BRPI0616780A2 - ferramenta abrasiva ligada e método de produção da referida ferramenta - Google Patents

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BRPI0616780A2
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abrasive grain
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alumina
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BRPI0616780-2A
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Muthu Jeevanantham
Russell Krause
Mianxue Wu
Xavier Orlhac
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Saint Gobain Abrasives Inc
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Abstract

FERRAMENTA ABRASIVA LIGADA E MéTODO DE PRODUçãO DA REFERIDA FERRAMENTA. A presente invenção refere-se a ferramenta abrasiva ligada que compreende uma mistura de grãos abrasivos e um componente de ligação. A mistura de grãos abrasivos compreende um grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar e grânulos de grão abrasivos aglomerados. A ferramenta abrasiva ligada compreendendo um aglomerado de abrasivo de alumina de solução coloidal de gel filamentar e grãos abrasivos não filamentares, e um componente de ligação é também descrito, O grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar tem uma razão de aspecto de comprimento para largura de seção transversal de mais do que 1,0. Os grânulos de grão abrasivos aglomerados compreendem uma pluralidade de grãos abrasivos mantidos em uma forma tridimensional por um metarial de ligação. é também descrito um método de produção de tal ferramenta abrasiva ligada como descrito acima.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "FERRAMEN-TA ABRASIVA LIGADA E MÉTODO DE PRODUÇÃO DA REFERIDAFERRAMENTA".
Antecedentes da Invenção
Em muitas operações de retifica (ou esmerilhagem), porosidadede ferramenta de retifica (ou esmerilhagem), particularmente porosidade deuma natureza permeável ou interligada, apefeiçoa eficácia da operação deretifica (ou esmerilhagem) e qualidade das peças a trabalhar sendo retifi-cada (ou esmerilhada). Em particular, a percentagem em volume da porosi-dade interligada ou permeabilidade de fluido demonstrou ser um determinan-te significativo de desempenho de retifica (ou esmerilhagem) em ferramen-tas abrasivas. A porosidade interligada permite remoção de resíduo de retifi-ca (ou esmerilhagem) (limalha de ferro) e passagem de fluido de resfriamen-to para dentro da roda denteada durante a retifica (ou esmerilhagem). Tam-bém, a porosidade interligada prove acesso a fluidos de retifica (ou esmeri-lhagem) tais como lubrificantes entre os grãos abrasivos de movimento esuperfície de peça a trabalhar. Essas características são particularmenteimportantes nos processos de corte de profundidade e precisão moderna(por exemplo, retifica (ou esmerilhagem) de alimentação por deformação)para retifica (ou esmerilhagem) de alta eficácia onde uma grande quantidadede material é removida em uma passagem de mogem profunda sem sacrifi-car a precisão da dimensão da peça a trabalhar.
Exemplos de tais ferramentas abrasivas tendo uma estrutura muitoaberta e permeável incluem ferramentas abrasivas ultilizando-se grãos abrasi-vos de tipo fibra ou alongados. Nas Patentes U.S. nos. 5.738.696 e 5.738.697descrevem métodos para a produção de abrasivos ligados utilizando-se grãoabrasivos de tipo fibra ou alongados tendo uma razão de aspecto de pelo me-nos cerca de 5:1. Um exemplo de tais ferramentas abrasivas que empregamgrãos abrasivos filamentares é atualmente comercialmente disponíveis sob amarca registrada ALTOS® da Saint-Gobain Abrasives em Worcester, MA.
Ferramentas abrasivas ALTOS® empregam grãos de cerâmicade alumina de sol-gel (Saint-Gobain Abrasives em Worcester, MA) com umarazão de aspecto média de cerca de 7,5:1, tais como Abrasivos Norton®TG2 ou TGX (aqui em seguida "TG2"), como um grão abrasivo filamentar.Ferramentas abrasivas ALTOS® são ferramentas de retifica (ou esmerilha-gem) permeáveis e altamente porososas que demonstraram ter altas taxasde remoção de metal, manutenção de forma aperfeiçoada e vida de rodadenteada longa, juntamente com um risco grandemente reduzido de danometalúrgico (vide, por exemplo, Norton Company Technical Service Bulletin,June 2002, "Altos High Performance Ceramic Aluminum Oxide GrindingWheels"). Ferramentas abrasivas ALTOS® usam grãos abrasivos que inclu-em apenas o grão abrasivo filamentar, por exemplo, grão de TG2, para al-cançar penetrabilidade estrutural máxima de acordo com as teorias de em-balagem de fibra-fibra (vide, por exemplo, as Patentes U.S. nos. 5.738.696 e5.738.697, cujo conteúdo total é aqui incorporado por referência). Acredita-se em geral que mistura de grão de TG2 com uma quantidade significativade outro não filamentar, tais como grãos, de tipo esfera ou comprometeria apenetrabilidade estrutural ou comprometeria acabamento de superfície deuma peça a trabalhar de metal. No entanto, grãos de TG2, embora muitoduráveis, não sejam friáveis o suficiente para certas aplicações e grão deTG2 é mais dispendioso para fabricar do que a maioria dos grãos de formade esfera ou como um bloco.
Portanto, há uma necessidade de desenvolver uma ferramentaabrasiva de custo mais eficaz, mais friável tendo características de desem-penho similares ao desempenho de ferramentas abrasivas que empregamgrãos abrasivos filamentares, tais como ferramentas abrasivas ALTOS®.
Sumário da Invenção
Verificou-se agora que ferramanetas abrasivas ligadas produzi-das com uma mistura de um grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentarou um seu aglomerado, e grânulos de grão abrasivo aglomerados podem terdesempenho aperfeiçoado em relação àqueles produzidos com 100% de ougrão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar ou grânulos de grão abrasivoaglomerados. Por exemplo, Requerentes verificaram que ferramentas abra-sivas ligadas que incorporam uma ligação de TG2 ou um aglomerado deTG2, e grânulos de grão abrasivo de alumina aglomerados, têm uma estrutu-ra permeável e altamente porosa, e mostram desempenho excelente emvárias aplicações de retifica (ou esmerilhagem) sem comprometer a qualida-de de acabamento de superfície. Com base nessa descrição, uma ferramen-ta abrasiva compreendendo uma mistura de grão abrasivo de alumina desol-gel filamentar, ou um seu aglomerado, e grânulos de grão abrasivo a-glomerados, e um método de produção de tal ferramenta abrasiva são des-critos aqui. Uma ferramenta abrasiva compreendendo um aglomerado degrão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar e um método de produção detal ferramenta abrasiva são também descritos aqui.
Em uma concretização, a presente invenção refere-se a umaferramenta abrasiva ligada compreendendo uma mistura de grãos abrasivos,a um componente de ligação e pelo menos cerca de 35 por cento em volumede porosidade. A mistura de grãos abrasivos inclui um grão abrasivo de alu-mina de sol-gel filamentar ou um seu aglomerado, e grânulos de grão abra-sivo aglomerados. O grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar tem umarazão de aspecto de comprimento para largura de seção transversal de maisdo que cerca de 1,0. Os grânulos de grão abrasivo aglomerados incluemuma pluralidade de grãos abrasivos em uma forma tridimensional por ummaterial de ligação.
Em uma outra concretização, a invenção refere-se a uma ferra-menta abrasiva ligada compreendendo um aglomerado que inclui um grãoabrasivo de alumina de sol-gel filamentar, um grão abrasivo não filamentar eum material de ligação; um componente de ligação; e pelo menos cerca de35 por cento em volume de porosidade. O grão abrasivo não filamentar egrão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar são mantidos em uma formatridimensional pelo material de ligação.
A presente invenção também inclui um método de produção deuma ferramenta abrasiva ligada. No método, uma mistura de grãos abrasi-vos é formada, onde a mistura inclui um grão abrasivo de alumina de sol-gelfilamentar, ou um seu aglomerado, e grânulos de grão abrasivo aglomera-dos, como descritos acima. A mistura de grãos abrasivos é então misturadacom um componente de ligação. A mistura combinada de grãos abrasivos ecomponente de ligação é modelada para formar um compósito modeladoincluindo pelo menos cerca de 35 por cento em volume da porosidade. Ocompósito modelado da mistura de grãos abrasivos e componente de Iiga- ção é aquecido para formar a ferramenta abrasiva ligada.
A invenção pode alcançar o desempenho desejado sem com-prometer a qualidade de acabamento de superificie ou penetrabilidade estru-tural do produto resultante. Ferramentas abrasivas que empregam uma mis-tura de grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar, ou um seu aglomera- do, e grânulos de grão abrasivo aglomerados, podem formar uma rede defibra-fibra e ao mesmo tempo formar uma rede de não fibra, tal como umarede pseudo-esfera-esfera, na mesma estrutura. As ferramentas abrasivasda invenção, tal como uma roda denteada abrasiva, têm uma estrutura poro-sa que é altamente permeável a fluxo de fluido, e têm desempenho de retífi-ca (ou esmerilhagem) excepcionalmente boa com altas taxas de remoção demetal. Desempenho das ferramentas abrasivas da invenção pode ser talha-da para aplicações de retifica (ou esmerilhagem) por ajuste de conteúdo demistura de grãos para maximizar ou friabilidade ou resistência para equilibraras duas. Alta permeabilidade das ferramentas abrasivas da invenção é parti-cularmente vantajosa em mistura com altas taxas de remoção de metal, mi-nimização da geração de calor na zona de retifica (ou esmerilhagem), e as-sim a produção de vida de roda denteada mais longa e redução de risco dedano metalúrgico.Breve Descrição do Desenho
A figura é uma imagem de microscopia eletrônica de varredura(SEM) do aglomerado de 75% de grãos abrasivos Norton® TG2 e 25% degrãos abrasivos Norton® 38A para uma ferramenta abrasiva ligada da in-venção.
Descrição Detalhada da Invenção
O exposto acima e outros objetos, características e vantagens dainvenção estarão evidentes a partir da seguinte descrição mais particular deconcretizações preferidas da invenção, como ilustrado nos desenhos anexos.Uma ferramenta abrasiva ligada da presente invenção tem umaestrutura permeável, muito aberta tendo porosidade interligada. A ferramentaabrasiva ligada tem pelo menos cerca de 35% de porosidade, de preferênciacerca de 35% a cerca de 80% em volume de porosidade da ferramenta. Emuma concretização preferida, pelo menos cerca de 30% em volume da poro-sidade total é porosidade interligada. Portanto, as ferramentas abrasivas li-gadas da invenção têm alta porosidade interligada, e são particularmenteadequadas para os processo de corte profundo e precisão moderna, tal co-mo retifica (ou esmerilhagem) de alimentação de deformação. Aqui, o termo"porosidade interligada" refere-se à porosidade da ferramenta abrasiva queconsistindo nos interstícios entre partículas de grão abrasivo ligado que es-tão abertas para dar o fluxo de um fluido. A existência de porosidade interli-gada é tipicamente confirmada por introdução medidadamente da permeabi-lidade da ferramenta abrasiva no fluxo de ar ou água sob condições contro-ladas, tais como nos métodos de teste descritos nas Patentes U.S. nos.5.738.696 e 5.738.697, cujos ensinamentos totais são incorporados aqui porreferência.
