BRPI0617070A2 - dispositivo acessório para um sistema de serviço de limpeza de tubos - Google Patents

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BRPI0617070A2
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accessory device
pipe cleaning
pin
service system
rotary movement
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BRPI0617070-6A
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Inventor
Ilija Tanevski
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Sydney Water Corp
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Abstract

DISPOSITIVO ACESSóRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIçO DE LIMPEZA DE TUBOS. é revelado um dispositivo acessório para prenderuma ferramenta de limpeza de tubos sendo um dispositivo de facilitação de movimento rotativo. A ferramenta de limpeza do tubo compreende um membro alongado adaptado para ser recebido pelo dispositivo de facilitação de movimento rotativo. O dispositivo acessório compreende um elemento deconexão o qual é posicionado para se conectar ao membro alongado de dito dispositivo de facilitação de movimento rotativo, de tal forma que, o movimento rotativo pode ser transferido do dispositivo de facilitação de movimento rotativo para a ferramenta de limpeza de tubos. Um elemento retentor é montado ao dispositivo de facilitação de movimento rotativo incluindo pelo menos uma porção do elemento conectando para reter o elemento conectando em posição.

Description

DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS.
Referências cruzadas a Relatórios de Patente Relacionados
O presente relatório reivindica prioridade do Relatório Provisional 5 da Patente Australiana no. 20005905977, arquivado em 14 de Setembro de 2005, cujo conteúdo é aqui incorporado como referência.
Campo da Invenção
A presente invenção relaciona-se no geral a sistemas de remoção de bloqueios em tubulações de esgoto para a limpeza de obstruções em 10 tubulações de esgoto, em particular, a um dispositivo para encaixar juntas as partes de tais sistemas.
Estado da arte
Sistemas de remoção da água de dejetos geralmente incluem uma pluralidade de tubulações subterrâneos ou tubulações ou linhas de esgoto que levam a água de dejetos de uma conexão em uma propriedade a uma instalação para o tratamento. A manutenção regular do sistema é fundamental para obter um sistema de administração de dejetos eficiente e seguro, já que obstruções à linha de esgoto podem causar a contaminação de propriedades com esgoto não-tratado. Tipicamente, a manutenção regular dos sistemas compreende o monitoramento da rede de tubulação visando a remoção e prevenindo o acúmulo de obstruções. É sabido que uma grande maioria das obstruções ó causada pela intrusão de raízes, que em alguns casos podem causar a fratura das tubulações, assim resultando em contaminação do solo da água 25 subterrânea. De modo similar, obstruções nas tubulações de esgoto podem sertambém causadas pelo acúmulo de gordura e substâncias de propriedades similares nas tubulações, e, portanto a limpeza das tubulações é necessária regularmente.
Um processo denominado RODDING tem sido o processo tradicional para a manutenção e limpeza de tubulações em sistemas de esgoto e abastecimento de água. Geralmente, o processo envolve a inserção de comprimentos de varas de metal nas tubulações a ser limpo, com um cortador ou ferramenta similar fixada à extremidade livre das varas. O cortador pode ser no formato de um cortador do tipo saca-rolha, o qual é rodado enquanto progride por dentro da tubulação, de maneira a cortar a obstrução (por exemplo, uma massa de raízes de árvore), causando o desmanche da obstrução e passando pelas tubulações enquanto o fluxo de fluído retoma.
Uma variedade de sistemas automatizados têm sido propostos para desempenhar tal tarefa, desde um rodding rotacional dirigido a limpadores por alta pressão (jateadores) que bombeiam água a uma alta pressão direcionada às obstruções, a fim de deslocá-las das tubulações. Em tais sistemas, no entanto, um acesso conveniente as tubulações é requerido para empregar o sistema automatizado. Além disso, tais sistemas requerem uma fonte ae eletricidade prontamente disponível para realizar a tarefa, o que pode não ser disponível em um campo de acesso difícil ou remoto.
Tipicamente, em campos de acesso difícil ou remoto, o processo de rodding é desempenhado manualmente por uma equipe de operadores, em geral composta por três membros. Nesse sentido, um operador pode ser posicionado no poço de visita, ou na entrada do tubulação, para montar e empurrar as varas tubulação adentro, enquanto os dois outros operadorespodem ser equipados com a catraca da vara giratória que segura a vara a fim de fazê-la realizar um movimento rotatório, e subseqüentemente o mesmo com o cortador, permitindo assim que o cortador realize a ação de corte. As catracas tipicamente encaixam-se sobre as varas e são conectados às varas 5 através de um arranjo de pinos, de maneira que a rotação da catraca em um sentido faz a vara rodar no mesmo sentido.
