BRPI0616851A2 - cigarros, metodo de fabricação de um filtro de cigarro e filtro de cigarro - Google Patents

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BRPI0616851A2
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John R Hearn
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Abstract

CIGARRO, MéTODO DE FABRICAçãO DE UM FILTRO DE CIGARRO E FILTRO DE CIGARRO. A presente invenção refere-se a artigos de fumo, tais como cigarros e filtros de cigarro, métodos de fabricação de artigos de fumo incluindo fibras ocas, e métodos de fumo são proporcionados. Em uma concretização exemplificativa, um artigo de fumo (100) contém fibras ocas (10), em que as fibras ocas (10) mudam as propriedades da corrente principal da fumaça de tabaco (140) puxada pelas fibras ocas (10).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CIGARRO,MÉTODO DE FABRICAÇÃO DE UM FILTRO DE CIGARRO E FILTRO DECIGARRO".
ANTECEDENTES
A presente invenção refere-se a uma ampla gama de materiaisfoi sugerida na técnica como filtros para fumaça de cigarro. Tais materiaisfiltrantes incluem algodão, papel, celulose e certas fibras sintéticas. Essesmateriais filtrantes são conhecidos por remover particulados e componentescondensáveis de fumaça de cigarro. Eles têm pouco ou nenhum efeito naremoção de certos componentes gasosos, por exemplo, aldeídos, de fumaçade tabaco. Vide, por exemplo, a patente U.S. N0 6.209.547 do mesmo reque-rente, que é aqui incorporada na sua totalidade para todos os fins.
SUMÁRIO
Artigos de fumo, tais como cigarros e filtros de cigarros, e méto-dos de fabricação de artigos de fumo são proporcionados. Em uma concreti-zação exemplificativa, um artigo de fumo contém fibras ocas, que afetam acorrente principal de fumaça de tabaco puxada pelo artigo de fumo.
Em outra concretização exemplificativa, um cigarro, compreen-dendo: um bastão de tabaco, um filtro unido ao bastão de tabaco, em que ofiltro compreende um atado de fibras ocas, em que os lúmens das fibras o-cas são alinhados axialmente em paralelo entre si; e um material aditivo nosespaços extracelulares das fibras ocas, em que uma extremidade de pelomenos uma das fibras ocas é obstruída, é proporcionado.
De preferência, as fibras ocas compreendem um material poli-mérico.
De preferência, o cigarro compreende ainda um sorvente. De pre-ferência, o sorvente é localizado a montante no filtro, a partir das fibras ocas.
De preferência, os lúmens das fibras ocas são alinhados entresi, em uma direção na qual a fumaça vai se deslocar pelo cigarro.
Em outra concretização exemplificativa, um filtro de cigarro,compreendendo: fibras ocas; uma camada externa cobrindo uma região ex-terna das fibras ocas; e acetato de celulose, em que as fibras ocas e a ca-mada externa são embutidas dentro do acetato de celulose, é proporciona-do.
Em outra concretização exemplificativa, um método de fabrica-ção de um filtro de cigarro, compreendendo: preparar as fibras ocas com um material impermeável à fumaça cobrindo uma extremidade de pelo menosuma das fibras ocas; encher, pelo menos parcialmente, os espaços extrace-Iulares dentro das fibras ocas com um material aditivo; e colocar as fibrasocas com um material impermeável à fumaça e o material aditivo em um fil-tro de cigarro, é proporcionado.
De preferência, o enchimento pelo menos parcial dos espaçosextracelulares dentro das fibras ocas, com material aditivo, compreende em-pregnar as fibras ocas no material aditivo por um tempo efetivo para encher,pelo menos parcialmente, os espaços extracelulares com o material aditivo.
Proporciona-se também um método de tratamento de correnteprincipal de fumaça, compreendendo: arrastar a fumaça de tabaco axialmen-te pelas fibras ocas, em que a corrente principal de fumaça de tabaco é pu-xada para uma extremidade a montante aberta para os lúmens das fibrasocas e é puxada pelas paredes permeáveis das fibras ocas, para uma ex-tremidade a jusante de um artigo de fumo.
Proporciona-se também um filtro de cigarro, compreendendo:uma membrana de fibras ocas, em que a membrana de fibras ocas compre-ende: fibras ocas; e um material impermeável à fumaça, em que o materialimpermeável à fumaça obstrui uma extremidade a jusante de um lúmen dafibra oca.
De preferência, o filtro de cigarro compreende ainda um materialaditivo nos espaços extracelulares das fibras ocas. O material aditivo podecompreender um flavorizante, um reagente que reage quimicamente com, esepara seletivamente, um componente gasoso de uma fumaça de cigarro,um tensoativo, um solvente, ou suas misturas.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS DOS DESENHOS
A figura 1 ilustra uma concretização exemplificativa de um cigar-ro, incluindo uma membrana de fibras ocas contendo filtro, e uma rota deescoamento fluido pelo cigarro.
A figura 2 ilustra uma seção transversal de um atado de fibrasocas alinhadas com extremidades a montante abertas e material impermeá-vel ou semipermeável enchendo os vãos entre as fibras ocas.
A figura 3 ilustra uma seção transversal de um atado de fibrasocas alinhadas com extremidades a jusante fechadas e material permeávelenchendo os vãos entre as fibras ocas.
A figura 4 ilustra outra concretização exemplificativa de cigarro,incluindo um filtro contendo membrana de fibras ocas, e uma rota de escoa-mento fluido pelo cigarro.
A figura 5 é uma ilustração exemplificativa de uma seção trans-versal de uma fibra oca.
A figura 6 é uma fotomicrografia de espaços extracelulares deuma fibra oca exemplificativa.
