BRPI0619242A2 - proteìna, métodos para aumentar produção de semente e/ou aumentar taxa de crescimento de plantas e taxa de crescimento, célula vegetal, construção, e, métodos para produzir uma planta transgenica, para melhorar caracterìsticas de crescimento de plantas e caracterìsticas de crescimento em relação a correspondentes plantas do tipo selvagem, para aumentar produção vegetal, número de sementes em plantas e produção de semente em plantas - Google Patents

proteìna, métodos para aumentar produção de semente e/ou aumentar taxa de crescimento de plantas e taxa de crescimento, célula vegetal, construção, e, métodos para produzir uma planta transgenica, para melhorar caracterìsticas de crescimento de plantas e caracterìsticas de crescimento em relação a correspondentes plantas do tipo selvagem, para aumentar produção vegetal, número de sementes em plantas e produção de semente em plantas Download PDF

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BRPI0619242A2
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Valerie Frankard
Christophe Reuzeau
Molinero Ana Isabel Sanz
Christian Dammann
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PROTEìNA, MéTODOS PARA AUMENTAR PRODUçãO DE SEMENTE E/OU AUMENTAR TAXA DE CRESCIMENTO DE PLANTAS E TAXA DE CRESCIMENTO, CéLULA VEGETAL, CONSTRUçãO, E, MéTODOS PARA PRODUZIR UMA PLANTA TRANSGeNICA, PARA MELHORAR CARACTERìSTICAS DE CRESCIMENTO DE PLANTAS E CARACTERìSTICAS DE CRESCIMENTO EM RELAçãO A CORRESPONDENTES PLANTAS DO TIPO SELVAGEM, PARA AUMENTAR PRODUçãO VEGETAL, NúMERO DE SEMENTES EM PLANTAS E PRODUçãO DE SEMENTE EM PLANTAS. A presente invenção geralmente se refere ao campo de biologia molecular e se relaciona a um método para melhorar várias características de crescimento vegetal modulando expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando uma GRP (Proteína Relacionada a Crescimento). A presente invenção também se relaciona a plantas tendo expressão modulada de um ácido nucleico codificando uma GRP, cujas plantas tem características de crescimento melhoradas em relação a correspondentes plantas do tipo selvagem ou outras plantas de controle. A invenção também fornece construções úteis nos métodos da invenção. A GRP pode ser uma das seguintes: Regulador de Produção de Sementes (SYR), FG- GAP, CYP90B, CDC27, fatores de transcrição AT-hook, fatores de transcrição DOF e Inibidores de Quinase Dependentes de Ciclina (CKIs).

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"PROTEÍNA, MÉTODOS PARA AUMENTAR PRODUÇÃO DE SEMENTE E/OU AUMENTAR TAXA DE CRESCIMENTO DE PLANTAS E TAXA DE CRESCIMENTO, CÉLULA VEGETAL, CONSTRUÇÃO, E, MÉTODOS PARA PRODUZIR UMA PLANTA TRANSGÊNICA, PARA MELHORAR CARACTERÍSTICAS DE CRESCIMENTO DE PLANTAS E CARACTERÍSTICAS DE CRESCIMENTO EM RELAÇÃO A CORRESPONDENTES PLANTAS DO TIPO SELVAGEM, PARA AUMENTAR PRODUÇÃO VEGETAL, NÚMERO DE SEMENTES EM PLANTAS E PRODUÇÃO DE SEMENTE EM PLANTAS"
A presente invenção geralmente se refere ao campo de biologia molecular e se relaciona a um método para melhorar várias^ características de crescimento vegetal modulando expressão em uma planta, dê ^IifflT ácido nucleico codificando uma GRP (Proteína Relacionada a Crescimento).
A presente invenção também se relaciona a plantas tendo expressão modulada de um ácido nucleico codificando uma GRP, cujas plantas têm características de crescimento melhoradas em relação a plantas tipo selvagem correspondentes ou outras plantas de controle. A invenção também fornece construções úteis nos métodos da invenção.
Dada a sempre crescente população mundial, e a área diminuída de terra disponível para agricultura, permanece como um principal objetivo de pesquisa melhorar a eficiência de agricultura e melhorar a diversidade de plantas em horticultura. Meios convencionais para melhoramentos culturais e horticulturais utilizam técnicas de melhoramento seletivo para identificar plantas tendo características desejáveis. Entretanto, tais técnicas de melhoramento seletivo têm diversas desvantagens, em outras palavras que estas técnicas são tipicamente de trabalho intensivo e resultam em plantas que freqüentemente contêm complementos genéticos heterogêneos que podem nem sempre resultar na característica desejável sendo passada adiante a partir de plantas parentais. Avanços em biologia molecular permitiram ao ser humano manipular o germoplasma de animais e plantas. Engenharia genética de plantas exige o isolamento e manipulação de material genético (tipicamente na forma de DNA ou RNA) e a subseqüente introdução de tal material; genético em uma planta. Tal tecnologia levou ao desenvolvimento de plantas tendo várias características econômicas, agronômicas ou horticulturais melhoradas. Característica de particular interesse econômico são características de crescimento tal como alta produção. Produção normalmente é definida como a produção mensurável de valor econômico de uma safra. Isto pode ser definido em termos de quantidade e/ou qualidade. Produção é diretamente dependente de diversos fatores, por exemplo, o número e tamanho dos órgãos, arquitetura vegetal (por exemplo, o número de galhos), produção de sementes e mais. Desenvolvimento de raiz, absorção de nutrientes e tolerância a estresse também podem ser fatores importantes para determinar produção.
Produção de sementes é uma característica particularmente importante, uma vez que as sementes de muitas plantas são importantes para nutrição humana e animal. Safras tal como, milho, arroz, trigo, canola e soja respondem por mais da metade do consumo calórico humano total, quer através de consumo das próprias sementes ou através de consumo de produtos de carne criados com sementes processadas. Elas também são uma fonte de açúcares, óleos e muitos tipos de metabólitos usados em processos industriais. Sementes contêm um embrião (a fonte de novos brotos e raízes) e um endosperma (a fonte de nutrientes para crescimento de embrião durante germinação e durante crescimento precoce de plântulas). O desenvolvimento de uma semente envolve muitos genes, e requer a transferência de metabólitos das raízes, folhas e caules para a semente em desenvolvimento. O endosperma, em particular, assimila os precursores metabólicos de carboidratos, óleos e proteínas e sintetiza estes em macromoléculas de armazenamento para preencher o grão.
Outra importante característica para muitas safras é vigor precoce. Melhorar vigor precoce é um importante objetivo de programas modernos de melhoramento de arroz tanto em cultivares de arroz temperados como tropicais. Raízes longas são importantes para ancoramento apropriado ao solo em arroz semeado em água. Onde arroz é semeado diretamente em campos alagados, e onde plantas devem emergir rapidamente através de água, brotos maiores estão associados com vigor. Onde sementeira em sulcos é praticada, mesocótilos e coleóptilos maiores são importantes para boa emergência de plântula. Vigor precoce também pode resultar de aptidão vegetal aumentado devido a, por exemplo, as plantas serem melhor adaptadas ao seu ambiente (i.e. sendo mais capazes de lidar com vários fatores de estresse abiótico ou biótico). Plantas tendo vigor precoce também mostram melhor estabelecimento da safra (com a safra crescendo de uma maneira mais uniforme, i.e. com a maioria das plantas atingindo os vários estágios de desenvolvimento substancialmente ao mesmo tempo), e mostram melhor crescimento e freqüentemente melhor produção.
Uma característica importante adicional é aquela de tolerância melhorada a estresse abiótico. Estresse abiótico é uma causa primária de perda de safra ao redor do mundo, reduzindo produções médias para a maioria das principais cultivares em mais do que 50% (Wang et ai, Planta (2003) 218: 1-14). Estresses abióticos podem ser causados por seca, salinidade, extremos de temperatura, toxicidade química e estresse oxidativo. A capacidade de melhorar tolerância vegetal a estresse abiótico seria de grande vantagem econômica para fazendeiros ao redor do mundo e iria permitir o cultivo de safras durante condições adversas e em territórios onde cultivo de safras pode não ser possível de outra maneira.
Produção de safra portanto pode ser aumentada otimizando um dos fatores mencionados acima.
Dependendo da utilização, a modificação de certas características de produção pode ser favorecida sobre outras. Por exemplo para aplicações tal como produção de forragem ou madeira, ou recurso de biocombustível, um aumento nas partes folhosas de uma planta pode ser desejável, e para aplicações tal como produção de trigo, amido ou óleo, um aumento em parâmetros de semente pode ser particularmente desejável. Mesmo entre os parâmetros de semente, alguns podem ser favorecidos sobre outros, dependendo da aplicação. Vários mecanismos podem contribuir para aumentar produção de sementes, quer isto seja na forma de tamanho de semente aumentado ou número de sementes aumentado.
Uma abordagem para aumentar produção (de sementes) em plantas pode ser através de modificação dos mecanismos de crescimento inerentes de uma planta. Um tal mecanismo é o ciclo celular.
Foi verificado agora que várias características de crescimento podem ser melhoradas em plantas modulando expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando uma GRP (Proteína Relacionada a Crescimento) em uma planta. A GRP pode ser uma das seguintes: Regulador de Produção de Sementes (SYR), FG-GAP, CYP90B, CDC27, fatores de transcrição AT- hook, fatores de transcrição DOF e Inibidores de Quinase Dependentes de Ciclina (CKIs).
FUNDAMENTOS Regulador de Produção de Sementes (SYR)
Existe uma necessidade contínua de encontrar novos genes para estimulação de produção de sementes e diversas abordagens foram usadas até agora, por exemplo através de manipulação de níveis de hormônios vegetais (WO 03/050287), através de manipulação do ciclo celular (WO 2005/061702), através de manipulação de genes envolvidos em resposta a estresse salino (WO 2004/058980) entre outras estratégias.
SYR é uma proteína nova que até agora não foi caracterizada. SYR mostra alguma homologia (cerca de 48% de identidade de seqüência no nível de DNA, cerca de 45% no nível de proteína) com uma proteína de Arabidopsis chamada ARGOS (Hu et al, Plant Cell 15, 1951-1961, 2003; Patente Norte-Americana 2005/0108793). Hu et al. postularam que ARGOS é uma proteína de função exclusiva e é codificada por um único gene. Os principais fenótipos de superexpressão de ARGOS em Arabidopsis são biomassa de folhas aumentada e florescimento atrasado. FG-GAP
Proteínas FG-GAP são proteínas transmembrana putativas. Elas são caracterizadas pela presença de um ou mais domínios FG-GAP (Pfam número de acesso PFO1839) e pela presença de um peptídeo sinal N- terminal e um domínio transmembrana na metade C-terminal da proteína.
Uma tal proteína, DEX1, foi isolada de Arabidopsis e foi relatada desempenhando um papel durante desenvolvimento de pólen (Paxson-Sowders et al. Plant physiol. 127, 1739-1749, 2001). Plantas Dexl mutantes mostram ser defeituosas em formação padrão de parede de pólen. O gene DEXl codifica uma proteína de 896 aminoácidos que é predita localizar a membrana plasmática, com resíduos 1 até 860 sendo localizados fora da célula, resíduos 880 até 895 no lado citoplasmático da membrana, e aminoácidos 861 até 879 representando um domínio transmembrana potencial. Doze sítios potenciais de N-glicosilação estão presentes em DEXl. Portanto, a proteína tem o potencial de ser fortemente modificada e interagir com vários componentes da parede celular. DEXl mostra a maior similaridade de seqüência com uma proteína tipo hemolisina de V. cholerae, ao passo que um segmento de aproximadamente 200 aminoácidos de DEXl (aminoácidos 439-643) também mostra similaridade limitada com o domínio de ligação de cálcio de alfa-integrinas. Nesta região estão pelo menos dois conjuntos de ligantes putativos de ligação de cálcio que também estão presentes em uma proteína calmodulina de Arabidopsis prevista (AC009853). Portanto, parece que DEXl pode ser uma proteína de ligação de cálcio. DEXl parece ser uma proteína vegetal exclusiva; homólogos não estão presentes em bactérias, fungos, ou animais.
As alterações observadas em plantas dexl, assim como a estrutura prevista de DEX1, geram diversas possibilidades para o papel da proteína em formação de parede de pólen (Paxson-Sowders et al., 2001):
(a) DEXl pode ser uma proteína ligante. Ela pode estar associada com a membrana de micrósporo e participar em acoplamento ou da primexina ou esporopolenina à membrana plasmática. Ausência da proteína da superfície de micrósporo pode resultar em alterações estruturais na primexina. S numerosos sítios potenciais de N-glicosilação são consistentes com acoplamento de DEXl à parede de calose, à intina, ou ambas.
(b) DEXl pode ser um componente da matriz de primexina e desempenha um papel na polimerização inicial da primexina. Mudanças em concentrações de íon Ca+2 parecem ser importantes para síntese de parede de pólen; beta-glucana sintase é ativada por concentrações micromolares de Ca+2 durante formação de parede de calose.
(c) DEXl pode ser parte do ER bruto e pode estar envolvido em processamento e/ou transporte de precursores de primexina para a membrana. O aparecimento atrasado e alterações gerais na primexina são consistentes com uma ausência geral de precursores de primexina. A matriz de primexina é inicialmente composta de polissacarídeos, proteínas, e celulose, seguido pela incorporação de materiais mais resistentes. Portanto, DEXl pode participar na formação ou transporte de qualquer número de componentes diferentes.
CYP90B
Brassinoesteróides (BRs) são uma classe de hormônios vegetais que são importantes para promover crescimento, divisão e desenvolvimento vegetal. O termo BR coletivamente se refere a mais do que quarenta derivados de esterol poli-hidroxilado naturalmente ocorrentes, com similaridade estrutural com hormônios esteróides animais. Dentre estes, brassinolide mostrou ser o mais ativo biologicamente (para revisão, Clouse (2002) Brassinosteroids. The Arabidopsis Book: 1-23).
A via biossintética de BR foi elucidada usando análises bioquímicas e mutacionais. BRs são sintetizados através de pelo menos duas vias bioquímicas ramificadas começando a partir do mesmo precursor inicial, campesterol (Fujioka et al. (1997) physiol Plant 100:710-715). Os genes verificados de biossíntese de BR foram encontrados codificando principalmente monooxigenases de citocromo P450 (CYP) (Bishop and Yokota (2001) Plant Cell physiol 42:114-120). Superfamília CYP de enzimas catalisa oxidação de muitos produtos químicos, e no presente caso mais especificamente catalisa reações oxidativas essenciais na biossíntese de BRs. Uma das etapas importantes identificadas consiste na hidroxilação da cadeia lateral esteróide de intermediários de BR campestanol e 6-oxocampestanol para formar 6-deoxocatasterona e catasterona respectivamente. Estas duas etapas oxidativas paralelas também são coletivamente chamadas da etapa inicial de alfa-hidroxilação de esteróide C-22 (Choe et al. (1998) Plant Cell 10: 231-243). Em Arabidopsis, uma enzima CYP específica, CYP90B1 ou DWF4, realiza esta etapa (para referência geral em nomenclatura de CYP vegetal, Nelson et al. (2004) Plant pH ys 135: 756-772). Plantas mutantes de Arabidopsis carecendo de atividade de alfa hidroxilase de esteróide 22 devido à inserção de um T-DNA no locus de DWF4 apresentaram um fenótipo definhado devido à carência de prolongamento celular (Choe et al. (1998) Plant Cell 10: 231-243). Estudos bioquímicos de alimentação com intermediários de biossíntese de BR mostraram que todos os compostos anteriores resgataram o fenótipo, ao passo que os precursores conhecidos fracassaram ao fazer isto.
Foram geradas plantas transgênicas de Arabidopsis e tabaco, ambas dicotiledôneas, que superexpressaram ectopicamente um fragmento genômico DWF4 de Arabidopsis, usando o promotor 35S de vírus do mosaico da couve-flor (Choe et al. (2001) Plant J 26(6): 573-582). Caracterização fenotípica das plantas mostrou que o comprimento de hipocótilo, altura de planta em maturidade, número total de galhos e número total de sementes foram aumentados nas transgênicas comparado com plantas de controle. Choe et al. encontrou que a produção aumentada de sementes foi devido a um maior número de sementes por planta, aumento de tamanho de semente estando dentro do intervalo de desvio padrão. Estes experimentos são adicionalmente descritos em WOOO/47715.
Patente Norte-Americana 6.545.200 se refere a fragmentos de ácidos nucleicos isolados codificando genes biossintéticos de esterol, e mais especificamente reivindica uma seqüência de nucleotídeos codificando um polipeptídeo tendo atividade de C-8,7 esterol isomerase. Seqüências de nucleotídeos parciais codificando DWF4 são descritas.
Patente Norte-Americana 2004/0060079 se refere a um método de produzir uma planta monocotiledônea modificada tendo uma característica desejada. É fornecido um exemplo no qual a seqüência de nucleotídeos codificando DWF4 de arroz (referida ou como OsDWF4 ou CYP90B2) é colocada sob o controle de um promotor constitutivo, o promotor de actina de arroz. Quatorze das trinta e seis plantas transgênicas de arroz expressando a construção quimérica mostram um número aumentado de sementes por estaca se comparadas com plantas de controle não transformadas. De acordo com os requerentes, o aumento de produção nas transgênicas comparadas com os tipos selvagens é devido a um aumento em número total de sementes, pois nenhuma diferença significante é encontrada no "peso de 10 grãos".
CDC27
Dependendo da utilização, a modificação de certas características de produção pode ser favorecida sobre outras. Por exemplo para aplicações tal como produção de forragem ou madeira, ou recurso de biocombustível, um aumento nas partes folhosas de uma planta pode ser desejável, e para aplicações tal como produção de trigo, amido ou óleo, um aumento em parâmetros de semente pode ser particularmente desejável. Mesmo entre os parâmetros de semente, alguns podem ser favorecidos sobre outros, dependendo da aplicação. Vários mecanismos podem contribuir para aumentar produção de sementes, quer isto seja na forma de tamanho de semente aumentado ou número de sementes aumentado. Um tal mecanismo é o ciclo celular.
Progressão através do ciclo celular é fundamental para o crescimento e desenvolvimento de todos os organismos multicelulares e é crucial para proliferação celular. Os principais componentes do ciclo celular são altamente conservados em levedura, mamíferos, e plantas. O ciclo celular é tipicamente dividido nas seguintes fases seqüenciais: G0 - Gl - S - G2 - M. Replicação ou síntese de DNA geralmente ocorre durante a fase S ("S" é para síntese de DNA) e segregação mitótica dos cromossomos ocorre durante a fase M (o "M" é para mitose), com fases de intervalos intervenientes, Gl (durante a qual células crescem antes de replicação de DNA) e G2 (um período depois de replicação de DNA durante o qual a célula se prepara para divisão). Divisão celular é completada depois de citocinese, a última etapa da fase Μ. Células que saíram do ciclo celular e se tornaram quiescentes são ditas estarem na fase GO. Células nesta fase podem ser estimuladas para manter o ciclo celular na fase Gl. O "G" em Gl, G2 e GO representa "intervalo". Conclusão do processo de ciclo celular permite que cada célula filha durante divisão celular receba uma cópia completa do genoma parental.
Divisão celular é controlada por dois eventos principais de ciclo celular, em outras palavras início de síntese de DNA e início de mitose. Cada transição para cada um destes eventos chave é controlada por um ponto de verificação representado por complexos protéicos específicos (envolvidos em replicação e divisão de DNA). A expressão de genes necessários para síntese de DNA no limite de Gl/S é regulada pela família E2F de fatores de transcrição em mamíferos e células vegetais (La Thangue, 1994; Muller et ai., 2001; De Veylder et ai, 2002). Entrada no ciclo celular é regulada/desencadeada por um complexo E2F/Rb que integra sinais e permite ativação de transcrição de genes de ciclo celular. A transição entre as diferentes fases do ciclo celular, e portanto progressão através do ciclo celular, é dirigida pela formação e ativação de diferentes proteínas quinases heterodiméricas de serina/treonina, geralmente referidas como quinases dependentes de ciclina (CDKs). Um pré-requisito para atividade destas quinases é a associação física com uma ciclina específica, o momento de ativação sendo amplamente dependente de expressão de ciclina. Ligação de ciclina induz mudanças conformacionais no lobo N-terminal do CDK associante e contribui para a localização e especificidade de substrato do complexo. CDKs monoméricos são ativados quando eles estão associados com ciclinas e assim têm uma atividade de quinase. Níveis protéicos de ciclina flutuam no ciclo celular e portanto representam um fator principal para determinar momento de ativação de CDK. A ativação periódica destes complexos contendo ciclinas e CDK durante ciclo celular media a regulação temporal de transições de ciclo celular (momentos de verificação). Mecanismos existem para assegurar que replicação de DNA ocorra apenas uma vez durante o ciclo celular. Por exemplo, proteínas CDC16, CDC23 e CDC27 são parte de um complexo de alto peso molecular conhecido como o complexo promotor de anáfase (APC) ou ciclossomo, (veja Romanowski and Madine, Trends in Cell Biology 6, 184-188, 1996, e Wuarin and Nurse, Cell 85, 785-787 (1996). O complexo em levedura é composto de pelo menos oito proteínas, das proteínas contendo TPR (repetição de tetratricopeptídeo) CDC16, CDC23 e CDC27, e cinco outras subunidades chamadas APC1, APC2, APC4, APC5 e APC7 (Peters et al. 1996, Science 274, 1199-1201). O APC direciona seus substratos para degradação proteolítica catalisando a ligação de moléculas de ubiquitina a estes substratos. Proteólise dependente de APC é requerida para a separação das cromátides-irmãs em transição de metáfase para anáfase e para a saída final de mitose Entre os substratos de APC estão a proteína inibidora de anáfase Pdslp e ciclinas mitóticas tal como ciclina B, respectivamente (Ciosk et al. 1998, Cell 93, 1067-1076; Cohen-Fix et al. 1996, Genes Dev 10, 3081-3093; Sudakin et al. 1995, Mol Biol Cell 6, 185-198; Jorgensen et al. 1998, Mol Cell Biol 18, 468-476; Townsley and Ruderman 1998, Trends Cell Biol 8, 238-244). Para se tornarem ativos como uma ligase de ubiquitina, pelo menos CDC16, CDC23 e CDC27 necessitam ser fosforilados na fase M (Ollendorf and Donoghue 1997, J Biol Chem 272, 32011-32018). APC ativado persiste ao longo de Gl do ciclo celular subseqüente para prevenir aparecimento prematuro de ciclinas tipo Β, o que iria resultar em uma entrada incontrolada na fase S (Irniger and Nasmyth 1997, J Cell Sci 110, 1523-1531). Foi demonstrado em levedura que mutações em qualquer de pelo menos dois dos componentes de APC, CDC16 e CDC27, pode resultar em super-replicação de DNA sem passagens intervenientes através de fases M (Heichman and Roberts 1996, Cell 85, 39-48). Este processo de replicação de DNA nuclear sem subseqüente mitose e divisão celular é chamado endoreduplicação de DNA, e leva a tamanho celular aumentado.
CDC16, CDC23 e CDC27 são todas proteínas contendo repetições de tetratricopeptídeo (TPR; 34 aminoácidos de comprimento). Uma seqüência consenso mínima sugerida do motivo TPR é como segue: X3-W- X2-L-G-X2-Y-Xg-A-X3-F-X2-A-X4-P-X2, onde X é qualquer aminoácido (Lamb et ai. 1994, EMBO J 13, 4321-4328). Os resíduos consenso podem exibir degenerescência significante e pouca ou nenhuma homologia está presente em resíduos não consenso. É a hidrofobicidade e o tamanho dos resíduos consenso, ao invés de sua identidade, que parece ser de importância. Motivos TPR estão presentes em uma ampla variedade de proteínas funcionais em levedura e eucariotos superiores em mitose (incluindo os componentes de proteínas APC CDC16, CDC23 e CDC27), transcrição, processamento, importação de proteínas e neurogênese (Goebl and Yanagida 1991, Trends Biochem Sci 16, 173-177). O TPR forma uma estrutura a- helicoidal; repetições em tandem se organizam em uma estrutura super- helicoidais idealmente adequada como interfaces para reconhecimento de proteínas (Groves and Barford 1999, Curr Opin Struct Biol 9, 383-389). Dentro da a—hélice, dois domínios anfipáticos estão normalmente presentes, um na região NH2 terminal e o outro perto da região COOH terminal (Sikorski et al. 1990, Cell 60, 307-317).
CDC27 (também conhecido como Hobbit; outros nomes incluem CDC27, BimA, Nuc2 ou makos) foi isolado de vários organismos, incluindo Aspergillus nidulans, levedura, drosófila, humano e várias plantas (tal como Arabidopsis thaliana e Oryza sativa). O gene codificando CDC27 está presente como uma cópia única na maioria de genomas, mas duas cópias podem ser excepcionalmente encontradas dentro do mesmo genoma, por exemplo em Arabidopsis thaliana. Os dois genes codificando proteínas CDC27 foram nomeados CDC27A e CDC27B (referências MIPS At3gl6320 e At2g20000 respectivamente). Pedido de patente Internacional publicado, WOO1/02430 descreve seqüências de CDC27A (CDC27A1 e CDC27A2) e CDC27B. Também descrita neste documento é uma seqüência de aminoácidos truncada de CDC27B na qual 161 aminoácidos estão ausentes da região NH2 terminal. Referência é feita neste documento a número de acesso de GenBank AC006081 para o gene CDC27B codificando um polipeptídeo CDC27B truncado na região NH2 terminal. O documento relata a região NH2 terminal como sendo conservada em homólogos de CDC27 de diferente origem. As seqüências de CDC27 mencionadas em WO01/02430 são descritas como sendo úteis para modificar endoreduplicação.
Endoreduplicação de DNA ocorre naturalmente em plantas florescendo, por exemplo durante desenvolvimento de sementes. Endoreduplicação leva a núcleos aumentados com elevado teor de DNA. Foi sugerido que o aumentado teor de DNA durante endoreduplicação pode sustentar expressão gênica aumentada durante desenvolvimento de endosperma e enchimento de sementes, uma vez que ele coincide com atividade enzimática aumentada e acumulação protéica neste momento (Kowles et al., (1992) Genet. Eng. 14:65-88). Em espécies de cereal, o endosperma celular armazena as reservas da semente durante a fase marcada por endoreduplicação. A magnitude de endoreduplicação de DNA é altamente correlacionada com peso fresco de endosperma, o que implica um importante papel de endoreduplicação de DNA na determinação de massa de endosperma (Engelen-Eigles et al. (2000) Plant Cell Environ. 23:657-663). Em milho por exemplo, o endosperma constitui 70 a 90% de massa de semente; assim, fatores que mediam desenvolvimento de endosperma em um grande grau também determinam produção de grãos de milho, através de peso de semente individual. Endoreduplicação aumentada é portanto tipicamente indicativa de biomassa de semente aumentada mas não é de maneira nenhuma relacionada a número de sementes aumentado. Fator de transcrição AT-hook
Um domínio AT-hook é encontrado em polipeptídeos pertencendo a uma família de fatores de transcrição associados com remodelagem de Cromatina. O motivo AT-hook é constituído de 13 ou mais (algumas vezes cerca de 9) aminoácidos que participam em ligação de DNA e que têm uma preferência por regiões ricas em A/T. Em Arabidopsis existem pelo menos 34 proteínas contendo domínios AT-hook. Estas proteínas compartilham homologia ao longo da maioria da seqüência, com o domínio AT-hook sendo uma região particularmente altamente conservada.
Pedido de Patente Internacional WO 2005/030966 descreve diversos fatores de transcrição vegetais compreendendo domínios AT-hook e o uso destes fatores de transcrição para produzir plantas tendo biomassa aumentada e tolerância a estresse aumentada. O pedido se relaciona a membros do ciado G1073 de fatores de transcrição e states que, "Uso de promotores tecido específicos ou induzíveis mitiga efeitos morfológicos indesejáveis que podem estar associados com superexpressão constitutiva de membros de ciado Gl073 (e.g., quando tamanho aumentado é indesejável)." Os dados fornecidos neste pedido se referem a plantas dicotiledôneas. Em contraste com estas instruções, foi verificado agora que expressão em uma planta monocotiledônea (monocotiledônea) de um ácido polinucleico codificando um fator de transcrição AT-hook compreendendo um domínio DUF296 (o qual inclui membros de ciado Gl073), gera plantas tendo pouco ou nenhum aumento em biomassa comparada com plantas de controle adequadas, independentemente de se tal expressão é dirigida por um promotor constitutivo ou de uma maneira tecido específica. Isto sugere que instruções referentes à expressão de tais fatores de transcrição em dicotiledôneas podem não ser prontamente aplicáveis para monocotiledôneas. Também foi encontrado agora que o grau ou natureza de qualquer aumento em produção de sementes obtido é dependente do promotor tecido específico usado.
Fatores de transcrição DOF
Proteínas de domínio Dof são fatores de transcrição planta específicos com um domínio de ligação de DNA altamente conservado com um único dedo de zinco C2-C2. Durante a última década, numerosas proteínas de domínio Dof foram identificadas tanto em monocotiledôneas como dicotiledôneas incluindo milho, cevada, trigo, arroz, tabaco, Arabidopsis, abóbora, batata e ervilha. Proteínas de domínio Dof mostraram funcionar como ativadores ou repressores transcricionais em diversos processos biológicos planta específicos.
Inibidores de Quinase Dependentes de Ciclina (CKT)
A capacidade de aumentar produção de sementes de plantas, quer através de número de sementes, biomassa de semente, desenvolvimento de semente, enchimento de semente ou qualquer outra característica relacionada a sementes teria muitas aplicações em agricultura, e mesmo muitos usos não agrícolas tal como na produção biotecnológica de substâncias tal como produtos farmacêuticos, anticorpos ou vacinas. Uma abordagem para aumentar produção de sementes em plantas pode ser através de modificação dos mecanismos de crescimento inerentes de uma planta.
Os mecanismos de crescimento inerentes de uma planta residem em uma seqüência altamente ordenada de eventos coletivamente conhecida como o 'ciclo celular'. Progressão através do ciclo celular é fundamental para o crescimento e desenvolvimento de todos os organismos multicelulares e é crucial para proliferação celular. Os principais componentes do ciclo celular são altamente conservados em levedura, mamíferos, e plantas. O ciclo celular é tipicamente dividido nas seguintes fases seqüenciais: GO - Gl — S - G2 - M. Replicação ou síntese de DNA geralmente ocorre durante a fase S ("S" é para síntese de DNA) e segregação mitótica dos cromossomos ocorre durante a fase M (o "M" é para mitose), com fases de intervalos intervenientes, Gl (durante a qual células crescem antes de replicação de DNA) e G2 (um período depois de replicação de DNA durante o qual a célula se prepara para divisão). Divisão celular é completada depois de citocinese, a última etapa da fase M. Células que saíram do ciclo celular e que se tornaram quiescentes são ditas estarem na fase GO. Células nesta fase podem ser estimuladas para manter o ciclo celular na fase Gl. O "G" em Gl, G2 e GO representa "lacuna". Conclusão do processo de ciclo celular permite que cada célula filha durante divisão celular receba uma cópia completa do genoma parental.
Divisão celular é controlada por dois eventos principais de ciclo celular, em outras palavras início de síntese de DNA e início de mitose. Cada transição para cada um destes eventos chave é controlada por um ponto de verificação representado por complexos protéicos específicos (envolvidos em replicação e divisão de DNA). A expressão de genes necessários para síntese de DNA no limite de Gl/S é regulada pela família E2F de fatores de transcrição em mamíferos e células vegetais (La Thangue, 1994; Muller et al., 2001; De Veylder et al., 2002). Entrada no ciclo celular é regulada/desencadeada por um complexo E2F/Rb que integra sinais e permite ativação de transcrição de genes de ciclo celular. A transição entre as diferentes fases do ciclo celular, e portanto progressão através do ciclo celular, é dirigida pela formação e ativação de diferentes proteínas quinases heterodiméricas de serina/treonina, geralmente referidas como quinases dependentes de ciclina (CDKs). Um pré-requisito para atividade destas quinases é a associação física com uma ciclina específica, o momento de ativação sendo amplamente dependente de expressão de ciclina. Ligação de ciclina induz mudanças conformacionais no lobo N-terminal do CDK associante e contribui para a localização e especificidade de substrato do complexo. CDKs monoméricos são ativados quando eles estão associados com ciclinas e assim têm uma atividade de quinase. Níveis protéicos de ciclina normalmente flutuam no ciclo celular e portanto representam um fator principal para determinar momento de ativação de CDK. A ativação periódica destes complexos contendo ciclinas e CDK durante ciclo celular media a regulação temporal de transições de ciclo celular (momentos de verificação).
Outros fatores regulando atividade de CDK incluem Inibidores de Quinase Dependentes de Ciclina (CKIs ou ICKs, KIPs, CIPs, INKs), quinases que ativam CDK (CAKs), uma CDK fosfatase (Cdc25) e uma subunidade de CDK (CKS) (Mironov et al. 1999; Reed 1996).
A existência de um inibidor de CDKs mitóticos foi inferida a partir de experimentos com endosperma de semente de milho (Grafi and Larkins (1995) Science 269, 1262-1264). Desde então, diversos CKIs foram identificados em várias espécies vegetais, tal como Arabidopsis (Wang et ai. (1997) Nature 386(6624): 451-2; De Veylder et al. (2001) Plant Cell 13: 1653-1668; Lui et al. (2000) Plant J 21: 379-385), tabaco (Jasinski et al. (2002) Plant physiol 2002 130(4): 871-82), Chenopodium rubrum (Fountain et al. (1999) Plant pH ys 120: 339) ou milho (Coelho et al. (2005) Plant physiol 138: 2323-2336). As proteínas codificadas são caracterizadas por um trecho de aproximadamente 45 aminoácidos carbóxi-terminais mostrando homologia com o domínio de ligação amino-terminal de ciclina/Cdk de CKIs animais dos tipos p21Cipl/p27Kipl/p57Kip2. For a desta região carbóxi-terminal, CKIs vegetais mostram pouca homologia.
Pedido de patente Internacional publicado WO 2005/007829 no nome de Monsanto Technology LLC descreve várias moléculas de ácidos nucleicos isolados codificando polipeptídeos tendo atividade de inibidor de quinase dependente de ciclina.
Pedidos de patentes Internacionais publicados, WO 02/28893 e WO 99/14331, ambos no nome de CropDesign N.V., descrevem vários Inibidores de Quinase Dependentes de Ciclina vegetais. O uso destes inibidores para aumentar produção é mencionado nestes pedidos. SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Foi surpreendentemente verificado agora que aumentar atividade de uma proteína SYR e/ou expressão de um ácido nucleico codificando uma proteína SYR em plantas resulta em plantas tendo produção aumentada de sementes e ou taxa de crescimento aumentada, em relação a plantas tipo selvagem correspondentes. Também foi surpreendentemente verificado agora que superexpressão de SYR em camundongos aumenta primariamente produção de sementes, ao passo que biomassa de folhas e tempo de florescimento não são obviamente afetados (em contraste com os principais fenótipos de superexpressão de ARGOS em Arabidopsis, que mostraram ter biomassa de folhas aumentada e florescimento atrasado (Hu et al., Plant Cell 15, 1951-1961, 2003; US 2005/0108793)).
De acordo com uma forma de realização da presente invenção é fornecido um método para aumentar produção de semente e/ou taxa de crescimento de uma planta compreendendo aumentar atividade de um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste em uma planta e/ou expressão de um ácido nucleico codificando uma tal proteína; e opcionalmente selecionar plantas tendo características de crescimento melhoradas.
Vantajosamente, desempenho dos métodos da invenção na medida em que eles se relacionam a SYR, resulta em plantas tendo uma variedade de características de crescimento melhoradas, tal como produção de sementes aumentada sem efeito na biomassa de partes vegetativas de planta, quando comparada com plantas de controle correspondentes, e um ciclo de vida comparável a plantas de controle correspondentes, sem atraso em época de florescimento. Ademais vantajosamente, desempenho dos métodos de acordo com a presente invenção resulta em plantas tendo tolerância melhorada para estresse abiótico em relação a plantas tipo selvagem correspondente (ou outro controle).
Foi surpreendentemente verificado agora que modular atividade de uma proteína FG-GAP e/ou expressão de um ácido nucleico codificando uma proteína FG-GAP em plantas resulta em plantas tendo características de crescimento melhoradas, e em particular produção aumentada, em relação a plantas tipo selvagem correspondentes.
De acordo com outra forma de realização da presente invenção é fornecido um método para melhorar características de crescimento de uma planta compreendendo modular atividade de um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste e/ou modular expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste em uma planta e opcionalmente selecionar plantas tendo características de crescimento melhoradas.
Vantajosamente, desempenho dos métodos de acordo com a presente invenção, na medida em que eles se relacionam a um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste, resulta em plantas tendo uma variedade de características de crescimento melhoradas, tal como crescimento melhorado, produção melhorada, biomassa melhorada, arquitetura melhorada ou divisão celular melhorada, cada em relação a plantas tipo selvagem correspondentes. Preferivelmente, as características de crescimento melhoradas compreendem pelo menos produção aumentada em relação a plantas tipo selvagem correspondentes.
Foi surpreendentemente verificado agora que aumentar expressão não constitutiva em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste gera plantas tendo produção aumentada em relação a plantas de controle adequadas.
De acordo com uma forma de realização adicional da presente invenção, é fornecido um método para aumentar produção vegetal compreendendo aumentar expressão não constitutiva em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste.
Foi verificado agora que aumentar preferencialmente expressão no tecido de meristema apical de broto de plantas de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo gera plantas tendo número de sementes aumentado em relação a plantas de controle adequadas.
A invenção portanto fornece um método para aumentar o número de sementes de plantas em relação àquele de plantas de controle adequadas, compreendendo aumentar preferencialmente expressão em tecido de meristema apical de broto vegetal de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo.
Foi verificado agora que aumentar preferencialmente expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea gera plantas tendo produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas.
Uma forma de realização adicional da presente invenção portanto fornece um método para aumentar produção de semente em plantas monocotiledôneas em relação a plantas de controle adequadas, compreendendo aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296.
Foi verificado agora que aumentar expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF gera plantas tendo produção aumentada em relação a plantas de controle adequadas.
De acordo com uma forma de realização adicional da presente invenção, é fornecido um método para aumentar produção vegetal compreendendo aumentar expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF. Foi verificado agora que redução preferencial em expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta gera plantas com melhor produção de sementes do que produção de sementes em plantas onde não existe redução preferencial em expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de planta. A presente invenção portanto fornece um método para aumentar produção de semente em plantas em relação a plantas de controle adequadas, compreendendo reduzir preferencialmente expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
O termo "produção aumentada" como definido neste lugar é adotado para significar um aumento em biomassa (peso) de uma ou mais partes de uma planta (particularmente partes aptas à colheita) em relação a tipo selvagem correspondente ou outras plantas de controle, cujo aumento em biomassa pode ser acima da terra ou subterrâneo. Um aumento em biomassa subterrânea pode ser devido a um aumento na biomassa de partes vegetais, tal como tubérculos, rizomas, bulbos etc. Particularmente preferido é um aumento em qualquer um ou mais dos seguintes: biomassa de raiz aumentada, volume de raiz aumentado, número de raiz aumentado, diâmetro de raiz aumentado e comprimento de raiz aumentado. O termo produção aumentado também abrange um aumento em produção de sementes.
O termo "produção aumentada de sementes" como definido neste lugar é adotado para significar um aumento em qualquer um ou mais dos seguintes, cada em relação a plantas tipo selvagem correspondentes: (i) produção total de sementes aumentada, o que inclui um aumento em biomassa de semente (peso de semente) e que pode ser um aumento no peso de semente por planta ou em uma base de semente individual; (ii) número aumentado de flores ("floretes") por panícula (iii) número aumentado de sementes cheias; (iv) tamanho de semente aumentado; (v) volume de semente aumentado; (vi) área de semente individual aumentada; (vii) comprimento e/ou largura de semente individual aumentada; (viii) índice de colheita aumentado, que é expresso como uma proporção da produção de partes aptas à colheita, tal como sementes, pela biomassa total; (ix) taxa de enchimento aumentada, (que é o número de grãos cheios dividido pelo número total de sementes e multiplicado por 100); e (x) peso de mil sementes (TKW) aumentado, que é extrapolado a partir do número de grãos cheios contado e seu peso total. Um TKW aumentado pode resultar de um tamanho de semente aumentado e/ou peso de semente. Um TKW aumentado pode resultar de um aumento em tamanho de embrião e/ou tamanho de endosperma.
Tomando milho como um exemplo, um aumento de produção pode ser manifestado como um ou mais dos seguintes: um aumento no número de orelhas por planta, um aumento no número de fileiras, número de sementes por fileira, peso de semente, TKW, comprimento/diâmetro de espiga, entre outros. Tomando arroz como um exemplo, um aumento de produção pode ser manifestado por um aumento em um ou mais dos seguintes: número de panícuias por planta, número de espiguilhas por panícula, número de flores por panícula, aumento na taxa de enchimento de sementes, aumento em TKW, entre outros. Um aumento em produção também pode resultar em arquitetura modificada, ou pode ocorrer como um resultado de arquitetura modificada.
As características de crescimento melhoradas obtidas realizando os métodos da invenção, na medida em que eles se relacionam a uso de CDC27, resultam em plantas tendo número de sementes aumentado. Um número de sementes aumentado abrange um aumento no número total de sementes e/ou no número de grãos cheios e/ou um aumento na taxa de enchimento de sementes (que é o número de grãos cheios dividido pelo número total de sementes e multiplicado por 100), cada em relação a plantas de controle adequadas, cujo aumento pode ser por planta e/ou por hectare ou acre. Tomando milho como um exemplo, um aumento no número de sementes é manifestado tipicamente por um aumento no número de orelhas por planta, um aumento no número de fileiras, número de sementes por fileira, aumento na taxa de enchimento de sementes, entre outros. Tomando arroz como um exemplo, um aumento no número de sementes é manifestado tipicamente por um aumento em número de panículas por planta, número de espiguilhas por panícula, número de flores (floretes) por panícula (que é expresso como uma proporção do número de grãos cheios pelo número de panículas primárias), aumento na taxa de enchimento de sementes.
A invenção portanto fornece um método para aumentar o número de sementes de plantas em relação àquele de plantas de controle adequadas, compreendendo aumentar preferencialmente expressão em tecido de meristema apical de broto vegetal de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo.
Na medida em que os métodos da invenção se relacionam a SYR, preferivelmente desempenho dos métodos resulta em plantas tendo produção aumentada de sementes. Ainda preferivelmente, a produção aumentada de sementes compreende um aumento em um ou mais de número de grãos (cheios), peso total de semente, tamanho de semente, peso de mil sementes, taxa de enchimento e índice de colheita, cada em relação a plantas de controle. Portanto, de acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar produção de sementes de planta, cujo método compreende aumentar atividade de um polipeptídeo SYR e/ou expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste.
Na medida em que os métodos da invenção se relacionam a FG-GAP, preferivelmente desempenho dos métodos resulta em plantas tendo produção aumentada e, mais particularmente, biomassa aumentada e/ou produção aumentada de sementes. Preferivelmente, a produção aumentada de sementes compreende um aumento em um ou mais de número de grãos (cheios), total peso de semente, tamanho de semente, peso de mil sementes e índice de colheita, cada em relação a plantas de controle. Portanto, de acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar produção vegetal, particularmente, biomassa aumentada e/ou produção aumentada de sementes, cujo método compreende modular atividade de um polipeptídeo FG-GAP e/ou expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste.
Na medida em que os métodos da invenção se relacionam a CYP90B, preferivelmente a produção aumentada inclui um ou mais dos seguintes: HI aumentado, TKW aumentado, área de semente aumentada e comprimento de semente aumentado, cada em relação a plantas de controle adequadas. Portanto, de acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar produção vegetal, particularmente produção de sementes, em relação a plantas de controle adequadas, cujo método compreende aumentar expressão não constitutiva em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste.
Na medida em que os métodos da invenção se relacionam a fatores de transcrição AT-hook, produção de sementes em plantas monocotiledôneas é aumentada. Portanto é fornecido um método para aumentar produção de semente em plantas monocotiledôneas em relação a plantas de controle adequadas, compreendendo aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT- hook e um domínio DUF296.
Na medida em que os métodos da invenção se relacionam a fatores de transcrição DOF, preferivelmente a produção aumentada é produção aumentada de sementes. De acordo com uma característica preferida da presente invenção, é fornecido um método para aumentar produção de sementes de planta em relação à produção de sementes de plantas de controle adequadas, cujo método compreende aumentar expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF.
Na medida em que os métodos da invenção se relacionam a CKIs, a característica de crescimento melhorada é produção aumentada de sementes. A presente invenção portanto fornece um método para aumentar produção de semente em plantas em relação a plantas de controle adequadas, compreendendo reduzir preferencialmente expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta.
Uma vez que as plantas melhoradas de acordo com a presente invenção têm produção aumentada (produção de sementes), é provável que estas plantas exibam uma taxa de crescimento aumentada (durante pelo menos parte de seu ciclo de vida), em relação à taxa de crescimento de plantas tipo selvagem correspondentes em um estágio correspondente em seu ciclo de vida. A taxa de crescimento aumentada pode ser específica para uma ou mais partes ou tipos de células de uma planta (incluindo sementes), ou pode ser ao longo de substancialmente toda a planta. Plantas tendo uma taxa de crescimento aumentada podem ter um ciclo de vida mais curto. O ciclo de vida de uma planta é adotado para significar o tempo necessário para crescer de uma semente madura seca até o estágio onde a planta produziu sementes maduras secas, similar ao material inicial. Este ciclo de vida pode ser influenciado por fatores tal como vigor precoce, taxa de crescimento, tempo de florescimento e velocidade de maturação de sementes. Um aumento em taxa de crescimento pode ocorrer em um ou mais estágios no ciclo de vida de uma planta ou durante substancialmente todo o ciclo de vida de planta. Taxa de crescimento aumentada durante os estágios precoces no ciclo de vida de uma planta pode refletir vigor estimulado. O aumento em taxa de crescimento pode alterar o ciclo de colheita de uma planta permitindo que plantas sejam semeadas mais tarde e/ou colhidas mais cedo do que seria de outra maneira possível. Se a taxa de crescimento é suficientemente aumentada, ela pode permitir a semeadura de sementes adicionais da mesma espécie de planta (por exemplo semeadura e colheita de plantas de arroz seguido por semeadura e colheita de plantas de arroz adicionais todas dentro de um período de crescimento convencional). Similarmente, se a taxa de crescimento é suficientemente aumentada, ela pode permitir a semeadura adicional de sementes de espécie de planta diferente (por exemplo a semeadura e colheita de plantas de arroz seguido por, por exemplo, a semeadura e colheita opcional de soja, batatas ou qualquer outra planta adequada). Momentos adicionais de colheita do mesmo porta-enxerto no caso de algumas plantas também podem ser possíveis. Alterar o ciclo de colheita de uma planta pode levar a um aumento em produção de biomassa anual por acre (devido a um aumento no número de vezes (diga em um ano) que qualquer planta particular pode ser crescida e colhida). Um aumento em taxa de crescimento também pode permitir o cultivo de plantas transgênicas em uma área geográfica maior do que suas contrapartes tipo selvagem, uma vez que as limitações territoriais para crescer uma safra são freqüentemente determinadas por condições ambientais adversas ou no momento de plantio (ciclo precoce) ou no momento de colheita (ciclo tardio). Tais condições adversas podem ser evitadas se o ciclo de colheita é encurtado. A taxa de crescimento pode ser determinada derivando vários parâmetros de curvas de crescimento plotando experimentos de crescimento, tais parâmetros podem ser: T-Mid (the tempo levado por plantas para atingir 50% de seu tamanho máximo) e T-90 (tempo levado por plantas para atingir 90% de seu tamanho máximo), entre outros. O termo "tempo de florescimento" como usado neste lugar deve significar o período de tempo entre o início de germinação de semente e o início de florescimento.
Desempenho dos métodos da invenção gera plantas tendo uma taxa de crescimento aumentada. Portanto, de acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar a taxa de crescimento de plantas, cujo método compreende aumentar atividade em uma planta de um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste e/ou expressão de um ácido nucleico codificando uma tal proteína.
De acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar a taxa de crescimento de plantas, cujo método compreende modular (preferivelmente aumentar) atividade em uma planta de um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste e/ou modular (preferivelmente aumentar) expressão de um ácido nucleico codificando tal proteína.
De acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar a taxa de crescimento de plantas cujo método compreende aumentar expressão não constitutiva em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste.
De acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar a taxa de crescimento de plantas, cujo método compreende aumentar expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF.
De acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar a taxa de crescimento de plantas em relação a plantas de controle adequadas, cujo método compreende reduzir preferencialmente expressão de um gene endógeno de Inibidor de Quinase Dependente de Çiclina (CKI) em tecido de endosperma de uma planta.
Um aumento em produção e/ou produção de sementes e/ou taxa de crescimento ocorre se a planta está em condições sem estresse ou se a planta é exposta a vários estresses comparado com plantas de controle. Plantas tipicamente respondem à exposição a estresse crescendo mais lentamente. Em condições de estresse severo, a planta pode mesmo parar de crescer no geral. Estresse brando por outro lado é definido neste lugar como sendo qualquer estresse ao qual uma planta é exposta que não resulta na planta parando de crescer no geral sem a capacidade de reiniciar crescimento. Estresse brando no sentido da invenção leva a uma redução no crescimento das plantas estressadas de menos do que 40%, 35% ou 30%, preferivelmente menos do que 25%, 20% ou 15%, mais preferivelmente menos do que 14%, 13%, 12%, 11% ou 10% ou menos em comparação com a planta de controle em condições sem estresse. Devido a avanços em práticas agrícolas (irrigação, fertilização, tratamentos com pesticida) estresses severos não são freqüentemente encontrados em cultivares cultivadas. Como uma conseqüência, o crescimento comprometido induzido por estresse brando freqüentemente é uma característica indesejável para agricultura. Estresses brandos são os estresses típicos aos quais uma planta pode ser exposta. Estes estresses podem ser os estresses bióticos e/ou abióticos (ambientais) cotidianos aos quais uma planta é exposta. Estresses abióticos ou ambientais típicos incluem estresses por temperatura causados por calor atípico ou temperaturas frias/congelantes; estresse salino; estresse hídrico (seca ou água em excesso), estresse anaeróbico, toxicidade química e estresse oxidativo. O estresse abiótico pode ser um estresse osmótico causado por um estresse hídrico (particularmente devido à seca), estresse salino, estresse oxidativo ou um estresse iônico. Produtos químicos também podem causar estresses abióticos (por exemplo concentrações muito altas ou muito baixas de minerais ou nutrientes). Estresses bióticos são tipicamente aqueles estresses causados por patógenos, tal como bactérias, vírus, fungos e insetos. O termo "condições sem estresse" como usado neste lugar são aquelas condições ambientais que não vão significantemente além das condições climáticas cotidianas e outras condições abióticas que plantas podem encontrar, e que permitem crescimento ótimo da planta. Pessoas versadas na técnica têm consciência de condições de solo e condições climáticas normais para uma dada localização geográfica.
Na medida em que os métodos da invenção se relacionam a SYR3 desempenho dos métodos resulta em plantas tendo tolerância aumentada para estresse abiótico. Como relatado em Wang et ai. (Planta (2003) 218: 1-14), estresse abiótico leva a uma série de mudanças morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e moleculares que afetam adversamente crescimento e produtividade vegetal. Seca, salinidade, temperaturas extremas e estresse oxidativo são conhecidos por serem interconectados e podem induzir crescimento e lesão celular através de mecanismos similares. Por exemplo, seca e/ou salinização são manifestadas primariamente como estresse osmótico, resultando no rompimento de homeostase e distribuição iônica na célula. Estresse oxidativo, que freqüentemente acompanha temperatura alta ou baixa, salinidade ou estresse por seca pode causar desnaturação de proteínas funcionais e estruturais. Como uma conseqüência, estes diversos estresses ambientais freqüentemente ativam vias de sinalização celular e respostas celulares similares, tal como a produção de proteínas de estresse, aumento de antioxidantes, acumulação de solutos compatíveis e interrupção de crescimento.
Uma vez que diversos estresses ambientais ativam vias similares, a exemplifícação da presente invenção com estresse por seca (na medida em que a invenção se relaciona ao uso de polipeptídeos SYR e seus ácidos nucleicos de codificação) não deve ser vista como uma limitação a estresse por seca, mas mais como uma separação para indicar o envolvimento de polipeptídeos SYR ou homólogos destes em estresses abióticos em geral. Além disso, os métodos da presente invenção podem ser realizados em condições sem estresse ou em condições de seca branda para gerar plantas tendo características de crescimento melhoradas (particularmente produção aumentada) em relação a tipo selvagem correspondente ou outras plantas de controle.
Um grau particularmente alto de "interferência" é relatado entre estresse por seca e estresse por alta salinidade (Rabbani et ai. (2003) Plant physiol 133: 1755-1767). Portanto, seria perceptível que um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste, junto com sua utilidade para conferir tolerância à seca em plantas, também iria encontrar uso para proteger a planta contra vários outros estresses abióticos. Similarmente, seria perceptível que uma proteína SYR (como definido neste lugar), junto com sua utilidade para conferir tolerância a sal em plantas, também iria encontrar uso para proteger a planta contra vários outros estresses abióticos. Além disso, Rabbani et ai. (2003, Plant physiol 133: 1755-1767) relatam que mecanismos moleculares de tolerância a estresse e respostas similares existem entre dicotiledôneas e monocotiledôneas. Os métodos da invenção portanto são vantajosamente aplicáveis a qualquer planta.
O termo "estresse abiótico" como definido neste lugar é adotado para significar qualquer um ou mais de: estresse hídrico (devido à seca ou água em excesso), estresse anaeróbico, estresse salino, estresse por temperatura (devido a calor, frio ou temperaturas congelantes), estresse por toxicidade química e estresse oxidativo. De acordo com um aspecto da invenção, o estresse abiótico é um estresse osmótico, selecionado a partir de estresse hídrico, estresse salino, estresse oxidativo e estresse iônico. Preferivelmente, o estresse hídrico é estresse por seca. O termo estresse salino não é restrito a sal comum (NaCl), mas pode ser qualquer um ou mais de: NaCl, KCl, LiCl, MgCl2, CaCl2, entre outros.
Tolerância aumentada para estresse abiótico é manifestada por produção vegetal aumentada em condições de estresse abiótico. Na medida em que a invenção se relaciona ao uso de polipeptídeos SYR e seus ácidos nucleicos de codificação, tal produção aumentada pode incluir um ou mais dos seguintes: número aumentado de sementes cheias, produção total de sementes aumentada, número aumentado de flores por panícula, taxa aumentada de enchimento de sementes, índice de colheita aumentado, peso de mil sementes aumentado, comprimento de raiz aumentado ou diâmetro de raiz aumentado, cada em relação a plantas tipo selvagem correspondentes.
Desempenho dos métodos da invenção gera plantas tendo tolerância aumentada para estresse abiótico. Desempenho dos métodos da invenção gera plantas crescidas em condições sem estresse ou em condições de seca branda com características de crescimento melhoradas (particularmente produção aumentada e/ou vigor de emergência aumentado (ou vigor precoce)) em relação a plantas tipo selvagem correspondentes ou outras plantas de controle crescidas em condições comparáveis.
De acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar tolerância a estresse abiótico em plantas cujo método compreende modular expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste. De acordo com um aspecto da invenção, o estresse abiótico é estresse osmótico, selecionado a partir de um ou mais dos seguintes: estresse hídrico, estresse salino, estresse oxidativo e estresse iônico. Preferivelmente, o estresse hídrico é estresse por seca.
A presente invenção também fornece um método para melhorar tolerância a estresse abiótico em plantas, compreendendo aumentar atividade em uma planta de uma proteína SYR ou um homólogo desta.
Na medida em que os métodos da invenção se relacionam a fatores de transcrição DOF, os métodos podem ser realizados em condições de seca branda para gerar plantas tendo produção aumentada em relação a plantas de controle adequadas. Como relatado em Wang et al. (Planta (2003) 218: 1-14), estresse abiótico leva a uma série de mudanças morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e moleculares que afetam adversamente crescimento e produtividade vegetal. Seca, salinidade, temperaturas extremas e estresse oxidativo são conhecidos por serem interconectados e podem induzir crescimento e lesão celular através de mecanismos similares. Rabbani et al. (Plant physiol (2003) 133: 1755-1767) descreve um grau particularmente alto de "interferência" entre estresse por seca e estresse por alta salinidade. Por exemplo, seca e/ou salinização são manifestadas primariamente como estresse osmótico, resultando no rompimento de homeostase e distribuição iônica na célula. Estresse oxidativo, que freqüentemente acompanha temperatura alta ou baixa, salinidade ou estresse por seca, pode causar desnaturação de proteínas funcionais e estruturais. Como uma conseqüência, estes diversos estresses ambientais freqüentemente ativam vias de sinalização celular e respostas celulares similares, tal como a produção de proteínas de estresse, aumento de antioxidantes, acumulação de solutos compatíveis e interrupção de crescimento.
Desempenho dos métodos da invenção gera plantas crescidas em condições de seca branda com produção aumentada em relação a plantas de controle adequadas crescidas em condições comparáveis. Portanto, de acordo com a presente invenção, é fornecido um método para aumentar produção em plantas crescidas em condições de seca branda, cujo método compreende aumentar expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF.
As características de crescimento melhoradas mencionadas acima vantajosamente podem ser melhoradas em qualquer planta. Na medida em que os métodos da invenção se relacionam ao uso de fatores de transcrição AT-hook, os métodos são aplicáveis a plantas monocotiledôneas.
O termo "planta" como usado neste lugar abrange plantas inteiras, ancestrais e progênie das plantas e partes vegetais, incluindo sementes, brotos, caules, folhas, raízes (incluindo tubérculos), flores, e tecidos e órgãos, caracterizado pelo fato de que cada um dos mencionados acima compreende o gene/ácido nucleico de interesse ou a modificação genética no gene/ácido nucleico de interesse. O termo "planta" também abrange células vegetais, safras em suspensão, tecido de calo, embriões, regiões meristemáticas, gametófitos, esporófitos, pólen e micrósporos, de novo caracterizado pelo fato de que cada um dos mencionados acima compreende o gene/ácido nucleico de interesse.
Plantas que são particularmente úteis nos métodos da invenção incluem todas as plantas que pertencem à superfamília Viridiplantae, em particular plantas monocotiledôneas e dicotiledôneas incluindo forragem ou legumes de forragem, plantas ornamentais, cultivos alimentares, árvores ou arbustos selecionados a partir da lista compreendendo Acer spp., Actinidia spp., Abelmoschus spp., Agropyron spp., Allium spp., Amaranthus spp., Ananas eomosus, Annona spp., Apium graveolens, Araehis spp, Artoearpus spp., Asparagus officinalis, Avena spp. (e.g. Avena sativa, Avena fatua, Avena byzantina, Avena fatua var. sativa, Avena hybrida), Averrhoa earambola, Benineasa hispida, Bertholletia exeelsea, Beta vulgaris, Brassiea spp. (e.g. Brassiea napus, Brassiea rapa ssp. [canola, colza, nabo]), Cadaba farinosa, Camellia sinensis, Canna indica, Capsicum spp., Carex elata, Caricapapaya, Carissa maerocarpa, Carya spp., Carthamus tinctorius, Castanea spp., Cichorium endivia, Cinnamomum spp., Citrullus lanatus, Citrus spp., Cocos spp., Coffea spp., Colocasia esculenta, Cola spp., Coriandrum sativum, Corylus spp., Crataegus spp., Crocus sativus, Cucurbita spp., Cucumis spp., Cynara spp., Daucus earota, Desmodium spp., Dimocarpus longan, Dioscorea spp., Diospyros spp., Echinochloa spp., Elaeis (e.g. Elaeis guineensis, Elaeis oleifera), Eleusine coraeana, Eriobotrya japonica, Eugenia uniflora, Fagopyrum spp., Fagus spp., Ficus carica, Fortunella spp., Fragaria spp., Ginkgo biloba, Glycine spp. (e.g. Glycine max, Soja hispida ou Soja max), Gossypium hirsutum, Helianthus spp. (e.g. Helianthus annuus), Hemerocallis fulva, Hibiscus spp., Hordeum spp. (e.g. Hordeum vulgaré), Ipomoea batatas, Juglans spp., Lactuca sativa, Lathyrus spp., Lens culinaris, Linum usitatissimum, Litehi chinensis, Lotus spp., Luffa acutangula, Lupinus spp., Luzula sylvatica, Lyeopersieon spp. (e.g. Lycopersicon esculentum, Lyeopersieon lycopersicum, Lyeopersieon pyriformé), Macrotyloma spp., Malus spp., Malpighia emarginata, Mammea americana, Mangifera indica, Manihot spp., Manilkara zapota, Medicago sativa, Melilotus spp., Mentha spp., Momordica spp., Morus nigra, Musa spp., Nicotiana spp., Olea spp., Opuntia spp., Ornithopus spp., Oryza spp. (e.g. Oryza sativa, Oryza latifolia), Panicum miliaceum, Passiflora edulis, Pastinaea sativa, Persea spp., Petroselinum crispum, pH aseolus spp., pH oenix spp., pH ysalis spp., Pinus spp., Pistaeia vera, Pisum spp., Poa spp., Populus spp., Prosopis spp., Prunus spp., Psidium spp., Punica granatum, Pyrus communis, Quereus spp., Raphanus sativus, Rheum rhabarbarum, Ribes spp., Ricinus communis, Rubus spp., Saecharum spp., Sambucus spp., Secale cereale, Sesamum spp., Sinapis sp., Solanum spp. (e.g. Solanum tuberosum, Solanum integrifolium ou Solanum lycopersieum), Sorghum bicolor, Spinacia spp., Syzygium spp., Tagetes spp., Tamarindus indica, Theobroma cacao, Trifolium spp., Triticosecale rimpaui, Triticum spp. (e.g. Triticum aestivum, Triticum durum, Triticum turgidum, Triticum hybernum, Triticum macha, Triticum sativum ou Triticum vulgaré), Tropaeolum minus, Tropaeolum majus, Vaccinium spp., Vicia spp., Vigna spp., Viola odor ata, Vitis spp., Zea mays, Zizania palustris, Ziziphus spp., entre outros.
Preferivelmente, a planta é uma planta cultivável tal como soja, girassol, canola, alfafa, colza, algodão, tomate, batata ou tabaco. Ainda preferivelmente, a planta é uma planta monocotiledônea, tal como cana-de- açúcar. Mais preferivelmente a planta é um cereal, tal como arroz, milho, trigo, cevada, milheto, centeio, sorgo ou aveia.
Onde os métodos da invenção se relacionam a uso de um fator de transcrição AT-hook, a planta monocotiledônea é um cereal, tal como arroz, milho, cana-de-açúcar, trigo, cevada, milheto, centeio, sorgo, gramíneas ou aveia.
DEFINIÇÕES
Polipeptídeo Os termos "polipeptídeo" e "proteína" são usados permutavelmente neste lugar e se referem a aminoácidos em uma forma polimérica de qualquer comprimento. Os termos "polinucleotídeo(s)", "seqüência(s) de ácidos nucleicos", "seqüência(s) de nucleotídeos" são usados permutavelmente neste lugar e se referem a nucleotídeos, ou ribonucleotídeos ou desoxirribonucleotídeos ou uma combinação de ambos, em uma forma polimérica de qualquer comprimento.
Planta de Controle
A escolha de plantas de controle adequadas é uma parte de rotina de uma estrutura experimental e pode incluir plantas tipo selvagem correspondentes ou plantas correspondentes sem o gene de interesse. A planta de controle é tipicamente da mesma espécie de planta ou mesmo a mesma variedade do que a planta a ser verificada. A planta de controle também pode ser um nulizigoto da planta a ser verificada. Uma "planta de controle" como usado neste lugar se refere não apenas a plantas inteiras, mas também a partes vegetais, incluindo sementes e partes de sementes.
Aumento, Melhora
Os termos "aumento", "melhorando" ou "melhora" são usados permutavelmente neste lugar e são adotados para significar pelo menos a 5%, 6%, 7%, 8%, 9% ou 10%, preferivelmente pelo menos 15% ou 20%, mais preferivelmente 25%, 30%, 35% ou 40% mais de produção e/ou crescimento em comparação com tipo selvagem correspondente ou outras plantas de controle como definido neste lugar.
Hibridização
O termo "hibridização" como definido neste lugar é um processo caracterizado pelo fato de que seqüências de nucleotídeos complementares substancialmente homólogas se anelam uma a outra. O processo de hibridização pode ocorrer inteiramente em solução, i.e. ambos ácidos nucleicos complementares estão em solução. O processo de hibridização também pode ocorrer com um dos ácidos nucleicos complementares imobilizado a uma matriz tal como microesferas magnéticas, microesferas de Sepharose ou qualquer outra resina. O processo de hibridização além disso pode ocorrer com um dos ácidos nucleicos complementares imobilizado a um suporte sólido tal como a nitrocelulose ou membrana de náilon ou imobilizado por e.g. fotolitografía a, por exemplo, um suporte de vidro silicioso (o último conhecido como arranjos ou microarranjos de ácido nucleico ou como circuitos integrados de ácido nucleico). A fim de permitir que hibridização ocorra, as moléculas de ácidos nucleicos geralmente são termalmente ou quimicamente desnaturadas para derreter uma dupla fita em duas fitas simples e/ou para remover estruturas em grampo ou outras estruturas secundárias de ácidos nucleicos de fita simples. A estringência de hibridização é influenciada por condições tal como temperatura, concentração salina, força iônica e composição de tampão de hibridização.
"Condições de hibridização estringentes" e "condições de lavagem de hibridização estringentes" no contexto de experimentos de hibridização de ácido nucleico tal como hibridizações Southern e Northern são dependentes de seqüência e são diferentes em parâmetros ambientais diferentes. O artesão versado está ciente de vários parâmetros que podem ser alterados durante hibridização e lavagem e que irão ou manter ou mudar as condições de estringência.
A Tm é a temperatura em força iônica e pH definidos, ba qual 50% da seqüência alvo hibridiza com uma sonda perfeitamente compatível. A Tm é dependente das condições de solução e ad composição de base e comprimento da sonda. Por exemplo, seqüências maiores hibridizam especificamente em temperaturas superiores. A taxa máxima de hibridização é obtida a partir de cerca de 16°C até 32°C abaixo de Tm. A presença de cátions monovalentes na solução de hibridização reduz a repulsão eletrostática entre as duas fitas de ácidos nucleicos com isso promovendo formação de híbrido; este efeito é visível para concentrações de sódio de até 0,4M. Formamida reduz a temperatura de fusão de duplexes DNA-DNA e DNA-RNA com 0,6 a 0,7°C para cada formamida percentual, e adição de 50% de formamida permite que hibridização seja realizada a 30 a 45°C, embora a taxa de hibridização seja diminuída. Pareamento incorreto de bases reduz a taxa de hibridização e a estabilidade térmica dos duplexes. Em média e para sondas grandes, a Tm diminui cerca de 1°C por% de pareamento incorreto de bases. A Tm pode ser calculada usando as seguintes equações, dependendo dos tipos de híbridos:
• Híbridos de DNA-DNA (Meinkoth and Wahl, Anal. Biochem., 138: 267-284, 1984):
Tm= 81,5°C+16,6xlog[Na+]a+0,41x%[G/C"b]-500x[L"c]-1-0,6lx% de formamida
• Híbridos de DNA-RNA ou RNA-RNA:
Tm= 79,8+18,5(log10[Na+]a)+0,58(%G/C"b)+11,8(%G/C"b)2-820/L"c
• Híbridos de oligo-DNA ou oligo-RNA"d:
Para <20 nucleotídeos: Tm=2 (ln)
Para 20-35 nucleotídeos: Tm=22 + 1,46 (ln) a ou para outro cátion monovalente, mas apenas acurado no intervalo 0,01-0,4 M.
b apenas acurado para%GC no intervalo de 30% a 75%.
c L = comprimento de duplex em pares de bases.
d Oligo, oligonucleotídeo; ln, comprimento efetivo de iniciador = (no. de G/C)+(no. de A/T).
Nota: para cada 1% de formamida, a Tm é reduzida em cerca de 0,6 a 0,7°C, enquanto que a presença de 6M de uréia reduz a Tm em cerca de 30°C
Especificidade de hibridização é tipicamente a função de lavagens pós-hibridização. Para remover antecedentes resultando de hibridização não específica, amostras são lavadas com soluções salinas diluídas. Fatores críticos de tais lavagens incluem a força iônica e temperatura da solução de lavagem final: quanto menor a concentração salina e maior a temperatura de lavagem, maior é a estringência da lavagem. Condições de lavagem são tipicamente realizadas em ou abaixo de estringência de hibridização. Geralmente, condições estringentes adequadas para ensaios de hibridização de ácidos nucleicos ou procedimentos de detecção de amplificação de gene são como expostos acima. Condições mais ou menos estringentes também podem ser selecionadas. Geralmente, condições de baixa estringência são selecionadas para ser cerca de 5O0C menores do que o ponto de fusão térmica (Tm) para a seqüência específica em uma força iônica e pH definidos. Condições de média estringência são quando a temperatura é 20°C abaixo de Tm, e condições de alta estringência são quando a temperatura é 10°C abaixo de Tm. Por exemplo, condições estringentes são aquelas que são pelo menos tão estringentes como, por exemplo, condições A-L; e condições de estringência reduzida são pelo menos tão estringentes como, por exemplo, condições M-R. Ligação não específica pode ser controlada usando qualquer uma das diversas técnicas conhecidas tal como, por exemplo, bloqueando a membrana com soluções contendo proteína, adições de RNA, DNA heterólogos, e SDS ao tampão de hibridização, e tratamento com Rnase.
Exemplos de condições de hibridização e lavagem são listados em Tabela 1:
Tabela 1:
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* O "Comprimento de Híbrido" é o comprimento antecipado para o ácido nucleico hibridizante. Quando ácidos nucleicos de seqüência conhecida são hibridizados, o comprimento de híbrido pode ser determinado alinhando as seqüências e identificando as regiões conservadas descritas neste lugar.
+ SSPE (lxSSPE é 0,15M de NaCl, IOmM de NaH2PO4, e l,25mM de EDTA, pH 7,4) pode ser substituído por SSC (1 *SSC é 0,15M de NaCl e 15mM de citrato de sódio) nos tampões de hibridização e lavagem; lavagens são realizadas por 15 minutos depois de hibridização estar completa. As hibridizações e lavagens podem incluir adicionalmente 5 χ de reagente de Denhardt, 0,5-1,0% de SDS, 100 μg/ml de DNA de esperma de salmão fragmentado desnaturado, 0,5% de pirofosfato de sódio, e até 50% de formamida.
* Tb-Tr: A temperatura de hibridização para híbridos antecipada para serem menores do que 50 pares de bases de comprimento deve ser 5-10°C menor do que a temperatura de fusão Tm dos híbridos; a Tm é determinada de acordo com as equações mencionadas acima.
± A presente invenção também abrange a substituição de qualquer um, ou mais parceiros de híbrido de DNA ou RNA ou com um PNA, ou um ácido nucleico modificado.
Para os propósitos de definir o nível de estringência, referência pode ser convenientemente feita a Sambrook et al. (2001) Molecular Cloning: a laboratory manual, 3a Edição Cold Spring Harbor Laboratory Press, CSH, New York ou to Current Protocols in Molecular Biology, John Wiley & Sons, N.Y. (1989).
Identificação por Ativação de T-DNA
Identificação por ativação de T-DNA (Hayashi et al. Science (1992) 1350-1353) envolve inserção de T-DNA, normalmente contendo um promotor (também pode ser um estimulador de tradução ou um íntron), na região genômica do gene de interesse ou 10 kb antes ou depois da região de codificação de um gene em uma configuração de forma que o promotor dirige expressão do gene dirigido. Tipicamente, regulação de expressão do gene dirigido por seu promotor natural é interrompida e o gene cai sob o controle do promotor recentemente introduzido. O promotor é tipicamente embebido em um T-DNA. Este T-DNA é aleatoriamente inserido no genoma vegetal, por exemplo, através de infecção por Agrobacterium e leva a superexpressão de genes perto do T-DNA inserido. As plantas transgênicas resultantes mostram fenótipos dominantes devido a superexpressão de genes perto do promotor introduzido. O promotor a ser introduzido pode ser qualquer promotor capaz de direcionar expressão de um gene no organismo desejado, neste caso uma planta. Por exemplo, promotores constitutivos, preferidos por tecido, preferidos por tipo celular e induzíveis são todos adequados para uso em ativação de T-DNA. TILLING
TILLING (Lesões Locais Induzidas Dirigidas em Genomas) é uma tecnologia de mutagênese útil para gerar e/ou identificar e/ou para eventualmente isolar ácidos nucleicos de variante mutagenizada. TILLING também permite seleção de plantas carregando tais variantes mutantes. Estas variantes mutantes podem ainda exibir maior atividade do que aquela exibida pelo gene em sua forma natural. TILLING combina mutagênese dê alta densidade com métodos de triagem rápida. As etapas tipicamente seguidas em TILLING são: (a) mutagênese EMS (Redei GP and Koncz C (1992) In Methods in Arabidopsis Research, Koncz C, Chua NH, Schell J, eds. Singapore, World Scientific Publishing Co, pp. 16-82; Feldmann et al., (1994) In Meyerowitz EM, Somerville CR, eds, Arabidopsis. Cold Spring Harbor Laboratory Press, Cold Spring Harbor, NY, pp 137-172; Lightner J and Caspar T (1998) In J Martinez-Zapater, J Salinas, eds, Methods on Molecular Biology, Vol. 82. Humana Press, Totowa, NJ, pp 91-104); (b) preparação de DNA e combinação de indivíduos; (c) amplificação por PCR de uma região de interesse; (d) desnaturação e anelamento para permitir formação de heteroduplexes; (e) DHPLC, onde a presença de um heteroduplex em uma combinação é detectada como um pico extra no cromatograma; (f) identificação do indivíduo mutante; e (g) seqüenciamento do produto de PCR mutante. Métodos para TLLLINiG são bem conhecidos na técnica (McCallum et al., (2000) Nat Biotechnol 18: 455-457; revisto por Stemple (2004) Nat Rev Genet 5(2): 145-50).
Mutagênese sítio dirigida
Mutagênese sítio dirigida pode ser usada para gerar variantes de ácidos nucleicos SYR. Estão disponíveis diversos métodos para atingir mutagênese sítio dirigida; o mais comum sendo métodos baseados em PCR (Current Protocols in Molecular Biology. Wiley Eds. http://www.4ulr.com/products/currentprotocols/index.html).
Mutagênese por transposon
Mutagênese por transposon é uma técnica de mutagênese baseada na inserção de transposons em genes, o que freqüentemente resulta em nocaute de gene. A técnica foi usada para diversas espécies de plantas, incluindo arroz (Greco et al., Plant physiol, 125, 1175-1177, 2001), milho (McCarty et al., Plant J. 44, 52-61, 2005) e Arabidopsis (Parinov and Sundaresan, Curr. Opin. Biotechnol. 11, 157-161, 2000).
Evolução direta
Evolução direta ou embaralhamento de gene consiste de repetições de embaralhamento de DNA seguido por triagem e/ou seleção apropriada para gerar ácidos nucleicos variantes ou porções destes, ou polipeptídeos ou homólogos destes tendo uma atividade biológica modificada (Castle et al., (2004) Science 304(5674): 1151-4; Patentes Norte-Americanas 5.811.238 e 6.395.547).
Recombinação homóloga
Recombinação homóloga permite introdução em um genoma de um ácido nucleico selecionado em uma posição selecionada definida. Recombinação homóloga é uma tecnologia padrão usada rotineiramente em ciências biológicas para organismos inferiores tal como levedura ou o musgo pH yscomitrella. Métodos para realizar recombinação homóloga em plantas foram descritos não apenas para plantas modelo (Offringa et al. (1990) EMBO J 9(10): 3077-84) mas também para cultivares, por exemplo arroz (Terada et al. (2002) Nat Biotech 20(10): 1030-4; Iida and Terada (2004) Curr Opin Biotech 15(2): 132-8). O ácido nucleico a ser dirigido (que pode ser qualquer dos ácidos nucleicos ou variantes definidos neste lugar) precisa ser dirigido para o locus gênico particular. O ácido nucleico a ser dirigido pode ser um alelo melhorado usado para substituir o gene endógeno ou pode ser introduzido em adição ao gene endógeno.
Homólogos
"Homólogos" de uma proteína abrangem peptídeos, oligopeptídeos, polipeptídeos, proteínas e enzimas tendo substituições, deleções e/ou inserções de aminoácidos em relação à proteína não modificada em questão e tendo atividade biológica e funcional similar à proteína não modificada da qual eles são derivados. Para produzir tais homólogos, aminoácidos da proteína podem ser substituídos por outros aminoácidos tendo propriedades similares (tal como similar hidrofobicidade, hidrofilicidade, antigenicidade, propensão para formar ou quebrar estruturas helicoidais α ou estruturas de folha β). Tabelas de Substituição Conservativa são bem conhecidas na técnica (veja por exemplo Creighton (1984) Proteins. W.H. Freeman and Company e Tabela 2 abaixo).
Ortólogos e Parálogos
Abrangidas pelo termo "homólogos" são seqüências ortólogas e seqüências parálogas, duas formas especiais de homologia que abrangem conceitos evolutivos usados para descrever relações ancestrais de genes.
O termo "parálogos" se refere a duplicações de gene dentro do genoma de uma espécie levando a genes parálogos. Parálogos podem ser facilmente identificados realizando uma análise BLAST contra um conjunto de seqüências da mesma espécie que a seqüência de consulta.
O termo "ortólogos" se refere a genes homólogos em organismos diferentes devido à especiação. Ortólogos em, por exemplo, espécies de plantas dicotiledôneas podem ser facilmente encontrados realizando uma assim chamada busca blast recíproca. Isto pode ser feito por um primeiro blast envolvendo sobrecarregar uma seqüência de consulta (por exemplo, SEQ ID NO: 1 ou SEQ ID NO: 2) contra qualquer banco de dados de seqüências, tal como o banco de dados de NCBI publicamente disponível que pode ser encontrado em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov. BLASTN ou TBLASTX (usando valores pré-determinados padrão) podem ser usados quando iniciando a partir de uma seqüência de nucleotídeos e BLASTP ou TBLASTN (usando valores pré-determinados padrão) podem ser usados quando iniciando a partir de uma seqüência de proteínas. Os resultados de BLAST opcionalmente podem ser filtrados. As seqüências de comprimento completo ou dos resultados filtrados ou resultados não filtrados são então BLASTed de volta (segundo BLAST) contra seqüências do organismo do qual a seqüência de consulta é derivada (onde a seqüência de consulta é SEQ ID NO: 1 ou SEQ ID NO: 2 o segundo blast iria portanto ser contra seqüências de Oryza sativa). Os resultados do primeiro e segundo BLASTs são então comparados. Um parálogo é identificado se um acerto de alto ranqueamento do segundo blast é da mesma espécie de qual a seqüência de consulta é derivada; um ortólogo é identificado se um acerto de alto ranqueamento não é da mesma espécie de qual a seqüência de consulta é derivada. Acertos de alto ranqueamento são aqueles tendo um baixo valor E. Quanto menor o valor E, mais significante o escore (ou em outras palavras menor a probabilidade de que o acerto seja encontrado ao acaso). Computação do valor E é bem conhecida na técnica. No caso de famílias grandes, ClustalW pode ser usado, seguido por uma árvore de agrupamento de vizinhos, para ajudar a visualizar agrupamento de genes relacionados e para identificar ortólogos e parálogos.
Um homólogo pode estar na forma de uma "variante substitucional" de uma proteína, i.e. onde pelo menos um resíduo em uma seqüência de aminoácidos foi removido e um resíduo diferente inserido em seu lugar. Substituições de aminoácidos tipicamente são de resíduos únicos, mas podem ser agrupadas dependendo de restrições funcionais colocadas no polipeptídeo; inserções normalmente serão da ordem de cerca de 1 a 10 resíduos de aminoácidos. Preferivelmente, substituições de aminoácidos compreendem substituições conservativas de aminoácidos. Substituições menos conservativas podem ser feitas no caso das propriedades de aminoácidos mencionadas acima não serem tão críticas. Tabelas de Substituição Conservativa estão prontamente disponíveis na técnica. A Tabela abaixo fornece exemplos de substituições conservadas de aminoácidos.
Tabela 2: Exemplos de substituições conservadas de aminoácidos:
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Um homólogo também pode estar na forma de uma "variante insercional" de uma proteína, i.e. onde um ou mais resíduos de aminoácidos são introduzidos em um sítio pré-determinado em uma proteína. Inserções podem compreender fusões N-terminais e/ou C-terminais assim como inserções intra-seqüência de aminoácidos únicos ou múltiplos. Geralmente, inserções dentro da seqüência de aminoácidos serão menores do que fusões N- ou C-terminais, da ordem de cerca de 1 a 10 resíduos. Exemplos de proteínas ou peptídeos de fusão N- ou C-terminais incluem o domínio de ligação ou domínio de ativação de um ativador transcricional como usado no sistema de dois híbridos de levedura, proteínas de revestimento de fago, etiqueta de (histidina)-6, etiqueta de glutationa S-transferase, proteína A, proteína de ligação de maltose, diidrofolato redutase, epítopo Etiqueta· 100, epítopo c-myc, epítopo FLAG®, IacZ, CMP (peptídeo de ligação calmodulina), epítopo HA, epítopo de proteína C e epítopo VSV.
Homólogos na forma de "variantes de deleção" de uma proteína são caracterizados pela remoção de um ou mais aminoácidos de uma proteína.
Variantes de aminoácidos de uma proteína podem ser prontamente feitos usando técnicas de peptídeo sintético bem conhecidas na técnica, tal como síntese de peptídeo em fase sólida e os semelhantes, ou por manipulações de DNA recombinante. Métodos para a manipulação de seqüências de DNA para produzir variantes de substituição, inserção ou deleção de uma proteína são bem conhecidos na técnica. Por exemplo, técnicas para fazer mutações por substituição em sítios pré-determinados em DNA são bem conhecidas por aqueles versados na técnica e incluem mutagênese Ml3, mutagênese in vitro T7-Gen (USB, Cleveland, OH), mutagênese sítio dirigida QuickChange (Stratagene, San Diego, CA), mutagênese sítio dirigida mediada por PCR ou outros protocolos de mutagênese sítio dirigida.
Derivados
"Derivados" são polipeptídeos ou proteínas que podem compreender resíduos de aminoácidos naturalmente modificados e/ou não naturalmente modificados comparados com a seqüência de aminoácidos de uma forma naturalmente ocorrente (isto é não tendo passado por modificações pós-traducionais) da proteína, por exemplo, como apresentada em SEQ ID NO: 2. "Derivados" de uma proteína abrangem polipeptídeos ou proteínas que podem compreender resíduos de aminoácidos naturalmente ocorrentes alterados, glicosilados, acilados, prenilados ou resíduos de aminoácidos não naturalmente ocorrentes comparado com a seqüência de aminoácidos de uma forma naturalmente ocoirente do polipeptídeo. Um derivado também pode compreender um ou mais substituintes não aminoácidos comparado com a seqüência de aminoácidos da qual ele é derivado, por exemplo uma molécula repórter ou outro ligante, covalentemente ou não covalentemente ligado à seqüência de aminoácidos, tal como uma molécula repórter que é ligada para facilitar sua detecção, e resíduos de aminoácidos não naturalmente ocorrentes em relação à seqüência de aminoácidos de uma proteína não naturalmente ocorrente.
Variantes de união Alternativas
O termo "variante de união alternativa" como usado neste lugar abrange variantes de uma seqüência de ácidos nucleicos nas quais íntrons e/ou éxons selecionados foram cortados, substituídos ou adicionados, ou nas quais íntrons foram encurtados ou alongados. Tais variantes serão umas nas quais a atividade biológica da proteína é mantida, o que pode ser atingido mantendo seletivamente segmentos funcionais da proteína. Tais variantes de união podem ser encontradas na natureza ou podem ser feitas pelo homem. Métodos para fazer tais variantes de união são conhecidos na técnica.
Variante aléiica
Variantes alélicas existem na natureza, e abrangido dentro dos métodos da presente invenção é o uso destes alelos naturais. Variantes alélicas abrangem Polimorflsmos de Nucleotídeos Únicos (SNPs), assim como Polimorfismos de Pequena Inserção/Deleção (INDELs). O tamanho de INDELs normalmente é menor do que 100 bp. SNPs e INDELs formam o maior conjunto de variantes de seqüência em linhagens polimórficas naturalmente ocorrentes da maioria dos organismos.
Promotor
Os termos "elemento regulador", "seqüência de controle" e "promotor" são todos usados permutavelmente neste lugar e devem ser adotados em um amplo contexto para se referir a seqüências reguladoras de ácidos nucleicos capazes de efetuar expressão das seqüências aos quais eles são ligados. Abrangidas pelos termos mencionados acima são seqüências reguladoras transcricionais derivadas de um gene genômico eucariótico clássico (incluindo a caixa TATA que é requerida para iniciação acurada de transcrição, com ou sem uma seqüência de caixa CCAAT) e elementos reguladores adicionais (i.e. seqüências situadas acima dos promotores gênicos, estimuladores e silenciadores) que alteram expressão gênica em resposta a desenvolvimento e/ou estímulos externos, ou de uma maneira tecido específica. Também incluída dentro do termo é uma seqüência reguladora transcricional de um gene procariótico clássico, em cujo caso ela pode incluir uma seqüência de caixa -35 e/ou seqüências reguladoras adicionais de caixa -10. O termo "elemento regulador" também abrange uma molécula de fusão sintética ou derivado que confere, ativa ou estimula expressão de uma molécula de ácido nucleico em uma célula, tecido ou órgão. O termo "operavelmente ligado" como usado neste lugar se refere a uma ligação funcional entre a seqüência de promotor e o gene de interesse, de forma que a seqüência de promotor é capaz de iniciar transcrição do gene de interesse.
O promotor pode ser um promotor induzível, i.e. tendo iniciação de transcrição induzida ou aumentada em resposta a um desenvolvimento, estímulo químico, ambiental ou físico.
Um promotor preferido por tecido ou tecido específico é um que é capaz de iniciar preferencialmente transcrição em certos tecidos, tal como as folhas, raízes, tecido de semente etc, ou mesmo em células específicas.
O termo "constitutivo" como definido neste lugar se refere a um promotor que é expresso predominantemente em pelo menos um tecido ou órgão e predominantemente em qualquer estágio de vida da planta. Preferivelmente o promotor é expresso predominantemente ao longo de toda a planta.
Exemplos de outros promotores constitutivos são mostrados em Tabela 3 abaixo.
Tabela 3: Exemplos de promotores constitutivos
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Tabela 4: Exemplos de promotores não constitutivos
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Tabela 5: Exemplos de promotores de meristema apical de broto precoce
<table>table see original document page 50</column></row><table>
Tabela 6: Exemplos de promotores endosperma específicos para uso na presente invenção
<table>table see original document page 50</column></row><table> <table>table see original document page 51</column></row><table>
Tabela 7: Exemplos de promotores semente específicos para uso na presente invenção
<table>table see original document page 51</column></row><table> <table>table see original document page 52</column></row><table>
Seqüência Terminadora
O termo "terminador" abrange a seqüência de controle que é uma seqüência de DNA na extremidade de uma unidade transcricional que sinaliza processamento 3' e poliadenilação de um transcrito primário e término de transcrição. Elementos reguladores adicionais podem incluir estimuladores transcricionais assim como traducionais. Aqueles versados na técnica estarão cientes de seqüências terminadoras e estimuladoras que podem ser adequadas para uso para realizar a invenção. Tais seqüências seriam conhecidas ou podem ser prontamente obtidas por uma pessoa versada na técnica.
Marcador Selecionável
O termo "gene marcador selecionável" como referido neste lugar inclui qualquer gene que confere um fenótipo em uma célula na qual ele é expresso para facilitar a identificação e/ou seleção de células que são transfectadas ou transformadas com uma construção de ácidos nucleicos da invenção. Marcadores adequados podem ser selecionados a partir de marcadores que conferem resistência a antibiótico ou herbicida, que introduzem uma nova característica metabólica ou que permitem seleção visual. Exemplos de genes marcadores selecionáveis incluem genes conferindo resistência a antibióticos (tal como nptll que fosforila neomicina e canamicina, ou hpt, fosforilando higromicina), a herbicidas (por exemplo bar que fornece resistência a Basta™; aroA ou gox fornecendo resistência contra glifosato), ou genes que fornecem uma característica metabólica (tal como manA que permite que plantas usem manose como única fonte de carbono). Genes marcadores visuais resultam na formação de cor (por exemplo β- glucuronidase, GUS), luminescência (tal como luciferase) ou fluorescência (Proteína Fluorescente Verde, GFP, e derivados destas).
Transformação
O termo "transformação" como referido neste lugar abrange a transferência de um polinucleotídeo exógeno para uma célula hospedeira, independente do método usado para transferência. Tecido vegetal capaz de subseqüente propagação clonal, quer por organogênese ou embriogênese, pode ser transformado com uma construção genética da presente invenção e uma planta inteira regenerada a partir daí. O tecido particular escolhido irá variar dependendo dos sistemas de propagação clonal disponíveis para, e melhor adequados para, a espécie particular sendo transformada. Alvos de tecido exemplares incluem discos foliares, pólen, embriões, cotilédones, hipocótilos, megagametófltos, tecido de calo, tecido meristemático existente (e.g., meristema apical, gemas axilares, e meristemas de raiz), e tecido de meristema induzido (e.g., meristema de cotilédone e meristema de hipocótilo). O polinucleotídeo pode ser transientemente ou estavelmente introduzido em uma célula hospedeira e pode ser mantido não integrado, por exemplo, como um plasmídeo. Alternativamente, ele pode ser integrado no genoma. hospedeiro A célula vegetal transformada resultante pode então ser usada para regenerar uma planta transformada de uma maneira conhecida por pessoas versadas na técnica.
Transformação de espécies vegetais é agora uma técnica bastante rotineira. Vantajosamente, qualquer dos diversos métodos de transformação pode ser usado para introduzir o gene de interesse em uma célula ancestral adequada. Métodos de transformação incluem o uso de lipossomos, eletroporação, produtos químicos que aumentam absorção de DNA livre, injeção do DNA diretamente na planta, bombardeamento por pistola de partícula, transformação usando vírus ou pólen e microprojeção. Métodos podem ser selecionados a partir do método de cálcio/polietilenoglicol para protoplastos (Krens, F.A. et al., (1982) Nature 296, 72-74; Negrutiu I et al. (1987) Plant Mol Biol 8: 363-373); eletroporação de protoplastos (Shillito R.D. et al. (1985) Bio/Technol 3, 1099-1102); microinjeção em material vegetal (Crossway A et al., (1986) Mol. Gen Genet 202: 179-185); bombardeamento de partícula revestida de DNA ou RNA (Klein TM et al., (1987) Nature 327: 70) infecção com (não integrativa) vírus e os semelhantes. Plantas transgênicas de arroz preferivelmente são produzidas através de transformação mediada por Agrobacterium usando qualquer dos métodos bem conhecidos para transformação de arroz, tal como descrito em qualquer dos seguintes: pedido de patente Européia publicado 1198985 Al, Aldemita and Hodges (Planta 199: 612-617, 1996); Chan et al. (Plant Mol Biol 22 (3): 491-506, 1993), Hiei et al. (Plant J 6 (2): 271-282, 1994), cujas descrições são incorporadas por referência neste lugar como se completamente expostas. No caso de transformação de milho, o método preferido é como descrito ou em Ishida et al. (Nat. Biotechnol 14(6): 745-50, 1996) ou Frame et al. (Plant physiol 129(1): 13-22, 2002), cujas descrições são incorporadas por referência neste lugar como se completamente expostas.
Geralmente depois de transformação, células vegetais ou agrupamentos celulares são selecionados para a presença de um ou mais marcadores que são codificados por genes exprimíveis em plantas co- transferidos com o gene de interesse, seguindo o que o material transformado é regenerado em uma planta inteira.
Seguindo transferência de DNA e regeneração, plantas putativamente transformadas podem ser avaliadas, por exemplo usando análise Southern, para a presença do gene de interesse, número de cópias e/ou organização genômica. Alternativamente ou adicionalmente, níveis de expressão do DNA recentemente introduzido podem ser monitorados usando análise Northern e/ou Western, ambas técnicas sendo bem conhecidas por pessoas tendo habitual verso na técnica.
As plantas transformadas geradas podem ser propagadas por uma variedade de maneiras, tal como por propagação clonal ou técnicas clássicas de melhoramento. Por exemplo, uma planta transformada de primeira geração (ou TI) pode ser reproduzida vegetativamente e transformantes homozigotos de segunda geração (ou T2) selecionados, e as plantas T2 podem então ser adicionalmente propagadas através de técnicas clássicas de criação.
Os organismos transformados gerados podem adotar uma variedade de formas. Por exemplo, eles podem ser quimeras de células transformadas e células não transformadas; transformantes clonais (e.g., todas as células transformadas para conter a gaveta de expressão); enxertos de tecidos transformados e não transformados (e.g., em plantas, um porta- enxerto transformado enxertado para um descendente não transformado). Regulador de Produção de Sementes (SYR) de Descrição Detalhada
A atividade de uma proteína SYR pode ser aumentada por níveis crescentes do polipeptídeo SYR. Alternativamente, atividade também pode ser aumentada quando não existem mudanças em níveis de uma SYR, ou mesmo quando existe uma redução em níveis de uma proteína SYR. Isto pode ocorrer quando as propriedades intrínsecas do polipeptídeo são alteradas, por exemplo, produzindo um mutante ou selecionando uma variante que é mais ativa do que o tipo selvagem.
O termo "proteína SYR ou homólogo desta" como definido neste lugar se refere a um polipeptídeo de cerca de 65 a cerca de 200 aminoácidos, compreendendo (i) um domínio rico em leucina que parece um zíper de leucina na metade C-terminal da proteína, cujo domínio rico em leucina é (ii) precedido por um tripeptídeo com a seqüência YFS (motivo conservado la, SEQ ID NO: 6), ou YFT (motivo conservado lb, SEQ ID NO: 7), ou YFG (motivo conservado lc, SEQ ID NO: 8) ou YLG (motivo conservado ld, SEQ ID NO: 9), e (iii) seguido por a motivo conservado 2 ((V/A/I)LAFMP(T/S), SEQ ID NO: 10). Preferivelmente5 o motivo conservado 2 é (A/V)LAFMP(T/S), o mais preferivelmente, o motivo conservado é VLAFMPT. A "proteína SYR ou homólogo desta" preferivelmente também tem um peptídeo de término C conservado terminando com o motivo conservado 3 (SYL ou PYL5 SEQ ID NO: 11).
Domínio rico em leucina da proteína SYR ou seu homólogo é de cerca de 38 a 48 aminoácidos de comprimento, começando imediatamente atrás do motivo conservado 1 e parando imediatamente antes do motivo conservado 2, e compreende pelo menos 30% de leucina. O domínio rico em Leu preferivelmente tem um motivo que parece o motivo Zíper de Leucina (L-X6- L-X6-L-X6-L, caracterizado pelo fato de que X6 é uma seqüência de 6 aminoácidos consecutivos). Um exemplo preferido de uma proteína SYR é representado por SEQ ID NO: 2, uma visão geral de seus domínios é dada em Figura 1. Deve ser observado que o termo "proteína SYR ou homólogo desta" não abrange a proteína ARGOS de Arabidopsis thaliana (SEQ ID NO: 26).
Ainda preferivelmente, proteínas SYR têm dois domínios transmembrana, com a parte N-terminal e parte C-terminal da proteína localizadas dentro e a parte entre os domínios transmembrana localizada fora.
Alternativamente, o homólogo de uma proteína SYR tem em ordem crescente de preferência pelo menos 27%, 28%, 29%, 30%, 31%, 32%, 33%, 34%, 35%, 36%, 37%, 38%, 39%, 40%, 41%, 42%, 43%, 44%, 45%, 46%, 47%, 48%, 49%, 50%, 51%, 52%, 53%, 54%, 55%, 56%, 57%, 58%, 59%, 60%, 61%, 62%, 63%, 64%, 65%, 66%, 67%, 68%, 69%, 70%, 71%, 72%, 73%, 74%, 75%, 76%, 77%, 78%, 79%, 80%, 81%, 82%, 83%, 84%, 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, ou 99% de identidade total de seqüência com o aminoácido representado por SEQ ID NO: 2, contanto que a proteína homóloga compreenda os motivos conservados 1 (a, b, c ou d), 2 e 3, e domínio rico em leucina como descrito acima. A identidade total de seqüência é determinada usando um algoritmo de alinhamento global, tal como o algoritmo de Needleman Wunsch no programa GAP (GCG Wisconsin Package, Accelrys), preferivelmente com parâmetros padrão.
Os vários domínios estruturais em uma proteína SYR podem ser identificados usando bancos de dados especializados e.g. SMART (Schultz et al. (1998) Proc. Natl. Acad. Sei. USA 95, 5857-5864; Letunic et al. (2002) Nucleic Acids Res 30, 242-244; http://smart.embl-heidelberg.de/), InterPro (Mulder et al., (2003) Nucl. Acids. Res. 31, 315-318; http://www.ebi.ac.uk/interpro/), Prosite (Bucher and Bairoch (1994), A generalized profile syntax for biomolecular sequences motifs and its funetion in automatic sequence interpretation. (In) ISMB-94; Proceedings 2nd International Conference on Intelligent Systems for Molecular Biology. Altman R, Brutlag D., Karp P., Lathrop R., Searls D., Eds., pp53-61, AAAIPress, Menlo Park; Hulo et al., Nucl. Acids. Res. 32:D134-D137, (2004), http://www.expasy.org/prosite/) ou Pfam (Bateman et al., Nucleic Acids Research 30(l):276-280 (2002), http://www.sanger.ac.uk/Software/Pfam/).
Métodos para a busca e identificação de homólogos de SYR estariam bem dentro do âmbito de pessoas versadas na técnica. Tais métodos compreendem comparação das seqüências representadas por SEQ ID NO: 1 ou 2, em um formato legível por computador, com seqüências que estão disponíveis em bancos de dados públicos tal como MIPS (http://mips.gsf.de/), GenBank (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/Genbank/index.html) ou Banco de Dados de Seqüência de Nucleotídeos de EMBL (http://www.ebi.ac.uk/embl/index.html), usando algoritmos bem conhecidos na técnica para o alinhamento ou comparação de seqüências, tal como GAP (Needleman and Wunsch, J. Mol. Biol. 48; 443-453 (1970)), BESTFIT (usando o algoritmo de homologia local de Smith and Waterman (Advances in Applied Mathematics 2; 482-489 (1981))), BLAST (Altschul, S.F., Gish, W., Miller, W., Myers, E.W. & Lipman, D.J., J. Mol. Biol. 215:403-410 (1990)), FASTA e TFASTA (W. R. Pearson and D. J. Lipman Proc.Natl.Acad.Sci. USA 85:2444- 2448 (1988)). O aplicativo computacional para realizar análise BLAST está publicamente disponível através de National Centre for Biotechnology Information (NCBI).
Domínios transmembrana são de cerca de 15 a 30 aminoácidos de comprimento e normalmente são compostos de resíduos hidrofóbicos que formam uma alfa hélice. Eles normalmente são previstos na base de hidrofobicidade (por exemplo Klein et ai., Biochim. Biophys. Acta 815, 468, 1985; ou Sonnhammer et al., In J. Glasgow, T. Littlejohn, F. Major, R. Lathrop, D. Sankoff, and C. Sensen, editores, Proceedings of the Sixth International Conference on Intelligent Systems for Molecular Biology, páginas 175-182, Menlo Park, CA, 1998. AAAI Press.).
Exemplos de proteínas caindo sob a definição de "polipeptídeo SYR ou um homólogo deste" são listados em Tabela A de Exemplo 1 e incluem seqüências de várias plantas monocotiledôneas, tal como arroz (SEQ ID NO: 2, SEQ ID NO: 12 e SEQ ID NO: 13), milho (SEQ ID NO: 14 e SEQ ID NO: 44), trigo (SEQ ID NO: 15), cevada (SEQ ID NO: 16), cana-de- açúcar (SEQ ID NO: 17 e SEQ ID NO: 18), sorgo (SEQ ID NO: 19); e de plantas dicotiledôneas tal como Arabidopsis (SEQ ID NO: 20 e SEQ ID NO: 21), uva (SEQ ID NO: 22), citros (SEQ ID NO: 23) ou tomate (SEQ ID NO: 24 e SEQ ID NO: 25). E contemplado que o domínio rico em Leu é importante para a função da proteína, portanto proteínas com o domínio rico em Leu mas sem os motivos conservados 1 ou 2 podem ser úteis também nos métodos da presente invenção; exemplos de tais proteínas são dados em SEQ ID NO: 34 e 35.
Deve ser entendido que o termo "polipeptídeo SYR ou um homólogo deste" não deve ser limitado à seqüência representada por SEQ LD NO: 2 ou aos homólogos listados como SEQ ID NO: 12 a SEQ ID NO: 25, mas que qualquer polipeptídeo de cerca de 65 a cerca de 200 aminoácidos reunindo os critérios de compreender um domínio rico em leucina como definido acima, precedido pelo motivo conservado de tripeptídeo 1 (a, b, c ou d) e seguido pelo motivo conservado 2 e preferivelmente também pelo motivo conservado 3; ou tendo pelo menos 38% de identidade de seqüência com a seqüência de SEQ ID NO: 2, pode ser adequado para uso nos métodos da invenção.
Em outra forma de realização, a presente invenção fornece uma proteína SYR selecionada a partir do grupo consistindo de:
(a) um polipeptídeo como dado em SEQ ID NO 44,
(b) um polipeptídeo com uma seqüência de aminoácidos que tem pelo menos, em ordem crescente de preferência, 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98% ou 99% de identidade de seqüência com a seqüência de aminoácidos como dada em SEQ ID NO 44,
(c) um derivado de uma proteína como definido em (a) ou (b).
A seqüência representada por SEQ ID NO: 43 era até agora desconhecida como um gene codificando SYR. Portanto é fornecida uma seqüência isolada de ácidos nucleicos compreendendo:
(i) uma seqüência de ácidos nucleicos representada por SEQ ID NO: 43, ou a fita complementar desta;
(ii) uma seqüência de ácidos nucleicos codificando a seqüência de aminoácidos representada por SEQ ID NO: 44;
(iii)uma seqüência de ácidos nucleicos capaz de hibridizar (preferivelmente em condições estringentes) com uma seqüência de ácidos nucleicos de (i) ou (ii) acima, cuja seqüência hibridizante codifica preferivelmente uma proteína SYR; (iv)um ácido nucleico que é uma variante alélica para as seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (i) ou (ii);
(v) um ácido nucleico que é uma variante de união para as seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (i) ou (ii);
(vi) uma seqüência de ácidos nucleicos que tem 50%, 60%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 96%, 97%, 98% ou 99% de identidade de seqüência com a seqüência definida em (i) ou (ii).
A atividade de uma proteína SYR ou homólogo desta pode ser ensaiada expressando a proteína SYR ou homólogo desta sob controle de um promotor GOS2 em Oryza sativa, o que resulta em plantas com produção aumentada de sementes sem um atraso em tempo de florescimento quando comparada com plantas tipo selvagem correspondentes. Este aumento em produção de sementes pode ser medido de diversas maneiras, por exemplo como um aumento de peso total de semente, número de grãos cheios ou índice de colheita.
Uma proteína SYR ou homólogo desta é codificada por um ácido nucleico/gene SYR. Portanto o termo "ácido nucleico/gene SYR" como definido neste lugar é qualquer ácido nucleico/gene codificando uma proteína SYR ou um homólogo deste como definido acima.
Exemplos de ácidos nucleicos SYR incluem mas não são limitados àqueles representados por qualquer um de SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 27 a SEQ ID NO: 32, SEQ ID NO: 36 a 42 e SEQ ID NO: 44. Veja também a lista de ácidos nucleicos mencionados em Tabela A de Exemplo 1.
Ácidos nucleicos /genes SYR e variantes destes podem ser adequados para praticar os métodos da invenção. Ácidos nucleicos!genes SYR variantes incluem porções de um ácido nucleico/gene SYR e/ou ácidos nucleicos capazes de hibridizar com um ácido nucleico/gene SYR.
O termo porção como definido neste lugar se refere a um pedaço de DNA codificando um polipeptídeo de cerca de 65 a cerca de 200 aminoácidos, compreendendo um domínio rico em leucina como definido acima, precedido pelo motivo conservado de tripeptídeo 1 (a, b, c ou d) e seguido pelo motivo conservado 2 e preferivelmente também pelo motivo conservado 3. Preferivelmente, a porção compreende um ou mais dos motivos conservados definidos acima. Uma porção pode ser preparada, por exemplo, fazendo uma ou mais deleções para um ácido nucleico SYR. As porções podem ser usadas em forma isolada ou elas podem ser fundidas a outras seqüências de codificação (ou não codificantes) a fim de, por exemplo, produzir uma proteína que combina diversas atividades. Quando fundido a outras seqüências de codificação, o polipeptídeo resultante produzido em tradução pode ser maior do que aquele previsto para o fragmento SYR. Preferivelmente, a porção é uma porção de um ácido nucleico como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 27 a SEQ ID NO: 32, SEQ ID NO: 36 a SEQ ID NO: 42 e SEQ ID NO: 44. Mais preferivelmente a porção de um ácido nucleico é como representada por SEQ ID NO: 1.
Outra variante de um ácido nucleico/gene SYR é um ácido nucleico capaz de hibridizar em condições de estringência reduzida, preferivelmente em condições estringentes, com um ácido nucleico/gene SYR como definido acima, cuja seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo de cerca de 65 a cerca de 200 aminoácidos, compreendendo um domínio rico em leucina como definido acima, precedido pelo motivo conservado de tripeptídeo 1 (a, b, c ou d) e seguido pelo motivo conservado 2 e preferivelmente também pelo motivo conservado 3; ou tendo pelo menos 38% de identidade de seqüência com a seqüência de SEQ ID NO: 2.
Preferivelmente, a seqüência hibridizante é um que é capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 27 a SEQ ID NO: 32, SEQ ID NO: 36 a SEQ ID NO: 42 e SEQ ID NO: 44, ou com uma porção de qualquer das seqüências mencionadas acima. Mais preferivelmente a seqüência hibridizante é capaz de hibridizar com SEQ ID NO: 1. O termo "hibridização" é como definido neste lugar.
O ácido nucleico SYR ou variante deste pode ser derivado de qualquer fonte natural ou artificial. O ácido nucleico/gene ou variante deste pode ser isolado de uma fonte microbiana, tal como levedura ou fungos, ou de uma fonte vegetal, algal ou animal (incluindo humano). Este ácido nucleico pode ser modificado a partir de sua forma nativa em composição e/ou ambiente genômico através de manipulação humana deliberada. O ácido nucleico é preferivelmente de origem vegetal, quer da mesma espécie de planta (por exemplo que aquela na qual ele é introduzido) ou quer de uma espécie diferente de planta. O ácido nucleico pode ser isolado de uma espécie monocotiledônea, preferivelmente da família Poaceae, ainda preferivelmente de Oryza sativa. Mais preferivelmente, o ácido nucleico SYR é isolado de Oryza sativa e é representado por SEQ ID NO: 1, e a seqüência de aminoácidos SYR é como representada por SEQID NO: 2.
A expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste pode ser modulada introduzindo uma modificação genética (preferivelmente no locus de um gene SYR). O locus de um gene como definido neste lugar é adotado para significar uma região genômica, a qual inclui o gene de interesse e 10 kb antes ou depois da região de codificação.
A modificação genética pode ser introduzida, por exemplo, por qualquer um (ou mais) dos seguintes métodos: ativação de T-DNA, TILLING, mutagênese sítio dirigida, mutagênese por transposon, evolução direta e recombinação homóloga ou introduzindo e expressando em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste. Os métodos mencionados acima são definidos neste lugar na seção intitulada "Definições". Seguindo introdução da modificação genética, segue uma etapa de selecionar para expressão modificada de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste, cuja modificação em expressão gera plantas tendo produção aumentada de sementes.
Ativação de T-DNA5 TILLING, mutagênese sítio dirigida, mutagênese por transposon e evolução direta são exemplos de tecnologias que possibilitam a geração de novos alelos e variantes SYR.
Um método preferido para introduzir uma modificação genética (que neste caso não precisa ser no locus de um gene SYR) é introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste, como definido neste lugar. O ácido nucleico a ser introduzido em uma planta pode ser um ácido nucleico de comprimento completo ou pode ser uma porção ou uma seqüência hibridizante como definido acima.
"Homólogos" de uma proteína são definidos neste lugar na seção intitulada "Definições". O polipeptídeo SYR ou homólogo deste pode ser um derivado. Para uma definição do termo "derivado" veja a seção neste lugar intitulada "Definições".
O polipeptídeo SYR ou homólogo deste pode ser codificado por uma variante de união alternativa de um ácido nucleico/gene SYR. O termo "variante de união alternativa" é definido na seção "Definições". Variantes de união preferidas são variantes de união do ácido nucleico codificando um polipeptídeo de cerca de 65 a cerca de 200 aminoácidos, compreendendo um domínio rico em leucina como definido acima, precedido pelo motivo conservado de tripeptídeo 1 (a, b, c ou d) e seguido pelo motivo conservado 2 e preferivelmente também pelo motivo conservado 3; ou tendo pelo menos 38% de identidade de seqüência com a seqüência de SEQ ID NO: 2. Ainda preferidas são variantes de união representadas por SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 27 a SEQ ID NO: 32, SEQ ID NO: 36 a SEQ ID NO: 42 e SEQ ID NO: 44. A mais preferida é a variante de união representada por SEQ ID NO: 1. O homólogo também pode ser codificado por uma variante alélica de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo deste, preferivelmente uma variante alélica de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de cerca de 65 a cerca de 200 aminoácidos, compreendendo um domínio rico em leucina como definido acima, precedido pelo motivo conservado de tripeptídeo 1 (a, b, c ou d) e seguido pelo motivo conservado 2 e preferivelmente também pelo motivo conservado 3; ou tendo pelo menos 38% de identidade de seqüência com a seqüência de SEQ ID NO: 2. Ainda preferivelmente, a variante alélica codificando o polipeptídeo SYR é representada por qualquer uma de SEQ ID NO: 1, ou SEQ ID NO: 12 a SEQ ID NO: 25. Mais preferivelmente, a variante alélica codificando o polipeptídeo SYR é como representada por SEQ ID NO: 1. O termo "variante alélica" é definido na seção "Definições".
