BRPI0611291A2 - regulador de sistemas de hastes - Google Patents

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Johann Iraschko
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Knorr Bremse Systeme
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Abstract

REGULADOR DE SISTEMA DE HASTES. Regulador de sistema de hastes (20) para um freio de tambor para a compensacao do desgaste causado pelo freio especialmente nos revestimentos de freio, com um acoplamento de sobrecarga e um acoplamento giratorio de uma via, respectivamente acoplamento dirigido, caracterizado pelo fato de que o acoplamento de sobrecarga é configurado como acoplamento de rampas para esferas (18), que fica previamente tensionado por meio de uma mola de tensao prévia (7).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "REGULADOR DE SISTEMA DE HASTES".
A presente invenção refere-se a um regulador de sistema dehastes para um freio de tambor, para a compensação do desgaste causadopelo freio especialmente nos revestimentos de freio, com um acoplamentode sobrecarga e um acoplamento giratório de uma via, respectivamente umacoplamento dirigido.
Em veículos utilitários pesados, freqüentemente são emprega-dos freios de tambor acionados pneumaticamente sob a forma de freios defricção. Uma estrutura preferida é o assim chamado freio de tambor de ex-cêntrico em forma de S.
Para se gerar uma força de frenagem, é preciso que as sapatasde freio, que constituam ou suportem revestimentos de freio, sejam pressio-nadas em direção radial a partir de dentro para o tambor do freio de tambor.
No caso do freio de tambor de excêntrico em forma de S, isso ocorre pormeio de torção de um eixo de freio que, em uma extremidade, apresentauma evolvente dupla em forma de S. Nesse excêntrico apóiam-se as duassapatas de freio com sua extremidades, sendo que as extremidades opostasa essas extremidades encontram-se respectivamente fixadas, por um exem-pio, de modo pivotante em torno de um pino em uma suporte de freio. Para oprocesso de frenagem, é preciso que o eixo de freio com o excêntrico emforma de S sejam girados até que as sapatas de freio venham a encostar notambor com a força desejada. O giro do eixo de freio ocorre cóm a ajuda deum cilindro de freio acionado por ar comprimido, o qual, por meio de umaalavanca, gera um momento de rotação e o transmite ao eixo de freio.
Devido ao fato de que as sapatas de freio, respectivamente osrevestimentos de freio, se desgastam ao ocorrer a frenagem, então é neces-sário compensar esse desgaste do revestimento de freio por meio de umdispositivo de ajuste. Para essa finalidade é preciso que o eixo de freio como excêntrico em forma de S seja girado em um determinado valor na direçãoem que os revestimentos de freio são deslocados em relação ao tambor du-rante o processo de frenagem, para que as sapatas de freio sejam pressio-nadas mais para perto do lado interno do tambor. Essa direção é chamadade direção de aperto. No entanto, na posição de repouso deve permaneceruma pequena lacuna para garantir um comportamento perfeito de soltura.Essa compensação também pode ser executada manualmente a distânciasregulares. Para tanto, é preciso executar um reajuste na alavanca de freioonde ataca o cilindro de freio com sua haste de êmbolo. Já que o reajustemanual não opera segundo a necessidade e nem de modo contínuo, entãoos assim chamados reguladores automáticos de sistemas de hastes perten-cem ao equipamento básico dos veículos com freios de tambor de excêntricoem forma de S.
Existem diferentes sistemas de reguladores de sistemas de has-tes. A estrutura básica é muito semelhante e consiste, no essencial, em umaroda helicoidal, uma espiral, um acoplamento de sobrecarga, respectivamen-te acoplamento de mudança de carga, um acoplamento de uma via (em suamaioria segundo o princípio de mola de laço), uma roda dentada, uma cre-malheira e um assim chamado disco de comando. Esse sistema mecânicose localiza em uma caixa què apresenta uma alavanca, à qual se acha arti-culado o cilindro de freio. O eixo de freio se acha acoplado com a roda heli-coidal por meio de endentação em cunha.
No caso dos reguladores de sistemas de hastes há dois princí-pios funcionais: em um princípio de reajuste , o reajuste ocorre ao início doprocesso de frenagem, e no outro princípio o reajuste é executado ao final,isto é, ao ocorrer o processo de soltura.