A figura 7 ilustra uma concretização exemplificativa de cigarro,incluindo um filtro contendo membrana de fibras ocas e um sorvente em umfiltro, e uma rota de escoamento fluido pelo cigarro.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Artigos de fumo são proporcionados, que incluem fibras ocasneles, em que as fibras ocas são obstruídas em uma extremidade, para for-çar um fluido pelas paredes das fibras ocas.
Como aqui usado, o termo "alimentação" é usado para indicarum material ou fluido, que é alimentado às fibras ocas. Também, como aquiusado, o termo "material retido" é usado para indicar a parte da alimentaçãoque não passa pelas paredes das fibras ocas e fica preso dentro, ou em umasuperfície externa dos lúmens das fibras ocas. Adicionalmente, o termo "fil-trado" é usado para indicar a parte da alimentação que passa pelas paredesdas fibras ocas.
O termo "obstrução" é intencionado para incluir bloqueio, blo-queio parcial, filtração ou qualquer outro meio de reduzir o escoamento poruma área. Por exemplo, um material impermeável ou semipermeável podeser usado para obstruir a extremidade a jusante das fibras ocas por bloqueiodo filtrato ou da alimentação passando por uma extremidade a jusante dasfibras ocas, ou por mero aumento da resistência a escoamento para o filtratoou alimentação passando pela extremidade a jusante das fibras ocas.
Um uso exemplificativo de um cigarro 100 com fibras ocas é ilus-trado na figura 1, em que as fibras ocas são utilizadas como membranas defibras ocas. Como ilustrado na figura 1, após o acendimento de um cigarro100, em uma extremidade a montante 110 do cigarro 100, e aplicação deuma ação de puxamento para a extremidade a jusante 120, uma alimenta-ção de fumaça 140 (um fluxo de corrente principal de fumaça de tabaco) vaise deslocar em uma direção a jusante. A alimentação de fumaça 140 vaipassar pela extremidade a montante 110 por um bastão de tabaco 50, de-pois por uma seção de filtro 130, depois por uma extremidade a jusante 120do cigarro 100.
Ao entrar na seção do filtro 130, a alimentação de fumaça 140 éforçada nos lúmens, ou diâmetros internos, 15 das fibras ocas 10 dentro daseção do filtro 130. Na figura 1, os lúmens 15 ficam desobstruídos nas ex-tremidades a jusante 25 das fibras ocas 10, mas obstruídos nas extremida-des a jusante 35. A alimentação de fumaça 140 passando para o filtro é diri-gida às extremidades a montante 25 dos lúmens 10 por uma primeira obs-trução de filtrato ou material impermeável à fumaça 20 (a seguir, generica-mente, "material impermeável à fumaça"), que obstrui o fluxo de alimentaçãode fumaça 140 entre a circunferência externa do atado de fibras 10 e o diâ-metro interno do cigarro, como ilustrado na figura 1.
Adicionalmente, o primeiro material impermeável à fumaça 20pode ser também proporcionado entre as fibras individuais 10 no atado, co-mo ilustrado na figura 2, para obstruir o escoamento fluido entre as fibras 10no atado. Uma ilustração de seção transversal exemplificativa do primeiromaterial impermeável à fumaça 20, circundando as fibras ocas 10 no atado,ainda que não obstruindo a extremidade a montante 25 dos lúmens 15, émostrada na figura 2.
A seguir, também como ilustrado na figura 1, a alimentação defumaça 140 é forçada dos lúmens 15 pelas paredes das fibras ocas 10 porum segundo material impermeável à fumaça, que obstrui as extremidades ajusante 35 dos lúmens 15 das fibras ocas 10. A figura 3 é uma ilustração deseção transversal exemplificativa do segundo material impermeável à fuma-ça, obstruindo as extremidades a jusante 35 dos lúmens 15 das fibras ocas10.
Nota-se que como ilustrado na figura 3, as extremidades a ju-sante 35 das fibras ocas 10 podem incluir um material permeável a filtrado30, entre as fibras ocas 10, bem como entre a circunferência externa do ata-do de fibras 10 e o diâmetro interno do filtro de cigarro 130, se desejado.Como aqui proporcionado, o material permeável a filtrado 30 pode ser qual-quer material que permite que o filtrado passe pelo material permeável a fil-trado 30, para ejeção pela extremidade a jusante 120 do cigarro 100.
O material permeável a filtrado 30 pode ser proporcionado parareter as fibras ocas 10 no lugar relativamente entre si, bem como em relaçãoao filtro 130. Alternativamente, um anel, um adesivo ou outro material decontenção física pode ser usado desde que não obstrua substancialmente ofluxo de filtrado pelo filtro 130. Uma concretização exemplificativa do materialpermeável a filtrado 30 é um material permeável a filtrato, poroso, tal comoacetato de celulose.
Por obstrução das extremidades a jusante 35 das fibras ocas 10,a fumaça 140 é forçada pelas paredes das fibras ocas 10, por causa dapressão exercida pelo fumante na extremidade a jusante 120. Forçando-se afumaça 140 pelas fibras ocas 10, as paredes das fibras ocas 10 podem serusadas para filtrar fumaça 140 por elas. Desse modo, as paredes das fibrasocas 10 se comportam como uma membrana, pelo fato de que as paredesdas fibras ocas 10 permitem que o filtrado 150 da fumaça 140 passe, en-quanto que o material retido (não mostrado) fica preso dentro dos lúmens15.