De acordo com um aspecto preferido da presente invenção, expressão aumentada do ácido nucleico SYR ou variante deste é contemplada. Métodos para aumentar expressão de genes ou produtos de gene são bem documentados na técnica e incluem, por exemplo, superexpressão dirigida por promotores apropriados, o uso de estimuladores de transcrição ou estimuladores de tradução. Ácidos nucleicos isolados que servem como elementos promotores ou estimuladores podem ser introduzido em uma posição apropriada (tipicamente antes) de uma forma não heteróloga de um polinucleotídeo de forma a aumentar expressão de um ácido nucleico SYR ou variante deste. Por exemplo, promotores endógenos podem ser alterados in vivo por mutação, deleção, e/ou substituição (veja, Kmiec, Patente Norte- Americana No. 5.565.350; Zarling et al., PCT/US93/03868), ou promotores isolados podem ser introduzidos em uma célula vegetal na orientação e distância apropriada de um gene da presente invenção de forma a controlar a expressão do gene. Métodos para reduzir a expressão de genes ou produtos de gene são bem documentados na técnica. Se expressão de polipeptídeo é desejada, geralmente é desejável incluir uma região de poliadenilação na extremidade 3' de uma região de codificação de polinucleotídeo. A região de poliadenilação pode ser derivada do gene natural, de uma variedade de outros genes vegetais, ou de T- DNA. A seqüência de extremidade 3' a ser adicionada pode ser derivada, por exemplo, dos genes de nopalina sintase ou octopina sintase, ou alternativamente de outro gene vegetal, ou menos preferivelmente de qualquer outro gene eucariótico.
Uma seqüência intrônica também pode ser adicionada à região 5' não traduzida ou à seqüência de codificação da seqüência de codificação parcial para aumentar a quantidade da mensagem madura que se acumula no citossol. Inclusão de um íntron processável na unidade de transcrição tanto em construções vegetais como animais mostrou aumentar expressão gênica tanto no nível de mRNA como protéico em até 1000 vezes, Buchman and Berg, Mol. Cell biol. 8:4395-4405 (1988); Callis et al., Genes Dev. 1:1183-1200 (1987). Tal estimulação intrônica de expressão gênica tipicamente é maior quando colocada perto da extremidade 5' da unidade de transcrição. Uso dos íntrons de milho íntron Adhl-S 1, 2, e 6, o íntron Bronze-I são conhecidos na técnica. Veja geralmente, The Maize Handbook, capítulo 116, Freeling and Walbot, Eds., Springer, N.Y. (1994).
A invenção também fornece construções genéticas e vetores para facilitar introdução e/ou expressão das seqüências de nucleotídeos úteis nos métodos de acordo com a invenção.
Portanto, é fornecida uma construção gênica compreendendo:
(i) um ácido nucleico SYR ou variante deste, como definido acima;
(ii) uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i); e opcionalmente
(iii) uma seqüência de término de transcrição; com a condição de que a construção gênica não compreenda uma seqüência de ácidos nucleicos codificando a proteína de SEQ ID NO: 26.
Construções úteis nos métodos de acordo com a presente invenção podem ser construídas usando tecnologia de DNA recombinante bem conhecida por pessoas versadas na técnica. As construções gênicas podem ser inseridas em vetores, que podem estar comercialmente disponíveis, adequados para transformar em plantas e adequados para expressão do gene de interesse nas células transformadas.
Plantas são transformadas com um vetor compreendendo a seqüência de interesse (i.e., um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou homólogo deste). A seqüência de interesse é operavelmente ligada a uma ou mais seqüências de controle (pelo menos a um promotor). Os termos "elemento regulador", "seqüência de controle" e "promotor" são todos usados permutavelmente neste lugar e são definidos neste lugar na seção intitulada "Definições".
Vantajosamente, qualquer tipo de promotor pode ser usado para dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos. Preferivelmente, o ácido nucleico SYR ou variante funcional deste é operavelmente ligado a um promotor constitutivo. Preferivelmente, o promotor constitutivo capaz de expressar preferencialmente o ácido nucleico ao longo de toda a planta tem um perfil de expressão comparável a um promotor GOS2. Mais preferivelmente, o promotor constitutivo tem o mesmo perfil de expressão do que o promotor GOS2 de arroz, o mais preferivelmente, o promotor capaz de expressar preferencialmente o ácido nucleico ao longo de toda a planta é o promotor GOS2 de arroz (SEQ ID NO: 5).
Deve ser claro que a aplicabilidade da presente invenção não é restrita ao ácido nucleico SYR representado por SEQ ID NO: 1, nem é a aplicabilidade da invenção restrita a expressão de um ácido nucleico SYR quando dirigida por um promotor GOS2. Um promotor constitutivo alternativo que é útil nos métodos da presente invenção é o promotor de Proteína de Grupo de Alta Mobilidade (HMGP) (SEQ ID NO: 33). Exemplos de outros promotores constitutivos que também podem ser usados para dirigir expressão de um ácido nucleico SYR são mostrados em Tabela 3 na seção intitulada "Definições".
Opcionalmente, uma ou mais seqüências terminadoras também podem ser usadas na construção introduzida em uma planta. O termo "terminador" é definido na seção "Definições".
As construções genéticas da invenção podem incluir adicionalmente uma seqüência de origem de replicação que é requerida para manutenção e/ou replicação em um tipo celular específico. Um exemplo é quando uma construção genética é requerida ser mantida em uma célula bacteriana como um elemento genético epissomal (e.g. molécula de plasmídeo ou cosmídeo). Origens de replicação preferidas incluem, mas não são limitadas a, a fl-ori e colEl.
A construção genética pode compreender opcionalmente um gene marcador selecionável, como definido na seção "Definições".
A presente invenção também abrange plantas obteníveis pelos métodos de acordo com a presente invenção. A presente invenção portanto fornece plantas obteníveis pelo método de acordo com a presente invenção, cujas plantas têm introduzido nelas um ácido nucleico SYR ou variante deste, como definido acima.
A invenção também fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada de sementes, compreendendo introdução e expressão em uma planta de um ácido nucleico SYR ou uma variante deste como definido acima.
Mais especificamente, a presente invenção fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada de sementes, cujo método compreende: (i) introduzir e expressar em uma planta ou célula vegetal um ácido nucleico SYR ou variante deste, e
(ii) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal;
com a condição de que o ácido nucleico SYR ou variante deste não seja uma seqüência de ácidos nucleicos codificando a proteína de SEQ ID NO: 26.
O ácido nucleico pode ser introduzido diretamente em uma célula vegetal ou na própria planta (incluindo introdução em um tecido, órgão ou qualquer outra parte de uma planta). De acordo com uma característica preferida da presente invenção, o ácido nucleico é preferivelmente introduzido em uma planta por transformação. O termo "transformação" é definido na seção "Definições".
A presente invenção claramente se estende a qualquer célula vegetal ou planta produzida por qualquer dos métodos descritos neste lugar, e a todas as partes vegetais e propágulos destas. A presente invenção adicionalmente de estende para abranger a progênie de uma célula primária transformada ou transfectada, tecido, órgão ou planta inteira que foi produzida por qualquer dos métodos mencionados acima, o único requerimento sendo que a progênie exiba a(s) mesma(s) característica(s) genotípica(s) e/ou fenotípica(s) que aquelas produzidas pelo ancestral nos métodos de acordo com a invenção. A invenção também inclui células hospedeiras contendo um ácido nucleico SYR isolado ou variante deste. Células hospedeiras preferidas de acordo com a invenção são células vegetais. A invenção também se estende a partes aptas à colheita de uma planta tal como, mas não limitado a sementes, folhas, frutos, flores, safras de caule, rizomas, tubérculos e bulbos. A invenção além disso se refere a produtos diretamente derivados de uma parte apta à colheita de uma tal planta, tal como pelotas secas ou pós, óleo, gordura e ácidos graxos, amido ou proteínas.
A presente invenção também abrange uso de ácidos nucleicos SYR ou variantes destes e uso de polipeptídeos SYR ou homólogos destes.
Um tal uso se refere a melhorar as características de crescimento de plantas, em particular para melhorar produção de sementes. A produção de sementes pode incluir um ou mais dos seguintes: peso total aumentado de sementes, número aumentado de sementes cheias, taxa de enchimento e índice de colheita aumentado.
Ácidos nucleicos SYR ou variantes destes, ou polipeptídeos SYR ou homólogos destes podem encontrar uso em programas de melhoramento nos quais é identificado um marcador de DNA que pode ser geneticamente ligado a um gene SYR ou variante deste. Os ácidos nucleicos/genes SYR ou variantes destes, ou polipeptídeos SYR ou homólogos destes podem ser usados para definir um marcador molecular. Este marcador de DNA ou proteína pode então ser usado em programas de melhoramento para selecionar plantas tendo produção aumentada de sementes. O gene SYR ou variante deste, por exemplo, pode ser um ácido nucleico como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 27 a SEQ ID NO: 32, SEQ ID NO: 36 a SEQ ID NO: 42 e SEQ ID NO: 44.
Variantes alélicas de um ácido nucleico/gene SYR também podem encontrar uso em programas de melhoramento auxiliados por marcador. Tais programas de melhoramento algumas vezes requerem introdução de variação alélica por tratamento mutagênico das plantas, usando por exemplo mutagênese EMS; alternativamente, o programa pode começar com uma coleção de variantes alélicas de assim chamada origem "natural" causada não intencionalmente. Identificação de variantes alélicas então ocorre, por exemplo, por PCR. Isto é seguido por uma etapa para seleção de variantes alélicas superiores da seqüência em questão e que gera produção aumentada de sementes. Seleção tipicamente é realizada monitorando desempenho de crescimento de plantas contendo diferentes variantes alélicas da seqüência em questão, por exemplo, variantes alélicas diferentes de qualquer uma de SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 27 a SEQ ID NO: 32, SEQ ID NO: 36 a SEQ ID NO: 42 e SEQ ID NO: 44. Desempenho de crescimento pode ser monitorado em uma casa de vegetação ou no campo. Etapas opcionais adicionais incluem cruzar plantas, nas quais a variante alélica superior foi identificada, com outra planta. Isto pode ser usado, por exemplo, para fazer uma combinação de características fenotípicas interessantes.
Um ácido nucleico SYR ou variante deste também pode ser usado como sondas para mapear geneticamente e fisicamente os genes dos quais eles são uma parte de, e como marcadores para características ligadas a estes genes. Tal informação pode ser útil em melhoramento vegetal a fim de desenvolver linhagens com fenótipos desejados. Tal uso de ácidos nucleicos SYR ou variantes destes requer apenas uma seqüência de ácidos nucleicos de pelo menos 15 nucleotídeos de comprimento. Os ácidos nucleicos SYR ou variantes destes podem ser usados como marcadores de polimorfismo de comprimento de fragmento de restrição (RFLP). Southern blots (Sambrook J, Fritsch EF and Maniatis T (1989) Molecular Cloning, A Laboratory Manual) de DNA genômico vegetal digerido por restrição pode ser sondado com os ácidos nucleicos SYR ou variantes destes. Os padrões de bandeamento resultantes então podem ser sujeitos a análises genéticas usando programas de computador tal como MapMaker (Lander et al. (1987) Genomics 1: 174-181) a fim de construir um mapa genético. Em adição, os ácidos nucleicos podem ser usados para sondar Southern blots contendo DNAs genômicos tratados com endonuclease de restrição de um conjunto de indivíduos representando ancestral e progênie de um cruzamento genético definido. Segregação dos polimorfismos de DNA é observada e usada para calcular a posição do ácido nucleico SYR ou variante deste no mapa genético obtido previamente usando esta população (Botstein et al. (1980) Am. J. Hum. Genet. 32: 314-331).
A produção e uso de sondas derivadas de gene vegetal para uso em mapeamento genético são descritos em Bernatzky and Tanksley (GENETICS 112 (4): 887-898, 1986). Numerosas publicações descrevem mapeamento genético de clones de cDNA específicos usando a metodologia descrita acima ou variações desta. Por exemplo, populações de intercruzamento de F2, populações endocruzadas, populações cruzadas aleatoriamente, linhagens isogênicas próximas, e outros conjuntos de indivíduos podem ser usados para mapeamento. Tais metodologias são bem conhecidas por aqueles versados na técnica.
As sondas de ácido nucleico também podem ser usadas para mapeamento físico (i.e., localização de seqüências em mapas físicos; veja Hoheisel et al. In: Non-mammalian Genomic Analysis: A Practical Guide, Academic press 1996, pp. 319-346, e referências citadas aí).
Em outra forma de realização, as sondas de ácido nucleico podem ser usadas em mapeamento direto por hibridização in situ por fluorescência (FISH) (Trask (1991) Trends Genet. 7:149-154). Embora métodos atuais de mapeamento por FISH favoreçam uso de clones grandes (diversos kb a diversas centenas de kb; veja Laan et ai. (1995) Genome Res. 5:13-20), melhoramentos em sensibilidade podem permitir desempenho de mapeamento por FISH usando sondas menores.
Uma variedade de métodos baseados em amplificação de ácido nucleico para mapeamento genético e físico pode ser realizada usando os ácidos nucleicos. Exemplos incluem amplificação alelo específica (Kazazian (1989) J. Lab. Clin. Med 11:95-96), polimorfismo de fragmentos amplificados por PCR (CAPS; Sheffield et al. (1993) Genomics 16:325-332), ligação alelo específica (Landegren et al. (1988) Science 241:1077-1080), reações de extensão de nucleotídeo (Sokolov (1990) Nucleic Acid Res. 18:3671), Mapeamento de Híbrido de Radiação (Walter et al. (1997) Nat. Genet. 7:22-28) e Mapeamento Apropriado (Dear and Cook (1989) Nucleic Acid Res. 17:6795-6807). Para estes métodos, a seqüência de um ácido nucleico é usada para projetar e produzir pares de iniciadores para uso na reação de amplificação ou em reações de extensão de iniciador. O projeto de tais iniciadores é bem conhecido por aqueles versados na técnica. Em métodos empregando mapeamento genético baseado em PCR, pode ser necessário identificar diferenças de seqüência de DNA entre os ancestrais do cruzamento de mapeamento na região correspondente à seqüência imediata de ácidos nucleicos. Isto, entretanto, geralmente não é necessário para métodos de mapeamento.
Os métodos de acordo com a presente invenção resultam em plantas tendo produção aumentada de sementes, como descrito acima. Estas características de crescimento vantajosas também podem ser combinadas com outras características economicamente vantajosas, tal como adicionalmente características que estimulam produção, tolerância a vários estresses em adição à resistência a estresse abiótico, características modificando vários atributos arquitetônicos e/ou atributos bioquímicos e/ou fisiológicos.
FG-GAP de Descrição Detalhada
A atividade de uma proteína FG-GAP pode ser modulada modulando níveis do polipeptídeo FG-GAP. Alternativamente, atividade também pode ser modulada quando não existem mudanças em níveis de uma FG-GAP. Isto pode ocorrer quando as propriedades intrínsecas do polipeptídeo são alteradas, por exemplo, produzindo um mutante ou selecionando uma variante que é mais ativa ou menos ativa do que o tipo selvagem.
O termo "proteína FG-GAP ou homólogo desta" como definido neste lugar se refere a um polipeptídeo compreendendo (i) um peptídeo sinal de secreção N-terminal, (ii) um ou mais domínios FG-GAP seguido por (iii) um domínio transmembrana na metade C-terminal da proteína. Um exemplo é dado em Figura 6.
Peptídeos sinal são típicos para proteínas que são dirigidas para a via secretora. A presença de um sinal de secreção pode ser facilmente prevista usando algoritmos computacionais (por exemplo SignalP 3.0, Bendtsen et al., J. Mol. Biol., 340:783-795, 2004). Um sinal de secreção típico consiste de uma η-região carregada positivamente, seguido por uma n- região hidrofóbica e uma polar c-região polar neutra. Além disso, os resíduos de aminoácidos em posição -3 e -1 em relação ao sítio de clivagem normalmente são pequenos e neutros.
Domínios transmembrana são de cerca de 15 a 30 aminoácidos de comprimento e normalmente são compostos de resíduos hidrofóbicos que formam uma alfa hélice. Eles normalmente são previstos na base de hidrofobicidade (por exemplo Klein et al., Biochim. Biophys. Acta 815, 468, 1985; ou Sonnhammer et al., In J. Glasgow, T. Littlejohn, F. Major, R. Lathrop, D. Sankoff, and C. Sensen, editores, Proceedings of the Sixth International Conference on Intelligent Systems for Molecular Biology, pages 175-182, Menlo Park, CA, 1998. AAAI Press.).
O domínio FG-GAP (número de acesso de Pfam PFO1839, INTERPRO entrada IPR000413) tipicamente é encontrado em integrinas onde ele está presente como uma repetição (até 7 cópias) na parte extracelular da proteína. Até agora, apenas integrinas de origem animal foram bem caracterizadas. A seqüência consenso para o domínio FG-GAP é dada em SEQ ID NO: 53:
fgssvaagDlnGDGrpDlvvgaPgadggtdgsvyll, caracterizada pelo fato de que as letras maiúsculas representam o código de aminoácido de única letra para aminoácidos altamente conservados e as outras letras representam o código de aminoácido de única letra para aminoácidos menos conservados. O domínio freqüentemente compreende um motivo Phe- Gly-Xn-Gly-Ala-Pro caracterizado pelo fato de que Xn representa um número variável de aminoácidos. Devido ao fato desta seqüência consenso ser derivada de proteínas animais, ela não é inteiramente compatível com as seqüências de domínio FG-GAP vegetal. Por exemplo, o hexapeptídeo "Pgadgg" pode não estar presente em domínios FG-GAP vegetais. Portanto, o termo "domínio FG-GAP" como usado neste lugar abrange SEQ ID NO: 53 e seqüências que têm pelo menos 40% de similaridade de seqüência com SEQ ID NO: 53, sob alinhamento de SEQ ID NO: 53 e a seqüência compatível correspondente, usando o algoritmo de Needleman & Wunsch com uma penalidade de abertura de lacuna de 10 com uma penalidade de extensão de lacuna de 0,5.
O domínio FG-GAP também pode compreender um sítio de ligação de Ca2+.
Preferivelmente, a proteína FG-GAP também compreende um
motivo 1 FDGYLYLI(D/E)G (SEQ ID NO: 50). Mais preferivelmente, o motivo conservado 1 é FDGYLYLIDG.
Adicionalmente e/ou alternativamente, a proteína FG-GAP pode compreender um ou mais motivos DGXX(D/E) (motivo conservado 2, SEQ ID NO: 51), caracterizado pelo fato de que X pode ser qualquer aminoácido. Este motivo conservado pode ser parte de um motivo maior DXDXDGXX(D/E) (motivo conservado 3, SEQ ID NO: 52), caracterizado pelo fato de que X pode ser qualquer aminoácido. Assim, a proteína FG-GAP preferivelmente compreende uma ou mais cópias do motivo conservado 3.
Alternativamente, o homólogo de uma proteína FG-GAP tem em ordem crescente de preferência 50%, 55%, 56%, 57%, 58%, 59%, 60%, 61%, 62%, 63%, 64%, 65%, 66%, 67%, 68%, 69%, 70%, 71%, 72%, 73%, 74%, 75%, 76%, 77%, 78%, 79%, 80%, 81%, 82%, 83%, 84%, 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, ou 99% de identidade total de seqüência com o aminoácido representado por SEQ ID NO: 46, contanto que a proteína homóloga compreenda uma seqüência de peptídeo sinal, um ou mais domínios FG-GAP, e um domínio transmembrana na metade C-terminal da proteína, e preferivelmente também um ou mais dos motivos conservados 1, 2 ou 3. A identidade total de seqüência é determinada usando um algoritmo de alinhamento global, tal como o algoritmo de Needleman Wunsch no programa GAP (GCG Wisconsin Package, Accelrys), preferivelmente com parâmetros padrão e seqüências protéicas de comprimento completo.
Os vários domínios estruturais em uma proteína FG-GAP podem ser identificados usando bancos de dados especializados e.g. SMART (Schultz et al (1998) Proc. Natl. Acad. Sei. USA 95, 5857-5864; Letunic et al (2002) Nucleic Acids Res 30, 242-244;), InterPro (Mulder et al., (2003) Nucl. Acids. Res. 31, 315-318;), Prosite (Bucher and Bairoch (1994), A generalized profíle syntax for biomolecular sequences motifs and its funetion in automatic sequence interpretation. (In) ISMB-94; Proceedings 2nd International Conference on Intelligent Systems for Molecular Biology. Altman R., Brutlag D., Karp P., Lathrop R., Searls D., Eds., pp. 53-61, AAAIPress, Menlo Park; Hulo et al, Nucl. Acids. Res. 32:D134-D137, (2004),) ou Pfam (Bateman et al., Nucleic Acids Research 30(l):276-280 (2002),).
Métodos para a busca e identificação de homólogos de FG- GAP estariam bem dentro do âmbito de pessoas versadas na técnica. Tais métodos compreendem comparação das seqüências representadas por SEQ ID NO: 45 ou 46, em um formato legível por computador, com seqüências que estão disponíveis em bancos de dados públicos tal como MIPS, GenBank ou Banco de Dados de Seqüências de Nucleotídeos de EMBL, usando algoritmos bem conhecidos na técnica para o alinhamento ou comparação de seqüências, tal como GAP (Needleman and Wunsch, J. Mol. Biol. 48; 443-453 (1970)), BESTFIT (usando o algoritmo de homologia local de Smith and Waterman (Advances in Applied Mathematics 2; 482-489 (1981))), BLAST (Altschul, S.F., Gish, W., Miller, W., Myers, E.W. & Lipman, D.J., J. Mol. Biol. 215:403-410 (1990)), FASTA e TFASTA (W. R. Pearson and D. J. Lipman Proc.Natl.Acad.Sci. USA 85:2444- 2448 (1988)). O aplicativo computacional para realizar análise BLAST está publicamente disponível através de National Centre for Biotechnology Information (NCBI).
Exemplos de proteínas caindo sob a definição de "polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste" incluem uma proteína de Arabidopsis (SEQ ID NO: 55) e duas proteínas de arroz (SEQ ID NO: 57 e 59). A presença de proteínas FG-GAP também foi demonstrada em outras espécies de planta das Magnoliophyta, incluindo Triticum aestivum, Zea mays, Solanum tuberosum, Aquilegia sp., Brassica napus, Citrus sinensis, Asparagus officinalis, Populus sp., Euphorbia esula e também em outros taxa vegetais tal como samambaias (Ceratopteris richardii) ou em Welwitschia mirabilis. Uma lista não limitante de exemplos de EST's codificando proteínas FG-GAP é dada em Tabela 8:
Tabela 8:
<table>table see original document page 76</column></row><table>
As proteínas codificadas pelos genes dos quais estas EST's são derivadas também são úteis para praticar os métodos da presente invenção e caem dentro do escopo desta invenção. Uma pessoa versada na técnica pode ser capaz de isolar a seqüência de codificação de comprimento completo destes genes usando métodos padrão.
A invenção além disso fornece uma proteína FG-GAP isolada selecionada a partir do grupo consistindo de:
(a) uma proteína codificada pelo ácido nucleico de SEQ ID NO: 72;
(b) uma proteína compreendendo uma seqüência sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína, caracterizado pelo fato de que dita proteína compreende pelo menos uma de SEQ ID NO: 73 a SEQ ID NO: 72;
(c) um fragmento ativo de uma seqüência de aminoácidos como definido em (a) ou (b), cujo fragmento ativo compreende uma seqüência sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína.
Deve ser entendido que o termo "polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste" não deve ser limitado à seqüência representada por SEQ ID NO: 46 ou aos homólogos listados como SEQ ID NO: 55, 57 e 59, mas que qualquer polipeptídeo reunindo os critérios de compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína, e preferivelmente também um ou mais dos motivos conservados de SEQ ID NO: 50 a 52; ou tendo pelo menos 50% de identidade de seqüência com a seqüência de SEQ ID NO: 46, pode ser adequado para uso nos métodos da invenção.
Proteínas FG-GAP vegetais desempenham um papel durante desenvolvimento de pólen (Paxson-Sowders et al. 2001). Em plantas mutantes dexl, deposição de primexina é atrasada e significantemente reduzida. A ondulação normal da membrana plasmática e produção de espaçadores observados em plantas tipo selvagem também é ausente no mutante. Proteínas FG-GAP são capazes de complementar esta mutação e de restaurar o fenótipo normal.
Alternativamente, a atividade de uma proteína FG-GAP ou homólogo desta pode ser ensaiada expressando a proteína FG-GAP ou homólogo desta sob controle de um promotor constitutivo em Oryza sativa, o que resulta em plantas com biomassa acima da terra aumentada e/ou produção aumentada de sementes comparado com plantas tipo selvagem correspondentes. Este aumento em produção de sementes pode ser medido de diversas maneiras, por exemplo como um aumento de total peso de semente, número de grãos cheios ou número total de sementes.
Uma proteína FG-GAP ou homólogo desta é codificada por um ácido nucleico/gene FG-GAP. Portanto o termo "ácido nucleico/gene FG- GAP" como definido neste lugar é qualquer ácido nucleico/gene codificando uma proteína FG-GAP ou um homólogo deste como definido acima.
Exemplos de ácidos nucleicos FG-GAP incluem mas não são limitados àqueles representados por qualquer um de SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 54, SEQ ID NO: 56 ou SEQ ID NO: 58. Exemplos de ácidos nucleicos FG-GAP parciais são listados em Tabela 8.
A invenção também fornece um ácido nucleico isolado codificando uma proteína FG-GAP, selecionado a partir do grupo consistindo de:
(i) o ácido nucleico como representado em SEQ ID NO: 72;
(ii) um ácido nucleico codificando uma proteína como definido em (a) a (c) acima;
(iii)uma seqüência de ácidos nucleicos capaz de hibridizar (preferivelmente em condições estringentes) com uma seqüência de ácidos nucleicos de (i) ou (ii) acima, cuja seqüência hibridizante preferivelmente codifica uma proteína compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C- terminal da proteína;
(iv)um ácido nucleico que é uma variante alélica para as seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (i) a (iii);
(v) um ácido nucleico que é uma variante alternativa de união para as seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (i) a (iii);
(vi) uma porção de uma seqüência de ácidos nucleicos de acordo com qualquer de (i) a (v) acima, cuja porção preferivelmente codifica uma proteína compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG- GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína.
Ácidos nucleicos/genes FG-GAP e variantes destes podem ser adequados para praticar os métodos da invenção. Ácidos nucleicos/genes FG- GAP variantes incluem porções de um ácido nucleico/gene FG-GAP, variantes alélicas, variantes de união e/ou ácidos nucleicos capazes de hibridizar com um ácido nucleico/gene FG-GAP.
O termo porção como definido neste lugar se refere a um pedaço de DNA codificando um polipeptídeo compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína, e preferivelmente também um ou mais dos motivos conservados de SEQ ID NO: 50 a 52. Preferivelmente, a porção compreende um ou mais dos motivos conservados definidos acima. Uma porção pode ser preparada, por exemplo, fazendo uma ou mais deleções para um ácido nucleico FG-GAP. As porções podem ser usadas em forma isolada ou elas podem ser fundidas a outras seqüências de codificação (ou não codificantes) a fim de, por exemplo, produzir uma proteína que combina diversas atividades. Quando fundido a outras seqüências de codificação, o polipeptídeo resultante produzido em tradução pode ser maior do que aquele previsto para o fragmento FG-GAP. Preferivelmente, a porção é uma porção de um ácido nucleico como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 54, SEQ ID NO: 56, SEQ ID NO: 58 ou SEQ ID NO: 72. A porção também pode ser uma porção das seqüências de codificação das quais as seqüências de Tabela 8 são derivadas. Mais preferivelmente a porção de um ácido nucleico é como representada por SEQ ID NO: 45.
Outra variante de um ácido nucleico/gene FG-GAP é um ácido nucleico capaz de hibridizar em condições de estringência reduzida, preferivelmente em condições estringentes, com um ácido nucleico/gene FG- GAP como definido acima, cuja seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG- GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína, e preferivelmente também um ou mais dos motivos conservados de SEQ ID NO: 50 a 52.
Preferivelmente, a seqüência hibridizante é uma que é capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 54, SEQ ID NO: 56, SEQ ID NO: 58 ou SEQ ID NO: 72, ou com uma porção de qualquer das seqüências mencionadas acima, incluindo as EST's listadas em Tabela 8. Mais preferivelmente a seqüência hibridizante é capaz de hibridizar com SEQ ID NO: 45. O termo "hibridização" é como definido na seção intitulada "Definições".
O ácido nucleico FG-GAP ou variante deste pode ser derivado de qualquer fonte natural ou artificial. O ácido nucleico/gene ou variante deste pode ser isolado de uma fonte microbiana, tal como levedura ou fungos, ou de uma fonte vegetal, algal ou animal (incluindo humano). Este ácido nucleico pode ser modificado a partir de sua forma nativa em composição e/ou ambiente genômico através de manipulação humana deliberada. O ácido nucleico é preferivelmente de origem vegetal, quer da mesma espécie de planta (por exemplo que aquela na qual ele é introduzido) ou quer de uma espécie diferente de planta. O ácido nucleico pode ser isolado de uma espécie dicotiledônea, preferivelmente da família Brassicaceae, ainda preferivelmente de Arabidopsis thaliana. Mais preferivelmente, o ácido nucleico FG-GAP é isolado de Arabidopsis thaliana e é representado por SEQ ID NO: 45, e a seqüência de aminoácidos FG-GAP é como representada por SEQ ID NO: 46. A expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste pode ser modulada introduzindo uma modificação genética (preferivelmente no locus de um gene FG-GAP). O locus de um gene como definido neste lugar é adotado para significar uma região genômica, a qual inclui o gene de interesse e 10 kb antes ou depois da região de codificação.
A modificação genética pode ser introduzida, por exemplo, por qualquer um (ou mais) dos seguintes métodos: ativação de T-DNA, TILLING, mutagênese sítio dirigida, mutagênese por transposon, evolução direta e recombinação homóloga ou introduzindo e expressando em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste. Estes métodos são definidos na seção intitulada "Definições". Seguindo introdução da modificação genética, segue uma etapa de selecionar para expressão modificada de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste, cuja modificação em expressão gera plantas tendo produção aumentada.
Ativação de T-DNA, TILLING, mutagênese sítio dirigida, mutagênese por transposon e evolução direta são exemplos de tecnologias que possibilitam a geração de novos alelos e variantes de FG-GAP.
Um método preferido para introduzir uma modificação genética (que neste caso não precisa ser no locus de um gene FG-GAP) é introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste, como definido acima. O ácido nucleico a ser introduzido em uma planta pode ser um ácido nucleico de comprimento completo ou pode ser uma porção ou uma seqüência hibridizante como definido acima. Preferivelmente, a planta na qual a modificação genética é introduzida não é uma planta mutante dexl, na qual o gene DEXl não é funcional (Paxson-Sowders et al. 2001).
"Homólogos" de uma proteína são definidos na seção intitulada "Definições". O polipeptídeo FG-GAP ou homólogo deste pode ser um derivado, como definido na seção "Definições".
O polipeptídeo FG-GAP ou homólogo desta pode ser codificado por uma variante de união alternativa de um ácido nucleico/gene FG-GAP. O termo "variante de união alternativa" é como definido neste lugar. São preferidas variantes de união do ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG- GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína, e preferivelmente também um ou mais dos motivos conservados de SEQ ID NO: 50 a 52. Ainda preferidas são variantes de união representadas por SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 54, SEQ ID NO: 56 ou SEQ ID NO: 58, ou uma variante de união do ácido nucleico representado por SEQ ID NO: 72, ou uma variante de união de um dos genes dos quais as seqüências em Tabela 8 são derivadas. A mais preferida é a variante de união representada por SEQ ID NO: 45.
O homólogo também pode ser codificado por uma variante alélica de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo deste, preferivelmente uma variante alélica de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C- terminal da proteína, e preferivelmente também um ou mais dos motivos conservados de SEQ ID NO: 50 a 52. Ainda preferivelmente, a variante alélica codificando o polipeptídeo FG-GAP é representada por qualquer uma de SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 54, SEQ ID NO: 56 ou SEQ ID NO: 58. Mais preferivelmente, a variante alélica codificando o polipeptídeo FG-GAP é como representado por SEQ ID NO: 45. Variantes alélicas são definidas na seção "Definições".
De acordo com um aspecto preferido da presente invenção, expressão modulada do ácido nucleico FG-GAP ou variante deste é contemplada. Preferivelmente, a expressão modulada é superexpressão. Métodos para superexpressão de genes ou produtos de gene são bem documentados na técnica e incluem, por exemplo, superexpressão dirigida por promotores apropriados, o uso de estimuladores de transcrição ou estimuladores de tradução. Ácidos nucleicos isolados que servem como elementos promotores ou estimuladores podem ser introduzidos em uma posição apropriada (tipicamente antes) de uma forma não heteróloga de um polinucleotídeo de forma a aumentar expressão de um ácido nucleico FG- GAP ou variante deste. Por exemplo, promotores endógenos podem ser alterados in vivo por mutação, deleção, e/ou substituição (veja, Kmiec, Patente Norte-Americana No. 5.565.350; Zarling et al., PCT/US93/03868), ou promotores isolados podem ser introduzidos em uma célula vegetal na orientação e distância apropriada de um gene da presente invenção de forma a controlar a expressão do gene. Métodos para reduzir a expressão de genes ou produtos de gene também são bem documentados na técnica.
Se expressão de polipeptídeo é desejada, geralmente é desejável incluir uma região de poliadenilação na extremidade 3' de uma região de codificação de polinucleotídeo. A região de poliadenilação pode ser derivada do gene natural, de uma variedade de outros genes vegetais, ou de T- DNA. A seqüência de extremidade 3' a ser adicionada pode ser derivada, por exemplo, dos genes de nopalina sintase ou octopina sintase, ou alternativamente de outro gene vegetal, ou menos preferivelmente de qualquer outro gene eucariótico.
Uma seqüência intrônica também pode ser adicionada à região 5' não traduzida ou à seqüência de codificação da seqüência de codificação parcial para aumentar a quantidade da mensagem madura que se acumula no citossol. Inclusão de um íntron processável na unidade de transcrição tanto em construções vegetais como animais mostrou aumentar expressão gênica tanto no nível de mRNA como protéico em até 1000 vezes, Buchman and Berg, Mol. Cell biol. 8:4395-4405 (1988); Callis et al., Genes Dev. 1:1183-1200 (1987). Tal estimulação intrônica de expressão gênica tipicamente é maior quando localizada perto da extremidade 5' da unidade de transcrição. Uso dos íntrons de milho íntron Adh1-S 1, 2, e 6, o íntron Bronze-1 são conhecidos na técnica. Veja geralmente, The Maize Handbook, capítulo 116, Freeling and Walbot, Eds., Springer, Ν. Υ. (1994).
A invenção também fornece construções genéticas e vetores para facilitar introdução e/ou expressão das seqüências de nucleotídeos úteis nos métodos de acordo com a invenção.
Portanto, é fornecida uma construção gênica compreendendo:
(i) um ácido nucleico FG-GAP ou variante deste, como definido acima;
(ii) uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i); e opcionalmente
(iii)uma seqüência de término de transcrição; com a condição de que a construção gênica não é uma construção gênica tipo pPZP como descrito por Hajdukiewicz et al. (Plant Mol. BioL 25, 989-994) e Paxson-Sowders (2001).
Construções úteis nos métodos de acordo com a presente invenção podem ser construídas usando tecnologia de DNA recombinante bem conhecida por pessoas versadas na técnica. As construções gênicas podem ser inseridas em vetores, que podem estar comercialmente disponíveis, adequados para transformar em plantas e adequados para expressão do gene de interesse nas células transformadas.
Plantas são transformadas com um vetor compreendendo a seqüência de interesse (i.e., um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou homólogo desta). A seqüência de interesse é operavelmente ligada a uma ou mais seqüências de controle (pelo menos a um promotor). Os termos "elemento regulador", "seqüência de controle" e "promotor" são todos usados permutavelmente neste lugar e são definidos na seção intitulada "Definições".
Vantajosamente, qualquer tipo de promotor pode ser usado para dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos. Preferivelmente, o ácido nucleico FG-GAP ou variante funcional deste é operavelmente ligado a um promotor constitutivo. O termo "constitutivo" é como definido neste lugar. Preferivelmente, o promotor constitutivo capaz de expressar preferencialmente o ácido nucleico ao longo de toda a planta tem um perfil de expressão comparável a um promotor GOS2. Mais preferivelmente, o promotor constitutivo tem o mesmo perfil de expressão do que o promotor GOS2 de arroz, o mais preferivelmente, o promotor capaz de expressar preferencialmente o ácido nucleico ao longo de toda a planta é o promotor GOS2 de arroz (nucleotídeos 1 a 2193 da seqüência representada em SEQ ID NO: 49). Deve ser claro que a aplicabilidade da presente invenção não é restrita ao ácido nucleico FG-GAP representado por SEQ ID NO: 45, nem é a aplicabilidade da invenção restrita a expressão de um ácido nucleico FG-GAP quando dirigida por um promotor GOS2. Exemplos de outros promotores constitutivos que também podem ser usados para dirigir expressão de um ácido nucleico FG-GAP são mostrados em Tabela 3 na seção "Definições".
Opcionalmente, uma ou mais seqüências terminadoras também podem ser usadas na construção introduzida em uma planta. O termo "terminador" sendo definido na seção "Definições".
As construções genéticas da invenção podem incluir adicionalmente uma seqüência de origem de replicação que é requerida para manutenção e/ou replicação em um tipo celular específico. Um exemplo é quando uma construção genética é requerida ser mantida em uma célula bacteriana como um elemento genético epissomal (e.g. molécula de plasmídeo ou cosmídeo). Origens de replicação preferidas incluem, mas não são limitadas a, a fl-ori e colEl.
A construção genética pode compreender opcionalmente um gene marcador selecionável como definido na seção "Definições" neste lugar.
A presente invenção também abrange plantas obteníveis pelos métodos de acordo com a presente invenção. A presente invenção portanto fornece plantas obteníveis pelo método de acordo com a presente invenção, cujas plantas têm introduzido nelas um ácido nucleico FG-GAP ou variante deste, como definido acima.
A invenção também fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada, compreendendo introdução e expressão em uma planta de um ácido nucleico FG-GAP ou uma variante deste como definido acima.
Mais especificamente, a presente invenção fornece a método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada, cujo método compreende:
(i) introduzir e expressar em a planta ou célula vegetal um ácido nucleico FG-GAP ou variante deste; e
(ii) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
O ácido nucleico pode ser introduzido diretamente em uma célula vegetal ou na própria planta (incluindo introdução em um tecido, órgão ou qualquer outra parte de uma planta). De acordo com uma característica preferida da presente invenção, o ácido nucleico é preferivelmente introduzido em uma planta por transformação.
O termo "transformação" é como definido na seção "Definições".
A presente invenção claramente se estende a qualquer célula vegetal ou planta produzida por qualquer dos métodos descritos neste lugar, e a todas as partes vegetais e propágulos destas. A presente invenção adicionalmente de estende para abranger a progênie de uma célula primária transformada ou transfectada, tecido, órgão ou planta inteira que foi produzida por qualquer dos métodos mencionados acima, o único requerimento sendo que a progênie exiba a(s) mesma(s) característica(s) genotípica(s) e/ou fenotípica(s) que aquelas produzidas pelo ancestral nos métodos de acordo com a invenção. A invenção também inclui células hospedeiras contendo um ácido nucleico FG-GAP isolado ou variante deste. Células hospedeiras preferidas de acordo com a invenção são células vegetais. A invenção também se estende a partes aptas à colheita de uma planta tal como, mas não limitada a sementes, folhas, frutos, flores, safras de caule, rizomas, tubérculos e bulbos. A invenção além disso se refere a produtos derivados, preferivelmente diretamente derivados, de uma parte apta à colheita de uma tal planta, tal como pelotas secas ou pós, óleo, gordura e ácidos graxos, amido e proteínas.
A presente invenção também abrange uso de ácidos nucleicos FG-GAP ou variantes destes e uso de polipeptídeos FG-GAP ou homólogos destes.
Um tal uso se refere a melhorar as características de crescimento de plantas, em particular para melhorar produção, especialmente produção de sementes. A produção de sementes pode incluir um ou mais dos seguintes: peso total aumentado de sementes, número aumentado de sementes cheias e número total aumentado de sementes.
Ácidos nucleicos FG-GAP ou variantes destes, ou polipeptídeos FG-GAP ou homólogos destes podem encontrar uso em programas de melhoramento nos quais é identificado um marcador de DNA que pode ser geneticamente ligado a um gene FG-GAP ou variante deste. Os ácidos nucleicos/genes FG-GAP ou variantes destes, ou polipeptídeos FG- GAP ou homólogos destes pode ser usado para definir um marcador molecular. Este marcador de DNA ou proteína pode então ser usado em programas de melhoramento para selecionar plantas tendo produção aumentada. O gene FG-GAP ou variante deste, por exemplo, pode ser um ácido nucleico como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 54, SEQ ID NO: 56, SEQ ID NO: 58, e SEQ ID NO: 72, ou genes dos quais as seqüências listadas em Tabela 8 foram derivadas.
Variantes alélicas de um ácido nucleico/gene FG-GAP também podem encontrar uso em programas de melhoramento auxiliados por marcador. Tais programas de melhoramento algumas vezes requerem introdução de variação alélica por tratamento mutagênico das plantas, usando por exemplo mutagênese EMS; alternativamente, o programa pode começar com uma coleção de variantes alélicas de assim chamada origem "natural" causada não intencionalmente. Identificação de variantes alélicas então ocorre, por exemplo, por PCR. Isto é seguido por uma etapa para seleção de variantes alélicas superiores da seqüência em questão e que gera produção aumentada. Seleção tipicamente é realizada monitorando desempenho de crescimento de plantas contendo diferentes variantes alélicas da seqüência em questão, por exemplo, variantes alélicas diferentes de qualquer um de SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 54, SEQ ID NO: 56, SEQ ID NO: 58, e SEQ ID NO: 72, ou de uma das seqüências de codificação de quais as seqüências listadas em Tabela 8 foram derivadas. Desempenho de crescimento pode ser monitorado em uma casa de vegetação ou no campo. Etapas opcionais adicionais incluem cruzar plantas, nas quais a variante alélica superior foi identificada, com outra planta. Isto pode ser usado, por exemplo, para fazer uma combinação de características fenotípicas interessantes.
Um ácido nucleico FG-GAP ou variante deste também pode ser usado como sondas para mapear geneticamente e fisicamente os genes dos quais eles são uma parte de, e como marcadores para características ligadas a estes genes. Tal informação pode ser útil em melhoramento vegetal a fim de desenvolver linhagens com fenótipos desejados. Tal uso de ácidos nucleicos FG-GAP ou variantes destes requer apenas uma seqüência de ácidos nucleicos de pelo menos 15 nucleotídeos de comprimento. Os ácidos nucleicos FG- GAP ou variantes destes podem ser usados como marcadores de polimorfismo de comprimento de fragmento de restrição (RFLP). Southern blots (Sambrook J, Fritsch EF and Maniatis T (1989) Molecular Cloning, A Laboratory Manual) de DNA genômico vegetal digerido por restrição pode ser sondado com os ácidos nucleicos FG-GAP ou variantes destes. Os padrões de bandeamento resultantes então podem ser sujeitos a análises genéticas usando programas de computador tal como MapMaker (Lander et al. (1987) Genomics 1: 174-181) a fim de construir um mapa genético. Em adição, os ácidos nucleicos podem ser usados para sondar Southern blots contendo DNAs genômicos tratados com endonuclease de restrição de um conjunto de indivíduos representando ancestral e progênie de um cruzamento genético definido. Segregação dos polimorfismos de DNA é observada e usada para calcular a posição do ácido nucleico FG-GAP ou variante deste no mapa genético obtido previamente usando esta população (Botstein et al. (1980) Am. J. Hum. Genet. 32: 314-331).
A produção e uso de sondas derivadas de gene vegetal para uso em mapeamento genético são descritos em Bernatzky and Tanksley (Plant Mol. Biol. Repórter 4: 37-41, 1986). Numerosas publicações descrevem mapeamento genético de clones de cDNA específicos usando a metodologia descrita acima ou variações desta. Por exemplo, populações de intercruzamento de F2, populações endocruzadas, populações cruzadas aleatoriamente, linhagens isogênicas próximas, e outros conjuntos de indivíduos podem ser usados para mapeamento. Tais metodologias são bem conhecidas por aqueles versados na técnica.
As sondas de ácido nucleico também podem ser usadas para mapeamento físico (i.e., localização de seqüências em mapas físicos; veja Hoheisel et al. In: Non-mammalian Genomic Analysis: A Practical Guide, Academic press 1996, pp. 319-346, e referências citadas aí).
Em outra forma de realização, as sondas de ácido nucleico podem ser usadas em mapeamento direto por hibridização in situ por fluorescência (FISH) (Trask (1991) Trends Genet. 7:149-154). Embora métodos atuais de mapeamento por FISH favoreçam uso de clones grandes (diversos kb a diversas centenas kb; veja Laan et al. (1995) Genome Res. 5:13-20), melhoramentos em sensibilidade podem permitir desempenho de mapeamento por FISH usando sondas menores.
Uma variedade de métodos baseados em amplificação de ácido nucleico para mapeamento genético e físico pode ser realizada usando os ácidos nucleicos. Exemplos incluem amplificação alelo específica (Kazazian (1989) J. Lab. Clin. Med 11:95-96), polimorfismo de fragmentos amplificados por PCR (CAPS; Sheffield et al. (1993) Genomics 16:325-332), ligação alelo específica (Landegren et al. (1988) Science 241:1077-1080), reações de extensão de nucleotídeo (Sokolov (1990) Nucleic Acid Res. 18:3671), Mapeamento de Híbrido de Radiação (Walter et al. (1997) Nat. Genet. 7:22-28) e Mapeamento Apropriado (Dear and Cook (1989) Nucleic Acid Res. 17:6795-6807). Para estes métodos, a seqüência de um ácido nucleico é usada para projetar e produzir pares de iniciadores para uso na reação de amplificação ou em reações de extensão de iniciador. O projeto de tais iniciadores é bem conhecido por aqueles versados na técnica. Em métodos empregando mapeamento genético baseado em PCR, pode ser necessário identificar diferenças de seqüência de DNA entre os ancestrais do cruzamento de mapeamento na região correspondente à seqüência imediata de ácidos nucleicos. Isto, entretanto, geralmente não é necessário para métodos de mapeamento.
Os métodos de acordo com a presente invenção resultam em plantas tendo produção aumentada, como descrito acima. Estas características de crescimento vantajosas também podem ser combinadas com outras características economicamente vantajosas, tal como características adicionais que estimulam produção, tolerância a vários estresses, características modificando vários atributos arquitetônicos e/ou atributos bioquímicos e/ou fisiológicos.
CYP90B de Descrição Detalhada
O termo "polipeptídeo CYP90B ou homólogo desta" como definido neste lugar se refere a um polipeptídeo compreendendo os seguintes: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição.
Além disso, o polipeptídeo CYP90B ou homólogo desta pode compreender adicionalmente (i) uma seqüência com mais do que 50% de identidade com SEQ ID NO: 78 e (ii) atividade enzimática de esteróide 22 alfa hidroxilase.
Exemplos de um polipeptídeo CYP90B como definido acima são dados em Tabela 9a neste lugar.
Um polipeptídeo CYP90B ou homólogo deste é codificado por um ácido nucleico/gene CYP90B. Portanto o termo "ácido nucleico/gene CYP90B" como definido neste lugar é qualquer ácido nucleico/gene codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste como definido acima.
Os vários domínios estruturais encontrados na superfamília CYP de proteínas, incluindo em polipeptídeos CYP90B da presente invenção, são bem conhecidos na técnica e podem ser identificados usando bancos de dados gerais e.g. SMART (Schultz et al. (1998) Proc. Natl. Acad. Sei. USA 95, 5857-5864; Letunic et al. (2002) Nucleic Acids Res 30, 242-244; http://smart.embl-heidelberg.de/), InterPro (Mulder et ai, (2003) Nucl. Acids. Res. 31, 315-318; http://www.ebi.ac.uk/interpro/), Prosite (Bucher and Bairoch (1994), A generalized profile syntax for biomolecular sequences motifs and its funetion in automatic sequence interpretation, in ISMB-94; Proceedings 2nd International Conference on Intelligent Systems for Molecular Biology. Altman R., Brutlag D., Karp P., Lathrop R., Searls D., Eds., pp53-61, AAAI Press, Menlo Park; Hulo et ai., Nucl. Acids. Res. 32.-D134-D137, (2004), http://www.expasy.org/prosite/) ou Pfam (Bateman et ai, Nucleic Acids Research 30(l):276-280 (2002), http://www.sanger.ac.uk/Sofitware/Pfam/}.
Bancos de dados especializados também podem ser procurados em http://arabidopsis-P450.biotec.uiuc.edu/cgi-bin/p450.pl para Arabidopsis, ou mais geralmente na Página da Internet de CYP http://drnelson.utmem.edu/CytochromeP450.html. Domínios estruturais típicos encontrados em CYP podem ser os quatro domínios AaD como descrito originalmente por Kalb & Loper ((1988) Proc Natl Acad Sci 85: 7221-7225). O domínio A (também chamado hélice I) compreende a seqüência consenso Ala/Gly-Gly-X-Asp/Glu-Thr-Thr/Ser, e é proposto se ligar a dioxigênio. O domínio B é o domínio de ligação de esteróide. O domínio D corresponde ao domínio de ligação heme e compreende a mais característica seqüência consenso de aminoácidos CYP (Phe-X-X-Gly-X-Arg- X-Cys-X-Gly) (Figuras 10 e 13).
A presença de seqüências consenso pode ser identificada usando métodos para o alinhamento de seqüências para comparação como descrito acima. Em algumas instâncias, os parâmetros padrão podem ser ajustados para modificar a estringência da busca. Por exemplo usando BLAST, o limiar de significância estatística (chamado valor "esperado") para relatar identidades contra seqüências de banco de dados pode ser aumentado para mostrar identidades menos estringentes. Desta maneira, identidades curtas praticamente exatas podem ser identificadas. A seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser dentro do domínio A do polipeptídeo CYP90B (compreendendo a seqüência consenso Ala/Gly-Gly-X-Asp/Glu- Thr-Thr/Ser como definida acima) como definido neste lugar pode ser identificada desta maneira, como uma pessoa versada na técnica deve estar bem ciente.
Outro domínio identificado em proteínas CYP P450, e em particular no polipeptídeo CYP90B da invenção, pode ser o domínio âncora no término N da proteína para direcionamento de membrana, rico em resíduos hidrofóbicos tal como Leu, lie, Vai, pH e Ala. O domínio âncora N-terminal é tipicamente entre 20 a 40 aminoácidos de comprimento, mas pode ser menor (até 10 aminoácidos) ou maior (até 100 aminoácidos). O domínio âncora N- terminal é separado do resto da proteína (domínio globular) por um domínio de transição compreendendo um agrupamento de resíduos básicos (pelo menos dois, ou Lys ou Arg, chamado o sinal de interrupção de transferência) precedendo um agrupamento de prolina que forma uma dobradiça entre o domínio âncora mencionado acima e o domínio globular da proteína. Uma seqüência consenso típica para o domínio de transição é Lys/Arg-Lys/Arg- (X)3-9-Pro-Pro-Gly (Figuras 10 e 13). Uma tal seqüência consenso pode ser identificada como mencionado acima.
A presença de um domínio âncora hidrofóbico N-terminal pode ser prontamente identificada. Composição primária de aminoácidos (em%) para determinar se um domínio de polipeptídeo é rico em aminoácidos específicos pode ser calculada usando programas de aplicativos computacionais do servidor ExPASy, em particular a ferramenta ProtParam (Gasteiger E et al. (2003) ExPASy: o servidor de proteômicos para conhecimento e análise detalhada de proteína. Nucleic Acids Res 31:3784- 3788). A composição da proteína de interesse pode ser então comparada com a composição média de aminoácidos (em%) no banco de dados Swiss-Prot Protein Sequence. Dentro deste banco de dados, a adição das médias de Leu (L), Ile (I), Val (V), pH e (F) e Ala (A) é de 34,04%. Como um exemplo, o domínio âncora hidrofóbico N-terminal de SEQ ID NO: 78 contém 62,5% dos mesmos resíduos hidrofóbicos. Como definido neste lugar, um domínio âncora hidrofóbico N-terminal tem um conteúdo de aminoácidos hidrofóbicos (em termos de%) acima do que aquele na composição média de aminoácidos (em termos de%) das proteínas no banco de dados Swiss-Prot Protein Sequence.
Aplicativos computacionais especiais tal como ProtScale (Gasteiger et al. (2005) Protein Identification and Analysis Tools on the ExPASy Server. In John M. Walker, ed: The Proteomics Protocols Handbook, Humana Press pp. 571-607) computam e representam o perfil produzido por qualquer escala de aminoácidos em uma proteína selecionada. Uma escala de aminoácidos é definida por um valor numérico assinalado a cada tipo de aminoácido. As escalas mais freqüentemente usadas são as escalas de hidrofobicidade ou hidrofilicidade e as escalas de parâmetros conformacionais de estrutura secundária. Uma das mais freqüentemente usadas escalas de hidrofobicidade de aminoácidos foi produzida por Kyte & Doolittle ((1982) J. Mol. Biol. 157:105-132), na qual aminoácidos hidrofóbicos tiveram num número positivo atribuído, e aminoácidos hidrofílicos um número negativo.
Por exemplo, o perfil de resultado de ProtScale para hidrofobicidade do polipeptídeo CYP90B da invenção mostra claramente que aproximadamente os 34 primeiros aminoácidos N-terminais representam um domínio hidrofóbico, pois estes estão localizados acima da linha delimitando zero (Figura 12). Esta região corresponde ao domínio âncora N-terminal. Uma pessoa versada na técnica deve estar bem ciente de tais análises.
Polipeptídeos CYP90B ou homólogos destes podem ser prontamente identificados usando técnicas de rotina bem conhecidas na técnica, tal como por alinhamento de seqüências. Métodos para o alinhamento de seqüências para comparação são bem conhecidos na técnica, tais métodos incluem GAP, BESTFIT, BLAST, FASTA e TFASTA. GAP usa o algoritmo de Needleman and Wunsch ((1970) J Mol Biol 48: 443-453) para encontrar o alinhamento de duas seqüências completas que maximiza o número de identidades e minimiza o número de lacunas. O algoritmo BLAST (Altschul et al. (1990) J Mol Biol 215: 403-10) calcula identidade de seqüência percentual e realiza uma análise estatística da similaridade entre as duas seqüências. O aplicativo computacional para realizar análise BLAST está publicamente disponível através de National Centre for Biotechnology Information. Homólogos de CYP90B compreendendo uma seqüência com mais do que 50% de identidade com SEQ ID NO: 78 podem ser prontamente identificados usando, por exemplo, o algoritmo de alinhamento de múltiplas seqüências ClustalW (versão 1.83) disponível em http://clustalw.genome.jp/sit-bin/nph-ClustalW, com os parâmetros padrão de alinhamento pareado, e um método de pontuação em porcentagem. Edição manual secundária pode ser realizada para otimizar alinhamento entre motivos conservados, como deve ser perceptível para uma pessoa versada na técnica.
