BRPI0615230A2 - mÉtodo e equipamento para sinalizaÇço confiÁvel em uma comunicaÇço sem fio - Google Patents
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Abstract
MÉTODO E EQUIPAMENTO PARA SINALIZAÇçO CONFIÁVEL EM COMUNICAÇçO SEM FIO. São descritas técnicas para aperfeiçoar a segurança de sinalização. Um transmissor determina se a segurança aperfeiçoada é aplicável para sinalização para um quadro de dados. O transmissor envia a sinalização sem segurança aperfeiçoada se considerada não aplicável e com segurança aperfeiçoada se considerada aplicável. Um receptor recebe a sinalização e declara a sinalização como segura ou não segura com base na qualidade de sinal recebida do quadro recebido e em um limite, O receptor recupera a sinalização se considerada segura e decodifica o quadro recebido de acordo com a sinalização recuperada. O receptor declara o quadro recebido como um quadro nulo ou executa alguma outra ação se a sinalização for considerada não segura.
Description
"MÉTODO E EQUIPAMENTO PAElA SINALIZAÇÃO CONFIÁVEL EMCOMUNICAÇÃO SEM FIO"
I. Campo
A presente revelação refere-se, demaneira geral, a comunicações e, maisespecificamente, a técnicas para sinalizaçãoconfiável em comunicação sem fio.
II. Fundamentos
Em um sistema de comunicação, umtransmissor pode receber quadros de dados paratransmissão a um receptor. 0 transmissor podeprocessar (codificar, intercalar e modular, porexemplo) cada quadro de dados de modo a gerarsimbolos de dados e pode multiplexar asinalização com os simbolos de dados. Asinalização pode indicar a taxa de dados e/ououtras informações para o quadro de dados. 0transmissor em seguida processa os simbolos dedados e a sinalização multiplexados, de modo agerar um sinal modulado, e transmite este sinalpor meio de um canal de comunicação.
O receptor recebe o sinal transmitido eprocessa o sinal recebido de modo a obterestimativas de simbolos de dados, que sãoestimativas dos simbolos de dados enviados pelotransmissor. O receptor pode também recuperar asinalização para cada quadro de dados e emseguida processar (demodular, desinterca1 ar edecodificar, por exemplo) as estimativas desimbolos de dados de acordo com a sinalizaçãorecuperada de modo a obter um quadrodecodificado, que é uma estimativa do quadro dedados enviado pelo transmissor.
Pode ser necessário que o receptorrecupere corretamente a sinalização de modo aprocessar apropriadamente as estimativas desímbolos de dados obter um quadro decodificarcorretamente. Há, portanto, necessidade na técnicade técnicas para obter sinalização confiável.
SUMÁRIO
De acordo com uma modalidade da invenção,um equipamento compreende pelo menos umprocessador para receber um quadro que compreendedados e sinalização codificados, para determinar aqualidade de sinal recebida do quadro recebido,para determinar se a sinalização é segura com basena qualidade de sinal recebida e se a sinalizaçãoé considerada segura, para recuperar a sinalizaçãoe decodificar os dados decodificados de acordo coma sinalização recuperada, e uma memória acopladaao pelo menos um processador.
Outra modalidade inclui um método quecompreende receber um quadro que compreende dadose sinalização decodificados; determinar a qualidadede sinal recebida do quadro recebido; determinarse a sinalização é segura com base na qualidadede sinal recebida; e, se a sinalização forconsiderada segura, recuperar a sinalização edecodificar os dados codificados de acordo com asinalização recuperada.
Outra modalidade inclui um equipamento quecompreende um dispositivo para receber um quadro quecompreende dados e sinalização codificados; iam dispositivopara determinar a qualidade de sinal recebida do quadrorecebido; um dispositivo para determinar se a sinalização ésegura com base na qualidade se sinal recebida; umdispositivo para recuperar a sinalização se consideradasegura; e um dispositivo para decodificar os dadoscodificados de acordo com a sinalização recuperada se asinalização for considerada segura.
Outra modalidade inclui um meio passível deleitura por processador para armazenar instruçõesacionáveis para receber um quadro que compreende dados esinalização codificados; determinar a qualidade de sinalrecebida do quadro recebido; e, se a sinalização forconsiderada segura, recuperar a sinalização e decodificaros dados decodificados de acordo com a sinalizaçãorecuperada.
Outra modalidade inclui um método que compreendedeterminar se a segurança aperfeiçoada é aplicável parasinalização de um quadro de dados; enviar a sinalização sema segurança aperfeiçoada se considerada não aplicável; eenviar a sinalização com segurança aperfeiçoada seconsiderada aplicável.
Outra modalidade inclui um equipamento quecompreende um dispositivo para determinar se a segurançaaperfeiçoada é aplicável para sinalização para um quadro dedados; um dispositivo para enviar a sinalização sem asegurança aperfeiçoada se considerada não aplicável; e umdispositivo para enviar a sinalização com a segurançaaperfeiçoada se considerada aplicável..
São descritos mais detalhadamente a seguir diversosaspectos e modalidades da invenção.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 mostra um sistema de comunicação deacesso múltiplo.A Figura 2 mostra uma estrutura de quadros detrês camadas na LCR TDD UTRA.
A Figura 3 mostra um formato de rajada na LCR TDDUTRA.
A Figura 4 mostra o processamento de um quadro dedados por um transmissor LCR TDD UTRA.
As Figuras 5A, 5B e 5C mostram a transmissão deuma palavra de código TFCI sem repetição, com repetição em2 vezes e com repetição em 4 vezes, respectivamente.
A Figura 6 mostra um processo para enviarsinalização por um transmissor.
A Figura 7 mostra a relação entre uma SINR alvo,um offset de SINR e um limite de SINR.
A Figura 8 mostra um mecanismo de controle depotência.
A Figura 9 mostra um detector de segurança TFCI.
A Figura 10 mostra um processo para processardados por um receptor.
A Figura 11 mostra um diagrama de blocos de umaestação base e um terminal.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A palavra "exemplar" é utilizada aqui comosignificando "que serve como exemplo, ocorrência ouilustração". Qualquer modalidade aqui descrita como"exemplar" não: deve ser necessariamente interpretada comopreferida ou vantajosa comparada com outras modalidades.
A Figura 1 mostra um sistema de comunicação deacesso múltiplo 100 com várias estações base 110 e váriosterminais 120. Uma estação base é geralmente uma estaçãofixa que se comunica com os terminais e pode ser tambémchamada Nó B, ponto de acesso ou alguma outra terminologia.
Cada estação base 110 proporciona cobertura de comunicaçãopara uma área geográfica especifica. Um controlador desistema 130 é acoplado às estações base 110 e efetuacoordenação e controle para estas estações base.
