BRPI0614520A2 - suporte de chamada de emergência voip - Google Patents

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BRPI0614520A2
BRPI0614520A2 BRPI0614520-5A BRPI0614520A BRPI0614520A2 BR PI0614520 A2 BRPI0614520 A2 BR PI0614520A2 BR PI0614520 A BRPI0614520 A BR PI0614520A BR PI0614520 A2 BRPI0614520 A2 BR PI0614520A2
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Kirk Burroughs
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Abstract

SUPORTE DE CHAMADA DE EMERGENCIA VOIP. Técnicas para suportar chamadas de voz sobre Protocolo Internet (VoIP) de emergência são descritas. As técnicas podem ser usadas para várias redes 3GPP e 3GPP2, várias arquiteturas de localização, e vários tipos de equipamento de usuário (UE) Um UE comunica com uma rede visitada para enviar uma solicitação para estabelecer uma chamada VoIP de emergência. O UE interage com o servidor de localização instruído pela rede visitada para obter uma primeira estimativa de posição para o UE. O UE realizaestabelecimento de chamada através da rede visitada para estabelecer a chamada VoIP de emergência com um PSAP, o qual pode ser selecionado com base na primeira estimativa de posição. O UE pode então realizar posicionamento com o servidor de localização para obter uma estimativa de posição atualizada para o UE, por exemplo, se solicitado pelo PSAP.

Description

"SUPORTE DE CHAMADA DE EMERGÊNCIA VOIP".
Campo da Invenção
A presente descrição refere, geralmente, àcomunicação, e mais especificamente, a técnicas parasuportar chamadas de emergência.
Descrição da Técnica Anterior
As redes de comunicação sem fio são amplamenteempregadas para prover vários serviços de comunicação tais comovoz, video, dados de pacote, troca de mensagens, broadcast, eassim por diante. Essas redes sem fio podem ser redes de acessomúltiplo capazes de suportar comunicação para múltiplos usuáriosmediante compartilhamento de recursos disponíveis da rede.Exemplos de tais redes de acesso múltiplo incluem redes deAcesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), Redes deAcesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), Redes deAcesso Múltiplo por Divisão de Freqüência (FDMA), e RedesFDMA Ortogonais (OFDMA).
As redes sem fio, tipicamente, suportamcomunicação para usuários sem fio que têm assinaturas deserviço com estas redes. Uma assinatura de serviço pode serassociada com informação para segurança, roteamento,qualidade de serviço (QoS), tarifação, e assim por diante.A informação relacionada à assinatura pode ser usada paraestabelecer chamadas com uma rede sem fio.
Um dos serviços mais básicos providos pelas redessem fio para seus usuários é a capacidade de enviar ereceber chamadas de voz. Um aperfeiçoamento recente desteserviço é a capacidade de enviar e receber chamadas de Vozsobre Protocolo Internet (VoIP). Uma chamada VoIP é umachamada de voz na qual dados de voz são enviados em pacotesque são encaminhados como outros dados de pacotes em vez deem um canal de tráfego dedicado.
Um usuário sem fio pode estabelecer uma chamadade voz de emergência ou outra chamada de mídia com uma redesem fio que pode ou não ser a rede de origem com a qual ousuário tem assinatura de serviço. Tal chamada pode usarVoIP. Um desafio principal é o de encaminhar a chamada deemergência para um Ponto de Resposta de Segurança Pública(PSAP) apropriado que pode atender à chamada. Isso poderequerer a obtenção de uma estimativa de posição provisóriapara o usuário e a determinação de um PSAP adequado combase na estimativa de posição provisória. O problema écomposto se o usuário estiver em deslocamento e/ou nãotiver assinatura de serviço com qualquer rede.
Existe, portanto, a necessidade na arte detécnicas para suportar chamadas de emergência e chamadasVoIP de emergência.
Resumo da Invenção
Técnicas para suportar chamadas de Voz sobreProtocolo Internet (VoIP) de emergência são descritas aqui.As técnicas podem ser usadas para várias redes 3GPP ' e3GPP2, várias arquiteturas de localização, e Equipamentosde Usuário (UEs) com e sem assinatura de serviço.
Em uma modalidade, um UE comunica com uma redevisitada para enviar uma solicitação para estabelecer umachamada VoIP de emergência. O UE interage com um servidorde localização instruído pela rede visitada para obter umaprimeira estimativa de posição para o UE. O UE realiza oestabelecimento de chamada por intermédio da rede visitadapara estabelecer a chamada VoIP de emergência com um PSAP,o qual pode ser selecionado com base na estimativa deposição inicial. O UE pode então realizar posicionamentocom o servidor de localização para obter uma estimativa deposição atualizada para o UE, por exemplo, se solicitadopelo PSAP. Vários detalhes da chamadá VoIP de emergênciasão descritos abaixo.Vários aspectos e modalidades da descrição sãotambém descritos em maiores detalhes abaixo.
Breve Descrição das Figuras
Aspectos e modalidades da descrição serão maisevidentes a partir da descrição detalhada apresentadaabaixo quando considerada em conjunto com os desenhos nosquais os mesmos caracteres de referência identificamcorrespondentemente os mesmos elementos em todo orelatório.
Figura 1 - mostra um emprego que suporta chamadasVoIP de emergência.
Figura 2 - mostra uma arquitetura de rede 3GPP.
Figura 3 - mostra uma arquitetura de rede 3GPP2.
Figuras 4 e 5 - mostram uma arquitetura de rede eum fluxo de mensagem, respectivamente, para chamada VoIP deemergência com localização SUPL.
Figuras 6 e 7 - mostram uma arquitetura de rede eum fluxo de mensagem, respectivamente, para chamada VoIP deemergência com localização de plano de controle 3GPP.
Figuras 8 e 9 - mostram uma arquitetura de rede eum fluxo de mensagem, respectivamente, para chamada VoIP deemergência com localização X.S0024.
Figuras 10 e 11 - mostram uma arquitetura de redee um fluxo de mensagem, respectivamente, para chamada VoIPde emergência para um UE sem assinatura de serviço.
Figura 12 - mostra um diagrama em blocos devárias entidades nas Figuras 1 a 3.
Descrição Detalhada da Invenção
O termo "exemplar" é usado aqui significando"servindo como um exemplo, ocorrência, ou ilustração".Qualquer modalidade ou projeto descrito aqui como"exemplar" não deve necessariamente ser considerado comopreferido ou vantajoso em relação às outras modalidades ouprojetos.
Técnicas para suportar chamadas VoIP deemergência são descritas aqui. Uma chamada VoIP deemergência é uma chamada VoIP ou uma chamada comutada porpacotes para serviços de emergência. Uma chamada VoIP deemergência pode ser identificada como tal e pode serdistinguida de uma chamada VoIP normal de várias maneiras,como descrito abaixo. Uma chamada VoIP de emergência podeser associada a várias características que são diferentesde uma chamada VoIP comum tal como, por exemplo, obter umaestimativa de posição adequada para um usuário, encaminhara chamada VoIP de emergência para um PSAP apropriado, eassim por diante. Uma estimativa de posição é tambémreferenciada como uma estimativa de localização, umadeterminação de posição, e assim por diante.
A Figura 1 mostra um emprego 100 que suportachamadas VoIP de emergência. Um Equipamento de Usuário (UE)110 comunica com uma rede de acesso 120 para obter serviçosde comunicação IP básicos. 0 UE 110 pode ser estacionárioou móvel e pode também ser chamado de estação móvel (MS) ,terminal, unidade de assinante, estação, ou alguma outraterminologia. 0 UE 110 pode ser um telefone celular, umassistente digital pessoal (PDA), um dispositivo sem fio,um computador laptop, um dispositivo de telemetria, ümdispositivo de rastreamento, e assim por diante. 0 UE IlOpode comunicar com uma ou mais estações base e/ou um oumais pontos de acesso na rede de acesso 120. 0 UE 110 podetambém receber sinais de um ou mais satélites 190, os quaispodem ser parte do Sistema de Posicionamento Global (GPS),sistema Europeu Galileu, sistema Russo GLONASS, ou qualquersistema de satélite de navegação global (GNSS). 0 UE 110pode medir os sinais das estações base na rede de acesso120 e/ou os sinais dos satélites 190 e pode obter mediçõéspseudo-alcance para os satélites e/ou medições detemporização para as estações base. As medições de pseudo-alcance e/ou as medições de temporização podem ser usadaspara derivar uma estimativa de posição para o UE 110utilizando um dos métodos de posicionamento ou umacombinação destes conhecidos na técnica tal como GPSassistido (A-GPS), GPS autônomo, Trilateração Avançada deLink Direto (A-FLT), Diferença de Tempo ObservadaAperfeiçoada (E-OTD), Diferença de Tempo de ChegadaObservada (OTDOA), ID de Célula Aperfeiçoada, e assim pordiante.
A rede de acesso 120 provê radiocomunicação paraos UEs localizados dentro da área de cobertura da rede deacesso. A rede de acesso 120 pode incluir estações base,controladores de rede, e/ou outras entidades, como descritoabaixo. Uma rede visitada 130, a qual é também chamada deRede Móvel Terrestre Pública Visitada (V-PLMN), é uma redeatualmente servindo o UE 110. Uma rede de origem 160, ;aqual é também chamada de PLMN de origem (H-PLMN) , é umarede com a qual o UE 110 tem assinatura. A rede de acesso120 é associada com a rede visitada 130. A rede visitada130 e a rede de origem 160 podem ser as mesmas oudiferentes redes. A rede visitada 130 e a rede de origem160 podem ou não ter acordo para roaming. As redes 130 e160 podem individualmente compreehder entidades queproporcionam conectividade de dados, serviços delocalização, e/ou outras funcionalidades e serviços.
Uma rede 170 pode incluir uma Rede de TelefoniaComutada Pública (PSTN), a Internet, e/ou outras redes dedados e voz. Uma PSTN suporta comunicação para serviço detelefonia de plano antigo convencional (POTS). Um PSAP 180é uma entidade responsável por responder às chamadas deemergência (por exemplo, para serviços de policia, incêndioe médicos) e pode ser referenciada também como um Centro deEmergência (EC). Tais chamadas podem ser iniciadas quando ousuário disca um número conhecido determinado tal como 911nos Estados Unidos ou 112 na Europa. PSAP 180 é tipicamenteoperado ou é de propriedade de uma agência governamental,por exemplo, condado ou cidade. PSAP 180 pode suportarconectividade IP para chamadas VoIP e então suportarProtocolo de Iniciação de Sessão (SIP), o qual é umprotocolo de sinalização para iniciar, modificar e terminarsessões de usuário interativas com base em IP tal comoVoIP. Alternativamente ou adicionalmente, PSAP 180 podesuportar comunicação com a PSTN 170.
As técnicas aqui descritas podem ser usadas parachamadas VoIP de emergência originadas de redes de linhasde fios tais como DSL e cabo e para chamadas VoIP deemergência originadas das redes de área remota sem fio(WWANs), redes de área local sem fio (WLANs), redesmetropolitanas sem fio (WMANs), e redes sem fio comcobertura WWAN e WLAN. As WWANs podem ser CDMA7 TDMA, FDMA,OFDMA e/ou outras redes. Uma rede CDMA pode implementar umaou mais tecnologias de rádio tal como CDMA de Banda Larga(W-CDMA), cdma2000, e assim por diante. cdma2000 abrange ospadrões IS-2000, IS-856, e IS-95 e inclui as revisões Ev-DOpara otimizar suporte IP. Uma rede TDMA pode implementaruma ou mais tecnologias de rádio tal como Sistema Globalpara Comunicação Móvel (GSM), Sistema de Telefonia MóvelAvançado Digital (D-AMPS), e assim por diante. D-AMPSabrange IS-248 e IS-54. W-CDMA e GSM são descritos nosdocumentos provenientes de uma organização denominada"Projeto de Parceiros de 3a Geração" (3GPP). cdma2000J édescrito nos documentos provenientes de uma organizaçãodenominada "2 Projeto de Parceiros de 3a Geração" (3GPP2).Os documentos 3GPP e 3GPP2 estão publicamente disponíveis.Uma WLAN pode implementar uma tecnologia de rádio tal comoIEEE 802.11. Uma WMAN pode implementar uma tecnologia derádio tal como IEEE 802.16. Estas várias tecnologias epadrões de rádio são conhecidos na técnica.
A Figura 2 mostra uma arquitetura de rede 3GPP. OUE 110 pode obter acesso de rádio por intermédio da rede deacesso 3GPP 120a ou uma rede de acesso WLAN 120b. A rede deacesso 3GPP 120a pode ser uma Rede de Acesso de Rádio EDGEGSM (GERAM), uma Rede de Acesso de Rádio Terrestre (UTRAN),uma UTRAN desenvolvida (E-UTRAN), ou alguma outra rede deacesso. A rede de acesso 3GPP 120a inclui as estações base210, um subsistema de estação base (BSS)/Controlador deRede de Rádio (RNC) 212, e outras entidades não mostradasna Figura 2. Uma estação base é também referenciada como umNó B, um Nó B aperfeiçoado (Nó B-e) , uma Estação BaseTransceptora (BTS), um ponto de acesso (AP), ou algumaoutra terminologia. Uma WLAN 120b inclui pontos de acesso214 e pode ser qualquer WLAN.
Uma V-PLMN 130a é uma modalidade da rede visitada130 na Figura 1 e inclui uma rede núcleo V-PLMN 230a eentidades de localização V-PLMN 27 0a. A rede núcleo V-PLMN230a inclui um Nó de Suporte GPRS de Serviço (SGSN) 232a,um Nó de Suporte GPRS de Porta de Comunicação (GGSN) 232b,uma Porta de Comunicação de Acesso WLAN (WAG) 234, e umaPorta de Comunicação de Dados de Pacote (PDG) 236. SGSN232a e a GGSN 232b constituem parte de uma rede núcleo deServiço de Rádio Pacote Geral (GPRS) e proporcionamserviços comutados por pacote para os UEs que comunicam còma rede de acesso 3GPP 120a. WAG 234 e PDG 236 constituemparte de uma rede núcleo WLAN de Interconexão 3GPP (I-WLAN)e proporcionam serviços comutados por pacote para os UEsque comunicam com a WLAN 120b. :
A rede núcleo V-PLMN 230a também inclui umServidor de Assinante de Origem (HSS) 250 e váriasentidades de Subsistema de Multimídia IP (IMS) incluindouma Função de Controle de Sessão de Chamada Proxy (P-CSCF)252, uma CSCF de Emergência (E-CSCF) 254, uma CSCF deInterrogação (I-CSCF) 256, e uma Função de Controle dePorta de Comunicação de Mídia (MGCF) 258. P-CSCF 252, E-CSCF 254, I-CSCF 256 e MGCF 258 suportam os serviços IMS,por exemplo, chamadas VoIP, e constituem parte de uma redeIMS V-PLMN. P-CSCF 252 aceita solicitações dos UEs e atendeestas solicitações internamente ou envia as solicitaçõespara outras entidades, possivelmente após translação. E-CSCF 254 realiza serviços de controle de sessão para os UEse mantém o estado de sessão usado para suportar os serviçosde emergência IMS. E-CSCF 254 também suporta chamadas VoIPde emergência. MGCF 258 direciona a conversão desinalização entre SIP/IP e a PSTN (por exemplo, SS7 ISUP) eé usada sempre que uma chamada VoIP de um usuário seguepara um usuário da PSTN. HSS 250 armazena informaçãorelacionada à assinatura para os UEs para os quais a V-PLMN130a é a rede de origem.
Entidades de localização V-PLMN 270a podemincluir uma Plataforma de Localização SUPL de Serviços 'deEmergência (E-SLP) 272 e uma SLP Visitante (V-SLP) 274, quesuportam Localização de Plano de Usuário Seguro OMA (SUPL).V-SLP 274 pode estar dentro da, ou associada com uma redediferente da V-PLMN 130a e/ou pode estar geograficamentemais próximo do UE 110. Alternativamente ou adicionalmente,as entidades de localização V-PLMN 270a podem incluir umcentro de Localização Móvel de Porta de Comunicação (GMLC)276, o qual é parte da localização de plano de controle3GPP. E-SLP 272, V-SLP 274 e GMLC 276 proporcionam serviçosde localização para os UEs em comunicação com V-PLMN 130a.
Uma H-PLMN 160a é uma modalidade da rede deorigem 160 na Figura 1 e inclui uma rede núcleo H-PLMN 260.A rede núcleo H-PLMN 260 inclui uma HSS 266 e inclui aindaentidades IMS tal como uma I-CSCF 262 e uma CSCF de Serviço(S-CSCF) 264 que suporta IMS para a rede de origem 160. I-CSCF 262 e S-CSCF 264 constituem parte de uma rede IMS H-PLMN.
A Figura 3 mostra uma arquitetura de rede 3GPP2.O UE 110 pode obter acesso via rádio por intermédio de umarede de acesso 3GPP2 120c ou através de uma rede de acessoWLAN 120d. A rede de acesso 3GPP2 120c pode ser uma redeCDMA2000 IX, uma rede CDMA2000 IxEv-DO, ou alguma outrarede de acesso. A rede de acesso 3GPP2 120c inclui estaçõesbase 220, uma Função de Controle de Pacote/Controle deRecurso de Rádio (RRC/PCF) 222, e outras entidades nãomostradas na Figura 3. RRC pode ser também chamada deControlador de Rede de Rádio (RNC) ou estação base. A redede acesso 3GPP2 120c também pode ser chamada de Rede deAcesso de Rádio (RAN). WLAN 120d inclui pontos de acesso224 e pode ser qualquer WLAN associada a uma rede 3GPP2.
Uma V-PLMN 130b é outra modalidade da rédevisitada 130 na Figura 1 e inclui uma rede núcleo V-PLMN230b e entidades de localização 3GPP2 270b. A rede núcleoV-PLMN 230b inclui um Nó de Serviço de Dados de Pacote(PDSN) 242, uma Função de Interconexão de Dados de Pacote(PDIF) 244, e um servidor de Autenticação, Autorização' eContabilidade (AAA) 246. PDSN 242 e PDIF 244 proporcionamserviços comutados por pacote para os UEs que comunicam coma rede de acesso 3GPP2 120c e WLAN 120d, respectivamente.' Arede núcleo V-PLMN 230a inclui também IMS ou entidades deDominio de Multimídia (MMD) tais como P-CSCF 252, E-CSCF254, I-CSCF 256 e MGCF 258. E-CSCF 254 pode ter tambémoutros nomes tal como ES-AM (Gerenciador de Aplicação 'deServiços de Emergência).As entidades de localização 3GPP2 270b podemincluir E-SLP 272 e V-SLP 274 para SUPL. Alternativamenteou adicionalmente, as entidades de localização 3GPP2 270bpodem incluir um Servidor de Posição de Serviços deEmergência (E-PS) 282 e um Servidor de Posição Visitada (V-PS)/Entidade de Determinação de Posição (PDE) 284, as quaisconstituem parte da localização X.S0024 para as redescdma2000. E-PS 282 pode ser também referenciada como umServidor de Posição Substituto (S-PS). E-SLP 272, V-SLP274, E-PS 282, e V-PS/PDE 284 proporcionam serviços delocalização para os UEs em comunicação com a V-PLMN 130b.
Para simplicidade, as Figuras 2 e 3, mostramapenas algumas das entidades no 3GPP e 3GPP2, que sãoreferenciadas na descrição abaixo. As redes 3GPP e 3GPP2podem incluir outras entidades definidas por 3GPP e 3GPP2,respectivamente.
