BRPI0612499A2 - método e aparelho para redução de amÈnia, dióxido de carbono e patogêneses em galinheiros - Google Patents

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Abstract

MéTODO E APARELHO PARA REDUçãO DE AMONIA, DIOXIDO DE CARBONO E PATOGêNESES EM GALINHEIROS. A presente invenção refere-se a uma instalação para crescimento de galináceos ou aves (11) que utiliza uma estrutura de piso ventilado que inclui um piso ventilado (64) através do qual líquido e gás podem fluir, mas que retem o esterco depositado sobre o mesmo e um piso pleno inferior fechado (62) abaixo do piso ventilado, que inclui uma barreira de líquido e vapor (60) cobrindo a superfície do solo. Sopradores em uma parte de cima plena podem descarregar ar quente através de tubos condutores dobrados pendurados para dentro do piso pleno para fornecer calor através do piso ventilado. Um grande número de resfriadores por evaporação indireta (42) e sopradores de ar associados (44) nas paredes da instalação forçam o ar de fora, resfriado ou não resfriado, para dentro da instalação de crescimento e criam uma pressão maior na instalação de crescimento que a pressão no piso pleno. Sopradores a vácuo (72) associados com o piso pleno fazem com que o ar e os contaminantes contidos no ar fluam através do piso e exaurem os mesmos do pleno para fora da instalação que seca o esterco sobre o piso e reduz a formação de amónia e o crescimento de agentes patogênicos. Uma porta móvel que empurra controlada por eletricidade empurra a ave na idade de comercialização para um transportador para coleta.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO EAPARELHO PARA REDUÇÃO DE AMÔNIA, DIÓXIDO DE CARBONO E PATOGÊNESES EM GALINHEIROS".
Pedido de Patente Relacionado
Este pedido de patente é intitulado e, nesse caso, reivindica aprioridade do pedido de patente U.S. provisório N2 de Série 60/693.797, de-positado em 27 de junho de 2005.Antecedentes da Invenção
1. Campo da Invenção
A presente invenção refere-se, de forma geral, a melhorias nasnovas e nas estruturas cie galinheiros existentes e a métodos de operaçãoque reduzem contaminantes contidos no ar, tais como amônia (NH3), metano(CH4), dióxido de carL io (CO2) e sulfeto de hidrogênio (H2S)1 emissões eagentes patogênicos ir íuindo, mas não limitados a salmonella, E. coli, coc-cidiose, outras Iinhagenc- de bactérias e o desenvolvimento de fungos/bolor,enquanto aumentam concorrentemente a remoção de dióxido de carbono, odesempenho de aves para produção de carne, a remoção de esterco de ga-lináceos, o choco dos pintos e o bem-estar geral dos galináceos durante oprocesso de criação.
A presente invenção refere-se ainda a estruturas de galinheiro ea métodos para integrar a criação de pintos (as primeiras duas semanas decriação) com a criação após as primeiras duas semanas a fim de aumentar aprodução geral de galináceos.
2. Informação Antecedente
A indústria de criação de galináceos se baseia na produção emmassa e na margem baixa em que casualidades na produção ou redução nopeso que poderia ser considerada trivial em outras atividades comerciaispode ser prejudicial ao custo de produção. A magnitude da indústria é evi-dente partindo do fato de que um galinheiro típico (aproximadamente 12,2atè 18,3 m (40 até 60 pés) χ 152,4 até 182,9 m (500 até 600 pés)) manterá25.000 até 45.000 aves por bando. No momento da coleta, um galinheirocomercial típico pode ter uma densidade de 743,2 cm2 (0,8 pé quadrado) porgalináceo ou 0,51 MPa (7,5 lbs/pé2). Cada ave terá consumido uma médiade 816 gramas (1,8 Ibs) de alimento kg (libra) de galináceo e uma média de8,52 L (2,25 galões) de água por kg (libra) de galináceo até o momento dacoleta. Quarenta por cento do alimento e da água são consumidos durante aúltima semana de criação. Os galináceos para grelha são criados até umamédia de 2,5 kg (5,5 Ibs) e gaios até uma média de 3,3 kg (7,25 Ibs). Aquantidade total de esterco depositado sobre a forragem do solo durantecada ciclo de criação é de aproximadamente 68.038 kg (150.000 Ibs). Aquantidade total de água excretada é de aproximadamente 189.270 litros(50.000 galões), o que torna impossível atingir e/ou manter a secura da for-ragem da cama sob condições existentes de galinheiro.
O esterco úmido e a forragem da cama saturada, junto com ocalor forte dos animais gerados por tantas aves, resultam em condições am-bientais perfeitas para o desenvolvimento de bactérias e fungos. Infelizmen-te, o uso amplamente espalhado de resfriadores por evaporação para a re-dução da temperatura pode ser contraproducente no fato de que resulta emalta umidade, que também conduz à produção de amônia e agentes patogê-nicos. Uma vez que as bactérias se alimentam do esterco e se multiplicam,produzem grandes quantidades de gás amônia, assim como gás metano. Aquebra do ácido úrico é responsável por 60% até 75% das emissões de a-mônia e CO2. O uso de sistemas de ventilação para a remoção da amônia eoutros gases não é uma solução satisfatória uma vez que tal uso pode terresultados indesejáveis tal como a introdução de ar frio dentro da instalaçãodurante o tempo frio com ventilação mínima.
Um dos problemas principais que resultam de altos níveis deamônia no galinheiro é uma variação mais ampla na uniformidade do bando.
A porcentagem de pequenos galináceos pode ser tão alta quanto dez porcento (10%) ou mais e tais aves podem não se recuperar da falta de cresci-mento no início de seu ciclo de vida devido ao fato de que não podem com-petir ou alcançar a água e os sistemas de alimentação, que ficam em umaelevação para acomodar as aves de tamanho normal no bando. Um outroproblema resultante dos altos níveis de amônia é a maior susceptibilidadeaos agentes patogênicos causadores de doenças incluindo, mas não limita-dos à infecção por E. coli, à bronquite infecciosa e à Doença de New Castle.
Uma pesquisa demonstrou que os níveis de amônia em ou aci-ma de 50 ppm (partes por milhão) inibem o crescimento das aves, criandoum grau de perda de peso em todas as aves, não apenas nos galináceoscom crescimento retardado. Tal perda de peso pode ser tanto quanto 226gramas (meia libra) por ave durante um período de criação típico de setesemanas. Na verdade, foi mostrado que os níveis de amônia tão baixosquanto 25 ppm diminuem o crescimento dos galináceos. Níveis altos de a-mônia também criam defeitos físicos tal como cegueira nas aves. Não é ne-cessário dizer que uma redução no número e no tamanho de aves que po-dem ser comercializadas em um bando pode ser significativamente prejudi-cial ao custo de produção. Além disso, os danos financeiros para o produtorresultantes da perda de aves maduras vão além das vendas perdidas porcausa do custo previamente gasto de alimentação dos galináceos.
Como citado anteriormente, a decomposição do ácido úrico con-tribui para 60% até 75% das emissões de amônia no galinheiro e grandesquantidades de dióxido de carbono que inibem o crescimento também sãoproduzidas. O dióxido de carbono é 50% mais pesado que o ar e fica coleta-do em uma camada que permanece próxima ao piso da instalação afetandoo ambiente no nível das aves. Além disso, é difícil remover o dióxido de car-bono devido ao fato de que os orifícios de exaustão em instalações conven-cionais ficam tipicamente localizados em posições elevadas bem acima dacamada de dióxido de carbono. Ainda, a densidade dos galináceos no gali-nheiro reduz a capacidade de realizar a descarga do dióxido de carbono dainstalação uma vez que os galináceos ocupam o mesmo espaço no piso dainstalação que o dióxido de carbono. A concentração do gás dióxido de car-bono é também maior durante a última semana de criação porque os galiná-ceos consomem aproximadamente 40% de seu alimento total e requerimen-tos de água durante este período de tempo à medida que atingem seu po-tencial genético para o crescimento. O tamanho dos galináceos assim comosua alta concentração por m2 (pé2) do espaço do piso torna conseqüente-mente muito difícil eliminar apropriadamente o dióxido de carbono e qualqueroutro gás mantido entre e sob os galináceos.
No momento da coleta dos galináceos a forragem da cama estásaturada com esterco úmido, tornando-a o ambiente perfeito para que altosníveis de amônia, salmonella, E. coli, coccidiose, várias linhagens de bacté-rias, fungo/bolor e outros agentes patogênicos se desenvolvam e se multipli-quem. Este problema é provocado no momento da coleta devido ao fato deque o alimento e as linhas de água são levantados a uma elevação alta forado alcance dos galináceos em preparação para o procedimento de coleta.Os galináceos conseqüentemente então se alimentam naturalmente da for-ragem da cama contaminada com o resultado sendo freqüentemente a con-taminação significativa dos galináceos pelos agentes patogênicos potenciaiscontidos nos alimentos, isto é, salmonella, E. coli e Campylobacter.
A detecção da amônia obviamente permitiria que etapas fossemfeitas em um esforço de reduzir o nível de amônia; entretanto, tais etapas nãosão freqüentemente realizadas porque-muitos^rodutores-não estão conscien-—tes dos níveis baixos, mas prejudiciais, de amônia em suas instalações. Talinconsciência é causada pelo fato de que o nariz humano perde a sensibilida-de olfatória à amônia após exposição repetida ou em longo prazo e os criado-res ficam incapazes de detectar níveis de amônia de 50 ppm ou inferiores de-vido a tal deterioração. Experimentos controlados mostraram que 50 ppm a-mônia causarão uma perda de peso de meia grama (meia libra) em um perío-do de criação típico de galináceo para grelha de sete semanas.
Os riscos e os gastos adicionais do criador que ocorrem porcausa da amônia e outros contaminantes contidos no ar presentes em insta-lações para criação de aves não estão limitados a aves uma vez que taiscontaminantes também criam perigos substanciais à saúde das pessoas quetrabalham em tais instalações incluindo tosse, irritação nos olhos, dispnéia,cefaléias, fadiga e alterações comportamentais resultando em dias de traba-lho perdidos e maiores custos para a saúde e seguro ao produtor.
