BRPI0618321A2 - fluido funcional, processo para preparação e uso do mesmo, processo para a dessulfurização de um estoque de alimentação de hidrocaboneto gasoso, aparelho para uso do referido processo e composição farmacêutica compreendendo o fluido funcional - Google Patents

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Abstract

FLUIDO FUNCIONAL, PROCESSO PARA PREPARAçãO E USO DO MESMO, PROCESSO PARA A DESSULFURIZAçãO DE UM ESTOQUE DE ALIMENTAçãO DE HIDROCARBONETO GASOS0, APARELHO PARA USO DO REFERIDO PROCESSO E COMPOSIçãO FARMACêUTICA COMPREENDENDO O FLUIDO FUNCIONAL. A presente invenção refere-se a um novo fluido funcional para a remoção de contaminados tais como, porém não limitados a, componentes causadores de ácido em componentes gasosos de enxofre e áxidos de carbono provenientes de correntes fluidas e remoção e tratamento de NO~ x~ e de SO~ x~,de emissões pós-combustão. Também é descrito o processo de fabricação para produzir o fluido funcional tanto em um sistema de processo atmosférico em batelada assim como um sistema fechado capaz de operar acima ou abaixo de condições atmosféricas.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "FLUIDOFUNCIONAL, PROCESSO PARA PREPARAÇÃO E USO DO MESMO,PROCESSO PARA A DESSULFURIZAÇÃO DE UM ESTOQUE DE ALI-MENTAÇÃO DE HIDROCARBONETO GASOSO, APARELHO PARA USODO REFERIDO PROCESSO E COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA COM-PREENDENDO O FLUIDO FUNCIONAL".
A presente invenção refere-se a um fluido funcional e particular-mente a um fluido funcional para uso, por exemplo, no tratamento e na remo-ção de ácidos de componentes azedos (por exemplo, H2S) e CO2, CO, NO"x eSO"x gasosos de correntes de fluido (por exemplo, uma corrente fluida à basede hidrocarboneto) ou combustíveis ou gases depois da combustão. A inven-ção também se refere a um processo para a preparação do fluido funcional.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Na extração, no processamento e na refinação, armazenagem ecombustão de hidrocarboneto e de composições à base de carbono (por exem-plo, oleo bruto, brutos sintéticos, gás natural, carvão mineral e coque) são en-contradas e/ou produzidas quantidades significativas de substâncias tóxicas.Estas substâncias incluem, por exemplo, sulfeto de hidrogênio gasoso, mercap-tanos, SOx gasosos (por exemplo, SO2 e SO3) e NOx gasosos (por exemplo,NO1 NO2 e N2O). O sulfeto de hidrogênio e os mercaptanos são freqüentemen-te extraídos com óleo bruto. Dióxido de carbono, monóxido de carbono e SOxgasosos podem ser produzidos durante o processamento e a refinação de óleo.Os NOx gasosos podem ser produzidos por combustão de combustíveis à basede hidrocarboneto. Além disso, as fumaças pós-combustão provenientes deestações de energia acionadas por combustão de carvão mineral, plantas decoqueamento e plantas de produção de aço geralmente contêm um ou maisdestes gases. Há, portanto, uma necessidade contínua de desenvolvimento decomposições e de processos que permitem a remoção destes gases de corren-tes à base de hidrocarboneto, de chaminés e de sistemas de exaustão.
Os compostos sequestrantes de H2S tipicamente compreendemadutos de amina e os processos de preparação dos mesmos muitas vezesrequerem o uso de protocolos complexos de reação e de materiais de rea-ção ambientalmente tóxicos. Por exemplo, a GB 2409859 descreve I, umseqüestrante de enxofre solúvel em óleo que inclui adutos de aldeído-aminasubstancialmente monoméricos provenientes da reação de pelo menos umaamina primária ou secundária estericamente impedida e um excesos molarde pelo menos um aldeído ou de um doador do mesmo.
O Pedido de Patente US N9. 2005/0214199 descreve um com-posto de oxido de manganês com grande área superficial usado para remo-ção de poluentes tais como NOx, SOx e CO por adsorção e oxidação. O oxi-do de manganês é preparado por uma reação de um sal de manganês biva-lente com soluções de permanganato de metal alcalino e soluções de hidró-xido na presença de água trocadora de íons sob condições específicas dareação. As taxas de remoção de até 35 % são apresentadas em relação aomonóxido de carbono.
Desse modo, há uma necessidade de outras composições parauso na remoção de substâncias tóxicas. Também há uma necessidade decomposições que podem ser preparadas por meio de protocolos da reaçãorelativamente diretos e econômicos. Há também uma necessidade de prepa-ração e isolamento de composições que têm uso multifuncional em algumasaplicações, tais como aquelas descritas acima.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção éfornecido um processo para a preparaçao de um fluido funcional que com-preende a reação de silício, hidróxido de metal alcalino e uma solução quecompreende água e cloro em um reator a uma temperatura não maior doque aproximadamente 200 °F (93 °C).
As características opcionais do primeiro aspecto da invençãosão o assunto das reivindicações dependente.
Desse modo, o processo é responsável pela preparação e peloisolamento de um novo fluido funcional por meio de um processo econômicoe relativamente direto. Foi descoberto que o fluido funcional tem utilidade emalgumas aplicações como um doador de elétrons, agente redutor ou antioxi-dante. Vantajosamente, o processo fornece um seqüestrante de fluido fun-cional sem a necessidade de incluir substâncias químicas orgânicas onero-sas que possa resultar na formação de subprodutos da reação. Tais subpro-dutos podem ser difíceis e onerosos para serem descartados, devido a preo-cupações ambientais. Uma outra vantagem é que o fluido funcional pode serpreparado sob condições atmosféricas ou pressurizadas.
De acordo com um segundo aspecto da invenção é fornecidoum fluido funcional que tem uma gravidade específica de em torno de 1,25 a5 e um pH de desde aproximadamente 9 até aproximadamente 13, que podeser obtido pelo processo do primeiro aspecto da invenção.
Uma outra vantagem da invenção encontra-se na preparação eno isolamento de um fluido funcional, que tenha uso multifuncional. Por e-xemplo, na indústria de produção de petróleo e de gás, o fluido funcional
pode ser usado como um seqüestrante de H2S em tubos de bombeamentode óleo bruto e como um inibidor de corrosão nos tubos. O fluido pode aindaser usado no tratamento de CO2 e de NO2 que são produzidos durante arefinação do óleo bruto e/ou por combustão do produto bruto.
O fluido funcional do segundo aspecto da invenção pode serusado como um seqüestrante de CO, CO2 ou H2S.
O fluido funcional pode ser usado como um seqüestrante deH2S em sistemas de produção de óleo úmido e de gás.
O fluido funcional pode ser usado no tratamento de ΝΟχ (porexemplo, NO e NO2) e de SOx (por exemplo, SO2 e SO3) gasosos.
