BRPI0614616A2 - cateter traqueal de multilúmen para impedir a contaminação cruzada - Google Patents

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BRPI0614616A2
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Edward B Madsen
Scott M Teixeira
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Kimberly Clark Co
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Abstract

CATETER TRAQUEAL DE MULTILúMEN PARA IMPEDIR A CONTAMINAçãO CRUZADA. é descrito um tubo traqueal de multilúmen (12) ou cateter. O tubo (12) tem uma pluralidade de lumens de entrada (44) e saída (45), cada um tendo um orifício de sucção (40) ou descarga (41) como apropriado. Pelo menos um colar rotativo (38) é fornecido, O colar (38) _ é capaz de selecionar várias combinações de orifícios de sucção (40) e de descarga (41) sem aumentar a probabilidade de contaminação cruzada.

Description

"CATETER TRAQUEAL DE MULTILÚMEN PARA IMPEDIR ACONTAMINAÇÃO CRUZADA"
ANTECEDENTES
A presente invenção refere-se a um tubo traquealusado para ventilação mecânica de um paciente hospitalar,pela inserção do tubo dentro da traquéia do paciente. Emparticular, a presente invenção refere-se a um tubo traquealtendo meios para irrigar e/ou evacuar fluidos contaminadosse acumulando acima do punho do tubo traqueal e desse modoreduzir o risco de tais fluidos contaminados que entram nospulmões do paciente.
A intubação traqueal envolve a inserção de um dis-positivo tubular, conhecido como tubo traqueal, dentro datraquéia de um paciente. O tubo traqueal passa através datraquéia e termina em uma posição acima da Carina, anteriora uma posição entre a segunda e quarta vértebras torácicas.
Os gases podem então ser introduzidos através do tubo tra-queal e dentro dos pulmões do paciente.
Os propósitos primários da intubação traqueal sãoventilar mecanicamente os pulmões do paciente, quando umadoença impede o paciente de ventilação induzida por respira-ção normal, ou aplicar gases anestésicos durante intervençãocirúrgica. A fim de criar pressão de ar suficiente para rea-lizar tal ventilação mecânica e para impedir o escape de ga-ses além do tubo, é necessário vedar a passagem em torno dotubo traqueal. Uma vedação pode ser produzida pelo uso de umpunho inflável formado integralmente com e circundando o tu-bo traqueal. Quando o. tubo traqueal foi introduzido dentroda traquéia do paciente, o punho inflável estará normalmentelocalizado cerca de 3 a 5 centímetros acima da carina, edentro da traquéia do tipo tubo.
O punho inflável é então inflado de modo a engatara parede da traquéia e desse modo vedar a traquéia e impedirgases sendo introduzidos através do tubo traqueal de sim-plesmente refluir em torno do tubo. Enquanto o tratamentodeste tipo provou ser bem sucedido para pacientes tendo do-enças respiratórias crônicas ou agudas, existe um riscoconstante de várias complicações.
Em particular, muitos pacientes que recebem intu-bação traqueal desenvolvem pneumonia, que resulta de uma in-fecção dos pulmões, possivelmente induzida por fluidos empo-çados contaminados que entram na traquéia e nos pulmões de-pois de desviar da epiglote durante a intubação. Os fluidospodem estar na forma de saliva, sangue, secreções, alimentoe conteúdos do estômago, mesmo medicamentos. A epiglote nor-malmente opera como uma válvula que fecha seletivamente aentrada para a traquéia e pulmões, para impedir a introduçãode secreções e matéria particulada. No entanto, quando umtubo traqueal está no lugar, a epiglote é mantida em uma po-sição aberta, e secreções que normalmente seriam direciona-das para longe da traquéia e para dentro do sistema digesti-vo, em vez de seguir a trajetória do tubo traqueal e empoçaracima do punho inflável do tubo traqueal.
O risco maior de tais fluidos infecciosos atingi-rem os pulmões é a aspiração destes fluidos além do punho dotubo traqueal durante o episódio de ventilação mecânica. Umrisco adicional em particular é quando a necessidade de in-tubação endotraqueal termina, o punho inflável do tubo endo-traqueal é esvaziado de modo que o tubo endotraqueal possaser retirado, os fluidos infecciosos que se acumularam acimado punho inflável são liberados e fluem livremente dentro davia aérea inferior onde bronquite e pneumonia podem desen-volver mais rapidamente.
Para superar estes riscos, é conhecido na técnicaanterior combinar um único tubo de sucção de lúmen com umtubo traqueal. O tubo de sucção é unido ao tubo traqueal emuma maneira adequada, a extremidade do tubo de sucção termi-nando em uma posição acima do punho inflável. No entanto,tais dispositivos da técnica anterior têm a desvantagem queo uso de um lúmen único para o tubo de sucção freqüentementecausa sucção direta a ser exercida na mucosa traqueal quepode então resultar em dano à mucosa.
