BRPI0615708A2 - técnicas para prover informação de transmissão piloto de medição em redes sem fio - Google Patents
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Abstract
TéCNICAS PARA PROVER INFORMAçãO DE TRANSMISSãO PILOTO DE MEDIçãO EM REDES SEM FIO Trata-se de diversas modalidades divulgadas referindo-se a técnicas para fornecer informação vizinha em redes sem fio e/ou técnicas para fornecer informação de transmissão de piloto de medição em redes sem fio. De acordo com uma modalidade exemplificativa, um relatório de vizinho (900) pode ser recebido de um primeiro nó sem fio (104, 114), incluindo o relatório de vizinho pelo menos informação de transmissão de piloto de medição (908) para um ou mais outros nós sem fio (1610). De acordo com uma modalidade exemplar, uma técnica de medição de sinal para a medição de sinais provenientes de pelo menos um do um ou mais outros nós sem fio pode ser determinada, com base, pelo menos em parte, no relatório de vizinho (1612). De acordo com uma outra modalidade exemplar, uma mensagem pode ser recebida de um primeiro nó sem fio, incluindo a mensagem informação de transmissão de piloto de medição para o primeiro nó sem fio (1410). Uma técnica de medição de sinal para a medição de sinais provenientes do primeiro nó sem fio pode ser determinada com base, pelo menos parcialmente, na mensagem recebida (1420).
Description
"TÉCNICAS PARA PROVER INFORMAÇÃO DE TRANSMISSÃOPILOTO DE MEDIÇÃO EM REDES SEM FIO"
REFERÊNCIA CRUZADA A PEDIDOS CORRELATOS
Este pedido reivindica prioridade do Pedido Provisório Número deSérie U.S. 60/718.002, depositado em 16 de setembro de 2005, intitulado"Technique to Provide Neighbor Information in Wireless Networks" e do PedidoProvisório Número de Série U.S. 60/800.242, depositado em 12 de maio de 2006,intitulado "Techniques to Provide Measurement Pilot Transmission Information inWireless Networks", ambos incorporados ao presente documento a título dereferência.
FUNDAMENTOS
Redes sem fio, como redes de área local sem fio (WLAN) tipicamentese comunicam por radio freqüências ou outras freqüências. Em uma WLAN, porexemplo, as estações móveis estão, tipicamente, se deslocando e podem secomunicar com um ponto de acesso (AP) ou estação base. O AP é tipicamente umdispositivo fixo que pode (ou não) estar conectado a redes de infra-estrutura ou aredes cabeadas.
A tecnologia WLAN mais comum é descrita na família deespecificações industriais do Institute of Electrical and Electronics Engineers IEEE802.11, como as especificações para IEEE 802.11b, IEEE 802.11g e IEEE802.11a. Um grupo de estações móveis 802.11 pode estar em comunicação entresi (ou diretamente ou através de um AP), em uma rede conhecida como umconjunto de serviço básico (BSS) que pode ser identificado por um identificador deconjunto de serviço básico.Um grupo de BSSs (com um AP por BSS, por exemplo)pode ser acoplado em uma rede WLAN maior (com múltiplos APs1 por exemplo)conhecido como um conjunto de serviço estendido (ESS) que pode ser identificadopor uma ID de conjunto de serviço (SSID).
Quando uma estação móvel se desloca ao redor de uma rede sem fio(WLAN, por exemplo), a estação pode precisar alterar sua associação presente deum AP para um outro AP se o nível de recepção de sinal do AP atualmenteassociado (servindo) se tornar demasiado baixo e/ou um outro AP proporciona umnível melhor de sinal ou capacidades. Este procedimento é conhecido comovisitação <roaming>, e permite que uma estação móvel comute a associaçãodentre APs.
Antes da visitação ou associação com um novo AP1 uma estaçãomóvel pode primeiro localizar um ou APs. Há uma série de técnicas conhecidaspara a medição ou monitoração de sinais de rádio para permitir a visitação entreAPs. Os sinais transmitidos por APs podem geralmente ser monitorados, e aintensidade de sinal recebido (RSS) pode ser medida para cada AP, por exemplo.Mais especificamente, os APs podem ser localizados, por exemplo, por varredurapassiva e por varredura ativa.
Na varredura passiva, uma estação sem fio. pode monitorar um oumais canais para determinar se há um balizador ou resposta de sondagemtransmitida por APs. Um balizador pode ser transmitido por cada ASP a intervalosregulares (conhecidos como intervalos de balizador), a cada 100 ms, por exemplo.Um balizador (ou sinal de balizador) pode incluir, por exemplo, uma horodata deAP, uma BSSID identificando uma rede WLAN específica, um mapa de indicaçãode tráfego (TIM), intervalo de balizador (ou quantidade de tempo entretransmissões de balizador), uma indicação das taxas de dados que tem suporte,conjuntos de parâmetros ou informação sobre métodos de sinalização específicosque têm suporte, informação da capacidade (como se o protocolo WiredEquivalency Privacy - Privacidade de Equivalência Cabeada ou WEP tem suporte)e outras informações. Na varredura passiva, um nó pode estar na escuta debalizadores ou respostas de sondagem em cada um de uma multiplicidade decanais, coletando informações sobre cada AP, como intensidade de sinal recebido,capacidades e taxas de dados do AP etc. Em alguns casos, a varredura passivapode despender tempo e potência enquanto um nó está na escuta de um balizadorou de uma resposta de sondagem que pode nunca ocorrer ou enquanto o nó podeestar na escuta de um canal ocioso.
A varredura ativa pode envolver uma estação móvel transmitindo umasolicitação de sondagem a um ou mais APs específicos e recebendo respostas desondagem dos APs. A varredura ativa permite que as estações móveis interajamcom APs ou outras estações para obter informação. Uma estação móvel podetransmitir, por exemplo, uma solicitação de sondagem que especifica umaidentidade de conjunto de serviço (SSID) no quadro de solicitação de sondagem.Qualquer AP ou estação no canal que corresponde ao SSID pode, por exemplo,responder com uma resposta a sondagem. A resposta a sondagem, de modoanálogo a um balizador, pode fornecer informação que pode ser útil para permitirque uma estação tenha acesso à rede ou se associe com um AP. Quandocomparada ao monitoramento de balizadores (varredura passiva), a varreduraativa pode, em alguns casos, resultar em uma vida de bateria mais longa (podeconsumir menos energia de bateria, por exemplo), mas pode também reduzir acapacidade da rede devido ao tráfego de solicitações de sondagem/respostas desondagem.
Em algumas redes WLAN, foi proposto que os APs fornecessem umrelatório de vizinho a uma estação sem fio em alguns casos. Um relatório devizinho pode ser transmitido, por exemplo, de um AP a uma estação sem fio parafornecer à estação informações referentes a outros (vizinhos, por exemplo) pontosde acesso (APs). Estes relatórios de vizinhos propostos podem incluir informaçãoreferente, por exemplo, à banda de freqüência e canal em que estão localizadosos APs relatados, o tipo PHY dos APs relatados, informação de sincronização einformação dos balizadores, como intervalos de balizadores.
Foi também proposto recentemente que os APs transmitissem pilotosde medição (a que se pode referir às vezes como respostas de sondagemsupérfluas). Um AP pode tipicamente transmitir um quadro de piloto de mediçãocom uma freqüência muito maior (a cada 10 ms, por exemplo) do que um balizador(a cada 100 ms, por exemplo) para proporcionar informação mais freqüente àsestações. Assim, como o intervalo de quadro de piloto de medição é, tipicamente,muito mais breve do que um intervalo de balizador, as estações podem usarquadros de piloto de medição para detectar se há um AP transmitindo no canal,para medir a qualidade do canal (medir a intensidade de sinal recebido, porexemplo) e para receber outra informação referente ao AP em um período tempomuito mais curto, em comparação com a espera pelo balizador seguinte no canal,por exemplo. Assim, pelo menos em alguns casos, os quadros de piloto demedição podem facilitar decisões de visitação mais rápidas e uma associação aum novo AP. O quadro de piloto de medição pode contém muito da mesmainformação fornecida em um balizador ou na resposta de sondagem, mas o pilotode medição é mais curto, uma vez que ele pode não incluir alguns dos camposmais longos no balizador (como os campos TIM e DTIM).
SUMÁRIO
Diversas modalidades são descritas relativas a técnicas para fornecerinformação de vizinhos em redes sem fio e/ou para fornecer informação detransmissão de piloto de medição em redes sem fio.
