BRPI0617455B1 - lâmina para um rotor de turbina eólica - Google Patents

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BRPI0617455B1
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airfoil
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Peter Grabau
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Lm Glasfiber A/S
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Abstract

LÂMINA PARA UM ROTOR DE TURBINA EÓLICA. Uma lâmina (1) para um rotor para uma turbina eólica possuindo um eixo de rotor substancialmente horizontal, o dito rotor compreendendo um cubo, se estende substancialmente de forma radial a partir do dito rotor quando montada. A lâmina (1) possui um plano de cordão (K) se estendendo entre a borda dianteira (5) e a borda traseira (6) da lâmina (1). A lâmina (1) compreende uma área de raiz (2) mais próxima do cubo, uma área de aerofólio (4) mais distante do cubo e uma área de transição (3) entre a área de raiz (2) e a área de aerofólio (4), e compreende um único aerofólio ao longo de substancialmente toda a área de aerofólio (4). A lâmina (1) compreende pelo menos um primeiro segmento de raiz (7) e um segundo segmento de raiz (8) ao longo de substancialmente toda a área de raiz (2), os ditos segmentos sendo dispostos com uma distância mútua, como observado de forma transversal ao plano de cordão (K). Pelo menos um dos segmentos de raiz (7, 8) possuindo um perfil de aerofólio.

Description

Campo Técnico
A presente invenção refere-se a uma lâmina para um rotor de uma turbina eólica possuindo um eixo de rotor substancialmente horizontal, o dito rotor compreendendo um cubo, a partir do qual a lâmina se estende substancialmente de forma radial quando montada, a dita lâmina compreendendo um plano de cordão que se estende entre a borda dianteira e a borda traseira da dita lâmina, a dita lâmina compreendendo uma área de raiz mais próxima do cubo, uma área de aerofólio mais distante do cubo e uma área de transição entre a área de raiz e a área de aerofólio, a dita lâmina compreendendo um único aerofólio substancialmente ao longo de toda a área de aerofólio.
Técnica Fundamental
De forma ideal, uma lâmina do tipo aerofólio é formatada como um asa de aeronave, onde a largura do plano de cordão da lâmina além da primeira derivação do mesmo aumentam continuamente com a distância decrescente com relação ao cubo. Isso resulta na lâmina sendo comparativamente e idealmente larga nas proximidades do cubo. Isso novamente resulta em problemas quando da montagem da lâmina no cubo, e, no entanto, isso causa grandes cargas quando a lâmina é montada, tal como cargas de tempestade, devido a grande área de superfície da lâmina.
Portanto, com o passar dos anos, a construção das lâminas tem se desenvolvido no sentido de um formato, onde a lâmina consiste em uma área de raiz mais próxima do cubo, uma área de aerofólio mais distante do cubo e uma área de transição entre a área de raiz e a área de aerofólio. A área de aerofólio possui um formato de lâmina ideal ou quase ideal, ao passo que a área de raiz possui uma seção transversal substancialmente circular, o que reduz as cargas de tempestade e torna mais fácil e mais segura a montagem da lâmina no cubo. O diâmetro da área de raiz é preferivelmente constante ao longo de toda a área de raiz DPVÍHH à seção transvorca! cirou lar, a área de raiz não contribui para a produção da turbina eólica, de fato,reduz a produção um pouco devido à resistência ao vento. Como é sugerido por seu nome, a área de transição possui um formato que muda gradualmente do formato circular da área de raiz para o perfil de aerofólio da área de aerofólio. Tipicamente, a largura da área de transição aumenta substancialmente de forma linear com o aumento da distância com relação ao cubo.
É bem conhecido na indústria aeronáutica que os aviões construídos com duas asas, chamados biplanos, podem subir normalmente mais do que uma aeronave com apenas uma asa. Isso permite o aumento da elevação total das asas da aeronave sem aumentar a largura das asas.