Foi notado que em tais configurações, enquanto a limpeza acontece abaixo da superfície terrestre e longe do(s) operador(es), é necessária uma quantidade considerável de experiência de parte dos operadores para determinar quanta pressão torsional deve ser aplicada à vara sem causar danos ou quebra ao equipamento, assim como, ferimentos aos operadores. Em particular, foi notado que, durante a operação, as varas aplicam forças de torsão significantes ao cortador, de maneira que no momento em que o cortador efetivamente passa pela obstrução, este gira em velocidade a fim de liberar a energia associada ao acúmulo de forças. 0 giro livre do cortador depois da passagem pela obstrução causa uma força de reação nas varas, fazendo com que elas girem na direção reversa, assim gerando uma força de torsão nas varas, a qual é transferida à catraca de rotação da vara. Em tal ponto, sabe-se que tal força é absorvida pela configuração do pino que conecta as varas às catracas, o que pode fazer com que a configuração do pino desencaixe-se da catraca, assim tendo o potencial de causar danos aos operadores, outros indivíduos ou a área em geral, e/ou causar danos a estruturas ao redor, como construções, veículos ou semelhantes.Nesse sentido, há uma necessidade de prover um sistema de limpeza de esgoto ou remoção de obstrução que possa ser utilizado em locais de acesso difícil ou remoto, e/ou que seja capaz de suportar o grau relativamente alto de forças torsionais sem causar desmonte involuntário dos componentes do sistema.
Qualquer discussão dos documentos, "atos, materiais e dispositivos, artigos ou similares que foram incluídos na presente especificação é somente para o propósito de prover um contexto para a presente invenção. Não pode ser aceito que a admissão de quaisquer ou todos esses assuntos façam parte do estado de técnica anterior ou que sejam de conhecimento geral no campo relevante para a presente invenção como se essa já existisse antes da data de prioridade de cada reivindicação deste relatório.
Resumo da Invenção
De acordo com o primeiro aspecto, a presente invenção é um dispositivo acessório de encaixe para fixar uma ferramenta de limpeza de tubulações, com um dispositivo de facilitação de movimento rotatório, sendo que o dito dispositivo de limpeza de tubulações compreende um membro alongado adaptado para ser recebido por dito dispositivo facilitador de movimento rotatório, de modo que o dispositivo de encaixe seja compreendido por:
Um elemento conector posicionável para conectar o referido membro alongado ao mencionado dispositivo facilitador de movimento rotatório de tal maneira que o movimento rotatório pode ser transferido do dispositivo facilitador de movimento rotatório para o mencionado dispositivo de limpeza de tubulações; eUm elemento retentor montável ao mencionado dispositivo facilitador de movimento rotatório a fim de alojar ao menos uma porção do referido elemento conector.
Em uma incorporação, como forma de realização, o elemento conector é um pino que é posicionável para passar por pelo menos uma porção do membro alongado e do dispositivo facilitador de movimento rotatório. O membro rotatório e o dispositivo facilitador de movimento rotatório pode possuir um ou mais recessos formados nele para receber o pino. Os recessos formados no membro alongado e no dispositivo facilitador de movimento rotatório podem ser alinhados para receber o pino que passa ortogonalmente por estes. Os recessos podem ser buracos ou furações formados pelo membro alongado e o dispositivo facilitador de movimento rotatório. Em tal configuração, o movimento rotatório do dispositivo facilitador de movimento rotatório é transferido para o membro alongado através do pino.
Em uma forma de realização, o pino pode compreender um corpoalongado estendendo-se entre a extremidade distai e proximal. O corpo alongado pode ter uma porção de cabeça ria extremidade proximal. A porção de cabeça pode ter o diâmetro maior do que o diâmetro do corpo alongado para prevenir que o pino passe por um ou mais recessos formados no membro alongado e no dispositivo facilitador de movimento rotatório. O corpo alongado pode ser configurado de maneira que o seu perfil de secção transversal substancialmente conforma-se com as furações providos através do membro alongado e o dispositivo facilitador de movimento rotatório para permitir com que o pino seja recebido pelas furacões. Nesse respeito, o pino pode ser configurado de tal maneira em que ,quando este está posicionado paraconectar o membro alongado ao dispositivo facilitador de movimento rotatório, e a porção da cabeça e a extremidade distai do corpo alongado ficam localizadas externamente ao membro alongado do dispositivo facilitador de movimento rotatório. Em tal configuração, o corpo do pino estende-se pelas furações formados no dispositivo facilitador de movimento rotatório e no membro alongado de maneira que a porção da cabeça e em uma extremidade do corpo cilíndrico alongado, este oposto à porção de cabeça mencionada, ficam expostos.
