BRPI0611482A2 - método, garra e dispositivo para transporte de um item a ser tratado em um sistema de eletrólise - Google Patents
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Abstract
A presente invenção refere-se ao transporte e preferivelmente também ao contato elétrico de um item a ser tratado (1), por exemplo na forma de uma placa de circuito impresso ou uma folha condutora, em um sistema de eletrólise. Um dispositivo, de acordo com a invenção compreende um grande número de garras (10) capaz de se mover ao longo de um caminho de transporte (4) e acionado por um meio de acionamento contínuo (20) O dispositivo é configurado de tal maneira que as garras (10) na partida (4a) do caminho de transporte é conduzido de um estado aberto para um estado fechado para reter e preferivelmente também eletricamente contatar o item a ser tratado, e que as garras (10) respectivamente no final (4b) do caminho de transporte (4) são conduzidas de um estado fechado para um estado aberto para novamente liberar o item a ser tratado (1) Para este fim, as garras (10) compreendem uma primeira superfície de garra (19), arranjada em um lado do plano de transporte (2), e uma segunda superfície de garra (17), arranjada no lado oposto do plano de transporte (2) As garras (10) são configuradas de tal forma que ambas a primeira superfície de garra (19) e segunda superfície de garra (17) são móveis com relação ao plano de transporte (2) para abrir ou fechar a garra (10)
Description
MÉTODO, GARRA E DISPOSITIVO PARA TRANSPORTE DE UM ITEM ASER TRATADO EM UM SISTEMA DE ELETRÕLISE
A presente invenção refere-se a um método, uma garra ea um dispositivo para transporte e preferivelmente tambémpara contato elétrico com um item a ser tratado, tal como,por exemplo, placa de circuitos impressos ou folhascondutoras em um sistema de eletrólise. Em sistemas deeletrólise para tratamento eletrolítico oueletroplaqueamento de um item a ser tratado, na forma deplacas de circuito impresso ou folhas condutoras éconvencional durante o tratamento guiar o item a sertratado através de um banho compreendendo a soluçãoeletrolítica, o item convencionalmente sendo transportadoem um plano de transporte horizontal. Durante o tratamentoeletrolítico, é necessário contatar eletricamente o item aser tratado, então uma corrente pode sêr passada por umanodo localizado na solução eletrolítica no item a sertratado, que age como um catodo via solução eletrolítica,então permitindo uma deposição eletrolítica do material,por exemplo, cobre, no item a ser tratado ou uma remoção dematerial, por exemplo, por ataque químico, a ser realizada.o transporte do item a ser tratado através da soluçãoeletrolítica e o contato elétrico simultâneo, em que ascorrentes elétricas de 2.000A/m2 - com picos de 10.000A/m2,com relação à superfície de branco da placa de circuitoimpresso - têm que ser transmitidas compreende umconsiderável problema técnico.
O documento de patente DE 36 24 481 revela umdispositivo em que o transporte do item a ser tratado e ocontato elétrico a ser realizado por meio de garrasarranjadas de maneira adjacente uma em relação a outra emuma série em uma correia transportadora de movimentocontínuo. As garras prendem o item a ser tratado, no iníciodo caminho de transporte indo de um estado aberto para umestado fechado, produzindo assim simultaneamente o contatoelétrico requerido pelo item a ser tratado. No final docaminho de transporte, as garras respectivamente passam deum estado fechado para um estado aberto para novamenteliberar o item a ser tratado. Convencionalmente, o item aser tratado é convencionalmente preso e contatado em umcaminho de transporte por uma pluralidade de garrasadjacentes simultaneamente.
Neste dispositivo conhecido para transporte de um itemplano, a ser tratado, as garras são configuradas de talforma que uma primeira meia garra possuindo uma primeirasuperfície é arranjada abaixo do plano de transporte demodo a não ser movível com relação ao plano de transporte.
Uma segunda meia garra possuindo uma segunda superfície degarra é arranjada acima do plano de transporte e é movívelcom relação ao plano de transporte. 0 movimento da segundameia garra na direção do plano de transporte, para colocara garra em um estado fechado, é produzido por uma forçaelástica. 0 movimento reverso, para colocar a garra de umaposição fechada para uma aberta, ocorre contra a forçaelástica em que uma porção rigidamente conectada na segundameia garra é guiada via uma rampa fixada ao longo docaminho de transporte, causando então um movimento deascensão geral da segunda meia garra e a segunda superfíciede garra.
Entretanto, neste arranjo conhecido, existem problemascom relação à introdução do item a ser tratado entre asuperfície de garra inferior e a superfície de garrasuperior. Conforme a superfície de garra é fixada comrelação ao plano de transporte, este é descarregado com oplano de transporte. Para evitar o item a ser tratado deencostar ou ser arranhado por uma extremidade da superfícieinferior de garra durante a introdução entre a superfícieinferior de garra e a superfície superior de garra, énecessário para o item a ser tratado ser levantado docaminho de transporte e então introduzido entre asuperfície de garra inferior e a superfície de garrasuperior. Isto pode ocorrer, por exemplo, utilizando umarampa proporcionada na região de introdução. Entretanto,este procedimento é problemático, em particular no caso deplacas de circuitos impressos muito finas e folhascondutoras, como, no momento em que é preso o item a sertratado não está localizado no plano de transporte, entãoocorre o esticamento, a compressão ou outra forma dedistorção do item a ser tratado. Além disso, este problemaé também intensificado pelos efeitos de fluidez na soluçãoeletrolítica, como um resultado de que em particular, itensfinos a serem tratados são deformados e defIetidos do planode transporte desejado, então a deflexão causada pela rampadeve então ser aumentada pra permitir a introduçãoconfiável do item a ser tratado entre as superfícies degarra.
Tendo o subseqüente tratamento eletrolítico oudeposição de material adicional no item a ser tratado, asdeformações geralmente não são mais reversíveis e ocorre umalinhamento impreciso não aceitável durante as etapas deprocessamento subseqüentes, e portanto, há a rejeição. Alémdisso, o esticamento pode ocorrer na região de saída dodispositivo, i.e., durante a abertura da garra e asubseqüente progressão, no lado da meia garra arranjada demodo a não ser movível com relação ao plano de transporte,i.e., no lado inferior do item a ser tratado, e isto podetambém resultar em uma maior taxa de rejeição.
0 documento de patente WO 99/10568 refere-se àproteção de garras utilizando uma cobertura de materialplástico para reduzir a deposição de material nas garras.
Em vista dos problemas acima descritos, o objeto dapresente invenção é proporcionar uma garra ou dispositivopara transporte de um item a ser tratado que indica ummovimento do item a ser tratado fora do plano de transportee confiavelmente garante que o item a ser tratado não écomprimido, esticado, ou de outra forma distorcido duranteo tratamento eletrolítico e o transporte através da soluçãoeletrolítica.
De acordo com a invenção este objetivo é alcançadopelo método de acordo com a reivindicação 1, uma garra deacordo com a reivindicação 8 e por um dispositivo de acordocom a reivindicação 19. As reivindicações dependentesdefinem as modalidades vantajosas e preferidas da presenteinvenção.
0 método de acordo com a invenção para o transporte deum item a ser tratado, proporciona que, para o transportede um item a ser tratado ao longo de um caminho detransporte, e em um plano de transporte definido, o item aser tratado é preso no início do caminho de transporte pormeio de garras entre uma primeira superfície de garra e umasegunda superfície de garra, preferivelmente formada em umagarra em que as superfícies de garra são movidas ao longode um caminho de transporte para transportar o item a sertratado e então, no final do caminho de transporte, ocorrea nova liberação do item a ser tratado.
Isto permite que a primeira superfície de garra fiqueno plano de transporte após reter o item a ser tratado epermanecer no plano de transporte até o item a ser tratadoser liberado. Após a retenção do item a ser tratado, asegunda superfície de garra pode entrar em contato com orespectivo lado do item a ser tratado com força nãorespectiva à espessura do item a ser tratado, e então sermovida em afastamento em relação ao item de modo a liberá-lo. Como tanto a primeira quanto a segunda superfícies degarra são movidas para o plano de transporte para retençãodo item a ser tratado e são movidas em afastamento emrelação ao plano de transporte para novamente liberar oitem a ser tratado, o item a ser tratado não é movido parafora do plano de transporte.
Para garantir a introdução sem problemas do item a sertratado entre as superfícies de garra e a remoção ouorientação para fora das superfícies de garra, é, emparticular, proporcionado, que tanto a primeira quanto asegunda superfícies de garra são movidas com relação aoplano de transporte para prender ou novamente liberar oitem a ser tratado.
