BRPI0619033A2 - dispositivo para o arrefecimento do bocal para uma máquina de vidro de embalagem - Google Patents
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Abstract
DISPOSITIVO PARA O ARREFECIMENTO DO BOCAL PARA UMA MáQUINA DE VIDRO DE EMBALAGEM. A presente invenção refere-se a um arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de embalagem para a moldação de um recipiente de vidro, que apresenta pelo menos um cilindro da punção do molde com uma proteção do cilindro da punção do molde (6) e um pré-molde (4), em que a proteção do cilindro da punção do molde (6) apresenta pelo menos uma conduta de alimentação e pelo menos um canal (PK) com uma saída, pela qual um agente de arrefecimento (KM) é alimentado, o qual entra novamente para dentro da proteção do cilindro da punção do molde (6) a partir do canal (PK), sendo o agente de arrefecimento (KM) para o bocal proveniente de uma fonte opostamente independente da fonte para o arrefecimento do pré-molde, para arrefecer o bocal do recipiente de vidro a formar, de modo independente do arrefecimento do pré-molde (4), bem como refere-se a um método de arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro quando da pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem, em que o bocal do recipiente de vidro é arrefecido sob utilização de um acionamento e regulação da pressão do agente de arrefecimento (KM), de modo independente do arrefecimento do pré-molde.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ARREFECI- MENTO DO BOCAL PARA MÁQUINAS DE VIDRO DE EMBALAGEM BEM COMO MÉTODO PARA O ARREFECIMENTO DO BOCAL DE UM RECI- PIENTE DE VIDRO NA PRÉ-MOLDAÇÃO EM UMA MÁQUINA DE VIDRO DE EMBALAGEM".
A presente invenção refere-se a um arrefecimento de bocal para máquinas de vidro de embalagem, bem como um método para o arrefeci- mento do bocal de um recipiente na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem.
No âmbito da produção mecânica de vidro de embalagem é cor- tada uma gota da massa de vidro existente no forno, através de um alimen- tador, sendo introduzida em um pré-molde através de um sistema de canais, em que dependendo do peso e subseqüentemente forma de garrafas defini- tiva desejada é formado um corpo completo com uma abertura reconhecida. Acontece que, em regra a gota da massa de vidro fundida desliza primeira- mente através do sistema de canais acima mencionado para dentro do pré- molde, sendo depois submetido a sopro de compressão a partir de cima, contra as paredes do molde, em que através de primeiro sopro de baixo para cima, é insuflada uma abertura no corpo da gota, através do que é formada na parte inferior do pré-molde, uma zona superior do subseqüente recipiente de vidro, em particular um bocal do subseqüente recipiente de vidro. Este método é designado de processo soprado-soprado ("blow and blow"). Adi- cionalmente, existe ainda um processo compressão-sopro (press and blow); naquele caso, é primeiramente submetido a primeiro sopro um corpo de gar- rafas e subseqüentemente submetido a pré-compressão através de prensa.
No caso de ambos os métodos mencionados e de acordo com a invenção, o recipiente de vidro realizado de tal modo, o qual apresenta uma abertura interna inacabada mas no entanto já iniciada, é passado do pré-molde para o molde de finalização, podendo assim ocasionar que um braço giratório, que apresenta um suporte do bocal, que agarra o recipiente de vidro na zona do seu bocal, passe o corpo de vidro pré-moldado do seu pré-molde, aberto para esse efeito, para um molde de finalização aberto para este efeito, em que o recipiente de vidro é girado 180° em torno do seu eixo horizontal as- sim mostrando o bocal no molde de finalização, virado para cima no molde de finalização. No molde de finalização, este recipiente de vidro é portanto - eventualmente após reaquecimento - soprado de modo terminal na forma definitiva através do sopro no bocal - apenas a partir de cima -, podendo es- te ser retirado após a abertura do molde de finalização (comparação aqui com Lueger/Matthée Lexikon der Fertigungstechnik" [Léxico da técnica de acabamento], 4 edição, Stuttgart 1967, vol.8, pág 370, em que a referência literária é aqui considerada em relação evidente ao conteúdo de divulgação do documento).
Com isto, é aqui considerado um arrefecimento, tanto do próprio pré-molde, como também na zona do bocal do recipiente de vidro, onde o suporte do bocal engrena na forma do bocal.
Normalmente, sucede-se que com uma tubagem ou tubagens próprias aqui previstas a zona do bocal e o pré-molde são submetidos a cor- rente contínua com um agente de arrefecimento, como o ar frio. Tal tipo de dispositivo de acordo com o estado da técnica pode ser sensivelmente reti- rado a partir da figura 1 anexa. Relativamente às especificidades, será pos- teriormente comprovado, com base nas descrições das figuras mais abaixo.
De acordo com este estado da técnica, surge apenas o proble- ma que a zona do bocal com o pré-molde é arrefecida em conjunto com o pré-molde, não sendo em circunstância alguma arrefecida de modo mais intenso que aquele, o que seria ilustrado no entanto para um aumento do débito da máquina, uma vez que na perspectiva do transporte do recipiente de vidro pré-moldado, a partir do pré-molde para o molde de finalização, a zona do bocal do recipiente de vidro, na qual o suporte da garrafa encaixa, de modo a poder passá-la para o molde de finalização, tem de ser de imedi- ato arrefecida de modo a que apresente estabilidade, para prevenir uma de- formação do recipiente de vidro durante a passagem, na qual são exercidas forças de tensão.
Tal tipo de arrefecimento é alvo de tentativa de melhoramento, no estado da técnica: Deste modo, é descrito no documento DE 32 39 095 C2, um dis- positivo que permite que o objeto de vidro dilatado na área interna do molde seja provido de diferentes espessuras de parede através de variadas influ- ências térmicas fortes ao longo da sua altura. Um arrefecimento do pré- molde com objetivos técnicos similares foi já explanado no documento DE 25 37 037, que pretende conseguir estabelecer e manter cada perfil de tempe- ratura desejado nas superfícies da ferramenta de moldagem viradas para o vidro.
Estes aperfeiçoamentos melhoram assim, em casos especiais de aplicação, o próprio arrefecimento do pré-molde, não contribuindo no en- tanto para a solução dos problemas mencionados no início.
Inclusivamente, são estabelecidos limites a um apoio através do aumento da potência de arrefecimento, uma vez que este (vide acima) - em particular através de uma pressão similar de ar frio - leva sempre a um forte arrefecimento indesejado do pré-molde. Uma reduzida potência da máquina, devido a uma reduzida potência do arrefecimento do bocal, seria então a conseqüência. '
No estado da técnica é seguidamente determinado que não só o arrefecimento do pré-molde mas também o arrefecimento do bocal, foram objeto de várias tentativas de aperfeiçoamento:
Deste modo, o documento EP 0 443 949 B1 (correspondente ao documento em alemão DE 691 04 513 T2) mostra um arrefecimento do bo- cal, previsto para além do arrefecimento do pré-molde, sem no entanto en- contrar disposições precisas sobre o seu modo de funcionamento; em parti- cular, este documento, que apenas descreve uma construção mecânica, não dá qualquer informação sobre eventuais meios de acionamento ou de regu- lação para ambos os arrefecimentos (arrefecimento do pré-molde, por um lado, e arrefecimento do bocal por outro). Adicionalmente, o efeito de arrefe- cimento do arrefecimento do bocal proposto neste documento não é o ideal, uma vez que os aquecimentos são aqui simplesmente dispersados através de uma insuflação da zona do bocal a partir do exterior. Para além disso, o dispositivo apresenta a desvantagem de os canais aí previstos para o agente de arrefecimento se moverem constantemente com as metades do pré- molde que se abrem e fecham e por serem expostos a um forte desgaste, o que leva consequentemente a uma delicada manutenção do dispositivo, re- duzindo necessariamente a sua aptidão prática para a produção em massa, quando não a coloca totalmente em causa.