Um terminal pode ser estacionário ou móvel e podeser também chamado de equipamento de usuário, estação móvelou alguma outra terminologia. Um terminal pode comunicar-secom zero, uma ou várias estações base em qualquer dadomomento. Um terminal pode ser um telefone celular, umassistente digital pessoal (PDA), uma unidade de assinante,um modem sem fio, um dispositivo sem fio e assim pordiante. Na descrição seguinte, os termos "terminal" e"usuário" são utilizados intercambiavelmente.
As técnicas aqui descritas podem ser utilizadasem diversos sistemas de comunicação, tais como os sistemasde Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), ossistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), ossistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Freqüência(FDMA) e os sistemas FDMA Ortogonal (OFDMA). Um sistemaCDMA pode implementar uma rádio-tecnologia, como, porexemplo, o cdma2000, a Duplexação por Divisão de Tempo(TDD) de Rádio-Acesso Terrestre Universal (UTRA) ou aDuplexação por Divisão de Freqüência (FDD) UTRA. 0 cdma2000cobre os padrões IS-2000, IS-95 ou IS-856. A TDD UTRAinclui as Opções de 1,28, 3, 84 e 7,68 Mcps. As Opções de3,84 e 7,68 Mcps da TDD UTRA são também referidas como CDMApor Divisão de Tempo (TD-CDMA) ou Alta Taxa de Chips (HCR).A Opção de 1,28 TDD UTRA é também referida como CDMASincrona por Divisão de Tempo (TD-SCDMA) ou Baixa Taxa deChips (LCR). A FDD UTRA é também referida como CDMA deBanda Larga (W-CDMA). Um sistema TDMA pode implementar umarádio-tecnologia tal como o Sistema Global paraComunicações Móveis (GSM). A TDD UTRA, a FDD UTRA e o GSMsão descritos em documentos de uma organização chamada"Projeto de Parcerias de 3 Geração" (3GPP). 0 cdma2000 édescrito em documentos de uma organização chamada "Projetode Parcerias de Geração 2" (3GPP2). Estas diversasrádio-tecnologias e padrões são conhecidos na técnica. Paramaior clareza, são descritas a seguir as técnicas para aLCR da TDD UTRA.
A Figura 2 mostra uma estrutura de quadros detrês camadas 200 na LCR TDD UTRA. A linha de tempo detransmissão é particionada em quadros, com cada quadrosendo identificado por um número de quadro de sistema(SFN). Cada quadro tem uma duração de 10 milissegundos (ms)e é particionado em dois sub-quadros 1 e 2. Cada sub-quadrotem uma duração de 5 ms e é particionado em sete partiçõesde tempo de 0 a 6, uma partição de tempo-piloto de downlink(DwPTS), uma partição de tempo-piloto de uplink (UpPTS) eum período de proteção (GP) . A partição de tempo 0 éutilizada no downlink, a partição de tempo 1 é utilizada nouplink e as partições de tempo de 2 a 6 podem serutilizadas no downlink e/ou no uplink, conforme determinadopor um ponto de comutação.
Cada partição de tempo pode ser atribuída a um ouvários usuários. Uma transmissão para um usuário em umapartição de tempo é referida como uma rajada. Uma rajadapode portar dados de tráfego, dados de controle, TFCI,controle de potência de transmissão (TPC), deslocamento desincronização (SS) ou uma combinação destes. O TFCI indicaa taxa de dados de um quadro de dados. Esta taxa de dadosestá associada a diversos parâmetros, tais como, porexemplo, um tamanho de quadro, uma taxa de código, umesquema de modulação, etc. As informações TPC sãoutilizadas no ajuste da potência de transmissão. Asinformações SS são utilizadas no ajuste da temporização, demodo que as rajadas de diferentes terminais cheguemalinhadas no tempo em uma estação base. Diversos formatosde rajada são definidos na TDD UTRA.
A Figura 3 mostra um formato de rajada 300 para ocaso em que uma rajada porta informações TFCI, TPC e SS. Oformato de rajada 300 pode ser utilizado no downlink e nouplink. O formato de rajada 300 cobre duas rajadas a seremenviadas em duas partições de tempo, uma partição de tempono sub-quadro Iea outra partição de tempo no sub-quadro
2. Cada rajada inclui um primeiro campo de dados, um campobloco intermediário (midamble) , um segundo campo de dados eum período de proteção (GP) . Os quatro campos de cadarajada têm os comprimentos (em chips) mostrados na Figura3.
Os quatro campos de dados das duas rajadas portamsímbolos de dados para um quatro de dados. Uma palavra decódigo TFCI é particionada em quatro partes, que sãomapeadas nos quatros campos de dados nos locais mostradosna Figura 3. 0(s) símbolo(s) SS e o(s) símbolo(s) TPC podemser também mapeados no segundo campo de dados de cadarajada nos locais mostrados na Figura 3.
Na TDD UTRA, os símbolos de dados e os símbolosTFCI em uma partição de tempo são espalhados com o mesmocódigo de Walsh. Este código de Walsh tem um fator deespalhamento de SF, que pode ser 1, 2, 4, 8 ou 16. O fatorde espalhamento determina o número de vezes em que um dadosímbolo é reproduzido e enviado na partição de tempo. Ofator de espalhamento é assim um fator que determina asegurança do símbolo. Uma vez que o número de chips em umapartição de tempo é fixo, o fator de espalhamento determinao número de símbolos que pode ser enviado na partição detempo. Em particular, uma partição de tempo pode portar704/SF símbolos nos dois campos de dados da partição detempo.Na TDD UTRA, a um terminal podem ser atribuídosum canal de tráfego dedicado (DTCH) e um canal de controlededicado (DCCH) para cada um do downlink e do uplink. 0DTCH porta dados de tráfego, como, por exemplo, voz, dadosem pacote e assim por diante. Um quadro de dados pode serenviado no DTCH em cada intervalo de tempo de transmissão(TTI) , que pode ser de 20 ms ou alguma outra duração. Umquadro de dados pode ser também referido como pacote,palavra de código de dados, bloco de dados e assim pordiante. O DCCH porta sinalização. Um quadro de controlepode ser enviado no DCCH em cada intervalo de 4 0 ms.