O fluido funcional pode ser usado em sistemas de tratamento degás azedo.
O fluido funcional pode ser usado como um inibidor de corrosão.
O fluido funcional pode ser usado como um pacificador de açocarbono para reduzir as taxas de corrosão associadas com gases ácidos.
O fluido funcional pode ser usado como um agente antiespu-mante.
O fluido funcional pode ser usado na remoção de contaminantesda água de esgoto ou da água de alimentação de caldeira.
O fluido funcional pode ser usado como um estoque para hidro-gênio gasoso.De acordo com um terceiro aspecto da invenção, é fornecido umprocesso para a dessulfurização de um estoque de alimentação de hidrocar-boneto gasoso que compreende:
(i) o contato do estoque de alimentação de hidrocarboneto ga-soso com um fluido funcional como especificado na primeira e na segundamodalidades sob condições adequadas para formar um fluido funcional enri-quecido com enxofre e
(ii) recuperação de um estoque de alimentação de hidrocarbone-to gasoso dessulfurizado do fluido funcional enriquecido com enxofre.
O processo do terceiro aspecto da invenção pode opcionalmen-te compreender as etapas de:
(iii) o contato do fluido funcional enriquecido com enxofre comum agente floculaníe sob condições suficientes para permitir a precipitaçãodo enxofre do fluido runccional enriquecido com enxofre e
iv) separação do enxofre precipitado do fluido para recuperar umfluido funcional como especificado no primeiro ou no segundo aspecto dainvenção.
De acordo com um quarto aspecto da invenção, é fornecido umprocesso para a remoção de CO2 de estoque de alimentação de hidrocarbo-neto gasoso, que tem um componente CO2, que compreende as etapas de:
(i) contato do fluido funcional e do estoque de alimentação dehidrocarboneto gasoso sob condições suficientes para dissolver o CO2 nofluido funcional;
(ii) separação do estoque de alimentação de hidrocarboneto ga-soso do fluido funcional e
(iii) depressurização do fluido funcional para provocar a evolu-ção de CO2 gasoso do fluido funcional.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Para um melhor entendimento da presente invenção e para a-presentar mais claramente como esta pode ser levada a cabo, será feita re-ferência agora, por meio de exemplo, às ilustrações a seguir, em que:
A Figura 1 é uma representação esquemática de um processoatmosférico para a fabricação do fluido funcional da invenção;
A Figura 2 é uma representação esquemática de um sistemafechado abaixo da pressão atmosférica para a fabricação do fluido funcionalda invenção;
A Figura 3 é uma representação esquemática de um processopara a remoção de H2S de uma alimentação de metano gasoso;
A Figura 4 é uma representação esquemática de um exemplode um processo de dessulfurização aplicado a um processo de dessulfuriza-ção existente como um aperfeiçoamento e
A Figura 5 é uma representação esquemática de um processopara a remoção de CO2 de uma alimentação de metano gasoso.DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
O fluido funcional é formado pela reação de um metal alcalinoou de um derivado do mesmos e silício. Serão primeiro descritos os reagen-tes usados no processo da reação.SILÍCIO
Ό silício usado no processo da invenção pode ser silício ele-mentar ou silício metálico. O silício metálico existe em alguns graus de pure-za. Exemplos de silício metálico que podem ser usados no processo sãosilício metálico grau 551 (98,5 % de Si, teor máximo de Fe de 0,5 %, teormáximo de Ca de 0,10 %), silício metálico grau 553 (98,5 % de Si, teor má-ximo de Fe de 0,5 %, teor máximo de Ca de 0,30 %), silício metálico grau441 (99 % de Si, teor máximo de Fe de 0,5 %, teor máximo de Ca de 0,10%), silício metálico grau 442 (99 % de Si, teor máximo de Fe de 0,4 %, teormáximo de Ca de 0,20 %), silício metálico grau 4406 (99,3 % de Si, teor má-ximo de Fe de 0,4 %, teor máximo de Ca de 0,06 %), silício metálico grau4403 (98,5 % de Si, teor máximo de Fe de 0,4 %, teor máximo de Ca de 0,03%), silício metálico grau 331 (99,3 % de Si, teor máximo Fe de 0,3 % Fe, teormáximo de Ca de 0,10 %), silício metálico grau 3305 (99,4 % de Si, teor má-ximo Fe de 0,3 %, teor máximo de Ca de 0,05 % Ca), silício metálico grau3303 (99,4 % de Si, teor máximo Fe de 0,3 % Fe, teor máximo de Ca de0,03 %), silício metálico grau 2204 (99,5 % de Si, teor máximo Fe de 0,2 %Fe, teor máximo de Ca de 0,04 % Ca), silício metálico grau 2202 (9,5 % deSi, teor máximo Fe de 0,2 %, teor máximo de Ca de 0,02 % Ca) ou silíciometálico grau 1501 (99,5% Si, teor máximo Fe de 0,15 % Fe, teor máximode Ca de 0,01 % Ca).
Silício metálico grau 441 é o grau de silício metálico preferidousado no processo para preparar o fluido funcional da invenção.
O silício ou o silício metálico podem compreender uma faixa detamanhos de partícula. Estas partículas podem estar na forma de grandesblocos ou lingotes (por exemplo, tendo um diâmetro médio de até aproxima- damente 150 mm) ou em forma de pó. Em uma modalidade, o silício ou osilício metálico compreende partículas com um diâmetro médio da partículaentre aproximadamente 1 mm e aproximadamente 150 mm. Em uma outramodalidade, o silício ou silício metálico compreende partículas com um diâ-metro médio da partícula entre aproximadamente 24 mm e 150 mm. Em uma outra modalidade, o diâmetro médio da partícula é maior do que aproxima-damente 10pm, tal como mais do que 100pm, por exemplo, maior do que500μm. O diâmetro médio da partícula pode também ser menor do que10mm, por exemplo, menor do que 5mm, tal como menor do que 2 mm oumenor do que 1 mm. Quando as partículas não forem esféricas, o termo "di- âmetro" refere-se a maior dimensão da partícula.
Algumas partículas individuais podem ter um diâmetro fora dosvalores especificados. Entretanto, de preferência pelo menos 50 %, por e-xemplo, pelo menos 95 %, tal como 99% das partículas têm um diâmetrodentro dos valores especificados. Em uma modalidade, substancialmente todas as partículas têm um diâmetro dentro da faixa especificada.
HIDRÓXIDO DE METAL ALCALINQ
O hidróxido de metal alcalino usado no processo pode compre-ender hidróxido de lítio, hidróxido de sódio ou hidróxido de potássio. Em umamodalidade é usado o hidróxido de sódio. Combinações de hidróxido de lítio, hidróxido de sódio e hidróxido de potássio também podem ser usadas noprocesso.
