BRPI0617832A2 - sistema de proteção de falha e, método de prover proteção de falha coordenada para uma linha de distribuição acoplando uma fonte a uma carga - Google Patents

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BRPI0617832A2
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Abstract

SISTEMA DE PROTEçãO DE FALHA, E, MéTODO DE PROVER PROTEçãO DE FALHA COORDENADA PARA UMA LINHA DE DISTRIBUIçãO ACOPLANDO UMA FONTE A UMA CARGA. Um sistema de proteção de falha para um sistema de distribuição de potência elétrica e um método de configurar e operar um sistema de proteção de falha para um sistema de distribuição de potência elétrica aceita parâmetros de proteção de falha de dispositivo, tais como as características de tempo-corrente (TCCs), de dispositivos de limite, e seleciona e fixa parâmetros de proteção de falha para um ou mais dispositivos de proteção de falha, tais como interruptores de falha, que assim coordenam com os dispositivos de limite. Seleção de parâmetro de proteção de falha para cada dispositivo de proteção de falha pode ocorrer automaticamente, e cada dispositivo pode reconfigurar seus parâmetros de proteção de falha baseado nas mudanças no sistema de distribuição de potência elétrica, por exemplo, como o resultado de isolamento de falha e/ou restauração de serviço.

Description

"SISTEMA DE PROTEÇÃO DE FALHA, E, MÉTODO DE PROVERPROTEÇÃO DE FALHA COORDENADA PARA UMA LINHA DEDISTRIBUIÇÃO ACOPLANDO UMA FONTE A UMA CARGA"
Campo Técnico
Esta patente relaciona-se ao controle de umsistema de distribuição de potência elétrica, e mais especificamente aouso de nós autônomos inteligentes para isolar seções falhadas delinhas de distribuição, reconfígurar, restabelecer serviço paraclientes finais (reconflguração de circuito), e melhorar proteção decircuito.
Fundamento
Sistemas de distribuição de potência tipicamenteincluem alimentadores de distribuição (variando de aproximadamente4 kV a 69 kV) se originando em subestações de distribuição depotência e conduzindo à fonte de provisão para clientes finais de umainstalação ou agência de provisão elétrica. Requisitos de provisão deserviço regulador, custo e pressões competitivas criam requisitos paracusto mais baixo, equipamento modular, padronizado que pode serinstalado, operado e mantido com trabalho e supervisão humanamínimos.
Defeitos do alimentador de distribuição (falhas) ocorremdevido a linhas de alta tensão abaixadas, escavação de cabo subterrâneo ououtras causas e são tipicamente detectáveis sentindo corrente de excesso(curto-circuito/sobre-corrente), e ocasionalmente detectando perda de tensão.Em sistemas de distribuição, é às vezes o caso que uma perda de tensãoreclamada pelo cliente é o meio pelo qual a instalação sente a interrupção afim de responder despachando uma turma para isolar a falha e reconfígurar osistema de distribuição. Os dispositivos típicos para isolar estas falhas sãodisjuntores localizados principalmente em subestações de distribuição efusíveis localizados em linhas de derivação ou em transformadores de cliente.Os disjuntores de subestação são providos geralmente com relês de re-fechamento que fazem o disjuntor fechar várias vezes depois que o disjuntordetectou uma condição de sobre-corrente e disparou aberto. Se durantequaisquer deste "re-fechamentos", a falha se tornar não detectável, serviço érestabelecido e nenhuma interrupção estendida ocorre. Particularmente emlinhas de distribuição suspensas, formação de arco temporário devido a vento,raios, etc., causa muitas falhas. Assim, a maioria das falhas é removidaquando o disjuntor se abre e serviço é restabelecido no re-fechamentoautomático. Alternativamente, depois de algum número de tentativas de re-fechamento, se a condição de sobre-corrente continuar estando presente, o re-fechador entra em um estado de "paralisação" que previne tentativasadicionais para remover a falha.
Embora aceitação de utilidade de soluções de automatizaçãomais sofisticadas para isolamento de falha e reconfiguração tenham sidolimitadas, mas continua aumentando, muitos métodos foram desenvolvidos ecomercializados. Os métodos mais primitivos tipicamente envolveram colocarequipamento de controle e mecanismo de distribuição a pontos estratégicos nagrade de distribuição de potência e coordenar sua operação completamentecom o uso de parâmetros de circuito sentidos e operados localmente eindependentemente a cada ponto. Métodos mais sofisticados foramdesenvolvidos para isolar/reconfigurar estes circuitos comunicandoinformação sentida localmente nos pontos estratégicos para entidade(s) decontrole de nível superior designadas. Utilizando metodologias de controledistribuídas inteligentes, vários métodos foram desenvolvidos paraisolar/reconfigurar circuitos de distribuição sem a necessidade pelas entidadesde controle de alto nível. Em sistemas implementando estes métodos,informação é sentida e processada localmente, atuada tanto quanto possívellocalmente, e então compartilhada com outros dispositivos cooperativos paratanto dirigir ou aumentar sua habilidade para entrar em ação. Exemplos destesmétodos incluem versões do produto IntelliTE AM® disponível de S & CElectric Company, Chicago, Illinois.
Sistemas, tais como os produtos de IntelliTE AM® e ossistemas descritos na Patente US comumente nomeada US 6.697.240, aexposição de qual está incorporada expressamente por este meio aqui porreferência, provêem metodologias e aparelho de sistema relacionado para usare coordenar o uso de informação levada através de comunicações paramodificar dinamicamente as características de proteção de dispositivos dedistribuição (incluindo, mas não limitado a disjuntores de subestação,disjuntores de subestação de re-fechamento, e re-fechadores de linha). Destemodo, proteção global e capacidade de reconfiguração do sistema dedistribuição ou "time" são aumentados grandemente. Dispositivos dentro dosistema reconhecem a existência de dispositivos cooperativos fora do domíniodo time de controle direto, administrando informação destes dispositivos talque tomada de decisão local mais inteligente e coordenação inter-time possamser executadas. Esta informação pode incluir indicações de estado lógico,pedidos de controle, valores analógicos ou outros dados.