Problemas similares apresenta o dispositivo de arrefecimento descrito no documento DE 36 37 552 C1, o qual se refere apenas ao arrefe- cimento do bocal, alimentando o agente de arrefecimento através do suporte do bocal e ferramenta do bocal (também conhecida por molde do bocal) - conseqüentemente também através de metades correspondentemente, sol- dadas de modo intensivo. Este documento também não dá qualquer infor- mação sobre eventuais meios de acionamento ou regulação ou métodos para o arrefecimento (neste caso o arrefecimento do bocal); em particular não dá qualquer informação sobre a eventual proporção do arrefecimento do bocal em relação ao arrefecimento do pré-molde, o qual não é neste docu- mento simplesmente descrito. Com base no fato de a máquina de vidro de acordo com o estado da técnica ser continuamente acionada com uma pres- são de estação unitária para o ar frio, torna-se claro que o arrefecimento a- qui ilustrado não pode ser acionado ou regulado de modo independente do arrefecimento do pré-molde. É apenas demonstrado em detalhe, que neste caso o arrefecimento do bocal pode ser utilizado para um arrefecimento adi- cional da zona do gargalo da garrafa, após ou durante a abertura das meta- des do pré-molde através das saídas dos canais aqui abertos (vide figura 5 e a descrição aqui inclusa). O efeito do arrefecimento também não é o ideal no caso deste dispositivo, uma vez que as energias térmicas na verdadeira zo- na do bocal são apenas descarregadas através do contato da massa a partir do bocal para a ferramenta do bocal e finalmente para o agente de arrefeci- mento. Apenas a zona do gargalo, por cima do bocal pode adicionalmente ser insuflada a partir do exterior durante a abertura do pré-molde.
Em oposição, o documento DE 41 18 682 C1 já apresenta uma solução melhorada, sendo selecionada uma alimentação do agente de arre- fecimento para o arrefecimento do bocal, cujos elementos principais, que se encontram em funcionamento na máquina de vidro, não se encontram mais em movimento. Igualmente a alimentação do agente de arrefecimento reali- za-se de modo construtivamente oneroso, a partir da zona lateral até à fer- ramenta para o bocal, a qual apresenta ela própria canais, os quais têm de ser aplicados com as admissões laterais alinhadas com os canais de alimen- tação, para que em cada posição de funcionamento do suporte do bocal cor- respondente ao pré-molde, possam recolher sempre o agente de arrefeci- mento a partir do lado do canal de alimentação. Para isso, o dispositivo a- presenta meios de ajuste de precisão, através dos quais os canais de ali- mentação possam ter uma elevada capacidade de distribuição e assim se- rem ajustáveis à posição (final) do suporte do bocal, o que está ligado a cus- tos significativos de construção e manutenção, conseqüentemente a custos de investimento e funcionamento. O efeito do arrefecimento descrito neste documento é igualmente pouco ideal, uma vez que a descarga das energias térmicas também neste caso se realizam apenas através do contato da massa a partir do bocal com a ferramenta para o bocal. Mesmo assim, fa- lham aqui também dados sobre o modo de funcionamento do dispositivo. O documento não dá qualquer informação sobre eventuais meios de aciona- mento ou de regulação para ambos os arrefecimentos (arrefecimento do pré- molde por um lado e arrefecimento do bocal, por outro, de modo a que aqui também provém de uma fonte comum de agente de arrefecimento com pressão de estação de acordo com o estado da técnica).
A desvantagem acima mencionada relativa ao ajuste de precisão necessário à alimentação lateral do agente de arrefecimento é evitada pelo dispositivo de acordo com o documento DE 100 20 431 B4, o qual - de modo similar ao da EP 0 443 949 B1 - insufla de modo simples a partir do exterior a zona do bocal com o agente de arrefecimento, a uma distância determina- da. Deste modo, face a uma vantagem de uma boa capacidade de soldadu- ra, o dispositivo apresenta a desvantagem de um mau efeito de arrefecimen- to no bocal, o que não constitui de modo algum o seu objetivo, arrefecendo apenas de modo melhorado a zona do pré-molde que se encontra virada para o bocal (maioritariamente o gargalo da garrafa). Este documento dá informação particularmente generalizada sobre o fato de as válvulas de ali- mentação do agente de arrefecimento servirem apenas a regulação, falhan- do no entanto novamente dados pormenorizados sobre o assunto. Assim, não dá qualquer informação sobre para que parâmetros do processo de ar- refecimento estão previstos meios de acionamento ou de regulação, para ambos os arrefecimentos (arrefecimento do pré-molde, por urri lado, e arre- fecimento do bocal, por outro). Também aqui existe uma fonte comum com pressão de estação comum para o agente de arrefecimento.
No caso do documento WO 2002/019964 A1 o ar frio para o pré- molde e para o bocal surge igualmente de uma fonte comum. Deste modo, também não é possível regular ou acionar a pressão do agente de arrefeci- mento para o arrefecimento do bocal, de modo efetivamente independente do equivalente para o arrefecimento do pré-molde, uma vez que ambos os agentes de arrefecimento provêm de uma fonte comum, tal como os dados lá referidos mostram para a pressão de funcionamento cerca de 2 a 3 psi, ou seja cerca de 14 a 21 kPa (0,14 a 0,21 bar). Tal tipo de pressão é típico para uma pressão de estação obtida em um sopro, a qual é também utilizada pa- ra o arrefecimento do pré-molde, sendo no entanto pouco adequada para um arrefecimento independente e eficaz do bocal. Daí que, a partir da teoria do documento WO 2002/019964 A1, é em particular impossível, acionar ou re- gular o arrefecimento do bocal, de modo que o arrefecimento do bocal é rea- lizado sem retenção elevada de calor no pré-molde. Na perspectiva de for- mas de realização preferidas da invenção aqui apresentadas, deve ser regis- tado que, de acordo com o documento WO 2002/019964 A1, nem a alimen- tação do ar frio se realiza através do cilindro da punção do molde, nem este apresenta um canal de ar frio, através do qual o ar frio é alimentado continu- amente. Para além do mais, a alimentação do ar frio acontece aqui através da caixa de estação disposta perto da tampa do cilindro da punção do molde entrando novamente através de uma perfuração para dentro de uma placa de proteção para cima, o que em caso de substituição do produto provoca importantes custos de transformação.
O estado da técnica não mostra portanto qualquer solução, que apresente um possível arrefecimento eficaz do bocal, que não influencie o arrefecimento do pré-molde, mas que tenha ao mesmo tempo pouca solda- dura, aplicação e manutenção.
Apenas em termos do arrefecimento do pré-molde purificado poderão ser acolhidas as soluções do estado da técnica, as quais vão ao encontro do problema da soldadura e alimentação de baixa manutenção do agente de arrefecimento:
Deste modo, o documento DE 198 19 489 C2 mostra tal tipo de dispositivo de arrefecimento apenas para o pré-molde, que soluciona este problema por meio de placas metálicas com aberturas, que formam na posi- ção correspondente um canal permeável para o agente de arrefecimento do pré-molde.