A Patente U.S. N°. 4.840.173 para Porter III, des-creve um tubo endotraqueal tendo um único tubo de sucção delúmen incorporado no mesmo. Em particular, esta patente des-creve um dispositivo em que o tubo de sucção é laminado parao exterior do tubo de ventilação, de modo que o tubo de suc-ção termina em uma posição logo acima do punho inflável. 0tubo de sucção inclui múltiplas aberturas que podem ser usa-das para evacuar as secreções que empoçam acima do punho in-fiável. Em adição, o punho inflável inclui uma seção imedia-tamente adjacente à extremidade do tubo de sucção que é me-nos flexível que o resto do punho inflável, para assegurarque o material flexível do punho inflável não é sugado con-tra as aberturas de tubo de sucção. 0 tubo endotraqueal des-crito na patente de Porter III tem as desvantagens notadasacima, que o único tubo de sucção de lúmen pode exercer suc-ção na mucosa traqueal e desse modo causar dano à mucosa.
Adicionalmente, o dispositivo de Porter III é de um desenhorelativamente complexo, exigindo processamento difícil, queresulta em produção dispendiosa.
A Patente U.S. N°. 5.143.062, emitida para Pec-kham, descreve um tubo endotraqueal compreendendo um lúmenduplo através do qual o ar pode ser circulado, criando umasucção suave indireta através de um ilho de sucção se comu-nicando com as extremidades distais dos lúmens, e localiza-das em uma posição proximal ao punho de inflação. Este dese-nho, no entanto, não fornece sucção adequada necessária paraaspirar secreções e é facilmente obstruído.
As referências de patente indicadas acima falhamem tratar adequadamente a sucção de secreções que se empoçamacima do punho inflável em uma maneira que é suficiente pararealizar a tarefa mas não é tão forte de modo a causar danoà mucosa. Além do mais, estas referências e outros tubos en-dotraqueal e traqueal convencionais carecem de habilidadepara sucção de ambas estas secreções, mesmo quando um paci-ente é virado de acordo com o protocolo de prevenção de de-cúbito instituído nacionalmente., Isto é, eles falham emfornecer capacidades de sucção alternativas na eventualidadedo paciente ser virado ou na eventualidade do lúmen de suc-ção desejado estar obstruído por secreções.
Como os dispositivos antecedentes falham em des-crever um sistema de tubo traqueal e cateter de sucção tendoestas características estruturais, a necessidade de tal dis-positivo é evidente. A presente invenção trata isto forne-cendo um sistema de tubo traqueal de multilúmen e cateter desucção compreendendo um dispositivo que permite que a equipecirúrgica direcione a sucção para qualquer número de lumensdentro do tubo traqueal.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção aperfeiçoa um tubo traqueal.Em uma modalidade, um tubo traqueal é fornecido tendo umacânula que por sua vez tem uma extremidade distai e uma ex-tremidade proximal. A cânula tem pelo menos um lúmen de en-trada dentro da cânula tendo um orifício de sucção, o orifí-cio de sucção está localizado distai da extremidade proxi-mal. Também, a cânula tem pelo menos um lúmen de saída den-tro da cânula em não comunicação com o pelo menos um lúmende entrada, o pelo menos um lúmen de saída tem um orifíciode descarga, o orifício de descarga está também localizadodistai da extremidade proximal. Uma entrada para introduzirum agente terapêutico externamente aplicado ou método, éfornecida no pelo menos um lúmen de entrada e uma saída paraa saída de fluidos é fornecida a partir do pelo menos um lú-men de saída. Em algumas modalidades, a cânula é feita deuma primeira parede e uma segunda parede, que é concêntricacom a primeira parede. A primeira parede circunda e defineum lúmen de ventilação que é adjacente a uma primeira super-fície. A primeira parede é fixada em uma segunda superfícieem uma primeira superfície da segunda parede por pelo menosduas divisórias. O pelo menos um lúmen de entrada é definidapela segunda superfície da primeira parede, a primeira su-perfície da segunda parede,m e as primeiras superfícies daspelo menos duas divisórias. 0 pelo menos um lúmen de saída édefinido pela segunda superfície da primeira parede, a pri-meira superfície da segunda parede, e as segundas superfí-cies das pelo menos duas divisórias.
Nestas modalidades, é fornecido um colar que cir-cunda a cânula e sobrepõe cada entrada e saída. 0 colar éposicionável de modo a habilitar e desabilitar seletivamentecomunicação fluida através de cada lúmen entre seu orifícioe sua entrada ou saída. Em algumas modalidades, são forneci-dos dois colares. Um primeiro colar circundando a cânula esobrepondo a entrada, e um segundo colar circundando a cânu-Ia e sobrepondo a saída é fornecido. Cada colar é posicioná-vel de modo a habilitar e desabilitar seletivamente a comu-nicação fluida através de cada lúmen entre seu orifício esua entrada ou saída. Um punho inflável que circunda a cânu-la na extremidade distai é também fornecido. O punho inflá-vel é adaptado para vedar a traquéia de um paciente, a en-trada e saída sendo proximal ao punho inflável.