Deve-se notar que em outra concretização exemplificativa, ilus-trada na figura 4, que é similar à figura 1, o filtro 130 pode ser invertido. Emoutras palavras, o primeiro material impermeável à fumaça 20 pode ser for-mado para obstruir uma extremidade a montante 25 dos lúmens 15, de mo-do a não permitir que a fumaça entre nos lúmens 15, na extremidade a mon-tante 25 das fibras ocas 10. Deve-se notar que o primeiro material imperme-ável à fumaça 20, na figura 4, é formado de uma maneira similar ao segundomaterial impermeável à fumaça 35, ilustrado na figura 3, em que o primeiromaterial impermeável é formado dentro dos lúmens 15 da extremidade amontante 25 das fibras ocas. Adicionalmente, similar à figura 3, um materialpermeável a filtrado 30 pode ser também proporcionado entre as fibras ocas10, pelas mesmas razões discutidas acima com relação à figura 3.
Adicionalmente, como também ilustrado na figura 4, um segundomaterial impermeável à fumaça 30 pode ser usado para obstruir o escoa-mento de fluido entre a circunferência externa do atado de fibras ocas 10 e odiâmetro interno do filtro de cigarro 130, bem como entre as fibras ocas 10,similar ao primeiro material impermeável à fumaça 20 da concretização ilus-trada na figura 1.
Proporcionando-se os dois materiais impermeáveis à fumaça 20,30, a alimentação de fumaça 140 pode ser dirigida entre uma circunferênciaexterna do atado de fibras 10 e o diâmetro interno do filtro de cigarro 130,em uma extremidade a montante 25, pelas paredes das fibras ocas 10 e pa-ra fora da extremidade a jusante 35. Passando-se o filtrado de fumaça 150pelas paredes das fibras ocas 10, as fibras ocas 10 se comportam comouma membrana de fibras ocas, pelo fato de que a fumaça é separada emmaterial retido e filtrado 150, em que o material retido (não mostrado) podeficar preso nas superfícies externas das fibras ocas 10. Após passar pelasparedes das fibras ocas 10, o filtrado 150 pode então ser passado pela ex-tremidade a jusante 35 das fibras ocas 10.
As fibras ocas 10 aqui usadas são preferivelmente concretiza-das, como ilustrado na figura 5, por fibras porosas ou semiporosas 10 comlúmens 15 (diâmetros internos ocos), como uma parede 18 com pelo menosalguma porosidade 19. As fibras ocas podem ser feitas de qualquer materialporoso ou semiporoso, em que os níveis de porosidade podem ser particula-rizados para proporcionar níveis predeterminados de permeabilidade e tam-bém conter nele espaços extracelulares. Por exemplo, as fibras ocas podemser produzidas de polímeros. De preferência, as fibras ocas compreendemcelulose, celulose modificada, acetato de celulose, polipropileno, polissulfo-na, compostos acrílicos, borracha de silicone ou misturas ou combinaçõesdeles. Discussão adicional de materiais de fibras ocas pode ser encontradana patente U.S. N- 3.708.071, que é aqui incorporada por referência na suatotalidade, para todos os fins.
Deve-se notar que o material usado para as fibras ocas 10 podeser selecionado para ter um tamanho de poro predeterminado, por determi-nação dos materiais usados para as paredes. Por exemplo, se as fibras ocas10 são feitas de materiais de poros maiores, os filtratos constituintes maiorestambém são deixados passar. Desse modo, o material usado para as fibrasocas 10 pode ser selecionado, para limitar, seletivamente, a passagem deapenas certas faixas de filtrados, se desejado.
Em um artigo de fumo preferido, as fibras ocas 10 são orienta-das em uma direção na qual a fumaça vai se deslocar pelo artigo de fumo.Proporcionando-se tal alinhamento, a fumaça pode deslocar-se pelos lú-mens das fibras ocas, em uma direção aproximadamente paralela à força desucção ou vácuo, aplicada na extremidade a jusante do artigo de fumo daextremidade a montante ou de acendimento.
Adicionalmente, as fibras ocas 10 são aproximadamente parale-las entre si, para permitir que a alimentação de fumaça 140 penetre unifor-memente nas fibras ocas 10, passem pelas paredes das fibras ocas unifor-memente, e ajustem os atados de fibras ocas no eixo de um cigarro. Por e-xemplo, como ilustrado na figura 1, os eixos dos lúmens 15 são preferivel-mente alinhados paralelos entre si (bem como paralelos ao eixo do cigarro),em que esse alinhamento permite que a alimentação de fumaça 140 escoediretamente pelos lúmens múltiplos (isto é, sem desvio ou direcionamentoindireto), durante o fumo do cigarro.
Essas fibras ocas 10 podem ser usadas dentro de qualquer arti-go de fumo, como um cigarro tradicional ou não, por exemplo, em um filtrode cigarro. As concretizações preferidas proporcionam fibras ocas para usoem artigos de fumo, tais como os cigarros e os cigarros não tradicionais. Oscigarros não tradicionais incluem, por meio de exemplo, cigarros para siste-mas de fumo elétricos, como descrito nas patentes U.S. N9 6.026.820,5.988.176, 5.915.387, 5.692.526, 5.692.525, 5.666.976 e 5.499.636, cujasdescrições são aqui incorporadas por referência nas suas totalidades.
As fibras ocas são de preferência dimensionadas a um compri-mento inferior ao comprimento de um filtro, de modo que todo o comprimen-to da fibra pode ajustar-se dentro da área do filtro, na medida em que as fi-bras ocas são alinhadas na direção do fluxo de fumaça. Também, os diâme-tros dos lúmens das fibras ocas (em combinação com o material usado parafazer as fibras ocas e a densidade de qualquer atado de fibras ocas) contro-lam a quantidade de escoamento possível, bem como a força necessáriapara puxar a fumaça de tabaco pelas fibras ocas (a seguir, resistência a puxão - RTD).