A Figura 4 mostra o processamento de umquadro de dados por um transmissor na LCR da TDDUTRA. O transmissor executa anexação de verificaçãode redundância cíclica (CRC) , codificaçãoconvolucional, intercalação e segmentação deradioframes no quadro de dados de modo a gerarblocos de códigos. A CRC é utilizada por um receptorpara detecção de erros. O transmissor em seguida efetuapuncionamento e igualamento de taxas em cada bloco decódigos de modo a obter um bloco de código puncionado comum bloco DCCH, intercala cada conjunto de blocos de códigose blocos DCCH de modo a gerar um bloco intercalado e anexainformações TFCI, TPC e SS a cada bloco intercalado. Otransmissor efetua então segmentação de partições e geraquatro rajadas para o quadro de dados.
O transmissor pode receber dados de tráfego adiferentes taxas de dados para transmissão ao receptor.Como exemplo, o transmissor pode ter uma chamada de voz epode receber os quadros de dados gerados por um codec defala adaptativo de várias taxas (AMR) a taxas de dados quevariam de 12,2 a 4,75 quilobits por segundo (kbps). 0transmissor pode também receber quadros de descritor desilêncio (SID) durante períodos de silêncio (pausas, porexemplo) e quadros Nulos. 0 transmissor pode processar cadaquadro de dados com uma taxa de código adequada para geraro número apropriado de bits de código para transmissão emquatro partições de tempo. 0 transmissor pode utilizartaxas de código diferentes para quadros de dados dediferentes taxas de dados.
Na Figura 4, o número de bits em cada blocodepende da taxa de dados do quadro de dados, seja enviadoou não o DCCH, e sejam enviados ou não os TPCI, TPC e SS. AFigura 4 mostra o número de bits em cada bloco para um casono qual a taxa de dados é 12,2 k e os DCCH, TPCI, TPC e SSsão enviados com o quadro de dados. Se os DCCH, TFCI, TPCe/ou SS não forem enviados, então o número de bits em cadabloco de códigos puncionado aumenta em um númerocorrespondente de bits, uma vez que o número de bits emcada rajada é fixo. A taxa de código é determinada pelonúmero de bits no quadro de dados e pelo número de bits nosdois blocos de códigos puncionados.
Cada taxa de código está associada a umaqualidade de sinal recebida mínima específica necessáriapara se obter um nível alvo de desempenho. A qualidade desinal recebida pode ser quantificada pela relaçãosinal-interferência mais ruído (SINR), pela relaçãosinal-ruído (SNR) , pela relação energia por símbolo-ruídototal (Es/Nt) ou por alguma outra medida. Para maiorclareza, a SINR é utilizada para a qualidade de sinalrecebida em muito da descrição a seguir. O nível-alvo dedesempenho pode ser quantificado por uma taxa de erros dequadro (FER) específica, como, por exemplo, FER de 1%.Diferentes níveis de potência de transmissão podem serutilizados em quadros de dados codificados com taxas decódigo diferentes. Por exemplo, quando o DCCH é enviado,quadro SID pode ser transmitido com uma potência de 4,5decibéis (dB) menos do que um quadro de 12 k, e um quadroNulo pode se transmitido com uma potência de 6,4 dB menosdo que um quadro de 12 k para a mesma FER alvo. Os quadrosde 12 k, SID e nulo sem o DCCH podem ser transmitidos a umapotência mais baixa que a dos quadros de 12 k, SID e Nulocom o DCCH.
Um índice ou valor de TFCI pode ser enviado emcada canal de transporte compósito codificado (CCTrCH) paraindicar o formato utilizado para esse CCTrCH. Um CCTrCH éuma multiplexação de dados para todos os canais detransporte atribuídos em um intervalo de tempo detransmissão (TTI), que pode ser de 20 ms para voz. Atransmissão do TFCI é configurada por camadas maiselevadas. Cada partição de tempo alocada inclui tambémsinalização de camada elevada para indicar se ou não essapartição de tempo porta TFCI. O TFCI está presente naprimeira partição de tempo de um radioframe para cadaCCTrCH.
Um índice de TFCI pode incluir de 1 a 10 bitsinformacionais (ou bits TFCI), que são codificados paragerar uma palavra de código TFCI. 0 índice de TFCI écodificado de diferentes maneiras, dependendo do número debits TFCI e do esquema de modulação selecionado. A Tabela 1sumaria a codificação do índice TFCI para QPSK e 8-PSK paradiferentes números de bits TFCI. A codificação do TFCI édescrita em 3GPP TS 25.222, intitulado "Multiplexação ecodificação de canal (TDD)", Versão 7, março de 2006, queestá disponível para o público. A palavra de código TFCIpode ser enviada com 2, 4, 8 ou 16 símbolos TFCI. Ossímbolos TFCI são espalhados com o mesmo código de Walshque os símbolos de dados.Tabela 1
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Na TDD UTRA, todos os símbolos de uma partição detempo são transmitidos ao mesmo nível de potência. Osesquemas de codificação para TFCI não são tão poderososquanto o código convolucional utilizado para a parte dedados. Portanto, quando a potência de transmissão é fixadaem um nível mais baixo para um quadro de dados de taxa maisbaixa, a potência de transmissão mais baixa pode serinsuficiente para decodificar com segurança a palavra decódigo TFCI. 0 nível de potência de transmissão mais baixopode resultar .em menos· segurança para TFCI. Foram feitassimulações em computador para determinar a FER do TFCI parao caso sem o DCCH, que tem níveis de potência mais baixospara quadros SID e Nulos. Para o código de repetição 4X(que é utilizado para 1 ou 2 bits TFCI com QPSK) no canalAWGN, a FER é de aproximadamente 0,5% para quadros der 12k, de aproximadamente 12% para quadros SID e deaproximadamente 27% para quadros Nulo. As FERs são aindamais elevadas para o (16, 5) código bi-ortogonal e para o(32, 20) código de Reed Muller. As FERs TFCI elevadas paraquadros SID e Nulos terão um impacto adverso sobre odesempenho dos dados.
A segurança da TFCI pode ser melhorada dediversas maneiras. São descritas a seguir váriasmodalidades para o aperfeiçoamento da segurança da TFCI.
A Figura 5A mostra a transmissão de uma palavrade código TFCI sem repetição. Um quadro de dados pode serenviado em quatro partições de tempo de quatro sub-quadrosde um TTI. A palavra de código TFCI é particionada emquatro partes, que são mapeadas nas duas primeiraspartições de tempo. As duas últimas partições de tempo nãoincluem informações TFCI.
A Figura 5B mostra a transmissão de um palavra decódigo com repetição em 2 vezes. Em uma modalidade, apalavra de código TFCI é repetida duas vezes, a primeiracópia da palavra de código TFCI é enviada nas duasprimeiras partições de tempo, e a segunda cópia da palavrade código TFCI é enviada nas duas últimas partições detempo. O envio da palavra de código TFCI através de quatropartições de tempo proporciona mais diversidade temporal.
