BRPI0616074A2 - suporte de chamada em modo circuito de emergência - Google Patents
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Abstract
SUPORTE DE CHAMADA EM MODO DE CIRCUITO DE EMERGêNCIA Técnicas para suportar as chamadas em modo de circuito de emergência são descritas. As técnicas podem ser utilizadas para várias redes 3GPP e 3GPP2, várias arquiteturas de localização, e vários tipos de Equipamento de Usuário (UE). Um UE estabelece uma chamada em modo de circuito com uma rede sem fio para serviços de emergência. O UE interage com um servidor de localização indicado pela rede sem fio. O UE realiza a localização de plano de usuário com o servidor de localização durante a chamada em modo de circuito para obter uma estimativa de posição para o UE. O UE comunica com um PSAP, que pode ser selecionado com base na estimativa de posição, para a chamada em modo de circuito de emergência. O UE pode realizar o posicionamento com o servidor de localização para obtenção de uma estimativa de posição atualizada para o UE, por exemplo, toda vez que for solicitado pelo PSAP.
Description
"SUPORTE DE CHAMADA EM MODO DE CIRCUITO DE EMERGÊNCIA"
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente descrição refere-se, geralmente, acomunicações, e mais especificamente a técnicas parasuportar chamadas de emergência.
DESCRIÇÃO DA TÉCNICA ANTERIOR
As redes de comunicação sem fio são amplamentedesenvolvidas para fornecer vários serviços de comunicaçãotal como voz, video, dados em pacote, envio de mensagens,difusão e assim por diante. Essas redes sem fio podem serredes de acesso múltiplo capazes de suportar a comunicaçãopara múltiplos usuários pelo compartilhamento de recursosde rede disponíveis. Exemplos de tais redes de acessomúltiplo incluem redes de acesso múltiplo por divisão decódigo (CDMA), redes de acesso múltiplo por divisão detempo (TDMA), redes de acesso múltiplo por divisão defreqüência (FDMA), e redes FDMA Ortogonais (OFDMA).
As redes sem fio suportam tipicamente acomunicação para usuários que possuem assinaturas deserviço com essas redes. Uma assinatura de serviço pode serassociada com informação de segurança, roteamento,qualidade de serviço (QoS), cobrança, e assim por diante. Ainformação relacionada com assinatura pode ser utilizadapara estabelecer chamadas com uma rede sem fio.
Um usuário pode realizar uma chamada de voz deemergência com uma rede sem fio que pode ou não ser umarede nativa com a qual o usuário tem uma assinatura deserviço. Um desafio principal é rotear a chamada deemergência para um Ponto de Resposta de Segurança Públiça(PSAP) que pode servir a chamada. Isso pode resultar paobtenção de uma estimativa de posição intermediária para ousuário e a determinação do PSAP adequado com base naestimativa de posição intermediária. 0 problema é criado seo usuário estiver em roaming e/ou não tiver assinatura deserviço com qualquer rede.
Existe, portanto, a necessidade na técnica de secriar técnicas para suportar chamadas de emergência.
RESUMO DA INVENÇÃO
As técnicas de suporte de chamadas de modo decircuito de emergência são descritas aqui. As técnicaspodem ser utilizadas para várias redes 3GPP e 3GPP2, váriasarquiteturas de localização, e Equipamentos de Usuário(UEs) com e sem assinatura de serviço.
Em uma modalidade, um UE estabelece uma chamadaem modo de circuito com uma rede sem fio para serviços deemergência. O UE interage com um servidor de localizaçãoindicado pela rede sem fio. 0 UE realiza uma localização deplano de usuário com o servidor de localização durante achamada em modo de circuito para obter uma estimativa deposição para o UE. A localização de plano de usuário serefere a um processo para determinar a localização de um UEalvo no qual a sinalização entre o UE e um servidor delocalização é transportada utilizando-se capacidades decomunicação de dados fornecidas por uma rede sem fioservidora e/ou por outras redes. A localização de plano deusuário pode ser baseada em uma solução/arquitetura deplano de usuário tal como uma Localização de Plano deUsuário Segura OMA (SUPL) ou 3GPP2 X.S0024. A sinalizaçãopara a localização de plano de usuário pode ser alcançadaatravés da comunicação de modo de pacote. 0 UE estabelece achamada em modo de circuito de emergência para um PSAP, quepode ser selecionado com base na estimativa de posição parao UE. O UE pode realizar o posicionamento com o servidor delocalização para obter uma estimativa de posição atualizadapara o UE, por exemplo, toda vez que solicitado pelo PSAP,·Vários aspectos e modalidades da descrição sãodescritos em maiores detalhes abaixo.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
A figura 1 ilustra um desenvolvimento que suportaas chamadas de modo de circuito de emergência;
A figura 2 ilustra as arquiteturas de rede 3GPP e
3GPP2;
A figura 3 ilustra uma arquitetura de rede paralocalização SUPL;
As figuras 4, 5 e 6 ilustram vários fluxos demensagem para a chamada em modo de circuito de emergênciacom localização SUPL;
A figura 7 ilustra uma arquitetura de rede paralocalização X.S0024;
A figura 8 ilustra um fluxo de mensagem para achamada em modo de circuito de emergência com localizaçãoX.S0024;
A figura 9 ilustra os protocolos de comunicaçãoentre as várias entidades;
A figura 10 ilustra um diagrama em bloco devárias entidades da figura 2.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
As técnicas para suportar as chamadas deemergência de modo de circuito são descritas aqui. Umachamada em modo de circuito é üma chamada na qual osrecursos dedicados (por exemplo, canais de tráfego derádio) são designados para a chamada. Uma chamada em modode circuito também é referida como uma chamada comutada porcircuito e é diferente de uma chamada comutada por pacotena qual os dados são enviados em pacotes utilizandorecursos compartilhados. Uma chamada em modo de circuito deemergência é uma chamada em modo de circuito para serviçosde emergência. Uma chamada em modo de circuito deemergência pode ser identificada como tal e pode serdistinguida de uma chamada em modo de circuito normal devárias formas, como descrito abaixo. Uma chamada em modo decircuito de emergência pode ser associada com váriascaracterísticas que são diferentes de uma chamada em modode circuito normal tal como, por exemplo, a obtenção de umaestimativa de posição adequada para um usuário, roteamentoda chamada em modo de circuito de emergência para um PSAPadequado, suporte do usuário mesmo sem uma assinatura deserviço, e assim por diante.
Nesta descrição, o termo "localização" refere-setipicamente a um processo para a obtenção e fornecimento deposição geográfica de um UE alvo. O termo "posicionamento"refere-se tipicamente a um processo de medição/computaçãode uma estimativa de posição geográfica do UE alvo. Alocalização pode ou não invocar o posicionamento,dependendo de se uma estimativa de posição adequada já estádisponível. Uma estimativa de posição também é referidacomo uma estimativa de localização, um fixo de posição eassim por diante.
A figura 1 ilustra um desenvolvimento 100 quesuporta chamadas de modo de circuito de emergência. Um pE110 se comunica com uma rede de radioacesso (RAN) 120 paraobtenção de serviços de comunicação. O UE 110 pode serestacionário ou móvel e também pode ser chamado de estaçãomóvel (MS), terminal, unidade de assinante, estação oualguma outra terminologia. O UE 110 pode ser um telefonecelular, um assistente digital pessoal (PDA), umdispositivo sem fio, um computador portátil, um dispositivode telemetria, um dispositivo de rastreamento, e assim pordiante. O UE 110 pode se comunicar com uma ou mais estaçõpsbase na RAN 120. 0 UE 110 também pode receber sinais de umou mais satélites 190, que podem ser parte do Sistema dePosicionamento Global Norte-Americano (GPS), do sistemaGalileo Europeu, do sistema GLONASS Russo, ou algum outrosistema de posicionamento de satélite (SPS). O UE 110 podemedir sinais das estações base na RAN 120 e/ou sinais dossatélites 190. 0 UE 110 pode obter medições de pseudo-faixapara os satélites e/ou medições de temporização para asestações base. As medições de pseudo-faixa e/ou as mediçõesde temporização podem ser utilizadas para derivar umaestimativa de posição para o UE 110 utilizando um ou maismétodos de posicionamento tal como o GPS auxiliado (A-GPS),o GPS independente, a Trilateração de Link de AvançoAvançada (A-FLT), a Diferença de Tempo ObservadaAperfeiçoada (E-OTD), a Diferença de Tempo de ChegadaObservada (0TD0A), a ID de Célula Aperfeiçoada, e assim pordiante.
A RAN 120 fornece comunicação de rádio para osUEs localizados dentro da área de cobertura da RAN. A RAN120 é associada com uma rede visitada 130, que é a redeservindo no momento o UE 110. Uma rede visitada também podeser chamada de Rede Móvel Terrestre Pública Visitada(V-PLMN). Uma rede nativa 150, que pode ser chamada de PLMNDoméstica (H-PLMN) , é uma rede com a qual o UE 110 temassinatura. A rede visitada 130 e a rede nativa 150 podemser a mesma ou podem ser redes diferentes e, se forem redesdiferentes, podem ou não ter um acordo de roaming.
Uma rede 160 pode incluir uma Rede de TelefoniaPública Comutada (PSTN) e/ou outras redes de voz e dados.Uma PSTN suporta a comunicação para o serviço de telefoniaantigo e simples convencional (POTS) . Um PSAP 180 é umaentidade responsável pelo atendimento das chamadas deemergência (por exemplo, para serviços de policia,bombeiros e médicos) e também pode ser referida como umCentro de Emergência (EC). Uma chamada de emergência podeser iniciada quando um usuário disca um número fixo bemconhecido tal como o 911 nos Estados Unidos ou 112 naEuropa. 0 PSAP 180 é tipicamente operado ou de propriedadede uma agência governamental, por exemplo, estado oucidade. PSAP 180 suporta as comunicações com a PSTN 160.
As técnicas descritas aqui podem ser utilizadaspara as chamadas de modo de circuito de emergência emvárias redes de comunicação sem fio tal como CDMA, TDMA,FDMA e OFDMA, redes de área local sem fio (WLANs), e/ououtras redes. Uma rede CDMA pode implementar uma ou maistecnologias de rádio tal como CDMA de Banda Larga (W-CDMA),cdma2000, e assim por diante. Cdma2000 cobre os padrõesIS-2000, IS-856 e IS-95. A rede TDMA pode implementar umaou mais tecnologias de rádio tal como Sistema Global paraComunicações Móveis (GSM), Sistema de Telefonia MóvelAvançado Digital (D-AMPS), e assim por diante. D-AMPS cobçeIS-248 e IS-54. W-CDMA e GSM são descritos nos documentosde uma organização chamada de "Projeto de Parceria de 3a.Geração" (3GPP). Cdma2000 é descrito nos documentos de umaorganização chamada "Projeto de Parceira de 3a. Geração 2"(3GPP2). Os documentos 3GPP e 3GPP2 estão publicamentedisponíveis. Essas várias tecnologias de rádio e padrõessão conhecidos da técnica. Uma Rede de Acesso Genérica 3GPP(GAN) pode utilizar uma WLAN para fornecer o acesso de modode circuito, como descrito em 3GPP TS 43.318.
A figura 2 ilustra as arquiteturas de rede 3GPP'e3GPP2. UE 110 pode obter radioacesso através de uma RAN3GPP 120a, que pode ser uma Rede de Radioacesso EDGE GSM(GERAN), uma Rede de Radioacesso Terrestre Universal(UTRAN), uma UTRAN Evoluída (E-UTRAN), uma WLAN, ou algurtiaoutra rede de acesso. A RAN 3GPP 120a inclui estações base220a, Controladores de Estação Base/Controladores de Redede Rádio (RNCs/BSCs) 222a, e outras entidades nãoilustradas na figura 2. Uma estação base também pode serchamada de Nó B, um Nó B melhorado (e-Nó Β) , uma EstaçãoTransceptora de Base (BTS), um ponto de acesso (AP), oualguma outra terminologia.
