BRPI0614854A2 - método e equipamento para seleção de antenas virtuais - Google Patents
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Abstract
MéTODO E EQUIPAMENTO PARA SELEçãO DE ANTENAS VIRTUAIS. São descritas técnicas para transmitir dados a partir de antenas virtuais em vez de antenas físicas. Cada antena virtual pode ser mapeada para algumas ou todas as antenas físicas por um mapeamento diferente. O desempenho de diferentes conjuntos de pelo menos uma antena virtual é avaliado com base em uma ou mais métricas tais como qualidade de sinal, capacidade de transmissão, taxa geral e assim por diante. O conjunto de antenas virtuais com o melhor desempenho é selecionado para uso. Se a seleção de antena virtual for realizada pelo receptor, então informações de estado de canal para o conjunto de antenas virtuais selecionado podem ser enviadas para o transmissor. As informações de estado de canal podem transportar a(s) antena(s) virtual(is) selecionada(s), a qualidade ou taxa(s) de sinal para a(s) antena(s) virtual(is) selecionada(s), uma ou mais matrizes de pré-codificação utilizadas para formar a(s) antena(s) virtual(is) selecionada(s) e assim por diante. O transmissor e/ou receptor utilizam a(s) antena(s) virtual(is) selecionada(s) para transmissão de dados.
Description
"METODO E EQUIPAMENTO PARA SELEÇÃO DE ANTENAS VIRTUAIS"
FUNDAMENTOS
I. CAMPO
A presente invenção refere-se, de modo geral, àcomunicação, e mais especificamente a técnicas paratransmissão de dados em um sistema de comunicação sem fio.
II. FUNDAMENTOS
Em um sistema de comunicação sem fio, umtransmissor (por exemplo, uma estação base ou um terminal)pode utilizar múltiplas antenas de transmissão (T) paratransmissão de dados para um receptor equipado commúltiplas antenas de recepção (R). As múltiplas antenas detransmissão e recepção podem ser utilizadas para aumentarcapacidade de transmissão e/ou aperfeiçoar aconfiabilidade. Por exemplo, o transmissor pode transmitirT símbolos simultaneamente a partir das T antenas detransmissão para melhorar a capacidade de transmissão.
Alternativamente, o transmissor pode transmitir o mesmosímbolo de forma redundante a partir de todas as T antenasde transmissão para melhorar a recepção pelo receptor.
A transmissão a partir de cada antena detransmissão causa interferência nas transmissões a partirde outras antenas de transmissão. Em alguns casos, odesempenho aperfeiçoado pode ser obtido pela transmissão deum número menor do que T símbolos simultaneamente a partirdas T antenas de transmissão. Isto pode ser obtido pelaseleção de um subconjunto das T antenas de transmissão etransmissão de um número de símbolos menor que T a partirdo subconjunto selecionado de antena(s) de transmissão.
A(s) antena(s) de transmissão que não são utilizadas para atransmissão não causa(m) interferência na(s) antena(s) detransmissão que são utilizadas para transmissão.Conseqüentemente, desempenho aperfeiçoado pode ser obtidono subconjunto selecionado de antena(s) de transmissão.
Cada antena de transmissão é tipicamenteassociada a certa potência de transmissão de pico que podeser utilizada para aquela antena. A potência de transmissãode pico pode ser determinada por um amplificador depotência utilizado para a antena de transmissão, limitaçõesde regulação, e/ou outros fatores. Para cada antena detransmissão que não é utilizada para transmissão, apotência de transmissão para aquela antena é essencialmentedesperdiçada.
Há, portanto, necessidade na arte de técnicas queutilizem mais efetivamente a potência de transmissãodisponível para as antenas de transmissão.
SUMÁRIO
São descritas aqui técnicas para transmissão dedados a partir de antenas virtuais em vez de antenasfísicas. Uma antena física é uma antena utilizada pararadiar um sinal. Uma antena física tem, tipicamente, umapotência de transmissão máxima limitada, que éfreqüentemente determinada por um amplificador de potênciaassociado. Uma antena virtual é uma antena a partir da qualdados podem ser enviados. Uma antena virtual podecorresponder a um feixe formado pela combinação demúltiplas antenas físicas através de um vetor decoeficientes ou pesos. Múltiplas antenas virtuais podem sèrformadas com múltiplas antenas físicas de tal modo que cadaantena virtual seja mapeada para algumas ou todas asantenas físicas por um mapeamento diferente, como descritoabaixo. As antenas virtuais habilitam uso eficiente dapotência de transmissão disponível das antenas físicas.
Em um aspecto, o desempenho de diferentesconjuntos de pelo menos uma antena virtual é avaliado, e oconjunto de antena(s) virtual(is) com o melhor desempenho éselecionado para uso. O desempenho pode ser quantificadopor várias métricas como qualidade de sinal, capacidade detransmissão, taxa geral, e assim por diante. Em umamodalidade, múltiplas hipóteses são avaliadas com base empelo menos uma métrica. Cada hipótese corresponde a umconjunto diferente de pelo menos uma antena virtual. Ahipótese com o melhor desempenho (por exemplo, a qualidadede sinal, capacidade de transmissão, ou taxa geral maisalta) é selecionada entre todas as hipóteses avaliadas. Sea seleção de antena virtual for realizada pelo receptor,então as informações de estado de canal para a(s) antena(s)virtual(is) selecionada(s) podem ser enviadas para otransmissor. As informações de estado de canal podemtransferir vários tipos de informações como a(s) antena(s)virtual(is) selecionada(s), a qualidade de sinal ou taxa(s)para a(s) antena(s) virtual(is) selecionada(s), uma ou maismatrizes utilizadas para formar a(s) antena(s) virtual(is)selecionada(s), e assim por diante. O transmissor e/oureceptor pode utilizar a(s) antena(s) virtual(iã)selecionada(s) para transmissão de dados.
Vários aspectos e modalidades da invenção sãodescritos em detalhes adicionais abaixo.
Breve Descrição dos Desenhos
As características e natureza da presenteinvenção tornar-se-ão mais evidentes a partir da descriçãodetalhada exposta abaixo quando tomada em combinação com õsdesenhos, nos quais caracteres de referência similaresidentificam de forma correspondente do princípio ao fim.
A figura 1 mostra um diagrama de blocos de umtransmissor e receptor.
A figura 2 mostra um diagrama de blocos de umprocessador espacial de transmissão (TX).A figura 3 mostra um modelo de transmissão paraantenas virtuais.
As figuras 4A e 4B mostram duas transmissõesexemplares a partir de antenas virtuais.
A figura 5 mostra seleção de antena virtual paraquatro antenas virtuais.
A figura 6 mostra um exemplo de distribuição depotência de enchimento de água (water-filling).
A figura 7 mostra um processo para selecionar eutilizar antenas virtuais.
A figura 8 mostra um equipamento para selecionare utilizar antenas virtuais.
A figura 9 mostra um processo para transmissão dedados a partir de antenas virtuais.
A figura 10 mostra um equipamento paratransmissão de dados a partir de antenas virtuais.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A palavra "exemplar" é utilizada aqui parasignificar "servir como exemplo, ocorrência, ouilustração". Qualquer projeto ou modalidade descrito aquicomo "exemplar" não deve ser necessariamente interpretadocomo preferido ou vantajoso em relação a outras modalidadesou projetos.
A figura 1 mostra um diagrama de blocos de umamodalidade de um transmissor 110 e um receptor 150 em umsistema de comunicação 100. 0 transmissor 110 é equipadocom múltiplas antenas (T) , e o receptor 150 é equipado commúltiplas antenas (R) . Cada antena de transmissão e cadaantena de recepção pode ser uma antena fisica ou um arranjode antenas. Para transmissão em downlink (ou link direto),o transmissor 110 pode fazer parte de, e pode conter algumaou toda a funcionalidade de, uma estação base, um ponto deacesso, um Nó B e/ou alguma outra entidade de rede. : 0receptor 150 pode fazer parte de, e pode conter um pouco outoda a funcionalidade de, uma estação móvel, um terminal deusuário, um equipamento de usuário, e/ou algum outrodispositivo. Para transmissão em uplink (ou link reverso)',o transmissor 110 pode fazer parte de uma estação móvel, umterminal de usuário, um equipamento de usuário, e assim pordiante, e o receptor 150 podem fazer parte de uma estaçãobase, um ponto de acesso, um nó B, e assim por diante.
No transmissor 110, um processador de dados TX120 recebe dados de tráfego a partir de uma fonte de dados112 e processa (por exemplo, formata, codifica, intercala emapeia em símbolos) os dados de tráfego para gerar símbolosde dados. Como utilizado aqui, um símbolo de dados é umsímbolo de modulação para dados, um símbolo piloto é umsímbolo de modulação para piloto, um símbolo de modulação' éum valor complexo para um ponto em uma constelação desinais (por exemplo, para M-PSK ou M-QAM), e um símbolo étipicamente um valor complexo. Pilotos são dados que sãoconhecidos a priori tanto pelo transmissor como peloreceptor e também podem ser mencionados como treinamento,referência, preâmbulo, e assim por diante. Um processadorespacial TX 130 multiplexa os símbolos de dados comsímbolos piloto, realiza processamento espacial nossímbolos piloto e de dados multiplexados, e provê T fluxosde símbolos de transmissão para T unidades transmissoras(TMTR) 132a até 132t. Cada unidade transmissora 132processa (por exemplo, modula, converte para analógico,filtra, amplifica e converte ascendentemente) seu fluxo desímbolos de transmissão e gera um sinal modulado. T sinaismodulados a partir de unidades transmissoras 132a até 132tsão transmitidos a partir de antenas 134a até 134't,respectivamente.No receptor 150, R antenas 152a até 152r recebemos T sinais modulados, e cada antena 152 provê um sinalrecebido para uma unidade receptora respectiva (RCVR) 154.