Exemplos de polipeptídeos CYP90B ou homólogos destes (codificados por seqüência de polinucleotídeos número de acesso em parênteses) são dados em Tabela 9a. Tabela 9b sustenta seqüências CYP90B parciais codificando quadros de leitura aberta (ORF) CYP90B parciais.
Tabela 9: a) Exemplos de homólogos de CYP90B
<table>table see original document page 95</column></row><table> Tabela 9: b) Exemplos de CYP90B com um quadro aberto de leitura (ORF) parcial
<table>table see original document page 96</column></row><table>
* Processamento manual a partir de clone genômico
** Agrupamento de seqüências compilado a partir de diversos acessos EST (os principais mostrados); qualidade de seqüenciamento de EST sendo normalmente inferior, umas poucas substituições de aminoácidos podem ser esperadas.
Deve ser entendido que seqüências caindo sob a definição de "polipeptídeo CYP90B ou homólogo desta" não devem ser limitadas às seqüências representadas por SEQ ID NO: 78, SEQ ID NO: 80, SEQ ID NO: 82, SEQ ID NO: 84, SEQ ID NO: 86, SEQ ID NO: 88 ou SEQ ID NO: 90, mas que qualquer polipeptídeo compreendendo os seguintes: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly- His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição pode ser adequado para uso em desempenho da invenção.
As seqüências caindo sob a definição de "polipeptídeo CYP90B ou homólogo desta" podem compreender adicionalmente (i) uma seqüência com mais do que 50% de identidade com SEQ ID NO: 78 e (ii) atividade enzimática de esteróide 22 alfa hidroxilase.
Polipeptídeos CYP90B ou homólogos destes têm atividade enzimática de 22-alfa hidroxilase, a qual pode ser determinado por teste de complementação usando plantas tendo uma mutação em DWF4. Tais plantas mutantes são descritas em Arabidopsis (dw/4 mutante) por Choe et ai. ((1998) Plant Cell 10:231-243) e em arroz (Tos2091 mutante) por Tanaka et al (US2004/0060079). O tamanho destas plantas mutantes é diversas vezes menor do que aquele de seus tipo selvagens correspondentes, i.e., as plantas mutantes são super definhadas. O polipeptídeo isolado é colocado sob o controle de um promotor capaz de expressar este polipeptídeo em plantas, em um vetor de DNA recombinante adequado para transformação vegetal. As plantas mutantes são então transformada com este vetor, usando técnicas que são bem conhecidas na técnica. Se as plantas transformadas não apresentam mais o fenótipo super definhado que é indicativo de que o polipeptídeo isolado é capaz de apresentar atividade enzimática de 22-alfa hidroxilase. Um tal polipeptídeo pode ser adequado para uso em desempenho dos métodos da invenção.
Exemplos de ácidos nucleicos CYP90B incluem mas não são limitados àqueles representado por qualquer um de SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 79, SEQ ID NO: 81, SEQ ID NO: 83, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87 ou SEQ ID NO: 89. Ácidos nucleicos/genes CYP90B e variantes destes podem ser adequados para praticar os métodos da invenção. Variantes de ácidos nucleicos/genes CYP90B incluem porções de um ácido nucleico/gene CYP90B e/ou ácidos nucleicos capazes de hibridizar com um ácido nucleico/gene CYP90B. O termo porção como definido neste lugar se refere a um pedaço de DNA codificando um polipeptídeo compreendendo os seguintes: (a) domínios CYP P450 AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N- terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição. Uma porção pode ser preparada, por exemplo, fazendo uma ou mais deleções para um ácido nucleico CYP90B. As porções podem ser usadas em forma isolada ou elas podem ser fundidas a outras seqüências de codificação (ou não codificantes) a fim de, por exemplo, produzir uma proteína que combina diversas atividades. Quando fundido a outras seqüências de codificação, o polipeptídeo resultante produzido em tradução pode ser maior do que aquele previsto para a porção CYP90B. Preferivelmente, a porção é uma porção de um ácido nucleico como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 79, SEQ ID NO: 81, SEQ ID NO: 83, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87 e SEQ ID NO: 89. Mais preferivelmente a porção é uma porção de um ácido nucleico como representada por SEQ ID NO: 77.
Outra variante de um ácido nucleico/gene CYP90B é um ácido nucleico capaz de hibridizar em condições de estringência reduzida, preferivelmente em condições estringentes, com um ácido nucleico/gene CYP90B como definido acima, cuja seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo compreendendo os seguintes: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser- Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição. Preferivelmente, a seqüência hibridizante é um que é capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 79, SEQ ID NO: 81, SEQ ID NO: 83, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87 e SEQ ID NO: 89, ou com uma porção de qualquer das seqüências mencionadas acima como definido acima. Mais preferivelmente a seqüência hibridizante é uma que é capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por SEQ LD NO: 77. O termo "hibridização" é como definido neste lugar na seção "Definições".
O ácido nucleico CYP90B ou variante deste pode ser derivado de qualquer fonte natural ou artificial. O ácido nucleico/gene ou variante deste pode ser isolado de uma fonte microbiana, tal como levedura ou fungos, ou de uma fonte vegetal, algal ou animal (incluindo humano). Este ácido nucleico pode ser modificado a partir de sua forma nativa em composição e/ou ambiente genômico através de manipulação humana deliberada. O ácido nucleico é preferivelmente de origem vegetal, quer da mesma espécie de planta (por exemplo que aquela na qual ele é introduzido) ou quer de uma espécie diferente de planta. O ácido nucleico pode ser isolado de uma espécie monocotiledônea, preferivelmente da família Poaceae, ainda preferivelmente de gênero Oryza, o mais preferivelmente de Oryza sativa. Mais preferivelmente, o ácido nucleico CYP90B isolado de Oryza sativa é representado por SEQ ID NO: 77 e a seqüência de aminoácidos CYP90B é como representado por SEQ ID NO: 78.
A invenção além disso fornece uma proteína CYP90B isolada selecionada a partir do grupo consistindo de:
(a) uma proteína codificada pelo ácido nucleico de SEQ ID NO: 117;
(b) uma proteína compreendendo os seguintes: (i) domínios CYP AaD; (ii) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (iii) um domínio de transição; e (iv) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly- His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição, e tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99% de identidade com a seqüência de aminoácidos de SEQ ID NO: 118. A invenção também fornece um ácido nucleico isolado codificando uma proteína CYP90B, selecionado a partir do grupo consistindo de:
(i) um ácido nucleico como representado por SEQ ID NO: 117;
(ii) um ácido nucleico codificando uma proteína como definido em (a) e (b) acima;
(iii)um ácido nucleico tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 82%, 83%, 84%, 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99% ou mais de identidade com o ácido nucleico representado por SEQ ID NO: 117;
(iv) uma seqüência de ácidos nucleicos capaz de hibridizar em condições estringentes com uma seqüência de ácidos nucleicos de (i) a (iii) acima, cuja seqüência hibridizante codifica uma proteína compreendendo (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe- Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição, e tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99% ou mais de identidade com a seqüência de aminoácidos de SEQ ID NO: 118;
(v) um ácido nucleico que é uma variante alélica ou uma variante de união das seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (i) a (iv);
(vi) uma porção de uma seqüência de ácidos nucleicos de acordo com qualquer de (i) a (v) acima, cuja porção codifica uma proteína compreendendo: (i) domínios CYP AaD; (ii) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (iii) um domínio de transição; e (iv) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição, e tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99% com a seqüência de aminoácidos de SEQ ID NO: 118.
Além disso, o polipeptídeo CYP90B ou homólogo deste pode compreender adicionalmente (i) uma seqüência com mais do que 50% de identidade com SEQ ID NO: 78 e (ii) atividade enzimática de esteróide 22 alfa hidroxilase.
A expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste pode ser aumentada não constitutiva introduzindo uma modificação genética (preferivelmente no locus de um gene CYP90B). O locus de um gene como definido neste lugar é adotado para significar uma região genômica, a qual inclui o gene de interesse e 10 kb antes ou depois da região de codificação.
A modificação genética pode ser introduzida, por exemplo, por qualquer um (ou mais) dos seguintes métodos: ativação de T-DNA, TILLING, mutagênese sítio dirigida, evolução direta e recombinação homóloga ou introduzindo e expressando em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste. Os métodos mencionados acima são definidos na seção "Definições". Seguindo introdução da modificação genética, segue uma etapa de selecionar para expressão não constitutiva aumentada de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste, cujo aumento em expressão não constitutiva gera plantas tendo produção aumentada.
Ativação de T-DNA, TILLING, mutagênese sítio dirigida e evolução direta são exemplos de tecnologias que possibilitam a geração de novos alelos e variantes de CYP90B.
Um método preferido para introduzir uma modificação genética (que neste caso não precisa ser no locus de um gene CYP90B) é introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste. Um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste é definido como polipeptídeo compreendendo os seguintes: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N- terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição. O ácido nucleico a ser introduzido em uma planta pode ser um ácido nucleico de comprimento completo ou pode ser uma porção ou uma seqüência hibridizante como definido acima. Além disso, o ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste pode compreender adicionalmente (i) uma seqüência com mais do que 50% de identidade com SEQ ID NO: 78 e (ii) atividade enzimática de esteróide 22 alfa hidroxilase.
"Homólogos" de uma proteína são definidos neste lugar na seção "Definições". O polipeptídeo CYP90B ou homólogo deste pode ser um derivado, como definido na seção "Definições".
O polipeptídeo CYP90B ou homólogo deste pode ser codificado por uma variante de união alternativa de um ácido nucleico/gene CYP90B. O termo "variante de união alternativa" é definido na seção "Definições". Variantes de união preferidas são variantes de união do ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo os seguintes: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe- Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição. Adicionalmente, o polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste pode compreender adicionalmente (i) uma seqüência com mais do que 50% de identidade com SEQ ID NO: 78 e (ii) atividade enzimática de esteróide 22 alfa hidroxilase. Ainda preferidas são variantes de união de seqüências de ácidos nucleicos representadas por SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 79, SEQ ID NO: 81, SEQ ID NO: 83, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87 e SEQ ED NO: 89. A mais preferida é uma variante de união de uma seqüência de ácidos nucleicos como representada por SEQ ID NO: 77.
O homólogo também pode ser codificado por uma variante alélica de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste, preferivelmente uma variante alélica do ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo os seguintes: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His- Glu-Thr-Ser-Ser5 admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição. Adicionalmente, o polipeptídeo CYP90B ou um homólogo deste pode compreender adicionalmente (i) uma seqüência com mais do que 50% de identidade com SEQ ID NO: 78 e (ii) atividade enzimática de esteróide 22 alfa hidroxilase. Ainda preferidas são variantes alélicas de seqüências de ácidos nucleicos representadas por SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 79, SEQ ID NO: 81, SEQ ID NO: 83, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87 e SEQ ID NO: 89. A mais preferida é uma variante alélica de uma seqüência de ácidos nucleicos como representada por SEQ ID NO: 77. Variantes alélicas também são definidas na seção "Definições".
De acordo com um aspecto preferido da presente invenção, expressão não constitutiva aumentada do ácido nucleico CYP90B ou variante deste é contemplada. Métodos para aumentar expressão de genes ou produtos de gene são bem documentados na técnica e incluem, por exemplo, superexpressão dirigida por promotores apropriados, o uso de estimuladores de transcrição ou estimuladores de tradução. Ácidos nucleicos isolados que servem como elementos promotores ou estimuladores podem ser introduzidos em uma posição apropriada (tipicamente antes) de uma forma não heteróloga de um polinucleotídeo de forma a aumentar expressão de um ácido nucleico CYP90B ou variante deste. Por exemplo, promotores endógenos podem ser alterados in vivo por mutação, deleção, e/ou substituição (veja, Kmiec, Patente Norte-Americana No. 5.565.350; Zarling et ai, PCT/US93/03868), ou promotores isolados podem ser introduzidos em uma célula vegetal na orientação e distância apropriada de um gene da presente invenção de forma a controlar a expressão do gene. Métodos para reduzir a expressão de genes ou produtos de gene são bem documentados na técnica.
Se expressão de polipeptídeo é desejada, geralmente é desejável incluir uma região de poliadenilação na extremidade 3' de uma região de codificação de polinucleotídeo. A região de poliadenilação pode ser derivada do gene natural, de uma variedade de outros genes vegetais, ou de T- DNA. A seqüência de extremidade 3' a ser adicionada pode ser derivada, por exemplo, dos genes de nopalina sintase ou octopina sintase, ou alternativamente de outro gene vegetal, ou menos preferivelmente de qualquer outro gene eucariótico.
Uma seqüência intrônica também pode ser adicionada à região 5' não traduzida ou à seqüência de codificação da seqüência de codificação parcial para aumentar a quantidade da mensagem madura que se acumula no citossol. Inclusão de um íntron processável na unidade de transcrição tanto em construções vegetais como animais mostrou aumentar expressão gênica tanto no nível de mRNA como protéico em até 1000 vezes (Buchman and Berg (1988) Mol. Cell biol. 8: 4395-4405; Callis et ai. (1987) Genes Dev 1:1183- 1200). Tal estimulação intrônica de expressão gênica tipicamente é maior quando localizada perto da extremidade 5' da unidade de transcrição. Uso dos íntrons de milho íntron Adhl-S 1, 2, e 6, o íntron Bronze-I são conhecidos na técnica. Veja geralmente, The Maize Handbook, capítulo 116, Freeling and Walbot, Eds., Springer, N.Y. (1994).
A invenção também fornece construções genéticas e vetores para facilitar introdução e/ou expressão das seqüências de nucleotídeos úteis nos métodos de acordo com a invenção.
Portanto, é fornecida uma construção gênica compreendendo: (i) Um ácido nucleico CYP90B ou variante deste, como definido acima;
(ii) Uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão não constitutiva da seqüência de ácidos nucleicos de (i); e opcionalmente
(iii) Uma seqüência de término de transcrição.
Construções úteis nos métodos de acordo com a presente invenção podem ser construídas usando tecnologia de DNA recombinante bem conhecida por pessoas versadas na técnica. As construções gênicas podem ser inseridas em vetores, que podem estar comercialmente disponíveis, adequados para transformar em plantas e adequados para expressão do gene de interesse nas células transformadas. A invenção portanto fornece uso de uma construção gênica como definido acima nos métodos da invenção.
Plantas são transformadas com um vetor compreendendo a seqüência de interesse (i.e., um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CYP90B ou homólogo deste). A seqüência de interesse é operavelmente ligada a uma ou mais seqüências de controle (pelo menos a um promotor). Os termos "elemento regulador", "seqüência de controle" e "promotor" são todos usados permutavelmente neste lugar e são definidos na seção "Definições".
Vantajosamente, qualquer tipo não constitutivo de promotor pode ser usado para dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos. O promotor não constitutivo pode ser um promotor induzível, i.e. tendo iniciação de transcrição induzida ou aumentada em resposta a um desenvolvimento, estímulo químico, ambiental ou físico. Um exemplo de um promotor induzível sendo um promotor induzível por estresse, i.e. um promotor ativado quando uma planta é exposta a várias condições de estresse. O promotor não constitutivo pode ser um promotor preferido por tecido, i.e. um que é capaz de iniciar preferencialmente transcrição em certos tecidos, tal como as folhas, raízes, tecido de semente etc. Promotores capazes de iniciar transcrição em certos tecidos são referidos neste lugar apenas como "tecido específicos".
De acordo com os métodos da invenção, o ácido nucleico CYP90B ou variante deste é operavelmente ligado a um promotor não constitutivo. Um promotor não constitutivo é transcricionalmente ativo apenas durante algumas fases de crescimento e desenvolvimento vegetal e não é ubiqüitariamente expresso. O promotor não constitutivo pode ser por exemplo um promotor semente específico, ou um promotor raiz específico. O promotor semente específico pode ser um promotor endosperma específico e/ou embrião/aleurona específico, i.e., transcricionalmente ativo no endosperma de semente e/ou embrião e aleurona de semente, respectivamente. O promotor endosperma específico é preferivelmente um promotor de proteína de armazenamento de semente, ainda preferivelmente o promotor endosperma específico é um promotor de prolamina, mais preferivelmente o promotor endosperma específico é um promotor de prolamina RP6 de arroz, ainda mais preferivelmente o promotor endosperma específico é representado por uma seqüência de ácidos nucleicos substancialmente similar a SEQ ID NO: 109, o mais preferivelmente o promotor endosperma específico é como representado por SEQ ID NO: 109.
O promotor embrião/aleurona específico é preferivelmente um promotor de proteína de armazenamento de semente, ainda preferivelmente o promotor embrião/aleurona específico é um promotor de oleosina, mais preferivelmente o promotor embrião/aleurona específico é um promotor de 18 kDa de oleosina de arroz, ainda mais preferivelmente o promotor embrião/aleurona específico é representado por uma seqüência de ácidos nucleicos substancialmente similar a SEQ ID NO: 110, o mais preferivelmente o promotor embrião/aleurona específico é como representado por SEQ ID NO: 110. O promotor raiz específico é preferivelmente um promotor Rcc3, o promotor raiz específico é preferivelmente um promotor Rcc3 de arroz (Xu et al. (1995) Plant Mol Biol 27(2):237-48).
Deve ser claro que a aplicabilidade da presente invenção não é restrita ao ácido nucleico CYP90B representado por SEQ ID NO: 77, nem é a aplicabilidade da invenção restrita a expressão de um ácido nucleico CYP90B quando dirigida por um promotor de prolamina RP6 ou oleosina de 18 kDa. Exemplos de outros promotores não constitutivos que também podem ser usados para realizar os métodos da invenção são mostrados em Tabela 4 na seção "Definições".
Em contraste com os promotores descritos acima, um promotor constitutivo é transcricionalmente ativo durante a maioria das fases de crescimento e desenvolvimento vegetal e é substancialmente ubiqüitariamente expresso na planta. Tais promotores constitutivos devem ser excluídos para desempenho dos métodos da invenção. Exemplos de tais promotores também podem ser encontrados na seção "Definições" (veja Tabela 3).
Opcionalmente, uma ou mais seqüências terminadoras também podem ser usadas na construção introduzida em uma planta. O termo "terminador" é definido na seção "Definições".
As construções genéticas da invenção podem incluir adicionalmente uma seqüência de origem de replicação que é requerida para manutenção e/ou replicação em um tipo celular específico. Um exemplo é quando uma construção genética é requerida ser mantida em uma célula bacteriana como um elemento genético epissomal (e.g. molécula de plasmídeo ou cosmídeo). Origens de replicação preferidas incluem, mas não são limitadas a, a fl -ori e colEl.
A construção genética pode compreender opcionalmente um gene marcador selecionável como definido na seção "Definições".
Em uma forma de realização preferida, é fornecida uma construção gênica compreendendo: (i) Um ácido nucleico CYP90B ou variante deste, como definido acima;
(ii) Um promotor capaz de dirigir expressão não constitutiva da seqüência de ácidos nucleicos de (i); e opcionalmente
(iii) Uma seqüência de término de transcrição.
O promotor não constitutivo é preferivelmente um promotor semente específico. O promotor semente específico pode ser um promotor endosperma específico e/ou embrião/aleurona específico, i.e., transcricionalmente ativo no endosperma de semente e/ou embrião e aleurona de semente, respectivamente. O promotor endosperma específico é preferivelmente um promotor de proteína de armazenamento de semente, ainda preferivelmente o promotor endosperma específico é um promotor de prolamina, mais preferivelmente o promotor endosperma específico é um promotor de prolamina RP6 de arroz, mais preferivelmente o promotor endosperma específico é representado por uma seqüência de ácidos nucleicos substancialmente similar a SEQ ID NO: 109, o mais preferivelmente o promotor endosperma específico é como representado por SEQ ID NO: 109. O promotor embrião/aleurona específico é preferivelmente um promotor de proteína de armazenamento de semente, ainda preferivelmente o promotor embrião/aleurona específico é um promotor de oleosina, mais preferivelmente o promotor embrião/aleurona específico é um promotor de 18 kDa de oleosina de arroz, mais preferivelmente o promotor embrião/aleurona específico é representado por uma seqüência de ácidos nucleicos substancialmente similar a SEQ ID NO: 110, o mais preferivelmente o promotor embrião/aleurona específico é como representado por SEQ ID NO: 110. A invenção adicionalmente fornece uso de uma construção como definido acima nos métodos da invenção.
A presente invenção também abrange plantas obteníveis pelos métodos de acordo com a presente invenção. A presente invenção portanto fornece plantas, partes vegetais ou células vegetais destas obteníveis pelo método de acordo com a presente invenção, cujas plantas ou partes ou células destas compreendem um ácido nucleico CYP90B transgênico ou variante deste.
A invenção também fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada em relação a plantas de controle adequadas compreendendo introdução e expressão não constitutiva em uma planta de um ácido nucleico CYP90B ou uma variante deste.
Mais especificamente, a presente invenção fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada cujo método compreende:
(i) introduzir e expressar não constitutivamente em uma planta, parte vegetal ou célula vegetal um ácido nucleico CYP90B ou variante deste; e
(ii) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
O ácido nucleico pode ser introduzido diretamente em uma célula vegetal ou na própria planta (incluindo introdução em um tecido, órgão ou qualquer outra parte de uma planta). De acordo com uma característica preferida da presente invenção, o ácido nucleico é preferivelmente introduzido em uma planta por transformação.
O termo "transformação" é como definido na seção "Definições".
A presente invenção claramente se estende a qualquer célula vegetal ou planta produzida por qualquer dos métodos descritos neste lugar, e a todas as partes vegetais e propágulos destas. A presente invenção adicionalmente de estende para abranger a progênie de uma célula primária transformada ou transfectada, tecido, órgão ou planta inteira que foi produzida por qualquer dos métodos mencionados acima, o único requerimento sendo que a progênie exiba a(s) mesma(s) característica(s) genotípica(s) e/ou fenotípica(s) que aquelas produzidas pelo ancestral nos métodos de acordo com a invenção.
A invenção também inclui células hospedeiras contendo um ácido nucleico CYP90B isolado ou variante deste, expresso não constitutivãmente. Células hospedeiras preferidas de acordo com a invenção são células vegetais.
A invenção também se estende a partes aptas à colheita de uma planta tal como, mas não limitada a sementes, folhas, frutos, flores, caules, rizomas, tubérculos e bulbos. A invenção além disso se refere a produtos derivados de uma parte apta à colheita de uma tal planta, tal como pelotas secas ou pós, óleo, gordura e ácidos graxos, amido ou proteínas.
A presente invenção também abrange uso de ácidos nucleicos CYP90B ou variantes destes e uso de polipeptídeos CYP90B ou homólogos destes. Tais usos se referem a aumentar produção vegetal como definido acima nos métodos da invenção.
Ácidos nucleicos CYP90B ou variantes destes, ou polipeptídeos CYP90B ou homólogos destes podem encontrar uso em programas de melhoramento nos quais é identificado um marcador de DNA que pode ser geneticamente ligado a um gene CYP90B ou variante deste. Os ácidos nucleicos/genes CYP90B ou variantes destes, ou polipeptídeos CYP90B ou homólogos destes podem ser usados para definir um marcador molecular. Este marcador de DNA ou proteína pode então ser usado em programas de melhoramento para selecionar plantas tendo produção aumentada como definido acima nos métodos da invenção. O gene CYP90B ou variante deste, por exemplo, pode ser um ácido nucleico como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 79, SEQ ID NO: 81, SEQ ID NO: 83, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87 e SEQ ID NO: 89.
Variantes alélicas de um ácido nucleico/gene CYP90B também podem encontrar uso em programas de melhoramento auxiliados por marcador. Tais programas de melhoramento algumas vezes requerem introdução de variação alélica por tratamento mutagênico das plantas, usando por exemplo mutagênese EMS; alternativamente, o programa pode começar com uma coleção de variantes alélicas de assim chamada origem "natural" causada não intencionalmente. Identificação de variantes alélicas então ocorre, por exemplo, por PCR. Isto é seguido por uma etapa para seleção de variantes alélicas superiores da seqüência em questão e que gera produção aumentada. Seleção tipicamente é realizada monitorando desempenho de crescimento de plantas contendo diferentes variantes alélicas da seqüência em questão, por exemplo, variantes alélicas diferentes de qualquer uma de SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 79, SEQ ID NO: 81, SEQ ID NO: 83, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87 e SEQ ID NO: 89. Desempenho de crescimento pode ser monitorado em uma casa de vegetação ou no campo. Etapas opcionais adicionais incluem cruzar plantas nas quais a variante alélica superior foi identificada com outra planta. Isto pode ser usado, por exemplo, para fazer uma combinação de características fenotípicas interessantes.
Um ácido nucleico CYP90B ou variante deste também pode ser usado como sondas para mapear geneticamente e fisicamente os genes dos quais eles são uma parte de, e como marcadores para características ligadas a estes genes. Tal informação pode ser útil em melhoramento vegetal a fim de desenvolver linhagens com fenótipos desejados. Tal uso de ácidos nucleicos CYP90B ou variantes destes requer apenas uma seqüência de ácidos nucleicos de pelo menos 15 nucleotídeos de comprimento. Os ácidos nucleicos CYP90B ou variantes destes podem ser usados como marcadores de polimorfismo de comprimento de fragmento de restrição (RFLP). Southern blots (Sambrook J, Fritsch EF and Maniatis T (1989) Molecular Cloning, A Laboratory Manual) de DNA genômico vegetal digerido por restrição pode ser sondado com os ácidos nucleicos CYP90B ou variantes destes. Os padrões de bandeamento resultantes então podem ser sujeitos a análises genéticas usando programas de computador tal como MapMaker (Lander et al. (1987) Genomics 1: 174-181) a fim de construir um mapa genético. Em adição, os ácidos nucleicos podem ser usados para sondar Southern blots contendo DNAs genômicos tratados com endonuclease de restrição de um conjunto de indivíduos representando ancestral e progênie de um cruzamento genético definido. Segregação dos polimorfismos de DNA é observada e usada para calcular a posição do ácido nucleico CYP90B ou variante deste no mapa genético obtido previamente usando esta população (Botstein et al. (1980) Am. J. Hum. Genet. 32:314-331).
A produção e uso de sondas derivadas de gene vegetal para uso em mapeamento genético são descritos em Bematzky and Tanksley (1986) (GENETICS 112 (4): 887-898). Numerosas publicações descrevem mapeamento genético de clones de cDNA específicos usando a metodologia descrita acima ou variações desta. Por exemplo, populações de intercruzamento de F2, populações endocruzadas, populações cruzadas aleatoriamente, linhagens isogênicas próximas, e outros conjuntos de indivíduos podem ser usados para mapeamento. Tais metodologias são bem conhecidas por aqueles versados na técnica.
As sondas de ácido nucleico também podem ser usadas para mapeamento físico (i.e., localização de seqüências em mapas físicos; veja Hoheisel et al. In: Non-mammalian Genomic Analysis: A Practical Guide, Academic press 1996, pp. 319-346, e referências citadas aí).
Em outra forma de realização, as sondas de ácido nucleico podem ser usadas em mapeamento direto por hibridização in situ por fluorescência (FISH) (Trask (1991) Trends Genet. 7:149-154). Embora métodos atuais de mapeamento por FISH favoreçam uso de clones maiores (diversos kb a diversas centenas kb; veja Laan et al. (1995) Genome Res. 5:13-20), melhoramentos em sensibilidade podem permitir desempenho de mapeamento por FISH usando sondas menores.
Uma variedade de métodos baseados em amplificação de ácido nucleico para mapeamento genético e físico pode ser realizada usando os ácidos nucleicos. Exemplos incluem amplificação alelo específica (Kazazian (1989) J. Lab. Clin. Med 11:95-96), polimorfismo de fragmentos amplificados por PCR (CAPS; Sheffield et al. (1993) Genomics 16:325-332), ligação alelo específica (Landegren et al. (1988) Science 241:1077-1080), reações de extensão de nucleotídeo (Sokolov (1990) Nucleic Acid Res. 18:3671), Mapeamento de Híbrido de Radiação (Walter et al. (1997) Nat. Genet. 7:22-28) e Mapeamento Apropriado (Dear and Cook (1989) Nucleic Acid Res. 17:6795-6807). Para estes métodos, a seqüência de um ácido nucleico é usada para projetar e produzir pares de iniciadores para uso na reação de amplificação ou em reações de extensão de iniciador. O projeto de tais iniciadores é bem conhecido por aqueles versados na técnica. Em métodos empregando mapeamento genético baseado em PCR, pode ser necessário identificar diferenças de seqüência de DNA entre os ancestrais do cruzamento de mapeamento na região correspondente à seqüência imediata de ácidos nucleicos. Isto, entretanto, geralmente não é necessário para métodos de mapeamento.
Os métodos de acordo com a presente invenção resultam em plantas tendo produção aumentada, como descrito acima. Esta produção aumentada também pode ser combinada com outras características economicamente vantajosas, tal como características adicionais que estimulam produção, tolerância a outros estresses abióticos e bióticos, características modificando vários atributos arquitetônicos e/ou atributos bioquímicos e/ou fisiológicos.
CDC27 de Descrição Detalhada
Polipeptídeos CDC27 são bem conhecidos na técnica e são facilmente identificáveis pela presença de uma região NH2 terminal conservada (veja Figura 16) e de pelo menos 5 domínios TPR com pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal. Além disso, o polipeptídeo CDC27 pode compreender adicionalmente uma seqüência com mais do que 30% de identidade com SEQ ID NO: 130.
Motivos TPR estão presentes em uma ampla variedade de proteínas funcionais em levedura e eucariotos superiores em mitose (incluindo os componentes de proteínas APC CDC16, CDC23 e CDC27), transcrição, processamento, importação de proteínas e neurogênese (Goebl and Yanagida 1991, Trends Biochem Sci 16, 173-177). Uma seqüência consenso mínima sugerida do motivo TPR é: X3-W-X2-L-G-X2-Y-Xs-A-X3- F-X2-A-X4-P-X2, onde X = qualquer aminoácido (Lamb et al. 1994, EMBO J 13, 4321-4328). Os resíduos consenso podem exibir degenerescência significante e os resíduos não consenso exibem pouca ou nenhuma homologia. É a hidrofobicidade e o tamanho dos resíduos consenso, ao invés de sua identidade, que parece ser importante. Em uma proteína CDC27 nativa, o TPR forma uma estrutura α-helicoidal, repetições em tandem se organizam em uma estrutura super-helicoidal idealmente adequada como interfaces para reconhecimento de proteínas (Groves and Barford 1999, Curr Opin Struct Biol 9, 383-389). Dentro da α-hélice, dois domínios anfipáticos estão normalmente presentes, um na região NH2 terminal e o outro perto da região COOH-terminal (Sikorski et al. 1990, Cell 60, 307-317). Também motivos TPR individuais podem estar dispersos ao longo da seqüência protéica.
Um CDC27 nativo de comprimento completo tipicamente compreende pelo menos 5 TPRs, preferivelmente 6 TPRs, mais preferivelmente 7 TPRs, a maioria destes TPRs sendo localizada na região COOH terminal. Como mostrado em Figura 16, existe tipicamente um domínio TPR na região NH2 terminal de um polipeptídeo CDC27 nativo, embora seqüências variantes de CDC27 possam existir ou possam ser criadas para compreender mais do que um TPR na região NH2 terminal. Qualquer polipeptídeo CDC27 pode ser tornado útil nos métodos da invenção por inativação de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo. Métodos para inativação são bem conhecidos na técnica e incluem: remoção ou substituição de aminoácidos, neste caso, remoção ou substituição de aminoácidos de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal; ou técnicas de mutação, tal como substituir aminoácidos conservados por alanina ou substituir aminoácidos fosforiláveis (tal como serina, treonina ou tirosina) por aminoácidos não fosforiláveis ou vice versa (dependendo se a proteína fosforilada está ativa ou inativa); ou qualquer outro método para inativação.
Para os propósitos deste pedido, a região NH2 terminal de uma proteína CDC27 é considerada como sendo a primeira metade de uma seqüência CDC27 de comprimento completo (de NH2 terminal para COOH terminal) (veja Figura 16); preferivelmente a região NH2 terminal de uma proteína CDC27 é considerada como sendo o primeiro terço de uma seqüência CDC27 de comprimento completo (de NH2 terminal para COOH terminal); e de acordo com outra característica preferida da presente invenção, a região N-terminal de uma proteína CDC27 é considerada como sendo os primeiros 166 aminoácidos (de NH2 terminal para COOH terminal) de uma seqüência CDC27 de comprimento completo.
Um exemplo de um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal é o polipeptídeo representado por SEQ ID NO: 130, com seqüência de ácidos nucleicos de codificação representada por SEQ ID NO: 129.
Tabela 10 abaixo fornece alguns exemplos de seqüências CDC27; estas seqüências podem ser tornadas úteis nos métodos da invenção por inativação de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo, por exemplo usando qualquer dos métodos de inativação discutidos acima. Tabela 10: Exemplos de polipeptídeos CDC27
<table>table see original document page 116</column></row><table>
* Agrupamento de seqüências compilado a partir de diversos acessos de EST (os principais mostrados); qualidade de seqüenciamento de EST sendo normalmente inferior, umas poucas substituições de ácidos nucleicos podem ser esperadas.
As seqüências descritas em Tabela 10 são dadas como forma de Exemplo apenas. Exemplos adicionais são dados em Figura 19, codificando polipeptídeos ou de comprimento completo ou parciais (que podem ser usados para obter a seqüência de comprimento completo usando métodos de rotina). Deve ser entendido que qualquer seqüência de polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, ou um ácido nucleico/gene codificando um tal polipeptídeo, pode ser adequado para uso para realizar os métodos da invenção.
Outros polipeptídeos CDC27 podem ser prontamente identificados usando técnicas de rotina bem conhecidas na técnica, tal como por alinhamento de seqüências. Seqüências assim identificadas podem ser subseqüentemente tornadas úteis nos métodos da invenção por inativação de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo, por exemplo usando qualquer dos métodos de inativação discutidos acima. Métodos para o alinhamento de seqüências para comparação são bem conhecidos na técnica, tais métodos incluem GAP, BESTFIT, BLAST, FASTA e TFASTA. GAP usa o algoritmo de Needleman and Wunsch ((1970) J Mol Biol 48: 443-453) para encontrar o alinhamento de duas seqüências completas que maximiza o número de identidades e minimiza o número de lacunas. O algoritmo BLAST (Altschul et al. (1990) J Mol Biol 215: 403-10) calcula identidade de seqüência percentual e realiza uma análise estatística da similaridade entre as duas seqüências. O aplicativo computacional para realizar análise BLAST está publicamente disponível através de National Centre for Biotechnology Information. Homólogos de um CDC27 podem ser prontamente identificados usando, por exemplo, o algoritmo de alinhamento de múltiplas seqüências ClustalW (versão 1.83) disponível em http://clustalw.genome.jp/sit-bin/nph-ClustalW, com os parâmetros padrão de alinhamento pareado, e um método de pontuação em porcentagem. Edição manual secundária pode ser realizada para otimizar alinhamento entre motivos conservados, como deve ser perceptível para uma pessoa versada na técnica.
Vários domínios estruturais em uma proteína CDC27, tal como domínios TPR, podem ser identificados usando bancos de dados especializados e.g. SMART (Schultz et al. (1998) Proc. Natl. Acad. Sei. USA 95, 5857-5864; Letunic et al. (2002) Nueleie Aeids Res 30, 242-244; http://smart.embl-heidelberg.de/), InterPro (Mulder et al., (2003) Nucl. Acids. Res. 31, 315-318; http://www.ebi.ae.uk/interpro/), Prosite (Bucher and Bairoeh (1994), A generalized profile syntax for biomolecular sequences motifs and its funetion in automatic sequence interpretation. (In) ISMB-94; Proceedings 2nd International Conferenee on Intelligent Systems for Molecular Biology. Altman R., Brutlag D., Karp P., Lathrop R., Searls D., Eds., pp53-61, AAAIPress, Menlo Park; Hulo et al., Nucl. Acids. Res. 32.-D134-D137, (2004), http://www.expasy.org/prosite/), Pfam (Bateman et al., Nucleic Acids Research 30(1): 276-280 (2002), http://www.sanger.ac.uk/Software/Pfam/) ou ProDom (Servant F, Bru C, Carrère S, Courcelle E, Gouzy J, Peyruc D, Kahn D (2002) ProDom:
Automated clustering of homologous domains. Briefings in Bioinformatics. vol 3, no 3:246-251).
As seqüências mencionadas em Tabela IOe Figura 19 podem ser consideradas homólogos de um polipeptídeo CDC27. "Homólogos" de uma proteína são definidos na seção "Definições" neste lugar. Homólogos preferidos são seqüências de aminoácidos tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 85%, 90%, 95%, 96%, 97%, 98% ou 99% ou mais de identidade de seqüência com a proteína CDC27 de comprimento completo representada por SEQ ID NO: 132.
Homólogos, ortólogos e parálogos podem ser tornados úteis nos métodos da invenção por inativação de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo, por exemplo usando qualquer dos métodos de inativação discutidos acima.
Polipeptídeos CDC27 humanos e de levedura mostraram interagir com duas outras proteínas do complexo APC, CDC16 e CDC23, in vivo através de análise de dois híbridos de levedura, e in vitro através de co- imunoprecipitação (Lam et al. (1994) EMBO J 13(18): 4321-4328; Ollendorf & Donoghue (1997) J Biol Chem 272(51): 32011-32018). Uma tal interação pode ser útil para identificar polipeptídeos CDC27 a serem tornados úteis nos métodos da invenção por inativação de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo, por exemplo usando qualquer dos métodos de inativação discutidos acima
Um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TRP inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo é codificado por um assim chamado ácido nucleico/gene CDC27 modificado. Portanto, o termo "ácido nucleico/gene CDC27 modificado" como definido neste lugar é qualquer ácido nucleico/gene codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TRP inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo.
O ácido nucleico CDC27 ou ácido nucleico/gene CDC27 modificado pode ser derivado de qualquer fonte natural ou artificial. O ácido nucleico/gene pode ser isolado de uma fonte microbiana, tal como levedura ou fungos, ou de uma fonte vegetal, algal ou animal. Este ácido nucleico pode ser modificado a partir de sua forma nativa em composição e/ou ambiente genômico através de manipulação humana deliberada. O ácido nucleico é preferivelmente de origem vegetal, quer da mesma espécie de planta (por exemplo que aquela na qual ele é introduzido) ou quer de uma espécie diferente de planta. O ácido nucleico pode ser isolado de uma espécie dicotiledônea, preferivelmente da família Brassicaceae, ainda preferivelmente de Arabidopsis thaliana. Mais preferivelmente, o ácido nucleico CDC27 modificado isolado de Arabidopsis thaliana é representado por SEQ ID NO: 129 e o CDC27 tendo pelo menos um TPR inativo na região NH2 terminal do aminoácido é como representado por SEQ ID NO: 130.
Um ácido nucleico/gene CDC27 é um ácido nucleico capaz de hibridizar em condições de estringência reduzida, preferivelmente em condições estringentes, com um ácido nucleico/gene CDC27 como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 129, SEQ ID NO: 131, SEQ ID NO: 133, SEQ ID NO: 135, SEQ ID NO: 137 ou SEQ ID NO: 141. Mais preferivelmente a seqüência hibridizante é uma que é capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por SEQ ID NO: 129 ou SEQ ID NO: 131. Tais seqüências hibridizantes podem ser tornadas úteis nos métodos da invenção por inativação de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo codificado, por exemplo usando qualquer dos métodos de inativação discutidos acima.
O termo "hibridização" é como definido neste lugar na seção "Definições".
O ácido nucleico CDC27 ou ácido nucleico/gene CDC27 modificado pode estar na forma de uma variante de união alternativa. Uma variante de união alternativa é definida na seção "Definições". São preferidas variantes de união de qualquer das seqüências de ácidos nucleicos CDC27 mencionadas acima, em outras palavras SEQ ID NO: 129, SEQ ID NO: 131, SEQ ID NO: 133, SEQ ID NO: 135, SEQ ID NO: 137 ou SEQ ID NO: 141. A mais preferida é uma variante de união de uma seqüência de ácidos nucleicos como representada por SEQ ID NO: 129 ou SEQ ID NO: 131. Tais variantes de união podem ser tornadas úteis nos métodos de inativação da invenção de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo CDC27 codificado, por exemplo usando qualquer dos métodos de inativação discutidos acima.
O ácido nucleico CDC27 ou ácido nucleico/gene CDC27 modificado pode estar na forma de uma variante alélica de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CDC27 truncado compreendendo pelo menos um domínio TPR inativado na região NH2 terminal. São preferidas variantes alélicas de seqüências de ácidos nucleicos representadas por SEQ ID NO: 129, SEQ ID NO: 131, SEQ ID NO: 133, SEQ ID NO: 135, SEQ ID NO: 137 ou SEQ ID NO: 141. A mais preferida é uma variante alélica de uma seqüência de ácidos nucleicos como representada por SEQ ID NO: 129 ou SEQ ID NO: 131. Variantes alélicas existem na natureza, e abrangido dentro dos métodos da presente invenção é o uso destes alelos naturais. Variantes alélicas abrangem Polimorfismos de Nucleotídeo Unico (SNPs), assim como Polimorfismos de Pequena Inserção/Deleção (INDELs). O tamanho de INDELs normalmente é menor do que 100 bp. SNPs e INDELs formam o maior conjunto de variantes de seqüência em linhagens polimórficas naturalmente ocorrentes da maioria dos organismos. Tais variantes alélicas podem ser tornadas úteis nos métodos de inativação da invenção de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo CDC27 codificado, por exemplo usando qualquer dos métodos de inativação discutidos acima.
O ácido nucleico CDC27 ou ácido nucleico/gene CDC27 modificado pode ser gerado por mutagênese sítio dirigida. Estão disponíveis diversos métodos para atingir mutagênese sítio dirigida, o mais comum sendo métodos baseados em PCR (Current Protocols in Molecular Biology, Wiley Eds http://www.4ulr.com/products/currentprotocols/index.html).
O ácido nucleico CDC27 ou ácido nucleico/gene CDC27 modificado também pode ser gerado por evolução direta (veja seção "Definições" para detalhes adicionais).
Tais variantes produzidas por mutagênese sítio dirigida ou por evolução direta podem ser tornadas úteis nos métodos de inativação da invenção de pelo menos um domínio TPR na região NH2 terminal do polipeptídeo CDC27 codificado, por exemplo usando qualquer dos métodos de inativação discutidos acima.
A expressão de um ácido nucleico/gene CDC27 modificado codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo pode ser aumentada introduzindo uma modificação genética (preferivelmente no locus de um gene CDC27). O locus de um gene como definido neste lugar é adotado para significar uma região genômica, a qual inclui o gene de interesse e 10 KB antes ou depois da região de codificação.
A modificação genética é preferivelmente introduzida introduzindo e expressando em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo. Seguindo introdução da modificação genética, segue uma etapa adicional de selecionar para expressão aumentada (em tecido de meristema apical de broto) de um ácido nucleico modificado codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, cujo aumento em expressão gera plantas tendo produção aumentada.
De acordo com um aspecto preferido da presente invenção, expressão aumentada do ácido nucleico CDC27 é contemplada. Métodos para aumentar expressão de genes ou produtos de gene são bem documentados na técnica e incluem, superexpressão dirigida por promotores apropriados, o uso de estimuladores de transcrição ou estimuladores de tradução. Ácidos nucleicos isolados que servem como elementos promotores ou estimuladores podem ser introduzidos em uma posição apropriada (tipicamente antes) de uma forma não heteróloga de um polinucleotídeo de forma a aumentar expressão de um ácido nucleico CDC27. Por exemplo, promotores endógenos podem ser alterados in vivo por mutação, deleção, e/ou substituição (veja, Kmiec, Patente Norte-Americana No. 5.565.350; Zarling et al., PCT/US93/03868), ou promotores isolados podem ser introduzidos em uma célula vegetal na orientação e distância apropriada de um gene da presente invenção para controlar a expressão do gene.
Se expressão de polipeptídeo é desejada, geralmente é desejável incluir uma região de poliadenilação na extremidade 3' de uma região de codificação de polinucleotídeo. A região de poliadenilação pode ser derivada do gene natural, de uma variedade de outros genes vegetais, ou de T- DNA. A seqüência de extremidade 3' a ser adicionada pode ser derivada, por exemplo, dos genes de nopalina sintase ou octopina sintase, ou alternativamente de outro gene vegetal, ou menos preferivelmente de qualquer outro gene eucariótico.
Uma seqüência intrônica também pode ser adicionada à região 5' não traduzida ou à seqüência de codificação da seqüência de codificação parcial para aumentar a quantidade da mensagem madura que se acumula no citossol. Inclusão de um íntron processável na unidade de transcrição tanto em construções vegetais como animais mostrou aumentar expressão gênica tanto no nível de mRNA como protéico em até 1000 vezes (Buchman and Berg (1988) Mol. Cell biol. 8: 4395-4405; Callis et al. (1987) Genes Dev 1:1183- 1200). Tal estimulação intrônica de expressão gênica tipicamente é maior quando localizada perto da extremidade 5' da unidade de transcrição. Uso dos íntrons de milho íntron Adhl-S 1, 2, e 6, o íntron Bronze-1 são conhecidos na técnica. Veja geralmente, The Maize Handbook, capítulo 116, Freeling and Walbot, Eds., Springer, N.Y. (1994).
A invenção também fornece construções genéticas e vetores para facilitar introdução e/ou expressão das seqüências de nucleotídeos úteis nos métodos de acordo com a invenção.
Portanto, é fornecida uma construção gênica compreendendo:
(i) Um ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativado na região NH2 terminal do polipeptídeo;
(ii) Uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir preferencialmente expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i) em tecido de meristema apical de broto; e opcionalmente
(iii) Uma seqüência de término de transcrição.
Tais construções genéticas podem ser construídas usando tecnologia de DNA recombinante bem conhecida por pessoas versadas na técnica. As construções gênicas podem ser inseridas em vetores, que podem estar comercialmente disponíveis, adequados para transformar em plantas e adequados para expressão do gene de interesse nas células transformadas. A invenção portanto fornece uso de uma construção gênica como definido acima nos métodos da invenção.
Plantas são transformadas com um vetor compreendendo a seqüência de interesse (i.e., um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo). A seqüência de interesse é operavelmente ligada a uma ou mais seqüências de controle (pelo menos a um promotor) capaz de dirigir preferencialmente expressão em tecido de meristema apical de broto de uma planta. Os termos "elemento regulador", "seqüência de controle" e "promotor" são todos usados permutavelmente neste lugar e são definidos na seção "Definições".
O ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo ou variante é operavelmente ligado a um promotor de meristema apical de broto, preferivelmente a um promotor de meristema apical de broto precoce. Um "promotor de meristema apical de broto precoce" como definido neste lugar é um promotor que é transcricionalmente ativo no meristema apical de broto do estágio de embrião globular até o estágio de plântula jovem, estes estágios sendo bem conhecidos por pessoas versadas na técnica. Referência neste lugar a aumentar preferencialmente expressão em tecido de meristema apical de broto é adotada para significar aumentar expressão em tecido de meristema apical de broto substancialmente para a exclusão de expressão em qualquer outro lugar na planta, sem considerar qualquer expressão residual devido a promotores permeáveis. Preferivelmente, o promotor de meristema apical de broto precoce é um promotor OSHl (de arroz; SEQ ID NO: 151 (Matsuoka et al., (1993) Plant Cell 5: 1039-1048; Sato et al., (1996) Proc Natl Acad Sci U S A 93(15): 8117-22)). Deve ser claro que a aplicabilidade da presente invenção não é restrita ao ácido nucleico CDC27 modificado representado por SEQ ID NO: 129, nem é a aplicabilidade da invenção restrita a expressão de um ácido nucleico CDC27 modificado quando dirigida por um promotor OSHl. Exemplos de outros promotores de meristema apical de broto precoce são mostrados em Tabela 5 na seção "Definições". Estes são membros de homeobox de classe 1 da família KNOX, de genes parálogos ou ortólogos. Deve ser entendido que a lista abaixo não é exaustiva.
Opcionalmente, uma ou mais seqüências terminadoras também podem ser usadas na construção introduzida em uma planta. O termo "terminador" é definido neste lugar na seção "Definições".
As construções genéticas da invenção podem incluir adicionalmente uma seqüência de origem de replicação que é requerida para manutenção e/ou replicação em um tipo celular específico. Um exemplo é quando uma construção genética é requerida ser mantida em uma célula bacteriana como um elemento genético epissomal (e.g. molécula de plasmídeo ou cosmídeo). Origens de replicação preferidas incluem, mas não são limitadas a, a fl-ori e colEl.
A construção genética pode compreender opcionalmente um gene marcador selecionável como definido na seção "Definições".
A presente invenção também abrange plantas obteníveis pelos métodos de acordo com a presente invenção. A presente invenção portanto fornece plantas ou partes destas, incluindo células vegetais, obteníveis pelo método de acordo com a presente invenção, cujas plantas ou partes vegetais compreendem um ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo e cujo ácido nucleico é operavelmente ligado a um promotor de meristema apical de broto.
A invenção também fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo número de sementes aumentado em relação a plantas de controle adequadas, compreendendo introdução e expressão em uma planta de um ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, cujo ácido nucleico CDC27 está sob o controle de um promotor de meristema apical de broto.
Mais especificamente, a presente invenção fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo número de sementes aumentado em relação a plantas de controle adequadas, cujo método compreende:
(i) introduzir e expressar em a planta, parte vegetal ou célula vegetal um ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, cujo ácido nucleico está sob o controle de um promotor de meristema apical de broto; e
(ii) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
O ácido nucleico pode ser introduzido diretamente em uma célula vegetal ou na própria planta (incluindo introdução em um tecido, órgão ou qualquer outra parte de uma planta). De acordo com uma característica preferida da presente invenção, o ácido nucleico é preferivelmente introduzido em uma planta por transformação.
O termo "transformação" é definido na seção "Definições".
A presente invenção claramente se estende a qualquer célula vegetal ou planta produzida por qualquer dos métodos descritos neste lugar, e a todas as partes vegetais e propágulos destas. A presente invenção adicionalmente de estende para abranger a progênie de uma célula primária transformada ou transfectada, tecido, órgão ou planta inteira que foi produzida por qualquer dos métodos mencionados acima, o único requerimento sendo que a progênie exiba a(s) mesma(s) característica(s) genotípica(s) e/ou fenotípica(s) que aquelas produzidas pelo ancestral nos métodos de acordo com a invenção.
A invenção também inclui células hospedeiras contendo um ácido nucleico CDC27 isolado codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo e cujo ácido nucleico está sob o controle de um promotor de meristema apical de broto. Células hospedeiras preferidas de acordo com a invenção são células vegetais.
A invenção também se estende a partes aptas à colheita de uma planta tal como, mas não limitada a sementes, folhas, frutos, flores, caules, rizomas, tubérculos e bulbos. A invenção além disso se refere a produtos derivados, preferivelmente diretamente derivados, de uma parte apta à colheita de uma tal planta, tal como pelotas secas ou pós, óleo, gordura e ácidos graxos, amido ou proteínas.
A presente invenção também abrange uso de ácidos nucleicos CDC27 codificando polipeptídeos CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, cujos ácidos nucleicos estão sob o controle de um promotor de meristema apical de broto. Tais usos se referem a aumentar produção vegetal como definida acima nos métodos da invenção.
Desempenho dos métodos de acordo com a presente invenção resulta em plantas tendo número de sementes aumentado em relação a plantas de controle adequadas. Este aumento em número de sementes também pode ser combinado com outras características economicamente vantajosas, tal como características adicionais que estimulam produção, tolerância a outros estresses abióticos e bióticos, características modificando vários atributos arquitetônicos e/ou atributos bioquímicos e/ou fisiológicos. AT-hook de Descrição Detalhada
Domínios AT-hook são bem conhecidos na técnica e são tipicamente encontrados em polipeptídeos pertencendo a uma família de fatores de transcrição associados com remodelagem de Cromatina. O motivo AT-hook é constituído de 13 ou mais (algumas vezes cerca de 9) aminoácidos que participam em ligação de DNA e que têm uma preferência por regiões ricas em A/T. Em Arabidopsis existem pelo menos 34 proteínas contendo domínios AT-hook. Estas proteínas compartilham homologia ao longo da maioria da seqüência, com o domínio AT-hook sendo uma região particularmente altamente conservada. O domínio AT-hook é ilustrado em Figura 23 e Tabela lia seguir; veja também a anotação apropriada de SEQ ID NO: 153, SEQ ID NO: 155, SEQ ID NO: 157, SEQ ID NO: 159, SEQ ID NO: 161, SEQ ID NO: 163, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 167, SEQ ID NO: 169 e SEQ ID NO: 171 onde a posição do domínio AT-hook é especificada. Como mostrado no alinhamento de Figura 23, alguma variação dentro do domínio AT-hook é permitida. Tipicamente, um ou dois domínios AT-hook precedem o domínio DUF296. Referência neste lugar a um domínio AT-hook é adotada para significar uma seqüência de polipeptídeos tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade com o domínio AT-hook de SEQ ID NO: 153, que é repetido aqui para conveniência: RRPRGRPAGSKNK (domínio AT-hook de SEQ ID NO: 153).
Domínios DUF296 (referidos em Interpro como IPR005175) também são bem conhecidos na técnica. O domínio DUF296 é ilustrado em Figura 23 e Tabela lia seguir; veja também a anotação apropriada de SEQ ID NO: 153, SEQ ID NO: 155, SEQ ID NO: 157, SEQ ID NO: 159, SEQ ID NO: 161, SEQ ID NO: 163, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 167, SEQ ID NO: 169 and SEQ ID NO: 171, onde a posição do domínio DUF296 é especificada. Como mostrado no alinhamento de Figura 23, variação dentro do domínio DUF296 é permitida enquanto que ainda sendo facilmente identificado como um domínio DUF296 devido à presença de alguns resíduos de aminoácidos altamente conservados. Tipicamente, o domínio DUF296 é precedido por um ou dois domínios AT-hook.
De acordo com uma característica preferida da presente invenção, polipeptídeos compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 adicionalmente compreendem um dos seguintes motivos:
Motivo 1 (SEQ ID NO: 190): QGQ V/I GG; ou
Motivo 2 (SEQ ID NO: 191): ILSLSGSFLPPPAPP; ou
Motivo 3 (SEQ ID NO: 192): NATYERLP; ou
Motivo 4 (SEQ ID NO: 193): SFTNVAYERLPL com nenhuma ou uma mudança de aminoácido em qualquer posição; ou
Motivo 5 (SEQ ID NO: 194): GRFEILSLTGSFLPGPAPPGSTGLTIYLAGGQGQWGGSVVG com nenhuma, uma ou duas mudança de aminoácido em qualquer posição.
De acordo com uma característica preferida da presente invenção, seqüências adequadas para uso nos métodos da invenção são polipeptídeos compreendendo um domínio AT-hook (como definido acima) e um domínio DUF296 (como definido acima) e Motivo 2 (como definido acima), ou ácidos nucleicos codificando tais polipeptídeos.