Ainda, quando sistemas de restauração reconfiguramalimentadores de distribuição, para o propósito de isolamento de falha e/ourestabelecimento de carga, a coordenação entre dispositivos de proteção defalha, tais como interruptores, usados para segmentar o alimentador, pode serdestruída. Assim, um método automatizado para reconfigurar as colocaçõesde proteção para coordenação mantida é desejado. Ademais, benefíciospodem ser obtidos onde os dispositivos de proteção de falha são colocados,assim eles coordenam com outros dispositivos que podem ou não sercolocados automaticamente, por exemplo, dispositivos de limite tais comodisjuntores que protegem o alimentador de distribuição e fusíveis queprotegem cargas que são derivadas fora do alimentador.Breve Descrição dos Desenhos
Figura 1 é um diagrama esquemático ilustrando uma porção deum sistema de distribuição de potência elétrica incorporando dispositivos deproteção de falha configuráveis.
Figura 2 é um diagrama de bloco de um dispositivo deproteção de falha.
Figura 3 é um gráfico ilustrando características de tempo-corrente para dispositivos de um sistema de distribuição de potência elétricaque pode ser usado para configurar dispositivos de proteção de falha.
Figura 4 é um diagrama esquemático ilustrando uma porção deum sistema de distribuição de potência elétrica incorporando uma série dedispositivos de proteção de falha.
Figura 5 é um gráfico ilustrando características de tempo-corrente para uma série dispositivos de um sistema de distribuição de potênciaelétrica, que pode ser usado para configurar dispositivos de proteção de falha.
Figura 6 é um fluxograma ilustrando um método de configurardispositivos de proteção de falha em um sistema de distribuição de potênciaelétrica de acordo com uma das concretizações descritas aqui.
Descrição Detalhada
Um sistema de proteção de falha para um sistema dedistribuição de potência elétrica e um método de configurar e operar umsistema de proteção de falha para um sistema de distribuição de potênciaelétrica aceita parâmetros de proteção de falha de dispositivo, tais como ascaracterísticas de tempo-corrente (TCCs), de dispositivos de limite, eseleciona e fixa parâmetros de proteção de falha para um ou mais dispositivosde proteção de falha, tais como interruptores de falha, que assim coordenamcom os dispositivos de limite. Seleção de parâmetro de proteção de falha paracada dispositivo de proteção de falha pode ocorrer automaticamente, e cadadispositivo pode reconfigurar seus parâmetros de proteção de falha baseadoem mudanças no sistema de distribuição de potência elétrica, por exemplo,como o resultado de isolamento de falha e/ou restauração de serviço.
Figura 1 mostra uma vista simplificada de uma porção de umsistema de distribuição de potência elétrica exemplar que inclui dispositivosde proteção de falha que podem ser configurados e controlados por uma oumais das concretizações descritas aqui. O sistema de distribuição inclui umapluralidade de fontes de potência elétrica, uma mostrada como fonte 102,conectada a uma pluralidade de usuários ou cargas 104 (por exemplo,fábricas, casas, etc.) por uma linha elétrica de distribuição 106 tais comolinhas de potência elétrica convencionais.
Linha de distribuição 106 tem uma pluralidade de dispositivosde proteção de falha, dispositivos 1, 2, 3 e 4 colocados a pontospredeterminados ao longo da linha 106. A representação do número de fontes,usuários, linhas e dispositivos na Figura 1 é arbitrária e pode haver muitasconfigurações diferentes e virtualmente qualquer número de cada um destescomponentes em qualquer dado sistema de distribuição. Também descritossão vários dispositivos de proteção de limite incluindo disjuntor 108 e fusíveis110.
Figura 2 ilustra uma concretização de um dispositivo deproteção de falha 200. Uma linha de distribuição, tal como a linha 106, passapor um operador de isolamento de falha, por exemplo, um interruptor de falha204, que pode abrir e fechar a linha de distribuição 106 neste ponto para isolaruma falha na linha da fonte. Em outras concretizações, o operador deisolamento de falha pode ser qualquer dispositivo ou dispositivos adequadoscapazes de executar funções de sentir potência, controle ou condicionamentotal como regulação de tensão (reguladores de tensão), controle de potênciareativa (bancos de capacitores comutados), sentir falha, etc., junto comisolamento de falha. Será apreciado que o dispositivo 200 também pode ser deum tipo para controlar duas (dual), três, ou mais chaves, com cargas de clienteou fontes alternadas entre o interruptores de falha. Neste caso, a linha oulinhas de distribuição 106 passariam por dois ou mais interruptores de falha204, que pode abrir e fechar independentemente sob o controle do únicodispositivo 200. Neste contexto, o dispositivo 200 é um único dispositivo doponto de vista de comunicações, mas são dispositivos múltiplos do ponto devista do sistema de potência e dos algoritmos de controle e proteção de falha.Nesta circunstância, o fluxo de informação é inalterado, mas a etapa decomunicação é simplesmente desviada.
Um controlador 206 controla o interruptor de falha 204. Ocontrolador 206 inclui um computador de controle ou dispositivo deprocessamento 208 adequado, um mostrador 202, e uma memória 210associada. A memória 210 pode armazenar, entre outros dados, aprogramação para controlar o dispositivo 200, programação para determinardados de configuração e desempenho, os dados de configuração para odispositivo, e um banco de dados de registros de dispositivo relativos a outrosdispositivos no sistema.
Aqueles qualificados na arte reconhecerão que o interruptor defalha 204 pode ter capacidades operacionais diferentes que podem aumentarou detrair de sua habilidade para participar em reconfiguração de circuito. Porexemplo, as chaves de custo mais baixo podem não ser capazes deinterromper correntes altas, ou podem não ser equipadas com ambos sensoresde tensão e corrente. Aqueles qualificados na arte também reconhecerão que odispositivo 200 pode ser programado para não interromper a linha dedistribuição sob altas correntes de interrupção (controle de chave desecionamento), ou alternativamente pode ser programado como um"dispositivo protetor de circuito" (re-fechador ou disjuntor). Quandoprogramado como um dispositivo protetor, a chave é controlada de acordocom parâmetros operacionais tais como parâmetros de proteção de falha. Porexemplo, a chave, se normalmente fechada, pode ser aberta sob condições desobre-corrente (falha de corrente) para prevenir incêndio ou dano ao circuitoou ao equipamento de cliente, e também por questões de segurança.
O computador de controle 208 está conectado a umprocessador de forma de onda de CA 212. O processador de forma de onda deCA 212 está conectado por um conector de interface de campo 214 à linha dedistribuição 106. Isto permite ao processador medir vários parâmetros daeletricidade na linha de distribuição 106 tais como, tensão e corrente,convertê-los digitalmente, e enviá-los ao computador de controle paraprocessamento, comunicações, ou armazenamento em memória.