Esse princípio também é conhecido com relação às lâminas para turbinas eólicas, isso é, pela fabricação das turbinas eólicas com dois ou mais rotores. CA 2 395 612 descreve uma turbina eólica com dois rotores coaxiais onde um rotor gira mais rápido do que o segundo. GB 758 628 descreve uma turbina eólica com dois rotores coaxiais girando em direções opostas. WO 98/31934 descreve uma lâmina projetada como um biplano. A lâmina é construída por meio de dois spars paralelos mutuamente conectados por meio de braçadeiras cruzadas. Dois elementos streamlined são fixados em cada spar, os ditos elementos compreendendo uma borda dianteira e uma borda traseira, respectivamente, fornecendo, juntas, um aerofólio. US 5161952 descreve uma construção biplanar para rotores de turbina eólica. A turbina eólica é projetada de forma que duas lâminas retas sejam conectadas ao cubo do rotor com uma distância entre uma e outra. As pontas das duas lâminas são interconectadas.
Descrição da Invenção O objetivo da invenção é fornecer uma construção de lâmina nova e aperfeiçoada.
De acordo com a invenção, esse objetivo é alcançado pela lâmina que compreende pelo menos um primeiro segmento de raiz e um segundo segmento de raiz ao longo de snhstanriaimαηtθ toda 2 ra;2 -ditos segmentos sendo dispostos com uma distância mútua transversal ao plano de cordão, e por pelo menos um dos segmentos raiz possuindo um perfil de aerofólio. Dessa forma, o segmento raiz possuindo o perfil de aerofólio contribui para a produção da turbina eólica.
De acordo com uma modalidade preferida da lâmina de acordo com a invenção, o plano de cordão da lâmina é torcido na direção longitudinal da lâmina, onde a torção pode ser de até 80 graus na direção longitudinal da lâmina. Tipicamente, a torção é de entre 60 e 70 graus. Normalmente, a primeira derivação da torção aumenta com a distância decrescente com relação ao cubo, o que significa que, a torção do plano de cordão K1 na área de raiz 2 é preferivelmente comparativamente alta.
De acordo com uma modalidade preferida da invenção, o plano de cordão de pelo menos um segmento de raiz com o perfil de aerofólio é substancialmente paralelo ao plano de cordão da lâmina propriamente dita na área mais próxima do cubo. Preferivelmente, o plano de cordão da lâmina é torcido na direção longitudinal da lâmina a fim de compensar pelo aumento na velocidade local da lâmina com a distância crescente do cubo, o que significa que a lâmina "vê" a direção do vento diferentemente dependendo do raio do cubo. Isso significa que nessa modalidade, o curso do plano de cordão na direção longitudinal da área de raiz é uma continuação do curso do plano de cordão na direção longitudinal da área de aerofólio e/ou área de transição.
De acordo com uma modalidade particular da invenção, ambos os primeiro e segundo segmentos de raiz são fornecidos com perfis de aerofólio. Dessa forma, ambos os segmentos de raiz contribuem para a produção da turbina eólica e podem ser projetados de forma que a contribuição total dos dois segmentos corresponda à contribuição da parte larga da lâmina ideal.
De acordo com a modalidade preferida, o plano de cordão do pelo menos um segmento de raiz com o perfil de aerofólio possui uma largura substancialmente constante, o plano de cordão da área de transição se tornando mais largo com a distância crescente Hn mhn θ o plane do cordão da área de aerofólio se tornando mais estreito com a distancia crescente do cubo. Dessa forma, a lamina de acordo com a invenção tem um formato correspondente às lâminas convencionais, de forma que os moldes existentes para as lâminas possam ser modificados de forma comparativamente simples a fim de serem capazes de fabricar os novos tipos de lâmina.
