dispostas sobre o lado superior e olado inferior, respectivamente, de uma placa ondulada que é disposta naregião do salto. Neste caso, uma pluralidade de vazios formados entre a placaondulada e as placas superior e inferior funcionam como furos amortecedorespara assegurar propriedades de amortecimento da porção de salto.
Contudo, na estrutura da técnica precedente mostrada napublicação JP 2003/339.405, uma vez que as porções convexas superiores eas porções convexas inferiores da placa ondulada são presas de maneira fixa àplaca superior e à placa inferior respectivamente, uma deformação vertical daplaca ondulada é restringida no momento de atingir o solo. Portanto, aestrutura da técnica precedente tinha a limitação no melhoramento daspropriedades de amortecimento da porção de salto da sola. Também naestrutura da técnica precedente, restrição sobre a deformação da placaondulada impedia também as propriedades de dobramento da porção de salto.
Por outro lado, a Publicação n° 2003-9906 do Pedido dePatente Japonesa em aberto mostra uma estrutura de sola para um sapato quetem uma chapa ondulada superior e uma chapa ondulado inferior que sãodispostas de maneira oposta através de um vazio entre uma entressolasuperior e uma entressola inferior na porção de salto da sola.
Neste caso, o vazio entre as chapas ondulada superior einferior funciona como um furo amortecedor para assegurar as propriedadesde amortecimento da porção de salto.
Contudo, na estrutura da técnica precedente mostrada na
Publicação JP n° 2003-9906, uma vez que é fornecida a entressola superiorsobre a superfície superior da chapa ondulada superior e a entressola inferiorna superfície inferior da chapa ondulada inferior, as entressolas superior einferior restringem a deformação vertical da chapa ondulada no momento deimpacto no solo. Portanto, a estrutura da técnica precedente tinha a limitaçãono melhoramento em propriedades de amortecimento da porção de salto dasola. Também, na estrutura da técnica precedente restrição na deformação dachapa ondulada impedia as propriedades de dobramento também da porção desalto.
O objetivo da presente invenção é fornecer uma estrutura desola para um sapato que possa melhorar propriedades de dobramento bemcomo propriedades de amortecimento da porção de salto da sola.
DIVULGAÇÃO DA INVENÇÃO
Uma estrutura de sola para um sapato de acordo com umprimeiro aspecto da presente invenção inclui uma placa superior dispostasobre o lado superior da região salto da estrutura de sola, uma placa inferiorondulada disposta sobre o lado inferior da região salto e que tem pelo menosduas porções convexas que se salientam para baixo e que formam um vazioem relação à placa superior, e uma pluralidade de porções de sola externaseparadas na direção longitudinal e ajustadas à superfície inferior da dasporções convexas da placa inferior.
De acordo com o primeiro aspecto da presente invenção, nomomento de atingir o solo a superfície inferior das porções convexas da placainferior contata o solo através das porções de sola externa. Neste momento ovazio formado entre as placas superior e inferior atua como um furoamortecedor para apresentar propriedades de amortecimento da porção desalto. Além disto, neste caso, uma vez que as porções de sola externaseparadas longitudinalmente são ajustadas diretamente às superfíciesinferiores das porções convexas da placa inferior ondulada, deformação dasporções convexas da placa inferior ondulada não é restringida no momento deatingir o solo, aprimorando com isto as propriedades de amortecimento daporção de salto da sola. Também assegurando a deformação da placa inferiorondulada, propriedades de dobramento da porção de salto da sola sãomelhoradas. Como resultado, quando um usuário de sapato impacta o solo naextremidade traseira da porção de salto da sola e a carga se transfere nadireção para a frente, uma "sensação de montar" pode ser melhorada.
Aqui, a Figura 8 mostra o resultado de um teste de impacto daestrutura de sola do primeiro aspecto da presente invenção e a estrutura desola da técnica precedente mostrada na Figura 3 da Publicação JP n° 2003-9906. Neste teste de impacto um peso de 10 kg cai a partir da altura de 60 cmsobre cada uma das estruturas de sola, e daí em diante a quantidade dedeformação de cada uma das estruturas de sola é medida. A espessura de cadauma das estruturas de sola antes da queda do peso é 30 mm e uma área deatingimento sobre cada uma das estruturas de sola é 15,9 cm .
A quantidade de deformação de cada uma das estruturas desola depois da queda do peso é 18,02 mm para a estrutura de sola da presenteinvenção, e 14,38 mm para a estrutura de sola da técnica precedente. Emoutras palavras, a quantidade de deformação do primeiro aspecto da presenteinvenção é 125,3 no caso onde a quantidade de deformação da estrutura datécnica precedente é 100. Isto é, a deformação da presente invenção é cerca de1,25 vezes maior do que aquela da estrutura da técnica precedente.
Em adição, um usuário do sapato pode sentir a diferença naspropriedades de amortecimento se a deformação é 110 em relação a 100 naestrutura da técnica precedente. Portanto, se a deformação é 125,3 como napresente invenção, a diferença nas propriedades de amortecimento é notável.
Uma estrutura de sola para um sapato de acordo com umasegunda aspecto da presente invenção inclui uma placa superior dispostasobre o lado superior da região de salto da estrutura de sola, uma placainferior ondulada disposta no lado inferior da região salto e que tem pelomenos duas porções convexas que se salientam para baixo, e que formam umvazio em relação à placa superior, e uma pluralidade de travas fornecidas nasuperfície inferior das porções convexas da placa inferior.
De acordo com o segundo aspecto da presente invenção, nomomento de atingir o solo, primeiro as travas grudam no solo e então asuperfície inferior das porções convexas da placa inferior contatam o solo.Neste momento o vazio formado entre as placas superior e inferior atua comoum furo amortecedor para apresentar propriedades de amortecimento daporção de salto. Além disto, neste caso, uma vez que as travas são fornecidasnas superfícies inferiores das porções convexas da placa inferior ondulada,deformação das porções convexas da placa inferior ondulada não estárestringida no momento de atingir o solo, aprimorando com isto aspropriedades de amortecimento da porção de salto da sola. Tambémassegurando a deformação da placa inferior ondulada, propriedades dedobramento da porção de salto da sola são melhoradas.
Aqui a Figura 12 mostra o resultado de um teste de impacto daestrutura de sola do segundo aspecto da presente invenção e da estrutura desola da técnica precedente mostrada na Figura 11. A estrutura de sola datécnica precedente 100 mostrada na Figura 11 difere da do segundo aspectoda presente invenção (ver Figura 9A) em que uma placa superior não éfornecida acima da placa inferior 3 para formar o vazio com a placa inferior 3.
Neste teste de impacto, como com o primeiro aspecto dapresente invenção, um peso de 10 kg cai da altura de 60 mm sobre cada umadas estruturas de sola e daí em diante a quantidade de deformação de cadauma das estruturas de sola é medida. A espessura de cada uma das estruturasde sola antes da queda do peso é 20 mm e uma área de atingimento sobre cadauma das estruturas de sola é 15,9 cm .
A quantidade de deformação de cada uma das estruturas desola depois da queda do peso é 13,0 mm para a estrutura de sola do segundoaspecto da presente invenção e 11,3 mm para a estrutura de sola da técnicaprecedente. Em outras palavras, a quantidade de deformação da presenteinvenção é 115,0 no caso onde a quantidade de deformação da estrutura datécnica precedente é 100. Isto é, a deformação da presente invenção é cerca de1,15 vezes maior do que aquela da estrutura da técnica precedente.