Na descrição a seguir, a rede 3GPP refere àsredes e subsistemas de rede (por exemplo, subsistemas derede de acesso) definidos por 3GPP assim como outras redese subsistemas de rede (por exemplo, WLAN) operados èmconjunto com as redes 3GPP. As redes 3GPP e os subsistemasde rede podem incluir GERAN, UTRAN, E-UTRAN, rede núcleoGPRS, rede IMS, I-WLAN 3GPP, e assim por diante. As redes3GPP2 referem às redes e subsistemas de redes definidos pôr3GPP2 assim como outras redes e subsistemas de redeoperados em conjunto com as redes 3GPP2. As redes 3GPP2incluem CDMA2000 IX, CDMA2000 IxEv-DO, rede núcleocdma2000, IMS 3GPP2 ou subsistema de rede MMD, WLÀNassociada a 3GPP2, e assim por diante. Para simplicidade,"WLAN 3GPP" refere a uma WLAN associada a uma rede 3GPP, e"WLAN 3GPP2" refere a uma WLAN associada a uma rede 3GPP2\
Na descrição a seguir, acesso GPRS refere aoacesso à rede núcleo GPRS através da GERAN, UTRAN, òualguma outra rede de acesso 3GPP. Acesso WLAN 3GPP refereao acesso a uma rede núcleo 3GPP através da WLAN. Acessocdma2000 refere ao acesso à rede núcleo cdma2000 através darede CDMA2000 IX, CDMA2000 IxEv-DO, ou alguma outra rede deacesso 3GPP2. Acesso WLAN 3GPP2 refere ao acesso à redenúcleo WLAN 3GPP2 através da WLAN.
Para 3GPP, o UE 110 pode ou não ser equipado comum Cartão de Circuito Integrado Universal (UICC). Para3GPP2, o UE 110 pode ou não ser equipado com um Módulo deIdentidade de Usuário (UIM) . Um UICC ou UIM é tipicamenteespecifico para um assinante e pode armazenar informaçãopessoal, informação de assinatura, e/ou outra informação.Um UE sem-UICC é um UE sem UICC, e um UE sem-UIM é um UEsem UIM. Um UE sem-UICC/UIM não tem assinatura, nenhumarede de origem, e nenhuma credencial de autenticação (porexemplo, nenhuma chave secreta) para verificar qualqueridentidade reivindicada, o que torna os serviços delocalização mais propensos a riscos.
As técnicas descritas aqui podem ser usadas pòrvárias arquiteturas de localização tal como arquiteturas deplano de controle e plano de usuário. Um plano de controle(o qual é também chamado de plano de sinalização) é ümmecanismo para transportar sinalização para aplicações decamada superior e é tipicamente implementado com protocolosespecíficos de rede, mensagens de sinalização e interfaces.Um plano de usuário é um mecanismo para transportarsinalização para aplicações de camada superior, porémempregando uma portadora de plano de usuário, o qual éimplementado tipicamente com protocolos tal como oProtocolo de Datagrama de Usuário (UDP), Protocolo deControle de Transmissão (TCP), e Protocolo Internet (IP),todos os quais são conhecidos na arte. As mensagenssuportando serviços de localização e posicionamento sãoconduzidas como parte da sinalização em uma arquitetura deplano de controle e como parte de dados (de uma perspectivada rede) em uma arquitetura de plano de usuário. O conteúdodas mensagens, contudo, pode ser o mesmo ou similar emambas as arquiteturas.
As técnicas podem ser usadas para váriasarquiteturas/soluções de localização tais como estasrelacionadas na Tabela 1. SUPL e pré-SUPL são descritos nosdocumentos provenientes da Aliança Móvel Aberta (OMA). 0plano de controle 3GPP é descrito no 3GPP TS 23.271, TS43.059, e TS 25.305. O plano de controle 3GPP2 é descritono IS-881 e 3GPP2 X.S0002. 0 plano de usuário 3GPP2 édescrito no 3GPP2 X.S0024.
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Um UE pode suportar zero, uma ou múltiplassoluções de localização (por exemplo, SUPL, ou plano decontrole 3GPP, ou SUPL e plano de controle 3GPP, ou SUPL eX.S0024) para chamadas VoIP de emergência. O UE poídeinformar à rede sobre suas capacidades de localizaçãoquando uma chamada é feita, por exemplo, em uma mensagemCONVITE SIP e/ou REGISTRO SIP. Essa informação pode serarmazenada em um servidor local (por exemplo, um servidorde localização) para recuperação pela rede.
As técnicas aqui descritas podem suportar osrecursos a seguir.
(a) Suportar chamadas VoIP de emergência parausuários móveis, fixos e nômades.
(b) Aplicável às chamadas VoIP utilizando acessoGPRS, acesso WLAN 3GPP, acesso cdma2000, acessoWLAN 3GPP2.
(c) Suportam conectividade IP de extremo-a-extremopara PSAPs com capacidade SIP/IP.
(d) Suportam conectividade para os PSAPs comcapacidade PSTN, que podem ser locais em relaçãoaos UEs chamadores, mas geograficamente distantesdos servidores de chamada SIP, por exemplo,quando um provedor de serviço VoIP está distantedo UE.
(e) Suportam roteamento de chamada para um PSAPadequado utilizando uma estimativa de posiçãoprovisória.
(f) Provisão de localização exata do UE para o PSAP.
(g) Suporte de localização inicial e atualizadautilizando várias arquiteturas de localização.
(h) Suportam chamadas VoIP de emergência dos UEs semUICC/UIM e UEs cujas H-PLMNs não têm acordos deroaming com as V-PLMNs.
(i) Suportam rechamada de um PSAP para um UE sem umUICC/UIM e/ou sem acordo de roaming em uma V-PLMN.(j) Compatíveis com uma solução IETF Ecrit e soluçõesNENA tal como Arquitetura VoIP Provisória paraServiços Aperfeiçoados 9-1-1 (i2), tambémconhecidos como solução NENA 12.(k) Poucas exigências e impactos para H-PLMN.
Rechamada PSAP refere a uma chamada de um PSAP devolta para um UE, por exemplo, porque a chamada deemergência foi interrompida ou liberada muitoprematuramente. Uma estimativa de posição provisória referetipicamente a uma posição aproximada usada para roteamento,e uma estimativa de posição inicial refere tipicamente àprimeira estimativa de posição exata. Em alguns casos, aestimativa de posição inicial pode ser obtida após aestimativa de posição provisória. Em outros casos, asestimativas de posição provisória e inicial podem ser asmesmas. Em ainda alguns outros casos, a estimativa deposição provisória e/ou estimativa de posição inicial podemnão ser usadas.
Para SUPL, um SLP de Origem (H-SLP) na H-PLMN 160pode ser ignorado, e um ou mais V-SLPs e/ou E-SLPs na V-PLMN 130 ou associada a esta podem ser usados paralocalização. Para X.S0024, um PS de Origem (H-PS) na H-PLMN160 pode ser ignorado, e um ou mais V-PSs e/ou E-PSs na V-PLMN 130 ou associado a esta podem ser usados paralocalização. Isto implica em algumas mudanças no SUPL eX.S0024, por exemplo, o H-SLP ou H-PS configurado no UE 110pode ser sobrescrito para localização durante uma chamadade emergência. 0 uso de V-SLP (s), E-SLPs, E-PSs ou V-PS ("s)na V-PLMN 130 pode ser desejável pelas razões a seguir:
(a) Suporte de chamada de emergência especializado emregiões ou países específicos deve utilizarsuporte apenas das redes nestas regiões e não emoutras redes.
(b) Um UE sem um UICC/UIM pode não ter H-PLMN e podebasear em um SLP ou um PS na V-PLMN.
(c) Para um UE com um UICC/UIM, a H-PLMN pode não teracordos de roaming com a V-PLMN, e pode serdifícil utilizar o H-SLP ou H-PS.
(d) 0 H-SLP ou H-PS pode não suportar uma solicitaçãode localização de um PSAP remoto (por exemplo, emoutro país) devido às diferenças de sinalização efalha de registro.
(e) O H-SLP ou H-PS pode não ser capaz de obter umaboa estimativa de posição (por exemplo, se o H-SLPou H-PS estiver distante do UE) sem auxílio de umV-SLP ou V-PS na V-PLMN.
(f) O H-SLP ou H-PS pode não suportar uma interface(por exemplo, uma interface Li ou LCS-i) usadapelo E-SLP ou E-PS para suportar serviços dechamada de emergência.
E-SLP 272 ou E-PS 282 pode realizarposicionamento para UE 110 no SUPL e X.S0024,respectivamente. Alternativamente, um V-SLP, V-PS, ou PDE-pode ser selecionado para realizar posicionamento para pE110, por exemplo, se E-SLP 272 ou E-PS 282 não for capaz .derealizar esta função. Um V-SLP, V-PS, ou PDE pode ser útil,por exemplo, se um servidor de chamada SIP (por exemplo, E-CSCF 254) estiver distante do UE 110 e selecionar um E-SLPou E-PS que também está distante, o que pode ocorrer quandoum operador utiliza um pequeno número de servidores dechamada para atender a uma grande região ou um paísinteiro. E-SLP 272 ou E-PS 282 pode selecionar um V-SLPapropriado, V-PS, ou PDE utilizando qualquer um dosmecanismos a seguir:
(a) 0 UE 110 descobre um endereço IP ou nome de um V-SLP ou V-PS ao conectar a uma rede de acesso ouestabelecer conectividade IP, por exemplo, a redede acesso provê ao endereço V-SLP ou V-PS para oUE 110. O UE 110 pode também descobrir o endereçoV-SLP ou V-PS por intermédio de uma consulta DNSapós estabelecer conectividade IP. Isto pode seraplicável se um servidor DNS usado pelo UE 110estiver mais próximo do UE 110 do que o E-CSCF254. O UE 110 pode incluir o endereço V-SLP ou V-PS em um REGISTRO SIP inicial enviado ao IMS e emqualquer re-REGISTRO subseqüente após handoverpara uma nova rede de acesso. IMS (por exemplo,E-CSCF 254) pode transferir o endereço V-SLP ouV-PS para E-SLP 272 ou E-PS 282.
(b) E-SLP 272 ou E-PS 282 determina o endereço V-SLPou V-PS com base na informação de localizaçãoprovida pelo UE 110 no CONVITE SIP inicial.
(c) E-SLP 272 ou E-PS 282 determina o endereço V-SLPou V-PS com base na informação de localizaçãorecebida do UE 110 em COMEÇAR SUPL.
Em geral, a informação de localização providapelo UE 110 pode ser qualquer informação que pode ser usadapara determinar a posição do UE 110. A informação delocalização pode compreender coordenadas geográficas, GSM,UMTS, ou identidade de célula cdma2000 (ID), informação decélula de serviço cdma2000, identidade de nome de acessoWLAN, endereço WLAN MAC, e assim por diante. A informaçãode localização pode também compreender medições que podemser usadas para determinar a posição do UE 110.
Para SUPL e X.S0024, E-SLP 272 ou E-PS 282 podemenviar um INICIAR SUPL para o UE 110 para iniciar umasessão SUPL. INICIAR SUPL pode ser enviado utilizando umPush WAP ou SMS, o qual pode resultar em retardo maislongo. Em uma modalidade, para reduzir o retardo, INICIARSUPL pode ser enviado ao UE 110 por intermédio de IMS (porexemplo, P-CSCF 252 e E-CSCF 254) utilizando uma mensagemImediata IMS, alguma outra mensagem IMS, uma resposta SIPIxx (por exemplo, um Progresso de Sessão 183), ou algumaoutra mensagem. 0 uso de associações existentes(possivelmente seguras) entre o IMS e o UE 110 permitetransferência rápida e também evita retardo adicional paraestabelecer novas associações e/ou transferir a mensagematravés de entidades adicionais (por exemplo, um centro deserviço SMS). Esta modalidade pode ser também usada quandoo UE 110 não está registrado na H-PLMN, por exemplo, nãotem UICC ou UIM. Em outra modalidade, para reduzir retardo,INICIAR SUPL pode ser enviado ao UE 110 utilizando IP òuUDP/IP móvel terminado. Neste caso, uma porta decomunicação IP servindo o UE 110 (por exemplo, GGSN 232b,PDG 236, PDSN 242, ou PDIF 244) pode ser pré-administradacom o endereço (s) IP do E-SLP 272 para não filtrar ospacotes IP do E-SLP 272 para o UE 110. O UE 110 pode sèrconfigurado para suportar uma porta TCP e/ou porta UDPusada para SUPL (e registrado com IANA) para recebimento doINICIAR SUPL. :
Chamadas VoIP de emergência podem ser suportadas cbmSUPL 1.0 e a versão inicial de X.S0024 (3GPP2 X.S0024-0) Comoi aseguir.
(a) Se o UE 110 estiver na H-PLMN 160, então E-SLP 272é o H-SLP ou E-PS 282 é o H-PS para o UE e invocauma solicitação de localização iniciada pela redeX.SO024-0 ou SUPL 1.0. INICIAR SUPL pode serenviado para o UE 110 utilizando SMS ou Push WAP.
(b) Se o UE 110 não estiver na H-PLMN 160, mas estiverregistrado com a V-PLMN 130, então o E-SLP 272pode invocar uma solicitação de localização SUPL1.0 ao atuar como um SLP Solicitante (R-SLP) eenviar a solicitação de localização para o H-SLPpara o CJE 110 de acordo com o procedimento no SUPL1.0 e OMA RLP. Similarmente, E-PS 282 pode invocaruma solicitação de localização X.S0024 do H-PSpara o UE 110 utilizando, por exemplo, o protocoloOMA RLP.
(c) Se o UE 110 não está na H-PLMN 160 e não estáregistrado na V-PLMN 130 (por exemplo, nenhumacordo de roaming entre a V-PLMN 130 e H-PLMN 16Ò)ou se o UE 110 não tem UICC ou UIM, entãolocalização SUPL 1.0 ou X.S0024-0 não é suportada.Contudo, E-SLP 272 ou E-PS 282 podem ser ainciacapazes de obter uma estimativa de posição para;oUE 110 utilizando informação de localizaçãoprovida pelo UE 110 em um CONVITE SIP inicial patauma chamada de emergência. >
1. Chamada VoIP de Emergência com SUPL
A Figura 4 mostra um diagrama em blocos de umamodalidade de uma arquitetura de rede 400 para chamada VoIPde emergência com localização SUPL. A arquitetura de rede400 é aplicável . a ambas as redes 3GPP e 3GPP2. Parasimplicidade, a Figura 4 mostra apenas as interfaces . eentidades relevantes para suporte das chamadas VoIP deemergência utilizando SUPL.
0 UE 110 é referenciado como um terminal comcapacidade SUPL (SET) em SUPL. A rede de acesso 120 podeser' uma rede de acesso 3GPP, uma rede de acesso 3GPP2, umaWLAN, ou alguma outra rede. A rede de acesso 120 e/ou V-PLMN 130 inclui entidades que suportam chamadas comutadaspor pacote, por exemplo, como mostrado nas Figuras 2 e 3.Para 3GPP2, IP simples e/ou IP móvel pode ser usado parachamadas VoIP de emergência. Na descrição a seguir, IMSpode referenciar a P-CSCF 252, E-CSCF 254 e/ou MGCF 258.
E-SLP 272 pode incluir um Centro de LocalizaçãoSUPL (E-SLC) 412 que realiza várias funções para serviçosde localização e um Centro de Posicionamento SUPL (E-SPC)414 que suporta posicionamento para os UEs. V-SLP 274 podeincluir similarmente uma V-SLC 422 e uma V-SPC 424. E-SLP272 pode substituir um H-SLP na H-PLMN 160 no caso delocalização para chamadas de emergência. As entidades noSUPL são descritas no documento OMA-AD-SUPL-V2_0-20060704-D, intitulado "Secure User Plane Location Architecture",Minuta Versão 4.0, 4 de julho de 2006, e no documento OMA-TS-ULP-V2_0-20060721-D, intitulado "User Plane LocationProtocol", Minuta Versão 2.0, 21 de julho de 2006, queestão publicamente disponíveis da OMA.
SUPL suporta dois modos de comunicação entre umSET e um SLP para posicionamento com um SPC. Em um modoproxy, o SPC não tem comunicação direta com o SET, e o SLPatua como um proxy entre o SET e o SPC. Em um modo não-proxy, o SPC tem comunicação direta com o SET.
PSTN/Internet 170 pode incluir entidades (porexemplo, roteadores) que suportam roteamento de pacotes eum Roteador Seletivo (S/R) 2 92 que encaminha uma chamada deemergência para um PSAP. S/R 292 pode pertencer ao PSAP 180ou pode ser compartilhado por, e conectado com um conjuntod,e PSAPs individuais. 0 UE 110 pode comunicar com o PSÁP180 através do P-CSCF 252 e E-CSCF 254 para uma chamadaVoIP se o PSAP 180 suportar SIP. 0 UE 110 pode tambémcomunicar com o PSAP 180 por intermédio de P-CSCF 252, E-CSCF 254, MGCF 258 e S/R 292 se PSAP 180 não suportar SIP.
Neste caso, um Portal de Midia (MGW) controlado pela MGCF258 realiza conversão no modo de circuito VoIP para PCMpara a chamada de emergência.
A Figura 4 mostra as interfaces entre váriasentidades. As interfaces relacionadas à chamada entre o UE110, P-CSCF 252, E-CSCF 254, MGCF 258 podem ser SIP. Asinterfaces relacionadas à chamada entre MGCF 258, S/R 292.ePSAP 180 podem ser MF/ISUP. A interface relacionada àlocalização entre PSAP 180 e E-SLP 272 pode ser umainterface E2 definida em J-STD-036 rev. B se PSAP 180 forcapacitada para PSTN ou uma extensão da interface E2 sePSAP 180 for capacitada para SIP. A interface relacionada àlocalização entre PSAP 180 e E-SLP 272 pode ser em vezdisso uma interface MLP definida no Protocolo deLocalização Móvel OMA ou LIF ou alguma outra interface, porexemplo, interface HTTP. A interface relacionada àlocalização entre o UE 110 e V-SLP 274 e E-SLP 272 pode serSUPL ULP.
Uma interface entre E-CSCF 254 e E-SLP 272 :éusada para conduzir informação sobre o UE 110 para E-SLP272 e para instigar o posicionamento SUPL. Esta interfacepode ser uma interface LCS IMS (por exemplo, Li) e podeutilizar um Protocolo de Localização IMS (ILP) ou algumoutro protocolo. A interface Li/ILP pode ser similar a umainterface de Protocolo de Localização Roaming (RLP) OMAentre os SLPs. A interface Li/ILP pode ser usada comoqualquer entidade IMS (por exemplo, um S-CSCF ou Servidorde Aplicação) e E-SLP 272 para suportar outros recursbsassociados com os serviços baseados em IMS e IP tais como:
(a) Tarifação dependente da localização parachamadas baseadas em VoIP ou outras chamadasbaseadas em IP,
(b) Provisão da localização de uma parte em umachamada para uma ou mais outras partes, e ;
(c) Serviços suplementares baseados ,.nalocalização do usuário, por exemplo, enviode chamada dependente de localização,bloqueio de chamada dependente dalocalização.
A interface entre E-SLP 272 e E-CSCF 254 pode sertambém uma interface v2 definida em "Draft NENA Standardsfor VoIP/Packet Migration i2 Solutions" ou em "ínterim VoIPArchitecture for Enhanced 9-1-1 Services (i2)" (a seguir, a"solução NENA 12"), a qual está sendo considerada parasuporte VoIP E911 nos Estados Unidos, ou alguma outrainterface.
A arquitetura de rede 400 pode incluir outrasentidades para suportar VoIP e/ou localização, por exemplo,os elementos descritos na solução NENA 12 ou soluções daminuta ΝΕΝΑ 12.5 e 13.
1.1. Estabelecimento de Chamada
A Figura 5 mostra uma modalidade de um fluxo demensagem 500 para estabelecimento de chamada VoIP deemergência utilizando SUPL. Para clareza, as entidades quesão menos relevantes (por exemplo, rede de acesso 120, P-CSCF 252, S/R 292) são omitidas da Figura 5, mas sãoincluídas nas descrições abaixo. 0 fluxo de mensagens 500pode ser usado para as redes 3GPP e 3GPP2. 0 fluxo demensagem 500 assume que o UE 110 tem um UICC ou UIM e queexiste acordo de roaming entre a H-PLMN 160 e a V-PLMN 130.