Uma V-PLMN 3GPP 130a é uma modalidade da redevisitada 130 na figura 1 e pode incluir um Centro dePermuta Móvel (MSC) 230a, um Centro de Localização Móvel deCircuito de Acesso (GMLC) 232a, uma Plataforma deLocalização SUPL de Serviços de Emergência (E-SLP) 234a, euma SLP Visitada (V-SLP) 236a. GMLC 232a, E-SLP 234a, e V-SLP 236a fornecem serviços de localização para os UEs emcomunicação com V-PLMN 130a. GMLC 232a suporta algumasfunções de um GMLC convencional (por exemplo, como definidoem 3GPP TS 23.271 e J-STD-036) e algumas funçõesrelacionadas com o uso de SUPL para localização eroteamento das chamadas de emergência. E-SLP 234a e V-SLP236a suportam SUPL da Aliança Móvel Aberta (OMA) . E-SJjP234a substitui um SLP Nativo (H-SLP) no caso de umalocalização de chamadas de emergência e pode ser combinadocom GMLC 232a. V-SLP 236a pode ser localizada dentro oufora de V-PLMN 130a e pode estar geograficamente mais perfcodo UE 110.
O UE 110 também pode obter radioacesso através deuma RAN 3GPP2 120b, que pode ser uma rede CDMA2000 IX oualguma outra rede de acesso. RAN 3GPP2 120b inclui ásestações base 220b, BSCs 222b, e outras entidades nãoilustradas na figura 2.
Uma V-PLMN 3GPP2 130b é outra modalidade da redevisitada 130 na figura 1 e pode incluir um MSC 230b, umCentro de Posicionamento Móvel (MPC) 232b, uma E-SLP 234b,e uma V-SLP 236b. MPC 232b, E-SLP 234b, e V-SLP 236bfornecem serviços de localização para os UEs em comunicaçãocom a V-PLMN 130b. MPC 232b suporta algumas funções de umMPC convencional (por exemplo, como definido em 3GPP2X.S0002, TIA-881, e J-STD-036) e algumas funçõesrelacionadas com o uso de SUPL para localização eroteamento de chamadas de emergência. E-SLP 234b e V-SLP236b suportam SUPL de OMA. E-SLP 234b também pode sercombinado com MPC 232b. Alternativamente ou adicionalmente,V-PLMN 130b pode incluir um Servidor de Posição de Serviçosde Emergência (E-PS) 238 e um PS Visitado (V-PS) 240.E-PS 238 e V-PS 240 são servidores de localização quesuportam a localização X.S0024 para redes cdma2000 e sãosimilares a E-SLP 234b e V-SLP 236b para SUPL. V-SLP 236b1eV-PS 240 podem ser localizadas dentro ou fora de V-PLMN130b e podem estar geograficamente mais próximas do UE 110.V-PLMN 130b também pode incluir uma Entidade deDeterminação de Posição (PDE) e/ou outras entidades.
Uma H-PLMN 3GPP 150a é uma modalidade da redenativa 150 na figura 1 e pode incluir um H-SLP 252a e/ououtras entidades de rede. Um H-PLMN 3GPP2 150B é outramodalidade da rede nativa 150 na figura 1 e pode incluir umH-SLP 252b, um H-PS 254, e/ou outras entidades de rede.
As entidades na SUPL são descritas emOMA-AD-SUPL-V2_0-20060823-D, intitulado "Secure User PlaneLocation Architecture," versão de rascunho 2.0, 23 deagosto de 2006, e em OMA-TS-ULP-V2_0-20060907-D, intitulado"User Plane Location Protocol", versão de rascunho 2.0, 7de setembro de 2006. As entidades na localização X.S0024são descritas em X.S0024 3GPP2, intitulado "IP-BasedLocation Services," versão 1.0, outubro de 2005. Essésdocumentos são publicamente disponíveis.
Por motivos de simplicidade, a figura 2 ilustraapenas algumas das entidades em 3GPP e 3GPP2, que sãoreferidas na descrição abaixo. As redes 3GPP e 3GPP2 podemincluir outras entidades definidas por 3GPP e 3GPP2,respectivamente.
Uma rede sem fio pode suportar serviços delocalização (LCS) utilizando uma solução de plano decontrole (CP) e/ou uma solução de plano de usuário (UP) .Um plano de controle (que também é chamado de plano desinalização) é um mecanismo para transportar a sinalizaçãopara aplicativos de camada superior e é tipicamenteimplementado com protocolos específicos de rede, interfacese mensagens de sinalização. Um plano de usuário é ummecanismo para transportar a sinalização para aplicativosde camada superior e empregando um suporte de plano deusuário, que é tipicamente implementado com protocolos talcomo o Protocolo de Datagrama de Usuário (UDP), o Protocolode Controle de Transmissão (TCP), e Protocolo de Internet(IP) . Os serviços de localização de suporte de mensagem eposicionamento são transportados como parte de sinalizaçãoem uma arquitetura de plano de controle e como parte dosdados (de uma perspectiva de rede) em uma arquitetura deplano de usuário. O conteúdo das mensagens pode, içioentanto, ser igual ou similar em ambas as arquiteturas.o plano de controle 3GPP é descrito em 3GPP TS 23.271, TS43.059 e TS 25.305. 0 plano de controle 3GPP2 é descrito émIS-881 e X.S0002 3GPP2. SUPL e pré-SUPL são descritas nosdocumentos de OMA.
As chamadas de modo de circuito de emergência emuma rede sem fio são tipicamente suportadas utilizando-seuma solução de plano de controle ao invés de uma solução deplano de usuário. Isso significa que um operador de redepode precisar desenvolver ambas as soluções de plano decontrole e de plano de usuário a fim de suportar todos osaplicativos relacionados com localização.As técnicas descritas aqui suportam as chamadasde modo de circuito de emergência utilizando uma combinaçãode soluções de plano de controle e plano de usuário. Issopode ter uma vantagem na simplificação da implementaçãovisto que as entidades para suportar partes do LCS de planode controle são desenvolvidas e suportadas por muitosoperadores de rede 3GPP e 3GPP2. No entanto, as técnicasincorporam apenas uma pequena parte da solução de plano decontrole, evitando, assim, qualquer aumento significativono custo e complexidade quando da atualização para umasolução de plano de usuário. Em particular, um operador derede pode ser capaz de suportar todos os aplicativosrelacionados com localização sem desenvolver uma solução deplano de controle completa.
As técnicas suportam UEs registrados além de UEsnão registrados. Um UE registrado é um UE que foiregistrado com uma rede nativa e pode ser autenticadoatravés da rede nativa. Um UE não registrado é um UE quenão foi registrado com qualquer rede e não estáautenticado. Um UE 3GPP pode ser equipado com um Cartão deCircuito Integrado Universal (UICC) ou um Módulo deIdentidade de Assinante (SIM). Um UE 3GPP2 pode serequipado com um Módulo de Identidade de Usuário (UIM). UmUICC, SIM ou UIM é tipicamente especifico de um assinante epode armazenar informação pessoal, informação deassinatura, e/ou outras informações. Um UE wUICC-Iess" é úmUE sem um UICC ou SIM. Um UE "UIM-less" é um UE sem um UIM.Um UE sem UICC/UIM não é registrado com qualquer rede e nâotem qualquer assinatura, nenhuma rede nativa e nenhumacredencial de autenticação (por exemplo, nenhuma chavesecreta) para verificação de qualquer identidadereivindicada, que torna os serviços de localização maisarriscados.A figura 3 ilustra uma modalidade de umaarquitetura de rede 300 para a chamada em modo de circuitode emergência com localização SUPL. A arquitetura de rede300 é aplicável a ambas as redes 3GPP e 3GPP2. Por motivosde simplicidade, a figura 3 ilustra apenas as entidades einterfaces relevantes para suportar a chamada em modo decircuito de emergência utilizando SUPL. Em geral, aarquitetura de rede 300 pode incluir outras entidades parasuportar a chamada em modo de circuito de suporte e/oulocalização.
UE 110 é referido como um terminal ativado porSUPL (SET) em SUPL. RAN 120 pode ser RAN 3GPP 120a, RAN3GPP2 120b, ou alguma outra rede de acesso. E-SLP 234 podeincluir um Centro de Localização de SUPL (E-SLC) 312 querealiza várias funções para serviços de localização e umcentro de posicionamento SUPL (E-SPC) 313 que suporta oposicionamento para UEs. V-SLP 236 pode incluir de formasimilar um V-SLC 322 e um V-SPC 324. E-SLP 234 é associadacom MPC/GMLC 232 e substitui H-SLP 252 em H-PLMN 150 nocaso de localização de chamadas de emergência. V-SLP 236pode estar mais perto e/ou mais capaz de localizar oUE 110. Na maior parte dos casos. E-SLP 234 apenas ésuficiente, e V-SLP 236 não é necessária.
SUPL suporta dois modos de comunicação entre umSET e um SLP para o posicionamento com um SPC. Em um modode "proxy", o SPC não possui comunicação direta com o SET,e o SLP age como um "proxy" entre o SET e o SPC. Em um modonão "proxy", o SPC possui comunicação direta com o SET.
A PSTN 160 pode incluir um Roteador Seletitfo(S/R) 260 e/ou outros utilizados para estabelecer umachamada em modo de circuito de emergência do MSC 230 para-oPSAP 180. S/R 260 pode pertencer ao PSAP 180 ou pode sercompartilhado por e conectado a um conjunto de PSAPs.O UE 110 pode se comunicar com o PSAP 180 através do MSC230 e S/R 260.
A figura 3 também ilustra as interfaces entre asvárias entidades. As interfaces relacionadas com chamadaentre UE 110 e RAN 120 e entre RAN 120 e MSC 230 sãoespecificas de rede. A interface relacionada com chamadaentre MSC 230, S/R 260 e PSAP 180 pode ser pode ser MultiFreqüência/Parte de Usuário ISDN/ISDN (MF/ISUP/ISDN).
As interfaces relacionadas com localização entreUE 110 e E-SLP 234 e V-SLP 236 podem ser Protocolo deLocalização de Plano de Usuário SUPL (ULP). A interfaceentre E-SLP 234 e V-SLP 236 pode ser Protocolo deLocalização de Roaming (RLP). A interface entre MPC/GMLC232 e E-SLP 234 lembra ambas a interface Le/Ll entre umagente SUPL e um H-SLP e uma interface Lr/LCS-z entre umpar de SLPs em SUPL 1.0. Dessa forma, a interface entreMPC/GMLC 232 e E-SLP 234 pode ser suportada utilizando-se oProtocolo de Localização Móvel (MLP), RLP, uma versãoaprimorada de MLP ou RLP, ou alguma outra interface. PaipaRLP, o suporte GMLC já é definido com relação à iniciaçãode transação RLP. Para MLP, GMLC normalmente age como umrecipiente de transação. A interface entre E-SLP 234 e PSAP180 pode ser uma interface E2 definida em J-STD-036 ver. β,MLP, uma interface http, ou alguma outra interface.
Vários fluxos de mensagem ilustrativos parachamada em modo de circuito de emergência em 3GPP e 3GPP2com localização SUPL são descritos abaixo. Por motivos declareza, as entidades que são menos relevantes(por exemplo, RAN 120 e S/R 260) são omitidas desses fluxosde mensagem, mas são incluídas nas descrições. Esses fluxosde mensagem consideram que UE 110 possua um UICC ou UIM ; eque exista um acordo de roaming entre V-PLMN 130 e H-PL|VJN150. Os fluxos de mensagem também consideram que UE 110suporte ambas as comunicações de modo de circuito (para umachamada de emergência) e de modo de pacote (por exemplo,para localização) em paralelo.'Essa capacidade é atualmentepermitida para os usuários registrados por 3GPP em UMTS eGSM/GPRS e por 3GPP2 em cdma2000.
