BRPI0613160A2 - embarcação para assentamento de tubos e métodos de operação da mesma - Google Patents

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BRPI0613160A2
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Stewart Kenyon Willis
Alan William Henry West
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Abstract

EMBARCAçãO PARA ASSENTAMENTO DE TUBOS E MéTODOS DE OPERAçãO DA MESMA. Uma embarcação para assentamento de tubos compreende um armazenamento (502) para várias unidades de tubo a serem montadas em uma tubulação e um aparelho de assentamento em 5 (312, 314, 316) para fabricação e arriamento de uma tubulação pelo acréscimo repetido de novas seções (506) . A extremidade da tubulação que é assentada é mantida alinhada com o eixo geométrico de fabricação mais próximo da horizontal do que da vertical, o aparelho de assentamento em S incluindo um aguilhoador (312) para sustentar a tubulação em uma trajetória arqueada até um eixo geométrico de partida, que é mais vertical que horizontal. Um aparelho auxiliar (318/810) é apresentado para levantar itens singulares até uma extremidade da tubulação. A estrutura de sustentação (320/802) do aparelho auxiliar é localizada acima da extremidade inferior do aguilhoador do aparelho de assentamento em S, substancialmente alinhada com o eixo geométrico de partida, de modo a se facilitar a transferência da tubulação suspensa e dos itens singulares de um dos aparelhos para o outro. O aparelho auxiliar pode ser uma armação em A (810) ou um aparelho de assentamento em J completo (318-322) para tarefas de assentamento adicionais. O eixo geométrico de fabricação pode ser localizado acima e em um lado do convés principal, permitindo que um aguilhoador de raio maior seja transportado. A embarcação e/ou seu desenho podem ser adaptados de uma embarcação porta-recipientes padrão.

Description

"EMBARCAÇÃO PARA ASSENTAMENTO DE TUBOS E MÉTODOSDE OPERAÇÃO DA MESMA"
A invenção refere-se a uma embarcação para assen-tar tubos no mar e, em particular, a uma embarcação do tipono qual uma tubulação comprida é fabricada a bordo durante oassentamento, e não do tipo que assenta uma extensão de tuboque tenha sido pré-fabricada e armazenada em um carretei.
As figuras 1 e 2 mostram, respectivamente, tiposde sistema de 'assentamento em S íngreme' e 'assentamento emJ', que são conhecidos na fabricação e assentamento de tubu-lações em águas muito profundas. Cada um deles será descritomais detalhadamente a seguir. Cada sistema tira seu nome daconformação em xS' ou em 'J' formada pelo tubo do ponto emque é fabricado na embarcação, através da curva catenáriaque segue até o ponto em que fica disposto, horizontal noleito marinho.
Os sistemas de assentamento em S íngreme são umdesenvolvimento relativamente recente dos sistemas de assen-tamento em S utilizados tradicionalmente em águas mais ra-sas. Um exemplo notoriamente conhecido é a embarcação Soli-taire de Allseas, da forma geralmente mostrada em GB2299646A (Allseas/Kalkman). Os sistemas de assentamento em Síngreme assentam tubos muito rapidamente, mas têm a desvan-tagem de produzirem as 'fibras' externas do tubo durante apassagem através do aguilhoador e são difíceis para o encai-xe de terminações (conhecidas como PLETs) e tês de linha mé-dia. Embora a produção de tubulações a bordo, como uma em-barcação, é em princípio muito eficaz, a fixação de estrutu-ras e tês na catenária do tubo suspenso é muito demorada epode levar tipicamente de 6 a 12 horas. Freqüentemente, taisoperações só podem ser executadas pelo assentamento da tubu-lação no leito marinho e pelo seu rebocamento novamente atéum outro aparelho em uma posição diferente na embarcação, ouaté mesmo em uma embarcação completamente diferente. Duranteeste tempo, a produção da tubulação é interrompida.
Exemplos de sistemas de assentamento em J são co-nhecidos dos documentos US 6213686 (Baugh), US 6361250 (deVarax), US 6371694 (que corresponde à embarcação CSO DeepBlue), US 5421675 (Brown/McDermott) e W000005525 A2 (Saipem7000). Os sistemas de assentamento em J são muito lentos, amenos que sejam extremamente altos, digamos de 75 m a 100 mou mais, o que limita sua aplicação a embarcações de guin-daste pesadas, como a Saipem 7000. Entretanto, eles têm avantagem de reduzirem ao mínimo a carga por fadiga aplicadaà catenária durante a instalação e são, portanto, preferidospara o assentamento de tubos ascendentes catenários de aço(SCRs), que são sensíveis à fadiga na dobra de curvatura(onde o tubo toca o leito marinho) e no suspensor da plata-forma. Os sistemas de assentamento em J são mais bem adequa-dos para a inserção de módulos em linha e terminações, que éefetuada ou dentro do sistema de assentamento em J propria-mente dito ou em um aparelho de manuseio de PLETs.
Cada um dos dois sistemas mencionados tem, portan-to, suas próprias vantagens e desvantagens, o que o tornaadequado para diferentes tipos de projeto. Por conseguinte,um projeto de construção de um único campo de óleo pode exi-gir duas embarcações de assentamento de tubos diferentes,cada uma em si mesma um recurso muito dispendioso, a seremapresentadas e coordenadas em sua disponibilidade e opera-ções, para executar partes diferentes da instalação. As em-barcações podem até mesmo pertencer a diferentes empreitei-ros, aumentando as complexidades contratuais e o risco co-mercial para todos os envolvidos.
Para complicar a questão mais ainda, o revestimen-to de plástico das tubulações é um aspecto crescente dosprojetos de construção de tubulações. Por causa da complexi-dade da junção de extensões de tubo revestido de plástico,em comparação com soldas de tubo de aço-aço simples, o re-vestimento torna-se não econômico e incorre em maior riscode tempo de vida útil uma vez que a extensão de tubo pré-revestido a ser soldada na catenária se reduz. Consequente-mente, é atualmente não econômico assentar tubos revestidosutilizando-se sistemas de assentamento em J e jamais tenta-dos utilizando-se sistemas de assentamento em S. Apesar daproposta de métodos mais simples de junção de tubos revesti-dos, conforme são revelados em WO 2004/015321A (Stolt) e US6226855 (Lattice), o tubo revestido permanece quase exclusi-vamente o território dos sistemas de Assentamento por Carre-tei, onde hastes de 500 m a 1 km são revestidas em terra esoldadas na tubulação durante o enrolamento.
Além disso, uma vez que a área de operações em á-guas profundas se estendeu do Mar do Norte de modo a incluiro Golfo do México, a África Ocidental, o Brasil e a parteoriental do Mediterrâneo, navios adequadamente equipados es-tão tendo que gastar proporções crescentes de seu tempotransportando os produtos que eles utilizarão do cais do fa-bricante até o local de trabalho. Isto é extremamente inefi-caz, uma vez que a geração atual de navios é otimizada parapermanecer em uma posição fixa no posicionamento dinâmico(DP) e extremamente lenta em trânsito. As embarcações conhe-cidas simples não têm espaço ou capacidade de carga paratransportar toda a sua haste de tubo durante uma temporadaem um único trajeto.
A presente invenção visa a permitir operações deassentamento de tubos de uma única embarcação sem as transi-gências inerentes às tecnologias conhecidas descritas acima.São revelados diversos aspectos independentes da invenção,os quais resolvem um ou mais dos inconvenientes identifica-dos acima. Estes aspectos podem ser utilizados separadamenteou em combinação em uma dada embarcação.
[PRIMEIRO ASPECTO]
De acordo com um primeiro aspecto da invenção, éapresentada uma embarcação de assentamento de tubos, quecompreende:
- armazenamento para várias unidades de tubo a se-rem montadas em uma tubulação para assentamento;
- um aparelho de assentamento em S para fabricaçãoe arriamento de uma tubulação pelo acréscimo repetido de no-vas seções de tubulação à extremidade da tubulação que é as-sentada, a extremidade da tubulação sendo mantida alinhadacom o eixo geométrico de fabricação mais próximo da horizon-tal que da vertical, o aparelho de assentamento em S inclu-indo um aguilhoador para sustentar a tubulação fabricada emuma trajetória arqueada entre o eixo geométrico de fabrica-ção e o eixo geométrico de partida, que é substancialmentevertical; e
- um aparelho auxiliar para uso no encaixe de i-tens singulares em pelo menos uma extremidade da tubulação eque inclui uma estrutura de sustentação para sustentar ositens enquanto são conectados à tubulação, em que a estrutu-ra de sustentação do aparelho auxiliar é localizada acima daextremidade inferior do aguilhoador do aparelho de assenta-mento em S, substancialmente alinhada com o eixo geométricode partida, de modo a se facilitar a transferência da tubu-lação suspensa e do item singular de um dos aparelhos para ooutro.
Esta instalação permite que o grosso da tubulaçãoseja rapidamente assentada pelo sistema de assentamento emS, enquanto os itens singulares que não podem passar por so-bre o aguilhoador que sustenta a tubulação sobre a trajetó-ria arqueada podem ser instalados pelo aparelho auxiliar semprocedimentos de transferência incômodos e sem alteração daposição da embarcação.
A embarcação pode compreender também:
- um aparelho de assentamento em J para fabricaçãoe arriamento de uma tubulação pelo acréscimo repetido de no-vas seções de tubulação à extremidade da tubulação que é as-sentada, a extremidade da tubulação em funcionamento sendomantida na extremidade inferior do aparelho de assentamentoem J e tendo um ângulo de partida alinhado com o eixo geomé-tricô substancialmente vertical do aparelho de assentamentoem J; e
- um dispositivo para transferir a tubulação sus-pensa de um dos aparelhos para o outro de modo que partesdiferentes da mesma tubulação possam ser fabricadas pelosdiferentes aparelhos de assentamento em J e de assentamentoem S.
Deve ficar entendido que 'vertical' neste relató-rio inclui uma faixa de ângulos que podem ser necessáriospara alinhamento com a trajetória catenária natural da tubu-lação suspensa. Isto é porque é necessário um elemento hori-zontal de tensão para evitar a danificação do tubo onde eletoca no leito marinho.
As novas seções de tubulação adicionados não pre-cisam ter o mesmo comprimento nos diferentes aparelhos e, dequalquer maneira, podem alterar-se de acordo com a naturezado produto que é manejado. Além do mais, particularmente nocaso do aparelho de assentamento em J, a nova seção de tubu-lação pode de vez em quando ser uma peça em Tê ou outra peçade equipamento, em vez de um simples tubo.
Em uma modalidade, o aparelho de assentamento em Je o aparelho de assentamento em S são montados simplesmentena embarcação de modo que o aguilhoador esteja dentro docomprimento da embarcação e o eixo geométrico de partida dosistema de assentamento em S e o eixo geométrico do aparelhode assentamento em J estejam substancialmente alinhados, oaparelho de assentamento em J formando assim o aparelho au-xiliar. O dispositivo para transferência nesse caso pode serimplementado por um ou mais guinchos e cabos para sustentaro peso da tubulação suspensa enquanto ela é liberada por umdos aparelhos e resgatada pelo outro. A existência do agui-lhoador dentro do comprimento da embarcação facilita tambéma transferência da tubulação para outra embarcação ou plata-forma — como, por exemplo, a transferência de um tubo as-cendente para uma FPSO (embarcação de produção, armazenamen-to e descarga flutuante).
Em modalidades alternativas, o dispositivo detransferência pode ser adaptado para trasladar a extremidadeda tubulação suspensa entre o eixo geométrico do aparelho deassentamento em J e o eixo geométrico de partida do aparelhode assentamento em S. Em WO 2004/085898 (Stolt Offshore, A-gent's ref 64086WO), por exemplo, o fixador de afastamentode um aparelho de assentamento em J é sustentado sobre umcarro de modo a poder ser trasladado para as posições opera-cionais fora do eixo geométrico de assentamento em J. Em ou-tro documento exemplar anterior, WO 03004915A1 (Torch Off-shore), o aparelho de assentamento em J inteiro pode sertrasladado na embarcação. Tais disposições, embora mais dis-pendiosas em si mesmas, podem ter o mérito de não serem fá-ceis para alinhar diretamente os eixos geométricos dos doisaparelhos.
Em uma modalidade tipica, o aparelho de assenta-mento em J compreende:
- um dispositivo para suspender uma tubulação queé assentada com um ângulo de partida substancialmente vertical;- um dispositivo para erigir e manter uma nova se-ção de tubulação em alinhamento com a tubulação suspensa;
- um dispositivo para juntar a seção de tubulaçãoerigida à tubulação suspensa de modo a se estender a tubula-ção que é assentada; e
- um dispositivo para abaixar a tubulação estendi-da a ser mantida no dispositivo de afastamento pronta para oacréscimo de outra seção de tubulação.