3. Descrição da Tecnologia Anterior
Tem sido prática da indústria de aves requerer que os produto-res satisfaçam certas condições mínimas de galinheiro. Estes requerimentosincluem o fornecimento de um piso compactado com sujeira. Sobre este pisocom sujeira, 7,62 cm (três (3) polegadas) de forragem da cama (flocos demadeira, serragem, palha, papelão cortado etc., algumas vezes referidoscomo "cama") são necessários. A finalidade pretendida desta cama é forne-cer o isolamento do piso e ter a capacidade de absorver umidade do estercode galináceos.
Um outro requerimento para os produtores é fornecer uma venti-lação capaz de trocar o ar total no galinheiro uma vez por minuto durante otempo quente (túnel de ventilação) e fornecer uma ventilação mínima capazde trocar o ar total por ventilação cruzada a cada 6 até 8 minutos no tempofrio, em adição à manutenção de uma temperatura requerida, água e forra-gem. Tais requerimentos de ventilação não são eficientes em relação à e-nergia.
O planejamento convencional dos galinheiros e a tecnologia deventilação em uso atualmente consistem ern um túnel de ventilação no tem-po quente e uma ventilação cruzada mínima no tempo frio, nenhum proce-dimento conforme à emissão de amônia por EPA e aos padrões de exposi-ção humana de OSHA. A umidade retida na cama, junto com o alimento nãodigerido e o ácido úrico encontrado no esterco de galináceos, cria um ambi-ente exclusivamente produtivo para o desenvolvimento de amônia, dióxidode carbono, sulfeto de hidrogênio, metano, bactérias e fungo/bolor. A pre-sente invenção se direciona a um aparato e a métodos para aliviar os pro-blemas anteriores.
O túnel ou a ventilação laminar dos galinheiros convencionais notempo quente é fornecida através de uma série de ventiladores de exaustãolocalizados em uma extremidade do galinheiro alongado que puxa o ar aolongo do comprimento do galinheiro (exaustão). Na extremidade oposta dogalinheiro alongado, o ar do ambiente é puxado através de blocos de resfri-amento saturados de água fria (captação) que resfriam e saturam o ar queentão se desloca ao longo do comprimento do galinheiro e é eliminado pelosventiladores de exaustão.Embora o sistema de ventilação em túnel do ar saturado comágua crie a sensação de temperaturas menores na maior parte dos animais,não é eficiente para resfriar os galináceos devido ao fato de que não perspi-ram. Além disso, suas penas isolam sua pele de forma que os efeitos do flu-xo de ar saturado com água pode na verdade ser adverso aos mesmos por-que o método natural dos galináceos de resfriamento é através de ofego. Oofego é o ato de puxar o ar à temperatura ambiente para dentro dos pulmõese dos sacos aéreos dos galináceos para absorção do calor corporal e deexpelir este ar mais quente. Sua capacidade de se resfriarem eficientementeatravés do ofego é enormemente prejudicada quando o ar já está saturadocom umidade antes da inalação. Esta condição força os galináceos a ofega-rem durante períodos de tempo prolongados durante os quais estão quei-mando calorias devido à atividade muscular do peito e não estão comendoou bebendo água, afetando assim negativamente seu crescimento.
O método de resfriamento por ventilação por túnel descrito ante-riormente sofre de inconvenientes adicionais devido à incapacidade do arsaturado com umidade de absorver a umidade adicional da forragem da ca-ma. Uma vez que a forragem da cama fica saturada com água e esterco ecom a falta da luz natural, é gerado um calor substancial pela forragem dacama aumentando assim a temperatura em torno dos galináceos. É criadoassim um ambiente para a multiplicação de bactérias e fungos/bolores. Alémdisso, o ar saturado com água aumenta a decomposição de ácido úrico e asemissões do dióxido de carbono e da amônia, assim como do metano resul-tantes. A água adicional e o ar saturado também aumentam a produção bac-teriana de amônia na cama.
Um outro problema com a ventilação por túnel convencional éque esta faz com que os galináceos migrem em direção ao ar que entra bus-cando ar fresco oxigenado, se amontoando rigidamente na extremidade decaptação de ar e causando danos e ferimentos. Esta migração também au-menta a concentração de esterco nesta área e reduz também a área para aabsorção natural de água pela forragem de cama, uma vez que os galiná-ceos defecam em uma área reduzida do piso, que previne que a forragem decama evapore o líquido e impede a secagem da forragem de cama.
A ventilação por túnel é adicionalmente ineficiente para a remo-ção do gás dióxido de carbono pesado produzido pelo ciclo de respiraçãonormal dos galináceos, assim como a decomposição do ácido úrico que ficaconcentrado na parte inferior do galinheiro próximo à forragem de cama emque é coberta pelos galináceos.
Uma alternativa é utilizar depuradores de ar, que são tipicamen-te instalados na extremidade de exaustão do ar do galinheiro para a remo-ção da amônia e de outras emissões de gases. Embora provada em outrasindústrias, esta tecnologia é muito dispendiosa e requer alta manutenção eum consumo de energia substancial. Além disso, os depuradores de ar nãopossuem efeito sobre a contaminação por salmonella, E. coli, coccidiose,várias linhagens de bactérias e fungos/bolores e depuradores de gases nãofornecem vantagens que aumentam o bem-estar dos galináceos.
A coleta de galináceos para comercialização nos galinheiros ho-je em dia é feita manualmente ou com um equipamento de captura mecani-zado até um grau baixo. O método manual consiste em vários funcionários(perseguidores dos galináceos) que perseguem, capturam e seguram asaves pelos seus pés. Colocando uma perna de galináceo entre cada dedoaté ter uma mão cheia, os galináceos são então colocados em uma gaiolaem um número prescrito. Quando a gaiola estiver cheia, esta é apanhadapor uma empilhadeira e carregada sobre um caminhão para transporte paraa planta de processamento. O método mecanizado consiste em um veículode auto-propulsão ou motorizado, equipado com um transportador para car-regar os galináceos para fora a fim de posteriormente colocá-los manual-mente dentro da gaiola. Na entrada do transportador há duas rodas/escovasque giram para dentro; alguns com dedos de borracha, outros utilizam mate-riais plásticos para puxar o galináceo para dentro do transportador, enquantoos funcionários simultaneamente estão encurralando os galináceos para aentrada do transportador da máquina.
Os presentes procedimentos de coleta são dispoendiosos e cri-am vários problemas indesejáveis. No caso do sistema manual, o trabalho éo problema principal tanto por causa de sua disponibilidade quanto custo. Oprocesso é estressante para os galináceos, com ossos sendo quebrados eos galináceos sendo feridos, reduzindo assim o valor do produto. O métodomecanizado requer equipamento dispendioso e também estressa e fere umaporcentagem muito grande dos galináceos. Um outro problema substancialsurge do fato de que tanto os veículos de empilhadeira quanto a máquina decoleta passam de galinheiro em galinheiro, resultando assim no espalha-mento de agentes patogênicos e doenças entre as fazendas de galináceos.A biossegurança de pessoas e equipamento é um problema grave.
Durante as primeiras duas semanas dos pintos, o ambiente as-sim como a temperatura são importantes para atingirem o potencial genéticocompleto. O choco inapropriado é uma das causas mais comuns de estressena produção de aves.
Há um grande corpo de informação disponível com as tempera-turas de chocadeira recomendadas durante este período de tempo crítico.Todas estas recomendações são feitas assumindo que o ponto de partida éuma forragem de cama seca limpa. Os materiais para forragem de camautilizados atualmente são absorventes e não são capazes de secar duranteo período de tempo no galinheiro (tipicamente 13 dias) uma vez que o ester-co bloqueia qualquer ventilação que seria necessária para realizar este pro-cesso. Uma vez que o galinheiro está preparado para o choco a temperaturaé aumentada acima de 35°C (95°F). Isto não somente é extremamente inefi-ciente em relação à energia, mas causa a evaporação da urina retida pelaforragem de cama do bando anterior. Esta reação química produz grandesquantidades de gás amônia assim como dióxido de carbono. Embora o gali-nheiro esteja a 35°C (95°F), a evaporação no nível do piso em que os pinti-nhos ficam colocados cria um efeito de resfriamento. Os gases de CO2 são50% mais pesados que o ar. Isto cria um ambiente muito precário para ospintinhos uma vez que precisam de ar aquecido e fresco ou apropriadamen-te oxigenado.
Sumário da Invenção
Para resolver os problemas técnicos de galinheiros existentes edos procedimentos operacionais ineficientes estabelecidos que estão sendoatualmente seguidos, a presente invenção fornece aparatos e métodos queevitam o uso de forragem de cama e que fornecem melhor controle da venti-lação, da temperatura e da umidade. O aparato é o método da presente in-venção atuam removendo a água e a umidade do esterco depositado no pi-so de forma a reduzir a formação de amônia e talvez a formação de metano,assim como reduzem o crescimento de salmonella, E. coli, coccidiose, váriaslinhagens de bactérias e fungos/bolores. O esterco e o piso do galinheiro sãomantidos secos. Se contaminantes contidos no ar forem gerados, são efi-cazmente removidos do galinheiro e exauridos para fora. A presente inven-ção aumenta ainda o potencial de desempenho genético dos galináceos, auniformidade e fornece melhor coleta de aves maduras no momento de coleta.
A presente invenção pode ser realizada em um novo galinheiroou em um modernizado dentro de qualquer galinheiro existente. O galinheirodesta invenção possui uma câmara de criação de aves ou de crescimentofechada por um teto, uma parede frontal, uma parede de trás, uma paredelateral à direita, uma parede lateral à esquerda e uma estrutura de piso comvários componentes que fornece uma estrutura de piso ventilada. A estruturade piso possui um componente de piso ventilado, tal como um carpete geo-têxtil ou secções de plástico moldadas planas com pequenas aberturas deventilação dispostas lado-a-lado, através das quais o ar e o líquido podemfluir facilmente, mas mantêm todos os sólidos sobre sua superfície superior.