1. Chamada em modo de circuito de emergência em3GPP com localização SUPL
A figura 4 ilustra uma modalidade de um fluxo demensagem 400 para a chamada em modo de circuito de emergência em 3GPP utilizando SUPL com localizaçãoinstigada antes da configuração de chamada. Na etapa 1, oUE 110 envia uma solicitação para uma chamada de serviço deemergência (por exemplo, E911 nos Estados Unidos e E112 naEuropa) para o MSC 230a em V-PLMN 3GPP 130a. Essasolicitação é referida como uma invocação de chamada deserviços de emergência (ESC).
Na etapa 2, MSC 230a pode considerar oudeterminar que UE 110 suporte o posicionamento SUPL, porexemplo, com base na informação de assinatura UE ouinformação de capacidade UE recebidas do UE ou como umapolítica de V-PLMN 130a. O MSC 230a então envia umamensagem de Relatório de Localização de Assinante MAP (SLR)para o GMLC 232a, que está em uma rede que possui umaassociação com (por exemplo, contém ou é conectada a) E-SLP234a. SLR MAP é utilizado para criar um registro de chamadade emergência no GMLC 232a (e associação com MSC 230a) paraobter a informação de roteamento PSAP a partir do GMLC. SLRMAP pode conter a identidade UE, a identidade da célulaservidora (ID) e/ou outra informação. A identidade UE podeser uma Identidade de Assinante Móvel Internacional (IMSI)'',um número ISDN de Assinante Móvel (MSISDN), uma Identidadede Equipamento Móvel Internacional (IMEI), e/ou algumaoutra identidade. A outra informação pode incluir mediçõesdo UE ou rede, que pode ser utilizada para computar umaestimativa de posição para o UE. Para chamadas nos EstadosUnidos, MSC 230a pode designar uma Chave de Roteamento deServiços de Emergência (ESRK) ou Dígitos de Roteamento deServiços de Emergência (ESRF) e pode então incluir isso noSLR MAP. Um ESRD é um número de diretório não discável queidentifica um PSAP. Uma ESRK é um número de diretório nãodiscável que pode ser utilizado para rotear para um PSAP.Cada PSAP pode ser associado com um ESRD e um conjunto deESRKs. Para uma chamada de emergência por um UE para essePSAP, uma ESRK do conjunto pode ser designado para o UEpela duração da chamada de emergência e pode ser utilizadopara identificar o PSAP, o GMLC e/ou MSC, e o UE.
Na etapa 3, o GMLC 232a cria um registro para achamada. 0 GMLC 232a pode determinar uma estimativa deposição intermediária para o UE 110 com base na informaçãode localização recebida na etapa 2. A informação delocalização pode compreender ID de célula, medições,estimativa de posição e assim por diante. Uma estimativa deposição intermediária se refere tipicamente a uma posiçãoaproximada utilizada para o roteamento de uma chamada. 0GMLC 232a também pode iniciar as etapas 8 a 13antecipadamente para obter uma estimativa de posiçãointermediária para o UE 110. 0 GMLC 232a pode selecionar umPSAP com base em uma estimativa de posição intermediária(se obtida) ou o ID de célula servidora recebido na etapa2. Isso garante que o PSAP cubra as chamadas de emergênciada área geográfica onde o UE 110 está localizado. Pa^achamadas nos Estados Unidos, GMLC 232a pode designar umESRD ou ESRK para indicar o PSAP selecionado. Na descriçãoa seguir, PSAP 180 é o PSAP selecionado. GMLC 232a podeiniciar também as etapas 8 a 13 antecipadamente para obteruma estimativa de posição inicial precisa que pode serutilizada posteriormente para uma solicitação delocalização a partir de PSAP. Uma estimativa de posiçãoinicial se refere tipicamente à primeira estimativa deposição precisa. Na etapa 4, GMLC 232a retorna umaconfirmação SLR MAP para o MSC 230a. Para chamadas nosEstados Unidos, essa confirmação pode conter qualquer ESRDou ESRK designado pelo GMLC 232a na etapa 3.
Na etapa 5, MSC 230a envia a chamada em modo decircuito de emergência para PSAP 180. Para chamadas nosEstados Unidos, se uma ESRK ou ESRD for retornada na etapa4, então PSAP 180 é escolhido pelo GMLC 232a na etapa 3. Docontrário MSC 230a pode determinar o PSAP, pode exemplo,com base na célula servidora atual ou inicial para UE IlGkPara chamadas nos Estados Unidos, a mensagem ou indicaçãode configuração de chamada enviada pelo MSC 230a para oPSAP 180 inclui qualquer ESRD ou ESRK retornada pelo GMLC232a na etapa 4 ou designada pelo MSC 230a na etapa 2 ou 5.A mensagem de configuração de chamada também pode incluirum número de chamada de retorno para o UE 110 (por exemplo,o MSISDN).
Na etapa 6, a chamada é estabelecida entre o UE110 e o PSAP 180 através do MSC 230a. Na etapa 7, PSAP 180envia uma Solicitação de Posição de Serviços de Emergênciapara o GMLC 232a para solicitar uma estimativa de posiçãoinicial precisa para o UE 110. Para chamadas nos EstadosUnidos, PSAP 180 pode identificar GMLC 232a utilizando [aESRK ou ESRD recebida na etapa 5. Nesse caso, a solicitaçãode posição de serviços de emergência inclui a ESRK e/òuESRD e um número de retorno de chamada. O PSAP 180 nãoprecisa estar ciente de que SUPL é utilizada paralocalização.Na etapa 8, GMLC 232a identifica o registro dechamada criado na etapa 3 utilizando (a) a ESRK ou númerode retorno recebido na etapa 7 para as chamadas nos EstadosUnidos ou (b) outra informação do chamador (por exemplo,MSISDN ou IMSI) para as chamadas em outro lugar. Se GMLC232a obtiver uma estimativa de posição precisa na etapa 3(por exemplo, pela realização das etapas 8 a 13 deantemão), então GMLC 232a pode retornar essa estimativa deposição imediatamente para o PSAP 180 na etapa 14 e pularas etapas 8 a 13. Do contrário, GMLC 232a envia para E-SLP234a uma Solicitação de Posição de Serviços de Emergênciaque pode conter a identidade UE (por exemplo, MSISDN e/ouIMSI) , a ID de célula (se for conhecida), a qualidade deposição desejada (QoP), e/ou outra informação. A QoP transporta as exigências por uma estimativa de posição, porexemplo, a precisão e idade da estimativa de posição. QoP éreferida também como QoS.
Na etapa 9, E-SLP 234a determina se 'oposicionamento deve ser suportado por uma V-SLP maispróxima e/ou mais capaz de suportar o posicionamento paraUE 110, por exemplo, com base no ID de célula (se algum)recebido na etapa 8. Se for esse o caso, então E-SLP 234atroca sinalização com V-SLP (não ilustrada na figura 4). Oocontrário, E-SLP 234a instiga um procedimento delocalização iniciado por SUPL com E-SLP substituindo H-SLP.E-SLP 234a primeiro envia uma SUPL INIT para UE 110 parainiciar o procedimento de localização SUPL. SUPL INIT podeestar enviando utilizando, por exemplo, o Protocolo deAplicativo sem Fio (WAP), acionador de Serviço de MensagemCurta (SMS) ou UDP/IP se E-SLP 234a conhecer ou puder obtero endereço IP do UE 110. A SUPL INIT pode incluir umendereço IP de E-SLP 234a, por exemplo, se UE 110 nãoestiver em sua rede nativa, se E-SLP 234a não for o H-SLPpara o UE, ou se E-SLP 234a escolher não se comportar comoH-SLP (por exemplo, para simplificar a implementação).A SUPL INIT pode incluir também uma indicação de serviçosde emergência, por exemplo, em um parâmetro de notificaçãoSUPL INIT. Se o modo não proxy for utilizado, então SUPLINIT pode conter também um endereço IP de um SPC que éassociado com E-SLP 234a ou uma V-SLP separada. UE 110interagiria então com esse SPC para realizar oposicionamento.
Na etapa 10, o UE 110 estabelece uma conexão IPsegura para seu H-SLP se E-SLP 234a forma o H-SLP(e escolher se comportar como HSLP) para o UE. No entanto,se E-SLP 234a não for H-SLP para UE 110 e/ou se E-SLP 234aincluir seu endereço IP na SUPL INIT na etapa 9, então UE110 estabelece uma conexão IP ou uma conexão IP segura par;aa E-SLP 234a ao invés de H-SLP. Para o modo não proxy;,mensagens SUPL relacionadas com autenticação podem entã'oser trocadas entre o UE 110 e a E-SLP 234a e entre o E-SJjP234a e qualquer V-SLP escolhida na etapa 9 (não ilustradana figura 4) e o UE 110 então estabelece uma conexão IP ouuma conexão IP segura para o SPC indicado pela SUPL INIT riaetapa 9. Para o modo proxy, o UE 110 retorna uma SUPL PQSINIT para E-SLP 234a. Para o modo não proxy, UE 110 enviauma SUPL POS INIT para SPC (não ilustrado na figura 4).
A SUPL POS INIT pode incluir métodos de posicionamento eprotocolos de posicionamento suportados pelo UE 110, o IDde célula servidora, medições de rede para auxiliar com acomputação de localização, uma solicitação por dados d'eassistência (por exemplo, A-GPS) se UE 110 necessitar dedados de assistência, uma estimativa de posição se UE 1J0já tiver uma, e/ou outra informação. Se E-SLP 234a ou Spcfor capaz de obter uma estimativa de posição com a precisãonecessária a partir da informação recebida na SUPL POSINIT, então a E-SLP ou SPC pode prosseguir diretamente paraa etapa 12.
Na etapa 11, o UE 110 continua o procedimento delocalização SUPL com E-SLP 234a para o modo proxy ou com oSPC para o modo não proxy. UE 110 pode trocar uma ou maismensagens SUPL POS com E-SLP 234a (para o modo proxy) ouSPC (para o modo não proxy) . Cada mensagem SUPL POS podeconter uma mensagem de posicionamento de acordo com oProtocolo LCS de Recurso de Rádio 3GPP (RRLP), Controle deRecurso de Rádio 3GPP (RRC), ou alguns outros protocolos deposicionamento. E-SLP 234a ou SPC pode fornecer dados deassistência para UE 110 nessas mensagens, e UE 110 podeposteriormente retornar as medições relacionadas comlocalização ou uma estimativa de posição.
Na etapa 12, E-SLP 234a ou SPC obtém umaestimativa de posição por computação da mesma a partir dasmedições recebidas de UE 110 na etapa 110 ou pelaverificação de uma estimativa de posição recebida a partirdo UE na etapa 11. E-SLP 234a ou SPC então envia uma SUPLEND para UE 110 para encerrar o procedimento de localizaçãoSUPL. Na etapa 13, E-SLP 234a retorna a estimativa cieposição (que pode ter sido enviada a partir da V-SLPselecionada, não ilustrada na figura 4) para o GMLC 232a èmuma Resposta de Posição de Serviços de Emergência. Na etapa14, o GMLC 232a retorna a estimativa de posição para PSAP180 em uma Resposta à Solicitação de Posição de Serviços deEmergência.
Na etapa 15, em algum momento posterior, PSAP 180pode enviar outra Solicitação de Posição de Serviços deEmergência para GMLC 232a para obtenção de uma estimativade posição atualizada para o UE 110. Nesse caso, GMLC 232apode repetir as etapas 8 a 13 para obter uma novaestimativa de posição utilizando SUPL e retornando o mesmopara PSAP 180 em uma Resposta à Solicitação de Posição deServiços de Emergência. Quando da solicitação de umaestimativa de posição da E-SLP 234a em uma repetição daetapa 8, GMLC 232a pode transferir a última estimativa deposição obtida para E-SLP 234a para auxiliar o mesmo nadeterminação de uma V-SLP se essa opção for suportada.
