BRPI0617309A2 - unidade de fornecimento de formulação quìmica para um dispositivo de emanação de vapor - Google Patents

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BRPI0617309A2
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Daniel Jeremy Craven
Graham Norman Duell
Benjamin David Hindle
Graeme Bruce Smith
Kon Wong
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Abstract

FORNECIMENTO DE FORMULAçãO QUìMICA PARA UMA DISPOSITIVO DE EMANAçãO DE VAPOR. A presente invenção se refere a um dispositivo para fornecimentO de uma formulação química a uma unidade aquecedora (50) para vaporização da formulação para uma atmosfera, a unidade aquecedora (50) tendo um corpo alojando um elemento de aquecimento interno, o dispositivo compreendendo: uma primeira porção (12) adaptada para ser inserida através de uma abertura (52) no referido corpo da unidade aquecedora (50), de modo que ela é pelo menos parcialmente recebida dentro do referido corpo da unidade aquecedora (50); uma segunda porção (16) configurada para armazenar a formulação química e sendo posicionável de maneira externa ao corpo da unidade aquecedora (50) ; e um elemento de pavio (14) para distribuição da referida formulação química a partir da referida segunda porção (16) para uma região de emanação (27) fornecida sobre a referida primeira porção (12); em que a primeira porção (12) é configurada para ser recebida de modo deslizável por uma variedade de unidades aquecedoras (50) tendo aberturas (52) de configurações variáveis, de modo que a região de emanação (27) está otimamente posicionada adjacente ao elemento de aquecimento para vaporização da formulação química distribuída ao mesmo.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para: "UNIDADEDE FORNECIMENTO DE FORMULAÇÃO QUÍMICA PARA UM DISPOSITIVODE EMANAÇÃO DE VAPOR".
Campo da Invenção
A presente invenção se refere a um dispo"sitivo paradistribuição de materiais voláteis presentes emformulações, tais como inseticidas, repelentes de inseto efragrâncias, na atmosfera. Em particular, a presenteinvenção se refere a um dispositivo para contenção eapresentação de tais materiais para distribuição.Antecedentes da Invenção
Uma variedade de dispositivos para emanação de vaporsão conhecidos, os quais funcionam através de aquecimentode uma superfície contendo material volátil para liberar omaterial volátil da superfície na atmosfera, de modo que omaterial possa, então, funcionar como um inseticida,repelente de inseto e/ou desodorizante de ambiente.
Dispositivos de emanação de vapor do tipo esteira sãoamplamente usados para tais finalidades. Dispositivos dotipo esteira são, geralmente, dispositivos com duas partesconsistindo de uma unidade aquecedora a qual é uma parterelativamente não-descartável, e uma unidade defornecimento de formulação que contém o material volátil aser distribuído o qual é, tipicamente, uma partedescartável e/ou substituivel.
A unidade aquecedora compreende, tipicamente, umatomada de energia a qual é conectável a uma fonte deenergia, tal como uma saida de energia elétrica comum em um ambiente doméstico ou semelhante. A fonte de energiafornece a energia elétrica necessária para gerar um calordesejado em um elemento de aquecimento localizado dentro docorpo da unidade aquecedora. Uma abertura é fornecida nocorpo da unidade aquecedora para receber a unidade de fornecimento de formulação, de modo que a formulação possaser exposta ao calor gerado do elemento de aquecimentodentro da unidade aquecedora. A abertura pode assumir umavariedade de formatos e tamanhos para receber uma variedadede unidades de fornecimento de formulação de vários formatos e tamanhos, geralmente orientados pelo fabricanteespecifico do dispositivo.
A unidade de fornecimento de formulação compreende,tipicamente, uma superfície plana, uma porção da qualcontém o material volátil fornecido dentro da formulação. Aporção da superfície pode compreender uma região porosaexposta, ou esteira, a qual é impregnada com a formulação.Quando da inserção da unidade de fornecimento de formulaçãoatravés da abertura no corpo da unidade aquecedora, aregião porosa, ou esteira, impregnada com a formulação éposicionada geralmente dentro da região dos elementos deaquecimento e, portanto, é exposta às altas temperaturasgeradas pelos elementos de aquecimento. A exposição daformulação a temperaturas suficientes, faz com que omaterial volátil presente na formulação vaporize para aatmosfera, de modo que o dispositivo possa funcionar comoum inseticida, repelente de inseto e/ou desodorizante deambiente. Quando da vaporização de substancialmente todo omaterial volátil presente na unidade de fornecimento deformulação, a unidade de fornecimento de formulação é,então, removida da unidade aquecedora e descartada. Aunidade aquecedora é, então, capaz de receber unidades defornecimento de formulação substituiveis e, como tal, ousuário precisa comprar unidades de fornecimento deformulação substituiveis para usar com sua unidadeaquecedora existente.
Um problema comum com tais dispositivos do tipoesteira é que a vaporização do material volátil ocorremuito rapidamente, de modo que as unidades de fornecimentode formulação duram uma noite ou periodo de uso antes derequerer substituição. Ainda, existem variações entre asespessuras, tamanho, formato, propriedades de ingredienteativo e maneira pela qual as esteiras operam entrediferentes fabricantes das unidades de fornecimento deformulação. Como tal, as unidades aquecedoras fornecidaspara receber os vários tipos de unidades de fornecimento deformulação operam, tipicamente, sobre uma ampla faixa detemperaturas de operação (130-180°C) . Essa variação nas temperaturas de operação das unidades aquecedoras causa umaampla variação na taxa de emanação do material volátil dasvárias unidades de fornecimento de formulação as quaispodem ser usadas entre diferentes unidades aquecedoras.Isso, então, pode resultar em uma unidade de fornecimento de formulação de um fabricante tendo um desempenhoinadequado quando usada com um tipo diferente de unidadeaquecedora.
Uma vez que as unidades de fornecimento de formulaçãoem dispositivos de emanação de vapor do tipo esteiraexistentes requerem substituição constante, os dedos dousuário estão, freqüentemente, em contato com a regiãoporosa ou esteira da unidade durante o processo desubstituição e descarte. Tal exposição à formulação e aomaterial volátil é indesejável e pode contaminar a pele dousuário.
De forma a evitar a necessidade de substituirreqularmente a unidade de fornecimento de formulação, demodo que os dispositivos operem durante períodos de tempomais prolongados embora ainda utilizando as unidadesaquecedoras existentes, foram propostas variações nasunidades de fornecimento de formulação. Tais variaçõesincluem o fornecimento da formulação em uma esteira de gelde longa duração sobre a superfície da unidade defornecimento de formulação, de modo que o material volátilemane em uma taxa mais lenta quando inserido na unidadeaquecedora. Tais dispositivos podem operar durante umperíodo de até 30 dias antes de requerer substituição. Paraacomodar a esteira de gel de longa duração e permitir que avariação seja usada em uma série de unidades aquecedorasexistentes, a unidade de fornecimento de formulação está naforma de uma bandeja de alumínio maleável a qual estáadaptada para ser recebida por uma variedade de unidadesaquecedoras. Contudo, uma vez que a bandeja é adaptada parase encaixar fracamente em uma variedade de unidadesaquecedoras, a esteira de gel não está consistentementelocalizada adjacente aos elementos de aquecimento daunidade aquecedora. Conseqüentemente, descobriu-se que háuma grande variação no calor recebido pelo gel. Isso causagrandes variações nas taxas de emanação do material volátilentre diferentes dispositivos. Portanto, de forma adeterminar o tempo de vida restante da unidade defornecimento de formulação e, portanto, a quantidade de gelpresente sobre a mesma, o usuário deve remover fisicamentea unidade de fornecimento de formulação da unidadeaquecedora para inspecionar o gel, o que é um exercíciotrabalhoso e impreciso.