O piso ventilado se estende parede-a-parede ao longo de toda a câmara decriação para suportar os galináceos sobre o mesmo. Fica espaçado abaixodo piso ventilado um componente inferior feito de material impermeável àágua e vapores, tal como uma folha de polietileno ou similar, que previneque a água ou qualquer outro líquido ou gases escapem e/ou entrem na ter-ra abaixo do galinheiro.
Fica espaçado entre o piso ventilado e a barreira impermeávelum grande número de módulos de plástico ventilados lado-a-lado que sus-tentam o piso ventilado e com a membrana impermeável forma um piso pie-no inferior fechado abaixo da superfície inferior do carpete geotêxtil (ou outrocomponente de piso ventilado). O piso pleno pode ser mantido à pressãosubatmosférica por um ou mais ventiladores de exaustão que criam um dife-rencial de pressão entre a câmara de criação e o piso pleno que conduz pa-ra baixo o fluxo de ar proveniente da câmara de criação através do compo-nente de carpete geotêxtil ou do componente de piso ventilado e do estercosobre o mesmo e para dentro do piso pleno. Os ventiladores de exaustãoentão exaurem o ar, a umidade e os contaminantes contidos no ar puxadopara dentro do piso pleno para o exterior.
Em uma modalidade preferida, componente inferior impermeávelque cobre a terra abaixo do galinheiro e os módulos de plástico ventiladoslado-a-lado que sustentam o piso ventilado são combinados em um módulode piso inferior unitário. Cada módulo de piso inferior inclui um componentede base planta e um grande número de elementos de suporte ocos voltadospara cima ou espaçadores. Os elementos de suporte ocos preferencialmentepossuem o formato de cones e são truncados na parte superior para forne-cer uma superfície de suporte plana voltada para cima com uma aberturacircular no seu centro. O componente de base planta dos módulos de pisoinferiores tem um formato plano retangular, preferencialmente de quadrado eos módulos unitários são preferencialmente moldados por injeção de materi-al polimérico adequado. As extremidades laterais de cada componente infe-rior plano incluem ainda um elemento ou elementos conectados de formaque quando estão colocados lado-a-lado sobre a terra, os componentes infe-riores planos se conectam. Assim, os componentes inferiores planos cobrema superfície da terra sob o galinheiro.
Nesta modalidade preferida, o piso ventilado é feito de um gran-de número de seções de piso modular ventiladas cada uma possuindo omesmo tamanho e formato retangular, preferencialmente de quadrado, comoo componente de base plano dos módulos de piso inferiores. As seções ven-tiladas retangulares também são moldadas por injeção de um material poli-mérico adequado e possuem vários orifícios pequenos para permitir que ogás e a umidade passem através dos mesmos, mas retêm o esterco e outrossólidos sobre sua superfície superior. As seções de piso ventiladas incluemainda projeções cilíndricas ou protuberâncias que se estendem partindo desua superfície inferior e têm tamanho para "snap-fit" ou se conectarem den-tro das respectivas aberturas circulares na parte superior de cada elementode suporte oco com formato cônico.
Quando a estrutura de piso é montada nesta modalidade, as se-ções de piso ventilado estão preferencialmente em ziguezague em relaçãoaos módulos inferiores. A relação em ziguezague produz uma estrutura depiso ventilado total que é uma estrutura unitária conectada sobre toda a su-perfície do piso do galinheiro, exceto adjacente às extremidades laterais porcausa da relação em ziguezague das seções de piso e dos módulos de pisoinferiores, que podem ser mantidos limpos quando necessário.
Quando montadas juntas, as seções de piso ventilado lado-a-lado constituem o piso ventilado. Os módulos inferiores lado-a-lado, comseus componentes de base planos conectados cobrindo a superfície do soloe os espaçadores com formato de cone sustentando as seções de piso, for-mam o pleno inferior fechado abaixo do piso ventilado.
Uma fonte de fluxo de ar para dentro da câmara de criação écriada através de um grande número de ventiladores de injeção de ar ambi-ente controlados por eletricidade montados no espaço da parte de cima ple-na do galinheiro. Os ventiladores possuem um orifício de entrada de ar quese comunica com a parte de cima plena e um orifício de descarga de ar quese comunica com o piso pleno. O ar fresco pode entrar no espaço da partede cima plena através do fluxo de entrada do ar ambiente permitindo que asaberturas nos poleiros amplos pendurados do galinheiro. O ar ambiente éconseqüentemente puxado para dentro da parte de cima plena aberta e des-carregado para dentro do piso pleno onde é dispersos e se levanta atravésdo piso ventilado para dentro da câmara de criação.
Uma segunda fonte de fluxo de ar para dentro da câmara de cri-ação é fornecida por um grande número de resfriadores por evaporação indi-retos e sopradores de ar que economizam energia montados ao longo dasparedes laterais do galinheiro. Os sopradores de ar direcionam o ar ambien-te ou resfriado para dentro da câmara de criação que confere uma pressãopositiva à câmara de criação criando um diferencial de pressão entre a câ-mara de criação e o piso pleno. Este diferencial de pressão pode fazer comque o ar, o dióxido de carbono, a amônia, o metano, o sulfeto de hidrogênioe a umidade na câmara de criação conseqüentemente flua para baixo atra-vés do carpete geotêxtil ou outro componente de piso ventilado para dentrodo piso pleno, deixando o esterco seco mantido na parte superior do carpetegeotêxtil ou outro componente de piso. O ar junto com quantidades reduzi-das de dióxido de carbono, amônia, metano, sulfeto de hidrogênio e umidadeno piso pleno são então exauridas e descarregadas externamente ao gali-nheiro. Fazendo isso, a umidade da câmara de criação é diminuída e a a-mônia e outros contaminantes contidos no ar provenientes do esterco sobreo piso ventilado, assim como na câmara de criação inteira, são reduzidos oueliminados.
No momento da coleta, os galináceos são gentilmente instigadospor iuzes, treinamento sensoriai e/ou parede móvel que empurra controladapor eletricidade para posicioná-las sem danos sobre um transportador deremoção ao longo de um lado da instalação para a remoção dos galináceosda instalação.
Quando o galinheiro está pronto para a limpeza, o esterco secopode ser simplesmente aspirado da superfície do piso ventilado ou empurra-do através de um equipamento elétrico para um transportador de evacuação.A estrutura de piso ventilado é então lavada e desinfetada quando necessá-rio. Quaisquer componentes quebrados da estrutura do piso podem sersubstituídos por causa do planejamento modular.
É também parte da presente invenção que uma chocadeira ex-terna seja utilizada com um par de galinheiros tradicionais. Uma chocadeiraou área de choco externa (posteriormente aqui "o berçário") é fornecida como mesmo tipo de estrutura de piso ventilado como descrito anteriormentepara o galinheiro tradicional e em maiores detalhes posteriormente aqui. Emuma modalidade preferida, um único berçário externo serviria para dois gali-nheiros, que seriam dispostos no formato da letra "H". Os dois galinheiroscompreenderiam as laterais voltadas para cima espaçadas da letra "H" e oberçário constituiria a seção central. O berçário é conectado a ambos os ga-linheiros, mas separado ambientalmente tal como através de paredes, portasou similares. Preferencialmente, as paredes ou as portas das extremidadesdo berçário poderiam ser abertas ou levantadas para permitir que os pintoscòm duas semanas de idade migrassem do berçário para dentro de um dosrespectivos galinheiros para completar seu período de crescimento.
Possuindo o berçário externo equipado com a estrutura de pisoventilado da presente invenção, o calor do ar forçado poderia ser direciona-do para o piso pleno, que então se ergueria através do piso ventilado paraaquecer os pintinhos, reduzindo assim o custo do aquecimento do espaçomorto e fornecendo o calor para os pintinhos na altura ou no nível apropria-do. Ainda, alternando apropriadamente a programação de produção dos ga-linheiros, o berçário pode fornecer pintos de duas semanas de idade em α-cios alternados para os dois galinheiros respectivos de forma a fornecer otempo de limpeza apropriado para ambos os galinheiros e o berçário. Taisprogramações de crescimento coordenadas podem aumentar a produçãoem quase o dobro daquela de dois galinheiros individuais operando inde-pendentemente, assim como reduzem a mortalidade precoce dos pintinhoscausada pela contaminação, pela temperatura e pelo estresse resultante dosgases de CO2 e amônia deixados partindo do esterco úmido do bando ante-rior.
É, portanto, um objetivo da presente invenção fornecer uma no-va e melhorada instalação para criação ou crescimento de galináceos quereduz a umidade no galinheiro e particularmente do esterco, deixando assimo esterco seco.
Um outro objetivo da presente invenção é fornecer uma nova emelhorada instalação de crescimento de galináceos ou galinheiro que reduzsignificativamente a quantidade de formação de amônia e o crescimento debactérias no galinheiro e reduz ainda os níveis de amônia e bactérias exau-ridos do galinheiro para a atmosfera externa.
Um objetivo adicional da presente invenção é fornecer uma ins-talação para criação de galináceos ou um galinheiro que possua capacida-des melhoradas de controle de umidade e de temperatura para uma melhorcriação e saúde geral de galináceos.
Ainda um objetivo adicional da presente invenção é forneceruma nova e melhorada instalação de criação de galináceos ou galinheiro emque o nível de produção de amônia e de crescimento de bactérias seja subs-tancialmente reduzido para melhorar a saúde do bando e aumentar o pesototal e a uniformidade dos galináceos maduros.