Na etapa 16, em algum momento posterior, achamada entre UE 110 e PSAP 180 é liberada. Na etapa 17, oMSC 230a envia para o GMLC 232a um Relatório de Localizaçãode Assinante MAP identificando o UE 110 (por exemplo,através de IMSI ou MSISDN) e indicando que a chamada foiliberada. Na etapa 18, GMLC 232a pode eliminar o registroda chamada criado na etapa 3 e retornar uma confirmação deRelatório de Localização de Assinante MAP para o MSC 230a.
A figura 5 ilustra uma modalidade de um fluxo demensagem 500 para chamada em modo de circuito de emergênciaem 3GPP utilizando SUPL com localização instigada depois daconfiguração da chamada. Na etapa 1, UE 110 envia umasolicitação para uma chamada de serviços de emergência parao MSC 230a. Na etapa 2, o procedimento de chamada deemergência é aplicado. O MSC 230a determina um PSAPadequado (ou cliente de serviços de emergência) com base noID da célula servidora. Na descrição a seguir, o PSAP 180 éo PSAP selecionado. O MSC 230a, RAN 120a, e UE 110continuam o procedimento normal para a origem de chamada deemergência na direção do PSAP 180. A informação deconfiguração de chamada enviada para o PSAP 180 (porexemplo, através da PSTN (160)) pode incluir a localizaçãoUE (se já tiver sido obtida), informação que permitirá queo provedor de serviços de emergência solicite a localizaçãoUE posteriormente (por exemplo, uma mensagem ISUP/BICC IAMcom um parâmetro de número de localização determinado pairaum número MSC e um parâmetro de parte chamadora determinadopara MSISDN na Europa), e/ou outra informação.
Na etapa 3, o MSC 230a pode assumir ou determinarque o UE 110 suporta a localização SUPL. O MSC 230a entãoenvia um SLR MAP para o GMLC 232a, que é associado comE-SLP 234a e PSAP 180 ao qual a chamada de emergência foiou será enviada na etapa 3. A SLR MAP pode conter aidentidade UE, o ID de célula servidora, o Identificador deÁrea de Serviço (SAI) do UE, e/ou outra informação. No casode uma chamada de emergência sem SIM ou uma chamada deemergência não registrada (U) SIM, IMEI pode sempre serenviada e o MSISDN pode ser preenchido com um número deretorno não discável. Na Europa, o MSC 230a pode fornecer aidentidade de PSAP 180 ao qual a chamada de emergência foiconectada.
Na etapa 4, GMLC 232a cria um registro para achamada. Na etapa 5, GMLC 232a retorna uma confirmação SLRMAP para o MSC 230a. Na etapa 6, GMLC 232a envia para E-SLP234a uma Solicitação de Posição de Serviços de Emergênciaque pode conter a identidade UE (por exemplo, MSISDN e/ouIMSI), o ID de célula, ou SAI (caso seja conhecida), o QoPnecessário e/ou outras informações.
Nas etapas de 7 a 10, E-SLP 234a e UE 110 engajamem um procedimento de localização SUPL, como descrito acimapara as etapas 9 a 12 na figura 4. A necessidade de seutilizar um V-SLP pode ser determinada a partir do ID dacélula ou SAI (se houver algum) recebido na etapa 6. Naetapa 10, E-SLP 234a (para o modo proxy) ou um SPCassociado com E-SLP 234a ou a V-SLP selecionada (para omodo não proxy) obtém uma estimativa de posição para o UE110. A E-SLP 234a ou o SPC então envia a SUPL END para o UE110 para encerrar o procedimento de localização de SUPL. Naetapa 11, E-SLP 234a retorna a estimativa .de posição (quepode ter sido enviada a partir da V-SLP selecionada, nãoilustrada na figura 5) para o GMLC 232a. Na etapa 12, o GMLC232a pode enviar a infonnação de localização recebida na etapa11, informação sobre o método de posicionamento utilizado, e/ououtra informação para o PSAP 180. Do contrário, o PSAP 180 deveobter a informação de localização pela solicitação do mesmo apartir do GMLC 232a.
Na etapa 13, em algum momento posterior, achamada entre o UE 110 e o PSAP 180 é liberada. Na etapa14, o MSC 230a envia para o GMLC 232a um Relatório deLocalização de Assinante MAP identificando o UE 110 eindicando que a chamada foi liberada. Na etapa 15, o GMLC232a pode eliminar o registro da chamada criado na etapa 4e retornar uma confirmação de Relatório de Localização deAssinante MAP para o MSC 230a.
2. Chamada em modo de Circuito de Emergência em3GPP2 com Localização SUPL
A figura 6 ilustra uma modalidade de um fluxo demensagem 600 para a chamada em modo de circuito deemergência em 3GPP2 utilizando SUPL. Na etapa 1, o UE 110envia uma solicitação por uma chamada de serviços deemergência para o MSC 230b em PLMN 3GPP2 130b. Na etapa 2,o MSC 230b pode considerar ou determinar que o UE 110suporta o posicionamento SUPL, por exemplo, com base nainformação de assinatura UE ou informação de capacidade UErecebida a partir da política de UE ou PLMN 130b. O MSC230b então envia uma Solicitação de Origem MPA ANSI-41 parao MPC 232b, que está em uma rede que possui uma associaçãocom (por exemplo, contém ou está conectado a) E-SLP 234b. ASolicitação de Origem pode conter a identidade UE (pórexemplo, IMSI e/ou MIN), o ID da célula servidora, e/ououtras informações, (por exemplo, medições do UE ou redeque podem ser utilizadas para se computar uma estimativa deposição).
Na etapa 3, MPC 232b cria um registro para achamada. MPC 232b pode determinar uma estimativa de posiçãointermediária para UE 110 com base no ID de célula equaisquer medições recebidas na etapa 2. MPC 232b tambémpode iniciar as etapas de 8 a 13 antecipadamente e obteruma estimativa de posição intermediária para o UE 110. 0MPC 232b pode selecionar um PSAP com base em uma estimativade posição intermediária (se for obtida) ou o ID de célulaservidora recebido na etapa 2. Se for assim, o MPC 232bpode designar uma ESRD ou ESRK para indicar o PSAPselecionado. Na descrição a seguir, o PSAP 180 é o PSAPselecionado. Na etapa 4, o MPC 232b retorna para o MSC 230buma confirmação de Solicitação de Origem MAP ANSI-41contendo qualquer uma ESRD ou ESRK designada na etapa 3.
Na etapa 5, o MSC 230b envia a chamada deserviços de emergência para o PSAP 180. Se uma ESRK ou ESRDfor retornada na etapa 4, então o PSAP 180 é escolhido peloMPC 232b na etapa 3. Do contrário, o MSC 230b podedeterminar o PSAP (por exemplo, com base na célulaservidora atual ou inicial para o UE 110) e pode designaruma ESRD ou ESRK. A mensagem de configuração de chamadaenviada pelo MSC 230b para o PSAP 180 pode incluir qualquerESRD ou ESRK retornada na etapa 4 ou designada na etapa 5 eum número de retorno de chamada para o UE 110 (por exemplo,MSISDN).
Na etapa 6, a chamada é estabelecida entre o UE110 e o PSAP 180 através do MSC 230b. Na etapa 7, o PSAP180 envia uma Solicitação de Posição de Serviços deEmergência para o MPC 232b para solicitar uma estimativa deposição inicial precisa para o UE 110. O PSASP 180 podeidentificar o MPC 232b utilizando a ESRK ou ESRD recebidana etapa 5. Nesse caso, a Solicitação de Posição deServiços de Emergência inclui a ESRK e/ou ESRD e um númerode retorno de chamada. Na etapa 8, o MPC 232b identifica .oregistro de chamada criado na etapa 3 utilizando a ESRK ouo número de retorno de chamada recebido na etapa 7. Se MPC232b obtiver uma estimativa de posição precisa na etapa 3(por exemplo, pela realização das etapas de 8 a 13antecipadamente) , então o MPC 232b pode retornar a mesmaimediatamente para o PSAP 180 na etapa 14 e pular as etapasde 8 a 13. Do contrário, o MPC 232b envia para a E-SLP 234buma Solicitação de Posição de Serviços de Emergência quepode conter a identidade UE, por exemplo, MIN e/ou IMSI), oID de célula (se for conhecido) , o QoP necessário, e/ououtras informações.
Nas etapas de 9 a 12, E-SLP 234b e UE 110 engajamem um procedimento de localização SUPL, como descrito acimapara as etapas de 9 a 12 na figura 4. Se E-SLP 234b (para omodo proxy) ou um SPC (para o modo não proxy) for capaz deobter uma estimativa de posição com a precisão necessária'apartir da informação recebida em uma SUPL POS INIT na etapa10, então a E-SLP ou SPC pode prosseguir imediatamente paraa etapa 12. Do contrário, o UE 110 pode trocar uma ou maismensagens SUPL POS com a E-SLP 234b (para o modo proxy) ouo SPC (para o modo não proxy) na etapa 11. Cada mensagémSUPL POS pode conter uma mensagem de posicionamento deacordo com 3GPP2 C.S0022, TIA-801, 3GPP RRLP, RRC, ou algümoutro protocolo de posicionamento. E-SLP 234b ou SPC podefornecer dados de assistência para o UE nessas mensagens, eo UE pode posteriormente retornar as medições relacionadascom localização ou uma estimativa de posição. Na etapa 12.E-SLP 234b ou SPC obtém uma estimativa de posição e enviauma mensagem SUPL END para o UE 110 para encerrar oprocedimento de localização de SUPL.Na etapa 13, E-SLP 234b retorna a estimativa deposição (que pode ter sido enviada a partir de uma V-SLPselecionada, não ilustrada na figura 6) para o MPC 232b. Naetapa 14, o MPC 232b retorna a estimativa de posição para oPSAP 180 em uma mensagem de resposta de Solicitação dePosição de Serviços de Emergência. Na etapa 15, em algummomento posterior, PSAP 180 pode enviar outra estimativapara o UE 110. Nesse caso, MPC 232b pode repetir as etapas8 a 13 para obter uma nova estimativa de posição utilizandoSUPL e retorna a mesma para PSAP 180 em uma Resposta àSolicitação de Posição de Serviços de Emergência. Quandosolicitando uma estimativa de posição da E-SLP 234b em umarepetição da etapa 8, o MPC 232b pode transferir a últimaestimativa de posição obtida para E-SLP 234b para auxiliarna determinação de uma V-SLP se essa opção for suportada.
Na etapa 16, em algum momento posterior, achamada entre UE 110 e PSAP 180 é liberada. Na etapa 17, õMSC 230b envia para o MPC 232b uma mensagem de Relatório deEncerramento de Chamada MAP ANSI-41 identificando o UE 110(por exemplo, através de IMSI ou MSISDN) e indicando que ãchamada foi liberada. Na etapa 18, o MPC 232b pode eliminaro registro de chamada criado na etapa 3 e retornar umaconfirmação de Relatório de Encerramento de Chamada MAPANSI-41.
3. Chamada em modo de Circuito de Emergência em3GPP2 com localização X.S0024
A figura 7 ilustra uma modalidade de umaarquitetura de rede 700 para a chamada em modo de circuitode emergência com localização X.S0024. Para 3GPP2, umasolução de localização de plano de usuário definida em3GPP2 X.S0024 pode ser utilizada ao invés de SUPL. Aarquitetura de rede 700 é, dessa forma, aplicável às redes3GPP2. A RAN 120 pode ser 3GPP2 RAN 120b ou alguma outrarede de acesso. V-PLMN 130 pode incluir MSC 230b, MPC 232b,E-PS 238, e V-PS 240. O MPC 232b pode invocar E-PS 238 eutilizar X.S0024 para determinar a localização de um UErealizando uma chamada de emergência.