O hidróxido de metal alcalino (por exemplo, hidróxido de sódio)pode ser usado na forma na forma de uma solução áquosa preparada dohidróxido de metal alcalino. Na forma sólida o hidróxido de metal alcalinopode estar na forma de flocos, de péletes ou de pó.
Alternativamente, o hidróxido de metal alcalino pode ser substi-tuído por outro hidróxido de metal alcalino e de metal alcalino-terroso tal co-mo hidróxido de rubídeo, hidróxido de berílio, hidróxido de magnésio, hidró-xido de cálcio, hidróxido de estrôncio ou hidróxido de bário.
SOLUÇÃO DE ÁGUA E CLORO
A solução de água e cloro usada no processo compreende á-gua, de preferência água destilada e uma fonte de cloro. A fonte de cloropode ser cloro gasoso que então é dissolvido em água.
Em uma modalidade preferida, a fonte de cloro é um cloro líqui-do, também conhecido como hipoclorito de sódio (NaOCI).
A água (de preferência destilada) e o cloro líquido são combina-dos em uma razão de entre aproximadamente 10:1 até aproximadamente30:1 em volume (água : cloro líquido), por exemplo entre aproximadamente15:1 e aproximadamente 25: 1. Em uma modalidade, a razão de água paracloro é de aproximadamente 20:1.
A água e o cloro líquido podem ser combinados antes da adiçãoao reator que compreende o silício e o hidróxido de metal alcalino ou a águae o cloro podem ser adicionados separadamente, in situ.
O PROCESSO E O FLUIDO FUNCIONAL RESULTANTE
Como discutido a seguir, a duração do processo do primeiroaspecto da invenção irá depender de fatores tais como a temperatura dareação e o tamanho da partícula de reagente (devido ao efeito do tamanhoda partícula em relação às considerações da área superficial). A duração dareação será menor do que quando forem usadas partículas menores e maislongas quando forem usadas partículas maiores. Na maioria das modalida-des, a duração da reação será maior do que aproximadamente uma hora,por exemplo maior do que aproximadamente 3 houras tal como maior do queaproximadamente 6 horas. A duração da reação pode também ser menor doque aproximadamente 3 dias, por exemplo, menor do que aproximadamente2 dias tal como menor do que aproximadamente 1 dia ou menor do que a-proximadamente 12 horas. Como a reação é exotérmica, o controle do ta-manho da partícula de reagente fornece um meio de controlar até certo pon-to a velocidade da reação e portanto o grau até o qual o reator requer resfri-amento durante o processo do primeiro aspecto.
O reator é mantido a uma temperature abaixo de aproximada-mente 93°C. Sujeita a esta restrição, em algumas modalidades, a temperatu-ra da reação pode ser mantida a uma temperatura maior do que aproxima-damente 60°C, por exemplo, maior do que aproximadamente 70°C. Em umamodalidade, a temperatura da reação é mantida a um valor de aproximada-mente 80°C.
A discussão a seguir é limitada a um processo que compreendesilício metálico grau 441 e hidróxido de sódio, para fins de exemplo. Refe-rências às Figuras 1 e 2 das ilustrações também são incluídas para ajudar aentender o processo da invenção. No entanto, estas não são limitativas e apessoa versadas na técnica estará ciente que a discussão a seguir será típi-ca para alguns sistemas alternativos como descrito acima.
Tipicamente, o silício metálico grau 441 e o hidróxido de metalalcalino são combinados em um reator. A Figura 1 apresenta um processoatmosférico em batelada para a fabricação do fluido funcional da invenção.Um reator aberto 1, de preferência fabricado de aço inoxidável, é carregadocom silício (silício metálico grau 441) 2 com uma distribuição de tamanho nafaixa de 24 mm a 150 mm de diâmetro médio. O silício 2 é carregado atéuma altura equivalente a 30% do volume do reator inclusive o esvaziamentodas partículas de silício 2. O hidróxido de sódio 3 (na forma de flocos) é adi-cionado ao silício 2 no reator 1 , até um nível aproximadamente equivalentaao esvaziamento disponível no silício 2, tal que o nível de sólidos no reatorseja substancialmente invariável. Isto é conseguido pela misturação comple-ta do silício 2 e do hidróxido de sódio 3. A quantidade de silício para hidróxi-do de sódio é tipicamente de aproximadamente 1:1 em volume. Será eviden-te para a pessoa versadas na técnica que o tamanho das partículas silíciousado irá afetar a velocidade da reação (isto é, pela adição da solução deágua-cloro) dependendo da área superficial das partículas de silício.
A Água destilada 4 é dosada com cloro líquido 5, por exemplo,em uma proporção de água para cloro líqiuido de aproximadamente 20:1 emvolume, antes da introdução da mesma no reator 1 e começa a reação entreos componentes. A solução de água-cloro é adicionada até um nível (nível 6na Figura 1) pelo menos igual a ou maior do que o nível da mistura de silí-cio/hidróxido de sódio, tal que o silício/hidróxido de sódio esteja completa-mente imerso na solução de água-cloro.
Tipicamente, haverá um espaço de tempo antes de ocorrerqualquer reação notável. Este espaço de tempo irá depender da quantidadede reagentes usados (isto é, a razão em volume do silício para hidróxido desódio) e o tamanho da partícula do silício 2 e do hidróxido de sódio 3. A rea-ção exotérmica resultante começa a efervescer com a liberação de hidrogê-nio gasoso 7 e vapor d'água 8. Portanto, devem ser empregadas medidas desegurança adequadas. A temperatura da reação é mantida tal que ela nãoexceda aproximadamente 200°F (93°C) e é, de preferência mantida abaixode aproximadamente 175°F (80°C). A temperatura da reação é mantida u-sando-se meios externos de aquecimento / resfriamento 10, por exemplo,pelo uso de uma camisa de aquecimento / resfriamento. Água adicioanl e/ousolução de água-cloro é adcionada enquanto se processa a reação paramanter o nível da solução acima de silício/hidróxido de sódio (isto é, para sercompatível com as perdas que podem ser atribuídas às perdas de hidrogê-nio gasoso e de vapor d'água).
Sob as condições descritas acima, a reação leva tipicamente atéseis horas, depois das quais o grau de efervescência começa a diminuir e ofluido funcional resultante está pronto para decantar através da saída 9 pormeio de um meio filtrante para remover algum particulado indesejado, quepode continuar a reagir. A substância química acabada é então armazenadaem tambores selados para utilização.