O aparelho de assentamento em J pode compreender,em particular, uma estrutura de torre alinhada com o eixogeométrico, uma mesa operacional localizada no pé da torre eum eretor para receber a seção de tubulação a ser acrescen-tada à tubulação e que sustenta a seção de tubulação enquan-to a move de uma posição receptora horizontal para uma posi-ção vertical dentro da torre. A torre pode ser inclinável davertical, conforme descrito nas diversas descrições de sis-temas de assentamento em J conhecidos.
O aparelho de assentamento em J pode incluir tam-bém uma linha de produção para montar a nova seção de tubu-lação a partir de unidades mais curtas no armazenamento, an-tes de erigi-las no aparelho de assentamento em J. Alterna-tivamente, as unidades de tubo do armazenamento podem serutilizadas diretamente como as seções de tubulação.
Em uma modalidade alternativa, com ou sem aparelhode assentamento em J, o aparelho auxiliar pode compreenderum fixador de afastamento substancialmente alinhado com oeixo geométrico de partida para manter a extremidade superi-or de uma tubulação já assentada e um aparelho de manejo demódulos acima do fixador de afastamento para sustentar o mó-dulo de terminação em alinhamento vertical com a extremidadeda tubulação enquanto a tubulação e o módulo são juntados.
0 aparelho de manejo de módulos pode incluir umaestrutura de sustentação fixa e uma armação em A montada ar-ticuladamente na estrutura fixa, uma armação em A que pro-porciona um suporte que é móvel de popa à proa através doeixo geométrico de partida enquanto sustenta o peso do módu-lo e da tubulação.
O aparelho de manejo de módulos pode ser tambémlocalizado substancialmente na interseção do eixo geométricode partida e do eixo geométrico de fabricação do sistema deassentamento em S e pode incluir uma estrutura para susten-tar um segundo módulo de terminação em alinhamento relativa-mente horizontal com a extremidade da tubulação que é fabri-cada enquanto o módulo e a tubulação são juntados.
Em uma modalidade típica, o aparelho de assenta-mento em S compreende, além do aguilhoador:
- um dispositivo tensor alinhado com o eixo geomé-tricô de fabricação a montante do aguilhoador para agarrar econtrolar o arriamento da tubulação sob tensão;
- um ou mais estações de junção posicionadas aolongo do eixo geométrico de fabricação a montante do dispo-sitivo tensor para juntar novas seções de tubo à extremidadeda tubulação mantida no dispositivo tensor.
0 aparelho pode incluir também um fixador substan-cialmente fixo posicionado sobre o eixo geométrico de fabri-cação entre o aguilhoador e a estação de junção primária,para segurar a extremidade da tubulação enquanto a nova se-ção de tubulação é adicionada à tubulação, o dispositivotensor sendo localizado a montante da estação de junção pri-mária, para arriar a tubulação pelo agarramento da seção detubulação recém-adicionada. Tal disposição aumenta ao máximoo comprimento da seção de tubulação que pode adicionada, pa-ra uma dada extensão de aparelho.
O dispositivo tensor pode compreender pelo menosum fixador móvel montado sobre um carro e um dispositivo pa-ra acionar o carro ao longo do eixo geométrico de fabricaçãoenquanto agarra e tubulação.
O dispositivo tensor pode compreender alternativa-mente uma série de tensores do tipo de esteira, ou uma com-binação de fixadores fixos, fixadores móveis e tensores deesteira.
O aparelho de assentamento em S pode compreenderadicional ou alternativamente uma fábrica de tubulações lo-calizada fora do eixo geométrico de. fabricação, a fábrica detubulações tendo uma série de estações de trabalho dispostasem pelo menos uma linha de produção de vários estágios paraa pré-montagem de seções de tubulação a partir de unidadesmais curtas mantidas no armazenamento, e um dispositivo paratransferir as seções de tubulação montadas da linha de pro-dução para o eixo geométrico de fabricação para junção à tu-bulação que é assentada. Desta maneira, uma taxa de assenta-mento elevada pode ser obtida com menos estações de junçãosendo localizadas sobre o eixo de fabricação propriamentedito.O aparelho de assentamento em S pode incluir tam-bém um dispositivo para revestir a seção de tubulação monta-da com um revestimento de plástico continuo, a estação dejunção sendo adaptada para juntar a seção de tubulação e seurevestimento à tubulação que é assentada e ao revestimentodela, respectivamente.
No caso de ser utilizada uma embarcação comprida,a fábrica de tubulações pode ser adaptada para formar seçõesde tubulação de mais de 90 m, até mesmo 135 m e ou 180 m, decomprimento, de modo que a taxa de assentamento possa seraumentada ao máximo, e até mesmo que um tubo revestido possaser fabricado de maneira econômica no mar. Estes comprimen-tos correspondem a 8-11, 12-15 ou 16+ unidades de tubo deaproximadamente 12 m cada.
A fábrica de tubulações pode compreender tambémuma segunda linha de produção de vários estágios, também lo-calizada fora do eixo geométrico de fabricação, o dispositi-vo de transferência sendo acionável para transferir seçõesde tubulação montadas das primeira e segunda linhas de pro-dução de modo a se obter uma taxa maior de assentamento queseria obtenivel pela primeira fábrica de tubulações sozinha.
Na modalidade preferida, o aparelho de assentamen-to em S é posicionado com seu eixo geométrico de fabricaçãodo lado externo ao longo de um lado da embarcação. Desta ma-neira, um desenho de embarcação existente, como um transpor-tador de recipientes, pode ser adaptado a uma embarcação deassentamento de tubos de acordo com a invenção, sem que seabandone a forma de casco que é eficaz no trânsito atravésde longas distâncias.
O aparelho de assentamento em S da modalidade pre-ferida é também posicionado com seu eixo geométrico de fa-bricação a uma altura de 10 m, 20 m ou mais acima do convésprincipal da embarcação. Isto reduz a profundidade abaixo daágua ocupada pelo aguilhoador e eleva o ponto de partida datubulação até mais perto do nivel operacional do aparelho deassentamento em J.
O dispositivo de transferência pode incluir um e-levador para içar a seção de tubulação fabricada do nivel dalinha de produção até a altura do eixo geométrico de fabri-cação.
Na modalidade preferida, a parte inferior do agui-lhoador é dobrável para cima quando não em uso.
O aparelho de assentamento em S pode compreendertambém um segundo aguilhoador para sustentar uma segundaparte da tubulação fabricada em uma segunda trajetória ar-queada, a segunda trajetória arqueada correndo na direçãooposta à da trajetória arqueada mencionada primeiro até umsegundo eixo geométrico de partida, que é substancialmentevertical, mas distante do primeiro eixo geométrico de parti-da. Por este recurso, apresentado a seguir mais especifica-mente como um terceiro aspecto da invenção, a fabricação datubulação pode continuar, arriar a tubulação para dentro domar através do segundo aguilhoador, enquanto o arriamento aolongo da primeira trajetória arqueada é interrompido para asoperações de assentamento em J ou por outras razões.O aparelho de assentamento em S pode compreenderum (outro) fixador substancialmente fixo localizado sobre oeixo geométrico de fabricação próximo do segundo aguilhoadorpara manter uma extremidade da segunda tubulação fabricadaem alinhamento com o eixo geométrico de fabricação enquantoo restante da segunda tubulação fabricada se estende por so-bre o segundo aguilhoador.
0 aparelho de assentamento em S pode compreenderuma segunda estação de junção localizada sobre o eixo geomé-tricô de fabricação mais perto do segundo aguilhoador do quedo primeiro aguilhoador, para juntar uma nova seção de tubu-lação à extremidade da segunda tubulação fabricada, enquantoo restante da segunda tubulação fabricada se estende por so-bre o segundo aguilhoador.No caso de o dispositivo tensor compreender pelomenos um fixador móvel montado sobre um carro e um disposi-tivo para acionar o carro ao longo do eixo geométrico de fa-bricação entre os primeiro e segundo aguilhoadores, o fixa-dor pode ser acionável para agarrar e controlar o arriamentode uma seção de tubulação ao longo tanto da primeira quantoda segunda trajetória arqueada. Alternativamente, dispositi-vos tensores separados podem ser instalados para as primeirae segunda tubulações.
A parte do segundo aguilhoador pode ser dobrávelpara cima quando não em uso.
0 armazenamento pode compreender um porão em formade recipiente da embarcação, da maneira descrita em nossopedido anterior GB 2324078A.A embarcação pode ser um transportador de recipi-entes com uma capacidade de carga de pelo menos 6000 TEU, depreferência de mais de 8000 TEU e/ou pelo menos 200 m, pos-sivelmente de mais de 300 m de comprimento no total (TEU éuma medida padrão de capacidade de carga de recipiente, quesignifica Unidades Equivalentes de Vinte Pés (6,09 m).
A invenção sob o primeiro aspecto também apresentaum método para fabricar e assentar uma tubulação de uma em-barcação no mar, o método compreendendo as etapas de:
(a) armazenar na embarcação as unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;
(b) fabricar e arriar uma parte de assentamento emJ de uma tubulação pelo acréscimo de uma ou mais novas se-ções de tubulação à extremidade da tubulação que é assenta-da, a extremidade da tubulação nesta etapa sendo mantida naextremidade de um aparelho de assentamento em J montado naembarcação e tendo um ângulo de partida alinhado com o eixogeométrico substancialmente vertical do aparelho de assenta-mento em J;
(c) antes ou depois da etapa (b), fabricar e arri-ar uma parte de assentamento em S da mesma tubulação peloacréscimo repetido de novas seções de tubulação à extremida-de da tubulação que é assentada, a extremidade da tubulaçãonesta etapa sendo mantida em um aparelho de assentamento emS também montado na embarcação e alinhada com o eixo geomé-trico de fabricação mais próximo da horizontal do que davertical, a tubulação fabricada sendo sustentada por um a-guilhoador do aparelho de assentamento em através de umatrajetória arqueada entre o eixo geométrico de fabricação eo eixo geométrico de partida, que é substancialmente verti-cal; e
(d) transferir a tubulação suspensa de um dos apa-relhos para o outro para fabricação das diferentes partes datubulação.
A parte de assentamento em S da tubulação podecompreender uma linha de fluxo assentada para ficar dispostacompletamente no leito marinho, enquanto a parte de assenta-mento em J forma um tubo ascendente que se estende do leitomarinho na direção da superfície.
A parte de assentamento em S da tubulação podecompreender uma tubulação contínua, enquanto a parte de as-sentamento em J inclui recursos singulares (um Tê de linhamédia ou uma terminação, por exemplo).
O método pode compreender também fabricar uma novaseção para acréscimo à parte de assentamento em J da tubula-ção na etapa (b) pela junção mútua de duas ou mais das uni-dades de tubo do armazenamento.
O método pode compreender também fabricar uma novaseção para acréscimo à parte de assentamento em S da tubula-ção na etapa (c) pela junção mútua de duas ou mais das uni-dades de tubo do armazenamento.
A fabricação da nova seção pode ser feita utili-zando-se uma primeira linha de produção enquanto uma novaseção anterior fabricada em uma segunda linha de produçãoparalela está sendo juntada à tubulação na etapa (c).As novas seções adicionadas na etapa (c) podem tervárias vezes o comprimento da(s) seção(ões) adicionadas naetapa (c).
0 método pode incluir também inserir um revesti-mento de plástico em cada nova seção antes de ser adiciona-da, a etapa (c) incluindo juntar o revestimento da nova se-ção a um revestimento dentro da tubulação que é assentada.
0 método pode incluir também a etapa (e) de fabri-car e arriar para dentro do mar uma segunda tubulação peloacréscimo repetido de novas seções de tubulação à extremida-de da segunda tubulação, a extremidade da tubulação nestaetapa sendo mantida -no aparelho de assentamento em S e ali-nhada com o eixo geométrico de fabricação, a segunda tubula-ção sendo sustentada por um segundo aguilhoador através deuma segunda trajetória arqueada entre o eixo geométrico defabricação e o eixo geométrico de partida, que é substanci-almente vertical, de modo a ser arriada na direção oposta àda primeira tubulação mencionada.
A etapa (e) pode ser executada simultaneamente coma etapa (b) de modo a se construir uma haste da tubulaçãofabricada suspensa do segundo aguilhoador, a segunda tubula-ção sendo juntada à tubulação mencionada primeiro após atransferência da tubulação mencionada primeiro de volta parao aparelho de assentamento em S e arriada por sobre o agui-lhoador mencionado primeiro antes de se retomar a etapa (c).