Em adição, um usuário do sapato pode sentir a diferença naspropriedades de amortecimento se a de formação é 110 em relação a 100 naestrutura da técnica precedente. Portanto, se a deformação é 115 como napresente invenção, a diferença nas propriedades de amortecimento é notável.
Uma estrutura de sola para sapato de acordo com um terceiroaspecto da presente invenção inclui uma placa superior disposta sobre o ladosuperior da região salto da estrutura de sola, uma placa inferior onduladadisposta sobre o lado inferior da região salto e que tem pelo menos duasporções convexas que se salientam para baixo e que formam um vazio emrelação à placa superior, e uma trava fornecida entre as porções convexasadjacentes da placa inferior.
De acordo com o terceiro aspecto da presente invenção, nomomento de atingir o solo primeiro as travas colam no solo e então asuperfície inferior das porções convexas da placa inferior contrata o solo.Neste momento, o vazio formado entre as entressolas superior e inferior atuacomo um furo amortecedor para apresentar propriedades de amortecimento daporção de salto. Além disto, neste caso, uma vez que a trava é fornecida entreas porções convexas adjacentes da placa inferior, deformação das porçõesconvexas da placa inferior ondulada não é restringida no momento de atingiro solo, aprimorando com isto as propriedades de amortecimento da porção desalto da sola. Também, assegurando a deformação da placa inferior ondulada,propriedades de dobramento da porção de salto da sola são melhoradas.
Em adição, o resultado de um teste de impacto da estrutura desola do terceiro aspecto da presente invenção é omitido aqui. Contudo, comocom os primeiro e segundo aspectos da presente invenção, quando uma cargade impacto é aplicada o vazio formado entre as placas superior e inferior atuacomo um furo amortecedor para apresentar propriedades de amortecimento daporção de salto. Portanto, é presumido que o valor numérico no qual o usuáriode sapato pode sentir a diferença das propriedades de amortecimento similaraos primeiro e segundo aspectos da presente invenção será obtido.
A placa superior que constitui a estrutura de sola da presenteinvenção pode ter uma forma ondulada. Neste caso, deformação da placasuperior ondulada ainda melhora as propriedades de amortecimento da porçãode salto da sola.
Também a placa superior pode ter uma porção convexa que sesalienta na direção oposta à direção que se salienta a porção convexa da placainferior e que é localizada em uma posição que corresponde à porção convexada placa inferior. Neste caso, um grande vazio pode ser assegurado entre asplacas superior e inferior para aprimorar ainda mais as propriedades deamortecimento da porção de salto da sola. Em adição, a placa superior podeter uma porção convexa que se salienta na mesma direção que a direção emque se salienta a porção convexa da placa inferior e que está localizada emuma posição que corresponde à porção convexa da placa inferior.
Preferivelmente é fornecido um elemento bloco elástico comoum elemento de amortecimento entre as placas superior e inferior, e a placasuperior e a placa inferior são conectadas uma à outra através do elementobloco elástico. Ajustamento adequado de elasticidade do elemento blocoelástico pode melhorar ainda mais as propriedades de amortecimento daporção de salto da sola.
No caso da placa superior ondulada, a porção convexa que sesalienta para baixo da configuração ondulada da placa superior pode seracoplada através do bloco elástico à porção convexa que se salienta para cimaentre as porções convexas adjacentes da placa inferior.
A porção convexa que se salienta para cima da placa inferior ea porção convexa que se salienta para baixo da placa superior são dispostas demaneira oposta uma da outra na direção vertical, ou dispostas deslocadas nadireção longitudinal.
O número de porções convexas da placa inferior pode servariado entre o lado mediano e o lado lateral da estrutura de sola.
A placa superior pode ser plana em forma. Neste caso, umavez que uma superfície plana é assegurada na superfície superior da placasuperior, uma superfície de contato de pé para um usuário de sapato pode serfacilmente obtida sem fornecer uma entressola no lado superior da placasuperior.
Uma entressola de um material elástico macio pode serfornecida no lado superior da placa superior para alcançar um toque favorávelmelhorado para a sola do pé do usuário.
As porções de sola externa longitudinalmente adjacentespodem ser conectadas uma à outra através de uma conexão na direçãolongitudinal. Nesta junção a superfície inferior da conexão é preferivelmenteconformada côncava.
Neste caso, conectando as porções de sola externa através daconexão, as porções de sola externa podem ser integradas uma com outra paramelhorar o rendimento de montagem. Também neste caso, uma vez que asuperfície inferior da conexão é formada côncava, a conexão não restringe adeformação de compressão da porção convexa da placa inferior.As porções de sola externa podem ser separadamente dispostasno lado mediano e no lado lateral da porção de salto. Nesta junção as porçõesde sola externa no lado mediano podem ser conectadas uma à outra na direçãolongitudinal e as porções de sola externa no lado lateral podem ser conectadasuma à outra na direção longitudinal. Também, a superfície inferior daconexão no lado lateral pode ter uma forma côncava e a superfície inferior daconexão no lado mediano pode ter uma forma plana para contatar o solo.
Neste caso, a deformação da porção convexa da placa inferiorno lado mediano da região salto é mais restringida do que a deformação daporção convexa da placa inferior no lado lateral. Como resultado, pronação(rotação para dentro) pode ser impedida no momento de atingir o solo e aestrutura de sola adequada para um sapato de corrida pode ser assimconseguida.
Por outro lado, no caso onde as porções de sola externa sãodispostas separadamente no lado mediano e no lado lateral da porção de salto,as porções de sola externa no lado mediano podem ser conectadas uma à outrana direção longitudinal e as porções de sola externa no lado lateral podem serconectadas uma à outra na direção longitudinal, e a superfície inferior daconexão no lado mediano pode ter uma forma côncava e a superfície inferiorda conexão no lado lateral pode ter uma forma plana para contatar o terreno.
Neste caso, a deformação da porção convexa da placa inferiorno lado lateral da região salto é mais restringida do que a deformação daporção convexa da placa inferior no lado mediano. Como resultado, supinação(giro para cima) pode ser impedida no momento de passo lateral e a estruturade sola adequada para sapato de interior, tal como um sapato para tênis oubasquetebol pode assim ser conseguida.
Uma nervura que se estende longitudinalmente pode serintegrada com a placa superior ou a placa inferior. Uma vez que provisão deuma nervura aumente a rigidez ao dobramento da placa superior ou inferior,deformação da placa superior ou inferior é restringida e as propriedades dedobramento e amortecimento podem ser ajustadas.
A nervura pode ser formada ou no lado mediano ou no ladolateral da entressola superior ou inferior. No caso onde a nervura é fornecidano lado mediano da placa pronação no momento de impactar o solo pode serimpedida e a estrutura de sola adequada para um sapato de corrida pode serproposta. No caso onde a nervura é fornecida no lado lateral da placa,supinação no momento de passo lateral pode ser impedida e estrutura de solaadequada para um sapato para interior, tal como um sapato de tênis ou sapatode basquetebol pode ser proposta.
O número de nervuras pode ser diferente entre o lado medianoe o lado lateral da placa superior ou inferior. Neste caso, uma vez que arigidez de dobramento da placa é feita maior do lado com mais nervuras doque de outro lado, aumentando o número de nervuras no lado mediano umaestrutura de sola adequada para um sapato de corrida pode ser alcançada.Alternativamente, aumentando o número de nervuras no lado lateral umaestrutura de sola adequada para esportes internos pode ser alcançada.