Cada unidade receptora 154 processa seu sinal recebido deuma maneira complementar ao processamento realizado pelasunidades transmissoras 132 para obter símbolos recebidos,provê símbolos recebidos para dados de tráfego para umprocessador espacial de recepção (RX) 160, e provê símbolosrecebidos para piloto para um processador de canais 194. 0processador de canais 194 estima a resposta do canal demúltiplas entradas e múltiplas saídas (MIMO) a partir dotransmissor 110 para o receptor 150 com base nos símbolosrecebidos para piloto (e possivelmente os símbolosrecebidos para dados de tráfego) e provê estimativas decanal para o processador espacial RX 160. O processadorespacial RX 160 realiza detecção nos símbolos recebidos pòrdados de tráfego com as estimativas de canal e provêestimativas de símbolos de dados. Um processador de dadosRX 170 processa adicionalmente (por exemplo, deintercala edecodifica) as estimativas de símbolos de dados e provêdados decodificados para um depósito de dados 172.
O receptor 150 pode avaliar as condições de canale pode enviar informações de estado de canal para otransmissor 110. As informações de estado de canal podemindicar, por exemplo, um conjunto específico de pelo menosuma antena virtual a utilizar para transmissão, uma ou maismatrizes utilizadas para formar a(s) antena(s) virtual(is)selecionada(s), uma ou mais taxas ou formatos de pacote autilizar para transmissão, qualidade de sinal para a(s)antena(s) virtual(is) selecionada(s), confirmações (ACKs)e/ou confirmações negativas (NAKs) para pacotesdecodificados pelo receptor 150, outros tipos deinformações, ou qualquer combinação dos mesmos. Asinformações de estado de canal são processadas (porexemplo, codificadas, intercaladas, e mapeadas em símbolos)por um processador de sinalização TX 180, processadoespacialmente por um processador espacial TX 182, eadicionalmente processador por unidades transmissoras 154aaté 154r para gerar R sinais modulados, que sãotransmitidos através de antenas 152a até 152r.
No transmissor 110, os R sinais modulados sãorecebidos por antenas 134a até 134t, processados pelasunidades receptoras 132a até 132t, espacialmenteprocessados por um processador espacial RX 136, eadicionalmente processados (por exemplo, deintercalados , edecodificados) por um processador de sinalização RX 138para recuperar as informações de estado de canal. Omcontrolador/processador 140 controla a transmissão de dadospara o receptor 150 com base nas informações de estado decanal. Um processador de canal 144 pode estimar a respostado canal MIMO a partir do receptor 150 para o transmissor110 e pode fornecer informações pertinentes utilizadas paratransmissão de dados pelo receptor 150.
Controladores/processadores 140 e 190 controlam aoperação no transmissor 110 e no receptor 150,respectivamente. Memórias 142 e 192 armazenam dados ,ecódigos de programa para transmissor 110 e receptor 150,respectivamente.
As técnicas descritas aqui podem ser utilizadaspara vários sistemas de comunicação sem fio como sistema deAcesso Múltiplo por Divisão de Freqüência (FDMA), sistemade Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), um sistemade Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), um sistemade Acesso Múltiplo por Divisão Espacial (SDMA), um sistemaFDMA Ortogonal (OFDMA), um sistema FDMA de Portadora Única(SC-FDMA), e assim por diante. Um sistema OFDMA utilizaMultiplexação por Divisão de Freqüência Ortogonal (OFDM).OFDM e SC-FDMA dividem a largura de banda do sistema geralem múltiplas (K) subportadoras ortogonais, que são tambémdenominadas tons, faixas e assim por diante. Cadasubportadora pode ser modulada com dados. Em geral,símbolos de modulação são enviados no domínio de freqüênciacom OFDM e no domínio de tempo com SC-FDMA.
1. PROCESSAMENTO DE TRANSMISSOR
0 transmissor pode transmitir um ou mais símbolosde saída simultaneamente a partir das antenas detransmissão T em cada subportadora em cada período desímbolos. Cada símbolo de saída pode ser um símbolo demodulação para OFDM, um símbolo de domínio de freqüênciapara SC-FDMA, ou algum outro valor complexo. 0 transmissorpode transmitir os símbolos de saída utilizando váriosesquemas de transmissão.
Em uma modalidade, o transmissor processa ossímbolos de saída para transmissão, como a seguir:x(k) = U-P(k)-G-s(k), Eq(I)
Onde: = [s(k) = [s1(k)s2(k)...sv(k)]T é um vetor Vx1 contendo Vsímbolos de saída a serem enviados na subportadora k em umperíodo de símbolos,
G é uma matriz diagonal VxV contendo os ganhpspara os V símbolos de saída,
P(k) é uma matriz de permutação TxV parasubportadora k,
U = [U1 U2 ...uT] é uma matriz ortonormal TxT,
x(k)= [x1(k) x2 (k)...xT(k)]T é um vetor Tx1 contendo Tsímbolos de transmissão a serem enviados a partir das Tantenas de transmissão na subportadora k em um período desímbolos, e"τ" indica uma transposta.
Para simplicidade, a descrição aqui assume que a potênciamédia de cada elemento Si(Jc) no vetor s(k) é unitária. Aequação (1) é para uma subportadora k. O transmissor poderealizar o mesmo processamento para cada subportadorautilizada para transmissão.
T é o número de antenas de transmissão. T tambémé o número de antenas virtuais disponíveis para uso eformadas com T colunas U1 até uT da matriz ortonormal U .
As antenas virtuais podem ser chamadas também antenasefetivas ou por alguma outra terminologia. V é o número desímbolos de saída sendo enviadas simultaneamente em umasubportadora em um período de símbolos. V também é o númerode antenas virtuais utilizadas para transmissão. Em geral,1<V < min{T,R} . V pode ser um parâmetro configurável quepode ser selecionado como descrito abaixo.
Embora não mostrado na equação (1), o transmissorpode empregar diversidade de retardo cíclico para melhorara seletividade de freqüência das antenas virtuais.
Diversidade de retardo cíclico pode ser implementada (1) nodomínio de freqüência pela aplicação de uma inclinação defase diferente através das K subportadoras de cada antenade transmissão ou (2) no domínio de tempo pela aplicação deT retardos cíclicos diferentes para as T antenas detransmissão. Para simplicidade, a descrição abaixo é para amodalidade mostrada na equação (1) sem diversidade deretardo cíclico.
Na equação (1), a matriz ganho G determina aquantidade de potência de transmissão a utilizar para cadaum dos V símbolos de saída sendo enviados simultaneamente.
Em uma modalidade, a matriz ganho é definida de tal modoque a potência de transmissão total Ptotal para as T antenasde transmissão é utilizada para transmissão independente donúmero de símbolos de saída sendo enviados, isto é,independente do valor de V. Em uma modalidade, a potênciade transmissão total é distribuída de forma uniformeatravés dos V símbolos de saída, e a matriz ganho pode serdefinida como:
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onde / é a matriz identidade e Ptx é a potência detransmissão máxima para cada antena de transmissão. Aequação (2) assume que todas as K subportadoras são10 utilizadas para transmissão. Nessa modalidade, uma maior
potência de transmissão pode ser utilizada para cadasímbolo de saída se um número menor de símbolos de saídaestiver sendo enviado. Em outras modalidades, a potência detransmissão total pode ser distribuída de forma nãouniforme ou irregular através dos V símbolos de saída.
A matriz de permutação P(k) seleciona V antenasvirtuais específicas (ou V colunas específicas de U) autilizar para a subportadora k dentre as antenas Tvirtuais disponíveis. A matriz de permutação pode serdefinida de várias maneiras, como descrito abaixo. Asmatrizes de permutação iguais ou diferentes podem serutilizadas para as K subportadoras.
A matriz ortonormal U é caracterizada pelapropriedade Un -U = Ir onde U_ é a transposta conjugada deTJ_. As T colunas de TJ_ são ortogonais entre si, e cadacoluna tem potência unitária. Em uma modalidade, U_ édefinido de tal modo que a soma da magnitude ao quadradodas T entradas em cada linha é igual a um valor constante.
Essa propriedade resulta em potência de transmissão igualsendo utilizada para todas as antenas de transmissão T. U_pode ser também uma matriz unitária que é caracterizadapela propriedade Uh -U = U_-U_H = / .
Várias matrizes ortonormais e unitárias podem serutilizadas para formar as antenas virtuais. Em umamodalidade, uma matriz de Walsh/Hadamard TxT W_ éutilizada para U. Em outra modalidade, uma matriz deFourier TxT F é utilizada para U. Ainda em outramodalidade, U_ é formado como ^Z = A-F , onde A é uma matrizdiagonal contendo T valores de escalonamento para as Tlinhas de F . Por exemplo, Λ pode ser definido comoA = diag{lejei...eJ*r-i} onde θ, para t = 1, T-I podem serfases aleatórias que mudam as direções espaciaisrepresentadas pelas colunas de F . Ainda em outramodalidade, U_ é uma matriz ortonormal com elementospseudo-aleatórios. Várias outras matrizes também podem serutilizadas para U_ .
Em uma modalidade, uma única matriz ortonormal U_é utilizada para todas as K subportadoras em todos osperíodos de símbolos. Nessa modalidade U não é uma funçãode índice de subportadora k ou índice de símbolos η. Emoutra modalidade, diferentes matrizes ortonormais sãoutilizadas para diferentes subportadoras. Ainda em outramodalidade, diferentes matrizes ortonormais são utilizadaspara diferentes conjuntos de subportadoras que podem seratribuídas a diferentes usuários. Ainda em outramodalidade, diferentes matrizes ortonormais são utilizadaspara diferentes intervalos de tempo, onde cada intervalo detempo pode abranger um ou múltiplos períodos de símbolos.
