BRPI0613048A2 - estratÉgias para colocaÇço de eventos em fila para subseqÜente processamento - Google Patents
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Abstract
ESTRATÉGIAS PARA COLOCAÇçO DE EVENTOS EM FILA PARA SUBSEQUENTE PROCESSAMENTO. Em uma implementação exemplar são descritas estra- tégias que transmitem informação de notificação de um primeiro dispositivo (por exemplo, um servidor de mídia) para um segundo dispositivo (por exemplo, um dispositivo de mídia remoto) . Com base nesta informação de notificação, um usuário receptor pode usar o primeiro dispositivo para gerar um evento que diz respeito à informação de notificação e encaminhar o evento para o segundo dispositivo, onde o evento é registrado. Então, o segundo dispositivo pode transmitir informação de alerta para um usuário subsequente (que pode ser o mesmo usuário receptor) para alertar aquele usuário sobre a existência do evento registrado. O usuário subsequente pode avançar adicionalmente uma ação (tal como comprar um recurso, imprimir um recurso e assim por diante) com base na informação de alerta. Mecanismos de filtragem são descritos para determinar quais usuários receptores podem transmitir eventos e para determinar quais usuários subsequentes podem receber informação de alerta que indica a existência de eventos.
Description
"ESTRATÉGIAS PARA COLOCAÇÃO DE EVENTOS EM FILAPARA SUBSEQÜENTE PROCESSAMENTO"
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
A indústria tem provido inúmeras tecnologias parao acoplamento de dispositivos de uma maneira continua. Ligare Usar Universal (UPnP) é uma tal tecnologia. Ligar e UsarUniversal (UPnP) provê funcionalidade que facilita a adiçãoe remoção de dispositivos em uma rede equipada com UPnP. Porexemplo, a tecnologia UPnP permite que um usuário simples-mente "ligue" um novo dispositivo em um acoplamento da rede.
Posteriormente, a rede UPnP determinará automaticamente asnovas características do dispositivo e, subseqüentemente,coordenará a interação entre este novo dispositivo e outrosdispositivos na rede com base nas características determina-das. A tecnologia UPnP é particularmente adequada para redesassociadas com uma instalação local, tais como uma residên-cia, uma empresa, uma escola, etc.
Um assim denominado dispositivo UPnP define con-ceitualmente um recipiente abstrato que pode incluir dispo-sitivos, serviços, etc. reais. Um tal dispositivo UPnP é umservidor de mídia. Um outro é um dispositivo de renderizaçãode mídia. O servidor de mídia fornece informação de conteúdopara um ou mais dispositivos de renderização de mídia con-trolados por uma ou mais entidades de ponto de controle.
Servidores de mídia exemplares podem incluir vários tipos decomputadores, jukeboxes, gravadores de vídeo pessoais e as-sim por diante. Dispositivos de processamento de mídia exem-plares podem incluir vários tipos de computadores, sistemasde som, televisões, reprodutores portáteis de áudio e assimpor diante. Um ponto de controle pode ser integrado com umdos dispositivos UPnP expostos. Por exemplo, um dispositivode renderização de midia também pode incluir funcionalidadede ponto de controle para a interação com um servidor de mi-dia. Alternativamente, um ponto de controle pode representarum dispositivo que é implementado separado de um dispositivode renderização de midia que apresenta atualmente a informa-ção de midia. A página da Internet do Fórum UPnP (isto é,http://upnp.org/) fornece informação fundamental mais deta-lhada relacionada a arquitetura UPnP e a tópicos relacionados.
Desse modo, tecnologias tais como UPnP facilitam aintegração uniforme de inúmeros dispositivos eletrônicos emum ambiente doméstico ou em algum outro ambiente definido.Entretanto, existe espaço para melhoria destes tipos de tec-nologias.
Por exemplo, considere o caso em que um usuárioestá operando um dispositivo de renderização de midia (talcomo um aparelho de televisão) para reproduzir informação demidia fornecida por um servidor de midia. Os presentes in-ventores perceberam que o usuário pode desejar realizar al-guma ação em resposta à apresentação da midia. Por exemplo,considere que o usuário esteja assistindo a uma propagandacomercial e deseja adquirir um recurso que está sendo anun-ciado pela propaganda comercial. Para realizar esta tarefade forma convencional, o usuário tem que tomar nota manual-mente da informação de contato fornecida na propaganda co-mercial (ou memorize esta informação) e então usar esta in-formação manualmente para completar a transação em um momen-to posterior. Por exemplo, o usuário pode usar a informaçãode contato manualmente gravada ou memorizada para realizaruma chamada telefônica ou acessar uma página da Internet afim de completar a transação. Um procedimento similar podeser usado para realizar outros tipos de transações. Por e-xemplo, o usuário pode estar navegando em fotografias em umdispositivo de midia remoto e querer imprimir uma ou maisfotografias de interesse particular para o usuário. Para re-alizar esta tarefa, o usuário precisa tomar uma nota dequais fotografias devem ser impressas (ou memorizar esta in-formação). Então, o usuário pode acessar manualmente a fontedestas fotografias (por exemplo, um computador pessoal) paraimprimir as fotografias identificadas.
O procedimento exposto é trabalhoso. Em decorrên-cia disto, o usuário pode recusar-se a passar pelo inconve-niente de realizar a transação. O procedimento exposto tam-bém é potencialmente propenso ao erro. Por exemplo, o usuá-rio pode escrever (ou memorizar) imprecisamente um número detelefone ou endereço de página da Internet em resposta a umapropaganda comercial. Ambos inconvenientes podem resultar emuma experiência ruim para o usuário durante a realização dastransações. Adicionalmente, estes inconvenientes podem afe-tar negativamente a entidade que provê o equipamento ou ser-viços usados para realizar estas transações, por exemplo, emdecorrência da relutância de um usuário em realizar transações.Desta maneira, há uma necessidade exemplar de téc-nicas mais efetivas para a integração de dispositivos pararealizar todos os tipos de transação.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
São aqui descritas estratégias para o tratamentode uma transação, parte das qual é realizada usando um pri-meiro dispositivo, e a outra parte da qual é realizada usan-do um segundo dispositivo. Em um caso exemplar e não Iimi-tante, o primeiro dispositivo é um dispositivo de midia re-moto e o segundo dispositivo é um servidor de midia. Em umaimplementação exemplar, o servidor de midia transmite infor-mação de notificação para um usuário receptor para apresen-tação no dispositivo de midia remoto. A informação de noti-ficação pode solicitar uma resposta de um usuário receptorpara realizar alguma ação de iniciação, tais como iniciar aaquisição de um recurso, imprimir um recurso e assim por di-ante. O usuário receptor pode realizar a ação de iniciaçãopela atuação de um controle fisico ou de um controle de in-terface de usuário (UI) providos pelo dispositivo de midiaremoto (ou providos por um outro dispositivo, tal como umdispositivo de controle remoto). Esta ação cria em eventoque descreve a ação de iniciação. O evento pode incluir duaspartes: uma primeira parte que descreve um objeto alvo daação do usuário receptor (tal como o recurso que o usuárioreceptor deseja adquirir) e uma segunda parte que descreve aação que o usuário receptor deseja realizar no objeto (a sa-ber, em um exemplo, adquirir o recurso). O servidor de midiarecebe o evento e registra o evento em associação com o usu-ário receptor que gerou o evento.
A seguir, considere que o usuário receptor, outalvez um outro usuário, posteriormente, interajam com oservidor de mídia. (No geral, o usuário do servidor de mídiaé chamado de um "usuário subseqüente" para indicar que o u-suário toma a ação depois que o usuário receptor cria o e-vento). Isto faz com que o servidor de mídia proveja infor-mação de alerta visual e/ou de áudio que alerta o usuáriosubseqüente sobre a existência do evento. Se o usuário sub-seqüente ativar a informação de alerta então o servidor demídia pode coordenar a apresentação de uma interface quepermite que o usuário subseqüente avance adicionalmente natransação que foi iniciada pelo usuário receptor no disposi-tivo de mídia remoto. Por exemplo, o usuário subseqüente po-de adquirir um recurso indicado por um evento de compra re-cebido pelo usuário receptor.
Um benefício desta abordagem é que o usuário re-ceptor pode sinalizar convenientemente recursos considerandoque alguma ação é desejada. Então, o usuário subseqüente(que pode representar o mesmo usuário que o usuário recep-tor) pode ser convenientemente informado dos recursos sina-lizados e ter a oportunidade de completar a transação rela-cionada aos recursos. Isto reduz a necessidade de o usuárioreceptor gravar manualmente ou memorizar os detalhes de umatransação a fim de continuar com a transação usando um outrodispositivo.
De acordo com uma outra vantagem, o dispositivo demídia remoto é freqüentemente (embora não necessariamente)um dispositivo com capacidades limitadas de processamento.Portanto, este dispositivo pode não ter a funcionalidade pa-ra tratar adequadamente todos os aspectos de uma transação.
