BRPI0617497A2 - processo e aparelho para prevenir ou minimizar o aprisionamento dos passageiros nos elevadores durante uma falha de energia elÉtrica - Google Patents

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BRPI0617497A2
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Rory S Smith
Richard D Peters
Lutfi Al-Sharif
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Thyssen Elevator Capital Corp
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    • B66HOISTING; LIFTING; HAULING
    • B66BELEVATORS; ESCALATORS OR MOVING WALKWAYS
    • B66B5/00Applications of checking, fault-correcting, or safety devices in elevators
    • B66B5/02Applications of checking, fault-correcting, or safety devices in elevators responsive to abnormal operating conditions
    • B66B5/027Applications of checking, fault-correcting, or safety devices in elevators responsive to abnormal operating conditions to permit passengers to leave an elevator car in case of failure, e.g. moving the car to a reference floor or unlocking the door

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  • Maintenance And Inspection Apparatuses For Elevators (AREA)

Abstract

<B>PROCESSO E APARELHO PARA PREVENIR OU MINIMIZAR O APRISIONAMENTO DOS PASSAGEIROS NOS ELEVADORES DURANTE UMA FALHA DE ENERGIA ELÉTRICA<D>A presente invenção refere-se a um sistema e um processo para tratamento das perdas de energia elétrica em sistema de elevador de multi- carros em um edifício tendo uma pluralidade de pisos. O sistema inclui um calculador de energia conectado aos elevadores e determina uma energia total do sistema de elevador, uma energia total requerida para tratar de uma perda de energia elétrica, um plano para preparar para uma perda de energia elétrica e um plano para tratar da perda de energia elétrica. O sistema também inclui um controlador de movimento conectado aos elevadores e o calculador de energia. O controlador de movimento recebe o plano para preparar e o plano para tratar do calculador de energia e o controlador de movimento executa o plano para preparar se não houver perda de energia elétrica e o controlador o de movimento executa o plano para tratar se houver uma perda de energia elétrica.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSOE APARELHO PARA PREVENIR OU MINIMIZAR O APRISIONAMENTODOS PASSAGEIROS NOS ELEVADORES DURANTE UMA FALHA DEENERGIA ELÉTRICA".
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
O problema dos passageiros que passam a ser aprisionados emum elevador no caso de uma falha de energia elétrica tem sido por longotempo uma preocupação. No caso de uma falha de energia elétrica, a menosque o edifício seja equipado com geradores de emergência funcionais, ospassageiros serão aprisionados até a energia elétrica ser restaurada, talvezhoras mais tarde. Sendo aprisionados em um elevador cheio, pode ser des-confortável, alarmante e potencialmente perigoso.
Os prédios de acima de 23 metros (75 pés) em altura deman-dam geradores de emergência com capacidade suficiente para operar pelomenos um elevador durante uma falha de energia elétrica. Os sistemas decontrole de elevador tipicamente têm o que se conhece como Operação deEnergia elétrica de Emergência". Mesmo nos edifícios tendo geradores deemergência funcionais, a energia elétrica de emergência usualmente nãochega instantaneamente. A energia elétrica é tipicamente interrompida paracerca de 10 segundos. Quando a energia elétrica é interrompida, os freiossão aplicados e os elevadores param abruptamente, o que pode também seralarmante e perigoso para passageiros. Durante uma parada normal, o acio-namento de velocidade variável é usado para "deixar cair" a velocidade dadescida do elevador até ser inteiramente parado e, então, os freios são apli-cados como freios de estacionamento. A energia elétrica de emergência e-ventualmente permite que os elevadores parados (um de cada vez) evacu-em seus passageiros que descem até o Iobby antes da parada.
As perdas da energia elétrica têm dois efeitos detrimentais:(1) Quando a energia elétrica é perdida, os elevadores são sub-metidos à voltagem transitória e operações mecânicas que podem levar oselevadores à falha eletricamente ou mecanicamente. Quando a energia elé-trica da emergência é ativada, aqueles elevadores que têm falhado não po-dem ser retornados para o serviço sem a intervenção pelo pessoal do servi-ço de elevador treinado, conduzindo ao confinamento prolongado dos pas-sageiros.
(2) A parada abrupta submete os passageiros a acelerações ne-gativas que não são esperadas a exceder I g. Todavia, a aceleração negati-va de Ig pode levar as pessoas a cairem e ser machucarem. Isto é particu-larmente verdadeiro nos passageiros idosos, deficientes e inseguros.
É desejável eliminar ou minimizar os efeitos de perdas de ener-gia elétrica ou interrupções em que a energia elétrica de emergência é dis-ponível, permitindo o elevador a continuar a operação seguindo uma perdade energia elétrica até a seguinte parada possível e parar normalmente maisque parada abruta. Isto minimizará a chance do passageiro ferir-se ou ficarpreso,reduzirá a possibilidade de uma falha nos sistemas elétricos ou mecâ-nicos do elevador e deixa os elevadores em uma condição que eles podemser facilmente colocados de volta para o serviço, quando o gerador de e-mergência volta para linha ou quando a energia elétrica é restaurada.
BREVE SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção proporciona um sistema e processo paratratamento de perdas de energia elétrica em um sistema de elevador em umedifício tendo uma pluralidade de pisos. No sistema, que inclui um ou maiselevadores, um calculador de energia é conectado aos elevadores e deter-mina uma energia total do sistema de elevador, uma energia total requeridapara tratar de uma perda de energia elétrica, um plano para preparar-se con-tra a perda de energia elétrica e um plano para tratar de uma perda de ener-gia elétrica. O sistema também inclui um controlador de movimento conecta-do ao elevador e ao calculador de energia. O controlador de movimento re-cebe o plano para preparar e o plano para tratar do calculador de energia. Ocontrolador de movimento executa o plano para preparar se não existir ne-nhuma perda de energia elétrica e o controlador de movimento executa oplano para tratar se existir uma perda de energia elétrica. A invenção eliminaou minimiza a parada repentina dos elevadores seguindo uma falha de e-nergia elétrica por usar a energia armazenada no sistema de elevador todopara energizar os elevadores até uma parada normal no seguinte piso pos-sível ou entre os pisos se existir insuficiente energia disponível.BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
a Figura 1 é um fluxograma mostrando as ações de um calcula-dor de energia de acordo com a invenção reivindicada antes e após a falhade energia elétrica.
