BRPI0619035A2 - pano para uso com desinfetantes - Google Patents

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BRPI0619035A2
BRPI0619035A2 BRPI0619035-9A BRPI0619035A BRPI0619035A2 BR PI0619035 A2 BRPI0619035 A2 BR PI0619035A2 BR PI0619035 A BRPI0619035 A BR PI0619035A BR PI0619035 A2 BRPI0619035 A2 BR PI0619035A2
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BR
Brazil
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disinfectant
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cloth
fibers
treatment
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BRPI0619035-9A
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James William Clark
Philip Shi Hung Hui
James J Detamore
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Kimberly Clark Co
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Abstract

PANO PARA USO COM DESINFETANTES. A invenção refere-se a um pano seco para uso com soluções desinfetantes, que tem fibras sintéticas e um tratamento para liberação do desinfetante que torna o pano estável ao desinfetante ativo. Particularmente, o pano é estável para uso em soluções desinfetantes de amónio quaternário e soluções desinfetantes lixiviadoras. Descreve-se também um método para produzir esse pano.

Description

"PANO PARA USO COM DESINFETANTES"
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Os desinfetantes são usados comumente quando su- perfícies são limpas para exterminar microrganismos e redu- zir a possibilidade de infecções. Os cloretos de amônio quaternário (referidos comumente como "quats") são os pesti- cidas ativos mais prevalentes usados em desinfetantes. Os rótulos em desinfetantes descrevem como misturá-los e apli- cá-los sobre superfícies saturando a superfície ou usando um pano, toalha, esponja ou outro substrato.
Os quats são usados comumente também como ingredi- ente ativo em sanitizadores. Por definição, os "sanitizado- res" usam uma concentração mais baixa de compostos quats do que em soluções "desinfetantes". Tipicamente, um sanitiza- dor deve ter apenas 200 a 400 ppm de um quat em solução, en- quanto que um desinfetante deve ter 600 a 3.000 ppm de um quat em solução. Assim sendo, os sanitizadores são seguros para limpar superfícies usadas na preparação de alimentos (por exemplo, restaurantes e cozinhas), enquanto que os de- sinfetantes são usados para limpar superfícies em ambientes hospitalares.
A "U.S. Environmental Protection Agency (EPA)" re- quer que as reivindicações de exterminação sejam substancia- das por estudo de eficácia para o líquido misturado, mas não para o líquido espremido a partir de um pano seco umedecido pelo usuário (ao invés de ser pré-saturado pelo fabricante). 0 problema é que um pano pode esgotar 10-60% do quat ativo do desinfetante, dependendo dos materiais que constituem a construção do pano. Os quats ativos são adsorvidos sobre a superfície do substrato de pano. Por exemplo, as toalhas de papel são usadas prevalentemente por causa da sua absorvên- cia. Entretanto, as toalhas de papel esgotam 60% do quat ativo de uma solução de desinfetante baseada em quat intro- duzida nessa toalha. Similarmente, os panos de poliéster esgotam cerca de 10% do quat da solução desinfetante intro- duzida nesse pano. Esta redução de quats ativos em uma so- lução desinfetante diminuiu a eficácia da solução para ex- terminar microorganismos nocivos. O mesmo tipo de problema é encontrado também com soluções sanitizantes.
Por exemplo, para que um pano ou outro substrato seja considerado "estável a desinfetantes", o substrato deve ser capaz de espremer 90 allO por cento do desinfetante ati- vo que foi introduzido no pano a partir de uma solução de desinfetante. Especificamente, para que um pano seja consi- derado "estável a quats", o substrato deve ser capaz de es- premer 90-110% dos quats introduzidos no substrato a partir de uma solução desinfetante baseada em quat.
Os panos pré-saturados resolvem este problema com- pensando as concentrações de quats durante o processo de fa- bricação para ser consistente com o rótulo. Como aqui uti- lizado, o termo "pré-saturado" com relação a um pano refere- se a panos que são saturados pelo fabricante com o líquido desejado e distribuído para o usuário em uma forma umedeci- da. Entretanto, no caso de produtos que são distribuídos para o cliente como um substrato seco ao qual o cliente adi- ciona sua própria solução desinfetante, o nível de quats na solução desinfetante não pode ser aumentado. Em tais casos, o cliente deve confiar que o substrato libere 100% dos quats a partir do substrato depois que a solução foi adicionada a esse substrato.
Algumas pessoas enfrentaram este problema se bene- ficiando da carga positiva do ion de quat ativo em solução. Por exemplo, algumas pessoas conferiram uma carga positiva à superfície de substratos para repelir os íons de quats posi- tivos em solução. No campo de panos para uso com sanitiza- dores, a patente n- US 6.667.290, expedida para Svendsen, usa um aglutinante adesivo com carga positiva ou neutra para conferir ao artigo uma carga positiva global a fim de repe- lir compostos de quats em uma solução sanitizante. Contem- pla-se também que um tensoativo positivamente carregado tam- bém pode ser usado nesse artigo. Entretanto, essa solução perde sua eficácia com concentrações de íons quats mais al- tas do que aquelas presentes em soluções desinfetantes.
Adicionalmente, os panos disponíveis atualmente para uso com desinfetantes e/ou sanitizadores que enfrentam o problema da diminuição da eficácia de quats não são gene- ricamente estáveis em soluções lixiviadoras. Da mesma ma- neira que acontece com soluções de quats, o desinfetante a- tivo de soluções lixiviadoras também é adsorvido por subs- tratos de panos não-tratados. Isso é problemático para a maioria dos usuários finais devido ao uso freqüente de solu- ções lixiviadoras para desinfetar ou sanitizar uma superfí- cie. Mesmo os que usam soluções de quats em algumas cir- cunstâncias freqüentemente usarão soluções lixiviadoras em outras circunstâncias e gostariam de usar o mesmo pano de limpeza.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Tendo em vista os problemas com a eficácia de pa- nos em soluções desinfetantes, deseja-se obter um pano que seja estável e compatível para uso com soluções de quats de- sinfetantes e soluções lixiviadoras desinfetantes.
A presente invenção refere-se a um pano seco para uso com soluções desinfetantes, fabricado a partir de um substrato seco que tem fibras sintéticas e um tratamento pa- ra liberação do desinfetante presente sobre o substrato, e onde o pano é estável ao desinfetante ativo. Em algumas mo- dalidades, o pano é estável a quats e também estável a Iixi- vias .