Em ainda outra modalidade, as primeira e segundacópias da palavra de código TFCI são enviadas nas duasprimeiras partições de tempo. A primeira cópia da palavrade código TFCI é enviada utilizando-se um primeiro códigode Walsh, e a segunda cópia da palavra de código TFCI éenviada utilizando-se um segundo código de Walsh. Estamodalidade permite que o receptor decodifique a palavra decódigo TFCI mais rapidamente.
A Figura 5C mostra a transmissão de uma palavrade código TFCI com repetição em 4 vezes. Em uma modalidade,a palavra de código TFCI é repetida quatro vezes, asprimeira e segunda cópias da palavra de código TFCI sãoenviadas nas duas primeiras partições de tempoutilizando-se dois códigos de Walsh, e as terceira e quartacópias da palavra de código TFCI são enviadas nas duasúltimas partições de tempo utilizando-se os dois códigos deWalsh.
Em ainda outra modalidade, uma palavra de códigoTFCI é enviada com potência de transmissão suficiente pararecepção segura. Dependendo da taxa de dados em uma dadapartição de tempo, a potência de transmissão utilizada nossímbolos TFCI pode ser igual ou mais elevada que a potênciade transmissão usada nos símbolos de dados.
Pode-se mostrar que cada duplicação do fator derepetição TFCI resulta em um aperfeiçoamento deaproximadamente 3 dB para a TFCI. Por exemplo, uma SINR deaproximadamente 1,3 dB pode ser necessária para se obteruma FER de 1% para a TFCI com o código biortogonal no canalAWGN. A SINR necessária pode ser reduzida a aproximadamente-1,7 dB enviando-se duas vezes uma palavra de código e aaproximadamente -4,7 dB enviando-se quatro vezes umapalavra de código TFCI.
Em uma modalidade, uma palavra de código TFCI étransmitida com segurança aperfeiçoada somente quandonecessário. Deslocamentos de potência podem serdeterminados para todas as taxas de dados suportadas. Asegurança aperfeiçoada (repetição em 2 vezes ou em 4 vezes,por exemplo) pode ser utilizada na TFCI para determinadastaxas de dados com base em seus deslocamentos de potência.Por exemplo, a segurança aperfeiçoada pode ser aplicadasomente a quadros Nulos que têm o maior deslocamento depotência e o nível de potência de transmissão mais baixo.Em outra modalidade, a segurança aperfeiçoada é aplicada àTFCI para todas as taxas de dados suportadas.A Figura 6 mostra uma modalidade de um processo600 para enviar sinalização, como, por exemplo, a TFCI. Umquadro de dados é recebido para transmissão, e a taxa dedados do quadro de dados é determinada (bloco 612).Determina-se então se a segurança aperfeiçoada é aplicávelpara sinalização (uma palavra de código TFCI, por exemplo)para o quadro de dados (bloco 614). Por exemplo, asegurança aperfeiçoada pode ser aplicável se a taxa dedados do quadro de dados estiver abaixo de uma determinadataxa. Se a segurança aperfeiçoada for aplicável, conformedeterminado no bloco 616, então a sinalização é enviada comsegurança aperfeiçoada (bloco 618). Isto pode acarretar areprodução da sinalização e o envio de várias cópias dasinalização. Se a segurança aperfeiçoada não for aplicável,então a sinalização é enviada da maneira normal (bloco 620)O receptor obtém todas as cópias de uma palavrade código TFCI enviada para um quadro de dados. 0 receptorpode combinar todas as cópias TFCI de modo a obter uma TFCIcombinada para o quadro de dados. Em uma modalidade, oreceptor efetua uma divisão proporcional simples e soma ascópias TFCI em uma base de símbolo por símbolo. Em outramodalidade, o receptor efetua a combinação das razõesmáximas (MRC), pondera os símbolos para cada cópia TFCI combase na SINR recebida dessa cópia TFI e soma os símbolosponderados para todas as cópias TFCI, símbolo por símbolo.A MRC dá maior peso a cópias TFCI com SINRs recebidas maiselevadas, o que pode aperfeiçoar a qualidade da TFCIcombinada.
As modalidades descritas acima aperfeiçoam asegurança da TFCI quando os dados são enviados a um nívelde potência de transmissão variável, como, por exemplo,devido a variações na atividade de voz durante uma chamadade voz. Simulações em computador indicam que a reproduçãode uma palavra de código TFCI quatro vezes pode reduzir aFER da TFCI para aproximadamente 1% ou menos na maioria dosmodelos de canal para quadros SID e de taxa mais elevada.Entretanto, mesmo a reprodução de uma palavra de códigoquatro vezes pode não levar à obtenção da segurançadesejada para a palavra de código TFCI se enviada em umquadro Nulo, que é transmitido a um nivel de potência muitobaixo. Para quadros Nulos assim como para outros quadros, odesempenho da TFCI pode ser aperfeiçoado utilizando-se astécnicas descritas a seguir.
Em uma modalidade, a segurança da TFCI édeterminada com base na SINR recebida de um quadro dedados. O quadro de dados pode ser enviado em váriaspartições de tempo. Uma SINR recebida pode ser determinadapara cada partição de tempo, com base, por exemplo, naparte de bloco intermediário e/ou dados da partição detempo. As SINRs recebidas para todas as partições de tempopodem ser combinadas de modo a se obter a SINR recebidapara o quadro de dados. Em uma modalidade, as SINRsrecebidas para todas as partições de tempo são divididasproporcionalmente de modo a se obter a SINR recebida para oquadro de dados. Em outra modalidade, a SINR recebida parao quadro de dados é fixada em 3 dB (ou 6 dB) a mais do quea SINR recebida mais baixa entre todas as partições detempo para repetição em 2 vezes (ou 4 vezes) da TFCI.
Uma palavra de código TFCI recebida pode seconsiderada como segura se a probabilidade de decodificaçãoincorreta da palavra de código TFCI for menor que a FERalvo para a TFCI. A palavra de código TFCI recebida podeser decodificada da maneira normal se for determinado que ésegura. Outras ações, como, por exemplo, a decodificaçãocega, podem ser executadas se for determinado que a palavrade código TFCI recebida não é segura. Com a decodificaçãocega, o receptor pode decodificar um quadro recebido combase em hipóteses de taxa de dados diferentes até que oquadro seja decodificado corretamente.
Em uma modalidade, a segurança de uma palavra decódigo TFCI recebida é determinada comparando-se a SINRrecebida de um quadro de dados com um limite de SINR, daseguinte maneira:
<formula>formula see original document page 17</formula>
Na equação (1), a palavra de código TFCI recebidaé considerada segura se a SINR recebida ultrapassar olimite da SINR e é considerada não segura caso contrário. 0limite da SINR pode ser selecionado de modo que, se apalavra de código TFCI recebida for considerada segura,então a probabilidade de decodificação incorreta da palavrade código TFCI é menor que a FER alvo para a TFCI. 0 limiteda SINR pode ser determinado de várias maneiras.