Entretanto, as estratégias aqui descritas alavancam efetiva-mente esta capacidade limitada de processamento, adicionandoesta capacidade à melhor funcionalidade provida pelo servi-dor de midia. Isto é, o dispositivo de midia pode pelo menosinformar o servidor de midia de um evento e, desse modo, i-niciar uma transação. Então, o servidor de midia pode com-pletar a transação usando sua melhor funcionalidade. Istopermite que o dispositivo de midia remoto permaneça relati-vamente simples, permitindo ainda que o usuário realize a-ções complexas.
Inúmeros outros recursos contribuem para a utili-dade das estratégias. Por exemplo, pode ser empregado um me-canismo que limita a propagação da informação de notificaçãopara o usuário receptor. A saber, em uma implementação, oservidor de midia somente transmite informação de notifica-ção para aqueles usuários receptores (e dispositivos de pro-cessamento de midia associados) que são pré-autorizados areceber tal informação. Ou o servidor de midia pode transmi-tir a informação de notificação para muitos usuários, maspermitir que somente usuários pré-autorizados possam res-tringir a disseminação da informação de alerta somente parausuários subseqüentes autorizados. 0 servidor de midia provêesta informação de alerta para um usuário subseqüente quandoo evento é primeiro recebido pelo servidor de midia (se ousuário subseqüente for capaz de receber esta informação) ouquando o usuário subseqüente retomar uma sessão de atividadecom o servidor de mídia depois de estar inativo por algumtempo.
Implementações adicionais podem aplicar a aborda-gem exposta em outros cenários. Em um cenário alternativocomo este, o primeiro dispositivo pode realizar uma ação emrelação a um recurso local (tal como um arquivo em um pri-meiro armazenamento de dados) e então criar um evento para atransmissão para o segundo dispositivo. 0 segundo dispositi-vo pode agir no evento fazendo mudanças em um recurso equi-valente armazenado em seu próprio armazenamento de dados lo-cal (compreendendo um segundo armazenamento de dados) . Nestecaso, pode-se dizer que a ação subseqüente "completa" a açãode iniciação no sentido em que ela duplica a ação de inicia-ção (que foi realizada no primeiro dispositivo) também nosegundo dispositivo. São possíveis ainda outras aplicaçõesdo paradigma de processamento de evento supradescrito.
Ainda outros recursos e benefícios presentes nasestratégias serão apresentados a seguir.
O assunto em questão apresentado na seção do Sumá-rio da Invenção diz respeito a manifestações exemplares dainvenção e, portanto, não limitam o escopo da invenção apre-sentado na seção de Reivindicações. Mais especificamente, aseção de Reivindicações pode apresentar aspectos da invençãoque têm um escopo mais amplo que os conceitos descritos naseção do Sumário da Invenção.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
A figura 1 mostra um sistema exemplar para o tra-tamento de uma transação em duas partes, em uma primeira dasquais um usuário receptor realiza a interação com um dispo-sitivo de midia remoto e em uma segunda das quais um usuáriosubseqüente realiza a interação com um servidor de midia.
A figura 2 mostra uma representação de um módulode tratamento de evento exemplar implementado pelo servidorde midia da figura 1.
A figura 3 mostra um dispositivo de midia remotoexemplar para uso no sistema da figura 1.
A figura 4 mostra informação de alerta exemplarexibida pelo servidor de midia da figura 1.
A figura 5 mostra uma apresentação de interface deusuário exemplar que o servidor de midia pode apresentarquando o usuário ativa a informação de alerta da figura 4.
A figura 6 mostra uma outra apresentação de inter-face de usuário exemplar que o servidor de midia pode apre-sentar quando o usuário ativa a informação de alerta da fi-gura 4.
A figura 7 mostra um módulo de linguagem de marca-ção exemplar que pode implementar um protocolo para a trocade informação de evento no sistema da figura 1.
As figuras 8-10 juntas mostram aspectos exemplaresdo modo de operação do sistema mostrado na figura 1.
A figura 11 mostra uma aplicação alternativa douso dos eventos para tratar uma transação.
A figura 12 mostra um ambiente de computador exem-plar para a implementação de aspectos dos sistemas de qual-quer uma das figuras anteriores.Os mesmos números são usados por toda a divulgaçãoe figuras para fazer referência a componentes e recursos i-guais. Os números da série 100 dizem respeito a recursos o-riginalmente encontrados na figura 1, os números da série200 dizem respeito a recursos originalmente encontrados nafigura 2, os números da série 300 dizem respeito a recursosoriginalmente encontrados na figura 3 e assim por diante.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Em resumo, as estratégias provêem uma técnica con-tinua e conveniente para a criação de um evento usando umdispositivo de midia remoto, iniciando desse modo uma tran-sação. Então, a técnica transfere este evento para o servi-dor de midia para a conclusão da transação.
Como uma questão preliminar, certos termos usadosnesta descrição são definidos a seguir:
* O termo "recurso" refere-se a qualquer bem iden-tificável. O bem pode dizer respeito a uma informação (talcomo informação de midia), a um artigo tangível, a um servi-ço e assim por diante.
* O termo "usuário receptor" refere-se a um usuá-rio (ou agente automatizado) que interage com qualquer tipode dispositivo para criar uma ação de iniciação. Esta opera-ção cria um evento.
* O termo "evento" refere-se a qualquer informaçãoque descreve uma ação tomada pelo usuário receptor.
* O termo "usuário subseqüente" refere-se a um u-suário (ou agente automatizado) que interage com qualquertipo de dispositivo para processar um evento criado pelo u-suário receptor. O usuário receptor pode ser o mesmo ou di-ferente do usuário subseqüente.
* O termo "ação de iniciação" refere-se a qualquertipo de ação tomada pelo usuário receptor para iniciar umatransação. Por exemplo, a ação de iniciação pode compreenderuma instrução para iniciar a aquisição de um recurso.
* O termo "ação subseqüente" refere-se a qualquertipo de ação tomada pelo usuário subseqüente para completar(ou para pelo menos processar adicionalmente) uma transaçãoiniciada pela ação de iniciação. A "ação subseqüente" poderepresentar uma etapa final de consumação em uma transaçãoou somente um avanço adicional da transação.
* O termo "informação de notificação" refere-se aqualquer tipo de informação transmitida para o usuário re-ceptor que atraia o usuário receptor a realizar a ação deiniciação. A informação de notificação pode descrever, porexemplo, um recurso que pode ser adquirido.
* O termo "informação de alerta" refere-se a qual-quer tipo de informação transmitida para o usuário subse-qüente para alertar este usuário sobre a existência de umevento criado pelo usuário receptor.
Mais no geral, certos exemplos aqui desenvolvidosbaseiam-se na tecnologia Ligar e Usar Universal (UPnP) paracoordenar a interação entre um servidor de midia e um dispo-sitivo de midia remoto. Entretanto, os princípios aqui des-critos não são limitados à tecnologia UPnP.
Além do mais, certos exemplos aqui desenvolvidosdiscutem a colocação de eventos em fila em um ambiente do-méstico, por exemplo, onde um usuário receptor usa um dispo-sitivo de midia remoto para realizar uma ação de iniciaçãoem uma residência e então posteriormente, usa um servidor demidia (por exemplo, um computador pessoal), também em umaresidência, para completar a transação. Entretanto, os prin-cípios aqui descritos podem ser aplicados a qualquer ambien-te, incluindo outros tipos de ambientes locais (tais comoambientes relacionados a negócios), bem como aplicações quenão são consideradas "locais" por natureza. Por exemplo, odispositivo de mídia remoto e o servidor de mídia podem seracoplados entre si usando uma rede de área ampla, por exem-plo, usando tecnologia de serviços da Internet ou semelhantes.
Adicionalmente, certos exemplos aqui desenvolvidosdiscutem a ação de iniciação e a ação subseqüente em termosde um procedimento realizado por usuários humanos em respos-ta à recepção de informação que induz os usuários a realizarações. Mas os princípios aqui descritos também podem se a-plicar a sistemas parcial ou completamente automatizados,por exemplo, nos quais um primeiro dispositivo transmite au-tomaticamente um evento para um segundo dispositivo em res-posta a algum tipo de ocorrência de disparo e/ou no qual osegundo dispositivo age automaticamente no evento medianterecebimento.
Adicionalmente, certos exemplos aqui desenvolvidosdescrevem a ação de iniciação sem nenhum efeito transforma-tivo em relação ao primeiro dispositivo (que gera o evento).Mas, em outros casos, a ação de iniciação pode representaruma ação que alcança um resultado transformativo no segundodispositivo. Este é caso para uma aplicação de sincronizaçãode recursos, na qual a ação de iniciação produz uma mudançaem pelo menos um recurso em um primeiro armazenamento de da-dos e a ação subseqüente produz a mesma mudança em pelo me-nos um recurso equivalente (por exemplo, duplicata) em umsegundo armazenamento de dados.