Em uma modalidade exemplificativa um relatório de vizinho pode serrecebido de um primeiro nó sem fio (um ponto de acesso de servidor ou AP1 porexemplo). O relatório de vizinho pode ser obtido por uma estação a partir de umAP, por exemplo, em uma resposta de associação, uma resposta de sondagem ouem resposta a uma solicitação separada de relatório de vizinho. De acordo comuma modalidade exemplificativa, o relatório de vizinho pode incluir pelo menosinformação de transmissão de piloto de medição para um ou mais outros nós semfio (ou APs). Uma técnica de medição de sinal pode ser determinada para medirsinais provenientes de pelo menos um do um ou mais outros nós sem fio combase, pelo menos em parte, no relatório de vizinho. De acordo com umamodalidade exemplificativa, um relatório de vizinho pode compreender informaçãode transmissão de piloto de medição e informação de balizador para o um ou maisoutros nós sem fio (APs vizinhos, por exemplo). Em uma outra modalidade, ainformação de transmissão de piloto de medição pode incluir uma indicação deque um dos outros nós (vizinhos) ou APs está transmitindo ou não um piloto demedição. O relatório de vizinho pode incluir, por exemplo, um intervalo de piloto demedição, um ID de rede e um valor de cronômetro ou desvio de cronômetro para oum ou mais outros nós sem fio ou APs. Em uma outra modalidade exemplificativa,a técnica de medição de sinal que pode ser determinada pode incluir: monitoraçãoou recebimento de sinais de piloto de medição; varredura passiva usandobalizadores recebidos; ou varredura ativa usando solicitações de sondagem erespostas de sondagem.
De acordo com uma modalidade exemplificativa, uma solicitação derelatório de vizinho pode ser transmitida a um primeiro ponto de acesso (AP). Deacordo com uma modalidade exemplificativa, a transmissão da solicitação derelatório de vizinho pode incluir a transmissão de uma solicitação de relatório devizinho a um primeiro ponto de acesso (AP)1 especificando a solicitação derelatório de vizinho um ou mais de informação de balizador e/ou informação detransmissão de piloto de medição a ser fornecida no relatório de vizinho para umou mais outros APs. Um relatório de vizinho pode ser recebido do primeiro AP. deacordo com uma modalidade exemplificativa, o relatório de vizinho pode serrecebido do primeiro AP, compreendendo o relatório de vizinho um intervalo depiloto de medição para pelo menos um do um ou mais outros APs. Uma técnica demedição de sinal pode ser determinada para medir sinais provenientes de um oumais outros nós sem fio com base, pelo menos em parte, no relatório de vizinho.De acordo com uma modalidade exemplificativa, os sinais podem ser medidos depelo menos um do um ou mais outros nós sem fio usando a técnica de mediçãodeterminada.
De acordo com uma outra modalidade exemplificativa, um relatóriode vizinho pode ser recebido de um primeiro AP, incluindo o relatório de vizinhopelo menos um intervalo de piloto de medição para um ou mais outros APs. Umperíodo de medição ou momento para receber ou medir um piloto de medição parao um ou mais outros APs pode ser determinado com base no relatório de vizinho.Um piloto de medição de um ou mais outros APs pode ser medido ou recebidocom base na determinação. Pode ser usada varredura ativa ou varredura passivapara se obter informação adicional referente a pelo menos um do um ou maisoutros APs. Um dos outros APs pode ser associado com base na informaçãoadicional.
Em uma outra modalidade exemplificativa, pode ser provido umaparelho que inclui um controlador, uma memória acoplada ao controlador e umtransceptor sem fio acoplado ao controle. O aparelho pode ser adaptado para:receber um relatório de vizinho de um primeiro nó sem fio, incluindo o relatório devizinho pelo menos informação de transmissão de piloto de medição para uma oumais outros nós sem fio; e para determinar uma técnica de medição de sinal paraa medição de sinais provenientes do um ou mais outros nós sem fio com base,pelo menos em parte, no relatório de vizinho. Em uma modalidade exemplificativa,o aparelho pode ser adaptado para receber o relatório de vizinho do primeiro nósem fio, incluindo o relatório de vizinho um ou mais de: 1) uma indicação de queum nó está transmitindo ou não um piloto de medição, ou 2) um intervalo de pilotode medição, para pelo menos um do um ou mais outros nós sem fio.
Em uma outra modalidade exemplificativa, uma mensagem pode serrecebida de um primeiro nó sem fio, incluindo a mensagem informação detransmissão de piloto de medição para o primeiro nó sem fio. Uma técnica demedição de sinal para a medição de sinais provenientes do primeiro nó sem fiopode ser determinada com base, pelo menos em parte, na mensagem recebida.De acordo com uma modalidade exemplificativa, a mensagem recebida podeincluir ou uma mensagem de resposta de sondagem ou um relatório de vizinho. Deacordo com uma modalidade exemplificativa, a informação de transmissão depiloto de medição pode incluir uma indicação de que o primeiro nó sem fio estátransmitindo ou não um piloto de medição. De acordo com um a modalidadeexemplificativa, a informação de transmissão de piloto de medição pode incluir umintervalo de piloto de medição para o primeiro nó sem fio. De acordo com umamodalidade exemplificativa, a determinação compreende a determinação de umou mais das seguintes técnicas de medição de sinal a serem usadas para amedição de sinais provenientes do primeiro nó sem fio, com base, pelo menos emparte, na informação de transmissão de piloto de medição para o primeiro nó semfio; monitoração ou recebimento de sinais de piloto de medição provenientes doprimeiro nó sem fio; ou varredura ativa usando solicitações de sondagem erespostas de sondagem.
Em uma outra modalidade exemplificativa, uma mensagem pode serrecebida de um primeiro nó sem fio, incluindo a mensagem informação detransmissão de piloto de medição para o primeiro nó sem fio. Um momento parareceber sinais de piloto de medição do primeiro nó sem fio pode ser estimado combase, pelo menos em parte na informação de transmissão de piloto de medição namensagem recebida. De acordo com uma modalidade exemplificativa, os sinais depiloto de medição podem ser recebidos do primeiro nó sem fio no momentoestimado. De acordo com uma modalidade exemplificativa, a mensagem recebidapode incluir ou uma mensagem de resposta de sondagem ou um relatório devizinho. De acordo com uma modalidade exemplificativa, a informação detransmissão de piloto de medição pode incluir uma indicação de que o primeiro nósem fio está transmitindo ou não um piloto de medição. De acordo com umamodalidade exemplificativa, a informação de transmissão de piloto de mediçãopode incluir um intervalo de piloto de medição para o primeiro nó sem fio.
De acordo com uma outra modalidade exemplificativa, um relatóriode vizinho pode ser recebido de um primeiro nó sem fio, incluindo o relatório devizinho pelo menos a informação de transmissão de piloto de medição para um oumais outros nós sem fio. De acordo com uma modalidade exemplificativa, ainformação de transmissão de piloto de medição pode incluir um intervalo de pilotode medição para o um ou mais outros nós sem fio.
Em uma outra modalidade exemplificativa, pode ser provido umaparelho que inclui um controlador, uma memória acoplada ao controlador e umtransceptor sem fio acoplado ao controlador. O aparelho pode ser adaptado parareceber um relatório de vizinho de um primeiro nó sem fio, incluindo o relatório devizinho pelo menos informação de transmissão de piloto de medição para um oumais outros nós sem fio.
DESCRIÇÃO SUCINTA DOS DESENHOS
A Figura 1 é um diagrama que ilustra redes sem fio de acordo comuma modalidade exemplificativa.
A Figura 2 é um diagrama que ilustra um corpo de quadro para umquadro de piloto de medição de acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 3 é um diagrama que ilustra um formato de corpo de quadrode solicitação de relatório de vizinho de acordo com uma modalidadeexemplificativa.
A Figura 4 é um diagrama que ilustra um formato de corpo de quadrode resposta de relatório de vizinho de acordo com uma modalidadeexemplificativa.
A Figura 5 é um diagrama que ilustra um formato de elemento derelatório de vizinho de acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 6 é um diagrama que ilustra um exemplo de formato de itemde lista de vizinhos de acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 7 é um diagrama que ilustra um exemplo em que umaestação móvel pode estar medindo sinais proveniente de outros APs vizinhos semhaver um relatório de vizinho fornecendo informação de transmissão de piloto demedição.
A Figura 8 é um diagrama que ilustra um exemplo em que umaestação móvel pode estar medindo sinais provenientes de outros APs vizinhos epode ter recebido um relatório de vizinho exemplificativa que pode fornecerinformação de transmissão de piloto de medição de acordo com uma modalidadeexemplificativa.
A Figura 9 é um diagrama que ilustra um formato de corpo de quadrode resposta de relatório de vizinho de acordo com uma modalidadeexemplificativa.
A Figura 10 é um diagrama que ilustra um quadro de resposta desondagem de acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 11 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 12 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 13 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 14 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 15 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 16 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma modalidade exemplificativa.