A esse respeito, dispositivos de emanação de vapor do tipo garrafa compreendendo uma unidade de fornecimento deformulação em garrafa clara contendo uma grande quantidadede formulação em comunicação fluida com um dispositivo depavio foram propostos, com sucesso considerável.Dispositivos do tipo garrafa fornecem períodos prolongadosde uso, em virtude de sua grande capacidade dearmazenamento de formulação, junto com uma indicação visualda quantidade de formulação presente no dispositivo, demodo que um usuário possa determinar prontamente o estadooperacional do dispositivo. Contudo, tais dispositivosrequerem que o usuário compre uma nova unidade deaquecimento para acomodar a unidade de fornecimento deformulação em garrafa e não pode utilizar as unidadesaquecedoras existentes disponíveis para dispositivos dotipo esteira.
Portanto, há uma necessidade de fornecer uma unidadede fornecimento de formulação para um dispositivo deemanação de vapor do tipo esteira existente que pode serprontamente adaptada para ser recebida por uma variedade deunidades aquecedoras do tipo esteira existentes e a qualfornece formulação durante períodos prolongados de uso efornece uma indicação visual da quantidade de formulaçãopresente.
Qualquer discussão de documentos, atos, materiais,dispositivos, artigos ou semelhantes os quais foramincluídos no presente relatório descritivo é unicamentepara fins de fornecer um contexto para a presente invenção.
Esses não devem ser tomados como uma admissão de quequalquer ou todos esses assuntos formam parte da base datécnica anterior ou eram de conhecimento geral comum nocampo relevante para a presente invenção, uma vez que elesexistiam antes da data de prioridade de cada reivindicaçãodo presente pedido.
Sumário da Invenção
Por todo o presente relatório descritivo, a palavra"compreendem" ou variações, tais como "compreende" ou"compreendendo", será entendida como envolvendo a inclusãode um determinado elemento, número inteiro ou etapa ougrupo de elementos, números inteiros ou etapas, mas não aexclusão de qualquer outro elemento, número inteiro ouetapa ou grupo de elementos, números inteiros ou etapas.
De acordo com um primeiro aspecto, a presente invençãoé um dispositivo para fornecimento de uma formulaçãoquímica a uma unidade aquecedora para vaporização daformulação em uma atmosfera, a unidade aquecedora tendo umcorpo alojando um elemento de aquecimento interno, odispositivo compreendendo:
- uma primeira porção adaptada para ser inserida através deuma abertura no referido corpo da unidade aquecedora, demodo que ela é pelo menos parcialmente recebida dentro doreferido corpo da unidade aquecedora;
uma segunda porção configurada para armazenar aformulação química e sendo posicionável externamente emrelação ao corpo da unidade aquecedora; e
um elemento de pavio para distribuição da referidaformulação química da referida segunda porção a uma regiãode emanação fornecida sobre a referida primeira porção;em que a referida primeira porção é configurada para serrecebida de maneira deslizável por uma variedade deunidades aquecedoras tendo aberturas de configuraçõesvariáveis, de modo que a região de emanação estejaotimamente posicionada adjacente ao elemento de aquecimentopara vaporização da formulação química distribuída a partirda mesma.
Em uma modalidade, o elemento de aquecimento é umaplaca e a região de emanação da primeira porção estáposicionada pelo menos parcialmente sobre a placa. Em outraforma, a região de emanação pode estar posicionada entre ocentro da placa e uma borda da placa e, em ainda outraforma, a região de emanação pode estar posicionada aaproximadamente 2/3 da distância de uma borda da placa parao centro da placa.
A primeira porção do dispositivo pode compreender umcorpo substancialmente plano tendo uma primeira superfíciee uma segunda superfície oposta. Nessa disposição, quando aprimeira porção é recebida dentro do corpo da unidadeaquecedora, a primeira superfície pode ser aquelasuperfície a qual está posicionada diretamente acima doreferido elemento de aquecimento. Sob esse aspecto, aregião de emanação compreende um recesso formado na segundasuperfície. Em uma modalidade, o elemento de paviocompreende um elemento de pavio alongado tendo uma primeiraextremidade em comunicação fluida com a referida formulaçãoquímica armazenada na referida segunda porção, e umasegunda extremidade a qual se estende no referido recessoformado na segunda superfície da primeira porção. Aformulação química pode ser vaporizada pelo elemento deaquecimento a partir da segunda extremidade do elemento depavio, de modo que a formulação química vaporizada possaser liberada do referido dispositivo através do referidorecesso.
Em outra modalidade, o corpo substancialmente plano daprimeira porção do dispositivo tem uma extremidade proximale uma extremidade distai. A espessura do corposubstancialmente plano pode ser substancialmente constanteao longo de seu comprimento e pode afunilar em sua extremidade distai para facilitar a inserção da extremidadedistai através da abertura no corpo da unidade aquecedora.Um ou mais canais podem ser formados na primeira e/ousegunda superfície do corpo substancialmente plano parafacilitar ainda a inserção da referida primeira porção em uma variedade de unidades aquecedoras tendo aberturas deconfigurações variáveis. Ainda, um ou mais elementos guiapodem se estender a partir da primeira e/ou segundasuperfície do corpo substancialmente plano para contatar ocorpo da unidade aquecedora a fim de facilitar oposicionamento ótimo da referida região de emanaçãoadjacente ao referido elemento de aquecimento. Os elementosguia podem estar na forma de projeções escalonadas as quaisse estendem a partir da primeira e/ou segunda superfície docorpo substancialmente plano para contatar a aberturaformada no corpo da unidade aquecedora. Um ou maiselementos terminais também podem se projetar a partir daprimeira e/ou segunda superfície do corpo substancialmenteplano para contatar o corpo da unidade aquecedora e limitara profundidade máxima de inserção da referida primeiraporção na referida unidade aquecedora. Um ou mais elementosterminais podem ser fornecidos na extremidade proximal docorpo substancialmente plano e podem estar na forma de umaparede que se estende, pelo menos parcialmente, através daextremidade proximal do corpo substancialmente plano.
Em outra modalidade, a segunda porção do dispositivopode compreender um corpo alongado definindo um espaçosubstancialmente tubular para contenção da referidaformulação química. Sob esse aspecto, o corpo pode ter umaextremidade distai vedada e uma abertura fornecida em umaextremidade proximal. A primeira extremidade do elemento depavio pode se estender através da abertura formada naextremidade proximal do corpo alongado para estar emcomunicação fluida com a formulação química contida nomesmo. Para impedir o elemento de pavio de ser inseridomuito no fundo do corpo alongado, um elemento terminal podeser fornecido dentro do referido espaço substancialmentetubular do referido corpo alongado para estar contíguo àreferida primeira extremidade do elemento de pavio.
O corpo alongado pode ser relativamente flexível demodo que, à medida que a formulação química é removida doreferido corpo alongado sob a ação do elemento de pavio,ele contrai, desse modo reduzindo o tamanho do espaço decontenção substancialmente tubular de acordo com o volumede formulação química removida. Tal disposição podeauxiliar na manutenção de uma pressão constante dentro doespaço substancialmente tubular e pode impedir a geração deum vácuo ou pressão negativa significativa dentro doespaço, o que pode ser suficiente para possivelmente afetarde modo adverso a capacidade do pavio de distribuir aformulação química à região de emanação.