Ainda outras variações são abrangidas pela seguin-te discussão.
Esta divulgação inclui as seguintes seções. A Se-ção A apresenta um sistema exemplar para a implementação dosprincípios aqui descritos. A Seção B descreve um método e-xemplar para a operação do sistema da Seção A. A Seção Cdescreve um sistema exemplar alternativo para a implementa-ção dos princípios aqui descritos. E a Seção D descreve umambiente de computador exemplar para a implementação de as-pectos dos sistemas das seções anteriores.
A. Sistema Exemplar
No geral, qualquer uma das funções descritas emrelação às figuras pode ser implementada usando software,software embarcado (por exemplo, sistema fixo de circuitoslógicos), processamento manual ou uma combinação destas im-plementações. Da forma aqui usada, os termos "lógica", "mó-dulo" ou "funcionalidade" representam, no geral, software,software embarcado ou uma combinação de software e softwareembarcado. Por exemplo, no caso da implementação de um soft-ware, os termos "lógica", "módulo" ou "funcionalidade" re-presentam código de programa (ou conteúdo declarativo) querealiza tarefas especificadas quando executado em um dispo-sitivo ou dispositivos de processamento (por exemplo, CPU ouCPUs). O código de programa pode ser armazenado em um oumais dispositivos de memória legíveis por computador. Maisno geral, a separação ilustrada da lógica, módulos e funcio-nalidade em unidades distintas pode refletir um agrupamentoe alocação físicos reais de tais software e/ou hardware, oupode corresponder a uma alocação conceituai de diferentestarefas realizadas por um único software de programa e/ouunidade de hardware. A lógica, módulos e funcionalidade i-lustrados podem ficar em um único local (por exemplo, imple-mentados por um dispositivo de processamento) ou podem serdistribuídos em diversos locais.
A figura 1 mostra um sistema exemplar 100 para acolocação de eventos em fila e então para o avanço adicionalde transações com base naqueles eventos colocados em fila. Atroca de informação entre os componentes mostrados na figura1 pode ser gerenciada por qualquer tecnologia, tal como, massem limitações, a tecnologia Ligar e Usar Universal (UPnP).
O sistema inclui uma coleção de dispositivos, in-cluindo um servidor de mídia 102 e um ou mais dispositivosde mídia remotos (104,... 106). Os dispositivos (102,104,... 106) são acoplados entre si por meio de uma rede108. Um "usuário receptor" interage com o dispositivo de mí-dia remoto representativo 104 ao mesmo tempo em que um "usu-ário subseqüente" interage com o servidor de mídia 102. Daforma explicada anteriormente, o usuário receptor pode re-presentar o mesmo indivíduo que o usuário subseqüente, oupode representar um indivíduo diferente. Ou os "usuários"podem dizer respeito a agentes automatizados (por exemplo,funcionalidade lógica) que realiza automaticamente os papéisdos indivíduos.
Em um fluxo de operações UPnP básico, o servidorde mídia 102 encaminha informação para um ou mais dispositi-vos de mídia remotos (104, ... 106). Um ou mais pontos decontrole coordenam a troca de informação entre os componen-tes mostrados na figura 1. Em um caso, um ponto de controlepode ser integrado com qualquer um dos componentes mostradosna figura 1 (tal como um dos dispositivos de mídia remotos).
Por exemplo, o servidor de mídia 102 pode passar informaçãopara o dispositivo de mídia remoto 104 que processa a infor-mação. Aqui, o dispositivo de mídia remoto 104 pode agirtanto como um dispositivo de renderização de mídia quantocomo um ponto de controle. Em um outro caso, o ponto de con-trole pode representar uma entidade separada. Por exemplo, oservidor de mídia 102 pode passar informação sob a direçãodo dispositivo de mídia remoto 104 para um outro dispositivode mídia remoto que pode então processar a informação. Nestecaso, o dispositivo de mídia remoto 104 está desempenhando opapel de um ponto de controle, mas não como o dispositivo derenderização de mídia. Ainda outros caminhos de roteamento econtrole são possíveis.
No sistema 100, o servidor de mídia 102 pode re-presentar qualquer tipo de dispositivo com capacidades deprocessamento. No caso de uma rede doméstica, o servidor demídia 102 pode ser implementado por um computador pessoal oupor outro tipo de computador. Δ funcionalidade do servidorde mídia 102 que trata eventos gerados pelo dispositivo demídia remoto (104,... 106) é chamada de um módulo de trata-mento de eventos 110. O módulo de tratamento de eventos 110pode ser implementado em software, hardware, uma combinaçãode hardware e software e assim por diante.
Os dispositivos de mídia remotos (104,... 106) po-dem igualmente representar qualquer tipo de dispositivo. Emmuitos casos, embora não necessariamente, o dispositivo demídia remoto (104,... 106) representa dispositivos que têmmenos recursos de processamento, comparado com o servidor demídia 102. Em outras palavras, os dispositivos de mídia re-motos (104,... 106) podem representar "pequenos dispositi-vos" (significando que eles têm recursos de processamentoreduzidos comparados com o servidor de mídia 102). Tipos e-xemplares de dispositivos de mídia remotos (104,... 106) in-cluem qualquer tipo de dispositivo de processamento portátilou vestível, um dispositivo de telefone móvel, um conversorde sinal de freqüência, um console de jogos, um dispositivode reprodução de áudio, uma televisão interativa, um eletro-doméstico inteligente e assim por diante. A funcionalidadedo dispositivo de mídia remoto 104 representativo que geraeventos para transmissão para o servidor de mídia 102 é cha-mada de um módulo de geração de eventos 112. 0 módulo de ge-ração de eventos 112 pode ser implementado em software,hardware, uma combinação de hardware e software e assim pordiante.
0 usuário receptor pode interagir diretamente comum dispositivo de midia remoto, tal como o dispositivo demídia remoto 104. Ou o usuário receptor pode interagir com odispositivo de mídia remoto 104 por meio de algum outro dis-positivo, tal como o dispositivo de controle remoto 114 e-xemplar. O próprio dispositivo de controle remoto 114 podecompreender um dispositivo que é gerenciado pela tecnologiaUpnP. Mais especificamente, o dispositivo de controle remoto114 pode desempenhar o papel de um ponto de controle UPnP nosistema 100.
A rede 108 pode representar qualquer tipo de canalou combinação de canais para a troca de informação entre osdispositivos. Ela pode representar uma rede de área local(LAN), uma rede de área ampla (WAN) ou combinação destas.Ela pode ser fisicamente implementada usando qualquer tipo ecombinação de ligações, tais como ligações condutivas fisi-camente conectadas, ligações sem fio, linhas de força e as-sim por diante. A rede 108 também pode incluir qualquer com-binação de equipamentos relacionados á rede, tais como vá-rios roteadores, portas de comunicação, servidores de nomese assim por diante. Qualquer tipo de protocolo ou combinaçãode protocolos pode ser usado para trocar informação sobre arede 108, tais como TCP/IP, SOAP, GENA, HTTP e assim por diante.
As setas em negrito mostradas na figura 1 transmi-tem uma visão geral de uma manifestação exemplar da estraté-gia de colocação de eventos em fila. A estratégia de coloca-ção em fila é explicada em termos de uma interação entre oservidor de mídia 102 e o dispositivo de mídia 104 represen-tativo:
Em uma primeira operação (1), o servidor de mídia102 transmite informação para o dispositivo de mídia remoto104. Esta informação notifica o usuário receptor sobre algumrecurso considerando que o usuário receptor pode realizaralguma ação e é assim aqui chamada de "informação de notifi-cação". Este termo deve ser amplamente interpretado. Em umcaso, a informação de notificação pode incluir instruçõesespecíficas que convidam o usuário receptor a realizar algu-ma ação que diz respeito a um recurso. Em um outro caso, ainformação de notificação pode compreender uma apresentaçãodo próprio recurso ou alguma amostra deste (tal como umatrilha de um álbum de música que pode ser adquirido) . Em umoutro caso, a informação de notificação pode compreender al-gum tipo de conteúdo descritivo associado com o recurso (talcomo um título de um álbum a ser adquirido). Informação des-critiva também pode incluir conteúdo pictórico que descreveo recurso (tal como "arte do álbum" que provê uma imagem as-sociada com um álbum a ser adquirido). Ainda outros tipos deinformação podem constituir "informação de notificação", jáque este termo é aqui usado amplamente. Adicionalmente, ainformação de notificação pode incluir diferentes combina-ções dos tipos de informação identificados anteriormente.