A Figura 17 é um diagrama de blocos que ilustra um aparelho quepode ser provido em um nó sem fio de acordo com uma modalidadeexemplificativa.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Referindo-se às Figuras em que os mesmos numerais indicamelementos iguais, a Figura 1 é um diagrama que ilustra redes sem fio 102 e 112 deacordo com uma modalidade exemplificativa. De acordo com uma modalidadeexemplificativa, uma rede sem fio como a rede sem fio 102 e rede sem fio 112pode incluir cada uma delas uma série de nós sem fio, como estações móveis,Pontos de Acesso (APs)1 estações base etc.
De acordo com uma modalidade exemplificativa, cada rede sem fio102, 112 pode incluir um Ponto de Acesso (AP) e uma ou mais estações móveisque podem estar em comunicação com o AP. Conforme mostrado na Figura 1, porexemplo, a rede sem fio 102 pode incluir um AP 104 e diversas estações móveisque podem estar em comunicação com AP 104, como a estação móvel 106 eestação móvel 108. De modo análogo a rede sem fio 112 pode incluir AP 114 ediversas estações móveis que podem estar em comunicação com AP 114 como aestação móvel 116 e a estação móvel 118. Embora não seja mostrado, AP 102 eAP 112 podem ser acopladas a uma rede fixa.
As diversas modalidades descritas no presente documento podemser aplicáveis a uma ampla variedade de redes e tecnologias como redes WLAN(redes do tipo IEEE 802.11, por exemplo), redes celulares, redes de radio ououtras refis. Em uma outra modalidade exemplificativa, os diversos exemplos emodalidades podem ser aplicados a uma rede sem fio em malha em que umamultiplicidade de pontos de malha (Pontos de Acesso, por exemplo) podem seracoplados entre si por meio de conexões cabeadas ou sem fio. O termo "nodo" ou"nodo sem fio" ou "nodo de rede" ou "estação de rede" podem se referir, porexemplo, a uma estação sem fio, como uma estação de assinante ou estaçãomóvel, um ponto de acesso ou estação base, uma estação repetidora ou outro nóintermediário sem fio, ou outros dispositivos de computação sem fio, comocomputadores laptop, computadores de mesa, e dispositivos periféricos comoexemplo.
A Figura 2 é um diagrama que ilustra um corpo de quadroexemplificativa 200 para um quadro de piloto de medição de acordo com umamodalidade exemplificativa. O corpo de piloto de medição 200, por exemplo, podeincluir: uma horodata - representando um valor de uma função de sincronizaçãocronometrada (TSF) de uma fonte de piloto; intervalo de piloto de medição - ointervalo de transmissão de pilotos de medição; intervalo de balizador - intervalode balizador do nó sem fio transmissor (AP, por exemplo); informação decapacidade - descreve algumas capacidades do nó transmissor; capacidades derede de segurança robustas (RSN) - que podem conter informações relacionadascom segurança (para autenticação e cifragem, por exemplo); corrente de país -fornecendo informações sobre o país; e um número de outros campos, incluindopotência reguladora máxima, potência de transmissão máxima, potência detransmissão usada, assoalho de ruído de transceptor e conjunto de parâmetros deDS (seqüência direta) (um campo que pode ser usado se for usado um dispositivode camada física de seqüência direta (PHY)). Além disso, em redes em malha ospacotes semelhantes a balizador ou piloto de medição podem ser transmitidosregularmente.I Esses pacotes podem incluir informações do ponto de malhatransmissor na rede de malha.
Uma variedade de serviços ou funções diferentes pode ser providaem uma rede sem fio (WLAN, por exemplo). Estes serviços podem incluir, porexemplo, autenticação (o processo pelo qual uma estação móvel pode serautenticada por um AP, por exemplo), associação (o processo pelo qual umaestação móvel pode se registrar com um AP, por exemplo), e outros serviços.
Um serviço que pode ser conduzido por uma rede pode incluirmedição de rádio (ou medição de recurso de rádio) que pode incluir, por exemplo,a condução de medições de rádio, solicitação e relatório de medições de rádiofornecendo informações sobre APs vizinhos e outras funções relacionadas commedições de rádio. Como parte da medição de rádio, por exemplo, uma estaçãopode transmitir solicitações de medição de rádio diferentes a outras estaçõessolicitando informações de medição de rádio, informações de medição de rádio,por exemplo, para outros APs (vizinhos). Um nó (estação ou AP, por exemplo) querecebe uma solicitação de medição de rádio de um outro nó (outro AP ou outraestação, por exemplo) pode gerar e transmitir um relatório de medição de rádioadequado ao nó sem fio solicitador para fornecer a informação solicitada.
Estas solicitações de medição de rádio podem incluir, por exemplo,uma solicitação de balizador (ou solicitação de medição de balizador) que pode serapresentada por um AP a uma estação, por exemplo. Em resposta à solicitação dobalizador, a estação pode fornecer ao AP um relatório de balizador que podefornecer a informação do AP que se refere a balizadores ou outros sinaisprovenientes de outros APs que foram coletados pela estação. NO entanto, podehaver muitos tipos de solicitações de medição de rádio. De acordo com umamodalidade exemplificativa, um relatório de balizador pode ser gerado com base(em resposta a uma solicitação de medição de um balizador, por exemplo) pelomenos em parte, em um ou mais piloto de medição recebidos de um ou mais APs.Em uma outra modalidade, o relatório de balizador pode ser gerado de um ou maisde: uma tabela de balizador da estação (uma tabela que pode serautomaticamente gerada por uma estação baseada em varredura ativa, varredurapassiva, pilotos de medição etc. e não envolve tipicamente medições adicionaisuando solicitadas), varredura ativa (uso de solicitações de sondagem e respostasde sondagem), varredura passiva (balizadores de monitoração passiva e respostasde sondagem provenientes de APs) e monitoração passiva de pilotos de mediçãoprovenientes de APs. de acordo com uma modalidade exemplificativa, um APpode incluir um modo de medição na sua solicitação de balizador para especificarum modo específico de medição (varredura passiva, varredura ativa, pilotos demedição ou tabela de balizadores, por exemplo) ou permitir que a estaçãoselecione qualquer um destes modos de medição (exceto a tabela de balizadores,por exemplo) para fornecer a informação solicitada.
Um outro tipo de relatório de medição de rádio que pode sersolicitado e obtido é um relatório de vizinho, Um relatório de vizinho pode sertransmitido, por exemplo, de um AP para uma estação sem fio para fornecer àestação as informações referentes a outros pontos (vizinhos) de acesso (APs). Umrelatório de vizinho pode ser fornecido a uma estação sem fio de um AP, porexemplo, em uma resposta de associação (em resposta a uma solicitação deassociação de uma estação se o relatório de vizinho for solicitado na solicitação deassociação, por exemplo), ou pode ser transmitido separadamente do AP àestação sem fio por solicitação da estação, de acordo com uma modalidadeexemplificativa, um relatório de vizinho pode também ser solicitado em umasolicitação de sondagem e fornecido pelo AP à estação na resposta de sondagemcorrespondente.
De acordo com uma modalidade exemplificativa, uma medição maiseficiente e mais prática de sinais de AP pode, pelo menos em alguns casos, serfornecida fornecendo-se um relatório de vizinho que inclui, por exemplo, um oumais dos seguintes para um ou mais APs vizinhos: uma indicação de que umbalizador ou piloto de medição é recebido ou não do AP, um intervalo de balizador,um intervalo de piloto de medição, um desvio de TSF ou valor de cronômetro, umcanal e um BSSID (ID de rede, por exemplo). Esta informação que pode serfornecida em um relatório de vizinho pode ser usada por uma estação sem fio paradeterminar e conduzir uma técnica de medição apropriada para medir sinais de APpara um ou mais outros APs.Se um relatório de vizinho indicar, por exemplo, que um nó (um AP,por exemplo) transmite pilotos de medição a intervalos freqüentes (a 10 ms, porexemplo), a estação móvel pode fazer uma determinação para medir sinaisprovenientes daquele nó (do AP, por exemplo), por monitoração (passiva) dospilotos de medição do nó. Por outro lado, se o relatório de vizinho indicar que umnó transmite um piloto de medição com uma freqüência muito baixo ou mesmonão transmite absolutamente, então a estação móvel pode preferir usar outratécnica de medição para medir os sinais provenientes daquele nó ou AP(varredura ativa, por exemplo). Estes são simplesmente alguns exemplosilustrativos e a discussão no presente documento não limitada a eles.
Em uma outra modalidade exemplificativa, um nó receptor podereceber uma mensagem de um primeiro nó sem fio incluindo informação detransmissão de piloto de medição para o primeiro nó sem fio. A informação detransmissão de piloto de medição pode ser recebida por meio de uma mensagemde resposta a sondagem ou por meio de um relatório de vizinho, como exemplos.A informação de transmissão de piloto de medição pode indicar, por exemplo, umintervalo de piloto de medição para o primeiro nó sem fio. O nó receptor podeentão determinar ou estimar um momento para receber pilotos de medição doprimeiro nó sem fio com base na informação de transmissão de piloto de medição.