Ainda em outra modalidade, uma ou mais matrizes ortonormaissão selecionadas para uso a partir de um conjunto dematrizes ortonormais disponíveis para uso. Em geral, dadose piloto podem ser transmitidos utilizando uma ou maismatrizes ortonormais de tal modo que o receptor é capaz deestimar a resposta de canal com base no piloto e utilizar aestimativa de canal para recuperar os dados enviados para oreceptor.
Uma matriz ortonormal (por exemplo, uma matriz deWalsh/Hadamard ou uma matriz de Fourier) pode serselecionada para uso sem conhecimento da resposta de canalMIMO. Uma matriz ortonormal também pode ser selecionada combase em conhecimento da resposta de canal MIMO e pode serentão mencionada como uma matriz de pré-codificação. Amatriz de pré-codificação pode ser selecionada peloreceptor e indicada para o transmissor ou pode serselecionada pelo transmissor em um sistema de comunicaçãoTDD.
A figura 2 mostra uma modalidade do processadorespacial TX 130, que realiza o processamento mostrado naequação (1). O processador espacial TX 130 inclui umaunidade de escalonamento de potência 210, uma unidade demapeamento símbolo/antena virtual 220, e uma unidade demapeamento espacial 230. Dentro da unidade 210, Vmultiplicadores 212a até 212v recebem V símbolos de saídaaté sv(k), respectivamente, no vetor s(k), multiplicamesses símbolos de saída com ganhos até gv,respectivamente, na matriz ganho G, e fornecem V símbolosescalonados. Multiplicadores 212a até 212v realizam amultiplicação de matriz G-s(k).
Na modalidade mostrada na figura 2, cada símboloescalonado é mapeado para uma antena virtual pela unidade220. V antenas virtuais ax até av são selecionadas para usodentre T antenas virtuais disponíveis 1 até T, onde a,,a2,...t av € {1,..., Τ}. A unidade 220 inclui Vmultiplexadores (Mux) 222a até 222v. Cada multiplexador 222recebe os V símbolos escalonados a partir demultiplicadores 212a até 212v e fornece um dos símbolosescalonados V em sua saída. Multiplexadores 222a até 222vrealizam a multiplicação de matriz com a matriz depermutação TxV P(k) e fornecem V símbolos mapeados sai(k)até sa (k) para as V antenas virtuais selecionadas e T-Vsímbolos nulos que são descartados. Em outras modalidades,um símbolo de saída escalonado pode ser mapeado paramúltiplas antenas virtuais.
A unidade 230 multiplica cada símbolo mapeado comuma coluna respectiva da matriz JJ_ e gera um vetor paraaquele símbolo. A unidade 230 inclui V conjuntos demultiplicadores 232a até 232ν para as V antenas virtuais eT somadores 236a até 236t para as T antenas de transmissão.
Cada conjunto de multiplicadores 232 inclui .-Tmultiplicadores 234 para as T antenas de transmissão. Osímbolo mapeado Sai (k) para a antena virtual ai émultiplicado com T elementos da coluna M0j na matriz U porT multiplicadores 234aa até 234at para gerar um vetor com Telementos. Esses T elementos indicam esses componentes dossímbolos mapeados para as T antenas de transmissão. Osímbolo mapeado para cada antena virtual restante émultiplicado com uma coluna respectiva de U para gerar umvetor para aquele símbolo mapeado. 0 somador 236a soma assaídas de V multiplicadores 234aa até 234va e gera osímbolo de transmissão X1C^) para a antena de transmissão 1.
Cada somador restante 236 soma a saída de um conjuntorespectivo de V multiplicadores 234 e gera um símbolo detransmissão para sua antena de transmissão. Os somadores236a até 236t fornecem T símbolos de transmissão atéxT(k) no vetor x(k) para as T antenas de transmissão.Multiplicadores 234 e somadores 236 realizam amultiplicação de matriz com a matriz U_.
Como mostrado na figura 2, cada símbolo mapeado éenviado a partir de uma antena virtual, porém a partir detodas as T antenas de transmissão. V vetores são obtidospara a transmissão dos V símbolos mapeados nas V antenasvirtuais selecionadas. Esses V vetores são adicionados paragerar o vetor de símbolos de transmissão x(k) .
A figura 3 mostra um modelo 300 para o esquema detransmissão dado pela equação (1) . 0 processador espacialTX 130 no transmissor recebe o vetor de símbolo de saídas(k) para cada subportadora e período de símbolos. Dentrodo processador espacial TX 130, a unidade de escalonamentode potência 210 multiplica o vetor de símbolo de saída s(k)com a matriz ganho G . A unidade de mapeamento desímbolo/antena virtual 220 multiplica o vetor de símboloescalonado com a matriz de permutação P(k) e gera um vetor
Tx. 1 contendo V símbolos mapeados a serem enviados atravésdas V antenas virtuais selecionadas e T-V símbolos nulos; aserem descartados. A unidade de mapeamento espacial 230multiplica o vetor de símbolos permutados com a matrizortonormal U_ e gera o vetor de símbolos de transmissãox(k) . O vetor de símbolos de transmissão x(k) é transmitidoa partir das T antenas de transmissão e via um canal MIMO250 para as R antenas de recepção no receptor.
Os símbolos recebidos no receptor podem serexpressos como:<formula>formula see original document page 16</formula>
Onde: H(k) é uma matriz de resposta de canal MIMO realRxT para a subportadora k,
Kvirtuaiib) ® UItia matriz de resposta de canal MIMOvirtual RxT para a subportadora k,
Kusado(^c) ® uma matriz de resposta de canal MIMO usadoRxV para a subportadora k,
r(k) é um vetor J?xl contendo R símbolos recebidos apartir das R antenas de recepção na subportadora k em umperíodo de símbolos, e
n(k) é um vetor de ruído i?xl para a subportadora k .
Para simplicidade, o ruído pode ser assumido como sendoruído aditivo Gaussiano branco (AWGN) com um vetor médiozero e uma matriz de co-variância de n(k) = a*-I, onde σ* éa variância do ruído.
As matrizes de resposta de canal MIMO usado evirtual podem ser dadas como:
<formula>formula see original document page 16</formula>
Onde: w,, para t = 1,..., T, é a í-ésima coluna de U paraa í-ésima antena virtual disponível,
ua , para ν = 1,..., V, é a coluna de U_ para a v-ésima antena virtual utilizada,
diag{G} = {gi g2 — gv} são os ganhos de V fluxos de dadosenviados a partir das V antenas virtuais utilizadas, e<formula>formula see original document page 17</formula>
As T antenas de transmissão são associadas a Tvetores de resposta de canal atual hx(k) até hT(k) . As Tantenas virtuais disponíveis são associadas a T vetores deresposta de canal virtual hvinmi,i(^)= K(Jk)-Ux atéhvirtual1(Jk) = K(Jk)·uT. Cada vetor hvirtual1(Jk) é formado com a matrizde resposta de canal MIMO real inteira H_(k).
Como mostrado na equação (4) e ilustrado nafigura 3, um canal MIMO virtual com T antenas virtuais éformado com a matriz ortonormal U. Um canal MIMO utilizadoé formado pelas V antenas virtuais que são utilizadas paratransmissão. A multiplicação de H(k) com U não muda aspropriedades estatísticas de K{k). Conseqüentemente, ocanal MIMO real H(k) e o canal MIMO virtual Hvirlual(k) têmdesempenho similar. Entretanto, a multiplicação com Upermite a utilização total da potência de transmissão totalpara todas as T antenas de transmissão. A potência detransmissão pico para cada antena de transmissão pode serdenotada como Ptx, e a potência de transmissão total paraas T antenas de transmissão pode ser denotada comoPtotal=T-Ptx. Se V símbolos de saída forem transmitidos apartir de V antenas de transmissão sem multiplicação comU, então cada antena de transmissão que é desligadaresulta na potência de transmissão Ptx para aquela antenade transmissão sendo desperdiçada. Entretanto, se Vsímbolos de saída forem transmitidas a partir de V antenasvirtuais com multiplicação com U_, então cada símbolo desaída é enviado a partir de todas as T antenas tietransmissão, a potência de transmissão total Ptx para cadaantena de transmissão pode ser utilizada independente donúmero de antenas virtuais selecionadas para uso, e apotência de transmissão total PtotaI para todas as T antenasde transmissão pode ser distribuída através das V antenasvirtuais.
Para o esquema de transmissão mostrado na equação(1), um sistema MIMO Rx-T é efetivamente reduzido para umsistema MIMO RxV . O transmissor parece como se tivesse Vantenas virtuais em vez de T antenas de transmissão, onde1 < V < T.
O transmissor pode transmitir V fluxos de dadosem V antenas virtuais selecionadas. As V antenas virtuaisselecionadas podem ser associadas com diferentes qualidadesde sinais e podem ter diferentes capacidades detransmissão. Em uma modalidade, cada fluxo de dados éenviado a partir de uma antena virtual respectiva. Uma taxaapropriada pode ser selecionada para cada fluxo de dadoscom base na capacidade de transmissão da antena virtualutilizada para aquele fluxo de dados. Em outra modalidade,cada fluxo de dados é enviado através de todas as V antenasvirtuais selecionadas para obter desempenho similar paratodos os V fluxos de dados. Se uma única subportadoraestiver disponível para transmissão, então cada fluxo dedados pode ser enviado a partir das V antenas virtuaisselecionadas em diferentes períodos de símbolos. Semúltiplas subportadoras estiverem disponíveis paratransmissão, então cada fluxo de dados pode ser enviado apartir das V antenas virtuais selecionadas em diferentessubportadoras. Se cada fluxo de dados for enviado a partirde todas as V antenas virtuais selecionadas, então umaúnica taxa pode ser selecionada para todos os V fluxos dedados com base na capacidade de transmissão média para asv Vantenas virtuais selecionadas.A figura 4A mostra uma modalidade de transmitirdois fluxos de dados a partir de duas antenas virtuais.