A interface de I/O digital 216 está conectada ao computador decontrole 208, ao interruptor de falha 204 e à linha de distribuição 106. Ainterface de I/O digital 216 permite ao controlador 206 receber informação desensor de posição de chave e outras entradas, e produzir saída de controle paraa chave.
O dispositivo de comunicações 218 está conectado aocomputador de controle 208 e o permite se comunicar com outros dispositivosno sistema por canais de comunicação adequados. O dispositivo decomunicações 218 pode ser conectado a qualquer rede de comunicação queesteja convenientemente disponível e tenha as características desejadas. Porexemplo, uma rede lMetricom Radio' pode ser usada. Um dispositivo decomunicações opcional 220 pode ser incluído no dispositivo 200. Umexemplo de tal opção de comunicação secundária pode ser um portal SCADA.Potência é provida ao dispositivo 200 por uma fonte de energia/reserva debateria 222. A bateria pode ser carregada de energia solar, um transformadorde potencial de CA, ou de energia provida pelos sensores de tensão.
Cada um dos dispositivos 200 está conectado a um canal decomunicação adequado (não descrito). Qualquer tipo de canal decomunicação pode ser usado. Por exemplo, o canal de comunicação pode sertelefone, rádio, a Internet, ou cabo de fibra óptica.Os parâmetros operacionais de falha dos dispositivos 200podem ser fixados de forma que a operação de cada dispositivo 200 individualde acordo com os parâmetros operacionais de falha coordene com os outrosdispositivos e dispositivos de limite tais como disjuntores que protegem osalimentadores de distribuição e fusíveis que protegem cargas que sãoderivadas fora do alimentador. Quer dizer, a característica operacional defalha de cada um dos dispositivos 200 é baseada em um ou mais parâmetrosde proteção de falha fixados dentro do dispositivo. Os parâmetros de proteçãode falha podem ser selecionados em relação aos outros dispositivos nosistema, e particularmente dispositivos que não têm características deproteção de falha ajustáveis ou colocáveis, de forma que a operação dodispositivo de proteção de falha coordene com a operação dos outrosdispositivos para facilitar melhor isolamento de falha e restauração de serviço.Por exemplo, as características operacionais de proteção de falha dodispositivo 200 podem incluir uma curva operacional de característica detempo-corrente (TCC) que é estabelecida pelo menos em vista das curvas deTCC associadas com dispositivos de limite dentro do sistema epotencialmente outros dispositivos de proteção de falha dentro dos sistemas.
Figura 3 ilustra curvas de TCC exemplares que podem serusadas para estabelecer os parâmetros de proteção de falha econseqüentemente a características operacionais de falha do dispositivo 200.Figura 3 ilustra uma curva de TCC 300 para um disjuntor de subestação, talcomo disjuntor 108 mostrado na Figura 1. A curva 300 ilustra trêscaracterísticas diferentes do disjuntor 108: o tempo de resposta mais curtopara o disjuntor a uma dada corrente (captação mínima) 300c, o tempo deresposta nominal para o disjuntor a uma dada corrente (captação nominal)300a, e um tempo máximo para remoção 300b, que leva em conta tolerânciasdos sensores de corrente, controle, do interruptor de falha, e a carga que podeser derivada entre o disjuntor e o interruptor de falha e uma margem desejada.As curvas 300a, 300b e 300c compõem o TCC 300 completo para o disjuntor.
Para coordenar com o disjuntor, um dispositivo de proteção defalha pode ter um TCC tal como aquele ilustrado pelo TCC 302 descrito naFigura 3. A curva 302 ilustra a captação nominal de dispositivo de proteçãode falha 302a, sua captação mínima 302b e seu tempo máximo para remoção302c. O tempo máximo para remoção 302c pode ser selecionado para estarabaixo da captação mínima de dispositivos a montante, tal como o disjuntor, ecomo mostrado na Figura 3, o tempo máximo de remoção 302c é fixadoabaixo da captação mínima 300a do disjuntor. A faixa entre a captaçãomínima 302a e o tempo máximo para remoção 302c é uma função dascaracterísticas operacionais dos dispositivos de proteção de falha, e pode serfeito geralmente mais apertado do que o dispositivo a montante provendosensação precisa, e um controle eletrônico. Por exemplo, interruptores defalha operacional rápida estreitam a faixa entre o tempo máximo pararemoção e as curvas de resposta nominal/mínima.
Além de coordenação com dispositivos a montante, odispositivo de proteção de falha pode ser feito para coordenar comdispositivos a jusante, tais como fusíveis. Para coordenar com um dispositivoa jusante, a captação mínima do dispositivo de proteção de falha deveria sermais longa do que o tempo máximo de remoção do dispositivo a jusante.Figura 3 ilustra uma curva de TCC 304 para um dispositivo de fusível tendouma característica de remoção máxima ilustrada pela curva 304a e umacaracterística de remoção mínima ilustrada pela curva 304b. Como pode servisto da Figura 3, a captação mínima 302a do dispositivo de proteção de falhaé mais longa do que o tempo de remoção máximo 304a do dispositivo ajusante, neste exemplo, um fusível.
E possível especificar o TCC de um dispositivo de proteção defalha como uma função das características do dispositivo e dos dispositivoscom os quais coordenará. Características de dispositivo exemplares podemincluir: tipo de curva (por exemplo, inversa, muito inversa, U/C 1 por 5, etc.),colocação de dial de tempo, corrente de captação mínima e requisitos decoordenação. O requisito de coordenação pode tomar a forma de um intervalode tempo de coordenação (CTI) ou tolerâncias de dispositivo tais comotolerância de relê, tolerância de transformador de corrente (TC) ecaracterísticas de relê de sobre-percurso. Expresso como uma função, o TCCpode ser declarado como:
<formula>formula see original document page 11</formula>
onde TD é a colocação de dial de tempo é; Ipu é a captação decorrente; e as constantes k, α e c são determinadas pela curva de relêespecificada.
O TCC de dispositivo de proteção de falha pode assumir amesma forma (isto é, as constantes, k, α e c são as mesmas). Porém, acorrente de captação e dial de tempo são reduzidos por um fator, paraassegurar coordenação e deslocamento em tempo (abaixo), para responderpelo tempo de remoção do dispositivo, margem, e qualquer tolerância mínimaou fixada. Assim, o TCC de dispositivo de proteção de falha pode ter a forma:
<formula>formula see original document page 11</formula>
As constantes k, α e c são as mesmas como TCC de raizpublicada na equação (a). TD', Tpu, e TS dependem dos fatores publicados na
Tabela 1.