Em outra incorporação, como forma de realização, o elemento retentor possui um corpo substancialmente tubular compreendendo por uma parede tubular que se estende entre uma extremidade proximal aberta e uma extremidade distai aberta. A extremidade proximal do elemento retentor pode ser montável ao dispositivo facilitador de movimento rotatório para reter o elemento conector em posição. Um primeiro recesso e um segundo recesso podem ser formados na parede tubular do elemento retentor. O primeiro e o segundo recessos podem ser formados em regiões lateralmente opostas da parede tubular. O primeiro e segundo canais podem ser formados de maneira a serem abertos na extremidade proximal do corpo tubular, e estender-se para uma região de parada localizada remotamente da extremidade proximal do corpo tubular. O primeiro e segundo canais podem ser configurados para receber o corpo alongado do pino quando o pino é recebido em um ou mais recessos formados no membro alongado θ no dispositivo facilitador de movimento rotatório.
A extremidade proximal do elemento retentor pode ser montável 25 ao dispositivo facilitador de movimento rotatório de maneira que o corpoalongado do pino adjacente à extremidade distai é recebido dentro da abertura do segundo canal, enquanto o corpo alongado do pino adjacente á porção da cabeça é recebido dentro da abertura do primeiro canal. Através da rotação do elemento retentor, as porções recebidas do corpo cilíndrico alongado do pino podem deslocar-se pelos canais até a região da extremidade dos canais, assim estando posicionadas na posição de parada.
Em outra incorporação, como forma de realização, um elemento mola é provido dentro do corpo tubular do elemento retentor para enviesar as porções recebidas do corpo cilíndrico alongado do pino em posição de parada. Nesse respeito, o elemento mola entra em contato com a superfície do dispositivo facilitador de movimento rotatório a fim de prover uma força que urge o elemento retentor pare longe da superfície do dispositivo facilitador de movimento rotatório. Em troca, isso causa que as porções recebidas do pino sejam capturadas nas posições de parada.
Em ainda outra incorporação, o elemento retentor compreendeum membro de saia que se estende a partir da parede tubular do elemento retentor. A porção de saia pode estender-se de uma distância do corpo substancialmente tubular para definir um espaço de alojamento que é aberto na extremidade proximal do elemento retentor. Em uma forma de concretização o membro de saia é configurado para estender-se mais ou menos do primeiro canal a fim de prover um espaço de alojamento estendendo-se além da parede dos arredores do canal. Nessa configuração, o membro de saia pode ser configurado a fim de prover um espaço que recebe a porção de cabeça do pino quando o elemento retentor é montável ao dispositivo facilitador de movimento rotatório.O elemento retentor pode ser montável ao dispositivo facilitador de movimento rotatório de maneira que o membro alongado passe pelas extremidades abertas proximais e distais do elemento retentor. Nesse respeito, o membro alongado pode passar pelo diâmetro central do elemento mola. Em tal configuração, o membro alongado é capaz de realizar movimento rotatório livremente, sem interferência do elemento retentor.
De acordo com outro aspecto, a presente invenção é um sistema para a remoção de bloqueios em tubulações de esgoto, compreendido por:
Um membro alongado inserível na mencionada tubulação, tendo 10 uma extremidade proximal e uma distai;
Uma ferramenta de limpeza de tubulações conectável à extremidade distai do membro alongado e sendo configurado para fisicamente entrar em contato e liberando a referida obstrução;
Um dispositivo facilitador de movimento rotatório configurado para receber o final proximal do membro alongado;
Um elemento conector posicionável para conectar-se ao dito membro alongado ao referido dispositivo facilitador de movimento rotatório de maneira que o movimento rotatório possa ser transferido do dispositivo facilitador de movimento rotatório para a mencionada ferramenta de limpeza de 20 tubulações; e
Um elemento retentor montável ao mencionado dispositivo facilitador de movimento rotatório para alojar ao menos uma porção do dito elemento conector.
De acordo com o primeiro ou segundo aspectos, em uma 25 incorporação, o dispositivo facilitador de movimento rotatório é uma ferramentade catraca que pode ser operada manualmente ou de outra maneira a fim de aplicar movimento rotacional ao membro alongado. Em outra incorporação, o dispositivo facilitador de movimento rotatório pode ser um motor.