Nessa modalidade, quatro antenas virtuais estãodisponiveis, antenas virtuais 2 e 4 são selecionadas parauso, e antenas virtuais 1 e 3 não são utilizadas.' Ossímbolos de saída para o fluxo de dados 1 são enviados apartir da antena virtual 2 em todas as K subportadoras. Ossímbolos de saída para o fluxo de dados 2 são enviados apartir da antena virtual 4 em todas as K subportadoras.
Na modalidade mostrada na figura 4A, uma únicamatriz de permutação pode ser utilizada para todas as Ksubportadoras e pode ser definida como a seguir:
<formula>formula see original document page 19</formula>
Cada linha da matriz de permutação P(k) corresponde a umaantena virtual disponível, e cada coluna de P(Jc)corresponde a um fluxo de dados. Para cada antena virtualque não é utilizada para transmissão, a linhacorrespondente de P(Jc) contém zeros. Para cada fluxo dedados, a coluna correspondente de P(Jc) contém uma entradade Λ1' para a antena virtual utilizada para aquele fluxo dedados.
A figura 4B mostra uma modalidade de transmitirtrês fluxos de dados ciclicamente através das Ksubportadoras de três antenas virtuais. Nessa modalidade,quatro antenas virtuais são disponíveis, antenas virtuais1, 3 e 4 são selecionadas para uso, e antena virtual 2 nãoé utilizada. Os símbolos de saída para o fluxo de dados 1são enviados a partir da antena virtual 1 nas subportadoras1, 4, 7,..., a partir da antena virtual 3 nas subportadoras2, 5, 8,..., e a partir da antena virtual 4 nassubportadoras 3, 6, 9, . . . . Os símbolos de saída para cadaum dos outros dois fluxos de dados são também enviadosatravés das K subportadoras de todas as três antenasvirtuais selecionadas, como mostrado na figura 4B.
Na modalidade mostrada na figura 4B, as matrizesde permutação podem ser definidas como a seguir:
<formula>formula see original document page 20</formula>
e assim por diante. Eq(7)
Os fluxos de dados 1, 2 e 3 são associados a colunas 1, 2 e3, respectivamente, de cada matriz de permutação. Para cadafluxo de dados, a antena virtual utilizada para o fluxo dedados é indicada por uma entrada de yI' na linha qúecorresponde à antena virtual. Como mostrado na figura 4B. eindicado pela equação (7), cada fluxo de dados salta de umaantena virtual selecionada para a antena virtualselecionada seguinte, através das K subportadoras ereinicia ciclicamente a primeira antena virtual selecionadaapós atingir a última antena virtual selecionada.
As figuras 4A e 4B mostram modalidadesespecíficas de mapear fluxos de dados para antenasvirtuais. Em geral, qualquer número de fluxos de dados podeser enviado a partir de qualquer número de antenasvirtuais. Os fluxos de dados podem ser mapeados para asantenas virtuais selecionadas em um modo determinístico(por exemplo, cíclica ou seqüencialmente utilizandopossíveis permutações completas) ou um modo pseudo-aleatório com base em uma seqüência de números pseudo-aleatórios (PN) que é conhecida tanto pelo transmissor comopelo receptor. Um determinado fluxo de dados pode sermapeado para todas as antenas virtuais selecionadasutilizando qualquer permutação de fluxo ou esquema demapeamento, cujo exemplo é mostrado na figura 4B.
2. PROCESSAMENTO DE RECEPTOR
O receptor pode utilizar várias técnicas dedetecção para recuperar os símbolos de saída enviados pelotransmissor. Essas técnicas de detecção incluem uma técnicade mínimo erro quadrático médio (MMSE), uma técnica deforçar a zero (ZF) , uma técnica de combinação de razãomáxima (MRC), e uma técnica de cancelamento sucessivo deinterferência (SIC). O receptor pode derivar uma matriz defiltro espacial com base na técnica MMSE, ZF e MRC, como aseguir:
<formula>formula see original document page 21</formula>
Nas equações (8) e (10), Dmmse(Jz) e Dmrc(k) são matrizesdiagonais VxV de valores de escalonamento utilizadas paraobter estimativas normalizadas dos símbolos de saída.
O receptor pode realizar detecção como a seguir:s(k) = M(k)-r(k) = s(k) + n(k), Eq(II)
Onde: M(k) é uma matriz de filtro espacial VxR que podeser Mmmsef Mj(k) ou Mmrc(k),
s(k) é um vetor Fxl com V estimativas de símbolos, e
n(k) é um vetor de ruído após a detecção.
O receptor pode obter uma estimativa de H(Jc) /Hvtrtual(Jc)t e/ou KusadoW r com base em um piloto recebido apartir do transmissor. Para simplicidade, a descrição aquiassume que não há erro de estimação de canal. O receptorpode derivar Hmusaado(k) com base em H(k) ou Hvirtual(k) e ° U,P(k) e G conhecido. O receptor pode então derivar M(k) combase em Husado(k) Para as v antenas virtuais selecionadas. Adimensão de M(k) é dependente do número de antenasvirtuais utilizadas para transmissão. As estimativas desímbolos s(k) são estimativas dos símbolos de saída em s(k) .
O receptor pode realizar detecção, como mostradona equação (11) para cada subportadora k em cada períodode símbolos η para obter estimativas de símbolos paraaquela subportadora e período de símbolos. O receptor podedesmapear as estimativas de símbolos para todas assubportadoras e períodos de símbolos em fluxos em um modocomplementar ao mapeamento símbolo/antena virtual pelotransmissor. O receptor pode processar então (por exemplo,demodular, deintercalar, e decodificar) os fluxos deestimativas de símbolos para obter fluxos de dadosdecodificados.
A qualidade das estimativas de símbolos dependeda técnica de detecção utilizada pelo receptor. Em geral, aqualidade de sinal pode ser quantificada pela relaçãosinal/ruído (SNR), relação sinal/ruído e interferência(SINR), relação de energia por símbolo/ruído (Es/No), eassim por diante. Para clareza, SNR é utilizado pararepresentar qualidade de sinal na descrição abaixo.
A SNR para a técnica MMSE pode ser expressa como:<formula>formula see original document page 22</formula>para v - 1,..., T, Eq2 (12)
Onde: qv(k) é o v-ésimo elemento diagonal de Q(Jc) para asubportadora k, eVmmseν® a SNR da subportadora & da antena virtualν com detecção MMSE.
A SNR para a técnica ZF pode ser expressa como:
<formula>formula see original document page 23</formula>
Onde: fv(k) é o v-ésimo elemento diagonal dediag{[Hlado(k) ■ Husado(fc)]-1} para a subportadora k, eYzfÁk) ® a SNR da subportadora k de antena virtual νcom detecção ZF.
As equações (12) e (13) assumem que a potência média decada elemento do vetor de símbolos de transmissão s(k) éunitária. As SNRs para outras técnicas de detecção sãoconhecidas na arte e não são descritas aqui.
As equações (12) e (13) fornecem SNRs em unidadeslineares. SNR também pode ser dado em decibéis (dB), como aseguir:
<formula>formula see original document page 23</formula>
onde yv(k) é a SNR em unidades lineares e SNRv(Jc) é a SNRcorrespondente em dB.
Para a técnica SIC, o receptor recupera os Vfluxos de dados em V estágios ou camadas, um fluxo de dadosem cada estágio, e cancela a interferência a partir de cadafluxo de dados decodificado antes de recuperar o fluxo dedados seguinte. Para o primeiro estágio, o receptor realizadetecção nos símbolos recebidos (por exemplo, utilizando atécnica MMSE, ZF ou MRC como mostrado na equação (11)) eobtém estimativas de símbolos para um fluxo de dados. 0receptor então processa (por exemplo, demodula, deintercalae decodifica) as estimativas de símbolos para obter umfluxo de dados decodificado. O receptor então estima ainterferência devido a esse fluxo de dados por (1) re-codificar, intercalar e mapear em símbolos o fluxo de dadosdecodificados do mesmo modo realizado pelo transmissor paraesse fluxo e (2) multiplicar os símbolos de saídareconstruídos com os vetores de resposta de canal MIMOutilizados para obter componentes de interferência devido aesse fluxo. O receptor então subtrai os componentes deinterferência a partir dos símbolos recebidos para obtersímbolos recebidos modificados. Para cada estágiosubseqüente, o receptor processa os símbolos recebidosmodificados a partir do estágio anterior do mesmo modo queo primeiro estágio para recuperar um fluxo de dados.
Para a técnica SIC, a SNR de cada fluxo de dadosdecodificado depende de (1) técnica de detecção (porexemplo, MMSE, ZF ou MRC) utilizada para o fluxo, (2) oestágio específico no qual o fluxo de dados é recuperado, e(3) a quantidade de interferência devido a fluxos de dadosrecuperados em estágios posteriores. Em geral, a SNRmelhora para fluxos de dados recuperados em estágiosposteriores porque a interferência a partir de fluxos dedados recuperados em estágios anteriores é cancelada. IsSopode permitir que taxas mais elevadas sejam utilizadas paraos fluxos de dados recuperados em estágios posteriores.
Em um aspecto, o desempenho de conjuntosdiferentes ou combinações de antena(s) virtual(is) éavaliado e o conjunto de antena(s) virtual(is) com o melhordesempenho é selecionado para uso. 0 desempenho pode serquantificado por várias métricas como qualidade de sinal(por exemplo, SNR), capacidade de transmissão, taxa geral,e assim por diante. A seleção de antena virtual pode serrealizada de várias maneiras.