Deve ser entendido que as seqüências detalhadas em Tabela 1 e aquelas mostradas no alinhamento de Figura 23 são apenas exemplos de seqüências úteis nos métodos da invenção e que qualquer polipeptídeo tendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, ou qualquer ácido nucleico codificando o mesmo, pode ser adequado para uso para realizar os métodos da invenção.
Tabela 11: Exemplos de seqüências de aminoácidos compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 com detalhes das seqüências destes domínios e suas respectivas posições
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Uma pessoa versada na técnica será prontamente capaz de identificar polipeptídeos compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 usando técnicas e ferramentas bem conhecidas na técnica. Tal identificação pode ser por alinhamento de seqüências para comparação de seqüências usando GAP, BESTFIT, BLAST, FASTA e TFASTA. GAP usa o algoritmo de Needleman and Wunsch ((1970) J Mol Biol 48: 443-453) para encontrar o alinhamento de duas seqüências completas que maximiza o número de identidades e minimiza o número de lacunas. O algoritmo BLAST (Altschul et al. (1990) J Mol Biol 215: 403-10) calcula identidade de seqüência percentual e realiza uma análise estatística da similaridade entre as duas seqüências. O aplicativo computacional para realizar análise BLAST está publicamente disponível através de National Centre for Biotechnology Information. Polipeptídeos compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 podem ser prontamente identificados usando, por exemplo, o algoritmo de alinhamento de múltiplas seqüências ClustalW (versão 1.83) disponível em http://clustalw.genome.jp/sit-bin/nph-ClustalW, com os parâmetros padrão de alinhamento pareado, e um método de pontuação em porcentagem. Edição manual secundária pode ser realizada para otimizar alinhamento entre motivos conservados, como deve ser perceptível para uma pessoa versada na técnica.
O domínio AT-hook e o domínio DUF296 podem ser identificados usando bancos de dados especializados e.g. SMART (Schultz et al. (1998) Proc. Natl. Acad. Sei. USA 95, 5857-5864; Letunic et al. (2002) Nucleic Acids Res 30, 242-244; http://smart.embl-heidelberg.de/), InterPro (Mulder et al., (2003) Nucl. Acids. Res. 31, 315-318; http://www.ebi.ac.uk/interpro/), Prosite (Bucher and Bairoch (1994), A generalized profile syntax for biomolecular sequences motifs and its funetion in automatic sequence interpretation. (In) ISMB-94; Proceedings 2nd International Conference on Intelligent Systems for Molecular Biology. Altman R., Brutlag D., Karp P., Lathrop R., Searls D., Eds., pp53-61, AAAIPress, Menlo Park; Hulo et al., Nucl. Acids. Res. 32:D134-D137, (2004), http://www.expasy.org/prosite/) ou Pfam (Bateman et al., Nucleic Acids Research 30(l):276-280 (2002), http://www.sanger.ac.uk/Software/Pfam/).
As seqüências mencionadas em Tabela 11, ou como identificadas usando as técnicas mencionadas acima (tal como alinhamento de seqüências), podem ser consideradas homólogos de um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, cujos homólogos também compreendem um domínio AT-hook e um domínio DUF296 mas que podem variar em qualquer outro lugar na seqüência. "Homólogos" de uma proteína são definidos na seção "Definições" neste lugar. Homólogos preferidos são seqüências de aminoácidos tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 85%, 90%, 95%, 96%, 97%, 98% ou 99% ou mais de identidade de seqüência com uma seqüência de aminoácidos representada por SEQ ED NO: 153, cujos homólogos compreendem um domínio AT-hook e um domínio DUF296 e ainda preferivelmente compreendem Motivo 2.
O polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, ou um homólogo de tal polipeptídeo, pode ser um derivado, como definido na seção "Definições" neste lugar.
Qualquer ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 pode ser adequado para uso nos métodos da invenção. Exemplos de tais seqüências incluem aquelas seqüências de nucleotídeos representadas por SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 154, SEQ ID NO: 156, SEQ ID NO: 158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162, SEQ ID NO: 164, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 168 e SEQ ID NO: 170.
Variantes de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 também podem ser adequadas para uso para praticar os métodos da invenção contanto que as variantes codifiquem polipeptídeos compreendendo um domínio AT- hook e um domínio DUF296. Tais variantes de ácidos nucleicos podem ser porções de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 e/ou ácidos nucleicos capazes de hibridizar com um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296.
Uma porção pode ser preparada, por exemplo, fazendo uma ou mais deleções para um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296. As porções podem ser usadas em forma isolada ou elas podem ser fundidas a outras seqüências de codificação (ou não codificantes) a fim de, por exemplo, produzir uma proteína que combina diversas atividades. Quando fundido a outras seqüências de codificação, o polipeptídeo resultante produzido em tradução pode ser maior do que aquele previsto para a porção. Preferivelmente, a porção é uma porção de um ácido nucleico como representada por qualquer um de SEQ ID NO: 152, SEQID NO: 154, SEQID NO: 156, SEQ ID NO: 158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162, SEQ ID NO: 164, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 168 e SEQ ID NO: 170. Mais preferivelmente a porção é uma porção de um ácido nucleico como representada por SEQ ID NO: 152, cuja porção codifica um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 e ainda preferivelmente compreende Motivo 2.
Outra variante de ácido nucleico é um ácido nucleico capaz de hibridizar em condições de estringência reduzida, preferivelmente em condições estringentes, com um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296. Preferivelmente, a seqüência hibridizante é uma que é capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por qualquer um de SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 154, SEQ ID NO: 156, SEQ ID NO: 158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162, SEQ ID NO: 164, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 168 e SEQ ID NO: 170, ou com uma porção de qualquer das seqüências mencionadas acima como definido acima. Mais preferivelmente, a seqüência hibridizante é uma que é capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por SEQ ID NO: 152, cuja seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 e ainda preferivelmente compreende Motivo 2.
O termo "hibridização" é como definido neste lugar na seção
"Definições".
Outra variante de ácido nucleico é uma variante de união alternativa, como definido na seção "Definições". São preferidas variantes de união de seqüências de ácidos nucleicos representadas por SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 154, SEQ ID NO: 156, SEQ ID NO: 158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162, SEQ ID NO: 164, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 168 e SEQ ID NO: 170. A mais preferida é uma variante de união de uma seqüência de ácidos nucleicos como representada por SEQ ID NO: 152, cuja variante de união codifica um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 e ainda preferivelmente compreendendo Motivo 2.
Outra variante de ácido nucleico é uma variante alélica como definido na seção "Definições". São preferidas variantes alélicas de seqüências de ácidos nucleicos representadas por SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 154, SEQ ID NO: 156, SEQ ID NO: 158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162, SEQ ID NO: 164, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 168 e SEQ ID NO: 170. A mais preferida é uma variante alélica de uma seqüência de ácidos nucleicos como representada por SEQ ID NO: 152, cuja variante alélica codifica um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 e ainda preferivelmente compreende Motivo 2.
Variantes de ácidos nucleicos também podem ser obtidas através de evolução direta (veja seção "Definições").
Mutagênese sítio dirigida também pode ser usada para gerar variantes de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296. Veja seção "Definições".
O ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 pode ser derivado de qualquer fonte natural ou artificial. O ácido nucleico/gene ou variante deste pode ser isolado de uma fonte microbiana, tal como levedura ou fungos, ou de uma fonte vegetal, algal ou animal. Este ácido nucleico pode ser modificado a partir de sua forma nativa em composição e/ou ambiente genômico através de manipulação humana deliberada. O ácido nucleico é preferivelmente de origem vegetal, quer da mesma espécie de planta (por exemplo que aquela na qual ele é introduzido) ou quer de uma espécie diferente de planta. O ácido nucleico pode ser isolado de uma espécie dicotiledônea, preferivelmente de uma espécie monocotiledônea tal como arroz. Mais preferivelmente, o ácido nucleico de arroz codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 é representado por SEQ ID NO: 152 e o polipeptídeo codificado é como representado por SEQ ID NO: 153.
A expressão de um ácido nucleico codificando AT-hook pode ser modulada introduzindo uma modificação genética (preferivelmente no locus de um gene codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296). O locus de um gene como definido neste lugar é adotado para significar uma região genômica, a qual inclui o gene de interesse and 10 kb antes ou depois da região de codificação.
A modificação genética pode ser introduzida, por exemplo, por qualquer um (ou mais) dos seguintes métodos: ativação de T-DNA, TILLING, recombinação homóloga e introduzindo e expressando em uma planta monocotiledônea um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296. Veja a seção "Definições" para detalhes de ativação de T-DNA, TILLING e recombinação homóloga. Seguindo introdução da modificação genética, pode seguir uma etapa de selecionar para expressão aumentada em tecido de endosperma de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, cuja expressão direcionada gera plantas tendo produção aumentada de sementes.
A escolha de promotor para identificação por ativação de T- DNA no caso da presente invenção pode ser qualquer promotor capaz de dirigir preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea.
Ativação de T-DNA e TILLING são exemplos de tecnologias que possibilitam a geração de novos alelos e variantes de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296.
Um método preferido para introduzir uma modificação genética (que neste caso não precisa ser no locus de um ácido nucleico/gene codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296) é introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296. O ácido nucleico a ser introduzido em uma planta pode ser um ácido nucleico de comprimento completo ou pode ser uma porção ou qualquer outro ácido nucleico variante contanto que o ácido nucleico variante codifique um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296.
Os métodos da presente invenção recorrem a aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296. Isto pode ser atingido por superexpressão dirigida por promotores apropriados, o uso de estimuladores de transcrição ou estimuladores de tradução. Ácidos nucleicos isolados que servem como elementos promotores ou estimuladores podem ser introduzidos em uma posição apropriada (tipicamente antes) de uma forma não heteróloga de um polinucleotídeo de forma a aumentar expressão de um gene/ácido nucleico ou variante deste codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296. Por exemplo, promotores endógenos podem ser alterados in vivo por mutação, deleção, e/ou substituição (veja, Kmiec, Patente Norte-Americana No. 5.565.350; Zarling et al., PCT/US93/03868), ou promotores isolados podem ser introduzidos em uma célula vegetal na orientação e distância apropriada de um gene da presente invenção para controlar expressão do gene.
Se expressão de polipeptídeo é desejada, geralmente é desejável incluir uma região de poliadenilação na extremidade 3' de uma região de codificação de polinucleotídeo. A região de poliadenilação pode ser derivada do gene natural, de uma variedade de outros genes vegetais, ou de T- DNA. A seqüência de extremidade 3' a ser adicionada pode ser derivada, por exemplo, dos genes de nopalina sintase ou octopina sintase, ou alternativamente de outro gene vegetal, ou menos preferivelmente de qualquer outro gene eucariótico.
Uma seqüência intrônica também pode ser adicionada à região 5' não traduzida ou à seqüência de codificação da seqüência de codificação parcial para aumentar a quantidade da mensagem madura que se acumula no citossol. Inclusão de um íntron processável na unidade de transcrição tanto em construções vegetais como animais mostrou aumentar expressão gênica tanto no nível de mRNA como protéico em até 1000 vezes (Buchman and Berg (1988) Mol. Cell biol. 8: 4395-4405; Callis et ai. (1987) Genes Dev 1:1183- 1200). Tal estimulação intrônica de expressão gênica tipicamente é maior quando localizada perto da extremidade 5' da unidade de transcrição. Uso dos íntrons de milho íntron Adhl-S 1, 2, e 6, o íntron Bronze-I são conhecidos na técnica. Veja geralmente, The Maize Handbook, capítulo 116, Freeling and Walbot, Eds., Springer, N.Y. (1994).
A invenção também fornece construções genéticas e vetores para facilitar introdução e/ou expressão das seqüências de nucleotídeos úteis nos métodos de acordo com a invenção.
Portanto, é fornecida uma construção gênica compreendendo:
(i) Um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296;
(ii) Uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i) em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea; e opcionalmente
(iii)Uma seqüência de término de transcrição. A invenção também fornece uso de uma construção como definido acima em métodos para aumentar produção de sementes de uma planta monocotiledônea.
Construções úteis nos métodos de acordo com a presente invenção podem ser construídas usando tecnologia de DNA recombinante bem conhecida por pessoas versadas na técnica. As construções gênicas podem ser inseridas em vetores, que podem estar comercialmente disponíveis, adequados para transformar em plantas e adequados para expressão do gene de interesse nas células transformadas. A invenção também fornece uso de uma construção como definido acima em métodos para aumentar produção de sementes em uma planta monocotiledônea.
Plantas monocotiledôneas são transformadas com um vetor compreendendo a seqüência de interesse (i.e., um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296). A seqüência de interesse é operavelmente ligada a uma ou mais seqüências de controle (pelo menos a um promotor) capaz de aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea. Os termos "elemento regulador", "seqüência de controle" e "promotor" são todos usados permutavelmente neste lugar e são definidos na seção "Definições".
Um promotor endosperma específico se refere a qualquer promotor capaz de dirigir preferencialmente expressão do gene de interesse em tecido de endosperma. Referência neste lugar para aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma é adotada para significar aumentar expressão em tecido de endosperma substancialmente para a exclusão de expressão em qualquer outro lugar na planta, sem considerar qualquer expressão residual devido a promotores permeáveis. Por exemplo, o promotor de prolamina mostra forte expressão no endosperma, com permeabilidade em meristema, mais especificamente o meristema de broto e/ou centro de discriminação no meristema. Preferivelmente, o promotor endosperma específico é um promotor isolado de um gene de prolamina, tal como um promotor de prolamina RP6 de arroz (Wen et ai, (1993) Plant physiol 101(3): 1115-6) como representado por SEQ ID NO: 195 ou um promotor de força similar e/ou um promotor com um padrão de expressão similar que o promotor de prolamina de arroz. Força similar e/ou padrão de expressão similar podem ser analisados, por exemplo, acoplando os promotores a um gene repórter e verificando a função do gene repórter em tecidos da planta. Um gene repórter bem conhecido é beta-glucuronidase e o corante colorimétrico GUS usado para visualizar atividade de beta-glucuronidase em tecido vegetal. Deve ser claro que a aplicabilidade da presente invenção não é restrita ao ácido nucleico representado por SEQ ID NO: 152, nem é a aplicabilidade da invenção restrita a expressão de um ácido nucleico codificando um domínio AT-hook e um domínio DUF296 quando dirigida por um promotor de prolamina. Exemplos de outros promotores endosperma específicos que também podem ser usados para realizar os métodos da invenção são mostrados em Tabela 6 na seção "Definições".
Opcionalmente, uma ou mais seqüências terminadoras também podem ser usadas na construção introduzida em uma planta. O termo "terminador" é definido na seção "Definições".
As construções genéticas da invenção podem incluir adicionalmente uma seqüência de origem de replicação que é requerida para manutenção e/ou replicação em um tipo celular específico. Um exemplo é quando uma construção genética é requerida ser mantida em uma célula bacteriana como um elemento genético epissomal (e.g. molécula de plasmídeo ou cosmídeo). Origens de replicação preferidas incluem, mas não são limitadas a, a fl-ori e colE1.
A construção genética pode compreender opcionalmente um gene marcador selecionável como definido neste lugar. Em uma forma de realização preferida, é fornecida uma construção gênica compreendendo:
(i) Um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296;
(ii) Um promotor de prolamina capaz de dirigir preferencialmente expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i) em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea; e opcionalmente (iii) Uma seqüência de término de transcrição.
A presente invenção também abrange plantas monocotiledôneas obteníveis pelos métodos de acordo com a presente invenção. A presente invenção portanto fornece plantas monocotiledôneas, partes destas (incluindo células vegetais) obteníveis pelos métodos de acordo com a presente invenção, cujas plantas ou partes destas compreendem um transgene codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 operavelmente ligado a um promotor endosperma específico, preferivelmente a um promotor de prolamina.
A invenção também fornece um método para a produção de plantas monocotiledôneas transgênicas tendo produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas, compreendendo introdução e expressão em uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, caracterizado pelo fato de que dita expressão é preferencialmente aumentada em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea.
Mais especificamente, a presente invenção fornece um método para a produção de plantas monocotiledôneas transgênicas tendo produção aumentada de sementes cujo método compreende:
(i) introduzir e aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296; e
(ii) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
O ácido nucleico pode ser introduzido diretamente em uma célula vegetal de uma planta monocotiledônea ou na própria planta (incluindo introdução em um tecido, órgão ou qualquer outra parte de uma planta). De acordo com uma característica preferida da presente invenção, o ácido nucleico é preferivelmente introduzido em uma planta por transformação.
O termo "transformação" é definido na seção "Definições" neste lugar.
A presente invenção claramente se estende a qualquer célula vegetal ou planta produzida por qualquer dos métodos descritos neste lugar, e a todas as partes vegetais e propágulos destas. A presente invenção adicionalmente de estende para abranger a progênie de uma célula primária transformada ou transfectada, tecido, órgão ou planta inteira que foi produzida por qualquer dos métodos mencionados acima, o único requerimento sendo que a progênie exiba a(s) mesma(s) característica(s) genotípica(s) e/ou fenotípica(s) que aquelas produzidas pelo ancestral nos métodos de acordo com a invenção.
A invenção também inclui células hospedeiras contendo um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT- hook e um domínio DUF296 operavelmente ligado a um promotor endosperma específico. Células hospedeiras preferidas de acordo com a invenção são células de planta monocotiledônea.
A invenção também se estende a partes aptas à colheita de uma planta monocotiledônea tal como, mas não limitada a sementes, folhas, frutos, flores, caules, rizomas, tubérculos e bulbos. A invenção além disso se refere a produtos derivados de, preferivelmente diretamente derivados de, uma parte apta à colheita de uma tal planta, tal como pelotas secas ou pós, óleo, gordura e ácidos graxos, amido ou proteínas.
A presente invenção também abrange uso de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 para aumentar produção de sementes de uma planta monocotiledônea usando os métodos da invenção.
Fatores de transcrição DOF de Descrição Detalhada
O termo "polipeptídeo de fator de transcrição DOF" como definido neste lugar se refere a qualquer polipeptídeo compreendendo característica (i) como segue, e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem:
(i) em ordem crescente de preferência pelo menos 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e
(ii) em ordem crescente de preferência pelo menos 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200; ou
(iii)Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
Motivo II: DDPGDCLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
Adicionalmente, polipeptídeos compreendendo característica (i) e característica (iii) acima podem compreender qualquer um, quaisquer dois ou todos os três dos seguintes motivos:
- Motivo III: SPTLGKHSRDE (SEQ ID NO: 231) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
- Motivo IV: LQANPAALSRSQNFQE (SEQ ID NO: 232) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em
qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
- Motivo V: KGEGCLWVPKTLRID DPDEAAKSSIWT TLGIK (SEQ ID NO: 233) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas, três, quatro ou cinco mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
Um polipeptídeo preferido compreendendo característica (i) e característica (iii) acima compreende tanto Motivo I como II.
Além disso, polipeptídeos de fator de transcrição DOF (pelo menos na sua forma nativa) tipicamente têm atividade de ligação de DNA e têm um domínio de ativação. A presença de um domínio de ativação e atividade de ligação de DNA pode ser facilmente determinada por uma pessoa versada na técnica usando técnicas e procedimentos de rotina.
SEQ ID NO: 199 (codificada por SEQ ID NO: 198) é um exemplo de um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (ii) como definido acima, i.e. pelo menos 60% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e pelo menos 70% de identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200. Exemplos adicionais de polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (ii) como definido acima são dados em SEQ ID NO: 202 (codificada por SEQ ID NO: 201), SEQ ID NO: 204 (codificada por SEQ ID NO: 203), SEQ ID NO: 206 (codificada por SEQ ID NO: 205), SEQ ID NO: 208 (codificada por SEQ ID NO: 207), SEQ ID NO: 210 (codificada por SEQ ID NO: 209), SEQ ID NO: 212 (codificada por SEQ ID NO: 211), SEQ ID NO: 214 (codificada por SEQ ID NO: 213), SEQ ID NO: 216 (codificada por SEQ ID NO: 215), SEQ ID NO: 218 (codificada por SEQ ID NO: 217), SEQ ID NO: 220 (codificada por SEQ ID NO: 219), SEQ ID NO: 222 (codificada por SEQ ID NO: 221).
SEQ ID NO: 227 (codificada por SEQ ID NO: 226) é um exemplo de um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (iii) como definido acima, i.e. pelo menos 60% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e Motivo I e/ou Motivo II como definido acima. Exemplos adicionais de polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (iii) como definido acima são dados em SEQ ID NO: 235 (codificada por SEQ ID NO: 234), SEQ ID NO: 237 (codificada por SEQ ID NO: 236), SEQ ED NO: 239 (codificada por SEQ ID NO: 238), SEQ ID NO: 241 (codificada por SEQ ID NO: 240), SEQ ID NO: 243 (codificada por SEQ ID NO: 242), SEQ ID NO: 245 (codificada por SEQ ID NO: 244), SEQ ID NO: 247 (codificada por SEQ ID NO: 246), SEQ ID NO: 249 (codificada por SEQ ID NO: 248), SEQ ID NO: 251 (codificada por SEQ ID NO: 250), SEQ ID NO: 253 (codificada por SEQ ID NO: 252), SEQ ID NO: 255 (codificada por SEQ ID NO: 254).
Os exemplos adicionais representados por SEQ ID NO: 202, SEQ ID NO: 204, SEQ ID NO: 206, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 210, SEQ ID NO: 212, SEQ ID NO: 214, SEQ ID NO: 216, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 220, SEQ ID NO: 222 são exemplos de "homólogos" de um polipeptídeo de fator de transcrição DOF representado por SEQ ID NO: 199.
Os exemplos adicionais representados por SEQ ID NO: 235, SEQ ID NO: 237, SEQ ID NO: 239, SEQ ID NO: 241, SEQ ID NO: 243, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 247, SEQ ID NO: 249, SEQ ID NO: 251, SEQ ID NO: 253, SEQ ID NO: 255 são exemplos de "homólogos" de um polipeptídeo de fator de transcrição DOF representado por SEQ ID NO: 227.
"Homólogos" de uma proteína são como definido neste lugar na seção "Definições".
O polipeptídeo de fator de transcrição DOF ou homólogo deste pode ser um derivado. "Derivados" são definidos na seção "Definições" neste lugar.
Os vários domínios estruturais em uma proteína de fator de transcrição DOF, tal como o domínio DOF, podem ser identificados usando bancos de dados especializados e.g. SMART (Schultz et al. (1998) Proc. Natl. Acad. Sci. USA 95, 5857-5864; Letunic et al. (2002) Nucleic Acids Res 30, 242-244; http://smart.embl-heidelberg.de/), InterPro (Mulder et al., (2003) Nucl. Acids. Res. 31, 315-318; http://www.ebi.ac.uk/interpro/), Prosite (Bucher and Bairoch (1994), A generalized profile syntax for biomolecular sequences motifs and its funetion in automatic sequence interpretation. (In) ISMB-94; Proceedings 2nd International Conference on Intelligent Systems for Molecular Biology. Altman R., Brutlag D., Karp P., Lathrop R., Searls D., Eds., pp53-61, AAAIPress, Menlo Park; Hulo et al., Nucl. Acids. Res. 32:D134-D137, (2004), http://www.expasy.org/prosite/) ou Pfam (Bateman et al., Nucleic Acids Research 30(1): 276-280 (2002), http://www.sanger.ac.uk/Software/Pfam/).
Exemplos de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF (e homólogos destes) incluem aqueles representados por qualquer um de: SEQ ID NO: 198, SEQ ID NO: 201, SEQ ID NO: 203, SEQ ID NO: 205, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 209, SEQ ID NO: 211, SEQ ID NO: 213, SEQ ID NO: 215, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 219, SEQ ID NO: 221, SEQ ID NO: 226, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 236, SEQ ID NO: 238, SEQ ID NO: 240, SEQ ID NO: 242, SEQ ID NO: 244, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 248, SEQ ID NO: 250, SEQ ID NO: 252 e SEQ ID NO: 254. Variantes de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF podem ser adequadas para uso nos métodos da invenção. Variantes adequadas incluem porções de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF e/ou ácidos nucleicos capazes de hibridizar com ácidos nucleicos/genes codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF. Variantes adicionais incluem variantes de união e variantes alélicas de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF (e homólogos destes).
O termo "porção" como definido neste lugar se refere a um pedaço de DNA codificando um polipeptídeo compreendendo característica (i) como segue, e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem:
(i) em ordem crescente de preferência pelo menos 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e
(ii) em ordem crescente de preferência pelo menos 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200; ou
(iii)Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
Motivo II: DDPGIKLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
Adicionalmente característica (iii) acima pode compreender qualquer um, quaisquer dois ou todos os três dos seguintes motivos:
- Motivo III: SPTLGKHSRDE (SEQ ID NO: 231) sem nenhuma mudança; ou uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
- Motivo IV: LQANPAALSRSQNFQE (SEQ ID NO: 232) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
- Motivo V: KGEGCLWVPKTLRIDDPDE AAKSSIWTTL GIK (SEQ ID NO: 233) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas, três, quatro ou cinco mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
Uma porção pode ser preparada, por exemplo, fazendo uma ou mais deleções para um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF. As porções podem ser usadas em forma isolada ou elas podem ser fundidas a outras seqüências de codificação (ou não codificantes) a fim de, por exemplo, produzir uma proteína que combina diversas atividades.
Quando fundido a outras seqüências de codificação, o polipeptídeo resultante produzido em tradução pode ser maior do que aquele previsto para a porção de fator de transcrição DOF.
Porções de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (ii) como definido acima são preferivelmente porções de um ácido nucleico como representado por qualquer um de: SEQ ID NO: 198, SEQ ID NO: 201, SEQ ID NO: 203, SEQ ID NO: 205, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 209, SEQ ID NO: 211, SEQ ID NO: 213, SEQ ID NO: 215, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 219 e SEQ ID NO: 221.
Porções de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (iii) como definido acima são preferivelmente porções de um ácido nucleico como representado por qualquer um de: SEQ ID NO: 226, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 236, SEQ ID NO: 238, SEQ ID NO: 240, SEQ ID NO: 242, SEQ ID NO: 244, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 248, SEQ ID NO: 250, SEQ ID NO: 252 e SEQ ID NO: 254.
Outra variante de um ácido nucleico/gene de fator de transcrição DOF é um ácido nucleico capaz de hibridizar em condições de estringência reduzida, preferivelmente em condições estringentes, com um ácido nucleico/gene de fator de transcrição DOF como definido acima, cuja seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo compreendendo característica (i) como segue e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem:
(i) em ordem crescente de preferência pelo menos 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e
(ii) em ordem crescente de preferência pelo menos 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200; ou
(iii) Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
Motivo II: DDPGIKLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
Adicionalmente característica (iii) acima pode compreender qualquer um, quaisquer dois ou todos os três dos seguintes motivos:
- Motivo III: SPTLGKHSRDE (SEQ ID NO: 231) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
- Motivo IV: LQANPAALSRSQNFQE (SEQ ID NO: 232) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
- Motivo V: KGEGCLWVPKTLRIDDPDEAAK SSIWTTL GIK (SEQ ID NO: 233) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas, três, quatro ou cinco mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
Preferivelmente, a seqüência hibridizante codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (ii) como definido acima é uma seqüência capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por qualquer um de: SEQ ID NO: 201, SEQ ID NO: 203, SEQ ID NO: 205, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 209, SEQ ID NO: 211, SEQ ID NO: 213, SEQ ID NO: 215, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 219 e SEQ ID NO: 221.
Preferivelmente, a seqüência hibridizante codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (iii) como definido acima é uma seqüência capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por qualquer um de: SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 236, SEQ ID NO: 238, SEQ ID NO: 240, SEQ ID NO: 242, SEQ ID NO: 244, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 248, SEQ ID NO: 250, SEQ ID NO: 252 e SEQ ID NO: 254.
O termo "hibridização" é como definido neste lugar na seção "Definições".
O polipeptídeo de fator de transcrição DOF pode ser codificado por uma variante de união alternativa. O termo "variante de união alternativa" é como definido na seção "Definições" neste lugar.
Variantes de união preferidas são variantes de união do ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo característica (i) como segue e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem: (i) em ordem crescente de preferência pelo menos 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e
(ii) em ordem crescente de preferência pelo menos 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQID NO: 200; ou
(iii) Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
Motivo II: DDPGDCLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
Variantes de união preferidas de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e
(ii) como definido acima são variantes de união de um ácido nucleico como representado por qualquer um de: SEQ ID NO: 201, SEQ ID NO: 203, SEQ ID NO: 205, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 209, SEQ ID NO: 211, SEQ ID
NO: 213, SEQ ID NO: 215, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 219 e SEQ ID NO: 221.
Variantes de união preferidas de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e
(iii) como definido acima são preferivelmente variantes de união de um ácido nucleico como representado por qualquer um de: SEQ ID NO: 234, SEQ ID
NO: 236, SEQ ID NO: 238, SEQ ID NO: 240, SEQ ID NO: 242, SEQ ID NO: 244, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 248, SEQ ID NO: 250, SEQ ID NO: 252 e SEQ ID NO: 254.
O polipeptídeo de fator de transcrição DOF também pode ser codificado por uma variante alélica, que também são definidas na seção "Definições" neste lugar.
Variantes alélicas preferidas são variantes alélicas do ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo característica (i) como segue e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem:
(i) em ordem crescente de preferência pelo menos 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e
(ii) em ordem crescente de preferência pelo menos 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% de identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200; ou
(iii) Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou
Motivo II: DDPGIKLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
Variantes alélicas preferidas de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (ii) como definido acima são variantes de união de um ácido nucleico como representado por qualquer um de: SEQ ID NO: 201, SEQ ID NO: 203, SEQ ID NO: 205, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 209, SEQ ID NO: 211, SEQ ID NO: 213, SEQ ID NO: 215, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 219 e SEQ ID NO: 221.
Variantes alélicas preferidas de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (iii) como definido acima são preferivelmente porções de um ácido nucleico como representado por qualquer um de: SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 236, SEQ ID NO: 238, SEQ ID NO: 240, SEQ ID NO: 242, SEQ ID NO: 244, SEQ LD NO: 246, SEQ ID NO: 248, SEQ ID NO: 250, SEQ ID NO: 252 e SEQ ID NO: 254.
Variantes adicionais de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF como definido acima podem ser geradas usando, por exemplo, mutagênese sítio dirigida como definido na seção "Definições" neste lugar.
Evolução direta (ou embaralhamento de gene) também pode ser usada para gerar variantes de ácidos nucleicos codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF. Veja seção "definições".
Polipeptídeos de fator de transcrição DOF são planta específicos. Ácidos nucleicos codificando os mesmos podem ser derivados de qualquer fonte natural ou artificial. O ácido nucleico ou variante deste pode ser modificado a partir de sua forma nativa em composição e/ou ambiente genômico através de manipulação humana deliberada. Preferivelmente o ácido nucleico de fator de transcrição DOF ou variante deste é de uma planta dicotiledônea, ainda preferivelmente da família Brassicaceae, mais preferivelmente o ácido nucleico é de Arabidopsis thaliana.
A expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF pode ser aumentada introduzindo uma modificação genética (preferivelmente no locus de um gene de fator de transcrição DOF). O locus de um gene como definido neste lugar é adotado para significar uma região genômica, a qual inclui o gene de interesse e 10 KB antes ou depois da região de codificação.
A modificação genética pode ser introduzida, por exemplo, por qualquer um (ou mais) dos seguintes métodos: ativação de T-DNA, TILLING e recombinação homóloga ou introduzindo e expressando em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF. Os métodos de ativação de T-DNA5 TILLING e recombinação homóloga são como definidos na seção "Definições" neste lugar. Seguindo introdução da modificação genética, segue uma etapa adicional de selecionar para expressão aumentada de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF5 cuja expressão aumentada gera plantas tendo produção aumentada.
Ativação de T-DNA e TILLING são exemplos de tecnologias que possibilitam a geração de novos alelos e variantes de fator de transcrição DOF.
Um método preferido para introduzir uma modificação genética (que neste caso não precisa ser no locus de um gene de fator de transcrição DOF) é introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF como definido acima. O ácido nucleico a ser introduzido em uma planta pode ser um ácido nucleico de comprimento completo ou pode ser uma porção ou uma seqüência hibridizante ou outra variante de ácido nucleico como definido acima.
Os métodos da invenção recorrem à expressão aumentada de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF. Métodos para aumentar expressão de genes ou produtos de gene são bem documentados na técnica e incluem, por exemplo, superexpressão dirigida por promotores apropriados, o uso de estimuladores de transcrição ou estimuladores de tradução. Ácidos nucleicos isolados que servem como elementos promotores ou estimuladores podem ser introduzidos em uma posição apropriada (tipicamente antes) de uma forma não heteróloga de um polinucleotídeo de forma a aumentar expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF. Por exemplo, promotores endógenos podem ser alterados in vivo por mutação, deleção, e/ou substituição (veja, Kmiec, Patente Norte-Americana No. 5.565.350; Zarling et ai., PCT/US93/03868), ou promotores isolados podem ser introduzidos em uma célula vegetal na orientação e distância apropriada de um gene da presente invenção de forma a controlar a expressão do gene.
Se expressão de polipeptídeo é desejada, geralmente é desejável incluir uma região de poliadenilação na extremidade 3' de uma região de codificação de polinucleotídeo. A região de poliadenilação pode ser derivada do gene natural, de uma variedade de outros genes vegetais, ou de T- DNA. A seqüência de extremidade 3' a ser adicionada pode ser derivada, por exemplo, dos genes de nopalina sintase ou octopina sintase, ou alternativamente de outro gene vegetal, ou menos preferivelmente de qualquer outro gene eucariótico.
Uma seqüência intrônica também pode ser adicionada à região 5' não traduzida ou à seqüência de codificação da seqüência de codificação parcial para aumentar a quantidade da mensagem madura que se acumula no citossol. Inclusão de um íntron processável na unidade de transcrição tanto em construções vegetais como animais mostrou aumentar expressão gênica tanto no nível de mRNA como protéico em até 1000 vezes (Buchman and Berg (1988) Mol. Cell biol. 8: 4395-4405; Callis et ai. (1987) Genes Dev 1:1183- 1200). Tal estimulação intrônica de expressão gênica tipicamente é maior quando localizada perto da extremidade 5' da unidade de transcrição. Uso dos íntrons de milho íntron Adh1-S 1, 2, e 6, o íntron Bronze-I são conhecidos na técnica. Para informação geral veja: The Maize Handbook, Capítulo 116, Freeling and Walbot, Eds., Springer, N.Y. (1994).
A invenção também fornece construções genéticas e vetores para facilitar introdução e/ou expressão das seqüências de nucleotídeos úteis nos métodos de acordo com a invenção.
Portanto, é fornecida uma construção gênica compreendendo:
(i) Um ácido nucleico ou variante deste codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF como definido acima;
(ii) Uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i); e opcionalmente
(iii) Uma seqüência de término de transcrição.
Construções úteis nos métodos de acordo com a presente invenção podem ser construídas usando tecnologia de DNA recombinante bem conhecida por pessoas versadas na técnica. As construções gênicas podem ser inseridas em vetores, que podem estar comercialmente disponíveis, adequados para transformar em plantas e adequados para expressão do gene de interesse nas células transformadas. A invenção portanto fornece uso de uma construção gênica como definido acima nos métodos da invenção.
Plantas são transformadas com um vetor compreendendo a seqüência de interesse (i.e., um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF). A seqüência de interesse é operavelmente ligada a uma ou mais seqüências de controle (pelo menos a um promotor). Os termos "elemento regulador", "seqüência de controle" e "promotor" são todos usados permutavelmente neste lugar e são definidos na seção "Definições" neste lugar.
Vantajosamente, qualquer tipo de promotor, quer natural ou sintético, pode ser usado para dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos.
De acordo com uma característica preferida da invenção, o ácido nucleico de fator de transcrição DOF ou variante deste é operavelmente ligado a um promotor constitutivo como definido na seção "Definições" neste lugar. O promotor constitutivo é preferivelmente um promotor G0S2, mais preferivelmente o promotor constitutivo é um promotor G0S2 de arroz, ainda preferivelmente o promotor constitutivo é representado por uma seqüência de ácidos nucleicos substancialmente similar a SEQ ID NO: 225, o mais preferivelmente o promotor constitutivo é como representado por SEQ ID NO: 225. É preferido o uso de um promotor constitutivo para dirigir expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (ii) como definido acima, i.e. pelo menos 60% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e pelo menos 70% de identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200.
Deve ser claro que a aplicabilidade da presente invenção não é restrita ao ácido nucleico de fator de transcrição DOF representado por SEQ ID NO: 198, nem é a aplicabilidade da invenção restrita a expressão de um ácido nucleico de fator de transcrição DOF quando dirigida por um promotor GOS2. Exemplos de outros promotores constitutivos que também podem ser usados para realizar os métodos da invenção são mostrados em Tabela 3 na seção "Definições" neste lugar.
De acordo com outra característica preferida da invenção, o ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF é operavelmente ligado a um promotor semente específico, i.e. um promotor que é expresso predominantemente em tecido de semente, mas que pode ter expressão residual em qualquer outro lugar na planta devido à expressão de promotor permeável. Ainda preferivelmente, o promotor semente específico é isolado de um gene codificando uma proteína de armazenamento de semente, especialmente um promotor endosperma específico. Mais preferivelmente o promotor endosperma específico é isolado de um gene de prolamina, tal como um promotor de prolamina RP6 de arroz (Wen et al., (1993) Plant physiol 101(3): 1115-6) como representado por SEQ ID NO: 258, ou um promotor de força similar e/ou um promotor com um padrão de expressão similar que o promotor de prolamina de arroz. Força similar e/ou padrão de expressão similar podem ser analisados, por exemplo, acoplando os promotores a um gene repórter e verificando a função do gene repórter em tecidos da planta. Um gene repórter bem conhecido é beta-glucuronidase e o corante colorimétrico GUS usado para visualizar atividade de beta-glucuronidase em tecido vegetal. O promotor de prolamina mostra forte expressão no endosperma, com permeabilidade em meristema, mais especificamente o meristema de broto e/ou centro de discriminação no meristema.
Preferido de acordo com a invenção é o uso de um promotor semente específico, especialmente um promotor endosperma específico, para dirigir expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo características (i) e (iii) como definido acima, i.e. pelo menos 60% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e Motivo I e/ou Motivo II.
Deve ser claro que a aplicabilidade da presente invenção não é restrita ao ácido nucleico de fator de transcrição DOF representado por SEQ ID NO: 226, nem é a aplicabilidade da invenção restrita a expressão de um ácido nucleico de fator de transcrição DOF quando dirigida por um promotor de prolamina.
Exemplos de promotores semente específicos são apresentados em Tabela 7 na seção "Definições" neste lugar, cujos promotores ou derivados destes são úteis para realizar os métodos da presente invenção.
Opcionalmente, uma ou mais seqüências terminadoras também podem ser usadas na construção introduzida em uma planta. O termo "terminador" é como definido na seção "Definições" neste lugar.
As construções genéticas da invenção podem incluir adicionalmente uma seqüência de origem de replicação que é requerida para manutenção e/ou replicação em um tipo celular específico. Um exemplo é quando uma construção genética é requerida ser mantida em uma célula bacteriana como um elemento genético epissomal (e.g. molécula de plasmídeo ou cosmídeo). Origens de replicação preferidas incluem, mas não são limitadas a, a fl-ori e colEl.
A construção genética pode compreender opcionalmente um gene marcador selecionável como definido neste lugar na seção "Definições".
A presente invenção também abrange plantas obteníveis pelos métodos de acordo com a presente invenção. A presente invenção portanto fornece plantas, partes vegetais ou células vegetais destas obteníveis pelo método de acordo com a presente invenção, cujas plantas ou partes ou células destas compreendem um ácido nucleico transgene (ou variante deste como definido acima) codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF.
A invenção também fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada em relação a plantas de controle adequadas, compreendendo introdução e expressão em uma planta de um ácido nucleico ou uma variante deste codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF.
Mais especificamente, a presente invenção fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada cujo método compreende:
(i) introduzir e expressar em uma planta, parte vegetal ou célula vegetal um ácido nucleico ou variante deste codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF; e
(ii) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
O ácido nucleico pode ser introduzido diretamente em uma célula vegetal ou na própria planta (incluindo introdução em um tecido, órgão ou qualquer outra parte de uma planta). De acordo com uma característica preferida da presente invenção, o ácido nucleico é preferivelmente introduzido em uma planta por transformação.
O termo "transformação" é como definido neste lugar na seção "Definições".
A presente invenção claramente se estende a qualquer célula vegetal ou planta produzida por qualquer dos métodos descritos neste lugar, e a todas as partes vegetais e propágulos destas. A presente invenção adicionalmente de estende para abranger a progênie de uma célula primária transformada ou transfectada, tecido, órgão ou planta inteira que foi produzida por qualquer dos métodos mencionados acima, o único requerimento sendo que a progênie exiba a(s) mesma(s) característica(s) genotípica(s) e/ou fenotípica(s) que aquelas produzidas pelo ancestral nos métodos de acordo com a invenção.
A invenção também inclui células hospedeiras contendo um ácido nucleico isolado ou variante deste codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF. Células hospedeiras preferidas de acordo com a invenção são células vegetais.
A invenção também se estende a partes aptas à colheita de uma planta tal como, mas não limitada a sementes, folhas, frutos, flores, caules, rizomas, tubérculos e bulbos. A invenção além disso se refere a produtos derivados, preferivelmente diretamente derivados, de uma parte apta à colheita de uma tal planta, tal como pelotas secas ou pós, óleo, gordura e ácidos graxos, amido ou proteínas.
A presente invenção também abrange uso de ácidos nucleicos ou variantes destes codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF e uso de polipeptídeos de fator de transcrição DOF para aumentar produção vegetal como definido acima nos métodos da invenção.
Ácidos nucleicos ou variantes destes codificando polipeptídeos de fator de transcrição DOF, ou polipeptídeos de fator de transcrição DOF, podem encontrar uso em programas de melhoramento nos quais é identificado um marcador de DNA que pode ser geneticamente ligado a um gene de fator de transcrição DOF ou variante deste. Os ácidos nucleicos/genes ou variantes destes, ou os polipeptídeos de fator de transcrição DOF podem ser usados para definir um marcador molecular. Este marcador de DNA ou proteína pode então ser usado em programas de melhoramento para selecionar plantas tendo produção aumentada como definido acima nos métodos da invenção.
Variantes alélicas de um ácido nucleico/gene de fator de transcrição DOF também podem encontrar uso em programas de melhoramento auxiliados por marcador. Tais programas de melhoramento algumas vezes requerem introdução de variação alélica por tratamento mutagênico das plantas, usando por exemplo mutagênese EMS; alternativamente, o programa pode começar com uma coleção de variantes alélicas de assim chamada origem "natural" causada não intencionalmente. Identificação de variantes alélicas então ocorre, por exemplo, por PCR. Isto é seguido por uma etapa para seleção de variantes alélicas superiores da seqüência em questão e que gera produção aumentada. Seleção tipicamente é realizada monitorando desempenho de crescimento de plantas contendo diferentes variantes alélicas da seqüência em questão. Desempenho de crescimento pode ser monitorado em uma casa de vegetação ou no campo. Etapas opcionais adicionais incluem cruzar plantas nas quais a variante alélica superior foi identificada com outra planta. Isto pode ser usado, por exemplo, para fazer uma combinação de características fenotípicas interessantes.
Um ácido nucleico ou variante deste codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF também pode ser usado como sondas para mapear geneticamente e fisicamente os genes dos quais eles são uma parte de, e como marcadores para características ligadas a estes genes. Tal informação pode ser útil em melhoramento vegetal a fim de desenvolver linhagens com fenótipos desejados. Tal uso de ácidos nucleicos de fator de transcrição DOF ou variantes destes requer apenas uma seqüência de ácidos nucleicos de pelo menos 15 nucleotídeos de comprimento. Os ácidos nucleicos de fator de transcrição DOF ou variantes destes podem ser usados como marcadores de polimorfismo de comprimento de fragmento de restrição (RFLP). Southern blots (Sambrook J, Fritsch EF and Maniatis T (1989) Molecular Cloning, A Laboratory Manual) de DNA genômico vegetal digerido por restrição podem ser sondados com os ácidos nucleicos de fator de transcrição DOF ou variantes destes. Os padrões de bandeamento resultantes então podem ser sujeitos a análises genéticas usando programas de computador tal como MapMaker (Lander et aí. (1987) Genomics 1: 174-181) a fim de construir um mapa genético. Em adição, os ácidos nucleicos podem ser usados para sondar Southern blots contendo DNAs genômicos tratados com endonuclease de restrição de um conjunto de indivíduos representando ancestral e progênie de um cruzamento genético definido. Segregação dos polimorfismos de DNA é observada e usada para calcular a posição do ácido nucleico de fator de transcrição DOF ou variante deste no mapa genético obtido previamente usando esta população (Botstein et al. (1980) Am. J. Hum. Genet. 32:314-331).
A produção e uso de sondas derivadas de gene vegetal para uso em mapeamento genético são descritos em Bematzky and Tanksley (1986) Plant Mol. Biol. Repórter 4: 37-41. Numerosas publicações descrevem mapeamento genético de clones de cDNA específicos usando a metodologia descrita acima ou variações desta. Por exemplo, populações de intercruzamento de F2, populações endocruzadas, populações cruzadas aleatoriamente, linhagens isogênicas próximas, e outros conjuntos de indivíduos podem ser usados para mapeamento. Tais metodologias são bem conhecidas por aqueles versados na técnica.
As sondas de ácido nucleico também podem ser usadas para mapeamento físico (i.e., localização de seqüências em mapas físicos; veja Hoheisel et al. In: Non-mammalian Genomic Analysis: A Practical Guide, Academic press 1996, pp. 319-346, e referências citadas aí).
Em outra forma de realização, as sondas de ácido nucleico podem ser usadas em mapeamento direto por hibridização in situ por fluorescência (FISH) (Trask (1991) Trends Genet. 7:149-154). Embora métodos atuais de mapeamento por FISH favoreçam uso de clones grandes (diversos kb a diversas centenas kb; veja Laan et al. (1995) Genome Res. 5:13-20), melhoramentos em sensibilidade podem permitir desempenho de mapeamento por FISH usando sondas menores.
Uma variedade de métodos baseados em amplificação de ácido nucleico para mapeamento genético e físico pode ser realizada usando os ácidos nucleicos. Exemplos incluem amplificação alelo específica (Kazazian (1989) J. Lab. Clin. Med 11:95-96), polimorfismo de fragmentos amplificados por PCR (CAPS; Sheffield et al. (1993) Genomics 16:325-332), ligação alelo específica (Landegren et al (1988) Science 241:1077-1080), reações de extensão de nucleotídeo (Sokolov (1990) Nucleic Acid Res. 18:3671), Mapeamento de Híbrido de Radiação (Walter et al. (1997) Nat. Genet. 7:22-28) e Mapeamento Apropriado (Dear and Cook (1989) Nucleic Acid Res. 17:6795-6807). Para estes métodos, a seqüência de um ácido nucleico é usada para projetar e produzir pares de iniciadores para uso na reação de amplificação ou em reações de extensão de iniciador. O projeto de tais iniciadores é bem conhecido por aqueles versados na técnica. Em métodos empregando mapeamento genético baseado em PCR, pode ser necessário identificar diferenças de seqüência de DNA entre os ancestrais do cruzamento de mapeamento na região correspondente à seqüência imediata de ácidos nucleicos. Isto, entretanto, geralmente não é necessário para métodos de mapeamento.
Os métodos de acordo com a presente invenção resultam em plantas tendo produção aumentada, como descrito acima. Esta produção aumentada também pode ser combinada com outras características economicamente vantajosas, tal como características adicionais que estimulam produção, tolerância a outros estresses abióticos e bióticos, características modificando vários atributos arquitetônicos e/ou atributos bioquímicos e/ou fisiológicos.
CKI de Descrição Detalhada Referência neste lugar a uma "redução" preferencial em expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta é adotada para significar uma redução ou eliminação substancial de expressão de um gene CKI endógeno (em tecido de endosperma) em relação a níveis de expressão de gene CKI endógeno encontrados em tecido de endosperma de plantas tipo selvagem. Esta redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno pode resultar em níveis protéicos de CKI e/ou atividade em tecido de endosperma de uma planta reduzidos ou substancialmente eliminados.
Referência neste lugar a um gene CKI "endógeno" não se refere apenas a genes CKI como encontrado em uma planta em sua forma natural (i.e., sem haver qualquer intervenção humana), mas também se refere a genes CKI isolados subseqüentemente introduzidos em uma planta. Por exemplo, uma planta transgênica contendo um transgene CKI pode encontrar uma redução ou eliminação substancial do transgene CKI e/ou uma redução ou eliminação substancial de um gene CKI endógeno (em tecido de endosperma).
Esta redução (ou eliminação substancial) de expressão de gene CKI endógeno pode ser atingida usando qualquer um ou mais de diversos métodos de silenciamento de genes bem conhecidos. "Silenciamento de genes" ou "diminuição" de expressão, como usado neste lugar, se refere a uma redução ou à eliminação substancial de expressão gênica de CKI e/ou níveis de polipeptídeo CKI e/ou atividade de polipeptídeo CKL
Um tal método para redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno é regulação negativa mediada por RNA de expressão gênica (silenciamento de RNA). Silenciamento neste caso é desencadeado em uma planta por uma molécula de RNA de dupla fita (dsRNA) que é substancialmente homóloga a um gene CKI alvo. Este dsRNA é adicionalmente processado pela planta em cerca de 21 a cerca de 26 nucleotídeos chamado RNAs de baixa interferência (siRNAs). Estes siRNAs são incorporados em um complexo de silenciamento induzido por (RISC) que cliva o mRNA de um gene CKI alvo, com isso reduzindo ou substancialmente eliminando o número de mRNAs de CKI a serem traduzidos em uma proteína CKL
Um exemplo de um método de silenciamento de RNA envolve a introdução de seqüências de codificação ou partes destas em uma orientação sentido em uma planta. "Orientação sentido" se refere a DNA que é homólogo a um transcrito de mRNA deste. Deve ser introduzido em uma planta portanto pelo menos uma cópia adicional (completa ou em parte) de um gene CKI já presente na planta hospedeira. O gene adicional, ou parte deste, irá silenciar um gene CKI endógeno, gerando um fenômeno conhecido como co-supressão. A redução de expressão gênica de CKI será mais pronunciada se diversas cópias adicionais são introduzidas na planta, pois existe uma correlação positiva entre altos níveis de transcritos e o desencadeamento de co-supressão.
Outro exemplo de um método de silenciamento de RNA envolve o uso de seqüências de ácidos nucleicos CKI anti-sentido. Um ácido nucleico "anti-sentido" compreende uma seqüência de nucleotídeos que é complementar a um ácido nucleico "sentido" codificando uma proteína, e.g., complementar à fita de codificação de uma molécula de cDNA dupla fita ou complementar a uma seqüência de mRNA. Por conseguinte, um ácido nucleico anti-sentido pode ser ligado por ponte de hidrogênio a um ácido nucleico sentido. O ácido nucleico anti-sentido pode ser complementar a uma fita de codificação inteira de CKI ou apenas a uma porção desta. A molécula de ácido nucleico anti-sentido pode ser anti-sentido para uma "região de codificação" ou anti-sentido para uma "região não codificante" da fita de codificação de uma seqüência de nucleotídeos codificando CKL O termo "região de codificação" se refere à região da seqüência de nucleotídeos compreendendo códons que são traduzidos em resíduos de aminoácidos. O termo "região não codificante" se refere a seqüências 5' e 3' que flanqueiam a região de codificação que não são traduzidas em aminoácidos (i.e., também referidas como regiões 5' e 3' não traduzidas).
Ácidos nucleicos anti-sentido podem ser projetados de acordo com as regras de pareamento de bases de Watson e Crick. A molécula de ácido nucleico anti-sentido pode ser complementar à região de codificação inteira de mRNA de CKI, mas é preferivelmente um oligonucleotídeo que é anti-sentido para apenas uma porção da região de codificação ou não codificante de mRNA de CKI. Por exemplo, o oligonucleotídeo anti-sentido pode ser complementar à região ao redor do sítio de início de tradução de mRNA de CKI. O comprimento de um oligonucleotídeo anti-sentido adequado deve ser conhecido na técnica e pode começar de cerca de 20 nucleotídeos de comprimento ou menos. Um ácido nucleico anti-sentido da invenção pode ser construído usando síntese química e reações de ligação enzimática usando procedimentos conhecidos na técnica. Por exemplo, um ácido nucleico anti-sentido (e.g., um oligonucleotídeo anti-sentido) pode ser quimicamente sintetizado usando nucleotídeos naturalmente ocorrentes ou nucleotídeos variadamente modificados projetados para aumentar a estabilidade biológica das moléculas ou para aumentar a estabilidade física do duplex formado entre os ácidos nucleicos anti-sentido e sentido, e.g., derivados de fosforotioato e nucleotídeos de acridina substituídos podem ser usados. Exemplos de nucleotídeos modificados que podem ser usados para gerar o ácido nucleico anti-sentido são bem conhecidos na técnica.
Outras modificações de nucleotídeos conhecidas incluem metilação, ciclização e 'caps' e substituição de um ou mais dos nucleotídeos naturalmente ocorrentes por um análogo tal como inosina. Outras modificações de nucleotídeos são bem conhecidas por uma pessoa versada na técnica. Alternativamente, o ácido nucleico anti-sentido pode ser produzido biologicamente usando um vetor de expressão no qual um ácido nucleico foi subclonado em uma orientação anti-sentido (i. e., RNA transcrito do ácido nucleico inserido será de uma orientação anti-sentido para um ácido nucleico alvo de interesse, descrito posteriormente na subseção seguinte). Preferivelmente, produção de ácidos nucleicos anti-sentido em plantas ocorre por meio de um transgene estavelmente integrado compreendendo um promotor operativo para expressão preferencial em plantas com tecido de endosperma, um oligonucleotídeo anti-sentido, e um terminador.
Um método preferido para redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno através de silenciamento de RNA é usando um vetor de expressão no qual um gene CKI ou fragmento deste foi clonado como uma repetição invertida (em parte ou completamente), separado por um espaçador (DNA não codificante). Depois de transcrição da repetição invertida, um RNA quimérico de CKI com uma estrutura autocomplementar é formado (parcial ou completo). Esta estrutura de RNA dupla fita é referida como o RNA de estrutura em grampo (hpRNA). O hpRNA é processado pela planta em siRNAs que são incorporados em um RISC. O RISC posteriormente cliva o mRNA de um gene CKI alvo, com isso reduzindo ou substancialmente eliminando o número de mRNAs de CKI a serem traduzidos em uma proteína CKL Veja por exemplo, Grierson et ai. (1998) WO 98/53083; Waterhouse et al (1999) WO 99/53050).