Aqui, o termo grão abrasivo "filamentar" é usado para referir-se agrão abrasivo de cerâmica filamentar tendo uma seção transversal em geralconsistente ao longo de seu comprimento, onde o comprimento é maior doque a dimensão máxima da seção transversa. A dimensão da seção trans-versa pode ser tão alta quanto cerca de 2 mm, de preferência abaixo de cer-ca de I mm, mais de preferência abaixo de cerca de 0,5 mm. O grão abrasivofilamentar pode se reto, inclinado, curvado ou torcido de modo que o com-primento seja medido ao longo do corpo ao invés de necessariamente emuma linha reta. De preferência, o grão abrasivo filamentar para a presenteinvenção é curvado ou torcido.
O grão abrasivo filamentar para a presente invenção tem umarazão de aspecto de mais do que 1,0, de preferência pelo menos 2:1, e commais preferência pelo menos cerca de 4:1, por exemplo, pelo menos cercade 7: 1 e em uma faixa de entre cerca de 5:1 e cerca de 25:1. Aqui, a "razãode aspecto" ou a "razão de aspecto de comprimento para seção transversal"refere-se à razão entre o comprimento ao longo da dimensão principal emais longa e a extensão maior do grão ao longo de qualquer dimensão per-pendicular à dimensão principal. Onde a seção transversal é outra que nãoredonda, por exemplo, poligonal, a medição mais longa perpendicular à dire-ção longitudinal é usada na determinação na razão de aspecto.
Aqui o termo "grânulos de grão abrasivo aglomerados" ou "grãoaglomerado" refere-se a grânulos tridimensionais compreendendo grão a-brasivo e um material de ligação, os grânulos tendo pelo menos 35% emvolume de porosidade. A não ser que grãos filamentares sejam descritoscomo a formação da totalidade ou parte do grão nos grânulos, os grânulosde grão abrasivo aglomerados consistem em grão abrasivo de forma de es-fera ou com uma forma de bloco tendo uma razão de aspecto de cerca de1,0. Os grânulos de grão abrasivo aglomerados são exemplificados pelosaglomerados descritos na patente U.S. n°. 6.679.758 B2. As ferramentasabrasivas ligadas da invenção são produzidas com misturas de grãos com-preendendo grão abrasivo filamentar, ou em forma livre e/ou forma aglome-rada, juntamente com grânulos de grão abrasivo aglomerados compreen-dendo grão abrasivo de forma de esfera ou de forma de bloco tendo umarazão de aspecto de cerca de 1,0. Em uma alternativa, ferramentas da in-venção são produzidas com grânulos de grão abrasivo filamentar aglomera-dos contendo grão abrasivo de forma de esfera ou de forma de bloco tendouma razão de aspecto de cerca de 1,0. Cada uma dessas ferramentas op-cionalmente podem incluir na mistura de grãos de um ou mais grãos abrasi-vos secundários em forma livre.
Em uma concretização, a mistura compreende o grão abrasivo dealumina de sol-gel filamentar e grânulos de grão abrasivo aglomerados. Nes-sa concretização, a mistura inclui cerca de 5-90%, de preferência cerca de 25-90%, mais de preferência cerca de 45-80% em peso do grão abrasivo de alu-mina de sol-gel filamentar com relação ao peso total da mistura. A misturaulteriormente inclui cerca de 5-90%, de preferência cerca de 25-90%, mais depreferência cerca de 45-80% em peso, dos grânulos de grão abrasivo aglome-rados. A mistura opcionalmente contém um máximo de cerca de 50%, de pre-ferência cerca de 25% em peso de grão abrasivo secundário que é nem ogrão filamentar, nem o grão aglomerado. As quantidades selecionadas dogrão filamentar, o grão aglomerado e o grão abrasivo secundário opcional to-tal 100% em peso da mistura de grão usados nas ferramentas abrasivas dainvenção. Grãos abrasivos secundários adequados para a mistura opcionalcom o grão filamentar e o grão aglomerado são descritos abaixo.
Em uma outra concretização, a mistura compreende um aglome-rado do grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar e os grânulos de grãoabrasivo aglomerados. O aglomerado do grão abrasivo de alumina de sol-gelfilamentar compreende uma pluralidade de grãos do grão abrasivo de alumi-na de sol-gel filamentar e um segundo material de ligação. Os grãos abrasi-vos de alumina de sol-gel filamentares são mantidos em uma forma tridi-mensional pelo segundo material de ligação.
Opcionalmente, o aglomerado do grão abrasivo de alumina desol-gel filamentar ulteriormente compreende um grão abrasivo secundário. Ogrão abrasivo secundário e grão abrasivo filamentar são mantidos em umaforma tridimensional pelo segundo material de ligação. O grão abrasivo se-cundário pode incluir um ou mais dos grãos abrasivos conhecidos na técnicapara o uso nas ferramentas abrasivas, tais como os grãos de alumina, inclu-indo alumina fundida, alumaina de sol-gel sinterizada não filamentar, bauxitasinterizada, e similares, carbeto de silício, alumina-zircônia, aluminooxinitre-to, cérios, sulfóxido de boro, granada, perdeneira, diamante, incluindo dia-mante natural e sintético, nitreto de boro cúbico (CBN), e suas misturas. Ex-ceto quando alumina de sol-gel sinterizada é usada, o grão abrasivo secun-dário pode ser de qualquer forma, incluindo formas de tipo filamento. De pre-ferência, o grão abrasivo secundário é um grão grão abrasivo não filamentar.
As quantidades do grão abrasivo filamentar no aglomerado dogrão abrasivo filamentar está tipicamente em uma faixa de cerca de 15-95%,de preferência cerca de 35- 80%, mais de preferência cerca de 45-75% empeso com relação ao peso total do aglomerado.
A quantidade dos grãos abrasivos secundários no aglomerado dogrão abrasivo filamentar está tipicamente em uma faixa de cerca de 5-85%, depreferência cerca de 5-65%, more de preferência cerca de 10-55% em pesocom relação ao peso total do aglomerado. Como no caso das misturas do grãofilamentar e grão aglomerado, grão secundário opcional pode ser adicionado aogrão filamentar aglomerado para formar a mistura de grão total nas ferramentasabrasivas da invenção. Uma vez que novamente, um máximo de cerca de 50%,de preferência cerca de 25% em peso, do grão abrasivo secundário opcionalpode ser misturado com o aglomerado de grão filamentar para chegar na mistu-ra de grão total usada nas ferramentas abrasivas.
O grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar inclui policris-tais de alumina de sol-gel sinterizada. Alumina de sol-gel semeada ou nãosemeada pode ser incluída no grão abrasivo de alumina de sol-gel filamen-tar. De preferência, um grão abrasivo de alumina de sol-gel, filamentar é u-sado para a mistura de grãos abrasivos. Em uma concretização preferida, ogrão abrasivo de alumina de sol-gel sinterizado inclui predominantementecristais de alfa alumina tendo um tamanho de menos do que cerca de 2 mi-cra, mais de preferência não mais do que cerca de 1-2 micra, ainda mais depreferência menos do que cerca de 0,4 micron.
Grãos abrasivos de alumina de sol-gel podem ser produzidospelos métodos conhecidos na técnica (vide, por exemplo, as Patentes U.S.nos. 4.623.364; 4.314.827; 4.744.802; 4.898.597; 4.543.107; 4.770.671;4.881.951; 5.011.508; 5.213.591; 5.383.945; 5.395.407; e 6.083.622, cujoconteúdo é aqui incorporado por referência.) Por exemplo, tipicamente elessão em geral produzidos por formulação de um gel de alumina hidratada quepode também conter quantidades variáveis de um ou mais modificadores deoxido (por exemplo, MgO, ZrO2 ou óxidos de metal-terroso ou raros), ou ma-teriais de semeadura/nucleação (por exemplo alfa-AI2beta3; P-AI2O3, gama-AI2O3, OC-Fe2O3 ou oxido de cromo), e então secagem e sinterização do gel(vide por exemplo, a Patente U.S. n°. 4.623.364).
Tipicamente, o grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentarpode ser obtido por uma variedade de métodos, tal como por extrusão ourotação de uma solução coloidal ou gel de alumina hidratada para formargrãos filamentares contínuos, secagem dos grãos filamentares assim obti-dos, corte, ou rompimento dos grãos filamentares para os comprimentos de-sejados e então queimia dos grãos filamentares até uma temperatura de, depreferência não mais do que cerca de 1500°C. Métodos preferidos para aprodução do grão são descritos na Patente U.S. n°. 5.244.477, na Patente U.S. n°. 5.194.072 e na Patente U.S. n°. 5.372.620. Extrusão é mais útil parasolução coloidal ou gel de alumina hidratada entre cerca de 0,254 mm e cer-ca de 1,0 mm de diâmetro que, depois da secagem e queima, são aproxi-madamente equivalentes no diâmetro àquele das aberturas de peneira usa-da para abrasivos de 100 grãos a 24 grãos, respectivamente. Rotação émais útil para grãos filamentares dimensionados de menos do que cerca de100 micra de diâmetro depois da queima.
Géis mais adequados para a extrusão em geral tem um teor desólido de cerca de 30-68%. O teor ótimo de sólido varia com o diâmetro dofilamento a ser extrudado. Por exemplo, um teor de sólido de cerca de 60%é preferidio para grãos abrasivos filamentares tendo um diâmetro de queimade aproximadamente equivalente à abertura de peneira para um grão abra-sivo triturado de 50 grãos. Se os grãos abrasivos de alumina de sol-gel fila-mentares são formados por rotação, é desejável adicionar cerca de 1% a 5%de um auxiliar de rotação de formação não vítrea, tal como óxido de polieti-leno, à solução coloidal a partir do qual o gel é formado a fim de prover vis-cosidade e propriedades de elasticidade desejáveis ao gel para a formaçãode grãos abrasivos filamentares. O auxiliar de rotação é extinguidos dosgrãos abrasivos filamentares curante a calcinação ou queima.
Quando um grão abrasivo de alumina de sol-gel semeado, fila- mentar é usado para a mistura de grãos abrasivos, durante o processo deextrusão ou rotação de uma solução coloidal ou gel de alumina hidratada emgrãos filamentares contínuos, uma quantidade eficaz de um material de se-mente cristalina que promove uma rápida conversão da alumina hidratadano gel em cristais de alfa alumina muito finos é de preferência adicionado.
Exemplos do material de semente são como descritos acima.
Várias formas desejadas podem ser geradas para grãos de gelextrudados por extrusão do gel através de matriz tendo a forma desejada paraseção transversal dos grãos. Esses podem ser, por exemplo, de forma qua-drada, de diamante, oval, tubular, ou de estréia. Em geral, no entanto, a seçãotransversal é redonda. Os grãos filamentares contínuos inicialmente formadossão de preferência rompidos ou cortados nos comprimentos da dimensão má-xima desejada para a aplicação de retifica (ou esmerilhagem) pretendida. De-pois dos grãos de gel filamentares foram formados como desejados, foramcortados ou foram triturados, e foram queimados se necessários, eles sãoconvertidos em uma forma final de grãos abrasivos por queima controlada.
Em geral, uma temperatura para a etapa de queima está em uma faixa deentre cerca de 1200°C e cerca de 1350°C. Tipicamente, tempo de queimaestá em uma faixa de entre cerca de 5 minutos e 1 hora. No entanto, outrastemperaturas e tempos podem também ser usados. Para grãos mais grossosdo que cerca de 0,25 mm, é preferido preferir o material seco a cerca de 400-600°C de cerca de várias horas a cerca de 10 minutos a fim de remover osvoláteis e água ligada restantes que podem causar craqueamento do grãosdurante a queima. Particularmente para os grãos formados a partir de géissemeados, queima excessiva rapidamente causa grãos maiores para absor-ver na maioria de todos os grãos menores ligados a eles, desse modo diminu-indo a uniformidade do produto sobre uma escala microestrutural.