O documento DE 198 38 698 A1 mostra novamente um disposi- tivo para o arrefecimento, no qual o arrefecimento do pré-molde e o arrefe- cimento do bocal são realizados em conjunto através de um ciclo de arrefe- cimento relacionado, acionado pela proteção do cilindro da punção do mol- de. Através deste, é solucionado o problema dos custos elevados de cons- trução e soldadura ou alimentação de ajuste intensivo do agente de arrefe- cimento através de peças móveis e/ou ajustadas e o efeito de arrefecimento é assim melhorado, não sendo no entanto conseguido aqui um arrefecimen- to do bocal opostamente superior ao do arrefecimento do pré-molde e por- tanto um arrefecimento que aumente a potência da máquina de vidro. Pelo contrário: de acordo com o documento DE 198 38 698 A1, é um objetivo di- reto da disposição apresentada, obter um arrefecimento homogêneo, tanto do pré-molde como do molde do bocal (comp. parág. 1, vide última fila até 2, v. 2 do documento DE 198 38 698 A1), o que é ambicionado através do ciclo comum do pré-molde e do arrefecimento do bocal ilustrado nesse documento.
O documento EP 0 187 325 A2 mostra um dispositivo para o arrefecimento do bocal para uma máquina de vidro de embalagem para a moldagem de um recipiente de vidro com cilindros da punção do molde e proteção do cilindro da punção do molde e um pré-molde, em que a proteção do cilindro da punção do molde apresenta uma conduta de alimentação e um canal com uma saída através, da qual é alimentado um agente de arrefeci- mento, o qual entra de novo a partir do canal na proteção do cilindro da pun- ção do molde para o arrefecimento do bocal. No entanto, o ar frio aqui tam- bém utilizado para o arrefecimento do bocal também é utilizado para o arre- fecimento do pré-molde, o que não apresenta igualmente neste caso qual- quer arrefecimento do pré-molde, independente do arrefecimento do bocal. Para além disso, o documento EP O 187 325 A2 apresenta no entanto ainda uma outra desvantagem: o ar frio é alimentado em particular através do anel de proteção, o que implica o risco de fuga, podendo assim levar a uma pene- tração do ar frio na zona interna. Na eventualidade de isto acontecer, for- mam-se fendas no bocal e/ou bolhas de ar no recipiente de vidro a terminar, o que conduz novamente a problemas de estanquidade do próprio recipiente de vidro; este recipiente sofre portanto de uma quantidade significativa de qualidade sendo o último a ser distribuído, tendo portanto pouca rentabilida- de para o fabricante.
É portanto objetivo da presente invenção, fornecer um arrefeci- mento do bocal para máquinas de vidro de embalagem, o qual permita um arrefecimento eficaz do bocal, sem comprometer o pré-molde através de um efeito forte, mas que exija no entanto uma reduzida soldadura, construção e manutenção.
Este objetivo é atingido através de um dispositivo com as carac- terísticas da reivindicação 1 e através do método de acordo com a reivindi- cação 28. Outras formas de realização vantajosas do dispositivo de acordo com a invenção e do método de acordo com a invenção surgem a partir das reivindicações dependentes.
De preferência, de acordo com a presente invenção, apresenta- se uma forma de realização de um arrefecimento do bocal para uma máqui- na de vidro de embalagem para a Tnoldagem de um recipiente de vidro, o qual apresenta pelo menos um cilindro da punção do molde com uma prote- ção do cilindro da punção do molde e um pré-molde, em que a proteção do cilindro da punção do molde apresenta pelo menos uma conduta de alimen- tação e pelo menos um canal com uma saída, através da qual é alimentado um agente de arrefecimento, o qual entra continuamente na proteção do ci- lindro da punção do molde a partir do canal e o qual é de acordo com a In- venção caracterizado por o agente de arrefecimento para o bocal ser prove- niente de uma fonte opostamente independente da fonte do agente para o arrefecimento do pré-molde, de modo a arrefecer o bocal do recipiente a formar de modo independente do arrefecimento do pré-molde. Esta forma de realização permite uma alimentação particularmente simplificada do agente de arrefecimento, sem que sejam necessárias construções dispendiosas na substituição dos produtos, tal como no caso da alimentação do agente de arrefecimento através da caixa de estação disposta perto da proteção do cilindro da punção do molde; uma via que de certa forma seleciona a descri- ta no documento WO 2002/019964 A1 (vide também em cima).
De um modo geral, a solução de acordo com a invenção pode ser descrita como se segue:
um agente de arrefecimento, de preferência ar frio, chega a uma proteção do cilindro da punção do molde através de um cilindro da punção do molde. Aí, através de uma conduta de alimentação, de preferência uma conduta de alimentação circular ou duas condutas de alimentação semicircu- lares ou com mais formas segmentárias circulares - dispostas sensivelmente no solo ou a meia altura da proteção do cilindro da punção do molde - por meio de canais, aplicados no cilindro da punção do molde de modo sensi- velmente circular, previstos de preferência de modo curvo homogêneo ao longo do perímetro circular do cilindro da punção do molde, o agente de ar- refecimento é distribuído por canais aplicados (de preferência sensivelmente verticais e paralelos à paredes do cilindro), como orifícios, de preferência 22 ou 24 canais, com orifícios, por bocal. Estes canais na proteção do cilindro da punção do molde são dispostos de tal modo que, na sua saída da prote- ção do cilindro da punção do molde (de preferência na sua aresta superior, de particular preferência de modo vertical), é obtido um aumento da veloci- dade da corrente do agente de arrefecimento, o que pode acontecer, de mo- do que aqui é prevista uma abertura de saída reduzida de modo oposto para a massa interna do canal/dos canais; sensivelmente através de uma redução da seção transversal das suas aberturas de saída. Este aumento da veloci- dade da corrente do agente de arrefecimento na abertura de saída de cada canal provoca uma baixa pressão na área interna da proteção do cilindro da punção do molde, uma vez que se encontra prevista uma fenda ou coluna (sensivelmente com a largura de cerca de 4/10 a 6/10 décimas de mm) entre a aresta superior da proteção do cilindro da punção do molde e a aresta infe- rior do suporte do bocal e/ou da ferramenta para o bocal formando-se por- tanto uma ligação desde a área interna da proteção do cilindro da punção do molde até ao exterior. Através da baixa pressão assim obtida ocorre então uma purgação na área interna da proteção do cilindro da purgação do molde através da fenda ou coluna anteriormente referida; este efeito de purgação representa um efeito adicional da presente invenção, o qual é vantajoso, de- sejado e proveitoso para o aumento da velocidade de produção, porque na área interna da proteção do cilindro da punção do molde outras ferramentas se movem para cima e para baixo tendo portanto de ser cuidadas para uma descarga de ar ideal, para compensar eventuais efeitos de pressão dinâmica através do efeito dos pistões destas ferramentas. O ar admitido a partir da proteção do cilindro da punção do molde - através de eventuais perfurações, fendas ou similares - arrefece o bocal no sentido axial - de preferência sen- sivelmente no sentido axial - ("vertical flow" [corrente vertical] ou também abreviada como vertiflow").
Isto permite acionar um arrefecimento do bocal independente- mente do arrefecimento do pré-molde, o que não se pretende acionar de modo muito intensivo devido ao sopro de acabamento do recipiente de vidro na forma acabada, para que não se tenha de aquecê-lo desnecessariamen- te. Em particular, as pressões necessárias para este processo, bem como as correntes volumétricas ou temperaturas do agente de arrefecimento, de pre- ferência ar frio, devem ser aplicadas de modo independente das utilizadas para o arrefecimento do pré-molde.
De modo a se pode obter tal tipo de regulação independente da pressão ou corrente volumétrica, é de certa forma possível que o ciclo de arrefecimento para o pré-molde e bocal seja proveniente de fontes indepen- dentes para o agente de arrefecimento, as quais garantem aqui uma pressão suficiente no funcionamento da válvula de regulação.