De acordo com uma modalidade particular, a área de transição compreende pelo menos um primeiro segmento de transição e um segundo segmento de transição, os ditos segmentos sendo dispostos com uma distância mutua, como observado de forma transversal com relação ao plano de cordão, onde pelo menos um dos segmentos de transição é fornecido com um perfil de aerofólio. Preferivelmente, o plano de cordão do pelo menos um segmento de transição com o perfil de aerofólio é substancialmente paralelo ao plano de cordão da lâmina propriamente dita na transição entre a área de transição e a área de aerofólio, e preferivelmente, ambos os segmentos de transição são fornecidos com perfis de aerofólio.
Tipicamente, o comprimento total da área de raiz e da área de transição é entre 5% e 35% do comprimento total da lâmina, e frequentemente entre 5% e 25% do comprimento total da lâmina ou até mesmo entre 5% e 15% do comprimento total da lâmina.
De acordo com uma modalidade preferida da invenção, os primeiro e segundo segmentos de raiz são unidos na parte da área de transição mais próxima do cubo. Dessa forma, a área de transição pode ter um formato correspondente a uma lâmina convencional, enquanto apenas a área de raiz possui um perfil duplo.
De acordo com outra modalidade da lâmina, os primeiro e segundo segmentos de raiz se misturam em primeiro e segundo segmentos de transição, onde os primeiro e segundo segmentos de transição são unidos com a parte da área de transição mais distante do cubo. Dessa forma, a área de transição também possui uma estrutura dupla e, dessa forma, uma elevação potencialmente maior.
De acordo com uma modalidade preferida, os primeiro e segundo segmentos de raiz são unidos oara formar uma áma <in mnntagnm Comum na parte da área de raiz mais próxima do cubo. Preferivelmente, essa área de montagem possui uma seção transversal substancialmente circular. Dessa forma, a lâmina de acordo com a invenção pode ter um flange de montagem correspondente às lâminas convencionais de forma que essas novas lâminas encaixem nos cubos existentes.
De acordo com uma modalidade preferida, a lâmina é feita de um corpo de envoltório feito de um material polimérico reforçado com fibras de vidro e fibras de carbono. Preferivelmente, a lâmina é projetada como um corpo de envoltório único inteiro.
Alternativamente, o pelo menos um segmento de raiz com perfil de aerofólio pode ter um segmento montado separadamente. Essa modalidade é vantajosa visto que os ditos segmentos podem ser utilizados para turbinas eólicas existentes sem precisar trocar as lâminas, por exemplo, pela montagem dos segmentos na parte de raiz das lâminas já instaladas. Também é aparente que nem todos os segmentos de raiz são necessariamente presos ao cubo.
Breve Descrição dos Desenhos
A invenção é explicada em detalhes abaixo com referência ao desenho, no qual:
A figura 1 ilustra uma vista plana de uma lâmina ideal do tipo aerofólio;
A figura 2 ilustra uma vista em perspectiva de uma lâmina convencional do tipo aerofólio; e
As figuras de 3 a 9 ilustram modalidades diferentes da lâmina de acordo com a invenção.
Melhor Modo de Realização da Invenção
A figura 1 ilustra uma modalidade de uma lâmina ideal 20 do tipo aerofólio. A lâmina é fornecida com uma parte de raiz 21 adaptada a fim de ser presa a um cubo de uma turbina eólica. A lâmina ideal 20 é projetada de forma que a largura da lâmina 20 diminua com a distância crescente L com relação ao cubo. Ademais, a primeira derivação da largura da lâmina 20 também reduz com a distância crescente com relanãn an rijbo 20, o quo significa que, de forma ideal, a lâmina 20 é muito larga na área de raiz 21.
Isso causa problemas com relação à fixação da lâmina 20 ao cubo. Ademais. quando montada, a lâmina 20 causa impacto no cubo com grandes cargas de tempestade devido à grande área de superfície da lâmina 20.