a Figura 2 é um diagrama representando um sistema de eleva-dor em que os três elevadores estão movimentando-se e um elevador estáestacionário. Os três elevadores em operação estão provendo energia exce-dente e isto permitirá que os mesmos continuem operando até a seguinteparada possível se o fornecimento de energia elétrica for interrompido.
a Figura 3 é um diagrama representando um sistema de eleva-dor similar à Figura 2, em que a energia excedente dos três elevadores estásendo armazenada no quarto(vazio)elevador, que é dirigido na direção dedescida a toda velocidade.
a Figura 4 é um diagrama representando um sistema de eleva-dor similar à Figura 2, em que a energia excedente dos três elevadores emmovimento é apenas suficiente para mover o elevador vazio a meia veloci-dade para armazenar a energia excedente.
a Figura 5 é um diagrama representando um sistema de eleva-dor em que a energia excedente de um elevador é apenas suficiente paramover os outros dois elevadores carregados a meia velocidade.
a Figura 6 é um diagrama representando um sistema de eleva-dor em que não há energia excedente nos elevadores em movimento e umelevador vazio tem de ser enviado para cima a fim de prover suficiente ener-gia para outros dois elevadores.
a Figura 7 é um diagrama representando um sistema de eleva-dor dentro do que todos os elevadores estão consumindo energia e é ape-nas possível mover os elevadores usando a energia proveniente da sua e-nergia cinética e da energia armazenada nos capacitores seguindo-se umafalha de energia elétrica.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃOEsta invenção é direcionada para eliminar ou minimizar a paradarepentina dos elevadores seguindo de uma falha de energia elétrica e permi-tir os elevadores a realizarem uma parada normal no seguinte piso possível.Nos casos em que há insuficiente energia no sistema, os elevadores seriamtrazidos para uma parada normal antes de chegar no seguinte piso. A pre-sente invenção torna isto possível pela utilização da energia que é natural-mente armazenada em alguns elevadores e compartilhando aquela energiaentre todos os elevadores em movimento no momento da falha de energiaelétrica.
Cada elevador em um sistema de elevador possui uma energiade potencial em virtude de sua carga (a massa no carro do elevador) líquidade seu contrapeso e, sua posição no edifício. Quando um elevador cheio depessoas (tendo uma carga maior do que seu contrapeso) é transportado pa-ra um piso superior, a energia da fonte de energia elétrica elétrica é conver-tida em energia de potencial. Similarmente, quando um carro do elevadorvazio (tendo uma carga menor que seu contrapeso)é transportado para umpiso inferior, a energia de potencial para o sistema de elevador aumenta.
Os elevadores consomem e regeneram a energia elétrica. Umdesequilíbrio de peso entre uma carga no carro do elevador e um contrapesodo elevador cria um torque de carga líquida em uma roldana de elevador nadireção do mais pesado da carga e do contrapeso. Um elevador regenera aenergia elétrica quando o carro do elevador move-se na mesma direção queo torque de carga líquida, tal como quando o carro do elevador (e conteú-dos) são mais pesados que o contrapeso e o movimento para baixo ou maisleve do que o contrapeso e movimento para cima. Um elevador consomeenergia quando o carro do elevador move-se em uma direção oposta a dotorque de carga líquida.
A invenção utiliza a energia de potencial e/ou energia elétricaregenerada de todos os elevadores em um sistema de elevador para asse-gurar que há energia suficiente para energizar todo o movimento dos eleva-dores para uma parada normal imediatamente seguinte à interrupção de for-necimento de energia elétrica. No caso de uma perda de energia elétrica,idealmente todos os elevadores ocupados no sistema são parados em umpiso. Se houver energia insuficiente no sistema, os elevadores devem serdeixados parar normalmente entre os pisos.
A invenção compreende um calculador de energia e um contro-lador de movimento. O calculador de energia calcula continuamente a ener-gia potencial de cada elevador e assim, a energia potencial total do sistemado elevador. Com base na energia potencial total, o calculador de energiaclassifica o status da energia do sistema em um dos cinco cenários que di-tam um "plano para preparar" para uma interrupção da energia elétrica e um"plano para tratar" uma falha de energia elétrica se ocorrer naquele momen-to. Os planos possíveis para se preparar para uma interrupção da energiaelétrica incluem a recuperação de um pouco da energia potencial se for umadeficiência pela mudança da velocidade ou localização dos elevadores vazi-os ou a velocidade dos elevadores ocupados, e, armazenar energia em ex-cesso nos capacitores de CC ou elevadores vazios se houver um excessode energia. O plano para tratar de uma falha da energia elétrica é um es-quema de velocidades, direções e destinos para cada elevador no sistemapara proceder a uma parada normal, de preferência em um piso. O planopara preparar para e o plano para tratar uma falha de energia elétrica estãocontinuamente sendo determinados pelo calculador de energia e comunica-dos a um controlador de movimento. O controlador de movimento controla aexecução do plano para se preparar para uma falha de energia elétrica ouplano para tratar uma falha de energia elétrica se e quando isto ocorrer. Umfluxograma mostrando as ações de um calculador de energia antes e apósuma falha de energia elétrica é mostrado na Figura I.
Se uma falha da fonte de energia elétrica ocorrer, o controladorde movimento passa a controlar o movimento de todos os elevadores deacordo com o plano para tratar da falha da energia elétrica recebida do cal-culador de energia. O controlador de movimento controla o sistema de acio-namento de elevador que por sua vez controla a direção, velocidade e para-da de cada elevador. O sistema de acionamento de elevador, no comandodo controlador de movimento, opera cada elevador a uma velocidade pres-crita pelo plano para tratamento da falha da energia elétrica. Quando umelevador aborda a parada prescrita pelo calculador de energia, o controladorde movimento enviará um comando ao sistema de acionamento de elevadore o sistema de acionamento interromperá o elevador na parada prescrita.
O calculador de energia determina o plano para tratar de umaperda de energia elétrica pela classificação do sistema em um dos cinco ce-nários para tratar de uma perda de energia elétrica. Uma regra de tratamen-to é que todos os elevadores no sistema de elevador que são energia elétri-ca regeneradora são enviados para a parada mais distante na sua direçãode deslocamento, ao passo que todos os elevadores que estão consumindoenergia elétrica são parados na área mais próxima possível na sua direçãodo deslocamento. Uma outra regra de tratamento é que os elevadores vazi-os que são consumidores de energia são parados abruptamente, para con-servar a energia requerida para mover elevadores ocupados.