Em uma modalidade, todos os conjuntos possíveisde uma ou mais antenas virtuais são avaliados. Cadaconjunto de antenas virtuais possível também é mencionadocomo uma hipótese. Há 2T - 1 hipóteses totais para Tantenas virtuais disponíveis - uma hipótese para T antenasvirtuais, T hipóteses para T-I antenas virtuais, e assimpor diante, e T hipóteses para uma antena virtual. Mhipóteses podem ser avaliadas, onde M = 2T - 1 se todas ashipóteses possíveis forem avaliadas. A hipótese m, param = 1,..., M, é para um conjunto específico de antena(s)virtual (is) que é indicado como Am. As M hipóteses sãopara M conjuntos de antenas virtuais diferentes.
Em uma modalidade, o desempenho é determinado comdistribuição uniforme da potência de transmissão totalatravés das antenas virtuais selecionadas. Para umahipótese com V antenas virtuais, onde 1 < V < T, a potênciade transmissão total pode ser distribuída como a seguir:
<formula>formula see original document page 25</formula>
onde Pm>v(k) é a potência de transmissão para a subportadorak da antena virtual ν na hipótese m . Na equação (15), apotência de transmissão de dados total Ptotal - T Ptx édistribuída uniformemente através das V antenas virtuais, epara cada antena virtual é alocada Pav=T-PtxIV . A potênciade transmissão alocada Pav para cada antena virtual é entãodistribuída uniformemente através das K subportadorasdaquela antena virtual. Pav e Pmv (Jk) são maiores parahipóteses com um número menor de antenas virtuais. sAequação (15) também indica que somente para a(s) antena(s)virtual(is) no conjunto Am são alocadas potência detransmissão, e para todas as outras antenas virtuais sãoalocadas potências de transmissão zero (exceto por alocaçãopossível para transmissões piloto).Para cada hipótese m , a SNR de cada subportadorade cada antena virtual na hipótese pode ser computada, porexemplo, como mostrado nas equações (12) até (14). Deve serobservado que qv(k) e rv(k) são dependentes da potênciaPmv(k) utilizada para computar íLusado^) ■ Portanto, a SNR
depende do número de antenas virtuais na hipótese e é maiorse a hipótese tiver um número menor de antenas virtuaisdevido ao Pmv(k) maior.
Em uma modalidade, o desempenho é quantificadopela SNR média, que pode ser computada como a seguir:
<formula>formula see original document page 26</formula>
Onde: SNR (k) é a SNR da subportadora k da antena virtualν na hipótese τη, e
SNRmédjam é a SNR média para hipótese m .
SNRmv(k) e SNRmidlam são em unidades de dB.
Em outra modalidade, o desempenho é quantificadopor capacidade de transmissão, que também é mencionado comoeficiência espectral, capacidade e assim por diante. Acapacidade de transmissão para hipótese m pode serdeterminada com base em uma função de capacidade ilimitada,como a seguir:
<formula>formula see original document page 26</formula>
Onde: ym%v(k) é a SNR da subportadora k da antena virtual νna hipótese m , e
TPm é a capacidade de transmissão para a hipótese m .Na equação (17), Ymv(k) é em unidades lineares, e acapacidade de transmissão de cada subportadora de cadaantena virtual é dada por log2[1 + y mv(k)]. A capacidade detransmissão para todas as subportadoras de todas as antenasvirtuais na hipótese m é acumulada para obter a capacidadede transmissão geral para a hipótese. A função decapacidade ilimitada na equação (17) assume que dados podemser transmitidos de forma segura na capacidade do canalMIMO.
A capacidade de transmissão para a hipótese mtambém pode ser determinada com base em uma função decapacidade limitada, como a seguir:
<formula>formula see original document page 27</formula>
onde Q é um fator de penalidade utilizado para responderpor vários fatores como esquema de modulação, esquema decodificação, taxa de código, tamanho de pacote, erros deestimação de canal, e assim por diante. A capacidade detransmissão também pode ser computada com base em outrasfunções de capacidade.
Em ainda outra modalidade, o desempenho équantificado por uma taxa geral. O sistema pode suportar umconjunto de taxas. Cada taxa pode ser associada a umesquema de codificação e modulação especifico, uma taxa decódigo especifica, uma eficiência espectral especifica, euma SNR minima especifica necessária para obter um nívèlalvo de desempenho, por exemplo, 1% de taxa de erro depacote (PER). Para cada hipótese m, uma taxa pode serselecionada para cada antena virtual na hipótese baseadanas SNRs para aquela antena virtual. A seleção de taxa podeser realizada de várias maneiras.
Para a hipótese m, uma SNR média pode sercomputada para cada antena virtual como a seguir:<formula>formula see original document page 28</formula>
Onde SNRmédíamv é a SNR média para antena virtual ν nahipótese m.
Uma SNR efetiva para cada antena virtual tambémpode ser computada como a seguir:
SNRefetim = SNRmédiam v -SNRrenv, para ν e Am , Eq (20)
Onde: SNRrecuomv é um fator de recuo para a antena virtual νna hipótese m, e
SNRefelivamv é a SNR efetiva para a antena virtual ν nahipótese m.
O fator de recuo pode ser utilizado para responder porvariação em SNRs através das K subportadoras da antenavirtual ν e pode ser definido como SNRrecuo m v = Kmr · O1snr m v ondeσ2 „„ é a variância das SNRs para antena virtual ν e Kmr éuma constante. O fator de recuo também pode ser utilizadopara responder por outros fatores como, por exemplo, ; acodificação e modulação utilizadas para a antena virtualv, a PER atual, e assim por diante.
Uma SNR equivalente para cada antena virtualtambém pode ser computada como a seguir:
<formula>formula see original document page 28</formula>
Onde: TPmv é a capacidade de transmissão média para cadasubportadora dA antena virtual ν na hipótese m , eSNReqmv é a SNR equivalente para antena virtual ν nahipótese m.A equação (21a) computa a capacidade de transmissão médiapara cada subportadora com base nas SNRs para todas as Ksubportadoras. A equação (21b) provê uma SNR que fornececapacidade de transmissão média a partir da equação (21a).
SNRmediamv , SNRefetivam v, ou SNReqm v para cada antenavirtual pode ser fornecida para uma tabela de consulta detaxas por SNRs exigidas. A tabela de consulta pode entãofornecer a taxa mais elevada que pode ser utilizada paracada antena virtual. As taxas selecionadas para todas asantenas virtuais na hipótese m podem ser acumuladas paraobter a taxa geral para a hipótese m.
O desempenho também pode ser também quantificadopor outras métricas, e isso está compreendido no escopo dapresente invenção. M valores métricos são obtidos para mhipóteses que são avaliadas. Esses valores métricos podemser para SNR média, capacidade de transmissão, taxa geral,e assim por diante. A hipótese com o melhor valor métrico(por exemplo, a SNR média mais elevada, a capacidade detransmissão mais elevada, ou a taxa geral mais elevada)dentre as M hipóteses pode ser identificada. 0 conjunto deantena(s) virtual(is) para a hipótese com o melhor valormétrico pode ser selecionado para uso.
A figura 5 mostra seleção de antenas virtuaispara um caso com quatro antenas virtuais disponíveis. ComT = 4, há 2T - 1 = 15 hipóteses totais que são indicadascomo hipótese 1 até 15. Quatro hipóteses 1 até 4 são parauma antena virtual, seis hipóteses 5 até 10 são para duasantenas virtuais, quatro hipóteses 11 até 14 são para trésantenas virtuais, e uma hipótese 15 é para quatro antenasvirtuais. O conjunto de antena(s) virtual(is) para cadahipótese é mostrado na figura 5. Por exemplo, a hipótese 2é para uma antena virtual 2 {ax =2), a hipótese 6 é paraduas antenas virtuais le3 (a, =Ie a2 = 3), a hipótese12 é para três antenas virtuais 1, 2 e 4 (ax = 1, a2 = 2 ea3 =4), e a hipótese 15 é para todas as quatro antenasvirtuais 1 até 4 Ca1 = 1, λ2 = 2 e a3 = 3 e a4 = 4) .
A potência de transmissão total 4Ptt pode serdistribuída uniformemente através de todas as antenasvirtuais em cada hipótese. Para cada hipótese com umaantena virtual, 4Ptx é alocado para a antena virtual única.
Para cada hipótese com duas antenas virtuais, IPtx éalocado para cada antena virtual. Para cada hipótese comtrês antenas virtuais, 4Pte/3 é alocado para cada antenavirtual. Para a hipótese com quatro antenas virtuais, Ptx éalocado para cada antena virtual. O desempenho de cadahipótese pode ser determinado com base em qualquer uma dasmétricas descritas acima. A hipótese com o valor métricomais elevado pode ser identificada, e o conjunto deantena(s) virtual(is) para essa hipótese pode serselecionado para uso.
Em outra modalidade, a potência de transmissãototal Ptotal é distribuída não uniformemente através dasantenas virtuais com base em enchimento de água, que tambémé mencionado como derramamento de água. Para cada hipótesem , a SNR de cada subportadora de cada antena virtual podeser determinada inicialmente com base em uma assunção de
Ptx sendo alocada para a antena virtual. A SNR média paracada antena virtual pode ser então determinada, porexemplo, como mostrado na equação (19) . A potência detransmissão total Ptotal pode ser distribuída então atravésdas antenas virtuais na hipótese de que para a antenavirtual com a SNR média mais elevada seja alocada aquantidade de potência de transmissão máxima, e para aantena virtual com a SNR média mais baixa seja alocada aquantidade de potência de transmissão mínima. Em geral, aalocação de potência não uniforme é mais prática em umsistema de comunicação TDD no qual um transmissor podeobter prontamente conhecimento total do canal sem fioatravés da reciprocidade de canal. Em um sistema decomunicação FDD, alocação de potência não uniforme requértipicamente uma grande quantidade de informações derealimentação como, por exemplo, a melhor matriz de pré-codificação para decomposição de automodo do canal sem fio.