Em outra incorporação do primeiro ou segundo aspectos da invenção, o membro alongado pode ser compreendido por um ou mais elementos de cara alongada conectados em uma configuração de extremidade a extremidade. Nesse respeito, o comprimento do membro alongado pode ser prontamente adaptado para acomodar uma variedade grande de comprimentos de tubulações.
Ainda em outra incorporação do segundo aspecto da invenção, aferramenta de limpeza de tubulações pode ser um dispositivo cortador do tipo saca-rolha, a fim de desempenhar um movimento de corte que remove e solta a obstrução da tubulação. Em ainda outra forma, a ferramenta de remoção de obstrução pode ser um pincel ou semelhante.
De acordo com o segundo aspecto da invenção, o elementoconector e o elemento retentor podem ser descritos em relação ao primeiro aspecto da invenção.
Breve Descrição dos Desenhos
Fig. 1a mostra uma vista explodida de um dispositivo de encaixede acordo com uma incorporação da presente invenção junto com o dispositivo facilitador de movimento rotatório;
Fig. 1B mostra uma pluralidade de membros alongados utilizados que compreendem parte da ferramenta de limpeza de tubulações a ser usada com o dispositivo de encaixe.Fig. 1C mostra uma ferramenta de limpeza encaixável aos membros alongados como mostrados na Fig. 1B1 a fim de formar a ferramenta de limpeza de tubulação.
Fig. 2 demonstra a técnica anterior de remoção de obstruções em tubulações incorporando um clipe retentor de pino flexível;
Fig. 3 mostra um elemento conector pára conectar varas adjacentes ao sistema de remoção de obstruções em tubulações da Fig. 1;
Fig. 4 demonstra um elemento retentor de uma incorporação da presente invenção e,
Fig. 5A - 5D demonstram várias vistas em perspectiva doelemento retentor da Fig. 4.
Descrição Detalhada de uma Incorporação Exemplificada da Presente Invenção
Figs. 1A - 1C mostram vários componentes do sistema de remoção de obstruções em tubulações da presente invenção. O sistema de remoção de obstruções em tubulações como demonstrado é manualmente operado, comumente referido a um sistema de vara, no entanto é apreciável que a presente invenção seja igualmente aplicável a sistemas operados por força, onde as forças torsionais aplicadas são aplicadas ao sistema através de um motor ou similar.
Como demonstrado, o sistema geralmente esta compreendido por uma ferramenta de limpeza 2, na forma de um elemento cortante, como um cortador do tipo saca-rolha, pincel ou semelhante. A ferramenta de limpeza 2 é dimensionada e configurada para ser inserida em uma tubulação e rodada, de modo que as lâminas/pincéis da ferramenta 2 desempenham uma açãocortante enquanto progridem pela tubulação. Nesse sentido, a ferramenta dois 2 vem em contado com a matéria sólida que bloqueia a tubulação, tal como raízes ou similares, e a ferramenta 2 corta e rompe a matéria assim soltando-a e reiniciando o fluxo de fluido na tubulação.
A ferramenta de limpeza 2 possui um elemento conector 3configurado ao final desta, o que permite com que a' ferramenta 2 seja conectada a extremidade de um membro alongado ou vara 6, para ser realizada a inserção na tubulação a ser limpa. Uma ou mais varas podem ser usadas como sistemas de remoção de obstrução com cada vara 6 sendo 10 conectável em sua extremidade às varas adjacentes, assim permitindo a conexão de múltiplas varas juntas longitudinalmente entre si, ou paralelamente, de modo que a profundidade onde a ferramenta de limpeza 2 pode ser inserida na tubulação pode variar dependendo do comprimento da tubulação, e da posição onde situa-se a obstrução. A(s) vara(s) 6 é/são varas de aço, como mola de aço, que podemser conectadas em um conjunto de correntes via elemento conector 12 provido ao final desta. A outra extremidade da vara 6 é livre, permitindo a conexão com a ferramenta de limpeza 2 ou um elemento conector 12 de uma vara adjacente 6, como será discutido em relação a Fig.3 abaixo. Quando montadas, cada vara é inserida dentro da tubulação à posição desejada de modo que a ferramenta de limpeza 2 pode entrar em contato com a obstrução na tubulação. Nesse respeito, causando movimento rotacional nas varas, a ferramenta de limpeza 2 é capaz de rodar em ação cortante enquanto é inserida tubulação adentro, assim cortando ou fisicamente rompendo a 25 obstrução a fim de restaurar o fluxo de fluido pelo cano.Pelo menos uma ferramenta de catraca 10 é provida para causar movimento rotacional às varas 6 para provir ação cortante do sistema 50. A ferramenta de catraca 10 compreende um par de manetes 4 que permitem com que o operador segure a ferramenta 10 com ambas as mãos.