Em uma concretização, o acionamento de velocidade variável(VSD) de cada elevador é usado para determinar quais elevadores são re-generativos em energia elétrica. Em uma concretização alternativa, a direçãodo torque de carga líquido de cada elevador é calculada e comparada à suadireção de deslocamento; sendo eles os mesmos, o elevador é regenerativoem energia elétrica. Nesta concretização, um dispositivo de pesagem decarga é usado para determinar a carga do carro de elevador a fim de calcu-lar o torque de carga. Em ambas as concretizações, a energia elétrica rege-nerada é fornecida a outros elevadores no sistema de elevador por meio deum barramento de CC comum ou armazenado por capacitores de CC conec-tados ao barramento de CC comum.
No caso de uma perda de energia elétrica, os elevadores quesão consumidores de energia são direcionados a parada seguinte possívelna sua direção de deslocamento para conservar a energia. Os elevadoresque são consumidores de energia são energizados pela energia elétrica re-generada fornecida por outros elevadores no sistema, energia armazenadanos capacitores de CC do barramento comum ou VSD e/ou a energia cinéti-ca dentro dos elevadores.Os elevadores que são armazenados nos pisos abrirão suasportas e permitirão os passageiros a saírem. As portas do elevador são a-bertas usando a energia armazenada nos capacitores de CC do VSD ou bar-ramento de CC comum ou usando baterias.
Esta invenção pode ser usada nas construções que não tem ge-radores de emergência. O sistema de controle da invenção requer sua pró-pria fonte de energia elétrica de apoio a fim de continuar a operar no caso deuma falta de energia elétrica. A fonte de energia elétrica do sistema de con-trole podia ser um inversor reforçado por baterias.
COMPONENTES DE SISTEMA
Virtualmente todos os novos elevadores utilizam motores de ACe acionamentos de velocidade variável (VSD's). A invenção é baseada naenergia compartilhante entre os elevadores em um sistema de elevador pelaconexão do barramento de CC do VSD de cada elevador a um barramento(CC) comum. Cada VSD compreende capacitores que em adição às filtra-ções de correntes onduladas proporcionam alguma armazenagem de ener-gia de termo curto. Os capacitores de CC adicionais são conectados ao bar-ramento de CC comum para prover armazenagem de energia adicional.Neste aspecto, os Requerentes referem-se ao Pedido de Patente U.S. , Nqda Série 10/788.854, depositado em 27 de fevereiro de 2004, que é incorpo-rado aqui como referência.
O calculador de energia monitora o status de energia do sistemade elevador e determina um plano para preparar e um plano para tratar deuma perda de energia elétrica. Um controlador de movimento excuta o planopara preparar e plano para tratar, se apropriados, pelo controle do sistemade acionamento de elevador. O controlador do movimento é energizado porum inversor e é apoiado pelas baterias (USP:fonte de energia elétrica nãointerruptiva).
Cada elevador no sistema de elevador é equipado com um dis-positivo de pesagem de carga para medir o status de carga de cada eleva-dor. Esta informação é introduzida no calculador de energia.
CALCULADOR DE ENERGIAO calculador de energia tem informação em torno dos dados es-táticos e dinâmicos do sistema de elevador. Estes incluem parâmetros está-ticos tais como:
(i)um mapa da posição de cada piso em uma construção em milímetros;
(ii)a razão de contrapeso de cada sistema de elevador na cons-trução; e
(iii)os parâmetros de cada elevador requeridos para calcular seuconsumo de energia ( por exemplo, eficiência, inércia, disposição da corda-gem...). Estes também incluem parâmetros dinâmicos tais como (i) uma po-sição corrente de cada carro de elevador no eixo de elevador em milímetros;(ii)uma velocidade de corrente de cada elevador; e (iii) uma carga de corren-te dentro de cada elevador.
O calculador de energia calculará continuamente a energia den-tro do sistema para determinar como preparar e tratar uma falha de energiaelétrica a fim de permitir todos os elevadores ocupados a chegarem a para-da possível seguinte. Com base no dado acima concernente a cada eleva-dor, o calculador de energia calcula a energia requerida para cada elevadorpara movê-lo para a seguinte parada possível. Se houver um excesso deenergia, o calculador de energia determina um plano para preparar para ar-mazenar a energia em excesso dentro dos elevadores vazios se possível, demodo que seja capaz de ser usado durante uma falha de energia elétrica.
O calculador de energia tem a capacidade de enviar elevadoresdurante uma operação normal. Isto é para assegurar que energia suficienteexista dentro do sistema que uma falha de energia elétrica deva ocorrer.
Inúmeros cenários que um calculador de energia podia encontrarsão mostrados nos seguintes exemplos, que utilizam as seguintes suposi-ções: (1) eles pressupõem que a razão de contrapeso é 50% ( ao passo quena prática, o calculador de energia conheceria a razão de contrapeso realpara cada elevador); e (2) pressupõem um sistema 100% eficiente ( ao pas-so que o calculador de energia possui um modelo de energia sofisticado decada elevador que permite calcular como cada elevador de muita energiaconsumirá ou regenerará durante uma certa jornada a uma certa carga evelocidade). É importante salientar que estes cenários são apenas cenárioshipotéticos possíveis que podiam ocorrer após a falha de energia elétrica,porém são detectados antes das falhas de energia elétrica pelo calculador de energia a fim de tomar qualquer ação necessária.
O calculador de energia proverá um plano para preparar contrauma perda de energia elétrica que podia incluir qualquer um dos seguintescomandos:
1. Mover um elevador vazio para cima para fornecer energia oupara baixo para armazenar energia.
2. Reduzir a velocidade de um elevador que desce para conser-var energia.
O calculador de energia também proverá um plano para tratar deuma perda de energia elétrica que incluiria os seguintes comandos:
1.A velocidade com que cada elevador no sistema de elevadordeverá operar.
2. O destino em que cada elevador deve ser parado. No caso demover os elevadores, isto usualmente seria a seguinte parada possível oumesmo entre os pisos se não houver energia suficiente no sistema. No casode regeneração de elevadores, podia ser mais que parada possível seguintese for requerida a regeneração para energizar outros elevadores no sistema.
3. Quando considerar a destinação a qual um elevador está a-proando, o calculador da energia leva em consideração a destinação doselevadores em movimento em comparação à distância do elevador em rege- neração. Por exemplo, se a distância até a destinação do elevador em mo-vimento for mais que aquela do elevador em regeneração, então o destinodo elevador em regeneração é estendido por uma parada para assegurarque a energia suficiente é fornecido ao elevador em movimento.