Ainda um outro objetivo da presente invenção é fornecer um ga-linheiro de acordo com os objetivos anteriores que incluem uma estrutura depiso ventilado através da qual o ar e o líquido podem fluir facilmente, masque retém todos os sólidos sobre sua superfície superior, junto com um arpleno inferior fechado abaixo do piso para drenar o ar e outros gases e con-taminantes contidos no ar provenientes da câmara de criação para dentro dopleno enquanto que ao mesmo tempo seca qualquer esterco retido sobre asuperfície superior ao piso ventilado.
Ainda um objetivo adicional da presente invenção é forneceruma estrutura de piso ventilado de acordo com o objetivo anterior que é feitode componentes modulares de plástico moldado que podem ser montadosem uma estrutura de piso rígida conectada, incluindo um piso ventilado e umar pleno inferior fechado abaixo do piso ventilado que fornece uma paredeinferior contínua para proteger a superfície do solo sob o galinheiro.
Ainda um objetivo adicional da presente invenção é fornecer umgalinheiro em que o solo abaixo é selado para prevenir que cascudinhos su-bam do solo para se alimentar no esterco e contaminarem a câmara de criação.
Ainda um objetivo adicional da presente invenção é fornecer umberçário externo, também equipado com a estrutura de piso ventilado dosobjetivos anteriores, que fica conectado entre um par de galinheiros e possuiprogramações de produção coordenadas que fornecem uma produção signi-ficativamente maior.
Ainda um outro objetivo do galinheiro novo e melhorado da pre-sente invenção é fornecer um ambiente mais favorável para o bando de gali-náceos permanecer saudável e crescer até o peso total.
Um objetivo adicional da presente invenção é fornecer estruturase métodos melhorados para a criação de diferenciais de pressão em instala-ções para criação de galináceos para a descarga de gases indesejados dasinstalações, incluindo o dióxido de carbono ao redor dos galináceos.
Ainda um objetivo adicional da presente invenção é o forneci-mento de estruturas e métodos para a obtenção de uma capacidade de cole-ta melhorada nas instalações de criação de galináceos.
Estes e outros objetivos da invenção, assim como muitas dasvantagens pretendidas da mesma, se tornarão facilmente evidente quandofor feita referência à descrição a seguir tomada junto com as figuras em anexo.
Breve Descrição das Figuras
A figura 1 é uma elevação da extremidade frontal de um gali-nheiro equipado de acordo com a presente invenção com a parede parafrente removida para permitir a ilustração da estrutura interior;
A figura 2 é uma vista em perspectiva frontal direita das partesinterior e exterior do galinheiro da figura 1 com as partes estruturais sendoremovidas para esclarecimento;
A figura 3 é uma vista do plano superior do galinheiro da figura 1com as partes superiores do telhado removidas para permitir a ilustração daconstrução interior;
A figura 4 é uma elevação lateral direita do galinheiro da figura 1;
A figura 5 é uma vista em perspectiva da parte esquerda frontaldo galinheiro da figura 1 com a parede frontal removida para esclarecimento;
A figura 6 é uma vista em perspectiva de uma parte da parededireita frontal e da seção de piso adjacente do galinheiro da figura 1 com aparede frontal removida para esclarecimento; e
A figura 7 é uma vista em perspectiva detalhada de uma modali-dade de uma estrutura de piso ventilado para um galinheiro de acordo com apresente invenção incluindo três elementos componentes da mesma.A figura 8 é uma vista em perspectiva detalhada de uma seçãode piso modular ventilado e um módulo de piso inferior que quando monta-dos juntos e com componentes lado-a-lado similares constituem uma moda-lidade preferida de uma estrutura de piso ventilado de acordo com a presen-te invenção.
A figura 9 é uma vista em perspectiva detalhada dos componen-tes do piso mostrados na figura 8, mas olhando partindo da parte inferior doscomponentes.
A figura 10 é uma vista em perspectiva aumentada dos compo-nentes do piso mostrados na figura 8, com os componentes conectados a-través do ajuste das projeções ou protuberâncias dependentes da seção dopiso dentro das aberturas circulares respectivas na superfície superior trun-cada dos membros de suporte ou espaçadores do módulo de piso inferior.
A figura 11 é uma vista de elevação lateral dos componentes depiso mostrados na figura 8, na condição montada, como mostrado na figura 10.
A figura 12 é uma vista do plano superior dos componentes depiso mostrados na figura 8, quando montados em uma relação em zigueza-gue de acordo com a presente invenção.
A figura 13 é uma vista em perspectiva de vários módulos depiso inferior posicionados para a montagem na relação lado-a-lado conecta-da de acordo com a presente invenção.
A figura 14 é uma vista em perspectiva dos módulos de piso infe-rior mostrados na figura 13, mas olhando para a parte inferior dos módulos.
A figura 15 é uma vista em perspectiva superior de um berçárioexterno combinado e um par de galinheiros em uma configuração em Ή" deacordo com a presente invenção.
A figura 16 é uma ilustração de uma seqüência de criação degalináceos e de limpeza do galinheiro para o berçário externo combinado e opar de galinheiros mostrados na figura 15.
Descrição Detalhada e Modalidades Preferidas
Na descrição das modalidades preferidas da presente invenção,será utilizada uma terminologia específica com a finalidade de esclarecimen-to. Entretanto, não é pretendido que a invenção seja limitada pelos termosespecíficos que são selecionados. Portanto, deve ser entendido que cadatermo específico inclui todos os equivalentes técnicos, que operam de umamaneira similar para realizar uma finalidade similar.
Voltando-se inicialmente à figura 1, uma instalação de criação degalináceos ou um galinheiro de acordo com a presente invenção é geralmen-te denominado pelo numerai de referência 10. O galinheiro 10 pode ser umgalinheiro recém construído equipado de acordo com a presente invençãoou uma estrutura existente que é renovada e parcialmente reconstruída, istoé, modernizada, para incorporar o aparato e o método da presente invenção.
O galinheiro 10 fornece uma câmara de criação alongada 11 de-finida geralmente por uma parede lateral esquerda 12, uma parede lateraldireita 14, uma parede de trás 18, uma parede frontal 20 e painéis do teto àesquerda e à direita 22 e 24, que são conectados por uma vertical em frenteao plano de trás 25 (figura 3). Adicionalmente, o painel do telhado à esquer-da sustentado por uma treliça 26 e o painel do telhado à direita 28 são co-nectados no plano central 25 e cooperam com os painéis do teto 22 e 24para fornecer um teto pleno 30 que se estende por todo o comprimento dogalinheiro. Esta estrutura é típica dos galinheiros existentes com o piso for-mado pelo solo sobre o qual uma cama de aproximadamente 15,24 cm (6polegadas) de espessura foi colocada.
Ao invés da cama convencional e solo como o assoalho, a pre-sente invenção utiliza uma estrutura de piso ventilado, geralmente denomi-nado pelo numerai de referência 16, que se estende entre as paredes late-rais 12 e 14 e as paredes da extremidade 18 e 20 e constitui o piso inteiro dacâmara de criação 11.0 componente superior da estrutura de piso 16 é umpiso ventilado 64, que em uma modalidade pode ser formado de um carpetegeotêxtil convencional 65 tipicamente utilizado para a estabilização e a dre-nagem do solo. Nesta modalidade, o carpete 65 é sustentado por um grandenúmero de módulos de plástico ocos ventilados únicos lado-a-lado 62 quecompreendem um segundo componente. Os módulos 62, por sua vez, seapoiam sobre uma barreira plástica de vapor 60, que compreende um tercei-ro componente e inferior da estrutura de piso similar a um sanduíche 16, vera figura 7. A barreira plástica de vapor 60 é planejada para se apoiar sobre asuperfície do solo 17, que assim sustenta a estrutura de piso 16 do galinhei-ro da presente invenção.
O carpete geotêxtil 65 é tipicamente formado de fios ou cordõesplásticos entrelaçados não absorventes de líquidos, que são bem-conhecidos nas indústrias de estabilização e drenagem do solo. Um carpetegeotêxtil adequado como o piso ventilado para a presente invenção é co-mercializado sob a denominação US 1040 pela U.S. Fabric Company of Cin-cinnati, Ohio. O carpete US 1040 é produzido em larguras de 3,6 e 4,8 me-tros (12 e 16 pés) que pode ser ligado de forma adesiva ao longo de suasextremidades para formar um carpete unitário 65 que cobre o piso do gali-nheiro típico que tem 12,2 ou 18,2 metros (40 ou 60 pés) de largura e 152,4ou 182,8 metros (500 ou 600 pés) de comprimento. Líquido e gás podemfluir através do carpete geotêxtil 65; entretanto, o carpete geotêxtil é suficien-temente intimamente trançado para suportar até mesmo os pintinhos meno-res assim como seu esterco depositado sobre a superfície superior do carpe-te. Deve ser entendido que o carpete 65 também pode ser formado de ou-tros materiais, tal como mescla de metal ou telas ou materiais plásticos en-trelaçados e uma modalidade preferida é descrita posteriormente aqui.
Os módulos plásticos retangulares ventilados 62 (figura 7) queformam o componente central da estrutura de piso 16 possuem uma estrutu-ra do tipo caixa de ovo para fornecer um interior oco através do qual o líqui-do e o gás podem fluir facilmente partindo da superfície inferior do carpete65 para dentro e lateralmente ao longo de todo o componente central da es-trutura de piso 16. Cada módulo 62 é preferencialmente moldado de um ma-terial polimérico adequado e compreende uma estrutura unitária que possuium formando com plano retangular de aproximadamente 0,6 m por 1,2 m (2pés por 4 pés) e uma altura de aproximadamente 5 cm (2 polegadas), maspode variar dependendo das condições do fabricante. Cada módulo 62 incluium grande número de colunas ocas afuniladas sem fundo 63 possuindo umaseção transversal externa aproximadamente quadrada e um quadro de baseretangular periférico 67. Cada coluna 63 é afunilada para dentro da parteinferior para a superior e os módulos 62 podem conseqüentemente ser empi-lhados para o transporte e/ou armazenamento de uma maneira combinadaaninhada em que as colunas 63 de um módulo inferior são cada uma recebi-das de forma combinada dentro do interior das colunas correspondentes nomódulo superior seguinte.