Alternativamente, para cada hipótese, um receptor podeavaliar múltiplas distribuições de potência desiguaispredeterminadas através das antenas virtuais e pode enviara melhor distribuição de potência e o melhor subconjunto deantenas virtuais para o transmissor.
A figura 6 mostra um exemplo de distribuição depotência através de três antenas virtuais Cil, a2 e a3 comenchimento de água. A SNR média para cada antena virtualav, SNRa^ para ν = 1, 2, 3, é determinada com uma assunçãode Ptx sendo alocado para a antena virtual. O inverso daSNR média, 1/SNRa , para cada antena virtual é computado ;etraçado na figura 6. A potência de transmissão total Ptotal ' édistribuída através de três antenas virtuais de tal modoque o nível de potência final Ptopo é constante através detrês antenas virtuais. A potência de transmissão total érepresentada pela área sombreada na figura 6. A potência detransmissão, Pa^ alocada a cada antena virtual é igual aonível de potência final menos a SNR inversa para a antenavirtual, ou Ptopo - 1/.SNRa . Enchimento de água é descritopor Robert G. Gallager em "Information Theory and reliablecommunication", John Wiley and Sons, 1968, que estádisponível publicamente.
Para cada hipótese, a potência de transmissãototal pode ser distribuída através das antenas virtuais nahipótese com enchimento de água. O desempenho da hipótesepode ser então avaliado com base na potência de transmissãoalocada a cada antena virtual. As SNRs de cada subportadorade cada antena virtual na hipótese podem ser determinadas.
LJm valor métrico pode ser então computado para a hipótesecom base nas SNRs para todas as subportadoras e antenasvirtuais na hipótese. A hipótese com o melhor valor métricopode ser selecionada para uso.
Em ainda outra modalidade, a potência detransmissão total Piolal é distribuída não uniformementeatravés das antenas virtuais com base em inversão decanais. Para cada hipótese m, a SNR média para cada antenavirtual na hipótese pode ser determinada com base em umaassunção de Ptx sendo alocada para a antena virtual, ι Apotência de transmissão total Ptotal pode ser entãodistribuída através das antenas virtuais na hipótese de talmodo que essas antenas virtuais obtenham SNR média similar.Técnicas para realizar inversão de canal são descritas nopedido de patente US comumente cedido n°. de série10/179.442, intitulado "SIGNAL PROCESSING WITH CHANNELEIGENMODE DECOMPOSITION AND CHANNEL INVERSION FOR MIMOSYSTEMS," depositado em 24 de junho de 2002. A inversão decanais pode permitir que a mesma taxa seja utilizada paratodas as antenas virtuais e pode simplificar oprocessamento tanto em transmissor como em receptor.
0 desempenho também pode ser determinado com baseem outros esquemas para distribuir a potência detransmissão total Ptotal não uniformemente através dasantenas virtuais.
3. REALIMENTAÇÃO
Em uma modalidade, o receptor realiza seleção deantena virtual, avalia conjuntos diferentes de antena(s)virtual(is) e seleciona o conjunto de antena(s) virtual(is)com o melhor desempenho. 0 receptor então envia informaçõesde estado de canal para o conjunto selecionado de antena(s)virtual(is) para o transmissor. As informações de estado decanal podem transportar vários tipos de informações.
Em uma modalidade, as informações de estado decanal indicam o conjunto selecionado de V antenas virtuais,onde V > 1. Uma vez que há 2T -1 hipóteses possíveis para Tantenas virtuais, a melhor hipótese e conseqüentemente oconjunto selecionado de V antenas virtuais pode sertransportado com T bits. O transmissor pode realizarenchimento de água simplificado e quantizado e podedistribuir a potência de transmissão total Ptotaluniformemente através das V antenas virtuais selecionadas.
Em uma modalidade, as informações de estado decanal indicam a SNR para cada antena virtual selecionada,que pode ser computada como mostrado nas equações (19) até(21). O transmissor pode selecionar uma taxa para cadaantena virtual com base em sua SNR. O transmissor podedistribuir a potência de transmissão total Ptotal (1)uniformemente através das V antenas virtuais selecionadasou (2) não uniformemente através das V antenas virtuaisselecionadas (por exemplo, utilizando enchimento de água ouinversão de canal) com base nas SNRs para essas V antenasvirtuais. Distribuição de potência não uniforme baseada emSNR pode ser especialmente válida quando informações para amelhor matriz de pré-codificação são disponíveis notransmissor. Essa modalidade pode ser utilizada, porexemplo, para o esquema de transmissão mostrado na figura4A com um fluxo de dados sendo enviado a partir de cadaantena virtual selecionada.
Em outra modalidade, as informações de estado decanal indicam uma SNR média para todas as V antenasvirtuais selecionadas, que podem ser computadas comomostrado na equação (16). O transmissor pode selecionar umataxa para todas as V antenas virtuais com base na SNRmédia. Essa modalidade pode ser utilizada, por exemplo,para o esquema de transmissão mostrado na figura 4B comcada fluxo de dados sendo enviado a partir de todas as Vantenas virtuais selecionadas e os V fluxos de dadosobtendo SNRs similares.
Em ainda outra modalidade, as informações deestado de canal indicam uma SNR base e um número suficientede SNRs delta para as V antenas virtuais selecionadas. Essamodalidade é especialmente efetiva para o esquema detransmissão mostrado na figura 4B com cada fluxo de dadossendo enviado através de todas as V antenas virtuaisselecionadas e com um receptor SIC sendo utilizado pararecuperar os fluxos de dados. A SNR base pode ser a SNRmais baixa para as V antenas virtuais selecionadas, a SNRmais baixa para os V fluxos de dados, a SNR para o fluxo dedados que é detectado primeiramente com a técnica SIC, eassim por diante. Cada SNR delta pode indicar a diferençaem SNRs para duas antenas virtuais, para dois fluxos dedados, e assim por diante.
Em uma modalidade, as SNRs para as V antenasvirtuais podem ser classificadas a partir da mais baixapara a mais alta, a SNR base pode ser a SNR mais baixa, aprimeira SNR delta pode ser a diferença entre a SNR maisbaixa e a segunda SNR mais baixa, a segunda SNR delta poxieser a diferença entre a segunda SNR mais baixa e a terceiraSNR mais baixa, e assim por diante. Em outra modalidade, asSNRs para os V fluxos de dados podem ser classificadas apartir da mais baixa para a mais alta, e a SNR base e asSNRs delta podem ser definidas como descrito acima. Se Vfluxos de dados forem transmitidos de tal modo que observemSNRs similares com detecção linear (por exemplo, comomostrado na figura 4B) então a SNR base pode indicar a SNRmédia para os V fluxos de dados, e as SNRs delta podem seriguais a zero. Esse também pode ser o caso quando otransmissor realiza pré-codificação e permuta os fluxos dedados através dos vetores de coluna da matriz de pré-codif icação. De forma ideal, se os múltiplos fluxos dedados forem separados pela pré-codificação no transmissor,que é o caso com decomposição de valor singular, então oreceptor não necessita realizar SIC para obter a eficiênciaespectral máxima. Entretanto, na prática, a matriz de pré-codificação tipicamente não casa perfeitamente com a matrizde decomposição singular, e o receptor pode realizar SICpara maximizar capacidade de transmissão. Se os fluxos dedados que observam SNRs similares com detecção linear foremrecuperados com a técnica SIC, então a SNR base podeindicar a SNR do fluxo de dados que é recuperadoprimeiramente, e a SNR delta para cada fluxo de dadossubseqüentemente recuperado pode indicar o aperfeiçoamentoem SNR em relação ao fluxo de dados recuperado anterior.
Em uma modalidade, somente uma SNR delta pode sèrutilizada, e a SNR para cada antena virtual ou fluxo dedados pode ser dada como:
SNRv = SNRbase+(v-1) -SNRdelta , para ν = 1,...,V, Eq (22)
onde SNRv é a SNR para antena virtual av ou fluxo de dadosν. A modalidade mostrada na equação (22) assume que a SNRmelhora na mesma proporção através das V antenas virtuaisselecionadas ou V fluxos de dados e que o ganho SIC entçeestágios ou camadas consecutivos é quase constante.
Em outra modalidade, as informações de estado decanal indicam uma taxa para cada antena virtualselecionada. O sistema pode suportar um conjunto de taxas,como descrito acima, e a taxa para cada antena virtual podeser selecionada com base na SNR para aquela antena virtual.Em ainda outra modalidade, as informações de estado decanal indicam uma única taxa para todas as V antenasvirtuais selecionadas, que pode ser selecionada com base naSNR média para essas antenas virtuais. Ainda em outramodalidade, as informações de estado de canal indicam umataxa base e uma ou mais taxas delta para as antenasvirtuais selecionadas. Essa modalidade pode ser útil paradoesquema de transmissão mostrado na figura 4B com umreceptor SIC. Ainda em outra modalidade, as informações deestado de canal indicam uma combinação de taxa para as Vantenas virtuais selecionadas. 0 sistema pode suportar iamconjunto de taxas quantizadas de vetor que contém um númerode combinações de taxas permitidas, que são tambémdenominados esquemas de codificação de modulação (MCS).Cada combinação de taxa permitida é associada a um númeroespecifico de fluxos de dados para transmitir e uma taxaespecifica para cada fluxo de dados. Uma combinação detaxas pode ser selecionada para as V antenas virtuaisselecionadas com base nas SNRs para as antenas virtuais.
Em ainda outra modalidade, as informações deestado de canal indicam uma ou mais matrizes ortonormais(ou matrizes de pré-codificação) selecionadas para usodentre um conjunto de matrizes ortonormais disponíveis parauso. O transmissor realiza pré-codificação com uma ou maismatrizes ortonormais selecionadas. O desempenho para todasas hipóteses de cada matriz ortonormal pode ser avaliadocomo descrito acima. A matriz ortonormal e o conjunto deantena(s) virtual(is) com o melhor desempenho podem serfornecidos pelas informações de estado de canal.