Na etapa 1, o UE 110 descobre uma rede de acesso(AN) , por exemplo, uma rede de acesso 3GPP, uma rede deacesso 3GPP2, uma WLAN 802.11, etc. 0 UE 110 realizaqualquer conexão de baixo nível (por exemplo, associação802.11) e conecta à rede de acesso (por exemplo, através deconexão GPRS ou procedimento AAA WLAN para 3GPP). 0 UE 110estabelece conectividade IP e pode descobrir um endereço deservidor SIP local. Na descrição abaixo, P-CSCF 252 é oservidor SIP local descoberto pelo UE 110. A etapa 1 podeser realizada de maneiras diferentes para diferentes redese é descrita em maiores detalhes abaixo.
Na etapa 2, o UE 110 envia um REGISTRO SIP para oP-CSCF 252, o qual é o servidor SIP local descoberto naetapa 1. O REGISTRO SIP pode incluir uma indicação deserviços de emergência, um ID de usuário público deemergência (por exemplo, como descrito no 3GPP TR 23.867 eno 3GPP TS 23.167), um ID de usuário privado, um nome dedomínio H-PLMN, e um endereço IP UE obtido na etapa 1. OREGISTRO SIP pode também incluir informação de localizaçãopara o UE 110, as capacidades de localização do UE 110,e/ou outra informação. As capacidades de localização do UEpodem compreender as soluções de localização suportadaspelo UE 110 (por exemplo, SUPL, plano de controle 3GPP,X.S0024, etc.), os métodos de posicionamento suportadospelo UE 110, e/ou outra informação. Devido à presença daindicação de serviços de emergência ou o ID de usuáriopúblico de emergência, P-CSCF 252 envia o REGISTRO SIP parao E-CSCF 254 na mesma rede, e não para o I-CSCF 262 na H-PLMN 160 como nos casos de não-emergência.
Na etapa 3, E-CSCF 254 na V-PLMN 130 enviadoREGISTRO SIP para S-CSCF 264 na H-PLMN 160 onde ocorreregistro IMS normal. As razões para registro na H-PLMN 1'60são (1) para autenticar a identidade de usuário, (2) paraobter um número de rechamada verificado de S-CSCF 264, (3)para alertar a H-PLMN 160 sobre a chamada de emergência demodo que um tratamento especial (por exemplo, prioridade,restrição de serviços suplementares) possa ser empregado seo PSAP 180 posteriormente tornar a chamar o UE 110 atravésda H-PLMN 160. Para registro IMS, o S-CSCF 264 na H-PLMN160 trata o E-CSCF 254 na V-PLMN 130 como um P-CSCF. Um TELURI de usuário público (por exemplo, derivado de uma MSISDNno 3GPP ou uma MIN no 3GPP2) pode ser registradoimplicitamente com o ID de usuário público de emergênciapara o UE 110 e pode ser utilizado para rechamada PSAP deuma PSTN. H-PLMN 160 pode não suportar o registro adicionaldo ID de usuário público de emergência, por exemplo, se oUE 110 já tiver registrado um ID de usuário público normalou se o ID de usuário público de emergência não forsuportada pela H-PLMN 160. E-CSCF 254 pode manter uma listadas H-PLMNs para as quais a etapa 3 pode ser saltada. Se · aetapa 3 for saltada, a re-chamada do PSAP 180 pode aindaser possível utilizando o ID de usuário público normal doUE 110, o qual deve ser registrado pelo UE 110separadamente. E-CSCF 254 pode também atribuir um ID deusuário público temporário ao UE 110, como descrito abaixo,para permitir a re-chamada do PSAP 180 diretamente atravésda V-PLMN 130 e não através da H-PLMN 160. Este ID deusuário público temporário pode ser especialmente útil paraum UE em roaming externo uma vez que tanto o retardo Comoi aconfiabilidade da rechamada podem ser aperfeiçoados. Se oregistro na H-PLMN 160 não for realizado, então o UE 110não é autenticado e uma conexão IP segura entre o UE 110·eo E-CSCF 254 na V-PLMN 130 pode não ser estabelecida, o quepode degradar a segurança para localização subseqüente doUE 110 pelo E-SLP 272.
Na etapa 4, o E-CSCF 254 (por exemplo, apôsreceber um SIP 200 OK da PLMN 160) retorna 200 OK para o UE110. Após estabelecimento da chamada de emergência, se o UE110 for transferido dentro da mesma V-PLMN para uma SGSNdiferente (para acesso GPRS), uma WLAN diferente (paraacesso WLAN), ou uma PCF diferente ou PDSN (para acessocdma2000), então o UE 110 pode re-registrar medianterepetição das etapas 2 a 4 para atualizar a informação delocalização e V-SLP. Se o UE 110 re-registrar utilizandoseu ID de usuário público de emergência, então o E-CSCF 254pode transferir qualquer nova informação de localizaçãopara o E-SLP 272. O re-registro permite que um V-SLPdiferente seja escolhido se o LJE 110 tiver se deslocadopara fora da área geográfica suportada pelo V-SLP anterior.
Para acesso 3GPP2 WLAN, um procedimento dehandoff pode ser realizado se o UE 110 se deslocar de umaWLAN para outra WLAN ou de uma WLAN para uma rede cdma2000.O procedimento de handoff pode estabelecer um novo túnelpara a PIDF anterior, da nova WLAN (para handoff de umaWLAN para outra WLAN) ou de uma nova PSDN (para handoff deuma WLAN para uma rede cdma2000) para continuar a utilizaro endereço IP associado ao PDIF anterior e para evitardisrupção para a chamada VoIP de emergência. Para handoffde uma rede cdma2000 para uma WLAN, o PDIF associado à novaWLAN pode emular uma PDSN alvo para suportar fast handoffpara a PDSN de serviço anterior. Após o handoff, o UE 120pode re-registrar para prover ao E-CSCF 254 uma novainformação de localização relevante para seleção V-SLP.
Em uma modalidade alternativa das etapas 2, 3'e4, após o UE 110 enviar um REGISTRO SIP para o P-CSCF 252na etapa 2, o P-CSCF 252 pode enviar o REGISTRO SIPdiretamente para S-CSCF 264 na H-PLMN 160 ou para I-CSCF262 na H-PLMN 160 e ignorar o E-CSCF 254 na V-PLMN 130.Neste caso, SIP 200 OK da H-PLMN 160 seria retornado ao P-CSCF 252 mais propriamente do que para o E-CSCF 254, e o P-CSCF 252 retornaria 200 OK para o UE 110 na etapa 4. Estamodalidade alternativa pode reduzir ou evitar impactosespeciais para P-CSCF 252 para suportar chamadas deemergência VoIP porque as ações do P-CSCF 252 são entãosimilares a estas para o registro normal.
Na etapa 5, o UE 110 envia um CONVITE SIP para P-CSCF 252. O CONVITE SIP pode incluir um SIP URL global ouTEL URI indicando uma chamada de emergência (por exemplo,sosglocal-domain ou "911" proposto pela IETF Ecrit) e otipo de serviço de emergência solicitado. 0 CONVITE SIPpode também incluir informação relacionada à localização doUE, a qual está disponível para o UE 110 (por exemplo, umGPRS ou ID de célula cdma2000, um endereço WLAN AP MAC,etc.), capacidades de localização do UE 110 se não foremprovidos durante registro, informação de contato pararechamada, e/ou outra informação. A informação de rechamadapode incluir um TEL URI (por exemplo, derivado da 3GPPMSISDN ou 3GPP2 MDN) e possivelmente um SIP URL (pôrexemplo, o ID de usuário público de emergência usado naetapa 2). Um campo de cabeçalho "suportado" do REGISTRO SIPou CONVITE SIP pode também ser usado para transportar ascapacidades de localização do UE. As capacidades delocalização podem ser também incluídas como parte idainformação de localização provida pelo UE (por exemplo, noobjeto IETF Geopriv pidf-lo) ou de alguma outra maneira noCONVITE SIP. P-CSCF 252 pode enviar o CONVITE SIP paraoutro servidor SIP, o qual pode enviar o CONVITE SIP paraum proxy de roteamento (por exemplo, um Servidor CleAplicação) dedicado às chamadas de emergência. Na Figura 5,E-CSCF 254 é o servidor SIP que controla as chamadas deemergência.
Na etapa 6, E-CSCF 254 pode determinárexplicitamente ou implicitamente se o UE 110 suporta SUPL: eenvia uma Solicitação de Roteamento (ou uma Solicitação deLocalização de Emergência) para E-SLP 272. A Solicitação cieRoteamento pode incluir as identidades públicas UE (porexemplo, o ID de usuário público de emergência da etapa 5,o TEL URI, etc.), qualquer informação de localizaçãorecebida pelo E-CSCF 254, e o endereço IP UE se o IPterminado móvel (ou UDP/IP) for usado na etapa 8. E-SLP 272pode estar na mesma rede que E-CSCF 254 ou em alguma outrarede. E-SLP 272 pode ser selecionado porque este abrangeuma área geográfica que inclui uma localização aproximadado UE 110. E-CSCF 254 pode selecionar E-SLP 272, umservidor de localização genérico capaz de atuar como um E-SLP, ou alguns outros tipos de servidores, por exemplo,GMLC 276. 0 servidor de localização selecionado pode optarpor utilizar SUPL com base nas capacidades de localizaçãodo UE transferidas pelo E-CSCF 254 (ou simplesmentemediante suposição). E-CSCF 254 pode solicitar informaçãode localização do E-SLP 272 e/ou seleção de um PSAPcorrespondendo à informação de localização disponível etipo de serviço de emergência.
E-SLP 272 prossegue para a etapa 12 se ainformação de localização provida na etapa 6 possibilitarE-SLP 272 derivar uma estimativa de posição para o UE 110que é exata o suficiente para preencher a solicitação haetapa 6 (por exemplo, determinar unicamente um PSAP dedestino). Caso contrário, as etapas 7 a 11 serão realizadaspara obter uma estimativa de posição adequada para o ÜE110. ;
Na etapa 7, E-SLP 272 determina da informação delocalização recebida se utiliza um V-SLP separado paraauxiliar com a localização. Se sim, então um V-SLP (porexemplo, V-SLP 274) pode ser selecionado com base nainformação de localização recebida do E-CSCF 254. E-SLP 272atua como um H-SLP na realização de localização SUPLsubseqüente utilizando procedimentos que podem sersimilares a estes usados para (a) suporte à realização deroaming SUPL 1.0 se um V-SLP foi selecionado ou (b) não-suporte a roaming SUPL 1.0 se um V-SLP não foi selecionado.No caso de roaming, E-SLP 272 pode trocar algumasinalização RLP preliminar com V-SLC 422, a qual não émostrada na Figura 5. E-SLP 272 então gera uma INICIAR SUPLpara instigar um procedimento de localização iniciado pelarede com o UE 110 utilizando os modos proxy ou não-proxy emSUPL. E-SLP 272 pode enviar o INICIAR SUPL diretamente aoUE 110 utilizando IP terminado móvel ou UDP/IP, neste casoa etapa 8 pode ser saltada. E-SLP 272 pode também enviar oINICIAR SUPL dentro de uma mensagem Imediata (por exemplo,uma Mensagem Imediata IMS ou alguma outra mensagem IMS ouSIP) para E-CSCF 254. Em qualquer um dos casos, o INICIARSUPL pode incluir um endereço IP de um SPC usado paraposicionamento (o qual pode ser E-SPC 414 ou V-SPC 424 se omodo não-proxy for usado), exigências de retardo/exatidãode qualidade de posição (QoP) para uma estimativa deposição provisória rápida, uma indicação de modo proxy/nãò-proxy, dados de autenticação e/ou outra informação. 0INICIAR SUPL pode também incluir um endereço IP de E-SLP272, por exemplo, se o UE 110 não estiver em sua rede deorigem, se E-SLP 272 não for o H-SLP para o UE 110, ou seE-SLP 272 for o H-SLP, mas optar por não se comportar comoo H-SLP (por exemplo, para evitar suportar mais do que ümprocedimento para chamadas de emergência). INICIAR SUPLpode também incluir uma indicação de chamada de emergência,por exemplo, em um parâmetro de notificação INICIAR SUPL.·
Na etapa 8, E-CSCF 254 envia INICIAR SUPL para oUE 110 através do P-CSCF 252 utilizando uma mensagemImediata IMS, alguma outra mensagem IMS, uma resposta SIPIxx (por exemplo, um Progresso de Sessão 183), ou algumaoutra mensagem baseada em IP que utiliza associações IPseguras entre E-CSCF 254, P-CSCF 252 e o UE 110estabelecido nas etapas 2 a 4.
Na etapa 9, o UE 110 estabelece uma conexão IPsegura (por exemplo, TCP/IP segura) com o E/SLP 272, o qualpode ser o H-SLP para o UE 110 ou pode ter incluído sèuendereço no INICIAR SUPL enviado na etapa 7. Para o modonão-proxy, o UE 110 obtém os dados de autenticação do E-SLP272 (não mostrado) e estabelece uma conexão IP segura com oE-SPC 414 ou V-SPC 424 com autenticação mútua. E-SLC 412também conduz informação para o E-SPC 414 ou V-SPC 424 parao modo não-proxy (não mostrado na Figura 5). O UE 110 podeobter medições relacionadas à localização (por exemplo,níveis de sinal e/ou temporização de células vizinhas) ouuma estimativa de posição (por exemplo, utilizando GPSautônomo) consistente com o QoP recebido. O UE 110 entãoretorna um INICIAR POS SUPL para o E-SLP 272 (para o modoproxy) ou para o E-SPC 414 ou V-SPC 424 (para o modo não-proxy, o qual não é mostrado na Figura 5). INICIAR POS SUPLpode incluir um código hash usado para autenticação no modoproxy, as capacidades de posicionamento do UE, uibaestimativa de posição ou uma solicitação para dados deassistência A-GPS (que também podem ser incluídos em umamensagem POS SUPL embutida para IS-801). INICIAR POS SUPLpode também incluir medições relacionadas à localizaçãopara auxiliar na derivação de uma estimativa de posiçãoprovisória rápida e evitar sinalização POS SUPL adicional.Para 3GPP, as medições podem compreender níveis de sinal deestações base ou pontos de acesso vizinhos, antecipação cietemporização GPRS, diferença de tempo Rx-Tx WCDMA, etc.Para 3GPP2, as medições podem compreender mediçõesrelacionadas à localização relevantes para WLAN cdma2000 ou3GPP2.
Na etapa 10, E-SLP 272, E-SPC 414 ou V-SPC 424pode trocar mensagens POS SUPL adicionais com o UE 110 seuma estimativa de posição adequada (ou medições delocalização) não foi recebida na etapa 9. Cada mensagem POSSUPL pode incluir uma mensagem de posicionamento embutidaRRLP, RRC ou IS-801. Essa troca de mensagens continua atéque medições de posicionamento adequadas ou uma estimativade posição tenha sido provida para E-SLP 272, E-SPC 414 ouV-SPC 424. Na etapa 11, TERMINAR SUPL é retornado ao UE 110para encerrar a transação SUPL.
Na etapa 12, E-SLP 272, E-SPC 414 ou V-SPC 424computa uma estimativa de posição provisória para o UE 110da informação de localização recebida na etapa 9 ou naetapa 10. Para o modo não-proxy, E-SPC 414 ou V-SPC 424transporta a estimativa de posição para E-LSC 412. Com basena estimativa de posição, e se solicitado pelo E-CSCF 254na etapa 6, E-SLP 272 seleciona um PSAP. A descriçãoseguinte supõe que PSAP 180 é o PSAP selecionado. Se PSAP180 é acessível/capacitado para PSTN, então E-SLP 272 obtém(a) um número de diretório não-discado de Digito deRoteamento de Serviços de Emergência (ESRD) que pode serusado para encaminhar o PSAP 180 e (b) um número dediretório não-discado de Chave de Roteamento de Serviços deEmergência (ESRK) que identifica o PSAP 180, E-SLP 272 e,temporariamente, o UE 110. Cada PSAP pode ser associado aum ESRD assim como a um grupo de ESRKs que identificam E-SLP 272 e este PSAP. Para cada chamada de emergência por umUE para esse PSAP, um ESRK do grupo pode ser atribuído àoUE pela duração da chamada de emergência. Algumas destasfunções (por exemplo, gerenciamento ESRD/ESRK) podem nàoser consideradas como parte do SUPL e pode ser suportada emuma entidade física ou lógica separada que pode serconsultada por E-SLP 272 (por exemplo, como descrito nasolução NENA 12) . ESRD e ESRK correspondem aos mesmosnúmeros de diretório citados usados para suporte de chamadade emergência no modo de circuito (por exemplo, J-STD-036).ESRD e ESRK também correspondem ao ESRN e ESQK,respectivamente, descritos na solução NENA 12.Na etapa 13, E-SLP 272 retorna para E-CSCF 254uma Resposta de Roteamento (ou uma Resposta de Localizaçãode Emergência) que pode incluir (a) a identidade PSAP (aqual pode ser um SIP URL ou um endereço IP) se o PSAP 180for capacitado para IP ou (b) o ESRD e ESRK se o PSAP 180for capacitado para PSTN. A Resposta de Roteamento podetambém incluir a estimativa de posição provisória para o UE110 se solicitado pelo E-CSCF 254. E-SLP 272 pode armazenarpara o UE 110 um registro de chamada contendo toda ainformação coletada para o UE.
As etapas 14a e 15a são realizadas se o PSAP 180for capacitado para IP. Na etapa 14a, E-CSCF 254 encaminhao CONVITE SIP (recebido na etapa 5) para o PSAP 180. 0CONVITE SIP pode incluir uma estimativa de posiçãoprovisória e possivelmente a identidade ou endereço do ÜE110 e o endereço IP ou nome do E-SLP 272. Na etapa 15à,sinalização SIP adicional pode ser trocada para estabelecera chamada de emergência.
As etapas 14b, 14c e 15b são realizadas se PSAPenvia o CONVITE SIP por intermédio de uma Função deControle de Portal de Interrupção (BGCF) para o MGCF 258. 0CONVITE SIP pode incluir o número de rechamada (pbrexemplo, MSISDN ou MDN) para o UE 110 e/ou pode incluir oESRD e ESRK (mas possivelmente não uma estimativa deposição provisória). Na etapa 14c, MGCF 258 encaminha ' achamada de emergência para o PSAP 180 por intermédio daPSTN, possivelmente por intermédio de um roteador seletivo,utilizando SS7 ISUP e/ou sinalização MF. 0 ESRD ou ESRKpode ser usado como números de roteamento e o ESRK e/ou; onúmero de rechamada são passados para o PSAP 180 (pôrexemplo, por intermédio de sinalização MF CAMA) como ' aidentidade do UE 110 e como uma chave para obter maisinformação. Na etapa 15b, sinalização SIP adicional podeser trocada e a interconexão com SSl ISUP e/ou MF no MGCF258 pode ocorrer para estabelecer a chamada de emergência.
O percurso de chamada para um PSAP com capacidadeIP e um PSAP com capacidade PSTN é estabelecidoseparadamente. Para um PSAP com capacidade PSTN,interconexão entre VoIP (por exemplo, RTP/IP) e o modo decircuito (por exemplo, PCM) ocorre em um Portal de Midia(MGW) controlado pelo MGCF 258. Para um PSAP com capacidadeIP, o percurso de chamada seria IP de extremo-a-extremo eseguiria entre o UE 110 e o PSAP 180, possivelmente eparcialmente por intermédio da Internet pública ou uma redeIP privada, porém saltaria qualquer MGW.
Na etapa 16, após a chamada ser estabelecida, ,· oPSAP 180 pode enviar uma Solicitação de Localização para oE-SLP 272, a qual pode ser identificada por um endereço ounome IP obtido na etapa 14a ou um ESRK obtido na etapa 14ò.PSAP 180 identifica o UE 110 utilizando o endereço deusuário público do UE (se o PSAP 180 for capacitado pairaIP) ou um número de rechamada ou outro endereço (porexemplo, MSISDN ou MDN) ou ESRK (se o PSAP 180 forcapacitado para PSTN). A Solicitação de Localização indicauma exigência para uma estimativa de posição exata. Pairauma chamada VoIP de emergência nos Estados Unidos, aSolicitação de Localização pode ser idêntica a umaSolicitação de Posição de Serviço de Emergência no J-STD-036 se o PSAP 180 for capacitado para PSTN e pode ser umaextensão para essa mensagem se PSAP 180 for capacitado paraIP. Para uma chamada VoIP de emergência em algumas outrasregiões do mundo, a Solicitação de Localização pode sèridêntica a uma Solicitação Imediata de Localização deEmergência definida para OMA MLP.
