BRPI0616933A2 - cateter de segurança para injeção de fluido - Google Patents

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Abstract

CATETER DE SEGURANçA PARA INJEçãO DE FLUIDO. A presente invenção refere-se aos cateteres. O cateter de acordo com a invenção é caracterizado essencialmente pelo fato de comportar um corpo tubular (1) que comporta um canal (4) que atravessa pelas suas extremidades (5, 6) respectivamente às extremidades (2, 3) do corpo tubular, os meios de injeção (10) do fluido no canal (4), um conector tubular (20) que comporta um canal (23) que atravessa pelas suas extremidades (24, 25) respectivamente às extremidades (21, 22) do conector tubular, e os meios (30) para realizar uma ligação entre o conector (20) e o corpo (1) de modo que a extremidade (24) do canal (23) e a extremidade (6) do canal (4) sejam coaxiais (40), estes meios de ligação (30) essencialmente constituídos por um anel (31) recobrindo parte do corpo e do conector, estando arranjado de maneira que, exerce um par de forças de valor determinado respectivamente sobre o conector (20) e o corpo (1), haja ruptura da ligação. Aplicação aos cateteres de segurança que permitem tratamentos endovasculares por injeção de um líquido embólico, por exemplo, para tratar as malformações artériovenosas (MAV).

Description

cateter de segurança para injeção de fluido
A presente invenção refere-se aos cateteres desegurança para injeção de fluido, especialmente embólico,para tratamentos endovasculares, por exemplo, para trataras malformações arteriovenosas (MAV).
Tal tratamento consiste na injeção de um líquidoembólico através de um cateter, que permite obstruir osvasos que alimentam a zona doente.
Ora, é conhecido que a chegada por sua vez destelíquido embólico envolve a extremidade distai do cateterque serve à injeção e o prende de modo que é necessáriotirá-lo sobre o cateter para tentar desbloqueá-lo.
Concebe-se facilmente que uma tal manobra possaapresentar inconvenientes. Por exemplo, o líquido embólicoé retirado com o cateter e não desempenhado mais o seupapel, ou pode ser depositado em um lugar não desejado, oque pode provocar a ruptura de numerosas pequenas artérias.
De acordo com um outro inconveniente, o esforço de traçãorevela-se insuficiente e não pode ser aumentado sem riscoprovocar grandes lesões arteriais. Neste caso, a únicasolução é deixar no lugar o cateter quase em suatotalidade, no corpo do paciente.
Diferentes sistemas foram desenvolvidos para evitar oabandono de todo o cateter, por exemplo os descritos nosdocumentos seguintes: US 2004/225279; US 2002/165582 e oUS-A-6.743.251. Estes sistemas são constituídosessencialmente de um tubo principal terminado à suaextremidade distai por um conector de pressão ao tuboprincipal por um cordão de matéria sob a forma de umespaçador que apresenta um ponto de fraqueza para serfacilmente destruído por diferentes meios. Pode-se darinteira satisfação, na condição de, quando o cateter éintroduzido, o conector não se destaca do tubo principalantes que chegue ao lugar determinada para a injeção dofluido.
Também, a presente invenção tem por objetivo realizarum cateter de segurança para injeção de fluido,especialmente embólico, que palia em grande parte pelomenos os inconvenientes possíveis mencionados acima doscateteres similares do estado da técnica.
Mais precisamente, a presente invenção tem por objetoum cateter de segurança para injeção de fluido,especialmente embólico, compreendendo:
- um corpo tubular definido entre uma extremidadeproximal e uma extremidade distai, o referido corpo tubularque comporta um primeiro canal que atravessa suas duasprimeira e segunda extremidades, respectivamente às duasextremidades proximal e distai do corpo tubular,
meios de injeção aptos a injetar o fluido noprimeiro canal pela primeira extremidade do referidoprimeiro canal,
- um conector tubular definido entre duas primeira esegunda extremidades, o referido conector tubular quecomporta um segundo canal que atravessa por suas duasprimeira e segunda extremidades, respectivamente as duasprimeira e segunda extremidades do conector tubular, e
- meios para realizar uma ligação entre o referidoconector tubular e o referido corpo tubular de modo que asegunda extremidade do primeiro canal e a primeiraextremidade do segundo canal sejam sensivelmente coaxiais,estes referidos meios de ligação estando em outrosarranjos, de modo que, exercendo um par de forças de valordeterminado respectivamente sobre o corpo tubular e oconector tubular, haja ruptura da referida ligação paraobter a separação do corpo tubular e do conector tubular,caracterizado pelo fato de que os meios de ligaçãocomportam um anel sobreposto as porções de faces lateraisrespectivamente do corpo tubular e do conector tubular ànível respectivamente da extremidade distai do corpotubular e da primeira extremidade do conector tubular.