Em algumas modalidades, o tratamento para libera- ção de desinfetantes é um composto quaternário de amõnio, e mais especificamente, pode ser um composto de dialquil- dimetil-amônio. Mais especificamente, o tratamento para li- beração do desinfetante pode ser um composto de X de N,N- dialquil-N.N-dimetil-amônio, onde X é um grupo químico tal como carbonato, bicarbonato, sulfato, metil-sulfato ou etil- sulfato. Em uma modalidade, o tratamento para liberação de desinfetante é carbonato de didecil-dimetil-amônio ou bicar- bonato de didecil-dimetil-amônio. Em outras modalidades, o tratamento para liberação de desinfetantes pode ser um poli- glicosídeo hidróxi-propil-alquil-lauril-dimetil-amônio.
Em modalidades específicas, o tratamento para li- beração de desinfetante pode estar presente sobre o substra- to em um nivel adicionado de cerca de 0,20% ou menos, basea- do no peso do substrato. Em outra modalidade especifica, o pano tem também um tensoativo presente no substrato de pano.
Em várias modalidades, 100% das fibras usadas na fabricação do substrato podem ser fibras sintéticas. Em ou- tras modalidades, o substrato pode ser fabricado a partir de fibras de polipropileno, fibras de polietileno, fibras de poliéster, ou fibras bicomponentes. Em algumas modalidades, o substrato de pano é de via fundida, de via seca, de via úmida, tricotado ou tecido. O substrato de pano pode ser ligado com rolo padrão, ligado via passagem de ar, ou hidro- emaranhado.
A invenção refere-se também a um sistema de pano para desinfetar superfícies, tendo um pano feito de um subs- trato seco que tem fibras sintéticas e um tratamento para liberação do desinfetante presente sobre o substrato, de tal modo que o pano seja estável a quats e também estável a li- xívias. Adicionalmente, o sistema tem uma solução desinfe- tante e um recipiente que contém o pano para dentro do qual a solução desinfetante pode ser introduzida. Em uma modali- dade, o pano do sistema pode ser fabricado a partir de fi- bras de polipropileno, fibras de polietileno, fibras de po- liéster, ou combinações bicomponentes desses polímeros. Em outra modalidade, a solução desinfetante é um desinfetante de amônio quaternário ou um desinfetante em solução lixiviadora.
Finalmente, a invenção refere-se também a um méto- do ara produzir um pano para uso com soluções desinf etantes.
O método consiste nas etapas de formar um substrato seco que tem fibras sintéticas; e aplicar um tratamento para li- beração do desinfetante ao substrato, que torna o pano está- vel a quats e também estável a lixivias. Em algumas modali- dades, o tratamento para liberação de desinfetante pode ser aplicado durante a formação do substrato. Em outras modali- dades, o tratamento para liberação de desinfetante pode ser aplicado às fibras sintéticas antes da formação do substra- to. Em outra modalidade, o tratamento para liberação de de- sinfetante pode ser aplicado às fibras sintéticas depois da formação do substrato.
Em uma modalidade, o método inclui a etapa de tra- tar termicamente o substrato depois que o substrato foi tra- tado com o tratamento para liberação de desinfetante.
No interesse de brevidade e concisão, quaisquer faixas de valores enunciadas neste relatório descritivo con- templam todos valores dentro da faixa e devem ser interpre- tadas como fundamento para as reivindicações que enunciam quaisquer subfaixas que têm limites que são valores de núme- ros inteiros dentro da faixa especificada em questão. A ti- tulo de exemplo ilustrativo hipotético, uma descrição neste relatório descritivo de uma faixa entre 1 e 5 deve ser con- siderada um fundamento reivindicações para qualquer uma das seguintes faixas: 1-5; 1-4; 1-3; 1-2; 2-5; 2-4; 2-3; 3-5; 3- 4; e 4-5.
Definições
Como aqui utilizado, o termo "pano ou manta não- tecida" significa uma manta que tem uma estrutura de fibras ou fios que são intercalados, mas não de uma maneira identi^ ficável como em um pano tricotado. Os panos ou mantas não- tecidas têm sido formadas a partir de muitos processos tais como, por exemplo, processos de sopro por fusão, processos de consolidação térmica {spunbonding), e processos de mantas cardadas consolidadas. A gramatura de panos não-tecidos é expressa usualmente em onças de material por jarda quadrada (osy) ou gramas por metro quadrado (g/m2) e os diâmetros das fibras são expressos usualmente em microns (Nota: para con- verter de osy para g/m2, multiplicar por 33,91).
Como aqui utilizado, os termos "consolidação tér- mica" (spunbonding) e "filamentos consolidados termicamente" (spunbonded filaments) referem-se a filamentos contínuos com diâmetro pequeno, que são formados extrudando um material termoplástico fundido como filamentos a partir de capilares finos, usualmente circulares, de uma matriz {spinnerette) , sendo que o diâmetro dos filamentos extrudados é depois re- duzido rapidamente, por exemplo, por estiramento edutor e/ou outros mecanismos bem conhecidos de consolidação térmica. A produção de mantas não-tecidas consolidadas termicamente es- tá ilustrada em patentes tais como, por exemplo, as patentes n- US 4.340.563, expedida para Appel et al., e US 3.692.618, expedida para Dorschner et al. Os teores destas patentes são aqui incorporadas como referência.
Como aqui utilizado, o termo "soprado em fusão" significa fibras formadas extrudando um material termoplás- tico fundido através de uma pluralidade de capilares finos de matrizes, usualmente circulares, como fios ou filamentos fundidos para dentro de correntes de um gás (por exemplo, ar) convergente em alta velocidade, que atenuam os filamen- tos do material termoplástico fundido para reduzir seu diâ- metro, que pode ser um diâmetro de microfibra. Depois dis- so, as fibras sopradas em fusão são transportadas pela cor- rente de gás em alta velocidade e depositadas sobre uma su- perfície coletora para formar uma manta de fibras sopradas em fusão dispersadas aleatoriamente. Esse processo está descrito em várias patentes e publicações, incluindo o NRL Report 4364, "Manufacture of Super-Fine Organic Fibers" por B. A. Wendt, E. L. Boone e D. D. Fluharty; NRL Report 52 65, "An Improved Device for the Formation of Super-Fine Thermo- plastic Fibers", por K. D. Lawrence, R. T. Lukas e J. A. Young; e patente n- US 3.849.241, expedida em 19 de novembro de 1974 para Butin et al.