Preferivelmente o item a ser tratado é tambémeletricamente conectado via pelo menos uma das superfíciesde garra, uma corrente transmitida via superfície de garrapreferivelmente sendo pelo menos 650A/m com relação aocomprimento da placa
A pressão de superfície com a qual as superfícies degarra são comprimidas dentro do item a ser tratado - i.e.,a força - exercida no item a ser tratado, com relação àsuperfície de garra, ê preferivelmente de 0,2 N/mm2(0,2MPa) a 3,5 N/mm2(3,5 MPa), então permitindo suficientementeum contato elétrico de baixa resistência.
O dispositivo, de acordo com a invenção paratransporte de um item a ser tratado em um sistema deeletrólise é configurado de tal forma que o item a sertratado em um sistema de eletrólise é configurado de talforma que o item a ser tratado é transportado ao longo docaminho de transporte em um plano de transporte definido, odispositivo compreende um grande número de garras que sãoarranjadas de maneira móvel a uma distância um em relaçãoao outro ao longo do caminho de transporte. O movimento dasgarras ao longo do caminho de transporte é causado por ummeio de acionamento preferivelmente configurado como ummeio de acionamento rotativo na forma de uma correia deacionamento ou uma corrente de acionamento.
O dispositivo compreende meios de acionamento que sãoconfigurados de tal forma que na saída do caminho detransporte as garras respectivamente são proporcionadas emum estado fechado para prender o item a ser tratado epreferivelmente também para contatar eletricamente oreferido item durante o tratamento eletrolítico, e que asgarras respectivamente na extremidade do caminho detransporte são proporcionadas em um estado aberto paranovamente liberar o item a ser tratado. Para este fim, asgarras respectivamente compreendem uma primeira superfíciede garra, arranjada em um lado do plano de transporte, euma segunda superfície de garra, arranjada no lado opostodo plano de transporte. Para evitar que o item a sertratado seja mal posicionado ou suspenso pela garra durantea respectiva introdução entre a primeira e a segundasuperfícies de garra, é, de acordo com a invenção,proporcionado que tanto a primeira superfície de garraquanto a segunda superfícies de garra são móveis em relaçãoao plano de transporte para permitir que a garra prenda oitem a ser tratado em um estado fechado ou para permitirque a garra libere o item a ser tratado em um estadoaberto. Isto significa que quando a garra fecha, a primeirasuperfície de garra é movida em direção ao item a sertratado por um lado, enquanto que a segunda superfície degarra é movida para o item a ser tratado pelo outro lado.
Nenhuma das duas superfícies de garra está, portanto, nasproximidades do plano de transporte quando o item a sertratado é introduzido entre duas superfícies de garra,então não há necessidade de mover o item a ser tratado parafora do plano de transporte de modo a evitar malposicionamento em relação às superfícies laterais da garradurante a introdução entre as superfícies de garra. Issoconfere a vantagem de que o item a ser tratado é semprelocalizado completamente no plano de transporte no momentoem que a garra é fechada, então evitando a compressão, oesticamento ou outra forma de distorção do item fino eempilhável a ser tratado. Esta vantagem é particularmenteaparente se o item a ser tratado é preso por umapluralidade de garras em íntima proximidade com uma outraem sucessão.Para também reduzir as deformações do item a sertratado, é vantajoso se, após o aprisionamento do item aser tratado, as superfícies de garra não mudem asrespectivas posições com relação ao plano de transporte eas superfícies de garra das garras adjacentes não mudemsuas respectivas posições uma em relação a outra. 0dispositivo de acordo com a presente invenção e a garrasão, portanto, configurados de tal forma que, conforme serádescrito em grande detalhe mais adiante, que as forçasintroduzidas na garra causem a mínima deflexão possível.
A garra, de acordo com a invenção é configurada deacordo com as características seguintes. Para este fim,compreende preferivelmente uma primeira porção de garra coma primeira superfície de garra, uma segunda porção de garracom a segunda superfície de garra e uma porção de base comuma região de encaixe para encaixe da garra no meio deacionamento, tanto a primeira porção quanto a segundaporção de garra são encaixadas de forma móvel na porção debase. 0 encaixe móvel é preferivelmente um encaixedeslocável, apesar de um encaixe pivotável ser tambémpossível.
As garras são preferivelmente configuradas de talforma que sejam mantidas no estado fechado por uma forçaelástica e a garra é aberta contra força elásticautilizando o mecanismo de acionamento. Isto assegura que aforça exercida pela garra dentro do item a ser tratado podeser determinada pela força elástica e assim ser fácil eprecisamente adaptada aos requisitos. A pressão desuperfície com a qual as superfícies de garra sãopressionadas contra o item a ser tratado estápreferivelmente na faixa de aproximadamente 0,2 N/mm2(0,2MPA) a 3,5 N/mm2 (3,5 MPa) . Além disso, a configuração dagarra é simplificada, tendo em vista que a atuação ativapor meio de meios de acionamento deve ocorrer apenas em umadireção de movimento das superfícies de garra.
Vários tipos de construções podem ser proporcionadascomo meios de atuação para promover a abertura ou ofechamento da garra. Estes podem incluir, por exemplo, umacionador hidráulico, um acionador pneumático, um acionadorelétrico ou um acionador magnético.
Tendo em vista que, conforme descrito inicialmente, oplano de transporte é uniforme em um caminho de transportetotal, é vantajoso controlar os meios de acionamento de talforma que os itens a serem tratados possuam diferentesespessuras possam ser aprisionados sem qualquer dano. Istopressupõe que mesmo no caso de uma diferença máximaadmissível condicionada construtivamente em espessura, umasuperfície de garra não avança inadmissivelmente além, umaem relação a outra, por exemplo, porque percorre umapequena distância para cobrir, tendo a espessura do item aser tratado, de modo que, por exemplo, a superfície desuperior de garra pressiona o item a ser tratado antes damais baixa. Isto resultaria em uma superfície de garrapressionando o item a ser tratado para fora do plano detransporte antes da outra superfície de garra encoste oitem a ser tratado, em que o item a ser tratado seriaapenas retornado para dentro do plano de transporte, umavez as superfícies de garra tenham tido subseqüentementecolocadas contato novamente. É vantajoso, neste sentido,controlar o movimento das superfícies de garra como umafunção da espessura do item a ser tratado. Um movimento deavanço no tempo da superfície de garra inferior pode então,por exemplo, ser instigada, ou a velocidade de movimentodas superfícies de garra pode ser adaptada de modo que nocaso de itens mais grossos a serem tratados, a superfíciede garra inferior se move mais rapidamente do que asuperfície de garra superior. Se requerido, a espessura doitem a ser tratado pode ser detectada via sensoresconfigurados correspondentemente.
Preferivelmente, os meios de atuação são configuradosde tal maneira que eles mecanicamente acoplam o movimentodas garras ao longo de um caminho de transporte nomovimento da primeira e da segunda superfícies de garra emrelação ao plano de transporte. Tal configuração mecânicados meios de atuação possui a vantagem de que pode serproduzido de maneira pouco dispendiosa e também é confiávele robusta com relação a perturbações externas. 0 últimoaspecto é particularmente importante no contexto do sistemade eletrólise, em que tanto as correntes químicas quanto aselétricas são utilizadas. Uma configuração simples do meiode atuação mecânico pode, por exemplo, consistir emproporcionar uma primeira meia garra e uma segunda meiagarra para a segunda superfície de garra, as duas meiasgarras sendo acionadas de tal maneira que elas são movidasao longo do caminho de transporte, com um componente demovimento perpendicularmente em relação ao plano detransporte, de modo que durante o movimento das duas meiasgarras ao longo do caminho de transporte as superfícies degarra são movidas inicialmente para o plano de transporte eentão para fora do plano de transporte.Uma outra possibilidade consiste em proporcionar aolongo do caminho de transporte um elemento fixo em forma decunha que entra em contato com as projeções na primeirameia garra e na segunda meia garra, de modo que as meiasgarras são movidas em relação ao plano de transporte. Asmeias garras podem, por exemplo, ser prensadas em separadouma da outra, contra uma força elástica, pelo elemento emforma de cunha. 0 elemento em forma de cunha épreferivelmente arranjado de tal maneira que as forças quesão introduzidas para acionarem as primeira e segunda meiasgarras substancialmente compensam uma a outra.