Como um exemplo de ilustração pode-se mencionar aqui o EP 0614 025 B1. Nesse documento é descrito um dispositivo de reajuste para umfreio a disco, sendo que ocorre uma aplicação dos dois princípios funcionaisjuntos acima mencionados na medida em que ao início do processo de fre-nagem ocorre o reajuste e retesa-se um elemento elástico que, ao ocorrer oprocesso de soltura, se distende e produz um outro reajuste.
Os reguladores de sistemas de hastes que encontram hoje nocomércio nem sempre satisfazem as expectativas, respectivamente as exi-gências, no que se referem a durabilidade e comportamento funcional dura-douro. Como componente suscetível a desgaste ficou comprovado o aco-plamento de uma via sob a forma de mola de laço. A função desse compo-nente depende bastante das condições de fricção, da formatação e da esta-bilidade de forma das contra-superfícies. Se no decorrer do tempo ocorrerdesgaste e/ou alteração das condições de fricção, então poderá ocorrer umaparalisação funcional do componente e, conseqüentemente, de todo o regu-lador de sistemas de hastes.
O objetivo da presente invenção consiste em criar um reguladorde sistemas de hastes do tipo mencionado acima, com uma mecânica queapresente uma alta robustez e que seja pouco influenciada por oscilações decoeficiente de atrito e por tolerâncias de fabricação no que se refere aocomportamento funcional. Um outro objetivo consiste em uma produção queseja a mais econômica possível.
Esse objetivo é alcançado de acordo com a invenção por meiode um regulador de sistema de hastes com as características da reivindica-ção 1, bem como por meio de um freio de tambor com as características dareivindicação 10.
Um regulador de sistema de hastes de acordo com a invençãopara um freio de tambor, para a compensação do desgaste devido ao freio,especialmente nos revestimentos de freio, com um acoplamento de sobre-carga e um acoplamento giratório de uma via, respectivamente um acopla-mento dirigido, se caracteriza pelo fato de que o acoplamento de sobrecargaé configurado como acoplamento em forma de rampa com esferas, o qualfica sob tensão prévia por meio de uma mola de pressão.
Em uma configuração preferida, o acoplamento dirigido é confi-gurado como roda livre de rolos de aperto. Nesse caso obtém-se um com-portamento funcional exato devido ao emprego de componentes precisos eindependentes de atrito.
Uma outra configuração prevê que o acoplamento em forma derampa com esferas seja constituído por superfícies frontais dispostas umaem frente à outra, as quais são configuradas como bolsas para esferas paraas esferas dispostas entre elas. Nesse caso, é particularmente vantajosoque todo os componentes movidos da mecânica do regulador sejam configu-rados com apoio em esferas, pois desse modo torna-se possível um altograu de eficácia.
Em uma outra forma de execução é previsto que o acoplamentode sobrecarga e o acoplamento dirigido formem juntos um acoplamento debloqueio de esferas. Nesse caso, é preferível que o acoplamento de blo-queio de esferas seja constituído por dois perfis em forma de rampa dispos-tos um em frente ao outro com esferas entre eles, sendo que em uma confi-guração particularmente preferida os perfis em forma de rampa apresentamno mínimo duas subidas diferentes. Isso é vantajoso porque se obtém umcomportamento funcional exato. Isso porque a função de roda livre e a fun-ção de sobrecarga são definidas apenas pela formatação e pela forma detensão prévia, e, conseqüentemente, os atritos não têm nenhuma influênciasobre o comportamento funcional.
Em uma forma de execução alternativa, os perfis de rampa a-presentam uma configuração em forma curva.
É vantajoso que o acoplamento de bloqueio de esferas apresen-te um acoplamento cônico, pois nessa configuração preferida é possível umaprodução propícia dos componentes, porque os componentes essenciais damecânica de reajuste devem ser produzidos por processos de transformaçãosem levantamento de aparas.
Além disso, é previsto que os perfis de rampa e as esferas loca-lizadas entre eles sejam retidos um junto ao outro por meio de uma molagiratória.
Um freio de tambor de acordo com a invenção apresenta o regu-lador de sistema de hastes de acordo com a invenção.
Outras vantagens, detalhes e características da invenção podemser deduzidas da descrição detalhada que se segue, em correlação com osdesenhos correspondentes.