4. Nos casos em que não seja possível estender a destinação doelevador em regeneração por uma parada extra ( por exemplo, por causa daparada seguinte ser uma parada terminal), o calculador de energia inversaserá usado para fazer uso da energia cinética no elevador em movimento.O plano para preparar e o plano para tratar estão continuamentesendo determinados pelo calculador de energia e avançados para o contro-lador de movimento.
CENÁRIOS POSSÍVEIS NO CÁLCULO DA ENERGIA
O calculador de energia podia encontrar quaisquer um dos se-guintes cenários:
Cenário I: é possível equilibrar todos os elevadores usando aenergia disponível ( isto é, soma da energia é zero ou há um excesso). Umexemplo desta situação é mostrado na Figura 2. Nos casos em que há ener-gia em excesso, pode ser possível armazenar algo desta energia em umelevador vazio movimentando o elevador para baixo (isto é, armazenando aenergia em excesso no contrapeso do elevador vazio ). O elevador vaziopode ser movimentado a toda velocidade se houver suficiente energia emexcesso (Figura 3)ou na meia velocidade se não houver suficiente energiapara movê-lo a velocidade total (Figura 4).
Cenário II: é possível equilibrar todos os elevadores usando aenergia total, porém é necessário reduzir a velocidade de movimentar eleva-dores (seguinte a uma falha de energia elétrica), de modo que a energia re-generada é suficiente. Um exemplo deste cenário é mostrado na Figura 5.
Cenário Ilhneste cenário não é possível equilibrar todos os ele-vadores usando a energia total e é necessário recuperar alguma energiaarmazenada em um elevador vazio a fim de permitir os outros elevadoresocupados a carregarem em movimento na sua direção de corrente. Um ele-vador vazio é enviado na direção para cima, de tal modo que se uma falhade energia elétrica ocorrer, o elevador vazio está provendo suficiente energiapara mover os outros elevadores carregados para suas paradas prescritas(Figura 6). Em alguns casos, pode também existir uma necessidade parareduzir a velocidade dos elevadores em movimento (seguinte à falha de e-nergia elétrica), de modo que a energia proveniente dos elevadores vaziosem regeneração basta.
Cenário IV:neste cenário, não é possível equilibrar a energia en-tre os elevadores usando sua energia de potencial e a energia tem de serrecuperada da sua energia cinética e a energia armazenada nos capacitores(vide Figura 7 que mostra um exemplo deste cenário).
CONTROLADOR DO MOVIMENTO
Como calculador de energia está continuamente determinando eatualizando o planejar para preparar e plano para tratar de uma perda deenergia elétrica com base nos parâmetros de cada elevador, esta informa-ção é enviada continuamente para o controlador de movimento.
Durante a operação normal, o controlador de movimento executao plano para preparar pelo controle do sistema de acionamento de elevadorpara executar comandos tais como envio de um elevador vazio para arma-zenar ou alimentar energia ou ajustar a velocidade de um elevador paraconservar a energia. Se a voltagem no barramento aumentar acima do valorideal nominal, isto significa que mais energia está sendo regenerada do queestá sendo usada pelo sistema. O controlador de movimento então tomaação na forma de ligeira redução da velocidade do elevador em regeneraçãoou ligeiro aumento da velocidade do elevador em movimento.
Se a voltagem do barramento de CC for reduzida abaixo do valorideal nominal, isto significa que mais energia está sendo consumida do queregenerada. Se isso ocorrer, o controlador de movimento aumentará a velo-cidade do elevador em regeneração ou reduzirá a velocidade do elevadorem movimento para equilibrar a energia total no sistema. Em uma concreti-zação preferida, o controlador de movimento ajustará a velocidade dos ele-vadores vazios antes de ajustar a velocidade dos elevadores ocupados.
Se houver uma perda de energia elétrica, o controlador de mo-vimento executa o plano para tratar de uma perda de energia elétrica pelocontrole do sistema de acionamento de elevador para ajustar a velocidadede todos os elevadores em movimento a uma velocidade prescrita pelo pla-no para tratar e parar os elevadores nas suas paradas prescritas. O contro-lador de movimento monitora continuamente o valor da voltagem no barra-mento de CC e ajusta a velocidade de tempo real de cada elevador confor-me a necessidade.
ENERGIA CINÉTICA E O CALCULADOR DE ENERGIAQuando um elevador está movendo na sua velocidade nominal,ele possui uma certa quantidade de energia cinética que é dependente dasua massa e velocidade. Se o elevador estiver movimentando contra a gra-vidade (isto é, em uma direção oposta ao torque de carga líquida, tal comoquando um carro vazio está descendo), ele é consumidor de energia da fon-te de energia e está aumentando sua energia de potencial. No caso de umafalha de energia elétrica, a fim de um elevador que está se movendo contraa gravidade continuar o movimento para sua parada prescrita, o mesmo de-ve ser alimentado com energia em uma quantidade equivalente a diferençaentre a energia de potencial que teria na sua parada prescrita e na energiade potencial que ele possui no seu local presente ( bem como quaisquerperdas devido à fricção,etc.). Alguma da energia potencial requerida podiaser alimentada por energia cinética associada com o elevador em movimen-to que será recuperado quando o elevador parar.
O calculador de energia inversa é usado nos casos em que ape-nas a fonte possível de energia para um elevador em movimento é a energiacinética armazenada dentro das massas em movimento. O calculador deenergia inversa estima a energia dentro do elevador em movimento e calculao perfil da velocidade de parada mais apropriadas.
A distância que pode ser percorrida contra a gravidade usando aenergia cinética pode ser estimada com base nos parâmetros do elevador.Por exemplo, a energia cinética que pode ser recuperada de um elevadortendo um carro com uma massa de I500 kg, movendo-se a 2m/seg e tendoum equilíbrio de contrapeso de 50%, podia ser calculado com base na cargano carro. Se a carga nominal fosse 1.000 kg., o contrapeso equilibrado a50% teria uma massa de 2.000 kg. A energia cinética armazenada dentro detrês massas ( os passageiros, o carro e o contrapeso) e ignorando a energiacinética em outras massas e em inércias rotacionais, é calculado como se-gue:
<formula>formula see original document page 13</formula>Usando este valor, a distância que fora da massa de equilíbriopossa ser movida contra a gravidade pode ser determinada:
<formula>formula see original document page 14</formula>
Este cálculo admite perfeita eficiência, ao passo que na realida-de, alguma energia seria perdida pela fricção,etc. A distância que podia serpercorrida usando energia cinética neste caso é relativamente curta, porémem certos casos e dependendo da posição do elevador da parada seguinte,isto deve ser suficiente.