Na etapa 17, E-SLP 272 pode selecionar um V-SLPse as capacidades de localização do E-SLP 272 não estenderaté a área geográfica onde a última posição conhecida do UE110 foi informada ou se utilizando V-SLP puder proverlocalização mais exata e confiável. E-SLP 272 pode derivarum endereço V-SLP da posição mais recente do UE 110 e/ou doendereço V-SLP mais recente provido pelo E-CSCF 254. Paragarantir o V-SLP correto, o E-SLP 272 pode consultar alocalização do UE 110 e/ou o endereço V-SLP do E-CSCF 254(não mostrado na Figura 5) se o E-CSCF 254 não transferirautomaticamente essa informação após qualquer re-registrodo UE 110 na etapa 4. E-SLP 272 pode então abrir uma novatransação SUPL com o UE 110 mediante envio de um INICIARSUPL diretamente para o UE utilizando IP terminado móvel ouUDP-IP (em cujo caso a etapa 18 pode ser saltada) oumediante envio de uma mensagem Imediata contendo o INICIARSUPL para o E-CSCF 254. INICIAR SUPL pode incluir osparâmetros descritos acima para a etapa 7. '
Na etapa 18, E-CSCF 254 transfere para o UE 110 oINICIAR SUPL dentro de uma mensagem Imediata IMS, algumaoutra mensagem IMS, uma mensagem SIP (por exemplo, uma re-CONVITE), ou alguma outra mensagem baseada em IP queutiliza as associações IP seguras entre E-CSCF 254, P-CSCF252 e UE 110.
Na etapa 19, UE 110 estabelece uma conexão ÍPsegura com E-SLP 272. O UE 110 pode então trocar asmensagens SUPL com E-SLP 272 para o modo proxy ou com o E-SPC 414 ou V-SPC 424 para o modo não-proxy (similar 'àsetapas 9, 10 e 11) para obter uma estimativa de posiçãoexata para o UE.
Na etapa 20, E-SLP 272 envia a estimativa deposição exata para o UE 110 em uma Resposta de Localizaçãopara PSAP 180. Para uma chamada de emergência nos EstadosUnidos, a Resposta de Localização pode ser idêntica a umamensagem de Resposta de Posição de Serviços de Emergênciaem J-STD-036 para a interface E2 se PSAP 180 for capacitadopara PSTN (e desse modo pode incluir informação adicionaltal como a MSISDN do UE 110) . Para uma chamada deemergência em algumas outras regiões do mundo, a Respostade Localização pode ser idêntica a uma Resposta Imediata deLocalização de Emergência definida para OMA MLP.
O UE 110 pode então comunicar com o PSAP 180 paraa chamada VoIP de emergência. Quando a chamada éposteriormente liberada, E-CSCF 254 pode enviar umaindicação para E-CLP 272, o qual pode então liberarqualquer registro da chamada- E-CSCF 254 ou o UE 110 podetambém cancelar o registro do ID de usuário público deemergência, o qual foi registrado nas etapas 2 a 4.Alternativamente, E-CSCF 254, E-SLP 272 e o UE 110 podempermitir que o registro e as gravações de chamada persistampor algum período de tempo para suportar possível rechamadaposterior do PSAP 180 para o UE 110 e/ou solicitaçõesadicionais de localização.
1.2 Acesso
Para a etapa 1, o UE 110 pode conectar a uma redede acesso através do acesso GPRS, acesso cdma2000 ou acessoWLAN. Etapa 1 pode ser realizada de diferentes maneiraspara diferentes tipos de acesso.
Para acesso GPRS, o UE 110 pode realizar oacoplamento GPRS para acoplar a uma rede de acesso 3GPP epode realizar ativação de contexto de Protocolo de Dados dePacote GPRS (PDP) para estabelecer conectividade IP no SGiSN232a e GGSN 232b, como descrito no 3GPP TR 23.867 e TS23.060. Uma indicação de emergência pode ser usada noacoplamento GPRS e/ou um Nome de Ponto de Acesso global(APN) para serviços de emergência pode ser usado paraativação de contexto PDP, o que pode garantir provisão deuma GGSN e de um P-CSCF na V-PLMN 130. P-CSCF 252 pode serum P-CSCF em um GPRS PLMN de serviço como provido duranteativação de contexto PDP.
Para acesso 3GPP WLAN, o UE 110 pode realizar umprocedimento AAA WLAN para anexar a uma WLAN e poderealizar estabelecimento de túnel I-WLAN para conectividadeIP para PDG 236. O UE 110 pode selecionar o serviço da V-PLMN 130 mediante uso de um Identificador de Acesso de Rede(NAI) em roaming que indica ambos, H-PLMN 160 e V-PLMN 130na solicitação para autenticação e autorização. O NAI emroaming é descrito no 3GPP TS 23.234 e TS 23.003. Issogarante que o UE 110 possa obter o acesso IP para serviçosIMS do PDG 236 na V-PLMN 130 mais propriamente do que apartir de um PDG na H-PLMN 160 (o qual pode limitar oacesso PSAP se H-PLMN 170 estiver remoto) . Um APN WLANglobal (W-APN) para serviços de emergência pode ser usadopara descoberta PDG e estabelecimento de túnel. Esteserviço pode usar um identificador de rede externo únicoglobal (para suportar serviços de emergência) e aidentidade V-PLMN. P-CSCF 252 pode ser um P-CSCF em uma V-PLMN associada a uma WLAN e pode ser descoberto através deuma consulta DNS na W-APN.
Para acesso cdma2000, o UE 110 obtém um endereçoIP único mais propriamente do que um endereço IP móvel, umavez que o serviço é obtido da V-PLMN 130 e não da H-PLMN160. Alternativamente, o UE 110 pode obter um endereço IPmóvel da V-PLMN 130 mais propriamente do que da H-PLMN 160como é mais normal para um endereço IP móvel. Um endereçoIP pode ser um endereço IPv4 ou um endereço IPv6. Se o UE110 não tiver estabelecido conectividade (por exemplo, nãotiver um endereço IP atribuído) , então o UE 110 podeestabelecer uma sessão de Protocolo Ponto-a-Ponto (PTP) erealizar qualquer autenticação e autorização com PDSN 242na V-PLMN 130, como descrito no 3GPP2 X.POOllD e TIA-835-D.O LJE 110 pode obter um endereço IP único, por exemplo,utilizando o Protocolo de Controle de Protocolo InternetPPP (IPCP). Se o UE 110 já tiver estabelecido conectividadeIP e tiver uma sessão PPP para PDSN 242, mas for atribuídoendereço(s) IP móvel na H-PLMN 160 em vez de endereço(s) IPúnico, então o UE 110 pode terminar quaisquer sessões depacote associadas a estes endereços IP assim como qualquerregistro IMS se o UE 110 não puder suportar endereços IPúnicos e endereços IP móveis simultâneos, que é umacapacidade opcional, porém uma capacidade UE nãoobrigatória no TIA-835d. O UE 110 pode então obter umendereço IP único como descrito no TIA-835d. Se o UE 110puder suportar endereços IP únicos e móveis simultâneos,então o UE 110 pode apenas obter um endereço IP único seele já não tiver um deles.
Para acesso cdma2000, o UE 110 pode descobrir umendereço P-CSCF na V-PLMN 130 mediante (a) uso de DHCP ouIPCP para obter um nome de domínio P-CSCF e um endereço DNSdo servidor DHCP ou PDSN 242 e então (b) utilizar DNS paraobter um ou mais endereços IP P-CSCF do servidor DNS. Se oUE 110 move e acessa uma nova RAN, então V-PLMN 130 e o UE110 podem empregar um procedimento de fast handoff descritono TIA-835-D se uma nova PDSN alvo for necessária e umachamada VoIP de emergência já estiver estabelecida. Istoevita a necessidade de terminar e restabelecer a chamada.
Para acesso 3GPP2 WLAN, o UE 110 pode realizarprocedimento de acesso WLAN existente incluindo AAA,aquisição de endereço IP, e diretório de um roteador ΪΡpadrão e endereço de servidor DNS (por exemplo, através doDHCP). O UE 110 pode então acessar uma PDIF em uma PLMN quesuporta chamadas de emergência da localização geográfica daWLAN acessada pelo UE 110. A WLAN pode avisar redescdma2000 associadas de tal modo que as PLHNs de suporte dechamada de emergência possam ser distinguidas. Este avisopode ser alcançado, por exemplo, mediante envio deIdentificadores de Conjunto de Serviços associados (SSIDis)em quadros de sinalização IEEE 802.11 ou através derespostas aos quadros de solicitação de sondagem do UE. AsPLMNs podem ser priorizadas pela ordem na qual elas sãoavisadas, através do uso de um indicador para cada PLMNavisada, ou ao assegurar (por exemplo, exigir) que todas asPLMNs avisadas suportem chamadas de emergência. Para acessoinicial de WLAN, AAA, e aquisição de endereço IP, o UE 110pode escolher uma PLMN (por exemplo, um SSID) que ; éimplícito ou indicado para suportar chamadas de emergência.
Após acesso WLAN inicial, AAA, aquisição cieendereço IP, e descoberta de um roteador default e endereçode servidor DNS, o UE 110 pode criar um nome de domíniototalmente qualificado (FQDN) que indica o serviço IMS eutiliza um domínio associado a uma das PLMNs anunciadaspela WLAN que suporta chamadas de emergência. O UE 110 podeentão usar a FQDN para descobrir o endereço(s) IP de uma oumais PDIFs do servidor DNS. O UE pode escolher um PDIF"eestabelecer um túnel IPsec a este utilizando o procedimentodescrito no 3GPP2 X.S0028-200. Isto proporciona ao UE 110um segundo endereço IP interno, o qual pode ser usado paraprocedimentos relacionados a IMS subseqüentes. '
Após estabelecimento de túnel para um PDIF de umaWLAN, o UE 110 pode descobrir um endereço P-CSCF da mesmaforma como um UE acessando uma PDSN de uma rede de acessocdma2000 (por exemplo, através de DHCP para obter umendereço de servidor DNS e um nome de domínio e entãoatravés do DNS para obter o endereço IP P-CSCF) . Nestecaso, o PDIF pode atuar como um agente de retransmissãoDHCP em vez da PDSN. A descoberta do PIDF e dos endereçosP-CSCF através do DNS pode incluir uma indicação (porexemplo, no nome provido ao servidor DNS) que suporte achamada de emergência é necessário.
Se o UE 110 já tem uma associação (por exemplo,um túnel) a um PDIF em uma PLMN inadequada e se o UE 110não suporta túneis para diferentes PDIFs simultaneamente,então o UE 110 pode liberar quaisquer sessões de pacotesuportadas através do PDIF atual e liberar o túnel para oPDIF antes de selecionar e estabelecer um túnel para umnovo PDIF em uma nova PLMN adequada.
Após conexão de rede de acesso WLAN ou cdma2000,o UE 110 pode descobrir um endereço SUPL V-SLP utilizandouma consulta DNS com um nome de domínio V-PLMN conhecido eidentificação V-SLP (por exemplo, supl_vslp@domain_name).
O fluxo de mensagens 500 tem as seguintes adiçõesde recursos relacionadas à versão 1.0 OMA SUPL.
(a) Adição de um endereço E-SLP em INICIAR SUPL, quesobrescreve e substitui um endereço H-SLPconfigurado no UE 110.
(b) Interface entre o lado IMS (por exemplo, E-CSCF254) e o lado de localização (por exemplo, E-SLP272).
(c) Uso de V-SLP 274 e descoberta do endereço V-SLP.
(d) Transporte de um SUPL utilizando sinalização SlPou IMS, UDP-IP, IP terminado móvel, em vez de SMSou Push WAP, para reduzir retardo.
(e) Adição de uma indicação de serviços de emergênciano INICIAR SUPL.
(f) Preferência para adição de novas medições delocalização em um INICIAR POS SUPL.
(g) Uso do protocolo ILP entre E-CSCF 254 e E-SLP272, que pode ser similar ao RLP existente,(h) Segurança.
2. Chamada VoIP de Emergência com Plano deControle 3GPP
A Figura 6 mostra um diagrama em blocos de umamodalidade de uma arquitetura de rede 600 aplicável pairalocalização de plano de controle 3GPP. Para simplicidade, aFigura 6 mostra apenas as entidades e interfaces relevantespara suporte de chamadas VoIP de emergência com localizaçãode plano de controle 3GPP e acesso GPRS.
A rede de acesso 120 pode ser uma GERAN ou umaUTRAN. V-PLMN 130 pode incluir P-CSCF 252, E-CSCF 254 eMGCF 258 para suportar IMS (por exemplo, VoIP) , SGSN/GG.SN232 para serviços comutados por pacote, e GMLC 27 6 paraserviços de localização. GMLC 276 substitui E-SLP 272 e éuma versão aperfeiçoada do GMLC descrito no 3GPP 23.271,Edição 6. V-PLMN 130 pode incluir também E-SLP 272 e V-SLP274 para serviços de localização (não mostrados na Figura6) .
Em uma modalidade, GMLC 27 6 comunica com E-CSCF254 através da interface Li e comunica com PSAP 180 atravésda interface J-STD-036 E2' . 0 uso da mesma interface Lipara GMLC 276 e E-SLP 272 pode ocultar diferenças dearquitetura de localização entre o plano de controle 3GPP'' eSUPL do E-CSCF 254. Similarmente, o uso da mesma interfaceJ-STD-036 E2' para GMLC 27 6 e E-SLP 272 pode ocultardiferenças de arquitetura de localização do PSAP 180. Asoutras interfaces na Figura 6 são conhecidas na técnica.
2.1. Estabelecimento de Chamada
A Figura 7 mostra uma modalidade de um fluxo demensagem 700 para estabelecimento de chamada VoIP deemergência utilizando plano de controle 3GPP. Para clareza,as entidades que são menos relevantes, (por exemplo, redèsde acesso 120, P-CSCF 252, S/R 292) são omitidas da Figura7, mas são incluídas na descrição abaixo. O fluxo demensagens 700 supõe que o UE 110 tem um UICC e que existe umacordo de roaming entre a H-PLMN 160 e V-PLMN 130.
Na etapa 1, o UE 110 realiza o acoplamento GPRScom uma indicação de serviços de emergência, se o UE aindanão for GPRS acoplado. O acoplamento GPRS pode requerer aobtenção de acesso a SGSN 232a, realizando qualquerautenticação e transferência de dados de assinatura doHLR/HSS 266 na H-PLMN 160 para SGSN 232a, e assim pordiante. Na etapa 2, o UE 110 realiza- ativação de contextoPDP utilizando a APN global para serviços de emergência. ?Ocontexto PDP é atribuído a um GGSN local na V-PLMN 130 (porexemplo, e não a um GGSN na H-PLMN 160). O UE 110 obtém umendereço IP e pode descobrir um endereço de servidor SIPlocal (por exemplo, P-CSCF 252) durante ativação decontexto PDP.
Na etapa 3, SGSN 232 toma conhecimento dainiciação de uma chamada de emergência com base naindicação de emergência na etapa 1 ou a APN global paraserviços de emergência na etapa 2. SGSN 232a pode entãoiniciar uma Solicitação de Localização Induzida por RedeComutada por Pacotes (PS-NI-LR) descrita no 3GPP TS 23.271para obter uma estimativa de posição provisória ou umaestimativa de posição mais exata para o UE 110. A PS-NI-LRprovê uma resposta mais rápida do que se SGSN 232 esperassepor uma solicitação para obter a estimativa de posição (porexemplo, através de um MAP PSL na etapa 17) do GMLC 27 6. APS-NI-LR pode ser realizada por um SGSN inicial. Se o UE110 for transferido para um novo SGSN, então o novo SGSNnão necessita realizar outra PS-NI-RL. Na etapa 4, quandouma estimativa de posição para o UE 110 é obtida, SGSN 232pode determinar um endereço GMLC (por exemplo, do ID decélula atual) e pode enviar para GMLC 276 um Relatório deLocalização de Assinante MAP (SLR) contendo a estimativa deposição, a identidade UE, e/ou outra informação. Aidentidade UE pode ser uma Identidade de Assinante MóvelInternacional (IMSI), um número ISDN de Assinante Móvel(MSISDN), uma Identidade de Equipamento Móvel Internacional(IMEI), um Número Serial Eletrônico (ESN), um Identificadorde Equipamento Móvel (MEID), ou alguma outra identidade. Sea etapa 4 for realizada, então as etapas 10 e 11 podem sersaltadas.
Na etapa 5, o UE 110 envia um REGISTRO SIP para oP-CSCF 252, o qual foi descoberto na etapa 2. O REGISTROSIP pode incluir a informação descrita acima para a etapa 2na Figura 5 e pode incluir também o endereço SGSN se asetapas 10 e 11 forem realizadas. Devido à presença daindicação de serviços de emergência ou do ID de usuáriopúblico de emergência, o P-CSCF 252 envia o REGISTRO SIPpara o E-CSCF 254 na mesma rede. A etapa 5 pode serexecutada em paralelo com a etapa 3. Na etapa 6, E-CSCF 254envia o REGISTRO SIP para H-PLMN 160 onde ocorre registroIMS normal, similar à etapa 3 na Figura 5.
Na etapa 7, após H-PLMN 160 retornar 200 OK paraE-CSCF 254, 200 OK é retornado para o UE 110. O UE 110também pode re-registrar se houver um handoff para um SGSNdiferente dentro da V-PLMN 130. Se o UE 110 re-registrárutilizando seu ID de usuário público de emergência, E-CSCF254 pode transferir qualquer nova informação de localizaçãoe/ou qualquer novo endereço SGSN para GMLC 276.
Como na Figura 5,. em uma modalidade alternativadas etapas 5, 6 e 7, após o UE 110 enviar um REGISTRO SIPpara P-CSCF 252 na etapa 5, P-CSCF 252 pode enviar oREGISTRO SIP diretamente para S-CSCF 264 ou I-CSCF 262 haH-PLMN 160 e ignorar o E-CSCF 254 na V-PLMN 130. Nestecaso, um SIP 200 OK da H-PLMN 160 seria retornado para P-CSCF 252 mais propriamente do que para E-CSCF 254, e P-CSCF252 retornaria o 200 OK para o UE 110 na etapa 7. Estamodalidade alternativa pode reduzir ou evitar impactosespeciais para P-CSCF 252 para suportar chamadas deemergência VoIP porque as ações de P-CSCF 252 são entãosimilares a estas para o registro normal.
Na etapa 8, o UE 110 envia para P-CSCF 252 umCONVITE SIP que pode incluir a informação descrita acimapara a etapa 5 na Figura 5. P-CSCF 252 envia o CONVITE SÍPpara E-CSCF 254.
Na etapa 9, com base no suporte UE do plano decontrole 3GPP pra o modo de pacote, E-CSCF 254 envia umaSolicitação de Roteamento para GMLC 276 indicada pelacélula de serviço ou outra informação de localizaçãorecebida na etapa 8. A Solicitação de Roteamento podeincluir a informação descrita na etapa 6 da Figura 5 assimcomo o endereço SGSN se provido durante registro. E-CSÇF254 pode selecionar GMLC 27 6, um servidor de localizaçãogenérico capaz de atuar como um GMLC, ou alguns outrostipos de servidor (por exemplo, um SLP) . 0 servidor aelocalização selecionado pode optar por usar o plano decontrole 3GPP com base nas capacidades de localização do UEtransferidas pelo E-CSCF 254. E-CSCF 254 pode solicitarinformação de localização do GMLC 27 6 e/ou selecionar umPSAP correspondendo à informação de localização disponívele o tipo de serviço de emergência sendo solicitado.
GMLC 276 prossegue para a etapa 12 se ainformação de localização provida na etapa 9 permite aoGMLC 27 6 derivar uma estimativa de posição para o UE 110que é exata o suficiente para atender à solicitação naetapa 9. GMLC 276 pode também esperar até receber o MAP SLRdo SGSN 232 na etapa 4 e, se uma estimativa de posiçãoadequada for obtida, prosseguir para a etapa 12. Casocontrário, as etapas 10 e 11 são executadas para obter umaestimativa de posição adequada para o UE 110.