Em um caso, o servidor de mídia 102 pode transmi-tir a informação de notificação para um usuário receptor demaneira não solicitada (na forma de anúncios instantâneosaleatórios) . Em um outro caso, o servidor de mídia 102 podetransmitir a informação de notificação para um usuário re-ceptor que se enquadra no contexto da interação atual do u-suário receptor com o dispositivo de midia remoto 104. Porexemplo, o servidor de midia 102 pode transmitir informaçãopara o dispositivo de midia remoto 104 em resposta a uma so-licitação do usuário receptor (tal como uma solicitação deprocura ou de busca feita pelo usuário receptor). São possí-veis ainda outras abordagens para a transmissão de informa-ção de notificação para os usuários receptores.
Considere o exemplo específico da arte do álbum.
Quando o usuário receptor realiza uma operação de navegaçãoou busca, o servidor de mídia 102 pode transmitir uma res-posta para o dispositivo de mídia remoto 102 que identificaa arte do álbum. Mais especificamente, o servidor de mídia102 pode retornar a informação de metadados exemplar:
<AlbumArtU-
RI>http://192.168.0.0/albumart.jpg</AmbumArtURI>.
Esta informação de metadados compreende uma liga-ção que aponta para um recurso de arte do álbum localizadono servidor de mídia 102 (ou localizado em outro lugar), ehabilita o dispositivo de mídia remoto 104 a acessar e exi-bir a arte do álbum. Esta operação de exibição pode ser rea-lizada de uma maneira automática (se o dispositivo receptorfor devidamente equipado para exibir a arte do álbum) ou po-de ser realizada opcionalmente a critério do usuário receptor.
Mais especificamente, em um caso exemplar, um in-dicador de arte do álbum pode ser embutido no interior de umindicador externo que descreve um único recurso de mídia(tal como uma única música). Neste contexto, a arte do álbumpode representar a arte da capa do álbum que inclui a músicacomo parte do seu conteúdo. Uma única música pode ter múlti-plos indicadores de arte do álbum associados com ela. Estesmúltiplos indicadores podem apresentar a mesma arte do álbumem diferentes tamanhos, formatos e assim por diante, ou osindicadores podem representar, possivelmente, diferentes ál-buns que incluem a mesma música.
Mediante o recebimento da informação de notifica-ção, o dispositivo de midia remoto 104 pode apresentar a in-formação de notificação de qualquer maneira, tal como a exi-bindo automaticamente em uma região periférica do seu moni-tor, em uma região principal do seu monitor e assim por di-ante. Ou o dispositivo de midia remoto 104 pode exibir a in-formação de notificação como uma anotação de hipertexto quepode ser ativada pelo usuário receptor ao seu arbítrio parareceber mais informação e assim por diante. Ainda alternati-vamente, (ou além disso), o dispositivo de mídia remoto podeapresentar a informação de notificação de forma audível, talcomo pela apresentação de uma mensagem, "Se você gosta destamúsica, porque não comprá-la?".
O servidor de mídia 102 pode transmitir seletiva-mente a informação de notificação somente para usuários re-ceptores que são pré-autorizados a agir na informação. Porexemplo, em um ambiente UPnP, o sistema 100 pode manter umabase de dados (não mostrada) que descreve as característicasdos dispositivos do sistema 100. As características podemser expressas usando perfis do dispositivo. 0 servidor demídia 102 pode acessar esta base de dados para determinarquais dispositivos são pré-autorizados a receber a informa-ção de notificação e então disseminar esta informação somen-te para aqueles dispositivos que são pré-autorizados a rece-ber esta informação de notificação. Em um caso alternativo,o servidor de mídia 102 pode transmitir informação de noti-ficação para todos os dispositivos de mídia remotos (104,. . . 106) sem restrição, mas habilitar somente dispositivosde mídia pré-autorizados a realizar ações baseadas nesta in-formação.
Em um outro cenário, o servidor de mídia 102 nãoprecisa transmitir nenhuma informação de notificação para odispositivo de mídia remoto 104. Por exemplo, considere ocaso em que o usuário receptor decide independentemente queuma certa ação deve ser realizada em um objeto alvo defini-do. O usuário receptor pode iniciar gratuitamente aquela a-ção no dispositivo de mídia remoto sem receber nenhum tipode informação de alerta proveniente do servidor de mídia102. Ou o servidor de mídia 102 pode transmitir informaçãode notificação para o usuário receptor, mas o usuário recep-tor pode gerar a ação de iniciação de maneira retardada de-pois da recepção da informação de notificação. Ou seja, porexemplo, que o usuário receptor pode gerar a ação de inicia-ção sem que a informação de notificação tenha sido necessa-riamente apresentada a ele. Em termos mais gerais, o usuárioreceptor gera a ação de iniciação tendo algum conhecimentosobre o objeto sobre o qual o usuário está agindo, e esteconhecimento pode ser transmitido para o usuário em umagrande variedade de maneiras diretas e indiretas.
Em uma segunda operação (2), o usuário receptorrealiza alguma ação que diz respeito a um objeto alvo (porexemplo, que compreende um recurso identificado pela infor-mação de notificação). Em virtude de esta ação iniciar umatransação, ela é aqui chamada de uma "ação de iniciação".Uma lista incompleta de possíveis ações de iniciação vem aseguir:
* Um usuário receptor pode emitir uma instruçãopara adquirir um recurso em particular associado com a in-formação de notificação. Por exemplo, a informação de noti-ficação pode incluir arte do álbum pictórica que identificaum álbum de música que o usuário receptor pode adquirir, outalvez um trecho musical daquele álbum. Em resposta à recep-ção desta informação de notificação, o usuário receptor podeemitir uma instrução para adquirir aquele álbum. 0 usuárioreceptor pode adquirir qualquer outro tipo de recurso de umamaneira similar.
* Um usuário receptor pode emitir uma instruçãopara cancelar uma solicitação de compra anterior que dizrespeito a um recurso identificado.
* Um usuário receptor pode emitir uma instruçãopara criar uma reserva para um recurso em particular, talcomo um quarto de hotel, um carro de locação e assim por di-ante.
* Um usuário receptor pode emitir uma instruçãopara imprimir um recurso em particular identificado pela in-formação de notificação. Por exemplo, o usuário receptor po-de estar navegando em uma coleção de imagens fotográficas.Mediante a descoberta de uma fotografia de interesse, o usu-ário receptor pode emitir uma instrução para imprimir estafotografia. De uma maneira similar, o usuário receptor podeemitir uma instrução para encaminhar um recurso para um des-tino alvo identificado. Por exemplo, o usuário receptor podeindicar uma fotografia a ser transmitida para sua irmã e as-sim por diante.
Um usuário receptor pode emitir uma instruçãopara realizar o processamento em um recurso identificado.
Por exemplo, o usuário receptor pode emitir uma instruçãopara rotacionar uma fotografia, remover uma fotografia emparticular, mudar a coloração e/ou brilho de uma fotografia,remover olhos vermelhos de uma fotografia e assim por diante.
* Um usuário receptor pode emitir uma instruçãopara mudar o estado de um recurso identificado. Por exemplo,considere o cenário no qual o usuário receptor está navegan-do em correios eletrônicos no dispositivo de midia remoto104. O usuário receptor pode emitir uma instrução para ar-quivar um destes correios eletrônicos (para mover o correioeletrônico para armazenamento de longo prazo) e assim pordiante.
* Um usuário receptor pode emitir uma instruçãopara fazer cópia de segurança de um recurso identificado(por exemplo, um arquivo) no dispositivo servidor de midia102 (ou algum outro dispositivo alvo).
Versados na técnica percebem que há muitos outrostipos de ações que podem ser realizadas e que há muitos ou-tros tipos de objetos que podem ser alvos de tais ações.
0 usuário receptor pode emitir uma instrução pormeio de qualquer tipo de mecanismo de entrada. Tipos possí-veis de mecanismos de entrada incluem: mecanismos de contro-le físico (tais como botões físicos, indicadores, botões derádio, teclados, manetes, dispositivo de apontamento com es-fera superior, elementos de tela sensível ao toque, luvas dedados, etc.) mecanismos de controle UI (tais como botõesgráficos, controles deslizantes, botões de rádio, etc.), me-canismos de entrada ativados por voz e assim por diante. Afigura 3, a ser discutida posteriormente, provê uma informa-ção adicional em relação aos mecanismos exemplares que per-mitem que o usuário receptor realize uma ação de iniciação.
A figura 1 mostra um cenário no qual o usuário re-ceptor recebe informação de notificação por meio do disposi-tivo de mídia remoto 104 e então realiza uma ação de inicia-ção usando o mesmo dispositivo de mídia remoto 104. Outroscenários são possíveis. Por exemplo, o usuário receptor podereceber informação de notificação por meio do dispositivo demídia remoto 104, mas então pode realizar a ação de inicia-ção usando algum outro dispositivo, tal como o dispositivode controle remoto 114. Por exemplo, o dispositivo de con-trole remoto 114 pode incluir uma série de botões físicos oude UI que permitem que o usuário receptor realize uma açãode iniciação com base em informação de notificação apresen-tada pelo dispositivo de mídia remoto 104. Em um exemplomais concreto, o usuário receptor pode estar ouvindo uma a-mostra de um álbum por meio do dispositivo de mídia remoto104 e então emitir uma instrução para comprar todo o álbumassociado com a amostra atuando um botão no dispositivo decontrole remoto 114. São possíveis cenários ainda adicionaisque podem envolver dispositivos ainda adicionais. Por exem-plo, um primeiro dispositivo remoto pode apresentar uma a-mostra de uma parte musical, um segundo dispositivo remotopode apresentar arte do álbum e um terceiro dispositivo re-moto pode ser usado para emitir um evento de compra.