A distância que um elevador trafega contra a gravidade podiapercorrer usando a energia cinética é uma função da condição de equilíbriodo elevador em movimento (isto é, como equilibrada a carga no carro é con-tra o contrapeso). Por exemplo, se a carga nos cálculos acima havia sido450 kg ao invés de 1000 kg, o cálculo da energia cinética seria como segue:
<formula>formula see original document page 14</formula>
A distância que o elevador podia ser movido contra a gravidadeneste caso é como segue:
<formula>formula see original document page 14</formula>
No exemplo acima, em que o carro e sua carga são apenas 50kg mais leve do que o contrapeso ( quando oposto a 500 kg mais pesado noseu primeiro exemplo), o elevador pode mover muito mais usando energiacinética. Assim, se o elevador está mais próximo da condição equilibrada, aenergia cinética armazenada é mais tendente a ser suficiente para mover ocarro para sua parada prescrita, sem requerer a energia em excesso de ou-tros elevadores no sistema de elevador.
CAPACITORES DE ARMAZENAGEM DE ENERGIA
Os capacitores no barramento de CC não são geralmente sufici-entemente grandes para armazenar energia suficiente para mover um forado elevador de equilíbrio através de uma distância significativa contra a gra-vidade, porém eles podem ser muito úteis em superar transientes e explicarimprecisões no calculador da energia. O calculador de energia prevê a ener-gia até uma precisão de um bom nível, porém a energia real consumida ouregenerada pelos vários elevadores no sistema variarão dependendo de i-números fatores que estão fora do seu controle. Estes podiam incluir, porexemplo, a precisão do dispositivo de pesagem de carga ou o nível de cor-rente de manutenção do elevador (afetando a eficiência).
Para ilustrar como os capacitores podem superar algumas pas-sagens e proporcionar energia a curto termo, o exemplo seguinte é dado.Admitindo-se que um banco de IO capacitores dimensionados em I micro-Fcada, classificado em 1000 V com uma voltagem de barramento de cerca de600 V CC, a energia armazenada neles é determinada como segue:
<formula>formula see original document page 15</formula>
Admitindo-se que o elevador necessite superar alguma deficiên-cia para mover 150kg de fora da massa de equilíbrio (isto é, uma carga de350 kg no caso de um elevador de 1000 kg acima discutido), esta energiaseria o bastante para mover os mesmos pela seguinte distância:
<formula>formula see original document page 15</formula>
Conseqüentemente, esta carga podia ser movida por 1223 m.,que é útil na superação de passagens de energia de curto termo devido asimperfeições no sistema ou dos cálculos.
CALCULADOR DA ENERGIA DE ELEVADOR DE TRAÇÃOELÉTRICA
O calculador de energia será, a seguir, descrito. O calculador éum modelo matemático que pode calcular a energia que o elevador estáconsumindo ou consumirá durante uma certa jornada. O modelo matemáticointerno possui parâmetros relevantes do elevador armazenado no mesmo.
O calculador é um calculador a base de fração de tempo e pro-duz um modelo interno do perfil de velocidade do percurso. Para cada fraçãode tempo, calcula-se a mudança na energia entre o começo e o final daquelafração de tempo. A mudança líquida na energia para aquela fração de tempoé adicionada à energia total de operação para aquele percurso. Em umaconcretização, 100 ms é usado como a base para fração de tempo. No finalde cada fração de tempo, a mudança total na energia para aquele percursoé adicionada a um acumulador de energia do percurso total da operação.
A mudança na energia durante uma fração de tempo podia serpositiva ou negativa. Uma mudança positiva indica um aumento no teor daenergia do sistema de elevador incluindo qualquer energia dissipada na for-ma de um calor ou ruído. Uma mudança de energia negativa indica que osistema de elevador está levando alguma desta energia a retornar para afonte elétrica principal. Somente quando o acionamento de elevador for re-generativo pode a energia ser sempre negativa.
DEFINIÇÃO DE VARIÁVEIS
Cada variável usada no modelo é definida na Tabela I abaixo. O
símbolo é mostrado na primeira coluna, a definição na segunda coluna e aunidade é mostrada na terceira coluna.
A eficiência de toda a instalação do elevador é combinada emuma variável, η. Esta variável inclui a eficiência da caixa de engrenagem ( seengrenadas), do motor, do acionamento e de quaisquer polias no sistema.
TABELA 1
<table>table see original document page 16</column></row><table><table>table see original document page 17</column></row><table>Símbolo Descrição Unidade
rr Razão de cabo: isto representa a razão da adimensional
velocidade de cabo em relação a velocida- [:1]de de carro ( por exemplo, 4:1, 2:1 ou 1:1)
d5 Diâmetro da roldana de tração: a roldana metrosde tração é a polia sulcada que move oscabos em suspensão principal
t3 Duração da fração de tempo(neste caso, segundos100 mili-segundos)
V Velocidade nominal metros/seg.
A Aceleração nominal metros/seg.2
J Choquenominal metros/seg.3dviagem Distância da viagem metros
tv Tempo para atingir velocidade máx. (ou segundostempo para atingir a velocidade mais altapossível se a velocidade total não for atin-gida)
JT Tempo de jornada para viagem: duração segundoscalculada da jornada em segundos.
RLfinal Comprimentodo cabo do topo do carro es- metrostacionado no piso mais alto,para topo daroldana
POSstart Posição de partida para carro(metros de metrosreferênciaacima)
POSCar(t) Posição de corrente de carro (metros de metrosreferência acima)
POS1 Posição de piso do piso mais baixo( metros metrosde referência acima)
POSh Posição de piso do piso mais alto (metros metrosde referência acima)
RLcar(t) Comprimentocabo de corrente do topo do metroscarro a topo de roldana<table>table see original document page 19</column></row><table>
EQUAÇÕES MODELOS
As seguintes seções esboçam os modelos usados nas equa-ções.
MASSA DE CONTRAPESO
A massa do contrapeso é estabelecida como a soma da massado carro mais a carga nominal multiplicada pela razão do contrapeso.
