BRPI0615434A2 - calota para veìculos de serviço pesado - Google Patents

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BRPI0615434A2
BRPI0615434A2 BRPI0615434-4A BRPI0615434A BRPI0615434A2 BR PI0615434 A2 BRPI0615434 A2 BR PI0615434A2 BR PI0615434 A BRPI0615434 A BR PI0615434A BR PI0615434 A2 BRPI0615434 A2 BR PI0615434A2
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wheel
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heavy duty
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BRPI0615434-4A
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Jay White
Jeff Morris
Donald Hester
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Hendrickson Int Corp
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Abstract

CALOTA PARA VEíCULOS DE SERVIçO PESADO Uma calota para um conjunto de extremidade de roda de um veículo de serviço pesado veda uma extremidade externa do conjunto de extremidade de roda. O conjunto de extremidade de roda inclui um cubo de roda formado com uma cavidade, que contém lubrificante, e a calota acopla e é montada positivamente na extremidade externa do cubo de roda, para impedir o escape de lubrificante e o ingresso de contaminantes. A calota formada integralmente inclui uma parede lateral geralmente cilíndrica, e uma parede externa que se estende geralmente perpendicular à parede lateral. Um rebordo se estende para dentro de, e se estende radialmente para fora de, uma extremidade interna da parede lateral, e o rebordo e o ressalto cooperam entre si para acoplar mecânica e positivamente a extremidade externa do cubo de roda. Um anel em O é disposto entre o rebordo e o cubo da roda, para proporcionar uma vedação. A calota é também adaptada para acomodar os componentes de um sistema de inflação e outros componentes auxiliares.

Description

"CALOTA PARA VEÍCULOS DE SERVIÇO PESADO"
REMISSÃO RECÍPROCA A PEDIDO DE PATENTE RELACIONADO
Esse pedido de patente reivindica o beneficio dopedido de patente provisório U.S. 60/713.934, depositado em2 de setembro de 2005.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
CAMPO TÉCNICO
A invenção se refere a montagens finais de rodase, em particular, a montagens finais de rodas para veículosde serviço pesado, tais como reboques de tratores. Mais par-ticularmente, a invenção é dirigida a uma calota de uma con-junto de extremidade de roda para um veículo de serviço pe-sado, que é conectada a um cubo de roda, para vedar a extre-midade externa do conjunto, e inclui um anel em O para pro-porcionar acoplamento vedante com o cubo, um rebordo, umressalto que propicia alinhamento conveniente com o cubo,uma cavidade cilíndrica externa que propicia fácil alinha-mento axial de dispositivos auxiliares, uma abertura que fa-cilita a montagem dos componentes de um sistema de inflaçãode pneumático, e um entalhe que aperfeiçoa a resistência aimpacto da calota e a montagem dos componentes do sistema deinflação.
TÉCNICA ANTERIOR
Há muitos anos, a indústria de veículos de serviços pesados utiliza montagens finais de rodas, que são tipi-camente montadas em cada extremidade de um ou mais eixos me-cânicos não motrizes. Cada conjunto de extremidade de rodainclui, tipicamente, um cubo, montado rotativamente em umconjunto de mancais, que, por sua vez, é montado fixo na ex-tremidade externa do eixo mecânico, conhecido comumente comouma manga de eixo mecânico. Como é bem conhecido por aquelesversados na técnica, para que ocorra uma operação normal daconjunto de extremidade de roda, o conjunto de mancais e oscomponentes circundantes devem estar lubrificados com graxaou óleo. Portanto, a conjunto de extremidade de roda deveser vedada para impedir vazamento do lubrificante e tambémpara impedir que contaminantes entrem no conjunto, as duascoisas podendo ser prejudiciais para o seu desempenho. Maisespecificamente, uma calota é montada em uma extremidade ex-terna do cubo de roda, e uma vedação principal é montada ro-tativamente em uma extremidade interna do cubo e do conjuntode mancais apoiando-se na manga do eixo mecânico, resultandoem uma conjunto de extremidade de roda vedada ou fechada.
Ainda que a maior parte das montagens finais derodas incluam esses aspectos gerais, o projeto e a disposi-ção do cubo, conjunto de mancais, calota, vedação principale outros componentes, bem como da manga do eixo mecânico,variam de acordo com o projeto especifico do veiculo e doseu uso previsto. Por exemplo, as calotas da técnica anteri-or incluem, tipicamente, uma superfície externa plana, e umagaxeta, que é disposta entre um flange, formado na extremi-dade interna da calota, e a superfície externa do cubo, paraimpedir que o lubrificante do mancai vaze da conjunto de ex-tremidade de roda, e impeça que contaminantes entrem no con-junto. Essas calotas, ainda que adequadas para algumas apli-cações, incluem certas desvantagens.Por exemplo, como mencionado acima, a calota deveproporcionar uma vedação efetiva para impedir que o lubrifi-cante do mancai vaze da extremidade externa da conjunto deextremidade de roda e impeça que água e contaminantes entremnela. Na técnica anterior, uma gaxeta, disposta entre a ca-lota e a superfície externa do cubo, tem sido, tipicamente,usada para proporcionar essa vedação. No entanto, váriospontos potenciais podem surgir durante remontagem após usoda conjunto de extremidade de roda. Por exemplo, erro humanopode resultar em falha na reinstalação da gaxeta, uma vezque é um componente distinto, e pode, desse modo, permitir ovazamento de lubrificante do conjunto, ou pode permitir queágua e contaminantes entrem no conjunto. A gaxeta pode ficartambém subapertada e pode, desse modo, ficar solta, o quepode reduzir a vedação que proporciona e, de novo, permitir,potencialmente, o vazamento de lubrificante, ou possivelmen-te permitir a entrada de água e contaminantes. A gaxeta podeficar superapertada, o que pode rompê-la, de novo reduzindopotencialmente a vedação que proporciona, o que pode permi-tir vazamento de lubrificante, ou pode permitir que água econtaminantes entrem. Além disso, a gaxeta pode simplesmentedegradar-se com o tempo, permitindo potencialmente vazamentode lubrificante da conjunto de extremidade de roda, ou per-mitindo potencialmente que água e contaminantes entrem naconjunto de extremidade de roda.