<table>table see original document page 11</column></row><table>Alternativamente, um TCC de dispositivo de proteção de falhapode ser especificado como um conjunto de dados que definem a curva deTCC nominal. Neste caso, o TCC de interruptor de falha é expresso como umconjunto de dados correspondente de pontos do TCC de disjuntor modificadomultiplicando por um fator de corrente e tempo e subtraindo adicionalmenteum termo de deslocamento de tempo. Os fatores e termo de deslocamento detempo podem ser determinados como publicado na Tabela 2.
Tabela 2
<table>table see original document page 12</column></row><table>
Uma vez que uma curva de dispositivo de proteção de falhaseja gerada, sua utilidade deve ser validada. Com respeito à coordenação deproteção de carga, a gama pertinente de corrente é definida pela correnteoperacional mínima do dispositivo e pela corrente de falha disponívelmáxima. Para todas as correntes na gama pertinente, se o tempo operacionalmínimo do dispositivo de proteção de falha não for maior do que o tempo deremoção máximo de dispositivo de proteção de carga, o TCC de dispositivode proteção de falha é inválido. Adicionalmente, com respeito à capacidadede resistência de corrente transitória, se o tempo operacional mínimo dodispositivo de proteção de falha a um múltiplo especificado da correnteoperacional mínima for menos do que um valor de tempo, o TCC é inválido.O valor de tempo pode ser baseado nas características de tempo/correntetípicas de correntes transitórias (por exemplo, 25 vezes a corrente por 0,01segundos ou 10 vezes a corrente por 0,1 segundos). Com relação aodispositivo de proteção de falha 200, depois de determinar o TCC dedispositivo, o controlador pode verificar a validade do TCC e prover um avisode falta de coordenação ou indicação de coordenação correta comunicandouma mensagem pelo dispositivo de comunicação 218 ou provendo umamensagem no mostrador 202.
O método pode ser repetido para gerar um TCC para cada umde vários dispositivos de proteção de falha em série. Figura 4 ilustra uma sériede dispositivos de proteção de falha, por exemplo, interruptores de falha, 406-410 segmentando uma linha de disjuntor 400 acoplado a uma fonte 402 porum dispositivo de proteção de fonte, por exemplo, disjuntor 404. Cargas, porexemplo, carga 412 protegida por fusível 414, pode se estender lateralmentede quaisquer dos segmentos.
Figura 5, ilustra curvas características de proteção de falha,isto é, o TCC de vários dos dispositivos de proteção de falha dispostos entreum dispositivo de proteção de fonte e um dispositivo de proteção de carga.Como mostrado na Figura 5, o TCC 504, 506 e 508 para uma pluralidade dedispositivos de proteção de falha está disposto entre o TCC de disjuntor 500 eo TCC de fusível 502. Contanto que qualquer dado TCC de dispositivo deproteção de falha resida entre o TCC de dispositivo a montante e o TCC dedispositivo a jusante, o TCC de dispositivo de proteção de falha é consideradoválido. A algum momento, porém, o TCC gerado para um dispositivo deproteção de falha não coordenará mais com os fusíveis a jusante, e comoilustrado na Figura 5, o TCC 508 inclui uma porção que sobrepõe o TCC defusível 502. Dada esta circunstância, vários métodos de coordenaçãosuplementares podem ser utilizados. Isto é descrito seguindo a discussão deum método 600 (Figura 6) para coordenar geralmente dispositivos de proteçãode falha.
Dado o sistema de dispositivos de proteção de falha 406-410,cada um tendo capacidade de comunicação adequada, tal como aqueledescrito acima com relação ao dispositivo 200, características de proteção defalha para cada dispositivo podem ser coordenadas entre os dispositivos deproteção de falha e qualquer dispositivo de limite. Figura 6 ilustra em formade fluxograma um método 600 de coordenar dispositivos de proteção de falha.
O método tem aplicação a sistemas com múltiplas fontes e cargas. Cadadispositivo preferivelmente inclui um programa de controle armazenado emsua memória para permiti-lo operar para gerar automaticamentecaracterísticas de proteção de falha.
Para o método 600, é assumido que os dispositivos de limite,por exemplo, disjuntores, fusíveis, e similares, não têm capacidade decomunicação e são incapazes de comunicar para outros dispositivos nosistema suas características de proteção de falha respectivas, tais como seusTCCs. Informação de característica de proteção de falha de limite é portantolevada nos dispositivos de proteção de falha capazes de comunicação. Podeser suficiente carregar os dados de característica de proteção de falha de limitepara um único dispositivo de proteção de falha capaz de comunicação e ainformação propagada daquele dispositivo, ou a informação pode sercarregada a cada dispositivo de proteção de falha individual. Além disso,dispositivos não capazes de comunicação não estão limitados a limites. Em talcaso, as características de proteção de falha do dispositivo de proteção defalha não comunicante, sem limite também são carregadas e propagadas. Esteprocesso é ilustrado na Figura 6 em blocos 604 e 606.
Com a informação de dispositivo de proteção de falha nãocomunicante carregada, propagação de característica de proteção de falha paratodos os dispositivos de proteção de falha de comunicação ocorre a cada vezque um dispositivo de proteção de falha comunicante é instalado, o sistema éreconfigurado ou um estado de um dispositivo de proteção de falha muda,608. Dada uma configuração de sistema, todos os possíveis caminhos defontes para cargas são considerados como uma condição prefixada, 610.Menos que todos os possíveis caminhos pode ser considerado, e se certoscaminhos forem para serem excluídos, tal informação pode ser retida dentrodos dispositivos de proteção de falha e/ou comunicada aos dispositivos deproteção de falha.
Cada dispositivo de proteção de falha comunicante ativopropaga suas próprias características de proteção de falha para cada outrodispositivo de proteção de falha comunicante. Dispositivos de proteção defalha com caminhos fechados de volta a uma fonte podem ser consideradosativos. Os estados ativos de um dispositivo de proteção de falha portantopodem mudar baseado na abertura ou fechamento de outro dispositivo deproteção de falha, assim criando ou interrompendo um caminho a uma fontepara aquele dispositivo de proteção de falha.