A Figura 2 apresenta um exemplo de um aparelho de sistemafechado ou pressurizado, que pode ser operado acima ou abaixo da pressãoatmosférica. Um funil 33 é carregado com as mesmas quantidades e quali-dades como descrito para a Figura 1 , de silício 21 e hidróxido de sódio 20,para um dado tamanho de batelada. No entanto foi descoberto na práticaque em um sistema fechado, tal como aquele apresentado na Figura 2, podeser usado o silício de uma distribuição de tamanho da partícula considera-velmente menor tão baixa quanto 1mm, desse modo permitindo que a áreasuperficial de silício disponível para contato seja aumentada substancialmen-te. Isto, juntamente com a capacidade de controlar a pressão dentro do rea-tor por um meio de controle de pressão 29 permite que a reação seja maiscontrolada e portanto reduz o tempo necessário para que a reação do silícioproduza a substância química necessária. O silício 21 e o hidróxido de sódio20, são alimentados do funil 33, controlado por um dispositivo de válvulameans 28, para o reator de pressão 27. O dispositivo de válvula 28 entãofecha e uma bomba 24 começa a funcionar, que é alimentada por uma mis-tura de água 23 e cloro 22. Esta mistura informa pelo dispositivo de válvula25 a um gerador de vórtice 31, situado dentro do reator pressurizado 27. Areação então começa e é ainda acelerada pela intermisturação constantedas partículas 20 e 21 e líquido 22 e 23, pelas forças centrífugas dentro dovórtice.
O hidrogênio gasoso e o vapor d'água gerados por esta reaçãosão coletados na parte superior do reator pressurizado 27 e a pressão den-tro do reator pressurizado 27, é controlada até o ponto de ajuste necessáriopor um sensor de pressão, um controlador e uma válvula de controle depressão 29. Os gases removidos do reator pressurizado 27 podem ser en-caminhados para um pára-chamas 30 e ou um lavador/còndensador 37, quepor sua vez, se necessário pode reencaminhar o hidrogênio de volta para oreator pressurizado 27 sem o vapor d'água associado causado pela reação.
Desse modo, o hidrogênio pode ser reabsorvido para enriquecer mais aindaa substância química ou se não necessário pode ser armazenado ou levadoa um dispositivo para descrate da chama. É um outro requisito do processo,que o nível de líquido no reator pressurizado 27 permaneça dentro dos limi-tes de nível necessários. Portanto o indicador de nível 26 tem a capacidadede fazer funcionar a bomba 24 e acionar o dispositivo da válvula 25 para a-dicionar água de reposição quando necessário. Quando a bomba 24 nãoestiver em operação e seja necessário manter o vórtice dentro do reatorpressurizado 27, então uma bomba 40 dá a partida e re-circula o produtoquímico através do gerador de vórtice 31 como necessário para manter ossólidos 20 e 21 em suspensão.
Uma camisa de resfriamento 41 pode ser alimentada com ummeio de resfriamento para regular a temperatura do processo até dentro doslimites necessários pela interação com o controlador de temperatura 32. Senecessário, pode ser empregado um vácuo na saída do vapor 29, que nasmesmas condições irá melhorar a produção de substância química. Quandoa reação química estiver completa, a bomba 40 para o seu funcionamento eo 39 se fecha. O dispositivo de válvula 34 abre e o produto química relatapara o filtro 35 e no reator de armazenagem 36.
O papel representado pelo cloro líquido na reação não é com-pletamente entendido, porém sem que se deseje ficar preso à teoria, acredi-ta-se que o cloro aja como um sumidouro de elétrons para a reação. Se nãofor usado cloro líquido, então irão se formar sais silicato de sódio em vez dofluido funcional. Se for usada uma solução aquosa de hidróxido de sódio,então o espaço de tempo será mais curto devido à presença de água líquidaantes da adição de solução de água-cloro. Nestas circunstâncias, o cloroliquido devia ser adicionado antes da efervescência para minimizar a forma-ção de silicato.
O fluido funcional preparado pela reação descrita acima é umlíquido viscoso tipicamente claro e transparente, o líquido viscoso tendo umagravidade específica de aproximadamente 1,25 até 5, por exemplo aproxi-madamente 5 e um pH na faixa de desde aproximadamente 9 até aproxima-damente 13, por exemplo desde aproximadamente 9 até aproximadamente12. O fluido funcional, no entanto, pode às vezes parecer translúcido. O flui-do funcional pode ser usado como preparado ou pode ser usado em umaforma diluída; por exemplo, o fluido funcional pode ser diluído até uma gravi-dade específica de aproximadamente 1,25 antes do uso.
CARACTERIZAÇÃO DO FLUIDO FUNCIONAL DA INVENÇÃOA composição precisa e a forma do fluido funcional não estãocompletamente entendidas, porém acredita-se que os íons de silício e demetal alcalino formem um complexo inorgânico monomérico solúvel em águapela reação com a solução de água-cloreto. Não é evidente se o cloro, pro-vavelmente presente com íons cloreto, faz parte do complexo inorgânico. Foidescoberto que o fluido funcional resultante que compreende o complexo desilício-metal alcalino é rico em elétrons (possivelmente compreendendo elé-trons livres) e age prontamente com um agente redutor na presença de ou-tras substâncias químicas com ma conversão destas substâncias químicas asais solúveis em água, ou até mesmo compostos elementares. Por exemplo,pela reação entre o fluido funcional e H2S, pode ser formado enxofre ele-mentar.
Desse modo, o fluido funcional da presente invenção tem a ca-pacidade de remover seletivamente contaminados visados de qualquer cor-rente de fluido à base de carbono.
UTILIDADE DO FLUIDO FUNCIONAL DA PRESENTE INVENÇÃO
O fluido funcional da invenção tem utilidade em algumas aplica-ções, por exemplo:
- como um seqüestrante de CO2
- como um seqüestrante de H2S
- no tratamento de NOx (por exemplo, NO e NO2) & SOx (porexemplo, SO2 e SO3) gases
- como um inibidor de corrosão
- na melhoria de sistemas de trtamento de gás azedo existentestais como plantas de amina
- na remoção de contaminados da água, por exemplo, pré-tratamento de água de alimentação de caldeira e tratamento de água de re-jeito para Compostos Orgânicos Voláteis (VOC) Metil Etil Butil Éter Terciário(MTBE) e
Destruição de muitas formas de bactérias tais como formas defeta coli, Cryptosporidium e legionários
- rejeição de hidrocarbonetos de sólidos umedecidos com oleo,por exemplo, em formações de rochas herméticas através das quais o óleoestá fluindo, o fluido funcional umedece a zona de produção e é atraído pelaformação da rocha, desse modo forçando o óleo para fora da rocha, redu-zindo o arraste e melhorando o fluxo de óleo
- na remoção de todos os tipos de substâncias que contenhamenxofre, em particular sulfeto de carbonila (COS) que se sabe hidrolisam-secom água para formar H2S, S e CO2
- como um agente antiespumante
- como um retardador de chama
- como um antioxidante inibidor de corrosão, por exemplo,quando a substância química for injetada em uma tubulação ou em um rea-tor feito de aço carbono, ele tem a capacidade de proteger a tubulação ou oreator contra corrosão
- como um medicamento ou na fabricação de um medicamento, por exemplo, para o tratamento de uma condição de picada de inseto, de umvírus e/ou de sangue.
