BRPI0614755A2 - estrutura de transmissão suportando programação de múltiplos usuários e transmissão mimo - Google Patents

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BRPI0614755A2
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Ivan Jesus Fernandez-Corbaton
Josef J Blanz
Wolfgang Granzow
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Qualcomm Inc
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Abstract

ESTRUTURA DE TRMISMISSAO SUPORTANDO PROGRAMAçãO DE MULTIPLOS USUARIOS E TRANSMISSAO MIMO Técnicas de transmissão de dados de uma forma a suportar a programação de múltiplos usuários, transmissão MIMO, e cancelamento de interferência são descritas. Uma estação base designa múltiplos segmentos de tempo de um TTI para pelo menos um terminal, mapeia os dados para cada terminal para pelo menos um segmento de tempo designado para o terminal, e espalha os dados em cada segmento de tempo com pelo menos um código de canalização utilizado no TTI. Um terminal recebe uma designação de pelo menos um segmento de tempo dentre múltiplos segmentos de tempo do TTI, obtém amostras de entrada para o pelo menos um segmento de tempo, e desespalha as amostras de entrada com o pelo menos um código de canalização utilizado no TTI.

Description

"ESTRUTURA DE TRANSMISSÃO SUPORTANDO PROGRAMAÇÃO DEMÚLTIPLOS USUÁRIOS E TRANSMISSÃO MIMO"
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente descrição se refere geralmente àcomunicação, e mais especificamente a técnicas para atransmissão de dados em uma rede de comunicação sem fio.
DESCRIÇÃO DA TÉCNICA ANTERIOR
Uma rede de comunicação de acesso múltiplo semfio pode se comunicar simultaneamente com múltiplosterminais em downlink e uplink. 0 downlink (ou link direto)se refere ao link de comunicação das estações base para osterminais, e o uplink (ou link reverso) se refere ao linkde comunicação dos terminais para as estações base.Múltiplos terminais podem receber simultaneamentesinalização e dados em downlink e/ou transmitir sinalizaçãoe dados em uplink. Isso pode ser alcançado pelamultiplexação das transmissões de forma que sejamortogonais com relação uma à outra (por exemplo, emdownlink) e/ou pelo controle da potência de transmissão decada transmissão para alcançar uma qualidade de sinalrecebido desejada para a transmissão enquanto se reduz ainterferência para outras transmissões (por exemplo, emuplink).
Uma estação base pode transmitir dados pairavários terminais dentro de sua área de cobertura. Paraaperfeiçoar o desempenho, é desejável que a estação baseseja capaz de programar um número variável de terminais emcada intervalo de tempo de transmissão (TTI) . Um TTI é amenor unidade de tempo através da qual um pacote de dadospode ser programado para transmissão para um ou maisterminais. Para se aperfeiçoar ainda mais o desempenho, aestação base pode utilizar múltiplas antenas paratransmitir múltiplas seqüências de dados simultaneamentepara os terminais. Essas seqüências de dados sãodistorcidas pelo ambiente de rádio e agem comointerferência uma para a outra em cada terminal recipiente.
A interferência prejudica a capacidade de cada terminal emrecuperar as seqüências de dados enviadas para o terminal.
Existe, portanto, uma necessidade na técnica dese criar técnicas para transmissão eficiente de dados paramúltiplos terminais.
RESUMO DA INVENÇÃO
As técnicas de transmissão de dados de forma asuportar a programação de múltiplos usuários, transmissãopor múltiplas entradas e múltiplas saldas (MIMO), ecancelamento de interferência, são descritas aqui. Astécnicas podem aperfeiçoar o desempenho.
De acordo com uma modalidade ilustrativa, umequipamento é descrito incluindo pelo menos um processadore uma memória. Os processadores designam múltiplossegmentos de tempo de um TTI para pelo menos um terminal,dados de mapa para cada terminal para pelo menos umsegmento de tempo designados para o terminal, e oespalhamento dos dados em cada segmento de tempo com pelomenos um código de canalização utilizado no TTI.
De acordo com outra modalidade ilustrativa, umequipamento é descrito incluindo pelo menos um processadore uma memória. Os processadores recebem uma designação depelo menos um segmento de tempo dentre múltiplos segmentosde tempo de um TTI, obtêm amostras de entrada para o pelomenos um segmento de tempo, e desespalham as amostras deentrada com pelo menos um código de canalização utilizadopelo TTI.
Vários aspectos e modalidades ilustrativas dainvenção são descritos com maiores detalhes abaixo.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOSA figura 1 ilustra uma rede de comunicação semfio;
A figura 2 ilustra um formato de quadro (frame)em W-CDMA;
A figura 3 ilustra um formato CDM para o HS-PDSCHem HSDPA;
A figura 4a ilustra um formato TDM para HS-PDSCHem HSDPA;
A figura 4b ilustra um formato TDM para o HS-PDSCH em HSDPA com MIMO;
A figura 5 ilustra uma transmissão ilustrativapara HSDPA com o formato TDM;
A figura 6 ilustra a designação de segmentos detempo em um TTI para terminais;
A figura 7 ilustra um diagrama de blocos de umaestação base e um terminal;
A figura 8 ilustra um processador de dados TX eum processador espacial TX;
A figura 9 ilustra um processador RX comcancelamento de interferência sucessivo;
A figura 10 ilustra um processo realizado pelaestação base para transmissão em downlink;
A figura 11 ilustra um processo realizado peloterminal para receber a transmissão em downlink.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
O termo "ilustrativo" é utilizado aqui parasignificar "servindo como um exemplo, caso, ou ilustração".Qualquer modalidade ilustrativa descrita aqui como"ilustrativa" não deve ser necessariamente considerada comopreferida ou vantajosa sobre outras modalidadesilustrativas.
A figura 1 ilustra uma rede de comunicação semfio 100 com múltiplas estações base 110 e múltiplosterminais 120. Uma estação base é geralmente uma estaçãofixa que se comunica com os terminais e também pode serreferida como um Nó B, um ponto de acesso, um subsistematransceptor de base (BTS), ou alguma outra terminologia.
Cada estação base 100 fornece cobertura de comunicação parauma área geográfica em particular e suporta a comunicaçãopara os terminais localizados dentro da área de cobertura.
Um controlador de sistema 130 acopla às estações base 110 efornece coordenação e controle para essas estações base. Ocontrolador de sistema 130 pode ser uma entidade de redeúnica ou uma coleção de entidades de rede.
Os terminais 120 podem ser distribuídos por todoo sistema, e cada terminal pode ser estacionário ou móvel.
Um terminal também pode ser referido como um equipamento deusuário (UE), uma estação móvel (MS), um terminal de acesso(AT), uma unidade de assinante, uma estação (STA) , òualguma outra terminologia. Um terminal pode ser um telefonecelular, um dispositivo sem fio, um assistente digitalpessoal (PDA), um dispositivo portátil, um modem sem fio,um computador laptop, e assim por diante. Um terminal podese comunicar ativamente com uma estação base (comoilustrado por uma linha sólida com setas duplas) ou podereceber piloto e sinalização de permuta com uma estaçãobase (como ilustrado por uma linha tracejada com setasduplas). Os termos "terminal" e "usuário" são utilizados deforma intercambiável aqui.