Em outra modalidade, um tubo traqueal é fornecido.O tubo traqueal tem uma cânula que possui uma extremidadedistai e uma extremidade proximal. Uma pluralidade de lumensde entrada é fornecida dentro da cânula, cada um tendo umorifício de sucção localizado distai da extremidade proximale uma entrada localizada proximal à extremidade proximal.
Uma pluralidade de lumens de saída é também fornecida dentroda cânula, cada um tendo um orifício de descarga localizadodistai da extremidade proximal e uma saída localizada proxi-mal à extremidade proximal. Cada lúmen de entrada é mantidoem não comunicação fluida com cada lúmen de saída de modo aminimizar a contaminação cruzada de qualquer lúmen de entra-da com qualquer lúmen de saída. Um seletor manipulável porusuário é fornecido para habilitar e desabilitar seletiva-mente o fluxo de fluido através de pelo menos um lúmen deentrada, pelo menos um de um lúmen de saída, ou ambos. 0 se-letor manipulável pelo usuário pode ser um colar rotativorotativamente afixado na cânula e sobrepondo todas as entra-das e saídas. O colar propriamente conteria um primeiro e umsegundo orifício através do mesmo. A rotação do colar alinhao primeiro orifício com a entrada de um lúmen de entrada se-lecionado pelo usuário enquanto alinha automaticamente o se-gundo orifício com a saída de um lúmen de saída correspon-dente. Em muitas modalidades, um guia é acoplado à cânula. Oguia sobrepõe todas as entradas e saídas e tem aberturas a-linhadas com cada entrada e saída. O colar é rotativamentefixado no guia. Em cada modalidade tendo um guia, uma veda-ção à prova de fluido é fornecida entre o colar e o guia.
Em outras modalidades, o seletor manipulável porusuário é configurado como um primeiro e um segundo colarrotativo. Cada um é afixado na cânula, o primeiro colar so-brepondo todas as entradas, o segundo colar sobrepondo todasas saídas. Cada colar tem pelo menos um orifício através domesmo, em que a rotação do primeiro colar linha o pelo menosum orifício com a entrada de um lúmen de entrada selecionadopelo usuário e a rotação do segundo colar alinha o pelo me-nos um orifício com a saída de um lúmen de saída selecionadopelo usuário. Para esta modalidade, um guia pode ser acopla-do à cânula sobrepondo todas as entradas e saídas. 0 guiateria aberturas alinhadas com cada entrada e saída, o pri-meiro e o segundo colar seria rotativamente fixados no guia.
Em modalidades alternativas, um primeiro e um segundo guiapodem ser acoplados na cânula. 0 primeiro guia por exemplosobreporia todas as entradas, e o segundo guia sobreporiatodas as saídas. Cada guia seria fornecido com aberturas a-linhadas com cada entrada e saída respectivamente, i primei-ro colar seria rotacionalmente fixado no primeiro guia e osegundo colar seria rotativamente fixado no segundo guia.
Em cada modalidade, o lúmen de entrada permitiriaa introdução de um agente ou método terapêutico externamenteaplicado para ser introduzido em um paciente dentro do qualo tubo traqueal é colocado. 0 lúmen de saída permitiria asucção de fluidos de um paciente dentro do qual o tubo tra-queal é colocado. Adicionalmente, um lúmen de ventilação se-ria fornecido. Em muitas modalidades, os lumens de entrada esaída seriam radialmente dispostos em torno de um diâmetroexterno do lúmen de ventilação. Um punho inflável circundan-do a cânula na extremidade distai adaptado para vedar a tra-quéia de um paciente seria fornecido em muitas modalidadestambém. As entradas e saídas das cânulas seriam proximal aopunho inflável. Além do mais, um lúmen de inflação para in-flar e desinflar seletivamente o punho inflável seria fornecido.Outros objetivos, vantagens e aplicações da pre-sente invenção se tornarão claros pela descrição detalhadaseguinte de uma modalidade preferida da invenção e os dese-nhos anexos em que os numerais de referência referem-se aestruturas iguais ou equivalentes.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma ilustração diagramática de umamodalidade de um cateter de multilúmen colocado dentro de umpaciente de acordo com a presente invenção;
a Figura 2 é uma vista isométrica do cateter demultilúmen da Figura 1 em uma configuração reta;
a Figura 3 é um recorte do cateter de multilúmenda Figura 1 visto através da linha central axial do cateterde multilúmen de modo a representar as passagens através domesmo;
a Figura 4 é uma ilustração diagramática de umamodalidade alternativa do cateter de multilúmen da Figura 1de modo a representar as passagens através do mesmo;
a Figura 5 é um recorte de ainda outra modalidadealternativa do cateter de multilúmen da Figura 1 visualizadaatravés da linha central axial do cateter de multilúmen demodo a representar as passagens através do mesmo;
a Figura 6 é um recorte parcial de ainda outra mo-dalidade do cateter de multilúmen da Figura 1 representandouma configuração de orifício possível;
a Figura 7 é uma vista isométrica de uma modalida-de alternativa do cateter de multilúmen da Figura 1 em umaconfiguração reta; ea Figura 8 é um recorte lateral do cateter de mul-tilúmen da Figura 1 visto através da linha central radial docateter de multilúmen, perpendicular à representação da Fi-gura 3, de modo a representar o guia e o colar.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Será feita agora referência aos desenhos em que osvários elementos da presente invenção serão fornecidos comdesignações numerais e em que a invenção será discutida demodo a permitir que alguém versado na técnica fazer e usar ainvenção. Será entendido que a descrição seguinte é somenteexemplar dos princípios da presente invenção, e não deve servisualizada como reduzindo as reivindicações pendentes. A-queles versados na técnica apreciarão que os aspectos dasvárias modalidades discutidas podem ser trocadas e modifica-das sem se afastar do escopo e espírito da invenção.