A seguir, a invenção será então explicada detalhadamente combase no exemplo de execução representado nas figuras do desenho. Mostra-se:Figura 1: uma representação em corte, como exemplo, de umaprimeira forma de execução de um regulador de sistema de hastes de acor-do com a invenção;
figura 2: uma representação em corte ampliada do regulador desistema de hastes da figura 1;
figura 3: uma representação em corte ao longo da linha I-I doregulador de sistema de hastes da figura 1;
figura 4: uma representação esquemática de um disco de co-mando com cremalheira do regulador de sistema de hastes da figura 1;
figura 5: uma representação em corte, como exemplo, de umasegunda forma de execução do regulador de sistema de hastes de acordocom a invenção.
Números de referência iguais em cada uma das figuras assina-lam peças iguais, respectivamente que correspondem funcionalmente uma àoutra.
A figura 1 mostra uma representação em corte, como exemplo,de uma primeira forma de execução de um regulador de sistema de hastesde acordo com a invenção.
A mecânica do regulador dessa primeira forma de execução éconstituída pelos seguintes componentes individuais: um eixo 1; uma luva deaperto 2 com primeiras bolsas para esferas 2.1 dispostas frontalmente sobreum dos lados e com um mancai axial 2.2 sobre o outro lado, a qual se en-contra contígua a uma primeira extremidade do eixo 1; uma roda livre derolos de aperto 3 com uma endentação externa 3.1; uma espiral 4 com se-gundas bolsas para esferas 4.1 dispostas frontalmente, as quais estão dis-postas em frente às primeiras bolsas para esferas 2.1; por várias esferas 5para um assim chamado acoplamento de rampas para esferas 18; váriasesferas de bloqueio 6 para a transmissão de um momento de rotação entre oeixo 1 e a espiral 4; uma mola de tensão prévia 7 com discos de apoio 12,13 e um anel de segurança 14; uma roda helicoidal 8; uma cremalheira 9;um disco de comando 10 e uma alavanca de fixação 11.
O regulador de sistema de hastes 20 está disposto em uma cai-xa 15, sendo que um eixo 17 da roda helicoidal encontra-se perpendicular aoplano do desenho e o eixo longitudinal do eixo 1 do regulador de sistema dehastes corre em ângulo reto em relação ao eixo 17. Neste exemplo, acimado eixo 1 na caixa 15 acha-se disposta uma alavanca 16, a qual se encontraem ligação ativa com um cilindro de freio que não é mostrado.
Dentro da roda helicoidal 8 encontra-se um eixo de freio quetambém não é mostrado, o qual, em sua extremidade não mostrada, apre-senta uma configuração de excêntrico em forma de S, a qual, de modo co-nhecido, aciona as sapatas de freio de um freio de tambor. O eixo de freiocorre na direção do eixo 17 e está ligado, com resistência à rotação, com aroda helicoidal 8. Por meio de acionamento da alavanca 16 na direção Z,representada por setas, ocorre um afastamento por pressão das sapatas defreio e na direção L ocorre uma soltura das sapatas de freio de modo conhe-cido. A direção Z é chamada de direção de aperto e a direção L é chamadade direção de soltura.
A roda livre de rolos de aperto 3 executa a função de um aco-plamento dirigido e é um componente de precisão produzido industrialmente,o qual é projetado e dimensionado especialmente para uma longa duração epara uma segurança funcional.
O acoplamento de rampas para esferas 18 é formado pelas pri-meiras bolsas para esferas 2.1 da luva de aperto 2 e pelas segundas bolsaspara esferas 4.1 da espiral 4, entre as quais estão dispostas as esferas 5 emuma quantidade adequada. O acoplamento de rampas para esferas 18 servede acoplamento de sobrecarga, respectivamente de acoplamento de mu-dança de carga, e se acha sob tensão prévia por meio da mola de tensãoprévia 7. A mola de tensão prévia 7 é prevista entre o primeiro disco de a-poio 12, situado na espiral 4, e o segundo disco de apoio 13 disposto na se-gunda extremidade do eixo 1. Uma fixação axial da mola de tensão prévia 7sobre o eixo 1 ocorre por meio do anel de segurança 14 nessa segunda ex-tremidade de eixo, a qual se localiza em frente à primeira extremidade deeixo com a luva de aperto 2. Com isso, a mola de tensão prévia 7 exercesobre o primeiro disco de apoio 12 e sobre a espiral 4 uma força de pressãoaxial que é transmitida para a luva de aperto 2 pelas segundas bolsas paraesferas 4.1 e pelas esferas 5.