A barreira de vapor à prova d'água 60 que compreende o com-ponente inferior da estrutura de piso 16 é preferencialmente feita de um ma-terial polimérico inerte impermeável, tal como uma folha de polietileno com152,4 mícrons aproximadamente até 203 mícrons (6 até 8 mils) de espessu-ra ou similar. A barreira se estende para cima aproximadamente para os la-dos e para as extremidades dos módulos externos 62 para definir um pisopleno 66 em que um vácuo parcial pode ser criado para auxiliar o fluxo de are de líquido partindo da câmara de criação 11 para baixo através do carpetegeotêxtil 65. Tal fluxo de ar através do esterco apoiado sobre o carpete 65resulta na secagem do esterco. Ainda, o diferencial de pressão entre a câ-mara de criação 11 e o piso pleno 66 faz com que a umidade flua através docarpete 65 para ser vaporizada mais rapidamente. O ar, a água, o vapor e osgases, tais como amônia, metano e dióxido de carbono, no pleno 66 são re-movidos através de dois tubos de remoção de vapor e gás 68 que são res-pectivamente fornecidos externamente na parede à esquerda 12 e na pare-de à direita 14, como é melhor mostrado na figura 1 e descritos posterior-mente aqui. Qualquer formação de líquido no pleno 66 pode fluir para dentrode uma calha de remoção de líquidos 80 que se estende ao longo da paredelateral direita 14. Uma calha similar também pode ser fornecida ao longo daparede lateral direita 12, se necessário.
O interior dos tubos 68 se comunica com o vácuo pleno 66 atra-vés de quatro ou mais canos de conexão ocos 70 cada um possuindo umaextremidade que se comunica com o piso pleno 66 e a outra extremidadeque se comunica com o interior do tubo de remoção de vapor 68. A extremi-dade de trás de cada tubo de remoção de vapor 68 é conectada a um so-prador de sucção controlado eletricamente 72 para causar pressão negativa(subatmosférica) no piso pleno 66 e a remoção de gás e de ar do pleno 66.A operação dos sopradores de sucção 72 cria conseqüentemente uma que-da de pressão entre a superfície superior do esterco depositado sobre o car-pete geotêxtil 65 e o pleno 66, fazendo assim que o ar flua para baixo atra-vés do esterco para realizar a secagem do esterco. O fluxo de ar tambémcausa o movimento de umidade e/ou de líquido e o fluxo de gases nocivosatravés do esterco e do carpete 65 para dentro do pleno 66 do qual é entãoremovido pelos tubos de remoção de gás e vapor 68 e os sopradores desucção 72 para descarga do galinheiro. Tal fluxo de ar não resulta exclusi-vamente da operação de sopradores 72, mas é aumentado e auxiliado pelossopradores de resfriamento por evaporação 44, descritos posteriormenteaqui, que criam uma pressão positiva de ar na câmara de criação 11.
Os sopradores de ar do teto pleno 32 são fornecidos no teto ple-no 30 com cada soprador possuindo uma entrada que se comunica com o arno pleno 30 de forma que a operação do soprador possa puxar ar fresco pa-ra dentro através das aberturas de fluxo de entrada de ar 31 nos poleiros daestrutura 10. Os sopradores 32 possuem cada um uma saída que descarre-ga para dentro de um tubo condutor dobrado convencional que se estendepara baixo 34 que possui uma extremidade inferior 36 e através do qual o arde seu respectivo soprador é descarregado. A extremidade inferior 36 detubos condutores 34 estende o fluxo para o carpete 65 permitindo que o arflua para dentro do piso pleno 66. Assim, o ar quente no teto pleno 30 podeser descarregado partindo das extremidades inferiores 36 de tubos conduto-res dobrados 34 para dentro do piso pleno 66 partindo do qual levanta (o arquente levanta) através da ventilação do carpete 65 para aquecer a câmarade criação 11, que é particularmente benéfico durante o crescimento de pin-tinhos no início do ciclo de crescimento. O comprimento de cada tubo condu-tor dobrado 34 pode ser ajustado para variar a elevação de sua extremidadeinferior 36 acima da superfície superior da estrutura de piso ventilado 16 co-mo é exemplificado pelos quatro tubos condutores mostrados na figura 2 quepossuem extremidades inferiores 36 no piso e o tubo condutor remanescen-te encurtado que possui sua extremidade inferior 36' em uma posição elevada.
Um grande número de resfriadores por evaporação indireta queeconomizam energia 42 é ajustado em cada uma das paredes laterais 12 e14 para fornecer ar fresco e frio para dentro da câmara de criação 11 quan-do necessário pelas condições de temperatura ambiente. Cada resfriador épreferencialmente um dos tipos descritos em Maisotsenko e outros PatenteU.S. N2 6.854.278, cuja descrição é expressamente incorporada como refe-rência como se fosse completamente apresentada aqui. Os resfriadores 42empregam um processo de resfriamento por evaporação indireto que evapo-ra a água em uma câmara e resfria uma corrente de ar em uma câmara ad-jacente como discutido em detalhes na patente de Maisotsenko e outrosmencionada anteriormente. Cada resfriador 42 está associado com um so-prador 44 que move o ar através do resfriador onde o ar é resfriado duranteo tempo quente antes de se movimentar através das aberturas 46 (ver a fi-gura 2) nas paredes laterais 12 e 14. O movimento do ar através das abertu-ras 46 atua para criar uma pressão positiva do ar na câmara de criação 11.A operação simultânea dos sopradores de ar plenos 32 e dos sopradores 44dos resfriadores por evaporação indireta deve ser realizada para fornecer apressão ótima de ar na câmara 11.
A pressão positiva gerada na câmara de criação 11 pelo fluxo dear partindo dos sopradores 44 também atua para remover o dióxido de car-bono que se acumula próxima à estrutura de piso ventilado 16. Mais particu-larmente, as aberturas 49 são formadas próximas à parte inferior das pare-des laterais 12 e 14, ligeiramente acima da estrutura de piso 16, que se co-nectam às válvulas de liberação da pressão de exaustão do piso 48 quepossuem abas 50 que se abrem em resposta à pressão excessiva na câma-ra de criação 11. Conseqüentemente, quando a pressão positiva de ar nacâmara de criação 11 atingir um nível especificado adjacente a uma válvulade liberação 48, dizendo aproximadamente 0,0069-0,0138 MPa (1-2 psig), aaba associada 50 se abrirá automaticamente e forçará o dióxido de carbono,que pode ter se acumulado adjacente aos galináceos em crescimento, parafora do galinheiro.
Os resfriadores 42 e os sopradores 44 são capazes de fornecerar frio suficiente para compensar o calor dos animais dos galináceos duranteo tempo quente que pode ser tanto quanto 5 BTU/lb/h ou aproximadamente1.100.000 BTU/h em uma câmara de criação de galináceos de 2.787 m2(30.000 pés2). Tal volume de ar é mais que o suficiente para descarregar ogás dióxido de carbono da instalação, oxigenar apropriadamente o ar quecircunda os galináceos e fornecer aos galináceos uma temperatura apropri-ada para o desenvolvimento ótimo. Deve ainda ser observado que o aque-cimento do interior da câmara de criação 11 pode ser auxiliado através douso de aquecedores a gás de ar forçado nas estruturas existentes que sãomodificadas para a prática da presente invenção ou através da incorporaçãode tais aquecedores a gás em uma nova estrutura que está sendo construí-da para a prática da invenção.
O fluxo de ar máximo para baixo através do piso ventilado 64ocorre quando os sopradores de resfriamento 44 e os sopradores de sucção72 são operados simultaneamente; entretanto, a operação de qualquer umdestes sopradores deve ser adequada para criar um volume suficiente de arque flui para baixo através do esterco e do piso ventilado 64 para secar oesterco. A secagem do esterco previne a formação de líquido no esterco deforma a impedir ou reduzir a formação de amônia e agentes patogênicos (etalvez metano) substancialmente abaixo daquela que ocorreria de outra ma-neira utilizando métodos e estruturas convencionais.
Uma modalidade preferida de componentes para a estrutura depiso ventilado 16 é ilustrada nas figuras 8-14 e esta estrutura de piso de doiscomponentes é geralmente denominada pelo numerai de referência 98. Nes-ta modalidade, a barreira plástica de vapor 60 e os módulos plásticos ocosventilados 62 descritos anteriormente são combinados em um módulo depiso inferior unitário, geralmente denominado pelo numerai de referência100. Cada módulo de piso inferior 100 inclui um componente de base plana102 e um grande número de elementos ou espaçadores de suporte ocosvoltados para cima 104. Os elementos ou espaçadores de suporte 104 sãopreferencialmente afunilados em forma de cone para baixo da parte superiorpara a inferior. Os elementos de suporte com formato de cone são ocos e seabrem na parte inferior em 106, ver a figura 9. Os elementos de suporte 104também são truncados na parte superior para fornecer uma superfície desuporte planta com a face voltada para cima 108 com uma abertura circular110 no seu centro. Os módulos de piso inferiores unitários 100 são preferen-cialmente moldados por injeção de material polimérico adequado. Os módu-los 100 incluem elementos conectados 112 ao longo das extremidades late-rais 114 de cada componente de base plana 102, ver as figuras 13 e 14.
Quando os módulos de piso inferiores são colocados lado-a-lado sobre osolo, os elementos conectados 112 são encaixados de forma que os compo-nentes de base plana 102 dos módulos 100 cubram a superfície inteira dosolo sob o galinheiro.
Nesta modalidade preferida, o piso ventilado 64 é constituído deum grande número de seções de piso modular ventiladas, geralmente de-nominadas pelo numerai de referência 120, que possuem o mesmo tamanhoe formato retangular, preferencialmente de quadrado, como a base 102 dosmódulos de piso inferiores 100. As seções de piso retangulares 120 sãotambém moldadas por injeção de material polimérico adequado e incluemum grande número de pequenos orifícios 122 que se estendem completa-mente ao longo das mesmas. Os orifícios 122 têm tamanho para permitirque o ar e outros gases passem através dos mesmos, mas retêm o estercoe outros sólidos sobre sua superfície superior.