Centralmente localizada entre os manetes 4 há um elemento de catraca 8 possuindo um buraco 9 axialmente localizado e estendendo-se através do outro. O buraco 9 é configurado para receber as varas 6 a fim de permitir as varas 6 serem seguradas pela ferramenta 10 a fim de causar movimento rotacional.
Como demonstrado mais claramente em relação a Fig.3, com afinalidade de encaixar as varas 6 a ferramenta de catraca 10 de modo que a rotação da ferramenta 10 possa causar movimento rotacional das varas 6, o elemento conector 12, que conecta-se às varas 6 possui um recesso 13 estendendo-se por ele. O recesso 13 é configurado de maneira ortogonal ao 15 comprimento das varas 6, e dimensionado para receber um pino 14.
Como demonstrado na Fig. 1A, o elemento de catraca 8 é na forma de um tubo cilíndrico rotacionalmente montado na ferramenta 10 de maneira que este é livre para rodar em uma primeira direção, mas prevenido de rodar em uma direção oposta. Uma porção do elemento de catraca 8 estende-20 se por uma superfície da ferramenta 10 e possui um par de buracos 7 diametralmente opostos lá formados, os quais são capazes de receber o pino 14.
Nesse respeito, a fim de segurar as varas 6 à ferramenta 10 de maneira que o movimento rotacional possa ser causado nas varas 6 para 25 operar a ferramenta associada de limpeza 2, as varas 6 são posicionadas demaneira que o recesso 13 provido com o elemento conector 12 alinhe-se com os buracos opostos 7 formados sobre o elemento de catraca 8. O pino 14 é então inserido pelos buracos 7 e recesso 13 para provir uma conexão segura entre as varas 6 e o elemento de catraca 8.
Como será apreciado, qualquer movimento rotacional aplicado àferramenta de catraca 10, seja manualmente ou por motor, é transferido às varas 6 através do pino 14. Nesse respeito, o pino 14 é feito de um aço rígido ou solda liga, como latão, que é capaz de suportar uma força torsional substancialmente grande sem que haja deformação ou fratura. Enquanto o pino 14 provém a única conexão entre as varas 6 e a ferramenta de catraca 10, é importante que o pino 14 seja segurado em posição para permitir que o sistema 50 funcione como descrito.
Fig.2 demonstra uma configuração anterior da técnica para segurar o pino 14 em posição para garantir operação efetiva do sistema de 15 RODDING 50. Nessa configuração, uma configuração de clipe flexível é provida para prever que o pino 14 desaloje-se das varas 6 e do elemento de catraca 8. Como demonstrado, a configuração de clipe 15 é na forma de um clipe flexível de formato de "U" que é pivotalmente segurado na primeira extremidade à cabeça do pino 14, assim evitando com que o pino 14 escorregue para fora do elemento de catraca 8. Com a finalidade de remover o pino 14 do elemento de catraca 8, deve o sistema 50 requerer desmontagem ou alongamento através da adição de posteriores varas 6. A configuração de clipe 15 é suficientemente flexível para permitir com que a segunda extremidade livre da configuração de clipe seja removida, manualmente, da extremidade livre do pino 14, para permitir com que o pino 14 deslize dosburacos 7 e recesso 13, desconectando as varas 6 e o elemento de catraca 8. Para permitir tal ação, o corpo do clipe em forma de "U" compreende por uma porção mola, e/ou é feito de material adequadamente resiliente.
É apreciado que em tal uso, o elemento de catraca 10 possa ser empregado para causar movimento de rotação nas varas 6, e subseqüentemente à ferramenta de limpeza 2, segurando os manetes 4 e rodando a ferramenta 10 pelo eixo central do elemento de catraca 8. Nesse respeito, as varas 6 são colocadas na tubulação de maneira que a ferramenta de limpeza 2 entre em contato com a obstrução e o movimento rotativo da ferramenta 2 assiste na quebra e remoção, fazendo com que o fluido na tubulação flua novamente.