Portanto, com o passar dos anos, a construção das lâminas tem sido desenvolvida na direção de um formato, onde a parte externa da lâmina corresponde à lâmina ideal 20, ao passo que a área de superfície da área de raiz é substancialmente reduzida em comparação com a lâmina ideal. Essa modalidade é ilustrada com uma linha tracejada na figura 1, uma vista em perspectiva da qual é ilustrada na figura 2.
Como observado a partir da figura 2, a lâmina convencional 1 compreende uma área de raiz 2 mais próxima do cubo, uma área de aerofólio 4 mais distante do cubo e uma área de transição 3 entre a área de raiz 2 e a área de aerofólio 4. A lâmina 1 compreende uma borda dianteira 5 voltada para a direção de rotação da lâmina 1, quando a lâmina é montada no cubo, e uma borda traseira 6 voltada para a direção oposta à borda dianteira 5. A área de aerofólio 4 possui um formato de lâmina ideal ou quase ideal, ao passo que a área de raiz 2 possui uma seção transversal substancialmente circular, o que reduz as cargas de tempestade e torna mais fácil e mais segura a montagem da lâmina 1 ao cubo. Preferivelmente, o diâmetro da área de raiz 2 é constante ao longo de toda a área de raiz 2. A área de transição 3 possui um formato que muda gradualmente do formato circular da área de raiz 2 para o perfil de aerofólio da área de aerofólio 4. A largura da área de transição 3 aumenta substancialmente de forma linear com a distância crescente L com relação ao cubo.
A área de aerofólio 4 possui um perfil de aerofólio com um plano de cordão K se estendendo entre a borda dianteira 5 e a borda traseira 6 da lâmina 1. A largura do plano de cordão diminui com a distância crescente L do cubo. Deve-se notar que o plano de cordão não corre necessariamente de forma reta por toda a extensão, visto que a lâmina pode ser torcida e/ou curvada, fornecendo, assim, o plano de cordão com um curso torcido e/ou curvado correspondente, isso sendo mais freaüente no na<?n <io compensa ção da velocidade local da lâmina dependendo do raio do cubo.
Devido à seção transversal circular, a área de raiz 2 não contribui para a produção de turbina eólica e, de fato, reduz a produção um pouco devido à resistência ao vento. A idéia por trás da invenção é, portanto, dividir a área de raiz 2 e opcionalmente também a área de transição 3 em dois ou mais segmentos, onde pelo menos um desses segmentos possui um perfil fornecendo elevação para essa parte da lâmina 1 e, dessa forma, contribuindo para a produção da turbina eólica.
A figura 3a ilustra uma primeira modalidade de uma lâmina de acordo com a invenção, onde a lâmina é observada na direção da borda dianteira 5, enquanto a figura 3b ilustra um corte ao longo da linha BB e a figura 3c ilustra um corte ao longo da linha CC da figura 3a, onde o corte CC é situado na transição entre a área de raiz 2 e a área de transição 3. De acordo com essa modalidade, a área de raiz 2 é dividida em um primeiro segmento de raiz 7 e um segundo segmento de raiz 8, e a área de transição 3 é dividida em um primeiro segmento de transição 9 e um segundo segmento de transição 10. Os dois segmentos de transição 9 e 10 são unidos na transição entre a área de transição 3 e a área de aerofólio 4. Como resultado disso, existe um espaço 17 entre os segmentos. Adicionalmente, os segmentos podem ser mutuamente conectados por meio de um dispositivo de reforço disposto no espaço 17 entre os segmentos. Esse dispositivo de reforço pode, por exemplo, ser fornecido como uma construção de grade, por exemplo, de aço e pode ser adicionalmente fornecido, por exemplo, com um chamado perfil de redução de dragagem, onde a seção transversal do perfil possui um formato de gota simétrico. Dessa forma, a resistência ao vento do dispositivo de reforço é reduzida, e a emissão de ruído pode ser reduzida.