Como aqui utilizado, o termo "mantas cardadas con- solidadas" refere-se a mantas que são fabricadas a partir de fibras picadas (staple) que são usualmente adquiridas em fardos. Os fardos são colocados em uma unidade/pinçadora desfibradora que separa as fibras. A seguir, as fibras são enviadas através de uma unidade combinadora ou cardadora que desagrega ainda mais e alinha as fibras picadas na direção da máquina, de modo a formar uma manta fibrosa não-tecida orientada na direção da máquina. Depois que a manta foi formada, ela é então aglutinada por um ou mais entre vários métodos de colagem. Um método de colagem é uma colagem em pó, onde um adesivo em pó é distribuído pela manta inteira e depois é ativado, usualmente aquecendo a manta e o adesivo com ar quente. Outro método de colagem é a colagem por es- tampagem, onde rolos de calandragem aquecidos ou um equipa- mento de colagem ultra-sônica é usado para unir as fibras entre si, usualmente em um padrão de colagem localizado a- través da manta e/ou alternativamente a manta pode ser cola- da através da sua superfície inteira, caso desejado. Quando são usadas fibras picadas bicomponentes, um equipamento de colagem com passagem de ar é, para muitas aplicações, espe- cialmente vantajoso.
Como aqui utilizado, o termo "laminado multicama- da" significa um laminado no qual uma ou mais das camadas podem ser consolidadas termicamente e/ou sopradas em fusão, tal como um laminado consolidado termicamente/soprado em fu- são/consolidado termicamente (SDS) e outros descritos nas patentes n— US 4.041.203, expedida para Brock et al.; 5.169.706, expedida para Collier et al.; 5.145.727, expedida para Potts et al.; 5.178.931, expedida para Perkins et al.; e 5.188.885, expedida para Timmons et al. Tal laminado pode ser fabricado depositando seqüencialmente em cima de uma correia formadora móvel primeiramente uma camada de pano consolidado termicamente, depois uma camada de pano soprado em fusão e por último outra camada consolidada termicamente, e depois aglutinando o laminado de uma maneira descrita a- baixo. Alternativamente, as camadas de pano podem ser fa- bricadas individualmente, coletadas em rolos, e combinadas em uma etapa de aglutinação separada. Tais panos têm usual- mente uma gramatura entre cerca de 6 e 400 g/m2 (entre 0,1 e 12 osy), ou mais particularmente, entre cerca de 13,6 e 101,7 g/m2 (entre 0,40 e 3 osy) . Os laminados multicamadas para muitas aplicações têm também uma ou mais camadas de filmes que podem assumir muitas configurações diferentes e podem incluir outros materiais tais como espumas, gazes, mantas tecidas ou tricotadas, e similares.
Como aqui utilizado, o termo "polímero" inclui ge- nericamente, porém sem limitações, homopolimeros, copolíme- ros, tais como, por exemplo, copolímeros em bloco, enxerta- dos, aleatórios e alternados, etc., e misturas e modifica- ções deles. Além disso, a menos que especificamente limita- do de fora diferente, o termo "polímero" inclui todas confi- gurações geométricas possíveis da molécula. Estas configu- rações incluem, porém sem limitações, as simetrias isotácti- cas, sindiotáticas e aleatórias.
Como aqui utilizado, o termo "termoplástico" refe- re-se a um polímero que é capaz de ser processado em fusão.
Como aqui utilizado, o termo "fibra monocomponen- te" refere-se a uma fibra formada a partir de um polímero ao qual foram adicionadas pequenas quantidades de aditivos para obter cor, propriedades antiestáticas, lubrificação, caráter hidrofílico, etc. Estes aditivos, como por exemplo, dióxido de titânio para obter cor, estão presentes genericamente em uma quantidade menor do que 5% em peso, e mais tipicamente, cerca de 2% em peso.
Como aqui utilizado, o termo "fibras conjugadas" refere-se a fibras que foam formadas a partir de pelo menos dois polímeros extrudados em extrusoras separadas, mas fia- dos entre si para formar uma fibra. As fibras conjugadas são referidas algumas vezes como fibras multicomponentes ou bicomponentes. Os polímeros são usualmente diferentes entre si, embora as fibras conjugadas possam ser fibras monocompo- nentes. Os polímeros são arranjados em zonas distintas po- sicionadas de forma substancialmente constante através da seção transversal das fibras conjugadas e es estendem conti- nuamente ao longo do comprimento das fibras conjugadas. A configuração dessa fibra conjugada pode ser, por exemplo, um arranjo casca/núcleo no qual um polímero é circundado por outro, ou pode ser um arranjo lado a lado, um arranjo de torta, ou um arranjo de "arquipélagos". As fibras conjuga- das estão enunciadas nas patentes n— US 5.108.820, expedida para Kaneko et al.; 4.7 95.668, expedida para Krueger et al.; 5.540.992, expedida para Marcher et al.; e 5.336.552, expe- dida para Strack et al. As fibras conjugadas estão enuncia- das também na patente n- US 5.382.400, expedida para Pike et al., e podem ser usadas para produzir pregas nas fibras u- sando as taxas diferenciais de expansão e contração dos dois (ou mais) polímeros. As fibras pregueadas podem ser produ- zidas também por meios mecânicos e pelo processo da patente alemã n2 DT 25 13 251 Al. No caso de fibras com dois compo- nentes, os polímeros podem estar presentes em razões de 75:25, 50:50, 25:75, ou quaisquer razões desejadas. As fi- bras podem ter também formatos tais como aqueles descritos nas patentes n— US 5.277.976, expedida para Hogle et al.; 5.466.410, expedida para Hills; e 5.069.970 e 5.057.368, ex- pedidas para Largman et al., que descrevem fibras com forma- tos não-convencionais.