É criado um evento em resposta a qualquer tipo deinformação que descreve a ação de iniciação e que pode serpropagado para um outro dispositivo para alertar aquele dis-positivo da natureza da ação. Em um exemplo não limitante, oevento pode compreender pelo menos duas partes. Uma primeiraparte identifica o objeto que é o alvo do evento. Por exem-plo, se o usuário procura realizar alguma ação em um recursoou adquirir o recurso então o objeto compreende o própriorecurso. Uma segunda parte identifica a ação a ser realizadano objeto. Ações exemplares supramencionadas incluem: a a-quisição do objeto; a impressão do objeto; a transferênciado objeto para um receptor identificado; o redimensionamen-to, a remoção, a redução de olhos vermelhos, etc. do objetoe assim por diante. As diferentes ações podem ser represen-tadas usando diferentes códigos respectivos ou por algumaoutra técnica.
Em uma terceira operação (3), o servidor de mídia102 recebe o evento e, opcionalmente, registra o evento noarmazenamento de eventos.Em uma quarta operação (4), o usuário subseqüenteacessa o servidor de mídia 102 para processar qualquer umdos eventos registrados. 0 usuário subseqüente refere-se aqualquer um que completa a transação iniciada pelo usuárioreceptor. Em um caso, o usuário subseqüente é o mesmo usuá-rio receptor.
Em um cenário, o usuário subseqüente está ativa-mente ocupado com o servidor de mídia 102 no momento em queo evento é recebido. Neste caso, o servidor de mídia 102 po-de notificar imediatamente o usuário subseqüente do recebi-mento do evento (e, em cujo caso, pode não ser necessáriotambém registrar o evento). Entretanto, em um outro cenário,o usuário subseqüente pode não estar ativamente ocupado como servidor de mídia 102 no momento em que o evento é recebi-do. Isto pode ser em virtude de o usuário subseqüente estarfora do sistema do computador que implementa o servidor demídia 102 ou em virtude de o usuário subseqüente não estarocupado em uma seção ativa com o servidor de mídia, por e-xemplo, no caso em que o computador suporta Alternação Rápi-da de Usuário (FUS), etc. Neste cenário, o servidor de mídia102 pode alertar o usuário subseqüente sobre a existência dealgum evento que foi recebido durante sua "ausência" (dequalquer forma definida).
O servidor de mídia 102 pode alertar o usuáriosubseqüente sobre a existência dos eventos de várias manei-ras, tal como provendo informação gráfica, informação de áu-dio, alguma combinação destas e assim por diante. Em um casoexemplar e não limitante, o servidor de mídia 102 pode aler-tar o usuário subseqüente sobre a existência dos eventosprovendo uma mensagem bolha gráfica. Em qualquer evento, ainformação que o servidor de midia 102 transmite para o usu-ário subseqüente é aqui chamada de "informação de alerta"para indicar que esta informação alerta o usuário a comple-tar a transação iniciada pelo usuário receptor no dispositi-vo de midia remoto 104.
O servidor de midia 102 pode ser configurado paratransmitir informação de alerta somente para usuários subse-qüentes autorizados. Por exemplo, considere que um pai ageno papel de um usuário receptor sinalizando certos recursospara receber algum tipo de processamento subseqüente. Estesrecursos podem ser impróprios para visualização por todos osindivíduos da família, ou eles podem ser impróprios para quetodos os indivíduos da família realmente completem a transa-ção financeira. Considere que o filho do pai se registre noservidor de mídia 102 como um usuário subseqüente. 0 servi-dor de mídia 102 pode ser configurado para determinar a i-dentidade deste usuário (por exemplo, com base na senha dousuário) e determinar se este usuário está autorizado a com-pletar a transação iniciada pelo pai usuário receptor. Estaoperação de verificação pode ser realizada consultando umabase de dados para determinar se o usuário particular estáautorizado a receber informação de alerta. Desta maneira, oservidor de mídia 102 pode impedir que a criança receba ainformação de alerta.
O usuário subseqüente pode responder à informaçãode alerta ativando-a, por exemplo, clicando na apresentaçãográfica da informação de alerta. Isto pode invocar uma oumais apresentações de interface de usuário que permitem queo usuário subseqüente complete a(s) transação(s) ou pelo me-nos avance adicionalmente na transação. Por exemplo, em umcaso, o servidor de midia 102 pode invocar uma ou mais apre-sentações de interface de usuário que permitem que o usuárioadquira recursos, realize processamento nos recursos e assimpor diante. Estas apresentações podem ser hospedadas pelopróprio servidor de midia 102 ou alguma terceira entidade,possivelmente, acessível por meio de uma conexão de rede deárea ampla ou por alguma combinação de apresentações hospe-dadas por uma combinação do servidor de mídia 102 e da ter-ceira entidade. Por exemplo, o servidor de mídia 102 podeapresentar ao usuário subseqüente uma apresentação de inter-face de usuário que dá ao usuário a opção de avançar com atransação de compra. Se o usuário subseqüente invocar estaopção, então o servidor de mídia 102 pode direcionar o usuá-rio para uma página da Internet hospedada por uma entidadede propaganda comercial que está vendendo o recurso. Emqualquer caso, a ação tomada pelo usuário subseqüente em a-vançar adicionalmente a transação que foi iniciada pelo usu-ário receptor é aqui chamada de uma "ação subseqüente". Aação subseqüente pode representar a etapa final de uma tran-sação ou pode representar uma outra etapa não terminal deuma série de ações que compreendem a transação.
0 exposto descreveu o cenário no qual o dispositi-vo de mídia remoto 104 é um dispositivo separado do servidorde mídia 102. Em particular, o dispositivo de mídia remoto104 pode representar um pequeno cliente, significando queele tem menores recursos de processamento comparado com oservidor de mídia 102. A abordagem supradescrita permite queum dispositivo de mídia remoto relativamente simples incor-pore serviços mais complexos, isto é, usando o dispositivode mídia remoto para indicar transações a ser completadasposteriormente pelo servidor de mídia 102 mais versátil. Es-ta estratégia permite que o dispositivo de mídia remoto per-maneça com um desenho simples, ainda que incorporando servi-ços avançados.
Em um outro cenário, as quatro ações (1-4) supra-descritas podem ser realizadas até o fim no contexto de umúnico dispositivo. Por exemplo, um usuário pode registrar umevento usando um primeiro dispositivo e então posteriormen-te, retornar ao mesmo dispositivo, acessar o evento regis-trado e completar a transação nele baseada.
Avançando agora para a figura 2, esta figura mos-tra uma representação mais detalhada do módulo de processa-mento de eventos 110 implementado no servidor de mídia 102.
O módulo de processamento de eventos 110 incluiinúmeros módulos e armazenamentos de dados. Inicialmente, ummódulo de disseminação de notificação 202 transmite informa-ção de notificação para o usuário receptor. Da forma discu-tida anteriormente, a informação de notificação pode compre-ender qualquer informação que pode, de alguma forma, alertaro usuário receptor a tomar uma ação. Por exemplo, a informa-ção de notificação pode alertar o usuário receptor sobre aexistência de um recurso. A ação de iniciação gera um even-to.
Um módulo de recepção de evento 204 recebe o even-to criado pelo usuário receptor. Da forma explicada anteri-ormente, o evento pode ter duas partes: uma primeira partedescreve o objeto da ação e uma segunda parte descreve aprópria ação. 0 módulo de recepção de evento 204 também po-de, opcionalmente, registrar o evento recebido.
Um módulo de avanço de ação 206 permite que o usu-ário subseqüente avance adicionalmente em uma transação ini-ciada pelo usuário receptor (novamente, o usuário subseqüen-te pode representar o mesmo usuário que o usuário receptor).
Por exemplo, o módulo de avanço 206 pode alertar o usuáriosubseqüente sobre a existência de um ou mais eventos regis-trados. Ele pode realizar esta tarefa transmitindo informa-ção de alerta para o usuário subseqüente. No caso em que a-contece de o usuário subseqüente estar ativamente ocupadocom o servidor de midia 102 no momento em que o evento é re-cebido então o módulo de avanço de ação 206 pode transmitirimediatamente a informação de alerta para o usuário subse-qüente. De outra forma, o módulo de avanço de ação 206 podetransmitir ao usuário subseqüente a informação de alerta na-quele momento em que o usuário subseqüente retoma o uso doservidor de midia 102 (por exemplo, entrando novamente nosistema, retomando uma sessão ativa de usuário e assim pordiante).