Para facilitar adicionalmente a distribuição daformulação química do corpo alongado, um ou mais canaispodem ser formados em uma superfície interna do corpoalongado para se estender pelo menos parcialmente a partirda abertura fornecida na extremidade proximal para aextremidade distai. Tais um ou mais canais podem fornecerum trajeto para a formulação química fluir ao longo dareferida superfície interna para o elemento de pavio emvirtude da ação capilar.
Em ainda outra modalidade, o corpo alongado da segundaporção é relativamente transparente para fornecer a umusuário uma indicação visível da quantidade de formulaçãoquímica presente no mesmo. Sob esse aspecto, o corpoalongado pode ser feito de um material plástico sintético,tal como náilon ou polipropileno, o qual também forneceflexibilidade suficiente para o corpo alongado. Em umaforma, o corpo alongado da segunda porção pode conter até10 mL de formulação química. Em outra forma, o corpoalongado da segunda porção pode conter até 2 mL deformulação química.
Em ainda uma outra modalidade, a primeira porção podeser formada integralmente com a referida segunda porção.Alternativamente, a primeira porção pode ser formadaseparadamente da referida segunda porção e ser fixamentepresa à referida segunda porção. Em ainda outra disposição,a primeira porção pode ser formada separadamente dareferida segunda porção e ser presa de maneira removível àreferida segunda porção.
A segunda porção pode ser termicamente isolada dareferida primeira porção para minimizar a transferência deenergia térmica da unidade aquecedora para a formulaçãoquímica contida dentro da referida segunda porção. Sob esseaspecto, a primeira porção pode ser feita de um materialtendo alta resistência térmica e baixa condutividadetérmica. Tal material pode ser uma poliamida ou náilonpreenchido com mineral ou óxido de polifenileno.
De acordo com um segundo aspecto, a invenção é umdispositivo para o fornecimento de uma formulação química auma unidade aquecedora para vaporização da formulação emuma atmosfera, o dispositivo compreendendo:
uma primeira porção adaptada para ser recebida pelareferida unidade aquecedora e tendo uma região de emanaçãoa qual é localizável de maneira proximal a um elemento deaquecimento da unidade aquecedora;
- uma segunda porção tendo um recipiente para armazenamento de um volume da formulação química; e
- um elemento de pavio para extrair, sob ação capilar, areferida formulação química da referida segunda porção edistribuir a referida formulação química à referida regiãode emanação da referida primeira porção, para vaporização na atmosfera através do referido elemento de aquecimento;
em que o referido recipiente define um espaçosubstancialmente fechado para armazenar a formulaçãoquímica e é suficientemente flexível de modo que, à medidaque o volume de formulação química contida no mesmo reduz, o recipiente retrai, desse modo reduzindo o espaço fechadodisponível para o armazenamento da formulação química eminimizando o desenvolvimento de pressão negativa dentro dorecipiente.
De acordo com um terceiro aspecto, a presente invenção é um dispositivo para o fornecimento de uma formulaçãoquímica a uma unidade aquecedora para vaporização daformulação em uma atmosfera, o dispositivo compreendendo:
- uma primeira porção adaptada para ser recebida pelareferida unidade aquecedora e tendo uma região de emanaçãoa qual é localizável de maneira proximal a um elemento deaquecimento da unidade aquecedora;
uma segunda porção para armazenamento da formulaçãoquímica; e
- um elemento de pavio para extrair a referida formulaçãoquímica da referida segunda porção e distribuir a referidaformulação química à referida região de emanação dareferida primeira porção, para vaporização na atmosferaatravés do referido elemento de aquecimento;em que a segunda porção é termicamente isolada da referidaprimeira porção para minimizar a transferência de energiatérmica da referida unidade aquecedora para a referidaformulação química contida dentro do referido recipiente dareferida segunda porção.
Breve Descrição dos Desenhos
Apenas como exemplo, a invenção é agora descrita comreferência aos desenhos em anexo:
- a Figura 1 é uma vista em perspectiva superior de umaunidade de fornecimento de formulação de acordo com apresente invenção;
- a Figura 2 representa uma vista extrapolada da unidade daFigura 1;
- a Figura 3 representa uma vista em perspectiva de umaunidade aquecedora conhecida, adequada para uso com apresente invenção;
- as Figuras 4A e 4B representam vistas em perspectivasuperior e vistas inferiores da porção de localização daunidade da Figura 1;
- a Figura 5 representa uma vista em perspectiva inferiorda porção de recipiente da unidade da Figura 1;
- a Figura 6 representa uma vista em perspectiva superiorda porção de recipiente da Figura 5;
- a Figura· 7 representa uma vista terminal seccional daporção de recipiente das Figuras 5 e 6;
- a Figura 8 é uma vista em perspectiva superior da porçãode localização da unidade com o elemento de pavio emposição;
- a Figura 9 é uma vista em perspectiva da maneira pelaqual a porção de localização e a porção de recipiente dapresente invenção se ligam;
- a Figura 10 é uma vista em perspectiva do elemento depavio e gaxeta de acordo com uma modalidade da presenteinvenção;
- a Figura 11 é uma vista em perspectiva da gaxeta daFigura 10 posicionada em relação à porção de recipiente;
- a Figura 12 é uma vista seccional do elemento de pavio egaxeta em posição em relação à porção de recipiente; e
- a Figura 13 é uma vista em perspectiva da unidade defornecimento de formulação da presente invenção em uso comuma unidade aquecedora do tipo esteira convencional.Descrição Detalhada de uma Modalidade Exemplificativa da
Invenção
Fazendo referência às Figuras 1 e 2, é mostrada umaunidade de fornecimento de formulação 10 de acordo com umamodalidade da presente invenção.
Conforme discutido anteriormente, e o que se tornaráevidente na descrição a seguir, a unidade de fornecimentode formulação 10 é configurada para ser recebida dentro deum recesso 52 fornecido em uma unidade aquecedora do tipoesteira convencional 50, conforme mostrado na Figura 3, aqual é, tipicamente, fornecida para uso com um dispositivode emanação de vapor do tipo esteira convencional. Seráapreciado que a unidade aquecedora do tipo esteira 50,conforme mostrada na Figura 3, é meramente ilustrativa deum tipo especifico de uma variedade de unidades aquecedorasdo tipo esteira e a unidade de fornecimento de formulação10 da presente invenção se destina a uso com todas de taisvariáveis.
Conforme é mostrado, a unidade aquecedora convencional50 inclui um plugue elétrico 54 o qual permite que aunidade 50 seja recebida dentro de uma tomada de energia,tal como uma tomada de energia elétrica comumente fornecidaem uma casa ou em um ambiente de escritório, para receberenergia elétrica para operar um elemento de aquecimentoalojado dentro da unidade aquecedora 50.
O elemento de aquecimento para unidades aquecedoras do tipo esteira 50 típicas geralmente emprega uma placa decerâmica ou metal para distribuir calor à porção de esteirada unidade de fornecimento de formulação. Um resistor deaquecimento está, tipicamente, localizado de maneiracentralizada em relação à placa para aplicar energiatérmica à mesma. A área de superfície da placa pode variar,contudo, geralmente pode ser considerada como caindo nafaixa de cerca de 35-45 mm de comprimento por cerca de 20-30 mm de largura. As placas cerâmicas são relativamenteisolantes e o gradiente de temperatura medido através da superfície da placa pode variar consideravelmente. Testesrealizados pela presente requerente indicaram que taisplacas cerâmicas podem ter uma temperatura média, medida emseu centro, em torno de 180°C e uma temperatura média,medida em sua borda externa, em torno de 115°C. Com relação às placas de metal, tais placas são condutivas ao calor edescobriu-se que têm um gradiente/perfil de temperaturamais uniforme através de sua superfície. Testes similaresrealizados pela presente requerente indicaram que taisplacas de metal podem ter uma temperatura média, medida emseu centro, em torno de 150°C e uma temperatura média,medida em sua borda externa, em torno de 148°C.