Além do mais, a superfície externa plana das calo-tas da técnica anterior complicar o reencaixe de dispositi-vos, que podem ficar fixados na extremidade externa da mangado eixo mecânico e/ou conjunto de extremidade de roda. Porexemplo, um odômetro de cubo fica freqüentemente preso nacalota. Um tipo de odômetro de calota fica preso em uma ca-lota da técnica anterior por meio de um braço, e usa parafixação os mesmos parafusos que fixam a calota no cubo daroda. É possível, durante instalação do odômetro de cubo,apertar excessivamente esses parafusos para fixar o braço, oque pode romper a gaxeta da técnica anterior e provocar va-zamento.
Outro tipo de odômetro de cubo não se baseia emparafusos e é fixado diretamente na calota. No entanto, es-ses odômetros são tipicamente instalados em calotas da téc-nica anterior, que se acoplam por rosqueamento ao cubo daroda e não são intencionados pelo fabricante para que sejamremovidos do cubo da roda. A superfície externa plana da ca-lota da técnica anterior necessita, no entanto, da remoçãoda calota, de modo que o centro axial da calota possa serlocalizado e furo feito para o odômetro. Uma vez que a veda-ção, entre a calota e o cubo da roda, deve ser rompida, olubrificante pode ser perdido e/ou os componentes podem fi-car contaminados.
Além disso, os dispositivos usados para medir oalinhamento do eixo mecânico, tal como um compasso de elipseou um extensor de roda, são tipicamente presos na extremida-de externa da manga do eixo mecânico e/ou na conjunto de ex-tremidade de roda, e devem ser alinhados com a linha centralaxial da conjunto de extremidade de roda, próxima à extremi-dade externa da manga do eixo mecânico. O projeto das calo-tas da técnica anterior faz com que os usuários de algunscompassos de elipse e extensores de roda removam a calota,para alinhar o compasso de elipse ou extensor de roda, o quepode também resultar em perda e/ou contaminação do lubrifi-cante indesejáveis.
Para superar a desvantagem da falta de um ponto dealinhamento axial em calotas da técnica anterior, tendo umasuperfície externa plana, outras calotas da técnica anteriorforam desenvolvidas, que incluem um repuxo cônico formado naextremidade externa da calota. No entanto, essas calotas sãotipicamente aparafusadas no cubo da roda, e os furos dos pa-rafusos das calotas incluem furos de parafusos maiores doque os parafusos, o que pode permitir deslocamento da lubri-ficante na medida em que é instalada. Desse modo, o repuxocônico dessa calota da técnica anterior pode não ficar sem-pre alinhado com a linha central axial da manga do eixo me-cânico e conjunto de extremidade de roda.
Outra desvantagem das calotas da técnica anterioré o potencial para que a calota fique sujeita a dano de im-pactos. Mais particularmente, quando um eixo mecânico com umpar de conjuntos de extremidades de rodas é transportado deum fabricante, o conjunto de mancais e o cubo de cada con-junto de extremidade de roda são tipicamente instalados emcada respectiva manga do eixo mecânico, sem rodas ou pneumá-ticos. A calota é montada usualmente no cubo e sem as rodasno lugar, a calota se estende para fora após o restante doconjunto de extremidade de roda. Na medida em que o eixo me-cânico com os conjuntos de extremidades de rodas é preparadopara transporte, carregado para transporte e descarregado,as calotas são, desse modo, particularmente suscetíveis aocontato com outros itens e podem sofrer impactos, o que éindesej ável.
As calotas da técnica anterior requerem um númerosignificativo de parafusos, tais como seis (6) ou mais, parapermitir que a calota mantenha uma conexão vedada com o cu-bo, durante tais impactos. Além disso, o projeto de paredereta das calotas da técnica anterior desenvolvem, algumasvezes, uma fissura sob tais impactos, requerendo recolocaçãoda calota. Além do mais, o diâmetro relativamente grande dascalotas da técnica anterior aumenta a possibilidade de con-tato com outro objeto, durante transporte, aumentando, dessemodo, o potencial para ocorrência de impacto.
Além disso, as calotas da técnica anterior, quesão usadas com sistemas de inflação de pneumáticos, incluemas desvantagens associadas com a montagem de componentes dossistemas de inflação. Mais particularmente, os sistemas deinflação de pneumáticos necessitam da montagem de componen-tes adicionais dentro e/ou próximos da calota, tal como umamontagem de união rotativa e tubos de ar. Para montar essescomponentes do sistema de inflação de pneumático, a calotadeve ser tipicamente removida do cubo da roda, mas as calo-tas da técnica anterior são projetadas para serem vedadas nocubo da roda e não removidas, tornando, desse modo, o pro-cesso de montagem de componentes indesejavelmente mais com-plexo e potencialmente problemático. Também, o diâmetro ex-terno relativamente grande das calotas da técnica anteriorprovocam freqüentemente extensão dos tubos de ar por umadistância significativa, em uma direção radialmente para fo-ra, que pode depois provocar contato da roda com os tubos dear, quando a roda é removida do cubo para reparo ou substi-tuição do pneumático. Esse contato com os tubos de ar podeprovocar dano dos tubos, ou a necessidade de removê-losquando a roda é removida.
Além do mais, as calotas da técnica anterior care-cem da capacidade de acomodar a montagem de múltiplos compo-nentes separados, o que é inconveniente para alguns usuáriosde veículos de serviço pesado. Por exemplo, componentes,tais como o conjunto de união rotativa, que é montado em umaextremidade externa da manga do eixo mecânico, impede a cen-tralização de um compasso de elipse na extremidade da mangado eixo mecânico em certas calotas da técnica anterior. Porconseguinte, um usuário de veículo de serviço pesado vai terque remover o conjunto de união rotativa, para obter um furode centralização para o compasso de elipse, ou vai ter quese abster completamente de utilizar o compasso de elipse.
Essas desvantagens das calotas da técnica anteriorfaz com que se deseje desenvolver uma calota para um conjun-to de extremidade de roda de serviço pesado, que proporcioneuma vedação mais efetiva, que acomode mais fácil e precisa-mente um odômetro, um compasso de elipse ou um extensor deroda, sem perturbar a conexão vedante entre a calota e o cu-bo da roda, resista ao dano de impactos, facilite a montagemde certos componentes do sistema de inflação de pneumático,sozinha ou em combinação com outros componentes, tais comoodômetros, compassos de elipse, extensores de roda, e asse-melhados, e propicie que os sistemas de inflação de pneumá-ticos sejam montados de uma maneira que uma roda seja facil-mente removida sem dano aos componentes do sistema. A pre-sente invenção satisfaz essas necessidades.
RESUMO DA INVENÇÃO
Um objeto da presente invenção é proporcionar umacalota para um conjunto de extremidade de roda de serviçopesado, que inclui uma vedação aperfeiçoada.