As interfaces relacionadas com localização entreo UE 110, E-PS 238 e V-PS 240 podem ser LCS-x, LCS-y, LCS-z, como ilustrado na figura 7, que são descritas em 3GPP2X.S0024. A interface entre o MSC 230b e o MPC 232b pode serMAP ANSI-41. A interface entre o MPC 232b e E-PS 238 podeser MLP, RLP ou alguma outra interface.
A figura 8 ilustra uma modalidade de um fluxo demensagem 800 para a chamada em modo de circuito deemergência em 3GPP2 utilizando X.S0024. Na etapa 1, o UE110 envia uma solicitação para uma chamada de serviços deemergência para o MSC 230b em PLMN 3GPP2 130b. Na etapa 2,o MSC 230b pode assumir ou determinar que o UE 110 suportko posicionamento X.S0024, por exemplo, com base nàinformação de assinatura de UE ou informação de capacidadede UE recebida da política de UE ou PLMN 130b. 0 MSC 230bentão envia uma mensagem de Solicitação de Origem MAP ANSI-41 para o MPC 232b. A Solicitação de Origem pode conter aidentidade UE (por exemplo, ISMI e/ou MIN), o ID da célulaservidora, e/ou outras informações (por exemplo, mediçõesdo UE ou rede que possam ser utilizadas para computar umaestimativa de posição).
Na etapa 3, o MPC 232b cria um registro para achamada. O MPC 232b pode determinar uma estimativa deposição intermediária para o UE 110 com base no ID decélula e quaisquer medições recebidas na etapa 2. O MPC232b também pode iniciar as etapas de 8 a 15antecipadamente e obtém uma estimativa de posiçãointermediária para o UE 110. O MPC 232b pode selecionar umPSAP com base em uma estimativa de posição intermediária(se obtida) ou o ID de célula servidora recebido na etapa2. Se for assim, o MPC 232b pode designar uma ESRD ou ESRKpara indicar o PSAP selecionado. Na descrição a seguir, oPSAP 180 é o PSAP selecionado. Na etapa 4, o MPC 232bretorna para o MSC 230b uma confirmação de Solicitação deOrigem MAP ANSI-41 contendo qualquer ESRD ou ESRK designadana etapa 3. Na etapa 5, o MSC 230b envia a chamada deserviços de emergência para o PSAP 180. Se uma ESRK ou ESRDtiver sido retornada na etapa 4, então o PSAP 180 éescolhido pelo MPC 232b na etapa 3. Do contrário, o MSC230b pode determinar o PSAP (por exemplo, com base nacélula servidora atual ou inicial para o UE 110) e podedesignar uma ESRD e/ou ESRK. A mensagem de configuração dechamada enviada pelo MSC 230b para o PSAP 180 pode incluirqualquer ESRD ou ESRK retornada na etapa 4 ou designada naetapa 5 e um número de retorno para o UE 110 (por exemplo,um Número de Diretório Móvel, MDN). 0 MSC 230b pode enviara chamada para o PSAP 180 antes da etapa 2 para evitar oatraso da chamada.
Na etapa 6, a chamada é estabelecida entre o UE110 e o PSAP 180 através do MSC 230b. Na etapa 7, o PSAP180 envia uma Solicitação de Posição de Serviços cieEmergência para o MPC 232b para solicitar uma estimativa deposição inicial precisa para o UE 110. 0 PSAP 180 podeidentificar o MPC 232b utilizando a ESRK ou ESRD recebidana etapa 5. Nesse caso, a Solicitação de Posição deServiços de Emergência inclui a ESRK e/ou ESRD e um númerode retorno de chamada. Na etapa 8, o MPC 232b identifica oregistro de chamada criado na etapa 3 utilizando a ESRK ounúmero de retorno de chamada recebido na etapa 7. Se MPC232b obtiver uma estimativa de posição precisa na etapa 3,então o MPC 232b pode retornar a mesma imediatamente para oPSAP 180 na etapa 16 e pular as etapas de 8 a 15. Docontrário, o MPC 232b envia para a E-PS 238 uma Solicitaçãode Posição de Serviços de Emergência que pode conter aidentidade UE (por exemplo, MIN e/ou IMSI), o ID de célula(se for conhecido), a QoP necessária, e/ou outrasinformações.
Na etapa 9, a E-PS 238 instiga um procedimento delocalização X.S0024 e envia uma SUPL_INIT X.S0024 para o UE110 utilizando SMS, WAP, ou UDP/IP se E-PS 238 souber oupuder obter o endereço IP do UE 110. A SUPL_INIT podeincluir a QoP necessária, os métodos de posicionamentosuportados, um endereço IP de E-PS 238, por exemplo, se UE110 não estiver em sua rede nativa, se E-PS 238 não for aH-PS para o UE, ou se E-PS 238 escolher não se comportarcomo H-PS. A SUPL_INIT também pode incluir uma indicação deserviços de emergência, por exemplo, em um parâmetro denotificação SUPL_INIT. A Solicitação de Posição de Serviçosde Emergência na etapa 8 pode ser enviada imediatamentedepois da etapa 4 sem esperar pela Solicitação de Posiçãode Serviços de Emergência do PSAP 180 na etapa 7. Nessecaso, as etapas 8 a 15 podem ser completadas antes do MPC232b receber a Solicitação de Posição de Serviços deEmergência do PSAP 180 na etapa 7, e o MPC 232b podeprosseguir diretamente da etapa 7 para a etapa 16.
Na etapa 10, o UE 110 estabelece uma conexão IPsegura com a E-PS 238 se for a H-PS para o UE. No entanto,se E-PS 238 não for a H-PS para o UE 110 ou se E-PS 238incluir seu endereço IP na SUPL_INIT na etapa 9, então UE110 estabelece uma conexão IP ou uma conexão IP segura comE-PS 238 ao invés de H-PS. O UE 110 então envia para a E-PS238 uma SUPL_START que pode incluir os métodos deposicionamento e capacidades suportadas pelo UE 110, o IDde célula servidora, medições, uma estimativa de posição,uma solicitação por dados de assistência e/ou outrasinformações.
Na etapa 11, a E-PS 238 pode estender oprocedimento de posicionamento para uma PDE, que pode seruma PDE associada com a E-PS 238 ou uma V-PS. A PDEselecionada gerenciaria então o procedimento deposicionamento e auxiliaria com a computação de posição. Aextensão pode utilizar (a) um modo proxy no qual o UE 110se comunica com a PDE selecionada através de E-PS 238 (comoilustrado na figura 8) ou (b) um modo não proxy no qual oUE 110 se comunica diretamente com a PDE selecionada (nãoilustrada na figura 8).
Na etapa 12, a E-PS 238 envia uma SUPL_RESPONSEpara o UE 110. Para o modo proxy, na etapa 13, o UE 110envia para a E-PS 238 uma SUPL_POS que pode transportar ainformação de célula servidora, uma mensagem deposicionamento embutida (por exemplo, utilizando "oprotocolo 3GPP2 C.S0022 ou TIA-801), e/ou outrasinformações. E-PS 238 então envia a SUPL_POS para a PDEselecionada (não ilustrada na figura 8). Para o modo nãoproxy, a SUPL_RESPONSE na etapa 12 transporta o endereço daPDE selecionada, e o UE 110 estabelece uma conexão IPsegura com a PDE selecionada e envia a SUPL_POS diretamentepara essa PDE na etapa 13.
Na etapa 14, o UE 110 pode trocar mensagensSUPL_POS adicionais com a E-PS 238 (para o modo proxy) ouPDE (para o modo não proxy). A E-PS 238 ou a PDE podefornecer dados de assistência para o UE 110 nessasmensagens, e o UE pode fornecer medições de localização(por exemplo, medições A-GPS e/ou A-FLT) ou uma estimativade posição para a E-PS ou PDE. Na etapa 15, a PDEselecionada obtém uma estimativa de posição pela computaçãoda mesma a partir das medições recebidas do UE 110 nasetapas 13 e 14 ou pela verificação de uma estimativa deposição recebida do UE. A PDE então retorna a estimativa deposição para a E-PS 238 diretamente se a PDE estiverassociada com a E-PS 238 ou indiretamente (não ilustrado nafigura 8) se a PDE estiver associada com uma V-PS. A E-PS238 então envia a estimativa de posição para o MPC 232b emuma Resposta à Posição de Serviços de Emergência. Na etapa16, o MPC 232b retorna a estimativa de posição para o PSAP180 em uma Resposta à Solicitação de Posição de Serviços deEmergência.
Na etapa 17, em algum momento posterior, o PSAP180 pode enviar outra Solicitação de Posição de Serviços deEmergência para o MPC 232b para obter uma estimativa deposição atualizada para o UE 110. Nesse caso, o MPC 232bpode repetir as etapas de 8 a 15 para obter uma novaestimativa de posição utilizando X.S0024 e retorna a mesmapara PSAP 180 em uma Resposta à Solicitação de Posição deServiços de Emergência. Na etapa 18, em algum momentoposterior, a chamada entre UE 110 e PSAP 180 é liberada. Naetapa 19, o MSC 230b envia para o MPC 232b uma mensagem deRelatório de Encerramento de Chamada MAP ANSI-41identificando o UE 110 (por exemplo, através de IMSI óuMIN) e indicando que a chamada foi liberada. Na etapa 20, oMPC 232b pode eliminar o registro de chamada criado riaetapa 3 e retorna uma confirmação de Relatório deEncerramento de chamada MAP ANSI-41 para o MSC 230b.
4. Uso de SUPL 1.0 ou X.S0024 Versão 1.0
V-PLMN 130 pode não, ou pode nem sempre, empregaruma E-SLP ou E-PS para suportar SUPL ou localização X.S00?4em nome das chamadas de modo de circuito de emergência. Aoinvés disso, V-PLMN 130 pode empregar uma versão anteriorda SUPL OM (por exemplo, SUPL 1.0) ou uma versão anteriorde X.S0024, ambas as quais não possuem suporte delocalização especial para as chamadas de emergência. Issbpode ser uma vantagem para um operador de rede que aindanão desenvolveu uma versão de SUPL ou X.S0024 contendo osuporte de localização especial para chamadas de emergênciaque permite o uso de uma E-SLP ou E-PS como descrito acima.Também pode ser vantajoso se um operador de rede desejarsuportar as chamadas de emergência de modo de circuito paraos UEs que suportam apenas uma versão anterior de SUPL ouX.S0024 (por exemplo, apesar de o operador de rede podersuportar uma versão posterior de SUPL ou X.S0024).
Em uma modalidade, V-PLMN 130 pode empregar umaSLP Solicitante (R-SLP) ao invés de uma E-SLP que éassociada ou combinada com GMLC 232a ou MPC 232b. Nessecaso, o suporte de uma chamada em modo de circuito deemergência ainda pode ocorrer como descrito acima násfiguras 4, 5 e 6, mas com as diferenças a seguir. Primeiro,a R-SLP substituiria E-SLP 234a ou E-SLP 234b em cadafigura. Em segundo lugar, R-SLP receberia as solicitaçõesde posição do GMLC 232a ou MPC 232b na etapa 8 nas figuras4 e 6 e na etapa 6 na figura 5. A R-SLP retornaria aposição UE obtida para o GMLC 232a ou MPC 232b na etapa 13nas figuras 4 e 6 e na etapa 11 na figura 5. Em terceirolugar, o procedimento de localização SUPL descrito para asetapas 9 a 12 nas figuras 4 e 6 e para as etapas 7 a 10 nafigura 5 seriam substituídas por um procedimento delocalização SUPL alternativo no qual a R-SLP primeirosolicita a localização da H-SLP para o UE 110. A H-SLPinteragiria então com o UE 110 utilizando a SUPL para obtera localização UE e retornaria a localização UE para "aR-SLP. Esse procedimento de localização SUPL alternativo édefinido em OMA-AD-SUPL-V1_0-20060906-C, intitulado "SecureUser Plane Location Architecture Candidate Version 1.0,"depositado em 6 de setembro de 2006, que está publicamentedisponível.