Uma nervura que se estende longitudinalmente pode serformada de maneira integrada com a placa inferior e nesta junção a nervurapode ser disposta somente na posição que corresponde à porção de solaexterna e pode não ser disposta na região onde não é fornecida porção de solaexterna. Também no caso onde a trava é fornecida na superfície inferior daporção convexa da placa inferior, a nervura pode ser disposta somente naposição que corresponde à trava e pode não ser disposta na região ondenenhuma trava é fornecida. Além disto, no caso onde a trava é fornecida entreporções convexas adjacentes da placa inferior, a nervura pode ser dispostasomente na posição que corresponde à porção convexa e pode não serdisposta entre as porções convexas adjacentes. Nestes casos, no momento deimpactar o solo, a nervura pode ser impedida de restringir de maneiraexcessiva a deformação da placa inferior ondulada.
Como mencionado acima, de acordo com a presente invenção,uma vez que a placa superior e a placa inferior ondulada são dispostas naporção de salto da sola com o vazio formado entre elas e uma pluralidade deporções de sola externa separadas longitudinalmente são ligadas na superfícieinferior das porções convexas da placa inferior, ou as travas são fornecidas nasuperfície inferior das porções convexas da placa inferior, ou a trava éfornecida entre as porções convexas adjacentes da placa inferior, adeformação das porções convexas da placa inferior ondulada não estárestringida no momento de atingir o solo, melhorando com isto aspropriedades de amortecimento e dobramento.
BREVE DESCRIÇÃO DE DESENHOS
A Figura 1A é uma vista lateral do lado lateral de umaestrutura de sola de acordo com uma primeira configuração da presenteinvenção;
A Figura 1B é uma vista em seção longitudinal da estrutura desola da Figura IA ao longo da linha de centro que corresponde a uma seçãoda linha 1B-1B da Figura 2;
A Figura 2 é uma vista esquemática inferior da estrutura desola da Figura 1A;
A Figura 3 é uma vista lateral do lado lateral da estrutura desola de acordo com uma segunda configuração da presente invenção;
A Figura 4 é uma vista lateral do lado lateral de uma estruturade sola de acordo com uma terceira configuração da presente invenção;
A Figura 5 é uma vista inferior parcial de uma estrutura de
sola de acordo com uma quarta configuração da presente invenção;
A Figura 6 é uma vista lateral parcial da estrutura de sola da Figura 5;
A Figura 7 é uma vista em planta superior parcial de umaplaca inferior que constitui a estrutura de sola de acordo com uma sétimaconfiguração da presente invenção;
A Figura 8 é um gráfico que mostra o resultado do teste deimpacto no qual um peso cai da altura predeterminada para exercer uma cargade impacto para a estrutura de sola da presente invenção e a estrutura de solada técnica precedente mostrada na Publicação n° 2003-9906 do Pedido dePatente Japonesa em aberto, que ilustra a diferença da quantidade dedeformação em ambas as estruturas de sola;
A Figura 9A é uma vista lateral de uma estrutura de sola deacordo com uma oitava configuração da presente invenção;
A Figura 9B é uma variante da estrutura de sola da Figura 9A;
A Figura IOA é uma vista lateral de uma estrutura de sola deacordo com uma nona configuração da presente invenção;
A Figura IOB é uma vista esquemática inferior da estrutura desola da Figura 10A;
A Figura 10C é uma variante da estrutura de sola da Figura10A;
A Figura 11 é uma vista lateral de uma estrutura de sola datécnica precedente; e
A Figura 12 é um gráfico que mostra o resultado do teste deimpacto no qual um peso cai da altura predeterminada para exercer uma cargade impacto na estrutura de sola da presente invenção (Figura 9A) e naestrutura de sola da técnica precedente (Figura 11) que ilustra a diferença daquantidade de deformação em ambas as estruturas de sola.
MELHOR MODO PARA REALIZAR A INVENÇÃO
Configurações da presente invenção serão descritas daqui emdiante com base nos desenhos anexos.
Primeira configuração
Fazendo referência agora aos desenhos, as Figuras IA e IBmostram uma estrutura de sola ou um conjunto de sola de acordo com umaprimeira configuração da presente invenção. Como mostrado nas Figuras IAe 1B, uma estrutura de sola inclui uma placa superior 2 que se estende desdeuma porção de salto H através de uma porção meio pé M até a porção frentedo pé F da estrutura de sola 1, e uma placa inferior 3 disposta abaixo da placasuperior 2 e que se estende desde a porção de salto H através da porção meiopé M até a porção frente do pé F, similar à placa superior 2. Ambas, a placasuperior 2 e a placa inferior 3 se estendem na direção da largura do sapato(ver Figura 2) e as arestas extremas frontais das placas 2, 3 são acopladas umaà outra e as arestas extremas traseiras das placas 2, 3 são também acopladasuma à outra.
A placa superior 2 tem configurações onduladas queprogridem longitudinalmente na porção de salto H e têm duas porçõesconvexas 20, 21 cada uma se salientando para cima. A placa inferior 3 temconfigurações onduladas que progridem longitudinalmente na porção de saltoH similar à placa superior 2 que tem duas porções convexas 30, 31, cada umase salientando para baixo.
As porções convexas correspondentes 20, 30 e 21, 31 dasplacas superior e inferior 2, 3 na porção de salto H são dispostas de maneiraoposta na direção vertical. Em outras palavras, as porções convexas 20, 30 sesalientam nas direções opostas. De maneira similar as porções convexas 21,31 se salientam nas direções opostas. Entre as porções convexascorrespondentes 20, 30 é formado um vazio C e também entre as porçõesconvexas correspondentes 21 e 31 é formado um vazio C. Adicionalmente naporção frente do pé F também um vazio C' é formado entre a placa superior 2e a placa inferior 3.
Como mostrado na Figura 2, uma pluralidade de porções solaexterna separadas longitudinalmente 51, 55 são presas na superfície inferiorda placa inferior 3. As porções sola externa 51, 55 são dispostas na superfícieinferior da porção convexa 30 da placa inferior 3, e as porções sola externa52, 54 e uma porção de 53 são dispostas na superfície inferior da porçãoconvexa 31 da placa inferior 3 como mostrado na Figura IA. Também nesteexemplo as porções sola externa 51, 55 são separadas na direção da largura dosapato e, de maneira similar, as porções sola externa 52, 54 são separadas nadireção da largura do sapato.
Voltando para a Figura IA, um par de porções levantadas quese estendem para cima 2b são formadas em porções arestas laterais opostas daplaca superior 2. Na superfície superior da placa superior 2 é presa umaentressola 4 que se estende desde a porção de salto H através da porção meiopé M até a porção frente do pé F. A entressola 4 tem uma superfície decontato de sola de pé genericamente chata 4a que contata a sola do pé dousuário do sapato e um par de porções levantadas 4b que se estendem paracima e que são dispostas em porções arestas laterais opostas da superfície decontato de sola com o pé 4a. As porções levantadas 2b da placa superior 2 sãodispostas no lado exterior das porções levantadas 4b da entressola 4. Asporções levantadas 4b da entressola 4 são adaptadas para serem presas demaneira fixa a uma porção inferior do de um sapato superior (não mostrado).