As técnicas descritas aqui podem ser utilizadaspara várias redes de comunicação sem fio tal como redes deAcesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), redes deAcesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), redes deAcesso Múltiplo por Divisão de Freqüência (FDMA), uma redeFDMA Ortogonal (OFDMA). Os termos "rede" e "sistema" sãofreqüentemente utilizados de forma intercambiável. Uma redeCDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal como CDMAde Banda Larga (W-CDMA, UMTS) , cdina2000 e assim por diante.O cdma2000 cobre os padrões IS-2000, IS-856 e IS-95. Umarede TDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal comoo Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM). Essasvárias tecnologias de rádio e padrões são conhecidas natécnica. W-CDMA e GSM são descritos nos documentos a partirde uma organização chamada "Projeto de Parceria de 3aGeração" (3GPP). 0 cdma2000 é descrito nos documentos deuma organização chamada "Projeto de Parceria de 3a Geração2" (3GPP2). As técnicas podem ser utilizadas paratransmissões em downlink além de transmissões em uplink.Por motivos de clareza, as técnicas são descritas abaixopara transmissões em downlink em uma rede do Sistema deTelecomunicação Móvel Universal (UMTS) que utiliza W-CDMAi
Em UMTS, os dados para um terminal sãoprocessados como um ou mais canais de transporte em umacamada superior. Os canais de transporte podem transportardados para um ou mais serviços, por exemplo, voz, video,dados em pacote, e assim por diante. Os canais detransporte são mapeados em canais físicos em uma camadafísica. Os canais físicos (exceto por um Canal deSincronização (SCH)) são canalizados com diferentes códigosde canalização e são ortogonais um ao outro no domínio decódigo. A versão 5 do 3GPP e posterior suportam o HSDPA,que é um conjunto de canais e procedimentos que permitem atransmissão de dados de pacote de alta velocidade emdownlink.
A Tabela 1 lista canais de downlink e uplinkutilizados para HSDPA e fornece uma descrição curta paracada canal. Um link de rádio para um terminal pode incluirzero, um, ou múltiplos HS-SCCHs e zero, um ou múltiplos HS-PDSCHs.Tabela 1
<table>table see original document page 7</column></row><table>
A figura 2 ilustra um formato de quadro em W-CDMA.. A linha de tempo para transmissão é dividida emradioframes. Os radioframes em downlink são definidos comrelação à temporização de um Canal Piloto Comum (CPICH),que tem a mesma temporização que o SCH. Cada radioframe temuma duração de 10 milisegundos (ms) e é identificado por umnúmero de quadro de sistema de 12 bits (SFN). Cadaradioframe é adicionalmente dividido em 15 partições, quesão rotuladas como partição 0 a 14. Cada partição tem aduração de 0, 667 ms e inclui 2560 chips a 3,84 Mcps. Cadaradioframe também é dividido em cinco sub-quadros 0 a 4.
Cada sub-quadro possui uma duração de 2 ms e abrange 3partições. Os sub-quadros de HS-SCCH são alinhados em tempocom os radioframes de CPICH. Os sub-quadros de HS-PDSCH sãomovidos para a direita (ou retardados) por duas partiçõescom relação aos sub-quadros de HS-SCCH.
HSDPA utiliza um TTI de 2 ms, que é um sub-quadro. 0 TTI governa os seguintes aspectos operacionais deHSDPA.
Os terminais são programados para transmissão emcada TTI;Uma transmissão ou retransmissão de pacote paraum terminal é enviada em um TTI;
A confirmação (ACK) ou confirmação negativa (NAK)é enviada depois de cada transmissão ou retransmissão depacote;
0 indicador de qualidade de canal (CQI) éreportado de TTI por TTI, com a possível redução de taxa dereporte pulando-se os TTIs de forma regular (para o ciclode tarefa menos de 100%).
A figura 3 ilustra um formato/estrutura CDM paraHS-PDSCH em HSDPA. O formato CDM é utilizado na versão 3GPP5 e superior. Até 15 códigos de canalização com um fator deespalhamento de 16 (SF=16) podem ser utilizados para HSDPA.
Os códigos de canalização são os códigos de fator deespalhamento variável ortogonal (OVSF) que são gerados deforma estruturada. 0 fator de espalhamento é o comprimentode um código de canalização. Um símbolo de dados éespalhado com um código de canalização para gerar os chipsSF para o símbolo de dados. Os códigos de canalização paraHSDPA podem ser designados para os terminais em cada TTIcom base em vários fatores tal como solicitações de taxa tiedados dos terminais, número de códigos de canalizaçãodisponíveis, potência de transmissão disponível para HSDPA,e assim por diante. No exemplo ilustrado na figura 3, 15códigos de canalização.são utilizados para HSDPA, o usuário1 recebe os códigos de canalização 1, 2 e 3, o usuário 2recebe os códigos de canalização 4 e 5, o usuário 3 recebeos códigos de canalização 6 e 7, e assim por diante, e ousuário K recebe o código de canalização 15.
HSDPA pode ser considerado como possuindo até 15HS-PDSCHs, com cada HS-PDSCH correspondendo a um código decanalização SF=16 diferente. HSDPA também pode serconsiderado como possuindo um único HS-PDSCH com até 15códigos de canalização. A descrição a seguir assume oprimeiro caso, com até 15 HS-PDSCHs estando disponíveispara HSDPA.
A figura 3 também ilustra um Canal Piloto ComumPrimário (P-CPICH) que porta um piloto CDM contínuo que éespalhado com um código de canalização fixo de CCh,256,o· Ospilotos são dados (por exemplo, uma seqüência de bit pré-definida) que é conhecida a priori pelas estações base e osterminais. 0 piloto também pode ser referido comoreferência, sinal de treinamento, preâmbulo, sinalizador eassim por diante. O código de canalização para P-CPICHpossui um fator de espalhamento de 256 (SF=256) e é umaseqüência de zeros. 0 P-CPICH é enviado em cada partição.Outras transmissões também podem ser enviadas em outroscanais físicos (por exemplo, HS-SCCH) com outros códigos decanalização. Um código de canalização de SF=16 (Cch/i6,o) nãoé utilizado para a transmissão HS-PDSCH visto que issocolidiria com a transmissão P-CPICH em CCh,256,o e outroscanais físicos.
Como ilustrado na figura 3, múltiplos terminaispodem receber diferentes códigos de canalização em um TTIdeterminado para HSDPA. Conjuntos diferentes de terminaispodem receber os códigos de canalização em diferentes TTIs.Um determinado terminal pode receber qualquer número decódigos de canalização em cada TTI, e a designação doterminal pode variar de TTI para TTI.
Como ilustrado na figura 3, HSDPA utiliza CDMpara transmitir simultaneamente os pacotes para diferentesterminais em um determinado TTI. Os códigos de canalizaçãoe potência de transmissão são utilizados pela estação basecomo recursos designáveis para servir simultaneamentemúltiplos terminais. HSDPA suporta a programação demúltiplos usuários, que se refere à capacidade deprogramação de múltiplos terminais em um determinado TTI. Aprogramação de múltiplos usuários pode fornecerdeterminadas vantagens sobre a programação de usuárioúnico, que pode programar um único terminal em um TTI. Porexemplo, a capacidade de se programar muitos terminais compequenas cargas úteis no mesmo TTI é benéfica para omanuseio eficiente de aplicativos sensíveis a retardo detaxa de bit baixa tal como o Voz sobre Protocolo Internet(VoIP).
A transmissão MIMO pode ser utilizada paraaperfeiçoar ainda mais o desempenho. MIMO utiliza múltiplasantenas de transmissão e múltiplas antenas de recepção paraalcançar a dimensionalidade aumentada, que pode fornecermaiores eficiências espectrais e maiores taxas de dadosmáximas por terminal.
Para a transmissão MIMO em downlink, uma estaçãobase pode transmitir múltiplas seqüências de dados (M)simultaneamente a partir de múltiplas antenas detransmissão (T) para múltiplas antenas de recepção (R) èmum terminal, onde M ^ min {T, R}, enquanto reutiliza todosos códigos de canalização alocados. As seqüências de dadosinterferem uma com a outra no terminal. 0 terminal poderealizar a detecção MIMO para separar as seqüências dedados. Para aperfeiçoar o desempenho, o terminal poderealizar cancelamento sucessivo de interferência (SIC). ComSIC, o terminal primeiro recupera uma seqüência de dados,então estima e subtrai a interferência causada por essaseqüência de dados, então recupera a próxima seqüência dedados de forma similar. Pela subtração da interferência decada seqüência de dados que é recuperada, a relaçãosinal/interferência e ruído (SINR) de cada seqüência dedados restante aperfeiçoa. Pode ser ilustrado que adetecção de erro médio quadrático mínimo (MMSE) emcombinação com SIC (MMSE-SIC) pode teoricamente alcançar umdesempenho ideal.