Além do uso de fibras ocas como as membranas de fibras ocaspara filtrar materiais, tal como fumaça, por elas, as fibras ocas podem sertambém usadas para proporcionar aditivos. Por exemplo, como ilustrado nafigura 6, as fibras ocas podem incluir porosidades (isto é, espaços extracelu-lares) nas paredes das fibras ocas. Dentro desses espaços extracelulares,os materiais aditivos podem ser armazenados, em que os materiais aditivospodem ser postos em contato com fluidos, tal como fumaça, passando pelasparedes das fibras ocas e, desse modo, pelos espaços extracelulares.
O diâmetro externo e a espessura de parede das fibras ocas sãopreferivelmente dimensionados para otimizar a capacidade das fibras ocasde reter os materiais aditivos e controlar o fluxo de filtrato pelas paredes e aquantidade de material retido nas paredes. Deve-se notar que os materiaisaditivos tendem a não ser absorvidos no lúmen das fibras ocas, devido àsforças capilares, desse modo, a retenção de materiais aditivos é basicamen-te conduzida pelos espaços extracelulares dentro das paredes. Na medidaem que o diâmetro externo das fibras ocas aumenta, e/ou o número de fibrasocas proporcionadas aumenta, a quantidade dos espaços porosos dentrodas paredes de uma fibra oca (isto é, os espaços extracelulares, tais comofissuras e fendas nas paredes das fibras ocas) vai tender a aumentar. Poraumento da proporção de espaços extracelulares, mais materiais aditivospodem ser absorvidos. Por outro lado, lúmens mais estreitos, e/ou menosfibras ocas, podem provocar uma retenção pelas fibras ocas de menos ma-teriais aditivos, devido às menores áreas das paredes das superfícies exter-nas totais.
As fibras ocas 10 da concretização preferida são usadas parareter desprendidamente os materiais aditivos dentro dos espaços extracelu-lares das fibras ocas 10. Desse modo, em virtude da retenção desprendível,os materiais aditivos nas fibras ocas 10 podem ficar suficientemente conti-dos, para evitar ou minimizar substancialmente a migração indesejada dosmateriais aditivos, tais como, por exemplo, durante armazenamento dos arti-gos de fumo com os materiais aditivos neles.
Para proporcionar materiais aditivos nas fibras ocas, os materi-ais aditivos são proporcionados para absorção ou adsorção dentro dos es-paços extracelulares das fibras ocas 10. Por exemplo, os materiais aditivospodem ser proporcionados por embebição das fibras ocas 10 em um banhode materiais aditivos, em que o material aditivo pode ser absorvido nos es-paços extracelulares.
Portanto, em um cigarro de tamanho médio (por exemplo, umcigarro com um comprimento entre 65- 100 mm, um diâmetro de 6 - 9 mm eum comprimento de filtro de 15 - 30 mm), as fibras ocas podem ter um diâ-metro de lúmen (isto é, interno) de aproximadamente 50 mícrons a aproxi-madamente 1.500 mícrons (por exemplo, 50 - 100, 100 - 150, 150 - 250, 350- 500, 500 - 1.000 ou 1.000 - 1.500 mícrons), de preferência, aproximada-mente 90 mícrons a aproximadamente 450 mícrons. Adicionalmente, as fi-bras ocas podem ter uma parede altamente porosa, com uma espessura deaproximadamente 10 mícrons a 100 mícrons, de preferência, aproximada-mente 10 a aproximadamente 50 mícrons, e um diâmetro externo de apro-ximadamente 100 mícrons a aproximadamente 2.100 mícrons, de preferên-cia, 100 a aproximadamente 500 mícrons.
Por exemplo, um cigarro de concretização exemplificativa podeser elaborado para incluir um atado de 10 a 15 fibras ocas, em que cada fi-bra oca tem um diâmetro de lúmen de aproximadamente 200 mícrons, umaespessura de parede de aproximadamente 50 mícrons, com um diâmetroexterno de aproximadamente 350 mícrons.
As fibras ocas podem ser produzidas por fiação ou outras técni-cas de produção de fibras. Por exemplo, os métodos de produção de fibrasocas foram descritos nas patentes U.S. 2.999.296 e 4.234.431, que são aquiincorporadas por referência nas suas totalidades.
Para usar as fibras ocas 10 em um artigo de fumo, as fibras ocas10 são cortadas ou de outro modo produzidas em um comprimento específi-co. As fibras ocas 10 podem ser preferivelmente usadas em uma relaçãoespaçada circunferencialmente em uma seção de filtro de um artigo de fumo,ou podem ser reunidas em um atado, antes de inserção em um produto final.Se as fibras ocas forem atadas, as fibras ocas 10 podem ser mantidas juntaspor uso de um material permeável, semipermeável ou impermeável, comomencionado acima, um fechamento, tal como um anel, ou um adesivo, talcomo triacetina, epóxi, e borracha de silicone.
Adicionalmente, em virtude da retenção desprendível, os materi-ais aditivos são preferivelmente móveis dentro dos espaços extracelularesdas fibras ocas, para que sejam liberados dela por necessidade. Por exem-plo, o material aditivo pode ser de preferência liberado das fibras ocas poraplicação de uma força de vácuo ou força de puxão, como mencionado acima.
As fibras ocas 10 podem ser também incorporadas em um filtrode cigarro, para proporcionar um meio para controlar uma resistência a pu-xão (RTD) em um cigarro. Em uma modalidade preferida, um filtro de cigarrovai incluir fibras ocas 10 nele. Proporcionando-se as fibras ocas em um ci-garro, um cigarro pode ser proporcionado com pouca ou muita resistência àpuxão, como desejado.