Em uma modalidade, o limite da SINR édeterminado com base em uma SINR alvo e em um offset deSINR. A SINR alvo pode ser ajustada por um Ioop de controlede potência de modo a se obter um nível desejado dedesempenho, como, por exemplo, uma FER de 1% para quadrosde dados. O transmissor pode ajustar a potência detransmissão dos quadros de dados de modo que a SINRrecebida esteja à ou perto da SINR alvo, conforme descritoa seguir. O offset de SINR pode ser determinado com basenos quadros recebidos.
A Figura 7 mostra a relação entre o limite daSINR, a SINR alvo e o offset de SINR. Um gráfico 710 mostrauma função de densidade de probabilidade (PDF) versus aSINR recebida para quadros Nulos. Um gráfico 712 mostra umaPDF versus a SINR recebida para quadros SID. Embora nãomostrado na Figura 7, as PDFs versus a SINR recebida paraquadros de dados de taxa mais elevada estão à direita dográfico 712.
Uma linha vertical 714 indica a SINR alvo paraquadros SID. 0 transmissor pode ajustar a potência detransmissão dos quadros SID de modo que as SINRs recebidasde metade dos quadros SID sejam mais baixas que a SINR alvoe as SINRs recebidas dos quadros SID restantes sejam maiselevadas que a SINR alvo. SINRs alvo diferentes podem serutilizadas para taxas de dados diferentes. Estas SINRs alvopodem ser separadas pelos ganhos de codificação obtidospara as diferentes taxas de dados.
Na modalidade mostrada na Figura 7, uma linhavertical 716 indica o limite da SINR e é localizada entre ocentro da PDF para quadros SID e o centro da PDF paraquadros Nulos. Uma palavra de código TFCI recebida pode serconsiderada como segura se a SINR recebida ultrapassar olimite da SINR. Esta palavra de código TFCI pode ser paraum quadro SID, um quadro de dados de taxa mais elevada ouaté mesmo um quadro Nulo. Uma palavra de código TFCIrecebida pode ser considerada como não segura se a SINRrecebida estiver abaixo do limite da SINR. Esta palavra decódigo TFCI não segura é considerada como sendo para umquadro Nulo. Nesta modalidade, a determinação de se umadada palavra de código TFCI recebida é segura é equivalenteà determinação de se um dado quadro recebido é um quadroNulo.
0 limite da SINR pode ser definido de modo a seobter a FER alvo para a TFCI. Esta FER alvo é determinada(1) pela FER para palavras de código TFCI recebidasconsideradas como seguras, referida também como FERcondicional, e (2) por uma probabilidade de SID para Nulo,que é a porcentagem de quadros SID com SINRs recebidasabaixo do limite da SINR e considerados como quadros Nulos.A probabilidade de SID para Nulo é indicada por uma área718 com hashing diagonal sob o gráfico 712 e à esquerda dalinha 716. De modo a se assegurar que a FER de longo prazoleve à obtenção da FER alvo para a TFCI, o limite da SINRpode ser definido de modo que a FER condicional e aprobabilidade de SID para Nulo sejam cada uma mais baixasque a FER alvo para a TFCI.
Na modalidade mostrada na Figura 7, o offset deSINR é a diferença entre a SINR alvo para quadros SID e olimite da SINR. 0 offset de SINR pode ser determinado devárias maneiras.
Em uma primeira modalidade, que é referida comoum offset de SINR fixo, o offset de SINR é determinado combase na variância das SINRs recebidas para quadros SID. Sea PDF para quadros SID for uma distribuição conhecida (umadistribuição gaussiana, por exemplo), então o ponto no quala função de distribuição cumulativa (CDF) é igual a umaprobabilidade de SID para Nulo alvo pode ser determinadocom base na variância da SINR. 0 offset de SINR pode serdefinido da seguinte maneira:
Offset de SINR = Kxasmt Eq (2)
onde alD é a variância da SINR para quadros SID, e
K é um fator de escalonamento determinado pelaprobabilidade de SID para Nulo.
Se a probabilidade dos quadros SID é de 7% e aprobabilidade de SID para Nulo é de 1%, então K pode serfixado em -1,4 para uma distribuição gaussiana das SINRsrecebidas.
Em uma modalidade, a variância da SINR SID, a2slD,é determinada com base nas SINRs recebidas dos quadros SID.
Os quadros SID podem ser identificados após a decodificaçãodas palavras de código TFCI recebidas. As SINRs recebidasdestes quadros SID podem ser utilizadas para se derivar avariância da SINR. Em outra modalidade, a variância da SINRSID é determinada com base nas SINRs recebidas de quadrosNulos. Por meio de simulações em computador, observa-se quea variância da SINR de quadros Nulos é semelhante àvariância da SINR de quadros SID. Quadros Nulos podem serenviados com muito mais freqüência que quadros SID, como,por exemplo, uma chamada de voz pode enviar cerca de 60% dequadros Nulos e cerca de 7% de quadros SID. Mais mediçõesda SINR podem estar assim disponíveis para quadros Nulos epodem ser utilizadas para se derivar uma estimativa maisprecisa da variância da SINR. Uma estimativa de dois ladosda variância da SINR pode ser derivada com base nas SINRsrecebidas de quadros Nulos isentos de erros.Alternativamente, uma estimativa de um lado (lado esquerdo)da variância da SINR pode ser derivada com base nas SINRsrecebidas que são inferiores à SINR média para quadrosNulos. A estimativa de um lado evita a utilização das SINRsrecebidas no lado direito da PDF Nula, que podem estarcontaminadas de erros. Em ainda outra modalidade, asvariâncias da SINR são determinadas para diferentes taxasde dados e divididas proporcionalmente de modo a se obter avariância da SINR para quadros SID. Em geral, a variânciada SINR SID pode ser determinada com base em quadros SIDe/ou outros quadros.