Tipicamente, quando a ferramenta de limpeza 2 rompe a obstrução, ela gira devido a grande quantidade de força torsional acumulada nas varas 6. Uma força de reação é então gerada nas varas 6, causando o giro dessas na direção reversa. Essa força de reação é então aplicada ao ponto de contato entre as varas 6 e a ferramenta de catraca 10, no pino 14, que recebe uma força torsional relativamente grande e quase instantânea na direção oposta. Na configuração anterior da técnica mostrada na Fig.2, onde o pino é retido em posição pela configuração de Ciipe fiexívei 15, foi notado que as forças resultantes podem ser o suficiente para fazer com que o corpo flexível da configuração de clipe 15 flexione-se para longe do pino 14, assim soltando o pino 14, que pode ser arremessado da ferramenta de catraca 10 como um projétil [aéreo, o qual possui o potencial de causar significantes danos aos operadores e pessoas ou propriedades em volta.Para superar tal problema, e reter seguramente o pino 14 em posição durante tais acontecimentos, um elemento retentor 20, como mostrado na Fig.lA é provido. O elemento retentor 20 é configurado para FIT sobre a cabeça do elemento de catraca 8 e o pino 14, para formar um sistema alojado, como demonstrado na Fig.4.
Fig. 5a-5d mostra várias visões do elemento retentor 20 das Figs. 1 e 4. O elemento retentor 20 possui um corpo substancialmente cilíndrico 22, tendo uma primeira extremidade aberta 24 adaptada para FIT sobre o elemento trinco 8, e uma segunda extremidade 26 tendo uma abertura restrita 27 ali formadas. Nesse respeito, a abertura restrita 27 permite com que as varas 6, como mostradas nas figs. 1 e 2, passem por elas em direção ao interior da tubulação a ser limpo.
A abertura restrita 27 é provida em uma placa de extremidade 25, que é encaixada à extremidade 26 do corpo cilíndrico 22 através de rebites 23, como mostrado nas figuras 5a e 5b. Tal configuração permite com que a placa 25 seja removida da extremidade 26 do elemento retentor para provir acesso à porção interior do elemento retentor 20, tal como será discutido abaixo. Enquanto a placa de extremidade 25 é mostrada como sendo afixada ao corpo cilíndrico 22 através aos rebites 23, será apreciado que outros meios de segurança, como parafusos e semelhantes, possam ser empregados a fim de facilitar a remoção sem dificuldades.
Como mostrado na Fig. 5B, uma porção da parede do corpo cilíndrico 22 é removida, assim definindo um canal ou passagem 28 para o recebimento e localização do corpo do pino 14 quanto o elemento retentor 20 é segurado em posição. A passagem ou canal 28, formada na parede do corpocilíndrico 22 é provida com uma abertura 33 que define uma posição de entrada para o recebimento da vara no pino 14, e uma parada 29 que define uma posição final de travamento para o elemento retentor, tal como será discutido abaixo em detalhes. O elemento retentor 20 é feito de aço inoxidável ou outro metal similar de serviço pesado, e o canal ou passagem 28 pode ser removida da parede sem afetar muito a integridade estrutural do elemento 20.
Um canal similar ou passagem 30 é formado na parede do corpo cilíndrico 22, substancialmente diametralmente oposto ao canal ou passagem 28 e que predominantemente espelha ou canal ou passagem 28, como mostrado na Fig. 5D. Tal como, será discutido em maiores detalhes abaixo; o canal ou passagem 30 é provido para receber a região do pino 14 proximal à cabeça do pino e é provido de uma abertura 34 que define uma posição de entrada para o recebimento do pino 14, e uma parada 31 que define a posição final de travamento do elemento retenor, que corresponde à posição final de travamento associado à parada 29 discutida acima.
Uma saia 32 é provida encaixada e estendendo-se a partir do corpo cilíndrico 22 do elemento retentor 20 na região dos arredores o canal ou passagem 30. A saia 3 define um espaço fechado onde a cabeça do pino 14 é acomodada quando elemento retentor 20 é posicionado no elemento trinco 8 durante uso, assim prevenindo a remoção do pino 14.
A maneira com a qual a saia 32, e os canais ou passagens 28 e 30 interagem a fim de segurar o elemento retentor 20 em posição sobre o pino 14 e o elemento trinco 8 é mostrada em relação à figura 5C.