Um elemento bloco elástico 6 é disposto entre a placa superior2 e a placa inferior 3 na posição onde as placas superior e inferior 2, 3 estãomais próximas uma da outra na porção de salto Η. A placa superior 2 éacoplada à placa inferior 3 através do bloco elástico 6. Em outras palavras, aporção convexa voltada para baixo 25 formada entre as porções convexasvoltadas para cima adjacentes 20 e 21 da placa superior 2 e a porção convexavoltada para cima 35 formada entre as porções convexas voltadas para baixoadjacentes 30 e 31 da placa superior 3, são dispostas opostas uma à outra nadireção vertical, e estas porções dispostas de maneira oposta são conectadasuma à outra através do bloco elástico 6.
O bloco elástico 6 nesta configuração é formado de um par deelementos dispostos em extremidades laterais opostas da porção de salto H(ver Figura 1B, uma vista em seção longitudinal na qual a superfície lateral deum dos blocos elásticos 6 está mostrada, porém o bloco elástico 6 pode serformado de somente um elemento que se estende ao longo de toda a largurada porção de salto Η. O bloco elástico 6 é fornecido principalmente paraimpedir que as placas superior e inferior 2, 3 contatem diretamente uma aoutra, mas ele também ajuda a melhorar as propriedades de amortecimento daporção de salto da sola, ajustando de maneira seletiva sua elasticidade.
As placas superior e inferior 2, 3 são preferivelmente formadasde uma resina plástica dura para impedir perda de elasticidade devido adeformação repetitiva, para manter a forma do vazio C em algum grau entreas placas 2 e 3. Por exemplo, as placas superior e inferior 2,3 podem serformadas de resina termoplástica tal como poliuretano termoplástico (TPU),elastômero poliamida (PAE), resina AB S, ou similar. Alternativamente, asplacas superior e inferior 2, 3 podem ser formadas de resina de cura térmicatal como resina epóxi, resina poliéster não saturada, ou similar. Também asplacas superior e inferior 2, 3 podem ser formadas de plástico reforçado comfibra, que inclui fibras de carbono ou fibras de metal.
A entressola 4 é preferivelmente formada de material elásticomacio para contatar e suportar a sola de um usuário de sapato. Por exemplo,resina termoplástica em espuma tal como copolímero acetato de etileno-vinil(EVA), resina de cura térmica em espuma tal como poliuretano (PU) eborracha em espuma, tal como borracha butadieno ou borracha cloropreno,podem ser utilizados.
Como mostrado na Figura 1B, uma pluralidade de furos deventilação 25 são formados na porção de salto H e na porção de meio pé Mque se estendem verticalmente através da placa superior 2 e da entressola 4disposta acima da placa superior 2. As extremidades inferiores dos furos deventilação 25 são abertas para o vazio C formado entre a placa superior 2 e aplaca inferior 3. Formando tais furos de ventilação 25, introdução de ar livrepara o interior do sapato é realizada através do vazio C entre a placa superior2 e a placa inferior 3, facilitando com isto ou apressando a introdução do arlivre.
Na porção frente do pé F e na porção meio do pé M, a placasuperior 2 e a placa inferior 3 são acopladas uma à outra através do blocoelástico 7 como mostrado na Figura IA. Também na porção frente do pé Fuma sola externa 58 é ligada sobre a superfície inferior da placa inferior 3.
De acordo com a estrutura de sola acima mencionada, nomomento de atingir o solo, as superfícies inferiores das porções convexas 30,31 da placa inferior 3 contatam o solo através das porções de sola externa.Neste momento o vazio C formado entre a placa superior 2 e a placa inferior 3atua como um furo de amortecimento para apresentar propriedades deamortecimento da porção de salto H. Além disto, neste caso, uma vez que asporções de sola externa separadas longitudinalmente 51-55 estão diretamentepresas às superfícies inferiores das porções convexas voltadas para baixo 30,31 da placa inferior ondulada 3, deformação de compressão das porçõesconvexas voltadas para baixo 30, 31 da placa inferior ondulada 3 não érestringida no momento de impactar o solo e as propriedades deamortecimento da porção de salto da sola podem ser assim melhoradas.Também neste caso, assegurando a deformação da placa inferior ondulada 3,propriedades de dobramento da porção de salto da sola podem sermelhoradas. Com isto, uma "sensação de montar" pode ser melhorada quandoo usuário do sapato impacta o solo na extremidade traseira da porção de saltoda sola e a carga viaja na direção para a frente.
Além disto, neste caso, uma vez que as porções convexascorrespondentes 20, 30 entre as placas superior e inferior 2, 3 se salientam nasdireções opostas e as porções convexas correspondentes 21, 31 entre as placassuperior e inferior 2, 3 se salientam na direção oposta, um grande vazio Cpode ser assegurado entre as placas superior e inferior 2, 3 e as propriedadesde amortecimento da porção de salto da sola podem ser melhoradas aindamais. Também, uma vez que a placa superior 2 está na forma de umacorrugação ondulada, a deformação da placa superior 2 também ajuda amelhorar as propriedades de amortecimento da porção de salto da sola.
As porções convexas correspondentes, 20, 30 entre as placassuperior e inferior 2, 3 podem se salientar na mesma direção e as porçõesconvexas correspondentes 21, 31 entre as placas superior e inferior 2, 3podem se salientar na mesma direção. Nesta junção, para assegurar um vazioC entre a placa superior 2 e a placa inferior 3, o raio de curvatura das porçõesconvexas 20 preferivelmente é diferente do raio de curvatura das porçõesconvexas 30 e/ou o raio de curvatura das porções convexas 21preferivelmente é diferente do raio de curvatura das porções convexas 31. Naalternativa, as porções convexas correspondentes entre a placa superior 2 e aplaca inferior 3 podem ser deslocadas na direção longitudinal.
Na primeira configuração mencionada acima, um exemplo noqual a placa inferior 3 tem duas porções convexas 30, 31 foi mostrada, poréma aplicação da presente invenção não está limitada a tal exemplo. A placainferior 3 pode ter mais do que três porções convexas. Também na primeiraconfiguração mencionada acima, um exemplo no qual o número de porçõesconvexas, isto é duas, no lado mediano das placas superior e inferior 2, 3 é omesmo que o número de porções convexas, isto é duas, no lado lateral dasplacas superior e inferior 2, 3 porém a aplicação da presente invenção não estálimitada a tal exemplo. O número de porções convexas no lado mediano podeser diferente daquele no lado lateral: por exemplo, duas porções convexas nolado mediano e três porções convexas no lado lateral.
Também a primeira configuração mostrou a placa superior 2tendo uma corrugação ondulada na porção de salto H, porém na aplicação dapresente invenção a placa superior 2 pode ser plana na porção de salto H.Neste caso, uma vez que uma superfície plana é assegurada na superfíciesuperior da placa superior 2, uma superfície de contato do pé para o usuáriode sapato pode ser facilmente obtida sem fornecer uma entressola no ladosuperior da placa superior 2.
Na primeira configuração acima mencionada, o bloco elásticopode ser omitido. Neste caso, as placas superior e inferior 2, 3 não precisamser acopladas uma à outra na posição onde o bloco elástico era fornecido.Uma folga pode ser formada entre a placa superior 2 e a placa inferior 3. Nocaso onde a placa superior 2 e a placa inferior 3 são acopladas uma na outra,as placas superior e inferior 2, 3 podem ser formadas de maneira integrada,simplificando com isto o processo de fabricação e o processo de montagem.