Como notado acima em 608-612 do método 600, propagaçãode características de proteção de falha ocorre sempre que um dispositivo deproteção de falha é instalado no sistema, o sistema é reconfigurado ou umdispositivo de proteção de falha muda seu estado. A propagação pode ocorrertendo um dispositivo de proteção de falha enviando sua informação decaracterística de proteção de falha para os dispositivos de proteção de falhaconectados a ele. Quando um dispositivo de proteção de falha recebe umacaracterística de proteção de falha, ele pode gerar uma nova característica deproteção de falha baseada na informação recebida, 614 e propõe novosparâmetros de proteção de falha. Antes de propor os novos parâmetros deproteção de falha, porém, pode verificar para assegurar que propagaçãoadicional não criará um caminho em malha, e durante propagação, odispositivo de proteção de falha pode adicionar seu nome de volta ao caminhoà fonte. Se referindo à Figura 1, cada parâmetro de proteção de falha podelevar uma designação 112 que identifica o dispositivo de proteção de falha, acaracterística de direção do parâmetro de proteção de falha, o nome de fonte,o número de dispositivos no caminho de volta à fonte e os nomes dosdispositivos no caminho de volta à fonte. Depois de gerar o novo parâmetrode proteção de falha, então propaga o parâmetro de proteção de falharecentemente gerado para dispositivos de proteção de falha conectados a ele.Também propagará seu próprio estado de fechado ou aberto.
Todos os dispositivos de proteção de falha em um caminhofechado a uma fonte são considerados ativos e ativam um parâmetro deproteção de falha apropriado, 616. Um dispositivo de proteção de falha podeter múltiplos caminhos a uma fonte ou a múltiplas fontes. O dispositivo deproteção de falha pode determinar um parâmetro de proteção de falha paracada possível caminho e para cada possível direção do caminho de volta àfonte. Além disso, o sistema de distribuição de potência pode operar amúltiplas faixas de corrente e/ou múltiplas fontes podem prover corrente emfaixas de corrente diferentes. A característica de resposta do dispositivo deproteção de falha pode ser dependente de corrente, e assim, pode ser ademaispossível especificar parâmetros de proteção de falha baseado em uma faixa decorrente ou múltiplos parâmetros de proteção de falha para múltiplas faixas decorrente. Adicionalmente, cada dispositivo de proteção de falha pode termúltiplos terminais. Parâmetros de proteção de falha separados podem serestabelecidos para cada terminal do dispositivo de proteção de falha. Assim,cada dispositivo de proteção de falha pode ter mais que um parâmetro deproteção de falha associado com ele baseado no número de caminhos edireção de caminhos de volta a fontes, no número de terminais conectadoscom caminhos de volta a fontes e várias possíveis faixas de corrente. Aoimplementar qualquer um dos possíveis parâmetros de proteção de falha, odispositivo de proteção de falha pode implementar o mais oneroso ouparâmetro de proteção de falha de proteção máxima, tipicamente acaracterística de proteção de falha provendo o tempo de resposta de proteçãode falha mais rápido.
O processo de atualizar automaticamente parâmetros dedispositivo de proteção de falha se repete responsivo à instalação dedispositivos novos, mudanças na configuração de sistema, uma mudança noestado de um ou mais dispositivos de proteção de falha, por exemplo, comoresultado de um dispositivo de proteção de falha operando para isolar umafalha ou restaurar serviço, 610. Desta maneira, a operação dos dispositivos deproteção de falha permanece coordenada continuamente.
Os dispositivos de proteção de falha podem incluirprogramação e implementar funcionalidade para permitir a um estado preditoser propagado só antes do dispositivo mudando àquele estado. Por exemplo,se o dispositivo estiver aberto e estiver prestes a fechar, ele pode propagar seuestado fechado antes de fechamento, assim causando uma coordenaçãosistema amplo dos dispositivos de proteção de falha antes de seu fechamentoatual. Além disso, dispositivos de proteção de falha podem propagarperiodicamente seu estado, novamente causando uma atualização decoordenação sistema amplo, assim corrigindo qualquer erro.
Figura 5 ilustra como características de proteção de falha, istoé, TCCs de vários dispositivos de proteção de falha pode ser ajustadosprecisamente entre os TCCs correspondentes de um dispositivo de fonte e umdispositivo de carga. Porém, o TCC 508 sobrepõe o dispositivo de carga TCC504, e assim não provê a coordenação requerida, e é inválido. Neste exemplo,o dispositivo associado com o TCC 508, por exemplo, com respeito aodispositivo 410 da Figura 4, pode verificar o próximo dispositivo precedente,por exemplo, o dispositivo 409 associado com a curva 506. Porque o TCC506 coordena, o TCC 506 pode ser adotado pelo dispositivo 410 em lugar doTCC 508. Enquanto o dispositivo 410 está coordenado agora com o resto dosistema, já não está coordenado mais com o dispositivo 409. Porém,capacidade adicional pode ser provida para assegurar coordenação entre osdispositivos 409 e 410 usando o mesmo TCC 506.
Uma abordagem para prover coordenação entre dispositivos deproteção de falha usando os mesmos ou substancialmente TCCs semelhantesé usar a capacidade de comunicação dos dispositivos de proteção de falha. Emum possível esquema, todos os dispositivos de proteção de falha que detectamuma falha sinalizam o próximo dispositivo de proteção de falha a montante.
Se referindo novamente à Figura 4, os dispositivos 409 e 410 podemcompartilhar um TCC, por exemplo, TCC 506, e ambos detectam a falha 416.O dispositivo 410 pode sinalizar o dispositivo 409 para atrasar sua operaçãode proteção de falha, que tem o efeito de deslocar em tempo sua curva deTCC. Assim, coordenação é provida entre o dispositivo 409 e o dispositivo410 porque o dispositivo 409 implementa sua operação de proteção de falhasó depois que o dispositivo 410 opera. Com os dispositivos 409 e 410coordenados, o dispositivo 409 e 408 não podem mais ser coordenados comoo TCC do dispositivo 409 está deslocado em tempo para aquele do dispositivo408. Assim, o dispositivo 409 sinalizará o dispositivo 408 para atrasar,deslocando em tempo semelhantemente seu TCC. Geralmente, um dispositivoque recebe um comando de atraso sinaliza o próximo dispositivo a montantecom um segundo comando de atraso. Na realidade, primeiro, segundo e até"N" comandos de atraso, onde "N" é o número de dispositivoscompartilhando um TCC seguindo um último TCC único pode ser empregadopara assegurar coordenação de volta à fonte 402. Como resultado do primeiro,segundo, e/ou N comandos de atraso, só o dispositivo 410 opera para isolar afalha. Como será apreciado, a velocidade de comunicação do comando deatraso deve exceder o tempo de disparo mínimo para o dispositivo de proteçãode falha assegurar que os comandos de atraso sejam recebidos antes que odispositivo de proteção de falha dispare. Interruptores de falha a vácuo típicossão capazes de disparar, isto é, operar em um modo de proteção de falha,dentro de cerca de 0,1 segundo, e comunicação do comando de atraso podeocorrer em menos de cerca de 100 milissegundos.