É também todavia possível alimentá-las a partir de uma fonte comum, desde que garantido que ambas as válvulas de regulação dispo- nham continuamente de autoridade suficiente sobre válvulas, em particular quando as outras válvulas se encontram completamente abertas. Se se pre- tender regular a pressão ou corrente volumétrica do agente de arrefecimento para o arrefecimento do bocal, de modo independente do arrefecimento do pré-molde e através de fontes de agente de arrefecimento comuns, a válvula de regulação deverá dispor então ainda de uma autoridade suficiente sobre válvulas para a regulação do arrefecimento do bocal, inclusivamente quando válvula de arrefecimento do pré-molde estiver completamente aberta. Como autoridade sobre válvulas entende-se a relação do diferencial da pressão através de uma válvula de regulação completamente aberta para com o dife- rencial de pressão de todo o sistema hidráulico - aqui pneumático -, incluin- do a própria válvula de regulação (comp. DIN ISO 16484 parte 2, parág 3.197, Outubro 2004). A autoridade sobre válvula necessária, depende das relações em caso individual, sendo no entanto aconselhada uma autoridade sobre válvulas superior a 0,5 para uma relação de regulação técnica útil (comp. descrição técnica Siemens, Siemens Building Technologies Landis & Staefa Division, Steinhausen, Suíça, 1997).
Não podem no entanto ser apenas reguladas as pressões ne- cessárias ao arrefecimento do bocal, as correntes volumétricas ou tempera- turas do agente de arrefecimento, de modo independente das do arrefeci- mento do pré-molde. Para além disso, isto também se aplica a eventuais parâmetros que possam estar em causa. Assim, em uma forma de realiza- ção preferida, a temperatura no bocal também pode ser medida e ser utiliza- da como dimensão a regular. Tal medição pode ser realizada sem contato - como por termômetro por infravermelhos - (comp. Aparelhos da empresa Newport Electronics GmbH na Alemanha, por exemplo as séries OS523 e OS524 com um espectro de temperatura de -18°C a 2482°C) -, sensivel- mente a partir de baixo através da área interna do cilindro da punção do molde e/ou da proteção do cilindro da punção do molde. Inclusivamente uma célula de medição da temperatura, situada na área da ferramenta para o bo- cal (também designada molde do bocal) ou do suporte do bocal, poderá ser- vir neste contexto, em que se necessário têm aplicação condutas de calor, para se obter uma definida edição da temperatura.
Também pode ser montado em combinação em particular pelo menos um ciclo de regulação separado do arrefecimento do pré-molde ou também a regulação dos parâmetros.
Numa forma de realização preferida da presente invenção a cor- rente do agente de arrefecimento, em um outro decurso - por exemplo atra- vés de um outro canal, de preferência um outro orifício, já no suporte do bo- cal e/ou ferramenta para o bocal - é alimentada a partir de fora, ao nível da altura da área do bocal do recipiente de vidro com a sua velocidade continu- amente elevada. Para isto é vantajoso que a saída de cada canal na prote- ção do cilindro da punção do molde seja prevista por baixo da entrada de cada canal aqui pertencente ao suporte do bocal e/ou ferramenta para o bo- cal; isto de qualquer forma na correspondente posição (final) do suporte do bocal e/ou ferramenta do bocal no pré-molde. Uma vez que aqui pode ser prevista novamente uma ou mais aberturas (por exemplo abertura(s) de pur- gação) entre a aresta superior do suporte do bocal e a aresta inferior do pré- molde (sensivelmente de preferência com uma seção transversal do orifício de cerca de 3 a 10 mm) e uma vez que a corrente do agente de arrefecimen- to flui cada vez mais depressa pelas aberturas externas, é aqui novamente obtida, na área interna do bocal do recipiente de vidro, uma baixa pressão adicional, o que ocasiona uma outra corrente de purgação nesta área, que arrefece adicionalmente a área interna do bocal, adicionalmente melhorando portanto o arrefecimento do bocal de acordo com a invenção. Desta forma, pode ser previsto um outro aumento da velocidade da corrente volumétrica - sensivelmente na área da saída de cada canal previsto através do suporte do bocal e/ou a ferramenta para o bocal - de preferência através do recurso aqui apresentado, tal como uma outra conduta. Numa outra forma de realização especialmente preferida da pre- sente invenção, é utilizada, para o aumento da velocidade da corrente do agente de arrefecimento, uma conduta (respectivamente) na aresta superior da tampa do cilindro da punção do molde, sendo a parede da conduta, na sua seção transversal, formada de preferência com forma esférica, de modo a obter um aumento particularmente elevado da velocidade de corrente do agente de arrefecimento na abertura de saída. Isto é particularmente vanta- joso, porque em tal tipo de velocidades elevadas de corrente, a corrente vo- lumétrica flui quase sempre para cima no sentido da abertura da conduta e não no sentido da primeira fenda ou coluna, que já foram mencionadas co- mo prosseguindo para o exterior, entre a aresta superior da proteção do ci- lindro da punção do molde e suporte do bocal, de modo a que deixem o lo- cal. Esta forma de realização da presente invenção é particularmente vanta- josa se combinada com as formas de realização anteriormente menciona- das, as quais se destinam a uma alimentação contínua direcionada da cor- rente volumétrica no canal, através do suporte do bocal e/ou ferramenta para o bocal, o qual - sempre que se encontrar na posição de funcionamento do suporte do bocal e/ou da ferramenta para o bocal, que corresponde ao pré- molde - se encontra disposto por cima da proteção do cilindro da punção do molde.
Não deve ficar por referir que cada conduta adicional prevista de acordo com a invenção, em particular também os canais, que estão previs- tos ao nível da área da saída, podem apresentar as paredes moldadas de modo esférico aqui descritas através do suporte do bocal e/ou ferramenta para o bocal.
Para além do arrefecimento do bocal para uma máquina de vidro de embalagem e máquina de vidro de embalagem correspondentemente equipada, a presente invenção refere-se explicitamente também à proteção do cilindro da punção do molde, suporte do bocal e/ou construção da ferra- menta para o bocal (com eventuais perfurações e/ou aberturas de arrefeci- mento, de preferência fendas ou colunas) ou eventuais dispositivos aqui descritos, bem como se refere ao método para o respectivo funcionamento do arrefecimento do bocal aqui descrito, de acordo com a invenção, para máquinas de vidro de embalagem, a proteção do cilindro da punção do mol- de, suporte do bocal e/ou construção da ferramenta para o bocal.de acordo com a invenção (com eventuais perfurações e/ou aberturas de arrefecimen- to, de preferência fendas ou colunas), bem como eventuais dispositivos adi- cionais aqui descritos. Em particular, a realização dos canais também pode ser obtida através de suportes do bocal ou em particular também através da ferramenta para o bocal, de acordo com a invenção, igualmente de modo independente da alimentação através do cilindro da punção do molde e/ou proteção do cilindro da punção do molde, sensivelmente através de uma ou- tra alimentação, por exemplo através de uma caixa de estação. O mesmo se aplica também em particular às construções de purgação de sobrepressão, por meio da fenda ou coluna entre a aresta superior da proteção do cilindro da punção do molde e aresta inferior do suporte do boçal, bem como da pur- gação da área interna do boca) através de uma abertura para a área interna do bocal, entre a aresta superior do suporte do bocal e aresta inferior do pré- molde.
Com o auxílio da presente invenção consegue-se - respectiva- mente em cada forma de realização correspondentemente disposta-
- acionar ou regular os parâmetros (como a pressão, corrente volumétrica, temperatura) deste arrefecimento de modo separado do arrefe- cimento do pré-molde de modo a que seja possível um arrefecimento do bo- cal - de preferência também intenso -, sem uma excessiva concentração de calor no (em todo o) pré-molde,
- obter um arrefecimento circular, de preferência um arrefeci- mento de 360°, do bocal do recipiente de vidro através de uma corrente de arrefecimento axial, permitindo um arrefecimento pobre em pressão tanto quanto possível - idealmente isento de pressão - do recipiente de vidro na área do bocal, através do que eventuais problemas de qualidade do vidro de embalagem obtido são evitados ou pelo menos mais reduzidos, e
- impor uma purgação e também arrefecimento, também da área interna do bocal do recipiente de vidro (no pré-molde) devido ao efeito de injeção de um agente de arrefecimento fluente.