É desejável se suportar ambas a programação demúltiplos usuários e SIC. No entanto, o uso de CDM paraHSDPA pode limitar os benefícios alcançáveis para SIC. Osbenefícios completos de SIC podem ser obtidos quando todosos códigos de canalização disponíveis são alocados a umterminal e pelo cancelamento das contribuições de todos oscódigos de canalização em uma seqüência de dados recuperadaa partir das seqüências de dados restantes. Se múltiplosterminais forem programados em um determinado TTI comseqüências de dados separadas que são multiplexadas pórCDM, então cada terminal precisará demodular e decodificara transmissão para esse terminal além de outrastransmissões para outros terminais a fim de estimar ecancelar a interferência de todos os códigos decanalização. Pode ser impraticável ou até mesmo impossívelse exigir que um terminal recupere as transmissões deoutros terminais. Dessa forma, a quantidade deinterferência que pode ser cancelada pode ser limitada pelautilização do formato CDM ilustrado na figura 3.
A figura 4a ilustra uma modalidade ilustrativa deum formato/estrutura TDM 400 para HS-PDSCH em HSDPA. Nessamodalidade ilustrativa, um TTI é dividido em múltiplossegmentos de tempo 1 a S, onde em geral S pode ter qualquervalor. Em uma modalidade ilustrativa, S é igual a 16, ecada segmento de tempo inclui 4 80 chips por código decanalização em 3,84 Mcps ou 30 símbolos para SF=16. Essamodalidade ilustrativa de S=I6, com 15 segmentos de temposendo utilizáveis para dados, preserva a tabela decombinação de taxa existente, que pode simplificar acodificação e decodificação. Em outra modalidadeilustrativa, S é igual a 15, e cada segmento de tempoinclui 512 chips ou 32 símbolos para SF=16. Outros valorestambém podem ser utilizados para S. P-CPICH também pode serenviado em cada partição para reter a compatibilidaderetroativa com o formato CDM ilustrado na figura 3.
Em uma modalidade ilustrativa, que é referidacomo designação total, cada segmento de tempo é designado aapenas um terminal. Todos os códigos de canalização paraHSDPA podem ser utilizados em cada um dos segmentos detempo S. Um terminal designado com um segmento de tempodeterminado recebe todos os códigos de canalização paraHSDPA nesse segmento de tempo. No exemplo ilustrado nafigura 4a, o usuário 1 recebe os segmentos de tempo 1, 2, e3, o usuário 2 recebe os segmentos de tempo 4 e 5, ousuário 3 recebe os segmentos de tempo 6 e 7, e assim pordiante, e o usuário K recebe o segmento de tempo S. Emgeral, cada terminal pode receber qualquer número desegmentos de tempo em um determinado TTI, até o número desegmentos de tempo.disponível para a transmissão de dados;
A figura 4b ilustra uma modalidade ilustrativa deum formato TDM 410 para HS-PDSCH em HSDPA com MIMO.
Múltiplas seqüências de dados (M) podem ser enviadassimultaneamente em um TTI para um ou múltiplos terminais.
Os recursos tal como segmentos de tempo, códigos decanalização, e potência de transmissão podem ser designadospara cada seqüência de dados. Na modalidade de designaçãototal, um terminal pode ser receber o mesmo segmento detempo através de todas as seqüências de dados. Essamodalidade ilustrativa permite que a estação base programeaté S terminais em um TTI enquanto permite que cadaterminal realize SIC através de todos os códigos decanalização para HSDPA mais o canal piloto conhecido eoutros canais físicos que podem ser decodificados peloterminal. No exemplo ilustrado na figura 4b, o usuário 1recebe segmentos de tempo 1, 2, e 3 através de todas as Mseqüências de dados, o usuário 2 recebe os segmentos detempo 4 e 5 através de todas as M seqüências de dados, ousuário 3 recebe os segmentos de tempo 6 e 7 através detodas as M seqüências de dados, e assim por diante, e ousuário K recebe S segmentos de tempo através de todas as Mseqüências de dados.
Em outra modalidade ilustrativa, que é referidacomo designação parcial, um segmento de tempo determinadopode ser designado a múltiplos terminais. A designaçãoparcial pode ser realizada de várias formas. Em umamodalidade, cada terminal pode receber um subconjunto decódigos de canalização para HSDPA através de M seqüênciasde dados. Em outra modalidade, cada terminal pode recebertodos os códigos de canalização para HSDPA para umsubconjunto (por exemplo, uma) das M seqüências de dados.
Em outra modalidade, cada terminal pode receber umsubconjunto de códigos de canalização para HSDPA para umsubconjunto de seqüências de dados. Em geral, um terminalpode receber qualquer número de códigos de canalização émcada uma das M seqüências de dados dentro de qualquérsegmento de tempo. A designação parcial permite que :aestação base programe os terminais com maior detalhamentoem um TTI. A designação parcial pode ser utilizada quando aprogramação de mais terminais com menores cargas úteis épreferida através da programação de menos terminais commaiores taxas de dados, por exemplo, quando VoIP éutilizado por muitos terminais.
Em outra modalidade ilustrativa, uma combinaçãode designações total e parcial pode ser utilizada para umTTI determinado. Por exemplo, a designação total pode sérutilizada para alguns segmentos de tempo (por exemplo, paiíaterminais com capacidade SIC e/ou carga útil de dadosmaior) e designação parcial pode ser utilizada para outrossegmentos de tempo (por exemplo, para terminais semcapacidade SIC e/ou com menor carga útil de dados) .
Em uma modalidade ilustrativa, um ou mais segmentos detempo são utilizados para enviar um piloto TDM. Um segmentode tempo utilizado para o piloto TDM é referido como umsegmento piloto. 0 piloto TDM pode ser enviado no HS-PDSCHjuntamente com o piloto CDM no P-CPICH. 0 piloto TDM podeser transmitido de várias formas. Em uma modalidadeilustrativa, o piloto TDM é transmitido utilizando-se todosos códigos de canalização para HSDPA. 0 piloto TDM pode sertransmitido com a mesma potência de transmissão por códigode canalização que os dados HSDPA transportados em HS-PDSCH, e a potência de transmissão total para o piloto TDMseria então igual à potência de transmissão total para òsdados HSDPA. 0 número de segmentos de tempo para utilizaçãopara o piloto TDM pode ser selecionado com base em umapermuta entre os benefícios (por exemplo, aperfeiçoamentono rendimento) alcançados com o piloto TDM X o overheadpara envio do piloto TDM.
Em geral, qualquer um dos S segmentos de tempopode ser utilizado como um segmento., piloto. 0 piloto TDMpode ser enviado no primeiro segmento de tempo de um TTIpara permitir que todos os terminais utilizem o piloto TDMpara recuperar os dados HSDPA enviados nos segmentos detempo subseqüentes do TTI. 0 piloto TDM também pode serenviado em um segmento de tempo intermediário de um TTIpara ter distâncias quase iguais através do tempo aos doissegmentos de tempo finais do TTI. 0 piloto TDM também podeser enviado em outros segmentos de tempo.
Nas modalidades ilustrativas ilustradas nasfiguras 4a e 4b, o piloto TDM é transmitido em um segmentode tempo. Se S=16, então o overhead para o piloto TDM é1/16=6,25%. Em uma modalidade ilustrativa, o piloto TDM éfixo e transmitido em um ou mais segmentos de tempodesignados de cada TTI. Em outra modalidade ilustrativa, opiloto TDM é configurado e (1) pode ou não ser transmitidoem um TTI determinado, (2) pode ser transmitido em umnúmero selecionável de segmentos de tempo de um TTI e/ou(3) pode ser transmitido com diferentes números de códigosde canalização. A configuração do piloto TDM pode variar deTTI para TTI, de radioframe para radioframe, ou maislentamente.