Como apreciado da discussão precedente, dispositivos deproteção de falha podem ser coordenados essencialmente alternando ascaracterísticas de proteção de falha dos dispositivos em um caminho de umafonte para uma carga tal que o tempo de resposta do dispositivo mais perto dafalha removerá a falha mais rápido do que a resposta de qualquer dispositivo amontante. Coordenação de dispositivo pode ser problemática quandodispositivos de proteção de falha adicionais são adicionados em série entreuma fonte e uma carga, mas, como descrito acima, a capacidade decomunicação dos próprios dispositivos de proteção de falha é usadavantajosamente para facilitar coordenação entre dispositivos ondecoordenação de um dispositivo série resulta em dois ou mais dispositivostendo as mesmas características de proteção de falha. Em uma abordagemalternativa, dois ou mais dispositivos podem ser configurados para operar emtandem ou como um time para prover a coordenação necessária econseqüentemente a resposta de proteção de falha desejada. Usar operação emtandem ou de time permite a dispositivos em série proverem o isolamento defalha planejado e ainda alcançar coordenação com disjuntores a montante oufusíveis a jusante existentes.
Também há ocorrências em sistemas instalados ondedispositivos em série poderiam perder coordenação por várias razões taiscomo colocações impróprias, tolerâncias no relê de falha, perda de sinais decomunicação, etc. Como notado acima, isto pode ser tratado tendo osdispositivos de proteção de falha propagando periodicamente seu estado ecaracterísticas de proteção de falha resultando na re-coordenação automáticados dispositivos. A operação em tandem ou de time de dispositivos tambémpodem ser evocada nestas situações para melhorar a operação de sistemaglobal, novamente, assegurando isolamento só do segmento falhado atémesmo quando perda de coordenação de dispositivo deveria existir.
Se referindo novamente à Figura 4, cada seção do alimentador400 tem seu próprio dispositivo de proteção de falha, isto é, dispositivos deproteção de falha 406-410. De cada uma destas seções podem se estendercargas laterais que são protegidas por fusíveis, tal como a carga 412 protegidapelo fusível 414 se estendendo da seção 418. Além disso, como descritoacima, pode ser necessário que os dispositivos de proteção de falha 409 e 410tenham as mesmas características de resposta de falha, por exemplo, paraassegurar coordenação com dispositivos de proteção de carga a jusante.
O método seguinte descrito permite a inclusão de múltiplosdispositivos de proteção de falha em série com uma seqüência operacionalpredeterminada e conhecida para isolar uma única seção falhada. Odispositivo 410 pode ser fixado para operar com as mesmas características deproteção de falha, por exemplo, o mesmo TCC, como o dispositivo 409.Lógica de operação e re-fechamento pode ser aplicada pelos dispositivos deproteção de falha 409 e 410 para assegurar que só o dispositivo correto abrapara a falha 416.
Uma falha na seção 418 entre o dispositivo 409 e 410 só seriavista pelo dispositivo 409 e abriria por conseguinte. O dispositivo 410 nãoresponderia desde que não viu uma falha, por exemplo, uma sobre-corrente.Caso a falha na seção 418 seja uma "falha temporária", que seria removidapela operação inicial do dispositivo 409, o dispositivo 409 poderia ser fixadopara re-fechar, por esse meio para re-energizar ambas as seções 418 e 420,provendo o tempo de interrupção mínimo para o cenário de falha. Nenhumalógica especial precisa ser implementada nos dispositivos 409 e 410, emboracada um possa ter os mesmos parâmetros de proteção de falha.
A falha 416 na seção 420, como indicado na Figura 4, pode sertratada tendo os dispositivos de proteção de falha 409 e 410 implementandológica de resposta. Vários cenários são possíveis. Note que embora ambos osdispositivos de proteção de falha 409 e 410 estejam fixados para operar nosmesmos parâmetros de proteção de falha, há tolerâncias inerentes em cada umdos dispositivos tal que para a mesma corrente de falha, qualquer dispositivopode operar antes do outro, ou ambos os dispositivos podem operaressencialmente simultaneamente. Não é provavelmente possível eliminarestas diferenças inerentes nos próprios dispositivos, e a lógica pode seradaptada para responder a estes vários cenários.
Exemplo 1:
Os dispositivos 409 e 410 detectam a corrente de falha, e odispositivo 410 dispara e remove a corrente de falha antes que o dispositivo409 dispare. Este é o modo desejado de operação, e nenhuma lógica adicionalé precisada. O dispositivo 409 teria conhecimento de um falha a jusanteremovida por outro dispositivo protetor, mas não precisa entrar com algumaação adicional.
Exemplo 2:
Os dispositivos 409 e 410 cada um sente a corrente de falha eessencialmente disparam simultaneamente para remover ambas as seções 418e 420. Ambos os dispositivos 409 e 410 são fixados para re-fechar e testar ocircuito. O dispositivo 410, porém, viu uma sobre-corrente e disparou ointerruptor, mas também viu uma perda de tensão devido a disparo dodispositivo 409. O dispositivo 410 pode ser configurado para não tentar re-fechar até que tensão seja restaurada no lado de fonte. O dispositivo 409executaria sua operação de re-fechamento e energizaria a seção 418, que nãofalhou e restauraria tensão aos terminais do dispositivo 410. O dispositivo410, ao detectar tensão, pode então re-fechar para testar o circuito para umafalha na seção 420. Serviço é restaurado na seção 420 se a falha 416 fortemporária, e portanto, não há nenhuma falha detectada quando o dispositivo410 re-fecha. Porém, se a falha 416 for persistente, o dispositivo 410interromperia a falha e continuaria com sua seqüência de teste/re-fechamento.O dispositivo 409 não opera durante a seqüência de teste por uma das duasrazões seguintes.
1. Ao conduzir a seqüência de teste, o dispositivo 410 podeusar um teste do tipo de "pinging", tal como descrito no Pedido de Patente US
comumente nomeado Serial N° _____, intitulado "Fault Interrupting andClosing Device", depositado em 28 de outubro de 2005, registro de agenteSC-5388 PI, a exposição de qual está incorporada por este meioexpressamente aqui por referência. Como só um pulso momentâneo decorrente é usado para testar as seções de linha, o dispositivo 409 não "veria" acorrente de teste; e portanto, não suspenderia seus parâmetros de proteção defalha. Deste modo, coordenação seria alcançada entre os dispositivos 409 e410 enquanto o dispositivo 410 testa o segmento 420.