Na etapa de armazenamento, mais de mil unidades detubo podem ser armazenadas, como, por exemplo, em um armaze-namento em recipiente.A invenção sob o primeiro aspecto apresenta aindaum método para fabricar e assentar uma tubulação de uma em-barcação no mar, o método compreendendo as etapas de:
(a) armazenar na embarcação as unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;
(b) fabricar e arriar uma parte de assentamento emda mesma tubulação pelo acréscimo repetido de novas seçõesde tubo à extremidade da tubulação que é assentada, a extre-midade da tubulação nesta etapa sendo mantida em um aparelhode assentamento em S também montado na embarcação e alinhadacom o eixo geométrico de fabricação mais perto da horizontaldo que da vertical, a tubulação fabricada sendo sustentadapor um aguilhoador do aparelho de assentamento em S atravésde uma trajetória arqueada entre o eixo geométrico de fabri-cação e o eixo geométrico de partida, que é substancialmentevertical;
(d) transferir a tubulação suspensa do aparelho deassentamento em S para um fixador de afastamento montado emuma estrutura de sustentação através da extremidade inferiordo aguilhoador do aparelho de assentamento em S, o fixadorde afastamento sendo substancialmente alinhado com o eixogeométrico de partida;
(e) encaixar um módulo de terminação na extremida-de superior da tubulação utilizando a estrutura de sustenta-ção para sustentar o módulo enquanto é conectado à tubulaçãomantida no fixador de afastamento; e(f) abandonar a tubulação e o módulo conectadosarriando-os em sentido substancialmente vertical a partir daestrutura de sustentação.
A invenção sob o primeiro aspecto apresenta aindaum método para fabricar e assentar uma tubulação de uma em-barcação no mar, o método compreendendo as etapas de:
(a) armazenar na embarcação as unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;
(b) fabricar e arriar uma parte de assentamento emda mesma tubulação pelo acréscimo repetido de novas seçõesde tubulação à extremidade da tubulação que é assentada, aextremidade da tubulação nesta etapa sendo mantida em um a-parelho de assentamento em S também montado na embarcação ealinhada com o eixo geométrico de fabricação mais perto dahorizontal do que da vertical, a tubulação fabricada sendosustentada por um aguilhoador do aparelho de assentamento ematravés de uma trajetória arqueada entre o eixo geométricode fabricação e o eixo geométrico de partida, que é substan-cialmente vertical;
(d) antes da etapa (b), alimentar a extremidade deuma primeira seção de tubulação do aparelho de assentamentoem S para um local onde um módulo de terminação é sustentadopela estrutura de sustentação acima da extremidade inferiordo aguilhoador do aparelho de assentamento em, o módulo sen-do substancialmente alinhado com o eixo geométrico de fabri-cação;
(e) conectar o módulo de terminação à extremidadeda seção de tubulação; e(f) abaixar o módulo de terminação conectado daestrutura de sustentação enquanto se arria a tubulação atéque o módulo de terminação passe a distância do aguilhoador,a tubulação sendo progressivamente sustentada pelo aguilhoa-dor pronta para fabricação e arriamento de modo a se começarde acordo com a etapa (b).
[SEGUNDO ASPECTO]
A invenção sob um segundo aspecto apresenta umaembarcação de assentamento que inclui um aparelho para fa-bricação e arriamento de uma tubulação que é assentada, oaparelho tendo um eixo geométrico de fabricação que se es-tende em sentido substancialmente horizontal ao longo da em-barcação, que compreende:
- um armazenamento para várias unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;
- um aguilhoador para sustentar a tubulação em umatrajetória arqueada entre o eixo geométrico de fabricação eo eixo geométrico de partida, que é substancialmente verti-cal ou pelo menos inclinado em mais de 45 graus da horizontal;
- dispositivos tensores posicionados em volta doeixo geométrico de fabricação a montante do aguilhoador, pa-ra agarrar e controlar o arriamento da tubulação sob tensão;
- uma estação de junção primária posicionada sobreo eixo geométrico de fabricação a montante dos dispositivostensores para juntar novas seções de tubulação à extremidadeda tubulação mantida nos dispositivos tensores;- uma fábrica de tubulações localizada fora do ei-xo geométrico de fabricação, a fábrica de tubulações tendouma série de estações de trabalho dispostas em pelo menosuma linha de produção para a pré-montagem de seções de tubu-lação a partir de unidades mais curtas mantidas no armazena-mento; e
- dispositivos para transferir as seções de tubu-lação montadas da linha de produção para o eixo geométricode fabricação para junção à tubulação que está sendo assen-tada na estação de junção primária.
O aparelho pode incluir também um fixador substan-cialmente fixo posicionado sobre o eixo geométrico de fabri-cação entre o aguilhoador e a estação de junção primária,para segurar a extremidade da tubulação enquanto a nova se-ção de tubulação é adicionada à tubulação, os dispositivostensores sendo localizados a montante da estação de junçãoprimária, para arriar a tubulação pelo agarramento da seçãode tubulação recém-adicionada, para uma dada extensão de a-parelho.
Os dispositivos tensores podem compreender pelomenos um fixador móvel montado sobre um carro e dispositivospara acionar o carro ao longo do eixo geométrico de fabrica-ção enquanto a tubulação é agarrada.
Os dispositivos tensores podem compreender alter-nativamente uma série de tensores do tipo de esteira ou umacombinação de fixadores fixos, fixadores móveis e tensoresde esteira.O aparelho pode incluir também dispositivos pararevestir cada seção de tubulação montada com um revestimentode plástico continuo antes da junção da seção de tubulaçãocom a tubulação, a estação de junção primária sendo adaptadapara juntar a seção de tubulação e seu revestimento à tubu-lação que está sendo assentada e ao revestimento dela, res-pectivamente.
No caso de ser utilizada uma embarcação comprida,a fábrica de tubulações pode ser adaptada para formar seçõesde tubulação de mais de 90 m, até mesmo 135 m ou 180 m, decomprimento. 0 comprimento das seções de tubulação pode ser,em particular, de mais da metade do comprimento total da em-barcação. Uma disposição que obtém este comprimento dentrode um desenho de carga convencional é aquela na qual se temacesso ao armazenamento em um lado da embarcação (o lado debombordo, por exemplo) e a fábrica de tubulações e o eixogeométrico de fabricação são localizados juntos no outro la-do da embarcação, as seções de tubo sendo transferidas de umlado da embarcação para o outro antes de serem montadas nasseções de tubulação, em uma junta única ou em juntas duplas,por exemplo. A transferência do tubo de bombordo para esti-bordo (ou vice-versa) em extensões mais curtas permite queelas passem na frente ou por trás da superestrutura da em-barcação.
A fábrica de tubulações pode compreender tambémuma outra série de estações de trabalho dispostas em uma se-gunda linha de produção de vários estágios, também localiza-da fora do eixo geométrico de fabricação, os dispositivos detransferência sendo acionáveis para transferir as seções detubo montadas alternadamente das primeira e segunda linhasde produção, de modo a se obter uma taxa maior de assenta-mento do que a que seria obtenivel pela primeira linha deprodução de seções de tubulação sozinha.
0 aparelho pode ser posicionado com seu eixo geo-métrico de fabricação fora da borda ao longo de um lado daembarcação.
0 aparelho pode alternativa ou adicionalmente serposicionado com seu eixo geométrico de fabricação acima doconvés principal da embarcação, em uma altura de 10 m, 20 mou mais, por exemplo. Isto permite que o aguilhoador tenhaum raio grande sem ser em grande parte localizado abaixo dalinha d'água.
Os dispositivos de transferência podem incluir umelevador para içar a seção de tubulação fabricada do nivelda linha de produção até a altura do eixo geométrico de fa-bricação.
0 raio de curvatura do aguilhoador de preferênciaultrapassa 30 m, 50 m ou até mesmos 60 m de modo a se evitaro dobramento em uma faixa razoável de diâmetros de tubo. Aelevação do eixo geométrico de fabricação acima do nivel doconvés permite que isto seja obtido com apenas uma parte mi-noritária do aguilhoador pendendo para dentro da água duran-te as operações.
A parte inferior do aguilhoador pode ser dobrávelpara cima quando não em uso.O aparelho pode compreender também um segundo a-guilhoador para sustentar uma segunda tubulação fabricada emuma segunda trajetória arqueada, a segunda trajetória arque-ada correndo na direção oposta à da trajetória mencionadaprimeiro até o segundo eixo geométrico de partida, que ésubstancialmente vertical, mas distante do primeiro eixo ge-ométrico de partida.
0 aparelho pode compreender um (outro) fixadorsubstancialmente fixo localizado sobre o eixo geométrico defabricação próximo do segundo aguilhoador para manter umaextremidade da segunda tubulação fabricada em alinhamentocom o eixo geométrico de fabricação enquanto o restante dasegunda tubulação fabricada se estende por sobre o segundoaguilhoador.
O aparelho pode compreender uma outra estação dejunção localizada sobre o eixo geométrico de fabricação maisperto do segundo aguilhoador do que do primeiro aguilhoador,para juntar uma nova seção de tubulação à extremidade da se-gunda tubulação fabricada enquanto o restante da segunda tu-bulação fabricada se estende por sobre o segundo aguilhoador.
No caso de o dispositivo tensor compreender pelomenos um fixador móvel montado sobre um carro e um disposi-tivo para acionar o carro ao longo do eixo geométrico de fa-bricação entre os primeiro e segundo aguilhoadores, o mesmofixador pode ser acionável para agarrar e controlar o arria-mento de um seção de tubulação ao longo de ambas as primeirae segunda trajetórias arqueadas. Alternativamente, um dispo-sitivo tensor separado pode ser instalado para as primeira esegunda tubulações.
A parte inferior do segundo aguilhoador pode serdobrável para cima quando não em uso.
0 armazenamento pode compreender um porão em formade recipiente da embarcação. A embarcação pode ser um trans-portador de recipientes com uma capacidade de carga de pelomenos 6000 TEU, de preferência de mais de 8000 TEU e/ou depelo menos 200 m, possivelmente de mais de 300 m de compri-mento no total (TEU é uma medida padrão de capacidade decarga de recipiente que significa Unidades Equivalentes deVinte Pés (6, 09 m).
A invenção sob o terceiro aspecto apresenta tambémum método de fabricação e arriamento de uma tubulação, o mé-todo compreendendo:
- armazenar várias unidades de tubo a serem monta-das em uma tubulação para assentamento;
- sustentar a tubulação em uma trajetória arqueadaentre o eixo geométrico de fabricação e o eixo geométrico departida, que é substancialmente vertical;
- agarrar a tubulação em um local a montante datrajetória arqueada e controlar o arriamento da tubulaçãosob tensão;
- juntar novas seções de tubulação à extremidadeda tubulação sobre o eixo geométrico de fabricação a montan-te do local de agarramento;
em que o método compreende também:- pré-montar cada nova seção de tubulação a partirde uma série das unidades de tubo armazenadas fora do eixogeométrico de fabricação utilizando uma série de estações detrabalho dispostas em pelo menos uma linha de produção devários estágios; e
- transferir as seções de tubulação montadas dalinha de produção para o eixo geométrico de fabricação parajunção com a tubulação que está sendo assentada na estaçãode junção primária.
O método pode incluir também revestir a seção detubulação montada com um revestimento de plástico continuoantes de sua transferência para o eixo geométrico de fabri-cação, a etapa de juntar incluindo juntar a seção de tubula-ção e seu revestimento à tubulação que é assentada e a seurevestimento, respectivamente.
As seções de tubulação pré-montadas podem ter maisde 90 m, até mesmo 135 m ou 180 m, de comprimento. Estas ex-tensões correspondem a oito, doze ou dezesseis unidades detubo de aproximadamente 12 m cada.
A pré-montagem pode ser feita utilizando-se umaprimeira e uma segunda linhas de produção de vários estágiosparalelas localizadas fora do eixo geométrico de fabricação,a etapa de transferir transferindo as seções de tubulaçãomontadas alternadamente das primeira e segunda linhas deprodução.
O eixo geométrico de fabricação pode ser posicio-nado a uma altura de 10 m, 20 m ou mais acima do convésprincipal da embarcação, a etapa de transferir incluindo Ie-vantar a seção de tubulação pré-montada do nível da linha deprodução até a altura do eixo geométrico de fabricação.
0 método pode incluir também armazenar uma sériede seções de
tubulação pré-montadas em um armazenamento tempo-rário paralelo à linha de produção, antes de transferi-laspara o eixo geométrico de fabricação.