Como aqi utilizado, o termo "fibras biconstituin- tes" refere-se a fibras que foram formadas a partir de pelo menos dois polímeros extrudados na mesma extrusora como uma mistura. 0 termo "mistura" está definido abaixo. As fibras biconstituintes não têm os vários componentes poliméricos arranjados em zonas distintas posicionadas de forma relati- vamente constante através da seção transversal da fibra e os vários polímeros não são usualmente contínuos ao longo do comprimento inteiro da fibra, mas ao invés disso, usualmente formam fibrilas ou protofibrilas que começam e terminam ale- atoriamente. As fibras biconstituintes são algumas vezes referidas também como fibras multiconstituintes. As fibras deste tipo genérico estão discutidas, por exemplo, nas pa- tentes n— 5.108.827 e 5.294.482, expedidas para Gessner. As fibras bicomponentes e biconstituintes estão discutidas também no livro-texto "Polymer Blends and Composites" por John A. Manson e Leslie H. Sperling, copyright 1976 por Ple- num Press, uma divisão da Plenum Publishing Corporation de New York, IBSN 0-306-30831-2, páginas 273 até 277.
Como aqui utilizado, o termo "filamentos contí- nuos" refere-se a fios de filamentos poliméricos formados continuamente, tendo uma razão de comprimento para diâmetro de pelo menos cerca de 1.000 e usualmente muito mais alta. Tais filamentos devem ser tipicamente formados extrudando um material fundido através de um cabeçote de matriz que tem um certo tipo e arranjo de furos capilares dentro dele.
Como aqui utilizado, o termo "fibra picada" refe- re-se a uma fibra que foi formada ou cortada em comprimentos picados de genericamente 20 cm ou menos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma plotagem da porcentagem de quat ativo na solução espremida a partir de panos exemplificati- vos comparativos em vários períodos de tempo do teste.
A Figura 2 é uma plotagem da porcentagem de quat ativo na solução espremida a partir de panos exemplificati- vos da presente invenção em vários períodos de tempo do teste.
A Figura 3 é uma plotagem da porcentagem de quat ativo na solução espremida a partir de panos exemplificati- vos comparativos em vários períodos de tempo do teste.
A Figura 4 é uma plotagem da porcentagem de quat ativo na solução espremida a partir de panos exemplificati- vos comparativos em vários períodos de tempo do teste.
A Figura 5 é uma plotagem da porcentagem de quat ativo na solução espremida a partir de panos exemplificati- vos comparativos em vários períodos de tempo do teste.
A Figura 6 é uma plotagem da porcentagem de quat ativo na solução espremida a partir de panos exemplificati- vos da presente invenção em vários períodos de tempo do teste.
A Figura 7 é uma plotagem da porcentagem de desin- fetante ativo de lixiviação na solução espremida a partir de panos exemplificativos comparativos em vários períodos de tempo do teste.
A Figura 8 é uma plotagem da porcentagem de desin- fetante ativo de lixiviação na solução espremida a partir de panos exemplificativos da presente invenção em vários perío- dos de tempo do teste.
A Figura 9 é uma plotagem da porcentagem de desin- fetante ativo na solução espremida, em vários períodos de tempo do teste, a partir de um pano da presente invenção en- velhecido por 7 dias a 55 0C para diferentes soluções desin- fetantes.
A Figura 10 é uma plotagem da porcentagem de de- sinfetante ativo na solução espremida, em vários períodos de tempo do teste, a partir de um pano da presente invenção en- velhecido por 14 dias a 55 0C para diferentes soluções de- sinfetantes.
A Figura 11 é uma plotagem da porcentagem de de- sinfetante ativo na solução espremida, em vários períodos de tempo do teste, a partir de um pano da presente invenção en- velhecido por 45 dias a 55 0C para diferentes soluções de- sinfetantes.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Esta invenção refere-se a panos que são distribuí- dos aos usuários finais em uma forma substancialmente seca (isto é, não pré-saturada). O usuário pode adicionar ou u- sar sua própria solução desinfetante ou sanitizadora com os panos para desinfetar ou sanitizar superfícies. O usuário final pode embeber um pano individual na sua solução desin- fetante ou o desinfetante, ao invés disso, pode ser adicio- nado a uma coleção de panos secos, de modo a saturar a cole- ção inteira de panos. Um exemplo deste tipo de execução é o sistema WETTASK® , disponível na Kimberly-Clark Corporation (Roswell, GA, EUA), onde o usuário recebe um rolo de panos e um balde dentro do qual o usuário pode verter seu desinfe- tante, sanitizador ou outro produto de limpeza para saturar o pano. Os panos saturados podem ser então usados para de- sinfetar, sanitizar ou limpar de outra forma as superfícies.
Os panos secos podem ser fornecidos para o usuário final em qualquer formato útil para o usuário. Os panos po- dem ser fornecidos aos usuários como um pano individual, co- mo uma pilha de panos individuais, como uma pilha de panos dobrados, como um rolo de panos, ou qualquer outro formato que atenda às necessidades específicas do usuário. Adicio- nalmente, o pano pode ser fornecido ao usuário com uma emba- lagem especializada para facilitar o uso do pano com as so- luções desinfetantes, sanitizadoras e/ou limpadoras do usuá- rio. Por exemplo, o sistema WETTASK® é fornecido ao usuário com um balde dentro do qual as soluções e um rolo de panos podem ser colocados.
Os panos da presente invenção são fabricados a partir de fibras que são apropriadas para o uso final do pa- no. As fibras podem ser relativamente curtas, fibras com comprimento cortado, tipicamente menos do que 7,6 cm (3 in) , ou mais longo, e fibras substancialmente mais contínuas, tais como aquelas produzidas por um processo de fiação em fusão (isto é, processos de consolidação térmica e sopro em fusão). Prefere-se que os panos sejam fabricados a partir de fibras sintéticas tais como poliésteres, nylons, polipro- pilenos, polietilenos, acrílicos, polivinilas, poliuretanas, e outras dessas fibras sintéticas bem conhecidas. As polio- lefinas apropriadas incluem, porém sem limitações, polieti- leno, polipropileno, polibutileno, e similares; as poliami- das apropriadas incluem, porém sem limitações, nylon 6, n- ylon 6/6, nylon 10, nylon 12, e similares; e os poliésteres apropriados incluem, porém sem limitações, poli(tereftalato de etileno), poli(tereftalato de butileno), e similares.
Os panos podem ter adicionalmente mais do que um tipo de fibra, podem ter fibras biconstituintes, ou podem ter fibras conjugadas. Adicionalmente, embora prefira-se que fibras sintéticas sejam usadas nos panos da presente in- venção, fibras naturais tais como materiais celulósicos tam- bém podem estar presentes. Similarmente, fibras celulósicas regeneradas tais como rayon podem estar presentes nos panos da presente invenção como uma adição às fibras sintéticas.