Desse modo, o momento de reação desse tipo de construção doacoplamento de rampas para esferas, ao contrário dos acoplamentos defricção, é definido apenas pela força de tensão prévia de mola e pela forma-tação das bolsas para esferas 2.1 e 4.1. As bolsas para esferas 2.1 e 4.1são configuradas, por exemplo, em forma de rampas. Já que nessa forma deexecução se trata de um movimento meramente de rolamento com um as-sim chamado contato pontual, então fica garantido um funcionamento quasesem desgaste e, portanto, de longa duração, pois os dois elementos funcio-nais já foram aprovados no decorrer do tempo milhões de vezes e de modoexcelente em freios a disco acionados pneumaticamente das séries SB e SNda Depositante.
Segue-se agora uma descrição de funções dessa primeira formade execução com relação às figuras de 1 a 5.
O reajuste ocorre ao início de um processo de frenagem. Quan-do no cilindro de freio correspondente for aplicada uma pressão por intermé-dio de um meio, que aqui é o ar, então a haste de êmbolo do cilindro de freiose desloca para fora e, por meio da alavanca 16, aciona a caixa 15, sendoque ocorre um movimento pivotante em torno do eixo 17 na direção de aper-to Ζ. A transmissão de força para isso necessária decorre da alavanca 16,através da seção superior da caixa 15, do eixo 1 e da espiral 4 para a rodahelicoidal 8, a qual se encontra em ligação, com resistência à rotação, com oeixo de freio, como foi explicado acima e como é evidente na figura 3 combase na figura 2 e em uma representação em corte ao longo da linha I-I dafigura 2.
Agora será tomada como referência a figura 4, a qual mostrauma representação esquemática de um disco de comando 10 com umacremalheira 9 do regulador de sistema de hastes 20.
A cremalheira 9 se encontra em ligação ativa com o eixo 1 doregulador de sistema de hastes 20, através da endentação externa 3.1 daroda livre de rolos de aperto 3, sendo que a cremalheira 9 está disposta demodo deslocável na direção da seta. Em sua extremidade inferior, ela apre-senta um primeiro excêntrico 9.1 e um segundo excêntrico 9.2, os quais es-tão dispostos a uma certa distância. Os excêntricos 9.1 e 9.2 se encontramrespectivamente engrenados com um primeiro entalhe 10.1 e com um se-gundo entalhe 10.2, os quais estão separados por um dente 10.3 e estãodispostos em uma seção da circunferência de um disco de comando 10. Odisco de comando 10 está fixado por meio de uma alavanca de fixação 11de um modo tal que ele fica fixo em relação ao movimento pivotante da caixa 15.
Na primeira fase da evolução do movimento é percorrido um as-sim chamado curso em vazio entre o primeiro excêntrico 9.1 da cremalheira9 e o primeiro entalhe 10.1 no disco de comando 10 fixo. Devido à dimensãodesse curso livre, ou seja, à dimensão do excêntrico 9.1 e do entalhe 10.1,determina-se a folga entre as sapatas de freio e o tambor de freio.
Na fase seguinte, o primeiro excêntrico 9.1 da cremalheira 9 vaiencostar no ressalto de apoio do primeiro entalhe 10.1 do disco de comando10. Nesse caso, existem então dois estados de operação possíveis.
Caso 1: quando a folga estiver correta, ao mesmo tempo do con-tato do excêntrico 9.1 da cremalheira 9, as sapatas de freio vão encostar naparede interna do tambor. Um ajuste já não é mais possível devido às forçaselevadas, embora devido às elasticidades nos componentes do freio de tam-bor se execute mais uma rotação no regulador de sistema de hastes 20. Pa-ra que isso seja possível sem danos à mecânica de reajuste no regulador desistema de hastes 20, entra em ação a função do acoplamento de sobrecar-ga sob a forma do acoplamento de rampas para esferas 18. Nesse caso, asesferas 5 rolam para cima nas rampas para esferas das bolsas para esferas2.1, 4.1 e, assim, pressionam as metades de acoplamento uma para longeda outra, ou seja, as superfícies frontais opostas da luva de aperto 2 e daespiral 4, contra a força de tensão prévia da mola de tensão prévia 7. Comisso, uma outra rotação através da endentação externa 3.1 da roda livre derolos de aperto 3 não pode produzir nenhuma rotação da espiral 4 e da rodahelicoidal 8.Caso 2: quando a folga entre as sapatas de freio e o tambor defreio for muito grande, por meio da cremalheira 9 e da endentação externa3.1 ligada com a roda livre de rolos de aperto 3, devido à ação de bloqueioda roda livre de rolos de aperto 3, é iniciado um movimento de rotação paradentro do acoplamento de rampas para esferas 18. Devido ao fato de que omomento de reação do acoplamento de rampas para esferas 18 é maior doque o momento de rotação da espiral 4 a ser acionada, esta é girada junta-mente com a roda helicoidal 8. Com isso, reduz-se a folga entre as sapatasde freio e o tambor de freio. Quando na continuação, as sapatas de freio en-costarem no tambor de freio, a evolução do funcionamento é aquela descritano caso 1.