[TERCEIRO ASPECTO]
De acordo com um terceiro aspecto da invenção, éapresentada uma embarcação de assentamento de tubos que com-preende:
- um armazenamento para várias unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento; e
- um aparelho de assentamento em S para fabricar earriar uma tubulação pelo acréscimo repetido de novas seçõesde tubulação à extremidade da tubulação que é assentada, aextremidade da tubulação sendo mantida alinhada com o eixogeométrico de fabricação mais próximo da horizontal do queda vertical, em que o aparelho de assentamento em S inclui:
- um primeiro aguilhoador para sustentar a tubula-ção fabricada em uma trajetória arqueada entre o eixo geomé-trico de fabricação e o eixo geométrico de partida, que ésubstancialmente vertical;
- um segundo aguilhoador para sustentar uma segun-da tubulação fabricada em uma segunda trajetória arqueada, asegunda trajetória arqueada que corre na direção oposta à datrajetória arqueada mencionada primeiro até um segundo eixogeométrico de partida, que é substancialmente vertical, masdistante do primeiro eixo geométrico de partida; e
- um dispositivo localizado sobre o eixo geométri-co de fabricação entre os dois aguilhoadores para juntar asprimeira e segunda tubulações fabricadas.
Recursos opcionais da invenção sob este aspectoforam descritos acima com relação aos primeiro e segundo as-pectos da invenção.
O terceiro aspecto da invenção apresenta também ummétodo para fabricar e assentar uma tubulação no mar, quecompreende:
- armazenar várias unidades de tubo a serem monta-das em uma tubulação para assentamento;
- fabricar e arriar uma primeira tubulação peloacréscimo repetido de novas seções de tubulação à extremida-de da tubulação que é assentada, a extremidade da tubulaçãosendo mantida alinhada com o eixo geométrico de fabricaçãomais próximo da horizontal do que da vertical, a primeiratubulação fabricada sendo sustentada em uma primeira traje-tória arqueada entre o eixo geométrico de fabricação e oprimeiro eixo geométrico de partida, que é substancialmentevertical;
- durante uma interrupção na fabricação da primei-ra tubulação, fabricar e arriar uma segunda tubulação, a se-gunda tubulação fabricada sendo sustentada em uma segundatrajetória arqueada até um segundo eixo geométrico de parti-da, que é substancialmente vertical, mas distante do primei-ro eixo geométrico de partida;- juntar as primeiro e segunda tubulações fabricadas; e
- arriar as tubulações juntadas através de uma dasprimeira e segunda trajetórias arqueadas.
Breve Descrição dos Desenhos
Serão agora descritas modalidades da invenção, atitulo de exemplo apenas, por referência aos desenhos ane-xos, nos quais:
a figura 1 mostra esquematicamente a forma e afunção de uma embarcação de assentamento de tubos que tem umtipo de Λassentamento em S íngreme' conhecido de embarcaçãode assentamento de tubos;
a figura 2 mostra esquematicamente a forma e afunção de uma embarcação de assentamento de tubos que tem umtipo de Λassentamento em J' de aparelho de assentamento detubos;
a figura 3 mostra uma embarcação de assentamentode tubos inédita que tem aparelhos tanto de assentamento eraS íngreme quanto de assentamento em J dispostos para coope-rar de acordo com os primeiro e segundo aspectos da presenteinvenção;
a figura 4 mostra a embarcação inédita modificadapelo acréscimo de um segundo aguilhoador de modo a se imple-mentarem os primeiro, segundo e terceiros aspectos da pre-sente invenção;
a figura 5 é uma vista em planta que mostra a dis-posição dos diversos aparelhos na embarcação das figuras 3 ea figura 6 mostra esquematicamente em mais deta-lhes o layout do equipamento na extremidade superior de umaguilhoador na embarcação inédita;
a figura 7 é uma vista em corte transversal quemostra o layout de duas linhas de produção de tubulações naembarcação inédita;
a figura 8 mostra parte de uma segunda embarcaçãoinédita que tem um aparelho de assentamento em S íngreme eum aparelho de manejo de PLETs dispostos de modo a coopera-rem de acordo com os primeiro e segundo aspectos da invenção;
a figura 9a mostra o funcionamento do aparelho dafigura 8 para acrescentar um módulo de terminação (PLET) àextremidade de uma tubulação assentada pelo aparelho de as-sentamento em S; e
a figura 9b mostra o funcionamento do aparelho dafigura 8 para acrescentar um módulo de terminação (PLET) aocomeço de uma tubulação a ser assentada pelo aparelho de as-sentamento em S.
Descrição Detalhada das Modalidades
Antecedentes
A figura 1 mostra os componentes principais de umsistema de assentamento em S íngreme, que inclui uma embar-cação 100 e um aparelho para fabricar e assentar uma tubula-ção 102 utilizando-se uma haste de unidades de tubo maiscurtas 104, que podem ter 25 m de comprimento. A tubulação éprimeiro fabricada ao longo de um eixo geométrico horizontal106, que corre ao longo do convés da embarcação, e em segui-da desviada por um controlador de raio ou aguilhoador 108, àmedida que desce até abaixo da superficie do mar 110 ao lon-go de um eixo geométrico de partida 112. Dependendo (i) daprofundidade da água, (ii) das propriedades da tubulação e(iii) de qualquer tensão para frente mantida sobre ele pelosimpulsores da embarcação, o eixo geométrico de partida podeestar alguns graus fora da vertical em uma dada situação.
Ao longo do eixo geométrico de fabricação 106, atubulação é fabricada em uma série de estações de junção114, que apresentam instalações de soldagem e inspeção. Atubulação continua passa em seguida em 116 até uma série detensores do tipo de esteira 118, que sustentam o peso da tu-bulação 102 e controlam o arriamento da tubulação nas dire-ções indicadas pelas setas pontilhadas. Um grau de redundân-cia é obtido tendo-se três tensores. Pelo menos dois destesdevem agarrar a tubulação a qualquer dado momento, enquantoo terceiro pode abrir-se para permitir que juntas em Tê, â-nodos, etc., passem ao longo do eixo geométrico de fabrica-ção 106.
O principio do assentamento em S íngreme é tal queas fibras externas do tubo cedem a um grau que produz umacurvatura residual no tubo assentado, mas apenas até a mag-nitude permitida pela especificação de fabricação. No exem-plo mostrado, o aguilhoador 108 tem um raio fixado de, porexemplo, 70 m e pode ser mais precisamente referido com umacalha ou controlador de raio. Isto contrasta com um aguilho-ador semiflutuante com flutuação variável que seria utiliza-do em um sistema de assentamento em S tradicional. 0 raio de70 m é projetado para produzir uma deformação elástica de50,8 cm (20 pol) de tubo API Grade X65 a uma tensão de as-sentamento de 400 000 kg (400 t). Tubos mais frágeis ou ten-sões de assentamento mais elevadas estarão fora da especifi-cação para este raio, enquanto diâmetros menores não cederãode todo.
Conforme mencionado na introdução, um sistema dotipo mostrado na figura 1 é capaz de montagem e instalaçãorápidas de uma tubulação, mas perde sua vantagem no caso deTês e outros recursos singulares terem que passar atravésdos tensores 118 e por sobre o aguilhoador 108. Em particu-lar, o lançamento ao mar de tais recursos singulares envolveuma operação delicada e demorada para sustentá-los acima doaguilhoador com a utilização de guindastes e semelhantes.
Note-se também que o comprimento da seção de tensor, que e-xige intervalos entre o tensor suficientes para qualquer a-cessório que possa estar passando, é pelo menos tão grandequanto o da área de fabricação, onde as estações de junção114 estão localizadas. Isto limita o número de unidades detubo 104 que podem ser adicionadas ao tubo 116 em paralelopara um dado comprimento de convés operacional, e limita as-sim a taxa de assentamento.
A figura 2 mostra os componentes básicos de umsistema de assentamento em J, instalado em uma embarcação200, que pode ser um semi-submersível grande para os siste-mas maiores. A tubulação suspensa 202 é mantida por uma dis-posição de fixador fixo em uma mesa operacional 204 acima doponto em que ela desce até abaixo da superfície do mar 206.Uma nova seção de tubulação 208, como, por exemplo, uma jun-ta dupla ou quádrupla (24 m ou 48 de comprimento típico) , ésustentada em uma estrutura de torre vertical 210, a sersoldada no topo da tubulação suspensa imediatamente acima damesa 204. Cada nova seção é sustentada em sua extremidadesuperior por um bloco móvel 212. Uma vez completa a solda-gem, o fixador de afastamento na mesa 204 é aberto e o blocomóvel 212 recebe o peso da tubulação 202 inteira, abaixando-a até que o topo da seção adicionada seja novamente agarradoao nível da mesa operacional 204. Uma outra nova seção detubo 214 é então elevada até a torre, e este processo repe-tido de modo a se acrescentar qualquer número de seções aotubo.
Uma vez que toda a disposição permaneça vertical(ou a qualquer ângulo que seja necessário para que a tensãono tubo seja alinhada com o eixo geométrico de partida), éuma questão relativamente simples adicionar Tês, terminaçõese assim por diante, em comparação com a disposição de assen-tamento em S íngreme mostrada na figura 1. Por outro lado, ataxa de assentamento total obtenível para a tubulação contí-nua não é tão grande, porque o arriamento tem que ser inter-rompido pela duração completa da fabricação e verificação dajunta soldada.
Sistema Inédito
A figura 3 mostra um sistema inédito no qual tantoo aparelho de assentamento em S íngreme quanto o aparelho deassentamento em S são instalados em uma embarcação 300 comcarga de recipiente de grande porte com 335 m de comprimentototal. Uma superestrutura 302 compreende a acomodação, aponte e assim por diante. WL indica a linha d'água, enquantoHC indica o nivel do convés operacional da embarcação, estesendo o limite de combinação de escotilha da embarcação por-ta-recipientes, normalmente um pouco acima do convés princi-pal. Com relação ao aparelho de assentamento em S, a linhade fabricação onde uma nova haste de tubos 304 é adicionadaà tubulação suspensa 306 é montada em uma posição elevadaacima do nivel de convés HC, sobre a estrutura de sustenta-ção grande 308. O comprimento desta estrutura é de 200 m ou300 m. Ela é localizada em um lado da embarcação, conformeserá explicado com referência à figura 5 a seguir. O contro-lador de raio ou aguilhoador é fabricado em uma parte supe-rior 310 e em uma parte inferior 312. Embora se estenda atéabaixo da linha d'água, ele o é em um grau menor do que nafigura 1 exemplar, devido à altura da estrutura de sustenta-ção 308. A parte inferior do aguilhoador pode ser dobradapara frente para trânsito, conforme mostrado em 312' .
Em vez de um grupo de tensores para controlar oarriamento de uma tubulação 306, o aparelho de assentamentoem S do presente exemplo utiliza um fixador móvel 314, quepode se deslocar substancialmente ao longo de todo o compri-mento da estrutura de sustentação, sustentado sobre um carro315 (ver a figura 6) . Uma forma adequada de fixador e tambémum sistema de cremalheira compressivel para acionar o carrosob cargas muito elevadas são descritos em nossa patentenorte-americana 6 551 027 (ref. do agente 6359US) . Perto dotopo do eixo geométrico fica localizado um fixador fixo 316para sustentar a extremidade da tubulação suspensa 306 en-quanto a nova seção 304 é juntada à tubulação suspensa 306.
A figura 6 mostra o layout do equipamento nas pro-ximidades do fixador fixo 316. Entre o fixador 316 e o topodo aguilhoador 312 é apresentada uma esteira de reação 317para forçar a tubulação 306 na direção do eixo geométrico defabricação. De modo a se arriar a tubulação, simplesmentefaz-se com que o fixador móvel 314 se desloque até a extre-midade dianteira da armação 308, de modo a agarrar a extre-midade dianteira da seção adicionada 304, enquanto se soltao fixador em 316, e em seguida se desloque na direção do fi-xador 316, arriando uma nova seção de tubulação por sobre oaguilhoador 310/312. Na frente do fixador fixo 316, é pro-porcionado um espaço suficiente entre o fixador fixo e a es-tação de junção, de modo que o fixador móvel possa levar aextremidade da tubulação montada até uma posição apropriada,pronta para o acréscimo de uma outra seção 304.