Adicionalmente, as fibras ocas 10 podem ser usadas para su-plementar ou substituir os conjuntos de filtros de seções múltiplas, que são,freqüentemente, mais difíceis de produzir do que as fibras ocas 10. Dessemodo, as fibras ocas 10 em filtros de cigarros podem ser usadas para simpli-ficar o método de produção, enquanto proporcionando ainda níveis específi-cos de RTD.
2. MATERIAIS DE ACONDICIONAMENTO
Como mencionado acima, os primeiro e segundo materiais deobstrução de filtrado ou impermeáveis à fumaça podem ser usados paraobstruir o fluxo de fumaça por um artigo de fumo, como ilustrado nas figuras1 e 4. Esses materiais de obstrução de filtrado ou impermeáveis à fumaça,usados para reter as fibras ocas, podem ser referidos como "material de a-condicionamento".
Como aqui usado, "material de acondicionamento" é intenciona-do para incluir materiais que podem ser usados para reter as fibras ocas nolugar, bem como materiais que podem direcionar os fluxos de alimentação,filtrado e material retido nos, em torno dos e pelos lúmens das fibras ocas.Como tal, o material de acondicionamento pode ser feito de qualquer materi-al permeável, semipermeável ou impermeável atóxico, que possa reter asfibras ocas em uma relação posicionai fixa entre si (isto é, em paralelo entresi). A discussão adicional de membranas de fibras ocas em material de a-condicionamento pode ser encontrada nas patentes U.S. 3.228.887,3.528.553 e 6.685.832, que são aqui incorporadas por referência nas suastotalidades.
De preferência, o material de acondicionamento é um polímeroou um compósito, em que o material pode ser selecionado dependendo dograu de permeabilidade desejado. Para o material de acondicionamento u-sado para obstruir o fluxo de ar por uma extremidade de uma fibra oca, ummaterial de acondicionamento impermeável ou semipermeável a filtrado, defibras ocas pode ser desejado. Por exemplo, epóxi é um material de acondi-cionamento impermeável a filtrado. Por outro lado, para material de acondi-cionamento usado para reter as fibras no lugar, quando a obstrução do filtra-do não é desejada, um material de acondicionamento permeável pode serdesejado. Por exemplo, acetato de celulose é um material de acondiciona-mento permeável.
O material de acondicionamento pode ser formado em qualquerparte das fibras ocas 10. Por exemplo, o material de acondicionamento podeser formado em uma parte ou em todo o comprimento, na circunferência dasfibras e/ou nas extremidades das fibras ocas. No entanto, se o material deacondicionamento for selecionado para obstruir o fluxo de ar, o material deacondicionamento é formado, de preferência, em menos do que toda a su-perfície das fibras ocas, de modo a permitir que pelo menos algum filtradopasse pelas paredes 18 das fibras ocas 10.
Adicionalmente, pode-se desejar que menos do que a coberturatotal das paredes 18 das fibras ocas 10 fique completamente encerrada epossivelmente isole os espaços extracelulares e os materiais aditivos quepossam estar contidos neles. Como tal, a cobertura pelo material de acondi-cionamento nas fibras ocas 10 é preferivelmente inferior a 90% da superfícieda parede das fibras ocas 10, e, particularmente, menos de 60% da superfí-cie da parede das fibras ocas 10 (por exemplo, 100 - 90%, 90 - 80%, 80 -70%, 70 - 60% 60 - 50%, 50 - 40%, 40 - 30%, 30 - 20%, 20 - 10% ou 10 -0%).
O material de acondicionamento pode ser formado nas fibrasocas, de qualquer maneira que proporcione as propriedades de controle dofluxo de ar desejadas pela concretização. Por exemplo, os métodos de for-mação de material de acondicionamento em fibras ocas foram discutidos naspatentes U.S. N5 6.702.561, 6.663.745, 6.623.637 e 5.480.553, que são aquiincorporadas nas suas totalidades por referência.
Como mencionado acima, o material de acondicionamento podeser feito de qualquer material que possa obstruir a passagem de fumaça.Como tal, o material de acondicionamento pode ser feito de um material im-permeável, semipermeável ou permeável. Se o material de acondicionamen-to for um material semipermeável ou permeável, então o material de acondi-cionamento pode ser usado como uma barreira permeável e pode aumentara resistência a fluxo de ar por ele.
Portanto, um artigo de fumo pode ser dotado com fibras ocas emuma conformação tal que a estrutura e a orientação para as fibras ocas 10permita que pelo menos parte dos espaços extracelulares de fibras ocas 10sejam acessíveis às fibras ocas. Adicionalmente, como aqui proporcionado,o fluxo de fumaça pode ser ainda pelo menos parcialmente dirigido peloslúmens 15 e as paredes 18 das fibras ocas 10, em que os materiais aditivosnos espaços extracelulares podem interagir com o fluxo de ar, na medida emque ele passa pelas paredes 18 das fibras ocas 10.
3. CAMADA EXTERNA
As fibras ocas 10 também podem incluir uma camada externacobrindo ou encapsulando as fibras ocas 10 (com material aditivo nela, sedesejado). De preferência, a camada externa é uma parede ou filme sólido,em que a parede ou filme sólido pode ser usado para vedar ou encapsular,temporariamente, as fibras ocas 10 (e qualquer coisa encapsulada dentrodas fibras ocas 10) longe do meio físico circundante.
De preferência, a camada externa é aplicada em torno das su-perfícies externas das fibras ocas 10, de modo que os materiais aditivos adi-cionados às fibras ocas 10 podem ser vedados dentro das fibras ocas 10,e/ou dentro dos seus espaços extracelulares. Além disso, a camada externaé preferivelmente facilmente frangível e pode ser rompida, para permitir queos materiais aditivos sejam liberados das fibras ocas 10.