O meio de atuação mecânica preferivelmente compreendeuma roda de entrada, respectivamente arranjada nas garras,e meios de encaixe, fixados em uma posição predeterminadaao longo de um caminho de transporte, a roda de entrada e omeio de encaixe, são arranjados de tal maneira que a rodade entrada entra no encaixe com o meio de encaixe quando arespectiva garra passa através de uma posiçãopredeterminada, causando então uma rotação da roda deentrada. O respectivo meio de conversão para conversão domovimento rotacional da roda de entrada dentro do movimentodas superfícies de garra com relação ao plano de transporteé então proporcionado preferivelmente nas garras. O uso daroda de entrada permite uma transmissão de baixo uso daforça a partir do movimento das garras ao longo do caminhode transporte dentro do movimento das superfícies de garracom relação ao plano de transporte. A roda de entrada épreferivelmente arranjada na região do meio de guia paraguiar o movimento da garra ao longo de um caminho detransporte, de modo que um pequeno grau de alavancagem éexercido na garra via roda de entrada.
0 meio de conversão para conversão do movimentorotacional da roda de entrada no movimento das superfíciesde garra com relação ao plano de transporte,preferivelmente compreende um disco rotatóriorotacionalmente acoplado à roda de entrada e que possui umasuperfície circunferencial externa, da qual a distânciaradial do eixo de rotação do disco rotatório varia ao longode uma direção circunferencial, i.e., é configurado como umdisco de carne, uma primeira porção guia, movível com aprimeira superfície de garra, e/ou uma segunda porção guia,movível com a segunda superfície de garra, sendorespectivamente mantido por uma força elástica, em contatocom uma região de superfície circunferencial externa dodisco rotatório. A força elástica, conforme descrito acima,é capaz de simultaneamente proporcionar a força requeridapara mover as superfícies de garra dentro dè um estadofechado. Nesta configuração de meio de conversão, épossível, por um lado, para a primeira e segunda porções deguia a estar em contato com a mesma superfíciecircunferencial do disco rotatório. Por outro lado,superfícies circunferenciais separadas do disco rotatório,ou mesmo dois discos rotatórios separados, cada umrotacionalmente acoplados à roda de entrada, podem serproporcionadas para cada uma das porções guia. Em qualquercaso, uma construção compacta que converte o movimentorotacional da roda de entrada em movimento das superfíciesde garra com relação ao plano de transporte, éproporcionada. Cada uma das superfícies de garra pode entãoser proporcionada com um curso individual de movimentosdurante a retenção e a nova liberação do item a ser tratadoe com um estado de retenção definido entre estas duasoperações. O disco rotatório e a roda de entrada sãopreferivelmente arranjadas na porção de base da garra, quenão é movível com relação ao plano de transporte e em queas primeira e segunda porções de garra, que são móveis emrelação a primeira e segunda superfícies de garra e sãorigidamente conectadas às porções guia, são conectadas demaneira deslocável.
É preferível proporcionar em pelo menos uma dassuperfícies de garra um retentor que limite o movimento dasuperfície de garra de tal forma que não seja possívelmovimento além do plano de transporte. Isto evita que oitem a ser tratado seja pressionado para fora do plano detransporte que possui em função de forças não uniformementeexercidas das primeira e segunda superfícies de garra. Alémdisso, neste caso, não é também necessário para o movimentoda primeira superfície de garra e da segunda superfície degarra acontecer simultaneamente. 0 processo de retençãopode ser conduzido com um alto grau de confiabilidade emque uma das superfícies de garra é inicialmente trazida atéseu ponto de parada e, portanto, próximo do plano detransporte pelo qual a superfície de garra é trazida até oitem a ser tratado, para reter o referido item pelo o outrolado.
o meio de acionamento é preferivelmente configuradocomo um meio de acionamento contínuo, por exemplo na formade uma correia de aciona ou uma corrente de acionamentofechado. As garras são preferivelmente conectadas ao meiode acionamento contínuo a uma distância uniforme uma emrelação a outra. Para evitar que a distância relativa entregarras adjacentes varie enquanto o item a ser tratado estásendo retido por estas garras, o meio de acionamento épreferivelmente configurado de tal maneira que é evitado odeslocamento das garras uma em relação a outra. Nestesentido, a configuração do meio de acionamento continuocomo uma corrente é, por exemplo, vantajoso, como nestecaso a natureza rígida da cadeia de elos permite apenas umleve movimento das garras, sustentadas na corrente deacionamento, uma em relação a outra. Além disso, é tambémpossível utilizar uma correia de acionamento lisa feita deum material flexível, um material que possui altaresistência para esticamento e compressão sendopreferivelmente utilizado. Um reforço assentado épreferivelmente proporcionado no meio de acionamento dotipo correia para aumentar sua rigidez e para permitir umaorientação precisa das garras. Quando selecionados osmateriais para o meio de acionamento, é vantajososelecionar materiais que possuam dependência de baixatemperatura, esticamento e encolhimento. Além disso, ummecanismo de tensionamento ou outro meio de tensionamentopode ser proporcionado para minimizar o movimento relativodas garras. Os meios de tensionamento podem serconfigurados com um meio de monitoramento de força para omeio de acionamento, permitindo então perturbações narevolução dos meios de acionamento também a ser detectado.
Se o meio de acionamento possui a forma de uma tira,uma grande superfície de encaixe é disponível para asgarras, então evitando o oscilação das garras ao longo dadireção de transporte. Isto é particularmente vantajoso seas garras estiverem conectadas ao meio de acionamento forado plano de transporte, tal que um braço de alavanca éformado entre as superfícies de garra e a região paraconexão no meio de acionamento. 0 arranjo do meio deacionamento fora do plano de transporte possui a vantagemde que, se o plano de transporte se estenderhorizontalmente, o meio de acionamento pode ser arranjadoacima do nível líquido da solução de eletrólise, como umresultado de que o meio de acionamento e os componentesconectados a ele são submetidos a uma solicitação menosrigorosa em termos de resistência a compostos químicos.
As porções de conexão para conexão nas garras sãopreferivelmente sustentadas nos meios de acionamento emintervalos predeterminados, as porções de conexãopreferivelmente se estendem pela largura inteira do meio deacionamento para demonstrar uma alta resistência comrelação a alavancagem. Neste contexto, é particularmentepreferível proporcionar uma conexão de liberação fácilentre as garras e as porções de conexão. Isto permite queas garras sejam facilmente desconectadas ou sustentadas nosmeios de acionamento para fins de manutenção ou em umasituação em que uma garra tenha que ser substituída. Naconfiguração do meio de acionamento como uma corrente deacionamento, as porções conectadas podem também serconfiguradas integralmente com os elos de corrente.
Para também restringir os movimentos relativos dassuperfícies de garra das garras adjacentes em um estadofechado, o dispositivo preferivelmente está compreendido emuma região para encaixe das garras no meio de acionamentocontínuo, pelo menos uma ranhura guia ou trilho guia que seestende paralelamente ao caminho de transporte, as porçõesde encaixe e/ou garras respectivamente possuem pelo menosum elemento guia configurado para ser recebido, durante omovimento da garra ao longo de um caminho de transporte, naranhura guia. A ranhura guia restringe os movimentos dassuperfícies de garra tanto na direção perpendicular nocaminho de transporte e em paralelo em relação ao caminhode transporte, então evitando deformações do item a sertratado. Neste sentido, é particularmente vantajoso se umarespectiva ranhura guia seja proporcionada em ambos oslados do meio de acionamento contínuo, proporcionando entãoum par de ranhuras guias, preferivelmente possuindorecessos opostos para um elemento guia correspondente nasporções de encaixe e/ou garras. Os recessos nas ranhurasguia podem facear uma a outra, tal que as ranhuras guiaenglobem a porção de conexão e/ou a garra de ambos oslados. Isto permite movimento das garras de maneiraperpendicular ao plano de transporte a ser restrito de umaforma eficaz particular. A guia de ambos os lados tambémevita que a garra oscile em torno de seu ponto de encaixe.
Em particular no caso de que o meio de acionamentocontínuo seja localizado fora do plano de transporte, porexemplo, acima do plano de transporte se o plano detransporte for orientado horizontalmente, é preferível quetambém uma ranhura guia que se estende substancialmente noplano de transporte, seja então proporcionada nas garras.
Tendo em vista que a ranhura guia atua na garras nasproximidades das superfícies de garra, a alavancagemexercida nas garras na região das superfícies de garrapodem ser de maneira particular e eficaz compensada.Nas ranhuras acima descritas e elementos guias dasporções de conexão e/ou garras, os elementos guiaparticularmente preferida possuem uma forma alongada, i.e.,estendida por um comprimento especifico ao longo do caminhode transporte, quando são recebidos na ranhura guia. Umaproteção ainda mais eficaz contra as oscilações das garras,com relação aos respectivos pontos de conexão no meio deacionamento continuo, ao redor de um eixo que se estendeperpendicularmente ao caminho de transporte é tambémconseguida.