Outras características e vantagens da presenteinvenção aparecerão durante a descrição seguinte dada comrelação aos desenhos anexados a título ilustrativo mas demodo algum limitativo, nos quais:
A figura 1 representa o esquema de princípio docateter de segurança de acordo com a invenção para injeçãode fluido, especialmente embólico,
A figura 2 representa uma vista em corte longitudinalparcial de um modo de realização do cateter de segurança desegundo a invenção de acordo com o esquema de princípiorepresentado sobre a figura 1, e
A figura 3 representa um aperfeiçoamento do modo derealização do cateter representado sobre a figura 2.
É em primeiro lugar precisado que, sobre as figuras,as mesmas referências designam os mesmos elementos,qualquer que seja a figura sobre o qual aparecem e qualquerque seja a forma de representação destes elementos. Mesmo,se elementos não forem especificamente referenciados sobreuma das figuras, as suas referências podem serreencontradas facilmente relacionando-se a uma outrafigura.
Por referência à figura 1, o cateter de segurança parainjeção de fluido, especialmente embólico, compreende umcorpo tubular 1 definido entre uma extremidade proximal 2 euma extremidade distai 3, o corpo tubular comporta umprimeiro canal 4 que atravessa as suas primeira e segundaextremidades 5, 6 respectivamente às duas extremidadesproximal e distai do corpo tubular, e os meios de injeção10 aptos a injetar o fluido no primeiro canal 4 pela suaprimeira extremidade 5.
Estes meios de injeção 10 são bem conhecidos e porconseguinte não serão descritos amplamente aqui, na únicapreocupação de simplificar a presente descrição.
O cateter comporta além disso um conector tubular 2 0definido entre as duas primeira 21 e segunda 22extremidades, este conector tubular comporta um segundocanal 23 que atravessa por suas duas primeira 24 e segundaextremidades, respectivamente as duas primeira e segundaextremidades 21, 22 deste conector tubular 20, e dos meiospara realizar uma ligação preferivelmente impermeávelentre o corpo tubular Ieo conector tubular 20 de modo quea segunda extremidade 6 do primeiro canal 4 e a primeiraextremidade 24 do segundo canal 23 sejam sensivelmentecoaxiais 4 0 para que os primeiro e segundo canais 4, 23formem um canal sensivelmente contínuo, estes meios deligação 3 0 estando em outro arranjo, de modo que, um par deforças de valor determinado, respectivamente sobre o corpotubular Ieo conector tubular 20, haja ruptura da ligação,sob todas as formas, para obter a separação do corpotubular Ieo conector tubular 20.Em uma realização possível segundo a invenção, comomais particularmente ilustrada sobre a figura 2 e tomada emcombinação com a representação segundo a figura 1, os meiosde ligação 3 0 comportam essencialmente um anel 31 na formade manga, recobrindo as porções de faces laterais 32, 33,respectivamente do corpo tubular 1 e do conector tubular 20a nível, respectivamente da extremidade distai 3 do corpotubular e da primeira extremidade 21 do conector tubular, evantajosamente os meios de impermeabilidade 50 pararealizar uma impermeabil idade entre o anel 31 e as duasporções de faces laterais 32, 33.
De maneira preferencial, independentemente do materialno qual são realizados o corpo tubular Ieo conectortubular 20, o anel 31 é realizado em platina e os meios deimpermeabilidade 50 são constituídos por cola ligando aparede lateral do anel e as duas porções de faces laterais32, 33, respectivamente da extremidade distai 3 do corpotubular e a primeira extremidade 21 do conector tubular.