A figura 3b ilustra a área de montagem da lâmina. Os perfis dos segmentos de lâmina nessa área são formados de modo que se encontrem dentro de uma lâmina convencional correspondente com uma parte de raiz circular (ilustrada com linhas tracejadas 12). O primeiro segmento de raiz 7 é fornecido com um perfil de aerofólio na área de montagem compreendendo um plano de cordão K1, enquanto o segundo qpgmpntn Ho r?iz g A fomocido com um perfil reduzindo a resistência ao vento do segmento, sem contribuir necessariamente com a produção da turbina eólica. O primeiro segmento de raiz 7 se mistura com o primeiro segmento de transição 9 também fornecido com um perfil de aerofólio compreendendo um plano de cordão K3. O segundo segmento de raiz 8 se mistura com o segundo segmento de transição 10 e muda gradualmente de um perfil com resistência ao vento reduzida na área de montagem para um perfil de aerofólio compreendendo um plano de cordão K4 no segundo segmento de transição 10. O plano de cordão K da lâmina é normalmente torcido ao longo da direção longitudinal da lâmina para compensar a velocidade local da lâmina. Portanto, o curso dos planos de cordão K1, K3 e K4 são uma continuação do curso do plano de cordão K da lâmina na área de aerofólio 4. O plano de cordão K da lâmina pode ser torcido o máximo por 75 a 80 graus na direção longitudinal da lâmina, mas tipicamente entre 60 e 70 graus. Normalmente, a primeira derivação da torção aumenta com a distância decrescente com relação ao cubo, o que significa que a torção do plano de cordão K1 na área de raiz 2 é preferivelmente comparativamente alta. O primeiro segmento de raiz 7 e o segundo segmento de raiz 8 são fornecidos com um número de furos de montagem 11 na área de montagem. Esses furos 11 possuem a mesma posição que em uma lâmina convencional com parte de raiz circular 12. Dessa forma, a nova lâmina de acordo com a invenção pode ser montada em cubos convencionais e, dessa forma, substitui as lâminas existentes durante uma renovação de forma simples.
As figuras 4 e 5 ilustram uma segunda e terceira modalidades da invenção, respectivamente, e que são modificações da modalidade ilustrada na figura 3. Portanto, apenas as diferenças serão discutidas aqui. Na segunda modalidade ilustrada na figura 4, o segundo segmento de raiz 81 também é fornecido com um perfil de aerofólio compreendendo um plano de cordão K2 na área de montagem. Adicionalmente, o perfil do segmento de raiz 81 se estende além do perfil circular convRnninnai da parte de raiz 12, como ó aparente na figura 4b. A figura também ilustra que os planos de cordão dos doissegmentos podem ser mutuamente angulados.
De acordo com a terceira modalidade ilustrada na figura 5, os primeiro e segundo segmentos de raiz 72, 82 além de os primeiro e segundo segmentos de transição 92, 102 possuem perfis simétricos. Os perfis são ilustrados com os planos de cordão paralelos à direção de rotação da lâmina, no entanto, os perfis podem ser preferivelmente angulados com relação à direção de rotação, onde o ângulo é selecionado com base na maximização da elevação.