Grânulos de grão abrasivo aglomerados para a mistura de grãosabrasivos na presente invenção são grânulos tridimensionais que incluemuma pluralidade de grãos abrasivos e um material de ligação. Os grânulosde grão abrasivo aglomerados têm uma dimensão média que é cerca de 2 a20 vezes maior do que o tamanho do grão médio dos grãos abrasivos. Depreferência, os grânulos de grão abrasivo aglomerados têm diâmetro médioem uma faixa de entre cerca de 200 e cerca de 3000 micrômeteros. Tipica-mente, os grânulos de grão abrasivo aglomerados têm uma densidade deembalagem livre (LPD) de, por exemplo, cerca de 1,6 g/cc para o grão detamanho de unidade de medida de lixa 120 (106 micra) e cerca de 1,2 g/ccpara grão de tamanho de unidade de medida de lixa 60 (250 micra), e umaporosidade de cerca de 30 a 88%, em volume. Grânulos de grão abrasivofilamentar aglomerados produzidos com grão de TG2 têm uma densidade deembalagem livre de cerca de 1,0 g/cc. Para a maioria dos grãos, a densida-de de embalagem livre do grão abrasivo aglomerado é cerca de 0,4 vez adensidade de embalagem livre do mesmo grão medido como livre, grão nãoaglomerado. Os grânulos de grão abrasivo aglomerados de preferência têmum falor de resistência a trituração mínima de cerca de 0,2 MPa.
Os grânulos de grão abrasivo aglomerados podem incluir um oumais dos grãos abrasivos conhecidos como sendo adequados para o usonas ferramentas abrasivas, tais como os grãos de alumina, incluindo aluminafundida, alumina sinterizada de sol-gel não filamentar, bauxita sinterizada, esimilares; carbeto de silício; alumina-zircônia, incluindo alumina-zircônia co-funida e alumina-zircônina sinterizada; oxinireto de alumínio; sulfóxido deboro; granada; perdeneira; diamante, incluindo diamante sintético e natural;nitreto de boro cúbico (CBN); e suas misturas. Exemplos adicionais de grãosabrasivos adequados incluem grãos abrasivos de alumina de sol-gel sinteri-zados, não semeados que incluem alfa-alumina microcristalina e pelo menosum modificador de oxido, tais como óxidos de metal de terra-rara (por exem-plo, CeO2, Dy2O3, Er2O3, Eu2O3, La2O3, Nd2O3, Pr2O3, Sm2O3, Yb2O3 eGd2O3), óxidos de metal alcalinos (por exemplo, Li2O, Na2O e K2O), óxidosde metal alcalino-terroso (por exemplo, MgO, CaO, SrO e BaO) e óxidos demetal de transição (por exemplo, HfO2, Fe2O3, MnO, NiO, TiO2, Y2O3, ZnO e2) (vide, por exemplo, as Patentes U.S. nos. 5.779.743, 4.314.827,4.770.671, 4881.951, 5429.647 e 5.551.963, cujos ensinamentos totais sãoincorporados aqui por referência). Exemplos específicos dos grãos abrasivosde alumina de sol-gel sinterizados, semeados incluem aluminatos de terra-rara representados pela fórmula de LnMAI11Oi9, em que Ln é um íon de me-tal trivalente tal como La, Nd, Ce, Pr, Sm, Gd, ou Eu, e M é um cátion demetal divalente tal como Mg, Mn, Ni, Zn1 Fe, ou Co (vide, por exemplo, a Pa-tente U.S. n°. 5.779.743). Tais aluminatos de terra-rara têm uma estrutura decristal hexagonal, algumas vezes chamada de uma estrutura de cristal deplumbita de magneto. Uma variedade de exemplos de grânulos de grão a-brasivo aglomerados podem ser encontrados na Patente U.S. n°. 6.679.758B2 e na publicação de pedido de Patente U.S. n°. 2003/0194954, cujos en-sinamentos totais são incorporados aqui por referência.
Qualquer tamanho ou forma do grão abrasivo pode ser usado.De preferência, o tamanho dos grânulos de grão abrasivo aglomerados paraa mistura de grãos abrasivos é escolhida para minizar a perda na permeabi-lidade e porosidade da roda denteada. Tamanhos de grão adequados para ouso nos grânulos de grão abrasivo aglomerados variam de grossuras de li-xas abrasivas regulares (por exemplo, maior do que cerca de 60 e até cercade 7.000 micra) para grossuras de lixas microabrasivas (por exemplo, cercade 0,5 a cerca de 60 micra), e misturas desses tamanhos. Para uma dadaoperação de retifica (ou esmerilhagem) abrasiva, pode ser desejável aglo-merar grãos abrasivos com um tamanho de unidade de medida de lixa me-nor do que um grão abrasivo (não aglomerado) normalmente selecionadospara essa operação de retifica (ou esmerilhagem) abrasiva. Por exemplo,abrasivo de tamanho de unidade de medida de lixa 80 aglomerado (180 mi-cra) pode ser usado como substituto de abrasivo de unidade de medida delixa 54 (300 micra), para abrasivo de unidade de medida de lixa 100 (125micra) e unidade de medida de lixa 60 aglomerados (250 micra) e de unida-de de medida de lixa 120 aglomerado (106 micra) para abrasivo de unidadede medida de lixa 80 (180 micra).
Um tamanho de aglomerado preferido para grãos abrasivos típi-cos varia de cerca de 200 a cerca de 3,000, mais de preferência cerca de350 a cerca de 2.000, com mais preferência cerca de 425 a cerca de 1.000micrômetros no diâmetro médio. Para o microgrão abrasivo, um tamanho deaglomerado preferido varia de cerca de 5 a cerca de 180, mais de preferên-cia cerca de 20 a cerca de 150, com mais preferência cerca de 70 a cerca de120 micrômeteros no diâmetro médio.
Nos grânulos de grão abrasivo aglomerados para a invenção,grãos abrasivos estão tipicamente presentes a cerca de 10 a cerca de 95%em volume do aglomerado. De preferência, grãos abrasivos estão presentesa cerca de 35 a cerca de 95% em volume, mais de preferência cerca de 48 acerca de 85% em volume do aglomerado. O restante do aglomerado com-preende material aglutinante e poros.Como com os grânulos de grão abrasivo aglomerados, um a-glomerado de grãos abrasivos de sol-gel filamentares para o uso na presen-te invenção são grânulos tridimensionais que incluem uma pluralidade degrãos abrasivos de sol-gel filamentares e um segundo material de ligação.
De preferência, o aglomerado dos grãos abrasivos de sol-gel filamentaresulteriormente inclui um grão abrasivo secundário como descrito acima. Emum exemplo específico, o grão abrasivo secundário é não filamentar na for-ma. Em uma concretização, o aglomerado de grão abrasivo de sol-gel fila-mentar que inclui uma pluralidade de grãos do grão abrasivo de sol-gel fila-mentar e grão abrasivo secundário podem ser usados para a mistura degrãos abrasivos em mistura com os grânulos de grão abrasivo aglomerados.
Em uma outra concretização, o aglomerado do grão abrasivo de sol-gel fila-mentar que inclui uma pluralidade de grãos do grão abrasivo de sol-gel fila-mentar e grão abrasivo secundário podem ser usados para um abrasivo paraas ferramentas abrasivas da invenção sem combinar com os grânulos degrão abrasivo aglomerados. Características típicas dos aglomerados degrãos abrasivos de sol-gel filamentares são como discutidas acima para osgrânulos de grão abrasivo aglomerados.
Por seleção de tamanhos de unidade de medida de lixa diferen-tes para as misturas do grão filamentar e do grão não filamentar, pode-seajustar o desempenho de retifica (ou esmerilhagem) de ferramentas abrasi-vas contendo os grãos aglomerados. Por exemplo, uma ferramenta usadaem uma operação de retifica (ou esmerilhagem) operada a uma taxa de re-moção de material relativamente alta (MRR) pode ser produzida com umaglomerado de grão compreendendo um grão de alumina formado por blocoou quadrado de unidade de medida de lixa 46 (355 micra) e um grão de TG2de unidade de medida de lixa 80 (180 micra). De uma forma similar, ferra-mentas talhadas para altas operações de MRR podem conter aglomeradosexatamente o grão de alumina em forma de bloco ou quadrado de unidadede medida de lixa 46 misturado com grãos não aglomerados, livres de grãode TG2 de unidade de medida de lixa 80. Em um outro exemplo, uma ferra-menta usada em uma operação de retifica (ou esmerilhagem) que exige a-cabamento de superfície fina, controlado, sem arranhões sobre a superfíciede peça a trabalhar, pode ser produzida com um aglomerado de grão com-preendendo um grão de alumina em forma de bloco ou quadrado de unidadede medida de lixa 120 grit (106 micra) e um grão de TG2 de unidade de me-dida de lixa 80 (180 micra). Em uma concretização alternativa, ferramentastalhadas para operações de retifica (ou esmerilhagem) ou polimento de qua-lidade de superfície fina podem conter aglomerados de exatamente o grãode alumina em forma de bloco ou quadrado de unidade de medida de lixa120 (106 micra) misturado com grãos não aglomerados, livres de grãos deTG2 de unidade de medida de lixa 80 (180 micra).
Qualquer material de ligação (ligação) tipicamente usado paraferramentas abrasivas ligadas na técnica pode ser usado para para o materialde ligação dos grânulos de grão abrasivo aglomerados (aqui em seguida "oprimeiro material de ligação") e o segundo material de ligação do aglomeradode grãos abrasivo de sol-gel filamentares. De preferência, o primeiro e o se-gundo materiais de ligação são cada um incluem um material inorgânico, taiscomo materiais cerâmicos, materiais vitrificados, composições de ligação vitri-ficadas e suas misturas, mais de preferência materiais cerâmicos e vitrificadosda espécie usada como sistemas de ligação para ferramentas abrasivas liga-das vitrificadas. Esses materiais de ligação vitrificados podem ser um vidropré-queimado retificado (ou esmerilhado) para formar um pó (uma frita), ouuma mistura de várias matérias-primas tais como argila, feldspato, cal, bórax esoda, ou uma mistura de matérias-primas e fritas. Tais materiais se fundem eformam uma fase vítrea líquida a temperaturas que variam de cerca de 500 acerca de 1400°C e molham a superfície do grão abrasivo para criar colunasde ligação no resfriamento, assim mantendo-se o grão abrasivo dentro deuma estrutura de compósito. Exemplos de materiais de ligação adequadospara o uso nos aglomerados podem ser encontrados, por exemplo, na Paten-te U.S. n°. 6.679.758 B2 e na publicação de pedito de Patente U.S. n°.2003/0194954. Materiais de ligação preferidos são caracterizados por umaviscosidade de cerca de 345 a 55.300 poise a cerca de 1180°C, e por umatemperatura de fusão de cerca de 800 a cerca de 1300°C.Em uma concretização preferida, o primeiro e o segundo materi-ais de ligação são cada um independentemente uma composição de ligaçãovitrificada compreendendo um composição de oxido queimada de SiO2,B2O3, AI2O3, óxidos alcalino-terrosos e óxidos alcalinos. Um exemplo decomposição de óxido queimadas inclui 71% em peso de SiO2 e B2O3, 14%em peso de AI2O3, menos do que 0,5% em peso de óxidos alcalino-terrosose 13% em peso de óxidos alcalinos.