As seções de piso 120 também incluem projeções cilíndricas ouprotuberâncias 124 que se estendem partindo da superfície inferior 126 etêm tamanho para ajuste por pressão ou "snap-in fit" para a conexão dentrodas respectivas aberturas circulares 110 nas superfícies superiores dos ele-mentos ou espaçadores de suporte 104. Como mostrado nas figuras 9 e 10,as projeções 128 junto com as extremidades laterais 130 das seções de piso120 são apenas meios cilindros de forma que se ajustam apenas na metadedas aberturas 110 nos espaçadores 104. A outra metade da abertura 110 épreenchida pelo ajuste da imagem especular do meio cilindro 128 da seçãode piso adjacente 120. Nos cantos 132 de cada seção de piso 120, a proje-ção 134 é reduzida para uma projeção de um quarto de um círculo de umaelipse de forma que quando as seções de piso ventilado 120 são ajustadaslado-a-lado, as projeções dependentes de um quarto de um círculo de umaelipse 134 nos cantos adjacentes de quatro seções são ajustadas dentro damesma abertura 110.
Será observado que os orifícios 122 cobrem a maior parte dasuperfície das seções 120, exceto nas áreas 123 onde as projeções ou res-saltos 124, 128 e 134 ficam posicionados e ao longo das extremidades Iate-rais 125, ver a figura 10. Ás áreas em que as projeções ou protuberâncias124, 128 e 134 se projetam partindo da superfície inferior da seção 120 per-manecem sólidas (não perfuradas) para garantir um selo partindo da parteinferior da estrutura de piso 98. Isto é porque os elementos ou espaçadorescom formato de cone 104 são ocos para a moldagem por injeção e, portanto,se abrem para a parte inferior, em 106. Este selo é necessário para prevenira intrusão de cascudinho que emergem do solo e se alimentam do estercodos galináceos retido sobre o piso ventilado formado pelas seções 120.
Os módulos de piso inferiores 100 são conectados ao longo desuas extremidades laterais 114 através de elementos de conexão 112. Umamodalidade preferida dos elementos de conexão 112 é mostrada nas figuras13 e 14 e tomam a forma de projeções em ziguezague 140 e encaixes 142,que conectam cada componente de base plana 102 ao seu componente debase planta adjacente 102 dos módulos de piso inferiores adjacentes 100.As seções de piso ventilado 120 estão preferencialmente em ziguezague emrelação aos módulos inferiores 100 de forma que haja uma sobreposição deum quarto de área, como mostrado na figura 12. Assim, cada seção de piso120 preferencialmente reveste um quarto de área de quatro módulos de pisoinferiores adjacentes e interconectados 100. Esta relação em ziguezagueproduz uma estrutura de piso ventilado geral 16 que está na forma de umaestrutura unitária conectada que cobre a superfície inteira do piso do gali-nheiro. Ao redor das extremidades laterais da estrutura 98, partes não com-binadas das seções de piso 120 e módulos de piso inferiores 100 podem sermantidos limpos quando desejado.
Uma vez montados dentro da estrutura de piso ventilado 98, asseções de piso conectadas 120 e os módulos de piso inferiores 100 formamum piso pleno inferior fechado 150 abaixo do piso ventilado (ver a figura 11),que opera da mesma maneira que o piso pleno descrito anteriormente 66 namodalidade anterior de estrutura de piso 16 utilizando o carpete geotêxtil 65.
Todos os outros componentes do galinheiro permanecem os mesmos e ope-ram da mesma maneira. Assim, quando os sopradores de sucção 72 cau-sam uma pressão negativa (subatmosférica) no piso pleno 150, a queda depressão entre a superfície superior das seções de piso retangulares 120 e opiso pleno 150 faz com que o ar e outros gases na câmara de criação 11fluam para baixo através do esterco e das aberturas 122 para realizar umasecagem do esterco e a remoção dos gases nocivos da câmara de criação.
Um método preferido para a montagem da estrutura de piso dedois componentes 98 é colocar quatro módulos inferiores 100 conectadosentre os mesmos sobre o solo onde a estrutura de piso 98 será montada.
Uma seção superior ventilada 120 é então colocada no centro do quadradocriado pelos quatro módulos de piso inferiores conectados 100 para encaixarassim as seções de um quarto adjacentes das quatro peças inferiores juntasconectando as projeções 124, 128 e 134 dentro de suas respectivas abertu-ras 110 dos espaçadores com formato de cone 104. Os módulos de pisoinferiores 100 e as seções de piso 120 são então respectivamente conecta-dos na direção desejada, até que a estrutura de piso ventilado inteira 98 te-nha sido montada. No final haverá expostos módulos de piso inferiores (nãocombinados) 100 e/ou seções de piso retangulares 120 ao longo do períme-tro da estrutura de piso. Estes módulos e/ou seções podem ser cortadas pa-ra extremidades laterais que se combinam para o piso ventilado 64 e oscomponentes de base 102.
Em um planejamento preferido da estrutura de piso de doiscomponentes 98, os módulos de piso inferiores 100 e as seções de piso quese combinam 120 possuem ambos aproximadamente 116,1 cm2 (18 polega-das2). Os espaçadores ou protuberâncias ocas com formato de cone 104possuem aproximadamente 6,35 cm (2-1/2 polegadas) de altura que se pro-traem partindo do componente sólido de base plana quadrada 102. Os orifí-cios 122 das seções de piso 120 são preferencialmente quadrados, aproxi-madamente 2.362,2 mícrons (93 mils) em cada lado. De acordo com a pre-sente invenção, o tamanho dos orifícios 122 pode variar de tão pequenosquanto aproximadamente 0,2 cm2 (0,030 polegada2) até tão grandes quantoaproximadamente 0,8 cm2 (1/8 polegada2) e os orifícios 122 compreendemaproximadamente 20% até aproximadamente 30% da área de superfície daseção 120. As projeções ou ressaltos 124, 128 e 134 e as aberturas circula-res associadas 110 na parte superior dos espaçadores ocos com formato decone 104 possuem preferencialmente aproximadamente 0,95 cm (3/8 pole-gada) até aproximadamente 1,27 cm (1/2 polegada) de diâmetro.
O componente de base plana 102 do módulo de piso inferior 100possui uma superfície superior macia e, quando conectado para formar aestrutura de piso ventilado 98, permite que o ar e outros gases fluam ao re-dor dos espaçadores ou protuberâncias com formato de cone 104 em todasas direções sem áreas de retenção. A capacidade de conectar fortemente oscomponentes de base 102 assim como o formato arredondado dos espaça-dores 104 permite menos resistência do ar ou melhor fluxo de ar, do ar e deoutros gases através do pleno 150 e fornece ainda uma superfície maciapara lavagem, se necessário, sem áreas de retenção.
A presente invenção inclui ainda um sistema exclusivo de trans-porte para a coleta de galináceos crescidos no final do ciclo de crescimentoe para a remoção do esterco seco após a coleta dos galináceos. Especifi-camente, o transportador para remoção de aves 29 se estende de forma ad-jacente ao longo da parede lateral esquerda 12. O transportador 29 incluiuma aba superior horizontal 19 e uma aba inferior horizontal 21 sustentadopor um cilindro de suporte a montante (não mostrado) e um suporte a jusan-te e cilindro de acionamento 23 (figura 2).
Uma parede móvel que empurra 27 se estende ao longo docomprimento da parede lateral direita 14 durante todo o período de cresci-mento e é utilizada no momento da coleta, de uma maneira que será descri-ta, para posicionar gentilmente a ave no transportador de remoção 29. Maisespecificamente, a parede que empurra 27 é sustentada por roldanas (nãomostradas) que correm sobre cabos de suporte transversos 38 que se es-tende ao longo da largura da câmara de criação 11 entre as paredes 12 e14. Manivelas acionadas por eletricidade (não mostradas) podem ser opera-das para também erguer a parede que empurra 27 até uma posição elevadapartindo da posição ilustrada nas figuras para possibilitar a manutenção doequipamento que será operado sobre a estrutura de piso ventilado 19. Mani-velas adicionais controladas por eletricidade (não mostradas) são fornecidascom cabos conectados à parede que empurra 27 para mover lentamente aparede que empurra 27 de sua posição na figura 1 adjacente à parede à di-reita 14 para uma posição adjacente ao lado direito da aba superior 19 dotransportador para remoção de aves 29 para realizar o posicionamento daave pronta-para-coleta sobre a aba superior 19. Um portão lateral que podeser movido verticalmente 35 é sustentado para o movimento vertical por ca-bos de suporte e manivelas controladas por eletricidade (não mostradas)adjacentes ao lado direito da aba superior 19 durante o período de cresci-mento da ave para prevenir que a ave se mova para e colida na aba superior19. Entretanto, no momento da coleta, o portão lateral 35 é erguido pelasmanivelas controladas por eletricidade até uma posição elevada para permi-tir que a ave seja movida para a aba superior 19 pela parede que empurra27 e também permitir a operação do equipamento de manutenção sobre aestrutura de piso ventilado 19. Embora a finaliade primária do transportador29 seja remover os galináceos crescidos do galinheiro no momento da cole-ta, o transportador 29 também pode ser utilizado, com o portão lateral 35 emsua posição para baixo, pelo fazendeiro, para remover aves mortas separa-das do bando durante o ciclo de crescimento.
A operação dos vários sopradores da presente invenção serádescrita agora para um ciclo de crescimento de galináceos. Um ciclo decrescimento completo para galináceos se estende ao longo aproximadamen-te de um período de sete semanas e compreende três períodos de cresci-mento distintos, dos quais cada um envolve o controle progressivo do ambi-ente na câmara de criação 11 de acordo com as necessidades de modifica-ção das aves à medida que progridem do estatus de pintinho para o estatusmaduro para coleta.