Os terminais podem utilizar o piloto TDM paravárias finalidades tal como estimativa de canal, medição dequalidade de canal, e assim por diante. Um terminal podederivar as estimativas de ganho de canal para todas asseqüências de dados em todas as antenas de recebimento (ouentre todas as antenas de transmissão e todas as antenas derecepção) com base no piloto TDM. 0 terminal pode utilizaras estimativas de ganho de canal para derivar saídas deequalizador, matrizes de filtro espacial, e assim pordiante. O terminal pode então processar os sinais recebidoscom as saídas de equalizador e/ou matrizes de filtroespacial para recuperar as seqüências de dadòstransmitidas.
0 terminal também pode medir a SINR recebida combase no piloto TDM, computar a CQI (Indicador de Qualidadede Canal) com base na estimativa SINR, e envia a CQI para aestação base. Os terminais também podem medir a SINRrecebida com base no piloto CDM enviado no P-CPICH. Noentanto, o CQI computado com base na SINR alcançada atravésdo piloto TDM (ou SINR piloto) pode ser um melhor reflexodo SINR alcançado através dos dados HSDPA (ou SINR dedados) visto que o piloto TDM é enviado com os mesmoscódigos de canalização utilizados para os dados HSDPA e omesmo nível de potência que os dados HSDPA. A estação basesabe a quantidade de potência de transmissão utilizada paraHSDPA em cada TTI e pode ajustar aproximadamente o CQIreportado para compensar quaisquer mudanças na potência detransmissão e/ou designação de código do momento em que oterminal computa a SINR piloto até o momento em que aestação base envia os dados HSDPA utilizando o CQIreportado. Um CQI reportado mais preciso, que pode serobtido através do piloto TDM, pode permitir a seleção detaxa mais precisa, que pode aperfeiçoar o desempenho dotráfego sensível a retardo além de outro tráfego. 0 CQIreportado mais preciso também suporta o uso de esquemas demodulação de ordem superior tal como, por exemplo, 64-QAM'' e256-QAM.
O terminal também pode determinar uma razão detráfego para piloto, que é uma razão de potência de tráfegopara potência piloto, com base no piloto TDM. O terminalpode derivar um escalar com base, por exemplo, como raizquadrada da razão de tráfego para piloto. O terminal podemultiplicar as estimativas de símbolo com o scalar paraalcançar o escalonamento adequado para as estimativas desímbolo para decodificação subseqüente.
O terminal pode utilizar a estimativa SINR paradetecção MIMO e/ou demodulação. Por exemplo, o terminalpode computar as razões de probabilidade de arquivo (LLRs)para os bits de código utilizando a estimativa SINR e podeentão decodificar as LLRs para obtenção de dadosdecodificados. Uma estimativa SINR mais precisa, que podeser obtida através do piloto TDM, pode resultar emcomputação LLR mais precisa e desempenho de demodulação edecodificação aperfeiçoado, especialmente para esquemas demodulação com constelações de potência não constantes talcomo 16-QAM e 64-QAM.O piloto TDM para HSDPA pode ser transmitidosimultaneamente com outros canais de dados e/ou controles,por exemplo, HS-SCCH. 0 piloto TDM lembra uma rajada pilotoTDM pura, que foi ilustrada como fornecendo uma qualidadede sequenciamento aperfeiçoada através de um piloto CDM. 0possível aperfeiçoamento de desempenho fornecido pelopiloto TDM pode justificar a transmissão do piloto TDM ;adespeito da penalidade de overhead.
A figura 5 ilustra uma transmissão ilustrativapara HSDPA com formato TDM 400 na figura 4a. A estação baseprograma os terminais para transmissão de dados no HS-PDSCHem um TTI. A estação base envia informação desinalização/controle para cada terminal programado no HS-SCCH. A sinalização para cada terminal programado indica ossegmentos de tempo específicos designados para esseterminal no TTI. A estação base envia os dados HSDPA paraos terminais programados em seus segmentos de tempodesignados no HS-PDSCH. A transmissão de dados no HS-PDSCHé retardada por xhs-pdsch=2 partições da transmissão desinalização correspondente no HS-SCCH.
Cada terminal que possa receber dados no HS-PDSCHno TTI processa o HS-SCCH para determinar se a sinalizaçãofoi enviada para esse terminal. Cada terminal programadoprocessa o piloto TDM (se enviado) e processaadicionalmente os segmentos de tempo processados pararecuperar os dados HSDPA enviados para o terminal. Cadaterminal programado envia um ACK se um pacote enviado noTTI atual for decodificado corretamente e envia um NAK, docontrário. Cada terminal também pode estimar a SINR pilotocom base no piloto TDM (se enviado) e/ou o piloto CDM,computa o CQI com base na estimativa SINR e envia o CQIjuntamente com ACK/NAK no HS-DPCCH. A transmissão deretorno no HS-DPCCH é retardado por aproximadamente 7,5partições do final de transmissão de dados correspondenteno HS-PDSCH, como recebido no terminal. Os terminais IaKpossuem retardos de propagação de xPD,i a τΡ0<κ,respectivamente, para a estação base. Os HS-DPCCHs para osterminais IaK são, dessa forma, retardados poraproximadamente 7,5 partições+tPD,i a 7,5 partições+tPD,K/respectivamente, com relação ao HS-PDSCH na estação base.
Os terminais que não são programados no TTI atual tambémpodem enviar ACK/NAK para uma transmissão de pacoteanterior e CQI para o TTI atual no HS-DPCCHs.
A estação base pode suportar ambos o formato TDMilustrado na figura 4a e o formato CDM ilustrado na figura3. A estação base pode selecionar o formato TDM ou CDM emcada TTI e pode enviar sinalização para os terminaisprogramados no HS-SCCH. Cada terminal programado pode saberse o formato TDM ou CDM está sendo utilizado com base nacapacidade do terminal, informação de configuraçãopermutada anteriormente (por exemplo, durante aconfiguração de chamada), sinalização enviada no HS-SCCH, eassim por diante. Por exemplo, os terminais de legado quenão suportam o formato TDM podem considerar que os dadosHSDPA sejam enviados utilizando o formato CDM. Novosterminais que suportam ambos os formatos TDM e CDM podemser informados (por exemplo, por sinalização de camadasuperior) sobre qual formato será utilizado para o TTIatual, o radioframe atual, ou toda a chamada.
É desejável se utilizar o mesmo formato desinalização no HS-SCCH para ambos os formatos TDM e CDM. Asinalização no HS-SCCH inclui um número de parâmetros, umdos quais é um parâmetro de configuração de código decanalização de 7 bits (CCS). Para o formato CDM, oparâmetro CCS indica o inicio do código de canalização e onúmero de códigos de canalização consecutivos designadospara um terminal no TTI atual. Em uma modalidadeilustrativa, o parâmetro CCS também é utilizado paratransportar a designação dos segmentos de tempo para oformato TDM. A interpretação dos bits CCS seria diferentedependendo de se o formato TDM ou CDM está sendo utilizadopara HS-PDSCH.
A figura 6 ilustra uma modalidade ilustrativa dedesignação de segmentos de tempo em um TTI para osterminais. Um terminal pode receber um ou mais segmentos detempo consecutivos no TTI. Em uma modalidade ilustrativa,para se reduzir a sinalização, os terminais podem recebersegmentos de tempo em uma ordem seqüencial com base nonúmero de segmentos de tempo designados. Por exemplo, oterminal com o maior número de segmentos de tempo pode serdesignado primeiro no TTI, o terminal com o segundo maiornúmero de segmentos de tempo pode ser designado a seguir, eassim por diante, e o terminal com o menor número desegmentos de tempo pode ser designado por último no TTI. Noexemplo ilustrado na figura 6, o usuário 1 recebe osprimeiros segmentos de tempo Li, o usuário 2 recebe ospróximos segmentos de tempo L2, onde L2 ^ Li, o usuário 3recebe os próximos segmentos de tempo L3, onde L3 ^ L2, eassim por diante, e o usuário K recebe os últimos segmentosde tempo Lk onde Lk ^ LK-i.