Ao se soltar o freio, inicialmente o acoplamento de rampas paraesferas 18 (acoplamento de sobrecarga) retorna para a posição de repouso.O regulador de sistema de hastes 20, devido à mola de reajuste no estadosem carga, gira de volta para a posição de repouso. Nesse caso, o excêntri-co 9.1 da cremalheira 9 se move para o outro lado do ressalto de apoio doentalhe 10.1 no disco de comando 10 que se encontra fixado. Ao se acionaro freio, caso ocorra um reajuste segundo o caso 2, então a roda livre 3 serágirada de volta na direção de soltura L pelo ângulo de torção da espiral 4que é executado adicionalmente para a ação de reajuste.
Um retorno manual do regulador de sistema de hastes 20 ocorrecomo usualmente, por meio de rotação de volta do eixo de regulador 1, comajuda de uma ferramenta apropriada, como por exemplo uma chave de para-fuso, a qual é assentada sobre uma aba 19 na primeira extremidade do eixo1. Nesse caso, as duas metades de acoplamento do acoplamento de ram-pas para esferas 18, ou seja, luva de aperto 2 e espiral 4, são afastadas umada outra por pressão e giradas até que as esferas 5 saltem para as próximasbolsas de aperto, respectivamente bolsas para esferas 2.1, 4.1. Com isso, aespiral 4 pode ser girada contra a ação de bloqueio da roda livre de rolos deaperto 3.
Desse modo é criado um regulador de sistema de hastes 20 comas seguintes características vantajosas:- comportamento funcional exato devido ao emprego de compo-nentes precisos e independentes de fricção, como a roda livre de rolos deaperto 3 e o acoplamento de rampas para esferas 18.
- pouca histerese funcional e alto grau de eficácia, pois todos oscomponentes movidos da mecânica do regulador são configurado com apoioem esferas.
- longa durabilidade e alta segurança funcional duradoura, poistodos os componentes movidos estão apoiados em esferas e, com isso, nãopode ocorrer um desgaste significativo.
A figura 5 mostra uma segunda forma de execução do reguladorde sistema de hastes 20 de acordo com a invenção, com uma tecnologia deregulador ainda mais desenvolvida. As vantagens particulares, nesse caso,consistem em que se obtém mais um aperfeiçoamento do comportamentofuncional, uma produção mais simples e uma estrutura construtiva insensívela tolerâncias.
Nessa configuração, uma vantagem especial se deve ao fato deque a função de roda livre e função de acoplamento de sobrecarga são reu-nidas em um único grupo construtivo, ou sejam um assim chamado acopla-mento de bloqueio de esferas 25.
O mecanismo de reajuste é constituído pelas seguintes peças:um eixo 1, um disco de acionamento 21 com endentação externa e com per-fil de rampas frontal 21.1 e um mancai de esferas axial 2.2; várias esferas 5;uma mola giratória 22 para colocar as esferas 5 no perfil de rampas 21; umdisco cônico 23 com perfil de rampas frontal 23.1; uma espiral 4 com coneexterno 24; várias esferas de bloqueio 6 para a transmissão de momento derotação; e uma mola de tensão prévia 7 com correspondentes anéis de a-poio 12,13 e anel de segurança 14.
Esses componentes estão projetados de tal modo que seja pos-sível uma produção sem aparas e, portanto, econômica. Já que todos oscomponentes movidos sob força estão apoiados sob rolamento, especial-mente sobre esferas com contato pontual, então fica garantida uma alta du-rabilidade e um comportamento funcional exato e estável.Segue-se uma descrição de funcionamento com base nas figu-ras de 1 a 5. As funções da cremalheira 9 com excêntrico 9.1 e disco de co-mando 10 com entalhe 10.1 não serão aqui descritos novamente, cabendose remeter à descrição acima produzida.