Com o auxílio da presente invenção, pode obter-se em um caso ideal a preensão de calor no bocal do recipiente de vidro de um modo ho- mogêneo, isto é pobre em pressão, e por outro lado, é possível arrefecer o bocal mais depressa, ou muito mais depressa do que o pré-molde e sem acumulação excessiva de calor em todo o pré-molde, em particular na sua respectiva parte superior, assim sendo obtida uma taxa de produção signifi- cativamente mais elevada de recipientes de vidro, uma vez que cada recipi- ente de vidro pode ser mais rapidamente passado para o molde de finaliza- ção através de um arrefecimento mais rápido do seu bocal. Desta forma, obtém-se um aumento da taxa de produção e 3 - 8%, o que também leva a um aproveitamento melhorado da máquina em uma aplicação de capital i- gual e, portanto, a uma correspondente economia de custo.
Após o atual conhecimento são obtidos, com a presente inven- ção, os melhores resultados da forma de realização, tal como ilustrado na figura 3b, igualmente em uma forma de realização na qual um agente de arrefecimento flui através de um canal na ferramenta para o bocal e desta forma para uma outra corrente de purgação para a purgação da área interna do bocal.
Na realização do canal do agente de arrefecimento através da ferramenta para o bocal pode ser disponibilizada para o arrefecimento uma superfície superior, de preferência de cerca de 22000 mm2 por bocal. Tam- bém aqui o arrefecimento é mais efetivo do que no caso de uma realização do canal através do suporte do bocal, uma vez que a sobreposição do calor não é comprometida por superfícies delimitadoras desnecessárias.
Com esta forma de realização particularmente preferida, em uma regulagem de 160° (observação: trata-se aqui de um período de tempo e como tal indicação de um tempo, que depende da duração de um ciclo da máquina de 360°. 160° correspondem portanto a 1607360°, conseqüente- mente 4/9 décimas do tempo necessário a um completo ciclo da máquina!) e 300 kPa (3 bar) de pressão para o ar frio utilizado como agente de arrefeci- mento, a temperatura do bocal pode ser diminuída em que o arrefecimento do pré-molde entraria então em funcionamento de modo independente do arrefecimento do bocal e serviria apenas para o arrefecimento do pré-molde. Se o arrefecimento do bocal permanecer pelo contrário ativado, quando o pré-molde for aberto, aquele irá influenciar também a temperatura do pré- molde. Se se pretender diminuir esta questão, o arrefecimento do bocal deve ser então desativado antes ou no máximo durante a abertura do pré-molde e novamente ativado após ou o mais cedo possível durante o fecho do pré- molde.
De acordo com a presente invenção, também há um funciona- mento com elevada pressão, cerca de 400 kPa (4 bar) para o arrefecimento do bocal. Se a pressão do ar frio for pelo contrário reduzida para 200 kPa (2 bar), pode ser então identificado um claro aumento da temperatura no bocal a uma pressão de 300 kPa (3 bar). Se se pretender obter uma elevada po- tência de arrefecimento com pressão ainda mais reduzida - portanto cerca de 200 kPa (2 bar) ou 150 kPa (1,5 bar) ou mesmo 100 kPa (1,0 bar) ou a- penas 50 kPa (0,5 bar) - tal pode ser obtido por meio de seções transversais maiores nos canais do agente de arrefecimento e/ou maiores seções trans- versais da potência de alimentação para o agente de arrefecimento.
As fontes independentes para o agente de arrefecimento para o arrefecimento do bocal, podem ser acionadas de um modo vantajoso de a- cordo com a invenção, em todas as áreas acima mencionadas ou com todas as pressões anteriormente mencionadas (tanto reguladas como também a- cionadas).
Uma outra vantagem do dispositivo de acordo com a invenção assenta no fato de, através da condução do agente de arrefecimento através de pelo menos um canal na proteção do cilindro da punção do molde, ser obtida uma auto-limpeza, devido ao sopro livre de impurezas conseguido, contribui para uma resistência à avaria do dispositivo de acordo com a in- venção.
Seguidamente serão descritos nas figuras 1 e 2 respectivamen- te, um exemplo do estado da técnica e subseqüentemente exemplos de rea- lização da presente invenção, a ser entendidos como não-limitativos no se- guimento das figuras. As figuras ilustram:
Figura 1 um corte transversal ao longo de uma máquina de vidro de acordo com o estado da técnica, na área aqui relevante, vista de lado, com pré-molde, ferramenta para o bocal, suporte do bocal, proteção do cilin- dro da punção do molde, conduta de arrefecimento para o pré-molde e con- duta de arrefecimento para o bocal, com uma corrente de ar frio,
Figura 2 uma vista de um suporte do bocal de acordo com o es- tado da técnica, em uma vista inferior e na posição (final), correspondente ao molde de finalização do suporte do bocal, ou vista de cima na posição (final) correspondente ao pré-molde,
Figura 3 um corte transversal ao longo de uma máquina de vidro de embalagem em um exemplo de realização de acordo com a presente in- venção, visto de lado, na área aqui relevante, com a área do bocal, ferra- menta, para o bocal, suporte do bocal e proteção do cilindro da punção do molde, em que um agente de arrefecimento flui através de um canal no su- porte do bocal,
Figura 3a uma vista aumentada de uma parte da apresentação da figura 3, a qual mostra em detalhe a fenda da coluna entre a aresta supe- rior da proteção do cilindro da punção do molde e a aresta inferior do suporte do bocal, bem como a corrente de ar que flui através do mesmo,
Figura 3b um corte transversakatravés de uma máquina de vi- dro, em uma outra forma de realização de acordo com a presente invenção, vista de lado, na área aqui relevante com área do bocal, ferramenta para o bocal, suporte do bocal e proteção do cilindro da punção do molde, em que um agente de arrefecimento flui através de um canal na ferramenta para o bocal e assim com uma outra corrente de ar para purgar a área interna do bocal,
Figura 3c mostra um corte transversal através de uma máquina de vidro na forma de realização de acordo com a figura 3b, vista de lado, na área aqui relevante com a área do bocal, ferramenta para o bocal, suporte do bocal e proteção do cilindro da punção do molde em que um agente de arrefecimento flui na ferramenta para o bocal através de um canal, aqui no entanto sem purgação adicional da área interna do bocal,
Figura 4 uma forma de realização de um suporte do bocal de acordo com a presente invenção, em uma vista inferior e na posição (final) do suporte do bocal correspondente ao molde de finalização, ou vista de ci- ma, em uma posição (final) correspondente ao pré-molde,
Figura 5 uma vista em planta de uma proteção do cilindro da punção do molde de acordo com a presente invenção, com aberturas das condutas dos canais para um agente de arrefecimento, neste caso orifícios, que poderão ser dispostos em regra de modo circular, e
Figura 6 um corte transversal através de uma proteção do cilin- dro da punção do molde de acordo com a presente invenção, visto de lado, com canais para um agente de arrefecimento, neste caso orifícios, e uma conduta esférica na saída de cada canal.
A figura 1 mostra um corte transversal ao longo de uma máquina de vidro, de acordo com o estado da técnica, na área aqui relevante, vista de lado, com pré-molde 4, ferramenta para o bocal 5, suporte do bocal 1, prote- ção do cilindro da punção do molde 6, conduta de arrefecimento do pré- molde 2 e conduta de arrefecimento do bocal 3 com uma corrente de ar frio KM.