Na modalidade ilustrativa ilustrada na figura 6,o máximo de segmentos de tempo que pode ser designado paraum terminal depende do segmento de tempo inicial para oterminal.
Se o segmento de tempo inicial for o primeirosegmento de tempo do TTI, então o terminal pode receber 1 aS segmentos de tempo;
Se o segmento de tempo inicial for o segundosegmento de tempo, então o terminal pode receber umsegmento de tempo visto que outro terminal com seu ponto departida no primeiro segmento de tempo recebeu apenas umsegmento de tempo;
Se o segmento de tempo inicial for o terceirosegmento de tempo, então o terminal pode receber um ou doissegmentos de tempo;
Se o segmento de tempo inicial for o segmento detempo N, onde 1 < N ^ S, então o terminal pode receber deum a min {N-l, S-N} segmentos de tempo. A limitação de N-Ié devido à ordem seqüencial de designação de segmentos detempo. A limitação de S-N é devido ao comprimento finito deTTI. Para um terminal iniciando na segunda metade do TTI, alimitação de S-N é mais restritiva do que a limitação de N.
Um total de 15 segmentos de tempo em um TTI podeser designado para os terminais para HSDPA se (a) S=16 e'opiloto TDM é enviado em um segmento de tempo ou (b) S=15 eo piloto TDM não é enviado. Para a modalidade de designaçãoilustrada na figura 6, se os 15 segmentos de tempo foremdesignados em um TTI, então estivem 71 possíveisdesignações dos segmentos de tempo. A designação desegmento de tempo para um terminal pode ser realizada comum parâmetro CCS de 7 bits. Nesse caso, 71 de 128 possíveisvalores para o parâmetro CCS podem ser utilizados pararealizar a designação de segmento de tempo. Os 128-71=57valores restantes podem ser utilizados para outrasinalização.
Em outra modalidade ilustrativa, os terminaispodem receber um ou mais segmentos de tempo consecutivos naordem reversa ilustrada na figura 6. Por exemplo, oterminal com o menor número de segmentos de tempo pode serdesignado primeiro no TTI, o terminal com o segundo menornúmero de segmentos de tempo pode ser designado a seguir, eassim por diante, e o terminal com o maior número desegmentos de tempo pode ser designado por último no TTI. Emoutra modalidade ilustrativa adicional, um terminal podereceber um ou mais segmentos de tempo consecutivos émqualquer lugar em um TTI. Essa modalidade ilustrativa ésimilar à forma na qual um ou mais códigos de canalizaçãoconsecutivos em uma árvore de código podem ser designadospara um terminal para o formato CDM ilustrado na figura 3.A sinalização para um terminal pode então indicar osegmento de tempo inicial e o número de segmentos de tempoconsecutivos designados para o terminal. Se um total de 15segmentos de tempo forem designados em um TTI, entãoexistem 120 possíveis designações de segmentos de tempo. Adesignação de segmento de tempo para um terminal pode serrealizada com o parâmetro CCS de 7 bits. Nesse caso, 128-120=8 restantes valores podem ser. utilizados para outrasinalização.
Como notado acima, uma combinação de designaçõestotais e parciais pode ser utilizada para um TTIdeterminado. Para reduzir a sinalização, algumasdesignações parciais comumente utilizadas podem serdefinidas para os valores restantes (por exemplo, 57) doparâmetro CCS de 7 bits. As designações parciais adicionaistambém podem ser definidas pela utilização de mais bits desinalização. Na situação extrema, os códigos de canalizaçãoem cada segmento de tempo podem ser designados para osterminais, por exemplo, da mesma forma que os códigos decanalização são designados para os terminais em cada TTIpara o formato CDM.
Um ou mais HS-SCCHs são enviados simultaneamentea partir de uma estação base utilizando os códigos decanalização com um fator de espalhamento de 128. Asinalização para cada terminal é criptografada com umaidentidade UE para esse terminal e enviada em um dos HS-SCCHs utilizando um dos SF=128 códigos de canalizaçãoalocados para o conjunto de HS-SCCHs. Em uma modalidadeilustrativa, para se reduzir o espaço de código decanalização utilizado para o conjunto de HS-SCCHs, asinalização para os terminais observando boas condições decanal pode ser enviado utilizando-se os códigos decanalização com um fator de espalhamento de 256 ao invés de128. Esses terminais podem ser terminais empregando MIMO,que se baseia tipicamente em SINR mais alta para alcançarum bom desempenho. Uma taxa de código e/ou esquema demodulação de ordem superior pode ser utilizado emcombinação com um maior fator de espalhamento.
A figura 7 ilustra um diagrama de blocos de umamodalidade ilustrativa da estação base 110 e terminal 120.A estação base 110 pode ser uma das estações base na figura1. O terminal 120 pode ser um dos terminais na figura 1.Nessa modalidade ilustrativa, a estação base 110 é equipadacom múltiplas antenas (T) 718a a 718t que podem serutilizadas para a transmissão e recepção de dados. ' Oterminal 120 é equipado com múltiplas antenas (R) 752a- a752r que podem ser utilizadas para recepção de dados e umaantena 752a que pode ser utilizada para transmissão dedados. Cada antena pode ser uma antena física, uma antenavirtual compreendendo um conjunto de antena e umdispositivo de formação de feixe adequado ou um conjunto Ideantena com uma rede de ponderação fixa, etc.
Na estação base 110, um processador de dados detransmissão (TX) 712 recebe e processa os dados de tráfeigode uma fonte de dados 710 e gera símbolos de dados. Oprocessador de dados TX 712 também processa a sinalizaçãode um controlador 730 e gera símbolos de sinalização. Comoutilizado aqui, um símbolo de dados é um símbolo paradados, um símbolo de sinalização é um símbolo parainformação de sinalização/controle, um símbolo piloto é umsímbolo para piloto,e um símbolo é tipicamente um valorcomplexo. Os símbolos de dados, sinalização e piloto sãosímbolos de um esquema de modulação tal como PSK ou QAM.
Para MIMO, o processador de dados TX 712 podedesmultiplexar os símbolos de dados, sinalização e pilotoem múltiplas seqüências. 0 processador de dados TX 712 podeentão realizar a modulação CDMA em cada seqüência desímbolo de dados para gerar uma seqüência de chipcorrespondente. Um processador espacial TX 714 recebe asseqüências de chip do processador 712, realiza o mapeamentoespacial nas seqüências de chip, e fornece T seqüências desaída para T transmissores (TMTR) 716a a 716t. Cadatransmissor 716 processa (por exemplo, converte emanalógico, filtra, amplifica e converte ascendentemente)sua seqüência de saída e gera um sinal de downlink. Tsinais de downlink dos transmissores 716a a 716t sãotransmitidos a partir das antenas 718a a 718t,respectivamente.
No terminal 120, R antenas 752a a 752r recebem ossinais de downlink, e cada antena 752 fornece um sinalrecebido para um respectivo receptor (RCVR) 754. Cadareceptor 754 processa (por exemplo, filtra, amplifica,converte descendentemente, digitaliza, e demodula) seusinal recebido e fornece amostras de entrada para umprocessador espacial de recebimento (TX) 756 e umprocessador de canal 774. 0 processador de canal 774 estimaa resposta de canal com base no piloto recebido (porexemplo, o piloto TDM) e fornece uma estimativa de canal.