O primeiro período de "crescimento compreende as primeirasduas semanas de crescimento, durante as quais os resfriadores por evapo-ração indireta 42 e os sopradores de sucção 72 não são operados e as vál-vulas de exaustão do piso 48 estão fechadas. Entretanto, os sopradores dear plenos 32 são ativados e o ar quente no teto pleno 30 é forçado para bai-xo para descarga partindo das extremidades inferiores 36 dos tubos condu-tores dobrados 34. Os tubos condutores dobrados 34 possuem suas extre-midades inferiores em sua posição mais inferior no piso pleno 66 da estrutu-ra de piso 16 de forma que o ar quente é forçado de volta para cima atravésdo carpete 65 para aquecer os pintinhos da parte inferior. Este aquecimentopara cima fornece um calor melhor e mais uniforme para os pintinhos. Talaquecimento é provavelmente necessário mesmo no verão para os pintinhosdurante o primeiro período de crescimento. O ar fresco do ambiente, quandonecessário, pode ser empurrado para dentro do teto pleno 30 através de a-berturas 31 pelos sopradores 32.
Em adição ou alternativamente, para aquecer o ar provenientedo teto pleno 30, o ar aquecido do sistema de ventilação de ar aquecido dogalinheiro pode ser introduzido diretamente para dentro do piso pleno parafornecer o aquecimento para cima para os pintinhos.
O segundo período de crescimento consiste nas três semanasapós o primeiro período de crescimento. Durante o segundo período decrescimento os tubos condutores dobrados permanecem na posição maisinferior e fornecem ar forçado que flui partindo do teto pleno como descritono parágrafo anterior. Os sopradores de resfriamento 44 também são ativa-dos para manter uma pressão positiva na câmara de criação e são controla-dos em níveis requeridos pela abertura das válvulas 48. Entretanto, as uni-dades de resfriamento 42 através das quais os sopradores 44 descarregamo ar não são normalmente operadas durante este segundo período de cres-cimento.O terceiro e último período de crescimento consistem nas duasúltimas semanas do ciclo de crescimento. Durante este período, as válvulasde liberação da pressão de exaustão do piso 48 são operacionais para libe-rar a pressão excessiva e descarregar o dióxido de carbono. Os tubos con-dutores dobrados 34 permanecem em sua posição inferior e os sopradoresdè ar pleno 32 são operados para fornecer ar através dos tubos condutoresdobrados como descrito anteriormente. Uma pressão negativa é fornecidano piso pleno 66 através da operação dos sopradores de sucção 72. Os res-friadores por evaporação indireta 42 e os sopradores 44 também são opera-dos para resfriar a câmara de criação mesmo durante o inverno por causado calor gerado pelas aves durante este último ciclo de crescimento. O arforçado auxilia na manutenção da pressão positiva na câmara de criaçãopara forçar o fluxo de ar máximo para baixo através do esterco que pode tersido coletado até uma profundidade de 3,81 cm (uma polegada e meia) oumais apoiado sobre a parte superior do carpete geotêxtil 65.
Deve ser entendido que condições externas, tais como variaçõesna temperatura e na umidade, poderiam requerer ajustes de um ou mais doscontroles ambientais para a câmara de criação durante este ou qualquer umdos outros períodos de crescimento.
No final do período de crescimento de sete semanas é começa-da a coleta dos galináceos. As extremidades inferiores 36 dos tubos condu-tores dobrados 34 são erguidas para fora do piso pleno e até uma altura su-ficiente para permiti-los limpar a extensão superior da parede móvel 27 epara permitir que os funcionários e o equipamento se movam livremente nacâmara de criação. O portão lateral 35 também é erguido até sua posiçãoelevada. As manivelas controladas por eletricidade conectadas à parede queempurra 27 são então ativadas para iniciar o movimento muito lento da pa-rede que empurra 27 em direção à aba superior do transportador 19. Meca-nismos adicionais para mover as aves em direção à aba superior do trans-portador 19 são feixes de luz e sinais sonoros aos quais as aves foram con-dicionadas para o movimento em direção à aba 19.
A parede que empurra 27 atua conseqüentemente para incitargentilmente e empurrar cuidadosamente os galináceos para a aba superior19 do transportador 29. O movimento anterior da parede que empurra 27requer aproximadamente quatro horas para completar o procedimento decoleta (para um galinheiro de aproximadamente 9,1 m (30 pés) de largura)durante tal período de tempo o transportador 29 é ativado para mover asaves para a extremidade a jusante da parte externa do transportador da câ-mara de criação 11 onde as aves são então colocadas em gaiolas paratransporte para uma instalação de processamento.
Após completar a evacuação das aves, o esterco seco sobre asuperfície superior da estrutura de piso ventilado 16 ou 98 é soprado para aaba superior 19 do transportador 29 através do uso de sopradores de neveou similar e o transportador 29 remove assim o esterco seco da câmara decriação 11. Na ausência do transportador 19, o esterco seco pode ser sim-plesmente aspirado.
É também considerado que a luz ultravioleta será utilizada nacâmara de criação 11 para destruir salmonella, E. coli, coccidiose e váriaslinhagens de bactérias e fungos/bolores durante o período de crescimentodos galináceos à medida que se desenvolvem e em um procedimento delimpeza final após a remoção dos galináceos e do esterco seco da câmarade criação. Um tal sistema e método são descritos e reivindicados no pedidode patente co-pendente, depositado em 1s de junho de 2005, intitulado "Sys-tem and Method for Providing Germicidal Lighting for Poultry Facilities" (At-torney Docket No. P69532US1), pertencente ao mesmo procurador, cujadescrição é expressamente incorporada neste pedido de patente com sefosse completamente apresentada aqui.
Referindo-se agora às figuras 15 e 16, é também consideradocomo parte da presente invenção que uma chocadeira externa ou berçário180 pode ser utilizado com um par de galinheiros 182 e 183. O berçário 180seria fornecido com uma estrutura de piso ventilado similar 16 ou 98 comodescrito anteriormente e ventiladores, sopradores, dutos, ar plenos relacio-nados etc. Preferencialmente, o berçário único 180 e os dois galinheiros 182e 183 estariam dispostos no formato da letra "H", como mostrado na 15. Oberçário 180 é conectado em cada extremidade 184 aproximadamente nocentro de cada galinheiro 182 e 183. Preferencialmente, entretanto, o berçá-rio 180 seria separado em relação ao ambiente dos galinheiros 182 e 183pelas paredes ou portas das extremidades que poderiam ser abertas ou Ie-vantadas para permitir que os pintos migrassem do berçário 180 para dentrode um dos galinheiros respectivos 182 ou 183 quando completassem seuprimeiro período de crescimento, como descrito anteriormente e estiveremprontos para completar seu crescimento, isto é, a segunda e a terceira fasesde crescimento como descrito anteriormente, em um galinheiro.
O berçário 180 e seus sopradores, ar plenos e estrutura de pisoventilado relacionados são operados como descrito anteriormente em asso-ciação com o primeiro período de crescimento compreendendo as primeirasduas semanas de crescimento. Uma seqüência para a utilização do berçárioseparado 180 e os dois galinheiros 182 e 183, de acordo com a presenteinvenção, é ilustrada na figura 16 e será descrita nos parágrafos a seguir.
Inicialmente, no dia 1, um primeiro bando de pintos com um diade idade entra no centro do berçário como mostrado em 180 na figura 15.
No final do ciclo de crescimento das primeiras duas semanas (ou 14 dias)190, os pintos são transferidos para o galinheiro principal 182 para o restan-te de seu crescimento, isto é, 38 dias, 200, como indicado pela seta 192,
Uma vez que os pintos foram transferidos do berçário 180 para o galinheiro182 após o período inicial de 14 dias, há um período de sete dias 194 para alimpeza e para a preparação do berçário. Depois disso, o bando seguinte depintinhos é introduzido no berçário 180 para seu período de crescimento de14 dias 196. Na conclusão do período de crescimento 196, agora totalizandodias, o segundo bando de pintos é transferido para o outro galinheiro 183para seus 38 dias finais de crescimento 202, como indicado pela seta 198.
O berçário 180 possui então mais sete dias 204 dentro dos quaisé preparado para um outro bando (terceiro) de pintinhos. Durante o períodode crescimento de 14 dias 206 para este terceiro bando, o primeiro bandotransferido para o galinheiro 182 amadureceu totalmente durante seu ciclode crescimento de 38 dias 202 (um total de 52 dias) e é removido do gali-nheiro 182. O operador do galinheiro tem então quatro dias 208 para limpare preparar o galinheiro 182 antes do terceiro bando de pintos estar prontopara ser transferido do berçário 180. Neste ponto, 63 dias desde o início, oterceiro bando de pintos é transferido para o galinheiro 182 para o início deseu período de crescimento de 38 dias, 210, como indicado pela seta 212. Oberçário 180 tem então mais sete dias 214 para a limpeza e a preparaçãopara receber um outro bando (quarto) de pintinhos para seu período decrescimento de 14 dias 216 no berçário 180.
Durante este tempo, o período de crescimento de 38 dias 202para o segundo bando de pintos no galinheiro 183 foi completado e os pintosremovidos. O operador tem então quatro dias 218 para limpar e preparar ogalinheiro 183 para o próximo bando (quarto) de pintos do berçário 180. As-sim, após 77 dias desde o início, o quarto bando de pintos está pronto para atransferência para o galinheiro 183 para começar seus 38 dias de cresci-mento 220, como indicado pela seta 222. O berçário 180 tem então maissete dias 224 para limpar e preparar para o próximo bando (quinto) de pinti-nhos. O processo é repetido para cada ciclo de 21 dias para o berçário 180,14 dias para o crescimento dos pintos e sete dias para limpeza e 42 diaspara cada galinheiro 182 e 183, 38 dias de crescimento e quatro dias de Iim-peza. Estes períodos de tempo podem variar de alguma maneira, embora seacredite que os galinheiros 182 e 183 possam ser limpos e preparados emquatro dias se construídos e equipados de acordo com a presente invenção.Ainda, cada ciclo de crescimento e limpeza nos galinheiros 182 e 183 (42dias como descrito) deve ser duas vezes mais longo que o ciclo de cresci-mento e de limpeza para o berçário 180 (21 dias como descrito).