A Figura 3 é um diagrama que ilustra um formato de corpo de quadrode solicitação de relatório de vizinho exemplificativa 300 de acordo com umamodalidade exemplificativa. O corpo de quadro de solicitação de relatório devizinho 300 pode incluir um número de campos, como: categoria - que pode serajustada a um valor indicando a categoria de medição de rádio; ação - pode serajustada ao valor indicando solicitação de relatório de vizinho; senha de diálogopode ser ajustada a um valor não zero preferido pela estação que envia asolicitação de relatório de vizinho para identificar a transação de relatório devizinho/solicitação (se o relatório de vizinho for solicitado separadamente por umaestação, por exemplo); em uma modalidade exemplificativa, se o relatório devizinho for solicitado em uma solicitação de associação ou solicitação desondagem, então a senha de dialogo pode ser ajustada para zero; SSID(identificador de conjunto de serviço) - campo SSID pode ser de comprimentovariável. Um ou mais SSIDs (ou outros IDs de rede) podem ser incluídos parasolicitar um relatório de vizinho para ESSs específicas (ou redes específicas); umaausência de valor de SSID pode indicar que um relatório de vizinho está sendosolicitado para o ESS atual (conjunto de serviço estendido).
Conforme mostrado na Figura 3, o corpo de quadro de solicitação derelatório de vizinho exemplificativa 300 pode também incluir um outro campo: tiposde solicitação de relatório de vizinho - que podem ser usados para especificar se ainformação de balizador e/ou informação de transmissão de piloto de mediçãopodem ser providos ou não no relatório de vizinho. O campo tipo de solicitação derelatório de vizinho pode ter, por exemplo, um comprimento de um octeto e podeconter diversos sub-campos, como: 1) um bit de solicitação de balizador - quepode ser ajustado para 1 para solicitar informação de balizador no relatório devizinho, como o intervalo de balizador para cada AP vizinho (e se este bit for vazioou zero, por exemplo, então nenhuma informação de intervalo de balizador estásendo solicitada no relatório de vizinho); e 2) um bit de solicitação de piloto demedição - que pode ser ajustado para 1 se a informação de transmissão de pilotode medição (como o intervalo de piloto de medição) estiver sendo solicitada norelatório de vizinho (e se este bit estiver eliminado, por exemplo, então nenhumainformação de transmissão de piloto de medição está sendo solicitada). Se estesdois bits, ou um deles, forem ajustados, então isto pode também ser umasolicitação para o desvio de TSF para cada vizinho também, de acordo com umamodalidade exemplificativa (em que o desvio de TSF pode ser um valor de umafunção de sincronização de cronometragem (TSF) (ou outro valor de cronômetro)de uma fonte de piloto de medição ou uma fonte de balizador que estiver sendorelatada).
A Figura 4 é um diagrama que ilustra um formato de corpo de quadrode resposta de relatório de vizinho exemplificativa 400 de acordo com umamodalidade exemplificativa e pode incluir um número de campos: os campos decategoria e de senha de diálogo podem ser iguais aos da solicitação de relatóriode vizinho (Figura 3); campo de ação - pode ser ajustado para o valor indicando orelatório de vizinho; elemento de relatório de vizinho - pode fornecer informaçõesaos APs vizinhos que estiverem sendo relatados (podendo, portanto, tercomprimento variado).
A Figura 5 é um diagrama que ilustra um formato de elemento derelatório de vizinho exemplificativa 500 de acordo com uma modalidadeexemplificativa, que inclui uma série de campos: ID do elemento -pode serajustado para o valor de relatório de vizinho (um valor para identificar o relatório devizinho); Comprimento - pode indicar o comprimento do relatório de vizinho e podedepender do número de APs vizinhos que estiverem sendo relatados no relatóriode vizinho; e campo de lista de vizinhos - pode incluir um campo (ou item) de listade vizinhos para cada AP que estiver sendo relatada no relatório de vizinho.
A Figura 6 é um diagrama que ilustra um formato de item de lista devizinhos exemplificativa 600 de acordo com uma modalidade exemplificativa.conforme foi observado acima, pode haver um item de lista de vizinhos para cadaAP vizinho que estiver sendo relatado no relatório de vizinho. O item de lista devizinhos pode incluir um número de campos: BSSID - pode incluir BSSID (ou ID derede) do BSS (ou rede) que estiver sendo relatada (um AP por BSS), o número decanal pode indicar o canal atual em operação do AP que está sendo relatado;classe reguladora - pode indicar a faixa de freqüência, na qual o canal atual éválido, por exemplo; opções PHY - podem indicar o tipo de PHY e podem incluirum ou mais sinalizadores. Os sinalizadores podem incluir um sinalizador de TSF(função de sincronização de cronometragem ou cronômetro) indicando umapresença de um valor de campo desvio de TSF (ou cronômetro), um sinalizador depiloto de medição (ou bit) indicando a presença de informação de transmissão depiloto de medição e um sinalizador de balizador indicando a presença deinformação de balizador. É também possível se ter somente um sinalizadorindicando que o relatório inclui um campo informação de vizinho, que pode conter,por exemplo, desvio de TSF, informação de balizador e informação do piloto demedição, como o intervalo de piloto de medição. Em uma modalidadeexemplificativa, os sinalizadores podem ser omitidos e o intervalo de piloto demedição pode ser incluído.
Além disso, conforme mostrado na Figura 6, cada item de lista devizinhos pode incluir um campo informação de vizinho, que pode incluir (para cadavizinho ou AP): 1) um desvio de TSF ou valor de cronômetro a partir do AP; 2)informação de balizador, que pode fornecer o intervalo de balizador para o AP (oespaçamento ou intervalo de tempo entre balizadores que pode ser, por exemplo,de 100 ms para alguns APs); e 3) informação de transmissão de piloto de mediçãoque pode incluir o intervalo de piloto de medição para o AP (o espaçamento ouintervalo de tempo entre pilotos de medição para o AP, por exemplo, que pode ser,por exemplo, de 10 mn para alguns APs) ou somente campo curto (de 1 bit ou de2 bits, Por exemplo) indicando se o AP vizinho está transmitindo ou não quadrosde piloto de medição ou se o AP vizinho está transmitindo quadros de piloto ounão ou se isso não é conhecido. Em uma modalidade exemplificativa, um valor deintervalo de piloto de medição ajustado para zero pode indicar que o AP não estátransmitindo pilotos ou que o intervalo não é conhecido (pilotos do AP não foramdetectados, por exemplo). O campo de informação de vizinho pode incluir, porexemplo, 6 bytes, com 2 bytes para cada sub-campo (desvio dé TSF, informaçãode balizador e informação de transmissão de piloto de medição). A informação debalizador (intervalo de balizador, por exemplo) e/ou a informação de transmissãode piloto de medição (intervalo de piloto de medição, por exemplo) podem serfornecido por um AP no seu relatório de vizinho se esta informação for solicitadano campo de tipos de solicitação de relatório de vizinho na solicitação de relatóriode vizinho 300 (Figura 3), de acordo com uma modalidade exemplificativa.
De acordo com uma modalidade exemplificativa, um desvio de TSFde AP (ou valor de cronômetro) e intervalo de balizador podem permitir, em algunscasos, que uma estação que estiver recebendo o relatório de vizinho com talinformação determine ou faça a estimativa sobre quando o AP está transmitindo oseu balizador; de modo análogo, o desvio de TSF de AP (ou valor de cronômetro)e o intervalo de piloto de medição de ap pode permitir, em alguns casos, que umaestação que estiver recebendo o relatório de vizinho com tal informação determineou faça a estimativa sobre quando o AP está transmitindo o seu piloto de medição.O intervalo de balizador e o intervalo de piloto de medição podem indicar àestação quanto tempo pode ser necessário para se monitorar ou receber sinais doAP para ter a probabilidade de receber o balizador de AP e/ou o piloto de medição,de acordo com uma modalidade exemplificativa.
Além disso, ou como alternativa, a informação de transmissão depiloto de medição pode consistir (ou pode incluir) em um bit ou sinalizadorindicando se o AP está transmitindo ou não um piloto de medição (indicando seum piloto de medição para o AP foi detectado ou não, por exemplo), e ainformação de balizador exemplificativa pode simplesmente incluir um bit ousinalizador indicando se o AP está ou não transmitindo um balizador (indicando sefoi detectado ou não um balizador para o AP, por exemplo). De acordo com umamodalidade exemplificativa, se a informação de balizador e a informação detransmissão de piloto de medição fornecem sinalizadores ou campos indicando seo AP está transmitindo ou não o balizador e piloto de medição respectivamente,estes sinalizadores ou bits podem, em alguns casos serem automaticamenteprovidos no relatório de vizinho independente dos tipos de solicitação de relatóriode vizinho solicitados na Figura 3 (independente da informação de balizador ouinformação de transmissão de piloto de medição ter sido especificamentesolicitada ou não na solicitação de relatório de vizinho).