As moléculas de ácidos nucleicos usadas para silenciamento nos métodos da invenção (quer introduzidas em uma planta ou geradas in situ) hibridizam com ou se ligam a mRNA celular e/ou DNA genômico codificando uma proteína CKI para com isso inibir expressão da proteína, e.g., inibindo transcrição e/ou tradução. A hibridização pode ser por complementaridade convencional de nucleotídeos para formar um duplex estável, ou, por exemplo, no caso de uma molécula de ácido nucleico anti- sentido que se liga a duplexes de DNA, através de interações específicas na principal fenda da dupla hélice. Moléculas de ácido nucleico anti-sentido podem ser introduzidas em uma planta por transformação ou injeção direta em um sítio de tecido específico. Alternativamente, moléculas de ácido nucleico anti-sentido podem ser modificadas para direcionar células selecionadas e então sistematicamente administradas. Por exemplo, para administração sistêmica, moléculas anti-sentido podem ser modificadas de forma que elas se liguem especificamente a receptores ou antígenos expressos em uma superfície celular selecionada, e.g., ligando as moléculas de ácido nucleico anti-sentido a peptídeos ou anticorpos que se ligam a receptores ou antígenos de superfície celular. As moléculas de ácido nucleico anti-sentido também podem ser liberadas para células usando os vetores descritos neste lugar.
De acordo com um aspecto adicional, o ácido nucleico anti- sentido é uma molécula de ácido nucleico a-anomérica. Uma molécula de ácido nucleico a-anomérica forma híbridos dupla fita específicos com RNA complementar nos quais, ao contrário das unidades b usuais, as fitas correm paralelas uma a outra (Gaultier et ai. (1987) Nucleic Aeids. Res. 15:6625- 6641). A molécula de ácido nucleico anti-sentido também pode compreender um 2'-o-metilribonucleotídeo (Inoue et ai. (1987) Nueleie Aeids Res. 15:6131- 6148) ou um análogo quimérico de RNA-DNA (Inoue et al. (1987) FEBS Lett. 215:327-330).
Em ainda outra forma de realização, um ácido nucleico anti- sentido da invenção é uma ribozima. Ribozimas são moléculas catalíticas de RNA com atividade de ribonuclease que são capazes de clivar um ácido nucleico de fita simples, tal como um mRNA, ao qual eles têm uma região complementar. Assim, ribozimas (e.g., ribozimas cabeça-de-martelo (descritas em Haselhoff and Gerlach (1988) Nature 334:585-591)) podem ser usadas para clivar cataliticamente transcritos de mRNA de CKI para com isso inibir tradução de mRNA de CKL Uma ribozima tendo especificidade para um ácido nucleico codificando CKI pode ser projetada baseado na seqüência de nucleotídeos de um cDNA de CKL Por exemplo, pode ser construído um derivado de um RNA de Tetrahymena L-19 LVS no qual a seqüência de nucleotídeos do sítio ativo é complementar à seqüência de nucleotídeos a ser clivada em um mRNA codificando CKL Veja5 e.g., Cech et ai. Patente Norte- Americana No. 4.987.071; e Cech et ai. Patente Norte-Americana No. 5.116.742. Alternativamente, mRNA de CKI pode ser usado para selecionar um RNA catalítico tendo uma atividade específica de ribonuclease a partir de um conjunto de moléculas de RNA. Veja, e.g., Bartel, D. and Szostak, J.W. (1993) Science 261:1411-1418. O uso de ribozimas para silenciamento de genes em plantas é conhecido na técnica (e.g., Atkins et al. (1994) WO 94/00012; Lenne et al. (1995) WO 95/03404; Lutziger et al. (2000) WO 00/00619; Prinsen et al. (1997) WO 97/13865 e Scott et al. (1997) WO 97/38116).
Silenciamento de genes também pode ser atingido por mutagênese por inserção (por exemplo, inserção de T-DNA ou inserção de transposon) ou por estratégias de silenciamento de genes como descrito por, entre outros, Angell and Baulcombe 1998 (Amplicon VIGS WO 98/36083); Baulcombe (WO 99/15682).
Silenciamento de genes também pode ocorrer se existe uma mutação no gene CKI endógeno e/ou uma mutação em um gene CKI isolado subseqüentemente introduzido em uma planta. A redução ou eliminação substancial de expressão de CKI pode ser causada por um CKI não funcional. CKI se liga tanto a CDK como ciclinas (Verkest et al., (2005) Plant Cell 17: 1723-1736). Por exemplo, mutação do sítio de ligação de ciclina dentro de um CKI, sustenta um CKI que ainda pode se ligar a um CDK mas que não pode inibir o complexo ativo de CDK-ciclina.
Uma abordagem adicional para silenciamento de genes é direcionando seqüências de nucleotídeos complementares à região reguladora do CKI (e.g., o promotor e/ou estimuladores de CKI) para formar estruturas de tripla hélice que previnem transcrição do gene CKI em células alvo. Veja Helene, C. (1991) Anticancer Drug Des. 6(6): 569-84; Helene, C. et al. (1992) Ann. N.Y. Aead. Sei. 660:21-36-, and Maher, LJ. (1992) Bioassays 14(12): 807-15.
São descritos acima exemplos de vários métodos para silenciamento de genes (para a redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno). Os métodos da invenção se baseiam na redução preferencial de expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta. Uma pessoa versada na técnica deve ser prontamente capaz de adaptar os métodos mencionados acima para silenciamento de forma a atingir silenciamento preferencial de genes em tecido de endosperma, através do uso de um promotor apropriado, por exemplo.
Deve ser observado que a essência da presente invenção reside nos resultados vantajosos e surpreendentes encontrados mediante redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta, e não é limitada a qualquer método particular para tal redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno. Outros tais métodos serão conhecidos pelo homem versado.
Para desempenho ótimo, as técnicas de silenciamento de genes usadas para a redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno requerem o uso de seqüências de ácidos nucleicos CKI de plantas monocotiledôneas para transformação em plantas monocotiledôneas. Preferivelmente, um ácido nucleico de CKI de qualquer espécie vegetal dada é introduzido naquela mesma espécie. Por exemplo, um ácido nucleico de CKI de arroz (seja ele uma seqüência CKI de comprimento completo ou um fragmento) é transformado em uma planta de arroz. O ácido nucleico CKI não precisa ser introduzido na mesma variedade de planta.
Referência neste lugar a um "gene CKI" ou um ácido nucleico de CKI" é adotada para significar uma forma polimérica de um desoxiribonucleotídeo ou um polímero de ribonucleotídeo de qualquer comprimento, ou de dupla fita ou fita simples, ou análogos destes, que têm as características essenciais de um ribonucleotídeo natural com as quais eles podem hibridizar com ácidos nucleicos de uma maneira similar a polinucleotídeos naturalmente ocorrentes. Um "gene CKI" ou um ácido nucleico de CKI" se refere a um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de um gene codificando CKI para realizar silenciamento de genes; isto pode ser tão pouco quanto 20 ou menos nucleotídeos. Um gene codificando uma proteína (funcional) não é um requerimento para os vários métodos discutidos acima para a redução ou eliminação substancial de expressão de um gene CKI endógeno.
Os métodos da invenção podem ser realizados usando um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de um gene/ácido nucleico CKI, o que pode consistir de 20 ou menos nucleotídeos, o que pode ser de qualquer parte do gene/ácido nucleico CKI, tal como a extremidade 3' da região de codificação que é bem conservada dentro da família de genes CKI.
Genes CKI são bem conhecidos na técnica e úteis nos métodos da invenção são nucleotídeos substancialmente contíguos de qualquer dos genes/ácidos nucleicos CKI vegetais descritos em pedido de patente Internacional publicado WO 2005/007829 no nome de Monsanto Technology LLC e Pedidos de patente Internacional publicados, WO 02/28893 e WO 99/14331 no nome de CropDesign N.V, cujos genes/seqüências de nucleotídeos CKI são incorporados neste lugar como se completamente expostos.
Outros genes/seqüências de ácidos nucleicos CKI também podem ser usados nos métodos da invenção, e podem ser prontamente identificados por uma pessoa versada na técnica. Polipeptídeos CKI podem ser identificados pela presença de um ou mais de diversas características bem conhecidas (veja abaixo). Mediante identificação de um polipeptídeo CKI, uma pessoa versada na técnica pode facilmente derivar, usando técnicas de rotina, a seqüência de ácidos nucleicos de codificação correspondente e usar um comprimento suficiente de nucleotídeos contíguos da mesma para realizar qualquer um ou mais dos métodos de silenciamento de genes descritos acima (para a redução ou eliminação substancial de expressão de um gene CKI endógeno, no endosperma).
Uma característica diferenciada de um polipeptídeo CKI é uma região C-terminal compreendendo entre cerca de 40 e cerca de 55 aminoácidos altamente conservados. Como uma orientação, polipeptídeos compreendendo em ordem crescente de preferência pelo menos 50%, 51%, 52%, 53%, 54%, 55%, 56%, 57%, 58%, 59%, 60%, 61%, 62%, 63%, 64%, 65%, 66%, 67%, 68%, 69%, 70%, 71%, 72%, 73%, 74%, 75%, 76%, 77%, 78%, 79%, 80%, 81%, 82%, 83%, 84%, 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99% de identidade com a região C-terminal de um CKI como representado por SEQ ID NO: 262 podem ser considerados como sendo homólogos de CKI. Uma pessoa versada na técnica pode facilmente derivar o ácido nucleico correspondente codificando tais homólogos, e usar um comprimento suficiente de nucleotídeos contíguos do mesmo para realizar qualquer um ou mais dos métodos de silenciamento de genes descritos acima (para a redução ou eliminação substancial de expressão de um gene CKI endógeno).
Uma pessoa versada na técnica estará ciente do que é pretendido por um "C-terminal" de uma proteína; para os propósitos deste pedido, a região C-terminal de um CKI pode ser considerada como sendo a segunda metade (de N-terminal para C-terminal) de um polipeptídeo CKI de comprimento completo.
Homólogos, como definido acima, i.e. polipeptídeos compreendendo pelo menos 50% de identidade com a região C-terminal de um CKI como representado por SEQ ID NO: 262, podem ser prontamente identificados usando técnicas de rotina bem conhecidas na técnica, tal como por alinhamento de seqüências. Métodos para o alinhamento de seqüências para comparação são bem conhecidos na técnica, tais métodos incluem GAP, BESTFIT, BLAST, FASTA e TFASTA. GAP usa o algoritmo de Needleman and Wunsch ((1970) J Mol Biol 48: 443-453) para encontrar o alinhamento de duas seqüências completas que maximiza o número de identidades e minimiza o número de lacunas. O algoritmo BLAST (Altschul et al. (1990) J Mol Biol 215: 403-10) calcula identidade de seqüência percentual e realiza uma análise estatística da similaridade entre as duas seqüências. O aplicativo computacional para realizar análise BLAST está publicamente disponível através de National Centre for Biotechnology Information. Seqüências homólogas podem ser prontamente identificadas usando, por exemplo, o algoritmo de alinhamento de múltiplas seqüências ClustalW (versão 1.83) disponível em http://clustalw.genome.jp/sit-bin/nph-ClustalW, com os parâmetros padrão de alinhamento pareado, e um método de pontuação em porcentagem. Edição manual secundária pode ser realizada para otimizar alinhamento entre motivos conservados (veja abaixo), como deve ser perceptível para uma pessoa versada na técnica.
Polipeptídeos CKI vegetais também podem ser identificados pela presença de certos motivos conservados (veja Tabela 12 abaixo). A presença destes motivos conservados pode ser identificada usando métodos para o alinhamento de seqüências para comparação como descrito acima. Em algumas instâncias, os parâmetros padrão podem ser ajustados para modificar a estringência da busca. Por exemplo usando BLAST, o limiar de significância estatística (chamado valor "esperado") para relatar identidades contra seqüências de banco de dados pode ser aumentado para mostrar identidades menos estringentes. Desta maneira, identidades curtas praticamente exatas podem ser identificadas. Mediante identificação de um polipeptídeo CKI pela presença destes motivos, uma pessoa versada na técnica pode facilmente derivar o ácido nucleico correspondente codificando o polipeptídeo compreendendo os motivos relevantes, e usar um comprimento suficiente de nucleotídeos contíguos dos mesmos para realizar qualquer um ou mais dos métodos de silenciamento de genes descritos acima (para a redução ou eliminação substancial de expressão de um gene CKI endógeno).
Tipicamente, a presença de pelo menos um dos motivos 1 a 5 (por exemplo motivo 2 é particularmente bem conservado) deve ser suficiente para identificar qualquer seqüência de consulta como um CKI, entretanto para certeza aumentada, a presença de pelo menos Motivos 1, 2 e 3 é preferida. A seqüência consenso fornecida é baseada nas seqüências apresentadas em Tabela 12 abaixo. Uma pessoa versada na técnica deve estar bem ciente de que a seqüência consenso pode variar de alguma maneira se seqüências adicionais ou diferentes foram usadas para comparação.
Motivo 1:FXXKYNFD (SEQ ID NO: 261), caracterizado pelo fato de que X é qualquer aminoácido
Motivo 2: [P/L]LXGRYEW (SEQ ID NO: 262), caracterizado pelo fato de que X é qualquer aminoácido e [P/L] significa que ou uma prolina ou uma leucina aparecem na posição indicada
Motivo 3: EXE[D/E]FFXXXE (SEQ ID NO: 263), caracterizado pelo fato de que X é qualquer aminoácido e [D/E] significa que ou um aspartato ou um glutamato aparecem na posição indicada
Motivo 4: YXQLRSRR (SEQ ID NO: 264), caracterizado pelo fato de que X é qualquer aminoácido
Motivo 5: MGKY[M/I][K/R]KX[K/R] (SEQ ID NO: 265), caracterizado pelo fato de que X é qualquer aminoácido, [M/I] significa que ou uma metionina ou uma isoleucina aparecem na posição indicada, e [K/R] significa que ou uma lisina ou uma arginina aparecem na posição indicada
Motivo 6: SXGVRTRA (SEQ ID NO: 266), caracterizado pelo fato de que X é qualquer aminoácido
Motivos 1, 2, e 3 são tipicamente encontrados na região carboxil-terminal de proteínas CKI vegetais. Acredita-se que esta região esteja envolvida na interação de CKIs tanto com CDKs como ciclinas (Chen et al. (1996) MolCellBiol 16, 4673-4682, Matsuoka et al. (1995) Genes Dev. 9, 650-662, e Nakayama and Nakayama (1998) Bioessays 20, 1020-1029). Motivos 4, 5, e 6 são tipicamente encontrados na região amino-terminal de proteínas CKI vegetais.
Proteínas CKI de plantas monocotiledôneas, particularmente arroz, são caracterizadas por extensivos trechos α-helicoidais especialmente entre motivos 5 e 6 e entre motivos 6 e 4.
Tabela 12. Motivos conservados em proteínas CKI vegetais. CKI1 a CKI7 denotam CKIs de Arabidopsis thaliana. Os: Oryza sativa, Zm: Zea mays, Sb: Sorghum bicolor
<table>table see original document page 175</column></row><table> <table>table see original document page 176</column></row><table>
Em adição às características mencionadas acima, uma proteína CKI também pode compreender qualquer um ou mais dos seguintes: uma caixa Cy, uma seqüência de localização nuclear e uma seqüência PEST.
O termo "Caixa Cy" se refere a uma seqüência de aminoácidos de cerca de 5 resíduos de aminoácidos de comprimento tendo a seqüência consenso RXHuF, caracterizada pelo fato de que X é qualquer aminoácido e Hu é um aminoácido não carregado hidrofóbico, tal como Μ, I, L ou V. Caixas Cy tipicamente estão envolvidas na interação de CKIs com ciclinas.
A "seqüência de localização nuclear" se refere a uma seqüência de aminoácidos de cerca de 4-20 resíduos de aminoácidos de comprimento, que serve para dirigir uma proteína para o núcleo. Tipicamente, a seqüência de localização nuclear é rica em aminoácidos básicos, tal como arginina (R) e lisina (K). Sinais de localização nuclear são descritos em, por exemplo, Gorlich D. (1998) EMBO 5.17:2721-7. A proteína Os CKI4 compreende múltiplas seqüências de localização nuclear.
Uma "seqüência PEST" se refere a uma seqüência de aminoácidos que é enriquecida nos resíduos de aminoácidos prolina (P), glutamato (E), serina (S) e treonina (T) e que está presente em proteínas com uma alta taxa de renovação proteolítica. Seqüências PEST são descritas em, por exemplo, Rogers et al. (1986) Science 234, 364-368.
Os vários domínios estruturais em uma proteína CKI podem ser identificados usando bancos de dados especializados e.g. SMART (Schultz et al. (1998) Proc. Natl. Acad. Sei. USA 95, 5857-5864; Letunic et al. (2002) Nucleic Acids Res 30, 242-244; http://smart.embl-heidelberg.de/), InterPro (Mulder et al., (2003) Nucl. Acids. Res. 31, 315-318; http://www.ebi.ac.ukyinterpro/), Prosite (Bucher and Bairoch (1994), A generalized profile syntax for biomolecular sequences motifs and its fiinction in automatic sequence interpretation. (In) ISMB-94; Proceedings 2nd International Conference on Intelligent Systems for Molecular Biology. Altman R., Brutlag D., Karp P., Lathrop R., Searls D., Eds., pp53-61, AAAIPress, Menlo Park; Hulo et al., Nucl. Acids. Res. 32:D134-D137, (2004), http://www.expasy.org/prosite/) ou Pfam (Bateman et al., Nucleic Acids Research 30(1): 276-280 (2002),
http://www.sanger.ac.uk/Software/Pfam/).
Além disso, uma proteína CKI também pode ser identificável por sua capacidade de inibir a atividade de uma Quinase Dependente de Ciclina (CDK), e.g., uma CDK vegetal. CDKs são um grupo de quinases de serina/treonina que regulam a progressão do ciclo celular em eucariotos, e.g., plantas. CDKs tipicamente são complexadas com ciclinas formando um complexo enzimático, CDK sendo a subunidade catalítica e ciclina sendo a subunidade reguladora do complexo enzimático (Wang, H. (1997) The Plant Journal 15(4): 501-510).
Portanto mediante identificação de um polipeptídeo CKI usando uma ou diversas das características descritas acima, uma pessoa versada na técnica pode facilmente derivar o ácido nucleico correspondente codificando o polipeptídeo, e usar um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos do mesmo para realizar qualquer um ou mais dos métodos de silenciamento de genes descritos acima (para a redução ou eliminação substancial de expressão de um gene CKI endógeno).
Preferido para uso nos métodos da invenção é um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de SEQ ID NO: 267 (OsCKI4), ou o uso de um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de uma seqüência de ácidos nucleicos codificando um ortólogo ou parálogo de OsCKI4 (SEQ ID NO: 267). Exemplos de tais ortólogos e parálogos de OsCKI4 são fornecidos em
Tabela 13 abaixo.
Ortólogos e parálogos são homólogos que abrangem conceitos evolutivos usados para descrever relações ancestrais de genes. Parálogos são genes dentro da mesma espécie que se originaram através de duplicação de um gene ancestral e ortólogos são genes de organismos diferentes que se originaram através de especiação.
Ortólogos em, por exemplo, espécies de plantas monocotiledôneas podem ser facilmente encontrados realizando uma assim chamada busca blast recíproca. Isto pode ser feito por um primeiro blast envolvendo blasting uma seqüência de consulta (por exemplo, SEQ ID NO: 267 ou SEQ ID NO: 268) contra qualquer banco de dados de seqüências, tal como o banco de dados NCBI publicamente disponível que pode ser encontrado em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov. BLASTN ou TBLASTX (usando valores pré-determinados padrão) podem ser usados quando iniciando a partir de uma seqüência de nucleotídeos e BLASTP ou TBLASTN (usando valores pré-determinados padrão) podem ser usados quando iniciando a partir de uma seqüência de proteínas. Os resultados de BLAST opcionalmente podem ser filtrados. As seqüências de comprimento completo ou dos resultados filtrados ou resultados não filtrados são então BLASTed de volta (segundo BLAST) contra seqüências do organismo do qual a seqüência de consulta é derivada (onde a seqüência de consulta é SEQ ID NO: 267 ou SEQ ID NO: 268 o segundo blast portanto deve ser contra seqüências de arroz). Os resultados do primeiro e segundo BLASTs são então comparados. Um parálogo é identificado se um acerto de alto ranqueamento do segundo blast é da mesma espécie de qual a seqüência de consulta é derivada; um ortólogo é identificado se um acerto de alto ranqueamento não é da mesma espécie de qual a seqüência de consulta é derivada. Acertos de alto ranqueamento são aqueles tendo um baixo valor E. Quanto menor o valor E, mais significante é o escore (ou em outras palavras menor a chance de que o acerto tenha sido encontrado ao acaso). Computação do valor E é bem conhecida na técnica. No caso de famílias grandes, ClustalW pode ser usado, seguido por uma árvore de agrupamento de vizinhos, para ajudar a visualizar agrupamento de genes relacionados e para identificar ortólogos e parálogos.
Tabela 13 Ortólogos e parálogos de OsCKI4 (SEQ ID NO: 267 e 268)
<table>table see original document page 179</column></row><table>
A fonte dos nucleotídeos substancialmente contíguos de um gene/ácido nucleico CKI pode ser qualquer fonte vegetal ou fonte artificial.
Para desempenho ótimo, as técnicas de silenciamento de genes usadas para a redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno requerem o uso de seqüências CKI de plantas monocotiledôneas para transformação em plantas monocotiledôneas. Preferivelmente, seqüências CKI da família Poaceae são transformadas em plantas da família Poaceae.
Ainda preferivelmente, um ácido nucleico de CKI de arroz (seja ele uma seqüência CKI de comprimento completo ou um fragmento) é transformado em uma planta de arroz. O ácido nucleico CKI não precisa ser introduzido na mesma variedade de planta. Mais preferivelmente, o ácido nucleico CKI de arroz é um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de SEQ ID NO: 267 (OsCKI4) ou um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de uma seqüência de ácidos nucleicos codificando um ortólogo ou parálogo de OsCKI4 (SEQ ID NO: 267). Como mencionado acima, uma pessoa versada na técnica deve estar bem ciente do que deve constituir um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos para realizar qualquer dos métodos de silenciamento de genes definidos acima, isto pode ser tão pouco quanto 20 ou menos nucleotídeos substancialmente contíguos em alguns casos.
A invenção também fornece construções genéticas e vetores para facilitar introdução e/ou expressão das seqüências de nucleotídeos úteis nos métodos de acordo com a invenção.
Portanto, é fornecida uma construção gênica compreendendo uma ou mais seqüências de controle capaz de dirigir preferencialmente expressão de uma seqüência de ácidos nucleicos CKI sentido e/ou anti-sentido em tecido de endosperma de planta de forma a silenciar um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta; e opcionalmente uma seqüência de término de transcrição.
Uma construção preferida para silenciamento de genes é uma compreendendo uma repetição invertida de um gene CKI ou fragmento deste, preferivelmente capaz de formar uma estrutura em grampo, cuja repetição invertida está sob o controle de um promotor endosperma específico.
Construções úteis nos métodos de acordo com a presente invenção podem ser construídas usando tecnologia de DNA recombinante bem conhecida por pessoas versadas na técnica. As construções gênicas podem ser inseridas em vetores, que podem estar comercialmente disponíveis, adequados para transformar em plantas e adequados para expressão do gene de interesse nas células transformadas. A invenção portanto fornece uso de uma construção gênica como definido acima nos métodos da invenção.
A seqüência de interesse é operavelmente ligada a uma ou mais seqüências de controle (pelo menos a um promotor) capaz de aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta. Os termos "elemento regulador", "seqüência de controle" e "promotor" são todos usados permutavelmente neste lugar e são definidos na seção "Definições" neste lugar.
Um promotor endosperma específico se refere a qualquer promotor capaz de dirigir preferencialmente expressão do gene de interesse em tecido de endosperma. Referência neste lugar a dirigir "preferencialmente" expressão em tecido de endosperma é adotada para significar dirigir expressão de qualquer seqüência operavelmente ligada a este em tecido de endosperma substancialmente para a exclusão de dirigir expressão em qualquer outro lugar na planta, sem considerar qualquer expressão residual devido à expressão de promotor permeável. Por exemplo, o promotor de prolamina mostra forte expressão no endosperma, com permeabilidade em meristema, mais especificamente o meristema de broto e/ou centro de discriminação no meristema.
Preferivelmente, o promotor endosperma específico é um promotor isolado de um gene de prolamina, tal como um promotor de prolamina RP6 de arroz (Wen et ai., (1993) Plant physiol 101(3): 1115-6) como representado por SEQ ID NO: 281 ou um promotor de força similar e/ou um promotor com um padrão de expressão similar que o promotor de prolamina de arroz. Força similar e/ou padrão de expressão similar podem ser analisados, por exemplo, acoplando os promotores a um gene repórter e verificando a função do gene repórter em tecidos da planta. Um gene repórter bem conhecido é beta-glucuronidase e o corante colorimétrico GUS usado para visualizar atividade de beta-glucuronidase em tecido vegetal. Exemplos de outros promotores endosperma específicos que também podem ser usados para realizar os métodos da invenção são mostrados em Tabela 6 na seção "Definições" neste lugar.
Opcionalmente, uma ou mais seqüências terminadoras também podem ser usadas na construção introduzida em uma planta. O termo "terminador" é como definido neste lugar na seção "Definições". As construções genéticas da invenção podem incluir adicionalmente uma seqüência de origem de replicação que é requerida para manutenção e/ou replicação em um tipo celular específico. Um exemplo é quando uma construção genética é requerida ser mantida em uma célula bacteriana como um elemento genético epissomal (e.g. molécula de plasmídeo ou cosmídeo). Origens de replicação preferidas incluem, mas não são limitadas a, a fl-ori e colE1.
A construção genética pode compreender opcionalmente um gene marcador selecionável como definido neste lugar na seção "Definições".
A presente invenção também abrange plantas incluindo partes vegetais obteníveis pelos métodos de acordo com a presente invenção tendo produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas e que têm expressão reduzida ou substancialmente eliminada de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de planta.
A invenção também fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas, cujas plantas transgênicas têm expressão reduzida ou substancialmente eliminada de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de planta.
Mais especificamente, a presente invenção fornece um método para a produção de plantas transgênicas tendo produção aumentada de sementes cujo método compreende:
(i) introduzir e expressar em uma planta, parte vegetal ou célula vegetal a construção gênica compreendendo uma ou mais seqüências de controle capaz de dirigir preferencialmente expressão de uma seqüência de ácidos nucleicos CKI sentido e/ou anti-sentido em tecido de endosperma de planta de forma a silenciar um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta; e
(ii) cultivar a planta, parte vegetal ou célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
Preferivelmente, a construção introduzida em uma planta é uma compreendendo uma repetição invertida (em parte ou completa) de um gene CKI ou fragmento deste, preferivelmente capaz de formar uma estrutura em grampo.
De acordo com uma característica preferida da presente invenção, a construção é introduzida em uma planta por transformação.
O termo "transformação" é como definido na seção "Definições" neste lugar.
A presente invenção claramente se estende a qualquer célula vegetal ou planta produzida por qualquer dos métodos descritos neste lugar, e a todas partes vegetais e propágulos destas. A presente invenção adicionalmente de estende para abranger a progênie de uma célula primária transformada ou transfectada, tecido, órgão ou planta inteira que foi produzida por qualquer of os métodos mencionados acima, o único requerimento sendo que a progênie exiba a(s) mesma(s) característica(s) genotípica(s) e/ou fenotípica(s) que aquelas produzidas pelo ancestral nos métodos de acordo com a invenção.
A invenção também se estende a partes aptas à colheita de uma planta tal como sementes e produtos derivados, preferivelmente diretamente derivados, de uma parte apta à colheita de uma tal planta, tal como pelotas secas ou pós, óleo, gordura e ácidos graxos, amido ou proteínas.
A presente invenção também abrange uso de ácidos nucleicos CKI para a redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno em tecido de endosperma de planta para aumentar produção de sementes de planta como definido acima.
Descrição de figuras
A presente invenção será agora descrita co referência às seguintes figuras nas quais: Fig. 1 dá uma visão geral dos motivos conservados presentes em SEQ ID NO: 2. Domínio rico em leucina é sublinhado, os motivos conservados 1, 2 e 3 são indicados em negrito e a seqüência em itálico representa o provável sítio de N-glicosilação com o provável sítio de fosforilação de proteína quinase C.
Fig. 2 mostra um alinhamento múltiplo de várias proteínas SYR. Os asteriscos indicam resíduos de aminoácidos idênticos, os dois pontos representam substituições altamente conservadas e os pontos representam substituições menos conservativas. Com a informação de Figura 1, os vários domínios e motivos conservados em SEQ ID NO: 2 podem ser facilmente identificados nas outras proteínas SYR.
Fig. 3 mostra vetores binários para transformação e expressão em Oryza sativa de um ácido nucleico SYR de Oryza sativa. Em pGOS2::SYR, a seqüência de codificação de SYR está sob o controle de um promotor GOS2 de arroz.
Fig. 4 mostra vetores binários para transformação e expressão em Oryza sativa de um ácido nucleico SYR de Oryza sativa. Em pH MGP::SYR, a seqüência de codificação de SYR está sob o controle de um promotor HMGP de arroz (SEQ ID NO: 18 em WO 2004/070039, cuja SEQ ID NO: 18 de WO 2004/070039 é incorporada neste lugar como se completamente exposta),.
Fig. 5 detalha exemplos de seqüências úteis para realizar os métodos de acordo com a presente invenção. SEQ ID NO: 1 e SEQ ID NO: 2 representam a seqüência de nucleotídeos e proteínas de SYR usado nos exemplos. Os códons de início e término em SEQ ID NO: 1 são dados em
negrito. SEQ ID NO: 3 e SEQ ID NO: 4 são seQüências de iniciadores usados para isolar o ácido nucleico SYR. SEQ ID NO: 5 é a seqüência do promotor GOS2 e SEQ ID NO: 33 do promotor PROO170 como usado nos exemplos, SEQ ID NO: 6 a SEQ ID NO: 11 representam seqüências consenso de partes conservadas nas proteínas SYR. SEQ ID NO: 12 a 25, 27 a 32 e 36 a 42 são seqüências de nucleotídeos (comprimento completo ou parcial) e proteínas de homólogos do gene SYR e proteína como dado em SEQ ID NO: 1 e SEQID NO: 2. SEQ ID NO: 26 representa a seqüência de proteína ARGOS (acesso de GenBank AY305869).
Fig. 6 dá uma visão geral de domínios protéicos FG-GAP. A proteína de SEQ ID NO: 46 compreende sinal de secreção (parte N-terminal encaixotada), um domínio FG-GAP começando em P73 e terminando com L98, indicado em negrito e sublinhado, e um domínio transmembrana (negrito e encaixotado). O motivo conservado DXDXDGXX(DZE) é encaixotado e sublinhado, caracterizado pelo fato de que o motivo DGXX(D/E) está em itálico. O domínio conservado FDGYLYLID está sublinhado.
Fig. 7 mostra um alinhamento múltiplo de proteínas FG-GAP de comprimento completo (SEQ ID NO: 46, SEQ ID NO: 55, SEQ ID NO: 57 e SEQ ID NO: 59), os asteriscos indicam aminoácidos idênticos, os dois pontos indicam substituições altamente conservadas e os pontos indicam substituições menos conservativas. As seqüências parciais listadas em Tabela G de Exemplo 12 podem ser úteis em um tal alinhamento múltiplo para a identificação de motivos adicionais.
Fig. 8 mostra um vetor binário para transformação e expressão em Oryza sativa de um ácido nucleico codificando FG-GAP de Arabidopsis thaliana sob o controle de um promotor GOS2 de arroz.
Fig. 9 detalha exemplos de seqüências úteis para realizar os métodos de acordo com a presente invenção. SEQ ID NO: 45 e SEQ ID NO: 46 representam a seqüência de nucleotídeos e proteínas de FG-GAP usados nos exemplos; os códons de início e término em SEQ ID NO: 45 são dados em negrito. SEQ ID NO: 47 e SEQ ID NO: 48 são seqüências de iniciadores usados para isolar o ácido nucleico FG-GAP. SEQ ID NO: 49 é a seqüência da combinação promotor-gene como usada nos exemplos, SEQ ID NO: 50 a SEQ ID NO: 53 representam seqüências consenso de partes conservadas nas proteínas FG-GAP. SEQ ID NO: 54 a 71 são seqüências de nucleotídeos (comprimento completo ou parcial) e proteínas de homólogos do gene FG- GAP e proteína como dada em SEQ ID NO: 45 e SEQ ID NO: 46. SEQ ID NO: 72 é a seqüência genômica codificando uma proteína FG-GAP de Medicago sativa cuja proteína compreende as seqüências de peptídeos representadas por SEQ ID NO: 72 a 76.
Fig. 10 mostra as características importantes encontradas em polipeptídeos CYP90B ou homólogos destes: o domínio hidrofóbico Ν- terminal, o domínio de transição (com o K/R-K/R-X3-9-P-G-G, os domínios AaD. Dentro do domínio A a seqüência consenso Ala/Gly-Gly-X-Asp/Glu- Thr-Thr/Ser é identificada. A seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr- Ser-Ser dos polipeptídeos CYP90B compreende esta seqüência consenso Ala/Gly-Gly-X-Asp/Glu-Thr-Thr/Ser.
Fig. 11 mostra a via biossintética ramificada de brassinoesteróide. Em Arabidopsis, o polipeptídeo CYP90B1/DWF4 compreende a atividade enzimática de esteróide 22 alfa hidroxilase.
Fig. 12 mostra o perfil de produção de ProtScale para hidrofobicidade do polipeptídeo CYP90B da invenção. Os primeiros 34 aminoácidos N-terminais (encaixotados) representam um domínio hidrofóbico, pois estes estão localizados acima da linha delimitando zero. Esta região corresponde ao domínio âncora N-terminal.
Fig. 13 mostra um alinhamento múltiplo de diversos polipeptídeos CYP90B vegetais, usando o programa de alinhamento múltiplo VNTI AlignX, baseado em um algoritmo de ClustalW modificado (InforMax, Bethesda, MD, http://www.informaxinc.com), com configurações padrão para penalidade de abertura de lacuna de 10 e uma extensão de lacuna de 0,05. O domínio hidrofóbico N-terminal, o domínio de transição (com o K/R-K/R-X3. 9-P-G-G) e os domínios AaD estão indicados. A seqüência consenso Phe- Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser é encaixotada dentro do domínio A. Os números de acesso dos polipeptídeos CYP90B podem ser encontrados em Tabela 9a e 9b. Os Arath_CYP90Al_CPD (At5g05690), Arath_CYP90C 1 ROT3 (At4g36380) e Arath_CYP90Dl (At3gl3730) de Arabidopsis são mostrados como não polipeptídeos CYP90B.
Fig. 14 mostra um vetor de transformação vegetal para expressão em Oryza sativa de um ácido nucleico CYP90B de Oryza sativa sob o controle de um promotor vegetal, o qual pode ser um promotor não constitutivo (tal como endosperma ou embrião/aleurona específico) ou um promotor constitutivo (tal como GOS2 e HMGB1).
Fig. 15 detalha exemplos de seqüências úteis para realizar os métodos de acordo com a presente invenção. Diversas seqüências resultam de agrupamentos públicos de EST (veja Tabela 9a), com seqüenciamento de menos qualidade. Como uma conseqüência, umas poucas substituições de ácidos nucleicos podem ser esperadas. Os códons de início (ATG) e término delimitam as seqüências de ácidos nucleicos quando estas são de comprimento completo.
Fig. 16 representa uma figura esquemática de um polipeptídeo CDC27 de comprimento completo (mais especificamente o polipeptídeo hobbit CDC27B de Arabidopsis thaliana). As repetições de tetratricopeptídeo (TPR) são representadas como caixas pretas. A região NH2 terminal do polipeptídeo é representada como uma barra preta.
Fig. 17 mostra o alinhamento múltiplo de polipeptídeos CDC27 de diferentes fontes, usando o programa de alinhamento múltiplo VNTI AlignX, baseado em um algoritmo de ClustalW modificado (InforMax, Bethesda, MD, http://www.informaxinc.com), com configurações padrão para penalidade de abertura de lacuna de 10 e uma extensão de lacuna de 0,05. As repetições de tetratricopeptídeo (TPR) são encaixotadas através do alinhamento. O domínio NH2 conservado PDOl 1373 (como definido em ProDom, http://ribosome.toulouse.inra.fr/prodom/current/cgi- bin/ProDomBlast3.pl) é duplamente sublinhado.
Fig. 18 mostra um vetor binário pOSHl::CDC27 para expressão em Oryza sativa de um ácido nucleico CDC27 modificado de Arabidopsis thaliana sob o controle de um promotor vegetal que é um promotor de meristema apical de broto.
Fig. 19 mostra uma Tabela listando ortólogos e parálogos de CDC27 parciais e de comprimento completo de diferentes fontes, produzidos por TIGR (Institute for Genomic Research at http://www.tigr.org). TC895803 pode ser encontrado em http://www.tigr.org/tigr- scripts/tgi/ego/ego_report.pl?ego=895803.
Fig. 20 detalha exemplos de seqüências úteis para realizar os métodos de acordo com a presente invenção, ou úteis para isolar tais seqüências. Diversas seqüências resultam de assembléias públicas de EST (veja Tabela 10), com seqüenciamento de menos qualidade. Como uma conseqüência, umas poucas substituições de ácidos nucleicos podem ser esperadas. Os códons de início (ATG) e término delimitam as seqüências de ácidos nucleicos quando estes codificam polipeptídeos CDC27 de comprimento completo.
Fig. 21 mostra uma árvore filogenética de várias seqüências de polipeptídeos compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296. A árvore filogenética foi feita usando programa de alinhamento múltiplo VNTI AlignX, baseado em um algoritmo de ClustalW modificado (InforMax, Bethesda, MD, http://www.informaxinc.com), com configurações padrão para penalidade de abertura de lacuna de 10 e uma extensão de lacuna de 0,05.
Fig. 22 mostra um vetor binário pPROLAMINA::AT-hook, para expressão em Oryza sativa de um ácido nucleico de Oryza sativa codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 e Motivo 2 sob o controle de um promotor de prolamina. Fig. 23 mostra um alinhamento múltiplo de um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, preparado usando programa de alinhamento múltiplo VNTI AlignX, baseado em um algoritmo de ClustalW modificado (InforMax, Bethesda, MD, http://www.informaxinc.com), com configurações padrão para penalidade de abertura de lacuna de 10 e uma extensão de lacuna de 0,05. E mostrado no alinhamento o domínio AT-hook e o domínio DUF296 e Motivo 2 em negrito, itálico e sublinhado..
Fig. 24 detalha exemplos de seqüências úteis para realizar os métodos de acordo com a presente invenção.
Fig. 25 mostra uma árvore filogenética de fatores de transcrição DOF. A caixa mais perto do topo mostra o principal agrupamento de seqüências compartilhando homologia com SEQ ID NO: 227 (e compreendendo características (i) e (iii) como definido acima, i.e. pelo menos 60% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e Motivo I e/ou Motivo II como definido acima). A caixa mais perto do fundo mostra o principal agrupamento de seqüências compartilhando homologia com SEQ ID NO: 199 (e compreendendo características (i) e (ii) como definido acima, i.e. pelo menos 60% de identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e pelo menos 70% de identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200).
Fig. 26 mostra um vetor binário pGOS2::DOF, para expressão em Oryza sativa de um fator de transcrição DOF de Arabidopsis thaliana sob o controle de um promotor GOS2.
Fig. 27 mostra um vetor binário pPROLAMINA::DOF, para expressão em Oryza sativa de um fator de transcrição DOF de Arabidopsis thaliana sob o controle de um promotor de prolamina.
Fig. 28 detalha exemplos de seqüências úteis para realizar os métodos de acordo com a presente invenção.
Fig. 29 é uma representação esquemática de um polipeptídeo CKI vegetal de comprimento completo. Os motivos típicos 1 a 5 (SEQ ID NO: 261 a SEQ ID NO: 265) úteis para identificar CKIs são encaixotados e numerados por conseguinte (motivo 6 não mostrado).
Fig. 30 mostra uma árvore de agrupamento de vizinhos de um alinhamento múltiplo de polipeptídeos CKI de diferentes fontes, e feito usando o aplicativo computacional público ClustalW disponível em http://clustalw.genome.jp, com as configurações padrão. Um subgrupo de CKI4s de monocotiledôneas e dicotiledôneas é indicado pelo colchete grande. Dentro deste subgrupo, CKIs de monocotiledôneas se agrupam juntos, como indicado pelo colchete médio. O galho de CKI4 de monocotiledôneas é indicado pelo colchete pequeno.
Fig. 31 é um alinhamento múltiplo de polipeptídeos CKI de diferentes fontes vegetais, feito usando programa de alinhamento múltiplo VNTI AlignX, baseado em um algoritmo de ClustalW modificado (InforMax, Bethesda, MD, http://www.informaxinc.com), com configurações padrão para penalidade de abertura de lacuna de 10 e uma extensão de lacuna de 0,05. A extremidade C-terminal conservada de CKIs é encaixotada, assim como motivos 1 a 5 (SEQ ID NO: 261 a SEQ ID NO: 265) úteis para identificar CKIs vegetais (motivo 6 não mostrado).
Fig. 32 mostra um vetor binário para silenciamento de RNA de CKI em Oryza sativa, usando uma construção com estrutura em grampo, sob o controle de um promotor endosperma específico e sob o controle de um promotor broto específico.
Fig. 33 detalha exemplos de seqüências úteis para realizar os métodos de acordo com a presente invenção, ou úteis para isolar tais seqüências. Diversas seqüências resultam de assembléias públicas de EST, com seqüenciamento de menos qualidade. Como uma conseqüência, umas poucas substituições de ácidos nucleicos podem ser esperadas. Os códons de início (ATG) e término delimitam as seqüências de ácidos nucleicos quando estas codificam polipeptídeos CKI de comprimento completo. Entretanto tanto UTR 5' como 3' também podem ser usadas para realizar os métodos da invenção.
Exemplos
A presente invenção será agora descrita com referência aos seguintes exemplos, que estão como forma de ilustração apenas. Os seguintes exemplos não são pretendidos para definir completamente ou de outra maneira limitar o escopo da invenção.
Manipulação de DNA
A menos que de outra maneira determinado, técnicas de DNA recombinante são realizadas de acordo com protocolos padrão descritos em (Sambrook (2001) Molecular Cloning: a laboratory manual, 3a Edição, Cold Spring Harbor Laboratory Press, CSH, New York) ou em Volumes 1 e 2 de Ausubel et ai. (1994), Current Protocols in Molecular Biology, Current Protocols (http://www.4ulr.com/products/currentprotocols/index.html).
Materiais e métodos padrão para trabalho molecular com plantas são descritos em Plant Molecular Biology Labfax (1993) por R.D.D. Croy, publicado por BIOS Scientific Publications Ltd (UK) e Blackwell Scientific Publications (UK).
Análise estatística
Uma ANOVA de dois fatores (análises de variância) corrigida para o modelo não equilibrado foi usada como modelo estatístico para a avaliação geral de características fenotípicas vegetais. Um teste F foi realizado em todos os parâmetros medidos de todas as plantas de todos os eventos transformadas com aquele gene. O teste F foi realizado para verificar por um efeito do gene sobre todos os eventos de transformação e para verificar por um efeito geral do gene, também chamado neste lugar "efeito gênico global". Se o valor do teste F mostra que os dados são signifícantes, então é concluído que existe um efeito "gênico", significando que não apenas presença ou a posição do gene está causando o efeito. O limiar para significância para um verdadeiro efeito gênico global é ajustado em 5% de nível de probabilidade para o teste F.
Para verificar por um efeito dos genes dentro de um evento, i.e., por um efeito linhagem específico, um teste t foi realizado dentro de cada evento usando conjuntos de dados das plantas transgênicas e das plantas nulas correspondentes. "Plantas nulas" ou "segregantes nulos" ou "nulizigotos" são as plantas tratadas da mesma maneira que a planta transgênica, mas das quais o transgene foi segregado. Plantas nulas também podem ser descritas como as plantas transformadas negativas homozigotas. O limiar para significância para o teste t é ajustado em 10% de nível de probabilidade. Os resultados para alguns eventos podem estar acima ou abaixo deste limiar. Isto é baseado na hipótese de que um gene pode apenas ter um efeito em certas posições no genoma, e que a ocorrência deste efeito dependente de posição não é comum. Este tipo de efeito gênico é também chamado neste lugar um "efeito de linhagem do gene". O valor de ρ é obtido comparando o valor de t com a distribuição de t ou alternativamente, comparando o valor de F com a distribuição de F. O valor de ρ então gera a probabilidade de que a hipótese nula (i.e., que não existe nenhum efeito do transgene) esteja correta.
EXEMPLO A: SYR
Exemplo 1: Identificação de seqüências relacionadas a SEQ ID NO: 1 e SEQID NO: 2
Seqüências (cDNA de comprimento completo, ESTs ou genômicas) relacionadas a SEQ ID NO: 1 e/ou seqüências de proteínas relacionadas a SEQ ID NO: 2 foram identificadas entre aquelas mantidas no banco de dados Entrez Nucleotides no National Center for Biotechnology Information (NCBI) usando ferramentas de busca de seqüência de banco de dados, tal como a Ferramenta Básica de Alinhamento Local (BLAST) (Altschul et ai. (1990) J. Mol. Biol. 215:403-410; e Altschul et al. (1997) Nucleic Acids Res. 25:3389-3402). O programa foi usado para encontrar regiões de similaridade local entre seqüências comparando seqüências de ácidos nucleicos ou polipeptídeos com banco de dados de seqüências e calculando a significância estatística de identidades. O polipeptídeo codificado por SEQ ID NO: 1 foi usado para o algoritmo TBLASTN, com configurações padrão e o filtro para ignorar contrapeso de seqüências de baixa complexidade. O resultado da análise foi visto por comparação pareada, e ranqueada de acordo com o escore de probabilidade (valor E), onde o escore reflete a probabilidade de que um alinhamento particular ocorra ao acaso (quanto menor o valor E, mais significante o acerto). Em adição a valores E, comparações também foram pontuadas por identidade de porcentagem. Identidade de porcentagem se refere ao número de nucleotídeos (ou aminoácidos) idênticos entre as duas seqüências de ácidos nucleicos (ou polipeptídeos) comparadas em um comprimento particular. Em algumas instâncias, os parâmetros padrão foram ajustados para modificar a estringência da busca.
Em adição às seqüências de ácidos nucleicos disponíveis publicamente disponíveis em NCBI, outros bancos de dados de seqüências também podem ser buscados seguindo o mesmo procedimento que descrito acima.
Tabela A fornece uma lista de seqüências de ácidos nucleicos e proteínas relacionadas à seqüência de ácidos nucleicos como representada por SEQ ID NO: 1 e à seqüência de proteínas representada por SEQ ID NO: 2.
Tabela A: Seqüências de ácidos nucleicos relacionadas à seqüência de ácidos nucleicos (SEQ ID NO: 1) úteis nos métodos da presente invenção, e os polipeptídeos deduzidos correspondentes. <table>table see original document page 194</column></row><table>
Exemplo 2: Alinhamento de seqüências depolipeptídeos relevantes
AlignX do Vetor NTI (Invitrogen) é baseado no popular algoritmo de Clustal de alinhamento progressivo (Thompson et ai. (1997) Nucleic Acids Res 25:4876-4882; Chenna et ai. (2003). Nucleic Aeids Res 31:3497-3500). Uma árvore filogenétiea pode ser construída usando um algoritmo de agrupamento de vizinhos. Valores padrão são para a penalidade de abertura de lacuna de 10, para a penalidade de extensão de lacuna de 0,1 e a matriz de peso selecionada é Blosum 62 (se polipeptídeos estão alinhados).
O resultado do alinhamento múltiplo de seqüências usando polipeptídeos relevantes para identificar aqueles úteis para realizar os métodos da invenção é mostrado em Figura 2. A repetição rica em leucina e os motivos conservados podem ser facilmente discriminados nas várias seqüências.
Exemplo 3: Cálculo de identidade de porcentagem global entre seqüências de polipeptídeos úteis para realizar os métodos da invenção
Porcentagens globais de similaridade e identidade entre seqüências de polipeptídeos de comprimento completo úteis para realizar os métodos da invenção foram determinadas usando um dos métodos disponíveis na técnica, o aplicativo computacional MatGAT (Ferramenta de Alinhamento Global de Matriz) (BMC Bioinformatics. 2003 4:29. MatGAT: an application that generates similarity/identity matrices using protein ou DNA sequences. Campanella JJ, Bitincka L, Smalley J; aplicativo computacional hospedado por Ledion Bitincka). Aplicativo computacional MatGAT gera matrizes de similaridade/identidade para seqüências de DNA ou proteína sem necessitar de pré-alinhamento dos dados. O programa realiza uma série de alinhamentos pareados usando o algoritmo de alinhamento global de Myers e Miller (com uma penalidade de abertura de lacuna de 12, e uma penalidade de extensão de lacuna de 2), calcula similaridade e identidade usando por exemplo Blosum 62 (para polipeptídeos), e então coloca os resultados em uma matriz de distância. Similaridade de seqüências é mostrada na metade de baixo da linha divisora e identidade de seqüências é mostrada na metade de cima da linha divisora diagonal.
Parâmetros usados na comparação foram:
Matriz de pontuação: Blosum62
PrimeiraLacuna: 12
Lacuna de extensão: 2
Resultados da análise de aplicativo computacional são mostrados em Tabela B para a similaridade e identidade global no comprimento completo das seqüências de polipeptídeos (excluindo as seqüências de polipeptídeos parciais). Identidade de porcentagem é dada acima da diagonal e similaridade de porcentagem é dada abaixo da diagonal.
A identidade de porcentagem entre as seqüências de polipeptídeos úteis para realizar os métodos da invenção pode ser tão baixa quanto 27% de identidade de aminoácidos comparada com SEQ ID NO: 2. Tabela B
<table>table see original document page 197</column></row><table> Exemplo 4: Previsão de topologia do polipeptídeo seqüências úteis para realizar os métodos da invenção
TargetP 1.1 foi usado para prever a localização subcelular de proteínas eucariotas. De acordo com o programa, a designação de localização é baseada na presença prevista de qualquer das pré-seqüências N-terminais: peptídeo de trânsito de cloroplasto (cTP), peptídeo de direcionamento mitocondrial (mTP) ou peptídeo sinal de via secretora (SP). Escores nos quais a previsão final está baseada não são probabilidades reais, e eles não necessariamente adicionam a um. Entretanto, a localização com o maior escore é a mais provável de acordo com TargetP, e a relação entre os escores (a classe de confiança) pode ser uma indicação de quão certa é a previsão. A classe de confiança (RC) varia de 1 a 5, onde 1 indica a previsão mais forte. TargetP é mantido no servidor da Technical University of Denmark.
Para as seqüências previstas conter uma pré-seqüência N- terminal um sítio de clivagem potencial também pode estar presente.
Diversos parâmetros foram selecionados, tal como grupo de organismo (não vegetal ou vegetal), conjuntos de atalhos (nenhum, conjunto pré-definido de atalhos, ou conjunto de atalhos especificado por usuário), e o cálculo de previsão de sítios de clivagem (sim ou não).
Os resultados de análise TargetP 1.1 da seqüência de polipeptídeos como representada por SEQ ID NO: 2 são apresentados na Tabela C abaixo. O grupo de organismo "vegetal" foi selecionado, nenhum atalho definido, e o comprimento previsto do peptídeo de trânsito requisitado.
De acordo com os resultados, a localização subcelular da seqüência de polipeptídeos como representada por SEQ ID NO: 2 pode ser a mitocôndria; entretanto a classe de confiança de 5 (i.e. a classe de confiança mais baixa) deve ser considerada. Tabela C: Análise TargetP 1.1 da seqüência de polipeptídeos como representada por SEQ ID NO: 2
<table>table see original document page 199</column></row><table>
Dois domínios transmembrana foram identificados pelo programa TMHMM, hospedado no servidor do Center for Biological Sequence Analysis, Technical University of Denmark. Os resultados abaixo mostram que a probabilidade de que o término N esteja localizado dentro é 0,997. Detalhes adicionais na orientação são dados em Tabela D abaixo. Tabela D: resultados de TMHMM 2.0
<table>table see original document page 199</column></row><table>
Muitos outros algoritmos podem ser usados para realizar tais análises, incluindo:
• ChloroP 1.1 hospedado no servidor da Technical University of Denmark;
• Protein Prowler Subcellular Localisation Predictor versão 1.2 hospedado no servidor do Institute for Molecular Bioscience, University of Queensland, Brisbane, Austrália;
• PENCE Proteome Analyst PA-GOSUB 2.5 hospedado no servidor da University of Alberta, Edmonton, Alberta, Canadá;
Exemplo 5: Clonagem de gene
O gene SYR de Oryza sativa foi amplificado por PCR usando como modelo uma biblioteca de cDNA de plântula de Oryza sativa (Invitrogen, Paisley, UK). Depois de transcrição reversa de RNA extraído de plântulas, os cDNAs foram clonados em pCMV Sport 6.0. Tamanho médio de inserto do banco foi 1,5 kb e o número original de clones foi da ordem de 1,59 x 107 cfu. Título original foi determinado como sendo 9,6 x 10 cfu/ml depois de primeira amplificação de 6 x 10u cfu/ml. Depois de extração de plasmídeo, 200 ng de modelo foram usados em uma mistura de PCR de 50 μl. Iniciadores prm08170 (SEQ ID NO: 3; sentido, códon de início em negrito, sítio AttBl em itálico: S^ggggacaagtttgtacaaaaaageag gcítaatfctfatggaaggtgtaggtgctagg-s') e prm08171 (SEQ ID NO: 4; reverso, complementar, sítio AttB2 em itálico: 5'- ggggaccactttgtacaagaaagctgggtcaaaaacaaaaataaattcccc-3'1), os quais incluem os sítios AttB para recombinação Gateway, foram usados para amplificação por PCR. PCR foi realizado usando DNA polimerase Hifi Taq em condições padrão. Um fragmento de PCR do tamanho correto foi amplificado e purificado também usando métodos padrão. A primeira etapa do procedimento Gateway, a reação BP, foi então realizada, durante a qual o fragmento de PCR se recombina in vivo com o plasmídeo pDONR201 para produzir, de acordo com a terminologia Gateway, um "clone de entrada", pSYR. Plasmídeo pDONR201 foi adquirido a partir de Invitrogen, como parte da tecnologia Gateway®.
Exemplo 6: Construção de Vetor
O clone de entrada pSYR foi subseqüentemente usado em uma eação LR com um vetor de destinação usado para transformação de Oryza sativa. Este vetor contém como elementos funcionais dentro dos limites de T- DNA: um marcador selecionável vegetal; uma gaveta de expressão de marcador triável; e uma gaveta Gateway pretendida para recombinação in vivo LR com a seqüência de interesse já clonada no clone de entrada. Um promotor GOS2 de arroz (SEQ ID NO: 5) para expressão constitutiva foi localizado antes desta gaveta Gateway. Uma construção de vetor similar foi preparada, mas com o promotor de Proteína de Grupo de Alta Mobilidade (HMGP, SEQ ID NO: 33) ao invés do promotor GOS. Depois da etapa de recombinação LR, os vetores de expressão resultantes, pGOS2::SYR (com o promotor GOS2) e pH MGP::SYR (com o promotor HMGP), ambos para expressão constitutiva de SYR (Figura 2) foram transformados em linhagem LBA4044 de Agrobacterium e subseqüentemente para plantas de Oryza sativa. Exemplo 7: Transformação de arroz
A Agrobacterium contendo o vetor de expressão foi usada para transformar plantas de Oryza sativa. Sementes maduras secas da cultivar japonesa de arroz Nipponbare foram descascadas. Esterilização foi realizada incubando por um minuto em etanol a 70%, seguido por 30 minutos em 0,2% de HgCl2, seguido por uma lavagem de 15 minutos por 6 vezes com água destilada estéril. As sementes estéreis foram então germinadas em um meio contendo 2,4-D (meio de indução de calo). Depois de incubação no escuro por quatro semanas, calos embriogênicos derivados de escutelo foram excisados e propagados no mesmo meio. Depois de duas semanas, os calos foram multiplicados ou propagados por subsafra no mesmo meio por outras 2 semanas. Pedaços de calo embriogênico foram sub-cultivados em meio fresco 3 dias antes de co-cultivo (para estimular atividade de divisão celular).