Na etapa 10, GMLC 27 6 envia para o SGSN 232Prover Localização de Assinante (PSL) MAP contendoexatidão/retardo QoP para uma estimativa de posiçãoprovisória rápida. Se a etapa 4 não for realizada, então oGMLC 276 pode determinar o SGSN 232 de qualquer endereçoexplicito ou informação de localização (por exemplo, ID decélula) recebida na etapa 9. Se nenhuma informação fòirecebida ou se o SGSN inicialmente escolhido está incorreto(resposta de erro recebida na etapa 11) , então o GMLC 276pode consultar um HSS indicado pelo IMSI UE ou pseudo IMSIou MSISDN para obter o endereço SGSN. Na etapa 11, SGSN 232pode retornar uma estimativa de posição obtida na etapa 3,esperar até a etapa 3 estar concluída e então retornar àestimativa de posição, ou obter uma estimativa de posiçãoda RAN e então retornar a estimativa de posição para GMtC276.;
Na etapa 12, GMLC 27 6 seleciona um PSAP com basena estimativa de posição. A descrição a seguir supõe que oPSAP 180 é o PSAP selecionado. Se o PSAP 180 for capacitadopara PSTN, então o GMLC 27 6 obtém um número de diretórionão-discado ESRD que pode ser usado para encaminhar paraPSAP 180 e um número de diretório não-discado ESRK queidentifica o PSAP 180, GMLC 276 e, temporariamente, o UE110.
Na etapa 13, GMLC 276 retorna para E-CSCF 254 umaResposta de Roteamento que pode incluir a informaçãodescrita acima para a etapa 13 na Figura 5. Na etapa 14, achamada de emergência é enviada para o PSAP 180, comodescrito para as etapas 14a, 14b e 14c na Figura 5. Naetapa 15, o restante do estabelecimento de chamada deemergência prossegue como descrito para as etapas 15a e 15bna Figura 5. Na etapa 16, o PSAP 180 envia uma solicitaçãode localização para GMLC 276, o qual é indicado na etapa 14por um endereço/nome IP ou um ESRK, como descrito paraetapa 16 na Figura 5.
Na etapa 17, o GMLC 27 6 envia um MAP PSL para oSGSN 232 solicitando uma localização exata. GMLC 276 podeobter o endereço SGSN da informação de localização maisrecente para o UE 110 ou de uma atualização do endereçoSGSN do E-CSCF 254. GMLC 27 6 pode também consultar oendereço SGSN do E-CSCF 254 se este endereço for recebidonas mensagens re-REGISTRO, mas não transferido. GMLC 27 6também pode consultar o endereço SGSN do HSS indicado peloIMSI do UE ou pseudo IMSI ou MSISDN. Na etapa 18, SGSN 232instiga o posicionamento do UE 110 pela RAN. Na etapa 19,SGSN 232 retorna à estimativa de posição para GMLC 27 6. Naetapa 20, GMLC 276 retorna a estimativa de posição pairaPSAP 180, como descrito para a etapa 20 na Figura 5.
0 UE 110 pode a seguir comunicar com PSAP 180para a chamada VoIP de emergência. Quando a chamada éposteriormente liberada, E-CSCF 254 pode enviar umaindicação para GMLC 27 6, a qual pode então liberar qualquerregistro da chamada. E-CSCF 254 ou UE 110 também podecancelar o registro do ID de usuário público de emergência,o qual é registrado nas etapas 5 a 7. Alternativamente, E-CSCF 224, GMLC 27 6 e o UE 110 podem permitir que o registroe as gravações de chamada persistam por algum período detempo para suportar possível rechamada posterior do PSAP180 para o UE 110 e/ou solicitações de localizaçãoadicionais.O fluxo de mensagens 700 realiza estabelecimentode chamada e localização para o UE 110 de maneiracoordenada e tem as características a seguir.
(a) SGSN 232 pode obter a localização do UE . eempurrar este para GMLC 27 6 sempre que o contextoPDP for ativado e/ou se solicitado por GMLC 27 6.
(b) GMLC 27 6 pode receber um endereço SIP-URI públicopara o UE 110 do E-CSCF 254.
(c) Se PSAP 180 é habilitado para PSTN, GMLC 2726 ' eE-CSCF 254 podem transferir para PSAP 180 ainformação (por exemplo, um ESRK de 10 dígitos)usada para identificar ambos, a chamada e o GLMC276. Essa informação permite que o PSAP 180extraia a localização e outra informação (porexemplo, MSISDN, SIP URI) do GMLC 27 6. ·
(d) A interface Li entre o E-CSCF 254 e o servidor <3elocalização (por exemplo, E-SLP 272) pode serusada para suportar chamadas de emergência de umaI-WLAN quando SUPL é usado como o método deposição. O uso da mesma interface Li para UMTS, GPRSe I-WLAN permite que IMS (por exemplo, E-CSCF 254)opere sem ter que tomar conhecimento da solução ;delocalização, o que pode simplificar o controle IMS.>
(e) Se o UE 110 não suporta localização pela RAN (porexemplo, suporta SUPL, mas não o plano decontrole 3GPP) então o SGSN 232 pode saltar a P-NI-LR.
(f) PSAP 180 pode ter exigências de localizaçãoespecíficas que podem não ser conhecidas do SGSN232, por exemplo, exatidão específica ou atémesmo nenhum suporte para coordenadas delocalização (por exemplo, se PSAP 180 suportaΕ911 fase O ou 1). Tais exigências são suportadasno GMLC 27 6 para chamadas de emergência comutadaspor circuito.
A interface Li pode ser usada para obter ascaracterísticas relacionadas acima. Suporte da interface Liexternamente pode não ser necessário se as funções E-CSCF eGMLC forem suportadas pela mesma plataforma. A interface Lipode ser estendida para utilização entre qualquer entidadeIMS e o GMLC para suportar outras característicasassociadas aos serviços baseados em IP e IMS, como descritoacima para SUPL.
SGSN 232 pode ser selecionada com base em umaestimativa de posição provisória (por exemplo, célula deserviço) para o UE 110. GMLC 27 6 pode ser selecionado peloE-CSCF 254 com base na mesma estimativa de posiçãoprovisória. A estimativa de posição provisória pode serempurrada do SGSN 232 para GMLC 27 6 ou puxada pelo GMLC 27 6do SGSN 232. Uma entidade pode determinar a outra entidadecomo a seguir.
SGSN 232 pode empurrar a estimativa de posiçãoprovisória para GMLC 27 6. SGSN 232 pode obter essaestimativa de posição provisória através do PS-NI-LR,determinar um endereço GMLC de acordo com a localizaçãoatual do UE (por exemplo, ID de célula atual), " eenviar/empurrar a estimativa de posição para GMLC 27 6utilizando um Relatório de Localização de Assinante MAP(SLR). E-CSCF 254 pode consultar GMLC 276 para um endereçoPSAP para encaminhar a chamada de emergência. GMLC 276 podeesperar (se necessário) pelo MAP SLR do SGSN 232 paradeterminar o endereço PSAP da estimativa de posiçãoprovisória.
GMLC 27 6 pode extrair a estimativa de posiçãoprovisória do SGSN 232. SGSN 232 pode ainda realizar a PS-NI-LR, mas não enviaria a estimativa de posição para GMLC27 6 até que o GMLC consulte a estimativa de posição atravésde uma solicitação MAP PSL. GMLC 276 pode determinar oendereço SGSN utilizando um dos a seguir.
(a) GMLC 276 consulta o endereço SGSN do HSS 266 naH-PLMN 160 (se o UE 180 tem UICC e roamingsuportado na V-PLMN 130) ou HSS 250 na V-PLMN 130(se o UE 180 não tem UICC ou nenhum acordo deroaming na V-PLMN 130).
(b) 0 UE 110 inclui o endereço SGSN atual ouinformação de localização (por exemplo, um ID decélula GPRS) do qual o endereço SGSN pode serderivado em cada mensagem REGISTRO e re-REGISTROenviada para o IMS ou em cada mensagem CONVITESIP enviada para IMS para uma chamada deemergência. E-CSCF 254 então transfere o endereÇoSGSN ou informação de localização para GMLC 276.O UE 110 re-registra no IMS após qualquèrhandover inter-SGSN.
3. chiaria Voip de Emergência com X.S0024
A Figura 8 mostra um diagrama em blocos de umamodalidade de uma arquitetura de rede 800 aplicável paralocalização X.S0024 para redes cdma20Ô0. A rede de acesso120 pode compreender uma rede CDMA2000 lx, uma redeCDMA2000 IxEV-DO, WLAN 3GPP2, e assim por diante. V-PLMN130 pode incluir P-CSCF 252, E-CSCF 254 e MGCF 258 parasuportar IMS (por exemplo, VoIP) e PDSN 242 para serviçoscomutados por pacote (não mostrados) . V-PLMN 130 pocleincluir E-PS 282 e V-PS/PDE 284 (como mostrado) e podeincluir também E-SLP 272 e V-SLP 274 (não mostrado) paraserviços de localização. E-PS 282 substitui um H-PS emtermos de localização de chamadas de emergência. E-PS 282,eV-PS/PDE 284 podem residir em outras redes.
Em uma modalidade, o UE 110 comunica com E-PS 282através de uma interface LCS-x e comunica com V-PS/PDE 284por intermédio de uma interface LCS-y. E-PS 282 comunicacom V-PS/PDE 284 por intermédio de uma interface LCS-z,comunica com E-CSCF 254 por intermédio de uma interfaceLCS-i, e comunica com PSAP 180 por intermédio da interfaceJ-STD-036 E2' . A interface LCS-i pode ser similar a RLP ouLi/ILP para SUPL, a interface v2 na solução NENA 12, oualguma outra interface. O protocolo para a interface LCS1Xpode ser ILP usado para SCJPL. As interfaces LCS-x, LCS-y eLCS-z são descritas no X.S0024.
3.1. Estabelecimento de Chamada
A Figura 9 mostra uma modalidade de um fluxo demensagem 900 para estabelecimento de chamada VoIP deemergência utilizando X.S0024. Na etapa 1, o UE 110descobre e conecta a. uma rede de acesso, estabelececonectividade IP, e pode descobrir um servidor SIP local(por exemplo, P-CSCF 252), como descrito acima para a etapa1 na Figura 5. Após conexão de rede de acesso, o UE 110pode descobrir um endereço V-PS utilizando uma consulta DNScom um nome de dominio V-PLMN conhecido e identificação V-PS (por exemplo, xs0024_vps@domain_name).
Na etapa 2, o UE 110 envia um REGISTRO SIP paraP-CSCF 252, que envia a mensagem para E-CSCF 254. Na etapa3, E-CSCF 254 envia o REGISTRO SIP para H-PLMN 160 ondeocorre o registro IMS normal. Na etapa 4, E-CSCF 254 (porexemplo, após receber um 200 OK da H-PLMN 160) retorna 200OK ao UE 110. 0 UE 110 pode re-registrar se transferidopara um PCF diferente, PDSN ou WLAN dentro da mesma V-PLMN.Em uma modalidade alternativa das etapas 2, 3 e4, após o UE 110 enviar um REGISTRO SIP para P-CSCF 252 naetapa 2, P-CSCF 252 pode enviar o REGISTRO SIP diretamentepara S-CSCF 264 ou I-CSCF 262 na H-PLMN 160 e ignorar E-CSCF 254 na V-PLMN 130. Neste caso, um SIP 200 OK da H-PLMN160 seria retornado para P-CSCF 252 mais propriamente doque para E-CSCF 254, e P-CSCF 252 retornaria 200 OK para oUE 110 na etapa 4. Esta modalidade alternativa pode reduzirou evitar impactos especiais para P-CSCF 252 para suportarchamadas de emergência VoIP porque as ações de P-CSCF 252são então similares a estas do registro normal.
Na etapa 5, o UE 110 envia um CONVITE SIP para P-CSCF 252 (não mostrado), o qual envia o CONVITE SIP para E-CSCF 254. Na etapa 6, E-CSCF 254 pode determinar se o ÚE110 suporta X.S0024 e envia uma Solicitação de Roteamentopara E-PS 282 na mesma rede ou em rede diferente. ASolicitação de Roteamento pode incluir a informaçãodescrita acima para a etapa 6 na Figura 5 e o endereço V-PSé obtido durante registro.
E-PS 282 prossegue para a etapa 12 se ainformação de localização provida na etapa 6 permite ao E-PS 282 derivar uma estimativa de posição suficientementeexata para o UE 110. Caso contrário, as etapas 7 a 11 sãorealizadas para obter uma estimativa de posição adequaçiapara o UE 110. Na etapa 7, E-PS 282 atua como um H-PS narealização de localização X.S0024 subseqüente utilizandoprocedimentos similares a estes para (a) suporte de roamingX.S0024 se um V-PS foi selecionado ou (b) não-suportaroaming X.S0024 se um V-PS não foi selecionado. E-PS 282gera um X.S0024 INICIAR SUPL para instigar um procedimentode localização iniciado pela rede com o UE 110. E-PS 282pode enviar o INICIAR SUPL diretamente para o UE 110utilizando IP terminado móvel ou UDP/IP, em cujo caso 1 aetapa 8 é saltada. E-PS 282 pode também enviar o INICIARSUPL dentro de uma mensagem Imediata para E-CSCF 254. Emqualquer um dos casos, INICIAR SUPL pode incluir o modo deposicionamento, exatidão/retardo QoP para uma estimativa deposição provisória rápida, um endereço IP Ε-PS, umaindicação de chamada de emergência, e assim por diante.Qualquer endereço E-PS conduzido no INICIAR SUPLsobrescreve qualquer endereço H-PS configurado no UE 110..
Na etapa 8, E-CSCF 254 envia o INICIAR SUPL parao UE 110 através do P-CSCF 252 utilizando sinalização SIPou IMS. Na etapa 9, o UE 110 estabelece uma conexão IPsegura com E-PS 282, o qual pode ser o H-PS para o UE 110ou pode ter incluído seu endereço IP no INICIAR SUPL haetapa 7. O UE 110 também envia ao E-PS 110 um COMEÇAR SUPLque pode incluir as capacidades de localização do UE,informação de localização para o UE 110, uma estimativa deposição para o UE 110 (se disponível) , e assim por diante.O E-PS 282 pode prosseguir para a etapa 12 e terminar' atransação de localização com o UE 110 mediante envio de umTERMINAR SUPL se uma estimativa de posição com exatidãosuficiente para determinar um PSAP for recebida do UE 110na etapa 9.
Na etapa 10, E-PS 282 determina um PDE localadequado ou um V-PS remoto adequado para realizarposicionamento com base na informação de localizaçãorecebida na etapa 9 ou outra informação de localizaçãorecebida na etapa 6. E-PS 282 também decide se usa o modoproxy ou não-proxy. E-PS 282 então interage com o V-PS ouPDE para posicionamento e envia para o UE 110 uma RESPOSTASUPL X.S0024 que pode incluir um endereço IP PDE se o modonão-proxy for selecionado. Na etapa 11, o UE 110 trobamensagens POS SUPL com o PDE para o modo não-proxy ou comE-PS 282 para o modo proxy para continuar e completar oposicionamento como descrito no 3GPP2 X.S0024-0. Asmensagens POS SUPL podem carregar mensagens IS-801embutidas. O posicionamento provê uma estimativa de posiçãopara o UE 110, o qual é passado para E-PS 282.
Na etapa 12, E-PS 282 seleciona um PSAP (porexemplo, PSAP 180) e obtém um ESRD e um ESRK se PSAP 180estiver capacitado para PSTN. Na etapa 13, E-PS 282 retornapara E-CSCF 254 uma Resposta de Roteamento que pode incluiruma identidade PSAP se PSAP 180 for capacitado para IP, oESRD e ESRK se PSAP 180 for capacitado para PSTN, e umaestimativa de posição para o UE 110 se solicitado por E-CSCF 254. E-PS 282 pode armazenar para o UE 110 umagravação de chamada contendo toda a informação coletadapara o UE. As etapas 14a e 15a são realizadas se o PSAP 180for habilitado para IP. As etapas 14b, 14c e 15b sãorealizadas se PSAP 180 for capacitado para PSTN. Na etapa16, após a chamada ser estabelecida, o PSAP 180 pode enviaruma Solicitação de Localização para uma estimativa deposição exata para o E-PS 282, o qual pode ser identificadopor um endereço IP ou nome obtido na etapa 14a ou um ESRKobtido na etapa 14c.
Na etapa 17, E-PS 282 pode abrir uma novatransação X.S0024 com o UE 110 mediante envio de um INICIARSUPL diretamente para o UE 110 utilizando IP terminadomóvel ou UDP/IP (em cujo caso a etapa 18 é saltada) oumediante envio para E-CSCF 254 de uma mensagem Imediatacontendo um INICIAR SUPL X.S0024 com os parâmetrosdescritos na etapa 7 exceto por uma exatidão/retardo QoPpara uma estimativa de posição precisa. Na etapa 18, E-CSCF254 transfere o INICIAR SUPL dentro de uma mensagemImediata IMS, uma mensagem SIP ou alguma outra mensagempara o UE 110. Na etapa 19, o UE 110 estabelece uma conexãoIP (por exemplo, uma conexão IP segura) com o E-PS 282 eretorna um COMEÇAR SUPL para o E-PS 282. E-PS 282 determinaum PDE adequado ou V-PS para posicionamento com base emqualquer informação de localização no COMEÇAR SUPL e emqualquer outra informação de localização para o UE 110. E-PS 282 então começa o posicionamento mediante retorno deuma RESPOSTA SUPL para o UE 110. O UE 110 pode então trocarmensagens POS SUPL com E-PS 282, um PDE local, e/ou um PDEremoto para realizar posicionamento e obter uma estimativade posição exata para o UE 110. Na etapa 20, E-PS 282 enviaa estimativa de posição exata para o UE 110 em uma Respostade Localização para PSAP 180.
O UE 110 pode a seguir comunicar com PSAP 180para a chamada VoIP de emergência. Quando a chamada éposteriormente liberada, E-CSCF 254 pode enviar umaindicação para E-PS 282, a qual pode então liberar qualquergravação da chamada. E-CSCF 254 ou o UE 110 também podecancelar o registro do ID de usuário público de emergência,o qual foi registrado nas etapas 2 a 4. Alternativamente,E-CSCF 254, E-PS 282 e o UE 110 podem permitir que oregistro e as gravações de chamada persistam por certoperíodo de tempo para suportar possível rechamada posteribrdo PSAP 180 para o UE 110 e/ou solicitações adicionais delocalização.
Detalhes adicionais para as etapas 1 a 8 e etapas12 a 20 da Figura 9 são descritas para as etapas 1 a 8 eetapas 12 a 20, respectivamente, da Figura 5.
O fluxo de mensagens 500 tem as características- aseguir relacionadas ao X.S0024.
(a) Adição de um endereço E-PS em INICIAR SUPL30 X.S0024, o qual sobrescreve e substitui umendereço H-PS configurado no UE 110 ou UIM.
(b) Interface entre o lado IMS (por exemplo, E-CSfcF254) e o lado de localização (por exemplo, E-PS282).
(c) Uso de V-PS 284 e descoberta do endereço V-PS.
(d) Transporte de um INICIAR SUPL X.S0024 utilizandoIP terminado móvel, UDP/IP, sinalização SIP ousinalização IMS.
(e) Adição de uma indicação de serviços deemergência no INICIAR SUPL X.S0024.
(f) Uso de um novo protocolo entre E-CSCF 254 e E-PS282, o qual pode ser similar a OMA RLP ouprotocolo PS-PS na interface LCS-z no X.S0024.
(g) Segurança.
4. Suporte dos UEs sem UIC/UIM e/ou acordo deroaming
A descrição acima assume que o UE 110 tem um UICCou UIM e que H-PLMN 160 e V-PLMN 130 tem acordo de roaming,o qual permite registro do UE na V-PLMN 130 e subseqüenteacesso à chamada de emergência para PSAP 180. Se este nãofor o caso, então o UE 110 pode acessar e registrar na V-PLMN 130 e pode completar o estabelecimento de chamada paraPSAP 180 e possível rechamada do PSAP 180 como descritoabaixo. Rechamada do PSAP 180 no caso sem UICC/UIM épossível para VoIP, mas geralmente não é possível paraacesso de . emergência comutado por circuito devido àincapacidade de paging um UE não-registrado.