Em uma segunda modalidade, que é referida como umoffset de SINR adaptativo, o offset de SINR é determinadocom base em uma probabilidade de SID para Nulo medida.Nesta modalidade, os quadros não seguros são inicialmenteidentificados como quadros recebidos considerados comosendo quadros Nulos uma vez que suas SINRs recebidas estãoabaixo do limite de SINR. Os quadros não seguros sãodecodificados de modo a se determinar se eles são realmentequadros Nulos. A probabilidade de SID para Nulo (Psn) podeser verificada contando-se o número de quadros não seguros(K) não decodificados como quadros Nulos dentro de umajanela de L quadros não seguros, ou Psn = K/L, onde L podeser 200 ou algum outro valor. 0 offset de SINR pode seraumentado em um grau OSup se Psn ultrapassar uma Ph de altovalor, como, por exemplo, Ph = 0,02 e OSup = 0,5 dB. Uma Psnelevada pode ser devida à declaração de demasiados quadrosSID como quadros Nulos por causa de um offset de SINRbaixo. O aumento do offset de SINR em OSup reduziria taiseventos de erro. Inversamente, o offset de SINR pode serdiminuído em um grau OSdn se Psn cair abaixo de uma Pl devalor baixo, como, por exemplo, Pl = 0, 005 e OSdn =0,5 dB. Uma Psn baixa pode ser devida à declaração depoucos quadros SID como quadros Nulos por causa de umoffset de SINR grande. A diminuição do offset de SINR emOSdn induziria então a declaração de mais quadros SID comoquadros Nulos. Outros valores podem ser também utilizadospara PL, PH, OSÜP e OSDN. Depois de cada ajuste do offset deSINR, pode ser aplicado um período de espera (de 250quadros não seguros, por exemplo), durante o qual o offsetde SINR não é alterado. Este período de espera pode impedira alternância do offset de SINR.
O offset de SINR pode ser restrito a uma faixapredeterminada de modo a se impedir o ajuste excessivo ouinsuficiente. A faixa predeterminada pode ser determinadapor simulações em computador, medições empíricas e assimpor diante, e pode depender do modelo de canal. A faixapredeterminada pode ser de -4 a -8 dB ou alguma outrafaixa.
A segunda modalidade pode ser utilizada comdiversos modelos de canal e pode adaptar-se a diferentescondições de canal. A segunda modalidade não exige umaestimativa da variância de SINR e pode ser utilizada se avariância de SINR não estiver disponível ou for ruidosademais. A segunda modalidade pode ser utilizada paraajustar o offset de SINR, conforme descrito acima, ou paraajustar o limite de SINR diretamente.
Para ambas as modalidades, o limite de SINR podeser fixado da seguinte maneira:
Limite SINR = SINR Alvo - Offset de SINR Eq (3)
A SINR alvo é ajustada pelo Ioop de controle depotência de modo a se obter a FER alvo para quadros dedados. Uma vez que a potência de transmissão é ajustada combase na SINR alvo, a distribuição das SINRs recebidastambém varia com a SINR alvo. Uma vez que o limite da SINRé ajustado juntamente com a SINR alvo, a FER para a TFCIrastreará a FER alvo para os quadros de dados.
Simulações em computador foram feitas para aprimeira modalidade na qual o offset de SINR é determinadocom base na variância da SINR. As simulações em computadorindicam que a FER para a TFCI pode ser reduzidaconsideravelmente para diversos modelos de canal, como, porexemplo, de cerca de 20% até menos de 1% para algunsmodelos de canal.
A Figura 8 mostra um mecanismo de controle depotência 800, que ajusta a potência de transmissão de umatransmissão de dados do transmissor para o receptor. 0mecanismo de controle de potência 800 inclui um Ioopinterno 802 e um Ioop externo 804.
0 Ioop interno 802 tenta manter a SNIR recebidapara a transmissão de dados tão próxima quanto possível daSINR alvo. Em cada partição de tempo alocada, um estimadorde SINR 812 estima a SINR recebida da transmissão de dadose fornece a SINR recebida a um gerador de TPC 814. 0gerador de TPC 814 também recebe a SINR alvo de uma unidadede ajuste 820, compara a SINR recebida com a SINR alvo egera um símbolo TPC com base no resultado da comparação. Osímbolo TPC é enviado ao transmissor por meio de um link830. O transmissor processa a transmissão de realimentaçãodo receptor e obtém um símbolo TPC recebido e gera umadecisão TPC, que indica se um comando Para Cima ou umcomando para Baixo foi detectado. Uma unidade transmissora834 ajusta então a potência de transmissão para atransmissão de dados com base na decisão TPC.
Devido à perda de percurso e ao desvanecimento emum link 840, que variam tipicamente ao longo do tempo eespecialmente para um transmissor e/ou receptor móvel, aSINR recebida no receptor flutua continuamente. O Ioopinterno 802 tenta manter a SINR recebida à ou perto da SINRalvo na presença de alterações no link 840.
O loop externo 804 ajusta continuamente a SINRalvo de modo que a FER alvo seja obtida para a transmissãode dados. Um processador de dados de transmissão (TX) 836recebe e processa quadros de dados para transmissão pormeio do link 840. 0 processador de dados de transmissão(TX) 836 também envia uma palavra de código TFCI com cadaquadro de dados. Um detector de segurança TFCI 816determina a segurança da palavra de código TFCI para cadaquadro recebido, conforme descrito acima. Um processador dedados de recepção (RX) 818 processa a transmissão de dadose decodifica os quadros recebidos. 0 processador de dadosRX 818 também verifica cada quadro decodificado, determinase o quadro foi decodificado corretamente (bom) ouincorretamente (apagado) e fornece a condição de cadaquadro decodificado. A unidade de ajuste 820 recebe ostatus de quadro e a FER alvo e determina a SINR alvo. Aunidade de ajuste 820 pode diminuir a SINR alvo em um grauΔUΡ para cada quadro decodificado corretamente (ou quadrobom) e aumentar a SINR alvo em um grau ΔϋΡ para cada quadrodecodificado incorretamente (ou quadro bom). Os graus ΔϋΡ e
ΔDΝ podem ser selecionados com base na FER alvo e na taxade convergência desejada para o Ioop externo.
A Figura 9 mostra uma modalidade do detector desegurança TFCI 816 da Figura 8. Para maior clareza, édescrito a seguir o processamento para um quadro recebido.