Será apreciado, portanto, que para unidadesaquecedoras do tipo esteira existentes, há uma diferença noperfil de temperatura entre diferentes tipos de unidades.Uma vez que a temperatura à qual a formulação é expostacontrola a taxa de emanação do dispositivo, tal diferençanos perfis de temperatura pode afetar grandemente as taxasde emanação do dispositivo e, como um resultado, a vida daunidade de fornecimento de formulação. Portanto, se umaporção de esteira de uma unidade de fornecimento deformulação existente está localizada no centro da unidadeaquecedora de placa cerâmica (180°C), o dispositivo emanarásignificativamente mais rápido do que se localizada sobre ocentro de uma unidade aquecedora de placa de metal (150°C),ambos os quais serão mais rápido do que se localizada naborda da unidade aquecedora de placa cerâmica (115°C).Unidades de fornecimento de formulação do tipo esteiraexistentes estão dispostas de modo que a esteira se estendasubstancialmente por toda a placa aquecedora quandoinserida na unidade aquecedora, desse modo sendo submetidaa uma ampla variação de temperaturas. A presente invençãoleva em consideração essa variação nos perfis detemperatura entre diferentes unidades aquecedorasexistentes para fornecer uma taxa de emanação relativamenteuniforme quando usada em ambos diferentes tipos deunidades.
Ά unidade de fornecimento de formulação 10 geralmentecompreende um corpo alongado tendo duas partes: umaprimeira porção de localização 12 e uma segunda porção derecipiente 16. Conforme será discutido em maiores detalhesabaixo, a porção de localização 12 é configurada para serrecebida dentro do recesso 52 de uma unidade aquecedoraconvencional 50 e a porção de recipiente 16 é configuradapara receber e conter um suprimento de formulação contendoo material volátil para emanação na forma de vapor, atravésda unidade aquecedora 50.
Conforme mostrado mais claramente na Figura 2, umelemento de pavio 14 é fornecido o qual se estende entre aporção de localização 12 e a porção de recipiente 16 parafacilitar o fluxo da formulação presente na porção derecipiente 16 para a porção de localização 12. O elementode pavio 14 também será descrito em maiores detalhesabaixo, contudo, geralmente, ele está na forma de um corpocilíndrico alongado feito de um material poroso que permiteque fluido flua através do mesmo sob ação capilar. Umelemento de vedação 15 também é fornecido para asseguraruma conexão vedada entre o elemento de pavio 14 e aformulação presente dentro da porção de recipiente 16. 0elemento de vedação 15 está na forma de um elemento degaxeta através do qual o elemento de pavio é recebido eserá descrito em maiores detalhes depois na descrição.
A unidade de fornecimento de formulação 10 é mostradae descrita em relação a um corpo com duas partes, isto é, aporção de localização 12 e a porção de recipiente 16, asquais se encaixam juntas para formar uma única unidade.Contudo, será apreciado que ambas porção de localização 12e porção de recipiente 16 poderiam ser formadasintegralmente uma com a outra, desse modo resultando em umcorpo de uma peça.
A porção de localização 12 é mostrada em maioresdetalhes em relação às Figuras 4A e 4B. A porção delocalização 12 consiste de um corpo substancialmente plano20 tendo uma espessura substancialmente constante ao longode seu comprimento, o qual afunila em uma extremidadedistai 21. Um par de braços de localização 23 se estende apartir de uma extremidade proximal do corpo 20 parafacilitar a conexão da porção de localização 12 em relaçãoà porção de recipiente 16.
A Figura 4A mostra uma vista em perspectiva daquiloque é referido como a porção superior da porção delocalização 12. Um canal 24 é fornecido de maneiracentralizada na superfície superior do corpo 20 e seestende ao longo de pelo menos uma porção do comprimento docorpo. Na extremidade distai do corpo 20, o canal 24 seestende para ter uma porção de gargalo ampliada 24a, paraauxiliar na inserção da unidade 10 em uma unidadeaquecedora 50 e posicionar a unidade 10 no lugar desejado.Sob esse aspecto, a porção de gargalo ampliada 24a forneceuma área de "lead in" (direcionamento) a qual permite auto-centralização da unidade 10 em relação à unidade aquecedora50, de modo que uma projeção (não mostrada) fornecida nocorpo da unidade aquecedora 50 possa ser prontamenterecebida no canal 24 à medida que a unidade 10 é inseridana unidade aquecedora 50. Conforme se tornará mais evidenteabaixo, essa disposição assegura que a unidade 10 estejaretida de maneira centralizada dentro da unidade aquecedora50. Para ainda auxiliar a assegurar que a unidade 10 estejacorretamente inserida na unidade aquecedora 50, um par deporções de corte 25 é fornecido no corpo 20 na forma desetas. O formato de seta das porções de corte 25 mostra adireção na qual a unidade 10 é inserida e também pode serfornecido sobre o corpo 20 na forma de etiquetas adesivasou outros indícios os quais conduzam o usuário quanto àdireção de inserção correta da unidade 10.
Um par de guias 26 é fornecido sobre a superfíciesuperior do corpo 20, conforme é mostrado na Figura 4A. Osguias 26 estão na forma de projeções escalonadas as quaisse estendem longitudinalmente ao longo da superfíciesuperior do corpo 20 adjacente à extremidade proximal docorpo. Cada um dos guias 26 é fornecido ao longo das bordaslongitudinais do corpo 20 e auxiliam na localização daunidade 10 em uma posição apropriada dentro da unidadeaquecedora 50 e no impulsionamento da unidade 10 contra umelemento de aquecimento localizado dentro da unidade aquecedora 50. A profundidade de inserção da unidade 10 naunidade aquecedora 50 é controlada pela presença da parede26a localizada na extremidade proximal 22 da unidade. Sobesse aspecto, quando da inserção da unidade 10 na unidadeaquecedora 50, a parede 26a contata a borda do recesso 52 eimpede a unidade 10 de ser inserida mais profundamente naunidade aquecedora 50.
Disposto de maneira centralizada entre os guias 26,adjacente à extremidade proximal 22 do corpo 20, éfornecido um recesso de emanação 27. 0 recesso de emanação 27 está na forma de um recesso substancialmente retangularformado na superfície superior do corpo 20 e tem uma basesubstancialmente plana 29 formada na superfície inferior docorpo, conforme é evidente na Figura 4B. Um furo 28 seestende em direção ao recesso 27 através da extremidadeproximal 22 do corpo 20, de modo que ele esteja localizadode maneira centralizada dentro do recesso 27.
Conforme é mostrado na Figura 8, o furo 28 édimensionado para receber o elemento de pavio 14, de modoque uma extremidade do elemento de pavio possa se estenderem direção ao recesso de emanação 27. Nessa disposição, aextremidade do elemento de pavio 14 que se estende para orecesso de emanação 27 é substancialmente retida dentro docorpo 20 e é exposta sobre a superfície superior do corpo 20.