A Figura 10 mostra um diagrama em blocos de umamodalidade de uma arquitetura de rede 1000 suportandoestabelecimento de chamada VoIP de emergência e rechamadaPSAP para um UE sem um UICC/UIM. A arquitetura de rede 1000inclui algumas das entidades mostradas nas Figuras 2 e 3.Arquitetura de rede 1000 inclui também um servidor delocalização 286, o qual pode ser um SLP, um GMLC, um PS, oualguma outra entidade de localização.4.1. Acesso
0 UE 110 pode obter acesso GPRS, acesso 3GPPWLAN, ou acesso IMS sem um UICC. 0 UE 110 pode obter acessocdma2000, acesso 3GPP2 WLAN, ou acesso IMS sem um UIM. 0 UE110 pode realizar diferentes procedimentos para diferentestipos de acesso.
Para acesso GPRS, o UE 110 pode realizar ativaçãode contexto PDP para serviços de emergência sem um UICCe/ou sem acordo de roaming na V-PLMN 130 como descrito no3GPP TR 23.8 67. 0 acoplamento GPRS pode ser conseguidautilizando um pseudo IMSI, o qual pode registrar o UE 110no HSS 250 na V-PLMN 130, que por sua vez pode ajudar asuportar handover inter-SGSN. Se o UE 110 não tiver UICC,então o pseudo IMSI pode ser criado com uma combinação MCC-MNC única e dígitos de uma IMEI. Se o UE 110 tem um UICC,mas não tem acesso a roaming para V-PLMN 130, então opseudo IMSI pode ser criado com dígitos do IMSI maispropriamente do que IMEI, o que pode evitar duplicar ospseudos IMSIs se todos os dígitos IMSI forem utilizados. .0acoplamento GPRS pode também ser conseguido utilizando oIMEI como uma identificação.
Para acesso 3GPP WLAN, o UE 110 pode criar umpseudo NAI de um pseudo IMSI (por exemplo, o mesmo pseudoIMSI usado para anexação GPRS), como a seguir:
Pseudo NAI = "n<pseudo IMSI>@V-PLMN_network_domain"
onde η é um dígito fixo na faixa de 2 a 9 indicando o usode um pseudo NAI não-autenticável para uma chamada deemergência (0 ou 1 já são considerados para NAIs normais) .O UE 110 pode utilizar o pseudo NAI para acesso inicial eprocedimento AAA.
A WLAN pode informar as V-PLMNs capazes desuportar AAA utilizando o pseudo NAI para serviços deemergência ou pode apresentar os V-PLMNs em uma ordempriorizada indicando capacidade e vontade de suportar isto.V-PLMN 130 pode tratar o UE 110 como um assinante de origemtemporário e pode saltar AAA ou garantir que este seja bem-sucedido (por exemplo, mediante uso de chaves conhecidaspara garantir que a autenticação seja bem-sucedida). Podeser desejável seguir os procedimentos normais tanto quantofor possível e registrar o UE 110 no HSS 250 para melhorsuportar a re-seleção e handover de WLAN.
Para acesso cdma2000, o UE 110 pode estabeleceruma sessão PPP com PDSN 242 e pode rejeitar a autenticaçãodurante estabelecimento PPP ao retornar de uma Rejeição deConfiguração de Protocolo de Controle de Link (LCP) emresposta a uma Solicitação de Configuração LCP do PDSN 242,por exemplo, como descrito no IETF RFC 1661. PDSN 242 podesuportar chamadas de emergência para os UEs não-autenticados ou sem UIM e pode continuar o estabelecimentoda sessão PPP sem autenticar o UE 110. PDSN 242 podeatribuir um endereço IP único ao UE 110 e pode aplicarfiltragem de pacote IP para restringir as entidades com asquais o UE 110 pode comunicar. Por exemplo, PDSN 242 poderestringir o UE 110 para comunicar com os servidores locais(por exemplo, um servidor DHCP, um servidor DNS, e P-CSCF252) e com entidades associadas com acesso PSAP, mas nãocom acesso aberto à Internet.
PDSN 242 pode ser informada sobre uma chamada deemergência de diversas formas. Em uma modalidade, o UE 110envia para a PDSN 242 uma Solicitação de Configuração IPCPcontendo um endereço IP único que é definido globalmentepara indicar uma solicitação de endereço IP para umachamada de emergência. Em outras modalidades, indicaçõespodem ser usadas no estabelecimento PPP, ou PDSN 242 poclereceber uma indicação de uma solicitação de chamada deemergência da RN (RRC/PCF 222) através da interface AlOcdma2000. Em qualquer caso, PDSN 242 pode atribuir umendereço IP único a um CJE não-autenticado para uma chamadade emergência e pode empregar filtragem especial comodescrito acima. Esta atribuição de endereço IP pode serconseguida através de um melhoramento para o PPP IPCPdescrito no IETF RFC 1332. Se o UE 110 não indicar umachamada de emergência, então PDSN 242 pode não permitir oestabelecimento PPP e atribuição de endereço IP.
Em vez de rejeitar a autenticação, o UE 110 podepermitir que a autenticação prossiga utilizando umProtocolo de Autenticação de Senha (PAP) ou um Protocolo deAutenticação de Handshake de Desafio (CHAP), os quais sãodescritos no IETF RFC 1334 e RFC 1994, respectivamente oUE 110 pode receber uma solicitação de autenticação PAP ouum Desafio CHAP e pode enviar uma resposta que inclui umaidentidade que indica uma chamada de emergência de um UEsem UIM. Esta identidade pode ser o pseudo IMSI usado paraacesso 3GPP2 WLAN. Se a identidade indicou V-PLMN 130 comoo domínio para o UE 110, então a autenticação PAP ou CHAPpode prosseguir na forma normal da perspectiva da PDSN 242para o servidor AAA 246 na V-PLMN 130. O servidor AAA 2'46pode reconhecer o pseudo IMSI como indicando acesso dechamada de emergência e pode abster da autenticação normalou pode realizar a autenticação utilizando chavesconhecidas. O servidor AAA 24 6 pode garantir que afiltragem restrita seja usada pela PDSN 242 para restringiro acesso IP, por exemplo, para permitir uma chamada VoIP deemergência, mas não outros tipos de acesso.
PDSN 242 pode construir um NAI para contabilidadee/ou manutenção de registro. PDSN 242 pode usar aidentidade internacional única do UE (uma IMSI, MIN, ou MINde Roaming Internacional - IRM) se o UE 110 tiver um UIM.PDSN 242 pode também usar uma ESN ou outra identificaçãopara o UE 110.
Para acesso 3GPP2 WLAN, após o US 110 acessar aWLAN, um ponto de acesso ou uma entidade de autenticaçãopode iniciar a autenticação do UE 110 e pode enviar umaSolicitação de Protocolo de Autenticação Extensível (EAP)ou alguma outra solicitação para a identidade do UE 110. OUE 110 pode responder ao retornar uma Resposta EAP oualguma outra resposta contendo a identidade do UE, porexemplo, na forma de user@domain onde o domínio identificaa H-PLMN do UE 110. Se o UE 110 não tem UIM ou nenhümacordo de roaming na V-PLMN 130, então o UE 110 poderetornar uma pseudo-identidade que pode ser a mesma, ousimilar, a pseudo NAI usada para 3GPP WLAN. Por exemplo, aparte do usuário (por exemplo, pseudo IMSI) da pseudo-identidade pode conter dígitos da identidade internacionalúnica do UE (por exemplo, um IMSI, MIN ou IRM) se o UE 110tiver um UIM ou dígitos do ID de terminal único (ροςexemplo, uma ESN) caso contrário. A parte de usuário podetambém conter um prefixo único (por exemplo, um dígitoúnico) para indicar que esta é uma pseudo-identidade parachamadas de emergência. A parte de domínio da pseudo-identidade pode indicar V-PLMN 130.
O ponto de acesso ou a entidade de autenticaçãopode continuar a autenticação utilizando um servidor AAAlocal, por exemplo, servidor AAA 246. A autenticação poderodar normalmente utilizando chaves conhecidas ou pode sertruncada uma vez que a autenticação genuína não ocorre.Quando a pseudo-autenticação é concluída, o ponto de acessoou o roteador associado pode empregar filtragem de pacotepara limitar acesso pelo UE 110, como descrito acima.
O UE 110 pode acessar a WLAN, realizar pseudo-autenticação, e descobrir um PDIF. O UE 110 pode então seidentificar para o PDIF (ou o servidor AAA local)utilizando uma pseudo-identidade, por exemplo, em vez deuma NAI usada para autenticação cdma2000 ÜE-PIDF. A pseudo-identidade pode ser idêntica ou similar a esta usada paraautenticação WLAN. Autenticação normal e estabelecimento detúnel podem então prosseguir (por exemplo, como descrito no3GPP2 X.P0028-200) utilizando o servidor AAA local eempregando chaves conhecidas para obter algumatransparência para o PDIF. Alternativamente, a autenticaçãopode ser truncada ou abortada. Após autenticação, o PDIFpode empregar filtragem de pacote para limitar acesso peloUE 110.
A WLAN pode informar as V-PLMNs capazes desuportar os procedimentos acima ou pode apresentar as V-PLMNs em uma ordem priorizada indicando capacidade evontade de suportar isto.
Para acesso IMS, o registro SIP pode ser saltadose o UE 110 não tiver UICC/UIM e/ou nenhum acordo deroaming na V-PLMN 130, como descrito no 3GPP TR 23.867 e3GPP2 Χ.P0013-002A. Isto possibilita estabelecimento dechamada de emergência para um PSAP, mas não suportarechamada. Alternativamente, o UE 110 pode registrar aoenviar um REGISTRO SIP contendo um nome de domínio V-PLMN eum ID de usuário privado de emergência, o qual pode sercriado utilizando o nome de domínio V-PLMN e um pseudo-IMSI. Este REGISTRO SIP seria reconhecido no E-CSCF 254 eHSS 250, mas poderia ser transparente para outrasentidades.
O procedimento de registro pode então prosseguirtanto quanto a condução do REGISTRO SIP do UE 110 para E-CSCF 254 (ou outro servidor IMS) na V-PLMN 130. Registro naH-PLMN 160 não é realizado, mas E-CSCF 254 registraria o UE110 no HSS 250 na V-PLMN 130. HSS 250 pode atribuir um TELURI temporário e/ou um SIP URI temporário (a partir de umgrupo no HSS 250) como identidades de usuário públicastemporárias. O TEL URI pode ser transportado para PSAP 180no estabelecimento da chamada se a sinalização fosseatravés da PSTN, e o SIP URI pode ser conduzido paraestabelecimento de chamada SIP. O URI permitiria rechamadado PSAP 180 se o registro IMS e a conectividade IP fossemmantidos por ambos V-PLMN 130 e UE 110 por algum períodoapós término da chamada de emergência. O TEL URI e SIP URIsão reconhecidos pelo PSAP 180 como endereços temporáriosdevido às diferenças a partir de endereços permanentesnormais, uma vez que eles não são usádos para identificarglobalmente o UE 110. HSS 250 pode "colocar em quarentena"os endereços temporários retornados das chamadas ideemergência completadas e não reatribuir estes endereços pbrum período de tempo para evitar que rechamadas PSAP sejamequivocadamente encaminhadas aos UEs errados.
Rechamada PSAP pode ser suportada de diversasmaneiras. Se o UE 110 é registrado na H-PLMN 160, então arechamada do PSAP 17 pode usar a identidade de usuáriopública SIP URI ou TEL URI do UE 110 e pode ser encaminhadainicialmente para H-PLMN 160, como descrito no 3GPP TS23.228 ou 3GPP2 X.P0013. Para um PSAP^capacitado para SIP,o CONVITE SIP pode ser encaminhado para I-CSCF 262 na H-PLMN 160 (com base no nome de domínio H-PLMN no SIP URI doUE). I-CSCF 262 pode consultar HSS 250 para S-CSCF 264 naH-PLMN 160 e pode então encaminhar a chamada para S-CS1CF264. S-CSCF 264 pode então encaminhar a chamada para E-CSCF254 ou P-CSCF 252 na V-PLMN 130 com base na informação deregistro anterior. No caso anteriormente mencionado, E-CSCF254 pode ser tratado pela S-CSCF 264 como um P-CSCF e podeencaminhar a chamada através do P-CSCF 252 para o UE 110.No último caso, P-CSCF 252 pode encaminhar a chamada para oUE 110. Para um PSAP com capacidade PSTN, a chamada podeser encaminhada através da PSTN para um MGCF na H-PLMN 160com base no TEL URI do UE 110. O MGCF pode inter-operarentre a PSTN e sinalização SIP e pode enviar um CONVITE SIPpara I-CSCF 262 na H-PLMN 160. O roteamento de chamada doI-CSCF 262 para o UE 110 prosseguiria então da mesmamaneira como para o PSAP com capacidade SIP.
Se o UE 110 não for registrado na H-PLMN 160 (porexemplo, devido a não ter UICC/UIM e/ou nenhum acordo deroaming com V-PLMN 130), então o UE 110 pode ser registradoem HSS 250 na V-PLMN 130. HSS 250 pode atribuir um TEL URItemporário ou identidade de usuário pública SIP URI para oUE 110. Rechamada do PSAP pode então ser encaminhada oupara I-CSCF 256 ou para um PSAP com capacidade SIP ou MGCF258 para um PSAP com capacidade PSTN, sem envolver H-PLMN160.
4.2. Estabelecimento de Chamada
A Figura 11 mostra uma modalidade de um fluxo demensagens 1100 para estabelecimento de chamada VoIP deemergência para um UE sem um UICC/UIM. 0 fluxo de mensagem1100 pode ser usado para localização de plano de controle3GPP, SUPL, e X.S0024.
Na etapa 1, o UE 110 descobre e conecta a umarede de acesso, estabelece conectividade IP, e podedescobrir um servidor SIP local (por exemplo, P-CSCF 252) ,como descrito acima. O UE 110 pode empregar um pseudo IMSIpara acesso cdma2000 ou GPRS, uma pseudo NAI para acessoWLAN, uma pseudo-identidade para acesso 3GPP2 WLAN. 0 UE110 pode registrar no HSS 250 na V-PLMN 130 utilizando apseudo-identidade (por exemplo, uma pseudo IMSI).
Na etapa 2, o UE 110 tenta registrar na rede V-PLMN IMS ao enviar um REGISTRO SIP para P-CSCF 252, o qualfoi descoberto na etapa 1. Para UICC/UIM ausente ou não-roaming, o REGISTRO SIP pode incluir uma indicação deserviços de emergência, o nome de domínio V-PLMN, oendereço IP do UE obtido na etapa 1, um ID de usuárioprivado de emergência criado utilizando o nome de domínioV-PLMN e o pseudo IMSI (para GPRS) ou pseudo-identidade(para ccima2000) , e/ou outra informação. Para re-registro, oREGISTRO SIP pode incluir ainda um ID de usuário públicotemporário atribuído no registro inicial. Devido à presençada indicação dos serviços de emergência ou o ID de usuárioprivado de emergência (o qual pode indicar a V-PLMN 130como a rede de origem para o UE 110), P-CSCF 252 envia : oREGISTRO SIP para E-CSCF 254, que suporta chamadas deserviço de emergência, na mesma rede. O REGISTRO SIPenviado pode incluir informação de localização para o UE110. O REGISTRO SIP pode incluir também um endereço SGSN ouV-SLP (para 3GPP) ou um endereço V-SLP, PDSN ou PIDF (para3GPP2).
Na etapa 3, como o ID de usuário privado deemergência para o UE 110 refere a V-PLMN 130, E-CSCF 254envia a informação de registro para HSS 250, por exemplo,em um Cx-Put/Cx-Pull. Na etapa 4, HSS 250 verifica se o IDde usuário privado de emergência já está registrado, porexemplo, se o UE 110 já registrou ou outro UE registrou como mesmo ID de usuário privado. HSS 250 pode usar o ID deusuário público temporário, se provida, para distinguir òsUEs que tem o mesmo ID de usuário privado de emergênciadevido aos dígitos de entidade do UE comum (por exemplo,dígitos ESN ou IMEI comuns) e para distinguir um registroinicial (sem nenhum usuário público temporário atribuído)?apartir de um re-registro. Para um registro inicial, HSS 250armazena o ID de usuário privado de emergência e o endereçoE-CSCF e atribui um SIP URI de usuário público temporárioe/ou TEL URI, que são retornados ao E-CSCF 254.
Na etapa 5, E-CSCF 254 retorna um 200 OK para oUE 110 através do P-CSCF 252. O 200 OK pode incluir os IDsde usuários públicos temporários atribuídos pelo HSS 250. OUE 110 pode re-registrar se transferido para um SGSNdiferente (para acesso GPRS), um PCF diferente ou PDSN(para acesso cdma2000), uma WLAN diferente (para acessoWLAN) dentro da V-PLMN 130. Na etapa 6, o UE 110 envia parao P-CSCF 252 um CONVITE SIP que pode incluir um SIP URLglobal ou TEL URI indicando uma chamada de emergência, otipo de serviço de emergência necessário, e os IDs deusuário públicos temporários recebidos na etapa 5 se o UE110 não tiver UICC/UIM e/ou não-acesso roaming a V-PLMN130. P-CSCF 252 envia o CONVITE SIP para E-CSCF 254. Naetapa 7, E-CSCF 254 interage com o servidor de localização286 para obter informação de roteamento PSAP para a chamacia(por exemplo, PSAP SIP URI, ou ESRD e ESRK), como descritopara as etapas 6 a 13 das Figuras 5 e 9 e etapas 9 a 13 daFigura 7.
As etapas 8a e 9a são realizadas se o PSAP 180for habilitado para IP. Na etapa 8a, E-CSCF 254 encaminha oCONVITE SIP para PSAP 180 utilizando um SIP URI. 0 CONVITESIP pode incluir qualquer estimativa de posição provisóriapara o UE 110, o endereço IP ou nome do servidor delocalização 28 6, e o SP URI de usuário público temporárioatribuído ao UE 110. Na etapa 9a, a sinalização SIPadicional pode ser trocada para estabelecer a chamada deemergência.
As etapas 8b, 8c e 9b são realizadas se PSAP 180for habilitado para PSTN. Na etapa 8b, E-CSCF 254 envia oCONVITE SIP através de uma BGCF para uma MGCF 258. tOCONVITE SIP pode incluir o ESRD e ESRK e possivelmente umTEL URI de usuário público temporário atribuído ao CJE 110.Na etapa 8c, MGCF 258 encaminha a chamada para PSAP 180através da PSTN, possivelmente através de um roteadorseletivo, utilizando SS7 ISUP e/ou sinalização MF. O ESRDou ESRK são usados como números de roteamento e o ESRK épassado para PSAP 180 como a identidade do UE 110 e comouma chave para obter mais informação. Um número E.164 deusuário público temporário também pode ser passado para oPSAP 180 se permitido pelas capacidades de sinalização.E.164 é um padrão ITU-T que define o sistema internacionalde numeração telefônica, e um número E.164 é composto de umcódigo de país acrescido de um número nacional. Na etapa9b, a sinalização SIP adicional pode ser trocada e · ainterconexão com SS7 ISUP e/ou MF no MGCF 258 pode ocorrerpara estabelecer a chamada.
Na etapa 10, PSAP 180 pode obter uma estimativade posição exata para o UE 110 ao consultar o servidor delocalização 286, o qual pode ser indicado pelo SIP URI ouESRK no estabelecimento da chamada. A resposta do servidorde localização 286 pode incluir qualquer número E.164 deusuário público temporário atribuído ao UE 110, se o PSAP180 for habilitado para PSTN e se este número não foipassado para o PSAP 180 no estabelecimento da Chamada-i Achamada pode ser liberada em algum tempo posterior, porexemplo, interrompida devido à perda temporária dacobertura de rádio. E-CSCF 254 pode então esperar por umperíodo de tempo antes de informar ao servidor delocalização 286 para suportar a localização do UE 110mediante PSAP 180 para uma rechamada subseqüente.