PROCESSO PARA A DESSULFURIZACÃO DE ESTOQUE DE ALIMENTA-ÇÃO DE HIDROCARBONETOS GASOSOS
No terceiro aspecto da invenção, o estoque de alimentação de hidrocarboneto gasoso (que pode ser, por exemplo, metano gasoso natural)pode ser posto em contato com fluido funcional da invenção usando-sequalquer aparelho adequado conhecido na técnica para aquela finalidade.Por exemplo, pode ser usado um misturador em linha / interruptor ou umatorre de extração com escoamento em contra corrente.
Por contraste com unidades de dessulfurização da técnica ante-rior tais como sistemas de amina, o processo do terceiro aspecto não requercaldeiras, aquecedores, unidades de extração de ácido ou de re-injeção. Oprocesso do terceiro aspecto pode portanto, ser realizado à temperaturaambiente, por exemplo, maior do que aproximadamente 5SC, tal como maior do que 10SC ou maior do que aproximadamente 159C. A temperatura do pro-cesso pode ser menor do que aproximadamente 60eC, por exemplo menordo que aproximadamente 40SC, tal como menor do que 30SC. Este processoé portanto particularmente útil, por exemplo, no pré-tratamento de metanogasoso natural antes do processamento em plantas de Gás Liqüefeito Natu-ral (LNG) em alto-mar, em que a proximidade íntima de fontes de calor àsunidades criogênicas e câmaras de frio apresentariam uma operação cheiade riscos.
O processo do terceiro aspecto da invenção pode opcionalmen-te também compreender as etapas de:
(iii) contato do fluido funcional enriquecido com enxofre com umagente floculante sob condições suficientes para permitir a precipitação doenxofre do fluido funcional enriquecido com enxofre ; e
(iv) separação do enxofre precipitado do fluido para recuperar ofluido funcional do primeiro ou do segundo aspecto da invenção. O agentefloculante pode ser qualquer agente floculante conhecido capaz de induzir aprecipitação do enxofre no ambiente alcalino do fluido funcional. Por exem-pio, o agente floculante pode ser um halogeneto de metal alcalino, de prefe-rência cloreto de sódio.
O enxofre precipitado pode ser separado por qualquer processode separação. Por exemplo pode ser usada um filtro prensa de placa. Foidescoberto que o uso de um filtro prensa de placa fornece um sólido secorazoável adequado para omitir o descarte do local. Testes até esta data de-monstraram que os sólidos gerados por este processo são adequados parao processo biológico para tratamento de resíduos ("landfarming") e resultamem um impacto ambiental mínimo.
Foi descoberto que o processo de acordo com o terceiro aspec-to da invenção é capaz de reduzir o nível de sulfeto de hidrogênio em meta-no gasoso natural de um nível na região de 10.000 ppm até um nível menordo que 1 ppm.
O processo pode ainda compreender a etapa de reciclagem dofluido funcional recuperado para uso na etapa (i) do terceiro aspecto da in-venção.
Antes da reciclagem, o pH do fluido funcional recuperado podeser modificado para ser maior do que aproximadamente 12, por exemplo atéum pH de aproximadamente 13. Isto pode ser conseguido pela adição de umhidróxido de metal alcalino, por exemplo, hidróxido de sódio.
O estoque de alimentação de hidrocarboneto gasoso pode serqualquer estoque de alimentação de hidrocarboneto gasoso porém seriamais tipicamente um estoque de alimentação que compreende predominan-temente metano tal como gás natural.
O terceiro aspecto da invenção será agora ilustrado com refe-rência a um processo para a remoção de H2S de um estoque de alimentaçãode metano. Referências às Figuras 3 e 4 das ilustrações também estão in-cluídas para ajudar na compreensão do processo da invenção. No entanto,estas não são Iimitativas e uma pessoa versada na técnica estará ciente deque a discussão a seguir será típica para alguns sistemas alternativos comodescritos acima.
A Figura 3 apresenta um processo em três estágios que exem-plifica o terceiro aspecto da invenção.
O gás a ser tratado é alimentado para o estágio de um interrup-tor em que o fluido funcional (designado MonoChem) e o gás azedo são o-brigados a entrar em contato um com o outro. O fluido funcional extrai o H2Se rejeita o metano gasoso. O gás açucarado perfeito então sai do estágio deum interruptor e é dirigido para um sistema de polimento terciário ou, se acondição do gás for aceitável, a uma tubulação de gás de exportação para uso.
O fluido funcional enriquecido com H2S proveniente do estágiode um interruptor é então dirigido, sob controle de nível no caso de uma torrede contato, ao estágio dois, para um misturador menos secundário / interrup-tor, com suficiente tempo de residência para agir como um tanque de desen-volvimento. O produto flocoso é adicionado à corrente de MonoChem na en-trada deste tanque para permitir que o enxofre flocule e se desenvolva comum sólido.
A mistura de líquido e de sólidos do estágio dois, é então dirigi-da ao estágio três, que pode ser qualquer forma de filtração ou de clarifica-ção de líquidos /sólidos. Na prática, foi provado ser adequado um filtro pren-sa de placa para esta finalidade, fornecendo um sólido seco razoável ade-quado para omitir o descarte deste local. Os testes até esta data demonstra-ram que os sólidos gerados por este processo são adequados para trata-mento biológico ("land farming") com preocupações ambientais mínimas.
O filtrado líquido do estágio três é reciclado para o estágio um,para reutilização no processo. Dependendo do pH do fluido funcional reci-clado e de sua gravidade específica, pode ser adicionado uma substânciaquímica para correção do pH para manter o pH do fluido funcional em tornode 13.
Na Figura 3, o fluido funcional da invenção é re-circulado para osistema a uma vazão determinada pela quantidade de H2S a ser removidoda corrente gasosa. Em um exemplo, (10 galões US por minuto) 37,85 litrospor minuto (foram suficientes para remover até 10.000 ppm de H2S de(700.000 pés cúbicos padronizados por dia) (SCFD) 19,822 metros cúbicospor dia de gás natural.
O processo mencionado acima também provou ser de uso naremoção de CO2. Pode-se testemunhar que o CO2 se evapora rapidamentepara uma fase gasosa logo que for diminuída a pressão de MonoChem. Atéesta data, os níveis de CO2 de até 10.000 ppm juntamente com 10.000 ppmde H2S em uma corrente de metano gasoso foram removidos simultanea-mente.
Melhorou a aplicação do processo do terceiro aspecto.