Se V-PLMN 130 for H-PLMN 150 para o UE 110, entãoR-SLP pode ser H-SLP para UE 110 e o procedimentomodificado descrito acima pode ser utilizado, mas sem anecessidade de qualquer solicitação e resposta delocalização entre a R-SLP e H-SLP, visto que as mesmas sãoagora a mesma entidade.
No caso de X.S0024, essa modalidade pode serutilizada de forma similar, mas com uma PS Solicitante (R-PS) substituindo E-PS 238 associada ou combinada com MPC232b na V-PLMN 130b. Nesse caso, o procedimento delocalização descrito nas etapas 9 a 14 na figura 8 seriasubstituído por um procedimento no qual a R-PS solicita alocalização da UE 110 da H-PS do UE 110, e a H-PS entãointerage com o UE 110 para obter a localização (e retorna amesma para a R-PS) como descrito em X.S0024, "IP BasesLocation Services," Versão 1.0, Revisão 0, outubro de 2005.Como com a SUPL, se UE 110 estiver em sua H-PLMN, então R-PS pode ser a H-PS.
5. Suporte de UEs sem UIM, sem SIM e sem UICC nãoregistrados.
Para iniciar a localização SUPL (por exemplo, naetapa 9 das figuras 4 e 6 e etapa 7 da figura 5), a E-SLPenvia uma SUPL INIT para o UE utilizando WAP, SMS, UDP/IP,ou algum outro meio. Para iniciar a localização X.S0024(por exemplo, na etapa 9 da figura 8), a E-PS envia umaSUPL_INIT para o UE utilizando WAP, SMS, UDP/IP, ou algumoutro meio. 0 envio da SUPL INIT em alguns casos (porexemplo, utilizando WAP ou SMS) pode ser estranho edemorado se o UE estiver em roaming a partir de sua H-PLMNe também pode não ser confiável devido ao inter-trabalhocom a H-PLMN. Em uma modalidade, a E-SLP ou E-PS envia umamensagem SMS diretamente para um MSC servidor e imita umMSC de circuito de acesso SMS em 3GPP ou um Centro deMensagem SMS em 3GPP2.
Em outra modalidade, a E-SLP ou E-PS envia amensagem SMS através de GMLC ou MPC para o MSC servidor afim de reduzir o impacto na E-SLP ou E-PS. Essasmodalidades também podem ser utilizadas para um UE nãoregistrado, um UE sem UICC em 3GPP, um UE sem SIM em GSM, eum UE sem UIM em 3GPP2. Nesse caso o MSC pode fornecer aoGMLC ou MPC um identificador de UE temporário parasubstituir o IMSI, MSISDN ou MIN normais. 0 identificadorde UE temporário pode ser incluído no Relatório deLocalização de Assinante MAP enviado na etapa 2 da figura '4e etapa 3 da figura 5 para o 3GPP e na Solicitação deOrigem ANSI-41 enviada na etapa 2 das figuras 6 e 8 para3GPP2. Uma vez que o UE recebe a SUPL INIT, o mesmo podeestabelecer uma conexão IP ou uma conexão IP segura com aE-SLP ou E-PS. Um UE sem UIM ou sem SIM ou sem UICC nãoregistrado pode estabelecer a conectividade IP com o acessorestrito para uma chamada de emergência, que permitiria umaconexão IP para uma E-SLP ou E-PS na mesma rede. Aconectividade IP pode ser estabelecida, por exemplo,utilizando os procedimentos descritos para "VoIP EmergencyCall Support" na contribuição S2-051950 de 3GPP SA2, que épublicamente disponível. Nesse caso, uma V-SLP separadapode não ser utilizada.
Muito da descrição acima assume que o UE suporteuma chamada em modo de circuito simultânea (para voz) etransferência de dados de modo de pacote (paralocalização). Se o UE ou a rede não suportar a comunicaçãode modo de circuito e modo de pacote simultâneas, então asinalização entre o UE e a E-SLP ou E-PS pode ser suportadade outras formas.
A figura 9 ilustra várias modalidades decomunicação entre as várias entidades. Em uma modalidade,SMS é utilizada para toda a comunicação SUPL. Com SMS, asinalização e informação para localização (por exemplo,mensagens SUPL) são enviadas dentro das mensagens SMS quesão transportadas entre MPC/GMLC e o MSC e entre o MSC e oUE utilizando os protocolos de transporte ponto a ponto SMSexistentes (por exemplo, mensagens MSC SMS) em 3GPP e3GPP2. A sinalização SMS pode ser enviada diretamente entreo MSC e o GMLC ou MPC. Entre o E-SLP e o GMLC ou MPC, asmensagens SUPL podem ser transportadas utilizando TCP/IP,por exemplo, com a mesma conexão TCP/IP utilizada para àSolicitação e Resposta de Posição de Serviços de Emergênciatrocadas ou com uma conexão diferente.
Em uma modalidade, que é rotulada (a) na figura9, SUPL ULP (mas não TCP ou IP) é utilizada de extremidadepara extremidade entre o UE e o E-SLP ou E-PS. Em outramodalidade, que é rotulada (b) na figura 9, SUPL ULP ètransportada utilizando uma conexão TCP de extremidade paraextremidade. Em outra modalidade, que é rotulada (c) nafigura 9, SUPL ULP é transportada utilizando TCP/IP deextremidade para extremidade, com alguma duplicação deprotocolo na rota. Essa capacidade pode ser suportada pormanuseio SMS especial no MSC para mensagens SMS enviadas apartir do UE. Por exemplo, o MSC pode considerar quequalquer mensagem SMS enviada pelo UE durante uma chamadade emergência na qual SUPL é utilizada seja destinada parao SUPL e enviaria então a mensagem SMS para GMLC ou MPC.
6. SegurançaPara SUPL, os procedimentos de segurança podemser estabelecidos para suportar a E-SLP na rede visitadasubstituindo H-SLP para localização de ambas as situaçõesde roaming e não roaming e com o modo proxy e não proxy. Osprocedimentos de segurança SUPL existentes são geralmentebaseados em chaves compartilhadas em ambos o UE e a H-SLPe/ou baseados em outras informações fornecidas no UE comrelação à H-SLP (por exemplo, nome de domínio totalmentequalificado, certificado de chave pública X.509 raiz). Talinformação pode não estar disponível para a E-SLP a menosque UE esteja na rede nativa. Para a E-SLP, a autenticaçãopara os modos proxy e não proxy pode ser suportada comodescrito abaixo.
Para X.S0024, os procedimentos de segurançatambém podem ser estabelecidos para suportar E-PSsubstituindo H-PS para localização. Os procedimentos desegurança X.S0024 existentes são descritos em 3GPP2X.S0024-0 e 3GPP2 S.0110-0. Esses procedimentos fazem usode uma chave raiz comum fornecida em ambas a H-PS para umusuário e no UIM do usuário. Chaves adicionais podem serderivadas da chave raiz fornecida como se segue:
(a) Chave para suportar o encapsulamento de envioe armazenamento seguro (S-SAFE) na qual SUPL INIT é enviadapara o UE utilizando SMS ou WAP e é autenticada (comoproveniente de Η-PS) e criptografada opcionalmente;
(b) Chave para suportar uma conexão IP seguraentre o UE e H-PS na qual as mensagens X.S0024 são enviadasentre o UE e H-PS com criptografia e autenticação;
(c) Chave para suportar uma conexão IP seguraentre o UE e uma PDE para o modo não proxy no qual ásmensagens X.S0024 são enviadas entre o UE e a PDE cômcriptografia e autenticação.Cada uma das três chaves descritas acima é fixano sentido de existir um valor determinístico para qualquervalor da chave raiz. No entanto, a partir de cada umadessas chaves fixas, chaves adicionais podem ser derivadaspara criptografia e autenticação cujos valores dependem denúmeros randômicos fornecidos para uma sessão deposicionamento em particular pelo UE e H-PS ou PDE. Essaderivação de chave e os procedimentos de segurança fazemuso do procedimento de Segurança de Camada de TransporteTLS) descrito em IETF RFC 2246 e uma variação PSK-TLSdisso descrita em IETF "Pre-Shared Key Ciphersuites forTransport Layer Security (TLS)". Se X.S0024 for utilizadopara o posicionamento em uma chamada em modo de circuito deemergência e a E-PS não for Η-PS, então não é mais possívelse basear em uma chave raiz pré-configurada comum em amboso UE e E-PS para autenticação e criptografia mútuas.
Para SUPL, o UE pode autenticar a E-SLP paraevitar o acesso não autorizado de localização UE mesmodurante uma chamada de emergência. Para X.S0024, o UE e aE-PS podem realizar a autenticação mútua. A Tabela 1 listacinco métodos de autenticação, designados de métodos A, B,C, D e E e as características de cada método.
Tabela 1 - Métodos de Autenticação
<table>table see original document page 36</column></row><table><table>table see original document page 37</column></row><table>
Nota 1: assuma que certificados raiz de chavepública sejam fornecidos em um Equipamento Móvel (ME).
0 método A fornece autenticação mínima. 0 UEpermite SUPL iniciada em rede ou localização X.S0024 de umaE-SLP ou E-PS não autenticada se SUPL INIT indicar alocalização para uma sessão de emergência e o UE estiveratualmente engajado em uma sessão de emergência. Arestrição para a sessão de emergência fornece algumaproteção. Adicionalmente, a transferência da SUPL INITatravés de SMS ou WAP pode fornecer confiança adicional naautenticidade do UE, visto que a transferência SMS ou WAPse baseiam no suporte e verificação da V-PLMN e/ou H-PLMN.
0 UE pode selecionar o método A não invocando osprocedimentos de segurança com a E-SLP ou E-PS. Nesse casó,para SUPL, a E-SLP pode verificar o UE, até determinadoponto, através de um código hash SUPL INIT contido na SUPLPOS INIT.
0 método B é para autenticação de chave públicaTLS. 0 UE e a E-SLP ou E-PS suportam a autenticação dechave pública utilizando TLS como descrito em IETF RFC 2246e como também descrito para um mecanismo de autenticação decliente alternativa em OMA SUPL 1.0, intitulada "SecuíreUser Plane Location Architecture." Esse mecanismo suporta aautenticação da E-SLP ou E-PS pelo UE utilizando TLS comcertificados de chave pública ITU X. 509 enviados pela E-SLP ou E-PS para o UE durante uma fase de handshake TLS. Oscertificados de chave pública fornecem uma seqüência deassinaturas digitais, cada assinatura autenticando apróxima, de forma que o UE possa autenticar a chave públicada E-SLP ou E-PS desde que o UE seja fornecido com chavepública de pelo menos uma autoridade de certificação raiz.
0 procedimento TLS de autenticação de chave pública suportaa transferência de chaves simétricas para uso emcriptografia e autenticação subseqüentes de sinalização,por exemplo, para mensagens SUPL ou X.S0024 subseqüentes. Aautenticação e criptografia entre o UE e um SPC ou PDE parao modo não proxy também podem ser suportadas com essaschaves ou pela derivação das chaves adicionais a partirdessas chaves.
0 método B se baseia na certificação docertificado de chave pública E-SLP ou E-PS por uma ou maisautoridades de certificação raiz (por exemplo, definido porOMA) e o fornecimento do certificado nas UE suportando SUPLou X.S0024 para chamadas de emergência. 0 UE reconhece onome da E-SLP ou E-PS no certificado, por exemplo,utilizando um nome de domínio totalmente qualificado para aE-SLP ou E-PS ou uma identificação MCC-MNC que o UE podecombinar com a informação já conhecida sobre a redeservidora. Isso garante a autenticação da E-SLP ou E-PSpelo UE e, para SUPL, a autenticação limitada do UE pela È-SLP através de um hash SUPL INIT de 64 bits incluído naSUPL PO INIT e enviada pelo UE para a E-SLP.