Os elementos de guia se estendem de maneiraparticularmente preferida por um comprimento, as dimensõesdas quais são tais que os elementos guia das garrasadjacentes substancialmente apoiam um no outro na região docaminho de transporte. Primeiramente, isto permite que oefeito guia dos elementos guia seja otimamente utilizado.Além disso, é conseguido que o movimento indesejável ouoscilação das porções de encaixe adjacentes e/ou garrassejam restritos pelos respectivos elementos guiaadjacentes. A compressão do meio de acionamento na regiãodas garras localizada no caminho de transporte é tambémcompensada.
As garras para alimentação de corrente elétrica para otratamento eletrolitico também possui preferivelmente ummeio de contato respectivo, por exemplo, na forma de umcontato deslizante ou contato do tipo rolo, que éconfigurado para entrar no contato deslizante ou de rolocom um trilho condutor fixo. 0 contato de corrente entãoproporcionado é preferivelmente controlávelindependentemente do movimento das superfícies de garra,evitando então, a ocorrência de um fluxo não controlado decorrente ou de emissão de faíscas quando as superfícies degarra introduzem o item a ser tratado. Isto garante que, emparticular, que o fluxo de corrente seja ativado apenasquando as superfícies de garra tenham produzido um contatode retenção confiável com o item a ser tratado.
Em geral, a presente invenção também permite umtratamento eletrolítico eficaz, em particular no caso deitens muito finos a serem tratados, na forma de folhascondutoras, sem a ocorrência de deformações permanentes oudano causado ao item a ser tratado. Além disso, o movimentode ambos os lados proporcionado de acordo com a presenteinvenção, da superfícies de garra com relação ao plano detransporte garante uma retenção confiável que éindependente da espessura do item a ser tratado.
A presente invenção será descrita posteriormente emmaior detalhe utilizando uma modalidade preferida em comreferência às figuras, em que:
A Figura 1 ilustra esquematicamente o modo de operaçãode um dispositivo para contatar eletroliticamente etransportar placas de circuito impresso ou folhas decondutor em um sistema de eletrólise de acordo com umaprimeira modalidade da presente invenção;
A Figura 2A e a Figura 2B ilustram esquematicamente omodo de operação de uma garra de acordo com uma modalidadeda presente invenção, a Figura 2A ilustra um estado abertoda garra e a Figura 2B ilustra um estado fechado da garra;
A Figura 3 ilustra uma seção transversal da garra deacordo com a presente invenção;
A Figura 4 A e a Figura 4B ilustram a conexão dasgarras em um meio de acionamento contínuo e meios de guia,proporcionada na região para conexão das garras nos meiosde acionamento, de acordo com uma modalidade da presenteinvenção;
A Figura 5 ilustra uma seção transversal de um sistemade eletrólise compreendendo o dispositivo para contatoelétrico e transporte de placas de circuito impresso oufolhas de condutor conforme mostrado nas Figuras 1 a 4; e
A Figura 6 é uma seção transversal aumentada de umaconexão da garra no sistema de eletrólise.
A Figura 1 ilustra esquematicamente um dispositivopara contatar eletricamente e transportar um item plano aser tratado 1, por exemplo, na forma de placas de circuitoimpresso ou folha de condutor. 0 item a ser tratado 1 éguiado pelo dispositivo ao longo de um caminho 4, a direçãode transporte sendo ilustrada no diagrama pela direção daseta que indica o caminho de transporte 4. Também, o meiode transporte 3, na forma de rolos ou rodas que alimentam oitem a ser tratado 1 no dispositivo ou guia para fora dodispositivo, é arranjado tanto na partira 4a e na saída 4bdo caminho de transporte 4.
O item a ser tratado 1 é transportado ao longo de umcaminho de transporte 4 por meio de garras 10 conectadas emum meio de acionamento contínuo 20 na forma de uma correiaou de uma corrente. O meio de acionamento contínuo 20 éguiado ao redor de rolos preferivelmente dentados 22 eacionados por um motor (não mostrado) .
As garras 10 são configuradas de tal forma que napartida do caminho de transporte 4a, as garras sãoconduzidas de um estado aberto para um estado fechado, demodo que elas retenham o item a ser tratado 1. A retençãodo item a ser tratado 1 resulta simultaneamente no contatoelétrico do item a ser tratado 1, permitindo o tratamentoeletrolitico do item a ser tratado 1 a ser realizadodurante o transporte do item a ser tratado 1 no caminho detransporte 4. Como resultado do tratamento eletrolitico, ummaterial condutor, por exemplo cobre é depositado no item aser tratado 1. No final 4b, do caminho de transporte 4, asgarras 10 são trazidas de um estado fechado para um estadoaberto para um estado aberto para novamente liberar o itema ser tratado 1. Na figura 1, aquelas garras localizadas nocaminho de transporte 4 e portanto, estando no estadofechado conforme mostrado.
Conforme pode ser visto na Fig. 1, o item a sertratado 1, é guiado ao longo de um lado do meio deacionamento continuo 20. Pelo outro lado do meio deacionamento contínuo 20, as garras 10 estão em um estadoaberto. Esta região, em que as garras 10 retornam de umaextremidade 4b do caminho de transporte 4 para o respectivoinício 4a, é preferivelmente utilizada para remover omaterial depositado durante o tratamento eletrolitico doitem a ser tratado 1 nas garras 10.
0 outro meio de transporte 3 configurado como rolos ourodas, na partida 4a e na terminação 4b do caminho detransporte 4 e também as garras 10 garantem o transporte,ocorrendo dentro de um plano de transporte definido 2, doitem a ser tratado 1. Para garantir que o item a sertratado 1 na partida 4a e na terminação 4b do caminho detransporte 4 é transportado no mesmo plano como na regiãodo meio de transporte 3 configurado como rolos, uma regiãode sobreposição é proporcionada entre o meio de transporte3 e o caminho de transporte 4. Além disso, sãoproporcionadas guias de deslizantes e/ou rodas (nãomostradas), que suportam o item a ser tratado 1 durante otransporte ao longo de um caminho de transporte 4, então, oreferido item é mantido preso durante todo o comprimento doplano de transporte 2.
A Fig. 1 mostra um arranjo em que o item a ser tratado1 é preso pelas garras 10 apenas e uma de suasextremidades. É, evidentemente, também possívelproporcionar um outro meio de acionamento 20 compreendendogarras 10 para prender o item a ser tratado 1 em seu ladooposto como em um poço.
As Figs. 2A e 2B ilustram esquematicamente o modo deoperação das garras 10. A ilustração da Fig. 2A correspondea um estado aberto da garra 10 e a ilustração da Fig. 2Bcorresponde ao estado fechado da garra 10. 0 plano detransporte 2 é ilustrado como uma linha interrompida nasFiguras 2A e 2B. Será assumido doravante que o plano detransporte 2 se estende em um plano horizontal. Entretantooutras orientações do plano de transporte 2, por exemplo,uma orientação vertical, também são possíveis. Paragarantir uma orientação melhorada do item a ser tratado 1pelo meio de transporte 3 configurado como rolos, taisrolos podem ser proporcionados em ambos os lados do planode transporte 2. Se, como será assumido em diante, o planode transporte 2 está orientado horizontalmente, os rolospodem ser fornecidos no meio de transporte 3 somente abaixodo plano de transporte 2. Entretanto um arranjo em ambos oslados é também possível e possui vantagens para compensaros efeitos de fluidez.
Conforme ilustrado nas Figuras 2A e 2B, a garra 10compreende uma primeira porção inferior de garra 18 e umasegunda porção superior de garra 16. A porção inferior degarra 18 compreende uma primeira superfície de garrainferior 19 e a porção de garra superior 16 compreende umasegunda superfície de garra superior 17. A superfície degarra superior 19 é arranjada abaixo do plano de transporte2 e a superfície de garra superior 17 é arranjada acima doplano de transporte 2. Tanto a superfície de garra superior17 quanto a superfície de garra inferior 19 são móveis, comrelação ao plano de transporte 2, ao longo como indicado nadireção de garra 5 para abrir ou fechar a garra 10.