O primeiro e o segundo materiais de ligação também podem serum material cerâmico, incluindo sílica, silicatos de alcalino-terrosos, alcalinosmistos e alcalino-terrosos, silicatos de alumínio, silicatos de zircônio, silicatoshidratados, aluminatos, óxidos, nitretos, oxinitretos, carbetos, oxicarbetos esuas misturas e derivados. Em geral, materiais cerâmicos diferem de materi-ais vítreos ou vitrificados pelo fato de que os materiais cerâmicos compreen-dem estruturas cristalinas. Algumas fases vítreas podem estar presentes emmistura com as estruturas cristalinas, particularmente em materiais cerâmi-cos em um estado não refinado. Materiais cerâmicos em um estado bruto,tais como argilas, cimentos e minerais, podem ser usados aqui. Exemplos demateriais cerâmicos específicos para o uso aqui incluem sílica, silicatos desódio, mulita e outros silicatos de alumino, zircônia-mulita, aluminato demagnésio, silicato de magnésio, silicatos de zircônio, feldspato, e outros sili-catos de alumino aclalinos, espinélio, aluminato de cálcio, aluminato demagnésio e outros aluminatos alcalinos, zircônia, zircônia estabilizada comítrio, magnésia, cálcia, óxido de cério, titânia, ou outros aditivos de terra-rara,talco, óxido de ferro, óxido de alumínio, boêmita, óxido de boro, óxido decério, alumina-oxinitreto, nitreto de boro, nitreto de silício, grafite e misturasdesses materiais cerâmicos.
Em geral, o primeiro e o segundo materiais de ligação são cadaum independentemente usado em forma de pó e opcionalmente, são adicio-nados a um veículo líquido para assegurar uma mistura homogênea, unifor-me de material de ligação com grão abrasivo durante a fabricação dos aglo-merados.
Uma dispersão de aglutinantes orgânicos é de preferência adicio-nada aos componentes de material de ligação de pó como auxiliares de mol-dagem ou processamento. Esses aglutinantes podem incluir dextrinas, amido,cola de proteína de animal e outros tipos de cola; um componente líquido, taiscomo água, solvente, viscosidade ou modificadores de pH; e misturação deauxiliares. Uso de aglutinantes orgânicos aperfeiçoa uniformidade de aglome-rado, particularmente a uniformidade da dispersão de material de ligação nogrão, e a qualidade estrutural dos aglomerados pré-queimados ou verdes,bem como aquele da ferramenta abrasiva queimad contendo os aglomerados.Uma vez que os aglutinantes orgânicos são separados por queimação duran-te a queima dos aglomerados, eles não se tornam parte do aglomerado aca-bado nem da ferramenta abrasiva acabada. Um promotor de adesão inorgâni-co pode ser adicionado à mistura para aperfeiçoar adesão dos materiais deligação ao grão abrasivo quando necessário aperfeiçoar a qualidade da mistu-ra. O promotor de adesão inorgânica pode ser usado com ou sem um agluti-nante orgânico na preparação dos aglomerados.
Embora materiais de ligação de fusão em alta temperatura se-jam preferidos nos aglomerados da invenção, o material de ligação podetambém compreender outros aglutinantes inorgânicos, aglutinantes orgâni-cos, materiais de ligação orgânicos, materiais de ligação de metal e suasmisturas. Material de ligação usados na indústria de ferramenta abrasivacomo ligações para abrasivos ligados orgânicos, abrasivos revestidos, abra-sivos ligados de metal e similares são preferidos.
O material de ligação está presente a cerca de 0,5 a cerca de15% em volume, mais de preferência cerca de 1 a cerca de 10% em volume,e com mais preferência cerca de 2 a cerca de 8% em volume do aglomerado.
A % em volume de porosidade preferida dentro do aglomerado étão alta quanto tecnicamente possível dentro das limitações de resistência me-cânica do aglomerado necessárias para fabricar uma ferramenta abrasiva emoer com ela. Porosidade pode variar de cerca de 30 a cerca de 88% em vo-lume. Uma porção (por exemplo, até cerca de 75% em volume) da porosidadedentro dos aglomerados está de preferência presente como porosidade interli-gada, ou porosidade permeável ao fluxo de fluidos, incluindo líquidos (por e-xemplo, retifica (ou esmerilhagem) de refrigerante e Iimalha de ferro) e ar.
A densidade dos aglomerados podem ser expressos em nume-rosos meios. A densidade aparente dos aglomerados pode ser expressacomo a LPD. A densidade relativa dos aglomerados pode ser expressa co-mo uma percentagem de densidade relativa inicial, ou como uma razão dadensidade relativa dos aglomerados para os componentes usados para pro-duzir os aglomerados, levando em conta o volume de porosidade interligadanos aglomerados.
A densidade relativa média inicial, expressa como uma percen-tagem, pode ser calculada por divisão da LPD por uma densidade teóricados aglomerados assumindo porosidade de zero. A densidade teórica podeser calculada de acordo com à regra volumétrica de método de misturas apartir da percentagem em peso e da gravidade específica do material de Igi-ação e do grão abrasivo contido nos aglomerados. Para os aglomeradosúteis na invenção, uma percentagem máxima de densidade relativa é cercade 50% em volume, com uma percentagem máxima de densidade relativade cerca de 30% em volume sendo mais perferidos.
A densidade relativa pode ser medida por uma técnica de volu-me de deslocamento de fluido de modo a incluir porosidade interligada e ex-clui porosidade de célula fechada. A densidade relativa é a razão do volumedos aglomerados medido por deslocamento de fluido para o volume do ma-terial usado para produzir os aglomerados. O volume dos materiais usadospara produzir os aglomerados é uma medida do volume aparente com basenas quantidades e densidades de embalagem do grão abrasivo e materialaglutinante usado para para produzir os aglomerados. Em uma concretiza-ção preferida, uma densidade relativa máxima dos aglomerados de prefe-rência é cerca de 0,7, com uma densidade relativa máxima de cerca de 0,5senso mais preferida.
Os aglomerados dos grãos abrasivos podem ser transformadospor uma variedade de técnicas em numerosas formas e tamanhos. Essastécnicas podem ser realizadas antes, durante ou depois da queima do mistu-ra de estágio ("verde") inicial de grão e material de ligação. A etapa de aque-cimento da mistura leva o material de ligação a funidr e fluir, assim aderindoo material de ligação ao grão e fixando o grão em uma forma aglomerada, échamdo de queima, calcinação ou sinterização. Qualquer método conhecidona técnica para a aglomerção de misturas de partículas pode ser usado parapreparar os aglomerados abrasivos. Por exemplo, métodos descritos na Pa-tente U.S. n°. 6.679.758 B2 e na publicação de pedido de patente N0.2003/0194954, cujos ensinamentos totais são incorporados aqui por referên-cia, podem ser usados.
Em uma concretização preferida, os aglomerados de grãos a-brasivos, tais como grânulos de grão abrasivo aglomerados sinterizados, sãopreparados pelas etapas de: i) introdução dos grãos abrasivos e do materialde ligação em um forno de calcinação rotativo a uma taxa de alimentaçãocontrolada; ii) rotação do forno a uma velocidade controlada; iii) aquecimentoda mistura a uma taxa de aquecimento determinada pela taxa de alimenta-ção e pela velocidade do forno para uma temperatura em uma faixa de entrecerca de 80°C e cerca de 1300°C; iv) tamboramento do grão e do materialde ligação no forno até que o material de ligação aderir aos grão e uma plu-ralidade de grãos aderirem entre si para criar os grânulos aglomerados sinte-rizados; e v) recuperação dos grânulos aglomerados sinterizados a partir doforno. De preferência, os grânulos aglomerados sinterizados têm uma densi-dade de embalagem livre igual a ou menor do que cerca de 1,6 g/cc.
Em um exemplo do processo usado aqui para produzir aglome-rados, a mistura incial de grão e o material de ligação são aglomerados an-tes da queima da mistura de modo a criar uma estrutura mecânica relativa-mente fraca chamado de um "aglomerado verde" ou "aglomerado pré-queimado". Nessse exemplo, o grão abrasivo e materiais de ligação podemser aglomerados no estado verde por numerosas técnicas diferentes, porexemplo, em um peletizador de tina, e então introduzidos em um aparelhode calcinação rotativo para a sinterização. Os aglomerados verdes podemser colocados sobre uma bandeja ou estante e queimados no forno, semtamboramento, em um processo contínuo ou por batelada.
O grão abrasivo pode ser transportado para dentro de um leitofluidizado, então foi molhado com líquido contendo o material de ligação pa-ra aderir o material de ligação ao grão, triado quanto ao tamanho do aglome-rado, então queimado em um forno ou um aparelho de calcinação.
Peletizador de tina pode ser realizado por adição de grão a umatijela misturadora, e medição de um componente líquido contendo o materialde ligação (por exemplo, água, ou aglutinante orgânico e água) sobre o grão,com misturação, para aglomerá-los entre si. Uma dispersão líquida do mate-rial aglutinante, opcionalmente com um aglutinante orgânico, pode ser borri-fado sobre o grão, e então o grão revestido pode ser misturado para formaraglomerados.
O aparelho de extrusão de baixa pressão pode ser usado paraextrudar uma pasta de grão e material de ligação em tamanho e formas quesão secas para formar aglomerados. Uma pasta pode ser produzida dos ma-teriais de ligação e grão com uma solução de aglutinante orgânico, e extru-dada em uma forma desejada, por exemplo, partículas filamentares, com oaparelho e o método descritos na Patente U.S. n°. 4.393.021, cujos ensina-mentos totais são incorporados aqui por referência.
Em um processo de granulação por via seca, uma folha ou blocoproduzido de grão abrasivo embutido em dispersão ou pasta do material deligação pode ser seco e então um compactador de rolos pode ser usado pa-ra romper o compósito de grão e material de ligação.
Em um outro método de produção de aglomerados verdes ouprecursores, a mistura do material de ligação e do grão podem ser adiciona-dos a um dispositivo de moldagem e a mistura moldada para formar formas epastilhas precisas, por exemplo, do modo descrito na Patente U.S. n°.6.217.413 B1, cujos ensinamentos totais são incorporados aqui por referência.
Em um segundo exemplo do processo útil aqui para a produçãode aglomerados, uma mistura simples, de preferência uma mistura substan-cialmente homogênea, do grão e do material de ligação (opcionalmente comum aglutinante orgânico) é introduzida em um aparelho de calcinação rotati-vo (vide, por exemplo, a Patente U.S. n°. 6.679.758). A mistura é tratada emtambor a um rpm predeterminado e ao longo de uma inclinação predetermi-nada, com a aplicação de calor. Aglomerados são formados uma vez que amistura de material de ligação aquece, flui e adere ao grão. As etapas dequeima e aglomeração são realizadas simultaneamente a taxas e volumescontrolados de alimentação e aplicação de calor. A taxa de alimentação emgeral é ajustada para fornecer um fluxo que ocupa aproximadamente de 8-12% em volume do tubo (isto é, a porção do forno) do aparelho de calcina-ção rotativo para manter a viscosidade dos materiais de ligação em um es-tado líquido a uma viscosidade de pelo menos cerca de 1.000 poise. Issoevita fluxo excessivo do material de ligação sobre a superfície do tubo e per-da do material de ligação da superfície do grão abrasivo. O processo de a-glomeração para a aglomeração e queima dos aglomerados podem ser rea-lizados em uma única etapa de processo ou em duas etapas separadas, depreferência, em uma única etapa de processo.