Um detector MIMO 756 realiza a detecção MIMO nas amostrasde entrada com a estimativa de canal e fornece amostrasdetectadas. Um processador de dados RX 758 processaadicionalmente (por exemplo, descriptografa, desespalha,desmapeia o símbolo, desintercala e decodifica) as amostrasdetectadas e fornece dados decodificados para um depósitode dados 760. A demodulação CDMA (por exemplo,descriptografia e desespalhamento) pode ser realizadadepois da detecção (por exemplo, para uma transmissão MIMO)ou antes da detecção (por exemplo, para uma transmissão deseqüência única).
O terminal 120 pode enviar informação de retorno(por exemplo, ACKs/NAKs para os pacotes recebidos, CQIs, eassim por diante) para a estação base 110. A informação deretorno e os dados de tráfego de uma fonte de dados 7 62 sãoprocessados por um processador de dados TX 7 64, eprocessados adicionalmente por um transmissor 754a paragerar um sinal de uplink, que é transmitido através daantena 752a. Na estação base 110, o sinal de uplink érecebido pelas T antenas 718a a 718t; processado pelosreceptores 716a a 716t, processado por um detector deúnica-entrada e múltiplas-saídas (SIMO) 720, e processadoadicionalmente por um processador de dados RX 722 pararecuperar a informação de retorno e os dados de tráfegoenviados pelo terminal 120.
Os controladores/processadores 730 e 770controlam a operação na estação base 110 e no terminal 120,respectivamente. As memórias 732 e 772 armazenam dados ecódigos de programa para a estação base 110 e o terminal120, respectivamente.
A figura 8 ilustra um diagrama de blocos de umamodalidade ilustrativa do processador de dados TX 712 eprocessador espacial TX 714 na estação base 110 na figura7. Nessa modalidade ilustrativa, o processador de dados TX712 inclui um processador de dados 810 para HS-PDSCH, umprocessador de dados 812 para HS-SCCH, e um processador dedados 814 para outros canais físicos.Dentro do processador de dados 810 para HS-PDSCH,um codificador/mapeador de símbolo 820 recebe os dados detráfego para os terminais programados no TTI atual,processa (por exemplo, formata, codifica, intercala emapeia em símbolo) cada pacote para cada terminal paragerar símbolos de dados, e desmultiplexa os símbolos dedados para todos os terminais M M seqüências a seremenviadas simultaneamente. M pacotes podem ser enviados em Mseqüências, um pacote em cada seqüência, par facilitar ocancelamento de interferência sucessiva. Alternativamente,um pacote pode ser desmultiplexado e enviado através demúltiplas seqüências. Um modulador CDMA 822 recebe as -Mseqüências de símbolo de dados, mapeia os símbolos de dadospara cada terminal para os segmentos de tempo designadospara esse terminal, e multiplexa em símbolos piloto. Paracada seqüência, o modulador CDMA 822 espalha os símbolos dedados e piloto com os códigos de canalização para HSDPA,escalona os chips para cada código de canalização com umfator de ganho para esse código, combina os chipsescalonados para todos os códigos de canalização, ecriptografa os chips combinados para gerar uma seqüência dechip criptografada. O processador de dados 810 fornece Mseqüências de chip para HS-PDSCH. 0 processador de dados812 processa a sinalização para HS-SCCH e fornece Mseqüências de chip para HS-SCCH. O processador de dados 814processa dados de tráfego e sinalização para outros canaisfís icos e fornece M seqüências de chip para esses canaisfísicos.
O processador espacial TX 714 inclui um mapeadorespacial 830 para HS-PDSCH, um mapeador espacial 832 paraHS-SCCH, e um mapeador espacial 834 para outros canaisfísicos. O mapeador espacial 830 pode realizar amultiplicação de matriz das M seqüências de chip para HS-PDSCH com uma ou mais matrizes de mapeamento espacial efornece T seqüências de chip mapeadas. 0 mapeador espacial832 mapeia espacialmente as M seqüências de chip para HS-SCCH e fornece T seqüências de chip mapeadas, onde M < Τ. 0mapeador espacial 834 mapeia espacialmente as M seqüênciasde chip para os outros canais físicos e fornece Tseqüências de chip mapeadas. Um combinador 840 combina oschips mapeados para todos os canais físicos e fornece Tseqüências de saída para T antenas. A combinação tambémpode ser realizada antes.do mapeamento espacial.
Uma matriz de mapeamento espacial pode ser umamatriz ortonormal (por exemplo, uma matriz Walsh ou umamatriz Fourier), uma matriz de identidade, ou alguma outramatriz. Uma matriz ortonormal pode mapear um chip a partirde uma seqüência para todas as T antenas, o que podefornecer uma diversidade espacial. A matriz de identidadesimplesmente passa os chips. Uma matriz de mapeamentoespacial singular pode ser utilizada para todos osterminais e pode ser sinalizada ou conhecida de antemão.Uma matriz de mapeamento espacial diferente também pode serutilizada para cada terminal para seus segmentos de tempodesignados, pode ser selecionada pelo terminal ou a estaçãobase para alcançar um bom desempenho, e pode ser sinalizada(por exemplo, utilizando-se os valores restantes doparâmetro CCS ou algum outro bit de sinalização) ou. podeser conhecida de antemão. 0 mapeamento espacial pode serrealizado para todos os canais físicos ou para apenasalguns canais físicos, por exemplo, HS-PDSCH e/ou HS-SCCH.
A figura 9 ilustra um diagrama de blocos de umprocessador 900 que realiza o SIC. O processador RX 900 éuma modalidade ilustrativa do detector MIMO 756 e oprocessador de dados RX 768 no terminal 120 na figura 7.Para o primeiro estágio 910a, um detector MIMO912a recebe R seqüências de amostras de entrada dosreceptores 754a a 754r para todos os segmentos de tempodesignados para o terminal 120 em um TTI, realiza adetecção MIMO nas amostras de entrada com a estimativa decanal, e fornece amostras detectadas para a primeiraseqüência sendo recuperada. O detector MIMO 912a podeimplementar MMSE, ZF ou algum outro esquema de detecçãoMIMO, que pode ser capaz de realizar a detecção semutilização de uma estimativa de canal. Por exemplo, oesquema de mínimo quadrado médio (LMS) ou algum outroesquema pode ser utilizado para adaptar os pesos de umequalizador sem utilizar uma estimativa de canal. Umdemodulador CDMA 914a realiza a descriptografia edesespalhamento nas amostras detectadas com os códigos decanalização (Ch) designados para o terminal 120 para HSDPAe fornece símbolos desespalhados. Umdemapeador/decodificador de símbolo 916a processa (porexemplo, computa LLRs, desintercala, e decodifica) ossímbolos desespalhados e fornece um pacote decodificadopara a primeira seqüência.
Se o pacote for decodificado corretamente, entãoum codificador/mapeador de símbolo 918a codifica, intercalae mapeia em símbolo o pacote para regenerar os símbolos cíedados para o pacote. Um modulador CDMA 920a espalha ossímbolos regenerados com os códigos de canalizaçãodesignados para o terminal 120 para HSDPA, criptografa ossímbolos espalhados, e fornece chips regenerados para aprimeira seqüência. Um mapeador espacial 922a mapeia oschips regenerados da mesma forma realizada pela estaçãobase 110 e fornece chips mapeados. Um estimador deinterferência 924a estima a interferência devido à primeiraseqüência com base nos chips mapeados e na estimativa decanal. Uma unidade de subtração de interferência 926asubtrai a estimativa de interferência das amostras deentrada e fornece amostras de entrada para o próximoestágio.