Portanto, pela inserção da unidade 10 na unidadeaquecedora 50, de modo que uma projeção formada sobre orecesso 52 da unidade aquecedora seja recebida no canal 24,e inserção da unidade em uma profundidade de modo que aparede 26a contate a borda do recesso 52, o recesso deemanação 27e, como resultado, a extremidade do elemento depavio 14, são posicionados adjacentes aos elementos deaquecimento da unidade aquecedora 50. Sob esse aspecto, abase plana 29 do recesso de emanação 27 está posicionadapara se estender sobre os elementos de aquecimento daunidade aquecedora 50, permitindo que calor sejatransferido através da base 29 para a extremidade doelemento de pavio 14. Esse alinhamento e exposição daextremidade do elemento de pavio 14 em relação aoselementos de aquecimento da unidade aquecedora 50 sãoautomáticos e obtidos meramente através da inserção daunidade 10 de acordo com instruções e o formato particulardo corpo 20.
Em virtude da variação nos perfis de temperatura queexistem entre diferentes tipos de unidades aquecedoras dotipo esteira 50 existentes, conforme discutido em detalhesacima, a posição do recesso de emanação 27 em relação àporção de localização 12 foi determinada de modo a fornecer uma taxa de emanação relativamente uniforme quando usada emdiferentes tipos de unidades aquecedoras. Sob esse aspecto,o recesso de emanação 27 está posicionado de modo que,quando a unidade 10 é inserida na unidade aquecedora 50 namaneira desejada conforme discutido acima, a extremidade exposta do elemento de pavio 14 está posicionada entre aborda da placa aquecedora e o centro da placa aquecedora.Em particular, a extremidade do elemento de pavio 14 estáposicionada dentro da unidade 10 de modo que ela se estendaaté cerca de metade da distância para o centro da placa a partir da borda da placa. Mais preferivelmente, aextremidade do elemento de pavio 14 está posicionada demodo que ela esteja posicionada até cerca de 2/3 dadistância para o centro da placa aquecedora. Nessadisposição, a extremidade do elemento de pavio 14 estálocalizada adjacente a uma região da placa aquecedora quetem um perfil de temperatura relativamente uniforme entrediferentes tipos de unidades aquecedoras do tipo esteira 50existentes.
A exposição da extremidade do elemento de pavio 14 aocalor gerado pelos elementos de aquecimento/placas daunidade aquecedora 50 permite que o material volátilpresente sobre a superfície do elemento de pavio 14 sejavaporizado pelo calor aplicado através dos elementos deaquecimento e liberado na atmosfera.
Uma vez que o calor aplicado pelos elementos deaquecimento da unidade aquecedora 50 é significativamentealto, de forma a assegurar que o corpo 20 da porção delocalização 12 seja capaz de suportar tal calor quando eleé inserido na unidade aquecedora 50, o corpo 20 é feito deum material tendo alta tolerância à temperatura e baixacondutividade térmica, desse modo assegurando que poucocalor seja conduzido através da porção de localização paraa formulação fornecida na porção de recipiente.
Sob esse aspecto, o corpo 20 pode ser feito de umplástico de óxido de polifenileno, tal como Noryl®, o qualé capaz de suportar temperaturas acima de 190°C. Talmaterial também permite que o corpo 20 seja moldado porinjeção nas tolerâncias desejadas para assegurar oposicionamento correto do recesso de emanação 27 sobre oselementos de aquecimento do elemento aquecedor 50. Seráapreciado que outros tipos de material resistente ao calortambém podem ser usados, conforme será apreciado por aqueles versados na técnica.
Embora a porção de localização 12 tenha sido descritacomo tendo um corpo 20 especificamente configurado para serrecebido pelo recesso 52 de uma unidade de aquecimento 50,será apreciado que a configuração do corpo 20, incluindo o canal 24 e os guias 26, pode variar para assumir umavariedade de formatos e tamanhos de recesso associados auma variedade de unidades aquecedoras do tipo esteiraexistentes. Sob esse aspecto, como em uma forma a porção delocalização é destacável da porção de recipiente 16, várias porções de localização 12 podem ser produzidas para seremusadas com uma variedade de unidades aquecedoras do tipoesteira existentes a serem presas à porção de recipiente16, conforme necessário.
A porção de recipiente 16 é agora mostrada em maiores detalhes em relação às Figuras de 5 a 7. A porção derecipiente 16 compreende um corpo alongado 30 tendo umaextremidade proximal 31 e uma extremidade distai 32.
A extremidade proximal 31 está disposta para encaixar-se com a extremidade proximal 22 da porção de localização12 cia maneira como é mostrada na Figura 9. A extremidadeproximal 31 tem um par de passagens de recebimento 33 parareceber os braços de localização 23 os quais se estendem apartir da extremidade proximal 31 da porção de localização12. Uma abertura 34 é fornecida nas passagens 33 nas quaisas protuberâncias pontiagudas 23a dos braços de localização23 são recebidas para manter os braços 23 em posição dentrodas passagens de localização 33 e fornecer uma conexãosegura entre a porção de localização 12 e a porção derecipiente 16, conforme mostrado. Para auxiliar nacontenção e fixação da porção de localização 12 e da porçãode recipiente 16 juntas durante a fabricação, um par deasas de suporte 35 é fornecido.
O corpo 30 da porção de recipiente 16 é dobrado,através de um processo de vedação térmica ou semelhante, naextremidade distai 32 para fornecer uma extremidade vedada.Conforme é mostrado na Figura 7, o interior do corpo 30define um espaço para recebimento da formulação a seremanada e a extremidade proximal 31 é fornecida com umaabertura circular 36, através da qual o elemento de pavio14 é recebido para entrar no interior do corpo 30. Umelemento terminal 37 é fornecido no interior do corpo 30sobre o qual o elemento de pavio 14 está contíguo quandorecebido através da abertura 36, conforme mostrado naFigura 7. O elemento terminal 37 assegura que o comprimentodo elemento de pavio 14 inserido no interior do corpo 30seja controlado, de modo que haja um comprimentoconsistente do elemento de pavio 14 se estendendo para orecesso de emanação 27 da porção de localização 12.
O elemento de pavio 14 transporta a formulaçãopresente no corpo 30 para o recesso de emanação 27 daporção de localização 12, de modo que os ingredientesativos na formulação possam ser dispersos para a atmosfera.
O elemento de pavio 14 se estende através da abertura 36para estar em contato fluido com a formulação contida namesma. À medida que a formulação é vaporizada daextremidade do elemento de pavio 14 localizado no recessode emanação 27, a formulação presente no corpo 30 éextraída para o recesso de emanação sob ação capilar, atéque o suprimento de formulação presente no corpo 30 sejaesgotado.
Para assegurar que o fluido presente na extremidadedistai 32 do corpo 30 seja capaz de ser extraído do corpo30 pelo elemento de pavio 14, um ou mais canais 38 sãoformados nas paredes internas do corpo 30 os quais seestendem a partir da abertura 36 pelo menos parcialmente emdireção à extremidade distai 32. Os canais 38 estão emcontato fluido com o elemento de pavio 14, de modo quefluido possa fluir, sob ação capilar, ao longo dos canaispara o elemento de pavio 14 e para o recesso de emanação27 .