Outro objeto da presente invenção é proporcionaruma calota para conjunto de extremidade de roda de serviçopesado, que acomode fácil e precisamente um odômetro, umcompasso de elipse e um extensor de roda, sem perturbar aconexão de vedação entre a calota e o cubo da roda.
Um outro objeto da presente invenção é proporcio-nar uma calota para um conjunto de extremidade de roda deserviço pesado, que resista a dano de impactos.
Mais um outro objeto da presente invenção é pro-porcionar uma calota para um conjunto de extremidade de rodade serviço pesado, que facilite a montagem de certos compo-nentes do sistema de inflação do pneumático, sozinha ou emcombinação com outros componentes, tais como odômetros, com-passos de elipse, extensores de roda e assemelhados.
Ainda um outro objeto da presente invenção é pro-porcionar uma calota para um conjunto de extremidade de rodade serviço pesado, para que seja montada de uma maneira quepermita que uma roda seja removida sem dano aos componentesdo sistema de inflação do pneumático.Esses e outros objetos são obtidos pela calota pa-ra um conjunto de extremidade de roda de serviço pesado dapresente invenção. O conjunto de extremidade de roda incluium cubo de roda, formado com uma cavidade para conter lubri-ficante, e uma extremidade externa. A calota inclui uma pa-rede lateral genericamente cilíndrica, que se estende geral-mente paralela a uma linha central axial do conjunto de ex-tremidade de roda, quando a calota é montada no cubo da ro-da. Uma parede externa se estende geralmente perpendicular àparede lateral. Um rebordo se estende para dentro da paredelateral, e um ressalto se estende geralmente radialmente pa-ra fora da parede lateral. O meio de vedação é geralmentedisposto entre o rebordo e o cubo da roda, e o rebordo e oressalto devem estar em cooperação para acoplar positivamen-te a extremidade externa do cubo da roda, e o meio de veda-ção veda o dito acoplamento.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
As modalidades preferidas da presente invenção,ilustrativas dos melhores modos nos quais o requerente con-siderou ter aplicado os princípios dela, são apresentadas nadescrição a seguir, nos desenhos, e são particular e distin-tamente indicadas e mostradas nas reivindicações em anexo.
A Figura 1 é uma vista em perspectiva detalhada deuma calota da técnica anterior e de uma gaxeta usada com acalota.
A Figura 2 é uma vista em perspectiva em seçãotransversal fragmentada de uma parte de uma manga do eixomecânico e de um conjunto de extremidade de roda, incluindouma primeira modalidade da calota da presente invenção.
A Figura 3 é uma vista em perspectiva ampliada daparte interna da calota mostrada na Figura 2.
A Figura 4 é uma vista bastante ampliada de umaparte da manga do eixo mecânico, do conjunto de extremidadede roda e da calota mostrada na área circundada da Figura 2,e mostra, em particular, a localização de um anel em O rela-tiva a um cubo do conjunto de extremidade de roda e da calo-ta.
A Figura 5 é uma vista similar à Figura 2, masmostrando uma segunda modalidade da calota da presente in-venção .
A Figura 6 é uma vista bastante ampliada de umaparte da manga do eixo mecânico, do conjunto de extremidadede roda e da calota mostrada na área circundada da Figura 5,e mostra, em particular, a localização de um anel em 0 rela-tiva a um cubo do conjunto de extremidade de roda e da calo-ta.
A Figura 7 é uma vista similar à Figura 2, masmostrando certos componentes de um sistema de inflação depneumático montado na manga do eixo mecânico, o conjunto deextremidade de roda, e a primeira modalidade da calota dapresente invenção, e um tambor de freio e rodas montados nocubo do conjunto de extremidade de roda.
Os números similares se referem às partes simila-res em todos os desenhos.
DESCRIÇÃO DA MODALIDADE PREFERIDA
Para melhor entender a calota da presente inven-ção, uma calota e uma gaxeta exemplificativas da técnica an-terior são mostradas na Figura 1, e vão ser descritas a se-guir. A calota da técnica anterior 82 inclui uma parede la-teral cilíndrica 83, e uma parede externa 84, formada inte-gralmente com a extremidade externa da parede lateral. Umacavidade cilíndrica 87 é formada geralmente no centro da pa-rede externa 84. Um flange estendendo-se radialmente 85 éformado na extremidade interna da parede lateral 83, e éformado com seis (6) aberturas para parafuso espaçadas cir-cunferencialmente igualmente 86, para permitir que os para-fusos (não mostrados) fixem a calota 82 na extremidade ex-terna de um cubo da roda (não mostrado) . Uma gaxeta 88 é umcomponente distinto formado com seis (6) aberturas espaçadascircunferencialmente igualmente 89, para alinhamento com asaberturas 86 formadas no flange de montagem da calota 85,para permitir que a gaxeta se assente entre a calota 82 e aextremidade externa do cubo da roda, para vedação da conexãoentre a calota e o cubo, quando a calota é apertada contra ocubo.
O projeto da calota da técnica anterior 82 incluicertas desvantagens, como descrito acima. Para resumir, ouso de gaxeta 88, para proporcionar a vedação entre a calotae a superfície externa do cubo, pode resultar na falha de umtécnico na reinstalação da gaxeta 88, após uso do conjuntode extremidade de roda (não mostrado), desse modo, permitin-do, possivelmente, que o lubrificante vaze do conjunto, oupermitindo que água e contaminantes entrem no conjunto. Agaxeta 88 é também suscetível a subaperto, superaperto e de-gradação, todos permitindo, potencialmente, que o lubrifi-cante vaze do conjunto de extremidade de roda ou permita quea água e os contaminantes entrem no conjunto.
Além disso, o projeto da calota 82 complica o rea-juste dos dispositivos, que podem ficar presos na extremida-de externa da manga do eixo mecânico e/ou do conjunto de ex-tremidade de roda, tal como um odômetro de cubo, um compassode elipse ou um extensor de roda. Esses dispositivos devemser tipicamente instalados em alinhamento com o centro axialda manga do eixo mecânico, para que funcionem adequadamente.No entanto, ainda que a parede externa 84 da calota 82 sejaformada com a cavidade cilíndrica 87, para permitir que umtécnico localize o centro axial da calota para instalar es-ses dispositivos, a cavidade cilíndrica pode não ficar ali-nhada com o centro axial da manga do eixo mecânico. Maisparticularmente, a calota 82 é alinhada com o cubo da roda ea manga do eixo mecânico por parafusos que passam pelas a-berturas de parafusos 86, formados no flange de montagem dacalota 85. Uma vez que as aberturas 86 são formadas maioresdo que o corpo rosqueado de cada respectivo parafuso, parapermitir que passe facilmente pelas aberturas, a calota 82pode se deslocar, na medida em que é instalada, e a cavidadecilíndrica 87 pode ficar assim não alinhada com o centro a-xial da manga do eixo mecânico.