Esta cola apresenta-se por exemplo, como ilustradosobre a figura 2, sob forma de dois cordões que reúnem demaneira impermeável, respectivamente os dois bordos deextremidade do anel 31 e as duas porções de faces laterais32, 33 definidas acima.
Em geral, o material no qual são realizados o corpotubular Ieo conector 20 é, por exemplo, de poliuretano,uma poliamida, ou um material conhecido sob a Marca"Pebax", ou uma mistura destes três materiais.
Sobre o esquema de acordo com a figura 1, o corpotubular Ieo conector tubular 20 são representadosrelativamente afastados um do outro. Mas, de maneiravantajosa, como ilustrado, por exemplo, sobre a figura 2 eem um objetivo que será esclarecido a seguir, o corpotubular e o conector tubular são de pressão.
A ruptura da ligação pode ser obtida, como mencionadoanteriormente, por aplicação de um par de forças de valordeterminado respectivamente sobre o conector tubular 20 e ocorpo tubular 1. Este par de forças é pelo menos uma dasforças seguintes: par de forças de tração, par de torção,combinação destes dois tipos de par de forças.
O cateter de acordo com a invenção descrita acima,utiliza-se da seguinte maneira.
Quando é necessário realizar uma intervenção como àque é mencionada ao preâmbulo da presente descrição, ocateter é introduzido, pela segunda extremidade 22 doconector 20, na artéria a ser tratada, a partir de um pontodo corpo do paciente que é relativamente acessível.
O corpo tubular 1 é empurrado até a segundaextremidade do conector chegando ao lugar a ser tratado,sua extremidade proximal 5 com os meios de injeção 10 sãomantidos fora do corpo do paciente.
É necessário destacar que, durante este empurrão, ocorpo tubular empurra o conector, e que não há então riscode ruptura da ligação entre o corpo Ieo conector 20, etanto mais que o conector é bem mantido por sua vez no eixodo corpo tubular 1 e lateralmente, pelo anel 31.
O líquido de tratamento então é injetado no catetersob uma pressão determinada que, para permitir a ejeção dolíquido pela segunda extremidade 25 do segundo canal 23, érelativamente mais elevada que a pressão atmosférica e/ou apressão sangüínea que irriga uma artéria, e se derrama naartéria por esta segunda extremidade, o lugar nesta artériaescolhida pelo Profissional.
Se, como mencionado anteriormente, o liquido injetadoforma uma rolha ao redor da segunda extremidade 22 doconector tubular 20, a rolha que impede a retirada docateter, o Profissional exerce uma força de tração e/ou umatorção sobre a extremidade proximal do corpo tubular 1. Soba ação desta tração e/ou desta torção, porque os meios deligação 3 0 têm as características definidas acima, ou oconector liberta-se da rolha, ou produz-se uma ruptura daligação 30 ou seja uma separação do conector tubular 20 edo corpo tubular 1.
No caso da realização segundo a figura 2, os meios deligação são arranjados geralmente de modo que o cordão desoldagem e/ou a cola que ligar o anel 31 e o conector 20 serompa em primeiro, o que permite separar o conector e oconjunto formado do anel e do corpo tubular.
0 cateter de acordo com a invenção da qual um modo derealização é ilustrado sobre esta figura 2 apresenta umavantagem importante. Certamente, o anel 31 constitui umaresistência â deformações laterais das extremidades aocontacto, do corpo tubular 1 e do conector tubular 20, quepoderiam produzir-se sob a pressão do fluido injetado, masnão exerce resistência à tração sobre o corpo tubular e nãoobstrui por conseguinte a separação do conector 20 e ocorpo 1 como explicado anteriormente.
Em todo o caso, não é mais necessário colocar a quasetotalidade do cateter. Ao pior, só o conector é colocado nocorpo do paciente, que não apresenta nenhum perigo.
A figura 3 representa um aperfeiçoamento ao modo derealização do cateter descrito acima.