No estado aberto mostrado na Figura 2A, as superfíciesde garra 17, 19 estão a uma distância predeterminada doplano de transporte 2, permitindo que o item a ser tratado1 seja introduzido entre as superfícies de garra 17, 19 semque o item a ser tratado 1 seja introduzido entre assuperfícies 17, 19 sem que o item a ser tratado 1lateralmente desloque lateralmente as porções de garra 16,18. Tendo em vista que há suficiente abertura tanto paracima quanto para baixo, não é também necessário mover oitem a ser tratado 1 para fora do plano de transporte 2para garantir uma introdução segura do item a ser tratado 1entre as superfícies de garra 17, 19. Este é o caso mesmoque os itens a serem tratados 1 tenham espessurasdiferentes.
Conforme pode ser visto na Fig. 2B, a garra 10 éconfigurada de tal forma que, no estado fechado da garra10, a superfície de garra inferior 19 está no nível doplano de transporte 2, i.e., adjacente a este, enquanto quea superfície de garra superior 17 está adjacente ao ladosuperior do item a ser tratado 1 para exercer, junto com asuperfície de garra superior 19, uma força de retenção noitem a ser tratado 1. A posição, adjacente ao plano detransporte 2, da superfície de garra 19 é preferivelmentegarantido via retentor que é arranjado a uma distância fixacom relação ao plano de transporte 2 e limita o movimentode ascensão da porção de garra inferior 18.
A Fig. 3 é uma vista seccional da garra 10, em que omeio de atuação proporcionado para abertura ou fechamentoda garra 10 pode, em particular, também de ser visto.
A garra 10 compreende uma porção de base 11, atravésda qual a garra 10 é sustentada no meio de acionamentocontínuo 20. A porção de base 11 está assim, em umadistância fixa com relação ao plano de transporte 2. Aporção de garra superior 16 e a porção de garra 18 sãoconectadas à porção de base 11 de modo a serem deslocáveisao longo da direção de garra 5. A porção de garra superior16 e a porção de garra inferior 18 estão configuradas comoclipes metálicos respectivamente compreendendo uma porçãovertical que se estende ao longo da direção de garra 5 euma porção horizontal que se estende paralelamente ao planode transporte 2, a porção horizontal sendo respectivamentelocalizada na região inferior das porções de garra 16, 18 ea superfície de garra superior 17 e a superfície de garrainferior 19 sendo configuradas na extremidade da porçãohorizontal da porção de garra 16 ou 18 respectivamente. Asporções horizontais garantem que as superfícies de garra17, 19 estejam arranjadas em posições opostas com relaçãoao plano de transporte 2 e podem ser movidas em direção aou em afastamento por meio de deslocamento das porções degarra 16, 18 ao longo da direção de garra 5.
O meio de acionamento compreende um roda de entrada12a arranjada na garra 10 de tal for a que, ao ser movida agarra 10 ao longo de um caminho de transporte 4, a ditaroda entra em encaixe em posições específicas com umacremalheira 12b formada por um material plástico ou por ummetal e é rodado, como um resultado do movimento da garra10, por uma predeterminada quantidade ou ângulo de rotação.Como uma alternativa a cremalheira 12b, pode ser utilizadoum outro meio de encaixe fixado em uma posição específicado caminho de transporte 4, no caso mais simples umaprojeção. Entretanto, o uso de uma cremalheira 12b, que seestende por um comprimento específico ao longo de umcaminho de transporte 4 possui a vantagem de que o ângulode rotação pelo qual a roda de entrada 12a é rodada podeser ajustada de uma maneira precisa sobre o comprimento dacremalheira 12b.
A roda de entrada 12a é arranjada em um eixo comum derotação com um disco de rotação 14 possuindo, ao longo deuma direção axial, uma primeira superfície circunferencialexterna e uma segunda porção circunferencial externa. Aprimeira superfície de porção circunferencial externa e asegunda superfície de porção circunferencial externa estãorespectivamente a uma distância radial, variando ao longoda direção circunferencial, do eixo de rotação do disco derotação 14.
Uma porção guia 16a que está rigidamente conectada àporção de garra superior 16 é mantida por uma mola 16b emcontato deslizante ou de rolamento com uma região daprimeira porção de superfície circunferencial do disco derotação 14. A mola 16b é recebida em um furo guia na porçãoguia 16a e é inserida como uma mola de compressão entre aporção guia 16a e uma porção de montagem lia rigidamenteconectada na porção base 11. A mola 16b se estende ao longoda direção de garra 5, então, com a rotação do discorotatório 14, a porção guia 16a e com ela a porção de garra16 e a superfície de garra 17 são deslocadas ao longo dadireção de garra 5. 0 deslocamento da porção guia 16a édependente da distância radial da região, e contato com aporção guia 16a, da primeira porção de superfíciecircunf erencial externa do disco de rotação 14 do eixo derotação. Se esta distância radial aumenta com a rotação dodisco de rotação, a mola 16b é comprimida. Se a distânciadiminui com a rotação do disco de rotação 14 a mola éliberada.
Uma construção similar é proporcionada para uma porçãoguia 18a, que é rigidamente conectada à porção de garrainferior 18 e é mantida pela força elástica de uma mola 18bem contato deslizante com a segunda porção de superfíciecircunf erencial do disco de rotação 14. A mola 18b érecebida em um furo guia na porção guia 18a e é inseridacomo uma mola de compressão entre a porção guia 18a e aporção de montagem inferior Ilb rigidamente conectada àporção de base 11. Se na região, contatada pela porção guia18a, da segunda porção de superfície circunferencialexterna do disco de rotação 14, a distância radial do eixode rotação aumenta em função da rotação do disco rotatório14, a mola 18b é comprimida. Por outro lado, se a distânciadiminui, a mola 18b é liberada.
Na Fig. 3. as porções guia 16a e 18a são arranjadas emlados opostos, na direção de garra 5, do disco de rotação14, então a porção guia 16a contata o disco rotatório 14acima enquanto que a porção guia 18a contata o disco derotação 14 abaixo. A superfície circunferencial externa dodisco de rotação 14 é contatado em porções de superfíciecircunferenciais externas do disco de rotação 14, estasporções de superfície circunferencial axiais diferem emsuas configurações com relação à variação na distânciaradial da superfície circunferencial externa do eixo derotação. O movimento das porções guia 16a e 18a e,portanto, das porções de garra 16 e 18 podem assim serindependentemente ajustadas como uma função da posiçãorotacional da roda de entrada 12a. Entretanto, é tambémpossível que o disco de rotação 14 possua meramente umaporção de superfície circunferencial externa com a qual asporções guia 16a e 18a estejam em contato. Neste caso, aconstrução do disco de rotação 14 é simplificada, mas aspossibilidades para controle independente do movimento dasporções de garra 16 e 18 são restritas.
Como é aparente a partir da Fig. 3 e da descriçãoseguinte, na garra 10, a superfície de garra superior 17 esuperfície de garra inferior 19 são pressionadasconjuntamente quando a garra 10 fecha, pela força elásticadas molas 16b e 18b enquanto que a garra 10 abre, asporções de garra 16 e 18 se movem contra a força elásticadas molas 16b e 18b, de modo que as molas 16b e 18b sejamcomprimidas. A força com a qual as superfícies de garra 17,19 são comprimidas conjuntamente é portanto definida pelaforça elástica das molas 16b, 18b e podem ser ajustadas viacaminho de compressão das molas 16b, 18b. A mola 10,portanto, permite que a força exercida, durante o processode retenção do item a ser tratado 1 seja ajustado conformerequerido. Preferivelmente, a força com a qual assuperfícies de garra 17, 19 são comprimidas uma contra aoutra ou contra o item a ser tratado 1 é de aproximadamente50N. A pressão de superfície está entre 0,2 N/mm2(0,2 MPa)e 3,5 N/mm2(3,5 MPa). É possível exercer forças de 250N oumais no item a ser tratado por meio das superfícies degarra 17, 19, então garantido contato elétrico confiável doitem a ser tratado 1, através do qual correntes de 2 00 A oumais por garra podem ser transmitidas. As correntestransmitidas pelo item a ser tratado 1 pelas superfícies degarra 17, 19, são tipicamente na região de 20 A. A correnteem relação ao comprimento da garra do item a ser tratado 10é tipicamente 350 A/m e pode atingir em picos 7.000 A/m.
O disco de rotação 14 é preferivelmente feito de metalpara garantir uma alta tensão. As porções guia 16a 18apreferivelmente consistem, pelo menos na região em contatocom o disco de rotação 14, de um material plástico,garantindo então um baixo grau de fricção, um baixo uso eisolamento elétrico.