Um módulo de registro 208 permite que um usuárioadministrativo (não mostrado) ajuste vários parâmetros ope-racionais e outras informações que gerenciam a operação domódulo de processamento de eventos 110. Por exemplo, o módu-lo de registro 208 pode permitir que o usuário administrati-vo ajuste as condições sob as quais informação de notifica-ção é transmitida para o usuário receptor, condições sob asquais informação de alerta é transmitida para o usuário sub-seqüente e assim por diante.
Um armazenamento de informação de conteúdo 210 ar-mazena informação que é disseminada para os usuários, talcomo informação de notificação transmitida para o usuárioreceptor, informação de alerta transmitida para o usuáriosubseqüente e assim por diante. Este armazenamento pode serimplementado pelo próprio servidor de midia 102 ou por algu-ma outra entidade (tal como uma página da Internet remota).
Um armazenamento de informação de condição 212 ar-mazena informação que gerencia a operação do módulo de pro-cessamento de eventos 110. Por exemplo, o armazenamento deinformação de condição 212 pode armazenar condições sob asquais a informação de notificação é transmitida para o usuá-rio receptor, condições sob as quais a informação de alertaé transmitida para o usuário subseqüente e assim por diante.
Finalmente, o armazenamento de informação de açãodo usuário 214 pode armazenar eventos recebidos dos disposi-tivos de midia remotos (104, ... 106). Tais eventos podemdescrever os objetos alvos dos eventos, bem como a naturezadas suas ações. O armazenamento de informação de ação do u-suário 214 pode armazenar eventos em uma base usuário porusuário.
A figura 3 mostra um dispositivo de midia remoto300 exemplar. Este dispositivo pode incluir opcionalmenteuma interface gráfica de usuário 302, bem como uma coleçãode chaves físicas 304. A interface gráfica de usuário 302pode ser usada para exibir informação de notificação, talcomo arte do álbum. Alternativamente, um outro dispositivoremoto pode ser usado para apresentar informação de notifi-cação, permitindo ao dispositivo de mídia remoto 300 a opor-tunidade de gerar um evento com base na informação de noti-ficação.
O dispositivo de mídia remoto 300 pode incluir umou mais controles de UI gráfica (por exemplo, controle de UI306) e/ou controles mais físicos (por exemplo, botão físico208) para permitir que o usuário gere um evento. Por exem-plo, em um cenário de aquisição, o dispositivo remoto de u-suário 300 pode incluir um botão de compra (ou outro tipo decontrole). Em um cenário de navegação em fotografias, o dis-positivo remoto de usuário 300 pode incluir um botão de im-pressão, um botão de rotação (para rotacionar a fotografia),um botão de remoção de olhos vermelhos (para remover olhosvermelhos da fotografia) e assim por diante.
A figura 4 mostra um mecanismo exemplar para aprovisão de informação de alerta. Neste caso, um computadorpessoal 4 02 implementa o servidor de mídia 102. 0 computadorpessoal 402 inclui uma interface gráfica de usuário que exi-be informação de alerta 404. Neste caso exemplar, a informa-ção de alerta 4 04 toma a forma de uma mensagem bolha gráficaque alerta o usuário subseqüente para o fato de que ele temeventos esperando por sua atenção. É possível apresentar ainformação de alerta de muitas outras maneiras, tal como pe-la provisão de informação de áudio e assim por diante.
Em uma implementação exemplar, o servidor de mídia102 pode coordenar o tratamento das ações subseqüentes (en-volvendo a apresentação de informação de alerta com base emeventos colocados em fila) por meio de uma rotina de repro-dução automatizada (tal como a funcionalidade AUTO-EXECUÇÃOdo WINDOWS, provida pelo Microsoft Corporation de Redmond,Washington).
A figura 5 mostra uma apresentação da interface deusuário 500 exemplar que pode ser invocada quando o usuáriosubseqüente ativa a informação de alerta 404. Neste cenárioparticular, os eventos registrados dizem respeito a eventosde aquisição.
Assim, neste caso, a apresentação da interfacede usuário 500 pode listar os eventos de compra e dar ao u-suário uma oportunidade de completar estes eventos de aqui-sição comprando realmente os recursos identificados (ou re-cusando-se a adquirir os recursos). Por exemplo, a entrada502 na apresentação 500 identifica que o usuário receptorexpressou um interesse em comprar um álbum de concertos empiano de Bach. Esta entrada 502 permite que o usuário descu-bra informação adicionalmente relacionada a este álbum ouconfirme a aquisição comprando realmente o álbum. Clicar emqualquer botão na entrada 502 pode, opcionalmente, direcio-nar o usuário subseqüente para uma página da Internet queirá realmente tratar da venda do bem identificado (ou o pró-prio servidor de mídia 302 pode implementar UI que coordenaa venda).A figura 6 mostra uma outra apresentação de inter-face de usuário 600 exemplar. Esta apresentação 600 enfatizaque o sistema 100 pode ser aplicado a muitos tipos de ações.Por exemplo, a entrada 602 dá ao usuário subseqüente a opçãode completar uma operação de impressão. A entrada 604 dá aousuário subseqüente a opção de completar uma operação de re-dução de olhos vermelhos. A entrada 606 dá ao usuário subse-qüente a opção de completar uma operação de tratamento decorreio eletrônico. Versados na técnica percebem que muitasoutras operações são possíveis.
Como um tópico final desta seção, como exposto, emuma implementação específica, aspectos do sistema 100 podemser implementados usando tecnologia UpnP. Neste caso, a fi-gura 7 mostra um trecho XML exemplar (LobObjectEvent) quepode ser usado para definir o protocolo para a troca de in-formação de evento entre o dispositivo de mídia remoto 104 eo servidor de mídia 102. O trecho define a composição de umevento que inclui uma primeira parte que identifica o objetoalvo da ação (ObjectID) e uma segunda parte que identifica aprópria ação (EventType).
B. Processos Exemplares
As figuras 8-10 mostram procedimentos (800, 900,1000) que explicam um modo de operação exemplar do sistema100 mostrado na figura 1. Para facilitar a discussão, certasoperações são descritas constituindo etapas distintas reali-zadas em uma certa ordem. Tais implementações são exemplarese não limítantes. Certas etapas aqui descritas podem ser a-grupadas e realizadas em uma única operação, e certas etapaspodem ser realizadas em uma ordem que difere da ordem empre-gada nos exemplos apresentados nesta divulgação. Como as o-perações descritas nestes fluxogramas já foram explicadas nocontexto da arquitetura do sistema 100, esta seção servirábasicamente como uma revisão destas operações.
A figura 8 mostra um procedimento 800 que permiteque um usuário administrativo ajuste vários parâmetros e ou-tras informações que gerenciam a operação do sistema 100. Naetapa 802, o usuário administrativo pode ajustar várias con-dições que gerenciam a disseminação da informação de notifi-cação, da informação de alerta e assim por diante. Na etapa804, o usuário administrativo pode registrar conteúdo a serdisseminado quando as condições definidas na etapa 802 sãosatisfeitas. Por exemplo, na etapa 804, o usuário adminis-trativo pode definir informação de notificação (por exemplo,arte do álbum), informação de alerta (por exemplo, mensagensbolha de alerta) e assim por diante.
A figura 9 mostra um procedimento 900 que descrevea solicitação, o recebimento e o registro de um evento (doponto de vista do servidor de midia 102). Na etapa 902, oservidor de midia 102 determina se transmite informação denotificação para o dispositivo de midia remoto 104. Por e-xemplo, o servidor de midia 102 pode garantir que somentedispositivos de midia remotos pré-autorizados recebam infor-mação de notificação ou que somente dispositivos de midiaremotos pré-autorizados sejam permitidos responder à infor-mação de notificação. Na etapa 904, o servidor de midia 102transmite a informação de notificação para o dispositivo demídia remoto 104. Na etapa 906, o servidor de mídia 102 re-cebe um evento em resposta à informação de notificação, in-dicando que o usuário receptor realizou alguma ação de ini-ciação em resposta à informação de notificação. Na etapa908, o servidor de mídia 102 registra o evento recebido emseu armazenamento de evento (por exemplo, o armazenamento deinformação de ação do usuário 214 da figura 2).
A figura 10 mostra um procedimento 1000 que des-creve o processamento do evento registrado. Na etapa 1002, oservidor de mídia 102 determina se é apropriado transmitir ainformação de alerta para um usuário subseqüente particular.
Lembre-se que a informação de alerta alerta o usuário subse-qüente sobre a existência do evento registrado. Na etapa904, o servidor de mídia 102 transmite a informação de aler-ta para o usuário subseqüente. Na etapa 1006, o servidor demídia 102 recebe uma resposta do usuário subseqüente que in-dica que o usuário subseqüente ativou a informação de aler-ta, por exemplo, clicando em uma representação gráfica dainformação de alerta. Na etapa 1008, o servidor de mídia 102coordena o avanço da transação que foi iniciada pelo usuárioreceptor. Esta etapa pode envolver, conseqüentemente, entrarem contato com uma página da Internet que permite que o usu-ário subseqüente execute a ação, tal como adquirir um recur-so identificado.