Em uso, as varas são primeiramente montadas para um comprimento desejado e a ferramenta de limpeza 2 é encaixada nasextremidades destas. As varas 6 são então inseridas na tubulação através de um poço de visita, de maneira que a ferramenta de limpeza 2 possa entrar em contato com a obstrução. O elemento retentor 20 é então primeiramente inserido sobre a extremidade ao final das varas 6, mais especificamente na 5 extremidade oposta à qual a ferramenta 2 é encaixada, e a ferramenta trinco 10 é então deslizada para o final das varas 6 atrás do elemento retentor 20. O pino 14 é então inserido através dos buracos 7 formados no elemento trinco 8 e pelo recesso alinhado 13 provido no elemento conector 12 das varas 6, assim provindo uma conexão entre as varas 6 e o elemento trinco 10.
O elemento retentor 20 é então abaixado sobre o elemento trinco8 e o pino 14, de maneira que o pescoço do pino 14, mais especificamente a região do pino imediatamente abaixo da cabeça do pino, é recebida na abertura 34 do canal 28. Tal posição é mostrada como a posição A na Fig. 5C.
De maneira a segurar o elemento retentor 20 no lugar, o elemento 15 retentor é rodado para a posição B1 como mostrado na Fig. 5C, enquanto o pescoço do pino é recebido na parada 31 e a vara do pino é recebida na parada 29. Em tal posição, a cabeça do pino 14 é completamente retida dentro da saia 32, que define uma posição de travamento para o elemento retentor 20.
Como mostrado na visão CROSS-SECTiONAL do eiemento retentor 20 da figura 5D, para enviesar o elemento retentor na posição de travamento na posição B e garantir com que o pino seja seguramente retido em posição mesmo na ocorrência de altas forças torsionais, um elemento mola 35 é centralmente disposto dentro do corpo cilíndrico 22 do elemento retentor 20. O elemento mola é mostrado como uma mola de compressão, no entanto éapreciado que outros tipos de membros resilientes possam também ser aplicados.
O elemento mola 35 entra em contato com a placa de extremidade 25 provido na extremidade 26 do corpo cilíndrico 22 e é provido com um diâmetro central 36 que substancialmente corresponde a abertura restrita 27 provida na extremidade 26. Nesse respeito, o diâmetro central 36 do elemento mola 35 provém uma passagem pelas quais as varas 6 passam pelo corpo cilíndrico 22.
Através do posicionamento do elemento retentor 20 sobre o pino 14 e o elemento trinco 8, o elemento mola 35 entra em contato com a superfície superior do elemento 8, gerando uma força de torção que força o elemento 20 para longe do elemento de trinco 8. Assim, enquanto o corpo do pino 14 é recebido dentro das aberturas 33 e 34 (Posição A na figura 5C), o operador empurra contra a ação do elemento mola 35 e roda o elemento 20 para a posição de travamento (Posição B da figura 5C). Nessa posição, o elemento mola 35 age para forçar o pino para as paradas 29 e 31 respectivamente, assim travando de maneira segura o elemento retentor 20 em posição sobre o elemento trinco 8 e o pino 14, prevenindo a remoção inadvertida ao pino durante o uso. Quando as paradas 29 e 31 são dispostas sobre as aberturas 33 e 34, como demonstrado nas Fig.s 5B e 5D, o elemento mola 35 esta em constante estado de compressão, o que ajuda no travamento do elemento retentor 20 em posição.
Tal como será apreciado, a cabeça do pino 14 é alojada dentro da saia 32 do elemento retentor 20, é provida uma conexão segura e contida entre o elemento trinco 10 e as varas 6. Tal configuração assegura com que, naocorrência de uma significante mudança/reversão das forças torsionais dentro do sistema 50, como discutido acima, a conexão entre a ferramenta trinco 10 e as varas 6 é mantida e o pino 14 é seguramente contido, assim reduzindo a probabilidade de que o pino voe do sistema 50 como um projétil. Nesse respeito, o sistema 50 provém um sistema segura e confiável para a realização de manutenção e limpeza de tubulações de esgoto, particularmente em áreas de acesso difícil ou remoto.
Será apreciado pelas pessoas qualificadas na técnica que numerosas variações ou modificações possam ser feitas na invenção como mostrada em incorporações especificas sem que haja distanciamento do enfoque ou conceito da invenção tal como foi largamente descrito. As presentes incorporações são, portanto, para serem consideradas em todo respeito meramente ilustrativas e não restritivas.