De forma a permitir que um usuário determine prontamente a presença e a quantidade de formulação nocorpo 30, o corpo é feito de um material transparente, talcomo náilon, polipropileno e semelhantes, o qual também érelativamente flexível. 0 corpo é capaz de armazenar umvolume de formulação suficiente para fornecer pelo menos100 horas de operação do dispositivo. Sob esse aspecto, nocaso em que o dispositivo está sendo usado como umrepelente de insetos, isso pode somar 10 noites de uso dehoras por noite. Como tal, o dispositivo empregando apresente invenção pode ser capaz de obter uma taxa deemanação entre 0,1-50 mg/hora, de preferência entre 1-20mg/hora e, mais preferivelmente, entre 3-10 mg/hora.
A porção de recipiente 16 é capaz de armazenar entre0,1-10 mL de formulação, mais preferivelmente entre 0,3-2mL de formulação, o que é suficiente para fornecer períodosprolongados de emanação. Indícios tais como setas ousemelhantes podem ser fornecidos sobre a superfície externado corpo 30 para auxiliar o usuário na orientação daunidade 10 para inserção em uma unidade aquecedora 50.
Conforme discutido anteriormente, a unidade defornecimento de formulação 10 da presente invenção sedestina a uso em inseticidas, repelentes de insetos e/ousituações de distribuição de fragrância. Sob esse aspecto,a formulação química armazenada dentro da porção derecipiente 16 variará, dependendo da situação específica.
Para situações onde a unidade de fornecimento deformulação 10 é empregada como um inseticida ou repelentede insetos, a formulação química pode compreender um oumais piretróides ativos em vapor. Será apreciado quepiretróides ativos em vapor são aqueles que são voláteis emtemperatura ambiente sem aquecimento ou combustão. Ospiretróides voláteis são, de preferência, selecionados dogrupo consistindo de metoflutrina, transflutrina,empentrina, metotrina, teflutrina, d-aletrina, praletrina,esbiotrina e fenflutrina. De preferência, o piretróideativo em vapor é metoflutrina ou transflutrina. Ametoflutrina tem alta potência contra mosquitos. 0 nomequímico da metoflutrina é 2,3,5,6-tetrafluoro-4-(metóximetil) benzil (EZ) - (1RS, 3RS; 1RS, 3SR) -2, 2-dimetil-3-(prop-l-enil)ciclopropanocarboxilato. A metoflutrina estádisponível pela Sumitomo Chemical Company. 0 nome químicoda transflutrina é [ (2,3,5,6-tetrafluoro-fenil)metil]IR,3R-(2, 2-dicloretenil) -2, 2-dimetilciclopropano-carboxilato. Aformulação também pode incluir solventes de hidrocarboneto(por exemplo, Isopars, Exsols, etc.)/ corantes, fragrâncias(talvez) e conservantes. Em uma forma preferida, aformulação química pode compreender ~11% de transflutrina(ativo), 0,002% de Sudan Blue (corante), 0,2% de hidróxitolueno butilado (antioxidante), o restante sendo umamistura de Exsol DllO e Exsol D130 (hidrocarbonetos).
Para situações onde a unidade de fornecimento deformulação 10 é empregada em um dispositivo de distribuiçãode fragrância, a formulação química pode incluir produtosquímicos aromáticos naturais ou sintéticos. Esses produtosquímicos incluem substâncias que têm preferencialmente umafaixa de ponto de ebulição de cerca de 60-250°C (porexemplo, monoterpenos e sesquiterpenos, incluindo álcooisde monoterpeno e sesquiterpeno, aldeídos, cetonas, ésteres,óxidos e hidrocarbonetos, tais como linalool, geraniol,citronelal, citral, geranial, mentona, acetato de linalila,acetato de bornila, 1,8-cineol e limoneno) ; e óleosessenciais. O termo "óleos essenciais" se refere a umlíquido volátil e aromático o qual é isolado através de umprocesso físico a partir de uma planta odorífera de umaúnica espécie botânica. O óleo traz o nome da planta daqual ele é derivado; por exemplo, óleo de rosa ou óleo delavanda. Esses óleos essenciais obtidos de plantas podemser extraídos através de destilação, destilação a vapor,expressão ou através de extração com gorduras ou solventesorgânicos.
Em cada uma das situações acima, o componente ativo daformulação química pode ser dissolvido em um solventeveículo. 0 solvente veículo pode ser qualquer solvente oucombinação de solventes na qual o piretróide ativo em vaporseja solúvel. 0 solvente veículo pode ser selecionadodentre, mas não está limitado a hidrocarbonetos clorados(por exemplo, 1,1,1-tricloroetano, diclorometano,clorofórmio); álcoois (por exemplo, metanol, etanol, n-propanol); cetonas (por exemplo, acetona); misturas deálcool e cetona (por exemplo, acetona/etanol (1:1 emvolume)); parafinas normais (por exemplo, Norpar® 12);hidrocarbonetos alifáticos desaromatizados e suas misturas(por exemplo, pentano, heptano, hexano, Exxsol D40, ExxsolD80 e Exxsol D100); isoparafinas (por exemplo, Isopar® G eIsopar® M) ; glicol éteres; produtos químicos aromáticosnaturais ou sinteticamente derivados conforme discutidoacima. Os solventes Norpar®, Exxsol® e Isopar® estão todosdisponíveis pela Mobil Exxon.
Um problema comum com dispositivos de emanação devapor do tipo garrafa da técnica anterior é que conforme aformulação é extraída da porção de garrafa do dispositivoatravés do pavio ou ação capilar do elemento de pavio, umapressão negativa ou vácuo é criado dentro da garrafa. Issoocorre, tipicamente, em virtude da natureza rígida daporção de garrafa, a qual armazena a formulação. A presençade tal pressão negativa ou vácuo gera uma força de oposiçãoque contrabalanceia o fluxo de líquido da porção degarrafa, o que pode diminuir significativamente e, emalguns casos, parar completamente a taxa de emanação dodispositivo através da redução do efeito capilar doelemento de pavio. Na presente disposição, uma vez que ocorpo 30 tem um grau de flexibilidade e é vedado em umaextremidade, à medida que a formulação é extraída do corposob ação capilar, o corpo 30 entra em colapso à medida queele esvazia. Esse colapso do corpo 30 reduz o volume docorpo à medida que a formulação esvazia, desse modomantendo uma pressão relativa constante dentro do corpo 30.
Conseqüentemente, a criação de um vácuo dentro do corpo 30é minimizada, assegurando que a formulação possa serextraída do corpo em uma taxa relativamente constante paramanter uma taxa constante de emanação do dispositivo.
O elemento de pavio 14 é feito de um material cerâmicode alta densidade tendo uma alta ação capilar. Em uma formapreferida, o elemento de pavio 14 é cilíndrico e tem umdiâmetro de aproximadamente 2,0 mm e um comprimento de 16mm. Para fornecer uma vedação hermética ao líquido em tornodo elemento de pavio 14 e entre a porção de localização 12e a porção de contenção 16, um elemento de vedação 15 éfornecido, conforme é mostrado nas Figuras de 10 a 12.
O elemento de vedação 15 está na forma de uma gaxeta40 tendo uma porção de anel interna 42 e uma porção de anelexterna 43 conectadas por flanges 44. A porção de anelinterna 42 tem um furo central 41 o qual forma uma primeirasuperfície de vedação em torno do elemento de pavio 14,conforme mostrado na Figura 10. As superfícies traseira e dianteira da porção de anel interna 42 formam a segunda e aterceira superfície entre a porção de recipiente 16 e aporção de localização 12, respectivamente.