Segunda configuração
A Figura 3 mostra uma estrutura de sola de acordo com umasegunda configuração da presente invenção. Na Figura 3 numerais dereferência iguais indicam elementos idênticos ou funcionalmente similares.
Na primeira configuração mencionada acima, a porçãoconvexa voltada para cima 35 entre as porções convexas adjacentes voltadaspara baixo 30, 31 da placa inferior 3 é posicionada contra a porção convexavoltada para baixo 25 e entre as porções convexas adjacentes voltadas paracima 20, 21 da placa superior 2, enquanto na segunda configuração estasporções convexas 25, 35 são dispostas deslocadas na direção longitudinal.Preferivelmente, como mostrado na Figura 3, a porção convexa voltada parabaixo 25 da placa superior 2 é disposta na frente da porção convexa voltadapara cima 35 da placa inferior 3. Um bloco elástico 6 que conecta a porçãoconvexa voltada para baixo 25 da placa superior 2 com a porção convexavoltada para cima 35 da placa inferior 3 se estende de maneira oblíqua voltadapara baixo a partir da placa inferior 3 até a placa superior 2.
Neste caso, no momento de atingir o solo o bloco elástico 6 sedeforma em cisalhamento bem como se deforma em dobramento. Nestajunção, a colocação da porção convexa 25 da placa superior 2 na frente daporção convexa 35 da placa inferior 3 facilita a deformação voltada parabaixo da placa superior 2 melhorando com isto ainda mais as propriedades deamortecimento da porção de salto da sola.
Adicionalmente, na segunda configuração, a placa superior 2não se estende até a porção frente do pé F, mas é disposta principalmente naporção de salto H, e sua porção extremidade frontal é presa de maneira fixa àplaca inferior 3 na porção meio pé M.
Terceira configuração
A Figura 4 mostra uma estrutura de sola de acordo com umaterceira configuração da presente invenção. Na Figura 4 numerais dereferência iguais indicam elementos idênticos ou de função ou funcionamentosimilares.
Esta terceira configuração difere da segunda configuração emque as placas superior e inferior 2, 3 têm terceiras porções convexas 22, 32respectivamente. As porções convexas 22, 32 que se salientam nas direçõesopostas são contrapostas na direção vertical e um terceiro vazio C é formadoentre as porções convexas 22, 32. A porção convexa voltada para cima entreas porções convexas adjacentes voltadas para baixo 31, 32 da placa inferior 3é disposta oposta à porção convexa voltada para baixo entre as porçõesconvexas voltadas para cima adjacentes 21, 22 da placa superior 2. Estasporções dispostas de maneira oposta são conectadas uma à outra através dobloco elástico 61.
Neste caso, formando o vazio C na porção extremidadetraseira salto ao em compactar o solo em na porção é extremidade traseira dosalto deformação para baixo da placa superior 2 se torna muito mais fácil,melhorando com isto ainda mais as propriedades de amortecimento da porçãode salto da sola.
Quarta configuraçãoAs Figuras 5 e 6 mostram uma estrutura de sola de acordo comuma quarta configuração da presente configuração. Nas Figuras 5 e 6numerais de referência iguais indicam elementos idênticos ou funcionalmentesimilares.
Como mostrado na Figura 5, a quarta configuração difere daprimeira até terceira configurações em que as porções sola externa sãoconectadas longitudinalmente uma à outra através das conexões 50, 50'. Asconexões 50 são dispostas no lado mediano da porção de salto e as conexões50' são dispostas no lado lateral da porção de salto. As conexões 50, 50' sãoelementos conformados em tira, e cada uma das superfícies inferiores 50a,50'a às conexões 50, 50' é côncava em forma para formar uma folga Δ entreas superfícies inferiores 50a, 50'a e a superfície do solo S quando a porção desalto da sola está em contato com a superfície do solo S, como mostrado naFigura 6.
Neste caso, uma vez que as porções de sola externa 50-55 sãoconectadas uma à outra através das conexões 50, 50' na direção longitudinal,as porções sola externa podem ser integradas uma com a outra. Com isto,durante a montagem as porções sola externa 50-55 podem ser ligadas àsuperfície inferior da placa inferior 3 em uma vez. Como resultado,descolamento pode ser impedido e a precisão de montagem pode sermelhorada. Também neste caso, uma vez que as conexões 50, 50' têmsuperfícies inferiores côncavas 50a, 50'a, as conexões 50, 50' não restringema deformação de compressão das porções convexas 30, 31 da placa inferior 3.Portanto, também nesta configuração propriedades de amortecimento edobramento da porção de salto da sola podem ser melhoradas de maneirasimilar à primeira configuração.
Quinta configuração
Na quarta configuração mencionada acima, ambas as conexões50, 50' têm superfícies inferiores côncavas 50a, 50'a alinhadas, porém apresente invenção não está limitada a tal exemplo.
Nesta quinta configuração somente a superfície inferior 50'ada conexão 50' disposta no lado lateral é côncava em forma como com aquarta configuração, enquanto a superfície inferior 50a da conexão 50disposta no lado mediano é plana em forma, de modo a estar em contato coma superfície do solo S (ver Figura 6). Entre a superfície de contato com o soloSea superfície inferior 50a da conexão 50, uma folga Δ não é formada.
Neste caso, a deformação das porções convexas 30, 31 daplaca inferior 3 no lado mediano na porção de salto da sola é mais restringidado que a deformação das porções convexas 30, 31 da placa inferior 3 no ladolateral na porção de salto da sola. Com isto, pronação pode ser impedida euma estrutura de sola adequada para um sapato de corrida pode ser assimalcançada.
Sexta configuração
Em contraste com a quinta configuração, de acordo com umasexta configuração, somente a superfície inferior 50a da conexão 50 dispostano lado mediano é côncava em forma como com a quarta configuração,enquanto a superfície inferior 50'a da conexão 50' disposta no lado lateral éplana em forma, de modo a estar em contato com a superfície do solo S (verFigura 6). Entre a superfície de contato com o solo Sea superfície inferior50'a da conexão 50' uma folga Δ não é formada.
Neste caso, a deformação das porções convexas 30, 31 daplaca inferior 3 no lado lateral na porção de salto de sola é mais restringida doque a deformação das porções convexas 30, 31 da placa inferior 3 no ladomediano na porção de salto de sola. Com isto, supinação pode ser impedida, euma estrutura de sola adequada para um sapato para interior tal como umsapato de tênis ou um sapato de basquetebol pode assim ser alcançada.
Sétima configuração
A Figura 7 mostra uma placa inferior que constitui umaestrutura de sola de acordo com uma sétima configuração da presenteinvenção. Nesta configuração uma pluralidade de nervuras 8, 9 que seestendem em direção substancialmente longitudinal são integradas com asuperfície superior da placa inferior 3.
As nervuras 8 são fornecidas no lado mediano da porção desalto da sola e as nervuras 9 são fornecidas no lado lateral da porção de saltoda sola. Também as nervuras 9 são dispostas nas posições que correspondemàs porções de sola externa 51, 52, respectivamente. As nervuras 8 sãodispostas nas posições que correspondem às porções de sola externa 53, 54,respectivamente. Não há nervuras fornecidas entre as porções de sola externaadjacentes longitudinalmente 51, 52 entre as porções de sola externaadjacentes longitudinalmente 54, 55.