Referindo-se à Figura 1, um tubo traqueal 12 é re-presentado se estendendo através da boca 14 e a traquéia 16do sistema respiratório do paciente 10. 0 tubo traqueal 12termina em uma extremidade distai 18, bem acima do ponto 2 0na primeira bifurcação de traquéia 16 dentro do pulmão di-reito 22 através do brônquio do tronco principal direito edentro do pulmão esquerdo 2 6 através do brônquio do troncoprincipal esquerdo 28. Tais sub-derivações do brônquio detronco principal são mostradas na Figura 1 para propósitosilustrativos em relação à sub-derivação do brônquio de tron-co principal esquerdo 24 dentro do pulmão esquerdo 26.
A extremidade distai 18 do tubo traqueal 12 é for-necida com um balão 30 que, quando inflado, engata as pare-des da traquéia 16 para facilitar a ventilação mecânica dopaciente 10 através de um conector 32 acoplado a um adapta-dor de tubo traqueal padrão 34 na extremidade proximal 3 6 dotubo traqueal 12. Como será entendido por aqueles versadosna técnica, o ar do aparelho de ventilação para o paciente10 entra no tubo traqueal 12 através de uma perna do conec-tor 32, e correspondentemente, o ar é retornado para o apa-relho de ventilação a partir do paciente 10 através de umasegunda perna do conector.
Olhando agora para a Figura 2, pode-se ter umavista mais detalhada do tubo traqueal 12. Esta vista repre-senta o tubo 12 em uma configuração reta. Um colar 3 8 é po-sicionado no tubo 12. 0 colar 38 roda parcialmente o tubo oucânula e prove o usuário ou equipe médica com uma habilidadede selecionar funcionalidades como explicado em mais deta-lhes abaixo.
Uma pluralidade de orifícios de sucção 40 é forne-cida em localizações desejáveis ao longo do tubo 12. Em al-gumas modalidades, uma parte dos orifícios de sucção 40 estálocalizada acima do balão 30, isto é, entre o balão 30 e aextremidade proximal 36, enquanto outra parte está localiza-da abaixo do balão 30, isto é, entre o balão 30 e a extremi-dade distai 18. Algumas modalidades podem ter orifícios desucção 40 em somente um lado do balão 30. Igualmente, umapluralidade de orifícios de descarga 41 é também fornecidaem localizações de descarga 41 é também fornecida em loca-lizações desejáveis ao longo do tubo 12. Em algumas modali-dades, uma parte destes orifícios de descarga 41 está tambémlocalizada acima do balão 30, enquanto outra parte está lo-calizada abaixo do balão 30. Similarmente, em algumas moda-lidades, os orifícios de descarga 41 podem estar localizadosem somente um lado do balão 30.
Como mostrado na Figura 3, o tubo 123 é configura-do como uma cânula com uma pluralidade de lumens internosque se estendem pelo menos parcialmente ao longo do compri-mento do tubo 12. No exemplo da Figura 3, um lúmen de venti-lação 42 é fornecido no centro do tubo 12. Circundando o lú-men de ventilação 42 está üma pluralidade de lumens, inclu-indo lumens de entrada 44 e lumens de saída 45. Muitas moda-lidades, tal como a modalidade da Figura 3, contêm uma plu-ralidade de tais lumens 44 e 45 dispostos radialmente emtorno do lúmen de ventilação 42. Uma primeira parede 46 se-para o lúmen de ventilação 42 d cada lúmen 44 e/ou 45. Nestamodalidade, uma segunda parede 4 8 forma a parede exterior dotubo 12. Uma pluralidade de divisórias 50 é fornecida paraseparar cada lúmen 44 e 45 um do outro. Cada uma destas pa-redes e divisórias pode ser criada por meio de extrusão domaterial que compreende o tubo através de uma matriz apro-priada durante a formação do tubo 12 e como tal pode efeti-vamente ser considerado como um componente único tendo umapluralidade de lumens situados no mesmo. Em qualquer caso, acolocação de lumens em um tubo traqueal é um processo queseria entendido por aqueles versados na técnica.