Os processos usados para fabricar os panos da pre- sente invenção são genericamente bem conhecidos na indús- tria. Tais panos são produzidos por uma série de maneiras bem conhecidas. Os panos podem ser fabricados por processos de fabricação de panos tecidos, tricotados, formados a úmi- do, formados a seco, e não-tecidos. Estes processos podem incluir, porém sem limitações, processos de consolidação térmica, sopro em fusão, manta cardada consolidada de fibras picadas, assentamento com ar, processos de assentamento a úmido, fiação em solução, consolidação com rolos de estampa- gem, consolidação com passagem de ar, e hidroemaranhamento.
Os panos podem ser fabricados a partir de mantas de substrato que são mantas com uma única camada ou podem ser fabricados a partir de mantas de substrato feitas de múltiplas camadas. Uma manta de substrato feita de múlti- plas camadas pode ter materiais similares em cada camada ou pode ser feia de camadas diferentes. 0 pano pode ser um Ia- minado multicamada.
Pretende-se que as mantas de substrato da presente invenção sejam substancialmente secas e o pano resultante esteja substancialmente seco quando distribuído para o usuá- rio. Como aqui utilizado, o termo "substancialmente seco" refere-se ao pano estar isento de líquido a não ser a umida- de do meio ambiente.
Os exemplos de materiais que podem ser usados para os panos da presente invenção estão descritos nas patentes n^os US 4.820.577, expedida para Morman et al.; 4.950.526, expedida para Singleton; 5.350.624, expedida para Georger et al.; 6.331.230, expedida para Hermans et al.; 6.149.767, ex- pedida para Hermans et al.; 6.177.370, expedida para Skoog et al.; 6.649.547, expedida para Arnold et al.; 6.692.825, expedida para Qin et al.; 6.736.916, expedida para Steinke et al.; 6.777.056, expedida para Boggs et al.; 6.797.360, expedida para Varona; e 6.7 97.377, expedida para DeLuccia et al.
Um exemplo de um material que pode ser usado para o pano da invenção são os materiais hidroemaranhados usados comumente nesses panos e comercializados pela Kimberly-Clark Corporation, de Roswell, GA, EUA, como HYDROKNIT®. Os exem- plos de tais materiais hidremaranhados estão discutidos nas patentes n— US 5.284.703, expedida para Everhart et al.; 5.389.202, expedida para Everhart et al.,* 6.103.061, expedi- da para Anderson et al.; e 6.784.126, expedida para Everhart et al.
Pretende-se que os panos da presente invenção se- jam apropriados para uso com desinfetantes, sanitizadores e limpadores que são usados comumente para desinfetar, saniti- zar e limpar superfícies. Como discutido acima, a maioria dos desinfetantes e sanitizadores disponíveis comumente usa um composto de cloreto de amônio quaternário ("quat") como um desinfetante ativo na solução desinfetante. Os exemplos de tais soluções desinfetantes incluem "Virex II 128 One- Step Disinfectant Cleaner and Deodorant", disponível na Johnson Diversey, Inc. (Sturtevant, WI, EUA). Outras solu- ções com desinfetantes quat estão disponíveis na 3M (St. Pa- ul, MN, EUA) e comercializados sob as designações comerciais "5L 3M™ Quat Disinfectant Cleaner 5L (Produto n- 5) e "4L 3M™ Bathroom Disinfectant Cleaner 4L (Produto n2 4).
As soluções lixiviadoras de hipoclorito de sódio são outro desinfetante comum. Tais soluções são bem conhe- cidas e estão disponíveis comumente em muitos fornecedores.
A presente invenção fornece um pano que pode ser usado com esses desinfetantes comuns sem diminuir acentuada- mente a eficácia do desinfetante ativo da solução. O pano é considerado como sendo estável com essas soluções desinfe- tantes comuns. Especificamente, a adição de um tratamento para liberação de desinfetante ao pano da presente invenção impede que o desinfetante ativo de uma solução desinfetante seja adsorvido sobre o pano. Como aqui utilizado, o termo "estável" com relação ao uso do pano com soluções desinfe- tantes, refere-se ao pano ser capaz de espremer entre cerca de 90 e 110% do desinfetante ativo que é introduzido em so- lução no pano. Deseja-se também que o pano permaneça está- vel durante um período de tempo no qual se espera que esses panos fiquem expostos a essas soluções desinfetantes (por exemplo, o tempo em que esses panos ficariam dentro de um balde com a solução desinfetante).
Deve-se entender que, embora a discussão de "esta- bilidade" neste caso tenha sido com relação a soluções de- sinfetantes, a característica se aplicaria também a soluções sanitizadoras. É razoável concluir que um pano que é está- vel quanto às concentrações mais altas do componente ativo presente em soluções desinfetantes (isto é, mais componente ativo disponível para ser adsorvido pelo pano) será estável também quanto às concentrações mais baixas deste mesmo in- grediente ativo presente em uma solução sanitizadora (isto é, menos componente ativo disponível para ser adsorvido pelo pano).
Um dos tratamentos para liberação de desinfetantes que demonstrou ser estável em desinfetantes quat e lixivia- dores são os compostos de dialquil-dimetil-amônio. Um tipo específico de composto de dialquil-dimetil-amônio que de- monstrou ser útil para a presente invenção são os compostos de carbonato e bicarbonato de dialquil-dimetil-amônio. Es- tes compostos de dialquil-dimetil-amônio têm um subgrupo carbonato ou bicarbonato e são encontrados freqüentemente em solução. Um composto específico é o carbonato/bicarbonato de didecil-dimetil-amônio em solução disponível na Lonza,. Inc. (Fair Lawn, NJ. EUA) e comercializado sob a designação comercial Carboquat® 22C50 (anteriormente o principal uso de compostos Carboquat® tinha sido como um tratamento fungici- da/inseticida de madeira). Similarmente, o composto de di- alquil-dimetil-amônio pode ter grupos sulfato, tais como grupos sulfato, metil-sulfato ou etil-sulfato, em vez de grupos carbonato ou bicarbonato.