Neste caso, a rigidez de dobramento da placa inferior 3 é feitamais elevada nas porções onde as nervuras 8, 9 são fornecidas do que nasporções de onde as nervuras 8, 9 não são fornecidas. Com isto, a deformaçãoda placa inferior 3 é mais restringida nas porções onde as nervuras 8, 9 sãofornecidas do que nas porções onde as nervuras 8, 9 não são fornecidas.Como resultado, as propriedades de dobramento e amortecimento da placainferior 3 podem ser ajustadas. Também neste caso, as nervuras 8, 9 não sãofornecidas entre as porções de sola externa 51, 52 e entre as porções de solaexterna 54, 55, impedindo com isto a deformação da placa inferior ondulada 3de ser excessivamente restringida no momento de impactar o solo e impediras propriedades de amortecimento e dobramento da porção de salto de solaserem prejudicadas.
Também o número de nervuras 8, 9 pode ser diferente entre olado mediano e o lado lateral da placa inferior 3. Alternativamente, umanervura pode ser fornecida em qualquer dos lado mediai e o lado lateral daplaca inferior 3.
No caso onde uma nervura é fornecida somente no ladomediano da placa lateral 3, ou o número das nervuras 8 no lado mediano éfeito maior do que o número das nervuras 9 no lado lateral, pronação pode serimpedida no momento de impactar o solo, é uma estrutura de sola adequadapara um sapato de corrida pode ser alcançada. Por outro lado, no caso ondeuma nervura é fornecida somente no lado lateral da placa inferior 3 ou onúmero das nervuras 9 no lado lateral é feito maior do que o número dasnervuras 8 no lado mediano, supinação pode ser impedida no momento depasso lateral, e uma estrutura de sola adequada para um sapato para interiortal como um sapato de tênis ou um sapato de basquetebol, ou similar, pode seralcançada. Adicionalmente, a sétima configuração mostrou o exemplo no qualas nervuras são fornecidas na placa inferior 3, porém na aplicação da presenteinvenção as nervuras podem ser fornecidas na placa superior 2.
Oitava configuração
A Figura 9A mostra uma estrutura de sola de acordo com aoitava configuração da presente invenção. Como mostrado na Figura 9A, umaestrutura de sola Γ inclui uma placa superior 2 que se estende desde umaporção de salto H até uma porção meio pé M da estrutura de sola 1' em umaplaca inferior 3 disposta abaixo da placa superior 2 e que se estende desde aporção de salto H. através da porção meio pé M até uma porção frente do péF. A placa superior 2 é acoplada à placa inferior 3 na extremidade traseira daporção de salto H e na extremidade frontal da porção meio pé M. Ambas, aplaca superior 2 e a placa inferior 3 se estendem na direção da largura dosapato.
A placa superior 2 tem configuração ondulada que progridelongitudinalmente na porção de salto H e que tem duas porções convexas 20,21, cada uma se salientando voltada para cima. A placa inferior 3 temconfigurações onduladas que progridem longitudinalmente na porção de saltoH similar à placa superior 2 e que tem duas porções convexas 30, 31 cadauma se salientando voltada para baixo. As porções convexas correspondentes20, 30 e 21, 31 das placas superior e inferior 2, 3 na porção de salto H sãodispostas de maneira oposta na direção vertical. Em outras palavras, asporções convexas 20, 30 se salientam nas direções opostas. De maneirasimilar, as porções convexas 21, 31 se salientam nas direções opostas. Entreas porções convexas correspondentes 20, 30 é formado um vazio C e tambémentre as porções convexas correspondentes 21 e 31 é formado um vazio C.
Uma pluralidade de travas ou tachas 15, 16 são fornecidas nasuperfície inferior da placa inferior 3. A trava 15 é disposta na região daporção de salto Hea trava 16 é disposta na região da porção frente do pé F.As travas 15 são presas de maneira fixa à superfície inferior da placa inferior3 através de uma porção base espessa ou um pedestal 17. A porção de salto H,as porções base 17 e assim as travas 15 são fornecidas somente na superfícieinferior das porções convexas 30, 31 da placa inferior 3 e não entre as porçõesconvexas 30 e 31. Portanto, as porções base 17 são separadas na porção desalto H na direção longitudinal. Por exemplo, as respectivas porções base 17podem ser formadas de maneira integrada com a placa inferior 3.Alternativamente, quando as travas respectivas 15 são compostas deelementos metálicos, uma porção delas é embutida em e presa de maneira fixaà porção base 17.
Na superfície superior da placa superior 2 é presa umaentressola 4 que se estende desde a porção de salto H através da porção meiopé M até a extremidade traseira da porção frente do pé F.
Um elemento bloco elástico 6 é disposto entre a placa superior2 e a placa inferior 3 na posição onde as placas superior e inferior 2, 3 estãomais próximas uma da outra na porção de salto Η. A placa superior 2 éacoplada à placa inferior 3 através do bloco elástico 6. Em outras palavras, aporção convexa voltada para baixo 25 é formada entre as porções convexasvoltadas para cima adjacentes 20 e 21 da placa superior 2, e a porção convexavoltada para baixo 35 formada entre as porções convexas voltadas para baixoadjacentes 30 e 31 da placa superior 3 são dispostas opostas uma à outra nadireção vertical, e estas porções dispostas de maneira oposta são conectadasuma à outra através do bloco elástico 6.
O bloco elástico 6 é, nesta configuração, formado de um par deelementos dispostos em extremidades laterais opostas da porção de salto H,porém o bloco elástico 6 pode ser formado de somente um elemento que seestende ao longo de toda a largura da porção de salto Η. O bloco elástico 6 éfornecido principalmente para impedir que as placas superior e inferior 2, 3contatem diretamente uma à outra, porém ele também ajuda a melhorar aspropriedades de amortecimento da porção de salto da sola ajustando demaneira seletiva a sua elasticidade.
As placas superior e inferior 2,3 são preferivelmente formadasde uma resina plástica dura para impedir perda de elasticidade devido àdeformação repetitiva para manter a forma do vazio C em algum grau entre asplacas 2 e 3. Por exemplo, as placas superior e inferior 2,3 podem serformadas de resina termoplástica tal como poliuretano termoplástico (TPU),elastômero poliamida (PAE), resina ABS, ou similar. Alternativamente, asplacas superior e inferior 2, 3 podem ser formadas de resina de cura térmicatal como resina epóxi, resina poliéster não saturada, ou similar. Também asplacas superior e inferior 2, 3 podem ser formadas de plástico reforçado comfibra, que inclui fibras de carbono ou fibras de metal.
A entressola 4 e preferivelmente formada de material elásticomacio para contatar e suportar a sola de um usuário de sapato. Por exemplo,resina termoplástica em espuma, tal como copolímero de acetato de etileno-vinil (EVA), resina de cura térmica em espuma tal como poliuretano (PU) eborracha em espuma, tal como borracha butadieno ou borracha cloropreno,podem ser utilizados.
De acordo com a estrutura de sola acima mencionada, nomomento de atingir o solo, primeiro a trava 15 cola no solo e então assuperfícies inferiores das porções convexas 30, 31 da placa inferior 3contatam o solo através das porções de sola externa. Neste momento, o vazioC formado entre a placa superior 2 e a placa inferior 3 atua como um furoamortecedor para apresentar propriedades de amortecimento da porção desalto H. Além disto, neste caso, uma vez que as travas 15 (e assim as porçõesbase 17) são fornecidas somente na superfície inferior das porções convexas30, 31 da placa inferior ondulada 3, deformação de compressão das porçõesconvexas voltadas para baixo 30, 31 da placa inferior ondulada 3, não estárestringida no momento dè impactar o solo e as propriedades deamortecimento da porção de salto da sola podem ser assim melhoradas.Também neste caso, assegurando a deformação da placa inferior ondulada 3,propriedades de dobramento da porção de salto da sola podem sermelhoradas.