Na prática, as plantas existentes de processo de tratamento degás, tais como unidades de Amina e de Glaus podem ser um obstáculo emsistemas em que as condições de entrada mudam por qualquer razão, porexemplo:
- Aumenta o volume de gás
- A pressão cai
- Aumenta o volume de H2S
- As variações na da Temperatura de Entrada mudanças destetipo, para a entrada de sistemas de Amina podem interromper a operação erequerer mudanças no sistema, que na maioria dos casos ativam e provo-cam reações em cadeia na operação da planta levando a maiores incômodos.
Devido à simplicidade do sistema funcional do MonoChem fluidoagora é possível oferecer um estágio do processo a ser aplicado a montantede plantas de tratamento de gás para eficazmente eliminar obstáculos doprocesso ou para reduzir substancialmente os custos de manutenção emque o sistema existente for do tipo de absorção, o que requer que o materialesgotado seja removido e substituído.
A Figura 4 apresenta um tal sistema.
Na Figura 4, um sistema interruptor compacto de fluido funcionalestá posicionado na frente da planta de tratamento de um gás existente. Ointerruptor compacto de fluido funcional pode opcionalmente ser ultrapassa-do ou pode ser usado para tratar uma proporção do fluxo total de gás a sertratado. A proporção de gás tratado pode ser suficientemente grande tal quequando recombinado com o gás não-tratado as ppm resultante de H2S dei-xadas no sistema podem ser controladas pela planta de tratamento de gásexistente.
Na Figura 4, diversos misturadores em linha / interruptores sãousados em série com cada unidade tendo MonoChem injetado no mesmo.Cada unidade é capaz de remover até 50 % da maior parte do H2S na entra-da de gás como descrito na Tabela 1 a seguir. Este é um exemplo que ilus-tra o processo. A eficiência da remoção de cada estágio depende de fatorestais como a condições do fluido funcional em cada estágio e os níveis decontaminado presentes na alimentação naquele estágio:
TABELA 1
<table>table see original document page 18</column></row><table>
Geralmente pode ser dito que quanto mais unidades forem em-pregadas, então melhor será a remoção de H2S1 embora haja um ponto noqual o benefício ganho de unidades extra será mínimo.
O sistema de aperfeiçoamento é normalmente projetado para seconseguir um nível de remoção global de até 95 % deixando o H2S final aser removido no equipamento existente. Um tal sistema de aperfeiçoamentooferece diversas vantagens para os operadores da planta do processo, taiscomo:
- pelo uso de solda na tubulação de entrada das plantas existen-tes, as modificações não precisam necessariamente provocar uma interrup-ção de funcionamento do sistema.
- Se necessária, a torre de Amina existente pode ser convertidarapidamente a um sistema que usa MonoChem com o MonoChem relatandoo desenvolvimento de unidades de tanque e de filtro usadas para recuperaro MonoChem dos interruptores da tubulação.
- Desta maneira, as unidades a jusante das plantas de Aminasão tornadas redundantes, reduzindo desse modo substancialmente as e-missões do local. Não é formado ácido líquido desse modo não há necessi-dade de remover um ácido líquido do local.
- A possibilidade de conversão de sólidos de enxofre em fertili-zante, para uso comercial.
REMOÇÃO SELETIVA DE COp DE UM ESTOQUE DE ALIMENTAÇÃO DEHIDROCARBONETO GASOSO QUE COMPREENDE COp E COMPONEN-TES DE ENXOFRE
De acordo com um quarto aspecto da invenção, é fornecido umprocesso para a remoção de CO2 de um estoque de alimentação de hidro-carboneto gasoso, que tem um componente CO2, que compreende as eta-pas de:
(i) contato do fluido funcional e do estoque de alimentação dehidrocarboneto gasoso sob condições suficientes para dissolver o CO2 nofluido funcional;
(ii) separação do estoque de alimentação de hidrocarboneto ga-soso do fluido funcional e
(iii) despressurização do fluido funcional para provocar a libera-ção de GO2 gasoso do fluido funcional.
Neste aspecto da invenção, o estoque de alimentação de hidro-carboneto gasoso (que, por exemplo, gás natural metano) pode ser postoem contato com o fluido funcional da invenção usando qualquer aparelho adequado conhecido na técnica para aquela finalidade. Por exemplo, podeser usado um misturador em linha / interruptor ou uma torre de extração defluxo em contracorrente.
A pressão na qual o fluido funcional e o estoque de alimentaçãode hidrocarboneto gasoso estão em contato irá depender do grau de remo- ção de CO2 do estoque de alimentação necessário. Sob condições de pres-são mais alta, mais CO2 irá se dissolver no fluido funcional. Tipicamente, apressão do sistema será maior do que 1 atm, por exemplo, maior do que 5atm tal como maior do que 10 atm. A pressão pode também tipicamente sermenor do que 30 atm, por exemplo menor do que 20 atm.
Em uma modalidade alternativa, o fluido funcional e o estoquede alimentação de hidrocarboneto gasoso podem ser postos em contato sobcondições de pressão ambiente ou de até mesmo abaixo da pressão ambi-ente, contanto que, depois da etapa (ii) acima (a separação do estoque dealimentação de hidrocarboneto gasoso do fluido funcional), a pressão é mais baixa ainda para causar a liberação de CO2 do fluido funcional.
Acredita-se que a solubilidade de CO2 no fluido funcional sejainversamente proporcional à temperatura do fluido. Portanto, para aumentara solubilidade de CO2 no fluido funcional, o fluido funcional pode ser forneci-do a uma temperatura reduzida. O fluido pode, em princípio ser fornecido em qualquer temperatura acima de seu ponto de congelamento, com a mais altasolubilidade de CO2 sendo exibida às temperaturas mais baixas. No entanto,há uma consideração econômica associada com o resfriamento do fluidofuncional e assim, em algumas modalidades, o fluido será fornecido a tem-peraturas mais altas. Em algumas modalidades, o fluido é fornecido a uma temperatura abaixo de aproximadamente 50ºC, por exemplo abaixo de apro-ximadamente 40ºC ou abaixo de aproximadamente 309C. O fluido pode tam-bém ser fornecido a uma temperatura abaixo de aproximadamente 20QC, porexemplo, abaixo de aproximadamente 10eC. Em uma modalidade preferida,o fluido é fornecido a uma temperatura abaixo de aproximadamente 59C, talcomo na faixa de desde aproximadamente 1-3°C, por exemplo, aproxima-damente 2°C.
O processo pode também compreender a etapa de liqüefazer oCO2 gasoso separado obtido na etapa (iii) do processo. Este processo é por-tanto vantajoso pelo fato de que ele permite a coleta de CO2 para aplicaçõescomerciais, inclusive para evitar o escape para o ambiente. O CO2 liqüefeitotem um mercado bem desenvolvido nas seguintes áreas
(a)Fracionamento no fundo do poço
(b) Recuperação de Óleo Secundária ou Melhorada (EOR) ala-gamento da formação.
(c) Tratamento de PLM e NGL para gás abandonado.
(d) Muitos outros usos Comerciais e Industriais de CO2.