A figura 2 mostra uma vista em planta de um suporte do bocal 1, de acordo com o estado da técnica, em uma vista em planta inferior - na po- sição (final) correspondente ao molde de finalização do suporte do bocal - ou vista de cima - e conseqüentemente em uma posição (final) correspondente ao pré-molde.
A figura 3 mostra um corte transversal através de uma máquina de vidro em uma forma de realização de acordo com a presente invenção, vista de lado na área aqui relevante, com a área do bocal, ferramenta para o bocal 5, suporte do bocal 1 e proteção do cilindro da punção do molde 6, em uma apresentação detalhada, na qual um agente de arrefecimento KM flui através de um canal MK para o interior do suporte do bocal 1.
Neste caso, um agente de arrefecimento KM, por exemplo ar frio, é conduzido de preferência a partir de uma - fonte opostamente inde- pendente da fonte a ser utilizada para o pré-molde - através de preferência de canais PK (vide também figura 5) dispostos de modo circular a uma dis- tância em regra curva, de modo particularmente preferido vinte e quatro ori- fícios PK na proteção do cilindro da punção do molde 6. A partir daí, o ar de arrefecimento KM é novamente alimentado através do suporte do bocal 1, por meio de eventualmente canais MK (comp. também com figura 4), dispos- tos de preferência de modo circular em distâncias regularmente curvas, no entanto particularmente preferível na forma de vinte e quatro orifícios por bocal, em que as aberturas de entrada dos canais de passagem MK no su- porte do bocal estão dispostos por cima das aberturas de saída dos canais PK do cilindro da punção do molde, quando o suporte do bocal se encontra na posição de funcionamento correspondente ao pré-moldé. Os canais PK na proteção do cilindro da punção do molde são, por meio de uma seção transversal de saída reduzida - aqui na forma de uma conduta D realizada com parede interna W esférica -, realizados de tal forma que ocorre um au- mento da velocidade da corrente do agente de arrefecimento KM - de prefe- rência particularmente forte - à saída do canal PK na aresta superior PO da proteção do cilindro da punção do molde 6. Como resultado disso e da fenda ou coluna S entre a aresta superior PO da proteção do cilindro da punção do molde 6 e aresta inferior MU do suporte do bocal 1, forma-se uma baixa pressão na área interna da proteção do cilindro da punção do molde Pl e flui uma corrente de punção ES (uma primeira punção) através da área interna Sl da fenda (ou também coluna) S na direção da corrente de agente de arre- fecimento KM que sai rapidamente da conduta D.
A velocidade particularmente elevada da corrente volumétrica KM obtida através da parede interna esférica W da conduta, à saída do ca- nal PK, admitindo também a corrente de purgação ES através da área da fenda ou da coluna SI, leva a que a corrente volumétrica KM assim obtida seja insuflada exclusivamente para cima para o canal MK - o qual flui ao Ion- go do suporte do bocal 1 - e não entre livremente na área SA da fenda ou coluna S projetadas para o exterior.
Esta corrente volumétrica KM flui então de modo axial através do canal MK, em que uma mola do suporte do bocal MF1 que se encontra no local, é conjuntamente arrefecida, o que contrapõe o efeito de um recozi- mento prematuro da mola do suporte do bocal existente MF. A mola do su- porte do bocal MF serve para centrar a ferramenta para o bocal 5 no suporte do bocal 1, o que pode conduzir a uma descentralização, quando da solda- dura de um dos lados, na seqüência do recozimento da mola MF e portanto conduzir a problemas de qualidade, por exemplo rachas no recipiente de vidro. Tal fato é contraposto através da forma de realização da presente in- venção, aqui prevista. A corrente volumétrica KM anteriormente mencionada flui portanto externamente encostada à área do bocal e portanto à ferramen- ta do bocal 5 e obtém aqui novamente uma baixa pressão na área interna do bocal MI das aberturas em benefício das aberturas existentes, vantajosa- mente perfurações de purgação S2 e princípio Venturi já anteriormente utili- zado para a primeira purgação. Esta purgação adicional (segunda purgação) encarrega-se da outra corrente de purgação ES2 também nesta área da fer- ramenta para o bocal 5 (de preferência a área do anel da proteção, não es- tando o anel da proteção aqui ilustrado) para uma purgação da pressão, me- lhorando assim mais uma vez a presente invenção. É de salientar que a flu- ência da corrente do agente de arrefecimento KM a partir do exterior para a área do bocal ou ferramenta para o bocal 5 - tal como já em cima descrito de modo generalizado - também pode ser obtida, de acordo com a invenção, obviamente de modo independente da passagem do agente de arrefecimen- to KM através de respectivamente um outro canal ou um outro orifício, como o canal MK no suporte do bocal 1 ou eventualmente na ferramenta para o bocal 5 aqui apresentado.
A figura 3a mostra um aumento em detalhe de uma parte da a- presentação de acordo com a figura 3, nomeadamente a fenda ou coluna S entre a aresta superior PO da proteção do cilindro da punção do molde 6 e aresta inferior MU do suporte do bocal 1, bem como a corrente de purgação aqui fluente ES. As outras figuras referentes anexas correspondem ao signi- ficado já conhecido da figura 3.
A figura 3b mostra um corte transversal ao longo de uma máqui- na de vidro, em uma outra forma de realização da presente invenção, vista de lado na área aqui relevante, com área do bocal, ferramenta para o bocal 5, suporte do bocal 1 e proteção do cilindro da punção do molde 6, em que um agente de arrefecimento KM flui através de um canal MK para dentro da ferramenta para o bocal 5 e assim com outras correntes de purgação ES2 para purgar a área interna do bocal Ml.
Também aqui se consegue um agente de arrefecimento KM, por exemplo ar frio, através de preferência de - uma fonte opostamente inde- pendente da fonte utilizada para o pré-molde - através de preferência de ca- nais PK (vide também figura 5) dispostos de modo circular a uma distância em regra curva, de modo particularmente preferido vinte e quatro orifícios PK na proteção do cilindro da punção do molde 6. A partir daí, o ar frio KM é novamente alimentado através do suporte do bocal, por meio de eventual- mente canais MK, dispostos de preferência de modo circular em distâncias regularmente curvas, no entanto particularmente preferível na forma de vinte e quatro orifícios por bocal, aqui apenas através da ferramenta para o bocal 5, em vez de através do suporte do bocal 1, em que as aberturas de entrada dos canais de passagem MK estão dispostas na ferramenta para o bocal 5 e não no suporte do bocal 1, por cima das aberturas de saída dos canais PK no cilindro da punção do molde. Os canais PK na proteção do cilindro da punção do molde são, por meio de uma seção transversal de saída - tam- bém aqui uma conduta - de tal forma concebidos que é obtido - de modo vantajoso particularmente forte - um aumento da velocidade da corrente do agente de arrefecimento KM à saída do canal PK, na aresta superior da pro- teção do cilindro da punção do molde 6. Como resultado disso e da fenda ou coluna entre a aresta superior da proteção do cilindro da punção do molde 6 e aresta inferior da ferramenta para o bocal 5 e/ou aresta inferior do suporte do bocal 1, forma-se uma baixa pressão na área interna da proteção do ci- lindro da punção do molde Pl e flui uma corrente de punção ES (uma primei- ra punção), através da área interna da fenda (ou também coluna), na direção da corrente de agente de arrefecimento KM que sai rapidamente da conduta. A velocidade particularmente elevada da corrente volumétrica KM obtida a- través da conduta na saída do canal PK, que admite aqui também a corrente de purgação ES através da área da tenda ou da coluna, leva a que toda a corrente volumétrica KM assim obtida seja insuflada quase exclusivamente para cima no canal MK - o qual flui nesta forma de realização, de acordo com a invenção, através da ferramenta para o bocal 5 em vez de através do suporte do bocal 1 - e não entre livremente na outra área da fenda ou coluna que se projeta para o exterior.