Além disto, neste caso, uma vez que as porções convexascorrespondentes, 20, 30 entre as placas superior e inferior 2, 3 se salientamnas direções opostas e as porções convexas correspondentes 21, 31 entre asplacas superior e inferior 2, 3 se salientam na direção oposta, um grande vazioC pode ser assegurado entre as placas superior e inferior 2, 3 e aspropriedades de amortecimento da porção de salto da sola podem sermelhoradas ainda mais. Também, uma vez que a placa superior 2 é na formade uma corrugação ondulada, a deformação da placa superior 2 também ajudaa melhorar as propriedades de amortecimento da porção de salto da sola.
As porções convexas correspondentes 20, 30 entre as placassuperior e inferior 2, 3 podem se salientar na mesma direção e as porçõesconvexas correspondentes 21, 31 entre as placas superior e inferior 2, 3podem se salientar na mesma direção. Nesta junção, para assegurar um vazioC entre a placa superior 2 e a placa inferior 3, o raio de curvatura das porçõesconvexa 20 e preferível mente é diferente do raio de curvatura das porçõesconvexas 20 é preferivelmente diferente do raio de curvatura das porçõesconvexas 30 e/ou o raio de curvatura das porções convexas 21 épreferivelmente diferente do raio de curvatura das porções convexas 31. Naalternativa as porções convexas correspondentes entre a placa superior 2 e aplaca inferior 3 podem ser deslocadas na direção longitudinal.
Na oitava configuração mencionada acima, um exemplo noqual a placa inferior 3 tem duas porções convexas 30, 31 foi mostrado, poréma aplicação da presente invenção não está limitada a tal exemplo. A placainferior 3 pode ter mais do que três porções convexas. Também a presenteinvenção não está limitada a um exemplo no qual o número de porções10 convexas no lado mediano das placas superior e inferior 2, 3 é o mesmo que onúmero de porções convexa no lado lateral das placas superior e inferior 2, 3porém o número de porções convexas no lado mediano pode ser diferentedaquele no lado lateral: por exemplo duas porções convexas no lado medianoe três porções convexas no lado lateral.
Também a oitava configuração mostrou a placa superior 2tendo uma corrugação ondulada na porção de salto H, porém na aplicação dapresente invenção a placa superior 2 pode ser plana na porção de salto H.Neste caso, uma vez que uma superfície plana é assegurada na superfíciesuperior da placa superior 2, uma superfície de contato do pé para o usuáriode sapato pode ser facilmente obtida sem fornecer uma entressola no ladosuperior da placa superior 2.
Na oitava configuração acima mencionada, o bloco elásticopode ser omitido. Neste caso, as placas superior e inferior 2, 3 não precisamser acopladas uma à outra na posição onde o bloco elástico era fornecido.Uma folga pode ser formada entre a placa superior 2 e a placa inferior 3. Nocaso onde a placa superior 2 e a placa inferior 3 são acopladas uma à outra, asplacas superior e inferior 2, 3 podem ser formadas de maneira integrada,simplificando com isto o processo de fabricação e o processo de montagem.
A Figura 9B mostra uma variante da oitava configuração dapresente invenção. Como mostrado na Figura 9B, a variante é diferente daoitava configuração em que uma pluralidade de porções dobradasconformadas em U ou conformadas em V 38 são fornecidas na placa inferior3 na porção frente do pé F e a entressola 4 se estende até a extremidadefrontal da porção frente do pé F. As respectivas porções dobradas 38 seestendem na direção da largura da porção frente do pé F. Neste caso, nãosomente as propriedades de amortecimento da porção de salto da sola podemser asseguradas com a oitava configuração, mas também propriedades dedobramento da porção frente do pé da sola podem ser melhoradas pelasporções dobradas 38.Nona configuração
As Figuras IOA e IOB mostram uma estrutura de sola deacordo com uma configuração da presente invenção. Nestes desenhos osmesmos numerais de referência que aqueles na oitava configuração indicamelementos idênticos ou similares. A nona configuração difere da oitavaconfiguração em que a placa inferior 3 tem três porções convexas 30, 31, 32 ea placa superior 2 tem três porções convexas 20, 21, 22 que correspondem àsporções convexas 30, 31, 32, respectivamente, e as porções base espessa oupedestais 17, e assim as travas 15 da porção de salto H, são fornecidassomente entre as porções convexas adjacentes 30 e 31 e entre as porçõesconvexas adjacentes 31 e 32 da placa inferior 3. Portanto, as porções base 17são separadas na direção longitudinal na porção de salto H, como com aoitava configuração.
Na estrutura de sola acima mencionada, no momento de atingiro solo, primeiro as travas 15 prendem no terreno e, então a superfície inferiordas porções convexas 30, 31, 32 da placa inferior 3 contatam o terreno. Nestemomento, o vazio C formado entre a placa superior 2 e a placa inferior 3 atuacomo um furo amortecedor para apresentar propriedades de amortecimento daporção de salto H. Além disto, neste caso, uma vez que a trava 15 (e assim asporções base 17) é fornecida somente entre as porções convexas adjacentes 30e 31 e entre as porções convexas adjacentes 31 e 32 da placa inferior ondulada3, deformação de compressão das porções convexas voltadas para baixo 30,31 da placa inferior ondulada 3 não é restringida no momento de impactar osolo e as propriedades de amortecimento da porção de salto da sola podemassim ser melhoradas. Também neste caso, assegurando a deformação daplaca inferior ondulada 3, propriedades de dobramento da porção de salto dasola podem ser aprimoradas.
Além disto, neste caso, uma vez que os pares correspondentesde porções convexas 20, 30; 21, 31; 22, 32 entre as placas superior e inferior2, 3 se salientam na direção oposta, um grande vazio C pode ser asseguradoentre as placas superior e inferior 2, 3 e as propriedades de amortecimento daporção de salto da sola podem ser melhoradas ainda mais. Também, uma vezque a placa superior 2 é na forma de corrugação ondulada, a deformação daplaca superior 2 também ajuda a melhorar as propriedades de amortecimentoda porção de salto da sola.
Os pares correspondentes de porções convexas 20, 30; 21, 31;22, 32 entre as placas superior e inferior 2, 3 podem se salientar na mesmadireção. Nesta junção, para assegurar um vazio C entre a placa superior 2 e aplaca inferior 3, o raio de curvatura das porções convexas da placa inferior 3 épreferivelmente diferente do raio de curvatura das porções convexascorrespondentes da placa superior 2. Na alternativa, as porções convexascorrespondentes entre a placa superior 2 e a placa inferior 3 podem serdeslocadas na direção longitudinal.