Além do aparelho de assentamento em S íngreme queacaba de ser descrito, a embarcação inédita é também dotadade um aparelho de assentamento em J, representado esquemati-camente pela torre 318 e pela mesa 320. A torre de assenta-mento em J 318 não é apresentada para funcionamento apenasindependentemente do sistema de assentamento em S, mas é es-pecificamente disposta com seu eixo geométrico mais ou menosalinhado com o eixo geométrico de partida do sistema de as-sentamento em S íngreme. Desta maneira, uma nova haste detubo ou outro acessório pode ser adicionado à tubulação 306interrompendo-se a operação de assentamento em S e trãnsfe-rindo-se o peso da tubulação suspensa 306 para o aparelho deassentamento em J. Estas operações serão descritas mais de-talhadamente a seguir. Um guindaste 324 está disponível paraajudar na transferência da carga de um sistema ara o outroe, evidentemente, os versados na técnica entenderão que di-versos guinchos, roldanas e outras peças de equipamento au-xiliares são instalados para suportar as operações básicasdescritas aqui.
Antes da descrição da vista em planta e dos méto-dos de funcionamento da embarcação inédita mais detalhada-mente, será descrita uma segunda modalidade mostrada na fi-gura 4.
A figura 4 mostra a segunda modalidade da embarca-ção, que tem todos os mesmos componentes da primeira modali-dade, que são indicados pelos mesmos sinais de referência.Além disto, contudo, o aparelho de assentamento em S íngremeé aumentado por um segundo aguilhoador, que se estende parafrente da estrutura de sustentação 308. O segundo aguilhoa-dor compreende partes superior 410 e inferior 412, respecti-vãmente. Mais uma vez, a parte inferior pode oscilar de suaposição operacional para baixo abaixo da linha d'água WL,até uma posição de estiva indicada em 412'. Na extremidadedianteira da área de fabricação no topo da estrutura 308,são instalados uma segunda estação de junção e um fixadorfixo 416. O fixador móvel 314 e sua disposição de acionamen-to são também adaptados para suportar a tensão na tubulação304, se ela estiver suspensa do aguilhoador posterior comoem 306, ou do segundo aguilhoador, dianteiro, conforme mos-trado em 406.
A figura 5 é uma vista em planta da embarcação 300mostrada na figura 4, mostrando-se como os aguilhoadorestraseiro e dianteiro 310 e 410 e a mesa de assentamento em J320 e a torre 318 são todos localizados imediatamente forada borda do casco principal, no lado de estibordo da embar-cação. A estrutura de sustentação 308 é omitida por razõesde clareza. Entretanto, um canal 500 é mostrado estendendo-se entre os dois aguilhoadores e os fixadores fixos 314 e316, na região do acesso de fabricação principal do aparelhode assentamento em S. Além de facilitar o acréscimo destesaparelhos a um navio porta-recipientes existente, o posicio-namento do aparelho em um lado do convés permite um grausubstancialmente normal de acesso às escotilhas de retençãoda carga dos recipientes, que são dispostas ao logo e atra-vés do convés da embarcação, enquanto a embarcação é carre-gada a bombordo. Ao longo do lado de bombordo, os recipien-tes 502 podem ser levantados até o nivel do convés e um sis-tema transportador 504 é apresentado para receber as unida-des de tubo 506 dos recipientes recuperados da retenção emqualquer ponto ao longo do convés de bombordo até as áreasde preparação de tubos 507A e 507B localizadas à popa da su-perestrutura 302. Transportadores transversais 508A e 508Btransportam as seções de tubo através das áreas de prepara-ção 507A e 507B para alimentar uma fábrica de tubulações comduas linhas de produção de vários estágios independentes(distinguidas pelos sufixos AeB).A figura 7 mostra o layout de duas linhas de pro-dução A e B um pouco mais detalhadamente, em uma seçãotransversal voltada na direção da popa ao longo do convésoperacional HC. É também mostrada uma seção de tampa de es-cotilha 700. Dentro da fábrica de tubulações, cada linha deprodução AeB compreende uma série de estações de trabalho512A/B, que são todas capazes de funcionar em paralelo demodo a juntarem várias unidades de tubo em uma haste de tu-bos comprida. Conforme é notoriamente sabido, em uma fábricade tubos de vários estágios deste tipo, cada estação executaum estágio especifico de uma operação de junção completa,como a da passagem de raiz da solda, enchimento da solda,capeamento da solda, verificação e (opcionalmente) reparo dasolda, revestimento e assim por diante. A tubulação se des-loca entre estágios sustentados sobre cilindros 517A/B, oequipamento apropriado a cada tarefa indicado em 518A/B.
Em aparelhos de assentamento em S convencionais, alinha de produção de vários estágios propriamente dita defi-ne o eixo geométrico de fabricação da tubulação e alimentadiretamente o aguilhoador. No aparelho de assentamento em Sinédito, contudo, a fábrica de tubulações é localizada forado eixo geométrico de fabricação principal e, assim, hastesde tubos muito compridas 514A 514B podem ser desenvolvidas etransportadas de modo a ficarem dispostas em sentido parale-Io à esteira 500, independentemente do curso das operaçõessobre o eixo geométrico de fabricação. Qualquer haste 514Aou 514B que seja que esteja pronta em um dado momento podeser içada e transferida finalmente para o acesso de fabrica-ção principal do sistema de assentamento em S íngreme peloelevador 516 e juntada à extremidade da tubulação suspensa306 ou 406, respectivamente. A seção adicionada pode ser en-tão agarrada pelo fixador móvel 314 e arriada, pronta para oacréscimo de uma nova seção. A produção pode também continu-ar enquanto as operações de assentamento em S são interrom-pidas, obtendo-se um espaço para o armazenamento temporáriodas hastes completadas 514S.
No exemplo mostrado, cada haste 514A ou 514B temdezesseis unidades de tubo de comprimento, aproximando-se de200 m de comprimento. As unidades de tubo são tipicamente decerca de 12 m de comprimento, embora entre as tarefas elasvariem de 11,6 ma 12,8 m, tipicamente 12,4 m. Uma taxa deassentamento muito elevada pode ser obtida desta maneira,pelo funcionamento paralelo das linhas de produção AeB. Sea esteira 500 fosse de apenas 100 m de comprimento, entãouma linha de produção seria provavelmente suficiente paracontinuar, mas a taxa de assentamento seria quase reduzida àmetade. Além do mais, enquanto a haste 514A (por exemplo)estiver sendo acrescentada à tubulação suspensa, a haste514B pode estar sendo revestida com um revestimento de plás-tico, o revestimento sendo em seguida juntado ao revestimen-to da tubulação suspensa 306 ou 406, conforme possa ser ocaso. Técnicas para juntar tubos revestidos são reveladas,por exemplo, em WO 2004/015321A (Stolt OffShore), mencionadona introdução. Uma vez que o comprimento da haste 514A/B po-de ser de mais de 200 m, o revestimento e a junção durante afabricação e o assentamento de uma tubulação costa aforatornam-se economicamente exeqüíveis de uma maneira que não oeram com aparelhos de assentamento em S ou assentamento em Jtradicionais.
Cooperação de Aparelhos de Assentamento em J e deAssentamento em S
É desnecessário dizer que os aparelhos de assenta-mento em S íngreme e de assentamento em J instalados na em-barcação da figura 3 ou da figura 4 podem, cada um, operarde maneira independente para executar as operações normal-mente associadas a tal aparelho. Elas não serão, descritasmais detalhadamente, ao invés a descrição seguida explicacomo, por causa da justaposição específica desses aparelhosna embarcação inédita, eles podem realmente cooperar no as-sentamento de uma única tubulação de modo a se obter umafaixa bem maior de operações com uma eficácia bem maior quea obtida pelo funcionamento de um ou outro sistema sozinho.
Uma limitação de problema-chave do processo de as-sentamento em S é o retardamento que surge quando um Tê ououtro módulo em linha ou uma terminação está para ser acres-centada à tubulação que é assentada. Este processo é acele-rado e o risco de danificação reduzido pela troca da tubula-ção 306 pelo aparelho de assentamento em J para a inserçãode tais acessórios ou módulos. A seqüência para isto podeser a seguinte:
Uma corda ou cabo é levado do sistema de assen-tamento em J até a extremidade superior do tubo 306 por so-bre o aguilhoador (o tubo está neste ponto mantido no fixa-dor 316.• A extremidade superior do tubo é arriada sobreuma corda ou cabo levado do fixador móvel 314 (ou um guinchose tensores forem instalados em vez do fixador móvel) atéque a corda do sistema de assentamento em J se torne aperta-da e receba toda a carga.
• A parte de base 312 do aguilhoador é então arti-culada para frente para mover a extremidade do aguilhoadorpara fora do caminho do acessório que será instalado. Não énecessário movê-la por todo o percurso até a posição de es-tiva 312', evidentemente.
• O acessório é soldado na tubulação suspensa euma ou mais seções de tubo adicionais 322 adicionadas utili-zando-se o aparelho de assentamento em J, arriando-se a tu-bulação e o acessório no processo;
· Supondo-se que o acessório em questão seja umencaixe em linha e não uma terminação, o processo de trans-ferência inverso é então executado sustentando-se a tubula-ção sobre uma corda do sistema de assentamento em J, pren-dendo-se e levando-se uma corda da extremidade da tubulação306 para cima ao longo do aguilhoador 310/312 até o fixadormóvel 314, recebendo-se a carga e levando-se o tubo para ci-ma ao longo do aguilhoador para dentro do fixador fixo naestação de trabalho 316 pela impulsão do fixador móvel 314para frente ao longo da esteira de assentamento em S 500.
· A produção executada pelo aparelho de assenta-mento em S pode então continuar à velocidade total.
A transferência entre os modos de assentamento emS e de assentamento em J é em grande parte facilitada pelofato de a torre de assentamento em J estar substancialmentealinhada com o topo da catenária e ter que estar tão pertoquanto praticamente possível para ser tangencial à partidado tubo do aguilhoador. Na prática, ela será paralela à tan-gente e a algum deslocamento prático mínimo. Em outra moda-lidade, pode-se considerar o eixo geométrico da torre de as-sentamento em J como estando deslocado alguma distância doaguilhoador. 0 equipamento para efetuar a transferência decarga entre os aparelhos de assentamento em J e de assenta-mento em S seria mais complexo nesse caso, contudo, como,por exemplo, envolvendo a sustentação, pelo fixador do sis-tema de assentamento em J, do tubo em uma posição afastadada torre e em seguida pelo movimento dele sob a torre sobreseu próprio carro. Este recurso permite que o grosso da tu-bulação seja rapidamente assentado pelo sistema de assenta-mento em S e pelos Tês e encaixes de extremidade a sereminstalados pelo sistema de assentamento em J, que não podempassar sobre o aguilhoador.
Deve ser entendido que, na modalidade de aguilhoa-dor único da figura 3, a produção de tubulações no aparelhode assentamento em S íngreme deve ser interrompida enquantoa tubulação 306 está sendo manejada no aparelho de assenta-mento em J (pelo menos depois de completadas as hastes 514Ae 514B). A modalidade das figuras 4 e 5, contudo, tem um a-guilhoador em cada extremidade. Isto permite que a direçãonormal de assentamento de tubos seja invertida, de modo quea produção da tubulação 406 pode continuar até a extensão daprofundidade da água durante o tempo que se levou para en-caixar os encaixes de extremidade ou tês de linha média nacatenária, que é mantida no sistema de assentamento em J.Uma vez que a extremidade da tubulação 306 esteja de voltacom segurança ao fixador na estação de trabalho 316, a ex-tremidade da tubulação 406 pode ser levada a encontrá-lo eos dois, juntados um ao outro (ou ambos), podem ser juntadosàs extremidades opostas de uma nova haste 514A ou 514B uti-lizando-se as estações de trabalho 316 e 416. A combinaçãototal pode então ser arriada sobre o aguilhoador 310/312 dapopa sem pausa para o acréscimo de novas seções 514A/514Baté que toda a tubulação 406 tenha sido colocada sobre o a-guilhoador dianteiro 410/412, de onde fica suspensa na água.
O aguilhoador dianteiro 410/412 pode, evidentemen-te, ser utilizado em operações de assentamento em S íngremepor si mesmo, se a tarefa for executada mais adequadamenteda extremidade dianteira da embarcação. Note-se que não háexigência de que o segundo aguilhoador seja tão grande quan-to o primeiro aguilhoador. Por ser suficiente instalar umaguilhoador menor e restringir seu uso a um tubo menor, demodo a se evitar a deformação plástica. Alternativamente, adeformação plástica pode ser deliberadamente imprimida aotubo à medida que entra no e deixa o aguilhoador, de modo ase controlar o comportamento do tubo suspenso.