Dentro do detector 816, uma unidade de computação devariâncias de SINR 912 obtém a SINR recebida assim como ataxa de dados do quadro recebido. A unidade 912 podearmazenar a SINR recebida até que a taxa de dados do quadrorecebido seja determinada. A unidade 912 pode entãoatualizar a variância da SINR com a SINR recebida se oquadro recebido tiver a taxa de dados que é considerada,como, por exemplo, taxa Nula. Uma unidade de computação dedeslocamentos de SINR 914 recebe a variância de SINR daunidade 912 e possivelmente uma FER alvo para a TFCI. Aunidade 914 computa o offset de SINR, conforme mostrado naequação (2), por exemplo, onde o fator de escalonamento Kdepende da FER alvo para a TFCI. Uma unidade de computaçãode limites de SINR 916 recebe a SINR alvo e o offset deSINR e computa o limite de SINR, conforme mostrado naequação (3), por exemplo. Um detector de segurança 918obtém a SINR recebida e o limite de SINR, compara a SINRrecebida com o limite de SINR e declara a palavra de códigoTFCI recebida ou como segura ou como não segura com base noresultado da comparação, conforme mostrado na equação (1),por exemplo. O detector 918 apresenta um indicador desegurança TFCI. Se a palavra de código recebida forconsiderada segura, então processador de dados TFCI 818decodifica a palavra de código TFCI recebida e em seguidadecodifica o quadro recebido de acordo com a TFCIdecodificada. Se a palavra de código TFCI recebida forconsiderada não segura, então o processador de dados RX 818pode declarar o quadro recebido como um quadro Nulo ou podeefetuar detecção cega e decodificar o quadro recebido deacordo com cada taxa de dados possível até que o quadroseja decodificado corretamente ou todas as taxas de dadostenham sido tentadas. 0 processador de dados RX 818 gera oquadro decodificado, o status de quadro (que pode serutilizada para atualizar a SINR alvo) e a taxa de quadros(que pode ser utilizada para atualizar a variância daSINR).
A Figura 10 mostra uma modalidade de um processo1000 para processar dados no receptor. Um quadroconstituído de dados e sinalização decodificados (umapalavra de código TFCI, por exemplo) é recebido (bloco1012). A qualidade de sinal recebida (a SINR recebida, porexemplo) do quadro recebido é determinada (bloco 1014). Umlimite é determinado com base na qualidade de sinalrecebida e no offset (bloco 1016). A qualidade de sinalrecebida alvo pode ser ajustada de modo a se obter uma FERalvo para quadros recebidos. O deslocamento pode serdeterminado com base em qualquer uma das modalidadesdescritas acima. Determina-se se a qualidade de sinalrecebida é maior que o limite (bloco 1018). Se a respostafor ^Sim', então a sinalização (a palavra de código TFCIrecebida, por exemplo) é recuperada, como, por exemplo,detectada e/ou decodificada (bloco 1020). Os dadoscodificados no quadro recebido são então decodificados deacordo com a sinalização recuperada (bloco 1022). Casocontrário, se a resposta for *Não' para o bloco 1018, entãoo quadro recebido é declarado como um quadro nulo (bloco 1024).As técnicas aqui descritas podem ser utilizadasno downlink e no uplink. Uma estação base pode executar oprocesso 600 da Figura 6 de modo a enviar sinalização(TFCI, por exemplo) no downlink e pode executar o processo1000 da Figura 10 de modo a receber sinalização no uplink.
Um terminal pode executar o processo 600 da Figura 6 demodo a enviar sinalização no uplink e pode executar oprocesso 1000 da Figura 10 de modo a receber sinalização nadownlink. As técnicas podem ser também utilizadas emdiversos tipos de sinalização, tal como a TFCI, indicadorde qualidade de canal (CQI), informações sobre taxa(s),sinalização de controle da Camada (Ll) e da Camada 2 (L2) eassim por diante.
A Figura 11 mostra um diagrama de blocos de umaestação base 110 e um terminal 120, que são uma dasestações base e um dos terminais da Figura 1. Na estaçãobase 110, um processador de dados TX 1110 recebe quadros dedados (para o DTCH, por exemplo) e quadros de controle(para o DCCH, por exemplo), processa (codifica e intercala,por exemplo) cada quadro e gera dados codificados. Ummodulador 1112 processa os dados codificados de modo agerar símbolos de dados, processa sinalização e informaçõesda Camada 1 (TFCI, TPC e SS, por exemplo) de modo a gerarsímbolos de sinalização, e gera rajadas de símbolos dedados e de sinalização. Para a TDD UTRA, o processamentopelo modulador 1112 pode incluir o espalhamento dossímbolos de dados e de sinalização com um ou mais códigosde Walsh e o embaralhamento dos símbolos espalhados com umcódigo de embaralhamento. Um transmissor (TMTR) 1114 emseguida processa as rajadas de modo a gerar um sinal dedownlink, que é transmitido de uma antena 1116 para osterminais.No terminal 120, uma antena 1152 recebe o sinalde downlink da estação base 110 e envia o sinal recebido aum receptor (RCVR) 1154. O receptor 1154 condiciona edigitaliza o sinal recebido e gera amostras. Um demodulador1156 em seguida processa (desembaralha e desespalha, porexemplo) as amostras de modo a obter símbolos recebidos. Umprocessador de dados RX 1158 decodifica os símbolosrecebidos para cada quadro de dados enviado ao terminal 120e gera dados decodificados. O processador de dados RX 1158também fornece a condição de cada quadro decodificado (bomou apagado) a um controlador 1170.
O processador para transmissão no uplink pode sersemelhante ao processamento para transmissão no downlink. Oprocessamento no downlink e no uplink para a TDD UTRA édescrito nos documentos 3GPP TS 25.221 e TS 25.222. Oscontroladores 1130 e 1170 orientam as operações na estaçãobase 110 e no terminal 120, respectivamente. Memórias 1132e 1172 armazenam dados e códigos de programa para a estaçãobase 110 e o terminal 120, respectivamente.
Para transmissão de sinalização, o controlador1130 e/ou 1170 podem realizar o processo 600 da Figura 6 edeterminar se se enviará sinalização com segurançaaperfeiçoada. Para detecção de sinalização no downlink, umestimador de SINR 1174 no terminal 120 pode estimar a SINRrecebida de cada quadro recebido. O controlador 1170 noterminal 120 pode implementar o processo 1000 da Figura 10e/ou outros processos para detectar sinalização (TFCI, porexemplo) recebida da estação base 110. Para detecção desinalização no uplink, um estimador de SINR 1134 na estaçãobase 110 pode estimar a SINR recebida de cada quadrorecebido. 0 controlador 1130 na estação base 110 podeimplementar o processo 1000 da Figura 10 e/ou outrosprocessos para detectar sinalização (TFCI, por exemplo)recebida do terminal 120.
Os versados na técnica entenderiam que asinformações e os sinais podem ser representadosutilizando-se qualquer uma de diversas tecnologias etécnicas diferentes. Por exemplo, os dados, instruções,comandos, informações, sinais, bits, símbolos e chipsreferidos em toda a descrição acima podem ser representadospor tensões, correntes, ondas eletromagnéticas, campos oupartículas magnéticas, campos ou partículas ópticas ouqualquer combinação deles.