Em geral, as informações de estado de canal podemtransportar vários tipos de informações como o conjuntoselecionado de V antenas virtuais, qualidade de sinal (porexemplo, SNRs), taxas, potência de transmissão, matrizes,piloto, outras informações, ou uma combinação das mesmas.
Em outra modalidade, o transmissor realiza aseleção de antena virtual, por exemplo, utilizandoinformações de estado de canal a partir do receptor.
Em uma modalidade, o transmissor transmite Umpiloto em um modo para permitir que o receptor estime asSNRs para todas as T antenas virtuais disponíveis mesmo sedados forem enviados somente em V antenas virtuaisselecionadas. O transmissor pode transmitir o piloto porciclagem através das T antenas virtuais em diferentesperíodos de símbolos, por exemplo, antena virtual 1 noperíodo de símbolos n, a seguir antena virtual 2 noperíodo de símbolos η +1, e assim por diante. O transmissortambém pode transmitir o piloto a partir das T antenasvirtuais em diferentes subportadoras, por exemplo, nasubportadora kx da antena virtual 1, subportadora k2 daantena virtual 2, e assim por diante. Em outra modalidadè,o transmissor transmite um piloto principal nas V antenasvirtuais selecionadas e transmite um piloto auxiliar nasantenas virtuais não selecionadas. O piloto principal podeser transmitido mais freqüentemente e/ou em maissubportadoras do que o piloto auxiliar. O transmissor podetransmitir também o piloto em vários outros modos.
A figura 7 mostra uma modalidade de um processo700 para selecionar e utilizar antenas virtuais. Múltiplashipóteses para múltiplas antenas virtuais formadas commúltiplas antenas físicas são avaliadas com base pelo menosem uma métrica, por exemplo, qualidade de sinal, capacidadede transmissão, taxa geral, e assim por diante (bloco 712).Cada hipótese corresponde a um conjunto diferente de pelomenos uma antena virtual. As múltiplas antenas virtuais sãoformadas com uma ou mais matrizes que mapeiam cada antenavirtual para algumas ou todas as antenas físicas. Ahipótese com o melhor desempenho é selecionada dentre asmúltiplas hipóteses avaliadas (bloco 714).
Em uma modalidade, a qualidade de sinal para cadahipótese é determinada, e a hipótese com a qualidade desinal mais elevada é selecionada. Em outra modalidade, acapacidade de transmissão para cada hipótese é determinada,e a hipótese com a capacidade de transmissão mais elevada éselecionada. Em ainda outra modalidade, a taxa geral paracada hipótese é determinada, e a hipótese com a taxa geralmais alta é selecionada. Para todas as modalidades, cadahipótese pode ser avaliada com a potência de transmissãototal sendo distribuída uniformemente ou não uniformementeatravés da(s) antena(s) virtual(is) na hipótese. Ashipóteses podem ser avaliadas de outras maneiras.
O bloco 714 essencialmente seleciona pelo menósuma antena virtual dentre as múltiplas antenas virtuais. Sea seleção de antena virtual for realizada pelo receptor,então as informações de estado de canal para a(s) antena(s)virtual(is) selecionada(s) são enviadas para o transmissor(bloco 716). As informações de estado de canal podémtransportar vários tipos de informações como a(s) antena(s)virtual(is) selecionada(s), a qualidade de sinal ou taxa(s)para a(s) antena(s) virtual(is) selecionada(s) e assim pordiante. O transmissor e/ou receptor pode selecionar pelomenos uma taxa para a(s) antena(s) virtual(is)selecionada(s) com base na qualidade de sinal. A(s)antena(s) virtual(is) selecionada(s) é(são) utilizada(s)para transmissão de dados (bloco 718).
A figura 8 mostra uma modalidade de umequipamento 800 para selecionar e utilizar antenasvirtuais. 0 equipamento 800 inclui mecanismos para avaliarmúltiplas hipóteses para múltiplas antenas virtuaisformadas com múltiplas antenas físicas (bloco 812),mecanismos para selecionar uma hipótese dentre as múltiplashipóteses (bloco 814), mecanismos para enviar informaçõesde estado de canal para pelo menos uma antena virtualselecionada para o transmissor (bloco 816), e mecanismospara utilizar a(s) antena(s) virtual(is) selecionada(s)para transmissão de dados (bloco 818).
A figura 9 mostra uma modalidade de um processo900 para transmitir dados a partir de antenas virtuais.Informações de estado de canal são recebidas para pelomenos uma antena virtual selecionada dentre múltiplasantenas virtuais formadas com múltiplas antenas físicas(bloco 912). As informações de estado de canal podémtransportar quaisquer das informações descritas acima. Apotência de transmissão total pode ser distribuída (1)uniformemente através da(s) antena(s) virtual(is)selecionada(s) ou (2) não uniformemente através da(s)antena(s) virtual(is) selecionada(s) com base nasinformações de estado de canal (bloco 914). Pelo menos umataxa é selecionada para a(s) antena(s) virtual(is)selecionada (s) com base nas informações de estado de canâle a distribuição de potência (bloco 916). Uma transmissãode dados é enviada a partir da(s) antena(s) virtual(is)selecionada(s) na(s) taxa(s) selecionada(s) (bloco 918).;Atransmissão de dados pode compreender um ou mais fluxos dedados. Cada fluxo de dados pode ser mapeado para uma antenavirtual selecionada respectiva (por exemplo, como mostradona figura 4A) ou pode ser mapeado para todas as antena (s)virtual(is) selecionada(s) (por exemplo, como mostrado nafigura 4B).
A figura 10 mostra uma modalidade de umequipamento 1000 para transmitir dados a partir de antenasvirtuais. O equipamento 1000 inclui mecanismos para receberinformações de estado de canal para pelo menos uma antenavirtual selecionada dentre múltiplas antenas virtuaisformadas com múltiplas antenas físicas (bloco 1012),mecanismos para distribuir potência de transmissão1 totaluniformemente ou não uniformemente através da(s) antena(s)virtual(is) selecionada(s) (bloco 1014), mecanismos paraselecionar pelo menos uma taxa para a(s) antena (s)virtual(is) selecionada(s) com base nas informações deestado de canal e distribuição de potência (bloco 1016), emecanismos para enviar uma transmissão de dados a partirda(s) antena(s) virtual(s) selecionada(s) na(s) taxa(s)selecionada(s) (bloco 1018).
As técnicas descritas aqui podem serimplementadas por vários meios. Por exemplo, essas técnicaspodem ser implementadas em hardware, firmware, software ôuuma combinação dos mesmos. Para uma implementação dehardware, as unidades de processamento utilizadas pataselecionar antenas virtuais, transmitir dados a partirda(s) antena (s) virtual(is) selecionada (s) , e/ou receberdados a partir da(s) antena(s) virtual(is) selecionada(s)podem ser implementadas em um ou mais circuitos integradosde aplicação específica (ASICs), processadores de sinaisdigitais (DSPs), dispositivos de processamento de sinaisdigitais (DSPDs), dispositivos de lógica programável(PLDs), arranjos de portas programáveis em campo (FPGAs),processadores, controladores, microcontroladores,microprocessadores, dispositivos eletrônicos, outrasunidades eletrônicas projetadas para realizar as funçõesdescritas aqui, ou uma combinação das mesmas.
Para uma implementação em firmware e/ou software,as técnicas podem ser implementadas com módulos(por exemplo, procedimentos, funções, e etc.) que realizámas funções descritas aqui. Os códigos de firmware e/ousoftware podem ser armazenados em uma memória (por exemplo,memória 142 ou 192 na figura 1) e executados por umprocessador (por exemplo, processador 140 ou 190).A memória pode ser implementada no processador ou externaao processador.
Cabeçalhos são incluídos aqui para referência epára auxiliar a localizar certas seções. Estes cabeçalhosnão pretendem limitar o escopo dos conceitos descritos sobos mesmos, e esses conceitos podem ter aplicabilidade emoutras seções por todo o relatório descritivo.
A descrição anterior das modalidades reveladas éfornecida para permitir que qualquer pessoa versada natécnica faça ou utilize a presente invenção. Váriasmodificações nessas modalidades serão prontamente evidentespara aqueles versados na técnica, e os princípios genéricosdefinidos aqui podem ser aplicados em outras modalidadessem se afastar do espírito ou escopo da invenção. Dessemodo, a presente invenção não pretende ser limitada àsmodalidades mostradas aqui, porém deve ser acordado oescopo mais amplo compatível com os princípios ' ecaracterísticas novas aqui descritas.
Claims (42)
1. Equipamento compreendendo:pelo menos um processador configurado paraselecionar pelo menos uma antena virtual dentre múltiplasantenas virtuais formadas com múltiplas antenas físicas epara prover uma indicação de uso da pelo menos uma antenavirtual selecionada para transmissão de dados; euma memória acoplada ao pelo menos umprocessador.
2. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,em que o pelo menos um processador é configurado paraavaliar múltiplas hipóteses, cada hipótese correspondendo aum conjunto diferente de pelo menos uma antena virtual, epara selecionar uma hipótese dentre as múltiplas hipóteses,em que a pelo menos uma antena virtual selecionada servepara a hipótese selecionada.
3. Equipamento, de acordo com a reivindicação 2,em que o pelo menos um processador é configurado paradeterminar desempenho de cada uma dentre as múltiplashipóteses com base em pelo menos uma métrica, e paraselecionar uma hipótese com melhor desempenho.
4. Equipamento, de acordo com a reivindicação 2,em que o pelo menos um processador é configurado paradeterminar qualidade de sinal para cada uma dentre asmúltiplas hipóteses, e para selecionar uma hipótese comqualidade de sinal mais alta.