Como observado na figura 5b, ambos o primeiro segmento de raiz 72 e o segundo segmento de raiz 82 se estendem além do perfil circular da parte de raiz convencional 12. Finalmente, deve-se notar que os segmentos de raiz da modalidade ilustrada nas figuras 4 e 5 além da modalidade ilustrada na figura 3 se misturam, cada um, em um segmento de transição correspondente (92, 93, 102, 103), os ditos segmentos se unindo para formar um perfil comum na transição entre a área de transição 3 e a área de aerofólio 4, A figura 6 ilustra uma quarta modalidade da lâmina, onde o primeiro segmento de raiz 73 e o segundo segmento de raiz 83 são unidos na área de montagem 22. Como observado na figura 6b, a área de montagem 22 é circular e contém furos de montagem 11, as lâminas sendo presas ao cubo por parafusos através dos ditos furos. A lâmina é, dessa forma, adaptada aos cubos convencionais e pode, dessa forma, substituir lâminas existentes nas turbinas eólicas já instaladas durante uma renovação. A figura 7 ilustra uma quinta modalidade da lâmina, onde o primeiro segmento de raiz 74 e o segundo segmento de raiz 84 são unidos na área de montagem 22, mas onde os dois segmentos não são unidos a uma distância do cubo, mas ao invés disso, aparecem como duas parte separadas de lâmina com comprimentos diferentes. É aparente também a partir da figura 7 que os vários segmentos de raiz não possuem necessariamente a mesma espessura. A figura 8 ilustra uma sexta modalidade d?, lâmina, ondo um pr; meiro, um segundo e um terceiro segmentos de raiz 75, 85 e 13 se misturamem um primeiro, um segundo e um terceiro segmentos de transição 95, 105, 14, respectivamente. Os primeiro e segundo segmentos de raiz 75, 85 além dos primeiro e segundo segmentos de transição 9o, 105 são ilustrados aqui com um formato reduzindo a resistência ao vento desses segmentos, enquanto o terceiro segmento de raiz 13 e o terceiro segmento de transição 14 são fornecidos com um perfil de aerofólio real. No entanto, os perfis podem ser todos fornecidos com perfis que aumentam a elevação das áreas correspondentes e dessa forma também a produção da turbina eólica. Obviamente, os três segmentos de raiz 75, 85, 13 podem ser unidos na área de montagem assim como a modalidade ilustrada nas figuras 6 e 7. A figura 9 ilustra uma modalidade correspondente à modalidade da figura 6, mas onde a lâmina é fornecida adicionalmente com uma primeira parte de lâmina montada separadamente 15 e uma segunda parte de lâmina montada separadamente 16. As partes de lâmina montadas separadamente 15, 16 são montadas nos primeiro e segundo segmentos de raiz 73, 83, respectivamente, por meio de um número de dispositivos de retenção 18. As partes de lâmina 15 e 16 se estendem ao longo da área de raiz 2 e opcionalmente também ao longo da área de transição 3 da lâmina. A lâmina propriamente dita não precisa necessariamente ter dois segmentos de raiz e/ou segmentos de transição, mas pode ter uma forma onde não exista espaço 17, nenhum segmento de raiz e/ou segmento de transição, caso no qual a área de raiz e a área de transição da lâmina correspondem a uma lâmina convencional. Essa modalidade é vantajosa visto que as partes de lâmina montadas separadamente 15, 16 podem ser montadas sem ter que permutar as lâminas nas turbinas eólicas já instaladas. O dispositivo de retenção pode ser formado com, por exemplo, um perfil de redução de dragagem para reduzir a resistência ao vento e a emissão de ruído. A invenção foi descrita com referência às modalidades preferidas. Muitas modificações são concebidas sem se desviar do escopo da invenção. Modificações e variações aparentes aos versados na técnica são consideradas como incluídas no esr.nnn da nra<?pn+p ínwonção. Per exomplo, a modalidade ilustrada na figura 9 pode ter apenas uma única parte de lâmina montada separadamente. As modalidades também são concebidas onde os vários segmentos possuem uma regulagem de ângulo de lâmina separada.Referência Numérica 1 lâmina 2 área de raiz 3 área de transição 4 área de aerofólio 5 borda dianteira 6 borda traseira 7 primeiro segmento de raiz 8 segundo segmento de raiz 9 primeiro segmento de transição 10 segundo segmento de transição 11 furo de montagem 12 parte de raiz circular 13 terceiro segmento de raiz 14 quarto segmento de raiz 15 primeira parte de lâmina montada separadamente 16 segunda parte de lâmina montada separadamente 17 espaço 18 dispositivo de retenção 20 lâmina 21 parte de raiz 22 área de montagem Kx plano de cordão L direção longitudinal