<formula>formula see original document page 19</formula>
CINEMÁTICA
Usando equações de cinemática padrão de movimento, a dura-ção do trajeto JT pode ser calculada. Para a duração do percurso, o tempo t irá de zero a (JT-ts) nos aumentos da fração de tempo definida. Isto é defini-do como segue:
<formula>formula see original document page 19</formula>
COMPRIMENTO DO CABO
Ao carro é atribuída uma posição de início de falha,POSstart.
<formula>formula see original document page 19</formula>O comprimento do cabo do carro é calculado usando a seguinteequação, como dependendo da posição de carro e razão de "laço":
<formula>formula see original document page 20</formula>
O comprimento do cabo de contrapeso é calculado como segue,como dependente da posição do carro e razão de "laço":
<formula>formula see original document page 20</formula>
Uma abordagem similar pode ser usada para os cabos de com-ensação no carro e lados do contrapeso:
<formula>formula see original document page 20</formula>
<formula>formula see original document page 20</formula>
A seguinte verificação no comprimento do cabo pode ser reali-zada. Embora os comprimentos do cabo no carro e lados do contrapeso va-riarão com o tempo, os comprimentos do cabo todo serão sempre constan-tes:
<formula>formula see original document page 20</formula>
<formula>formula see original document page 20</formula>
FORA DAS MASSAS DO EQUILÍBRIO
As massas fora do equilíbrio são calculadas como segue. O ladoda mão direita da equação abaixo é composto de três partes separadas pe-ros sinais de adição. A primeira parte do lado da mão direita da equação de-termina massas fora de equilíbrio entre o carro, o contrapeso e os passagei-ros. A segunda parte do lado da mão direita da equação determina massasfora de equilíbrio nos cabos de suspensão e a terceira parte do lado da mãodireita da equação identifica o desequilíbrio nos cabos de compensação.
<formula>formula see original document page 20</formula>
MASSAS TRANSLACIONAIS
A soma das massas translacionais (isto é, não rotacional) é asoma da massa do carro, do contrapeso e dos passageiros no carro:
<formula>formula see original document page 21</formula>
A massa dos cabos de suspensão é calculada como segue:
<formula>formula see original document page 21</formula>
A massa dos cabos de compensação é calculada como segue:
<formula>formula see original document page 21</formula>
VELOCIDADE ROTACIONAL
A velocidade rotacional do eixo do motor é relacionada à veloci-
dade do carro linear como segue como uma função do diâmetro da roldana,razão de engrenagem e razão de "laço".
<formula>formula see original document page 21</formula>
ENERGIA CINÉTICA
Os quatro elementos da energia cinética são determinados u-sando formato 1/2mV^2 para tansacional e formato 1/2 Ιω2 para rotacional ( osquatro elementos são as massas translacionais, massas rotacionais, cabosde suspensão e cabos de compensação):
<formula>formula see original document page 21</formula>
ENERGIA POTENCIAL
A fim de calcular a mudança da energia potencial durante umafração de tempo, é necessário encontrar a distância percorrida em uma fra-ção de tempo:
<formula>formula see original document page 21</formula>
Este valor é para calcular a mudança na energia de potencialnas massas fora do equilíbrio (resultado podia ser positivo ou negativo):<formula>formula see original document page 22</formula>
Admite-se que o motor seja dimensionado com base nas exi-gências de energia de potencial máxima (isto é, máxima fora da massa deequilíbrio movendo em uma velocidade máxima contra a gravidade):
<formula>formula see original document page 22</formula>
A mudança máxima na energia de potencial representa a de-manda da energia elétrica máxima no motor.
PERDAS FRICCIONAIS DO EIXO
As energias elétricas friccionais do eixo são causadas pela fric-ção entre a orientação do carro e os trilhos guias. Para a direção do trajeto,apenas a magnitude é utilizada (isto é, ignorando o sinal) porque as perdasfriccionais serão positivas independente da direção do trajeto.
<formula>formula see original document page 22</formula>
Não será esperado do usuário introduzir o valor para Fs; esteserá derivado durante testes de um site e será estimado para cada site de-pendendo do tamanho da instalação, opcionalmente incluindo o tipo de sa-patas guias, isto é, deslizantes ou roletes.
A energia total no eixo é a adição das perdas de carga friccio-nais do eixo e a mudança na energia de potencial:
<formula>formula see original document page 22</formula>
MUDANÇA DE ENERGIA HIPOTÉTICA
A mudança total hipotética na energia no sistema durante a divi-são do tempo pode então ser calculada, como segue:
<formula>formula see original document page 22</formula>
Esta é chamada mudança hipotética porque nem leva as eficiên-cias do sistema nem a direção do fluxo da energia em conta.CARREGAMENTO DO MOTOR
É necessário encontrar o carregamento do motor quando isso éimportante para o cálculo dos valores da eficiência dependente de carga. Ocarregamento do motor é a razão da mudança hipotética de corrente da e-nergia em relação à mudança da energia de potencial possível máxima.
<formula>formula see original document page 23</formula>
EFICIÊNCIA DO SISTEMA FUTURO
A eficiência do sistemas é dependente da carga e dependenteda direção. Dependendo do carregamento da corrente do motor, o valor daeficiência futura pode ser calculado como abaixo mostrado. A carga podevariar nos aumentos de O1OI até um valor máximo de 2.
Ld=O, 0,01..2
Um comando se/senão/então pode ser usado para encontrar ovalor da eficiência dependente da carga. A função da eficiência é definidacomo uma curva linear como uma peça com três pontos a carga de 0%, 25%e 100% com linhas retas conectando-os.
<formula>formula see original document page 23</formula>
O valor calculado é então verificado contra os limites da lógica,como abaixo. Não deverá ser deixado cair abaixo do valor mínimo.
<formula>formula see original document page 23</formula>
ou chegar acima do valor máximo:
<formula>formula see original document page 23</formula>
EFICIÊNCIA DO SISTEMA INVERSO
A eficiência do sistema é dependente da carga e dependente dadireção. Dependendo do carregamento de corrente do motor, o valor da efi-ciência futura pode ser calculado como mostrado abaixo. A carga pode vari-ar em aumentos de 0,01 até um valor máximo de 2.
Ld = O, 0.01..2Um comando se/senão/então usado para encontrar o valor daeficiência dependente da carga. A função da eficiência é definida como umacurva linear similar a uma peça com três pontos a carga de 0%, 25% e 100%com linhas retas conectando-os.