5. Equipamento, de acordo com a reivindicação 2,em que o pelo menos um processador é configurado paradeterminar capacidade de transmissão para cada uma dentreas múltiplas hipóteses, e para selecionar uma hipótese comcapacidade de transmissão mais alta.
6. Equipamento, de acordo com a reivindicação 2,em que pelo menos um processador é configurado paradeterminar uma taxa geral para cada uma dentre as múltipláshipóteses, e para selecionar uma hipótese com taxa geralmais alta.
7. Equipamento, de acordo com a reivindicação 2,em que o pelo menos um processador é configurado paradistribuir potência de transmissão total uniformementeatravés da pelo menos uma antena virtual para cada umadentre as múltiplas hipóteses.
8. Equipamento, de acordo com a reivindicação 2,em que o pelo menos um processador é configurado paradistribuir potência de transmissão total não uniformementeatravés da pelo menos uma antena virtual para cada umadentre as múltiplas hipóteses.
9. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,em que o pelo menos um processador é configurado paraselecionar pelo menos uma taxa para pelo menos uma antenavirtual selecionada com base em qualidade de sinal para apelo menos uma antena virtual selecionada.
10. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,em que o pelo menos um processador é configurado parainstruir envio da transmissão de dados via a pelo menos umaantena virtual selecionada acoplada ao processador para umreceptor.
11. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,em que o pelo menos um processador é configurado paraenviar informações de estado de canal para a pelo menos umaantena virtual selecionada para um transmissor e parareceber a transmissão de dados proveniente do transmissorvia a pelo menos uma antena virtual selecionada.
12. Equipamento, de acordo com a reivindicação 11, em que as informações de estado de canal identificam apelo menos uma antena virtual selecionada.
13. Equipamento, de acordo com a reivindicação 11, em que as informações de estado de canal indicamqualidade de sinal ou pelo menos uma taxa para a pelo menosuma antena virtual selecionada.
14. Equipamento, de acordo com a reivindicação 11, em que as informações de estado de canal indicam umaqualidade de sinal base e pelo menos uma qualidade de sinaldelta, em que a qualidade de sinal base serve para umaantena virtual selecionada ou um fluxo de dados, e em que apelo menos uma qualidade de sinal delta serve para antenasvirtuais selecionadas restantes ou fluxos de dadosrestantes.
15. Equipamento, de acordo com a reivindicação 11, em que as informações de estado de canal indicam pelomenos uma matriz utilizada para formar a pelo menos umaantena virtual selecionada.
16. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1,em que as múltiplas antenas virtuais são formadas com pelomenos uma matriz que mapeia cada antena virtual para asmúltiplas antenas físicas.
17. Método compreendendo:selecionar pelo menos uma antena virtual dentremúltiplas antenas virtuais formadas com múltiplas antenasfísicas; eprover uma indicação da pelo menos uma antenavirtual selecionada para uso em transmissão de dados.
18. Método, de acordo com a reivindicação 17, emque selecionar a pelo menos uma antena virtual compreende:avaliar múltiplas hipóteses, cada hipótesecorrespondendo a um conjunto diferente de pelo menos umaantena virtual, eselecionar uma hipótese dentre as múltiplashipóteses, em que a pelo menos uma antena virtualselecionada serve para a hipótese selecionada.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, emque avaliar as múltiplas hipóteses compreende determinardesempenho de cada uma dentre as múltiplas hipóteses combase em pelo menos em uma métrica, e em que selecionar ahipótese compreende selecionar a hipótese com o melhordesempenho.
20. Método, de acordo com a reivindicação 19, emque avaliar as múltiplas hipóteses compreende distribuirpotência de transmissão total uniformemente através da pelomenos uma antena virtual para cada uma dentre as múltiplashipóteses.
21. Método, de acordo com a reivindicação 17,compreendendo adicionalmente:enviar informações de estado de canal para a pelomenos uma antena virtual selecionada para um transmissor; ereceber a transmissão de dados proveniente dotransmissor via a pelo menos uma antena virtualselecionada.
22. Equipamento, compreendendo:mecanismos para selecionar pelo menos uma antenavirtual dentre múltiplas antenas virtuais formadas commúltiplas antenas físicas; emecanismos para prover uma indicação da pelomenos uma antena virtual selecionada para uso paratransmissão de dados.
23. Equipamento, de acordo com a reivindicação 22, em que os mecanismos para selecionar a pelo menos umaantena virtual compreendem:mecanismos para avaliar múltiplas hipóteses, cadahipótese correspondendo a um conjunto diferente de pelomenos uma antena virtual, emecanismos para selecionar uma hipótese dentre asmúltiplas hipóteses, em que a pelo menos uma antena virtualselecionada serve para a hipótese selecionada.
24. Equipamento, de acordo com a reivindicação-23, em que os mecanismos para avaliar as múltiplashipóteses compreendem mecanismos para determinar desempenhode cada uma dentre as múltiplas hipóteses com base em pelomenos em uma métrica, e em que os mecanismos paraselecionar a hipótese compreendem mecanismos paraselecionar a hipótese com o melhor desempenho.
25. Equipamento, de acordo com a reivindicação-22, compreendendo adicionalmente:mecanismos para enviar informações de estado decanal para a pelo menos uma antena virtual selecionada paraum transmissor; emecanismos para receber a transmissão de dadosproveniente do transmissor via a pelo menos uma antenavirtual selecionada.
26. Midia legível por processador para armazenarinstruções operáveis para:selecionar pelo menos uma antena virtual dentremúltiplas antenas virtuais formadas com múltiplas antenasfísicas; eutilizar a pelo menos uma antena virtualselecionada para transmissão de dados.
27. Equipamento compreendendo:pelo menos um processador configurado parareceber informações de estado de canal para pelo menos uniaantena virtual selecionada dentre múltiplas antenasvirtuais formadas com múltiplas antenas físicas, e paraenviar uma transmissão de dados via a pelo menos uma antenavirtual selecionada; euma memória acoplada ao pelo menos umprocessador.
28. Equipamento, de acordo com a reivindicação 27, em que o pelo menos um processador é configurado paradistribuir potência de transmissão total uniformementeatravés da pelo menos uma antena virtual selecionada.
29. Equipamento, de acordo com a reivindicação 27, em que o pelo menos um processador é configurado paraselecionar pelo menos uma taxa para a pelo menos uma antenavirtual selecionada com base nas informações de estado decanal, e para enviar a transmissão de dados na pelo menosuma taxa selecionada.
30. Equipamento, de acordo com a reivindicação 27, em que o pelo menos um processador é configurado paraenviar pelo menos um fluxo de dados para a transmissão dedados, e para mapear cada fluxo de dados para todas dentrea pelo menos uma antena virtual selecionada.
31. Equipamento, de acordo com a reivindicação 30, em que o pelo menos um processador é configurado paramapear cada fluxo de dados para todas dentre a pelo menosuma antena virtual selecionada com base em uma permutaçãode fluxo predeterminada.
32. Equipamento, de acordo com a reivindicação 30, em que o pelo menos um processador é configurado paramapear cada fluxo de dados para todas dentre a pelo menosuma antena virtual selecionada circulando-se através dapelo menos uma antena virtual selecionada através demúltiplas subportadoras.
33. Equipamento, de acordo com a reivindicação 27, em que o pelo menos um processador é configurado paraenviar pelo menos um fluxo de dados para a transmissão dedados, e para mapear cada fluxo de dados para umarespectiva antena virtual selecionada respectiva.
34. Equipamento, de acordo com a reivindicação-27, em que o pelo menos um processador é configurado parareceber informações de estado de canal indicativas de pelomenos uma matriz a utilizar para formar a pelo menos umaantena virtual selecionada, e para processar a transmissãode dados com pelo menos uma matriz.
35. Equipamento, de acordo com a reivindicação-34, em que o pelo menos um processador é configurado paraenviar pelo menos um fluxo de dados para a transmissão dedados, e para mapear cada fluxo de dados para todas dentrea pelo menos uma antena virtual selecionada.
36. Método compreendendo:receber informações de estado de canal para pelomenos uma antena virtual selecionada dentre múltiplasantenas virtuais formadas com múltiplas antenas físicas; eenviar uma transmissão de dados via a pelo menosuma antena virtual selecionada.
37. Método, de acordo com a reivindicação 36,compreendendo adicionalmente:distribuir potência de transmissão total atravésda pelo menos uma antena virtual selecionada.
38. Método, de acordo com a reivindicação 36, emque enviar a transmissão de dados compreende:selecionar pelo menos uma taxa para a pelo menõsuma antena virtual selecionada com base nas informações deestado de canal, eenviar a transmissão de dados na pelo menos umataxa selecionada.
39. Equipamento compreendendo:mecanismos para receber informações de estado decanal para pelo menos uma antena virtual selecionada dentremúltiplas antenas virtuais formadas com múltiplas antenasfísicas; emecanismos para enviar uma transmissão de dadosvia a pelo menos uma antena virtual selecionada.
40. Equipamento, de acordo com a reivindicação 39, compreendendo adicionalmente: mecanismos para distribuir potência detransmissão total através da pelo menos uma antena virtualselecionada.
41. Equipamento, de acordo com a reivindicação 39, em que os mecanismos para enviar a transmissão de dadoscompreendem:mecanismos para selecionar pelo menos uma taxapara a pelo menos uma antena virtual selecionada com basenas informações de estado de canal, emecanismos para enviar a transmissão de dados riapelo menos uma taxa selecionada.
42. Mídia legível por processador para armazenarinstruções operáveis para:receber informações de estado de canal para pelomenos uma antena virtual selecionada dentre múltiplásantenas virtuais formadas com múltiplas antenas físicas; eenviar uma transmissão de dados via a pelo menosuma antena virtual selecionada.
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