C. Outras Aplicações Exemplares
A discussão anterior descreveu sistemas e procedi-mentos para o tratamento de transações de uma maneira divi-dida, em que parte de uma transação é realizada em relação aum dispositivo que desempenha um primeiro papel e uma outraparte da transação é realizada em relação a um dispositivoque desempenha um segundo papel. Nestas aplicações, a tran-sação foi acionada por um ou mais usuários humanos em virtu-de de suas interações com os dispositivos. Os dispositivosforam descritos no contexto exemplar e não limitante dosdispositivos de processamento de midia UPnP e dispositivosservidores de midia, ou qualquer tipo de componentes rela-cionados.
Os princípios aqui descritos têm aplicações adi-cionais que podem variar em relação aos exemplos expostos deinúmeras maneiras.
Por exemplo, os termos "transação", "ação de ini-ciação" e "ação subseqüente" devem ser aqui interpretados demaneira genérica. Considere o sistema 1100 da figura 11 quealcança a sincronização de recursos (tal como sincronizaçãode arquivos) entre duas ou mais páginas da Internet. Δ sa-ber, o primeiro dispositivo 1102 pode manter um primeiroconjunto de recursos em um primeiro armazenamento de dados1104 e um segundo dispositivo 1106 pode manter um segundoconjunto de recursos em um segundo armazenamento de dados1108. Estes recursos podem representar qualquer tipo debens, tais como arquivos, etc. Pelo menos alguns recursos noprimeiro armazenamento de dados 1104 podem representar osmesmos recursos armazenados no segundo armazenamento de da-dos 1108, de maneira tal que estes armazenamentos de dados(1104, 1108) mantenham cópias redundantes dos mesmos recur-sos. 0 propósito da operação de sincronização de recursos égarantir que mudanças feitas no primeiro armazenamento dedados 1104 sejam duplicadas nos recursos equivalentes conti-dos no segundo armazenamento de dados 1108 (e vice-versa).
Para este fim, uma mudança feita em um recurso noprimeiro armazenamento de dados 1104 pode constituir uma a-ção de iniciação que invoca a geração de um evento. O eventopode especificar a natureza do recurso que está sendo modi-ficado (ou talvez uma cópia do próprio recurso), bem comouma descrição da mudança que está sendo feita no recurso.
Este evento pode ser transmitido para o segundo dispositivo1106 pelo primeiro dispositivo 1002 da maneira supradescri-ta. Mediante recebimento, o segundo dispositivo 1106 poderegistrar este evento da maneira supradescrita. O segundodispositivo 1106 pode operar no evento imediatamente median-te o recebimento do evento, ou ele pode agir no evento quan-do o usuário subseqüente retomar uma sessão ativa com o se-gundo dispositivo 1106. A ação no evento pode constituir du-plicar as mudanças feitas no primeiro armazenamento de dados1104 para pelo menos um recurso equivalente armazenado nosegundo armazenamento de dados 1108.
No exemplo da sincronização de recursos suprades-crito, note que a "transação" compreende um ato transforma-tivo que é realizado no primeiro dispositivo 1102 seguidopor um ato transformativo que é realizado no segundo dispo-sitivo 1106. A sincronização de recursos não é limitada aduas páginas da Internet (como na figura 11). Em um contextomais geral, uma mudança feita em qualquer dispositivo podeser duplicada em inúmeros outros dispositivos por meio doprotocolo de eventos supradescrito.
Mais no geral, os princípios supradescritos podemser aplicados em qualquer contexto em que um dispositivo quedesempenha um primeiro papel (por exemplo, um primeiro dis-positivo) transmite um evento para um dispositivo que desem-penha um segundo papel (por exemplo, um segundo dispositi-vo) , que permite que o segundo aja no evento imediatamenteou algum tempo depois da recepção do evento. 0 primeiro dis-positivo e o segundo dispositivo não são limitados a dispo-sitivos de processamento de mídia e a dispositivos servido-res de mídia. Nem são estes dispositivos limitados a dispo-sitivos UPnP.
Adicionalmente, o impulso que aciona as transaçõesnão precisa representar ações de usuário humano. Várias a-ções podem ser realizadas em resposta ao disparo automáticode eventos ou, pelo menos em parte, em resposta a eventos dedisparo automático.
São possíveis aplicações e variações ainda adicio-nais dos princípios supradescritos.
D. Ambiente de Computador Exemplar
A figura 12 provê informação relacionada a um am-biente de computador 1200 que pode ser usado para implemen-tar qualquer uma das funções de processamento descritas nasseções anteriores, tal como o servidor de mídia 102. Qual-quer um dos dispositivos de mídia remotos (104, ... 106)também pode incorporar os recursos descritos a seguir, oualgum subconjunto destes.
O ambiente de computador 1200 inclui um computadortipo servidor de uso geral 1202 e um dispositivo de exibição1204. Entretanto, o ambiente de computador 1200 pode incluiroutros tipos de equipamentos computacionais. Por exemplo,embora não mostrado, o ambiente de computador 1200 pode in-cluir dispositivos de mão ou portáteis, conversores de sinalde freqüência, consoles de jogos, computadores de grandeporte, etc. Adicionalmente, a figura 12 mostra elementos doambiente de computador 1200 agrupados para facilitar a dis-cussão. Entretanto, o ambiente computacional 1200 pode em-pregar uma configuração de processamento distribuída. Em umambiente computacional distribuído, recursos computacionaispodem estar fisicamente dispersos por todo o ambiente.
O computador 1202 exemplar inclui um ou mais pro-cessadores ou unidades de processamento 1206, uma memória desistema 120 e um barramento 1210. O barramento 1210 conectavários componentes do sistema. Por exemplo, o barramento1210 conecta o processador 1206 na memória do sistema 1208.
O barramento 1210 pode ser implementado usando qualquer tipode estrutura de barramento ou combinação de estruturas debarramento, incluindo um barramento de memória ou controla-dor de memória, um barramento periférico, uma porta acelera-dora gráfica e um processador ou barramento local que usaqualquer um de uma variedade de arquiteturas de barramento.
O computador 1202 também pode incluir uma varieda-de de mídias legíveis por computador, incluindo uma varieda-de de tipos de mídia volátil e não volátil, cada uma dasquais pode ser removível ou não removível. Por exemplo, amemória do sistema 1208 inclui mídia legível por computadorna forma de memória volátil, tal como memória de acesso ale-atório (RAM) 1212 e memória não volátil, tal como memóriaexclusiva de leitura (ROM) 1214. A ROM 1214 inclui um siste-ma de entrada / saida (BIOS) 1216 que contém as rotinas bá-sicas que ajudam a transferir informação entre elementos docomputador 1202, tal como durante a inicialização. Tipica-mente, a RAM 1212 contém dados e/ou módulos de programa emuma forma que pode ser rapidamente acessada pela unidade deprocessamento 1206.
Outros tipos de midia de armazenamento em computa-dor incluem uma unidade de disco rigido 1218 para leitura apartir de uma midia magnética não removível e não volátil egravação nela, uma unidade de disco magnético 1220 para lei-tura a partir de um disco magnético removível e não volátil1222 e gravação nele (por exemplo, um "disco flexível") , euma unidade de disco ótico 1224 para leitura a partir de umdisco ótico removível e não volátil 1226, tal como um CD-ROM, DVD-ROM ou outra mídia ótica, e gravação nele. A unida-de de disco rígido 1218, a unidade de disco magnético 1220 ea unidade de disco ótico 1224 são, cada qual, conectadas nobarramento do sistema 1210 por uma ou mais interfaces de mí-dia de dados 1228. Alternativamente, a unidade de disco rí-gido 1218, a unidade de disco magnético 1220 e a unidade dedisco ótico 1224 podem ser conectadas ao barramento do sis-tema 1210 por uma interface SCSI (não mostrada) ou por outromecanismo de acoplamento. Embora não mostrados, o computador1202 pode incluir outros tipos de mídias legíveis por compu-tador, tais como cassetes magnéticos ou outros dispositivosde armazenamento magnéticos, cartões de memória rápida, CD-ROM, discos versáteis digitais (DVD) ou outro armazenamentoótico, memória exclusiva de leitura programável e eletríca-mente apagável (EEPROM), etc.
No geral, a midia legível por computador expostaprovê armazenamento não volátil das instruções legíveis porcomputador, das estruturas de dados, dos módulos de programae de outros dados para uso pelo computador 1202. Por exem-plo, a mídia legível pode armazenar o sistema operacional1230, a funcionalidade específica da aplicação 1232 (inclu-indo funcionalidade para implementação de aspectos do módulode tratamento de eventos 120 do servidor de mídia 102), osoutros módulos de programa 1234 e os dados do programa 1236.