Para evitar que o item a ser tratado 1 seja esticado,comprimido ou de qualquer outra forma distorcido oudeformado durante o transporte por meio das garras 10, énecessário garantir, durante o processo de fechamento e noestado fechado das garras 10, um mínimo de movimentorelativo das regiões de garras 17, 19 das garras adjacentes10. 0 dispositivo para contato elétrico e transporte doitem a ser tratado 1 é, portanto, configurado de talmaneira que os movimentos relativos das garras 10 no estadofechado são eliminados, a despeito de se tais garras 10tenham sido presas ao item a ser tratado 1 ou se estãovazias. Primeiramente, a construção, descrita comreferência à Fig. 3, para abertura e fechamento da garra 10permite, neste sentido, uma pequena construção da garra,então há um baixo grau de ação de alavancagem, com relaçãoao ponto de conexão no meio de acionamento 20, nas garras10. Além disso, o meio para conexão das garras 10 no meiode acionamento 2 0 é rígido em sua configuração e sãoproporcionados meios guias que reduzem os movimentosindesejados das garras 10 a um mínimo. O encaixe das garras10 no meio de acionamento 20, e os meios guia serãodescritos posteriormente com relação às Figuras 4A, 4B e 5.
A Figura 4A é uma vista seccional através de umaregião para conexão da garra 10 no meio de acionamentocontínuo 20. Para melhor clareza, a garra 10 não foimostrada. Meramente, uma porção de fundo 11' da garra,que, no estado de montagem completa, é rigidamenteconectada à porção de base 11 da garra 10, conformemostrado.
As garras 10 podem ser sustentadas para conexão dasporções 32, por exemplo, por aparafusamento. Entretanto,uma conexão de liberação rápida, por exemplo, compreendendoum mecanismo de baioneta, que permite que as garras 10facilmente seja conectada ou removida, por exemplo, parafacilitar o trabalho de manutenção, é preferivelmenteproporcionado para esta finalidade.
Conforme pode ser visto na Fig. 4A, o meio deacionamento contínuo 20 se estende por uma larguraespecífica perpendicularmente ao plano de transporte 2,i.e., ao longo da direção da garra 5. O meio de acionamentoestá assim na forma de uma tira ou correia larga e,portanto, possui uma alta resistência à tensão ao longo dadireção de garra 5. No caso de uma correia, um reforço, porexemplo na forma de fibras de reforço ou tiras feitas demetal ou um outro material adequado, cujo reforço sejaintroduzido dentro do material flexível da correia, épreferivelmente proporcionado. Podem então ser transmitidasaltas forças para garras, enquanto que ao mesmo tempo égarantida a resistência química, um baixo grau de fricção euma baixa elasticidade dos meios de acionamento 20.
Para cada uma das garras 10, uma porção de encaixe 32,que se estende pela inteira largura do meio de acionamentocontínuo 20, é sustentada no meio de acionamento contínuo20. A porção de conexão 32 compreende um recesso pararecebimento do meio de acionamento contínuo 20, aumentandoentão a rigidez da conexão entre a porção de conexão 32 e omeio de acionamento 20. A porção de conexão 32 pode sersustentada no meio de acionamento contínuo 20, por exemplo,por meio de aparafusamento, adesão ou similar.
A porção de conexão 32 possui elementos guia 32a, 32bem ambos os lados do meio de acionamento 20. O elementoguia 32a se estende para cima a partir da porção de conexão32 e o elemento guia 32b se estende para baixo a partir daporção de conexão 32. Os elementos guia 32a, 32b sãopreferivelmente integrais com a porção de conexão 32, mastambém pode ser rigidamente conectado a este. Além disso, étambém possível proporcionar os elementos guia 32a ou 32bcomo parte da garra 10 em que eles estão, por exemplo,conectados à porção de fundo 111 ou estão posicionadosintegralmente.
Conforme mostrado na Fig. 4A, o dispositivo possuiranhuras guia 34a e 34b que se estendem paralelas aocaminho de transporte 4. Uma ranhura guia superior 34a éarranjada acima do meio de acionamento 20 e é configuradapara receber o elemento guia superior 32a. Para este fim, aranhura de guia superior 34a possui uma aberturaverticalmente para baixo, substancialmente na forma de "U"em sua seção transversal. Uma ranhura de guia inferior 34bé proporcionada abaixo do meio de acionamento contínuo 20 eé configurado para receber um elemento de guia inferior32b. Para este fim, uma ranhura inferior 34b possui umaabertura para cima, substancialmente na for a de nU" naseção transversal. As ranhuras guia 34a e 34b, portanto,contêm uma porção de encaixe 32 em ambos os lados com doiselementos guia 32a, 32b, garantindo então uma orientaçãopróxima da porção de conexão 32 e da garra 10 conectadadesta forma. Esta orientação elimina, em particular, osmovimentos indesejados da garra 10 perpendicularmente aoplano de transporte 2 e também oscilação da garra 10 emtorno de seu ponto de conexão no meio de acionamentocontínuo 20.
A Fig. 4B é uma vista seccional da ranhura de guiasuperior 34a ao longo de linha A-A na Figura 4A. Conformepode ser visto na Fig. 4B, os elementos guia 32a possuemuma forma alongada. É então aumentada a estabilidade daconexão da garra 10 no meio de acionamento contínuo 20 comrelação à oscilação e ao balanço. Conforme pode ser vistona Fig. 4B, o comprimento dos elementos guia 32a é dedimensões tais que os elementos guia adjacentes 32asubstancialmente movem um ao outro. A ranhura guia inferior34b e os elementos guia inferior 32b das porções de encaixe32 são configurados de uma maneira similar àquela ilustradana Fig. 4B para a ranhura guia superior 34a e os elementosguia superior 32a. Como um resultado deste arranjo demovimento dos elementos guia 32a, 32b, a rigidez geral domeio de acionamento contínuo 20 é aumentada. Além disso, acompressão do meio de acionamento contínuo 20, quereduziria a distância relativa entre as garras adjacentes10, pode ser eficientemente eliminada.
O meio de acionamento contínuo 20 pode, por exemplo,compreende um material plástico, enquanto que as porções deconexão 32 são preferivelmente feitas de metal. Paragarantir características de deslizamento eficazes doselementos guia 32a, 32b nas ranhuras guia 34a, 34b, asranhuras guia 34b, 34b preferivelmente compreendem ummaterial plástico que possui características dedeslizamento eficazes com relação ao metal dos elementosguia 32a, 32b ou são forrados em seus recessos com materialplástico ou similar.
A Figura 5 é uma vista seccional simplificada atravésde um sistema de eletrólise compreendendo o dispositivoacima descrito para contato elétrico e transporte do item aser tratado 1.
0 sistema de eletrólise possui um arranjo superior deanodo 8a, em uma câmara de anodo, e um arranjo de anodoinferior 8b. As linhas de alimentação de energia para oarranjo de anodo superior 8a e o arranjo de anodo inferior8b são denotados 7a e 7b, respectivamente. Para aorientação do item a ser tratado 1 ao longo do plano detransporte 2, os elementos guia superiores 6a e elementosguia inferiores 6b, respectivamente, que se estendem doarranjo de anodo 8a, 8b na direção do plano de transporte eevitam o contato direto do item a ser tratado 1 com oarranjo de anodos 8a, 8b são configurados no arranjo deanodo superior 8a, e o arranjo de anodo inferior 8b. Oselementos guia 6a, 6b podem compreender rodas rolamentos,elementos condutores e similares.
Além disso, uma tela 9 é arranjada entre a câmara doanodo e uma região através da qual as garras 10 sãoguiadas. A tela 9 reduz a deposição eletrolítica dematerial nas garras 10. Uma outra redução na deposição domaterial nas garras 10 pode ser conseguida em que as garras10 são proporcionadas com uma cobertura de materialplástico conforme descrito no documento WO 99/10568.
Conforme pode ser visto na Fig. 5, o meio decontínuo 20 é arranjado acima do plano detransporte 2 do item a ser tratado 1. Para melhor clareza,a conexão das garras 10 no meio de acionamento contínuo 20e a configuração da garra 10 não são mostradas em detalhena Figura 5.