Como visto na Figura 3, lumens adicionais, por e-xemplo um lúmen de inflação 52. O lúmen de inflação 52 co-necta o balão 30 em alguns meios capazes de inflar o balão,mantendo assim o tubo traqueal 12 adequadamente vedado e po-sicionado desejavelmente dentro da traquéia 16. Pode servisto nesta figura que os lumens de entrada 44 são dispostosem um grupo. Igualmente, os lumens de saída 4 5 são dispostosem um grupo também. Isto é, o colar 38 pode se alinhar umlúmen de entrada 44 com um lúmen de saída pré-designado ecorrespondente 45. Como tal, o colar 38 é capaz de rodar a-proximadamente cerca de 180 graus em torno do tubo 12. Umguia 54 pode também ser fornecido, dentro do qual o colar 3 8é permitido rodar.
Olhando em mais detalhes na Figura 3, pode servisto que existem quatro lumens de entrada, designados 44a-de quatro lumens de saída correspondentes, designados 45a-d,respectivamente. Cada um destes lumens é diametralmente o-posto a uma contraparte, isto é, o lúmen 44a é diametralmen-te oposto ao lúmen 45a, e assim em diante. Deve ser entendi-do que esta rotulagem significa somente para ilustrar quenesta modalidade, para cada lúmen de entrada 44 existe umlúmen de saída correspondente diametralmente oposto um aooutro.
Voltando agora a uma modalidade alternativa comomostrado na vista de seção transversal na Figura 4, pode servisto que existe um total de seis posições sobre cada hemis-fério do tubo 12. Cada posição é designada Pl a P6, respec-tivamente. É claro, que podem existir mais ou menos que seisposições, a modalidade ilustrada significa simplesmente i-lustrar o conceito em princípio. Portanto, olhando para um,por sua vez, pode ser visto que a primeira posição, ou PI,contém o lúmen de inflação 52 e nenhum lúmen de entrada oulúmen de saída 44 ou 45 correspondente, respectivamente. P2contém o lúmen de saída 4 5d mas nenhum lúmen de entrada cor-respondente. As posições P3, P4 e P5 contêm cada um de umlúmen de entrada correspondente 44a e 45a, 44b e 45b, e 44ce 45c respectivamente. P6, similar a Pl contém um lúmen deentrada 44d, mas nenhum lúmen de saída correspondente.
A Figura 5 ilustra uma vista parcial recortada damodalidade da Figura 4. Nesta figura, o colar 38 é tambémrepresentado, e junto com a descrição seguinte deve ser evi-dente para alguém versado na técnica de que maneira o dispo-sitivo funciona. Como mostrado, os lumens de entrada e saída44 e 45 são dispostos radialmente em torno do lúmen de ven-tilação 42. Cada lúmen de entrada 44 contém uma entrada 56,enquanto cada lúmen de saída 45 contém uma saída 58. O colar38 tem um conduto dedicado 60 para os lumens de entrada 44bem como um segundo conduto dedicado 60 para os lumens desaída 45. Cada conduto 60 é usado para passar fluidos dentrodo paciente 10 por meio de lumens de entrada 44, ou para ex-trair fluidos do paciente 10 por meio dos lumens de saída45. Cada conduto tem uma passagem 62 que leva de um pontoadjacente à segunda parede 48 para um ponto distai da segun-da parede. Rodar o colar 38 em torno do tubo 12 alinha sele-tivamente a passagem 62 com cada conduto 60 com um lúmen deentrada específico 44 e seu lúmen de saída correspondente 45permitindo assim o fluxo para dentro e para fora do lúmenespecífico quando apropriado de modo que pode realizar suafunção pretendida.Olhar para cada posição Pl a P6, fornece um enten-dimento melhor desta modalidade particular da invenção. Podeser visto que rodar o colar 38 de modo que as passagens 62nos condutos 60 são posicionadas em Pl efetivamente obstruiambas as passagens 62, e como tal, nenhum fluxo para dentroou para fora da cânula ocorreria. Rodar o colar 38 de modoque as passagens 62 nos condutos 60 são posicionadas em P2,alinha uma das passagens 62 com um lúmen de saída 45, nestecaso lúmen de saída 45d. A segunda passagem 62 é obstruídano entanto e