Conforme mostrado mais claramente na Figura 11, aextremidade proximal 31 do corpo 30 do elemento derecipiente 16 tem uma aresta 45 formada em torno daabertura 36 para recebimento e retenção da gaxeta 40 emposição. Sob esse aspecto, a superfície externa da porçãode anel externa 43 se conforma substancialmente àsuperfície interna da aresta 45, prendendo a gaxeta 40 em posição. Os flanges 44 os quais conectam a porção de anelinterna 42 e a porção de anel externa 43 atuam para reteras porções juntas, bem como fornecer um espaço para que agaxeta 40 se expanda durante o uso e as flutuações detemperatura.A porção de anel externa 43 atua para fornecerrobustez e integridade estrutural à unidade 10 quando estaestá na forma montada, conforme mostrado na Figura 1. Sobesse aspecto, qualquer momento fletor que atue sobre oelemento de pavio 14 é transferido para a porção de anelexterna 43, a qual atua contra a aresta 45. Essa porçãoflexível pode minimizar os momentos fletores diretostransferidos para o elemento de pavio 14, desse modoreduzindo a probabilidade de dano e rompimento do elementode pavio 14 durante o uso da unidade 10.
A gaxeta 40 é, de preferência, feita de um material deborracha, tal como borracha de nitrilo butadieno (NBR) ouborracha de nitrilo butadieno hidrogenada (HNBR).
Durante o uso, a unidade 10 é fornecida da maneiraconforme substancialmente mostrado na Figura 1. Umaetiqueta (não mostrada) é fornecida, a qual se estendesobre o recesso de emanação 27 antes do uso da unidade 10 eveda o recesso de emanação 27, desse modo protegendo ousuário de contaminação potencial com a formulação antes douso. Sob esse aspecto, a etiqueta está na forma de umadesivo que adere à superfície superior da porção delocalização 12 e é prontamente descamável da superfíciepara iniciar o uso e a inserção da unidade 10. Em outramodalidade, a etiqueta pode ser uma etiqueta descamáveltermicamente vedável.
Quando da remoção da etiqueta, a unidade 10 é, então,inserida através do recesso 52 na unidade aquecedora 50,por meio do qual a porção de localização 12 ésubstancialmente recebida dentro da unidade aquecedora 50enquanto a porção de recipiente 16 está localizadaexternamente em relação à unidade aquecedora 50, conformemostrado na Figura 13.
Conforme discutido acima, em virtude da maneira pelaqual a superfície da porção de localização 12 estáconfigurada, a unidade 10 é automaticamente posicionada demodo que o recesso de emanação 27 para o qual a extremidadedo elemento de pavio se estende, esteja posicionadoexatamente e consistentemente sobre a região desejada doselementos de aquecimento da unidade aquecedora. O calorgerado pelós elementos de aquecimento é suficientementealto e de uma temperatura consistente para, então, causarvaporização da formulação presente no elemento de pavio 14,liberando os ingredientes voláteis na atmosfera na taxadesejada para desempenhar sua função desejada.
Embora a porção de localização 12 seja submetida àsaltas temperaturas presentes na unidade aquecedora 50, aqual pode atingir em torno de 180°C, a porção de recipiente16 e, em particular, a formulação contida na mesma, éretida próxima à temperatura ambiente. Isso é obtidoatravés da porção de localização 12 sendo feita de ummaterial resistente ao calor tendo condutividade térmicamuito baixa, de modo que os ingredientes voláteis presentes na formulação não sejam submetidos a temperaturas quepossam fazer com que os mesmos sejam liberados daformulação antes de serem extraídos para a extremidade doelemento de pavio 14. Ainda, uma vez que a porção derecipiente 16 está localizada externamente em relação à unidade aquecedora 50, conforme mostrado na Figura 13, elanão é submetida a um espaço térmico confinado o qualpoderia resultar na formulação sendo exposta a temperaturasindesej áveis.
A unidade de fornecimento de formulação 10, conforme mostrada, fornece um meio seguro e conveniente parafornecimento de formulação a uma unidade aquecedora quefornece uma indicação ao usuário do estado da unidade e daquantidade de formulação presente na mesma, sem necessitarde inspeção visual e contato potencial do usuário com a formulação, conforme é o caso de unidades em esteiraexistentes. A unidade 10 é capaz de ser inserida em umaunidade aquecedora existente em uma variedade deorientações, cada uma controlada para apresentarautomaticamente a extremidade do elemento de pavio 14 aoselementos de aquecimento da unidade aquecedora, paraemanação a partir da mesma.
Será apreciado por aqueles versados na técnica quenumerosas variações e/ou modificações podem ser feitas nainvenção, conforme mostrado nas modalidades especificas,sem se desviar do espirito ou escopo da invenção, conformeamplamente descrito. As presentes modalidades, portanto,devem ser consideradas em todos os aspectos comoilustrativas e não restritivas.

Claims (47)

1. Dispositivo para fornecimento de uma formulação químicaa uma unidade aquecedora para vaporização da formulaçãopara uma atmosfera, a unidade aquecedora tendo um corpoalojando um elemento de aquecimento interno, o ditodispositivo compreendendo:- uma primeira porção adaptada para ser inserida através deuma abertura no referido corpo da unidade aquecedora, demodo que ela é pelo menos parcialmente recebida dentro doreferido corpo da unidade aquecedora;uma segunda porção configurada para armazenar aformulação química e sendo posicionável de maneira externaao corpo da unidade aquecedora; eum elemento de pavio para distribuição da referida formulação química da referida segunda porção para umaregião de emanação fornecida sobre a referida primeiraporção;caracterizado pelo fato de que a referida primeira porção éconfigurada para ser recebida de modo deslizável por umavariedade de unidades aquecedoras tendo aberturas deconfigurações vatiáveis, de modo que a região de emanaçãoestá posicionada de maneira ótima adjacente ao elemento deaquecimento para vaporização da formulação químicadistribuída ao mesmo.
2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o elemento de aquecimento éuma placa e a referida região de emanação da primeiraporção está posicionada pelo menos parcialmente sobre areferida placa.
3. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que a região de emanação estáposicionada entre o centro da placa e uma borda da placa.
4. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 3,caracterizado pelo fato de que a região de emanação estáposicionada a aproximadamente 2/3 da distância a partir deuma borda da placa para o centro da placa.
5. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de quea referida primeira porção compreende um corposubstancialmente plano tendo uma primeira superfície e umasegunda superfície oposta.
6. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato de que a referida primeirasuperfície é posicionável para estar de frente para oreferido elemento de aquecimento.
7. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 6,caracterizado pelo fato de que a referida região deemanação compreende um recesso formado na referida segundasuperfície.
8. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de que o referido elemento de paviocompreende um elemento de pavio alongado tendo uma primeiraextremidade em comunicação fluida com a referida formulaçãoquímica armazenada na referida segunda porção e uma segundaextremidade a qual se estende no referido recesso formadona segunda superfície da primeira porção.
9. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que a referida formulaçãoquímica é vaporizada pelo referido elemento de aquecimentoda referida segunda extremidade do elemento de pavio, demodo que a formulação química vaporizada é liberada apartir do referido dispositivo através do referido recesso.
10. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato de que o referido corposubstancialmente plano tem uma extremidade proximal e umaextremidade distai.
11. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 10,caracterizado pelo fato de que o corpo substancialmenteplano tem uma espessura substancialmente constante a qualafunila em sua extremidade distai para facilitar a inserçãoda referida extremidade distai na referida abertura noreferido corpo da unidade aquecedora.
12. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 10 ou 11,caracterizado pelo fato de que um ou mais canais sãoformados na primeira e/ou segunda superfícies do corposubstancialmente plano para facilitar a inserção dareferida primeira porção em uma variedade de unidadesaquecedoras tendo aberturas de configurações variáveis.
13. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 10 a 12, caracterizado pelo fato de queum ou mais elementos guia se estendem a partir da primeirae/ou segunda superfícies do corpo substancialmente plano esão configurados para contatar o corpo da unidadeaquecedora a fim de facilitar o posicionamento ótimo dareferida região de emanação adjacente ao referido elementode aquecimento.
14. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 13,caracterizado pelo fato de que os referidos elementos guiasão projeções escalonadas as quais se estendem a partir daprimeira e/ou segunda superfícies do corpo substancialmenteplano para contatar a abertura formada no corpo da unidadeaquecedora.
15. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 10 a 14, caracterizado pelo fato de queum ou mais elementos terminais se projetam a partir daprimeira e/ou segunda superfícies do corpo substancialmenteplano para contatar o corpo da unidade aquecedora e limitara profundidade máxima de inserção da referida primeiraporção na referida unidade aquecedora.
16. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que o um ou mais elementosterminais são fornecidos na extremidade proximal do corposubstancialmente plano.
17. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de que o um ou mais elementosterminais compreendem uma parede que se estende pelo menosparcialmente através da extremidade proximal do corposubstancialmente plano.
18. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de quea segunda porção compreende um corpo alongado definindo umespaço substancialmente tubular contendo a referidaformulação química, o referido corpo tendo uma extremidadedistal vedada e uma abertura fornecida em uma extremidadeproximal.
19. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 18,caracterizado pelo fato de que a primeira extremidade doreferido elemento de pavio se estende através da referidaabertura formada na extremidade proximal do corpo alongadopara estar em comunicação fluida com a formulação químicacontida na mesma.
20. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 19,caracterizado pelo fato de que um elemento terminal éfornecido dentro do referido espaço substancialmentetubular do referido corpo alongado para se encontrar com areferida primeira extremidade do elemento de pavio.
21. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 18,caracterizado pelo fato de que o corpo alongado érelativamente flexível, de modo que à medida que aformulação química é removida do referido corpo alongadosob ação do elemento de pavio, o corpo alongado contrai,desse modo, reduzindo o tamanho do espaço substancialmentetubular de acordo com o volume de formulação químicaremovido para manter uma pressão relativamente constantedentro do espaço substancialmente tubular.
22. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 18 a 21, caracterizado pelo fato de queum ou mais canais são formados em uma superfície interna docorpo alongado e se estendem pelo menos parcialmente apartir da referida abertura fornecida na extremidadeproximal para a extremidade distai, os referidos um ou maiscanais fornecendo um trajeto para que a referida formulaçãoquímica flua ao longo da referida superfície interna doreferido elemento de pavio.
23. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de queo referido corpo é relativamente transparente e fornece aum usuário uma indicação visível da quantidade deformulação química presente no mesmo.
24. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 23,caracterizado pelo fato de que o corpo é feito de um material plástico sintético.
25. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 24,caracterizado pelo fato de que o material plásticosintético é náilon ou polipropileno.
26. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a segunda porção contém até10 mL de formulação química.
27. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 26,caracterizado pelo fato de que a segunda porção contém até2 mL de formulação química.
28. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é formadaintegralmente com a referida segunda porção.
29. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é formadaseparadamente da referida segunda porção e é fixamentepresa à referida segunda porção.
30. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é formadaseparadamente da referida segunda porção e é presa demaneira removível à referida segunda porção.
31. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de quea segunda porção é termicamente isolada da referidaprimeira porção para minimizar a transferência de energiatérmica da referida unidade aquecedora para a referidaformulação química contida dentro da referida segundaporção.
32. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 31,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é feita deum material tendo alta resistência térmica e baixacondutividade térmica.
33. Dispositivo para fornecimento de uma formulação químicaa uma unidade aquecedora para vaporização da formulaçãopara uma atmosfera, o dispositivo compreendendo:uma primeira porção adaptada para ser recebida pelareferida unidade aquecedora e tendo uma região de emanaçãoa qual está localizada proximal a um elemento deaquecimento da unidade aquecedora;- uma segunda porção tendo um recipiente para armazenamentoda formulação química; e- um elemento de pavio para extração, sob ação capilar, dareferida formulação química da referida segunda porção edistribuição da referida formulação química à referidaregião de emanação da referida primeira porção, paravaporização através do referido elemento de aquecimento naatmosfera;caracterizado pelo fato de que o referido recipiente defineum espaço substancialmente fechado para armazenamento daformulação química e é suficientemente flexível de modoque, à medida que o volume de formulação química contida nomesmo reduz, o recipiente contrai, desse modo, reduzindo oespaço fechado disponível para armazenamento da formulaçãoquímica e minimizando o desenvolvimento de pressão negativadentro do recipiente.
34. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 33,caracterizado pelo fato de que o recipiente tem umaabertura na qual uma extremidade do elemento de pavio érecebida, de modo que ele está em comunicação fluida com aformulação química.
35. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 34,caracterizado pelo fato de que um elemento terminal éfornecido dentro do referido espaço substancialmentefechado para se encontrar com a referida primeiraextremidade do elemento de pavio.
36. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 33 a 35, caracterizado pelo fato de que oreferido recipiente é suficientemente transparente de modoa fornecer a um usuário uma indicação visual da quantidadede formulação química presente no mesmo.
37. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 33 a 36, caracterizado pelo fato de que orecipiente contém até 10 mL de formulação química.
38. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 37,caracterizado pelo fato de que o recipiente contém até 2 mLde formulação química.
39. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 33,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é formadaintegralmente com a referida segunda porção.
40. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 33,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é formadaseparadamente da referida segunda porção e é fixamentepresa à referida segunda porção.
41. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 33,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é formadaseparadamente da referida segunda porção e é presa demaneira removível à referida segunda porção.
42. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 33 a 41, caracterizado pelo fato de que asegunda porção é termicamente isolada da referida primeiraporção para minimizar a transferência de energia térmica dareferida unidade aquecedora para a referida formulaçãoquímica contida dentro do referido recipiente da referidasegunda porção.
43. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 42,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é feita deum material tendo alta resistência térmica e baixacondutividade térmica.
44. Dispositivo para fornecimento de uma formulação químicaa uma unidade aquecedora para vaporização da formulaçãopara uma atmosfera, o dispositivo compreendendo:- uma primeira porção adaptada para ser recebida pelareferida unidade aquecedora e tendo uma região de emanaçãoa qual está localizada proximal a um elemento deaquecimento da unidade aquecedora;uma segunda porção para armazenamento da formulaçãoquímica; e- um elemento de pavio para extração da referida formulaçãoquímica da referida segunda porção e distribuição dareferida formulação química â referida região de emanaçãoda referida primeira porção, para vaporização através doreferido elemento de aquecimento na atmosfera;caracterizado pelo fato de que a segunda porção étermicamente isolada da referida primeira porção para minimizar a transferência de energia térmica da referidaunidade aquecedora para a referida formulação químicacontida dentro do referido recipiente da referida segundaporção.
45. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 44,separadamente da referida segunda porção e é fixamentepresa à referida segunda porção.
46. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 44,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é formadaseparadamente da referida segunda porção e é presa demaneira removível à referida segunda porção.
47. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 4 5 ou 46,caracterizado pelo fato de que a primeira porção é feita deum material tendo alta resistência térmica e baixacondutividade térmica.
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