Máquinas de calcinação rotativas adequadas podem ser obtidasa partir de Harper International, Buffalo, N.Y., ou da Alstom Power, Inc., Ap-plied Test Systems, Inc., e outros fabricantes de equipmento. O aparelhoopcionalmente pode ser ajustado com dispositivos eletrônicos, dispositivosde detecção e controle no processo, um sistema de resfriamento, vários pro-jetos de aparelho de alimentação e outros dispositivos opcionais.
Quando da aglomeração de grão abrasivo com materiais de li-gação de temperatura de cura mais baixa (por exemplo, cerca de cerca de80 a cerca de 500°C), um aparelho de forno rotativo equipado com uma se-cadora rotativa pode ser usada. A secadora rotativa fornece ar quente à ex-tremidade da descarga do tubo para aquecer mistura de grão abrasivo, des-so modo curando o material de ligação e ligando-o ao grão, e desse modoaglomerar o grão abrasivo como ele é coletado a partir do aparelho. Comousado aqui, o termo "forno de calinação rotativo" é exemplifcado por tais dis-positivos de secadora rotativa.
Em um terceiro exemplo do processo útil aqui para a produçãode aglomerados, uma mistura do grão abrasivo, materiais de ligação e umsistema de aglutinante orgânico é introduzido em um forno, sem pré-aglo-meração, e é aquecido. A mistura é aquecida até uma temperatura suficien-temente alta para levar o material de ligação a se fundir, fluir e aderir aogrão, então é resfriada para produzir um compósito. O compósito é trituradoe peneirado para produzir os aglomerados sinterizados.
Em um quarto exemplo, os aglomerados não são sinterizadosantes da produção da ferramenta abrasiva, ao invés dos aglomerados "ver-des" são moldados com material de ligação para formar um corpo de ferra-menta e o corpo é queimado para formar a ferramenta abrasiva. Em um mé-todo preferido da reação desse processo, um material de ligação vitrificadoalta viscosidade (quando fundido para formar um líquido) é usado para a-glomerar grão no estado verde. Os aglomerados verdes são secos no fornoe são misturados com uma segunda composição de ligação vitrificada, depreferência de viscosidade mais baixa e foram moldados na forma de umaferramenta abrasiva verde. Essa ferramenta verde é queimada a uma tem-peratura que seja eficaz para se fundir, mas para evitar fluxo de, material deligação vitrificado de alta viscosidade. A temperatura de queima é selcionadaser suficientemente alta para fundir a composição de material de ligação emum vidro; desse modo aglomerando o grão, e causando a composição deligação a fluir, ligar os aglomerados e formar a ferramenta. Não é essencialselecionar materiais de viscosidade diferente e materiais com fusão diferenteou temperaturas de fusão para realizar esse processo. Outras misturas demateriais de ligação e materiais ligação conhecidos na técnica podem serusados nessa técnica para a produção de ferramentas abrasivas a partir dosaglomerados de estado verde.
As ferramentas abrasivas ligadas da invenção incluem em geralqualquer tipo de produto abrasivo convencional. Exemplos de tais produtosabrasivos convencionais incluem rodas denteadas de retifica (ou esmerilha-gem), rodas denteadas de corte e pedras de amolar, que são constituídos deum componente de ligação e uma mistura dos grãos abrasivo, ou um aglo-merado de grãos abrasivos de sol-gel filamentares, como descritos acima.Métodos adequados para a produção de ferramentas abrasivas ligadas sãodescritos nas Patentes U.S. nos. 5.129.919, 5.738.696 e 5.738.697, cujosensinamentos são incorporados aqui por referência.Qualquer ligação normalmente usada em artigos abrasivos po-dem ser empregados na presente invenção. As quantidades da ligação eabrasivo variam tipicamente de cerca de 3% a cerca de 25% de ligação ecerca de 10% a cerca de 70% em volume de grão abrasivo da ferramenta.De preferência, a mistura de grãos abrasivos estão presentes na ferramentaabrasiva ligada em uma quantidade de cerca de 10-60%, mais de preferên-cia cerca de 20-52% em volume da ferramenta. Também, qunado o aglome-rado de grãos abrasivo de sol-gel filamentares é usado sem combinar comos grânulos abrasivos aglomerados, a quantidade do aglomerado de grãosabrasivo de sol-gel filamentares estão presentes na ferramenta abrasiva li-gada em uma quantidade de cerca de 10-60%, mais de preferência cerca de20-52% em volume da ferramenta. Uma quantidade preferida da ligação po-de variar dependendo do tipo de ligação usado para a ferramenta abrasiva.
Em uma concretização, as ferramentas abrasivas da invençãopodem ser ligadas com uma ligação de resina. Ligações de resina adequa-das inclue resinas fenólicas, resinas de uréia-formaldeído, resinas de mela-mina-formaldeído, resinas de uretano, resinas de acrilato, resinas de poliés-ter, resinas de aminoplasto, resinas de epóxi, e suas misturas. Exemplos detais ligações e técnicas de resina adequadas para a fabricação de tais liga-ções tais ligações podem ser encontradas, por exemplo, nas Patentes U.S.nos. 6.251.149; 6.015.338; 5.976.204; 5.827.337; and 3.323.885, cujos ensi-namentos são incorporados aqui por referência. Tipicamente, as resinas deligação estão contidas nas composições das ferramentas abrasivas em umaquantidade de cerca de 3% - 48% em volume. Opcionalmente, aditivos taiscomo fibras, auxiliares de retifica (ou esmerilhagem), lubrificantes, agentesde umectação, tensoativos, pigmentos, corantes, agentes antiestáticos (porexemplo, negro-de-fumo, oxido de vanádio, grafite, etc.), agentes de aco-plamento (por exemplo, silanos, titanatos, zircoaluminatos, etc.), plastifican-tes, agentes de suspensão e similares, podem ser ulteriormente adicionadosnas ligações de resina. Uma quantidade típica dos aditivos é cerca de 0-70%em volume da ferramenta.
Em uma outra concretização, o componente de ligação da fer-ramenta compreende um material inorgânico selecionado do grupo que con-siste em materiais de cerâmica, materiais vitrificados, composições de liga-ção vitrificadas e suas misturas. Exemplos de ligações adequadas podemser encontrados nas Patentes U.S. nos. 4.543.107; 4.898.597; 5.203.886;5.025.723; 5.401.284; 5.095.665; 5.711.774; 5.863.308; e 5.094.672, cujosos ensinamentos são incorporados aqui por referência. Por exemplo, liga-ções vítreas adequadas para a invenção incluem ligações vítreas conven-cionais para grãos abrasivo de alumina de sol-gel ou de alumina fundida.Tais ligações são descritas nas Patentes U.S. nos. 5.203.886, 5.401.284 e5.536.283. As ligações vítreas podem ser queimadas em temperaturas rela-tivamente baixas, por exemplo, cerca de 850-1200°C. Outras ligações ví-treas adequadas para o uso na invenção podem ser queimadas a temperatu-ras abaixo de cerca de 875°C. Exemplos dessas ligações são descritas naPatente U.S. n°. 5.863.308. De preferência, várias ligações que podem serqueimadas a uma temperatura em uma faixa de entre cerca de 850°C e cer-ca de 1200°C são empregadas na invenção. Em um exemplo específico, aligação vítrea é um silicato de boro alumina alcalino (vide, por exemplo, asPatentes U.S. nos. 5.203.886, 5.025.723 e 5.711.774).
As ligações vítreas estão contidas nas composições das ferra-mentas abrasivas tipicamente em uma quantidade de menos do que cercade 28% em volume, tais como entre cerca de 3 e cerca de 25% em volume;entre cerca de 4 e cerca de 20% em volume; e entre cerca de 5 e cerca de18,5% em volume.
Opcionalmente, o componente de ligação da ferramenta abrasi-va e os materiais de ligação, incluindo o primeiro e o segundo materiais deligação, podem incluir o mesmo tipo de composições de ligação, tal comocomposição de ligação vitrificaa compreendendo composições de oxidoqueimadas de SiO2, B2O3, AI2O3, óxidos alcalino-terrosos e óxidos alcalinos.
O grão abrasivo de sol-gel filamentar em mistura do grão abrasi-vo aglomerado, ou o aglomerado de grão abrasivo de sol-gel filamentar comou sem mistura com os grânulos de grão abrasivo aglomerados, permite aprodução de ferramentas abrasivas ligadas com uma estrutura altamenteprososa e permeável. No entanto, opcionalmente, meios de indução de poroconvencional tais como contas de vidro ocas, contas de vidro sólidas, contasde resinas ocas, contras de resina sólidas, partículas de vidro espumados,alumina borbulhada, e similares, podem ser incorporados nas presentes ro-das denteadas desse modo provendo ainda mais Iatidude com relação à va-riações de número de estrutura e grau.
As ferramentas abrasivas ligadas da invenção de preferênciacontêm de cerca de 0,1% a cerca de 80% em volume de porosidade. Maisde preferência, elas contêm de cerca de 35% a cerca de 80%, e ainda maiselas contêm de cerca de 40% a cerca de 68% em volume da ferramenta.
Quando uma ligação de resina é empregada, a mistura ligada degrãos abrasivos e componente de ligação de resina é curada a uma tempe-ratura, por exemplo, em uma faixa entre entre cerca de 60°C e cerca de300°C para produzir uma ferramenta abrasiva resinóide. Quando uma liga-ção vítrea é empregada, a mistura misturada de grãos abrasivos e compo-nente de ligação vítrea é queimada a uma temperatura, por exemplo, emuma faixa entre cerca de 600°C e cerca de 1350°C para produzir uma ferra-menta abrasiva vitrificada.
Quando ligação é empregada, as ferramentas abrasivas vitrifica-das tipicamente é queimada por métodos conhecidos por aqueles versadosna técnica. As condições de queimação são principalmente determinadaspela ligação real e abrasivos usados. Queima pode ser realizada em umaatmosfera inerte ou em ar. Em algumas concretizações, os componentesmisturados são queimados em uma atmosfera de ar ambiente. Como usadoaqui, a frase "atmosfera de ar ambiente", refere-se a tirada de ar do ambien-te sem tratamento.
Processos de compressão e de moldagem para formar ferra-mentas abrasivas, tais como rodas denteadas, pedras, pedras de amolar esimilares, podem ser realizados por métodos conhecidos na técnica. Por e-xemplo, na Patente U.S. n°. 6.609.963, cujos ensinamentos são incorpora-dos aqui por rferencia, ensina um tal método adequado.
Tipicamente, os componentes são combinandos por mistura me-cânica. Ingredientes adicionais, tal como, por exemplo, aglutinante, pode serincluído, como é conhecido na técnica. Componentes podem ser misturadosseqüencialmente ou em uma única etapa. Opcionalmente, a mistura resul-tante pode ser peneirada para remover aglomerados que podem ser formados durante a mistura.