A Figura 7 é um diagrama que ilustra um exemplo em que umaestação móvel pode estar atualmente associada com um AP e pode estarprocurando iniciar uma visitação para outro AP. Antes que a estação móvel possainiciar a visitação (e a associação) a qualquer outro AP, a estação móvel podetipicamente medir a qualidade de sinal ou outros APs (vizinhos, por exemplo).Neste exemplo, a estação móvel pode estar ocupada cuidando de outras tarefas(processamento e/ou encaminhando voz pelo trafego IP ou outras tarefas, porexemplo) e pode haver, portanto, muito pouco tempo (20 ms por canal, porexemplo) para monitorar ou executar a varredura por sinais provenientes de outrosAPs (vizinhos). Neste exemplo, a estação móvel pode não saber qual, se houver,dos APs vizinhos transmitem pilotos de medição 704, nem o intervalo detransmissão para qualquer tais quadros de piloto de medição. A estação móvelpode também saber ou não o intervalo de transmissão para balizadores 702provenientes dos APs vizinhos, mas um intervalo de balizador (de 100 ms, porexemplo) é tipicamente muito maior do que o intervalo de piloto de medição típico(de 10 ms, por exemplo).
Conforme mostrado na Figura 7, a estação móvel pode medir oucaptar sucessivamente cada canal de AP durante um período de medição de 20ms. AP1 é medido durante 20 ms, mas nenhum pacote (sinais de balizador oupiloto de medição ou outros pacotes) é recebido durante este período de medição.De modo análogo, o canal para AP2 é medido ou captado durante 20 ms, masnenhum pacote é detectado durante este período de medição. Neste exemplo, aestação móvel pode não ter estado ciente de que AP1 não estava transmitindo umpiloto de medição e que AP2 estava transmitindo um piloto de medição em umintervalo de transmissão de 40 ms. Portanto, neste caso a medição de sinal de 20ms captando para AP1 e AP2 não eram suficientes neste exemplo para detectarsinais de AP1 e AP2, uma vez que a estação móvel não sabia quando medir estescanais para detectar balizadores ou pilotos de medição ou durante quanto tempotais medições de sinal seriam tipicamente necessária (em média, por exemplo)para receber um quadro de piloto de medição etc. Portanto, neste caso, estes doisperíodos de medição de 20 ms para AP1 e AP2 podem ser considerados comouma utilização ineficiente de recursos (podem ter desperdiçado tempo e potênciavaliosos, por exemplo) e podem ter resultado, pelo menos em parte, de uma faltade informação referente aos APs e aos seus sinais. Na figura 7, a estação móvelmediu o canal para AP3 durante 20 ms e detectou dois pilotos de medição paraAP3, embora a estação móvel não estivesse inicialmente consciente de que AP3estava transmitindo um piloto de medição.
A Figura 8 é um diagrama que ilustra um exemplo em que umaestação móvel pode estar atualmente associada com um AP (um AP de serviço) epode estar buscando iniciar uma visitação para outro AP. A estação móvel, nestamodalidade exemplificativa, pode receber informações em um relatório de vizinhoreferente aos pilotos de medição e/ou balizadores transmitidas por um ou maisAPs (vizinhos). De acordo com uma modalidade exemplificativa, a estação móvel,ou dentro de uma solicitação de associação ou em uma solicitação separada aoseu AP de serviço (atualmente associado), por exemplo, pode transmitir umasolicitação de relatório de vizinho indicando que a informação de balizador e ainformação de transmissão de piloto de medição deve ser fornecida no relatório devizinho solicitado. Em resposta à solicitação de relatório de vizinho, o AP deserviço pode então transmitir à estação móvel um relatório de vizinho que inclui,por exemplo, um BSSID e canal, um cronômetro ou desvio de TSF, informação debalizador (intervalo de balizador, por exemplo) e informação de transmissão depiloto de medição (intervalo de piloto de medição, por exemplo) para cada um deuma multiplicidade de APs vizinhos, incluindo para AP1, AP2 e AP3.
Portanto, deste modo, através de relatório de vizinho, uma estaçãomóvel pode receber informação de AP que indica, por exemplo, quais os APs queestão transmitindo pilotos de medição, o intervalo de piloto de medição para cadaAP (para aqueles pilotos de medição que são detectados), o intervalo de balizadorpara cada AP (para aqueles balizadores detectados), um valor de cronômetro oude desvio de TSF para cada AP e o BSSID e canal de cada AP, e outrasinformações. O TSF ou valor de cronômetro proveniente de AP pode, em algunscasos, permitir que a estação faça a estimativa sobre quando o piloto de mediçãoe/ou balizador pode ser transmitido pelo AP vizinho, o que pode permitir que aestação determine quando se devem receber sinais em um canal ou de um AP.
A informação de balizador e especialmente a informação detransmissão de piloto de medição para os APs vizinhos, o que pode ser provido auma estação em um relatório de vizinho, pode ser uma informação muito útil auma estação móvel que pode estar efetuando uma visitação ou buscando umoutro AP. Esta informação no relatório de vizinho, por exemplo, pode permitir quea estação seja mais inteligente nona sua varredura ou monitoração de sinal,usando, por exemplo, esta informação de AP para selecionar uma técnica melhorou mais eficiente para medir ou monitorar sinais provenientes de outros APs(vizinhos). Para APs vizinhos que estão transmitindo pilotos de medição combastante freqüência (a cada 10 ms, por exemplo), por exemplo, então a estaçãomóvel pode ser capaz de medir os sinais de AP medindo ou monitorando o canalde AP somente a 10-20 ms aproximadamente. Por outro lado, se um AP nãoestiver transmitindo um piloto de medição, ou transmite um piloto de medição compouca freqüência, a execução de uma monitoração passiva de balizadores ou depilotos de medição pode ser uma técnica de medição de sinais de AP poucoprática e mais demorada. Portanto, em uma modalidade exemplificativa, em talcaso (em que possa não haver nenhum piloto de medição de um AP ou então sermuito esporádico, conforme indicado em um relatório de vizinho), a estação móvelpode em vez disso decidir usar varredura ativa enviando solicitações de sondagema tal AP para medir os sinais de AP, ou pode preferir monitorar passivamente ouexecutar uma varredura passiva daquele AP durante o breve período de tempo emque se possa estimar que o piloto de medição de AP ou balizador será transmitido.
O relatório de vizinho pode facilitar uma varredura eficiente, uma vezque estações móveis podem ser capazes agora ser direcionadas a varredura ativaou a outras técnicas de medição de sinal para APs específicos. O relatório devizinho fornece à estação móvel informações (ID de canal, BSSID, desvio de TSFou valor de cronômetro e intervalo de piloto de medição para um ou mais APsvizinhos) que podem ser úteis (para alguns campos, por exemplo) para conduzirvarredura ativa nesses APs.
Com referência à Figura 8, a estação móvel pode receber umrelatório de vizinho fornecendo informações no tocante a uma multiplicidade deAPs, incluindo AP1, AP2 e AP3 (embora tempos específicos de transmissão parabalizadores/pilotos de medição possam não ser necessariamente fornecidos oudisponíveis à estação). O relatório de vizinho neste exemplo pode indicar: 1) queAP1 transmite um balizador a cada 100 ms (isto é, um intervalo de balizador de100 ms), mas nenhum piloto de medição foi transmitido; 2) que AP2 transmite umpiloto de medição a cada 40 ms (isto é, intervalo de piloto de medição de 40 ms), etransmite um balizador a cada 100 ms; e 3) que AP3 pode transmitir um balizadora cada 100 ms e um piloto de medição aproximadamente a cada 10 ms. Isto ésimplesmente um exemplo usado para fins ilustrativos somente.
Portanto no exemplo da Figura 8, a estação móvel pode monitorarsomente durante 20 ms por canal e pode não saber exatamente quando osbalizadores 7022 ou pilotos de medição 704 são transmitidos, mas sabe que AP3envia pilotos de medição freqüentes (a cada 10 ms, por exemplo) e que AP1 eAP2 não envia nenhum piloto de medição e envia pilotos de medição esporádicos,respectivamente. Portanto, a estação móvel pode usar um período de medição de20 ms para medir sinais no canal para AP3 (para medir sinais para AP3) uma vezque provavelmente podem ser recebidos dois pilotos neste período de medição de20 ms (devido ao intervalo de 10 ms entre pilotos de medição). Por outro lado, aestação móvel pode saber (do relatório de vizinho, por exemplo) que 20 ms podemnão ser um período de medição suficiente para se medir sinais provenientes decada um de AP1 e AP2, e podem preferir, portanto, conduzir uma varredura ativaou outras técnicas (de preferência a uma varredura passiva ou monitoração depilotos de medição, por exemplo) para medir os sinais para estes APs. em umaoutra modalidade exempla, a estação pode obter uma estimativa grosseira dostempos de transmissão de balizadores a partir do intervalo de balizador e dodesvio de TSF. Em tal caso, a estação pode preferir qualquer técnica, incluindovarredura passiva, uma vez que a estação pode ser capaz de direcionar omomento quando ela executa a varredura passiva com base nos tempos detransmissão estimados de balizador etc. Esta é simplesmente uma outramodalidade e a invenção não é limitada a ela.