O cateter de acordo com este modo sofisticado comportaas mesmas características que aqueles segundo a realizaçãodescrita com relação à figura 2, com mais o fato que pelomenos uma parte da cola que liga a parede lateral do anel31 e as duas porções de paredes laterais 32, 33respectivamente, a extremidade distai 3 do corpo tubular 1e a primeira extremidade 21 do conector tubular 20apresenta a característica de ser apto a ser destruído pelofluido 70, neste caso um líquido de tratamentoendovascular, como mencionado anteriormente.
Em uma realização vantajosa, os meios deimpermeabilidade definidos anteriormente são constituídospor dois cordões de cola 501, 502 que revestem pelo menosparcialmente, se não inteiramente, duas extremidades 311,312 do anel 31 e recobrem respectivamente pelo menos umaparte das duas porções de faces laterais 32, 33, de maneirapreferencial sobre toda sua circunferência, respectivamenteda extremidade distai 3 do corpo tubular Iea primeiraextremidade 21 do conector tubular 20.
De acordo com uma característica da invenção, pelomenos um dos dois cordões de cola de 501, 502 é apto a serdestruído pelo fluido 70. De maneira preferencial, o cordãode cola que é apto a ser destruída pelo fluido 70 é aquele502 que está mais próximo da segunda extremidade 22 doconector tubular 20, a outro cordão 501 sendo depreferência não destruído por este fluido 70.
É bem precisado que, no sentido da presente descrição,por "destruição", é compreendido um dos efeitos seguintes:deleção, decomposição, fusão, fratura, dissolução, que esta"destruição" seja total ou parcial, de modo que diminuanotavelmente as propriedades de resistência da cola de modoque não possa mais desempenhar o seu papel de montagemsoldada de duas peças uma com a outra.
O cateter de acordo com o modo de realização ilustradosobre a figura 3 e descrito acima utiliza-se e funciona daseguinte maneira:
Como descrito previamente, o corpo tubular 1 éempurrado até a segunda extremidade 22 do conector tubular2 0 chegando ao lugar a ser tratado, a sua extremidadeproximal 5 com os meios de injeção 10 sendo mantidos forado corpo do paciente.
O fluido 70, ou seja mais particularmente, o liquidode tratamento, então é injetado e, após ter percorrido osprimeiro e segundo canais 4, 23, escoado em 71 pelaextremidade 25 do segundo canal 23. Contudo, muitorapidamente, ele se projeta, na frente desta extremidade,uma "rolha" que obstrui, de fato, um refluxo de fluido 72entre a parede da veia ou do vaso sangüíneo Vea paredeexterna do conector tubular 20.
0 cordão de cola 502 sendo previsto para serdissolvido pelo fluido 70, é pelo menos eliminadoparcialmente e o anel 31 é apto a ser liberado do conectortubular 20.
As características estruturais da cola definidas acimapermitem, inicialmente durante a injeção do fluido 70, amanutenção do conector tubular 2 0 e do corpo tubular 1 depressão um contra o outro através do anel 31 colado sobreeles e, subseqüentemente quando o refluxo 72 do fluido seprojeta, para reduzir progressivamente a resistência dacola mantendo ao mesmo tempo o anel 31 ainda soldado aoconector e ao corpo tubular até o fim da injeção do fluido,e por último, no fim da injeção, o destacamento do anel 31sob uma tração relativamente fraca exercida sobre o corpotubular 1.
O corpo tubular 1, o anel 31 e o cordão de cola 501podem então ser retirados, como explicitado anteriormente.
A Requerente experimentou um cateter de acordo comeste modo de realização e obteve muito de bons resultadoscom o líquido embólico conhecido sob a marca de comércioONYX® que comporta um solvente que permite uma diminuiçãode pelo menos 50% da resistência da cola quando esta últimaé à base de poliuretano, o que é suficiente para destacar ocorpo tubular 1 do conector tubular 20 e obter o resultadodesejado.