A mistura é colocada em um molde apropriado para pressão. Êm-bolos modelados são usualmente empregados para destampar a mistura. Emum exemplo, os componentes misturados são moldados e são comprimidos emuma forma adequada para um aro de roda denteada. Compressão pode porqualquer meio adequado, tal como compressão a frio ou por compressão aquente, como descrito na Patente U.S. n°. 6.609.963. Métodos de moldagem ecompressão que evitam trituração dos corpos ocos são preferidos.
Compressão a frio é preferido e em geral inclui aplicação, a tem-peratura ambiente, de uma pressão inicial suficiente para manter o conjunto de molde junto.
Quando a compressão a quente é empregada, pressão é aplica-da antes de, bem como durante, queima. Alternativamente, pressão podeser aplicado ao conjunto de molde depois que um artigo é removido a partirde um forno, que é chamado de "chunha quente".
Em algumas concretizações onde os corpos ocos são emprega-dos, de preferência pelo menos 90% em peso dos corpos ocos permanecemintactos depois da moldagem e compressão.
O artigo abrasivo é removido a partir do molde e é resfriado a ar.Em uma última etapa, a ferramenta queimada pode ser afuada e acabada deacordo com a prática padrão, e então testada por velocidades antes do uso.
As ferramentas abrasivas da invenção são adequadas para reti-fica (ou esmerilhagem) de todos os tipos de metais, tais como vários açosincluindo aço inoxidável, aço fundido e aço endurecido; ferros fundidos, porexemplo, ferro flexível, ferro maleável, ferro de grafite esferoidal, ferro esfria-do e ferro modular; e metais como cromo, titânio e alumínio. Em particular,as ferramentas abrasivas da invenção são eficientes nas aplicações de reti-fica (ou esmerilhagem) onde há uma área de contato grande com a peça atrabalhar, tais como "creepfeed", engrenagem e retifica (ou esmerilhagem)de superfície e especialmente onde materiais sensíveis difíceis de se moer eaquecer tais como ligas à base de níquel são usadas.
A invenção é ulteriormente descrita pelos seguintes exemplo quenão destinam-se a ser limitante.Exemplificacão
Preparação de ferramentas abrasivas com uma mistura de duas cargas dealimentação aglomeradas
Várias misturas de um aglomerado de grão abrasivo de sol-gelfilamentar e grânulos de grão abrasivo aglomerados foram preparadas paraa rodas denteadas de retifica (ou esmerilhagem) de abrasivo experimentais,como descrito na tabela 1. Aqui, "TG2" representa um exemplo de um grãoabrasivo de alumina de sol-gel semeada, filamentar obtido a partir de grãoabrasivo de alumina fundido Saint-Gobain Abrasives em Worcester, MA.Norton® 38A que estão disponíveis da mesma companhia foram usadospara os grânulos de grão abrasivo aglomerados (aqui em seguida "38A").
Um conjunto de rodas denteadas experimentais foi formuladocom razões diferentes de grão de TG2 para aglomerar de grão de 38A. Taisrodas denteadas tendo uma mistura de um filamento grão abrasivo de alu-mina de sol-gel filamentar, ou um seu aglomerado, e grânulos de grão abra-sivo aglomerados são aqui em seguida mencionado de rodas denteadas detipo "grão de TG2 aglomerado". Quatro rodas denteadas de grão de TG2aglomerado (20)-(23) foram produzidas com quantidades totais de 10, 30, 50e 75% em peso de TG2 e respectivamente 90, 70, 50 e 25% em peso degrãos de 38A. As rodas denteadas foram produzidas a partir de duas cargasde alimentação aglomeradas:
a) aglomerado de 75% em peso de TG2 (razão de aspecto de 8:1)e 25% em peso de 38A tendo peneira de malha 120 (38A- 120)) em 3% empeso de Material de ligação C descrito na tabela 2 da Patente U.S. n°.6.679.758 B2 (composição queimada compreende 71% em peso de formado-res de vidro (SiO2 + B2O3); 14% em peso de AI2O3; < 0,5% em peso de RO al-calino-terroso (CaO, MgO); 13% em peso de R2O alcalino (Na2O, K2O, Li2O),spec, gravidade é de 2,42 g/cc e viscosidade (Poise) a 1180°C é 345); e
b) aglomerado de 38A tendo tamanha de malha 60 (38A-60) em3% em peso de Material de ligação C.
Carga de alimentação a) contém um aglomerado de 75% empeso de grãos de TG2 tendo tamanho de malha 80 e 25% em peso de fusedalumina grãos de 38A tendo tamanho de malha 120 (38A-120). Feed stockb) contém um aglomerado de fusão alumina grãos de 38A tendo tamanhosde malha 60 (38A-60).
Para cada carga de alimentação, 3% em peso de Material deligação C foi usada como o material de ligação.
Aglomerados a) e b) foram preparados em um forno rotativo pelométodo descrito no Exemplo 5 da Patente U.S. n°. 6.679.758 B2, exceto que oforno foi operado a 1150°C. A figura mostra uma imagem de microscopia ele-trônica de varredura (SEM) do aglomerado a) de uma mistura de 75% em pesode TG2 e 25% em peso de 38A-120, aglomerada com 3% em peso de Materialde ligação C. Como mostrado na figura, unidade de medida de lixas finas de38A-120 resultaram em boa cobertura de grão do grão de TG2 filamentar.
Quatro misturas diferentes de grãos abrasivos da invenção fo-ram conseqüentemente obtidos por mudança da razão de mistura de aglo-merados a) e b), como sumarizado na tabela 1.
Tabela 1. Misturas de Grãos abrasivos para ferramentas abrasivas (20H23)
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Rodas denteadas de retifica (ou esmerilhagem) tendo um tama-nho acabado de 50,8 cm χ 2,5 cm χ 20,3 cm (20" χ 1" χ 8") foram entãoconstruídas por misturação do grão abrasivo e aglomerado com Material deligação C, moldagem da mistura em uma roda denteada e queima das rodasdenteadas moldadas a 950°C. O corte de aglomerado -12/+pan (tamanho deUS Standard Sievemesh; reteve aglomerados menores do que 12 malhas)foi usado.
Como um controle, a roda denteada que emprega 100% de umaglomerado de 38A-120 convencional (amostra (24)) como um abrasivo pre-pardo pelo método descrito no Exemplo 7 da Patente U.S. n°. 6.679.758 B2.
Outras rodas denteadas padrão (27) e (28) empregavam abrasi-vos que incluem 100% de não aglomerado de 38A- 120 e 100% de não a-glomerado de 38A-60, respectivamente, e rodas denteadas padrão (25) e(26) empregavam abrasivos que incluem 100% de não-aglomerado de TG2-80 e não aglomerado de TG2-120, respectivamente. Essas rodas denteadaspadrão eram produtos comerciais obtidos a partir de Saint-Gobain Abrasivos,Inc., Worcester, MA, e cormecializados com as designações de roda dente-ada commercial indicadas para cada uma na tabela 2. Aqui em seguida, asrodas denteadas que empregam aglomerados convencionais, tal como umaglomerado de 38A, são mencionadas de "rodas denteadas de controle degrão aglomerado." Similarmente, as rodas denteadas que empregam grãosabrasivos de sol-gel filamentares convencionais, tais como grãos de TG2,são aqui em seguida mencionadas de "rodas denteadas de TG2."
Exemplo 2. Propriedades mecânicas de Ferramentas abrasivas do Exemplo 1A. Módulo elástico (Emod)
Todos os dados em relação a Emod foram medidos por umamáquina Grindosonic, pelo método descrito em J. Peters, "Sonic Testing ofGrinding Wheels," Advances in Machine Tool Design e Research, PergamonPress, 1968.
Propriedades físicas de rodas denteadas de grão de TG2 aglo-merado (20)-(23) são apresentadas na tabela 2 abaixo e em comparaçãocontra rodas denteadas de grão aglomerado padrão (24); rodas denteadasde TG2 padrão (25) e (26); e rodas denteadas padrão convencionais (27) e(28). Como mostrado na tabela 2, os módulos elásticos de rodas denteadasde TG2 padrão (25) e (26) eram similares àquela de roda denteada (28) pa-drão 38A-60. O módulo elástico de rodas denteadas de TG2 padrão (26) erao valor mais alto entre aquelas das rodas denteadas testadas. Roda dentea-da de grão aglomerado (24) totalmente inesperadamente caracterizada atécerca de 40% de redução de módulo elástico quando comparado com rodasdenteadas de TG2 (25) e (26). De modo interessante, os módulos elásticosde rodas denteadas de grão de TG2 aglomerado (20)-(23) variavam de 37 a42% menos do que aquelas rodas denteadas de TG2 (25) e 5 (26). É obser-vável que os módulos elásticos de rodas denteadas de grão de TG2 aglome-rado (20-23) não significativamente mudaram com a razão de TG2/38A,permanecendo próximo ao módulo elástico de roda denteada de grão aglo-merado (24).
Tabela 2. Características de Ferramentas abrasivas do Exemplo 1
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a rodas denteadas comparativas são produtos comerciais obtidos a partir deSaint-Gobain Abrasivos, Inc. (Norton Company), e comercializadas com asdesignações de roda denteada alfanumérica para cada.b Valores para % em volume de ligação das rodas denteadas que empregamaglomerados incluem a % em volume de material de vidro de ligação usadasobre os grãos para produzir os aglomerados mais a ligação de roda denteada.
e Valores de jateamento demonstram que as rodas denteadas experimentaiseram mais moles do que as rodas denteadas comparativas de grão não a-glomerado 25, 26 e 28.
B. Módulo de ruptura (MOR)
Módulo de ruptura foi determinado nas barras para as amostras(20)-(27) do Exemplo 1 por uso de uma máquina de testagem mecânica Ins-tron® Modelo MTS 1125 com uma guia de mistura de 4 pontos com um in-tervalo de suporte de 7,62 cm (3"), um intervalo de carga de 2,54 cm (1"), e auma taxa de carregamento de 0,13 cm (0,050") por minuto de velocidade decruzeta. As medições foram feitas por aplicação da força à amostra até queela se rompa e registrando a força no ponto de ruptura. Os resultados sãosumarizados na tabela 2 acima. Como visto na tabela 2, roda denteada degrão aglomerado (24) em geral caracterizava um módulo de ruptura total-mente similar a produtos padrão (25), (26) e (27). Em geral, módulos de rup-tura mais baixo do que aquele desse produtos foram observados nos produ-tos de grão de TG2 aglomerado (20)-(23) (vide Tabela 2). Enquanto os da-dos de MOR de rodas denteadas de grão de TG2 aglomerado (20)-(22), ex-ceto roda denteada de grão de TG2 aglomerado (23), eram relativamentemais baixos do que aqueles das rodas denteadas padrão (25), (26) e (27),eles eram relativamente mais altos em comparação com o MOR de 13-16MPa que foi medido nas rodas denteadas de grão aglomerado convencio-nais que empregam 38A-60 aglomerados (vide Tabela 6- 2 de WO03/086,703). Assim, os dados de MOR de rodas denteadas de grão de TG2aglomerado (20)- (23) são ainda suficientes para prover resistência mecâni-ca suficiente para a operação de retifica (ou esmerilhagem), como ilustradono Exemplo 3 abaixo.