A camada externa pode ser qualquer material frangível, tal comoum polímero, que é capaz de tanto vedar as fibras ocas, bem como quebrar,romper ou perfurar por necessidade. De preferência, a camada externa éfeita de açúcar ou pectina, que pode ser também proporcionada para aroma-tizar o filtrado, tal como filtrado de fumaça, contatando a camada externa, sedesejado. A camada externa é usada, de preferência, para imobilizar os ma·teriais aditivos dentro das fibras ocas 10, e, desse modo, reduz, de preferên-cia, a dissipação do material aditivo, até que a camada externa seja quebra-da, rompida ou perfurada.
De preferência, a camada externa é um filme fino frangível. Pro-porcionando-se um filme fino frangível, uma diferença na pressão do fluidoem qualquer um dos lados da camada externa e das paredes de fibras ocas(isto é, puxão em um cigarro com fibras ocas e a camada externa nela) podeser suficiente para fazer com que a camada externa quebre, para liberar osmateriais aditivos dela.
Por exemplo, em um cigarro, uma camada externa pode ser ela-borada para quebrar, quando fumaça é puxada pelas paredes das fibras o-cas, em que a pressão de vácuo de puxão da fumaça pode fazer com que acamada externa se quebre. Em outras palavras, quando um fumante podedar uma baforada em um cigarro, fazendo com que a camada externa sejarompida pela fumaça sendo puxada pelas paredes das fibras ocas e dos ma-teriais aditivos, ela pode ser liberada para a fumaça, na medida em que pas-sa pelas paredes das fibras ocas.
A camada externa pode ser formada por qualquer método capazde aplicar um filme, que é suficientemente fino para permitir que a pressãode vácuo rompa o filme. De preferência, a camada externa é aplicada poraspersão de um material formador de filme nas superfícies externas das fi-bras ocas e deixando que o material formador de filme se solidifique em umfilme, para proporcionar uma camada externa.
Por exemplo, a formação da camada externa pode compreendera aspersão de uma camada de pectina ou açúcar na superfície externa dasfibras ocas.
4. ARTIGOS DE FUMO
Em uma concretização preferida, as fibras ocas 10 são usadasem artigos de fumo, juntamente com sorventes, tais como materiais micropo-rosos, para filtrar ou remover os constituintes em fase gasosa de fumaça decigarro. Sorventes (isto é, sorventes microporosos), tal como sorvente decarvão ativado e/ou de zeólita, podem ser usados.
Ainda que qualquer material possa ser usado como sorvente,uma concretização preferida inclui carvão ativado. No entanto, os sorventespodem impedir uma capacidade do projetista de cigarros de adicionar mate-riais, tais como componente aromático volátil, como mentol, pois os sorven-tes podem adsorver e/ou absorver compostos voláteis migratórios, durante otempo entre a fabricação do cigarro e quando está sendo fumado.
Dois problemas ocorrem quando materiais aditivos, tais comocomponentes flavorizantes voláteis, são incluídos em artigos de fumo comsorventes: primeiro, os materiais aditivos podem migrar pelo artigo de fumo;e segundo, os materiais aditivos podem ser adsorvidos ou absorvidos pelossorventes. Esses problemas foram abordados previamente por uso de ele-mentos flavorizantes localizados centralmente no pedido de patente demesmo requerente U.S. Nq 2003/0224918, bem como filtros para um artigode fumo contendo uma fibra oca aromatizada na patente U.S. N9 4.971.078,ambas sendo aqui incorporadas nas suas totalidades por referência.
Quando materiais aditivos são sorvidos pelos sorventes, essesmateriais aditivos podem ser apenas perdidos, mas também os materiais aditivos podem também ocupar sítios ativos no sorvente. Se os materiaisaditivos ocupam sítios ativos no sorvente, a capacidade do sorvente de re-mover os gases ou constituintes alvo da fumaça pode ser comprometida. Noentanto, as fibras ocas 10 podem ser usadas para superar esse problemapor contenção e isolamento dos materiais aditivos do sorvente, antes do fu- mo, e, portanto, evitando a interação entre os materiais aditivos e o sorvente,durante armazenamento.
Em um filtro de cigarro, além das fibras ocas 10 e do sorvente,um material de peneira molecular também pode estar presente. De preferên-cia, o material de peneira molecular pode estar presente em forma monolíti-ca ou particulada, dimensionado em torno de 0,1 mm a 1 mm, particularmen-te, 0,3 mm a cerca de 0,9 mm (por exemplo, 0,3 mm a 0,4 mm, 0,4 mm a 0,5mm, 0,5 mm a 0,6, 0,7 mm a 0,8 mm ou 0,8 mm a 0,9 mm), para facilitar oprocessamento em filtros de cigarro, de modo a obter uma queda de pressãodo filtro ou RTD (resistência a puxão) desejável.
Várias construções de filtros conhecidas na técnica podem serusadas, nas quais as fibras ocas 10 podem ser incorporadas. As estruturasde filtros exemplificativas, que podem ser usadas, incluem, mas não são limi-tadas a, um monofiltro, um filtro duplo, um filtro triplo, um filtro de cavidadeúnica ou múltipla, um filtro retraído, um filtro de escoamento livre, suas com-binações e similares. Os elementos de filtros são tipicamente construídos demateriais de estopa de acetato de celulose ou de papel de celulose.
O comprimento e a queda de pressão dos segmentos em umfiltro duplo podem ser ajustados para proporcionar uma ótima sorção, en-quanto mantendo uma resistência a puxão aceitável. Os filtros triplos podemincluir segmentos laterais de tabaco ou material de fumo e boca, e um seg-mento intermediário compreendendo papel. Os filtros de cavidade incluemdois tampões de filtro espaçados entre si. Os filtros também podem ser ven-tilados e/ou compreendem sorventes adicionais (tal como carvão ativado),catalisadores ou outros aditivos adequados para uso em um filtro de cigarro.