Portanto uma medição mais eficiente e mais prática dos sinais de APpode, pelo menos em alguns casos, ser facilitada fornecendo-se um relatório devizinho que inclui, por exemplo, um ou mais dos seguintes para um ou mais APsvizinhos: uma indicação de que um balizador ou piloto de medição é recebido ounão do AP, um intervalo de balizador, um intervalo de piloto de medição, umdesvio de TSF ou valor de cronômetro, um canal e um BSSID (ou ID de rede)
Conforme observado acima, um nó sem fio pode receber um relatóriode vizinho de um primeiro nó sem fio, como de um AP. O relatório de vizinho podeser obtido por uma estação de um AP, por exemplo, em uma resposta deassociação, uma resposta de sondagem, ou em resposta a uma solicitaçãoseparada de relatório de vizinho, em uma modalidade exemplificativa, o relatóriode vizinho pode incluir informação de transmissão de piloto de medição para umou mais outros nós na rede, como uma indicação de que o outro nó estátransmitindo um piloto de medição ou um intervalo de piloto de medição para ooutro nó ou não, por exemplo.
De acordo com uma outra modalidade exemplificativa, um nó sem fio(ou estação) pode receber uma mensagem de um primeiro nó sem fio, como umAP. A mensagem pode incluir informação de piloto de medição (tambémconhecida como informação de transmissão de piloto de medição) para o primeironó sem fio. A mensagem pode ser uma mensagem de resposta de sondagem,uma mensagem de resposta de associação, uma mensagem de relatório devizinho, como exemplos ou outras mensagens. A informação de transmissão depiloto de medição pode incluir, por exemplo, um intervalo de piloto de mediçãopara o primeiro nó sem fio, identificando um período de tempo entre pilotos demedição provenientes do primeiro nó sem fio, e pode também indicar umcronômetro ou desvio de TSF. O nó receptor pode buscar receber outros sinais doprimeiro nó sem fio para permitir que o nó receptor meça a intensidade de sinal,etc. dos sinais provenientes do primeiro nó sem fio. Recebendo a informação detransmissão de piloto de medição, por exemplo, indicando um intervalo de pilotode medição para o primeiro nó sem fio, o nó receptor pode, por exemplo, ajustaros seus tempos para executar a varredura ou receber pilotos de medição doprimeiro nó sem fio que pode consistir em uma correspondência ou alinhamentomelhor com os tempos de transmissão de pilotos de medição provenientes doprimeiro nó sem fio (depois de receber um quadro de piloto, por exemplo).A informação de transmissão de piloto de medição pode, porexemplo, permitir que o nó determine uma técnica de medição de sinal para medirsinais provenientes do primeiro nó sem fio. Se a mensagem de resposta de sonda,por exemplo, pode incluir informação de transmissão de piloto de mediçãoindicando que os pilotos de medição são transmitidos do primeiro nó sem fio acada 10 ms, o nó pode preferir receber o seguinte piloto de medição. Por outrolado, se a informação de transmissão de piloto de medição proveniente do primeironó sem fio indicar que o primeiro nó sem fio transmite pilotos de medição somentea cada 50 ms, ou talvez nem mesmo transmita, o nó pode preferir uma técnica devarredura mais ativa, como enviar mensagens adicionais de solicitação desondagem para receber mensagens de respostas de sondagem adicionais (paramedir a intensidade de sinal do PA, por exemplo) do primeiro nó sem fio, porexemplo.
A informação de transmissão de piloto de medição pode tambémpermitir que o nó receptor determine ou faça uma estimativa de um tempo parareceber pilotos de medição do primeiro nó sem fio. Assim, depois da informaçãode transmissão de piloto de medição para o primeiro nó sem fio ter sido recebida,por meio de resposta de sondagem, por exemplo, o nó receptor pode determinarou fazer a estimativa de um tempo para receber pilotos de medição do primeiro nósem fio com base na informação de transmissão de piloto de medição recebida (eo primeiro quadro de piloto recebido, por exemplo), e pode então receber pilotosde medição do primeiro nó sem fio no(s) momento(s) estimado(s), de acordo comuma modalidade exemplificativa.
A Figura 9 é um diagrama que ilustra um formato de corpo de quadrode solicitação de relatório de vizinho 900 de acordo com uma outra modalidadeexemplificativa. De acordo com uma modalidade exemplificativa, o corpo dequadro de solicitação de relatório de vizinho 900 pode incluir um campo decategoria, um campo de ação, um de senha de diálogo e um ou mais elementosde relatório de vizinho conforme já discutido no tocante à Figura 4.
Além disso, o quadro de resposta de relatório de vizinho 900 naFigura 9 pode incluir um sub-elemento de informação de transmissão de piloto demedição 902 (um sub-elemento aos elementos de relatório de vizinho ou quadros,por exemplo), que pode fornecer informação de transmissão de piloto de mediçãopara o nó que está transmitindo o relatório de vizinho (o primeiro nó sem fio nesteexemplo, por exemplo), por exemplo, ou para os nós sem fio que estãotransmitindo. O sub-elemento 902 da informação de transmissão de piloto demedição pode incluir um ID de elemento 904 identificando este sub-elementocomo sub-elemento de informação de transmissão de piloto de medição, umcampo de comprimento 906, e um campo de transmissão de piloto de medição908. O campo de transmissão de piloto de medição 908 pode, por exemplo,identificar um intervalo de piloto de medição para o nó transmissor. Um valor dezero ou outro valor predeterminado pode ser usado para indicar que o nótransmissor não transmite um piloto de medição.
A Figura 10 é um diagrama que ilustra um quadro de resposta desondagem 1000,de acordo com uma modalidade exemplificativa. O quadro deresposta a sondagem 1000 pode ser transmitido em resposta a um quadro desolicitação de sondagem, por exemplo. O quadro de resposta a sondagem 1000pode incluir uma série de campos ou elementos, como o elemento de informaçãode transmissão de piloto de medição (IE de transmissão de piloto de medição)1002. O IE da transmissão de piloto de medição 1002 incluído na resposta desondagem 1000 pode incluir um campo ID de elemento 904, um campo decomprimento 906 e um campo de transmissão de piloto de medição 908, conformejá descrito no tocante ao sub-elemento 902 da informação de transmissão depiloto de medição (Figura 9).
De acordo com uma modalidade exemplificativa para respostas desondagem, o intervalo de piloto de medição pode ser ajustado para zero se osquadros de piloto de medição não são transmitidos pelo AP relatado e pararelatórios de vizinhos, o intervalo de piloto de medição pode ser ajustado parazero, por exemplo, se o AP relatado não estiver transmitindo quadros de piloto demedição ou se o intervalo de piloto de medição não for conhecido pelo nó relatorou ΑΡ.
A Figura 11 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma modalidade exemplificativa. Em 1110, um relatório de vizinhopode ser recebido de um primeiro nó sem fio, incluindo o relatório de vizinho pelomenos informação de transmissão de piloto de medição para um ou mais outrosnós sem fio. O nó sem fio 106, por exemplo, pode receber o relatório de vizinho doAP 104. De acordo com um modalidade exemplificativa, o relatório de vizinho podeincluir informação de transmissão de piloto de medição e informação de balizadorpara o um ou mais outros nós sem fio (1112). De acordo com uma outramodalidade exemplificativa, a informação de transmissão de piloto de mediçãopode incluir uma indicação do nó estar transmitindo ou não um piloto de mediçãopara pelo menos um do um ou mais outros nós sem fio (1114). de acordo comuma outra modalidade exemplificativa, a informação de transmissão de piloto demedição pode incluir um intervalo de piloto de medição para o um ou mais nóssem fio (1116). A informação de transmissão de piloto de medição pode incluir, porexemplo, um campo de transmissão de piloto de medição 908 que pode incluir umintervalo de piloto de medição.
Em 1120, uma técnica de medição de sinal pode ser determinadapara medir sinais provenientes de pelo menos um do um ou mais outros nós semfio, com base, pelo menos em parte no relatório de vizinho. De acordo com umamodalidade exemplificativa, a determinação pode incluir a determinação de um oumais dos seguintes técnicas de medição de sinal, com base, pelo menos em parte,no relatório de vizinho: monitoração ou recebimento de sinais de piloto demedição; varredura passiva usando balizadores recebidos; ou varredura ativausando solicitações de sondagem e respostas de sondagem (1122).