A queda de módulo de ruptura observada nas rodas denteadasde grão de TG2 aglomerado (20)-(23) pode ser devido ao fato de que essasrodas denteadas de grão de TG2 aglomerado foram mais moles do que es-perado dada sua composição. Acredita-se que a queda na densidade dequeimado mostrada na tabela 2 devido a ausência de encolhimento. Essaqueda em densidade indica que as rodas denteadas de grão de TG2 aglo-merado resistiam encolhimento durante processamento térmico em relaçãoàs rodas denteadas comparativas tendo uma idêntica % em volume de com-posição mas produzida sem grão aglomerado (isto é, % em volume de grão,ligação e poros para o total de 100%). Essa característica das rodas dentea-das de grão de TG2 aglomerado indica benefícios potenciais significativosnas operações de fabricação e de acabamento de roda denteada abrasiva.
A dureza relativamente baixa (e-módulo) das rodas denteadasde grão de TG2 aglomerado da invenção que foi alcançada sem sacrificarresistência mecânica (módulo de ruptura) era totalmente única e inesperada.C. Teste de velocidade/Teste de rompimento
Propriedades de resistência mecânica em geral determinam seum compósito pode ser usado como uma ferramenta abrasiva ligada emuma operação de retifica (ou esmerilhagem). Para rodas denteadas vitrifica-das, uma relação é empregada para ligar a resistência mecânica (módulo deruptura) de uma barra de teste de compósito à resistência a tração rotacionalque gera falha daquele mesmo compósito. Como uma conseqüência, o mó-dulo de ruptura medido sobre uma barra de teste pode prover uma estimati-va rápida e exata do teste de rompimento de uma roda denteada de retifica(ou esmerilhagem) produzida pelo mesmo proceso usando-se a mesma for-mulação como a barra de teste.
Testagem de velocidade de ruptura de rodas denteadas de reti-fica (ou esmerilhagem) pode ser diretamente medida no teste padronizadodescrito em ANSI Standard B7.1-1988 (1995).
Operações de retifica (ou esmerilhagem) de "creepfeed" tradi-cionalmente operam rodas denteadas de retifica (ou esmerilhagem) a 33m/s(6500 sfpm) com uma velocidade de operação máxima de cerca de 43,2 m/s(8500 sfpm). Os valores de velocidade de teste de ruptura de todas as rodasdenteadas de grão de TG2 aglomerado (20)-(23) foram totalmente aceitáveispara o uso nas operações de retifica (ou esmerilhagem) de "creepfeed".
Exemplo 3. Desempenho de retifica (ou esmerilhagem) das ferramentas a-brasivas do Exemplo 1
Rodas denteadas de grão de TG2 aglomerado (20-23) do E-xemplo 1 foram testados em operações de retifica (ou esmerilhagem) de"creepfeed" contra as rodas denteadas comerciais comparativas, (25),(26) e(27), recomendadas para o uso nas operações de retifica (ou esmerilhagem)de "creepfeed". Roda denteada de grão aglomerado (24) (amostra de labora-tório) e uma roda denteada de grão aglomerado comercial (29) obtido a par-tir de Saint-Gobain Abrasivos, Inc., Worcester, MA, were also tested as con-trai rodas denteadas.
Retifica (ou esmerilhagem) de "creepfeed" é uma aplicação deretifica (ou esmerilhagem) de baixa força (superfície grande de contato) co-mumente usada para mateiais sensíveis a queimadura e alta remoção dematerial.
Três principais características de produto produzem uma melhorretifica (ou esmerilhagem) de roda denteada de "creepfeed": i) baixo poderde retifica (ou esmerilhagem); ii) baixa sensibilidade a queimadura; e iii) bai-xa compensação de tratamento de minério.
Redução de pode de retifica (ou esmerilhagem) pode permitirretifica (ou esmerilhagem) a uma taxa de redução mais alta. Redução desensibilidade a queimadura pode também permitir retifica (ou esmerilhagem)a uma taxa de remoção mais alta. Redução de compensação de tratamentode minério enquanto mantendo-se alta taxa de remoção e livre de queimadu-ra pode aumentar a vida da roda denteada.
Todas as rodas denteadas usado para os testes de retifica (ouesmerilhagem) de "creepfeed" tinha as mesmas dimensões de tamanho de50,80 χ 2,54 χ 20,32 cm (20 χ 1 χ 8"), e foram testados usando-se o Hauni-Blohm Profimat 410. Um teste de retifica (ou esmerilhagem) de cunha foirealizado, onde a peça a trabalhar era inclinada a um ângulo pequeno(0,05°) em relação à lâmina de máquina em que ela foi montada. Essa geo-metria resultou na profundidade crescente de corte, aumento de uma taxa deremoção de material e aumenta de espessura de lasca uma vez que a retifi-ca (ou esmerilhagem) progrediu do início até acabar. Nessas trajetórias deretifica (ou esmerilhagem), o aumento contínuo de profundidade de corteproveu um aumento contínuo na taxa de remoção de material (MRR) acimado comprimento do bloco 20,3 cm (8 polegadas). Assim, dados de retifica(ou esmerilhagem) foram reunidos sobre uma faixa de condições de umaúnica trajetória. A avaliação do desempenho de roda denteada no teste decunha foi ulteriormente auxiliada através de medição eletrônica e registro depoder de eixo e forças de retifica (ou esmerilhagem). A determinação precisade condições (taxa de remoção de metal (MRR), espessura de lasca, etc.)que produziu resultados inaceitáveis, tal como romprimento de roda dentea-da ou queima de retifica (ou esmerilhagem), facilitou a caracterização decomportamentos de roda denteada e a classificação de desempenho deproduto relativa.
Condições de retifica (ou esmerilhagem) padrão para testes deretifica (ou esmerilhagem) de "creepfeed" de cunha:
i) Máquina: Hauni-Blohm Profimat 410
ii) Modo: Retifica (ou esmerilhagem) de "creepfeed" de cunha
iii) Velocidade de roda denteada: 28 m/seg (5500 pés por minutode superfície)
iv) Velocidade de índice: Variou de 12,7-44,4 cm/minuto (5 a17,5 polegadas/minuto)
v) Regrigerante: Master Chemical Trim E210200, a 10% de con-centração com água bem desionizada, 272 Umin (72 gal/min)
vi) Material de peça a trabalhar: Inconel 718 (42 HRc)
vii) Modo de tratamento do minério: diamante rotativo, contínuo
viii) Compensação de tratamento do minério: 10, 20 ou 60 mi-cropolegada/revolução (0,25, 0,5 ou 1,5 micrômetro/rev)
ix) Razão de velocidade: +0,8.
Condições de retifica (ou esmerilhagem) padrão para testes deretifica (ou esmerilhagem) de "creepfeed" de ranhurai) Máquina: Hauni-Blohm Profimat 410
ii) Modo: retifica (ou esmerilhagem) de "creepfeed" de ranhura
iii) Velocidade de roda denteada: 28 m/seg (5500 pés de super-fície por minuto)
iv) Velocidade de índice: Variou de 12,7-44,4 cm/minuto (5 a17,5 polegadas/minuto)
v) Regrigerante: Master Chemical Trim E210 200, a 10% deconcentração com água bem desionizada, 272 L/min (72 gal/min)
vi) Material de peça a trabalhar: Inconel 718 (42 HRc)
vii) Modo de tratamento do minério: diamante rotativo, contínuo
viii) Compensação de tratamento do minério: 0,38 micrôme-tros/revolução (15 micropolegadas/revolução)
ix) Razão de velocidade: +0,8.
A falha foi indicada por queima de peça a trabalhar, acabamentode superfície dura ou por pera de forma de ângulo. Desgaste de roda dente-ada não foi registrado uma vez que ele era um teste de retifica (ou esmeri-lhagem) de tratamento de minério contínuo. A taxa de remoção de materialem que uma falha ocorrida (MRR máximo) foi observada.
A. Retifica (ou esmerilhagem) de cunha de rodas denteadas de grão de TG2aglomerado a 0.51 micrômetros/revolucão (20 uin/rev) de taxa de tratamentode minério
Taxas de retifica (ou esmerilhagem) máxima (MRR) e energias deretifica (ou esmerilhagem) específicas das rodas denteadas testadas (20)-(27)a 0,51 micrômetros/revolução (20 μϊη/rev) de taxa de tratamento de minério e0,254 mm (0,01 polegada) de profundidade inical de cunha de corte são su-marizadas na tabela 3. Antes que uma falha ocorresse, roda denteada degrão aglomerado padrão (24) exibia 53% de taxa de remoção de materialmais baixa do que o valor de roda denteada de TG2 (25) (figura 4). rodas den-teadas de grão de TG2 aglomerado (22) e (23) que empregam 10 e 30% empeso de TG2 exibiam MRR's similar àquela de roda denteada de grão aglo-merado padrão (24). Roda denteada de grão de TG2 aglomerado (21) queemprega 50% em peso de TG2 exibia uma taxa de remoção máxima muitosimilar aos valores de rodas denteadas de TG2 (25) e (26) (cerca de 12% ecerca de 6% mais baixas do que aqueles de rodas denteadas de TG2 (25) e(26), respectivamente). Totalmente surpreedentemente, roda denteada degrão de TG2 aglomerado (20) que emprega 75% em peso de TG2 exibia ovalor de MRR mais alto entre as rodas denteadas testadas, que era 27% maisalto do que o valor de roda denteada de TG2 (25). Assim, os dados de MRRdas rodas denteadas de grão de TG2 aglomerado demonstraram benefíciossignificativos da mistura de grão aglomerado e tecnologias de TG2.
Esses resultados sugerem que certas misturas de grão aglome-rado e tecnologias de TG2 podem permitir desempenho de retifica (ou esmeri-Ihagem) superior àquele de tecnologia de TG2. Esse desempenho superiorinesperado das rodas denteadas de grão de TG2 aglomerado da invençãosobre as rodas denteadas de TG2 produzem a presente invenção, isto é, amistura de grão aglomerado e tecnologias de TG2, uma tecnologia de ruptura.Tabela 3. Resultados de teste de retifica (ou esmerilhagem) com 0,51 mi-crômetros/revolução (20 micropolegada/revolução) (μίη/rev) de taxa de tra-tamento de minério e 0,254 mm (0,01 polegada) de profundidade inicial decunha de corte
<table>table see original document page 36</column></row><table><formula>formula see original document page 37</formula>
Rodas denteadas de controle comparativas são produtos comerciais obti-dos a partir de Saint-Gobain Abrasives, Inc. (Norton Company).
a Taxa de tratamento de minério = 0,51 micrômetros/revolução (20 μιη/rev);Velocidade de roda denteada = 28 m/s (5500 sfpm); cunha inicial de d.o.c. =0,254 mm (0,01 polegada).
Valores para % em volume de ligação das rodas denteadas que empregamaglomerados incluem a % em volume de material de vidro de ligação usadasobre os grãos para produzir os aglomerados mais a ligação de roda denteada.
B. Comparação rodas denteadas de grão de TG2 aglomerado com Conven-tional TQ2-Rodas denteadas
Os dados de MRR de rodas denteadas de grão de TG2 aglome-rado a uma profundidade inicial diferente de cunha de corte do que aquelada seção A do Exemplo 3 foram comparados com os dados de MRR de rodadenteada de TG2 padrão (25) (vide Tabela 4). Os dados de MRR na tabela 4foram obtidos a 1,27 mm (0,05 polegada) de profundidade inicial de cunhade corte. Como mostrado na tabela 4, ainda nessa condição diferente, rodadenteada de grão de TG2 aglomerado (20) mostrou o valor de MRR máximomais alto entre as rodas denteadas testadas, que era de 43,8% de aperfei-çoamento sobre aquela de roda denteada de TG2 (25).