<formula>formula see original document page 24</formula>
O valor calculado é então verificado contra os limites lógicos,como mostrado abaixo. Não deverá ser deixado cair abaixo do valor mínimo.
<formula>formula see original document page 24</formula>
Ou segue acima do valor máximo:
<formula>formula see original document page 24</formula>
CARGA EM ESTADO ESTÁVEL
A carga em estado estável é a energia elétrica que o controladordo elevador retira quando o elevador está inativo. A mudança na energiaretirada causada por esta carga em estado estável é calculada como segue.
<formula>formula see original document page 24</formula>
ACIONAMENTO NÃO REGENERATIVO
Para converter da energiá hipotética a energia real retirada pelosistema, a eficiência do sistema ( previamente determinada ) é usada em umcomando se/então/senão :
<formula>formula see original document page 24</formula>
A mudança da energia na fração de tempo é então adicionadaao movimento todo:
<formula>formula see original document page 24</formula>
Para encontrar a energia elétrica instantânea retirada em kW, amudança na energia durante a fração de tempo é dividida pelo valor da fra-ção de tempo e 1000:<formula>formula see original document page 25</formula>
SAÍDA DE CALOR PARA NÃO REGENERATIVO
Admitindo-se que todas as perdas da eficiência na caixa de en-grenagem e motor se tornem quente, a equação seguinte é usada para cal-cular o calor emitido do acionamento de elevador. A saída de calor excluiqualquer contribuição da energia elétrica friccional do eixo. Todas as perdasno estado estável são convertidas em calor.
<formula>formula see original document page 25</formula>
Para encontrar a emissão de energia elétrica térmica instantâ-nea em kW, o modelo divide-se pela fração de tempo e 1000:
<formula>formula see original document page 25</formula>
ACIONAMENTO REGENERATIVO
Para converter da energia hipotética para energia real retiradapelo sistema, a eficiência do sistema derivada previamente é usada em umcomando se/entâo/senão:
<formula>formula see original document page 25</formula>
Para encontrar a energia instantânea retirada em Kw, a mudan-ça da energia durante a fração de tempo é dividida pelo valor de fração detempo e 1000:
<formula>formula see original document page 25</formula>
Para encontrar o consumo de energia total para o percursocompleto, o resultado em Joules é convertido para kWh pela divisão por1000 J/KJ, 60 seg/min. e 60 min./hora:
<formula>formula see original document page 25</formula>O nível de carregamento é derivado pela divisão da massa depassageiros no carro pela carga nominal:
<formula>formula see original document page 26</formula>
SAIDA DE CALOR PARA REGENERAR
Admitindo-se que todas as perdas da eficiência na caixa de en-grenagem e motor sejam devido à geração de calor, a equação seguinte po-de ser usada para calcular o calor emitido do acionamento de elevador. Asaída de calor exclui qualquer contribuição da energia elétrica friccional doeixo. Todas as perdas do estado estável são convertidas em calor.
<formula>formula see original document page 26</formula>
Para encontrar a emissão de energia térmica instantânea emkW, o modelo divide pela fração de tempo e 1000:
<formula>formula see original document page 26</formula>
Numerosas modificações e variações da presente invenção sãopossíveis a luz dos ensinamentos acima e, portanto, dentro do escopo dasreivindicações anexas, a invenção poderá ser praticada de outro modo quecomo particularmente descrita.

Claims (29)

1. Aparelho para tratar de perdas de energia elétrica em um sis-tema de elevador em um edifício tendo uma pluralidade de pisos, o aparelhocompreendendo:um ou mais elevadores;um calculador de energia conectado aos elevadores e capaz dedeterminar uma energia total do sistema de elevador, uma energia total re-querida para manipular uma perda de energia elétrica, um plano para prepa-rar e um plano para tratar; eum controlador de movimento conectado ao elevador e ao calcu-lador de energia, em que o controlador de movimento recebe o plano parapreparar e o plano para tratar do calculador de energia e o controlador demovimento executa o plano para preparar se não houver perda de energiaelétrica e o controlador de movimento executa o plano para tratar se houveruma perda de energia elétrica.
2. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que:o elevador compreende um acionamento de velocidade variávele um barramento de corrente contínua;um barramento de corrente contínua comum é conectado ao barramento de corrente contínua de cada elevador de tal modo que o acio-namento de velocidade variável de cada elevador fornece energia elétrica aobarramento de corrente contínua quando o elevador produz energia e con-some energia elétrica do barramento de corrente contínua, quando o eleva-dor consome a energia; eo controlador de movimento é conectado ao acionamento de ve-locidade variável do elevador e executa o plano para preparar e o plano paratratar pelo controle do acionamento de velocidade variável do elevador.
3. Aparelho de acordo com a reivindicação 2, em que um oumais capacitores são conectados ao barramento de corrente contínua co-mum.
4. Aparelho de acordo com a reivindicação 2 ou 3, em que oselevadores que são consumidores de energia elétrica recebem a energiaelétrica do barramento de corrente contínua comum para executar o planopara tratar.
5. Aparelho de acordo com a reivindicação 4, em que os eleva-dores que são consumidores de energia elétrica recebem a energia elétricados capacitores para executar o plano para tratar.
6. Aparelho de acordo com a reivindicação 4, em que os eleva-dores que são consumidores de energia elétrica usam a energia cinética pa-ra executar o plano para tratar
7. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que:os elevadores compreendem um dispositivo de pesagem de car-ga e um dispositivo de medição de velocidade; eo calculador de energia é conectado ao dispositivo de pesagemde carga e dispositivo de medição de velocidade dos elevadores, e, recebe ainformação sobre a carga do dispositivo de pesagem de carga e sobre a ve-locidade e direção do dispositivo de medição de velocidade.
8. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que:O calculador da energia compreende um mapa dos pisos no edi-fício, uma razão de contrapeso do elevador e uma pluralidade de parâmetrosde consumo de energia para os elevadores.
9. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que:a energia total do sistema compreende a energia sendo regene-rada pelos elevadores que se movem na direção da gravidade; ea energia requerida para tratamento de uma perda de energiaelétrica compreende a energia requerida para mover os elevadores que semovem na direção oposta a gravidade para um piso no edifício.
10. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que o calcu-lador de energia compreende uma pluralidade de regras para determinar oplano para preparar, as ditas regras compreendendo:se a energia total no sistema de elevador for maior que a energiatotal requerida para tratamento de uma perda de energia elétrica, move-seum elevador vazio para baixo;se a energia total no sistema de elevador for menos que a ener-gia total requerida para tratar de uma perda de energia elétrica, move-se umelevador vazio para cima,reduz-se a velocidade de um elevador vazio queestá consumindo a energia e/ou reduz-se a velocidade de um elevador ocu-pado que está consumindo a energia.
11. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que o planopara preparar compreende qualquer um ou mais de:um comando para mover um elevador vazio para baixo;um comando para mover um elevador vazio para cima;um comando para reduzir a velocidade de um elevador vazio; eum comando para reduzir a velocidade de um elevador ocupado.
12. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que o calcu-Iador de energia compreende uma pluralidade de regras de tratamento paradeterminar o plano para tratar, as regras compreendendo:um elevador que é vazio e consumidor de energia elétrica seráparado;um elevador que está se movendo na direção da gravidade seráparado no piso mais distante na sua direção de deslocamento; eum elevador ocupado que está se movendo na direção opostada gravidade será parado no piso seguinte na sua direção de deslocamento.
13. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que o planopara tratar compreende uma velocidade para os elevadores e uma destina-ção para os elevadores.
14. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, ainda compreen-dendo uma fonte de energia elétrica ininterrupta conectada a um provedorde energia elétrica ao calculador de energia e ao controlador do movimento.
15. Aparelho de acordo com a reivindicação 14, em que a fontede energia elétrica ininterrupta compreende um inversor e uma ou mais bac-teriais.
16. Processo para tratamento de perdas de energia elétrica emum sistema de elevador compreendendo:calcular a energia total no sistema de elevador e a energia totalrequerida para tratar uma perda de energia elétrica;elaborar um plano para preparar e um plano para tratar;executar o plano para preparar se não houver perda de energiaelétrica; eexecutar o plano para tratar se houver uma perda de energiaelétrica.
17. Processo para evacuar os ocupantes do edifício no caso deuma perda de energia elétrica usando um sistema de elevador compreen-dendo as etapas de:permitir os ocupantes do edifício a carregar um ou mais elevado-res até a capacidade de carga;estimar uma posição e uma carga para os elevadores no siste-ma de elevador;preparar um plano de evacuação otimizado para evacuar os ele-vadores tendo uma carga suficiente para regenerar a energia elétrica e eva-cuar os elevadores tendo uma carga insuficiente por consumir energia elétri-ca regenerada;usar um controlador de movimento para executar o plano de e-vacuação;monitorar uma voltagem em um barramento de corrente contí-nua comum conectado aos elevadores;ajustar a velocidade dos elevadores em movimento para tratarde qualquer variação na voltagem no barramento de corrente contínua co-mum;permitir ocupantes do edifício a deixar elevadores uma vez oplano de evacuação estiver completo;usar um controlador de movimento para enviar os elevadoresvazios para cima; erepetir as etapas acima até nenhum elevador tiver uma cargasuficiente para regenerar energia elétrica.
18. Processo de acordo com a reivindicação 17, ainda compre-endendo as etapas de:usar a energia restante no sistema para fornecer a energia elé-trica aos elevadores evacuados que não têm uma carga suficiente para re-generar a energia elétrica;erepetir a etapa acima até não haver suficiente energia deixadano sistema para evacuar um elevador no sistema de elevador.
19. Aparelho para evacuar os ocupantes do edifício no caso deuma perda de energia elétrica usando um sistema de elevador, o aparelhocompreendendo:um ou mais elevadores tendo uma carga de zero para capacidade;um calculador de energia conectado aos elevadores e capaz dedeterminar uma energia total do sistema de elevador, uma energia total re-querida para evacuar os elevadores tendo uma carga maior que zero e umplano para evacuar; eum controlador de movimento conectado ao elevador e ao calcu-lador de energia, em que o controlador de movimento recebe o plano paraevacuar e o controlador de movimento executa o plano para evacuar.
20. Aparelho de acordo com a reivindicação 19, em que:os elevadores compreendem um acionamento de velocidadevariável e um barramento de corrente contínua;um barramento de corrente continua é conectado ao barramentode corrente contínua de cada elevador de tal modo que o acionamento develocidade variável de cada elevador fornece energia elétrica ao barramentode corrente contínua quando o elevador produz energia e consome energiaelétrica do barramento de corrente contínua, quando o elevador consome aenergia; eo controlador de movimento é conectado ao acionamento de ve-locidade variável dos elevadores e executa o plano para evacuar pelo con-trole do acionamento de velocidade variável dos elevadores.
21. Aparelho de acordo com a reivindicação 20, em que um oumais capacitores são conectados ao barramento de corrente contínua comum.
22. Aparelho de acordo com a reivindicação 20 ou 21, em que oselevadores que são consumidores de energia elétrica recebem a energiaelétrica do barramento de corrente contínua comum para executar o planopara evacuar.
23. Aparelho de acordo com a reivindicação 21, em que os ele-vadores que são consumidores de energia elétrica recebem a energia elétri-ca do barramento de corrente contínua comum e dos capacitores para exe-cutarem o plano para evacuar.
24. Aparelho de acordo com a reivindicação 23, em que os ele-vadores que são consumidores de energia elétrica usam energia cinéticapara executar o plano para evacuar.
25. Aparelho de acordo com a reivindicação 19, em que:os elevadores compreendem um dispositivo de pesagem de car-ga;o calculador de energia é conectado ao dispositivo de pesagemde carga.
26. Aparelho de acordo com a reivindicação 19, em que:o calculador de energia compreende um mapa dos pisos no edi-fício, uma razão de contrapeso do elevador e uma pluralidade de parâmetrosde consumo de energia para os elevadores.
27. Aparelho de acordo com a reivindicação 19, em que o planopara evacuar compreende qualquer um ou mais de:um comando para mover um elevador vazio para cima;um comando para mover um elevador carregado para baixo;um comando para reduzir a velocidade de um elevador vazio; eum comando para reduzir a velocidade de um elevador carrega-do.
28. Aparelho de acordo com a reivindicação 19, ainda compre-endendo uma fonte de energia elétrica ininterruta conectada a e provendoenergia elétrica ao calculador de energia e o controlador de movimento.
29. Aparelho de acordo com a reivindicação 28, em que a fontede energia elétrica ininterrupta compreende um inversor e uma ou mais bate-riais.
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