Outra classe de tratamentos para liberação de de- sinfetantes, que demonstrou ser estável em desinfetantes quat e lixiviadores, são compostos de alquil-poliglicosideo- amônio. Tais compostos são derivados de açúcares com cadei- as alquílicas longas, onde a cadeia principal de um açúcar ou de alquil-poliglicosídeo é quaternizada. Um exemplo de tal composto seriam os hidróxi-propil-alquil-poliglicosídeos de lauril-dimetil-amônio, tais como os comercializados pela Colonial Chemical, Inc. (South Pittsburg, TN, EUA), sob as designações comerciais SugaQuat® L-1010, L-1210, e L-8610 (anteriormente o principal uso dos compostos SugaQuat® era como um condicionador dermatológico e capilar para uso em formulações de higiene pessoal).
Embora os inventores não pretendam se limitar a qualquer teoria operacional, acredita-se que os tratamentos para liberação de desinfetantes da presente invenção impedem a adsorção dos desinfetantes ativos por dois mecanismos. Estes mecanismos se baseiam no tratamento para liberação de desinfetante que tem um grupo catiônico e um grande grupo aniônico. No primeiro mecanismo, a natureza catiônica do tratamento para liberação de desinfetante da presente inven- ção repele eletroquimicamente os desinfetantes ativos. No segundo mecanismo, a geometria física singular dos tratamen- tos para liberação de desinfetante da presente invenção im- pede que o desinfetante ativo da solução desinfetante seja adsorvido sobre o pano. Assim sendo, os tratamentos para liberação de desinfetante da presente invenção são capazes de conferir ao pano a capacidade de permanecer estável em uma solução desinfetante baseada em quats ou em uma solução desinfetante baseada em lixívia.
Acredita-se que outros tratamentos similares para iberação de desinfetantes também podem ser possíveis baseado nestes mecanismos e podem proporcionar estabilidade similar a quats e lixívias para um pano. Outros tratamentos simila- res que têm a capacidade de repelir eletroquimicamente de- sinfetantes ativos e também impedir geometricamente que eles sejam adsorvidos sobre o substrato de pano podem ser desen- volvidos similarmente. Por exemplo, os compostos de imida- zolínio, tal como o metil-sulfato de imidazolínio, também devem proporcionar estabilidade similar a desinfetantes quats e lixiviadores, particularmente quando o componente aniônico dos compostos são os grupos químicos discutidos a- cima (isto é, carbonato, bicarbonato, sulfato, metil- sulfato, etil-sulfato, etc.).
O tratamento para liberação de desinfetante pode ser adicionado aos panos da invenção por qualquer método a- propriado bem conhecido para adicionar tais tratamentos a substratos. O tratamento pode ser adicionado a fibras pica- das antes da conversão em substratos, ou ele pode ser incor- porado dentro da fibra durante a extrusão em fusão das fi- bras. Similarmente, o tratamento pode ser adicionado às mantas de substrato do pano em qualquer ponto durante a pro- dução das mantas de substrato. 0 tratamento pode ser apli- cado por qualquer um dos muitos processos bem conhecidos que incluem, porém sem limitações, aplicação por spray, impres- são por gravação, escova, espuma, matriz com fenda, imersão e espremeção, saturação, ou outros processos similares.
Tipicamente, o tratamento para liberação de desin- fetantes deve ser aplicado ao substrato de pano em um nivel adicionado menor do que 0,20% em peso do pano. Mais prefe- rivelmente, o tratamento para liberação de desinfetante deve estar presente em uma quantidade entre cerca de 0,05% e cer- ca de 0,20%. Ainda mais preferivelmente, o tratamento para liberação de desinfetante deve estar presente em uma quanti- dade entre cerca de 0,08% e 0,15%.
Opcionalmente, os panos da presente invenção podem incorporar também outros compostos além do tratamento para liberação de desinfetante. Tais compostos adicionais podem ser os compostos que melhoram a funcionalidade ou a estética do pano. Por exemplo, esses compostos adicionais podem in- cluir, porém sem limitações, tensoativos, tampões de pH, a- gentes quelantes, agentes antimicrobianos, e similares.
Adicionalmente, descobriu-se agora surpreendente- mente que os panos que têm o tratamento para liberação de desinfetante da presente invenção são aperfeiçoados com al- gum recozimento térmico. Descobriu-se que submeter os panos acabados da presente invenção a uma temperatura ligeiramente elevada diminui a variabilidade na eficiência da capacidade de o pano liberar desinfetantes ativos. É preferível que este recozimento térmico seja conduzido em uma temperatura maior do que cerca de 25°C e menor do que cerca de 100°C. Mais preferivelmente, o recozimento térmico deve ser condu- zido em uma temperatura entre cerca de 38°C e 65°C. É preferível também que os panos da presente invenção sejam expostos a estas temperaturas elevadas por menos do que 45 dias. Mais preferivelmente, os panos da presente invenção devem ser expostos às temperaturas elevadas por cerca de 14 dias ou menos.
EXEMPLOS
Exemplos 1-7
Um material de polipropileno soprado em fusão (100% polipropileno) foi fabricado em uma linha-piloto e foi tratado com vários tratamentos para liberação de desinfetan- te da presente invenção. 0 material de polipropileno sopra- do em fusão foi fabricado até uma gramatura-alvo de 33,91 g/m2 (1 oz/yd2). 0 tratamento para liberação de desinfetan- te foi borrifado diretamente para dentro do fardo de fibras do processo de sopro em fusão entre a fenda de saída da pon- ta da matriz e a tela de arame formadora rolante sobre a qual as fibras sopradas em fusão foram coletadas para formar a manta soprada em fusão. A manta soprada em fusão foi en- tão consolidada com uma calandra com padrão pontual de cola- gem térmica a 177°C (350 °F). Um vácuo (457,2 kg/m2 ou 18 in de H2O a 533, 4 kg/m2 ou 21 in de H2O) embaixo da tela de arame formadora consolidou ainda mais as fibras e puxou qualquer excesso da solução de tratamento através da manta fibrosa.
O material de polipropileno soprado em fusão foi perfurado para panos com 38 mm (12 in) de largura por 318 mm (12,5 in) de comprimento, dobrado em V e enrolado sem um nú- cleo em uma configuração distribuidora em fluxo central. Os rolos acabados tinham aproximadamente 154 mm (6 in) de altu- ra e aproximadamente 154 mm (6 in) de diâmetro.