não alinhada com um lúmen de entrada. Esta po-sição permite que o operador ou equipe médica sugue fluidosdo paciente 10 sem perder a sucção tendo uma trajetória a-berta através de um lúmen de entrada 44. Rodar o colar 38para qualquer uma das posições P3, P4 ou P5, alinha as pas-sagens 62 nos condutos 60 com lúmen de entrada 44a e lúmende saída 45a, lúmen de entrada 44b e lúmen de saída 45b, elúmen de entrada 44c e lúmen de saída 45c, respectivamente.Qualquer uma destas orientações permite o operador introdu-zir fluidos dentro do sistema respiratório do paciente e su-gá-los durante a mesma operação. Por exemplo, o operador po-de desejar introduzir uma solução anti-microbiana para redu-zir o potencial de infecção. Em tais casos, pode ser desejá-vel introduzir o fluido e sugá-lo em um período de tempo re-lativamente curto. P6 alinha uma das passagens 62 com umlúmen de entrada 44, neste caso o lúmen de entrada 44d. Asegunda passagem 62 é obstruída e não alinhadas com um lúmende saída. Esta posição permite que o operador ou equipe mé-dica introduza fluidos, tal com a medicação, no paciente 10sem sugar imediatamente o remédio do paciente 10. Pode servisto na ilustração da Figura 4 que o movimento do colar 38sobre as posições Pl a P6 realiza uma revolução parcial emtorno do cubo 12 de aproximadamente 180 graus.
A descrição acima fornece uma posição completamen-te obstruída, PI, uma posição somente de sucção, P2, e umaposição somente de introdução, P6, respectivamente. No en-tanto, deve ser entendido que os dispositivos propriamenteditos que realizam a sucção e/ou introdução de fluidos nãoformam parte da invenção e assim não são descritos. Contudo,cada um destes dispositivos provavelmente seria fornecidocom meios para habilitá-los e desabilitá-Ios. Adicionalmen-te, não é necessário que tais dispositivos sejam conectadosem cada um ou em ambos os condutos 60. . Como tal, o fluxode fluido através de qualquer um dos lumens pode ser contro-lado independentemente pelos dispositivos que são conectadosem cada um dos dois condutos, independente da função preten-dida do lúmen específico. Através deste, modalidade repre-sentada na Figura 3 é capaz de uma posição de não fluxo, umaposição somente de sucção, e/ou uma posição somente de des-carga.
Ainda outra modalidade alternativa como mostradana Figura 6 seria capaz de rotação de 360 graus do colar 38em torno do tubo 12. Nesta modalidade, o colar 38 contém umúnico conduto 60 tendo passagens separadas 62a e 62b atravésda mesma. Estas passagens 62a e 62b são ilustradas como es-tando lado a lado e adjacente uma a outra, separadas por umdivisor 64. No entanto, outras disposições, tal como coaxi-al, também são consideradas. Em qualquer caso, as passagens62a e 62b se alinham com os lumens 44 e 45, respectivamen-te. Diferente das modalidades das Figuras 3 e 4, que opõemdiametralmente aos lumens de entrada 44 com os lumens de sa-ida 45, esta modalidade os coloca em disposição em pares quese repete em torno da circunferência do tubo 12. Uma vanta-gem desta modalidade é que a irrigação ou introdução defluidos pode ser feita em proximidade estreita da sucção seiso é desejável ou necessário e se os orifícios 40 e 41 es-tão próximos um do outro.
A Figura 7 representa ainda outra modalidade. Nes-ta modalidade, os lumens de entrada 44 e os lumens de saída45 podem estar dispostos em qualquer configuração adequada,incluindo aquelas mostradas nas Figuras 3, 4 e 6. Nesta mo-dalidade, no entanto, um segundo colar 39 é fornecida. Umcolar, por exemplo, o colar 38 é adaptado para alinhar so-mente com as entradas 56 dos lumens de entrada 44 enquanto ocolar 39 é adaptado para se alinhar somente com as saídas 58dos lumens de saída 45. De outro modo, os colares 38 e 39bem como os lumens 44 e 45 operam ma mesma maneira exata queaquelas descritas acima.