Em uma modalidade alternativa, que é atualmente menos prefe-rida, após a dissolução do CO2 no fluido funcional é possível romper a liga-ção entre o CO2 e o fluido funcional e o filtro fora do teor de carbono comoum sólidio, tipicamente bicarbonato de sódio, com O2 sendo liberado do sis-tema. Nesta modalidade, o fluido funcional é vendido abaixo do preço decusto como um seqüestrante e assim resulta no esgotamento do fluido fun-cional.
Em uma modalidade do quarto aspecto da invenção, a alimen-tação de hidrocarboneto compreende compostos que contêm enxofre (talcomo H2S) além do componente CO2 especificado. Foi descoberto surpre-endentemente que fornecendo o fluido funcional a uma temperatura reduzi-da, é possível separar seletivamente o CO2 do estoque de alimentação dehidrocarboneto, sem a remoção do componente H2S. Nesta modalidade dainvenção, o fluido funcional pode ser fornecido a uma temperatura abaixo deaproximadamente 5 eC, de preferência na faixa de desde aproximadamente1-3°C, por exemplo a uma temperatura de aproximadamente 2 sC.
O processo pode também compreender a remoção dos compos-tos de enxofre do estoque de alimentação gasoso separado usando-se oprocesso do terceiro aspecto da invenção.
O quarto aspecto da invenção será agora ilustrado com referên-cia a um processo para a remoção de CO2 de um estoque de alimentaçãode metano que contém CO2 e H2S. Referência à Figura 5 das ilustrações éincluída para auxiliar no entendimento do processo da invenção. No entanto,a referência a esta Figura não é Iimitativa e a pessoa versada na técnica es-tará ciente de que a discussão a seguir será típica para alguns sistemas al-ternativos como descrito acima.
A Figura 5 a seguir mostra um sistema típico para uso quando oCO2 e o H2S coexistem em uma corrente de metano gasoso e é necessárioque o CO2 seja removido seletivamente para a corrente gasosa.
Para a remoção de CO2 de uma corrente de metano gasoso na-tural, metano gasoso pressurizado e CO2 associado são dirigidos ao inter-ruptor T101 onde uma corrente do fluido funcional da invenção (M), a umatemperatura em torno de 1 a 2°C, é distribuída acima tipicamente de um re-cheio desordenado dentro de uma torre de extração em contracorrente. Ogás entra em contato com o fluido funcional, em que o CO2 associado com ogás preferencialmente se dissolve no fluido funcional. O fluido funcional rejei-ta o metano gasoso que então sai do interruptor. Uma válvula de controle denível (L) permite que o fluido funcional com o CO2 em solução saia do inter-ruptor onde ele é dirigido para o recipiente de extração de CO2 T102, por umsistema de bocais de spray. Uma queda na pressão no recipient T102 jun-tamente com agitação causada pelos bocais de spray expulsa o CO2 da so-lução. O CO2 sai pelo topo de T102 por um eliminador de névoa. Dependen-do do processo e dos regulamentos ambientais locais, o CO2 pode serqueimado ou liqüefeito para uso em alagamento ou usado em outras aplica-ções.
O fluido funcional livre de CO2 sai pelo fundo de T102 e é bom-beado através de um trocador de calor refrigerado para resfriá-lo de voltapara 1 a 2°C necessários. O fluido funcional sai do trocador de calor e é diri-gido para o interruptor T101 através do bocal do spray que absorve o re-cheio do interruptor e o processo é repetido. Pouco ou nenhum MonoChemé consumido no processo; quaisquer perdas são recuperadas por um siste-ma de reposição MonoChem.EXEMPLOS DE USO
Foi preparado um fluido funcional e testado como a seguir:o fluido funcional foi testado em gases de exaustão provenientesde uma turbina de gás que funciona com gás natural, a aproximadamente720 rpm. Os níveis de NOx, CO, O2 e CO2 foram monitorados durante umperíodo de 1 hora. Os resultados são apresentados na Tabela 1A e 1 B. Nosexperimentos C-1 A, C-2A e C-3A, os níveis de gases na exaustão forammedidos durante 1 hora. Nos experimentos C-1 B1 C-2B e C-3B os gases deexaustão foram passados através do fluido funcional em um recipiente decontato e os níveis de gases na exaustão que passam através do fluido fun-cional foram medidos durante 1 hora.
TABELA 1A
<table>table see original document page 23</column></row><table>TABELA 1B
<table>table see original document page 24</column></row><table>

Claims (56)

1. Processo para a preparação de um fluido funcional, caracteri-zado pelo fato de que compreende: reação de silício, hidróxido de metal al-calino e uma solução que compreende água e uma fonte de cloro em umreator a uma temperatura não maior do que aproximadamente 93°C (200°F).
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que o silício e o hidróxido de metal alcalino são adicionados ao reatorantes da adição da solução que compreende água e cloro.
3. Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizadopelo fato de que a fonte de cloro é cloro gasoso ou cloro líquido.
4. Processo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelofato de que a fonte de cloro é cloro líquido.
5. Processo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelofato de que a água e o cloro líquido estão em uma proporção de desde apro-ximadamente 10:1 até aproximadamente 30:1 em volume.
6. Processo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelofato de que a água e o cloro líquido estão em uma proporção de aproxima-damente 20:1 em volume.
7. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que a quantidade de silício para hidróxido demetal alcalino está em uma razão de desde aproximadamente 1:5 até apro-ximadamente 5:1 em volume.
8. Processo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelofato de que a quantidade de silício para hidróxido de metal alcalino é de a-proximadamente 1:1 em volume.
9. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que a solução adicional que compreende águae cloro líquido é adicionada a uma taxa suficiente para manter a reação atéque um ou mais do silício ou do hidróxido de sódio estiver esgotado.
10. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 9, caracterizado pelo fato de que a temperatura da reação não é maior doque aproximadamente 80°C (175 0°F).
11. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 10, caracterizado pelo fato de que o metal do hidróxido de metal alcalino élítio, sódio ou potássio.
12. Processo de acordo com a reivindicação 11, caracterizadopelo fato de que o metal é sódio.
13. Processo de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que o hidróxido de sódio está na forma sólida.
14. Processo de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que o hidróxido de sódio está na forma de uma solução aquosa.
15. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 14, caracterizado pelo fato de que o silício é silício metálico grau 441.
16. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 15, caracterizado pelo fato de que o silício compreende partículas que têmum diâmetro médio da partícula na faixa de desde aproximadamente 1 mmaté aproximadamente 150 mm.
17. Processo de acordo com a reivindicação 16, caracterizadopelo fato de que o silício compreende partículas que têm um diâmetro médiona faixa de desde aproximadamente 24 mm até aproximadamente 150 mm.
18. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 17, caracterizado pelo fato de que a água é água destilada.
19. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 18, caracterizado pelo fato de que o reator é aberto para a atmosfera.
20. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 18, caracterizado pelo fato de que o reator é fechado para a atmosfera.
21. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 20, caracterizado pelo fato de que o silício e o hidróxido de sódio na formasólida são carregados até uma altura equivalente de aproximadamente 30 %do volume do reator, antes da adição da solução que compreende água ecloro líquido.
22. Fluido funcional, caracterizado pelo fato de que tem umagravidade específica em torno de 1,25 até 5, e um pH de desde aproxima-damente 9 até aproximadamente 13, que pode ser obtido por um processocomo definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 21.
23. Fluido funcional de acordo com a reivindicação 22, caracteri-zado pelo fato de que tem uma gravidade específica de aproximadamente 5,e um pH de desde aproximadamente 9 até aproximadamente 12, que podeser obtido por um processo como definido em qualquer uma das reivindica-ções 1 a 21.
24. Fluido funcional de acordo com a reivindicação 22 ou 23,caracterizado pelo fato de que o hidróxido de metal alcalino é o hidróxido desódio.
25. Fluido funcional de acordo com qualquer uma das reivindica-ções 22 a 24, caracterizado pelo fato de que o silício é silício metálico grau-441.
26. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser como um sequestrantede CO, CO2 ou H2S.
27. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser como um sequestrantede H2S em sistemas de produção de óleo úmido e de gás.
28. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser no tratamento de NOxe SOx gasosos.
29. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser em sistemas de trata-mento de gás azedo.
30. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato ser como um inibidor de cor-rosão.
31. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser como um pacificadorde aço carbono para reduzir as taxas de corrosão associadas com gasesácidos.
32. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser como um agente anti-espumante.
33. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser na remoção de conta-minantes de água de esgoto ou de água de alimentação de caldeiras.
34. Processo para a dessulfurização de um estoque de alimen-tação de hidrocarboneto gasoso, caracterizado pelo fato de que compreende:(i) o contato do estoque de alimentação de hidrocarboneto gaso-so com o fluido funcional como definido em qualquer uma das reivindicações 22 a 25 sob condições adequadas para formar um fluido funcional enriqueci-do com enxofre e(ii) recuperação de um estoque de alimentação de hidrocarbone-to gasoso dessulfurizado do fluido funcional enriquecido com enxofre.
35. Processo de acordo com a reivindicação 34, caracterizadopelo fato de que também compreende as etapas de:(iii) o contato do fluido funcional enriquecido com enxofre comum agente floculante sob condições suficientes para permitir a precipitaçãodo enxofre do fluido funcional enriquecido com enxofre e(iv) a separação do enxofre precipitdo do fluido para recuperar ofluido funcional como definido em qualquer uma das reivindicações 22 a 25.
36. Processo de acordo com a reivindicação 35, caracterizadopelo fato de que também compreende a etapa de reciclagem do fluido fun-cional para uso na etapa (i) como definida na reivindicação 34.
37. Processo de acordo com a reivindicação 36, caracterizadopelo fato de que o pH do fluido funcional reciclado é modificado para sermaior do que aproximadamente 12.
38. Processo de acordo com a reivindicação 37, caracterizadopelo fato de que o pH do fluido funcional reciclado é modificado até aproxi-madamente 13.
39. Processo de acordo com a reivindicação 34, caracterizadopelo fato de que o estoque de alimentação de hidrocarboneto gasoso é pre-dominantemente metano gasoso natural.
40. Processo de acordo com a reivindicação 34, caracterizadopelo fato de que as condições do processo são tais que o CO2 também éremovido do estoque de alimentação de hidrocarboneto.
41. Processo para a remoção de CO2 de um estoque de alimen-tação de hidrocarboneto gasoso que tem um componente CO2, caracteriza-do pelo fato de que compreende as etapas de:(i) o contato com o fluido funcional como definido em qualqueruma das reivindicações 22 a 25, e com o estoque de alimentação de hidro- carboneto gasoso sob condições de pressão elevada para dissolver o CO2no fluido funcional;(ii) a separação do estoque de alimentação de hidrocarbonetogasoso do fluido funcional;(iii) a despressurização do fluido funcional para causar a libera- ção de CO2 gasoso do fluido funcional.
42. Processo de acordo com a reivindicação 41, caracterizadopelo fato de que o estoque de alimentação de hidrocarboneto gasoso tam-bém compreende compostos contendo enxofre.
43. Processo de acordo com a reivindicação 41 ou 42, caracteri- zado pelo fato de que o fluido funcional é fornecido a uma temperatura me-nor do que 5°C.
44. Processo de acordo com a reivindicação 43, caracterizadopelo fato de que o fluido funcional é fornecido a uma temperatura na faixa dedesde aproximadamente 1°C até aproximadamente 3°C.
45. Processo de acordo com a reivindicação 44, caracterizadopelo fato de que o fluido funcional é fornecido a uma temperatura de em tor-no de 2 ºC.
46. Processo de acordo com a reivindicação 41, caracterizadopelo fato de que também compreende a etapa de liqüefazer o CO2 gasoso separado.
47. Processo de acordo com a reivindicação 41, caracterizadopelo fato de que também compreende a etapa de dessulfurização do esto-que de alimentação de hidrocarboneto gasoso obtido ria etapa (ii) como de-finida na reivindicação 41, usando o processo como definido na reivindica-ção 34.
48. Aparelho para uso no processo como definido em qualqueruma das reivindicações 34 a 40, caracterizado pelo fato de que compreendeum primeiro interruptor, um segundo interruptor posicionado a jusante doprimeiro interruptor e um separador posicionado a jusante do segundo inter-ruptor para separar substancialmente um sólido de um líquido.
49. Aparelho de acordo com a reivindicação 48, caracterizadopelo fato de que o separador é um filtro prensa de placa.
50. Aparelho de acordo com a reivindicação 48 ou 49, caracteriza-do pelo fato de ser, quando aperfeiçoado para uma planta de tratamento degás, para uso no tratamento parcial de um estoque de alimentação gasoso.
51. Aparelho para uso no processo como definido qualquer umadas reivindicações 41 a 47, caracterizado pelo fato de que compreende uminterruptor e um recipiente de despressurização, posicionado a jusante dointerruptor.
52. Fluido funcional de acordo com qualquer uma das reivindica-ções 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser para uso como um medicamento.
53. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser no tratamento de ouna fabricação de um medicamento para o tratamento de picadas de insetos.
54. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser como um biocida ouna fabricação de um biocida.
55. Uso do fluido funcional como definido em qualquer uma dasreivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de ser no tratamento ou nafabricação de um medicamento para o tratamento de um vírus e/ou de umadoença do sangue.
56. Composição farmacêutica, caracterizada pelo fato de quecompreende o fluido funcional como definido em qualquer uma das reivindi-cações 22 a 25.
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