Além disso, a calota 82 da técnica anterior incluiuma parede lateral geralmente cilíndrica 83, que resulta emum diâmetro externo geralmente grande para a calota, o queaumenta o potencial para a calota, para contatar um objetodurante transporte, e as paredes retas podem não proporcio-nar uma resistência mecânica ótima, para que resista a umimpacto desse contato. Além disso, para resistir ao não as-sentamento da calota 82 do calotas, no caso desses impactos,o que pode danificar ou destruir a conexão vedada entre acalota e o calotas, a calota da técnica anterior requer seis(6) parafusos, o que aumenta o peso e o custo associados coma calota.
Além do mais, a calota 82 da técnica anterior in-clui as desvantagens associadas com a montagem de componen-tes dos sistemas de inflação (não mostrados). Por exemplo,com a gaxeta 88, a calota 82 é projetada para ser vedada nocalotas e não removida, mas é freqüentemente necessário re-mover a calota, para instalar uma união rotativa e/ou tubosde ar de um sistema de inflação de pneumáticos. Também, odiâmetro externo relativamente grande da parede lateral 83da calota 82 faz com que os tubos de ar de um sistema de in-flação de pneumáticos se estenda a uma distância significa-tiva, radialmente para fora da calota, o que pode então pro-vocar o contato da roda com os tubos de ar, quando a roda éremovida do cubo para reparo ou substituição do pneumático.
Além disso, pode ser difícil montar múltiplos com-ponentes ou dispositivos separados na calota da técnica an-terior 82. Por exemplo, quando um conjunto de união rotativade um sistema de inflação de pneumático está presente namanga do eixo mecânico e deseja-se usar um compasso de elip-se e não contar com uma cavidade cilíndrica 87, como o cen-tro do eixo mecânico, é necessário formar uma abertura naparede externa 84 da calota 82, para permitir que o compassode elipse passe pela calota, ou remover a calota. No entan-to, uma vez que a calota 82 não é pré-disposta para facil-mente acomodar ambas a união rotativa e o compasso de elip-se, pode ser necessário remover a união rotativa para abrircaminho para centralizar o compasso de elipse na parede ex-terna da manga do eixo mecânico.
Essas desvantagens da calota da técnica anterior82 tornam desejável desenvolver uma calota para um conjuntode extremidade de roda de serviço pesado, que proporcionauma vedação mais efetiva, acomoda fácil e precisamente dis-positivos auxiliares, tal como um odômetro, um compasso deelipse, um extensor de roda e componentes de um sistema deinflação de pneumático, facilita a montagem ou utilizaçãoconveniente de múltiplos componentes auxiliares separadossimultaneamente, resiste ao dano de impactos, e possibilitaque os componentes do sistema de inflação de pneumático se-jam montados de uma maneira que permita que uma roda sejafacilmente removida. A presente invenção satisfaz essas ne-cessidades, como vai ser descrito em detalhes abaixo.
Voltando agora à Figura 2, uma primeira modalidadede uma calota da presente invenção é mostrada e é indicadagenericamente em 120. Para melhor entender a calota 120 dapresente invenção, o meio físico no qual opera vai ser des-crito a seguir. Um eixo mecânico depende do, e estende-sepelo, reboque de um trator - reboque de serviço pesado (nãomostrado). Mais especificamente, e como é conhecido na téc-nica, o eixo mecânico inclui um tubo central tendo um par deextremidades (não mostrado) e um par de mangas do eixo mecâ-nico 100, com cada uma das mangas de eixo mecânico sendo in-tegralmente conectada por qualquer meio adequado, tal comosoldagem, a uma das respectivas extremidades do tubo cen-trai, de modo que o eixo mecânico seja compreendido do tubocentral e de um par de mangas do eixo mecânico. Um trator -reboque de serviço pesado típico inclui um ou mais eixos me-cânicos não motrizes suspensos do reboque, com cada um doseixos mecânicos tendo um conjunto de extremidade de roda 102montado em cada extremidade do eixo mecânico. Para fins declareza, apenas uma extremidade de eixo mecânico e o conjun-to de extremidade de roda 102 vão ser aqui descritos. A man-ga do eixo mecânico e o conjunto de extremidade de roda 100,102 são descritos com mais detalhes em um pedido de patenteseparado, que está sendo depositado concorrentemente com es-se pelo mesmo cessionário, Hendrickson USA, L.L.C.
O conjunto de extremidade de roda 102 inclui umconjunto de mancais tendo um mancai interno 104 e um mancaiexterno 106, que são de mesmo diâmetro e são montados fixa-damente na extremidade externa da manga do eixo mecânico100. Mais particularmente, o mancai interno 104 é montado nodiâmetro externo do manga do eixo mecânico 100, com sua su-perfície interna em contato com um ressalto 108, formado namanga do eixo mecânico. Uma cavidade 116 é formada entre osmancais interno e externo 104, 106, e um espaçador de man-cais reto, curto (não mostrado) está opcionalmente presenteentre os mancais na cavidade, para manter o espaçamento en-tre os mancais. Um espaçador de mancais exemplificativo, seum for usado, é mais inteiramente descrito em um pedido depatente separado, que está sendo depositado pelo mesmo ces-sionário, Hendrickson USA, L.L.C. Uma porca 252 se acoplarosqueadamente a uma extremidade externa da manga do eixomecânico 100, e por meio de uma arruela externa 274 e umaarruela interna 202 opcional fixa os mancais 104, 106 equalquer espaçador de mancais no lugar. A porca 252 é des-crita com mais detalhes em um pedido de patente separado,que está sendo depositado pelo mesmo cessionário, Hendrick-son USA, L.L.C. Um cubo de roda 118 é montado rotativamentenos mancais interno e externo 104, 106 de uma maneira bemconhecida daqueles versados na técnica.