No caso 1, nesse segundo exemplo de execução, evita-se queocorram danos na mecânica de reajuste do regulador de sistema de hastes20 devido ao fato de que entra em função a função de sobrecarga do aco-plamento de bloqueio de esferas 25. A partir de um limiar de força determi-nado pela mola de tensão prévia 7, as esferas 5 do acoplamento de bloqueio25 rolam para cima nas rampas inclinadas para as bolsas para esferas comos perfis de rampas 21.2 e 23.1. O ângulo de inclinação das pistas de rola-mento das rampas é nitidamente maior no início, para que se obtenha umlimiar de força que seja o maior possível. Depois de superado o limiar dereação, é vantajoso um momento de acoplamento menor para poupar oselementos de acionamento. Por isso, nesse exemplo, na continuação da pis-ta de rolamento o ângulo de inclinação do perfil de rampa é projetado menordo que no início.
Quanto ao caso 2, no segundo exemplo de execução: quando afolga entre as sapatas de freio e o tambor de freio for muito grande, entãopor meio da cremalheira 9 e do acoplamento de bloqueio de esferas 25 seráiniciado um movimento de rotação para dentro do acoplamento cônico que éformado pelo disco cônico 23 e pelo cone externo 24 da espiral 4. Já que omomento de desengate do acoplamento de bloqueio de esferas 15 previa-mente tensionado é maior do que o momento de rotação da espiral 4 a seracionada, então esta será girada juntamente com a roda helicoidal 8. Comisso, reduz-se a folga entre as sapatas de freio e o tambor de freio. Se nacontinuação as sapatas de freio encostarem no tambor de freio, então a evo-lução do funcionamento será como aquela descrita no caso 1.
Ao ocorrer a soltura do freio, inicialmente as esferas 5 do aco-plamento de bloqueio de esferas 25 rolam de volta para sua posição de re-pouso. O regulador de sistema de hastes 20 gira de volta para a posição derepouso devido à mola de reajuste no estado sem carga. Nesse caso, o ex-cêntrico 9.1 da cremalheira 9 se move para o outro lado do ressalto de apoiodo entalhe 10.1 no disco de comando 10 que está fixado. Caso, ao se acio-nar o freio, tenha ocorrido um reajuste, então entra em ação a função de ro-da livre do acoplamento de bloqueio de esferas 25. Já que as esferas 5 naposição de repouso estão aliviadas de carga por parte da mola de tensãoprévia 7 e só são colocadas por meio da mola giratória 22 com pequena for-ça nas pistas de rolamento de esferas 21.1, 23.1, então é possível girar devolta na direção de soltura L na espiral 4 correspondentemente ao ângulo detorção executado adicionalmente para o processo de reajuste.
Nesse caso, o ajuste para trás do regulador de sistema de has-tes 20 ocorre também como é usual por meio de rotação para trás do eixo deregulador 1 com ajuda de uma chave de parafusos. Nesse caso, as duasmetades de acoplamento 21.1 e 23.1 do acoplamento de bloqueio de esfe-ras 25, ou seja, o disco de acionamento 21 e o acoplamento cônico 23, 24,são pressionadas para se afastarem uma da outra até que as esferas 5 al-cancem o final das pistas de rolamento de rampas para esferas. Devido àmudança do ângulo de inclinação das pistas de rolamento de esferas, que éconsiderável, nesse caso não ocorre nenhuma auto-retenção no acoplamen-to de bloqueio de esferas 25. Nesse caso, o movimento relativo ocorre den-tro do acoplamento cônico 23, 24,e a espiral 4 pode assim ser girada contrao acoplamento de bloqueio de esferas 25 que se encontra fixado.
A segunda forma de execução do regulador de sistema de has-tes 20 apresenta as seguintes características vantajosas:
- comportamento funcional exato, pois a função de roda livre e afunção de sobrecarga são definidas apenas pela formatação e pela força detensão prévia, e, com isso, os atritos não têm nenhuma influência sobre ocomportamento funcional.
- pequena histerese funcional e alto grau de eficácia, pois todosos componentes movidos da mecânica do regulador são configurados comapoio em esferas.
- longa durabilidade e alta segurança funcional duradoura, poisdevido aos componentes apoiados em esferas não pode ocorrer nenhumdesgaste significativo.