O ambiente de computador 1200 pode incluir uma va-riedade de dispositivos de entrada. Por exemplo, o ambientede computador 1200 inclui um teclado 1238 e um dispositivode apontamento 1240 (por exemplo, um "mouse") para a inser-ção de comandos e informação no computador 1202. 0 ambientede computador 1200 pode incluir outros dispositivos de en-trada (não ilustrados), tais como um microfone, uma manete,um controlador de jogos, uma antena parabólica, uma portaserial, um digitalizador, dispositivos de leitura de cartão,câmera digital ou de vídeo, etc. Interfaces de entrada / sa-ída 1242 acoplam o dispositivo de entrada na unidade de pro-cessamento 1206. Mais no geral, o dispositivo de entrada po-de ser acoplado no computador 1202 por meio de qualquer tipode interface e de estruturas de barramento, tais como umaporta paralela, uma porta serial, uma porta de jogos, umaporta de barramento serial universal (USB), etc.
O ambiente de computador 1200 também inclui o dis-positivo de exibição 1204. Um adaptador de video 1244 acoplao dispositivo de exibição 1204 no barramento 1210. Além dodispositivo de exibição 1204, o ambiente de computador 1200pode incluir outros dispositivos periféricos de saida, taiscomo alto-falantes (não mostrados), uma impressora (não mos-trada) , etc.
O computador 1202 opera em um ambiente de rede u-sando conexões lógicas para um ou mais computadores remotos,tal como um dispositivo computacional remoto 124 6. O dispo-sitivo computacional remoto 124 6 pode compreender qualquertipo de equipamento de computador, incluindo um computadorpessoal de uso geral, um computador portátil, um servidor,etc. O dispositivo computacional remoto 124 6 pode incluirtodas as características discutidas anteriormente em relaçãoao computador 1202 ou algum subconjunto delas.
Qualquer tipo de rede 1248 pode ser usado para a-coplar o computador 1202 no dispositivo computacional remoto124 6, tais como a WAN 402 da figura 4, uma LAN, etc. O com-putador 1202 é acoplado na rede 1248 por meio de uma inter-face de rede 1250 (por exemplo, a interface 416 mostrada nafigura 4) que pode utilizar conectividade de banda larga,conectividade por modem, conectividade DSL ou outra estraté-gia de conexão. Embora não ilustrada, o ambiente computacio-nal 1200 pode prover funcionalidade de comunicação sem fiopara a conexão do computador 1202 no dispositivo de controleremoto 1246 (por exemplo, por meio de sinais de rádio modu-lados, sinais infravermelhos modulados, etc.)·
Concluindo, inúmeros recursos foram aqui descri-tos, primeiro, identificando problemas exemplares que estesrecursos podem abordar. Esta maneira de explicação não cons-titui uma admissão de que outros perceberam e/ou articularamos problemas da maneira aqui especifiçada. A percepção e aarticulação dos presentes problemas nas tecnologias relevan-tes devem ser entendidas como parte da presente invenção.Mais especificamente, aqui não há admissão de que os recur-sos descritos na seção de Antecedentes da Invenção desta di-vulgação constitua tecnologia anterior. Adicionalmente, adescrição de um conjunto limitado de problemas na seção deAntecedentes da Invenção não limita a aplicação da invençãoem resolver somente aqueles problemas. Ela pode ser aplicadaa problemas e ambientes não expressamente aqui identifica-dos. Adicionalmente, o assunto em questão apresentado nasseções de Sumário da Invenção e de Resumo desta divulgaçãonão limita o assunto em questão apresentado nas reivindica-ções.
Mais no geral, embora a invenção tenha sido des-crita em linguagem especifica para recursos estruturais e/ouatos metodológicos, entende-se que a invenção definida nasreivindicações anexas não está necessariamente limitada aosrecursos ou atos específicos descritos. Em vez disto, os re-cursos e atos específicos são divulgados como formas exem-plares de implementação da invenção reivindicada.
Claims (20)
1. Método para tratamento de uma transação,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:prover informação de notificação para um usuárioreceptor que diz respeito ao conteúdo;receber um evento que indica que o usuário recep-tor realizou uma ação de iniciação em resposta à informaçãode notificação ativando um controle associado com a ação deiniciação, em que o evento descreve: um objeto alvo associa-do com o conteúdo e uma operação a ser realizada no objetoalvo;registrar o evento para prover um evento registrado;informar a um usuário subseqüente a existência doevento registrado; epermitir ao usuário subseqüente realizar uma açãosubseqüente associada com o evento registrado, em que a açãosubseqüente diz respeito ao conteúdo e está associada com aoperação identificada no evento,em que a ação de iniciação e a ação subseqüentejuntas compreendem pelo menos parte da transação.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a ação de iniciação compreen-de uma solicitação do usuário receptor para a aquisição deum recurso, e a ação subseqüente compreende uma ação que dizrespeito à aquisição do recurso.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a ação de iniciação compreen-de uma solicitação do usuário receptor para realizar algumprocessamento em um recurso, e a ação subseqüente compreendeuma ação que diz respeito ao desempenho do processamento.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3,CARACTERIZADO pelo fato de que o processamento compreende umou mais de:transferir o recurso para um destino alvo;realizar processamento de dados no recurso paratransformar os dados associados com o recurso;alterar um estado associado com o recurso; oufazer cópia de segurança do recurso.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o controle é um elemento decontrole físico associado com a ação de iniciação.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o controle é um elemento deinterface gráfica de usuário associado com a ação de iniciação .
7. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que um dispositivo receptor que ousuário receptor usa para receber a informação de notifica-ção é o mesmo dispositivo que o usuário receptor usa paragerar o evento.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que um dispositivo receptor que ousuário receptor usa para receber a informação de notifica-ção é diferente de um dispositivo que o usuário receptor usapara gerar o evento.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente de-terminar se o usuário receptor é pré-autorizado a receber ainformação de notificação ou se o usuário receptor é pré-autorizado a agir na informação de notificação, e somenteprover a informação de notificação para o usuário receptorse o usuário receptor tiver o direito de receber a informa-ção de notificação.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o registro do evento compre-ende a colocação do evento em fila em associação com o usuá-rio receptor que gerou o evento.
11. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o usuário receptor gera o e-vento usando um dispositivo que desempenha um primeiro pa-pel, e em que o usuário subseqüente realiza a ação subse-qüente usando um dispositivo que desempenha um segundo papel.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o dispositivo que desempenhao primeiro papel é diferente do dispositivo que desempenha osegundo papel.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADO pelo fato de que o dispositivo que desempenhao primeiro papel tem menos recursos de processamento compa-rado com o dispositivo que desempenha o segundo papel.
14. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o usuário receptor é o mesmousuário subseqüente.
15. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o usuário receptor não é omesmo usuário subseqüente.
16. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a informação do usuário sub-seqüente do evento registrado compreende transmitir automa-ticamente para o usuário subseqüente a informação de alertapor meio de uma rotina de auto-execução quando for detectadoque o usuário subseqüente está ocupado em um dispositivo queapresenta a informação de alerta.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente de-terminar se o usuário subseqüente tem o direito de consumara transação e somente prover a informação de alerta para ousuário subseqüente se o usuário subseqüente tiver o direitode receber a informação de alerta.
18. Midia legível por computador, CARACTERIZADApelo fato de que compreende instruções legíveis por computa-dor para a realização do método do tipo definido na reivin-dicação 1.
19. Método para o tratamento de uma transação,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:em um primeiro dispositivo:prover informação de notificação para um usuárioque diz respeito ao conteúdo;em um segundo dispositivo:receber a informação de notificação;realizar uma ação de iniciação associada com oconteúdo invocando um controle associado com a ação de ini-ciação,em que a ação de iniciação gera um evento que des-creve: um objeto alvo associado com o conteúdo e uma opera-ção a ser realizada no objeto alvo;no primeiro dispositivo:receber o evento;registrar o evento para prover um evento registrado;informar o usuário sobre a existência do eventoregistrado; epermitir ao usuário realizar uma ação subseqüenteassociada com o evento registrado, em que a ação subseqüentediz respeito ao conteúdo e está associada com a operação i-dentificada no evento;em que a ação de iniciação e a ação subseqüentejuntas compreendem pelo menos parte da transação, eem que o primeiro dispositivo tem menos recursosde processamento comparado com o segundo dispositivo.
20. Método para o tratamento de uma transação,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:receber um evento Ligar e Usar Universal (UPnP)que indica que uma primeira ação foi realizada em relação aum dispositivo que desempenha um primeiro papel;registrar o evento para prover um evento registrado; erealizar uma segunda ação associada com o eventoregistrado em um dispositivo que desempenha um segundo pa-pel, em que a segunda ação avança a transação que inclui aprimeira ação como parte dela.
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