Com referência agora às Figuras 2 e 3, na primeiramodalidade, a calota 120 da presente invenção é montada naextremidade externa do cubo 118 por uma pluralidade de para-fusos (não mostrados), cada um deles passando por uma dasrespectivas da pluralidade de aberturas 122 formadas na ca-lota e acoplam rosqueadamente uma das respectivas da plura-lidade de aberturas rosqueadas alinhadas (não mostradas)formadas no cubo. Desse modo, a calota 120 fecha a extremi-dade externa do conjunto de extremidade de roda 102. Uma ve-dação continua principal 126 é montada rotativamente na ex-tremidade interna do conjunto de extremidade de roda 102 efecha a extremidade interna do conjunto. Mais particularmen-te, a vedação 126 é montada no conjunto de extremidade deroda 102 de uma maneira adequada e radialmente liga o cubo118 e a manga do eixo mecânico 100 na cavidade de vedação116. Para manter a lubrificação e a operação adequadas dosmancais interno e externo 104, 106, uma quantidade adequadade lubrificante (não mostrado) é introduzida na cavidade116. Uma pluralidade de prisioneiros de encaixe por interfe-rência 128 é usada para montar um tambor de freio 244 (Figu-ra 7), as rodas 240, 242 e um pneumático (não mostrado) noconjunto de extremidade de roda 102.
Na primeira modalidade, a calota 120 é montada di-retamente na extremidade externa do cubo 118. Com referênciacontinuada às Figuras 2 e 3, a calota 120 é, de preferência,formada integralmente e inclui uma parede lateral cilíndricaestendendo-se geralmente axialmente 140. A parede lateral140 é formada com um degrau 141, de modo que a parte da pa-rede lateral na parte interna do degrau é de um diâmetromaior do que a parte da parede lateral externa do degrau,cujas vantagens vão ser descritas abaixo. Um rebordo esten-dendo-se para dentro 130 é formado na parte interna da pare-de lateral 140 e é recebido no diâmetro interno da paredeexterna do cubo 118, quando a calota é montada no cubo. Umressalto 132 se estende radialmente para fora da parede Ia-teral 140, adjacente ao rebordo 130, e desse modo contata asuperfície externa da extremidade do cubo da roda 118, quan-do a calota é montada no cubo. Dessa maneira, o rebordo 130e o ressalto 132 cooperam para acoplar mecânica e positiva-mente o cubo 118 e, desse modo, alinhar a calota 120 em tor-no da linha central axial do cubo, como vai ser descrito a-baixo.
A calota 120 também inclui uma parede externa 136,que se estende geralmente perpendicular à parede lateral140. Para fixar a calota 120 no cubo 118, o ressalto 132 éformado com aberturas 122, que recebem parafusos (não mos-trados) para acoplamento por rosqueamento com as aberturasalinhadas (não mostradas) formadas no cubo. De preferência,três (3) aberturas 122 são formadas no ressalto 132, emboramais aberturas possam ser formadas sem afetar o conceito oua operação global da invenção, tais como até seis (6) ou oi-to (8) aberturas. Também, a área do ressalto 132 circundandocada respectiva abertura 122 seja, de preferência, formadacom uma protuberância estendendo-se radialmente 145, o queproporciona uma área adequada para as cabeças dos parafusosque fixam a calota 120 no cubo 118, para assentamento firme.
Como melhor mostrado na Figura 2, a parede externa136 da calota 120 é formada com uma área rebaixada 143, quefacilita a fixação de dispositivos auxiliares, como vai serdescrito em mais detalhes abaixo. No centro da área rebaixa-da 143, uma estrutura cilíndrica 133 se estende para dentroda superfície interna da parede externa 136, em alinhamentocom a linha central axial da manga do eixo mecânico 100. Umaabertura 134 é formada na área rebaixada 143 e continua paraa estrutura cilíndrica 133, para receber um dispositivo au-xiliar. A estrutura cilíndrica 133 é preferivelmente formadacom roscas 135, para receber rosqueadamente o dispositivoauxiliar, e é fechada na sua extremidade interna. Como mos-trado na Figura 3, para proporcionar suporte para a estrutu-ra cilíndrica 133, quando um dispositivo auxiliar é conecta-do à calota 120, uma pluralidade de nervuras espaçadas cir-cunferencialmente 131 se estende para fora da superfície ex-terna da estrutura cilíndrica para a superfície interna daparede lateral 140.
Como vai ser descrito em mais detalhes abaixo, ecomo mostrado nas Figuras 2 e 3, a parede lateral 140 da ca-lota 120 é formada com uma abertura 138, que permite a mon-tagem conveniente dos componentes de um sistema de inflaçãode pneumático 200 (Figura 7). De preferência, a parede late-ral 140 também inclui uma estrutura de protuberância 139,para reforçar a área da parede lateral próxima à abertura138.
Como mencionado acima, na primeira modalidade, acalota 120 é parcialmente enchida com lubrificante para osmancais 104, 106 (Figura 2), e deve vedar a extremidade ex-terna do conjunto de extremidade de roda 102, para impedir ovazamento indesejável do lubrificante, e impedir que os con-taminantes entrem no conjunto de extremidade de roda. Em vezde usar uma gaxeta separada, para proporcionar tal como umavedação, como faz a calota da técnica anterior 82 (Figura1), o rebordo 130 e o ressalto 132 da calota 120 cooperamentre si, para proporcionar um firme alinhamento para um a-nel em O elastomérico 174. Mais especificamente, como melhormostrado na Figura 4, o anel em O 174, associado com a calo-ta 120 da primeira modalidade, é firmemente disposto em umcanal 176, formado na superfície interna do cubo 118, próxi-mo à superfície externa do cubo, contatando, desse modo, orebordo 130 da calota para formar uma vedação. Essa é dife-rente da calota da técnica anterior 82, que usa uma gaxetasolta 88 (Figura 1), que deve ser posicionada adequadamentedurante instalação dela.
De acordo com um aspecto importante da invenção, ouso do anel em O 174 no canal do cubo 176 permite que o anelem O e o cubo 18 sejam pré-montados, de modo que não há umagaxeta separada 88 para inserir, quando a calota 120 é ins-talada, como as calotas da técnica anterior. A eliminação dagaxeta separada 88 reduz o tempo e o esforço para montagemda extremidade da roda 102, e também elimina a possibilidadeda gaxeta poder ser acidentalmente omitida durante a monta-gem. Além disso, o não uso da gaxeta da técnica anterior 88elimina sub- ou superaperto potencial da gaxeta, ambos po-dendo provocar vazamento pela gaxeta da técnica anterior. Aocontrário, o anel em 0 174 vai ainda formar uma vedação efe-tiva, ainda que a calota 120 esteja sub- ou superapertada,uma vez que o anel em 0 é um dispositivo de vedação mais e-fetivo do que as gaxetas da técnica anterior, e o contatoanular proporcionado pelo anel em 0 é muito robusto e, por-tanto, não facilmente afetado por sub- ou superaperto da ca-lota. Além do mais, o uso do anel em 0 174 reduz a possibi-lidade de que o lubrificante pode vazar do conjunto de ex-tremidade de roda 102, ou que contaminantes possam entrar noconjunto, devido a uma deterioração da gaxeta da técnica an-terior.