Para o método Β, o UE (por exemplo, UICC ou UI-M)pode ser fornecido com um ou mais certificados de chavepública raiz permitindo que o UE verifique as chavespúblicas da E-SLP ou E-PS. 0 UE e a E-SLP ou E-PS podemestabelecer uma chave de criptografia compartilhada e umachave de código de autenticação de mensagem (MAC)utilizando os procedimentos TLS descritos em RFC 224 6 e umou mais procedimentos de transferência de chave públicasegura, por exemplo, RSA, DSS, ou Diffie-Hellman. Acriptografia e autenticação das mensagens SUPL ou X.S0024podem ser realizadas depois do estabelecimento de umaconexão TLS segura. Para o modo não proxy, o métododefinido para o modo não proxy 3GPP2 em SUPL 1.0 pode serutilizado para gerar uma chave compartilhada paraautenticação e criptografia, de acordo com IETF PSK-TLSr,entre o UE e um SPC na SUPL ou entre o UE e uma PDE emX.S0024.
0 método C é para autenticação PSK-TLS. 0 UE e 'aE-SLP ou E-PS suporta PSK-TLS (por exemplo, como descritoem SUPL 1.0 para SETs 3GPP2 ou 3GPP2 X.S0024-0 e S.P0110-0)de acordo com o rascunho IEFT "Pre-Shared Key Ciphersuitesfor Transport Layer Security (TLS)." Uma chavepré-compartilhada (PSK) pode ser gerada a partir de (a)informação (por exemplo, informação aleatória) contribuídapelo UE, a rede (por exemplo, MSC ou HLR) e/ou a E-SLP ouΕ-PS, (b) informação (por exemplo, parâmetros) enviada porou para o UE durante o estabelecimento da chamada deemergência, (c) informação de segurança (por exemplo, chavede criptografia) já presente no MSC e o UE para suportar oacesso de modo de circuito seguro a partir do UE e/ou (d)outra informação. A informação de segurança em (c) podeestar disponível se o UE registrar com a V-PLMN.
A PSK ou a informação utilizada para derivar amesma pode ser disponibilizada para o UE e a E-SLP (ou MPCou GMLC) ou E-PS (ou MPC) durante o estabelecimento dachamada de emergência. A relação de confiança estabelecidadurante a configuração de chamada entre essas entidades éutilizada para obter uma PSK segura ou informação comum daqual uma chave segura pode ser derivada. 0 UE e a E-SLPpodem então empregar PSK-TLS para localização SUPLutilizando as PSKs derivadas. As PSKs podem ser utilizadaspara obter PSKs adicionais para autenticação para o modonão proxy. Para a SUPL, a autenticação mútua do UE e a E-SLP podem ser suportados utilizando PSK-TLS quando o UEestabelece uma conexão IP (PSK-TLS) para a transferênciaseguinte E-SLP da SUPL INIT a partir da E-SLP para o UE.
Para X.S0024, a PSK segura pode ser utilizada como umachave raiz de onde a informação de segurança restante podeser derivada como descrito em 3GPP2 X.S0024-0 e S. POllO-O.
0 método C se baseia em uma conexão segura entreo UE e a V-PLMN durante a configuração de chamada deemergência, o que implica no registro do UE na V-PLMN eautenticação mútua do UE e da V-PLMN. Se o UE não tiver umUICC/UIM ou se não houver acordo de roaming entre V-PLMN eH-PLMN, a autenticação mútua e a transmissão segura entre aV_PLMN e o UE podem não ser alcançadas durante aconfiguração de chamada de emergência, e qualquer PSKgerada fornecerá uma proteção mais limitada.
O método D é para autenticação com umaArquitetura Bootstrap Genérica (GBA) descrita em 3GPP TS33.220 ou 3GPP2 TSG-S draft S.P0109. 0 UE e a E-SLP ou E-PSsuporta GBA. Isso permite que o UE e a E-SLP ou E-PSobtenham uma chave compartilhada segura da H-PLMN. ParaSUPL, essa chave pode ser utilizada para suportar 'aautenticação mútua PSK-TLS entre o UE e E-SLP, comodescrito em 3GPP TS 33.222 ou 3GPP2 TSG-S draft S.P0114.Esse método é utilizado no SUPL 1.0 para suportar o modoproxy 3GPP. A chave também pode ser utilizada para suportarTLS com autenticação HTTP Digest (por exemplo, comodescrito em 3GPP TS 33.222), apenas a autenticação HTTPDigest entre o UE e E-SLP (por exemplo, como descrito em3GPP2 TSG-S draft S.P0114), ou outras formas deautenticação. Para X.S0024, essa chave pode ser utilizadacomo uma chave raiz de onde a informação de segurançarestante pode ser derivada.
O método D se baseia no suporte de GBA na H-PLMNe V-PLMN e acordo de roaming entre a H-PLMN e V-PLMN parapermitir a transferência da informação chave de uma Funçãode Serviço Bootstrapping (BSF) na H-PLMN para uma Função deAplicativo de Rede (NAF) E-SLP na V-PLMN.
0 método E é para autenticação SUPL 1.0 ouX.S0024. Para SUPL, se o UE estiver na H-PLMN, então aE-SLP pode ser a H-SLP, e os mecanismos de autenticaçãoexistentes definidos em SUPL 1.0 podem ser utilizados. ParaX.S0024, se o UE estiver na H-PLMN, então a E-PS pode ser aΗ-PS, e os mecanismos de autenticação existentes definidosem X.S0024 podem ser utilizados.
A figura 10 ilustra um diagrama de bloco de umamodalidade do UE 110, RAN 120, MSC 230, um centro delocalização 242 e um servidor de localização 244. 0 centrode localização 242 pode ser GMLC 232a, MPC 232b, e/oualguma outra entidade. 0 servidor de localização 244 podeser E-SLP 234a, E-SLP 234B, E-PS 238, e/ou alguma outraentidade. Por motivos de simplicidade, a figura 10 ilustraapenas um processador 1010, uma memória 1012, e umtransceptor 1014 para o UE 110, apenas um processador 1020,uma memória 1022, um transceptor 1024 e uma unidade decomunicação (Comm) 1026 para RAN 120, apenas um processador1030, uma memória 1032, e uma unidade de comunicação 1034para MSC 230, apenas um processador 1040, uma memória 1042e uma unidade de comunicação 104 4 para o centro delocalização 242 e apenas um processador 1050, uma memória1052, θ uma unidade de comunicação 1054 para o servidor· delocalização 244. Em geral, cada entidade pode incluirqualquer número de processadores, memórias, transceptores,unidades de comunicação, controladores e assim por diante.
No downlink, estações base na RAN 120 transmitemdados de tráfego, sinalização, e piloto para os UEs dentrode sua área de cobertura. Esses vários tipos de dados sãoprocessados pelo processador 1020 e condicionados pelotransceptor 1024 para gerar um sinal de downlink, que étransmitido através de uma antena. No UE 110, os sinais dedownlink das estações base são recebidos através de umaantena, condicionados pelo transceptor 1014, e processadospelo processador 1010 para obter os vários tipos deinformação para a chamada em modo de circuito, localizaçãoe outros serviços. Por exemplo, o processador 1010 poderealizar o processamento para UE 110 nos fluxos de mensagemdescritos acima. As memórias 1012 e 1022 armazenam códigosde programa e dados para o UE 110 e RAN 120/respectivamente. No uplink, UE 110 pode transmitir dados detráfego, sinalização e piloto para as estações base na RAN120. Esses vários tipos de dados são processados peloprocessador 1010 e condicionados pelo transceptor 1014 paragerar um sinal de uplink, que é transmitido através daantena UE. Na RAN 120, os sinais de uplink do UE 110 èoutros UEs são recebidos e condicionados pelo transceptor1024 e processados adicionalmente pelo processador 1020para obter vários tipos de informação (por exemplo, dados,sinalização, relatórios, e assim por diante) . A RAN 120 siècomunica com o MSC 230 e outras entidades através daunidade de comunicação 102 6.
Dentro do MSC 230, o processador 1030 realiza òprocessamento para o MSC, memória 1032 armazena os códigosde programa e os dados para o MSC, e a unidade c}ècomunicação 1034 permite que o MSC se comunique com outrasentidades. O processador 1030 pode realizar o processamentopara o MSC 230 nos fluxos de mensagem descritos acima.
Dentro do centro de localização 242, oprocessador 1040 suporta a localização para os UEs, memória1042 armazena os códigos de programa e dados para o centr.ode localização, e a unidade de comunicação 1044 permite queo centro de localização se comunique com outras entidades.O processador 1040 pode realizar o processamento para GMLC232a e/ou MPC 232b nos fluxos de mensagem descritos acima.
Dentro do servidor de localização 244, oprocessador 1050 realiza o processamento de localizaçãoe/ou posicionamento para os UEs, memória 1052 armazena oscódigos de programa e os dados para o servidor delocalização, e a unidade de comunicação 1054 permite que oservidor de localização se comunique com outras entidades.0 processador 1050 pode realizar o processamento para E-SLP234a, E-SLP 234b e/ou E-PS 238 nos fluxos de mensagemdescritos acima.
As técnicas descritas aqui podem serimplementadas por vários meios. Por exemplo, essas técnicaspodem ser implementadas em hardware, firmware, software ouuma combinação dos mesmos. Para uma implementação dehardware, as unidades de processamento utilizadas pararealizar as técnicas podem ser implementadas dentro de umou mais dentre circuitos integrados específicos deaplicativo (ASICs), processadores de sinal digital (DSPs),dispositivos de processamento de sinal digital (DSPDs),dispositivos lógicos programáveis (PLDs), conjuntos deporta de campo programável (FPGAs), processadores,controladores, micro controladores, microprocessadores,dispositivos eletrônicos, outras unidades eletrônicasprojetadas para realizar as funções descritas aqui, ou umacombinação dos mesmos.
Para uma implementação em firmware e/ou software,as técnicas podem ser implementadas com módulos(por exemplo, procedimentos, funções e assim por diante)que realizam as funções descritas aqui. Os códigos defirmware e/ou software podem ser armazenados em uma memória(por exemplo, memória 1012, 1022, 1032, 1042 e/ou 1052 nafigura 10) e executados por um processador (por exemplo,processador 1010, 1020, 1030, 1040 e/ou 1050). A memóriapode ser implementada dentro do processador ou fora doprocessador.
Os cabeçalhos são incluídos aqui para referênciae para auxiliar na localização de determinadas seções.Esses cabeçalhos não devem limitar o escopo dos conceitosdescritos abaixo dos mesmos, e esses conceitos podem teraplicabilidade em outras seções por toda a especificação.
A descrição anterior das modalidades descritas éfornecida para permitir que qualquer pessoa versada natécnica crie ou utilize a descrição. Várias modificações aessas modalidades serão prontamente aparentes aos versadosna técnica, e os princípios genéricos definidos aqui podemser aplicados a outras modalidades sem se distanciar doespírito ou escopo da descrição. Dessa forma, a descriçãonão deve ser limitada às modalidades ilustradas aqui, masdeve estar de acordo com o escopo mais amplo consistentecom os princípios e características novas descritos aqui.
Claims (52)
1. Equipamento de usuário (UE) que opera paraestabelecer uma chamada em modo de circuito com uma redesem fio para serviços de emergência, para interagir com umservidor de localização indicado pela rede sem fio, e pararealizar a localização de plano de usuário com o servidorde localização durante a chamada em modo de circuito paraobtenção de uma estimativa de posição para o UE.
2. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para realizar a localização deplano de usuário com o servidor de localização antes derealizar a configuração de chamada com um Ponto de Respostade Segurança Pública (PSAP).
3. UE, de acordo com a reivindicação 2, no qual oPSAP é selecionado com base na estimativa de posição.
4. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para realizar a localização deplano de usuário com o servidor de localização depois darealização da configuração de chamada com um Ponto deResposta de Segurança Pública (PSAP).
5. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para realizar a localização deplano de usuário com uma Plataforma de Localização de SUPL(SLP), de acordo com a Localização de Plano de UsuárioSeguro (SUPL) para obtenção da estimativa de posição, a SLPsendo o servidor de localização indicado pela rede sem fio.
6. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para realizar a localização deplano de usuário com um Servidor de Posição (PS) de acordocom X.S0024 para obtenção da estimativa de posição, oServidor de Posição sendo o servidor de localizaçãoindicado pela rede sem fio.
7. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para receber do servidor dèlocalização uma mensagem para iniciar a localização deplano de usuário e incluindo um endereço de Protocolo deInternet (IP) do servidor de localização, e para comunicarcom o servidor de localização utilizando o endereço IP.
8. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para enviar a informação delocalização para a rede sem fio durante o estabelecimentoda chamada em modo de circuito, e onde a estimativa deposição para o UE é obtida com base na informação delocalização.
9. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para receber uma solicitação parauma estimativa de posição atualizada para o UE e pararealizar a localização de plano de usuário com o servidorde localização para obter a estimativa de posiçãoatualizada.
10. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para autenticar o servidor delocalização, ou ser autenticado pelo servidor delocalização, ou ambos antes da realização da localização deplano de usuário.
11. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para enviar as capacidades delocalização do UE para a rede sem fio, e onde o servidor delocalização é selecionado com base nas capacidades delocalização do UE.
12. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para enviar a informação delocalização para a rede sem fio, e onde o servidor delocalização é selecionado com base na informação delocalização.
13. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para comunicar com a rede sem fiopara a chamada em modo de circuito e para trocar mensagenscom a rede sem fio através da comunicação do modo de pacotepara a localização de plano de usuário.
14. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para trocar mensagens para alocalização de plano de usuário utilizando SMS.
15. UE, de acordo com a reivindicação 1, eoperando adicionalmente para trocar mensagens para alocalização de plano de usuário utilizando o Protocolo deControle de Transmissão (TCP) ou ambos TCP e ProtocoloInternet (IP).
16. UE, de acordo com a reivindicação 1, no quala rede sem fio é uma rede 3GPP, e onde o UE opera paraestabelecer a chamada em modo de circuito com a rede 3GPPpara serviços de emergência.
17. UE, de acordo com a reivindicação 1, onde arede sem fio é uma rede 3GPP2, e onde o UE opera paraestabelecer a chamada em modo de circuito com a rede 3GPP2para serviços de emergência.
18. Método, compreendendo:estabelecer uma chamada em modo de circuito comuma rede sem fio para serviços de emergência;interagir com um servidor de localização indicadopela rede sem fio; erealizar a localização de plano de usuário com oservidor de localização durante a chamada em modo decircuito para obtenção de uma estimativa de posição para o UE.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, rioqual a realização da localização de plano de usuáriocompreende:realizar a localização de plano de usuário comuma Plataforma de Localização SUPL (SLP) de acordo com aLocalização de Plano de Usuário Segura (SUPL) para obter aestimativa de posição, a SLP sendo o servidor delocalização indicado pela rede sem fio.
20. Método, de acordo com a reivindicação 18,onde a realização da localização de plano de usuáriocompreende:receber do servidor de localização uma mensagempara iniciar a localização de plano de usuário e incluindoum endereço IP do servidor de localização; ecomunicar com o servidor de localizaçãoutilizando o endereço IP.
21. Método, de acordo com a reivindicação 18,compreendendo adicionalmente:comunicar com a rede sem fio para a chamada emmodo de circuito; etrocar mensagens com a rede sem fio através dacomunicação de modo de pacote para a localização de planode usuário.
22. Aparelho, compreendendo:dispositivos para estabelecer uma chamada em modode circuito com uma rede sem fio para serviços deemergência;dispositivos para interação com um servidor delocalização indicado pela rede sem fio; edispositivos para realizar a localização de planode usuário com o servidor de localização durante a chamadaem modo de circuito para obter a estimativa de posição para o UE.
23. Aparelho, de acordo com a reivindicação 22,no qual o dispositivo para a realização da localização deplano de usuário compreende:dispositivos para realizar a localização de planode usuário com uma Plataforma de Localização SUPL (SLP) deacordo com a Localização de Plano de Usuário Seguro (SUPL)para obtenção da estimativa de posição, a SLP sendo oservidor de localização indicado pela rede sem fio.
24. Aparelho, de acordo com a reivindicação 22,no qual o dispositivo para a realização da localização deplano de usuário compreende:dispositivos para receber do servidor delocalização de uma mensagem para iniciar a localização deplano de usuário e incluindo um endereço IP do servidor delocalização; edispositivos para comunicar com o servidor delocalização utilizando o endereço IP.
25. Aparelho, de acordo com a reivindicação 22,compreendendo adicionalmente:dispositivos para comunicar com a rede sem fiopara a chamada em modo de circuito; edispositivos para trocar mensagens com a rede semfio através da comunicação de modo de pacote paralocalização de plano de usuário.
26. Centro de localização que opera para recebera partir de uma primeira entidade uma solicitação parainformação para rotear uma chamada em modo de circuito deum UE para serviços de emergência, para fornecer ainformação para a primeira entidade, para receber de umasegunda entidade uma solicitação por uma estimativa deposição para o UE, para obter a estimativa de posição de umservidor de localização suportando a localização de planode usuário e para fornecer a estimativa de posição para asegunda entidade.
27. Centro de localização, de acordo com areivindicação 26, no qual a primeira entidade é um Centrode Permuta Móvel (MSC) e a segunda entidade é um Ponto deResposta de Segurança Pública (PSAP).
28. Centro de localização, de acordo com areivindicação 26, e operando adicionalmente para utilizar aestimativa de posição para fornecer a informação para aprimeira entidade.
29. Centro de localização, de acordo com areivindicação 26, no qual a informação fornecida para aprimeira entidade compreende uma Chave de Roteamento deServiços de Emergência (ESRK) ou um Digito de Roteamento deServiços de Emergência (ESRD) para um Ponto de Resposta deSegurança Pública (PSAP).
30. Centro de localização, de acordo com areivindicação 26, e operando para obter a estimativa deposição de uma Plataforma de Localização SUPL (SLP)suportando a Localização de Plano de Usuário Seguro (SUPL)',a SPL sendo o servidor de localização que suporta alocalização de plano de usuário.
31. Centro de localização, de acordo com areivindicação 26, e operando para obter a estimativa deposição de uma Plataforma de Localização SUPL Solicitante(R-SLP), a R-SLP obtendo a estimativa de posição de uma SLPDoméstica (H-SLP) agindo como o servidor de localizaçãosuportando a localização de plano de usuário.
32. Centro de localização, de acordo com :areivindicação 26, e operando pra obter a estimativa deposição de um Servidor de Posição (PS) suportando X.S0024,o PS sendo o servidor de localização suportando alocalização de plano de usuário.
33. Centro de localização, de acordo com areivindicação 26, e operando para obter a estimativa deposição a partir de um Servidor de Posição Solicitante (R-PS), a R-PS obtendo a estimativa de posição de uma PSDoméstica (H-PS) agindo como o servidor de localizaçãosuportando a localização de plano de usuário.
34. Centro de localização, de acordo com -areivindicação 26, e correspondendo a um Centro deLocalização Móvel de Circuito de Acesso (GMLC) em uma rede 3GPP.
35. Cetro de localização, de acordo com areivindicação 26, e correspondendo a um Centro dePosicionamento Móvel (MPC) em uma rede 3GPP2.
36. Método, compreendendo:receber de uma primeira entidade uma solicitaçãopor informação para rotear uma chamada em modo de circuitoa partir de um equipamento de usuário (UE) para serviços deemergência;fornecer a informação para a primeira entidade;receber de uma segunda entidade uma solicitaçãopara uma estimativa de posição para o UE;comunicar com um servidor de localizaçãosuportando a localização de plano de usuário para obter, aestimativa de posição; efornecer a estimativa de posição para a segundaentidade.
37. Servidor de localização que opera parareceber uma solicitação para uma estimativa de posição deum equipamento de usuário (UE) possuindo uma chamada emmodo de circuito com uma rede sem fio para serviços deemergência, para realizar a localização de plano de usuáriocom o UE para obter a estimativa de posição, e pararetornar a estimativa de posição.
38. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 37, e que opera para realizar a localizaçãode plano de usuário com o UE de acordo com a SUPL paraobter a estimativa de posição.
39. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 37, e operando para realizar a localização deplano de usuário com o UE de acordo com X.S0024 para obtera estimativa de posição.
40. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 37, e operando para enviar uma mensagem parainiciar a localização de plano de usuário com o ÜE, amensagem incluindo um endereço IP do servidor delocalização e utilizado pelo UE para comunicar com oservidor de localização para a localização de plano deusuário.
41. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 37, e operando para substituir por umservidor de localização nativo do UE durante a chamada emmodo de circuito para serviços de emergência.
42. Servidor de localização, de acordo com areivindicação 37, e operando para selecionar um servidor delocalização visitado para suportar o posicionamento para oUE e para transferir mensagens trocadas entre o servidor d'elocalização visitado e o UE.
43. Método, compreendendo: receber uma solicitação para uma estimativa deposição de um UE possuindo uma chamada em modo de circuitocom uma rede sem fio para serviços de emergência;realizar localização de plano de usuário com o UEpara obter a estimativa de posição; eretornar a estimativa de posição.
44. Método, de acordo com a reivindicação 43, noqual a realização da localização de plano de usuáriocompreende o envio de uma mensagem para iniciar alocalização de plano de usuário com o UE, a mensagemincluindo um endereço IP do servidor de localização eutilizada pelo UE para se comunicar com o servidor delocalização para a localização de plano de usuário.
45. Equipamento de usuário (UE) que opera paraestabelecer uma chamada em modo de circuito com uma redesem fio para serviços de emergência, para realizar aautenticação de um servidor de localização selecionado pelarede sem fio para a chamada em modo de circuito deemergência, e para interagir com o servidor de localizaçãopra obter pelo menos uma estimativa de posição para o UEpara a chamada em modo de circuito de emergência.
46. UE, de acordo com a reivindicação 45, eoperando adicionalmente para realizar a autenticação mútuacom o servidor de localização.
47. UE, de acordo com a reivindicação 45, eoperando adicionalmente para receber do servidor delocalização uma mensagem para iniciar o processamento delocalização e para autenticar o servidor de localização sea mensagem indicar o processamento de localização para umachamada de emergência e o UE é engajado na chamada em modode circuito de emergência.
48. UE, de acordo com a reivindicação 45, eoperando adicionalmente para realizar a autenticação dechave pública de Segurança de Camada de Transporte (TLS)utilizando um certificado de chave pública raiz armazenadono UE para verificar uma chave pública do servidor delocalização.
49. UE, de acordo com a reivindicação 45, eoperando adicionalmente para gerar uma chave pré-compartilhada (PSK) baseada na informação comum disponívélno UE e na rede sem fio, e para realizar a autenticaçãoutilizando a chave pré-compartilhada.
50. UE, de acordo com a reivindicação 45, eoperando adicionalmente para realizar a autenticação combase na Arquitetura de Bootstrap Genérica (GBA).
51. UE, de acordo com a reivindicação 45, eoperando adicionalmente para realizar a autenticação deacordo com a Localização de Plano de Usuário Seguro (SUPL)ou X.S0024.
52. Método, compreendendo:estabelecer uma chamada em modo de circuito comuma rede sem fio para serviços de emergência;realizar autenticação de um servidor delocalização selecionada pela rede sem fio para a chamada emmodo de circuito de emergência; einteragir com o servidor de localização paraobter pelo menos uma estimativa de posição para o UE para "achamada em modo de circuito de emergência.
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