De acordo com uma modalidade exemplificativa, os sinais podem sermedidos a partir de um do um ou mais outros nós sem fio usando-se a técnica demedição determinada (1130). de acordo com uma outra modalidadeexemplificativa, o relatório de vizinho pode ser solicitado (1140).
A Figura 12 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma modalidade exemplificativa. Em 1210, uma solicitação derelatório de vizinho pode ser transmitida a um primeiro ponto de acesso (AP). Umasolicitação de relatório de vizinho 300, por exemplo, pode ser transmitida para AP104. De acordo com uma modalidade exemplificativa, a transmissão de umasolicitação de relatório de vizinho pode incluir as transmissão de uma solicitaçãode relatório de vizinho a um primeiro ponto de acesso (AP), especificando asolicitação de relatório de vizinho um ou mais de informação de balizador e/ouinformação de transmissão de piloto de medição a ser fornecida no relatório devizinho para um ou mais outros APs (1212).
Em 1220, um relatório de vizinho pode ser recebido do primeiro AP.O nó sem fio 106, por exemplo, pode receber um relatório de vizinho 400 do AP104. De acordo com uma modalidade exemplificativa, o relatório de vizinho podeser recebido do primeiro AP, compreendendo o relatório de vizinho um intervalo depiloto de medição para pelo menos do um ou mais outros APs (1222). O relatóriode vizinho 400, por exemplo, pode incluir um intervalo de piloto de mediçãoconforme já discutido no tocante à Figura 6.
Em 1230, uma técnica de medição de sinal pode ser determinadamedindo-se sinais provenientes de um ou mais outros nós sem fio com base, pelomenos em parte, no relatório de vizinho, de acordo com uma modalidadeexemplificativa, os sinais podem ser medidos a partir de pelo menos um do um oumais nós sem fio usando-se a técnica de medição determinada (1240).
A Figura 13 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma outra modalidade exemplificativa. Em 1310, um relatório devizinho pode ser recebido de um primeiro AP, incluindo o relatório de vizinho pelomenos um intervalo de piloto de medição para um ou mais outros APs. O nó semfio 106, por exemplo, pode receber um relatório de vizinho 400 incluindo o intervalode piloto de medição conforme mostrado na Figura 6 proveniente do AP 104. Em1320, um período de medição ou tempo para receber ou medir um piloto demedição para o um ou mais outros APs pode ser determinado com base norelatório de vizinho. Em 1330, pode ser medido ou recebido um piloto de mediçãode um ou mais outros APs com base na determinação. Em 1340 pode ser usadaou varredura ativa ou varredura passiva para se obter informações adicionais notocante a pelo menos um do um ou mais outros APs. Em 1350 um dos outros APspode estar associado com base nas informações adicionas.
A Figura 14 é um fluxograma que ilustra as operações de um nó semfio de acordo com uma outra modalidade exemplificativa. Em 1410 umamensagem pode ser recebida de um primeiro nó sem fio, incluindo a mensagem ainformação de transmissão de piloto de medição para o primeiro nó sem fio. O nósem fio 106 pode receber, por exemplo, um relatório de vizinho 400 incluindo ainformação de transmissão de piloto de medição da Figura 6 proveniente do AP104. De acordo com uma modalidade exemplificativa, a mensagem recebida podeincluir ou uma mensagem de resposta de sondagem ou um relatório de vizinho(1412). De acordo com uma outra modalidade exemplificativa, a informação detransmissão de piloto de medição pode incluir uma indicação de que o primeiro nósem fio está transmitindo ou não um piloto de medição (1414). De acordo comuma outra modalidade exemplificativa, a informação de transmissão de piloto demedição pode incluir um intervalo de piloto de medição para o primeiro nó sem fio(1416).
Em 1420 pode ser determinada uma técnica de medição de sinalpara medir sinais provenientes do primeiro nó sem fio com base, pelo menos emparte, na mensagem recebida. De acordo com uma modalidade exemplificativa, adeterminação pode incluir uma ou mais das seguintes técnicas de medição desinal a serem usadas para a medição de sinais provenientes do primeiro nó semfio, com base pelo menos em parte na informação de transmissão de piloto demedição para o primeiro nó sem fio: monitoração ou recebimento de sinais depiloto de medição provenientes do primeiro nó sem fio; ou varredura ativa usando-se solicitações de sondagem e respostas de sondagem (1422).
A Figura 15 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fiode acordo com uma outra modalidade exemplificativa. Em 1510 uma mensagempode ser recebida de um primeiro nó sem fio, incluindo a mensagem informaçãode transmissão de piloto de medição para o primeiro nó sem fio. O nó sem fio 106,por exemplo, pode receber uma resposta de relatório de vizinho 900 incluindo ainformação de transmissão de piloto de medição da Figura 9 ou 10 proveniente doAP 104. De acordo com uma modalidade exemplificativa, a mensagem recebidapode incluir ou uma mensagem de resposta de sondagem ou um relatório devizinho (1512). A mensagem recebida pode incluir, por exemplo, a resposta derelatório de vizinho 900 ou a resposta de sondagem 1000. De acordo com umamodalidade exemplificativa, a informação de transmissão de piloto de mediçãopode incluir uma indicação de que o primeiro nó sem fio está transmitindo ou nãoum piloto de medição (1514). De acordo com uma modalidade exemplificativa, ainformação de transmissão de piloto de medição pode incluir um intervalo de pilotode medição para o primeiro nó sem fio (1516).
Em 1520, pode-se fazer a estimativa de um tempo para recebersinais de piloto de medição provenientes do primeiro nó sem fio com base, pelomenos em parte, na informação de transmissão de piloto de medição namensagem recebida. De acordo com uma modalidade exemplificativa, os sinais depiloto de medição podem ser recebidos do primeiro nó sem fio no momentoestimado (1530).
A Figura 16 é um fluxograma que ilustra a operação de um nó sem fio de acordo com uma outra modalidade exemplificativa. Em 1610 um relatório devizinho pode ser recebido de um primeiro nó sem fio, incluindo o relatório devizinho pelo menos informação de transmissão de piloto de medição para um oumais outros nós sem fio. O nó sem fio 106 pode receber, por exemplo, o relatóriode vizinho do AP 104. De acordo com uma modalidade exemplificativa, ainformação de transmissão de piloto de medição pode incluir um intervalo de pilotode medição para o um ou mais outros nós sem fio (1612). A informação detransmissão de piloto de medição, por exemplo, pode incluir um campo detransmissão de piloto de medição 908 que pode incluir um intervalo de piloto demedição.
Conforme mostrado na Figura 17, cada nó (estação móvel ou AP, porexemplo) pode compreender um aparelho 1700 de acordo com uma modalidadeexemplificativa. O aparelho 1700 pode incluir, por exemplo, um transceptor sem fio1702 para transmitir e receber sinais, um processador ou controlador 1704 paracontrolar a operação do nó e executar instruções ou software e uma memória 1006para armazenar dados e/ou instruções. Cada nó pode ser programado ouadaptado para conduzir as diversas funções ou tarefas descritas acima. Ocontrolador de nó sem fio 1704 pode ser programável e capaz de executarsoftware ou outras instruções armazenadas na memória ou em outro meiocomputadorizado para conduzir as diversas tarefas e funções descritas acima,Além disso, pode ser provido um meio de armazenagem que inclua instruçõesarmazenadas, quando executadas por um processador (como um nó ou oprocessador de nó 1704) fará com que o processador conduza uma ou mais dasfunções ou tarefas ou serviços descritos acima.
As implementações das diversas técnicas descritas no presentedocumento podem ser implementadas em circuito eletrônico digital ou emhardware do computador, firmware, software ou em combinações deles. Asimplementações podem ser implementadas em forma de um produto de programade computador, isto é, um programa de computador fisicamente incluído em umveículo de informação, como em um dispositivo de armazenagem que pode serlido por máquina ou meio que pode ser lido por computador ou em um sinalpropagado, por execução, ou para controlar a operação de um aparelhoprocessador de dados, como um processador ou multiplicidade de processadoresprogramáveis, um computador ou uma multiplicidade de computadores. Umprograma de computador, como o(s) programa(s) de computador descrito acimapode ser escrito em qualquer forma de linguagem de programação incluindolinguagens compiladas ou interpretadas e pode ser apresentado em qualquerforma incluindo como um programa auto-suficiente ou em forma de um módulo,componente, sub-rotina ou outra unidade adequada para uso em um ambientecomputadorizado. Um programa de computador pode ser apresentado para serexecutado em um computador ou um uma multiplicidade de computadores em umsítio ou distribuído em multiplicidade de sítios e interconectado por uma rede decomunicação. As etapas de método podem ser conduzidas por um ou maisprocessadores programáveis executando u programa de computador paraconduzir funções por operação sobre dados de entrada e gerando saída. Asetapas do método podem também ser conduzidas por um circuito lógico definalidade especial como um FPGA (conjunto de porta programável por campo) ouum ASIC (circuito integrado específico a aplicação), e um aparelho pode serimplementado em tal categoria.