Conforme mostrado na Fig. 5, um outro elemento guia42, localizado substancialmente no nível do plano detransporte 2, é conectado às garras 10. Conforme noselementos guiã 32a, 32b, que foram descritos com referênciaà Figura 4A e Fig. 4B o elemento guia 42 é recebido,durante o movimento da garra 10 ao longo do caminho detransporte 4, em uma ranhura guia 44. O elemento guia 42 ea ranhura guia 44 garante particularmente uma orientaçãoeficaz da garra 10, tendo em vista que há uma maiordistância com relação ao ponto para conexão 10 no meio deacionamento contínuo 20. Conforme descrito para oselementos guia 32a, 32b e ranhuras guia 34a, 34b, oelemento guia 42 é preferivelmente feito de metal, enquantoque a ranhura guia 44 consiste de um material plástico ou éforrada com tal material. Tendo em vista que o elementoguia 42 é localizado substancialmente na mesma altura doplano de transporte 2 e pode, portanto, ser localizadoabaixo do nível líquido da solução de eletrólise no sistemade eletrólise, o isolamento elétrico é preferivelmenteproporcionado entre o elemento guia 42 e a garra 10. Adeposição eletrolítica do material no elemento guia 42 éentão evitado.
A Fig. 5 também mostra um contato 15a da garra 10,que, para alimentação de uma corrente dentro da garra 10,está em contato deslizante ou de rolamento com o trilhocondutor 15b. O contato 15a é preferivelmente mantido poruma força elástica no trilho condutor 15b. 0 contato 15a ésustentado na porção de garra inferior 18 e uma linhaflexível 13 é proporcionada para transmitir a corrente dana porção superior de garra 16.
Um contato de corrente na garra 10 é, portanto,proporcionada pelo contato 15a e trilho condutor fixo 15b.0 contato de corrente da garra 10 é preferivelmentecontrolável independentemente do movimento das superfíciesde garra 17, 19 com relação ao plano de transporte 2. É,então possível não apenas ativar a alimentação da correntenas superfícies de garra 17, 19 da garra 10 até a garraestar seguramente e confiavelmente fechada, então evitandoura fluxo de corrente incontrolável ou mesmo faíscas. 0contato de corrente pode, por exemplo, ser controladomecanicamente via contato deslizável 15a e o trilhocondutor 15b
A Fig. 6 é uma vista seccional aumentada do encaixe dagarra 10 no sistema de eletrólise. É particularmente clarona Fig. 6 que a conexão da porção de base 11 da garra 10 naporção de fundo 11' que por sua vez está conectada no meiode acionamento 20 através da porção de conexão 32. Conformepode ser visto na Figura 6, a roda de entrada 12a e o discode rotação 14 da garra 10 são arranjadas na região do meioguia para orientação de movimento da garra 10. 0 roda deentrada 12a é em particular, localizado substancialmente nomesmo nível como ranhura guia 34b, então, como um resultadodo encaixe da roda de entrada 12a com a cremalheira 12d,que é preferivelmente conectado à ranhura guia 34b, não éexercida qualquer alavancagem da garra 10, ou a alavancagemexercida é absorvida sem oscilação da garra 10.
O dispositivo acima descrito pode ser modificado emvárias formas. Por exemplo, o plano de transporte 2 não temque ser horizontalmente orientado. Onde ocorrer movimentosrelativos entre os componentes, por exemplo, entre o meiode acionamento e a ranhura guia, os mancaiscorrespondentes, por exemplo, mancais de deslizamento ou derolamento, podem ser utilizados para reduzir a fricção. 0movimento da superfície de garra inferior 19 e dasuperfície de garra superior 17 com relação ao plano detransporte 2 pode ocorrer simultaneamente ou mesmo emdefasagem. Além disso, os meios de acionamento alternativospara abertura e fechamento também podem ser utilizados. Osmeios de acionamento podem ser configurados de tal formaque eles não derivem a energia requerida para abertura oufechamento da garra do acionamento da garra, i.e., domovimento da garra, e compreendem para este fim, porexemplo, um acionamento pneumático, um acionamentohidráulico, um acionamento elétrico, um acionamentomagnético ou uma solução mecânica alternativa. Uma conexãodo tipo eixo entre o disco de rotação 14 e a porção degarra 18 pode também ser proporcionada, então, a mola 18bpode ser dispensada. A conexão do tipo eixo é, em nestecaso, preferivelmente configurada de tal maneira que asuperfície de garra inferior 19 é conduzida no plano detransporte 2 pela rotação do disco de rotação 14, enquantoque o item a ser tratado é retido por meio de uma forçaelástica via porção de garra superior 16. A força requeridapara abertura da garra 10 pode então ser reduzida, e umretentor para limitar o movimento da superfície de garrainferior 19 não é requerido.
Claims (33)
1. Método para transporte de um item a ser tratado (10)em um sistema de eletrólise, o item a ser tratado (10)sendo transporta ao longo de um caminho de transporte (4)em um plano de transporte definido (2) , compreendendo asseguintes etapas:reter o item a ser tratado (10) em um sistema deeletrólise, o item a ser tratado (10) entre uma primeirasuperfície de garra (19) e uma segunda superfície degarra (17);mover a primeira superfície de garra (19) e a segundasuperfície de garra (17) ao longo de um caminho detransporte (4); eliberar o item a ser tratado (10) no final (4b) docaminho de transporte (4) por meio de liberação da garraque retém o item a ser tratado (10);em que o método compreende o movimento da primeirasuperfície de garra (19) e da segunda superfície de garra(17) com relação ao plano de transporte para reter ouliberar o item a ser tratado (10),caracterizado pelo fato de quequando retendo o item a ser tratado (10) , uma dassuperfícies de garra (17, 19) estará no nível do plano detransporte (2) e é adjacente a este.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o método inclui um contatoelétrico do item a ser tratado (10) via pelo menos uma dassuperfícies de garra (19, 17).
3. Método, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que uma corrente é alimentada noitem a ser tratado (1) via pelo menos uma superfície degarra (17,19) .
4. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2 ou 3, caracterizado pelo fato de quepara a retenção do item a ser tratado (10) , a primeirasuperfície de garra (19) e a segunda superfície de garra(17) são pressionadas no item a ser tratado (10) com umaforça que, com relação à superfície de garra, está entre-0,2 N/mm2(0,2 MPa) a 3,5 N/mm2(3,5 MPa).
5. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3 ou 4, caracterizado pelo fato de queo movimento da primeira superfície de garra (19) e dasegunda superfície de garra (17) com relação ao plano detransporte (2) ocorre simultaneamente.
6. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3 ou 4, caracterizado pelo fato de queo movimento da primeira superfície de garra (19) e dasegunda superfície de garra (17) com relação ao plano detransporte (2) ocorre de uma forma defasada.
7. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4, 5 ou 6, caracterizado pelo fatode que o plano de transporte (2) se estende desubstancialmente na horizontal.
8. Garra (10) para transporte de um item a ser tratado(1) em um sistema eletrolítico, a garra (10) sendoconfigurada para ser arranjada de maneira movível ao longode um caminho de transporte (4) para transportar o item aser tratado (1) ao longo de um caminho de transporte (4) emum plano de transporte definido (2) , a garra (10) sendoconduzida de um estado fechado na partida (4a) do caminhode transporte (4) para reter o item a ser tratado (1) esendo conduzida para um estado aberto ao final (4b) docaminho de transporte (4) para liberar o item a ser tratado(1),a garra (10) compreendendo uma primeira superfície degarra(19), arranjada em um lado do plano de transporte (2)e uma segunda superfície de garra (17), arranjada em umlado oposto do plano de transporte (2), ea garra (10) sendo configurada de tal forma que ambasprimeira superfície de garra (19) e segunda superfície degarra (17) são móveis com relação ao plano de transporte(2) para conduzir a garra (10) para um estado fechado parareter o item a ser tratado (1) ou para conduzir a garra(10) para um estado aberto para liberar o item a sertratado(1), caracterizada pelo fato de que no estadofechado da garra (10), uma das superfícies de garra (17,19) está no nível do caminho de transporte (4) e érespectivamente adjacente.
9. Garra (10), de acordo com a reivindicação 8,caracterizada pelo fato de que a garra (10) compreende umaprimeira porção (18) com a primeira superfície de garra(19) , uma segunda porção de garra (16) , com uma segundasuperfície de garra (17) e uma porção de base (11) ,a porção de base (11) compreende uma região de encaixepara encaixe do meio de acionamento (20), etanto a primeira porção de garra (18) e segunda porçãode garra (16) sendo encaixada de maneira movível na porçãode base (11).