- produção propícia, pois os componentes essenciais da mecâ-nica do regulador podem ser produzidos por processos de transformaçãosem levantamento de aparas.
As formas de execução acima descritas constituem apenas e-xemplos e não restringem a invenção. Variações e modificações são eviden-tes e possíveis para os especialistas.
Nesse sentido, por exemplo, é possível que a cremalheira 9possa apresentar também um segundo excêntrico 9.2 e o disco de comando10 possa apresentar um segundo entalhe 10.2. Também são possíveis ou-tros excêntricos e entalhes.
É concebível que os perfis de rampas 21.1, 23.1, respectivamen-te bolsas para esferas 2.1, 4.1, possam apresentar mais do que dois ângulosde inclinação diferentes. Evidentemente também são possíveis pistas derolamento em forma curva.
LISTA DE NÚMEROS DE REFERÊNCIA
1 eixo
2 luva de aperto
2.1 primeira bolsa para esferas
2.2 mancai de esferas axial
3 roda livre de rolos de aperto
3.1 endentação externa
4 espiral
4.1 segunda bolsa para esferas
5 esfera
6 esfera de bloqueio
7 mola de tensão prévia
8 roda helicoidal
9 cremalheira
9.1 primeiro excêntrico
9.2 segundo excêntrico
10 disco de comando10.1 primeiro entalhe 10.2 segundo entalhe 10.3 dente 11 alavanca de fixação 12 primeiro disco de apoio 13 segundo disco de apoio 14 anel de segurança 15 caixa 16 alavanca 17 eixo 18 acoplamento de rampas para esferas 19 aba 20 regulador de sistema de hastes 21 disco de acionamento 21.1 primeiro perfil de rampa 22 mola giratória 23 disco cônico 23.1 segundo perfil de rampa 24 cone externo 25 acoplamento de bloqueio de esferas L direção de soltura Z direção de aperto

Claims (10)

1. Regulador de sistema de hastes (20) para um freio de tamborpara a compensação do desgaste causado pelo freio especialmente nos re-vestimentos de freio, com um acoplamento de sobrecarga e um acoplamentogiratório de uma via, respectivamente acoplamento dirigido, caracterizadopelo fato de que o acoplamento de sobrecarga é configurado como acopla-mento de rampas para esferas (18), que fica previamente tensionado pormeio de uma mola de tensão prévia (7).
2. Regulador de sistema de hastes de acordo com a reivindica-ção 1, caracterizado pelo fato de que o acoplamento dirigido é configuradocomo roda livre de rolos de aperto (3).
3. Regulador de sistema de alavancas (20) de acordo com a rei-vindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o acoplamento de rampaspara esferas (18) é constituído por superfícies frontais dispostas uma emfrente à outra, as quais são configuradas respectivamente com bolsas paraesferas (2.1, 4.1) para esferas (5) dispostas entre elas.
4. Regulador de sistema de hastes (20) de acordo com uma dasreivindicações 1 e 2, caracterizado pelo fato de que o acoplamento de so-brecarga e o acoplamento dirigido formam juntos um acoplamento de blo-queio de esferas (25).
5. Regulador de sistema de hastes (20) de acordo com a reivin-dicação 4, caracterizado pelo fato de que o acoplamento de bloqueio de es-feras (25) é formado por dois perfis de rampas (21.1, 24.1) dispostos um emfrente ao outro, com esferas (5) dispostas entre eles.
6. Regulador de sistema de hastes (20) de acordo com a reivin-dicação 5, caracterizado pelo fato de que os perfis de rampas (21.1, 24.1)apresentam no mínimo duas inclinações diferentes.
7. Regulador de sistema de hastes (20) de acordo com a reivin-dicação 5, caracterizado pelo fato de que os perfis de rampas (21.1, 24.1)apresentam uma configuração em forma curva.
8. Regulador de sistema de hastes (20) de acordo com uma dasreivindicações de 4 a 7, caracterizado pelo fato de que o acoplamento debloqueio de esferas (25) apresenta um acoplamento cônico (23, 24).
9. Regulador de sistema de hastes (20) de acordo com uma dasreivindicações de 4 a 8, caracterizado pelo fato de que os perfis de rampas(21.1, 24.1) e as esferas (5) dispostas entre eles são retidos adjacentes pormeio de uma mola giratória (22).
10. Freio de tambor com um regulador de sistema de hastes (20)como definido em uma das reivindicações de 1 a 9.
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