Deve ser visto em qualquer uma das modalidadesdescritas acima, que rodando o colar 38 e/ou 39 em uma posi-ção desejada, o usuário ou equipe médica é fornecido com ummeio selecionável com o qual adicionar ou sugar fluidos dopaciente 10. Em algumas modalidades, a passagem ou passagens62 dentro do colar 3 8 pode ser configurada para acessar maisque um lúmen 44 ou 45 simultaneamente.Olhando finalmente para a Figura 8, uma vista re-cortada parcial normal à vista da Figura 3 representa a con-figuração interna de uma modalidade do colar 38 para clarezaadicional. Esta vista representa o tubo 12, o lúmen de ven-tilação 42, um lúmen de entrada 44a separado do lúmen deventilação pela primeira parede 46 e limitado no lado opostopela segunda parede 48. Igualmente, o lúmen de saída corres-pondente 45a é representado também. Ele também é separado dolúmen de ventilação pela primeira parede 46 e limitado nolado oposto pela segunda parede 48. Como é evidente, a en-trada 56 pode ser vista claramente como formando uma passa-gem através da segunda parede 48 dentro do lúmen de entrada44a enquanto a saída 58 pode ser vista claramente como for-mando uma passagem através da segunda parede 4 8 dentro dolúmen de saída 45a. Detalhes com relação ao guia 54 bem comoao colar 38 podem ser vistos. Como pode ser visto, em algu-mas modalidades, o guia 54 é preso no tubo 12 tal que o mo-vimento rotacional do guia com relação ao tubo é impedido,Medidas apropriadas devem ser tomadas para assegurar que ocolar 38 é capaz de rotação com respeito ao guia 54. Por e-xemplo, pode ser usada uma interface com flange 66 entre osdois componentes. Tal interface deve ser à prova de fluidode modo a não permitir vazamento de ar dentro do sistemaquando da sucção ou ter vazamento de fluido do sistema parao ambiente. Como tal, aqueles versados na técnica entenderi-am e seriam capazes de fornecer uma vedação à prova de flui-do para estas áreas.
Durante o uso, o colar 38, e 39 se fornecido, se-ria rodado para a posição desejada. Um indicador 68, por e-xemplo, tal como aquele representado na Figura 3 pode serfornecido. Um indicador permitiria um usuário alinhar apro-priadamente a passagem 62 dentro do conduto 60 com o lúmendesejado. Como tal, pode ser fornecido um indicador que cor-responde a cada lúmen. Em lugar de ou adição a, o colar 3 8pode ser feito para fechar com estalido, travar ou encaixarpor pressão em cada posição. Isto pode ser realizado porqualquer número de meios conhecidos daqueles versados natécnica. Como pode ser visto a partir das figuras, e a par-tir da descrição detalhada, cada lúmen é designado para ope-rar em somente uma direção. Isto é para impedir a contamina-ção cruzada dos lumens de entrada com os lumens de saída,bem como para minimizar a necessidade de refluxo de qualquerlúmen impedindo assim a re-introdução de contaminantes quecobrem qualquer lúmen de saída particular 45. Adicionalmen-te, em algumas modalidades, uma válvula de um sentido (nãomostrada) pode ser incluída, na trajetória de entrada, tra-jetória de saída, ou ambas de modo a impedir tal contamina-ção cruzada.
Como usado aqui e nas reivindicações, o termo"compreendendo" é inclusivo e não exclui elementos não cita-dos adicionais, componentes de composição, ou etapas de método.
Enquanto várias patentes foram incorporadas aquipor referência, existe qualquer inconsistência entre o mate-rial incorporado e aquele da especificação escrita, a espe-cificação escrita deve controlar. Em adição, enquanto a in-venção tenha sido descrita em detalhe com respeito às moda-lidades específicas da mesma, será evidente para aquelesversados na técnica que várias alterações, modificações eoutras mudanças podem ser feitas na invenção sem se afastardo espírito e escopo da presente invenção. É portanto pre-tendido que as reivindicações cobrem todas as tais modifica-ções, alterações e outras mudanças abrangidas pelas reivin-dicações anexas.

Claims (18)

1. Tubo traqueal, CARACTERIZADO pelo fato de quecompreende:uma cânula que tem uma extremidade distai e umaextremidade proximal;pelo menos um lúmen de entrada dentro da cânulatendo um orifício de sucção, o orifício de sucção localizadodistai da extremidade proximal;pelo menos um lúmen de saída dentro da cânula emnão comunicação com o pelo menos um lúmen de entrada, o pelomenos um lúmen de saída tendo um orifício de descarga, o o-rifício de descarga localizado distai da extremidade proximal;uma entrada para introduzir um agente terapêuticoexternamente aplicado ou método no pelo menos um lúmen deentrada; euma saída para a saída de fluidos a partir do pelomenos um lúmen de saída.
2. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a cânula compreende uma pri-meira parede e uma segunda parede, concêntrica com a primei-ra parede, a primeira parede circundando e definindo um lú-men de ventilação adjacente a uma primeira superfície, aprimeira parede sendo fixada em uma segunda superfície emuma primeira superfície da segunda parede por pelo menos du-as divisórias, o pelo menos um lúmen de entrada sendo defi-nido pela segunda superfície da primeira parede, a primeirasuperfície da segunda parede, e as primeiras superfícies daspelo menos duas divisórias, e o pelo menos um lúmen de saídasendo definido pela segunda superfície da primeira parede, aprimeira superfície da segunda parede, e as segundas super-fícies das pelo menos duas divisórias.
3. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende qualquer um de umapluralidade de lumens de saída, lumens de entrada ou ambos.
4. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um colar que cir-cunda a cânula e sobrepõe cada entrada e saída, o colar sen-do posicionável de modo a habilitar e desabilitar seletiva-mente a comunicação fluida através de cada lúmen entre seuorifício e sua entrada ou saída.
5. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um primeiro colarcircundando a cânula e sobrepondo a entrada, e um segundocolar circundando a cânula e sobrepondo a saída , cada colarsendo posicionável de modo a habilitar e desabilitar seleti-vamente a comunicação fluida através de cada lúmen entre seuorifício e sua entrada ou saída.
6. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um punho inflávelque circunda a cânula na extremidade distai, o punho inflá-vel adaptado para vedar a traquéia de um paciente, a entradae saída sendo proximal ao punho inflável.
7. Tubo traqueal, CARACTERIZADO pelo fato de quecompreende:uma cânula que possui uma extremidade distai e umaextremidade proximal;uma pluralidade de lumens de entrada dentro da câ-nula, cada um tendo um orifício de sucção localizado distaida extremidade proximal e uma entrada localizada proximal àextremidade proximal;uma pluralidade de lumens de saída dentro da cânu-la, cada um tendo um orifício de descarga localizado distaida extremidade proximal e uma saída localizada proximal àextremidade proximal; cada lúmen de entrada é mantido em nãocomunicação fluida com cada lúmen de saída de modo a minimi-zar a contaminação cruzada de qualquer lúmen de entrada comqualquer lúmen de saída;um seletor manipulável por usuário para habilitare desabilitar seletivamente o fluxo de fluido através de pe-lo menos um lúmen de entrada, pelo menos um de um lúmen desaída, ou ambos.
8. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 7,CARACTERIZADO pelo fato de que o seletor manipulável pelousuário compreende um colar rotativo rotativamente afixadona cânula e sobrepondo todas as entradas e saídas, o colarcompreendendo um primeiro e um segundo orifício através domesmo, em que a rotação do colar alinha o primeiro orifíciocom a entrada de um lúmen de entrada selecionado pelo usuá-rio, enquanto alinha automaticamente o segundo orifício coma saída de um lúmen de saída correspondente.
9. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 8,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um guia acoplado âcânula sobrepondo todas as entradas e saídas, o guia tendoaberturas alinhadas com cada entrada e saída, o colar rota-tivamente fixado no guia.
10. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende uma vedação àprova de fluido entre o colar e o guia.
11. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que o seletor manipulável porusuário compreende um primeiro e um segundo colar rotativo,cada um rotativamente afixado na cânula, o primeiro colarsobrepondo todas as entradas, o segundo colar sobrepondo to-das as saídas, cada colar tem pelo menos um orifício atravésdo mesmo, em que a rotação do primeiro colar alinha o pelomenos um orifício com a entrada de um lúmen de entrada sele-cionado pelo usuário e a rotação do segundo colar alinha opelo menos um orifício com a saída de um lúmen de saída se-lecionado pelo usuário.
12. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um guia aco-plado à cânula sobrepondo todas as entradas e saídas, o guiatendo aberturas alinhadas com cada entrada e saída, o pri-meiro e o segundo colar seria rotativamente fixados no guiae compreendendo uma vedação à prova de fluido entre cada co-lar e o guia.
13. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um primeiro eum segundo guia acoplados na cânula, o primeiro guia sobre-pondo todas as entradas, e o segundo guia sobrepondo todasas saídas, cada guia tendo aberturas alinhadas com cada en-trada e saída respectivamente," o primeiro colar rotacional-mente fixado no primeiro guia e compreendendo uma vedação àprova de fluido entre o colar e o guia, e o segundo colarrotativamente fixado no segundo guia e compreendendo uma ve-dação à prova de fluido entre o colar e o guia.
14. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que o lúmen de entrada permi-tiria a introdução de um agente ou método terapêutico exter-namente aplicado para ser introduzido em um paciente dentrodo qual o tubo traqueal é colocado.
15. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que o lúmen de saída permite asucção de fluidos de um paciente dentro do qual o tubo tra-queal é colocado.
16. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um lúmen deventilação, os lumens de entrada e saída sendo radialmentedispostos em torno de um diâmetro externo do lúmen de venti-lação.
17. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um punho inflá-vel circundando a cânula na extremidade distai adaptado paravedar a traquéia de um paciente, as entradas e saídas sendoproximais ao punho inflável, e um lúmen de inflação para in-fiar e desinflar seletivamente o punho inflável.
18. Tubo traqueal, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que qualquer uma da entrada esaída pode ser fechada seletivamente sozinha ou em combinação.
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