Três tratamentos para liberação de desinfetante da presente invenção foram usados para produzir os panos does Exemplos 1-4, como descrito na Tabela 1. Os Exemplos 1 e 2 foram dois níveis diferentes adicionados de Carboquat 22C50. O Exemplo 3 foi produzido da mesma maneira com Suga- Quat® L-1010. O Exemplo 4 foi produzido da mesma maneira com SugaQuat® L-6810.
Adicionalmente, três códigos comparativos também foram produzidos (Exemplos 5-7). O Exemplo 5 foi a manta de polipropileno soprado em fusão sem qualquer tratamento adi- cionado. O Exemplo 6 foi fabricado com um tensoativo Gluco- pon 220UP, disponível na Cognis Corp. (Cincinnati, 0H. EUA) . O Exemplo 7 foi fabricado com o composto cloreto de amônio quaternário, Bardac® 2280, dispionível na Lonza, Inc.
TABELA 1
<table>table see original document page 25</column></row><table> <table>table see original document page 26</column></row><table>
Teste
Para avaliar a eficiência dos panos da presente invenção para liberar desinfetantes ativos, os rolos foram primeiramente saturados com solução desinfetante que tem uma concentração conhecida de desinfetante ativo. As amostras de pano foram então removidas dos rolos e a solução desinfe- tante foi espremida do pano. Adesinfetante espremida foi então analisada e a concentração do desinfetante ativo es- premido foi comparada com a concentração do desinfetante a- tivo fornecida inicialmente ao rolo de pano.
Quatro soluções desinfetantes diferentes foram u- sadas no teste dos panos da presente invenção: (1) Virex 128 da Johnson Diversey, Inc. (Sturtevant, WI, EUA), (2) 3M-4L da 3M (St. Paul, MN, EUA); (3) 3M-5L da 3M (St. Paul, MN, EUA); e (4) lixivia de cloro da Clorox (Oakland, CA, EUA). Cada um dos desinfetantes foi fabricado em concentrações es- pecificas por diluição com água desmineralizada. As razões de diluição de desinfetante para água foram: (1) Virex 128, 1 para 128; (2) 3M-4L, 1 para 59; (3) 3M-5L, 1 para 256; e (4) lixivia, 1 para 24.
0 rolo de amostras de pano foi colocado em um bal- de de 4,54 L (1,2 galões) que tem uma tampa de topo com ros- ca e um orifício de descarga da tampa, sendo o rio colocado no balde de tal modo que a borda não-dobrada do rolo fique voltada para cima. Uma quantidade de 1,8 9 L (0,5 gal) da solução desinfetante em teste foi então vertida sobre o ro- lo, tomando cuidado para evitar verter a solução sobre o nú- cleo (centro) do rolo aberto ou sobre o espaço perimetral entre o rolo e o balde. A tampa foi então colocada sobre o balde. Adicionalmente, 1,89 L (0,5 gal) da mesma solução desinfetante do teste ficou retido como um controle.
Amostras foram retiradas desses baldes do teste em períodos de 1 hora, 3 dias, 7 dias, 14 dias e 28 dias. Para cada período de amostragem, dez panos foram removidos atra- vés do orifício de distribuição do balde e colocados em um saco de plástico grande revedável. O saco foi então espre- mido para obter cerca de 120 mL da solução desinfetante con- tida dentro das amostras de pano saturadas. A solução de- sinfetante espremida foi então analisada quanto a desinfe- tantes ativos. O saco de plástico e as amostras de pano fo- ram então descartados. Como um controle, uma quantidade si- milar de solução desinfetante também foi removida da amostra de controle nos mesmos intervalos do teste.
A amina quaternária presente na solução espremida dos panos e na amostra de controle foi determinada por uma retrotitulação, utilizando um eletrodo tensoativo e um auto- titulador. Na retrotitulação, um excesso (10 mL) de solução de lauril-sulfato de sódio (0, 005 M) foi adicionado a uma alíquota de 25 mL da amostra da solução, junto com 70 mL de água destilada, e depois titulado com cloreto de benzetô- nio (0,05 M) . Três titulações foram realizadas para cada amostra de 120 mL da solução espremida.
A retrotitulação foi completada usando um atotitu- lador Titrino Modelo 736CP, um um auto-amostrador Modelo 730 Sample Changer, e utilizando o software Brinkmann Titrino Workcell versão 4.0, todos disponíveis na Metrohm (Herisau, Suíça). Foram usados também um Eletrodo Tensoativo Orion Modelo 93-42 e um Eletrodo Referencial com Junta Dupla Orion Modelo 90-02, ambos disponíveis na Thermo Electron Corpora- tion (Waltham, MA, EUA).
A porcentagem de desinfetante espremida foi então calculada dividindo a concentração de amina quaternária pre- sente no espremido do pano pela concentração de amina qua- ternária presente na amostra de controle.
Similarmente, o hipoclorito de sódio presente na solução espremida do pano saturado na solução lixiviadora e na amostra de controle foi determinado por uma titulação de oxirredução. Na titulação por oxirredução, 60 mL de ácido acético a 3,33% e 10 mL de iodeto de potássio 1,0 N foram adicionados a uma alíquota de 25 mL da amostra da solução.
Uma cor de ferrugem escura se desenvolveu e, sob agitação, a mistura foi titulada com padrão de tiossulfato de sódio 0,1 N até aparecer uma cor amarelo-clara. Aproximadamente 3 a 4 mL de indicador de amido a 0,3% foram adicionados e uma cor púrpura escura se desenvolveu. Sob a forma de gotas, a mis- tura foi titulada até um ponto final incolor.
Da mesma forma que o teste de amina quaternária, a porcentagem de desinfetante espremida foi então calculada dividindo a concentração de hipoclorito de sódio presente o espremido do pano dividido pela concentração de hipoclorito de sódio presente na amostra de controle.
Os rolos de cada um dos exemplos foram testados com cada uma das quatro soluções desinfetantes. As Tabelas 2, 3, 4 e 5 fornecem os resultados para a porcentagem de de- sinfetante espremido o teste com Virex 128, 3M-4L, 3M-5L e soluções desinfetantes lixiviadoras, respectivamente. Adi- cionalmente, os resultados estão plotados as Figuras 1 a 8 para cada una das soluções desinf etantes. Os exemplos que saram o tratamento para liberação de desinfetante da presen- te invenção (Exemplos 1 a 4) estão plotados nas Figuras 1, 3, 5 e 7. Deve-se assinalar que nenhum resultado é forneci- do para o Exemplo Comparativo 1 no caso da solução lixivia- dora porque o material de polipropileno soprado em fusão não absorveria qualquer uma das soluções, e assim sendo, não houve solução espremida para testar.