Modalidade Alternativa
As figuras 8, 9a e 9b mostram uma modalidade al-ternativa, na qual terminações (PLETs) podem ser encaixadasna tubulação de assentamento em S sem o uso de um aparelhode assentamento em J completo. Isto pode ser útil em uma em-barcação na qual o aparelho de assentamento em J como talnão seja necessário, ou na qual seja mais adequado localizá-lo afastado do aguilhoador do aparelho de assentamento em S.Na figura 8, nenhum aparelho de assentamento em J é mostra-do, e o guindaste 324 é omitido por razões de clareza, masestes aspectos podem ser apresentados conforme desejado.
Nesta modalidade alternativa, um aparelho auxiliarsob a forma de um sistema de manejo de PLETs é montado sobreuma estrutura de sustentação 802 diretamente acima da seçãoinferior 312 do aguilhoador e geralmente alinhado com o eixogeométrico de partida da tubulação 306. O sistema de manejode PLETs inclui uma plataforma operacional 804, um fixadorde afastamento 306 e uma estrutura de sustentação móvel 810.
A estrutura 810 é de construção de armação em A notoriamente15 conhecida e compreende duas pernas montadas de maneira arti-culada sobre a estrutura fixa 802 e unidas por uma vigatransversal para sustentar cargas por meio da roldana 812.
Gom a utilização de guinchos afins (não mostrados), as es-truturas 802-812 podem suportar qualquer uma das cargas ne-cessárias para o manejo das PLETs e outros itens singulares,assim como todo o peso da tubulação suspensa. A estrutura810 pode articular-se para dentro e para fora do eixo geomé-trico de partida, inclusive sob carga, conforme mostrado em810/810. Ela pode também ficar deitada para armazenamento epara operações horizontais.
A figura 9a mostra o aparelho auxiliar em uso paraacrescentar um módulo de terminação ou primeira PLET 900 àextremidade da tubulação 306 já assentada pelo sistema deassentamento em S. Com a utilização de um fio levado da rol-dana 812, a armação em A 810 foi anteriormente utilizada pa-ra transferir a tubulação suspensa 306 do aguilhoador para ofixador de afastamento 806, com sua extremidade 904 proje-tando-se de modo a ser acessível aos trabalhadores na plata-forma 804. A parte inferior 312 do eixo geométrico foi do-brada para longe da tubulação. Com um cabo 906 do guindaste324, a PLET 900 é carregada na armação em A 810 e alinhadacom a extremidade 904 da tubulação 306, conforme mostrado em900'. Após a soldagem da PLET na extremidade da tubulação,as duas são abaixadas conforme mostrado em 900", utilizando-se um cabo 908 que vai da roldana 312. Uma vez que esta é aextremidade da tubulação após a fabricação, não há necessi-dade de transferir a carga de volta ao aguilhoador.
Uma vez que o aparelho auxiliar é localizado subs-tancialmente em uma extensão do eixo geométrico de partidado aparelho de assentamento em S, a transferência da carga ésimples. O aparelho auxiliar neste exemplo é também locali-zado substancialmente em uma extensão do eixo geométrico defabricação do aparelho de assentamento em (horizontal nestecaso). Este aspecto adicional facilita a transferência dacarga do aparelho auxiliar para o aparelho de assentamentoem S. Note-se que a estrutura de sustentação fixa 800 é fixaquando em uso. Isto significa dizer que ela não pode tornar-se móvel, retrátil ou removível quando fora de uso.
A figura 9B mostra a operação complementar, naqual módulo de terminação iniciador, a segunda PLET 920, es-tá sendo adicionado ao começo de uma tubulação que está aponto de ser fabricada e assentada com a utilização do apa-relho de assentamento em S da embarcação. A seção de tubula-ção 304 foi alimentada através do fixador fixo 316 de modo ase projetar para dentro da área operacional do aparelho au-xiliar, imediatamente acima da plataforma 804. A PLET 920 éabaixada pelo guindaste até uma posição horizontal sobre aplataforma 804, onde pode ser juntada à extremidade da seçãode tubulação 304. A armação em A 810 é então articulada parafora (até a posição mostrada como 810' na figura 8, por e-xemplo), a roldana 812 é utilizada com um cabo 922 para sus-tentar o módulo à medida que é gradualmente abaixado atravésdas posições 920' e 920". Um peso morto pode ser adicionadopara ajudar no controle do conjunto. Ao mesmo tempo, a seçãode tubulação 304 é gradualmente arriada de modo que se dobreaté as posições 304' e 304" de modo a ficar disposto sobre oaguilhoador, com a PLET 920 afastada com segurança do agui-lhoador. A seção de tubo 34 torna-se então a primeira seçãode uma tubulação suspensa 306 para que o processo de fabri-cação e assentamento de assentamento em S normal comece.
Armazenamento em Recipientes
Além das vantagens acima, pode-se obter um benefi-cio do fato de que a embarcação é baseada em um desenho denavio-recipiente, modificado para aceitar os sistemas de as-sentamento de tubos, no qual os porões dos recipientes sãodotados de guindastes móveis suspensos e elevadores paratransferir recipientes que retêm extensões de tubo para oconvés para descarregamento. Embora recipientes de 12,19 m(40 pés) convencionais sejam curtos demais para transportarunidades de tubo de 12,4 m de maneira cômoda, há um recipi-ente padrão de 13,71 m mais novo que pode ser adaptado paraesta esta finalidade. Um precursor deste sistema de armaze-namento é revelado em GB 2324078A e utilizado com sucesso naembarcação do requerente Seaway Falcon. 0 sistema conhecidoutiliza defensas de tamanho especial para sustentar os tubosno porão e durante o manejo. A capacidade de transporte decarga do navio inédito deve ser capaz de acomodar tubo sufi-ciente para o trabalho de uma temporada inteira em qualquerprojeto em águas profundas atualmente conhecido ou concebi-do. Isto corresponde, para ilustrar o raciocínio, a pelo me-nos 30 000 000 kg (30 000 t) de tubo de ação mais o pesopropriamente dito dos recipientes nos quais ele é distribuí-do. Sendo uma embarcação de carga padrão em sua forma decasco, ele deve ser capaz de transitar em alta velocidade,como, por exemplo, 46,33 km/h (25 nós) ou mais, de modo a seobter uma única base de baldeação para a região do Atlânticoe do Mediterrâneo.

Claims (73)

1. Embarcação para assentamento de tubos,CARACTERIZADA por compreender:um armazenamento para várias unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;um aparelho de assentamento em S para fabricação earriamento de uma tubulação pelo acréscimo repetido de novasseções de tubulação à extremidade da tubulação que é assen-tada, a extremidade da tubulação sendo mantida alinhada comum eixo geométrico de fabricação mais próximo da horizontaldo que da vertical, o aparelho de assentamento em S incluin-do um aguilhoador para sustentar a tubulação fabricada emuma trajetória arqueada entre o eixo geométrico de fabrica-ção e o eixo geométrico de partida, que é substancialmentevertical; eum aparelho auxiliar para uso no encaixe de itenssingulares em pelo menos uma extremidade da tubulação e queinclui uma estrutura de sustentação para sustentar os itensenquanto são conectados à tubulação em um local acima de umaextremidade inferior do aguilhoador do aparelho de assenta-mento em S, substancialmente alinhado com o eixo geométricode partida, de modo a se facilitar a transferência da tubu-lação suspensa e do item singular de um dos aparelhos para ooutro.
2. Embarcação, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho auxiliar inclui umfixador de afastamento localizado na estrutura de suporteacima do aguilhoador e alinhada com o eixo geométrico departida.
3. Embarcação, de acordo com qualquer uma das rei-vindicações 1 ou 2, CARACTERIZADA pelo fato de que o agui-lhoador possui um lado superior livre de membros estruturaispara permitir os tubos de serem removidos a partir de esubstituídos no aguilhoador quando estiver sendo transferidopara e a partir do aparelho auxiliar.
4. Embarcação, de acordo com qualquer uma das rei-vindicações anteriores, CARACTERIZADA por compreender adi-cionalmente :um aparelho de assentamento em J para fabricação earriamento de uma tubulação pelo acréscimo repetido de novasseções de tubulação à extremidade da tubulação que é assen-tada, a extremidade da tubulação em funcionamento sendo man-tida em uma extremidade inferior do aparelho de assentamentoem J e tendo um ângulo de partida alinhado com um eixo geo-métrico substancialmente vertical do aparelho de assentamen-to em J; eum dispositivo para transferir a tubulação suspen-sa de um dos aparelhos para o outro de modo que partes dife-rentes da mesma tubulação possam ser fabricadas pelos dife-rentes aparelhos de assentamento em J e de assentamento em S.
5. Embarcação, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho de assentamento emJeo aparelho de assentamento em S são montados na embarca-ção de modo que o aguilhoador esteja dentro do comprimentoda embarcação e o eixo geométrico de partida do sistema deassentamento em S e o eixo geométrico do aparelho de assen-tamento em J estejam substancialmente alinhados, o aparelhode assentamento em J formando assim o aparelho auxiliar.
6. Embarcação, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADA pelo fato de que o dispositivo de transferên-cia é adaptado para trasladar a extremidade da tubulaçãosuspensa entre o eixo geométrico do aparelho de assentamentoem J e o eixo geométrico de partida do aparelho de assenta-mento em S.
7. Embarcação, de acordo com qualquer uma das rei-vindicações 4 a 6, CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelhode assentamento em J compreende:um dispositivo para suspender uma tubulação que éassentada com um ângulo de partida substancialmente vertical;um dispositivo para erigir e manter uma nova seçãode tubulação em alinhamento com a tubulação suspensa;um dispositivo para juntar a seção de tubulaçãoerigida à tubulação suspensa de modo a se estender a tubula-ção que é assentada; eum dispositivo para abaixar a tubulação estendidaa ser mantida no dispositivo de suspensão pronta para o a-créscimo de outra seção de tubulação.
8. Embarcação, de acordo com a reivindicação 7,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho de assentamento emJ compreende uma estrutura de torre alinhada com o eixo geo-métrico, uma mesa operacional localizada no pé da torre e umeretor para receber uma seção de tubulação a ser adicionadaà tubulação e que sustenta a seção de tubulação enquanto amove de uma posição receptora horizontal até uma posiçãovertical dentro da torre.
9. Embarcação, de acordo com qualquer uma das rei-vindicações 7 ou 8, CARACTERIZADA pelo fato de que o apare-lho de assentamento em J inclui adicionalmente uma linha deprodução para montar a nova seção de tubulação a partir deunidades de tubo mais curtas mantidas no armazenamento, an-tes de erigi-las no aparelho de assentamento em J.
10. Embarcação, de acordo com a reivindicação 2,CARACTERIZADA pelo fato de que o fixador de afastamento éarranjado para manter uma extremidade superior de uma tubu-lação já assentada e incluindo um aparelho de manejo de mó-dulos acima do fixador de afastamento para sustentar um mó-dulo de terminação de extremidade em alinhamento verticalcom a extremidade da tubulação enquanto a tubulação e o mó-dulo são juntados.
11. Embarcação, de acordo com a reivindicação 10,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho de manejo de módu-los inclui uma estrutura de sustentação fixa e uma estruturaem A montada de maneira articulada na estrutura fixa, a es-trutura em A proporcionando um suporte que é móvel parafrente e para trás através do eixo geométrico de partida en-quanto sustenta o peso do módulo e da tubulação.
12. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 10 ou 11, CARACTERIZADA pelo fato de que oaparelho de manejo de módulos é adicionalmente localizadosubstancialmente na interseção do eixo geométrico de partidae do eixo geométrico de fabricação do sistema de assentamen-to em S e inclui uma estrutura para sustentar um segundo mó-dulo de terminação de extremidade em alinhamento relativa-mente horizontal com a extremidade da tubulação que é fabri-cada enquanto o módulo e a tubulação são juntados.
13. Embarcação, de acordo com qualquer reivindica-ção precedente, CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho deassentamento em S compreende, além do aguilhoador:um dispositivo tensor alinhado com o eixo geomé-trico de fabricação a montante do aguilhoador para agarrar econtrolar o arriamento da tubulação sob tensão;uma ou mais estações de junção posicionadas aolongo do eixo geométrico de fabricação a montante do dispo-sitivo tensor para juntar novas seções de tubo à extremidadeda tubulação mantida no dispositivo tensor.
14. Embarcação, de acordo com a reivindicação 13,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho inclui adicional-mente um fixador substancialmente fixo posicionado no eixogeométrico de fabricação entre o aguilhoador e uma estaçãode junção primária, para segurar a extremidade da tubulaçãoenquanto a nova seção de tubulação é adicionada à tubulação,o dispositivo tensor sendo localizado a montante da estaçãode junção primária, para arriar a tubulação pelo agarramentoda seção de tubulação recém-adicionada.
15. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 13 ou 14, CARACTERIZADA pelo fato de que odispositivo tensor compreende pelo menos um fixador móvelmontado sobre um carro e um dispositivo para acionar o carroao longo do eixo geométrico de fabricação enquanto agarra atubulação.
16. Embarcação, de acordo com qualquer reivindica-ção precedente, CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho deassentamento em S compreende uma fábrica de tubulações loca-lizada fora do eixo geométrico de fabricação, a fábrica detubulações tendo uma série de estações de trabalho dispostasem pelo menos uma linha de produção de vários estágios paraa pré-montagem de seções de tubulação a partir de unidadesmais curtas mantidas no armazenamento, e um dispositivo paratransferir as seções de tubulação montadas da linha de pro-dução para o eixo geométrico de fabricação para junção com atubulação que é assentada.
17. Embarcação, de acordo com a reivindicação 16,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho de assentamento emS inclui adicionalmente um dispositivo para revestir a seçãode tubulação montada com um revestimento de plástico conti-nuo, a estação de junção sendo adaptada para juntar a seçãode tubulação e seu revestimento à tubulação que é assentadae um revestimento dela, respectivamente.
18. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 16 ou 17, CARACTERIZADA pelo fato de que afábrica de tubulações é adaptada para formar seções de tubu-lação de mais de 90 m de comprimento.
19. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 16, 17 ou 18, CARACTERIZADA pelo fato de quea fábrica de tubulações é adaptada para formar seções de tu-bulação pela junção de oito ou mais das unidades de tubo.
20. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 16 a 19, CARACTERIZADA pelo fato de que a fá-brica de tubulações compreende adicionalmente uma segundalinha de produção de vários estágios, também localizada forado eixo geométrico de fabricação, o dispositivo de transfe-rência sendo acionável para transferir as seções de tubula-ção montadas alternadamente a partir das primeira e segundalinhas de produção de modo a se obter uma taxa maior de as-sentamento do que a que seria obtenivel pela primeira fábri-ca de tubulações sozinha.
21. Embarcação, de acordo com qualquer reivindica-ção precedente, CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho deassentamento em S é posicionado com seu eixo geométrico defabricação do lado externo ao longo de um lado da embarcação.
22. Embarcação, de acordo com qualquer reivindica-ção precedente, CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho deassentamento em S é posicionado com seu eixo geométrico defabricação a uma altura de 10 m ou mais acima do convésprincipal da embarcação.
23. Embarcação, de acordo com a reivindicação 22,CARACTERIZADA pelo fato de que o dispositivo de transferên-cia inclui um elevador para içar a seção de tubulação fabri-cada do nivel da linha de produção até a altura do eixo geo-métrico de fabricação.
24. Embarcação, de acordo com qualquer reivindica-ção precedente, CARACTERIZADA pelo fato de que a parte infe-rior do aguilhoador é dobrável para cima quando fora de uso.
25. Embarcação, de acordo com qualquer reivindica-ção precedente, CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho deassentamento em S adicionalmente compreende um segundo agui-lhoador para sustentar uma segunda parte da tubulação fabri-cada em uma segunda trajetória arqueada, a segunda trajetó-ria arqueada correndo na direção oposta à da trajetória ar-queada mencionada primeiro até um segundo eixo geométrico departida, que é substancialmente vertical, mas distante doprimeiro eixo geométrico de partida.
26. Embarcação, de acordo com a reivindicação 25,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho de assentamento emS compreende um (outro) fixador substancialmente fixo loca-lizado sobre o eixo geométrico de fabricação próximo do se-gundo aguilhoador para manter uma extremidade da segunda tu-bulação fabricada em alinhamento com o eixo geométrico defabricação enquanto o restante da segunda tubulação fabrica-da se estende por sobre o segundo aguilhoador.
27. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 25 ou 2 6, CARACTERIZADA pelo fato de que oaparelho de assentamento em S compreende uma estação de jun-ção adicional localizada sobre o eixo geométrico de fabrica-ção mais perto do segundo aguilhoador do que do primeiro a-guilhoador, para juntar uma nova seção de tubulação à extre-midade da segunda tubulação fabricada enquanto o restante dasegunda tubulação fabricada se estende por sobre o segundoaguilhoador.
28. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 25, 2 6 ou 27, CARACTERIZADA pelo fato de queo aparelho de assentamento em S inclui dispositivos tensoressob a forma de pelo menos um fixador móvel montado sobre umcarro e um dispositivo para acionar o carro ao longo do eixogeométrico de fabricação entre os primeiro e segundo agui-Ihoadores, e onde o fixador móvel é operável para agarrar econtrolar o arriamento de uma seção de tubulação ao longo ouda primeira ou da segunda trajetória arqueada.
29. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 2 5 a 28, CARACTERIZADA pelo fato de que aparte inferior do segundo aguilhoador é dobrável para cimaquando fora de uso.
30. Embarcação, de acordo com qualquer reivindica-ção precedente, CARACTERIZADA pelo fato de que o armazena-mento compreende um porão em forma de recipiente da embarcação.
31. Embarcação, de acordo com a reivindicação 30,CARACTERIZADA pelo fato de que a embarcação é um transporta-dor de recipientes com uma capacidade de carga de pelo menos-6000 TEU, onde TEU é a medida padrão equivalente a UnidadesEquivalentes de Vinte Pés (6,09 m).
32. Embarcação, de acordo com qualquer reivindica-ção precedente, CARACTERIZADA pelo fato de que a embarcaçãotem pelo menos 200 m de comprimento no total.
33. Método para fabricar e assentar uma tubulaçãoa partir de uma embarcação no mar, o método sendoCARACTERIZADO pelo fato de compreender as etapas de:(a) armazenar na embarcação as unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;(b) fabricar e arriar uma parte de assentamento emJ de uma tubulação pelo acréscimo de uma ou mais novas se-ções de tubulação à extremidade da tubulação que é assenta-da, a extremidade da tubulação nesta etapa sendo mantida naextremidade inferior de um aparelho de assentamento em Jmontado na embarcação e tendo um ângulo de partida alinhadocom o eixo geométrico substancialmente vertical do aparelhode assentamento em J;(c) antes ou depois da etapa (b), fabricar e arri-ar uma parte de assentamento em S da mesma tubulação peloacréscimo repetido de novas seções de tubulação à extremida-de da tubulação que é assentada, a extremidade da tubulaçãonesta etapa sendo mantida em um aparelho de assentamento emS também montado na embarcação e alinhada com o eixo geomé-trico de fabricação mais próximo da horizontal do que davertical, a tubulação fabricada sendo sustentada por um a-guilhoador do aparelho de assentamento em S através de umatrajetória arqueada entre o eixo geométrico de fabricação eo eixo geométrico de partida, que é substancialmente verti-cal; e(d) transferir a tubulação suspensa de um dos apa-relhos para o outro para fabricação das diferentes partes datubulação.
34. Método, de acordo com a reivindicação 33,CARACTERIZADO pelo fato de que a parte de assentamento em Sda tubulação compreende uma linha de fluxo assentada paraficar disposta completamente no leito marinho, enquanto aparte de assentamento em J forma um tubo ascendente do leitomarinho na direção da superfície.
35. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações 33 ou 34, CARACTERIZADO pelo fato de que a parte deassentamento em S da tubulação compreende uma tubulação con-tínua, enquanto a parte de assentamento em J inclui aspectossingulares.
36. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações 33, 34 ou 35, CARACTERIZADO por adicionalmente com-preender fabricar uma nova seção de tubulação para acréscimoà parte de assentamento em J da tubulação na etapa (b) pelajunção mútua de duas ou mais das unidades de tubo do armaze-namento.
37. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 33 a 36, CARACTERIZADO por adicionalmente com-preender fabricar uma nova seção de tubulação para acréscimoà parte de assentamento em S da tubulação na etapa (c) pelajunção mútua de duas ou mais das unidades de tubo a partirdo armazenamento.
38. Método, de acordo com a reivindicação 37,CARACTERIZADO pelo fato de que a fabricação da nova seção éfeita utilizando-se uma primeira linha de produção enquantoa nova seção anterior fabricada na segunda linha de produçãoparalela é juntada à tubulação na etapa (c).
39. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 33 a 38, CARACTERIZADO pelo fato de que as novasseções adicionadas na etapa (c) têm mais de três vezes ocomprimento da(s) seção(ões) adicionada(s) na etapa (b).
40. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 33 a 39, CARACTERIZADO por adicionalmente inclu-ir inserir um revestimento de plástico em cada nova seção detubulação antes de ser adicionada, a etapa (c) incluindojuntar o revestimento da nova seção a um revestimento dentroda tubulação que é assentada.
41. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 33 a 40, CARACTERIZADO por adicionalmente inclu-ir a etapa (e) de fabricar e arriar no mar uma segunda tubu-lação pelo acréscimo repetido de novas seções de tubulação àextremidade da segunda tubulação, a extremidade da tubulaçãonesta etapa sendo mantida no aparelho de assentamento em S ealinhada com o eixo geométrico de fabricação, a segunda tu-bulação sendo sustentada por um segundo aguilhoador atravésde uma segunda trajetória arqueada entre o eixo geométricode fabricação e o eixo geométrico de partida, que é substan-cialmente vertical de modo a ser arriada na direção oposta àda tubulação mencionada primeiro.
42. Método, de acordo com a reivindicação 41,CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa (e) é executada si-multaneamente com a etapa (b) , de modo a se construir umahaste da tubulação fabricada suspensa a partir do segundoaguilhoador, a segunda tubulação sendo juntada à tubulaçãomencionada primeiro após a transferência da tubulação men-cionada primeiro de volta para o aparelho de assentamento emS e arriada sobre o aguilhoador mencionado primeiro antes dese retomar a etapa (c).
43. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 33 a 42, CARACTERIZADO pelo fato de que na etapade armazenar mais de mil unidades de tubo são armazenadas emum armazenamento em forma de recipiente.
44. Método para fabricar e assentar uma tubulaçãoa partir de uma embarcação no mar, o método sendoCARACTERIZADO pelo fato de compreender as etapas de:(a) armazenar na embarcação as unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;(b) fabricar e arriar uma parte de assentamento emS da mesma tubulação pelo acréscimo repetido de novas seçõesde tubulação à extremidade da tubulação que é assentada, aextremidade da tubulação nesta etapa sendo mantida em um a-parelho de assentamento em S também montado na embarcação ealinhada com o eixo geométrico de fabricação mais perto dahorizontal do que da vertical, a tubulação fabricada sendosustentada por um aguilhoador do aparelho de assentamento emS através de uma trajetória arqueada entre o eixo geométricode fabricação e o eixo geométrico de partida, que é substan-cialmente vertical;(d) transferir a tubulação suspensa do aparelho deassentamento em S para um fixador de afastamento montado emuma estrutura de sustentação através da extremidade inferiordo aguilhoador do aparelho de assentamento em S, o fixadorde afastamento sendo substancialmente alinhado com o eixogeométrico de partida;(e) encaixar um módulo de terminação na extremida-de superior da tubulação utilizando a estrutura de sustenta-ção para sustentar o módulo enquanto é conectado à tubulaçãomantida no fixador de afastamento; e(f) abandonar a tubulação e o módulo conectadosarriando-os em sentido substancialmente vertical a partir daestrutura de sustentação.
45. Método para fabricar e assentar uma tubulaçãoa partir de uma embarcação no mar, o método CARACTERIZADOpor compreender as etapas de:(a) armazenar na embarcação as unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;(b) fabricar e arriar uma parte de assentamento emda mesma tubulação pelo acréscimo repetido de novas seçõesde tubulação à extremidade da tubulação que é assentada, aextremidade da tubulação nesta etapa sendo mantida em um a-parelho de assentamento em S também montado na embarcação ealinhada com o eixo geométrico de fabricação mais perto dahorizontal do que da vertical, a tubulação fabricada sendosustentada por um aguilhoador do aparelho de assentamento ematravés de uma trajetória arqueada entre o eixo geométricode fabricação e o eixo geométrico de partida, que é substan-cialmente vertical;(d) antes da etapa (b), alimentar a extremidade deuma primeira seção de tubulação do aparelho de assentamentoem S para um local onde um módulo de terminação é sustentadopela estrutura de sustentação acima da extremidade inferior'do aguilhoador do aparelho de assentamento em S, o módulosendo substancialmente alinhado com o eixo geométrico de fa-bricação;(e) conectar o módulo de terminação à extremidadeda seção de tubulação; e(f) abaixar o módulo de terminação conectado apartir da estrutura de sustentação enquanto se arria a tubu-lação até que o módulo de terminação passe a distância doaguilhoador, a tubulação sendo progressivamente sustentadapelo aguilhoador pronta para fabricação e arriamento de modoa se começar de acordo com a etapa (b).