10. Garra (10), de acordo com a reivindicação 8 ou 9,caracterizada pelo fato de que a garra (10) é configuradade tal maneira que é mantida em um estado fechado por umaforça elástica e a garra (10) é aberta contra a forçaelástica utilizando um meio de atuação (12a, 12b)
11. Garra (10), de acordo com qualquer uma dasreivindicações 8, 9 ou 10, caracterizada pelo fato de que agarra (10) compreende uma roda de entrada (12a) e um meiode conversão (14, 16a, 16b) para conversão de um movimentorotacional da roda de entrada (12a) em movimento dassuperfícies de garra (17, 19).
12. Garra (10), de acordo com a reivindicação 11,caracterizada pelo fato de que o meio de conversão (14, 16a, 16b) compreende um disco de rotação (14) acoplado demaneira rotativa à roda de entrada (12a) e que possui umasuperfície circunferencial externa, da qual a distânciaradial do eixo de rotação do disco de rotação (14) varia aolongo da direção circunferencial, uma primeira porção guia(16b), movível com a primeira superfície de garra (19) ,e/ou uma segunda porção guia (16a), movível com a segundasuperfície de garra (17), sendo respectivamente mantida,por uma força elástica, em contato com uma região dasuperfície circunferencial externa do disco de rotação (14).
13. Garra (10), de acordo com a reivindicações 11 ou 12, caracterizada pelo fato de que a garra (10) compreendeum meio guia (32a, 32b) para guiar o movimento da garra(10) ao longo do caminho de transporte (4) , a roda deentrada (12a) sendo arranjada na região do meio guia.
14. Garra (10), de acordo com qualquer uma dasreivindicações 8, 9, 10, 11, 12 ou 13, caracterizada pelofato de que a garra (10) compreende um retentor que limitao movimento da primeira superfície de garra (19) na direçãodo plano de transporte (2) de tal forma que a primeirasuperfície de garra (19) pode não se mover além do plano detransporte (2).
15. Garra (10), de acordo com qualquer uma dasreivindicações 8, 9, 10, 11, 12, 13 ou 14, caracterizadapelo fato de que a garra (10) compreende um retentor quelimita o movimento da segunda superfície de garra (17) nadireção do plano de transporte (2) de tal forma que asegunda superfície de garra (17) pode não se mover além doplano de transporte (2).
16. Garra (10), de acordo com qualquer uma dasreivindicações 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14 ou 15,caracterizada pelo fato de que a garra (10) compreende umcontato (15a) que é configurado para entrar em contatodeslizante ou de rolamento com um trilho condutor fixo(15b) para proporcionar um contato de corrente paraalimentar uma corrente elétrica nas superfícies de garra(17, 19).
17. Garra (10), de acordo com a reivindicação 16,caracterizada pelo fato de que o contato de corrente écontrolável independentemente do movimento da primeirasuperfície de garra (19) e da segunda superfície de garra(17).
18. Garra (10), de acordo com qualquer uma dasreivindicações 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16 ou 17,caracterizada pelo fato de que a garra (10) é configuradapara realizar o método de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 7.
19. Dispositivo para transporte de um item a sertratado (1) em um sistema de eletrólise, o dispositivosendo configurado de tal maneira que o item a ser tratado(1) é transportado ao longo de um caminho de transporte (4)em um plano de transporte definido (2) ,o dispositivo compreendendo uma pluralidade degarras(10) que são arranjadas de forma movivel a umadistância uma da outra ao longo de um caminho de transporte(4) , o dispositivo compreende um meio de acionamento (20)para acionamento do movimento das garras (10) ao longo docaminho de transporte (4),o dispositivo compreende um meio de atuação (12a, 12b, 14) que são configurados de tal maneira que na partida (4a)do caminho de transporte (4) , em cada caso, as garras (10)são conduzidas a um estado fechado para conter o item a sertratado (1) na partida (4a) do caminho de transporte (4), eque no final (4b) do caminho de transporte (4) , em cadacaso, as garras (10) são conduzidas a um estado aberto paraliberar o item a ser tratado (1),as garras (10) compreendem uma primeira superfície degarra (19) , arranjada de um lado do plano de transporte(2) , e uma segunda superfície de garra (17), arranjada nolado oposto do plano de transporte (2) , eas garras (10) sendo configuradas de tal maneira queambas a primeira superfície de garra (19) e segundasuperfície de garra (17) são móveis com relação ao plano detransporte (2) para conduzir as garras (10) para um estadofechado para reterem o item a ser tratado (1) ou paraconduzir as garras (10) para um estado aberto para liberaro item a ser tratado (1),caracterizado pelo fato de que no estado fechado das garras(10) , uma das superfícies de garra (17, 19) está no níveldo caminho de transporte (4) e é respectivamente adjacente.
20. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 19,caracterizado pelo fato de que as garras (10) sãorespectivamente configuradas de acordo com qualquer uma dasreivindicações 8 a 19.
21. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 19 ou 20, caracterizado pelo fato de que omeio de atuação (12a, 12b) são configurados de tal formaque eles mecanicamente se acoplam ao movimento das garras(10) ao longo do caminho de transporte (4) para o movimentoda primeira superfície de garra (19) e a segunda superfíciede garra (17) com relação ao plano de transporte (2).
22. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 19, 20 ou 21, caracterizado pelo fato de queos meios de atuação (12a, 12b) compreendem uma roda deentrada (12a), respectivamente arranjadas nas garras (10),e meio de encaixe (12b), fixada em uma posiçãopredeterminada ao longo de um caminho de transporte (4) aroda de entrada (12a) e o meio de encaixe (12b) sendoarranjados de tal forma que a roda de entrada (12a) entraem encaixe com o meio de encaixe (12b) quando a respectivagarra (10) passa através de uma posição predeterminada,causando então a rotação da roda de entrada (12a).
23. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 22,caracterizado pelo fato de que o meio de encaixe (12b)compreende uma cremalheira que se estende ao longo de umcaminho de transporte (4) por um comprimento, as dimensõesque são tais que a roda de entrada (12a) é rodada por umaquantidade predeterminada quando a garra (10) passa atravésde uma posição predeterminada.
24. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 19, 20, 21, 22 ou 23, caracterizado pelofato de que o meio de acionamento (20) é configurado comoum meio de acionamento contínuo.
25. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 24,caracterizado pelo fato de que o meio de acionamentocontínuo (20) é configurado como uma correia feita de ummaterial flexível que possui alta resistência à compressãoe a cargas de tensão.
26. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 25,caracterizado pelo fato de que a correia de acionamentocompreende um reforço.
27. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 24,caracterizado pelo fato de que o meio de acionamentocontínuo (20) é configurado como uma corrente.
28. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 24, 25, 26 ou 27, caracterizado pelo fato deque as porções de encaixe (32) para encaixe das garras (10)são presas nos meios de acionamento contínuo (20) emdistâncias predeterminadas.
29. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 28,caracterizado pelo fato de que uma conexão de liberaçãorápida é proporcionada entre as garras (10) e as porções deencaixe (32).
30. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 24, 25, 26, 27, 28 ou 29, caracterizado pelofato de que o dispositivo compreende, na região de conexãodas garras (10) no meio de acionamento contínuo (20) , pelomenos uma ranhura guia (34a, 34b) que se estende emparalelo ao caminho de transporte (4), as porções deencaixe (32) e/ou as garras (10) respectivamente possuempelo menos um elemento guia (32a, 32b) configurado para serrecebido, durante o movimento da respectiva garra (10) aolongo de um caminho de transporte (4) , na ranhura guia(34a, 34b).
31. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 24, 25, 26, 27, 28 ou 29, caracterizado pelofato de que o dispositivo compreende em ambos os lados domeio de acionamento contínuo (20) , uma respectiva ranhuraguia (34a, 34b) possuindo recessos opostos para oselementos de guia correspondentes (32a, 32b) que sãorespectivamente providos nas porções de encaixe (32) e/ouas garras (10) e são configurados para serem recebidos,durante o movimento da respectiva garra (10) ao longo docaminho de transporte (4) , no recesso correspondente dasduas ranhuras guia (34a, 34b).
32. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29,-30 ou 31, caracterizado pelo fato de que o dispositivocompreende uma ranhura guia (44) que se estendesubstancialmente no plano de transporte (2) e ao longo docaminho de transporte (4) , as garras (10) compreendem umrespectivo elemento guia (42) configurado para serrecebido, durante o movimento das garras (10) ao longo deum caminho de transporte (4) na ranhura guia (44).
33. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 30, 31 ou 32, caracterizado pelo fato de queas dimensões dos elementos guia (32a, 32b, 42) são tais queos elementos guia (32a, 32b, 42) das garras adjacentes (10)substancialmente se encostam uma na outra quando as garras(10) estão localizadas na região do caminho de transporte (4).
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