É também importante notar que o uso do anel em 0174 no canal do cubo 176, em vez de na calota 120 da primei-ra modalidade, elimina a necessidade da formação de um canalna calota para receber o anel em 0. Isso reduz o maquinárionecessário para a calota 120, reduzindo, desse modo, o tempoe o custo associados com a manufatura da calota.
Retornando-se agora à Figura 2, de acordo com ou-tro aspecto importante da invenção, a estrutura cilíndrica133 e a abertura 134 permitem que a calota 120 acomode fa-cilmente um odômetro, um extensor de roda ou um compasso deelipse. Mais particularmente, a estrutura cilíndrica 133 e aabertura 134 são formadas na parede externa 136 da calota120 ao longo da linha central axial da calota. Devido ao a-coplamento mecânico positivo do rebordo 130 e o ressalto 132com o cubo 118, em combinação com o anel em O 174, o alinha-mento automático da calota 120 ao longo da linha central a-xial do cubo resulta na montagem da calota no cubo. Para fa-cilitar a localização da abertura 134, para fácil fixação deum extensor de roda, a parede externa 136 da calota 120 éformada com uma superfície rebaixada 143. Essa fácil fixaçãotambém é facilitada pelas roscas 135, formadas na estruturacilíndrica 133, propiciando, desse modo, que um odômetro ouum extensor de roda tendo roscas correspondentes sejam con-venientemente atarraxados na estrutura cilíndrica e, dessemodo, presos na calota 120, em alinhamento automático com amanga do eixo mecânico 100. Além disso, a estrutura cilín-drica proporciona uma estrutura alinhada conveniente, parareceber uma extremidade de um compasso de elipse, propician-do, desse modo, uma fácil centralização do compasso de elip-se .
Dessa maneira, a calota 120 não precisa ser remo-vida para acomodar um dispositivo auxiliar, eliminando umprocedimento complexo, perda de lubrificante, e/ou contami-nação associada com o uso da calota da técnica anterior 82.Além do mais, a estrutura cilíndrica rosqueada 133 elimina anecessidade para furação da calota 120, para pronta inserçãode um odômetro, o que elimina a perda de lubrificante doconjunto de extremidade de roda 102 e/ou a contaminação aci-dental que está associada com a remoção da calota da técnicaanterior 82.
Com referência agora às Figuras 2, 3 e 7, de acor-do com mais um outro aspecto da presente invenção, a paredelateral 140 da calota 120 é formada com a abertura 138, oque permite que a calota aceite e monte os componentes de umsistema de inflação de pneumático 200, tal como um conjuntode união rotativa 202 e tubos de ar 204, como mostrados naFigura 7 . Uma sistema de inflação de pneumático exemplifica-tivo 200 é mostrado e descrito no pedido de patente U.S.10/827.040, que foi cedida a Hendrickson USA, L.L.C., o ces-sionário da presente invenção, e é aqui incorporado por re-ferência. A área da parede lateral 140 próxima à abertura138 é reforçada pela estrutura de protuberância 139, e a a-bertura e estrutura da protuberância cooperam entre si paraproporcionar montagem e alinhamento estáveis na calota 120,para o conjunto de união rotativa 202 e outros componentesdo sistema de inflação de pneumático, tais como os tubos dear 204. Por uso da abertura 138 e da estrutura de protube-rância 139, o conjunto de união rotativa 202 e/ou os tubosde ar 204 podem ser pré-montados na calota 140, e depois co-locados no conjunto de extremidade de roda 102, como uma u-nidade simples, aperfeiçoando desse modo o processo de mon-tagem para o conjunto de extremidade de roda.
Mais particularmente, a estrutura de protuberância139 proporciona uma superfície plana, que age como uma refe-rência física para um instalador checar o alinhamento dostubos de ar 204, antes que eles sejam apertados e a uniãorotativa 202 seja presa. Dessa maneira, a montagem dos tubosde ar 204 e da união rotativa 202 é feita de forma mais fá-cil e precisa. Deve-se notar que a calota 120 pode ser for-mada como uma peça fundida sob pressão sem a abertura 138, oque proporciona a opção de usinar a abertura 138 posterior-mente, se o sistema de inflação de pneumático 200 não forinicialmente usado com a calota.
Com referência agora às Figuras 2 e 3, de acordocom um outro aspecto importante da presente invenção, a pa-rede lateral 140 é formada com um degrau 141, de modo que aparte da parede lateral interna do degrau é de um diâmetromaior do que a parte da parede lateral externa do degrau. Ouso do degrau 141 permite que o rebordo 130 e o ressalto 132sejam formados com um diâmetro adequado, para proporcionaralinhamento e acoplamento adequados com o cubo 118, comodescrito acima, enquanto reduzindo o diâmetro da calota 120na sua extremidade externa, o que proporciona múltiplas van-tagens.
Mais particularmente, por graduação radialmentepara dentro na medida em que se estende axialmente para fo-ra, o degrau 141 age como uma nervura circunferencial, quese estende em torno da calota 120, proporcionando, desse mo-do, uma maior resistência mecânica circunferente para a ca-lota. Essa maior resistência mecânica circunferente reforçaefetivamente a parede lateral 140 e aumenta a distribuiçãode força entre a parede externa 136 e a parede lateral. Des-sa maneira, o degrau 141 cria uma calota mais resistente120, com maior resistência a impactos e outras forças quepodem danificá-la e/ou a sua conexão com o cubo 118. Também,a maior resistência mecânica da calota 120 permite o uso detrês (3) parafusos (não mostrados), para manter a conexãovedada entre a calota 120 e o cubo 118, em vez de seis (6)como com a calota da técnica anterior 82 (Figura 1) . Essaredução no número de parafusos usados para a calota 120 re-duz, desejavelmente, o peso e o custo associados com a calo-ta, e, possivelmente, com o cubo correspondente 118, por re-moção das estruturas de protuberâncias formadas no cubo parareceber os parafusos. Além disso, o diâmetro externo reduzi-do da calota 120 reduz a área da calota que pode contatar umobjeto e, desse modo, reduz a chance de um impacto.