Cada estágio subsegüente recebe as amostras deentrada de um estágio anterior, processa as amostras deentrada de forma similar ao primeiro estágio, e fornece umpacote decodificado para a seqüência sendo recuperada poresse estágio. Se o pacote for decodificado corretamente,então a interferência do pacote decodificado é estimada esubtraída das amostras de entrada para essa estágio paraobtenção de amostras de entrada para o próximo estágio. '
Como ilustrado na figura 9, a quantidade deinterferência que pode ser estimada e cancelada para cadaseqüência é determinada pelos códigos de canalizaçãodesignados para o terminal X os códigos de canalizaçãoutilizados para HSDPA. Se o terminal receber todos oscódigos de canalização para HSDPA, por exemplo, comoilustrado na figura 4b, então a interferência total paraHSDPA pode ser estimada e cancelada. As SINRs dasseqüências subseqüentes podem aperfeiçoar devido àinterferência cancelada das seqüências anteriores.
Como também ilustrado na figura 9, a estimativade canal é utilizada para ambas a detecção MIMO e aestimativa de interferência. Uma estimativa de canal dequalidade superior pode ser obtida com base no piloto TDMilustrado na figura 4b. Em outra modalidade ilustrativa, seum pacote for decodificado corretamente para umadeterminada seqüência, então uma estimativa de canal combase em dados pode ser derivada para essa seqüência combase nos símbolos desespalhados do demodulador CDMA 914 eos símbolos regenerados do codificador/mapeador de símbolo918. A estimativa de canal com base em dados pode ter umamaior qualidade do que a estimativa de canal com base empiloto e pode ser utilizada no bloco 924 para derivar umaestimativa de interferência mais precisa.
A figura 10 ilustra uma modalidade ilustrativa deum processo 1000 realizado pela estação base 110 paratransmissão em downlink. Múltiplos segmentos de tempo de umTTI são designados para um terminal, e cada terminal recebepelo menos um segmento de tempo consecutivo no TTI. Para adesignação parcial, um segmento de tempo pode ser designadopara, e compartilhado por múltiplos terminais. Umacombinação de designações parcial e total também pode serutilizada. Os múltiplos segmentos de tempo podem serdesignados para pelo menos um terminal em uma ordemseqüencial determinada pelo número de segmentos de temposendo designados para cada terminal. Por exemplo, oterminal com o maior número de segmentos de tempo pode serdesignado primeiro no TTI, e o terminal com o menor númerode segmentos de tempo pode ser designado por último no TTI.Se MIMO for empregado, então os múltiplos segmentos detempo podem ser designados para o pelo menos um terminalpara cada uma .das múltiplas seqüências sendo enviadassimultaneamente. Cada terminal pode receber pelo menos umsegmento de tempo através de múltiplas seqüências.Diferentes terminais também podem ser designados através deseqüências, através de códigos de canalização, ou atravésde ambos os códigos de canalização e as seqüências em umdeterminado segmento de tempo.
Os dados para cada terminal são processados (pórexemplo, codificados e mapeados em símbolo) e entãomapeados para pelo menos um segmento de tempo designadopara o terminal (bloco 1014). Os dados em cada segmento detempo são espalhados com pelo menos um código decanalização utilizado no TTI (bloco 1016). 0 piloto podeser mapeado para pelo menos um segmento de tempo designadopara a transmissão piloto (bloco 1018) e espalhado com pelomenos um código de canalização utilizado no TTI (bloco1020). 0 piloto pode ser escalonado para alcançar potênciade transmissão igual para o piloto e os dados para o pelomenos um terminal. A sinalização é gerada para cadaterminal para transportar, por exemplo, um segmento detempo inicial e o número de segmentos de tempo designadopara o terminal (bloco 1022). Os dados espalhados para opelo menos um terminal e o piloto podem ser enviados, porexemplo, no HS-PDSCH. A sinalização para cada terminal podeser enviada, por exemplo, no HS-SCCH.
A figura 11 ilustra uma modalidade ilustrativa deum processo 1100 realizado pelo terminal 120 para receber atransmissão em downlink. Uma designação de pelo menos umsegmento de tempo dentre múltiplos segmentos de tempo de umTTI é recebida (bloco 1112). A designação pode sertransportada através da sinalização que indica um segmentode tempo inicial e o número de segmentos de tempo nadesignação. As amostras de entrada para o pelo menos umsegmento de tempo são obtidas (bloco 1114). As amostras deentrada são desespalhadas com pelo menos um código decanalização utilizado no TTI para obtenção dos símbolosdesespalhados (bloco 1116). 0 piloto enviado com o pelomenos um código de canalização pode ser recebido a partirde pelo menos um segmento de tempo designado para 1 atransmissão piloto (bloco 1118). Uma estimativa de canale/ou CQI pode ser derivada com base no piloto recebido(bloco 1120). A detecção pode ser realizada nos símbolosdesespalhados com a estimativa de canal para obtenção desímbolos detectados (bloco 1122).
Se MIMO for empregado, então a designação do pelomenos um segmento de tempo pode ser para múltiplasseqüências enviadas simultaneamente a partir de múltiplasantenas de transmissão. As amostras de entrada para o pelomenos um segmento de tempo podem ser obtidas a partir demúltiplas antenas de recepção. A detecção MIMO pode serrealizada nas amostras de entrada para obtenção dasamostras detectadas para cada uma das múltiplas seqüências.As amostras detectadas para cada seqüência podem serdesespalhadas com o pelo menos um código de canalizaçãopara obtenção de símbolos desespalhados para a seqüência.
Os símbolos desespalhados para cada seqüência podem serdecodificados. A interferência decorrente de cada seqüênciapode ser estimada e cancelada depois da decodificação bemsucedida da seqüência.
Por motivos de clareza, as técnicas foramdescritas especificamente para HSDPA em 3GPP. As técnicastambém podem ser utilizadas para outras redes decomunicação sem fio que podem implementar outrastecnologias de rádio. Por exemplo, as técnicas podem serutilizadas para uma rede CDMA2000 IX que implementa IS-2000versões 0 e A, uma rede CDMA2000 IxEV-DV que implementa IS-2000 versão C, uma rede CDMA2000 IxEV-DO que implementa IS-856 e assim por diante. O cdma2000 utiliza um F-PDCH e umF-PDCCH que correspondem a HS-PDSCH e HS-SCCH,respectivamente. 0 formato/estrutura de F-PDCH pode serimplementado, por exemplo, como ilustrado nas figuras 4a e4b.
Os versados na técnica compreenderão que ainformação e os sinais podem ser representados utilizando-se qualquer uma dentre uma variedade de tecnologias etécnicas diferentes. Por exemplo, dados, instruções,comandos, informação, sinais, bits, símbolos e chips quepodem ser referidos por toda a descrição acima podem serrepresentados por voltagens, correntes, ondaseletromagnéticas, partículas e campos magnéticos,partículas ou campos óticos, ou qualquer combinação dosmesmos.
Os versados na técnica apreciarão adicionalmenteque os vários blocos lógicos, módulos, circuitos e etapasde algoritmo ilustrativos descritos com relação àsmodalidades ilustrativas descritas aqui podem serimplementados como hardware eletrônico, software decomputador ou combinações dos dois. Para se ilustrarclaramente essa capacidade de intercâmbio entre hardware esoftware, vários componentes, blocos, módulos, circuitos, eetapas ilustrativos foram descritos acima geralmente emtermos de sua funcionalidade. Se tal funcionalidade seráimplementada como hardware ou software dependerá daaplicação em particular e das restrições de desenhoimpostas ao sistema como um todo. Os versados na técnicapodem implementar a funcionalidade descrita de váriasformas para cada aplicação em particular, mas tais decisõesde implementação não devem ser interpretadas comoresponsáveis pelo distanciamento do escopo da presenteinvenção.