Claims (11)

1. Cateter de segurança para injeção de fluido,especialmente embólico, compreendendo:- um corpo tubular (1) definido entre uma extremidadeproximal (2) e uma extremidade distai (3), o referido corpotubular que comporta um primeiro canal (4) que atravessasuas duas primeira e segunda extremidades (5, 6)respectivamente, as duas extremidades proximal e distai docorpo tubular,- meios de injeção (10) aptos para injetar o fluido noprimeiro canal (4) pela primeira extremidade (5) doreferido primeiro canal,- um conector tubular (2 0) definido entre as duasprimeira (21) e segunda (22) extremidades, o referidoconector tubular comportando um segundo canal (23) queatravessa pelas suas duas primeira (24) e segunda (25)extremidades, respectivamente as duas primeira e segundaextremidades (21, 22) do conector tubular (20), e- meios (30) para realizar uma ligação entre oreferido conector tubular (20) e o referido corpo tubular(1) de modo que a segunda extremidade (6) do primeiro canal(4) e a primeira extremidade (24) do segundo canal (23)sejam sensivelmente coaxiais (40), estes referidos meios deligação (30) em outro arranjo de modo que, exercendo um parde forças de valor determinado respectivamente sobre ocorpo tubular (1) e o conector tubular (20), haja rupturada referida ligação para obter a separação do corpo tubular(1) e do conector tubular (20), caracterizado pelo fato deque os meios de ligação (30) comportam um anel (31)sobreposto as porções de faces laterais (32 33) ,respectivamente do corpo tubular (1) e do conector tubular(20) a nível respectivamente da extremidade distai (3) docorpo tubular (1) e da primeira extremidade (21) doconector tubular (20).
2. Cateter, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que comporta meios deimpermeabilização (50) para realizar uma impermeabilizaçãoentre o referido anel (31) e as duas porções de faceslaterais (32, 33).
3. Cateter, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que os meios deimpermeabilização (50) são constituídos por cola que liga aparede lateral do anel e pelo menos uma das duas referidasporções de faces laterais (32, 33) respectivamente daextremidade distai (3) do corpo tubular (1) e a primeiraextremidade (21) do conector tubular (20).
4. Cateter, de acordo com a reivindicação 3,caracterizado pelo fato de pelo menos uma parte da cola queliga a parede lateral do anel (31) e pelo menos uma dasduas referidas porções de faces laterais (32, 33)respectivamente da extremidade distai (3) do corpo tubular(1) e a primeira extremidade (21) do conector tubular (20)são aptas a serem destruídas pelo referido fluido (70).
5. Cateter, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que os meios deimpermeabilização são constituídos por dois cordões de cola(501, 502) revestindo pelo menos parcialmente as duasextremidades (311, 312) do anel (31) e recobremrespectivamente pelo menos uma parte das duas referidasporções de faces laterais (32, 33) respectivamente daextremidade distai (3) do corpo tubular (1) e a primeiraextremidade (21) do conector tubular (20).
6. Cateter, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato de pelo menos um dos dois cordõesde cola (501, 502) ser apto a ser destruído pelo fluido(70) .
7. Cateter, de acordo com a reivindicação 6,caracterizado pelo fato do cordão de cola apto a serdestruído pelo fluido (70) ser o (502) que está maispróximo da segunda extremidade (22) do conector tubular(20) .
8. Cateter, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 5, 6 ou 7, caracterizado pelo fato dareferido cola ser apta a ser destruída por dissolução.
9. Cateter, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 4 e 6, caracterizado pelo fato da colaapresentar características estruturais que permitem,inicialmente durante a injeção do fluido (70), a manutençãodo conector tubular (20) e do corpo tubular (1) de pressãoum contra o outro através do anel (31) colado sobre eles e,subseqüentemente quando o refluxo (72) do fluido projeta-se, reduzir progressivamente a resistência da cola mantendoao mesmo tempo o anel (31) ainda soldado ao conector e ocorpo tubular até o fim da injeção de fluido, e por último,ao fim da injeção, o destacamento do anel (31) sob umatração relativamente fraca exercida sobre o corpo tubular.
10. Cateter, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 ou 9, caracterizadopelo fato do corpo tubular (1) e do conector tubular (20)serem de pressão.
11. Cateter, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 ou 10,caracterizado pelo fato do par de forças ser pelo menos umadas forças seguintes: par de forças de tração, par detorção, uma combinaçao destas duas forças.
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