Essa corrente volumétrica KM flui então ainda axialmente atra- vés do canal MK1 nomeadamente através de uma perfuração ou outro aper- feiçoamento do canal para a ferramenta para o bocal 5. A corrente volumé- trica KM anteriormente mencionada flui, portanto, externamente encostada à área do bocal e obtém aqui novamente uma baixa pressão na área interna do bocal Ml em benefício das aberturas existentes, vantajosamente perfura- ções de purgação S2 e vantajosamente sob aproveitamento do princípio Venturi já anteriormente utilizado para a primeira purgação. Esta purgação adicional (segunda purgação) encarrega-se, através da outra corrente de purgação ES2, também nesta área da ferramenta para o bocal 5 (de prefe- rência a área do anel da proteção, não estando o anel da proteção aqui ilus- trado) de uma purgação da pressão melhorando assim mais uma vez a pre- sente invenção. É de salientar que a fluência da corrente do agente de arre- fecimento KM a partir do exterior para a área do bocal - tal como já em cima descrito de modo generalizado - também pode ser obtida, de acordo com a invenção, obviamente de modo independente da passagem do agente de arrefecimento KM através de respectivamente um outro canal ou um outro orifício, como por exemplo através de um canal MK na ferramenta para o bocal 5 aqui apresentado.
A figura 3c mostra um corte transversal através de uma máquina de vidro em uma forma de realização de acordo com a figura 3b, também aqui ilustrada de lado, na área relevante com área do bocal, ferramenta para o bocal 5, suporte do bocal 1 e proteção do cilindro da punção do molde 6, em que um agente de arrefecimento KM flui através de um canal MK para o interior da ferramenta para o bocal 5, aqui no entanto sem purgação adicio- nal da área interna do bocal Ml, através de uma outra corrente de purgação por meio de uma abertura na área do bocal. As outras referências realizadas correspondem aqui ao conceito já conhecido das figura 3b respectivamente figura 3.
A figura 4 mostra uma forma de realização de um suporte do bocal 1 de acordo com a presente invenção, em uma vista em plano inferior - com a posição (final) do suporte do bocal 1, correspondente ao molde de finalização - ou vista a partir de cima - na posição final correspondente ao pré-molde -, e assim com aberturas de saída superiores - aberturas de saída "superiores" vistas na posição (final) do suporte do bocal 1 correspondente ao pré-molde - de canais MK do suporte do bocal 1 para um agente de arre- fecimento, - neste caso orifícios -, que se encontram dispostos em regra de modo circular a distâncias curvas iguais - com a exceção do espaço na posi- ção das 12 horas e das 6 horas.
A figura 5 mostra uma vista em planta a partir de cima de uma proteção do cilindro da punção do molde 6, de acordo com a presente inven- ção, com aberturas das condutas de canais PK - neste caso orifícios - para um agente de arrefecimento, as quais estão igualmente dispostas de modo circular regular e que estão de um modo vantajoso posicionadas por baixo das aberturas inferiores de admissão dos canais do suporte do bocal (canal ou canais de passagem MK das figura 3, 3a, 4), isto de preferência quando o suporte do bocal se encontra na posição de funcionamento correspondente ao pré-molde. A seção aqui clarificada ao longo da linha A-A deve ser vista portanto na apresentação lateral da figura 6.
A figura 6 mostra o corte transversal A-A através da proteção do cilindro da punção do molde 6 de acordo com a figura 5, de acordo com a presente invenção, vista de lado, com canais PK para um agente de arrefe- cimento - neste caso orifícios - as quais se encontram dispostas igualmente de modo circular regular (comp. figura 5), bem como uma conduta D prevista com parede interna esférica, na saída de cada canal.
Claims (44)
1. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem para a moldagem de um recipiente de vidro que apresenta pelo me- nos um pré-molde (4), caracterizado pelo fato de que um agente de arrefe- cimento (KM) para o bocal provê de uma fonte opostamente independente da fonte para o arrefecimento do pré-molde, de modo a arrefecer o bocal do recipiente de vidro a formar de modo independente do arrefecimento do pré- molde (4).
2. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- Iagem de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que um compressor separado da insuflação de arrefecimento do pré-molde serve como fonte independente para o agente de arrefecimento (KM) para o bocal.
3. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que na forma de compressor independente, o compressor serve ao propósito de alimentar pneumaticamente os mecanismos da máquina de vidro de emba- lagem.
4. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3, caracterizado pelo fato de que a máquina de vidro de embalagem apresenta também pelo menos um suporte do bocal (1) com pelo menos um canal (MK), através do qual o a- gente de arrefecimento (KM) é alimentado para o arrefecimento do bocal.
5. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que a máquina de vidro de embalagem apresenta também pelo menos uma ferramenta para o bocal (5) com pelo menos um canal (MK), através do qual o agente de arrefecimento (KM) é alimentado para o arrefecimento do bocal.
6. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- Iagem de acordo com uma das reivindicações de 1 a 5, caracterizado pelo fato de que é previsto um dispositivo de acionamento ou regulação, o qual aciona ou regula o arrefecimento independente do bocal do recipiente de vidro, através de pelo menos um parâmetro de tal processo de arrefecimento.
7. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de acionamento ou regulação aciona ou regula o arrefecimento independente do bocal do recipiente de vidro através da influência da pres- são do agente de arrefecimento (KM).
8. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de acionamento ou de regulação aciona ou regula o arrefeci- mento independente do bocal do recipiente de vidro, através de influência da corrente volumétrica do agente de arrefecimento (KM).
9. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 6, 7 ou 8, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de acionamento ou de regulação aciona ou regula o arrefe- cimento independente do bocal do recipiente de vidro através de uma medi- ção da temperatura do agente de arrefecimento (KM).
10. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações 6 a 9, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de acionamento ou regulação aciona ou regula o arrefe- cimento independente do bocal do recipiente de vidro, através da temperatu- ra existente no bocal.
11. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que compreende também pelo menos um cilindro da punção do molde com uma proteção do cilindro da punção do molde (6), em que a proteção do cilindro da punção do molde (6) apresenta pelo menos uma conduta de ali- mentação e pelo menos um canal (PK) com uma saída, através da qual o agente de arrefecimento (KM) é alimentado, o qual entra novamente na pro- teção do cilindro da punção do molde (6) a partir do canal (PK), para arrefe- cer o bocal do recipiente de vidro a formar de modo independente de um arrefecimento do pré-molde (4).
12. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que é disposta pelo menos uma saída de pelo menos um canal (PK) na proteção do cilindro da punção do molde (6) na aresta superior (PO) da proteção do cilindro da punção do molde (6).
13. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que são previstas várias saídas distribuídas de canais (PK) na proteção do cilindro da punção do molde (6) na aresta superior (PO) em torno da proteção do cilin- dro da punção do molde (6), de preferência de forma curva homogênea, a- través de um perímetro anelar visto na perspectiva em planta do cilindro da punção do molde.
14. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem dé acordo com a reivindicação 12 ou 13, caracterizado pelo fato de que pelo menos uma saída de pelo menos um canal (PK) na proteção do cilindro da punção do molde (6), é disposta na aresta superior (PO) da pro- teção do cilindro da punção do molde (6), de tal modo que o agente de arre- fecimento (KM) entre nesse local de modo vertical.
15. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações 11 a 14, caracterizado pelo fato de que pelo menos uma saída de pelo menos um canal (PK) na prote- ção do cilindro da punção do molde (6) é provida de tal modo que é aí obtido um aumento da velocidade da corrente do agente de arrefecimento (KM).
16. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pelo fato de que o aumento da velocidade da corrente à saída do canal (PK) na proteção do cilindro da punção do molde (6) é atingido através de uma abertura na saída que é diminuída opostamente à massa interna do canal, sendo de preferên- cia uma diminuição transversal.
17. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 15 ou 16, caracterizado pelo fato de que o aumento da velocidade da corrente à saída do canal (PK) na proteção do cilindro da punção do molde (6) é obtido através de uma conduta (D)1 de preferência uma conduta (D) com uma formação da sua parede (W) esférica vista a partir do corte transversal.
18. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações de 11 a 17, caracterizado pelo fato de que a máquina de vidro de embalagem apresenta também pelo me- nos um suporte do bocal (1) com pelo menos um outro canal (MK)1 através do qual o agente de arrefecimento (KM) é alimentado, após ter saído da pro- teção do cilindro da punção do molde (6), sendo depois conduzido a partir do exterior, ao nível da altura da área do bocal do recipiente de vidro.
19. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de que a máquina de vidro de embalagem apresenta também pelo menos uma ferra- menta do bocal (5) e pelo fato de que a fluência do agente de arrefecimento (KM), a partir do exterior ao nível da altura da área do bocal do recipiente de vidro, é realizada de modo a fluir ao lado da ferramenta para o bocal (5).
20. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 18 ou 19, caracterizado pelo fato de que a máquina de vidro de embalagem apresenta também pelo menos uma mola do suporte do bocal (MF), a qual se encarrega da centralização da fer- ramenta para o bocal (5) no suporte do bocal (1) e a qual se encontra no canal (MK) no suporte do bocal (1).
21. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações de 11 a 20, caracterizado pelo fato de que a máquina de vidro de embalagem apresenta também pelo me- nos uma ferramenta para o bocal (5), com pelo menos um outro canal (MK), através do qual o agente de arrefecimento (KM) é alimentado, após ter saído da proteção do cilindro da punção do molde (6) sendo posteriormente dire- cionado, a partir do exterior, ao nível da altura da área do bocal do recipiente de vidro.
22. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações de 18 a 21, caracterizado pelo fato de que pelo menos uma saída de pelo menos um canal (MK) no suporte do bocal (1) ou na ferramenta para o bocal (5) é de tal forma realizada que é obtido nesse local um aumento da velocidade de corrente do agente de arre- fecimento (KM).
23. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de que o aumento da velocidade da corrente na saída do canal (MK) no suporte do bocal (1) ou ferramenta para o bocal (5) é obtida através de uma abertura de saída reduzida opostamente à massa interna do canal, de preferência uma redução do corte transversal.
24. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com a reivindicação 22 ou 23, caracterizado pelo fato de que aumento da velocidade da corrente na saía do canal (MK) no suporte do bocal (1) ou ferramenta do bocal (5) é obtida através de uma conduta, de preferência uma conduta com uma formação de parede esférica, vista no seu corte transversal.
25. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações de 18 a 24, caracterizado pelo fato de que a saída de cada canal (PK) na proteção do cilindro da punção do molde (6) é disposta por baixo de uma entrada do respectivo canal (MK) no suporte do bocal (1), ou ferramenta para o bocal (5), quando o suporte do bocal (1) ou ferramenta para o bocal (5) se encontra ou encontram na posi- ção de funcionamento correspondente ao pré-molde (4).
26. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- Iagem de acordo com a reivindicação 25, na medida em que esta refere-se à reivindicação 15, caracterizado pelo fato de que entre a aresta superior (PO) da proteção do cilindro da punção do molde (6) e aresta inferior (MU) do su- porte do bocal (1) ou ferramenta para o bocal (5) é formada uma fenda ou coluna (S), quando o suporte do bocal (1) ou a ferramenta para o bocal (5) se encontra ou encontram na posição de funcionamento correspondente ao pré-molde (4), através do que, no seguimento do aumento da velocidade da corrente do agente de arrefecimento (KM), à saída do respectivo canal (PK) na proteção do cilindro da punção do molde (6), é obtida uma baixa pressão ocorrendo assim uma purgação (ES) na área interna da proteção do cilindro da punção do molde (PI), através da tenda ou da coluna (S).
27. Arrefecimento de bocal para uma máquina de vidro de emba- lagem de acordo com uma das reivindicações de 18 a 25, caracterizado pelo fato de que entre a aresta superior do suporte do bocal (1) e a aresta inferior do pré-molde (4) é prevista uma abertura (S2) para a área interna do bocal (Ml) através do que, no seguimento da velocidade da corrente do agente de arrefecimento (KM) à saída do respectivo canal (MK) no suporte do bocal (1) ou ferramenta para o bocal (5) é obtida uma baixa pressão, ocorrendo assim uma purgação (ES2) na área interna do bocal (Ml) através da abertura (S2).
28. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem, caracteri- zado pelo fato de que o bocal do recipiente de vidro é arrefecido sob utiliza- ção de um acionamento ou regulação da pressão do agente de arrefecimen- to (KM), os quais são independentes do arrefecimento do pré-molde.
29. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado com uma pressão na área de 0 a 400 kPa (4 bar).
30. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado com uma pressão na ordem dos 50 a 400 kPa (0,5 a 4 bar).
31. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado com uma pressão na ordem de 1,0 a 400 kPa (1,0 a 4 bar).
32. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 31, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado a uma pressão de cerca de 150 a 350 kPa (1,5 a 3,5 bar), de preferência de 200 a 300 kPa (2 a 3 bar).
33. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado a uma pressão de pelo menos 50 kPa (0,5 bar).
34. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 33, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado a uma pressão de pelo menos 100 kPa (1,0 bar).
35. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado a uma pressão de cerca de pelo menos 150 kPa (1,5 bar).
36. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 35, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado a uma pressão de pelo menos 200 kPa (2,0 bar).
37. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 36, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal do recipiente de vidro é acionado ou regulado a uma pressão de pelo menos 300 kPa (3,0 bar).
38. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com uma das reivindicações de 28 a 37, caracterizado pelo fato de que o bocal do recipiente de vidro é arrefecido sem a acumulação de calor exces- siva no pré-molde (4), de preferência em todo o seu conjunto.
39. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com a reivindicação 38, caracterizado pelo fato de que o bocal do recipiente de vidro é arrefecido sem acumulação excessiva de calor no pré-molde (4), de preferência em todo seu conjunto, a uma pressão forte de pelo menos 250 kPa (2,5 bar), de preferência pelo menos 300 kPa (3,0 bar).
40. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com uma das reivindicações de 28 a 39, caracterizado pelo fato de que o bocal do recipiente de vidro é também arrefecido sob utilização de um acio- namento ou regulação da corrente volumétrica do agente de arrefecimento (KM), de modo independente do arrefecimento do pré-molde.
41. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com uma das reivindicações de 28 a 40, caracterizado pelo fato de que o bocal do recipiente de vidro é também arrefecido sob utilização de um acio- namento ou regulação da temperatura do agente de arrefecimento (KM), de modo independente do arrefecimento do pré-molde.
42. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com uma das reivindicações de 28 a 41, caracterizado pelo fato de que o bocal do recipiente de vidro é arrefecido sob utilização de um acionamento ou regulação da temperatura do bocal, de modo independente do arrefeci- mento do pré-molde.
43. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com uma das reivindicações de 28 a 42, caracterizado pelo fato de que o arrefecimento do bocal é desativado antes ou no máximo durante a abertura do pré-molde e apenas novamente ativado após ou logo durante o fecho do pré-molde.
44. Método para o arrefecimento do bocal de um recipiente de vidro na pré-moldação em uma máquina de vidro de embalagem de acordo com uma das reivindicações de 28 a 43, caracterizado pelo fato de que o método é acionado sob utilização de um dispositivo como definido em uma das reivindicações 1 a 27.
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