O PSAP 180 tenta chamar de volta o UE 110utilizando seu ID de usuário público temporário. A etapalia é realizada para um PSAP com capacidade SIP. Na etapa11a, o PSAP 180 envia um CONVITE SIP para I-CSCF 258, ' oqual pode ser indicado pela parte de domínio de rede do SIPURI de usuário público temporário atribuído ao UE 110. Asetapas Ilb e Ilc são realizadas para um PSAP com capacidadePSTN. Na etapa 11b, PSAP 180 envia um ISUP IAM (ouestabelecimento de chamada MF) para MGCF 258, o qual podeser indicado pelos primeiros dígitos no número E.164 deusuário público temporário atribuído ao UE 110. Na etapa11c, MGCF 258 envia ao I-CSCF 258 um CONVITE SIP contendoum TEL URI construído a partir do número E.164 recebido naetapa 11b.
Na etapa 12, I-CSCF 258 envia para o HSS 250 umaconsulta de localização que pode incluir um SIP URI deusuário público temporário recebido na etapa lia ou o TELURI de usuário público temporário recebido na etapa 11c. Naetapa 13, HSS 250 encontra a informação de registro do UE eretorna o endereço de E-CSCF 254 para I-CSCF 258. Na etapa14, I-CSCF 258 envia o CONVITE SIP para E-CSCF 254. Naetapa 15, E-CSCF 254 localiza o endereço P-CSCF e envia'oCONVITE SIP através do P-CSCF 252 para o UE 110. Na etapa16, o estabelecimento de chamada continua como em um casonormal.
O UE 110 pode posteriormente comunicar com PSÀP180. Quando ou algum tempo depois a chamada éposteriormente liberada, o E-CSCF 254 pode enviar umaindicação para o servidor de localização 286, o qual podeentão liberar qualquer registro da chamada.
5. Suporte de PSAP legado geograficamenteremoto
Em alguns casos, o V-PLMN e/ou o servidor SIP(por exemplo, E-CSCF 254) pode estar geograficamentedistante, do UE 110. Em tais casos, pode não ser possívelencaminhar a chamada através de um MGCF local para um PSAPcom capacidade PSTN se a PSTN não suportar acesso aos PSAPsremotos. O que se segue pode ser usado para lidar com estescasos.
Em uma modalidade, a chamada de emergência éredirecionada para uma V-PLMN diferente. Mais cedo noprocessamento do CONVITE SIP, um E-CSCF ou um servidor delocalização (por exemplo, um E-SLP, um GMLC, etc.) podedeterminar que a chamada deve ser redirecionada para umservidor de chamada em outra rede. Neste caso, a respostaRedirecionar SIP 3xx (por exemplo, utilização de proxy 305)contendo o SIP URI(s) do servidor(s) alternativo preferidopode ser retornada ao UE 110. O UE 110 pode então tentaroutra vez os procedimentos de chamada como descrito acima,embora o acesso e os procedimentos de conectividade IPpossam ser saltados se a mesma rede de acesso ainda puderser usada. Se o procedimento de estabelecimento de chamadativer avançado até o ponto de determinar uma estimativa deposição provisória e/ou o PSAP correto (por exemplo,endereço IP ou ESRD, SIP URI), então o E-CSCF pode incluirestes na resposta de redirecionar. Ó UE 110 pode entãoincluir a informação no CONVITE SIP enviado para a novaPLMN, a qual pode evitar retardo extra para obter a mesmainformação e permitir o uso das PLMNs sem a capacidade deobter esta informação. O E-CSCF original pode notificar ;oservidor de localização (por exemplo, E-SLP ou GMLC), oqual pode então remover o registro da chamada para o UE110.
Em outra modalidade, o E-CSCF envia a chamadapara um servidor SIP em outra rede (ou na mesma rede) maispróxima de um PSAP de onde a chamada pode ser melhorencaminhada para a PSTN. A V-PLMN pode continuar a suportartodas as funções previamente descritas incluindo as funçõesde localização e suporte para os UEs sem UICC ou UIM. OCONVITE SIP enviado pode incluir a identidade PSAP (porexemplo, SIP URI ou ESRD), qualquer ESRK atribuído peloservidor de localização e quaisquer IDs de usuáriospúblicos temporários para um UE sem UICC. O PSAP podecontinuar a consultar o servidor de localização na V-PLMNpara informação de localização e qualquer rechamada podeser enviada através da H-PLMN para a V-PLMN para o casonormal, ou direcionada para a V-PLMN no caso de ausência deUICC. O suporte contínuo destas funções na V-PLMN evitademandas no servidor SIP subseqüente e deve possibilitarque um maior número de outras redes suporte o serviço deenvio.
Em ainda outra modalidade, a Portabilidade deNúmero Local pode ser usada, por exemplo, na América doNorte. Além de retornar o ESRD e ESRK, o servidor delocalização (por exemplo, E-SLP ou GMLC) pode retornar umLRN (Número de Roteamento de Localização) para a rede IMS(por exemplo, E-CSCF) que corresponde a um roteadorseletivo PSAP ou troca de LEC a partir do qual o PSAP podeser alcançado diretamente. Como uma alternativa, a rede IMS(por exemplo, E-CSCF ou MGCF) pode obter a LRN do ESRD. OLRN é incluído na informação enviada ao MGCF (se não forobtido pelo MGCF) , e o MGCF envia à PSTN um ISUP IAMcontendo os seguintes parâmetros:
Número da Parte Chamada = LRN,Parâmetro de Endereço Genérico (GAP) = ESRD,Bit M de parâmetro FCI ajustado para "número convertido", Número de Parte Chamadora = UE MSISDN ou ESRK, eCategoria da Parte Chamadora ajustada para "chamada deserviço de emergência" (opcional).
Devido ao suporte de portabilidade de númeropelas PSTNs (por exemplo, em todos os Estados Unidos), achamada (ISÜP IAM) pode ser corretamente encaminhada para oLEC CO pretendido ou SSl provido pelo roteador seletivomais propriamente do que troncos MF podem ser usados riotodo. 0 LEC CO de destino ou o roteador seletivo podesuportar portabilidade de número e pode reconhecer o LRNcomo sendo o seu próprio ao receber a chamada e pode obtero número da parte chamada verdadeiro (ESRD) do GAP.Singularidade do ESRD ou a configuração da Categoria daParte Chamadora pode informar o LEC CO ou roteador seletivoque esta é uma chamada de emergência. Neste ponto, achamada pode ser encaminhada ao PSAP como se esta tivessesido originada localmente. Esta modalidade evita novosimpactos para comutações interurbanas PSTN (por exemplo,nenhuma mudança de roteamento) , mas pode afetar os LEC CÕse roteadores seletivos.
6. Segurança para SÜPL e X.SO024
Para SUPL, os procedimentos de segurança podemser estabelecidos para suportar E-SLP 272 substituindo o H-SLP para posicionamento para cenários de roaming ,enão-roaming e com modo proxy ou não-proxy. Procedimentos desegurança SUPL existentes geralmente são baseados em chavescompartilhadas tanto no UE 110 como no H-SLP e/ou baseadosem outra informação aprovisionada no UE 110 com relação áoH-SLP (por exemplo, nome de domínio totalmente qualificado,certificado de chave pública X.509 de raiz, etc.). Talinformação pode não estar disponível para E-^SLP 272. ParaE-SLP 272, a autenticação para os modos proxy e não-proxypode ser suportada como descrito abaixo.
Para X.S0024, os procedimentos de segurança podemser também estabelecidos para suportar E-PS 282substituindo o H-PS para posicionamento. Procedimentos desegurança X.S0024 existentes são descritos no 3GPP2X.S0024-0 e no 3GPP2 S.POllO-O. Esses procedimentos fazemuso de uma chave raiz comum provisionada em ambos, H-PSpara um usuário e no UIM do usuário. Chaves adicionaispodem ser derivadas da chave raiz aprovisionada como aseguir:
Chave para suportar Encapsulamento de Envio eArmazenamento Seguro (S-SAFE) na qual uma INICIARSUPL é enviada para o UE 110 utilizando Push WAPou SMS e é autenticada (como proveniente do H-PS)e opcionalmente cifrada.
Chave para suportar uma conexão IP segura entre oUE 110 e o H-PS no qual as mensagens X.S0024 sãoenviadas entre o UE 110 e o H-PS com cifragem eautenticação.
Chave para suportar uma conexão IP segura entre oUE 110 e um PDE para o modo não-proxy no qual asmensagens X.S0024 são enviadas entre o UE 110 e oPDE com cifragem e autenticação.
Cada uma das três chaves descritas acima é fixano sentido de que existe um valor deterministico paraqualquer valor da chave raiz. Contudo, de cada uma dessaschaves fixadas, chaves adicionais podem ser derivadas paracifragem e autenticação cujos valores dependem de númerosaleatórios providos para uma sessão de posicionamentoespecifica pelo UE e H-PS ou PDE. Essa derivação de chave eos procedimentos de segurança acompanhantes fazem uso doprocedimento de Segurança de Camada de Transporte (TLS)descrito no IETF RFC 2246 e a variante PSK-TLS destadescrita na minuta IETF "Pre-Shared Key Ciphersuites for
Transport Layer Security (TLS)". Se X.S0024 for usado paraposicionamento em uma chamada VoIP de emergência e E-PS 282não é o Η-PS, então não é mais possível basear em uma chaveraiz pré-configurada comum em ambos, UE 110 e E-PS 282 paraautenticação e cifragem mútua.
Para SUPL, o UE 110 pode autenticar o E-SLP 272para evitar acesso não-autorizado à localização do UE mesmodurante uma chamada de emergência. Para X.S0024, o UE 110 eo E-PS 282 podem realizar autenticação mútua. A Tabela 2relaciona cinco métodos de autenticação, designados comométodos A, B, C, D e E, e as características de cadamétodo.
Tabela 2 - Métodos de Autenticação
<table>table see original document page 69</column></row><table>
Nota 1: assume que certificados raiz de chave pública sãoaprovisionados em um Equipamento Móvel (ME).
O método A provê uma autenticação mínima. O UE110 permite SUPL iniciado pela rede ou localização X.S0024de um E-SLP não-autenticado ou E-PS se a mensagem INICIARSUPL indicar localização para uma sessão de emergência e oUE 110 estiver atualmente participando de uma sessão deemergência. A restrição para a sessão de emergência provêalguma proteção. Para SUPL, o UE 110 pode selecionar ométodo A, mas não invocar os procedimentos de segurança comE-SLP 272. Neste caso, E-SLP 272 pode ainda verificar aidentidade do ÜE, até um ponto limitado, através de umcódigo hash INICIAR SUPL contido em um INICIAR POS SUPL.Além disso, o endereço IP do UE 110 provido ao E-SLP 272pelo E-CSCF 254 pode prover alguma garantia adicional daidentidade correta do UE. Para X.S0024 e SUPL, atransferência do INICIAR SUPL através do IMS ou SIP (se atransferência direta através do IP terminado móvel ouUDP/IP não for usada) pode prover alguma confiançaadicional na autenticidade do UE, uma vez que atransferência IMS e SIP se baseia no suporte e verificaçãoda V-PLMN 130 e/ou H-PLMN 160.
O método B é para autenticação de chave públicaTLS. 0 UE 110 e E-SLP 272 ou E-PS 282 suportam autenticaçãode chave pública utilizando TLS como descrito na RFC 2246IETF e como também descrito em um mecanismo de autenticaçãode cliente alternativo no OMA SUPL 1.0, wSecure User PlaneLocation Architecture". Esse mecanismo suporta autenticaçãode H-SLP ou E-PS pelo UE utilizando TLS com os certificadosde chave pública X.509 ITU enviados pelo H-SLP ou E-PS parao UE durante uma fase de handshake TLS. Os certificados dechave pública proporcionam uma cadeia de assinaturasdigitais, cada assinatura autenticando a próxima, de talmodo que o UE possa autenticar a chave pública do E-SLP duE-PS desde que o UE seja aprovisionado com a chave públidade pelo menos uma autoridade de certificação de raiz. '0procedimento TLS de autenticação de chave pública suportatransferência de chaves simétricas para uso na cifragem eautenticação subseqüentes da sinalização, por exemplo, paramensagens SUPL subseqüentes. Autenticação e cifragem entreo UE 110 e um SPC ou PDE para o modo não-proxy podem sertambém suportadas com estas chaves ou ao derivar chavesadicionais a partir destas chaves. O método B baseia nacertificação da chave (s) pública E-PS ou E-SLP por uma oumais autoridades de certificação de raiz (por exemplo,definida por OMA) e aprovisionamento da chave (s) nos UEssuportando SUPL ou X.S0024 para chamadas VoIP deemergência. Isto garante autenticação do E-SLP 272 ou E-PS282 pelo UE 110 e, para SUPL, autenticação limitada do UE110 pelo E-SLP 272 através de um hash INICIAR SUPL de 64bits incluído em um INICIAR POS SUPL e enviado pelo UE 110para o E-SLP 272.
Para o método Β, o UE 110 (por exemplo, UICC ouUIM) pode ser aprovisionado com um ou mais certificados dechave pública de raiz permitindo ao UE verificar a chave(s)pública do E-SLP 272 oü E-PS 282. O UE 110 e o E-SLP 272 ouE-PS 282 pode estabelecer uma chave de cifragemcompartilhada e uma chave de código de autenticação demensagem (MAC) utilizando os procedimentos TLS descritos naRFC 224 6 e um ou mais procedimentos de transferência dechave pública segura, por exemplo, RSA, DSS, ou Diffié-Hellman. A cifragem e a autenticação das mensagens X.S0024ou SUPL podem ser realizadas após o estabelecimento de umaconexão TLS segura. Para o modo não-proxy, o métododefinido para o modo não-proxy 3GPP2 no SUPL 1.0 pode serusado para gerar uma chave compartilhada para autenticaçãoe cifragem, e de acordo com PSK-TLS IETF, entre o UE 110 eum V-SPC ou H-SPC na SUPL ou entre o UE 110 e um PDE noX.S0024.
O método C é para autenticação PSK-TLS. 0 UE 110e o E-SLP 272 ou E-PS 282 suportam PSK-TLS (por exemplo,como descrito no SUPL 1.0 para 3GPP2 SETs ou 3GPP2 X.S0024-0 e S.POllO-O) de acordo com a minuta IETF "Pre-Shared KeyCiphersuites for Transport Layer Security (TLS)". Uma chavepré-compartilhada (PSK) pode ser gerada a partir da (a)informação (por exemplo, informação aleatória) contribuídapelo UE 110, a rede IMS (por exemplo, E-CSCF 254) e/ou E-SLP 272 ou E-PS 282, (b) informação (por exemplo,parâmetros SIP) enviada pelo ou para o UE 110 duranteestabelecimento SIP da chamada de emergência, (c)informação de segurança já presente no P-CSCF 252 e no UE110 para suportar acesso IMS seguro do UE 110 (por exemplo,utilizando IPsec, PSK-TLS, TLS), e/ou (d) outra informação.A informação de segurança em (c) pode estar disponível se oUE 110 se registrar junto à rede H-PLMN IMS por intermédioda V-PLMN 130.
O PSK ou a informação usada para derivar estepode ser disponibilizado ao UE 110 e E-SLP 272 ou E-PS 282durante registro SIP e/ou iniciação de uma chamada deemergência SIP e pode ser usado para SUPL ou localizaçãoX.S0024 utilizando PSK-TLS. A relação de confiançaestabelecida durante registro e estabelecimento de chamadaSIP entre estas entidades é usada para obter um PSK seguroou informação comum do qual uma chave segura pode serderivada. Para SUPL, autenticação mútua do UE 110 e E-SLP272 pode então ser suportada utilizando PSK-TLS quando o UEestabelece uma conexão IP (PSK-TSL) para E-SLP 272 apóstransferência do INICIAR SUPL do E-SLP 272 para o UE 110.Para X.S0024, o PSK seguro pode ser usado como uma chaveraiz da qual a informação de segurança restante pode sérderivada como descrito no 3GPP2 X.S0024-0 e S.POllO-O. [
O método C se baseia em uma conexão segura entreo UE 110 e IMS durante registro SIP e/ou estabelecimento dechamada SIP, o qual implica em registro do UE 110 na V-PLMN130 e H-PLMN 160 e autenticação mútua do UE 110 e V-PLMN130. Se o UE 110 não tem um UICC/UIM ou se não existeacordo de roaming entre a V-PLMN 130 e H-PLMN 160:,autenticação mútua de, e transmissão segura entre V-PLMN130 e ο UE 110 pode não ser conseguida durante registro SIPe estabelecimento de chamada SIP, e qualquer PSK geradaproporcionará proteção mais limitada.
O método D é para autenticação com umaArquitetura de Auto-carregamento Genérica (GBA) descrita no3GPP TS 33.220 ou 3GPP2 TSG-S minuta S.P0109. O UE 110 e oE-SLP 272 ou E-PS 282 suportam GBA. Isto permite que o UE110 e o E-SLP 272 ou E-PS 282 obtenham uma chavecompartilhada segura da H-PLMN 160. Para SUPL, esta chavepode ser usada para suportar autenticação mútua PSK-TLSentre o UE 110 e E-SLP 272, como descrito no 3GPP TS 33.222OU 3GPP2 TSG-S minuta S.P0114. Este método é usado no SUPL1.0 para suportar o modo proxy 3GPP. A chave também podeser usada para suportar TLS com autenticação de CompilaçãoHTTP (por exemplo, como descrito no 3GPP TS 33.222), apenásautenticação de Compilação HTTP entre o UE 110 e E-SLP 272(por exemplo, como descrito no 3GPP2 TSG-S minuta S.P0114>,ou outras formas de autenticação. Para X.S0024, esta chavepode ser usada como uma chave raiz da qual a informação desegurança restante pode ser derivada.
0 método D se baseia no suporte de GBA na H-PLMN160 assim como na V-PLMN 130 e o acordo de roaming entre V-PLMN 130 e H-PLMN 160 para possibilitar a transferência deinformação chave a partir da Função de Serviço de Auto-carregamento (BSF) na H-PLMN 160 para uma Função deAplicação de Rede E-SLP (NAF) na V-PLMN 130.
O método E é para SUPL 1.0 ou autenticaçãoX.S0024. Para SUPL, se o UE 110 está na H-PLMN 160, entãoE-SLP 272 pode ser o H-SLP, e mecanismos de autenticaçãoexistentes definidos na SUPL 1.0 podem ser usados. ParaX.S0024, se UE 110 estiver na H-PLMN 160, então E-PS 282pode ser o Η-PS, e mecanismos de autenticação existentesdefinidos no X.S0024 podem ser usados.A Figura 12 mostra um diagrama em blocos de umamodalidade do UE 110, rede de acesso 120, E-CSCF 254, eservidor de localização 286. O servidor de localização 286pode ser E-SLP 272, GMLC 276, E-PS 282, e/ou alguma outraentidade. Para simplicidade, a Figura 12 mostra apenas umprocessador 1210, uma unidade de memória 1212, e umtransceptor 1214 para o UE 110, apenas um processador 1220,uma unidade de memória 1222, um transceptor 1224, e umaunidade de comunicação (Comm) 1226 para rede de acesso 120,apenas um processador 1230, uma unidade de memória 1232, euma unidade de comunicação 1234 para E-CSCF 254, e apenasum processador 1240, uma unidade de memória 1242, e umaunidade de comunicação 1244 para o servidor de localização286. Em geral, cada entidade pode incluir qualquer númerode processadores, unidades de memória, transceptores,unidades de comunicação, controladores, e assim por diante.