Além do mais, o diâmetro externo reduzido da calo-ta 120 permite que os componentes do sistema de inflação depneumático 2 00 sejam montados de uma maneira que impede danoaos componentes, quando uma roda é removida do cubo 118.Mais particularmente, como mostrado na Figura 7, uma rodaexterna 240, uma roda interna 242 e um tambor de freio 244são tipicamente montados no cubo da roda 118 pelos prisio-neiros de encaixe por interferência 128 e as porcas 246.Pneumáticos (não mostrados) são montados nas rodas 240, 242,como é conhecido na técnica. Quando for necessário repararou substituir os pneumáticos, uma ou ambas as rodas 240, 242são removidas por desatarraxaraento das porcas 246 e desliza-mento das rodas para fora dos prisioneiros 128. Quando a ca-lota da técnica anterior 82 (Figura 1) é usada, o seu diâme-tro relativamente grande pode fazer com os tubos de ar 204,montados nela, se estendam radialmente para fora depois dodiâmetro interno das rodas 240, 242, de modo que as rodascontatem os tubos de ar, quando as rodas são removidas. Porconseguinte, um especialista removendo as rodas 240, 242 temque sacudir as rodas em torno dos tubos de ar 204, uma vezque são movimentadas para fora dos prisioneiros 128, o quepode danificar os tubos de ar, ou tem que remover os tubosde ar antes de remover as rodas.
O degrau 141 na parede lateral 140 da calota daprimeira modalidade de calota 120 reduz o diâmetro externoda calota. Esse diâmetro externo reduzido permite, de prefe-rência, que os tubos de ar 204 sejam montados na calota 120radialmente para dentro do diâmetro interno das rodas 240,242, de modo que as rodas possam passar pelos tubos de arsem entrar em contato com eles. Dessa maneira, a probabili-dade de dano aos tubos de ar 204 do sistema de inflação 200,quando as rodas 240, 242 são removidas, é reduzido pelo de-grau 141 da calota 120. Alternativamente, o degrau 141 reduzo diâmetro externo da calota 120 a um ponto que não possaproporcionar um vão radial completo entre os tubos de ar 204e as rodas 240, 242, mas é de um diâmetro menor do que aque-le da calota da técnica anterior 82. Dessa maneira, o degrau141 proporciona um maior vão para as rodas 240, 242, paraque estes sejam retirados dos prisioneiros 124 e depois sa-cudidos pelos tubos de ar 204, com um menor potencial paradano aos tubos de ar, quando comparado com aquele da técnicaanterior. Por exemplo, o degrau 141 pode reduzir o diâmetroexterno da calota 120, de modo que a distância da superfícieda calota 120, oposta aos tubos de ar 204 para a superfícieradialmente mais externa dos tubos de ar seja inferior aodiâmetro interno ou do guia de roda de cada roda 240, 242.
Voltando-se agora às Figuras 5 e 6, uma segundamodalidade de calota é indicada genericamente em 178. A se-gunda modalidade de calota 178 é similar à primeira modali-dade de calota 120, com a única diferença sendo a disposiçãodo anel em 0 174 em um canal 180 formado no rebordo da calo-ta 130, em vez de no canal do cubo da roda 176 (Figura 4). Asegunda modalidade de calota 178 permite que o anel em O 174seja montado na calota, formando desse modo uma unidade in-tegral, que proporciona uma montagem mais fácil da calota nocubo 118, em algumas aplicações.
De preferência, o anel em O 174 é pré-montado nocanal do cubo 17 6 do cubo da roda 118, para a primeira moda-lidade de calota 120, e é pré-montado no canal da calota 180para a segunda modalidade de calota 178. No entanto, devidoà natureza elastomérica do anel em 0 174, o uso do anel em Oencontra vantagem particular em situações nas quais essapré-montagem não tiver sido completada, ou na qual o anel emO precisa ser substituído, uma vez que os outros componentestenham sido instalados. Por exemplo, o anel em O 174 podeser esticado em relação aos outros componentes, tais como oscomponentes do sistema de inflação de pneumático 200 (Figura7), e colocado no canal do cubo 176 do cubo da roda 118 paraa primeira modalidade de calota 120, ou colocado no canal dacalota 180 da segunda modalidade de calota 178, quando o a-nel em O deve ser instalado imediatamente antes da calotaser presa no cubo da roda, ou quando o anel em 0 precisa sersubstituído durante a montagem.
Dessa maneira, a calota 120, 178 da presente in-venção proporciona um acoplamento de vedação aperfeiçoadocom o cubo 118 por uso do anel em O 174, bem como do rebordo130 e do ressalto 132, o que permite o alinhamento conveni-ente com o cubo. A calota 120, 178 também acomoda fácil eprecisamente um odômetro, um compasso de elipse e um exten-sor de roda, sem perturbar a conexão vedante entre a calotae o cubo 118, por emprego da estrutura cilíndrica rosqueada133 e da abertura 134 formada na parede externa da calota136.
Além disso, a abertura 138 a e estrutura de protu-berância 139, formadas na parede lateral 140 da calota 120,178, facilitam a montagem dos componentes de um sistema deinflação de pneumático. Além do mais, uma vez que a aberturada parede lateral 138 é separada da estrutura cilíndrica 133e da abertura da parede externa 134, os componentes do sis-tema de inflação de pneumático podem ser montados na calota120, 178 usando a abertura da parede lateral, enquanto queoutro dispositivo auxiliar é simultaneamente montado na ca-lota usando a estrutura cilíndrica e a abertura da paredeexterna. Também, a calota 120, 178 inclui o degrau 141 for-mado na parede lateral 140, que aperfeiçoa a resistência aimpacto e permite que a calota seja montada com três parafu-sos em vez de seis, reduzindo, desse modo, desejavelmente, opeso e o custo da calota e o cubo 118, uma vez que o númerode protuberâncias formadas no cubo, para receber os parafu-sos, pode ser também reduzido. O degrau 141 também permiteque os componentes do sistema de inflação de pneumático se-jam montados na calota 120, radialmente para dentro do diâ-metro interno de uma roda, reduzindo, desse modo, o dano po-tencial ao sistema de inflação de pneumático, quando a rodaé removida.