Embora determinadas características das modalidades tenham sidoilustradas como descritas no presente documento, muitas modificações,substituições, alterações e equivalentes ocorrerão agora aos versados na técnica.Portanto, fica subentendido que as reivindicações apensas se destinam a abrangertodas tais modificações e alterações que incidirem no espírito genuíno dasdiversas modalidades.
Claims (29)
1. Método, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:- receber um relatório de vizinho de um primeiro nó sem fim, incluindoo relatório de vizinho pelo menos informação de transmissão de piloto de mediçãopara um ou mais outros nós sem fio (1110); e- determinar uma técnica de medição de sinal para medir sinaisprovenientes de pelo menos um dos um ou mais outros nós sem fio, com base,pelo menos em parte, no relatório de vizinho (1120).
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelofato de que o relatório de vizinho compreende informação de transmissão de pilotode medição e informação de balizador para o um ou mais dos outros nós sem fio(1112).
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelofato de que as informações de transmissão piloto de medição incluem se o nó estáou não transmitindo um piloto de medição para pelo menos um do um ou maisoutros nós sem fio (1114).
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelofato de que a informação de transmissão de piloto de medição inclui um intervalode piloto de medição para o um ou mais outros nós sem fio (1116).
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelofato de que o relatório de vizinho compreende um intervalo de piloto de medição,uma ID de rede e um valor de cronômetro ou desvio de cronômetro para o um oumais outros nós sem fio.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelofato de que compreende ainda a medição de sinais provenientes de pelo menosum do um ou mais outros nós sem fio, usando-se a técnica de mediçãodeterminada (1130).
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelofato de que a determinação compreende a determinação de uma ou mais dasseguintes técnicas de medição de sinal, com base, pelo menos em parte, norelatório de vizinho:- monitorar ou receber sinais de piloto de medição,- executar uma varredura passiva usando balizadores recebidos; ou- executar uma varredura ativa usando solicitações de sondagem erespostas de sondagem (1122).
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelofato de que compreende ainda a solicitação do relatório de vizinho (1144).
9. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelofato de que a determinação compreende a determinação de monitorar ou recebersinais de piloto de medição durante um período de tempo, com base, pelo menosparcialmente, em um intervalo de piloto de medição durante pelo menos um do umou mais outros nós.
10. Método, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:- a transmissão de uma solicitação de relatório de vizinho para umprimeiro ponto de acesso (AP) (1210);- o recebimento de um relatório de vizinho do primeiro AP (1220); e- a determinação de uma técnica de medição de sinal para medirsinais provenientes de um ou mais outros nós sem fio com base, pelo menosparcialmente, no relatório de vizinho (1230).
11. Método, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADOpelo fato de que a transmissão de uma solicitação de relatório de vizinhocompreende a transmissão de uma solicitação de relatório de vizinho a umprimeiro ponto de acesso (AP), especificando a solicitação de relatório de vizinhouma ou mais de informações de balizador e/ou informação de transmissão depiloto de medição a serem providas no relatório de vizinho para um ou mais APs.(1212).
12. Método, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADOpelo fato de que compreende, ainda, a medição de sinais provenientes de pelomenos um do um ou mais outros nós sem fio usando-se a técnica de mediçãodeterminada (1240).
13. Método, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADOpelo fato de que o recebimento de um relatório de vizinho compreende orecebimento de um relatório de vizinho do primeiro AP1 compreendendo o relatóriode vizinho um intervalo de piloto de medição para pelo menos um do um ou maisoutros APs (1222).
14. Método, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:- o recebimento de um relatório de vizinho de um primeiro AP,incluindo o relatório de vizinho pelo menos um intervalo de piloto de medição paraum ou mais outros APs (1310);- determinação de um período de tempo de medição para receber oumedir um piloto de medição para o um ou mais outros APs com base no relatóriode vizinho (1320);- medição ou recebimento de um piloto de medição de um ou maisoutros APs com base na determinação (1330);- execução uma varredura ativa ou uma varredura passiva para obterinformação adicional referente a pelo menos um do um ou mais outros APs (1340);- associação de um dos outros APs com base na informaçãoadicional (1350).
15. Aparelho, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:- um controlador (1704);.- uma memória (1706) acoplada ao controlador; e- um transceptor sem fio (1702) acoplado ao controlador;- sendo o aparelho adaptado para:- receber um relatório de vizinho (900) de um primeiro nó sem fio,incluindo o relatório de vizinho pelo menos informação de transmissão de piloto demedição (908) para um ou mais outros nós sem fio (110); e- determinar uma técnica de medição de sinal para a medição desinais provenientes de um ou mais outros nós sem fio com base, pelo menos emparte, no relatório de vizinho (1120).
16. Aparelho, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADOpelo fato de que é adaptado para receber o relatório de vizinho (900) do primeironó sem fio, incluindo o relatório de vizinho um ou mais de: 1) uma indicação deque o nó está ou não transmitindo um piloto de medição, ou 2) um intervalo depiloto de medição para pelo menos um do um ou mais outros nós sem fio.
17. Método, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:- o recebimento de uma mensagem de um primeiro nó sem fio,incluindo a mensagem a informação de transmissão de piloto de medição para oprimeiro nó sem fio (1410) e;- a determinação de uma técnica de medição de sinal para medirsinais provenientes do primeiro nó sem fio com base, pelo menos me parte, namensagem recebida (1420).
18. Método, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADOpelo fato de que a mensagem recebida compreende ou uma mensagem deresposta a sondagem ou um relatório de vizinho (1412).
19. Método, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADOpelo fato de que a informação de transmissão de piloto de medição inclui umaindicação de que o primeiro nó sem fio está transmitindo ou não um piloto demedição (1414).
20. Método, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADOpelo fato de que a informação de transmissão de piloto de medição inclui umintervalo de piloto de medição para o primeiro nó sem fio (1416).
21. Método, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADOpelo fato de que a determinação compreende a determinação de um ou mais dasseguintes técnicas de medição de sinal a serem usadas para a medição de sinaisprovenientes do primeiro nó sem fio, com base, pelo menos em parte, nainformação de transmissão de piloto de medição para o primeiro nó sem fio:- monitorar ou receber sinais de piloto de medição provenientes doprimeiro nó sem fio; ou- executar uma varredura ativa usando solicitações de sondagem erespostas de sondagem (1422).
22. Método, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:- o recebimento de uma mensagem de um primeiro nó sem fio,incluindo a mensagem informação de transmissão de piloto de medição para oprimeiro nó sem fio (1510); e- a estimativa de um momento para receber os sinais de piloto demedição provenientes do primeiro nó sem fio, com base, pelo menos parcialmente,na informação de transmissão de piloto de medição na mensagem recebida(1520).
23. Método, de acordo com a reivindicação 22, CARACTERIZADOpelo fato de que compreende ainda o recebimento de sinais de piloto de mediçãoprovenientes do primeiro nó sem fio no momento estimado (1530).
24. Método, de acordo com a reivindicação 22, CARACTERIZADOpelo fato de que a mensagem recebida compreende ou uma mensagem deresposta de sondagem ou um relatório de vizinho (1512).
25. Método, de acordo com a reivindicação 22, CARACTERIZADOpelo fato de que a informação de transmissão de piloto de medição inclui umaindicação de que o primeiro nó sem fio está transmitindo ou não um piloto demedição (1514).
26. Método, de acordo com a reivindicação 22, CARACTERIZADOpelo fato de que a informação de transmissão de piloto de medição inclui umintervalo de piloto de medição para o primeiro nó sem fio (1516).
27. Método, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:- receber um relatório de vizinho de um primeiro nó sem fio, incluindoo relatório de vizinho pelo menos informação de transmissão de piloto de mediçãopara um ou mais outros nós sem fio (1610).
28. Método, de acordo com a reivindicação 27, CARACTERIZADOpelo fato de que a informação de transmissão de piloto de medição inclui umintervalo de piloto de medição para o um ou mais outros nós sem fio (1612).
29. Aparelho, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:- um controlador (1704);- uma memória (1706);- um transceptor sem fio (1702) acoplado ao controlador;- sendo o aparelho adaptado para:- receber um relatório de vizinho de um primeiro nó sem fio, incluindoo relatório de vizinho pelo menos informação de transmissão de piloto de mediçãopara um ou mais outros nós sem fio (1610).
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