Coordenando assim a programação de produção do berçário180 e dos galinheiros 182 e 183, o berçário pode fornecer pintos com duassemanas de idade em ciclos alternados para os galinheiros 182 e 183 en-quanto permite que todas as três estruturas sejam limpas apropriadamente atempo. Tais programações de crescimento coordenadas podem aumentar aprodução em quase o dobro da de dois galinheiros isolados operando inde-pendentemente, assim como reduzem a mortalidade precoce dos pintinhoscausada por contaminação, temperatura e estresse se crescidos desde oinício no galinheiro sem um berçário ou área de criação separada.
Embora a presente invenção tenha sido descrita especificamen-te para galinheiros e para instalações para a criação ou o crescimento degalináceos, os versados na técnica reconhecerão que a presente invençãotambém pode ser aplicada a outras aves, incluindo, mas não limitadas a co-dorna, perus, pato, frangas e reprodutores.
Modificações e variações das estruturas e dos métodos descri-tos acima irão indubitavelmente ocorrer aos versados na técnica. Deve, por-tanto, ser entendido que as reivindicações a seguir definem o âmbito da in-venção e a invenção pode ser praticada de outra maneira que seja especifi-camente descrita enquanto se encaixe dentro do âmbito das reivindicações.

Claims (23)

1. Instalação para a criação de aves que compreende uma câ-mara de criação fechada que inclui paredes, telhado, um piso ventilado quepossui passagens de fluxo que têm um tamanho para permitir que ar e líqui-do passem através das mesmas enquanto impedem a passagem de esterco,uma parte inferior plena fechada abaixo do piso ventilado e sopradores quemovem o ar criando um diferencial de pressão de ar entre a câmara de cria-ção e o pleno suficiente para fazer com que o ar flua da câmara de criaçãoatravés do piso ventilado e qualquer esterco sobre o mesmo para dentro dopleno de forma a realizar a secagem do esterco e uma redução resultante daprodução de amônia no esterco.
2. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindica-ção 1, em que o diferencial de pressão de ar entre a câmara de criação e opleno é criado pelo menos em parte pelo grande número de sopradores quesopram o ar do ambiente para dentro da câmara de criação.
3. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindica-ção 1, em que o diferencial de pressão de ar entre a câmara de criação e opleno é criado pelo menos em parte através de um dispositivo de sucçãoque cria um vácuo parcial no pleno.
4. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindica-ção 1, em que o dito pleno inferior fechado inclui um grande número de mó-dulos inferiores de piso que possuem um componente de base plana retan-gular e um grande número de espaçadores voltados para cima e o dito pisoventilado inclui um grande número de seções retangulares de piso ventiladoque possuem um formato plano retangular substancialmente o mesmo que odito componente de base plana retangular.
5. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindica-ção 4, em que os ditos espaçadores possuem aberturas em uma superfíciesuperior e as ditas seções de piso ventilado possuem projeções dependen-tes que se ajustam friccionalmente nas ditas aberturas do espaçador paraconectar as ditas seções de piso ventilado aos ditos espaçadores.
6. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindica-ção 5, em que os ditos espaçadores possuem formato de cone, são ocos ese abrem em sua parte inferior e as ditas seções de piso ventilado não pos-suem passagens de fluxo nas localizações das ditas projeções de forma quea inserção das ditas projeções nas ditas aberturas da superfície superior doespaçador sela os ditos espaçadores.
7. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindica-ção 4, em que a base plana retangular dos ditos módulos e as seções retan-gulares do piso ventilado são ambas quadradas.
8. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindica-ção 4, em que o dito componente de base plana dos ditos módulos incluiconexões associadas ao longo de suas extremidades de forma que quandocolocadas lado-a-lado formam um fundo pleno fechado unitário conectado.
9. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindica-ção 4, em que o dito piso ventilado inclui um grande número de seções re-tangulares de piso ventilado que ficam em ziguezague quando montadascom os ditos módulos retangulares.
10. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindi-cação 4, em que os ditos módulos de piso inferior e as ditas seções de pisoventilado são feitos de material polimérico moldado por injeção.
11. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindi-cação 1, em que o dito piso ventilado é um carpete geotêxtil e o dito plenoinferior fechado inclui uma folha inferior impermeável e módulos poliméricoscom treliças abertas sustentando o dito carpete geotêxtil acima da dita folhainferior impermeável.
12. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindi-cação 1, em que a dita instalação de crescimento inclui um ar pleno sob odito telhado, pelo menos um soprador que possui uma entrada que se co-munica com o dito ar pleno aberto e um tubo condutor conectado de formaoperacional ao dito soprador e se estende até o dito piso ventilado para dire-cionar o ar quente do dito ar pleno do telhado para dentro do dito pleno inferior.
13. Instalação para a criação de aves que compreende uma câ-mara de criação fechada, uma estrutura de piso ventilado que possui passa-gens de fluxo que possuem um tamanho para permitir que ar e líquido en-trem na dita estrutura enquanto retêm o esterco sobre uma superfície supe-rior da mesma, a dita estrutura se estendendo substancialmente completa-mente sob a dita câmara de criação e pelo menos um soprador de sucçãoassociado de forma operacional com a dita estrutura de piso ventilado paradrenar o ar e outros gases da dita câmara de criação através de qualqueresterco que esteja sobre a mesma e para dentro da dita estrutura de pisoventilado.
14. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindi-cação 13, em que a dita câmara de criação é definida por uma estrutura e adita estrutura de piso ventilado fecha a dita câmara de criação do solo abai-xo da dita estrutura.
15. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindi-cação 13, em que a dita estrutura de piso ventilado inclui um grande númerode módulos de piso inferiores que possuem um componente de base planaretangular e um grande número de espaçadores voltados para cima e o ditopiso ventilado inclui um grande número de seções de piso ventilado retangu-lares que possuem um formato plano retangular substancialmente o mesmodo dito componente de base plana retangular.
16. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindi-cação 13, em que a dita estrutura de piso ventilado inclui um carpete geotêx-til e o dito pleno inferior fechado inclui uma folha inferior impermeável e mó-dulos poliméricos com treliça aberta que sustentam o dito carpete geotêxtilacima da dita folha inferior impermeável.
17. Estrutura de piso ventilado para uma instalação para a cria-ção de aves que compreende um piso ventilado posicionado abaixo de umacâmara de criação fechada, o dito piso ventilado possuindo passagens defluxo que têm um tamanho que permite que ar e líquido passem através dasmesmas enquanto impedem a passagem de esterco, um pleno inferior abai-xo do dito piso ventilado e sopradores que movimentam o ar conectados deforma operacional ao dito pleno para fazer com que o ar flua da dita câmarade criação através do dito piso ventilado e qualquer esterco sobre o mesmopara dentro do dito pleno para realizar a secagem do esterco e reduzir aprodução de amônia no esterco.
18. Processo de redução de amônia em uma câmara de criaçãode aves que inclui as etapas de: (a) fornecimento de um piso ventilado nacâmara de criação de aves para suportar as aves e que possui passagensno piso de dimensões suficientes para permitir o fluxo de ar e líquido atravésdo piso enquanto concorrentemente impede a passagem do esterco deposi-tado sobre a superfície superior do piso; e (b) criação de um diferencial depressão entre a câmara de criação de aves e um espaço abaixo e que secomunica com a extensão inferior do piso ventilado para realizar o fluxo dear para baixo da câmara de criação através do esterco e do piso ventiladopara realizar a secagem do esterco e um decréscimo resultante na produçãode amônia pelo esterco.
19. Processo de acordo com a reivindicação 18, em que o dife-rencial de pressão é criado pelo menos em parte pelo sopro de ar ambientepressurizado para dentro da câmara de criação.
20. Processo da reivindicação 18, em que a queda de pressão écriada pelo menos em parte pela criação de uma pressão subatmosférica noespaço abaixo do piso ventilado.
21. Processo de criação de aves utilizando um berçário ou áreade criação e duas instalações de crescimento que compreende:(1) Crescimento seqüencialmente de bandos de pintinhos re-cém-nascidos em um berçário ou área de criação durante um período decrescimento dos bebês;(2) Crescimento alternado de bandos dos ditos pintos transferi-dos após o dito período de crescimento dos bebês do dito berçário ou áreade criação alternadamente para a primeira e para a segunda instalações decrescimento de acordo com um ciclo de crescimento alternado até o cresci-mento total;(3) Limpeza do dito berçário ou área de criação após cada perí-odo de crescimento dos bebês; e(4) Remoção alternada dos pintos totalmente crescidos da ditaprimeira instalação de crescimento e da dita segunda instalação de cresci-mento para o recebimento de um próximo bando de pintinhos do dito berçá-rio ou área de criação de acordo com o dito ciclo de crescimento alternado.
22. Processo de criação de aves de acordo com a reivindicação 21, em que o dito ciclo de crescimento alternado para o crescimento de umbando de pintinhos na dita primeira instalação de crescimento ou na dita se-gunda instalação de crescimento e limpeza da dita instalação é aproxima-damente duas vezes mais longo que o dito período de crescimento dos be-bês e o tempo de limpeza do dito berçário ou área de criação após o ditoperíodo de crescimento dos bebês.
23. Instalação para a criação de aves de acordo com a reivindi-cação 13, em que o ar quente é direcionado para a dita estrutura de pisoventilado para passagem de forma ascendente da dita estrutura de piso epara dentro da dita câmara de criação fechada para aquecer as aves supor-tadas sobre uma superfície superior da dita estrutura de piso ventilado.
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