Deve-se entender que a calota 120, 178 da presenteinvenção seja formada de preferência como uma unidade inte-gral por meios conhecidos na técnica, tais como fundição,moldagem, fabricação e assemelhados. Alternativamente, de-pendendo das considerações de projeto e/ou manufatura, cer-tos componentes da calota 120, 178 podem ser formados sepa-radamente, mas compreendem uma unidade integral, quando mon-tados. Além disso, a calota 120, 178 pode ser formada sem umou mais do degrau 141, abertura da parede lateral 138, es-trutura cilíndrica 133 e abertura da parede externa 134, semafetar o conceito ou operação global da invenção. Além domais, meios vedantes diferentes de anel em O, que são conhe-cidos na técnica, podem ser usados para proporcionar uma es-trutura para vedar a conexão entre a calota 120, 178 e o cu-bo 118, sem afetar o conceito ou operação global da inven-ção, tal como um anel quadrado, um anel em O de corte qua-drado, ou um enchimento vedante, tal como um material de si-licone ou material tipo massa de vidraceiro.A presente invenção também inclui um processo paraproporcionar uma calota, que veda a extremidade externa deum cubo de roda, usando um anel em 0, inclui um rebordo e umressalto para alinhamento axial positivo da calota com umamanga do eixo mecânico, resiste a dano de impactos, acomodaum odômetro, extensor de roda ou compasso de elipse, propor-ciona um meio para montagem mais conveniente dos componentesdo sistema de inflação de pneumático, e permite que os com-ponentes do sistema de inflação sejam montados de uma manei-ra que permite que uma roda seja facilmente removida. 0 pro-cesso inclui etapas de acordo com a descrição que é apresen-tada acima e mostrada nas Figuras 2 - 7.
Deve-se entender que a presente invenção encontraaplicação em todos os tipos de conjuntos de extremidades derodas de serviço pesado, conhecidos daqueles versados natécnica, incluindo outros tipos de conjuntos de extremidadesde roda que aqueles mostrados e descritos acima e conhecidosdaqueles versados na técnica, sem afetar o conceito ou ope-ração da invenção. Além disso, a presente invenção foi des-crita com referência às modalidades especificas, e deve-seentender que essas descrição e ilustração são por meio deexemplo e não por meio de limitação. As modificações e alte-rações potenciais vão ocorrer a outros por leitura e enten-dimento dessa descrição, e deve-se entender que a invençãoinclui todas essas modificações e alterações e seus equiva-lentes .
Conseqüentemente, a calota para veiculo de serviçopesado da presente invenção é simplificada, proporcionar umaestrutura efetiva, segura, barata e eficiente, que atingetodos os objetos enumerados, proporciona a eliminação dasdificuldades encontradas com as calotas da técnica anterior,e soluciona os problemas e obtém novos resultados na técnica.
Na descrição acima, certos termos foram usados pa-ra brevidade, clareza e entendimento, mas nenhuma limitaçãodesnecessária vai ser implicada deles além dos requisitos datécnica anterior, porque esses termos são usados para finsdescritivos e são intencionados para serem considerados ge-nericamente.
Além do mais, a descrição e a ilustração da inven-ção são por meio de exemplo, e o âmbito da invenção não élimitado aos detalhes exatos mostrados ou descritos.
Uma vez descritos os aspectos, descobertas e prin-cípios da invenção, a maneira na qual a calota aperfeiçoadapara veículos de serviço pesado é considerada, disposta eusada, as características da construção e da disposição, eos resultados vantajosos, originais e úteis obtidos, as no-vas e úteis etapas, estruturas, elementos, disposições, par-tes e combinações são apresentadas nas reivindicações em a-nexo.

Claims (12)

1. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veículo de serviço pesado, o dito conjunto de extremi-dade de roda incluindo um cubo de roda formado com uma cavi-dade para conter lubrificante e tendo uma extremidade exter-na, a dita calota sendo CARACTERIZADA pelo fato de que com-preende :uma parede lateral geralmente cilíndrica se esten-dendo geralmente paralela a uma linha central axial do ditoconjunto de extremidade de roda, quando a dita calota é mon-tada no dito cubo de roda;uma parede externa se estendendo geralmente per-pendicular à dita parede lateral;um rebordo se estendendo para dentro da dita pare-de lateral;um ressalto se estendendo radialmente para fora dadita parede lateral; eum meio de vedação disposto geralmente entre o di-to rebordo e o dito cubo de roda, em que o dito rebordo e odito ressalto cooperam para acoplar positivamente a dita ex-tremidade externa do cubo de roda e o dito meio de vedaçãoveda o dito acoplamento.
2. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veículo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o dito meio de vedaçãoé um anel em O.
3. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veículo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 2, CARACTERIZADA pelo fato de que o dito cubo é formadocom um canal para receber o dito anel em 0.
4. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veiculo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 2, CARACTERIZADA pelo fato de que o dito rebordo da ditacalota é formado com um canal, para receber o dito anel emO.
5. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veiculo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 1, CARACTERIZADA pelo fato de que um degrau é formado nadita parede lateral, e o diâmetro da dita calota na sua ex-tremidade externa é inferior ao diâmetro da calota na suaextremidade interna.
6. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veiculo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 5, CARACTERIZADA pelo fato de que a dita parede lateralé formada com uma abertura próxima à dita extremidade de di-âmetro reduzido da calota e para montagem dos componentes deum sistema de inflação de pneumático, em que um vão radial éproporcionado entre o diâmetro interno de uma roda e os di-tos componentes do sistema de inflação de pneumático.
7. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veiculo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 1, CARACTERIZADA pelo fato de que a dita parede lateralé formada com uma abertura para montagem dos componentes deum sistema de inflação de pneumático.
8. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veiculo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 7, CARACTERIZADA pelo fato de que uma dita parede late-ral é formada com uma estrutura de protuberância próxima àdita abertura.
9. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veiculo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 1, CARACTERIZADA pelo fato de que a dita parede externaé formada com uma estrutura cilíndrica se estendendo paradentro, tendo uma abertura que é alinhada com um eixo cen-tral de uma extremidade de manga do eixo mecânico.
10. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veículo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 9, CARACTERIZADA pelo fato de que uma parede interna dadita estrutura cilíndrica é formada com roscas.
11. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veículo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 9, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende ainda umapluralidade de nervuras espaçadas se estendendo radialmenteda dita estrutura cilíndrica para uma superfície interna dadita parede lateral da calota.
12. Calota para um conjunto de extremidade de rodade um veículo de serviço pesado, de acordo com a reivindica-ção 1, CARACTERIZADA pelo fato de que a dita calota é fixadana dita extremidade externa do dito cubo de roda por trêsparafusos.
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Free format text: EM VIRTUDE DO ARQUIVAMENTO PUBLICADO NA RPI 2472 DE 22-05-2018 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDO O ARQUIVAMENTO DO PEDIDO DE PATENTE, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013.