No downlink, as estações base e/ou os pontos deacesso na rede de acesso 120 transmitem dados de tráfego,sinalização, e piloto para os UEs dentro de suas áreas decobertura. Estes vários tipos de dados são processados peloprocessador 1220 e condicionados pelo transceptor 1224 paragerar um sinal de downlink, o qual é transmitido através deuma antena. No UE 110, os sinais de downlink das estaçõesbase e/ou pontos de acesso são recebidos através de uiftaantena, condicionados pelo transceptor 1214, e processadospelo processador 1210 para obter vários tipos de informaçãopara localização, VoIP, e outros serviços. Por exemplo, oprocessador 1210 pode decodificar as mensagens usadas paifaos fluxos de mensagem descritos acima. Unidades de memória1212 e 1222 armazenam códigos de programa e dados para o UE110 e rede de acesso 120, respectivamente. No uplink, o UE110 pode transmitir dados de tráfego, sinalização, e pilotopara as estações base e/ou pontos de acesso na rede deacesso 120. Estes vários tipos de dados são processadospelo processador 1210 e condicionados pelo transceptor 1214para gerar um sinal de uplink, o qual é transmitido atravésda antena UE. Na rede de acesso 120, os sinais de uplink doUE 110 e outros UEs são recebidos e condicionados pelotransceptor 1224 e também processados pelo processador 1220para obter vários tipos de informação (por exemplo, dados,sinalização, relatórios, e assim por diante). A rede deacesso 120 comunica com o E-CSCF 254 e outras entidadesatravés da unidade de comunicação 1226.
Dentro do E-CSCF 254, o processador 1230 realizaprocessamento para o E-CSCF, unidade de memória 1232armazena códigos de programa e dados para o E-CSCF, e :aunidade de comunicação 1234 permite ao E-CSCF comunicar comoutras entidades. O processador 1230 pode realizarprocessamento para E-CSCF 254 para os fluxos de mensagémdescritos acima.
Dentro do servidor de localização 28 6, oprocessador 1240 realiza processamento de posicionamentoe/ou localização para o servidor de localização, a unidadede memória 1242 armazena códigos de programa e dados para oservidor de localização, e a unidade de comunicação 1244permite ao servidor de localização comunicar com outrasentidades. O processador 1240 pode realizar o processamentopara o servidor de localização para os fluxos de mensagémdescritos acima.
As técnicas descritas aqui podem sdrimplementadas por vários meios, por exemplo, estas técnicaspodem ser implementadas em hardware, firmware, software, ouuma combinação destes. Para uma implementação em hardware,as unidades de processamento usadas para realizar ástécnicas podem ser implementadas dentro de um ou maiscircuitos integrados de aplicação especifica (ASICs),processadores de sinal digital (DSPs), dispositivos deprocessamento de sinal digital (DSPDs) , dispositivoslógicos programáveis (PLDs), matrizes de portasprogramáveis em campo (FPGAs), processadores,controladores, microcontroladores, microprocessadores,dispositivos eletrônicos, outras unidades eletrônicasprojetadas para realizar as funções aqui descritas, ou umacombinação destas.
Para uma implementação de firmware e/ou software,as técnicas podem ser implementadas com módulos (porexemplo, procedimentos, funções, e assim por diante) querealizam as funções aqui descritas. Os códigos de firmwaree/ou software podem ser armazenados em uma memória (porexemplo, memória 1212, 1222, 1232, e/ou 1242 na Figura 12)e executadas por um processador (por exemplo, processador1210, 1220, 1230, e/ou 1240) . A memória pode serimplementada dentro do processador ou externa aoprocessador.
Os cabeçalhos são aqui incluídos para referênciae para auxiliar na localização de certas sessões. Estescabeçalhos não têm o propósito de limitar o escopo dosconceitos aqui descritos, e estes conceitos podem teraplicabilidade em outras sessões ao longo de todo orelatório descritivo.
A descrição anterior das modalidades descritas éprovida para possibilitar que os versados na técnicarealizem ou utilizem a descrição. Várias modificações aestas modalidades serão evidentes para os versados natécnica, e os princípios genéricos aqui definidos podem seraplicados a outras modalidades sem se afastar do conceitoinventivo e escopo da descrição. Deste modo, a descriçãonão pretende ser limitada às modalidades aqui mostradas,mas deve ser concedido o escopo mais amplo compatível comos princípios e novas características descritos.

Claims (62)

1. Equipamento de usuário (UE) operativo paracomunicar com uma rede visitada para enviar uma solicitaçãopara estabelecer uma chamada de voz sobre ProtocoloInternet (VoIP) de emergência, para interagir com umservidor de localização instruído pela rede visitada paraobter uma primeira estimativa de posição para o UE, e pararealizar estabelecimento de chamada por intermédio da redevisitada para estabelecer a chamada VoIP de emergência comum Ponto dé Resposta de Segurança Pública (PSAP).
2. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 1, operativo também para utilizar Protocolode Iniciação de Sessão (SIP) para a chamada VoIP deemergência.
3. Equipamento de usuário, de acordo com 'areivindicação 2, e operativo também para enviar um REGISTROSIP para registro com uma rede de origem para a chamadaVoIP de emergência.
4. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 2, e operativo também para enviar um REGISTROSIP para registro com a rede visitada para a chamada VoIPde emergência.
5. Equipamento de usuário, de acordo com ;areivindicação 4, em que o REGISTRO SIP compreende umidentificador de usuário privado de emergência (ID) formadocom um nome de domínio para a rede visitada e uma pseudoIdentidade de Assinante Móvel Internacional (IMSI).
6. Equipamento de usuário de acordo com 'areivindicação 4, e operativo também para receber umaresposta para o REGISTRO SIP com um ID de usuário públicotemporário.
7. Equipamento de usuário, de acordo com 'areivindicação 2, e operativo também para enviar um CONVITESIP como a solicitação para estabelecer a chamada VoIP deemergência.
8. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 7, e operativo também para enviar informaçãode localização para o UE no CONVITE SIP, e em que aprimeira estimativa de posição para o UE é obtida com basena informação de localização.
9. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 1, e operativo também para enviar capacidadesde localização do UE na solicitação para estabelecer achamada VoIP de emergência, e em que o servidor delocalização é selecionado com base nas capacidades delocalização do UE.
10. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 1, e operativo também para enviar informaçãode localização para o UE na solicitação para estabelecer achamada VoIP de emergência, e em que o servidor . delocalização é selecionado com base na informação delocalização.
11. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 1, em que a primeira estimativa de posição éuma estimativa de posição provisória correspondendo a umaestimativa de posição grosseira usada para roteamento dechamada.
12. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 1, em que a primeira estimativa de posição éestimativa de posição inicial correspondendo a umaestimativa de posição exata para o UE.
13. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 1, e operativo também para receber a partir do PSAPuma solicitação para uma estimativa de posição atualizada para oUE, e para realizar posicionamento com o servidor de localizaçãopara obter a estimativa de posição atualizada.
14. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 13, e operativo também para realizarposicionamento com o servidor de localização de acordo coma Localização de Plano de Usuário Seguro (SUPL).
15. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 13, e operativo também para realizarposicionamento com o servidor de localização de acordo coma localização X.S0024.
16. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 13, e operativo também para realizarposicionamento com uma rede de acesso de rádio de acordocom a localização de plano de controle 3GPP.
17. Equipamento de usuário, de acordo com 'areivindicação 1, e operativo também para acessar uma redede acesso de rádio (RAN), para estabelecer conectividade IPcom a rede visitada por intermédio da RAN, e para descobrirum endereço IP de um servidor local para a chamada VoIP deemergência.
18. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 1, e operativo também para acessar uma redede área local sem fio (WLAN) utilizando um identificador deacesso de rede (NAI) indicando a rede visitada, paraestabelecer conectividade IP com a rede visitada porintermédio da WLAN, e para descobrir um endereço IP de umservidor local para a chamada VoIP de emergência.
19. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 1, e operativo também para realizarautenticação com o servidor de localização. 1
20. Método compreendendo:- comunicar com uma rede visitada para enviar umasolicitação para estabelecer uma chamada de voz sobreProtocolo Internet (VoIP) de emergência;interagir com o servidor de localizaçãoinstruído pela rede visitada para obter uma primeiraestimativa de posição para um equipamento de usuário (UE)';e- realizar estabelecimento de chamada através darede visitada para estabelecer a chamada VoIP de emergênciacom um Ponto de Resposta de Segurança Pública (PSAP).
21. Método, de acordo com a reivindicação 20,compreendendo também:- utilizar Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP)para a chamada VoIP de emergência;- enviar um REGISTRO SIP para registro com umarede de origem ou a rede visitada para a chamada VoIP deemergência; e- enviar um CONVITE SIP como a solicitação paraestabelecer a chamada VoIP de emergência. ;
22. Método, de acordo com a reivindicação 20,compreendendo também:- receber do PSAP uma solicitação para umaestimativa de posição atualizada para o UE; e- realizar posicionamento com o servidor delocalização para obter a estimativa de posição atualizada.
23. Aparelho, compreendendo:- meios para comunicar com uma rede visitada paraenviar uma solicitação para estabelecer uma chamada de vozsobre Protocolo Internet (VoIP) de emergência;- meios para interagir com um servidor delocalização instruído pela rede visitada para obter umaprimeira estimativa de posição para um equipamento deusuário (UE); e- meios para realizar estabelecimento de chamadapor intermédio da rede visitada para estabelecer a chamadaVoIP de emergência com um Ponto de Resposta de SegurançaPública (PSAP).
24. Aparelho, de acordo com a reivindicação 23,compreendendo também:- meios para utilizar Protocolo de Iniciação deSessão (SIP) para a chamada VoIP de emergência;- meios para enviar um REGISTRO SIP para registrocom uma rede de origem ou a rede visitada para a chamadaVoIP de emergência; e <meios para enviar um CONVITE SIP como asolicitação para estabelecer a chamada VoIP de emergência.
25. Aparelho, de acordo com a reivindicação 23,compreendendo também:- meios para receber do PSAP uma solicitação parauma estimativa de posição atualizada para o UE; emeios para realizar posicionamento com oservidor de localização para obter a estimativa de posiçãoatualizada.
26. Servidor de localização operativo parareceber uma solicitação para encaminhar uma chamada de vozsobre Protocolo Internet (VoIP) de emergência para umequipamento de usuário (UE) para um Ponto de Resposta deSegurança Pública (PSAP), para obter uma primeiraestimativa de posição para o UE, para selecionar o PSAP combase na primeira estimativa de posição, e para enviar umaresposta com informação de roteamento para o PSAP.
27. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 26, e operativo também para interagir com 'oUE para obter a primeira estimativa de posição para o UE.
28. Servidor de localização, de acordo com >a.reivindicação 26, e operativo também para receberinformação de localização para o UE na solicitação paraencaminhar a chamada VoIP de emergência, para determinar umservidor de localização visitado com base na informação delocalização, e para interagir com um servidor delocalização de origem com o servidor de localizaçãovisitado e o UE para obter a primeira estimativa de posiçãopara o UE.
29. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 26, e operativo também para enviar ao UE umamensagem para realizar posicionamento para obter a primeiraestimativa de posição.
30. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 29, e operativo também para enviar a mensagemao UE utilizando sinalização IP móvel terminado, UDP/IP oude Subsistema de Multimídia IP (IMS).
31. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 29, e operativo também para incluir ümendereço do servidor de localização na mensagem enviada aoUE, o endereço sendo usado pelo UE para realizar oposicionamento.
32. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 29, e operativo também para incluir umaindicação de serviços de emergência na' mensagem enviada aoUE.
33. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 26, e operativo também para receber do UE umamensagem para iniciar o posicionamento, a mensagemincluindo informação de localização, e para derivar aprimeira estimativa de posição para o UE com base nainformação de localização.
34. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 26, e operativo também para receber do UE umamensagem para iniciar o posicionamento, a mensagemincluindo medições relacionadas à localização, e paraderivar a primeira estimativa de posição para o UE com basenas medições relacionadas à localização.
35. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 26, e operativo também para receber do PSAPuma solicitação para uma estimativa de posição atualizadapara o UE, para realizar posicionamento com o UE para obtera estimativa de posição atualizada, e para enviar aestimativa de posição atualizada para o PSAP.
36. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 26, e operativo para receber a primeiraestimativa de posição para o UE de um nó de suporte deServiço de Rádio Pacote Geral (GPRS) .
37. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 26, e operativo também para receber do PSAPuma solicitação para uma estimativa de posição atualizadapara o UE, para enviar a solicitação para o portal IP, parareceber a estimativa de posição atualizada do portal IP, ,epara enviar a estimativa de posição atualizada para o PSAP.
38. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 26, e operativo também para realizarautenticação com o UE.
39. Método, compreendendo:- receber uma solicitação para encaminhar umachamada de voz sobre Protocolo Internet (VoIP) deemergência para um equipamento de usuário (UE) para umPonto de Resposta de Segurança Pública (PSAP);- obter uma primeira estimativa de posição para o UE;selecionar o PSAP com base na primeiraestimativa de posição; eenviar uma resposta com informação deroteamento para o PSAP.
40. Método, de acordo com a reivindicação 39,compreendendo também:enviar uma mensagem para realizarposicionamento para o UE utilizando sinalização IP móvelterminado, UDP/IP, ou de Subsistema de Multimídia IP (IMS).
41. Método, de acordo com a reivindicação 39,compreendendo também:receber do PSAP uma solicitação para umaestimativa de posição atualizada para o UE;- realizar posicionamento com o UE para obter aestimativa de posição atualizada; e- enviar a estimativa de posição atualizada parao PSAP.
42. Aparelho, compreendendo:meios para receber uma solicitação paraencaminhar uma chamada de Voz sobre Protocolo Internet(VoIP) de emergência para um equipamento de usuário (UE)para um Ponto de Resposta de Segurança Pública (PSAP);- meios para obter uma primeira estimativa deposição para o UE;meios para selecionar o PSAP com base naprimeira estimativa de posição; e- meios para enviar uma resposta com informaçãode roteamento para o PSAP.
43. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42,compreendendo também:- meios para enviar uma mensagem para realizarposicionamento ao UE utilizando sinalização IP móvelterminado, UDP/IP, ou de Subsistema de Multimídia IP (IMS).
44. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42,compreendendo também:- meios para receber do PSAP uma solicitação para umaestimativa de posição atualizada para o UE;- meios para realizar posicionamento com o UEpara obter a estimativa de posição atualizada; emeios para enviar a estimativa de posiçãoatualizada para o PSAP.
45. Equipamento de usuário (UE) operativo paraacessar uma rede de acesso 3GPP2, para enviar umasolicitação para uma rede núcleo 3GPP2 para estabelecer umachamada de Voz sobre Protocolo Internet (VoIP) deemergência, para realizar registro com uma rede de origem,para interagir com um servidor de localização para obteruma primeira estimativa de posição para o UE, e pararealizar estabelecimento de chamada por intermédio da redenúcleo 3GPP2 para estabelecer a chamada VoIP de emergênciacom um Ponto de Resposta de Segurança Pública (PSAP), oPSAP sendo selecionado com base na primeira estimativa deposição.
46. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 45, e operativo também para realizarposicionamento com o servidor de localização de acordo coma Localização de Plano de Usuário Seguro (SUPL), X.S0024,localização de plano de controle 3GPP2.
47. Equipamento de usuário, de acordo com areivindicação 45, e operativo também para receber do PSÀPuma solicitação para uma estimativa de posição atualizadapara o UE, para realizar posicionamento com um servidor delocalização para obter a estimativa de posição atualizadá,e para enviar a estimativa de posição atualizada para oPSAP.
48. Método, compreendendo: ;acessar uma rede de acesso 3GPP2 com umequipamento de usuário (UE);- enviar uma solicitação para uma rede núcleo- 3GPP2 para estabelecer uma chamada de Voz sobre ProtocoloInternet (VoP) de emergência;- realizar registro com uma rede de origem;- interagir com um servidor de localização paraobter uma primeira estimativa de posição para o UE; erealizar estabelecimento de chamada porintermédio da rede núcleo 3GPP2 para estabelecer a chamadaVoIP de emergência com um Ponto de Resposta de SegurançaPública (PSAP), o PSAP sendo selecionado com base naprimeira estimativa de posição.
49. Método, de acordo com a reivindicação 48,compreendendo também:- interagir com um servidor de localização paraobter uma primeira estimativa de posição para o ÜE, aprimeira estimativa de posição sendo usada para selecionaro PSAP.
50. Método, de acordo com a reivindicação 48,compreendendo também:- receber do PSAP uma solicitação para umaestimativa de posição atualizada para o UE;- realizar posicionamento com um servidor delocalização para obter a estimativa de posição atualizada;e- enviar a estimativa de posição atualizada parao PSAP.
51. Aparelho, compreendendo:- meios para acessar uma rede de acesso 3GPP2 comum equipamento de usuário (UE);- meios para enviar uma solicitação a uma redenúcleo 3GPP2 para estabelecer uma chamada de Voz sobreProtocolo Internet de emergência (VoP);- meios para realizar registro com uma rede deorigem;- meios para interagir com um servidor delocalização para obter uma primeira estimativa de posiçãopara o UE; e- meios para realizar estabelecimento de chamadapor intermédio da rede núcleo 3GPP2 para estabelecer achamada VoIP de emergência com um Ponto de Resposta deSegurança Pública (PSAP), o PSAP sendo selecionado com basena primeira estimativa de posição.
52. Aparelho, de acordo com a reivindicação 51,compreendendo também:- meios para receber do PSAP uma solicitação parauma estimativa de posição atualizada para o UE;meios para realizar posicionamento com umservidor de localização para obter a estimativa de posiçãoatualizada; e- meios para enviar a estimativa de posiçãoatualizada para o PSAP.
53. Equipamento de usuário (UE) operativo paracomunicar com uma primeira rede visitada para enviar umasolicitação para estabelecer uma chamada de Voz sobreProtocolo Internet de emergência, e para comunicar com umasegunda rede visitada, selecionada pela primeira redevisitada, para a chamada VoIP de emergência.
54. Equipamento de usuário (UE) , de acordo com ,!areivindicação 53, e operativo também para receber daprimeira rede visitada uma identidade de um servidor deProtocolo de Iniciação de Sessão (SIP) na segunda redevisitada, e para realizar estabelecimento de chamada com oservidor SIP para estabelecer a chamada VoIP de emergênciacom a segunda rede visitada.
55. Equipamento de usuário (UE), de acordo com areivindicação 53, em que a chamada VoIP de emergência ;éenviada da primeira rede visitada para a segunda redevisitada.
56. Equipamento de usuário (UE), de acordo com areivindicação 53, em que a chamada VoIP de emergência éencaminhada para um Ponto de Resposta de Segurança Pública(PSAP) com base em um Número de Roteamento de Localização(LRN).
57. Equipamento de usuário (UE) operativo paracomunicar com uma rede visitada para enviar uma solicitaçãopara estabelecer uma chamada de Voz sobre ProtocoloInternet (VoIP) de emergência, para realizar autenticaçãode um servidor de localização selecionado pela redevisitada para a chamada VoIP de emergência, e parainteragir com o servidor de localização para obter pelomenos uma estimativa de posição para o UE para a chamadaVoIP de emergência.
58. Equipamento de usuário (UE), de acordo com areivindicação 57, e operativo também para receber doservidor de localização uma mensagem para iniciarprocessamento de localização e para autenticar o servidorde localização se a mensagem indicar processamento delocalização para uma chamada de emergência e o UE estiverengajado na chamada VoIP de emergência.
59. Equipamento de usuário (UE), de acordo com "areivindicação 57, e operativo também para realizarautenticação de chave pública de Segurança de Camada deTransporte (TLS) utilizando um certificado de chave raizpública armazenado no UE para verificar uma chave públicado servidor de localização.
60. Equipamento de usuário (UE), de acordo com areivindicação 57, e operativo também para gerar uma chavepré-compartilhada (PSK) com base na informação seguradisponível no UE e na rede visitada, e para realizarautenticação utilizando a chave pré-compartilhada.
61. Equipamento de usuário (UE), de acordo com areivindicação 57, e operativo também para realizarautenticação com base na Arquitetura de Auto-carregamentoGenérica (GBA).
62. Equipamento de usuário (UE), de acordo com areivindicação 57, e operativo também para realizarautenticação de acordo com a Localização de Plano deUsuário Seguro (SUPL) Versão 1.0 ou X.S0024.
BRPI0614520-5A 2005-08-02 2006-08-02 Suporte de chamada de emergência voip BRPI0614520B1 (pt)

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