Claims (11)

1. Lâmina (1) para um rotor de uma turbina eólica possuindo um eixo de rotor substancialmente horizontal, o dito rotor compreendendo um cubo, do qual a lâmina (1) se estende substancialmente de forma radial quando montada, a dita lâmina (1) compreendendo um plano de cordão (K) que se estende entre a borda dianteira (5) e a borda traseira (6) da dita lâmina, e a dita lâmina (1) compreendendo uma área de raiz (2) mais próxima do cubo, uma área de aerofólio (4) mais distante do cubo e uma área de transição (3) entre a área de raiz (2) e a área de aerofólio (4), e a dita lâmina (1) compreendendo um único aerofólio substancialmente ao longo de toda a área de aerofólio (4), caracterizada pelo fato de a lâmina (1) compreender pelo menos um primeiro segmento de raiz (7) e um segundo segmento de raiz (8) ao longo de substancialmente toda a área de raiz (2), os ditos segmentos sendo dispostos com uma distância mútua transversal ao plano de cordão (K), e que pelo menos um dos segmentos de raiz (7, 8) possuir um perfil de aerofólio, onde o comprimento total da área de raiz e da área de transição é entre 5% e 25% do comprimento total da lâmina, e onde a área de raiz (2) da lâmina (1) é fornecida com um número de furos de montagem (11) dispostos ao longo de um círculo.
2. Lâmina (1), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de o plano de cordão (K) da lâmina ser torcido na direção longitudinal (L) da lâmina, onde a torção pode ser de até 80 graus na direção longitudinal (L) da lâmina.
3. Lâmina (1), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de o plano de cordão (K1, K2) do pelo menos um segmento de raiz (7, 8) com o perfil de aerofólio ser substancialmente paralelo ao plano de cordão (K) da lâmina propriamente dita na área mais próxima do cubo.
4. Lâmina (1), de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de ambos primeiro e segundo segmentos (7, 8) serem fornecidos com perfis de aerofólio.
5. Lâmina (1), de acordo com qualnuer uma daç reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de o plano de cordão (K1, K2) de pelomenos um segmento de raiz (7, 8) com o perfil de aerofólio possuir uma largura substancialmente constante, o plano de cordão (K3, K4) da área de transição (3) se tornando mais largo com a distância crescente (L) do cubo, e o plano de cordão (K) da área de aerofólio (4) se tornando mais estreito com a distância crescente do cubo.
6. Lâmina (1), de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de a área de transição (3) compreender pelo menos um primeiro segmento de transição (9) e um segundo segmento de transição (10), os ditos segmentos sendo dispostos com uma distância mútua, como observado de forma transversal ao plano de cordão (K), onde pelo menos um dos segmentos de transição (9, 10) é fornecido com um perfil de aerofólio.
7. Lâmina (1), de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelo fato de o plano de cordão (K1, K2) de pelo menos um segmento de transição (9, 10) com o perfil de aerofólio ser substancialmente paralelo ao plano de cordão (K) da lâmina propriamente dita na transição entre a área de transição (3) e a área de aerofólio (4).
8. Lâmina (1), de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 5, caracterizada pelo fato de o primeiro e segundo segmentos de raiz (7, 8) serem unidos na parte da área de transição (3) mais próxima do cubo.
9. Lâmina (1), de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracterizada pelo fato de os primeiro e segundo segmentos de raiz (7, 8) se misturarem aos primeiro e segundo segmentos de transição (9, 10), onde os primeiro e segundo segmentos de transição (9,10) são unidos com a parte da área de transição (3) mais distante do cubo.
10. Lâmina (1), de acordo com qualquer reivindicação anterior, caracterizada pelo fato de o primeiro e o segundo segmentos de raiz (7, 8) serem unidos para formar uma área de montagem comum na parte da área de raiz (2), a dita área possuindo preferivelmente uma seção transversal substancialmente circular.
11. Lâmina (1), de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de o pelo menos um segmento de raiz (7,8) com o perfil de aerofólio ser um segmento montado separadamente (15, 16).
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