2. Se re-fechamento mais convencional for usado onde odispositivo 410 re-energiza o segmento 420 para testar com uma corrente defalha estendida, o dispositivo 409 pode ser configurado para trocar para umparâmetro de proteção de falha mais lento fixado dado o conhecimento dedisparo em uma corrente de falha medida e fechar com êxito para restaurarserviço no segmento 418. O parâmetro de proteção de falha fixado mais lentoprovê a coordenação necessária entre os dispositivos 409 e 410. Por exemplo,se ambos os dispositivos forem fixados a um TCC comum, o dispositivo 409depois de remover a falha inicial e re-fechar com êxito, trocaria o TCC emtempo um período de atraso igual a ou maior do que a seqüência de re-fechamento nomeada ao dispositivo 410. Deste modo, o dispositivo 409 atrasatemporariamente sua resposta a fim de alcançar coordenação por falhas naseção 420.
Exemplo 3
O dispositivo 409 remove a falha 416 antes que o dispositivo410 dispare. Porém, o dispositivo 410 sentirá uma sobre-corrente, mas antesde alcançar suas colocações de disparo, o dispositivo 410 verá uma perda detensão de fonte. Usando esta informação, o dispositivo 410 pode abrirautomaticamente e entrar em um modo operacional como descrito noExemplo 2 acima. Se necessário baseado no procedimento de testeimplementado pelo dispositivo 410, o dispositivo 409 ajustariaapropriadamente sua resposta de proteção de falha de tempo ou não.
Geralmente, dois dispositivos de proteção de falha podem serfixados para operar como um time ou em tandem para prover remoção daseção falhada apropriada até mesmo quando as respostas devem ser fixadas aomesmo ou quase os mesmos parâmetros de proteção de falha a fim decoordenar corretamente com dispositivos a montante e/ou a jusante. Estemesmo cenário operacional pode ser usado em condições onde não há umaperda de coordenação não intencional, por exemplo, os parâmetros deproteção de falha no dispositivo 409 estão fixados incorretamente maisrápidos do que aqueles do dispositivo 410.
Enquanto a invenção é descrita em termos de váriasconcretizações preferidas de circuito ou dispositivos interruptores de falha,será apreciado que a invenção não está limitada a dispositivos interruptores edesconectores de circuito. Os conceitos inventivos podem ser empregadoscom relação a qualquer número de dispositivos incluindo disjuntores, re-fechadores e similares.
Enquanto a presente exposição é suscetível a váriasmodificações e formas alternativas, certas concretizações são mostradas pormeio de exemplo nos desenhos e nas concretizações descritas aqui. Porém,será entendido que esta exposição não é pretendida limitar a invenção àsformas particulares descritas, mas ao contrário, a invenção é pretendida cobrirtodas as modificações, alternativas, e equivalentes definidos pelasreivindicações anexas.
Também deveria ser entendido que, a menos que um termoesteja expressamente definido nesta patente usando a sentença "Como usadoaqui, o termo "_" é por este meio definido significar..." ou uma sentençasemelhante, não há nenhuma intenção para limitar o significado desse termo,expressamente ou implicitamente, além de seu significado claro ou ordinário,e tal termo não deveria ser interpretado ser limitado em extensão baseado em
qualquer declaração feita em qualquer seção desta patente (diferente dalinguagem das reivindicações). A extensão que qualquer termo recitado nasreivindicações ao término desta patente é referido nesta patente de umamaneira consistente com um único significado, que só é feito por causa declareza para não confundir o leitor, e não é planejado que tal termo dereivindicação seja limitado, implicitamente ou caso contrário, a esse únicosignificado. A menos que um elemento de reivindicação esteja definidorecitando a palavra "significa" e uma função sem o recital de qualquerestrutura, não é planejado que a extensão de qualquer elemento dereivindicação seja interpretada baseado na aplicação de 35 U. S. C. §112,sexto parágrafo.

Claims (26)

1. Sistema de proteção de falha, caracterizado pelo fato deque compreende:uma linha de distribuição, a linha de distribuição conectandouma fonte por um dispositivo de proteção de limite a uma carga;um dispositivo de proteção de falha segmentando a linhaentre o dispositivo de proteção de limite e a carga; o dispositivo deproteção de falha sendo operável para isolar a fonte de uma falha na linhade distribuição entre o dispositivo de proteção de falha e a carga; odispositivo de proteção de falha incluindo um controlador, uma memóriaacoplada ao controlador e um operador de isolamento de falha acoplandoum lado de fonte da linha de distribuição a um lado de carga da linha dedistribuição, o operador de isolamento de falha sendo responsivo aocontrolador;o controlador sendo operável para receber dados decaracterística operacional de falha relativos aos dispositivos de proteção delimite e ademais sendo operável nos dados de característica operacional defalha para determinar uma parâmetro operacional de falha para odispositivo de proteção de falha e armazenar o parâmetro operacional defalha na memória; tal que, em operação, o operador de isolamento de falhaé operável responsivo ao controlador para prover isolamento de falha nalinha de distribuição baseado no parâmetro operacional de falha.
2. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os dados de característicaoperacional de falha incluem dados de característica de tempo-corrente(TCC).
3. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 2, caracterizado pelo fato de que os dados de característica detempo-corrente são expressos como uma função de dados de característicaoperacional de falha do dispositivo de proteção de limite.
4. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 2, caracterizado pelo fato de que os dados de característica detempo-corrente são expressos como um conjunto de dados definindo umacaracterística de tempo-corrente nominal do dispositivo de proteção delimite.
5. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o controlador é operávelpara determinar uma validade do parâmetro operacional de falha emrelação aos dados de característica operacional de falha dos dispositivos delimite.
6. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende um segundodispositivo de proteção de falha segmentando a linha de distribuição entreo dispositivo de proteção de limite e a carga; o controlador sendo ademaisoperável para receber dados de característica operacional de falha relativosao segundo dispositivo de proteção de falha.
7. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 6, caracterizado pelo fato de que cada um do dispositivo deproteção de falha e do segundo dispositivo de proteção de falhacompreende dispositivos de comunicação respectivos, os dispositivos decomunicação sendo operáveis para comunicar os dados de característicaoperacional de falha do segundo dispositivo de proteção de falha para oprimeiro dispositivo de proteção de falha.
8. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 6, caracterizado pelo fato de que inclui um segundoparâmetro operacional de falha associado com o segundo dispositivo deproteção de falha, o primeiro parâmetro operacional de falha e o segundoparâmetro operacional de falha sendo determinados para prover operaçãocoordenada do dispositivo de proteção de falha e do segundo dispositivo deproteção de falha.
9. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de proteção defalha é operável para comunicar uma mensagem ao segundo dispositivo deproteção de falha na operação do dispositivo de proteção de falha, osegundo dispositivo de proteção de falha sendo operável para modificar osegundo parâmetro operacional de falha responsivo à mensagem tal que osegundo dispositivo de proteção de falha permaneça coordenado com oprimeiro dispositivo de proteção de falha.
10. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 9, caracterizado pelo fato de que a mensagem é umamensagem de atraso e em que em resposta à mensagem de atraso, osegundo dispositivo de proteção de falha desloca em tempo suacaracterística de tempo-corrente.
11. Sistema de proteção de falha de acordo com areivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de proteção defalha e o segundo dispositivo de proteção de falha operam como um timecoordenado.
12. Método de prover proteção de falha coordenada parauma linha de distribuição acoplando uma fonte a uma carga, um dispositivode proteção de limite estando disposto na linha de distribuição entre a fontee a carga e um dispositivo de proteção de falha estando disposto na linha dedistribuição entre o dispositivo de proteção de limite e a carga,caracterizado pelo fato de que compreende:receber dados de característica operacional de falha relativosao dispositivo de proteção de limite;determinar um caminho de carga da fonte à carga, o caminhode carga incluindo o dispositivo de proteção de limite e o dispositivo deproteção de falha;determinar um parâmetro operacional de falha para odispositivo de proteção de falha baseado pelo menos em parte nos dados decaracterística operacional de falha do dispositivo de proteção de limite; eativar uma característica operacional de falha dentro dodispositivo de proteção de falha baseado no parâmetro operacional de falhadeterminado.
13. Método de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que o dispositivo de proteção de falha compreende umapluralidade de dispositivos de proteção de falha estando dispostos dentrodo caminho de carga, o método compreendendo:propagar dados de característica operacional de falha paracada um da pluralidade de dispositivos de proteção de falha para cada outroda pluralidade de dispositivos de proteção de falha;gerar um parâmetro operacional de falha para cada um dapluralidade de dispositivos de proteção de falha baseado nos dados decaracterística operacional de falha do dispositivo de limite e nos dados decaracterística operacional de falha propagados da pluralidade dedispositivos de proteção de falha; eativar uma característica operacional de falha dentro de cadaum da pluralidade de dispositivos de proteção de falha baseado noparâmetro operacional de falha determinado para o dispositivo de proteçãode falha respectivo.
14. Método de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que compreende:o parâmetro operacional de falha de cada um da pluralidadede dispositivos de proteção de falha sendo determinado para proveroperação coordenada da pluralidade de dispositivos de proteção de falhacom respeito um ao outro e o dispositivo de limite.
15. Método de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que compreende:determinar que um primeiro dispositivo de proteção de falhatem um parâmetro de proteção de falha inválido;fixar o parâmetro de proteção de falha do primeirodispositivo de proteção de falha para ser igual ao parâmetro de proteção defalha de um segundo dispositivo de proteção de falha, o parâmetro deproteção de falha do segundo dispositivo de proteção de falha sendodeterminado para ser válido.
16. Método de acordo com a reivindicação 15, caracterizadopelo fato de que compreende:coordenar a operação de proteção de falha do primeirodispositivo de proteção de falha e do segundo dispositivo de proteção defalha.
17. Método de acordo com a reivindicação 16, caracterizadopelo fato de que a coordenação compreende enviar uma mensagem doprimeiro dispositivo de proteção de falha para o segundo dispositivo deproteção de falha na operação de proteção de falha do primeiro dispositivode proteção de falha, a mensagem afetando a operação coordenada dosegundo dispositivo de proteção de falha com respeito ao primeirodispositivo de proteção de falha.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizadopelo fato de que a mensagem compreende uma mensagem de atraso; osegundo dispositivo de proteção de falha atrasando sua característica deproteção de falha responsivo à mensagem de atraso.
19. Método de acordo com a reivindicação 16, caracterizadopelo fato de que coordenar compreende:determinar uma operação anterior do primeiro dispositivo deproteção de falha para uma falha; eatrasar a operação do segundo dispositivo de proteção defalha para a falha responsivo à operação do primeiro dispositivo deproteção de falha.
20. Método de acordo com a reivindicação 16, caracterizadopelo fato de que coordenar compreende:determinar a operação substancialmente simultânea doprimeiro dispositivo de proteção de falha e do segundo dispositivo deproteção de falha para uma falha; ereajustar seqüencialmente o primeiro dispositivo de proteçãode falha e o segundo dispositivo de proteção de falha para restaurarserviço.
21. Método de acordo com a reivindicação 20, caracterizadopelo fato de que reajuste seqüencial compreende primeiro reajustar o maisperto da fonte do primeiro dispositivo de proteção de falha e do segundodispositivo de proteção de falha.
22. Método de acordo com a reivindicação 20, caracterizadopelo fato de que reajuste seqüencial compreende reajustar um do primeirodispositivo de proteção de falha e do segundo dispositivo de proteção defalha, e testar pelo outro do primeiro dispositivo de proteção de falha e dosegundo dispositivo de proteção de falha, uma persistência da falha.
23. Método de acordo com a reivindicação 22, caracterizadopelo fato de que compreende modificar o parâmetro operacional de falha econseqüentemente a característica operacional de falha do um do primeirodispositivo de proteção de falha e do segundo dispositivo de proteção defalha durante o teste para prevenir temporariamente sua operação durante oteste.
24. Método de acordo com a reivindicação 16, caracterizadopelo fato de que coordenar compreende:determinar uma operação do primeiro dispositivo deproteção de falha a um primeiro tipo de falha;determinar um segundo tipo de falha existir no segundodispositivo de proteção de falha, e operar o segundo dispositivo deproteção de falha responsivo ao segundo tipo de falha; ereajustar seqüencialmente o primeiro dispositivo de proteçãode falha e o segundo dispositivo de proteção de falha para restaurarserviço.
25. Método de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que o dispositivo de proteção de limite é um dispositivo nãoconfigurável.
26. Método de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que adicionalmente compreende determinar uma validade dacaracterística de resposta do dispositivo de proteção de falha.
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