Linhagem LBA4404 de Agrobacterium contendo o vetor de expressão foi usada para co-cultivo. Agrobaeterium foi inoculada em meio AB com os antibióticos apropriados e cultivada por 3 dias a 28°C. As bactérias foram então coletadas e suspensas em meio de co-cultivo líquido para uma densidade (OD6oo) de cerca de 1. A suspensão foi então transferida para uma placa de Petri e os calos imersos na suspensão por 15 minutos. Os tecidos de calos foram então secados em um papel filtro e transferidos para um meio de co-cultivo solidificado e incubados por 3 dias no escuro a 25°C. Calos co-cultivados foram crescidos em meio contendo 2,4-D- por 4 semanas no escuro a 28°C na presença de um agente de seleção. Durante este período, ilhas de calos resistentes que crescem rapidamente se desenvolveram. Depois de transferência deste material para um meio de regeneração e incubação na luz, o potencial embriogênico foi liberado e brotos se desenvolveram nas próximas quatro a cinco semanas. Brotos foram excisados dos calos e incubados por 2 a 3 semanas em um meio contendo auxina a partir do qual eles foram transferidos para o solo. Brotos endurecidos foram crescidos em alta umidade e dias curtos em uma casa de vegetação.
Aproximadamente 35 transformantes T0 de arroz independentes foram gerados para uma construção. Os transformantes primários foram transferidos de uma câmera de safra de tecido para uma casa de vegetação. Depois de uma análise de PCR quantitativo para verificar número de cópias do inserto de T-DNA, apenas plantas transgênicas de cópia única que exibem tolerância ao agente de seleção foram mantidas para colheita de semente T1. Sementes foram então coletadas três a cinco meses depois de transplante. O método produziu transformantes de locus único em uma taxa de até 50% (Aldemita and Hodgesl996, Chan et ai. 1993, Hiei et al. 1994).
Para transformação de outras safras veja Exemplo 40. Exemplo 8: Métodos de avaliação de plantas transformada com SYR sob o controle do promotor GOS2 de arroz ou do promotor HMGP
Configuração de avaliação
Aproximadamente 15 a 20 transformantes TO de arroz independentes foram gerados. Os transformantes primários foram transferidos de uma câmera de safra de tecido para uma casa de vegetação para crescimento e colheita de semente T1. Oito eventos, dos quais a progênie T1 segregou 3:1 para presença/ausência do transgene, foram retidos. Para cada um destes eventos, aproximadamente 10 plântulas T1 contendo o transgene (hetero e homo-zigotos) e aproximadamente 10 plântulas T1 carecendo do transgene (nulizigotos) foram selecionadas monitorando expressão de marcador visual. As plantas T1 selecionadas foram transferidas para uma casa de vegetação. Cada planta recebeu uma etiqueta de código de barras exclusiva para ligar inequivocamente os dados de fenotipagem à planta correspondente. As plantas Tl selecionadas foram crescidas no solo em potes de 10 cm de diâmetro nas seguintes configurações ambientais: fotoperíodo= 11,5 h, intensidade de luz do dia= 30.000 lux ou mais, temperatura de dia= 28°C ou superior, temperatura de noite= 22°C, umidade relativa= 60-70%. Plantas transgênicas e os nulizigotos correspondentes foram crescidos lado a lado em posições aleatórias. Do estágio de semeadura até o estágio de maturidade as plantas foram passadas diversas vezes através de um armário para formação de imagem digital. Em cada momento imagens digitais (2048x1536 pixéis, 16 milhões de cores) foram tiradas de cada planta de pelo menos 6 ângulos diferentes.
Triagem de estresse salino
Plantas de 4 eventos (sementes T2) foram crescidas em um substrato feito de fibras de coco e argex (proporção de 3 para 1). Uma solução nutritiva normal foi usada durante as primeiras duas semanas depois de transplantar as plântulas na casa de vegetação. Depois das primeiras duas semanas, 25 mM de sal (NaCl) foi adicionado à solução nutritiva, até as plantas terem sido coletadas.
Triagem de seca
Plantas de cinco eventos (sementes T2) foram crescidas em solo de vaso em condições normais até elas atingirem o estágio de espigamento. Elas foram então transferidas para uma seção "seca" onde irrigação foi retida. Sondas de umidade foram inseridas em potes aleatoriamente escolhidos para monitorar o teor de água no solo (SWC). Quando SWC passou abaixo de certos limites, as plantas foram automaticamente re-irrigadas continuamente até que um nível normal fosse atingido novamente. As plantas foram então re-transferidas novamente para condições normais. O resto do cultivo (maturação de planta, coleta de semente) foi o mesmo que para plantas não crescidas em condições de estresse abiótico. Uma sessão de confirmação foi realizada consistindo de repetir a triagem com sementes T2 não coletadas de plantas da primeira triagem de seca, mas de plantas crescidas em condições normais.
Parâmetros medidos
A parte aérea de planta (ou biomassa de folhas) foi determinada contando o número total de pixéis nas imagens digitais de partes aéreas de planta discriminado do fundo. Foi tirada a média deste valor para as fotos tiradas no mesmo momento dos ângulos diferentes e foi convertido para um valor de superfície física expresso em mm quadrados por calibração. Experimentos mostram que a parte aérea de planta medida desta maneira se correlaciona com a biomassa de partes aéreas de planta. A Areamax é a parte aérea no momento no qual a planta atingiu sua biomassa de folhas máxima.
As panículas primárias maduras foram coletadas, ensacadas, etiquetadas com código de barras e então secas por três dias no forno a 37°C. As panículas foram então trilhadas e todas as sementes coletadas. As cascas cheias foram separadas daquelas vazias usando um dispositivo que sopra ar. Depois de separação, ambos os lotes de sementes foram então contados usando uma máquina de contagem disponível comercialmente. As cascas vazias foram descartadas. As cascas cheias foram pesadas em uma balança analítica e a área seccional cruzada das sementes foi medida usando formação de imagem digital. Este procedimento resultou no conjunto dos seguintes parâmetros relacionados a sementes:
As flores por panícula estimam o número médio de floretes por panícula em uma planta, derivado do número de sementes total dividido pelo número de primeiras panículas. A panícula mais alta e todas as panículas que se sobrepõe com a panícula mais alta quando alinhadas verticalmente, foram consideradas as primeiras panículas e foram contadas manualmente. O número de grãos cheios foi determinado contando the número de cascas cheias que permaneceram depois da etapa de separação. A produção total de sementes (peso total de semente) foi medida pesando todas as cascas cheias coletadas de uma planta. Número total de sementes por planta foi medido contando o número de cascas coletadas de uma planta e corresponde ao número de floretes por planta. Peso de Mil Sementes (TKW) é extrapolado a partir do número de grãos cheios contadas e seu peso total. índice de colheita é definido como a proporção entre o peso total de semente e a área superficial (mm2), multiplicada por um fator 10^6. O parâmetro EmerVigor é uma indicação do vigor de plântula. Ele é calculado a partir da área (em mm2) coberta por biomassa de folhas na primeira formação de imagem. A taxa de enchimento de sementes (taxa de enchimento) é uma indicação do preenchimento das sementes. Ela é expressa como uma proporção (em%) do número de grãos cheios pelo número de floretes (no. total de sementes).
Estes parâmetros foram derivados de uma maneira automatizada a partir das imagens digitais usando aplicativo computacional de análise de imagem e foram analisados estatisticamente. Parâmetros individuais de sementes (incluindo largura, comprimento, área, peso) foram medidos usando um dispositivo feito sob encomenda consistindo de dois componentes principais, um dispositivo de pesagem e formação de imagem, acoplado a aplicativo computacional para análise de imagem.
Exemplo 9: mensuração de parâmetros relacionados a produção para transformantes pGOS2::SYR crescidos em condições normais de crescimento:
Mediante análise das sementes como descrito acima, os requerentes encontraram que plantas transformada com a construção gênica pGOS2::STR tiveram uma maior produção de sementes, expressa como número de grãos cheios, peso total de sementes e índice de colheita, comparado com plantas carecendo do transgene SYR. Os valores de ρ mostram que os aumentos foram significantes. Métodos para análise estatística são como dados na seção introdutória para os Exemplos.
Os resultados obtidos para plantas na geração Tl estão resumidos Tabela E, a qual representa os valores médios para todas as linhagens testadas:
Tabela E:
<table>table see original document page 206</column></row><table>
Os dados obtidos para SYR no primeiro experimento foram confirmados em um segundo experimento com plantas T2. Quatro linhagens que tiveram o padrão de expressão correto foram selecionadas para análise adicional. Grupos de sementes das plantas positivas (tanto hetero como homozigotas) em Tl foram triados monitorando expressão de marcador. Para cada evento escolhido, os grupos de sementes heterozigotas foram então retidos para avaliação de T2. Dentro de cada grupo de sementes um número igual de plantas positivas e negativas foi crescido na casa de vegetação para avaliação. Mensuração dos parâmetros de produção de sementes novamente mostrou aumento em número de grãos cheios, peso total de sementes e índice de colheita, comparado com plantas carecendo do transgene S YR.
Exemplo 10: mensuração de parâmetros relacionados a produção para transformantespGOS2::SYR crescidas em condições de estresse:
Mediante análise das sementes como descrito acima, os requerentes encontraram que plantas transformadas com a construção gênica pGOS2 ::SYR e crescidas sob estresse salino, tiveram uma maior produção de sementes, expressa como número de grãos cheios, peso total de sementes, taxa de enchimento e índice de colheita, comparada com plantas carecendo do transgene SYR. Além disso, estas plantas sal-estressadas tiveram um maior vigor de plântula comparado com as plantas de controle. Quando as plantas foram crescidas sob estresse por seca, as plantas transgênicas tiveram um maior peso total de sementes e um índice de colheita aumentado comparado com plantas carecendo do transgene SYR. Estas diferenças foram significantes, com um valor de P do teste F abaixo de 0,05.
Exemplo 11: mensuração de parâmetros relacionados a produção para transformantes pH MGP:: SYR:
Similarmente como para as plantas transformadas com a construção gênica pGOS2::SYR, os requerentes encontraram que plantas transformadas com a construção gênica pH MGP::SYR tiveram uma maior produção de sementes, expressa como número de grãos cheios, peso total de sementes e índice de colheita, comparada com plantas carecendo do transgene SYR. Os valores de ρ mostram que os aumentos foram significantes.
Os resultados obtidos para plantas na geração Tl estão resumidos Tabela F, a qual representa os valores médios para todas as linhagens testadas:
Tabela F:
<table>table see original document page 207</column></row><table>
EXEMPLO B: FG-GAP
Exemplo 12: Identificação de seqüências relacionadas a SEQID NO: 45 e SEQID NO: 46
Seqüências (cDNA de comprimento completo, ESTs ou genômicas) relacionadas a SEQ ID NO: 45 e/ou seqüências de proteínas relacionadas a SEQ ID NO: 46 foram identificadas entre aquelas mantidas no banco de dados Entrez Nucleotides no National Center for Biotechnology Information (NCBI) usando ferramentas de busca de seqüência de banco de dados, tal como a Ferramenta Básica de Alinhamento Local (BLAST) (Altschul et ai. (1990) J. Mol. Biol. 215:403-410; e Altschul et al. (1997) Nucleic Acids Res. 25:3389-3402). O programa foi usado para encontrar regiões de similaridade local entre seqüências comparando seqüências de ácidos nucleicos ou polipeptídeos com banco de dados de seqüências e calculando a significância estatística de identidades. O polipeptídeo codificado por SEQ ID NO: 45 foi usado para o algoritmo TBLASTN, com configurações padrão e o filtro para ignorar contrapeso de seqüências de baixa complexidade. O resultado da análise foi visto por comparação pareada, e ranqueado de acordo com o escore de probabilidade (valor E), onde o escore reflete a probabilidade de que um alinhamento particular ocorra ao acaso (quanto menor o valor E, mais significante o acerto). Em adição a valores E, comparações também foram pontuadas por identidade de porcentagem. Identidade de porcentagem se refere ao número de nucleotídeos (ou aminoácidos) idênticos entre as duas seqüências de ácidos nucleicos (ou polipeptídeos) comparadas em um comprimento particular. Em algumas instâncias, os parâmetros padrão podem ser ajustados para modificar a estringência da busca.
Em adição às seqüências de ácidos nucleicos disponíveis publicamente disponíveis em NCBI, outros bancos de dados de seqüências também podem ser buscados seguindo o mesmo procedimento que descrito acima.
Tabela G fornece uma lista de seqüências de ácidos nucleicos e proteínas relacionadas à seqüência de ácidos nucleicos como representada por SEQ ID NO: 45 e à seqüência de proteínas representada por SEQ ID NO: 46. Tabela G: Seqüências de ácidos nucleicos relacionadas à seqüência de ácidos nucleicos (SEQ ID NO: 45) úteis nos métodos da presente invenção, e os polipeptídeos deduzidos correspondentes.
<table>table see original document page 209</column></row><table>
Exemplo 13: Alinhamento de seqüências de polipeptídeos relevantes
AlignX do Vetor NTI (Invitrogen) é baseado no popular algoritmo de Clustal de alinhamento progressivo (Thompson et al. (1997) Nucleic Acids Res 25:4876-4882; Chenna et al. (2003). Nucleic Acids Res 31:3497-3500). Uma árvore filogenética pode ser construída usando um algoritmo de agrupamento de vizinhos. Valores padrão são para a penalidade de abertura de lacuna de 10, para a penalidade de extensão de lacuna de 0,1 e a matriz de peso selecionada é Blosum 62 (se polipeptídeos estão alinhados).
O resultado do alinhamento múltiplo de seqüências usando polipeptídeos relevantes para identificar aqueles úteis para realizar os métodos da invenção é mostrado em Figura 7. Qualquer um pode ver claramente que apesar de algumas lacunas no alinhamento, conservação de seqüência é encontrada ao longo da maioria da seqüência de proteínas.
Exemplo 14: Cálculo de identidade de porcentagem global entre seqüências de polipeptídeos úteis para realizar os métodos da invenção
Porcentagens globais de similaridade e identidade entre seqüências de polipeptídeos de comprimento completo úteis para realizar os métodos da invenção foram determinadas usando um dos métodos disponíveis na técnica, o aplicativo computacional MatGAT (Ferramenta de Alinhamento Global de Matriz) (BMC Bioinformatics. 2003 4:29. MatGAT: an application that generates similarity/identity matrices using protein ou DNA sequences. Campanella JJ, Bitincka L, Smalley J; aplicativo computacional hospedado por Ledion Bitincka). Aplicativo computacional MatGAT gera matrizes de similaridade/identidade para seqüências de DNA ou proteína sem precisar de pré-alinhamento dos dados. O programa realiza uma série de alinhamentos pareados usando o algoritmo de alinhamento global de Myers e Miller (com uma penalidade de abertura de lacuna de 12, e uma penalidade de extensão de lacuna de 2), calcula similaridade e identidade usando por exemplo Blosum 62 (para polipeptídeos), e então coloca os resultados em uma matriz de distância. Similaridade de seqüências é mostrada na metade de baixo da linha divisora e identidade de seqüências é mostrada na metade de cima da linha divisora diagonal.
Parâmetros usados na comparação foram: Matriz de pontuação: Blosum62 PrimeiraLacuna: 12 Lacuna de extensão: 2
Resultados da análise de aplicativo computacional são mostrados em Tabela H para a similaridade e identidade global no comprimento completo das seqüências de polipeptídeos (excluindo as seqüências de polipeptídeos parciais). Identidade de porcentagem é dada acima da diagonal e similaridade de porcentagem é dada abaixo da diagonal.
A identidade de porcentagem entre as seqüências de polipeptídeos úteis para realizar os métodos da invenção pode ser tão baixa quanto 17% de identidade de aminoácidos comparada com SEQ ID NO: 46. Tabela H: Resultados de MatGAT para similaridade e identidade global no comprimento completo das seqüências de polipeptídeos.
<formula>formula see original document page 211</formula>
Exemplo 15: Identificação de domínios compreendidos em seqüências de polipeptídeos úteis para realizar os métodos da invenção
O banco de dados Integrated Resource of Protein Families, Domains and Sites (InterPro) é uma interface integrada para os bancos de dados de assinatura comumente usados para buscas baseadas em texto e seqüência. O banco de dados InterPro combina estes bancos de dados, que usam diferentes metodologias e graus variados de informação biológica sobre proteínas bem caracterizadas para derivar assinaturas de proteínas. Bancos de dados colaboradores incluem SWISS-PROT, PROSITE, TrEMBL, PRINTS, ProDom e Pfam, Smart e TIGRFAMs. Interpro é hospedado no European Bioinformatics Institute no Reino Unido.
Os resultados da varredura de InterPro da seqüência de polipeptídeos como representada por SEQ ID NO: 46 são apresentados em Tabela I.
Tabela I: Resultados de varredura de InterPro da seqüência de polipeptídeos como representada por SEQ ID NO: 46
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Exemplo 16: Previsão de topologia das seqüências de polipeptídeos úteis para realizar os métodos da invenção
TargetP 1.1 prevê a localização subcelular de proteínas eucariotas. A designação de localização é baseada na presença prevista de qualquer das pré-seqüências N-terminais: peptídeo de trânsito de cloroplasto (cTP), peptídeo de direcionamento mitocondrial (mTP) ou peptídeo sinal de via secretora (SP). Escores nos quais a previsão final está baseada não são probabilidades reais, e eles não necessariamente adicionam a um. Entretanto, a localização com o maior escore é a mais provável de acordo com TargetP, e a relação entre os escores (a classe de confiança) pode ser uma indicação de quão certa é a previsão. A classe de confiança (RC) varia de 1 a 5, onde 1 indica a previsão mais forte. TargetP é mantido no servidor da Technical University of Denmark.
Para as seqüências previstas conterem uma pré-seqüência N- terminal um sítio de clivagem potencial também pode ser previsto.
Diversos parâmetros foram selecionados, tal como grupo de organismo (não vegetal ou vegetal), conjuntos de atalhos (nenhum, conjunto pré-defmido de atalhos, ou conjunto de atalhos especificado por usuário), e o cálculo de previsão de sítios de clivagem (sim ou não).
Os resultados de análise TargetP 1.1 da seqüência de polipeptídeos como representada por SEQ ID NO: 46 são apresentados em Tabela J. O grupo de organismo "vegetal" foi selecionado, nenhum atalho definido, e o comprimento previsto do peptídeo de trânsito requisitado. A localização subcelular da seqüência de polipeptídeos como representada por SEQ ID NO: 46 provavelmente não é intracelular, existe uma leve preferência pela via secretora (embora com um escore de confiança de 5) e o comprimento previsto do peptídeo de trânsito putativo é de 24 aminoácidos começando do término N (não tão confiável quanto à previsão da própria localização subcelular, pode variar em comprimento de uns poucos aminoácidos).
Tabela J: Análise TargetP 1.1 da seqüência de polipeptídeos como representada por SEQ ID NO: 46
<table>table see original document page 213</column></row><table>
Quando analisada com SignalP (Bendtsen et al., J. Mol. Biol., 340:783-795, 2004), existe uma identificação positiva confiável (probabilidade de 0.998) para a presença de um peptídeo sinal de secreção N- terminal com um comprimento de 24 aminoácidos. Além disso, quando usando o algoritmo THMM (Center for Biological Sequence Analysis, Technical University of Denmark), a proteína é prevista ser localizada no lado exterior da célula com apenas uma cauda C-terminal no citoplasma: resíduos 1-859: fora; resíduos 860-879: domínio transmembrana, resíduos 880-896: dentro.
Muitos outros algoritmos podem ser usados para realizar tais análises, incluindo:
• ChloroP 1.1 hospedado no servidor do Technical University of Denmark;
• Protein Prowler Subcellular Localisation Predictor versão 1.2 hospedado no servidor do Institute for Molecular Bioscience, University of Queensland, Brisbane, Australia; • PENCE Proteome Analyst PA-GOSUB 2.5 hospedado no servidor da University of Alberta, Edmonton, Alberta, Canada;
Exemplo 17: Clonagem de gene
O gene FG-GAP de Arabidopsis thaliana foi amplificado por PCR usando como modelo uma biblioteca de cDNA de plântula de Arabidopsis thaliana (Invitrogen, Paisley, UK). Depois de transcrição reversa de RNA extraído de plântulas, os cDNAs foram clonados em pCMV Sport 6.0. Tamanho médio de inserto do banco foi de 1,5 kb e o número original de clones foi da ordem de 1,59 x 10^7 cfu. Título original foi determinado como sendo 9,6 x 10^5 cfu/ml depois de primeira amplificação de 6 x 10^11 cfu/ml. Depois de extração de plasmídeo, 200 ng de modelo foram usados em uma mistura de PCR de 50 μl. Iniciadores prm06643 (SEQ ID NO: 47; sentido, códon de início em negrito, sítio AttBl em itálico: 5'- ggggacaagtttgtacaaaaaagcaggcttaaacaatgaaatctcgagcgagg-3') e prm06644 (SEQ ID NO: 48; reverso, complementar, sítio AttB2 em itálico: 5'- ggggaccactttgtacaagaaagctgggtcctg tttacagatggtacctagt-3'), os quais incluem os sítios AttB para recombinação Gateway, foram usados para amplificação por PCR. PCR foi realizado usando DNA polimerase Hifi Taq em condições padrão. Um fragmento de PCR de 3,2 kb (incluindo sítios attB) foi amplificado e purificado também usando métodos padrão. A primeira etapa do procedimento Gateway, a reação BP, foi então realizada, durante a qual o fragmento de PCR se recombina in vivo com o plasmídeo pDONR201 para produzir, de acordo com a terminologia Gateway, um "clone de entrada", pFG-GAP. Plasmídeo pDONR201 foi adquirido a partir de Invitrogen, como parte da tecnologia Gateway®.
Exemplo 18: Construção de Vetor
O clone de entrada pFG-GAP foi subseqüentemente usado em uma reação LR com pGOS2, um vetor de destinação usado para transformação de Oryza sativa. Este vetor contém como elementos funcionais dentro dos limites de T-DNA: um marcador selecionável vegetal; uma gaveta de expressão de marcador triável; e uma gaveta Gateway pretendida para recombinação in vivo LR com a seqüência de interesse já clonada no clone de entrada. Um promotor GOS2 de arroz (nucleotídeos 1 a 2193 de SEQ ID NO: 49, a combinação promotor-gene) para expressão constitutiva foi localizado antes desta gaveta Gateway.
Depois da etapa de recombinação LR, o vetor de expressão resultante, pGOS2::FG-GAP para FG-GAP (Figura 7) foi transformado em linhagem LBA4044 de Agrobacterium e subseqüentemente para plantas de Oryza sativa. Plantas transformadas de arroz foram permitidas crescer e foram então avaliadas para os parâmetros descritos em Exemplo 19.
Para transformação de outras safras veja Exemplo 40. Exemplo 19: Métodos de avaliação para plantas transformadas com FG- GAP sob o controle do promotor GOS2 de arroz
Aproximadamente 15 a 20 transformantes T0 de arroz independentes foram gerados. Os transformantes primários foram transferidos de uma câmera de safra de tecido para uma casa de vegetação para crescimento e colheita de semente T1. Sete eventos, dos quais a progênie T1 segregou 3:1 para presença/ausência do transgene, foram retidos. Para cada um destes eventos, aproximadamente 10 plântulas T1 contendo o transgene (hetero e homo-zigotas) e aproximadamente 10 plântulas T1 carecendo do transgene (nulizigotos) foram selecionadas monitorando expressão de marcador visual. As plantas T1 selecionadas foram transferidas para uma casa de vegetação. Cada planta recebeu uma etiqueta com código de barras exclusivo para ligar inequivocamente os dados de fenotipagem à planta correspondente. As plantas T1 selecionadas foram crescidas no solo em potes de 10 cm de diâmetro nas seguintes configurações ambientais: fotoperíodo= 11,5 h, intensidade de luz do dia= 30.000 lux ou mais, temperatura de dia= 28°C ou superior, temperatura de noite= 22°C, umidade relativa= 60-70%. Plantas transgênicas e os nulizigotos correspondentes foram crescidos lado a lado em posições aleatórias. Do estágio de semeadura até o estágio de maturidade as plantas foram passadas diversas vezes através de uma cabine de formação de imagem digital. Em cada momento imagens digitais (2048x1536 pixéis, 16 milhões de cores) foram tiradas de cada planta de pelo menos 6 ângulos diferentes.
A parte aérea de planta (ou biomassa de folhas) foi determinada contando o número total de pixéis nas imagens digitais de partes vegetais superficiais discriminado a partir do fundo. Foi tirada a média deste valor para as fotos tiradas no mesmo momento dos ângulos diferentes e foi convertido para um valor de superfície física expresso em mm quadrados por calibração. Experimentos mostram que a parte aérea de planta medida desta maneira se correlaciona com a biomassa de partes aéreas de planta. A Areamax é a parte aérea no momento no qual a planta atingiu sua biomassa de folhas máxima.
As panículas primárias maduras foram coletadas, ensacadas, etiquetadas com código de barras e então secas por três dias no forno a 37°C. As panículas foram então trilhadas e todas as sementes coletadas. As cascas cheias foram separadas daquelas vazias usando um dispositivo que sopra ar. Depois de separação, ambos os lotes de sementes foram então contados usando uma máquina de contagem disponível comercialmente. As cascas vazias foram descartadas. As cascas cheias foram pesadas em uma balança analítica e a área seccional cruzada das sementes foi medida usando formação de imagem digital. Este procedimento resultou no conjunto dos seguintes parâmetros relacionados a sementes:
As flores por panícula é um parâmetro estimando o número médio de floretes por panícula em uma planta, derivado do número de sementes total dividido pelo número de primeiras panículas. A panícula mais alta e todas as panículas que se sobrepõe com a panícula mais alta quando alinhadas verticalmente, foram consideradas as primeiras panículas e foram contadas manualmente. O número de grãos cheios foi determinado contando o número de cascas cheias que permaneceram depois da etapa de separação. A produção total de sementes (peso total de semente) foi medida pesando todas as cascas cheias coletadas de uma planta. Número total de sementes por planta foi medido contando o número de cascas coletadas de uma planta e corresponde ao número de floretes por planta. Peso de Mil Sementes (TKW) é extrapolado a partir do número de grãos cheios contadas e seu peso total. índice de colheita é definido como a proporção entre o peso total de semente e a área superficial (mm2), multiplicada por um fator IO6. Estes parâmetros foram derivados de uma maneira automatizada a partir das imagens digitais usando aplicativo computacional de análise de imagem e foram analisados estatisticamente. Parâmetros individuais de sementes (incluindo largura, comprimento, área, peso) foram medidos usando um dispositivo feito sob encomenda consistindo de dois componentes principais, um dispositivo de pesagem e formação de imagem, acoplado a aplicativo computacional para análise de imagem.
Uma ANOVA de dois fatores (análises de variância) corrigida para o modelo não equilibrado foi usada como modelo estatístico para a avaliação geral de características fenotípicas vegetais. Um teste F foi realizado em todos os parâmetros medidos de todas as plantas de todos os eventos transformadas com aquele gene. O teste F foi realizado para verificar por um efeito do gene sobre todos os eventos de transformação e para verificar por um efeito geral do gene, também referido neste lugar como um "efeito gênico global". Se o valor do teste F mostrou que os dados foram significantes, então foi concluído que houve um efeito "gênico", significando que não foi apenas presença ou a posição do gene que estava causando o efeito. O limiar para significância para um verdadeiro efeito gênico global foi ajustado em um nível de probabilidade de 5% para o teste F. Para verificar por um efeito dos genes dentro de um evento, i.e., por um efeito linhagem específico, um teste t foi realizado dentro de cada evento usando conjuntos de dados das plantas transgênicas e das plantas nulas correspondentes. "Plantas nulas" ou "segregantes nulos" ou "nulizigotos" se referem a plantas tratadas da mesma maneira que a planta transgênica, mas das quais o transgene foi segregado. Plantas nulas também podem ser descritas como as plantas transformadas negativas homozigotas. O limiar para significância para o teste t foi ajustado em um nível de probabilidade de 10%. Os resultados para alguns eventos podem estar acima ou abaixo deste limiar. Isto é baseado na hipótese de que um gene pode apenas ter um efeito em certas posições no genoma, e que a ocorrência deste efeito dependente de posição não é comum. Este tipo de efeito gênico é também referido neste lugar como um "efeito de linhagem do gene". O valor de ρ foi obtido comparando o valor de t com a distribuição de t ou alternativamente, comparando o valor de F com a distribuição de F. O valor de ρ então gera a probabilidade de que a hipótese nula (i.e., que não existe nenhum efeito do transgene) esteja correta.
Os dados obtidos para FG-GAP no primeiro experimento foram confirmados em um segundo experimento com plantas T2. Quatro linhagens foram selecionadas para análise adicional. Grupos de sementes das plantas positivas (tanto hetero como homozigotas) em TI, foram triados monitorando expressão de marcador. Para cada evento escolhido, os grupos de sementes heterozigotas foram então retidos para avaliação de T2. Dentro de cada grupo de sementes um número igual de plantas positivas e negativas foi crescido na casa de vegetação para avaliação.
Um número total de 120 plantas transformadas FG-GAP foi avaliado na geração T2, isto é 30 plantas por evento das quais 15 foram positivas para o transgene, e 15 negativas.
Devido ao fato de dois experimentos com eventos sobrepostos terem sido realizados, uma análise combinada foi realizada. Isto é útil para verificar consistência dos efeitos sobre os dois experimentos, e se este é o caso, para acumular evidência de ambos experimentos a fim de aumentar confiança na conclusão. O método usado foi uma abordagem de modelo misturado que leva em consideração a estrutura multivariada dos dados (i.e. experimento - evento - segregantes). Valores de P foram obtidos comparando teste de proporção de probabilidade com distribuições qui quadrado. Exemplo 20: Avaliação de transformantes FG-GAP: mensuração de parâmetros relacionados a produção
Mediante análise das sementes como descrito acima, os requerentes encontraram que plantas transformadas com a construção gênica FG-GAP tiveram uma maior produção de sementes, expressa como número de grãos cheios e peso total de sementes, comparado com plantas carecendo do transgene FG-GAP. Os valores de ρ mostram que os aumentos foram significantes. Também o índice de colheita foi aumentado (+9%).
Os resultados obtidos para plantas na geração Tl estão resumidos Tabela K:
Tabela K:
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Estes resultados positivos foram obtidos novamente na geração T2. Em Tabela L, dados mostram os aumentos gerais em% para o número de grãos cheios, peso total de sementes e índice de colheita, calculados a partir dos dados das linhagens individuais da geração T2, e os respectivos valores de p. Estes dados T2 foram reavaliados em uma análise combinada com os resultados para a geração T1, e os valores de ρ obtidos mostram que os efeitos observados foram altamente significantes. Tabela L:
<table>table see original document page 220</column></row><table>
EXEMPLO C: CYP90B
Exemplo 21: Clonagem de gene de cDNA de CYP90B de Oryza sativa
O cDNA de CYP90B de Oryza sativa foi amplificado por PCR usando como modelo uma biblioteca de cDNA de plântula de Oryza sativa (Invitrogen, Paisley, UK). Depois de transcrição reversa de RNA extraído de plântulas, os cDNAs foram clonados em pCMV Sport 6.0. Tamanho médio de inserto do banco foi de 1,6 kb e o número original de clones foi da ordem de 1,67x107 cfu. Título original foi determinado como sendo 3,34 xlO° cfii/ml 10 depois de primeira amplificação de 6x1010 cfu/ml. Depois de extração de plasmídeo, 200 ng de modelo foram usados em uma mistura de PCR de 50 μΐ. Iniciadores (SEQ ID NO: 107; sentido, códon de início em negrito, sítio AttBl em itálico: 5'
GGGGA CAA GTTTGTA CAAAAA A GCA GGCTTAAAC AATGGCCGCC ATG ATGGC 3') e (SEQ ID NO: 108; reverso, complementar, sítio AttB2 em itálico: 5' GGGGACCACTTTGTACAAGAAAGCTGGGT TTACTCCTGCTCATCATCC 3'), os quais incluem os sítios AttB para recombinação Gateway, foram usados para amplificação por PCR. PCR foi realizado usando DNA polimerase Hifi Taq em condições padrão. Um fragmento de PCR de 1585 bp (incluindo sítios attB; 1521 bp de início a término) foi amplificado e purificado também usando métodos padrão. A primeira etapa do procedimento Gateway, a reação BP, foi então realizada, durante a qual o fragmento de PCR se recombina in vivo com o plasmídeo pDONR201 para produzir, de acordo com a terminologia Gateway, um "clone de entrada". Plasmídeo pDONR2Ql foi adquirido a partir de Invitrogen, como parte da tecnologia Gateway®. Exemplo 22: Construção de Vetor
O clone de entrada foi subseqüentemente usado em uma reação LR com vetores de destinação usados para transformação de Oryza sativa. Estes vetores contêm como elementos funcionais dentro dos limites de T-DNA: um marcador selecionável vegetal; uma gaveta de expressão de marcador triável; e uma gaveta Gateway pretendida para recombinação in vivo LR com a seqüência de interesse já clonada no clone de entrada. Quatro promotores de arroz diferentes localizados antes desta gaveta Gateway foram usados para expressar o CYP90B de Oryza sativa: prolamina RP6, oleosina 18 kDa, GOS2 e HMGB1.
Depois da etapa de recombinação LR, os vetores de expressão resultantes (promotor de prolamina RP6, oleosina 18 kDa, GOS2 e HMGB1 - veja Figura 14) foram transformados em linhagem LBA4044 Agrobacterium e subseqüentemente para plantas de Oryza sativa. Plantas transformadas de arroz foram permitidas crescer e foram então avaliadas para o parâmetros descritos nos exemplos abaixo. Para transformação de outras safras veja
Exemplo 40.
Exemplo 23: Descrição do procedimento de avaliação fenotípica
Aproximadamente 15 a 20 transformantes TO de arroz independentes foram gerados por construção. Os transformantes primários foram transferidos de uma câmera de safra de tecido para uma casa de vegetação para crescimento e colheita de semente T1. Quatro ou cinco eventos, dos quais a progênie T1 segregou 3:1 para presença/ausência do transgene, foram retidos. Para cada um destes eventos, aproximadamente 10 plântulas T1 contendo o transgene (hetero e homozigotas) e aproximadamente 10 plântulas T1 carecendo do transgene (nulizigotos) foram selecionadas monitorando expressão de marcador visual. As plantas transgênicas e as plantas de controle adequadas foram crescidas lado a lado em posições aleatórias. Do estágio de semeadura até o estágio de maturidade as plantas foram passadas diversas vezes através de uma cabine de formação de imagem digital. Em cada momento imagens digitais (2048x1536 pixéis, 16 milhões de cores) foram tiradas de cada planta de pelo menos 6 ângulos diferentes.
Três T1 eventos foram adicionalmente avaliados na geração T2 seguindo o mesmo procedimento de avaliação que para a geração Tl mas com mais indivíduos por evento.
Mensurações de parâmetros relacionados a sementes
As panículas primárias maduras foram coletadas, contadas, ensacadas, etiquetadas com código de barras e então secas por três dias em um forno a 37°C. As panículas foram então trilhadas e todas as sementes foram coletadas e contadas. As cascas cheias foram separadas daquelas vazias usando um dispositivo que sopra ar. As cascas vazias foram descartadas e a fração remanescente foi contada novamente. As cascas cheias foram pesadas em uma balança analítica. O número de grãos cheios foi determinado contando o número de cascas cheias que permaneceram depois da etapa de separação. A produção total de sementes foi medida pesando todas as cascas cheias coletadas de uma planta. Número total de sementes por planta foi medido contando o número de cascas coletadas de uma planta. Peso de Mil Sementes (TKW) é extrapolado a partir do número de grãos cheios contado e seu peso total. O índice de colheita (HI) na presente invenção é definido como a proporção entre a produção total de sementes e a parte aérea (mm2), multiplicada por um fator IO6. O número total de flores por panícula como definido na presente invenção é a proporção entre o número total de sementes e o número de panículas primárias maduras. A taxa de enchimento de sementes como definido na presente invenção é a proporção (expressa como uma%) do número de grãos cheios sobre o número total de sementes (ou floretes). Parâmetros individuais de sementes (largura, comprimento e área) foram medidos usando um dispositivo feito sob encomenda consistindo de dois componentes principais, um dispositivo de pesagem e formação de imagem, acoplado a aplicativo computacional para análise de imagem. Tanto sementes com casca como descascadas foram usadas para estas mensurações. Análise estatística: teste F
Uma ANOVA de dois fatores (análise de variantes) foi usada como um modelo estatístico para a avaliação geral de características fenotípicas vegetais. Um teste F foi realizado em todos os parâmetros medidos de todas as plantas de todos os eventos transformadas com o gene da presente invenção. O teste F foi realizado para verificar por um efeito do gene sobre todos os eventos de transformação e por um efeito geral do gene, também conhecido como um efeito gênico global. O limiar para significância para um verdadeiro efeito gênico global foi ajustado em um nível de probabilidade de 5% para o teste F. Um valor significante de teste F aponta para um efeito gênico, significando que não é apenas a presença ou posição do gene que está causando as diferenças em fenótipo.
Exemplo 24: Resultados de CYP90B de Oryza sativa sob o controle de promotores não constitutivos
24.1 Plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor endosperma específico
Os resultados de produção de sementes e mensuração de HI para plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor endosperma específico (prolamina RP6) são mostrados em Tabela MeN, respectivamente. O número de eventos com um aumento é indicado, assim como os valores de ρ do teste F para as gerações Tle T2. Tabela Μ: Resultados de mensuração de produção de sementes de plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor endosperma específico.
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Tabela N: Resultados de mensuração de HI de plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor endosperma específico.
<table>table see original document page 224</column></row><table>
As plantas transgênicas de arroz expressando CYP90B sob o controle do promotor endosperma específico (prolamina RP6) apresentam uma colheita aumentada, devido a um aumento em produção de sementes enquanto que biomassa de parte aérea de planta permanece não modificada (dados não mostrados), quando comparada com plantas de controle.
24.2 Plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor embrião/aleurona específico
Os resultados de mensuração de TKW para plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle de um promotor de embrião/aleurona (oleosina 18 kDa) são mostrados em Tabela O. O número de eventos com um aumento é indicado assim como os valores de ρ do teste F para as gerações T1 e T2.
Tabela O: Resultados de mensuração de TKW de plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor de embrião/aleurona.
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Os resultados de mensuração de área média de semente para plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor de oleosina 18 kDa são mostrados em Tabela Ρ. O número de eventos com um aumento é indicado assim como os valores de ρ do teste F para as gerações Tl e T2.
Tabela P: Resultados de mensuração de área média de semente de plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor de embrião/aleurona.
<table>table see original document page 225</column></row><table>
Os resultados de mensuração de comprimento médio de semente para plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor de oleosina 18 kDa são mostrados em Tabela Q. O número de eventos com um aumento é indicado assim como os valores de ρ do teste F para as gerações Tl e T2.
Tabela Q: Resultados de mensuração de comprimento médio de semente de plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor de embrião/aleurona.
<table>table see original document page 225</column></row><table>
Plantas transgênicas de arroz expressando CYP90B sob o controle de um promotor de embrião/aleurona (oleosina 18 kDa) têm sementes com TKW, área de semente e comprimento de semente aumentado. Nenhum aumento significante em produção de sementes foi observado.
Exemplo 25: Avaliação e Resultados de Oryza sativa CYP90B sob o controle de promotores constitutivos
25.1 Plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor constitutivo GOS2
Os resultados de mensuração de avaliação para plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor constitutivo GOS2 são mostrados em Tabela R. O número de eventos com um aumento é indicado, assim como os valores de ρ do teste F para a geração TI. Nenhuma avaliação de geração T2 é realizada quando resultados negativos são obtidos na geração TI.
Tabela R: Resultados de mensuração de avaliação de plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor constitutivo GOS2.
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25.2 Plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor constitutivo HMBGl
Os resultados de mensuração de avaliação para plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor constitutivo HMBGl são mostrados em Tabela S. O número de eventos com um aumento é indicado, assim como os valores de ρ do teste F para a geração TI. Nenhuma avaliação de geração T2 é realizada quando resultados negativos são obtidos na geração TI.
Tabela S: Resultados de mensuração de avaliação de plantas transgênicas expressando CYP90B sob o controle do promotor constitutivo HMBGl.
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Plantas transgênicas de arroz expressando CYP90B sob o controle de dois diferentes promotores constitutivos mostram biomassa de parte aérea de planta, altura de planta, número de grãos cheios, produção de sementes e HI fortemente reduzidos comparados com plantas de controle.
EXEMPLO D: CDC27
Exemplo 26: Clonagem de um gene de Arabidopsis thaliana codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo
O gene de Arabidopsis thaliana codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo (CDS0171_2) foi amplificado por PCR usando como modelo uma biblioteca de cDNA de plântula de Arabidopsis thaliana (Invitrogen, Paisley, UK). Depois de transcrição reversa de RNA extraído de plântulas, os cDNAs foram clonados em pCMV Sport 6.0. Tamanho médio de inserto do banco foi de 1,5 kb e o número original de clones foi da ordem de 1,59x10 cfu. Título original foi determinado como sendo 9,6x105 cfu/ml, e depois da primeira amplificação de IO10 cfu/ml. Depois de extração de plasmídeo, 200 ng de modelo foram usados em uma mistura de PCR de 50 μΐ. Iniciadores (SEQ ID NO: 149; sentido, códon de início em negrito, sítio AttBl em itálico: 5'- GGGGA CAA GTTTGTA CAAAA AA GCA GGCTTC AC A ATGC AAC AA CTGTCAACTTC 3') e (SEQ ID NO: 150; reverso, complementar, sítio AttB2 em itálico: 5' GGGGACCA CTTTGTACAAGAAAGCTGGGTTGGAG TAGC TATGGTTTCAC-3'), os quais incluem os sítios AttB para recombinação Gateway, foram usados para amplificação por PCR. PCR foi realizado usando DNA polimerase Hifi Taq em condições padrão. Um fragmento de PCR de 1816 bp (incluindo sítios attB; 1737 bp de início a término) foi amplificado e purificado também usando métodos padrão. A primeira etapa do procedimento Gateway, a reação BP, foi então realizada, durante a qual o fragmento de PCR se recombina in vivo com o plasmídeo pDONR201 para produzir, de acordo com a terminologia Gateway, um "clone de entrada". Plasmídeo pDONR2Ql foi adquirido a partir de Invitrogen, como parte da tecnologia Gateway®.
Exemplo 27: Construção de Vetor
O clone de entrada foi subseqüentemente usado em uma reação LR com um vetor de destinação usado para transformação de Oryza sativa. Este vetor contém como elementos funcionais dentro dos limites de T- DNA: um marcador selecionável vegetal; uma gaveta de expressão de marcador triável; e uma gaveta Gateway pretendida para recombinação in vivo LR com a seqüência de interesse já clonada no clone de entrada. Um promotor OSHl de arroz (SEQ ID NO: 151) para expressão em meristema apical de broto foi localizado antes desta gaveta Gateway.
Depois da etapa de recombinação LR, o vetor de expressão resultante mostrado em Figura 18 foi transformado em linhagem LBA4044 de Agrobacterium e subseqüentemente para plantas de Oryza sativa. Plantas transformadas de arroz foram permitidas crescer e foram então avaliadas para os parâmetros descritos em Exemplos 28 e 29. Para transformação de outras safras veja Exemplo 40.
Exemplo 28: Descrição do procedimento de avaliação fenotípica
Aproximadamente 15 a 20 transformantes T0 de arroz independentes foram gerados. Os transformantes primários foram transferidos de uma câmera de safra de tecido para uma casa de vegetação para crescimento e colheita de semente T1. Cinco eventos, dos quais a progênie T1 segregou 3:1 para presença/ausência do transgene, foram retidos. Para cada um destes eventos, aproximadamente 10 plântulas T1 contendo o transgene (hetero e homo-zigotas) e aproximadamente 10 plântulas T1 carecendo do transgene (nulizigotos) foram selecionadas monitorando expressão de marcador visual. As plantas transgênicas e as plantas de controle adequadas foram crescidas lado a lado em posições aleatórias. Do estágio de semeadura até o estágio de maturidade as plantas foram passadas diversas vezes através de uma cabine de formação de imagem digital. Em cada momento imagens digitais (2048x1536 pixéis, 16 milhões de cores) foram tiradas de cada planta de pelo menos 6 ângulos diferentes.
Três dos eventos avaliados em Tl foram adicionalmente avaliados na geração T2 seguindo o mesmo procedimento de avaliação que para a geração Tl mas com mais indivíduos por evento. Mensurações de parâmetros relacionados a sementes
As panículas primárias maduras foram coletadas, contadas, ensacadas, etiquetadas com código de barras e então secas por três dias em um forno a 37°C. As panículas foram então trilhadas e todas as sementes foram coletadas e contadas. As cascas cheias foram separadas daquelas vazias usando um dispositivo que sopra ar. As cascas vazias foram descartadas e a fração remanescente foi contada novamente. As cascas cheias foram pesadas em uma balança analítica. O número de grãos cheios foi determinado contando o número de cascas cheias que permaneceram depois da etapa de separação. A produção total de sementes foi medida pesando todas as cascas cheias coletadas de uma planta. Número total de sementes por planta foi medido contando o número de cascas coletadas de uma planta. Peso de Mil Sementes (TKW) é extrapolado a partir do número de grãos cheios contadas e seu peso total. O índice de colheita (HI) na presente invenção é definido como a proporção entre a produção total de sementes e a parte aérea (mm2), multiplicada por um fator IO6. O número total de flores por panícula como definido na presente invenção é a proporção entre o número total de sementes e o número de panículas primárias maduras. A taxa de enchimento de sementes como definida na presente invenção é a proporção (expressa como 25 uma%) do número de grãos cheios sobre o número total de sementes (ou floretes).
Análise estatística: teste F
Uma ANOVA de dois fatores (análise de variantes) foi usada como um modelo estatístico para a avaliação geral de características fenotípicas vegetais. Um teste F foi realizado em todos os parâmetros medidos de todas as plantas de todos os eventos transformadas com o gene da presente invenção. O teste F foi realizado para verificar por um efeito do gene sobre todos os eventos de transformação e por um efeito geral do gene, também conhecido como um efeito gênico global. O limiar para significância para um verdadeiro efeito gênico global foi ajustado em um nível de probabilidade de 5% para o teste F. Um valor significante de teste F aponta para um efeito gênico, significando que não é apenas a presença ou posição do gene que está causando as diferenças em fenótipo.
Exemplo 29: Resultados da avaliação de plantas transgênicas de arroz expressando um ácido nucleico CDC27 modificado de Arabidopsis thaliana sob o controle de um promotor de meristema apical de broto
Os resultados de mensuração de avaliação (produção de sementes, número de grãos cheios, e HI) para plantas transgênicas expressando um ácido nucleico CDC27 modificado sob o controle de um promotor de meristema apical de broto (OSH1) são mostrados em Tabelas T a V. O número de eventos com um aumento, a% de diferença com plantas de controle adequadas, assim como os valores de ρ do teste F para as gerações T1 e T2 são indicados.
Tabela T: Resultados de mensuração de produção de sementes de plantas transgênicas expressando um ácido nucleico CDC27 modificado sob o controle de um promotor de meristema apical de broto.
<table>table see original document page 230</column></row><table> Tabela U: Resultados de mensuração de número de grãos cheios de plantas transgênicas expressando um ácido nucleico CDC27 modificado sob o controle de um promotor de meristema apical de broto.
<table>table see original document page 231</column></row><table>
Tabela V: Resultados de mensuração de índice de colheita de plantas transgênicas expressando um ácido nucleico CDC27 modificado sob o controle de um promotor de meristema apical de broto.
<table>table see original document page 231</column></row><table>
Plantas transgênicas de arroz expressando um ácido nucleico CDC27 modificado sob o controle de promotor de meristema apical de broto tiveram produção significantemente aumentada de sementes, número aumentado de sementes cheias e índice de colheita aumentado.
EXEMPLO E: AT-hook
Exemplo 30: Clonagem de gene de ácido nucleico codificando AT-hook de Oryza sativa
O gene de Oryza sativa codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 (veja SEQ ID NO: 152) foi amplificado por PCR usando como modelo uma biblioteca de cDNA de plântula de Oryza sativa (Invitrogen, Paisley, UK). Depois de transcrição reversa de RNA extraído de plântulas, os cDNAs foram clonados em pCMV Sport 6.0. Tamanho médio de inserto do banco foi de 1,6 kb e o 20 número original de clones foi da ordem de 1,67x107 cfu. Título original foi determinado como sendo 3,34 χIO6 cfü/ml depois de primeira amplificação de 6x1010 cfu/ml. Depois de extração de plasmídeo, 200 ng de modelo foram usados em uma mistura de PCR de 50 μΐ. Iniciadores (SEQ ID NO: 196; sentido, iniciador AttB 1: 5'- ggggacaagtttgtacaaaaaagcaggcttaaacaatggat ccggtcacgg -3') e (SEQ ID NO: 197; reverso, complementar, iniciador AttB2: 5'-ggggaccactttgtacaagaaagctgggtggaatcgatccatctcagaa -3'), os quais incluem os sítios AttB para recombinação Gateway, foram usados para amplificação por PCR. PCR foi realizado usando DNA polimerase Hifi Taq em condições padrão. Um fragmento de PCR (incluindo sítios attB; de início a término) foi amplificado e purificado usando métodos padrão. A primeira etapa do procedimento Gateway, a reação BP, foi então realizada, durante a qual o fragmento de PCR recombinado in vivo com o plasmídeo pDC)NR201 para produzir, de acordo com a terminologia Gateway, um "clone de entrada". Plasmídeo pDC)NR201 foi adquirido a partir de Invitrogen, como parte da tecnologia Gateway®.
Exemplo 31: Construção de Vetor
O clone de entrada foi subseqüentemente usado em uma reação LR com um vetor de destinação contendo o promotor de prolamina usado para transformação de Oryza sativa. Este vetor contém como elementos funcionais dentro dos limites de T-DNA: um marcador selecionável vegetal; uma gaveta de expressão de marcador triável; e uma gaveta Gateway pretendida para recombinação in vivo LR com a seqüência de interesse já clonada no clone de entrada. Um promotor de prolamina de arroz (SEQ ID NO: 195) para expressão endosperma específica foi localizado antes desta gaveta Gateway.
Depois da etapa de recombinação LR, o vetor de expressão resultante mostrado em Figura 22 foi transformado em linhagem LBA4044 de Agrobacterium e subseqüentemente para plantas de Oryza sativa. Plantas transformadas de arroz foram permitidas crescer e foram então avaliadas para os parâmetros descritos abaixo. Para transformação de outras safras veja Exemplo 40.
Exemplo 32: Avaliação e Resultados
Aproximadamente 15 a 20 transformantes TO de arroz independentes foram gerados. Os transformantes primários foram transferidos de uma câmera de safra de tecido para uma casa de vegetação para crescimento e colheita de semente T1. Sete eventos, dos quais a progênie T1 segregou 3:1 para presença/ausência do transgene, foram retidos. Para cada um destes eventos, aproximadamente 10 plântulas Tl contendo o transgene (hetero e homo-zigotas) e aproximadamente 10 plântulas T1 carecendo do transgene (nulizigotos) foram selecionadas monitorando expressão de marcador visual.
32.1 Análise estatística: teste F
Uma ANOVA de dois fatores (análise de variantes) foi usada como um modelo estatístico para a avaliação geral de características fenotípicas vegetais. Um teste F foi realizado em todos os parâmetros medidos de todas as plantas de todos os eventos transformadas com o gene da presente invenção. O teste F foi realizado para verificar por um efeito do gene sobre todos os eventos de transformação e por um efeito geral do gene (também referidas como a efeito gênico global). O limiar para significância para um verdadeiro efeito gênico global foi ajustado em um nível de probabilidade de 5% para o teste F. Um valor significante de teste F aponta para um efeito gênico, significando que não é apenas a presença ou posição do gene que está causando as diferenças em fenótipo.
32.2 Mensurações de parâmetros relacionados a sementes
As panículas primárias maduras foram coletadas, contadas, ensacadas, etiquetadas com código de barras e então secas por três dias em um forno a 37°C. As panículas foram então trilhadas e todas as sementes foram coletadas e contadas. As cascas cheias foram separadas daquelas vazias usando um dispositivo que sopra ar. As cascas vazias foram descartadas e a fração remanescente foi contada novamente. As cascas cheias foram pesadas em uma balança analítica. O número de grãos cheios foi determinado contando ρ número de cascas cheias que permaneceram depois da etapa de separação. A produção total de sementes foi medida pesando todas as cascas cheias coletadas de uma planta. Número total de sementes por planta foi medido contando o número de cascas coletadas de uma planta. Peso de Mil Sementes (TKW) foi extrapolado a partir do número de grãos cheios contadas e seu peso total. O índice de colheita (HI) foi expresso como uma proporção entre a produção total de sementes e a parte aérea (mm2), multiplicada por um fator IO6. O número total de flores por panícula foi expresso como uma proporção entre o número total de sementes e o número de panículas primárias maduras. A taxa de enchimento de sementes foi expressa como uma% do número de grãos cheios sobre o número total de sementes (ou floretes).
Tabela W: Dados comparativos para mostrar a diferença em produção de sementes obtida usando um promotor endosperma específico (prolamina) comparado com um promotor raiz específico (promotor RCc3)
<table>table see original document page 234</column></row><table>
A Tabela mostra a% de diferença em vários parâmetros para plantas transgênicas comparadas com plantas de controle correspondentes (nulizigotos); também mostrado na Tabela é o valor de ρ do teste F que indica o efeito geral do gene. Como mostrado na Tabela, vários parâmetros de produção de sementes foram aumentados em plantas expressando um ácido nucleico codificando AT-hook (SEQ ID NO: 152) sob o controle de um promotor endosperma específico, ao passo que nenhum aumento (de fato uma diminuição significante) foi obtido para plantas expressando o mesmo transgene sob o controle de um promotor raiz específico em plantas transgênicas. EXEMPLO F: fatores de transcrição DOF
Exemplo 33: Clonagem de gene de fator de transcrição DOF de Arabidopsis thaliana (SEQID NO: 198)
O gene de fator de transcrição DOF de Arabidopsis thaliana foi amplificado por PCR usando como modelo uma biblioteca de cDNA de plântula de Arabidopsis thaliana (Invitrogen, Paisley, UK). Depois de transcrição reversa de RNA extraído de plântulas, os cDNAs foram clonados em pCMV Sport 6.0. Tamanho médio de inserto do banco foi de 1,5 kb e número original de clones foi de 1,59x10^7 cfu. Título original foi determinado como sendo 9,6x10^5 cfu/ml depois de primeira amplificação de 6x10^11 cfu/ml. Depois de extração de plasmídeo, 200 ng de modelo foram usados em uma mistura de PCR de 50 μl. Iniciador (SEQ ID NO: 223) (sentido iniciador AttB 1: 5' ggggacaagtttgtacaaaaaa gcaggcttaaacaatgggtggatcgatggc 3') e (SEQ ID NO: 224) (iniciador AttB2 complementar reverso: 5' ggggaccactttgtacaagaaagctgggtcgttaatgatccgacaaaaca 3'), os quais incluem os sítios AttB para recombinação Gateway, foram usados para amplificação por PCR. PCR foi realizado usando DNA polimerase Hifi Taq em condições padrão. Um fragmento de PCR (incluindo sítios attB; de início a término) foi amplificado e purificado também usando métodos padrão. A primeira etapa do procedimento Gateway, a reação BP, foi então realizada durante as quais o fragmento de PCR recombinado in vivo com o plasmídeo pDONR201 para produzir, de acordo com a terminologia Gateway, um "clone de entrada". Plasmídeo pDONR201 foi adquirido a partir de Invitrogen, como parte da tecnologia Gateway®.