Claims (21)

1. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, caracterizado por ser um dispositivo acessório para prender uma ferramenta de limpeza de tubos sendo um dispositivo de facilitação de movimento rotativo, com dita fermenta de limpeza de tubos incluindo um membro alongado adaptado para ser recebido por dito dispositivo de facilitação de movimento rotativo, com o dispositivo acessório compreendendo: Um elemento de conexão posicionado para conectar dito membro alongado ao dito dispositivo de facilitação de movimento rotativo, de tal forma que, o movimento rotativo possa ser transferido do dispositivo de facilitação de movimento rotativo para a ferramenta de limpeza de tubos; e um elemento retentor montável em dito dispositivo de facilitação de movimento rotativo para anexar pelo menos uma porção de dito elemento de conexão.
2. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo elemento de conexão ser um pino que é posicionado para passar através de pelo menos uma porção do membro alongado e do dispositivo de facilitação de movimento rotativo.
3. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com areivindicação 2, caracterizado pelo membro alongado e o dispositivo de facilitação de movimento rotativo possuírem um ou mais encaixes próprios para receber o pino.
4. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com areivindicação 3, caracterizado por um ou mais encaixes próprios formados no membro alongado e no dispositivo de facilitação de movimento rotativo, serem alinhados para receber o pino.
5. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE 5 SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com areivindicação 3, caracterizado pelo pino compreender um corpo alongado estendendo-se entre uma extremidade próxima e uma extremidade final, com dito corpo alongado tendo uma porção de cabeça na extremidade próxima.
6. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE 10 SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com areivindicação 5, caracterizado pela porção de cabeça ter um diâmetro maior que o do corpo alongado para impedir que o pino passe através de um ou mais encaixes formados no membro alongado e no dispositivo de facilitação de movimento rotativo.
7. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DESERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo pino ser configurado para ser recebido em um ou mais encaixes formados no membro alongado e no dispositivo de facilitação de movimento rotativo, de tal forma que, a porção de cabeça e a 20 extremidade distante do corpo alongado, sejam localizados externamente ao membro alongado e ao dispositivo de facilitação de movimento rotativo.
8. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo elemento retentor ter um corposubstancialmente tubular tendo uma extremidade próxima aberta e uma extremidade distai.
9. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com areivindicação 8, caracterizado pela extremidade próxima do elemento retentor ser montável no dispositivo de facilitação de movimento rotativo.
10. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo primeiro e segundo encaixes seremformados nas paredes do corpo tubular.
11. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo primeiro e segundo encaixes serem lateralmente opostos.
12. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DESERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo primeiro e segundo encaixes definirem um primeiro e um segundo canais através das paredes do corpo tubular.
13. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com areivindicação 12, caracterizado pelo primeiro e segundo canais serem abertos na extremidade próxima do corpo tubular e estenderem-se até uma região de parada localizada remota da extremidade próxima do corpo tubular.
14. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com areivindicação 13, caracterizado pelo primeiro e segundo canais serem configurados para receber o corpo alongado do pino, quando o pino é colocado em um ou encaixes formados no membro alongado e no dispositivo de facilitação de movimento rotativo.
15. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DESERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pela extremidade próxima do elemento retentor ser montável no dispositivo de facilitação de movimento rotativo, de tal forma que, o corpo alongado do pino adjacente à extremidade distai do pino seja recebido dentro da abertura do segundo canal, e ainda o corpo alongado do pino adjacente à porção de cabeça seja recebida dentro da abertura do primeiro canal.
16. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pelo elemento retentor ser girável dentro da posição travada, de tal forma que, o corpo alongado do pino adjacente à extremidade livre do pino seja recebido dentro da região de parada do segundo canal, e ainda o corpo alongado do pino adjacente à porção de cabeça seja recebido dentro da região de parada do primeiro canal.
17. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DESERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo elemento de mola ser provido dentro do corpo tubular do elemento retentor para manter o elemento retentor na posição fechada.
18. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 16 ou 17, caracterizado pelo membro borda estender-se da parede do corpo tubular do elemento retentor próximo ao primeiro canal.
19. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DESERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo membro de borda estender-se substancialmente do comprimento do primeiro canal, sendo encaixado na parede do corpo tubular definindo um espaço aberto entre o corpo tubular e omembro de borda.
20. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo espaço aberto ser configurado para acomodar a porção de cabeça do pino quando o elemento retentor é montado no dispositivo de facilitação de movimento rotativo.
21. - DISPOSITIVO ACESSÓRIO PARA UM SISTEMA DE SERVIÇO DE LIMPEZA DE TUBOS, dispositivo acessório de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo elemento retentor ser montável no dispositivo de facilitação de movimento rotativo, de tal forma que, o membro alongado da ferramenta de limpeza de tubos passe através do corpo tubular do elemento retentor.
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