TABELA 2
Liberação de Quat no Caso do Desinfetante Virex 128
<table>table see original document page 29</column></row><table> TABELA 3
Liberação de Quat no Caso do Desinfetante 3M-4L
<table>table see original document page 30</column></row><table>
TABELA 4 Liberação de Quat no Caso do Desinfetante 3M-5L
<table>table see original document page 30</column></row><table>
TABELA 5
Liberação de Desinfetante Lixiviador
<table>table see original document page 30</column></row><table> <table>table see original document page 31</column></row><table>
Como Poe ser observado a partir dos resultados nas Tabelas 2 a 5 e nas Figuras 1 a 8, os exemplos da presente invenção foram os únicos códigos que foram capazes de espre- mer entre cerca de 90% e 110% do desinfetante ativo introdu- zido no pano. Os exemplos produzidos com o tratamento com Carboquat (Exemplos 1 e 2) se desempenharam melhor do que os exemplos produzidos com o tratamento com SugaQuat (Exem- plos 3 e 4).
Embora os Exemplos Comparativos (Exemplos 5 a 8) tivessem resultados aceitáveis para algumas das soluções de- sinfetantes, nenhum foi capaz de produzir resultados aceitá- veis nas soluções desinfetantes baseadas em quat (Virex 128, 3M-4L, 3M-5L) e na solução desinfetante lixiviadora.
Adicionalmente, os rolos dos panos do Exemplo 2 foram envelhecidos ainda mais em uma sala a 55°C (130 °F) por um total de 45 dias. As amostras de rolos foram removi- das da sala aquecida depois de 7 dias, 14 dias e depois de 45 dias. Cada rolo envelhecido termicamente nestes períodos de amostra foi então testado durante um período de 28 dias quanto à porcentagem de liberação de quat pelo método discu- tido acima. Os resultados estão plotados nas Figuras 9, 10 e 11.
Como pode ser observado na progressão das Figuras 9 a 11, a liberação de quat diminuiu com períodos mais lon- gos de envelhecimento térmico. Entretanto, os panos foram capazes de permanecer dentro da faixa desejada de 90ba 110% de liberação de quat em cada caso. Adicionalmente, como po- de ser observado nas Figuras 9, 10 e 11, a liberação de quat permaneceu razoavelmente constante (isto é, baixa variabili- dade) durante o período inteiro do teste de liberação de quat.
Deve-se avaliar que os exemplos e o relatório des- critivo precedentes, fornecidos a título ilustrativo, não devem ser interpretados como limitativos do âmbito desta in- venção, que é definida pelas reivindicações que se seguem e todos seus equivalentes.

Claims (20)

1. Pano seco para uso com soluções desinfetantes, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: - um substrato seco que compreende fibras sintéti- cas; e um tratamento para liberação do desinfetante presente sobre o substrato, onde o pano é estável ao desinfetante ativo.
2. Pano, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o pano é estável a quats e estável a lixivias.
3. Pano, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de que o trata- mento para liberação de desinfetantes é um composto de amô- nio quaternário.
4. Pano, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que o tratamento para liberação de desinfetante é um composto de dialqui-dimetil-amônio.
5. Pano, de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que o tratamento para liberação de desinfetante é um composto de X de N,N-dialquil-N,N- dimetil-amônio, onde X é um grupo químico tal como carbona- to, bicarbonato, sulfato, metil-sulfato e etil-sulfato.
6. Pano, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADO pelo fato de que o tratamento para liberação de desinfetante é selecionado no grupo que consiste em car- bonato de didecil-dimetil-amônio e bicarbonato de didecil- dimetil-amônio.
7. Pano, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que o tratamento para liberação de desinfetante é um poliglicosideo alquil lauril-dimetil- amônio-hidróxi-propil- .
8. Pano, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações 1 a 7, CARACTERIZADO pelo fato de que o tratamento para liberação de desinfetantes está presente sobre o subs- trato em um nivel adicional de cerca de 0,20% ou menos, ba- seado no peso do substrato.
9. Pano, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações 1 a 8, CARACTERIZADO pelo fato de que o substrato compreende 100% de fibras sintéticas.
10. Pano, de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de que o substrato compreende fibras de polipropileno, fibras de polietileno, fibras de poliés- ter, ou fibras bicomponentes.
11. Pano, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações 1 a 10, CARACTERIZADO pelo fato de que o substrato é um substrato de via fundida, um substrato de via seca, um substrato de via úmida, um substrato tricotado ou um subs- trato tecido.
12. Pano, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações 1 a 11, CARACTERIZADO pelo fato de que o substrato é ligado com rolo padrão, ligado via passagem de ar, ou hidro- emaranhado.
13. Pano, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações 1 a 12, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende a- inda um tensoativo presente no substrato.
14. Sistema de pano para desinfetar superfícies, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende o pano, conforme definido em qualquer uma das reivindicações precedentes,uma solução desinfetante e um recipiente que contém o pano, e dentro do qual a solução desinfetante é introduzida.
15. Pano, de acordo com a reivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que a solução desinfetante é um desinfetante de amônio quaternário ou um desinfetante em so- lução lixiviadora.
16. Método para produzir um pano para uso com so- luções desinfetantes, CARACTERIZADO pelo fato de que compre- ende as etapas de: - formar um substrato seco que compreende fibras sintéticas; e - aplicar um tratamento para liberação do desinfe- tante ao substrato, tratamento este que torna o substrato estável a quats e estável a lixivias.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que o tratamento para liberação do desinfetante é aplicado durante a formação do substrato.
18. Método, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que o tratamento para liberação do desinfetante é aplicado às fibras sintéticas antes da formação do substrato.
19. Método, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que o tratamento para liberação do desinfetante é aplicado às fibras sintéticas depois da formação do substrato.
20. Método, de acordo com qualquer uma das reivin- dicações 16, 17, 18 ou 19, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende ainda a etapa de tratar termicamente o substrato depois que o substrato foi tratado co o tratamento para Ii- beração do desinfetante.
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