Adicionalmente, em uma concretização exemplificativa, um ci-garro 100, com um atado de fibras ocas 10 no filtro 130, pode incluir um sor-vente 60. Por exemplo, como ilustrado na figura 7, um cigarro 100 pode serproporcionado com um filtro 130, que inclui fibras ocas 10 com um materialaditivo, tal como um flavorizante, nele e um sorvente 60 a montante (longedo fumante e na direção da parte tabaco 50). Como os sorventes são tipica-mente efetivos para adsorção ou absorção de material adicionado, tal como um flavorizante, a colocação do sorvente 60 a montante do flavorizante nasfibras ocas 10 pode reduzir o nível de absorção ou adsorção do flavorizantepelo sorvente 60.
De preferência, as fibras ocas 10 podem ser localizadas em umaparte do filtro 130 a jusante do sorvente 60, com uma seção de material fil-trante 70, tal como acetato de celulose, entre os dois, como ilustrado na figu-ra 7. De preferência, as fibras ocas 10 e o sorvente 60, se proporcionado,vão ser colocados em cavidades dentro de um conjunto de filtro 40. No en-tanto, ambas as fibras ocas 10 e o sorvente 60, se proporcionado, podemser colocados em qualquer lugar dentro de um filtro 130 de um artigo de fu-mo.
Ainda que um filtro preferido inclua um sorvente e fibras ocas 10,as fibras ocas 10 também podem ser usadas em artigos de fumo, sem umsorvente no filtro, como ilustrado nas figuras 1 e 4. Independentemente dotipo de artigo no qual as fibras ocas 10 são incorporadas, as fibras ocas 10podem ser usadas para proporcionar contenção e transferência de materiaisefetivas, tais como aromas voláteis ou outras substâncias químicas relacio-nadas com o fumo.5. ADITIVOS
As fibras ocas podem ser usadas desejavelmente para encapsu-Iar aditivos em um artigo de fumo, como mencionado acima, em que os adi-tivos podem ser encapsulados dentro dos espaços extracelulares das fibrasocas. Por esse encapsulamento, os aditivos podem ser tanto protegidos deperda quanto podem ser misturados com o ar de entranhamento, na medidaem que ar passa pelas paredes das fibras ocas.
Para imobilizar ou encapsular os aditivos dentro das fibras ocas10, as fibras ocas 10 são preferivelmente embebidas em aditivos. A embebi-ção permite que os aditivos sejam absorvidos nos espaços extracelulares 35das fibras ocas 10, onde os aditivos podem permanecer, devido às forçascapilares, impedindo, desse modo, a dissipação dos aditivos.
As fibras ocas 10 podem ser colocadas preferivelmente em umartigo de fumo, particularmente, um filtro de cigarro, onde as fibras ocas 10são alinhadas em um cigarro para fluxo de ar. Por exemplo, os eixos longosdas fibras ocas 10 podem ser alinhados com o eixo longo do cigarro, parafins de fluxo de ar. Também, um material de acondicionamento a jusante 30pode ser usado para obstruir o fluxo de fluido pela extremidade a jusante dasfibras ocas 10.
Adicionalmente, uma camada externa pode ser formada nas fi-bras ocas 10, para impedir a dissipação e encapsular ainda mais os materi-ais aditivos nos espaços extracelulares das fibras ocas, como mencionadoacima.
Os aditivos podem ser aromas, que podem ser selecionados dequalquer número de materiais naturais e artificiais conhecidos, tais como,por exemplo, hortelã-pimenta, hortelã, gualtéria, mentol, canela, chocolate,café, tabaco, vanilina, alcaçuz, cravo-da-índia, anis, sândalo, gerânio, óleode rosa, baunilha, óleo de limão, cássia, hortelã, erva-doce, gengibre, aceta-to de etila, acetato de isoamila, isobutirato de propila, butirato de isobutila,butirato de etila, valerato de etila, formiato de benzila, limoneno, cimeno, pi-neno, linalol, gereniol, citronelol, citral, óleo de hortelã-pimenta, óleo de la-ranja, óleo de coentro, borneol, extrato de frutas e similares. São ilustrativosdesses flavorizantes de fumo aqueles descritos nas patentes U.S. Nes3.580.259, 3.625.224, 3.722.516, 3.750.674, 3.879.425, 3.881.025,3.884.247, 3.890.981, 3.903.900, 3.914.451, 3.915.175, 3.920.027,3.924.644, 3.966.989, 4.318.417 e similares, que são aqui incorporados nassuas totalidades por referência.
Por exemplo, os cigarros de acordo com a invenção podemcompreender um material aditivo compreendendo mentol.
Os aditivos também podem ser substâncias químicas, em que assubstâncias químicas podem ser usadas para atrair ou repelir aerossóis, oureagir com os constituintes da fumaça para remover ou extrair quimicamenteos constituintes da fumaça.
Por exemplo, as substâncias químicas, que podem ser usadaspara atrair ou repelir os aerossóis, incluem tensoativos contendo regiões hi-drofóbicas (apolares) e hidrofílicas (polares) distintas. Por exemplo, os ten-soativos polares podem ser usados para atrair ou repelir os constituintes defumaça de tabaco selecionados, como os constituintes de tabaco polares,devido às propriedades de polaridade atrativa intrínseca. Por exemplo, poratração dos constituintes de fumaça de tabaco, esses constituintes de fuma-ça de tabaco podem ser apreendidos e retidos dentro das fibras ocas quimi-camente (além de ser mecanicamente separado seletivamente por tamanhode poro das paredes das fibras ocas, como mencionado acima).