Os vários blocos lógicos, módulos e circuitosilustrativos descritos com relação às modalidadesilustrativas descritas aqui podem ser implementados ourealizados com um processador de finalidade geral, umprocessador de sinal digital (DSP), um circuito integradoespecífico de aplicativo (ASIC), um conjunto de portaprogramável em campo (FPGA) ou outro dispositivo lógicoprogramável, porta discreta ou lógica de transistor,componentes de hardware discretos, ou qualquer combinaçãodos mesmos projetada para realizar as funções descritasaqui. Um processador de finalidade geral pode ser ummicroprocessador, mas na alternativa, o processador podeser qualquer processador convencional, controlador, microcontrolador, ou máquina de estado. Um processador tambémpode ser implementado como uma combinação de dispositivosde computação, por exemplo, uma combinação de um DSP e ummicroprocessador, uma pluralidade de microprocessadores, umou mais microprocessadores em conjunto com um núcleo DSP ouqualquer outra configuração similar.
As etapas de um método ou algoritmo descritas comrelação às modalidades ilustrativas descritas aqui podemser consubstanciadas diretamente em hardware, em um módulode software executado por um processador, ou em umacombinação dos dois. Um módulo de software pode residir namemória RAM, memória flash, memória ROM, memória EPROM,memória EEPROM, registros, disco rígido, disco removível,CD-ROM, ou qualquer outra forma de meio de armazenamentoconhecido da técnica. Um meio de armazenamento ilustrativoé acoplado o processador de forma que o processador possaler informação a partir de e escrever informação no meio dearmazenamento. Na alternativa, o meio de armazenamento podeser integral ao processador. O processador e o meio dearmazenamento podem residir em um ASIC. O ASIC pode residirem um terminal de usuário. Na alternativa, o processador 'eo meio de armazenamento podem residir como componentesdiscretos em um terminal de usuário.
A descrição anterior das modalidades ilustrativasdescritas é fornecida para permitir que qualquer pessoaversada na técnica crie ou faça uso da presente invenção.Várias modificações a essas modalidades ilustrativas serãoprontamente aparentes aos versados na técnica, e osprincípios genéricos definidos aqui podem ser aplicados aoutras modalidades ilustrativas sem se distanciar doespírito ou escopo da invenção. Dessa forma, a presenteinvenção não deve ser limitada às modalidades ilustrativasilustradas aqui, mas deve ser acordado o escopo mais amploconsistente com os princípios e características de novidadedescritos aqui.

Claims (16)

1. Equipamento compreendendo:pelo menos um processador (712, 714) configuradopara:designar um primeiro segmento de tempo de umintervalo de tempo de transmissão (TTI) para umprimeiro terminal (120);designar um segundo segmento de tempo do TTI paraum segundo terminal;mapear dados para o primeiro terminal para oprimeiro segmento de tempo;mapear dados para o segundo terminal para osegundo segmento de tempo;mapear um piloto de multiplexação por divisão detempo para um terceiro segmento de tempo do TTI;espalhar dados no primeiro segmento de tempo comum primeiro código de canalização utilizado no TTI e umsegundo código de canalização utilizado no TTI;espalhar dados no segundo segmento de tempo com'oprimeiro código de canalização utilizado no TTI e o segundocódigo de canalização utilizado no TTI; eespalhar o piloto de multiplexação por divisão detempo no terceiro segmento com o primeiro código decanalização utilizado no TTI e o segundo código decanalização utilizado no TTI; euma memória (732) acoplada ao pelo menos umprocessador.
2. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador designa cada terminal(120) com pelo menos dois segmentos de tempo consecutivosno TTI.
3. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador designa o primeiro esegundo segmentos para o primeiro e segundo terminais (120)em uma ordem determinada pelo número de segmentos de tempodesignados para cada terminal.
4. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador designa múltiplossegmentos de tempo para múltiplos terminais (120) em umaordem seqüencial com base no número de segmentos de tempodesignados para cada terminal, com um primeiro terminal como maior número de segmentos de tempo sendo designadoprimeiro no TTI e um último terminal com o menor número desegmentos de tempo sendo designado por último no TTI.
5. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador designa múltiplossegmentos de tempo para múltiplos terminais em uma ordemseqüencial com base no número de segmentos de tempodesignados para cada terminal, com um primeiro terminal commenor número de segmentos de tempo sendo designado primeirono TTI e um último terminal com o maior número de segmentosde tempo sendo designado por último no TTI.
6. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador designa pelo menos umsegmento de tempo de forma que o pelo menos um segmento detempo seja designado para um terminal, e designa pelo menosum outro segmento de tempo de forma que cada um dos pelomenos um outro segmento de tempo seja designado para pelomenos dois terminais.
7. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador designa pelo menos umsegmento de tempo de forma que cada segmento de tempo sejacompartilhado por pelo menos dois terminais com diferentescódigos de canalização.
8. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador designa múltiplossegmentos de tempo para pelo menos um terminal para cadauma das múltiplas seqüências sendo envias simultaneamente.
9. Equipamento, de acordo com a reivindicação 9,no qual o pelo menos um processador designa cada terminalcom pelo menos um segmento de tempo através de múltiplasseqüências.
10. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador escalona o piloto paraalcançar potência de transmissão igual para o piloto e osdados para pelo menos um terminal.
11. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,no qual o pelo menos um processador gera sinalização paracada um dos terminais para transportar um segmento de tempoinicial e o número de segmentos de tempo designados para oterminal.
12. Equipamento, de acordo com a reivindicação 11, no qual o pelo menos um processador envia os dadosespalhados para pelo menos um terminal em um CanalCompartilhado de Downlink Fisico de Alta Velocidade (HS-PDSCH) e envia a sinalização para cada terminal em um Canalde Controle Compartilhado para HS-PDSCH (HS-SCCH).
13. Método, compreendendo:designar um primeiro segmento de tempo de um TTIpara um primeiro terminal;designar um segundo segmento de tempo do TTI paraum segundo terminal;mapear dados para o primeiro terminal para oprimeiro segmento de tempo;mapear dados para o segundo terminal para osegundo segmento de tempo;mapear um piloto de multiplexação por divisão pôrtempo para um terceiro segmento de tempo do TTI;espalhar dados no primeiro segmento de tempo comum primeiro código de canalização utilizado no TTI eum segundo código de canalização utilizado no TTI.espalhar dados no segundo segmento de tempo com oprimeiro código de canalização utilizado no TTI e osegundo código de canalização utilizado no TTI eespalhar o piloto de multiplexação por divisãopor tempo no terceiro segmento de tempo com o primeirocódigo de canalização utilizado no TTI e o segundocódigo de canalização utilizado no TTI.
14. Método, de acordo com a reivindicação 13, noqual a designação de múltiplos segmentos de tempocompreende a designação de múltiplos segmentos de tempopara pelo menos um terminal para cada uma das múltiplasseqüências sendo enviadas simultaneamente, cada terminalsendo designado pelo menos um segmento de tempo através demúltiplas seqüências.
15. Equipamento, compreendendo:meios para designação de um primeiro segmento detempo de um TTI para um primeiro terminal;meios para designação de um segundo segmento detempo do TTI para um segundo terminal;meios para mapeamento de dados para o primeiroterminal para o primeiro segmento de tempo;meios para mapeamento de dados para o segundoterminal para o segundo segmento de tempo;meios para mapeamento . de um piloto demultiplexação por divisão por tempo para um terceirosegmento de tempo do TTI;meios para espalhamento de dados no primeirosegmento de tempo com um primeiro código de canalizaçãoutilizado no TTI e um segundo código de canalizaçãoutilizado no TTI;meios para espalhamento de dados no segundosegmento de tempo com o primeiro código de canalizaçãoutilizado no TTI e o segundo código de canalizaçãoutilizado no TTI; emeios para espalhamento do piloto demultiplexação por divisão por tempo no terceiro segmento detempo com o primeiro código de canalização utilizado no Ti1Ie o segundo código de canalização utilizado no TTI.
16. Equipamento, de, acordo com a reivindicação-15, no qual os meios de designarão do primeiro segmento detempo compreendem meios para designação do primeirosegmento de tempo para o primeiro terminal para cada umadentre as múltiplas seqüências sendo enviadassimultaneamente.
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