Os versados na técnica entenderiam adicionalmenteque os diversos blocos, módulos, circuitos lógicos e etapasde algoritmo ilustrativos descritos em conexão com asmodalidades aqui descritas podem ser implementados comohardware eletrônico, software de comutador ou combinaçõesde ambos. Para se ilustrar claramente estaintercambialidade de hardware e software, diversoscomponentes, blocos, circuitos e etapas ilustrativos foramdescritos acima geralmente em termos de sua funcionalidade.Se tal funcionalidade é implementada como hardware ousoftware depende da aplicação específica e das restriçõesde desenho impostas ao sistema como um todo. Os versados natécnica podem implementar a funcionalidade descrita demaneiras variáveis para cada aplicação específica, mas taisdecisões de implementação não devem ser interpretadas comoprovocando um afastamento do alcance da presente invenção.
Os diversos blocos, módulos e circuitos lógicosilustrativos descritos em conexão com as modalidades aquireveladas podem ser implementados ou executados com umprocessador para fins gerais, um processador de sinaisdigitais (DSP), um circuito integrado específico deaplicação (ASIC), um arranjo de portas programável no campo(FPGA) ou outro aparelho lógico programável, porta discretaou lógica de transistor, componentes de hardware discretosou qualquer combinação deles projetada para executar asfunções aqui descritas. Um processador para fins geraispode ser um microprocessador, mas alternativamente oprocessador pode ser qualquer processador, controlador,microcontrolador ou máquina de estado convencional. Umprocessador pode ser também implementado como umacombinação de aparelhos de computação, como, por exemplo,uma combinação de DSP e microprocessador, uma série demicroprocessadores, um ou mais microprocessadores emconjunto com um núcleo de DSP ou qualquer outraconfiguração que tal.
As etapas de método ou algoritmo descritas emconexão com as modalidades aqui reveladas podem sercorporifiçadas diretamente em hardware, em um módulo desoftware executado por um processador ou em uma combinaçãodos dois. Um módulo de software pode residir em uma memóriade acesso aleatório (RAM), uma memória flash, uma memóriaexclusiva de leitura (ROM), uma ROM eletricamenteprogramável (EPROM), uma ROM programável eletricamenteapagável (EEPROM), em registradores, disco rígido, discoremovível, CD-ROM ou qualquer outra forma de meio dearmazenamento conhecida na técnica. Um meio dearmazenamento exemplar é acoplado ao processador de modoque o processador possa ler informações do, e gravarinformações no, meio de armazenamento. Alternativamente, omeio de armazenamento pode ser integrante com oprocessador. O processador e o meio de armazenamento podemresidir em um ASIC. O ASIC pode residir em um terminal deusuário. Alternativamente, o processador e o meio dearmazenamento podem residir como componentes discretos emum terminal de usuário.A descrição anterior das modalidades reveladas éapresentada para permitir que qualquer pessoa versada natécnica fabrique ou utilize a presente invenção. Diversasmodificações nestas modalidades serão prontamente evidentesaos versados na técnica, e os princípios genéricos aquidefinidos podem ser aplicados a outras modalidades sem quese abandone o espírito ou alcance da invenção. Assim, apresente invenção não pretende estar limitada àsmodalidades aqui mostradas, mas deve receber o mais amploescopo compatível com os princípios e características novasaqui descritos.
Claims (15)
1. Equipamento (110, 120) para sinalizaçãoconfiável em comunicação sem fio que compreende:pelo menos um processador (1130, 1170); euma memória (1132, 1172) acoplada ao pelo menos umprocessador (1130, 1170),em que o pelo menos um processador (1130, 1170) éoperável para:receber um quadro (1012) que compreende dadoscodificados e sinalização,determinar (1014) a qualidade de sinal recebidado quadro recebido, edeterminar (1016) um limiar,caracterizado pelo fato do o ao menos um processador(1130, 1170) é adicionalmente operável para:determinar (1018)se a sinalização é confiável combase na qualidade de sinal recebida e no limiar, ese a sinalização é considerada confiável,recuperar (1020) a sinalização edecodificar (1022) os dados codificados deacordo com a sinalização recuperada.
2. Equipamento (110,120), de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170) é operável para declarar(1024) o quadro recebido como um quadro nulo se asinalização for considerada não confiável.
3. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170) é operável paradeterminar (1016) o limite com base em uma qualidade desinal recebida alvo e em um offset ou deslocamento.
4. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170) é operável para ajustar aqualidade de sinal recebida alvo com base na condição dedecodificação do quadro recebido.
5. Equipamento, de acordo com a reivindicação 3,caracterizado pelo fato de que o pelo menos um processador(1130, 1170) é operável para:estimar a variância da qualidade de sinal recebida, edeterminar o deslocamento com base na variância daqualidade de sinal recebida.
6. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170) é operável para estimar avariância da qualidade de sinal recebida com base emquadros nulos.
7. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170) é operável paradeterminar o deslocamento também com base em uma taxa deerros alvo para a sinalização.
8. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170)é operável para:determinar uma taxa de erros de detecção que indicaerro na declaração da sinalização ser confiável ou nãoconfiável com base na qualidade de sinal recebida, eajustar o deslocamento com base na taxa de erros dedetecção.
9. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170) é operável para:aumentar o deslocamento se a taxa de erros de detecçãoultrapassar um primeiro valor ediminuir o deslocamento se a taxa de erros de detecçãocair abaixo de um segundo valor.
10. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170) é operável para manter odeslocamento para um número especifico de quadros após oajuste do deslocamento.
11. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (1130, 1170) é operável para:receber várias rajadas para o quadro recebido,determinar a qualidade de sinal recebida de cadarajada, edeterminar a qualidade de sinal recebida do quadrorecebido com base nas qualidades de sinal recebidas dasvárias rajadas.
12. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o pelomenos um processador (110, 120) é operável para:receber várias rajadas para o quadro recebido,obter os dados codificados de um primeiro conjunto decampos em cada uma das várias rajadas, eobter a sinalização de um segundo conjunto de camposem cada uma das várias rajadas.
13. Equipamento (110, 120), de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que asinalização compreende um indicador de combinação deformatos de transporte (TFCI).
14. Método para sinalização confiável em comunicaçãosem fio compreendendo:receber (1012) um quadro que compreende dadoscodificados e sinalização;determinar (1014) a qualidade de sinal recebida doquadro recebido; edeterminar (1016) um limite,caracterizado por;determinar se a sinalização é confiável com base naqualidade de sinal recebida e o limite; ese a sinalização for considerada confiável,recuperar (1020) a sinalização, edecodificar (1022) os dados codificados de acordocom a sinalização recuperada.
15. Midia legível por processador para armazenarinstruçõesoperáveis para efetuar os passos do processo dareivindicação 14.
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