46. Embarcação para assentamento de tubos, que in-clui um aparelho para fabricação e arriamento de uma tubula-ção que é assentada, o aparelho tendo um eixo geométrico defabricação que se estende substancialmente em sentido hori-zontal ao longo da embarcação, CARACTERIZADA por compreen-der :um armazenamento para várias unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento;um aguilhoador para sustentar a tubulação em umatrajetória arqueada entre o eixo geométrico de fabricação eo eixo geométrico de partida, que é substancialmente incli-nado em relação a horizontal;dispositivos tensores posicionados em volta do ei-xo geométrico de fabricação a montante do aguilhoador, paraagarrar e controlar o arriamento da tubulação sob tensão;uma estação de junção primária posicionada sobre oeixo geométrico de fabricação a montante dos dispositivostensores para juntar novas seções de tubulação à extremidadeda tubulação mantida nos dispositivos tensores;uma fábrica de tubulações localizada fora do eixogeométrico de fabricação, a fábrica de tubulações tendo umasérie de estações de trabalho dispostas em pelo menos umalinha de produção para a pré-montagem de seções de tubulaçãoa partir de unidades mais curtas mantidas no armazenamento;edispositivos para transferir as seções de tubula-ção montadas da linha de produção para o eixo geométrico defabricação para junção á tubulação que está sendo assentadana estação de junção primária,sendo que a fábrica de tubulação, transferindodispositivos e fabricando aparelhos é adaptada para montar,transferir e receber, respectivamente, seções de tubulaçãomaior do que metade do comprimento total da embarcação.
47. Embarcação para assentamento de tubos, de a-cordo com a reivindicação 4 6, CARACTARIZADA pelo fato de queo eixo de partida é inclinado da horizontal em mais de 45°.
48. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 4 6 ou 47, CARACTERIZADA pelo fato de que oaparelho adicionalmente inclui um fixador substancialmentefixo posicionado sobre o eixo geométrico de fabricação entreo aguilhoador e a estação de junção primária, para segurar aextremidade da tubulação enquanto a nova seção de tubulaçãoé adicionada à tubulação, o dispositivo tensor sendo locali-zado a montante da estação de junção primária, para arriar atubulação pelo agarramento da seção de tubulação recém-adicionada.
49. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 4 6 a 48, CARACTERIZADA pelo fato de que odispositivo tensor compreende pelo menos um fixador móvelmontado sobre um carro e um dispositivo para acionar o carroao longo do eixo geométrico de fabricação enquanto agarra atubulação.
50. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 4 6 a 4 9, CARACTERIZADA pelo fato de que o a-parelho adicionalmente inclui um dispositivo para revestircada seção de tubulação montada com um revestimento de plás-tico continuo antes da junção da seção de tubulação com atubulação, a estação de junção primária sendo adaptada parajuntar a seção de tubulação e seu revestimento à tubulaçãoque é assentada e ao revestimento dela, respectivamente.
51. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 4 6 a 50, CARACTERIZADA pelo fato de que afábrica de tubulações é adaptada para formar seções de tubu-lação de mais de 90 m de comprimento.
52. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 4 6 a 51, CARACTERIZADA pelo fato de que afábrica de tubulações adicionalmente compreende uma outrasérie de estações de trabalho dispostas em uma segunda linhade produção de vários estágios, também localizada fora doeixo geométrico de fabricação, o dispositivo de transferên-cia sendo operável para transferir as seções de tubulaçãomontadas alternadamente das primeira e segunda linhas deprodução de modo a se obter uma taxa maior de assentamentodo que a que seria obtenivel pela primeira linha de produçãode seção de tubulações sozinha.
53. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 4 6 a 52, CARACTERIZADA pelo fato de que o a-parelho é posicionado com seu eixo geométrico de fabricaçãodo lado externo ao longo de um lado da embarcação.
54. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 4 6 a 53, CARACTERIZADA pelo fato de que oaparelho é posicionado com seu eixo geométrico de fabricaçãoa uma altura de 10 m ou mais acima do convés principal daembarcação.
55. Embarcação, de acordo com a reivindicação 54,CARACTERIZADA pelo fato de que o dispositivo de transferên-cia inclui um elevador para içar a seção de tubulação fabri-cada do nível da linha de produção até a altura do eixo geo-métrico de fabricação.
56. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 46 a 55, CARACTERIZADA pelo fato de que aparte inferior do aguilhoador é dobrável para cima quandofora de uso.
57. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 46 a 56, CARACTERIZADA pelo fato de que oaparelho adicionalmente compreende um segundo aguilhoadorpara sustentar uma segunda tubulação fabricada em uma segun-da trajetória arqueada, a segunda trajetória arqueada cor-rendo na direção oposta à da trajetória arqueada mencionadaprimeiro até um segundo eixo geométrico de partida, que ésubstancialmente vertical, mas distante do primeiro eixo ge-ométrico de partida.
58. Embarcação, de acordo com a reivindicação 56,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho compreende um (ou-tro) fixador substancialmente fixo localizado sobre o eixogeométrico de fabricação próximo do segundo aguilhoador paramanter uma extremidade da segunda tubulação fabricada em a-linhamento com o eixo geométrico de fabricação enquanto orestante da segunda tubulação fabricada se estende por sobreo segundo aguilhoador.
59. Embarcação, de acordo com a reivindicação 58,CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho compreende uma es-tação de junção adicional localizada sobre o eixo geométricode fabricação mais perto do segundo aguilhoador do que doprimeiro aguilhoador, para juntar uma nova seção de tubula-ção à extremidade da segunda tubulação fabricada enquanto orestante da segunda tubulação fabricada se estende por sobreo segundo aguilhoador.
60. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 57, 58 ou 59, CARACTERIZADA pelo fato de queo dispositivo tensor compreende pelo menos um fixador móvelmontado sobre um carro e um dispositivo para acionar o carroao longo do eixo geométrico de fabricação entre os primeiroe segundo aguilhoadores, o mesmo fixador sendo acionável pa-ra agarrar e controlar o arriamento de uma seção de tubula-ção ao longo tanto da primeira como da segunda trajetóriaarqueada.
61. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 56 a 60, CARACTERIZADA pelo fato de que aparte inferior do segundo aguilhoador é dobrável para cimaquando fora de uso.
62. Embarcação, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 56 a 61, CARACTERIZADA pelo fato de que. oarmazenamento compreende um porão em forma de recipiente dâembarcação e a embarcação tem pelo menos 200 m de comprimen-to total.
63. Embarcação, de acordo com a reivindicação 53,CARACTERIZADA pelo fato de que possui uma superestrutura deilha na direção da popa da embarcação, e incluindo disposi-tivos para remover as unidades de tubo do armazenamento ad-jacente do lado da embarcação oposto ao lado na qual o eixode fabricação externo é localizado, e dispositivos de trans-ferência em direção à popa da superestrutura para transferiras unidades de tubo para a fábrica de tubulação, a fábricade tubulação se estendendo do dispositivo de transferênciapara um local adjacente à curva da embarcação.
64. Método para fabricar e arriar uma tubulação, ométodo compreendendo:armazenar várias unidades de tubo a serem montadasem uma tubulação para assentamento;sustentar a tubulação em uma trajetória arqueadaentre o eixo geométrico de fabricação e o eixo geométrico departida, que é substancialmente vertical;agarrar a tubulação em um local a montante da tra-jetória arqueada e controlar o arriamento da tubulação sobtensão;juntar novas seções de tubulação à extremidade datubulação sobre o eixo geométrico de fabricação a montantedo local de agarramento;CARACTERIZADO pelo fato de que o método adicional-mente compreende:pré-montar cada nova seção de tubulação a partirde uma série das unidades de tubo armazenadas fora do eixogeométrico de fabricação utilizando uma série de estações detrabalho dispostas em pelo menos uma linha de produção devários estágios;transferir as seções de tubulação montadas da Ii-nha de produção para o eixo geométrico de fabricação parajunção com a tubulação que está sendo assentada na estaçãode junção primária; eonde as seções de tubulações montadas incluem se-ções maiores do que metade do comprimento total da embarca-ção.
65. Método, de acordo com a reivindicação 64,CARACTERIZADO por adicionalmente incluir revestir a seção detubulação montada com um revestimento de plástico continuoantes de sua transferência para o eixo geométrico de fabri-cação, a etapa de juntar incluindo juntar a seção de tubula-ção e seu revestimento à tubulação que é assentada e ao re-vestimento dela, respectivamente.
66. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações 64 ou 65, CARACTERIZADO pelo fato de que as seçõesde tubulação pré-montadas têm um comprimento de mais de 90 m.
67. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações 64 a 66, CARACTERIZADO pelo fato de que cada seçãode tubulação é formada a partir de pelo menos oito das uni-dades de tubo.
68. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 64 a 67, CARACTERIZADO pelo fato de que a pré-montagem é executada utilizando-se uma primeira e uma segun-da linhas de produção de vários estágios paralelas localiza-das fora do eixo geométrico de fabricação, a etapa de trans-ferência transferindo as seções de tubulação montadas alter-nadamente a partir das primeira e segunda linhas de produ-ção.
69. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 64 a 68, CARACTERIZADO pelo fato de que o eixogeométrico de fabricação é posicionado a uma altura de 10 mou mais acima do convés principal da embarcação, a etapa detransferência incluindo levantar a seção de tubulação pré-montada do nivel da linha de produção até a altura do eixogeométrico de fabricação.
70. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 64 a 69, CARACTERIZADO por adicionalmente inclu-ir armazenar uma série de seções de tubulação pré-montadasem um armazenamento temporário paralelo à linha de produção,antes de transferi-las para o eixo geométrico de fabricação.
71. Método, de acordo com qualquer uma das reivin-dicações 64 a 70, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa deagarrar a tubulação em um local a montante do caminho arque-ado e controlar o assentamento da tubulação sobre tensão érealizada usando um grampo móvel disposto para agarrar a se-ção de tubulação unida recentemente em um ponto a montante apartir da estação de junção e para mover na direção da esta-ção de junção enquanto agarra a seção de tubulação.
72. Embarcação para assentamento de tubos, quecompreende:um armazenamento para várias unidades de tubo aserem montadas em uma tubulação para assentamento; eum aparelho de assentamento em S para fabricar earriar uma tubulação pelo acréscimo repetido de novas seçõesde tubulação à extremidade da tubulação que é assentada, aextremidade da tubulação sendo mantida alinhada com o eixogeométrico de fabricação mais próximo da horizontal do queda vertical, CARACTERIZADA pelo fato de que o aparelho deassentamento em S inclui:um primeiro aguilhoador para sustentar a tubulaçãofabricada em uma trajetória arqueada entre o eixo geométricode fabricação e o eixo geométrico de partida, que é substan-cialmente vertical;um segundo aguilhoador para sustentar uma segundatubulação fabricada em uma segunda trajetória arqueada, asegunda trajetória arqueada que corre na direção oposta à datrajetória arqueada mencionada primeiro até um segundo eixogeométrico de partida, que é substancialmente vertical, masdistante do primeiro eixo geométrico de partida; eum dispositivo localizado sobre o eixo geométricode fabricação entre os dois aguilhoadores para juntar asprimeira e segunda tubulações fabricadas.
73. Método para fabricar e assentar uma tubulaçãono mar, CARACTERIZADO por compreender:armazenar várias unidades de tubo a serem montadasem uma tubulação para assentamento;fabricar e arriar uma primeira tubulação pelo a-créscimo repetido de novas seções de tubulação à extremidadeda tubulação que é assentada, a extremidade da tubulaçãosendo mantida alinhada com o eixo geométrico de fabricaçãomais próximo da horizontal do que da vertical, a primeiratubulação fabricada sendo sustentada em uma primeira traje-tória arqueada entre o eixo geométrico de fabricação e oprimeiro eixo geométrico de partida, que é substancialmentevertical;durante uma interrupção na fabricação da primeiratubulação, fabricar e arriar uma segunda tubulação, a segun-da tubulação fabricada sendo sustentada em uma segunda tra-jetória arqueada até um segundo eixo geométrico de partida,que é substancialmente vertical, mas distante do primeiroeixo geométrico de partida;juntar as primeira e segunda tubulações fabrica-das; earriar as tubulações juntadas através de uma dasprimeira e segunda trajetórias arqueadas.
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