A aplicação da presente invenção não está limitada a umexemplo no qual o número de porções convexas do lado mediano das placassuperior e inferior 2,3 é o mesmo que o número de porções convexas no ladolateral das placas superior e inferior 2, 3 porém o número de porçõesconvexas do lado mediano pode ser diferente daquele no lado lateral.Também, a aplicação da presente invenção não está limitada aum exemplo no qual a placa superior 2 tem uma corrugação ondulada naporção de salto H, porém a placa superior 2 pode ser plana na porção de saltoH. Neste caso, uma vez que uma superfície plana é assegurada na superfíciesuperior da placa superior 2, uma superfície de contato do pé para o usuáriodo sapato pode ser facilmente obtida sem fornecer uma entressola no ladosuperior da placa superior 2.
Além disto, o bloco elástico 6 pode ser o omitido. Neste caso,as placas superior e inferior 2, 3 não precisam ser acopladas uma à outra naposição onde o bloco elástico era fornecido. Uma folga pode ser formadaentre a placa superior 2 e a placa inferior 3. No caso onde a placa superior 2 ea placa inferior 3 são acopladas uma na outra, as placas superior e inferior 2, 3podem ser formadas de maneira integrada, simplificando com isto o processode fabricação e o processo de montagem.
A Figura 1OC mostra uma variante da nona configuração dapresente invenção. Como mostrado na Figura 10B, a variante é diferente danona configuração, em que uma pluralidade de porções dobradas conformadasem U ou conformadas em V 38 são fornecidas na placa inferior 3 na porçãoda frente do pé F e a entressola 4 se estende até a extremidade frontal daporção frente do pé F. As respectivas porções dobradas 38 se estendem nadireção da largura da porção frente do pé F. Neste caso, não somente aspropriedades de amortecimento da porção de salto da sola podem serasseguradas como com a nona configuração, mas também propriedades dedobramento da porção frente do pé da sola podem ser melhoradas por meiodas porções dobradas 38.
Aplicabilidade industrial
Como mencionado acima, a estrutura de sola de acordo com apresente invenção é útil para uma estrutura de sola de um sapato de corrida ouuma estrutura de sola de um sapato para interior, tal como um sapato paratênis, um sapato para basquetebol e similares, alternativamente, uma sola deum sapato com travas tal como um sapato para beisebol, um sapato paragolfe, e similares. Ela é especialmente adequada para uma sola que requerpropriedades de amortecimento elevadas na porção de salto da sola.
Claims (22)
1. Estrutura de sola para um sapato, caracterizada pelo fato deque compreende:uma placa superior disposta no lado superior de uma regiãosalto da estrutura de sola;uma placa inferior ondulada disposta no lado inferior da regiãosalto da estrutura de sola e que tem pelo menos duas porções convexas que sesalientam voltadas para baixo e que formam vazios em relação à placasuperior; euma pluralidade de porções sola exterior que são divididas nadireção longitudinal e que são presas nas superfícies inferiores das porçõesconvexas da placa inferior.
2. Estrutura de sola para um sapato, caracterizada pelo fato deque compreendeuma placa superior disposta no lado superior de uma regiãosalto da estrutura de sola;uma placa inferior ondulada disposta no lado inferior da regiãosalto da estrutura de sola e que tem pelo menos duas porções convexas que sesalientam voltadas para baixo e que formam vazios em relação à placasuperior; euma pluralidade de travas que são fornecidas nas superfíciesinferiores das porções convexas da placa inferior.
3. Estrutura de sola para um sapato, caracterizada pelo fato deque compreendeuma placa superior disposta no lado superior de uma regiãosalto da estrutura de sola;uma placa inferior ondulada disposta no lado inferior da regiãosalto da estrutura de sola e que tem pelo menos duas porções convexas que sesalientam voltadas para baixo e que formam vazios em relação à placasuperior; euma trava que é fornecida entre as porções convexasadjacentes da placa inferior.
4. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3,caracterizada pelo fato de que a placa superior é de forma ondulada.
5. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 4,caracterizada pelo fato de que a placa superior tem porções convexas que sesalientam na direção oposta da direção em que se salientam as porçõesconvexas da placa inferior nas posições que correspondem às porçõesconvexas da placa inferior.
6. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 4,caracterizada pelo fato de que a placa superior tem porções convexas que sesalientam na mesma direção que a direção em que se salientam as porçõesconvexas da placa inferior nas posições que correspondem às porçõesconvexas da placa inferior.
7. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1, 2, ou 3,caracterizada pelo fato de que um elemento bloco elástico é disposto entre aplaca superior e a placa inferior, e a placa superior e a placa inferior seremacopladas uma à outra através do elemento bloco elástico.
8. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 7,caracterizada pelo fato de que a placa superior é conformada ondulada e aporção convexa voltada para cima formada entre as porções convexasvoltadas para baixo adjacentes da placa inferior ser acoplada através do blocoelástico à porção convexa voltada para baixo formada entre as porçõesconvexas voltadas para cima adjacentes da placa superior.
9. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 8,caracterizada pelo fato de que a porção convexa voltada para cima da placainferior é disposta oposta à porção convexa voltada para baixo da placasuperior na direção vertical.
10. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 8,caracterizada pelo fato de que é a porção convexa voltada para cima da placainferior é disposta deslocada na direção longitudinal em relação à porçãoconvexa voltada para baixo da placa superior.
11. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3,caracterizada pelo fato de que o número de porções convexas da placa inferioré diferente entre o lado mediano e o lado lateral da estrutura de sola.
12. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3,caracterizada pelo fato de que a placa superior é de forma plana.
13. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3,caracterizada pelo fato de que uma entressola de um material elástico macio édisposta no lado superior da placa superior.
14. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que as porções de sola externa longitudinalmenteadjacentes são acopladas uma à outra através de uma conexão e umasuperfície inferior da conexão ser conformada côncava.
15. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que as porções de sola externa são divididas entre olado mediano e o lado lateral da porção de salto, e as porções sola externalongitudinalmente adjacentes nos lados mediano e lateral são acopladas uma àoutra na direção longitudinal através de conexões, uma superfície inferior daconexão no lado lateral tendo uma forma côncava, uma superfície inferior daconexão no lado mediano tendo uma forma plana que contata a superfície dosolo.
16. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3,caracterizada pelo fato de que as porções de sola externa são divididas entre olado mediano e o lado lateral da porção de salto, e as porções de sola externalongitudinalmente adjacentes nos lados mediano e lateral são acopladas uma àoutra na direção longitudinal através de conexões, uma superfície inferior daconexão no lado mediano tendo uma forma côncava, uma superfície inferiorda conexão no lado lateral tendo uma forma plana que contata a superfície dosolo.
17. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que uma nervura que se estende longitudinalmenteé formada de maneira integrada com as placas superior e inferior.
18. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 17,caracterizada pelo fato de que a nervura ser fornecida pelo menos no ladomediano ou no lado lateral da placa superior ou da placa inferior.
19. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 18,caracterizada pelo fato de que o número de nervuras é diferente entre o ladomediano e o lado lateral da placa superior ou da placa inferior.
20. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que uma nervura que se estende longitudinalmenteé formada de maneira integrada com a placa inferior, a nervura sendo dispostana posição que corresponde à posição de sola externa.
21. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 2,caracterizada pelo fato de que uma nervura que se estende longitudinalmenteé formada de maneira integrada com a placa inferior, a nervura sendo dispostana posição que corresponde à trava.
22. Estrutura de sola de acordo com a reivindicação 3,caracterizada pelo fato de que uma nervura que se estende longitudinalmenteé formada de maneira integrada com a placa inferior, a nervura sendo dispostana posição que corresponde à superfície inferior da porção convexa da placainferior.
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