Tabela 4. Resultados de teste de retifica (ou esmerilhagem) com 0,51 mi-crômetros/revolução (20 micropolegada/revolução) (μίη/rev) de taxa de tra-tamento de minério e 1,27 mm (0,05 polegada) de profundidade inicial decunha de corte
<table>table see original document page 38</column></row><table>
*Rodas denteadas de controle comparativas são produtos comerciais obti-
dos a partir de Saint-Gobain Abrasives, Inc. (Norton Company).Taxa de tratamento de minério = 0,51 micrômetros/revolução (20 [mu]in/rev);Velocidade de roda denteada = 28 m/s (5500 sfpm); Profunidade inicial decunha de corte = 1,27 mm (0,05 polegada).
b Valores para % em volume de ligação das rodas denteadas que empregamaglomerados incluem a % em volume de material de vidro de ligação usadasobre os grãos para produzir os aglomerados mais a ligação de roda denteada.C. Efeito de taxa de tratamento de minério sobre taxa de remoção de material
O efeito de taxa de tratamento de minério sobre a taxa de remo-ção de material foi também examinado no TG2, grão de TG2 aglomerado eprodutos de 38A padrão. Os dados de tese de retifica (ou esmerilhagem)mostrados na tabela 5 foram realizados a três taxas de compensação detratamento do minério, 0,26, 0,51 e 1,52 (10, 20 e 60 micropolega-da/revolução) (μm/rev).
A taxa de remoção máxima da roda denteada 38A padrão (27)caracterizou uma variação logarítmica como uma função de taxa de trata-mento de minério. Em contraste com isso, roda denteada de TG2 (25) permi-tiu um aumento constante de taxa de remoção de material, permitindo a rodadenteada ser usada para altas aplicações de produtividade. Os dados natabela 5 mostram que rodas denteadas de grão de TG2 aglomerado (20)-(23) exibiam variação de MRR variada daquela de roda denteada de 38Apadrão (27) àquela de roda denteada de TG2 (25) de acordo com o conteú-do de TG2. Em particular, rodas denteadas de grão de TG2 aglomerado (20)e (21) caracterizaram um aumento linear de MRR com relação à taxa de tra-tamento de minério, que indica que essas rodas denteadas desempenhamsimilarmente a roda denteada de TG2 (25). É observado que a roda dentea-da de grão de TG2 aglomerado (20) exibia 58% de valores de MRR maisaltos em relação àquela da roda denteada de TG2 (25) a uma taxa de trata-mento de minério muito baixa de (10 μm/rev). Também, é observado que aroda denteada de grão de TG2 aglomerado (21) mostrava dados de MRRmuito similares uma vez que aquela da roda denteada de TG2 (25) a váriastaxas de tratamento de minério, em particular a 0,26 micrômetros/revolução(10 μm/rev) e 0,51 micrômetros/revolução (20 μm/rev). Esses resultados in-dicam que a eficácia de retifica (ou esmerilhagem) das rodas denteadas degrão de TG2 aglomerado da invenção podem ser mais altas em comparaçãocom rodas denteadas de TG2 convencionais quanto taxas de compensaçãosão reduzidas, por exemplo, entre 0,13 e 0,26 micrômetros/revolução (5 e 10μm/rev.)Tabela 5. Resultados de teste de retifica (ou esmerilhagem)-Taxas de trata-mento de minério
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* Rodas denteadas de controle comparativos são produtos comerciais obtido
a partir de Saint-Gobain Abrasives, Inc. (Norton Company).
a Velocidade de roda denteada = 28 m/s (5500 sfpm); Profunidade inicial decunha de corte = 1,27 mm (0,05 polegada). b Values para % em volume deligação das rodas denteadas que empregam aglomerados incluem a % emvolume de material de ligação de vidro usado sobre os grãos para produziros aglomerados mais ligação de roda denteada.
Equivalentes
Embora essa invenção tenha sido particularmente mostrada edescrita com referências a suas concretizações preferidas, será entendidopor aqueles versados na técnica várias mudanças na forma e detalhes po-dem ser produzidos ali sem se afastar do escopo da invenção incluído pelasreivindicações anexas.

Claims (18)

1. Ferramenta abrasiva ligada, caracterizada pelo fato de quecompreende:a) uma mistura de grãos abrasivos incluindo:i) um grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar tendo umarazão de aspecto de comprimento para largura de seção transversal de pelomenos cerca de 2:1, ou um aglomerado do mesmo, em uma quantidadedentro da faixa de cerca de 10 por cento em peso a 75 por cento em pesocom base no peso total da mistura; eii) grânulos de grão abrasivo aglomerados incluindo uma plurali-dade de grãos abrasivos mantidos em uma forma tridimensional por um ma-terial de ligação, os grãos abrasivos tendo uma razão de aspecto de com-primento para largura de seção transversal de cerca de 1,0,b) uma ligação; ec) cerca de 35 por cento em volume a 80 por cento em volumede porosidade;em que a ferramenta abrasiva ligada tem um módulo elásticoque não varia mais do que cerca de 9% em peso sobre a faixa de grão abra-sivo de alumina de sol-gel filamentar incluídos na mistura;em que a ferramenta abrasiva ligada tem um módulo de rupturaque não varia mais do que cerca de 31% em peso sobre a faixa de grão a-brasivo de alumina de sol-gel filamentar incluídos na mistura.
2. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a ferramenta abrasiva ligada tem uma estrutu-ra permeável ao fluxo de fluido.
3. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que o grão abrasivo de alumina de sol-gel filamen-tar tem uma razão de aspecto de pelo menos cerca de 4:1 e compreendepredominantemente cristais de alfa alumina tendo um tamanho de menos doque cerca de 2 micra.
4. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que compreende cerca de 50 a 75 por cento emvolume da porosidade total.
5. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que pelo menos cerca de 30 por cento em volumeda porosidade total é porosidade interligada.
6. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que os grãos abrasivos dos grânulos de grão a-brasivo aglomerados compreendem pelo menos um tipo de grão abrasivoselecionado do grupo que consiste em alumina fundida, alumina de sol-gelsinterizada não filamentar, bauxita sinterizada, alumina-zircônica co-fundida,alumina-zircônia sinterizada, carbeto de silício, nitreto de boro cúbico, dia-mante, sílex, granada, sulfóxido de boro, oxinitreto de alumínio, e combina-ções das mesmas.
7. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que o componente de ligação e o material de Iiga-ção, cada um independentemente, compreende pelo menos um material or-gânico de ligação e um material inorgânico selecionado do grupo que consis-te em materiais cerâmicos, materiais vitrificados, composições de ligaçãovitrificadas, e combinações dos mesmos.
8. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 7,caracterizada pelo fato de que o material de ligação é uma composição deligação vitrificada compreendendo uma composição de oxido queimada deS1O2, B2O3, AI2O3, óxidos alcalino-terrosos e óxidos alcalinos.
9. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que os grânulos de grão abrasivo aglomeradostêm uma dimensão de tamanho em uma faixa de entre cerca de duas e vintevezes maior do que o tamanho de grão médio dos grãos abrasivos dos grâ-nulos de grão abrasivo aglomerados.
10. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 9,caracterizada pelo fato de que os grânulos de grão abrasivo aglomeradostêm um diâmetro em uma faixa de entre cerca de 200 e cerca de 3.000 mi-crometros.
11. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a mistura de grãos abrasivos compreende umaglomerado do grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar, onde o aglo-merado compreende uma pluralidade de grãos do grão abrasivo de aluminade sol-gel filamentar e um segundo material de ligação, e onde a pluralidadede grão abrasivos de alumina de sol-gel filamentares são mantidos em umaforma tridimensional pelo segundo material de ligação.
12. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação-11, caracterizada pelo fato de que o aglomerado do grão abrasivo de alumi-na de sol-gel filamentar ainda compreende um grão abrasivo não filamentarsecundário, onde o grão abrasivo não filamentar secundário e grão abrasivode alumina de sol-gel filamentar são mantidos em uma forma tridimensionalpelo segundo material de ligação.
13. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a quantidade de grão abrasivo de alumina desol-gel filamentar está dentro da faixa de cerca de 30 por cento em peso a-75 por cento em peso com base no peso total da mistura, e o módulo elásti-co não varia mais do que cerca de 5% em peso sobre a faixa de grão abra-sivo de alumina de sol-gel filamentar incluídos na mistura, e o módulo deruptura não varia mais do que cerca de 18% em peso sobre a faixa de grãoabrasivo de alumina de sol-gel filamentar incluídos na mistura.
14. Ferramenta abrasiva ligada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a quantidade de grão abrasivo de alumina desol-gel filamentar está dentro da faixa de cerca de 30 por cento em peso a-75 por cento em peso com base no peso total da mistura, e o módulo elásti-co não varia mais do que cerca de 5% em peso sobre a faixa de grão abra-sivo de alumina de sol-gel filamentar incluídos na mistura.
15. Método de produção de uma ferramenta abrasiva ligada, ca-racterizado pelo fato de que compreende:a) formação de uma mistura de abrasivos, a mistura compreen-dendo:i) um grão abrasivo de alumina de sol-gel filamentar tendo umarazão de aspecto de comprimento para largura de seção transversal de pelomenos cerca de 2:1, ou um seu aglomerado, em uma quantidade dentro dafaixa de cerca de 10 por cento em peso a 75 por cento em peso com baseno peso total da mistura; eii) grânulos de grão abrasivo aglomerados incluindo uma plurali-dade de grãos abrasivo mantidos em uma forma tridimensional por um mate-rial de ligação, os grãos abrasivos tendo uma razão de aspecto de compri-mento para largura de seção transversal de cerca de 1,0,b) combinação da mistura de abrasivos e um componente deligação;c) moldagem da mistura de abrasivos e componente de ligaçãomisturados para formar um compósito modelado compreendendo pelo me-nos cerca de 35 por cento em volume a 80 por cento em volume de porosi-dade; ed) aquecimento do compósito modelado para formar a ferramen-ta abrasiva ligada;em que a ferramenta abrasiva ligada tem um módulo elásticoque não varia mais do que cerca de 9% em peso sobre uma faixa de grãoabrasivo de alumina de sol-gel filamentar incluídos na mistura;em que a ferramenta abrasiva ligada tem um módulo de ruptura que não varia mais do que cerca de 31% em peso sobre uma faixa de grãoabrasivo de alumina de sol-gel filamentar incluídos na mistura.
16. Método de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pe-lo fato de que a ferramenta abrasiva ligada compreende cerca de 50 a 75por cento em volume da porosidade total, e pelo menos cerca de 30 por cen-to em volume da porosidade total é porosidade interligada.
17. Método de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pe-lo fato de que os grânulos de grão abrasivo aglomerados são grânulos a-glomerados sinterizados.
18. Método de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pe-lo fato de que a quantidade de grão abrasivo de alumina de sol-gel filamen-tar está dentro da faixa de cerca de 30 por cento em peso a 75 por cento empeso com base no peso total da mistura, e o módulo elástico não varia maisdo que cerca de 5% em peso sobre a faixa de grão abrasivo de alumina desol-gel filamentar incluídos na mistura, e o módulo de ruptura não varia maisdo que cerca de 18% em peso sobre a faixa de grão abrasivo de alumina desol-gel filamentar incluídos na mistura.
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