Como mencionado acima, as substâncias químicas ou sistemasde substâncias químicas também podem ser usados para reagir com osconstituintes da fumaça, para removê-los. Por exemplo, os sistemas desubstâncias químicas, tais como aminopropilsilila (APS), aminoetilaminopro-pilsilila (AEAPS) e aminoetilaminoetilaminopropilsilila (AEPEAPS), podemser usados. Consultar as patentes U.S. Nes 6.595.218 e 6.209.547 do mes-mo requerente, ambas sendo aqui incorporadas nas suas totalidades porreferência.
Como mencionado acima, as substâncias químicas também po-dem ser usadas para reagir com os constituintes da fumaça, para extraí-los.
O termo "fumo de extração química" é intencionado para significar proverconstituintes de fumaça de fumo predeterminados a um fumante, sem qual-quer combustão do fumo (isto é, fumo sem fumaça).
A embebição extrativa química proporciona uma substânciaquímica ou reagente, tal como água ou álcool, para interação com tabacoem um produto de tabaco. Deixando-se a substância química ou reagenteinteragir com o fumo, uma substância química de tabaco ou reagente enri-quecido pode ser formado, que pode, por sua vez, ser inalado como um va-por ou aerossol. Por exemplo, a substância química ou reagente podem sersolventes, tais como água ou álcool, tal como álcool etílico. De preferência, ofumo de extração química ocorre abaixo das temperaturas de combustão;embora, o calor possa ser utilizado para promover a vaporização (ou volatili-zação) da substância química de tabaco ou reagente enriquecido.
No entanto, deve-se notar que o calor pode ser usado para au-mentar o vapor e a solubilidade dos constituintes do tabaco para o ato de"fumar". Por uso de calor, a substância química de tabaco ou reagente enri-quecido pode ser vaporizado termicamente, e a mobilização das proprieda-des do tabaco dentro do vapor pode ser aumentada potencialmente.
Como uma concretização exemplificativa de um artigo de fumode extração química, um cigarro pode ser produzido com fibras ocas, inclu-indo substâncias químicas imobilizadas nelas. Quando "fumado" a ação depuxar em um lado das fibras ocas 10 libera as substâncias químicas para otabaco, com o que as substâncias químicas provocam a liberação extrativade um aerossol de tabaco.
Ainda que a invenção tenha sido descrita em detalhes com refe-25 rência às suas concretizações específicas, vai ser evidente para aquelesversados na técnica que várias mudanças e modificações podem ser feitas,e equivalentes empregados, sem que se afaste do âmbito das reivindicaçõesem anexo.

Claims (10)

1. Cigarro (100) caracterizado pelo fato de que compreende:um bastão de tabaco (50);um filtro (130) operando com o bastão de tabaco (50), em que ofiltro (130) compreende um atado de fibras ocas, em que os lúmens (15) dasfibras ocas são alinhados axialmente em paralelo entre si; eum material aditivo nos espaços extracelulares das fibras ocas(10), em que uma extremidade de pelo menos uma das fibras ocas é obstruída.
2. Cigarro (100) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o filtro (130) compreende ainda um tampão de material fil-trante poroso, em que o tampão é localizado a montante (25) e/ou a jusante(35) das fibras ocas (10) no filtro (130).
3. Cigarro (100) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que a extremidade obstruída da pelo menos uma das fibras o-cas (10) compreende um primeiro material impermeável à fumaça (20), loca-lizado dentro do lúmen (15) da pelo menos uma das fibras ocas, em que omaterial impermeável (20) obstrui o fluxo de ar pela extremidade obstruídada pelo menos uma das fibras ocas.
4. Cigarro (100) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de compreende ainda um segundo material impermeável à fumaça,circundando uma extremidade a montante ou a jusante do atado de fibrasocas (10), em que o segundo material impermeável à fumaça obstrui o fluxode ar em torno do atado de fibras ocas e direciona o fluxo de ar para os lú-mens (15) do atado de fibras ocas (10).
5. Cigarro (100) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o material aditivo compreende um flavorizante, um reagenteque reage quimicamente com, e separa, seletivamente, um componente ga-soso de uma corrente de fumaça, um tensoativo, um solvente, ou misturasou combinações dos mesmos.
6. Cigarro (100) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que as fibras ocas (10) compreendem um atado de fibras, e on-de o cigarro (100) compreende ainda um anel, em que o anel circunda o a-tado de fibras.
7. Cigarro (100) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que as fibras ocas (10) compreende um atado de fibras, e ondeo cigarro (100) compreende ainda um adesivo, onde o adesivo aglutina asparedes do atado de fibras à outras paredes do atado de fibras.
8. Cigarro (100) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o filtro compreende ainda uma camada externa cobrindouma região externa das fibras ocas (10), e acetato de celulose, onde as fi-bras ocas e a camada externa são embutidas dentro do acetato de celulose.
9. Método de fabricação de um filtro (130) de cigarro (100), ca-racterizado pelo fato de compreender:preparar fibras ocas (10) com um material impermeável à fuma-ça cobrindo uma extremidade de pelo menos uma das fibras ocas;encher, pelo menos parcialmente, os espaços extracelularesdentro das fibras ocas (10) com um material aditivo; ecolocar as fibras ocas (10) com o material impermeável à fuma-ça e o material aditivo em um filtro de cigarro.
10. Filtro de cigarro (130) caracterizado pelo fato de que com-preende uma membrana de fibras ocas (10), onde a membrana de fibrasocas compreende:fibras ocas (10); eum material impermeável á fumaça, em que o material imperme-ável à fumaça obstrui uma extremidade a jusante de um lúmen (15) da fibraoca (10).
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