Exemplo 33a: Construção de Vetor
O clone de entrada foi subseqüentemente usado em uma reação LR com um vetor de destinação contendo GOS2 usado para transformação de Oryza sativa. Este vetor continha como elementos funcionais dentro dos limites de T-DNA: um marcador selecionável vegetal; uma gaveta de expressão de marcador triável; e uma gaveta Gateway pretendida para recombinação in vivo LR com a seqüência de interesse já clonada no clone de entrada. Um promotor GOS2 de arroz (SEQ ID NO: 225) para expressão constitutiva foi localizado antes desta gaveta Gateway.
Depois da etapa de recombinação LR, o vetor de expressão resultante mostrado em Figura 26 foi transformado em linhagem LBA4044 de Agrobacterium e subseqüentemente para plantas de Oryza sativa. Plantas transformadas de arroz foram permitidas crescer e foram então avaliadas para os parâmetros descritos abaixo. Para transformação de outras safras veja Exemplo 40.
Exemplo 34: Clonagem de gene de fator de transcrição DOF de Arabidopsis thaliana (SEQ ID NO: 226)
O gene de fator de transcrição DOF de Arabidopsis thaliana foi amplificado por PCR usando como modelo uma biblioteca de cDNA de plântula de Arabidopsis thaliana (Invitrogen, Paisley, UK). Depois de transcrição reversa de RNA extraído de plântulas, os cDNAs foram clonados em pCMV Sport 6.0. Tamanho médio de inserto do banco foi de 1,5 kb e número original de clones foi de 1,59x10 cfu. Título original foi determinado como sendo 9,6x105 cfü/ml depois de primeira amplificação de 6x1011 cfu/ml. Depois de extração de plasmídeo, 200 ng de modelo foram usados em uma mistura de PCR de 50 μΐ. Iniciador (SEQ ID NO: 256) (iniciador AttBl sentido: 5' ggggacaagtttgtacaaaaaa gcaggcttaaacaatgatgatggagactagagatc3') and (SEQ ID NO: 257) (iniciador AttB2 complementar reverso: 5' ggggaccactttgtacaagaaagctgggtcatatgtaactctaaatctgttca3'), os quais incluem os sítios AttB para recombinação Gateway, foram usados para amplificação por PCR. PCR foi realizado usando DNA polimerase Hifi Taq em condições padrão. Um fragmento de PCR (incluindo sítios attB; de início a término) foi amplificado e purificado também usando métodos padrão. A primeira etapa do procedimento Gateway, a reação BP, foi então realizada durante a qual o fragmento de PCR recombinado in vivo com o plasmídeo pDC>NR201 para produzir, de acordo com a terminologia Gateway, um "clone de entrada". Plasmídeo pDC)NR201 foi adquirido a partir de Invitrogen, como parte da tecnologia Gateway®.
Exemplo 34a: Construção de Vetor
O clone de entrada foi subseqüentemente usado em uma reação LR com um vetor de destinação contendo prolamina usado para transformação de Oryza sativa. Este vetor contém como elementos funcionais dentro dós limites de T-DNA: um marcador selecionável vegetal; uma gaveta de expressão de marcador triável; e uma gaveta Gateway pretendida para recombinação in vivo LR com a seqüência de interesse já clonada no clone de entrada. Um promotor de prolamina de arroz (SEQ ID NO: 258) para expressão semente específica foi localizado antes desta gaveta Gateway.
Depois da etapa de recombinação LR, o vetor de expressão resultante mostrado em Figura 27 foi transformado em linhagem LBA4044 de Agrobacterium e subseqüentemente para plantas de Oryza sativa. Plantas transformadas de arroz foram permitidas crescer e foram então avaliadas para os parâmetros descritos abaixo. Para transformação de outras safras veja Exemplo 40.
Exemplo 35: Avaliação e Resultados
Aproximadamente 15 a 20 transformantes TO de arroz independentes foram gerados. Os transformantes primários foram transferidos de uma câmera de safra de tecido para uma casa de vegetação para crescimento e colheita de semente TI. Sete eventos, dos quais a progênie Tl segregou 3:1 para presença/ausência do transgene, foram retidos. Para cada um destes eventos, aproximadamente 10 plântulas Tl contendo o transgene (hetero e homo-zigotas) e aproximadamente 10 plântulas Tl carecendo do transgene (nulizigotos) foram selecionadas monitorando expressão de marcador visual. Aproximadamente 4 eventos Tl foram adicionalmente avaliados na geração T2 seguindo o mesmo procedimento de avaliação que para a geração T1 mas com mais indivíduos por evento.
Plantas de cinco eventos foram crescidas em condições normais até o estágio de espigamento. Umidade do solo foi monitorada continuamente usando sensores de umidade inseridos nos potes de diversas plantas de controle não transgênicas escolhidas aleatoriamente. Em uma primeira fase, os potes foram saturados para um valor máximo de 60% para reduzir a variabilidade de pote para pote. Uma vez que os potes foram saturados, irrigação foi retida até que um teor de umidade no solo de abaixo de 20% fosse obtido. As plantas foram então re-irrigadas até umidade no solo ter atingido o nível máximo de 60% novamente. As plantas foram então representadas para avaliar os seguintes parâmetros relacionados a raízes e relacionados a sementes.
Parâmetros relacionados a raízes
Plantas foram crescidas em potes especialmente projetados com fundos transparentes para permitir visualização das raízes. Uma câmera digital registrou imagens através do fundo do pote durante crescimento vegetal. Características de raiz tal como área total projetada (a qual pode ser correlacionada a volume total de raiz), diâmetro e comprimento médio de raízes acima de um certo limiar de espessura (comprimento de raízes grossas, ou comprimento de raízes finas) foram deduzidos a partir da imagem gerada usando aplicativo computacional apropriado.
Mensurações de parâmetros relacionados a sementes
As panículas primárias maduras foram coletadas, contadas, ensacadas, etiquetadas com código de barras e então secas por três dias em um forno a 37°C. As panículas foram então trilhadas e todas as sementes foram coletadas e contadas. As cascas cheias foram separadas daquelas vazias usando um dispositivo que sopra ar. As cascas vazias foram descartadas e a fração remanescente foi contada novamente. As cascas cheias foram pesadas em uma balança analítica. O número de grãos cheios foi determinado contando o número de cascas cheias que permaneceram depois da etapa de separação. A produção total de sementes foi medida pesando todas as cascas cheias coletadas de uma planta. Número total de sementes por planta foi medido contando o número de cascas coletadas de uma planta. Peso de Mil Sementes (TKW) foi extrapolado a partir do número de grãos cheios contadas e seu peso total. O índice de colheita (HI) na presente invenção é definido como a proporção entre a produção total de sementes e a parte aérea (mm2), multiplicada por um fator IO6. O número total de flores por panícula como definido na presente invenção é a proporção entre o número total de sementes e o número de panículas primárias maduras. A taxa de enchimento de sementes como definida na presente invenção é a proporção (expressa como uma%) do número de grãos cheios sobre o número total de sementes (ou floretes).
Análise estatística: teste F
Uma ANOVA de dois fatores (análise de variantes) foi usada como um modelo estatístico para a avaliação geral de características fenotípicas vegetais. Um teste F foi realizado em todos os parâmetros medidos de todas as plantas de todos os eventos transformadas com o gene da presente invenção. O teste F foi realizado para verificar por um efeito do gene sobre todos os eventos de transformação e por um efeito geral do gene, também conhecido como um efeito gênico global. O limiar para significância para um verdadeiro efeito gênico global foi ajustado em um nível de probabilidade de 5% para o teste F. Um valor significante de teste F aponta para um efeito gênico, significando que não é apenas a presença ou posição do gene que está causando as diferenças em fenótipo.
Tabela X abaixo mostra os resultados da avaliação de T2 para plantas transgênicas expressando um ácido nucleico codificando um fator de transcrição DOF sob o controle de um promotor GOS2 e os resultados da avaliação de T2 para plantas transgênicas expressando um ácido nucleico codificando um fator de transcrição DOF sob o controle de um promotor de prolamina. Embora não mostrados, resultados comparáveis foram obtidos para plantas de Tl. O valor de ρ do teste F é mostrado para os parâmetros listados na Tabela, assim como a porcentagem de diferença entre plantas transgênicas versos nulizigotos.
Tabela X: Resultados de Avaliação de T2
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Em adição aos parâmetros relacionados a sementes descritos acima, os seguintes parâmetros de raiz também foram aumentados em plantas transgênicas comparadas com nulizigotos: 14% de aumento em biomassa total de raiz, 7% de aumento em número de raízes grossas (limiar interno), 36% de aumento em número de raízes finas (limiar interno) e uns 8% de aumento em diâmetro médio de raízes.
Os resultados mencionados acima foram obtidos em condições de estresse brando por seca; resultados similares seriam esperados em condições normais ou sem estresse.
EXEMPLO G: CKI
Exemplo 36: Clonagem de um gene de Oryza sativa codificando um polipeptídeo CKI4
O gene de Oryza sativa codificando um polipeptídeo CKI4 foi amplificado por PCR usando como modelo uma biblioteca de cDNA de safra celular em suspensão de Oryza sativa clonada no vetor pAD-Gal4-2.1 de kit HybriZAP-2.1 (Stratagene, La Jolla, Califórnia USA), de acordo com as instruções de fabricante. Tamanho médio de inserto do banco foi de 1,5 kb e o número original de clones foi da ordem de 2x106 pfu. Título original foi determinado como sendo 4x106 pfu/ml e depois da primeira amplificação de 1010 pfu/ml. Depois de extração de plasmídeo, 200 ng de modelo foram usados em uma mistura de PCR de 50 μl. Iniciadores (SEQ ID NO: 284; sentido, códon de início em negrito, sítio AttBl em itálico: 5'- GGGGACAAGTTTGTACAAAAAAGCAGGCTTCACAATGGGCAAGTACA TGCGCAAGGCC-3') e (SEQ ID NO: 285; reverso, complementar, sítio AttB2 em itálico: 5'- GGGGACCACTTTGTACAAGAAAGCTGGG 7GGAGCAGAGAGGTCCATGGTGCCC-3'), os quais incluem os sítios AttB para recombinação Gateway, foram usados para amplificação por PCR. PCR foi realizado usando DNA polimerase Hifi Taq em condições padrão. Um fragmento de PCR de 662 bp (incluindo sítios attB; 585 bp de início a término) foi amplificado e purificado também usando métodos padrão. A primeira etapa do procedimento Gateway, a reação BP, foi então realizada, durante a qual o fragmento de PCR se recombina in vivo com o plasmídeo pDONR201 para produzir, de acordo com a terminologia Gateway, um "clone de entrada". Plasmídeo pDONR201 foi adquirido a partir de Invitrogen, como parte da tecnologia Gateway®.
Exemplo 3 7: Construção de Vetor
O clone de entrada foi subseqüentemente usado em uma reação LR com um vetor de destinação usado para transformação de Oryza sativa. Este vetor contém como elementos funcionais dentro dos limites de T- DNA: um marcador selecionável vegetal; uma gaveta de expressão de marcador triável; e duas gavetas Gateway em orientação oposta pretendidas para recombinação in vivo LR com a seqüência de interesse já clonada no clone de entrada. As duas gavetas Gateway foram separadas por DNA não codificante (neste caso um fragmento de 315 bp de uma região de acoplamento de matriz (MAR) de tabaco, referência NCBI U67919, fragmento de 774 a 1088 bp), para promover formação de uma estrutura em forma de grampo do mRNA depois de transcrição. Um promotor de prolamina RP6 de arroz (SEQ ID NO: 281) para expressão endosperma específica foi localizado antes da primeira gaveta Gateway, em orientação oposta com respeito ao promotor.
O clone de entrada também foi usado em uma reação LR com outro vetor de destinação usado para transformação de Oryza sativa. Este vetor foi idêntico àquele descrito acima, exceto que o promotor de prolamina RP6 foi substituído por promotor de beta-expansina de arroz de SEQ ID NO: 282.
Depois da etapa de recombinação LR, os dois vetores de expressão resultantes (Figura 32 para ambos vetores) foram transformados em linhagem LBA4044 de Agrobacterium e subseqüentemente para plantas de Oryza sativa. Plantas transformadas de arroz foram permitidas crescer e foram então avaliadas para os parâmetros descritos em Exemplos 38 e 39. Para transformação de outras safras veja Exemplo 40.
Exemplo 38: Descrição do procedimento de avaliação fenotípica
Aproximadamente 15 a 20 transformantes TO de arroz independentes foram gerados. Os transformantes primários foram transferidos de uma câmera de safra de tecido para uma casa de vegetação para crescimento e colheita de semente T1. Quatro a cinco eventos, dos quais a progênie T1 segregou 3:1 para presença/ausência do transgene, foram retidos. Para cada um destes eventos, aproximadamente 10 plântulas Tl contendo o transgene (hetero e homozigotas) e aproximadamente 10 plântulas T1 carecendo do transgene (nulizigotos) foram selecionadas monitorando expressão de marcador visual. As plantas transgênicas e as plantas de controle adequadas foram crescidas lado a lado em posições aleatórias. Do estágio de semeadura até o estágio de maturidade as plantas foram passadas diversas vezes através de uma cabine de formação de imagem digital. Em cada momento imagens digitais (2048x1536 pixéis, 16 milhões de cores) foram tiradas de cada planta de pelo menos 6 ângulos diferentes.
Os mesmos eventos avaliados em T1 foram adicionalmente avaliados na geração T2 seguindo o mesmo procedimento de avaliação que para a geração T1.
Mensurações de parâmetros relacionados a sementes
As panículas primárias maduras foram coletadas, contadas, ensacadas, etiquetadas com código de barras e então secas por três dias em um forno a 37°C. As panículas foram então trilhadas e todas as sementes foram coletadas e contadas. As cascas cheias foram separadas daquelas vazias usando um dispositivo que sopra ar. As cascas vazias foram descartadas e a fração remanescente foi contada novamente. As cascas cheias foram pesadas em uma balança analítica. O número de grãos cheios foi determinado contando o número de cascas cheias que permaneceram depois da etapa de separação. A produção total de sementes foi medida pesando todas as cascas cheias coletadas de uma planta. Número total de sementes por planta foi medido contando o número de cascas coletadas de uma planta. O índice de colheita (HI) na presente invenção é definido como a proporção entre a produção total de sementes e a parte aérea (mm2), multiplicada por um fator 10^6. O número total de flores por panícula como definido na presente invenção é a proporção entre o número total de sementes e o número de panículas primárias maduras. A taxa de enchimento de sementes como definida na presente invenção é a proporção (expressa como uma%) do número de grãos cheios sobre o número total de sementes (ou floretes).
Análise estatística: teste F
Uma ANOVA de dois fatores (análise de variantes) foi usada como um modelo estatístico para a avaliação geral de características fenotípicas vegetais. Um teste F foi realizado em todos os parâmetros medidos de todas as plantas de todos os eventos transformadas com o gene da presente invenção. O teste F foi realizado para verificar por um efeito do gene sobre todos os eventos de transformação e por um efeito geral do gene, também conhecido como um efeito gênico global. O limiar para significância para um verdadeiro efeito gênico global foi ajustado em um nível de probabilidade de 5% para o teste F. Um valor significante de teste F aponta para um efeito gênico, significando que não é apenas a presença ou posição do gene que está causando as diferenças em fenótipo.
Exemplo 39: Resultados da avaliação de planta transgênica de arroz com expressão de CKI4 reduzida no endosperma
Os resultados de mensuração de avaliação (produção de sementes, número de grãos cheios, número total de sementes e flores por panícula) para plantas transgênicas com expressão de CKI4 reduzida no endosperma são apresentados em Tabela Y abaixo. O número de plantas com um aumento em um parâmetro, o aumento percentual médio assim como o valor de P da geração T2 são mostrados, e comparados com resultados obtidos com plantas transgênicas com expressão de CKI4 reduzida usando um promotor de beta expansina para expressão preferencial em tecido de broto.
Os resultados mostram que expressão reduzida de CKI4 no endosperma gera plantas com peso de semente, número de grãos cheios, total número de sementes e flores por panícula significantemente aumentados, comparadas com nulizigotos e comparadas com plantas transgênicas com expressão preferencialmente reduzida de CKI4 em tecido de broto (usando um promotor de beta expansina). Tabela Y: Resultados de mensuração de avaliação para plantas transgênicas com reduzida expressão de CKI4 no endosperma
<table>table see original document page 245</column></row><table>
Exemplo 40: Transformação de Milho, Trigo, Soja, Colza e Alfafa
Transformação de milho
Transformação de milho (Zea mays) é realizada com uma modificação do método descrito por Ishida et al. (1996) Nature Biotech 14(6): 745-50. Transformação é dependente de genótipo em milho e apenas genótipos específicos são receptivos para transformação e regeneração. A linhagem natural Al 88 (University of Minnesota) ou híbridos com Al 88 como um ancestral são boas fontes de material doador para transformação, mas outros genótipos também podem ser usados com sucesso. Espigas são coletadas a partir de planta de milho aproximadamente 11 dias depois de polinização (DAP) quando o comprimento do embrião imaturo é de cerca de 1 a 1,2 mm. Embriões imaturos são co-cultivados com Agrobacterium tumefaciens contendo o vetor de expressão, e plantas transgênicas são recuperadas através de organogênese. Embriões excisados são crescidos em meio de indução de calo, então meio de regeneração de milho, contendo o agente de seleção (por exemplo imidazolinona mas vários marcadores de seleção podem ser usados). As placas de Petri são incubadas na luz a 25°C por 2-3 semanas, ou até que brotos se desenvolvam. Os brotos verdes são transferidos de cada embrião para meio de enraizamento de milho e incubados a 25°C por 2-3 semanas, até que raízes se desenvolvam. Os brotos com raiz são transplantados para solo na casa de vegetação. Sementes Tl são produzidas a partir de plantas que exibem tolerância ao agente de seleção e que contêm uma única cópia do inserto de T-DNA.
Transformação de trigo
Transformação de trigo é realizada com o método descrito por Ishida et al. (1996) Nature Biotech 14(6): 745-50. A cultivar Bobwhite (disponível a partir de CIMMYT, México) é comumente usada em transformação. Embriões imaturos são co-cultivados com Agrobacterium tumefaciens contendo o vetor de expressão, e plantas transgênicas são recuperadas através de organogênese. Depois de incubação com Agrobacterium, os embriões são crescidos in vitro em meio de indução de calo, então meio de regeneração, contendo o agente de seleção (por exemplo imidazolinona mas vários marcadores de seleção podem ser usados). As placas de Petri são incubadas na luz a 25 0C por 2-3 semanas, ou até que brotos se desenvolvam. Os brotos verdes são transferidos de cada embrião para meio de enraizamento e incubados a 25 0C por 2-3 semanas, até que raízes se desenvolvam. Os brotos com raiz são transplantados para solo na casa de vegetação. Sementes Tl são produzidas a partir de plantas que exibem tolerância ao agente de seleção e que contêm uma única cópia do inserto de T- DNA.
Transformação de soja
Soja é transformada de acordo com uma modificação do método descrito na Patente Norte-Americana de Texas A&M 5.164.310. Diversas variedades comerciais de soja são receptivas para transformação por este método. A cultivar Jack (disponível a partir da Illinois Seed foundation) é comumente usada para transformação. Sementes de soja são esterilizadas para semeadura in vitro. O hipocótilo, a radícula e um cotilédone são excisados a partir de plântulas jovens de sete dias de idade. O epicótilo e o cotilédone remanescente são adicionalmente crescidos para desenvolver nós axilares. Estes nós axilares são excisados e incubados com Agrobacterium tumefaciens contendo o vetor de expressão. Depois do tratamento de co-cultivo, os explantes são lavados e transferidos para meio de seleção. Brotos regenerados são excisados e colocados em um meio de prolongamento de broto. Brotos menores do que 1 cm são colocados em meio de enraizamento até que raízes se desenvolvam. Os brotos com raiz são transplantados para solo na casa de vegetação. Sementes Tl são produzidas a partir de plantas que exibem tolerância ao agente de seleção e que contêm uma única cópia do inserto de T- DNA.
Transformação de colza/canola
Pecíolos cotiledonares e hipocótilos de plântulas jovens de 5-6 dias de idade são usados como explantes para safra de tecido e transformados de acordo com Babic et al. (1998, Plant Cell Rep 17: 183-188). A cultivar comercial Westar (Agriculture Canada) é a variedade padrão usada para transformação, mas outras variedades também podem ser usadas. Sementes de canola são superfície-esterilizadas para semeadura in vitro. Os explantes de pecíolo de cotilédone com o cotilédone acoplado são excisados das plântulas in vitro, e inoculados com Agrobacterium (contendo o vetor de expressão) banhando a extremidade de corte do explante de pecíolo na suspensão bacteriana. Os explantes são então cultivados por 2 dias em meio MSBAP-3 contendo 3 mg/l de BAP, 3% de sacarose, 0,7% de pH ytagar a 23°C, 16 h de luz. Depois de dois dias de co-cultivo com Agrobacterium, os explantes de pecíolo são transferidos para meio MSBAP-3 contendo 3 mg/l de BAP, cefotaxima, carbenicilina, ou timentina (300 mg/l) por 7 dias, e então cultivados em meio MSBAP-3 com cefotaxima, carbenicilina, ou timentina e agente de seleção até regeneração de broto. Quando os brotos estão com 5 - 10 mm de comprimento, eles são cortados e transferidos para meio de prolongamento de broto (MSBAP-0,5, contendo 0,5 mg/l de BAP). Brotos de cerca de 2 cm de comprimento são transferidos para o meio de enraizamento (MSO) para indução de raiz. Os brotos com raiz são transplantados para solo na casa de vegetação. Sementes Tl são produzidas a partir de plantas que exibem tolerância ao agente de seleção e que contêm uma única cópia do inserto de T-DNA.
Transformação de alfafa
Um clone regenerante de alfafa (Medicago sativa) é transformado usando o método de (McKersie et al., 1999 PIant physiol 119: 839-847). Regeneração e transformação de alfafa é dependente de genótipo e portanto uma planta regenerante é requerida. Métodos para obter plantas regenerantes foram descritos. Por exemplo, estas podem ser selecionadas a partir da cultivar Rangelander (Agriculture Canada) ou qualquer outra variedade comercial de alfafa como descrito por Brown DCW and A Atanassov (1985. Plant Cell Tissue Organ Culture 4: 111-112). Alternativamente, a variedade RA3 (University of Wisconsin) foi selecionada para uso em safra de tecido (Walker et al., 1978 Am J Bot 65:654-659). Explantes de pecíolo são co-cultivados com uma safra noturna de Agrobacterium tumefaeiens C58C1 pMP90 (McKersie et al., 1999 Plant physiol 119: 839-847) ou LBA4404 contendo o vetor de expressão. Os explantes são co-cultivados por 3 d no escuro em meio de indução SH contendo 288 mg/ L de Pro, 53 mg/ L de tioprolina, 4,35 g/ L de K2SO4, e 100 μm de acetoseringona. Os explantes são lavados em meio Murashige-Skoog com meia força (Murashige and Skoog, 1962) e colocados no mesmo meio de indução SH sem acetoseringona mas com um agente de seleção adequado e antibiótico adequado para inibir crescimento de Agrobaeterium. Depois de diversas semanas, embriões somáticos são transferidos para meio de desenvolvimento BOÍ2Y não contendo nenhum regulador de crescimento, nenhum antibiótico, e 50 g/L de sacarose. Embriões somáticos são subseqüentemente germinados em meio Murashige-Skoog com meia força. Plântulas enraizadas foram transplantadas em potes e crescidas em uma casa de vegetação. Sementes Tl são produzidas a partir de plantas que exibem tolerância ao agente de seleção e que contêm uma única cópia do inserto de T-DNA. LISTAGEM DE SEOÜENCIAS
<110> CropDesign N.V.
<120> "PLANTAS TENDO CARACTERÍSTICAS DE CRESCIMENTO MELHORADAS E MÉTODOS PARA FAZER AS MESMAS" PF57958 EP 05111597.0 2005-12-01 US 60/742,352 2005-12-05 EP 05111691.1 2005-12-05 EP 05111786.9 2005-12-07 <150> US 60/748,903 <151> 2005-12-08 <150> US 60/749,219 2005-12-09 EP 05111996.4 2005-12-12 <150> US 60/750,143 <151> 2005-12-14 <150> EP 05112562.3 2005-12-21 US 60/753,650 2005-12-23 EP 05113110.0 2005-12-30 EP 05113111.8
2005-12-30 US 60/756,086
2006-01-04 <150> US 60/756,042 <151> 2006-01-04
285
PatentIn versão 3.3 1
353 DNA
<213> Oryza sativa <4 00> 1
atggaaggtg taggtgctag gcagaggagg aaccctctga tacccagacc aaacggttca 60
aagaggcatc tgcagcatca gcatcagcca aatgctgccg agaagaagac cgccgcgaca 120 tcgaattact tcagtatcga ggcgttcctc gtgctcgtct tcctcaccat gtcattgctc 180 atacttccat tggtgcttcc cccattgcct ccgccgccat cgctgctgct gctgctgcca 240 gtctgcctgc tcatcctgct ggttgtgctg gccttcatgc caacggatgt gcggagcatg 300
<130> <150> <151> <150> <151> <150> <151> <150> <151>
<151> <150> <151>
<151> <150> <151> <150> <151> <150> <151> <150> <151>
<160> <17 0> <210> <211> <212>
gcttcctctt acttgtaaat acatctccta ggggaattta tttttgtttt tga <210> 2 <211> 105 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 2
Met Glu Gly Val Gly Ala Arg Gln Arg Arg Asn Pro Leu Ile Pro Arg 1 5 10 15
Pro Asn Gly Ser Lys Arg His Leu Gln His Gln His Gln Pro Asn Ala
20 25 30
Ala Glu Lys Lys Thr Ala Ala Thr Ser Asn Tyr Phe Ser Ile Glu Ala
35 40 45
Phe Leu Val Leu Val Phe Leu Thr Met Ser Leu Leu Ile Leu Pro Leu
50 55 60
Val Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Ser Leu Leu Leu Leu Leu Pro 65 70 75 80
353 Val Cys Leu Leu Ile Leu Leu Val Val Leu Ala Phe Met Pro Thr Asp
85 90 95
Val Arg Ser Met Ala Ser Ser Tyr Leu 100 105
<210> 3 <211> 56 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador: prm08170 <400> 3
ggggacaagt ttgtacaaaa aagcaggctt aaacaatgga aggtgtaggt gctagg 56
<210> 4 <211> 51 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador: prm08171 <400> 4
ggggaccact ttgtacaaga aagctgggtc aaaaacaaaa ataaattccc c 51
<210> 5
<211> 2193
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 5
aatccgaaaa gtttctgcac cgttttcacc ccctaactaa caatataggg aacgtgtgct 60
aaatataaaa tgagacctta tatatgtagc gctgataact agaactatgc aagaaaaact 120 catccaccta ctttagtggc aatcgggcta aataaaaaag agtcgctaca ctagtttcgt 180 tttccttagt aattaagtgg gaaaatgaaa tcattattgc ttagaatata cgttcacatc 240 tctgtcatga agttaaatta ttcgaggtag ccataattgt catcaaactc ttcttgaata 300 aaaaaatctt tctagctgaa ctcaatgggt aaagagagag atttttttta aaaaaataga 360 atgaagatat tctgaacgta ttggcaaaga tttaaacata taattatata attttatagt 420 ttgtgcattc gtcatatcgc acatcattaa ggacatgtct tactccatcc caatttttat 480 ttagtaatta aagacaattg acttattttt attatttatc ttttttcgat tagatgcaag 540 gtacttacgc acacactttg tgctcatgtg catgtgtgag tgcacctcct caatacacgt 600 tcaactagca acacatctct aatatcactc gcctatttaa tacatttagg tagcaatatc 660 tgaattcaag cactccacca tcaccagacc acttttaata atatctaaaa tacaaaaaat 720 aattttacag aatagcatga aaagtatgaa acgaactatt taggtttttc acatacaaaa 780 aaaaaaagaa ttttgctcgt gcgcgagcgc caatctccca tattgggcac acaggcaaca 840 acagagtggc tgcccacaga acaacccaca aaaaacgatg atctaacgga ggacagcaag 900 tccgcaacaa ccttttaaca gcaggctttg cggccaggag agaggaggag aggcaaagaa 960 aaccaagcat cctcctcctc ccatctataa attcctcccc ccttttcccc tctctatata 1020 ggaggcatcc aagccaagaa gagggagagc accaaggaca cgcgactagc agaagccgag 1080 cgaccgcctt cttcgatcca tatcttccgg tcgagttctt ggtcgatctc ttccctcctc 1140 cacctcctcc tcacagggta tgtgcccttc ggttgttctt ggatttattg ttctaggttg 1200 tgtagtacgg gcgttgatgt taggaaaggg gatctgtatc tgtgatgatt cctgttcttg 1260 gatttgggat agaggggttc ttgatgttgc atgttatcgg ttcggtttga ttagtagtat 1320 ggttttcaat cgtctggaga gctctatgga aatgaaatgg tttagggtac ggaatcttgc 1380 gattttgtga gtaccttttg tttgaggtaa aatcagagca ccggtgattt tgcttggtgt 1440 aataaaagta cggttgtttg gtcctcgatt ctggtagtga tgcttctcga tttgacgaag 1500 ctatcctttg tttattccct attgaacaaa aataatccaa ctttgaagac ggtcccgttg 1560 atgagattga atgattgatt cttaagcctg tccaaaattt cgcagctggc ttgtttagat 1620 acagtagtcc ccatcacgaa attcatggaa acagttataa tcctcaggaa caggggattc 1680 cctgttcttc cgatttgctt tagtcccaga attttttttc ccaaatatct taaaaagtca 1740 ctttctggtt cagttcaatg aattgattgc tacaaataat gcttttatag cgttatccta 1800 gctgtagttc agttaatagg taatacccct atagtttagt caggagaaga acttatccga 1860 tttctgatct ccatttttaa ttatatgaaa tgaactgtag cataagcagt attcatttgg 1920 attatttttt ttattagctc tcaccccttc attattctga gctgaaagtc tggcatgaac 1980 tgtcctcaat tttgttttca aattcacatc gattatctat gcattatcct cttgtatcta 2040 cctgtagaag tttctttttg gttattcctt gactgcttga ttacagaaag aaatttatga 2100 agctgtaatc gggatagtta tactgcttgt tcttatgatt catttccttt gtgcagttct 2160 tggtgtagct tgccactttc accagcaaag ttc 2193
<210> 6 <211> 3 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado Ia <400> 6 Tyr Phe Ser 1
<210> 7 <211> 3 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado Ib <400> 7 Tyr Phe Thr 1
<210> 8 <211> 3 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado Ic <400> 8 Tyr Phe Gly 1
<210> 9 <211> 3 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado Id <400> 9 Tyr Leu Gly 1
<210> 10 <211> 7 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado 2 <220>
<221> VARIANTE <222> (1)..(1)
<223> /substituir="Ala" /substituir="Ile" <220>
<221> VARIANTE
<222> (7)..(7)
<223> /substituir="Ser"
<400> 10
Val Leu Ala Phe Met Pro Thr 1 5
<210> 11 <211> 3 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado 3 <220>
<221> VARIANTE <222> (1)..(1) <223> /substituir="Pro" <400> 11 Ser Tyr Leu 1
<210> 12 <211> 178 <212> PRT
<213> Oryza sativa <4 00> 12
Met Tyr Leu Leu Ser Pro Arg Asn Gly Asp Glu Glu Asp Glu Gln Glu 1 5 10 15
Glu Ile Gln Glu Leu Ile Ser Asp Asp Glu Pro Pro Asn Leu Lys Leu
20 25 30
Ala Ser Cys Ala Thr Ala Ala Ser Ser Ser Ser Ser Ser Gly Ser Asp
35 40 45
Met Glu Lys Gly Arg Gly Lys Ala Cys Gly Gly Gly Ser Thr Ala Pro
50 55 60
Pro Pro Pro Pro Pro Ser Ser Ser Gly Lys Ser Gly Gly Gly Gly Gly 65 70 75 80
Ser Asn Ile Arg Glu Ala Ala Ala Ser Gly Gly Gly Gly Gly Val Trp
85 90 95
Gly Lys Tyr Phe Ser Val Glu Ser Leu Leu Leu Leu Val Cys Val Thr
100 105 110
Ala Ser Leu Val Ile Leu Pro Leu Val Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro
115 120 125
Pro Ser Met Leu Met Leu Val Pro Val Ala Met Leu Val Leu Leu Leu
130 135 140
Ala Leu Ala Phe Met Pro Thr Thr Thr Ser Ser Ser Ser Ser Ala Gly 145 150 155 160
Gly Gly Gly Gly Gly Gly Arg Asn Gly Ala Thr Thr Gly His Ala Pro 165 170 175
Tyr Leu
<210> 13 <211> 126 <212> PRT
<213> Oryza sativa <4 00> 13
Met Leu Leu Glu His Leu Met Ile Thr Met Glu Glu Gln Met Phe Arg 15 10 15
Glu Gln Gln Met Gln Arg Gly Gly Arg His His Gln His His Thr Thr
20 25 30
Arg Glu Gln Glu Gln Gln Gln Lys Gln Gln Gln Arg Arg Arg Leu Met
35 40 45
Asn Asn Ala Thr Asn Gly Gly Gly Gly Asp Gly Gly Ser Arg Cys Tyr
50 55 60
Phe Ser Thr Glu Ala Ile Leu Val Leu Ala Cys Val Thr Val Ser Leu 65 70 75 80
Leu Val Leu Pro Leu Ile Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Thr Leu
85 90 95
Leu Leu Leu Leu Pro Val Cys Leu Leu Ala Leu Leu Val Val Leu Ala
100 105 110
Phe Met Pro Thr Asp Met Arg Thr Met Ala Ser Ser Tyr Leu 115 120 125
<210> 14 <211> 105 <212> PRT <213> Zea mays <220>
<221> INSEGURO <222> (65)..(75)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <4 00> 14
Met Ala Ser Arg Ser Ser Ala Met Glu Gly Gly Ala Ala Ile Gln Arg 15 10 15 Arg Asn Ala Val Lys Arg His Leu Gln Gln Arg Gln Gln Glu Ala Asp
20 25 30
Phe Leu Asp Lys Lys Val Ile Ala Ser Thr Tyr Phe Ser Ile Gly Ala
35 40 45
Phe Leu Val Leu Ala Cys Leu Thr Val Ser Leu Leu Ile Leu Pro Leu
50 55 60
Xaa Xaa Xaa Xaa Xaa Xaa Xaa Xaa Xaa Xaa Xaa Leu Leu Trp Leu Pro 65 70 75 80
Val Cys Leu Leu Val Leu Leu Val Val Leu Ala Phe Met Pro Thr Asp
85 90 95
Val Arg Ser Met Ala Ser Ser Tyr Leu 100 105
<210> 15 <211> 110 <212> PRT
<213> Triticum aestivum <400> 15
Met Asp Ser Gln Phe Gly Ala Leu Glu Arg Gly Gly Ser Arg Gln Arg 1 5 10 15
Arg Ser Pro Val Leu Ala Arg Pro Asn Thr Thr Lys Arg His Ile Gln
20 25 30
Gln Gln Arg Ala Asn Ala Ala Asp Lys Lys Val Val Met Pro Asn Tyr
35 40 45
Phe Ser Ile Glu Ala Phe Phe Val Leu Ala Cys Leu Thr Val Ser Leu
50 55 60
Leu Ile Leu Pro Leu Val Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Ser Leu 65 70 75 80
Leu Leu Phe Val Pro Val Cys Leu Leu Ile Leu Leu Met Val Leu Ala
85 90 95
Phe Met Pro Thr Asp Met Arg Ser Met Ala Thr Ser Tyr Leu 100 105 110
<210> 16 <211> 110 <212> PRT
<213> Hordeum vulgare <400> 16
Met Asp Ser Gln Phe Gly Ala Met Asp Arg Gly Gly Ser Arg Gln Arg 15 10 15
Ser Ser Pro Val Leu Ala Arg Pro Asn Thr Ala Lys Arg Gln Met Gln
20 25 30
Gln Gln Arg Ala Asn Ala Ala Asp Lys Lys Val Val Ile Pro Asn Tyr
35 40 45
Phe Gly Val Glu Ala Phe Phe Val Leu Ala Cys Leu Thr Val Ser Leu
50 55 60
Leu Ile Leu Pro Leu Val Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Ser Leu 65 70 75 80
Leu Leu Leu Leu Pro Val Cys Leu Leu Ile Leu Leu Met Val Leu Ala
85 90 95
Phe Met Pro Thr Asp Val Arg Ser Met Ala Thr Ser Tyr Leu 100 105 110
<210> 17 <211> 99 <212> PRT
<213> Saccharum officinarum <220>
<221> INSEGURO <222> (62) .. (62)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <4 00> 17
Met Glu Gly Gly Gly Gln Ile Gln Arg Arg Asn Asn Ala Val Lys Arg 15 10 15
His Leu Gln Gln Arg Gln Gln Glu Ala Asp Phe Leu Asp Lys Lys Val 20 25 30 Ile Ala Ser Thr Tyr Phe Ser Ile Glu Ala Phe Leu Val Leu Ala Cys
35 40 45
Leu Thr Val Ser Leu Leu Ile Leu Pro Leu Val Leu Pro Xaa Leu Pro
50 55 60
Ala Pro Ala Ser Leu Leu Leu Trp Leu Pro Val Trp Leu Leu Glu Leu 65 70 75 80
Leu Ile Val Leu Ala Phe Met Pro Thr Asp Val Arg Ser Met Ala Ser 85 90 95
Ser Tyr Leu
<210> 18 <211> 99 <212> PRT
<213> Saccharum officinarum <4 00> 18
Met Glu Gly Gly Gly Gln Ile Gln Arg Arg Asn Asn Ala Val Lys Arg 1 5 10 15
His Leu Gln Gln Arg Gln Gln Glu Ala Asp Phe Leu Asp Lys Lys Val
20 25 30
Ile Ala Ser Thr Tyr Phe Ser Ile Glu Ala Phe Leu Val Leu Ala Cys
35 40 45
Leu Thr Val Ser Leu Leu Ile Leu Pro Leu Val Leu Pro Pro Leu Pro
50 55 60
Pro Pro Pro Ser Leu Leu Leu Trp Leu Pro Val Cys Leu Leu Ile Leu 65 70 75 80
Leu Ile Val Leu Ala Phe Met Pro Thr Asp Val Arg Ser Met Ala Ser 85 90 95
Ser Tyr Leu
<210> 19 <211> 107 <212> PRT
<213> Sorghum bicolor <4 00> 19
Met Ala Ser Arg Ser Ser Ala Leu Glu Gly Gly Gly Ala Ala Ile Gln 15 10 15
Arg Arg Asn Asn Ala Val Lys Arg His Leu Gln Gln Arg Gln Gln Glu
20 25 30
Ala Asp Phe His Asp Lys Lys Val Ile Ala Ser Thr Tyr Phe Ser Ile
35 40 45
Gly Ala Phe Leu Val Leu Ala Cys Leu Thr Phe Ser Leu Leu Ile Leu
50 55 60
Pro Leu Val Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Ser Leu Leu Leu Trp 65 70 75 80
Leu Pro Val Cys Leu Leu Val Leu Leu Val Val Leu Ala Phe Met Pro
85 90 95
Thr Asp Val Arg Ser Val Ala Ala Ser Tyr Leu 100 105
<210> 20 <211> 130 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 20
Met Ile Arg Glu Ile Ser Asn Leu Gln Lys Asp Ile Ile Asn Ile Gln 15 10 15
Asp Ser Tyr Ser Asn Asn Arg Val Met Asp Val Gly Arg Asn Asn Arg
20 25 30
Lys Asn Met Ser Phe Arg Ser Ser Pro Glu Lys Ser Lys Gln Glu Leu
35 40 45
Arg Arg Ser Phe Ser Ala Gln Lys Arg Met Met Ile Pro Ala Asn Tyr
50 55 60
Phe Ser Leu Glu Ser Leu Phe Leu Leu Val Gly Leu Thr Ala Ser Leu 65 70 75 80 Leu Ile Leu Pro Leu Val Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Phe Met
85 90 95
Leu Leu Leu Val Pro Ile Gly Ile Met Val Leu Leu Val Val Leu Ala
100 105 110
Phe Met Pro Ser Ser His Ser Asn Ala Asn Thr Asp Val Thr Cys Asn 115 120 125
Phe Met 130 <210> 21 <211> 135 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 21
Met Ile Arg Glu Phe Ser Ser Leu Gln Asn Asp Ile Ile Asn Ile Gln 1 5 10 15
Glu His Tyr Ser Leu Asn Asn Asn Met Asp Val Arg Gly Asp His Asn
20 25 30
Arg Lys Asn Thr Ser Phe Arg Gly Ser Ala Pro Ala Pro Ile Met Gly
35 40 45
Lys Gln Glu Leu Phe Arg Thr Leu Ser Ser Gln Asn Ser Pro Arg Arg
50 55 60
Leu Ile Ser Ala Ser Tyr Phe Ser Leu Glu Ser Met Val Val Leu Val 65 70 75 80
Gly Leu Thr Ala Ser Leu Leu Ile Leu Pro Leu Ile Leu Pro Pro Leu
85 90 95
Pro Pro Pro Pro Phe Met Leu Leu Leu Ile Pro Ile Gly Ile Met Val
100 105 110
Leu Leu Met Val Leu Ala Phe Met Pro Ser Ser Asn Ser Lys His Val
115 120 125
Ser Ser Ser Ser Thr Phe Met 130 135
<210> 22 <211> 139 <212> PRT
<213> Vitis vinifera <400> 22
Met Ser Ile Glu Gln Pro Glu Ala Asp Ser Arg Leu Ser Glu Gly Pro 1 5 10 15
Leu Ile Asn Leu Gln Asp Arg Tyr Leu Ser Gly Ile Met Glu Ala Arg
20 25 30
Gly Arg Arg Asn Ser Ala Pro Leu Gln Val Glu Arg Lys Asn Pro Thr
35 40 45
Pro Pro Met Ala Glu Gly Lys Lys Met Glu Tyr Asn Arg Thr Pro Leu
50 55 60
Ser Arg Glu Asn Ser Arg Arg Leu Ile Pro Ala Ser Tyr Phe Ser Leu 65 70 75 80
Glu Ser Leu Leu Leu Leu Ile Cys Leu Thr Ala Ser Leu Leu Ile Leu
85 90 95
Pro Leu Ile Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Phe Met Leu Leu Leu
100 105 110
Leu Pro Ile Gly Ile Leu Ala Val Leu Met Ile Leu Ala Phe Met Pro
115 120 125
Ser Asn Val Arg Asp Leu Thr Tyr Thr Tyr Val
130 135
<210> 23 <211> 126 <212> PRT <213> Citrus sp. <220>
<221> INSEGURO <222> (103)..(103)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 23 Met Asn Ser Asp Asn Ser Glu Ser Arg Gln Arg Leu Ser Lys Gly Ile 15 10 15
Ile Asn Leu Gln Asp Arg Tyr Pro Thr Ser Ile Met Asp Arg Gly Val
20 25 30
Arg Lys Ile Ala Thr Pro Pro Val Glu Lys Arg Lys Val Glu Tyr His
35 40 45
Arg Ser Tyr Ser Gln Gly Ala Ser Arg Lys Leu Phe Ser Ala Ser Tyr
50 55 60
Phe Thr Leu Glu Ser Leu Leu Leu Leu Val Cys Leu Thr Ala Ser Leu 65 70 75 80
Leu Ile Leu Pro Leu Val Leu Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Phe Leu
85 90 95
Leu Leu Leu Val Pro Ile Xaa Ile Leu Ala Val Leu Leu Val Leu Ala
100 105 110
Phe Met Pro Ser Asn Val Arg Asp Ile Thr Ser Thr Tyr Val 115 120 125
<210> 24 <211> 118 <212> PRT
<213> Lycorpersicon esculentum <400> 24
Met Asn Met Asp Met Glu Ser Ser Glu Ala Lys Leu Arg Ser Ser Lys 15 10 15
Gly Phe Ile Asn Leu Glu Glu His Gln Gln Tyr Phe Asn Asn Ile Met
20 25 30
Glu Gly Asn Lys Met Glu His Lys Arg Ser Phe Thr Gln Gly His Gly
35 40 45
Lys Lys Met Leu Ser Met Asn Tyr Phe Ser Leu Glu Ser Ile Ile Leu
50 55 60
Leu Leu Gly Leu Thr Ala Ser Leu Leu Leu Leu Pro Leu Met Leu Pro 65 70 75 80
Pro Leu Pro Pro Pro Pro Phe Met Leu Leu Leu Val Pro Ile Phe Ile
85 90 95
Leu Val Val Leu Met Ile Leu Ala Phe Met Pro Ser Asn Val Arg Asn
100 105 110
Val Thr Cys Ser Tyr Leu 115
<210> 25 <211> 87 <212> PRT
<213> Lycorpersicon esculentum <400> 25
Met Glu Gly Asn Lys Met Glu His Lys Arg Ser Phe Thr Gln Gly His 15 10 15
Gly Lys Lys Met Leu Ser Met Asn Tyr Phe Ser Leu Glu Ser Ile Ile
20 25 30
Leu Leu Leu Gly Leu Thr Ala Ser Leu Leu Leu Leu Pro Leu Met Leu
35 40 45
Pro Pro Leu Pro Pro Pro Pro Phe Met Leu Leu Leu Val Pro Ile Phe
50 55 60
Ile Leu Val Val Leu Met Ile Leu Ala Phe Met Pro Ser Asn Val Arg 65 70 75 80
Asn Val Thr Cys Ser Tyr Leu 85
<210> 26 <211> 106 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 26
Met Asp Val Gly Arg Asn Asn Arg Lys Asn Met Ser Phe Arg Ser Ser 15 10 15
Pro Glu Lys Ser Lys Gln Glu Leu Arg Arg Ser Phe Ser Ala Gln Lys 20 25 30 gaggaggacg aagttggcat aagggaagag tcgtcaggta ggcggcggcg gtgacggcgt atgctgatgc acgacgacgt acgacgggac
Arg Met Met Ile Pro Ala Asn Tyr Phe Ser Leu
35 40
Leu Val Gly Leu Thr Alá Ser Leu Leu Ile Leu
50 55
Pro Leu Pro Pro Pro Pro Phe Met Leu Leu Leu 65 70 75
Met Val Leu Leu Val Val Leu Ala Phe Met Pro
85 90
Ala Asn Thr Asp Val Thr Cys Asn Phe Met 100 105
<210> 27
<211> 537
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 27
atgtacttgt tgagcccaag aaatggcgac ctgatcagcg acgacgagcc gcccaatctc agcagcagca gcagcggcag cgacatggag agtacggcgc cgccgccgcc gccgccgtcg agcaatatca gggaggcggc ggctagcggc tcggtggagt cgctgctcct gctggtgtgc gtgctgccgc cgctgccccc gccgccgtcg gtgctgctgc tggcgctggc gttcatgccg ggcggcggcg gcggcggccg caatggggcg <210> 28 <211> 538 <212> DNA <213> Zea mays <220>
<221> misc_feature <222> (177)..(208) <223> η is a, c, g, <220>
<221> misc_feature <222> (493)..(493) <223> η is a, c, g, <400> 28
ttcacattac actcatgact cgtcttagga ctggccaaga cctatttatc tatttacagg ggcatgaagg ccagtacaac cagcaagacg nnnnnnnnnn nnnnnnnnnn nnnnnnnncc caggcgagca cgaggaatgc cccgatgctg aggaaatccg cctcctgctg acgctgctgc attgccgccc ctccttccat cgcgctagat gaggtggaga ccagtcgcag tgagtggttg agaaccgcct tgngttttct gaacgttttg <210> 29 <211> 578 <212> DNA
<213> Vitis vinifera <400> 29
tttttttttt tttttttaat caagaaataa aaataacaaa aattgtatga tgagaagagg tgtataagtc aaatctctga cattagaagg aatgccaatg gggagcagaa gcagcatgaa gggaaggatc agcaatgaag ccgtgagaca atagcttgct gggatcagtc tcctgctgtt catcttcttt ccttcggcca taggaggagt agagttcctc cttcctctcg cttccatgat caaaggtcct tcagacagtc ttgaatctgc tcctttaccg gtcaccaagt tccaaccggt <210> 30 <211> 704
Glu Ser Leu Phe Leu 45
Pro Leu Val Leu Pro 60
Val Pro Ile Gly Ile 80
Ser Ser His Ser Asn 95
aacaggagga cctgcgccac gtaaagcctg aatccggcgg gcgtgtgggg cgctggtgat tggtgccggt cgtcgtcgtc atgctcccta
aatccaggag tgcagccagc cggcggcggg cggcggcggc caagtacttc cctcccgctc ggcgatgctg gtccgccggc cttgtag
ou t
ou t
cgaatcctgc taagaggagg agcaggcaga agcggcagta aagtaggtgg agatgccgct cggcttgcca ccaaagtaag taatcagatc
agctgcaaaa ccatgctgcg ccggcagcca tcagcagcga acgcgatgac tcacggcatt tgtgttcttt caagaagtga tgagctcggg
cacagaaaat cacatctgtc cagcagnnnn gacggtgagg cttcttgtcg cctcctttgt ggtgtaggcg aaggcggtgt tggtcgaa
aataactgat tgcacttttg catgaaagcc aggagggggt gatgagcaaa ctctcgtgag agggtttttc gccactcaaa ttcaggctgc tcaaagta
tttcatctga aacaccacca aagatcataa ggcaatggtg agcaatgact aggggagttc ctctcaactt tatcgatctt tcaatactca
atatcaagac tttacacata gcactgctag gtagtatcag ccaagctgaa tattatattc gcagaggagc gcagattgat tttaaatttc
60 120 180 240 300 360 420 480 537
60 120 180 240 300 360 420 480 538
60 120 180 240 300 360 420 480 540 578 <212> DNA
<213> Citrus reticulata <220>
<221> misc_feature <222> (619)..(619) <223> η is a, c, g, ou t <400> 30
agggtttctt caaagatagg tagccatttg cacatttgaa tctgcttgtt ggatattgtc 60
aaggaggctg ttggaattag gccacatttc agaatctggt ttcatcctgg atcgctgggc 120 atttgaaggc attttgtgat catcgctgtt taaaatttgg ccgcatatta gaatctgggt 180 tctcatcggt tttccgtaca tttaccttga ccacattttg atatctgggt tgagctgcat 240 tttagccttc gtatttaaaa ggacttgatc taatctgggg tcttggtgag ccggggcaac 300 tgatcatagt aaatgaattc tgataattct gagtcgagac agagactatc aaagggcatt 360 ataaacttgc aagatcgata tccgaccagc attatggatc gtggtgtaag aaaaattgca 420 actcctccgg tcgagaagag gaaagttgag tatcaccgaa gttactcgca aggggcatcc 480 agaaaactgt tttcggcaag ctatttcacc ctggaatcat tgcttttgct cgtatgtctg 540 acggcctcat tgctgatcct gccattggtg cttccgccct tgccgccccc gccattcctg 600 ctgcttctgg ttcctatang tattctagcc gtgcttttgg tcttggcatt catgccttct 660 aatgtaagag atataacttc cacgtacgtg taaatggtgt tgct 704
<210> 31 <211> 382 <212> DNA
<213> Lycorpersicon esculentum <400> 31
gaaaaaaatg tatttaatca ttatgtaaaa aacaagtgaa tctactttga tattttcttc 60
taaattaaac cacacaatta aagatatgag caagtcacat tcctaacatt agaaggcata 120 aaagctaaga tcataagaac aacaagaatg aaaattggga ctaacaacaa cataaaaggt 180 ggtggtggca atggtggaag catcaatggc aaaagtaaca aagatgctgt aagaccaagt 240 aacaaaataa ttgactctaa gctaaaataa ttcattgaca acattttctt gccatgtcct 300 tgtgtaaatg atctcttatg ctccatctta ttgccttcca taatgttgtt gaaatattgt 360 tgatgttcct ccaaattaat aa 382
<210> 32 <211> 624 <212> DNA
<213> Lycorpersicon esculentum <400> 32
tttgttaaag attggcacat tttcaagttc agtattcatt cgatttttga tatctacata 60
aaaaaaaagt gtcctggtac tactcaatat tcctcagaac gacttcatat tcaggtctcg 120 aattcaaaac ctcacatcaa gattcttagg aaatttcaag attggttgaa aaactcatat 180 ccttctctaa gtttcaagat tggttccaaa ttaaaactcg agacttctga gtaagagcgt 240 acgactagta atgaacatgg acatggaatc atcagaggca aaattgagat catcaaaagg 300 gtttattaat ttggaggaac atcaacaata tttcaacaac attatggaag gcaataagat 360 ggagcataag agatcattta cacaaggaca tggcaagaaa atgttgtcaa tgaattattt 420 tagcttagag tcaattattt tgttacttgg tcttacagca tctttgttac ttttgccatt 480 gatgcttcca ccattgccac caccaccttt tatgttgttg ttagtcccaa ttttcattct 540 tgttgttctt atgatcttag cttttatgcc ttctaatgtt aggaatgtga cttgctcata 600 tctttaattg tgtggtttaa ttta 624
<210> 33 <211> 1130 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 33
catgcggcta atgtagatgc tcactgcgct agtagtaagg tactccagta cattatggaa 60
tatacaaagc tgtaatactc gtatcagcaa gagagaggca cacaagttgt agcagtagca 120 caggattaga aaaacgggac gacaaatagt aatggaaaaa caaaaaaaaa caaggaaaca 180 catggcaata taaatggaga aatcacaaga ggaacagaat ccgggcaata cgctgcgaaa 240 gtactcgtac gtaaaaaaaa gaggcgcatt catgtgtgga cagcgtgcag cagaagcagg 300 gatttgaaac cactcaaatc caccactgca aaccttcaaa cgaggccatg gtttgaagca 360 tagaaagcac aggtaagaag cacaacgccc tcgctctcca ccctcccacc caatcgcgac 420 gcacctcgcg gatcggtgac gtggcctcgc cccccaaaaa tatcccgcgg cgtgaagctg 480 acaccccggg cccacccacc tgtcacgttg gcacatgttg gttatggttc ccggccgcac 540 caaaatatca acgcggcgcg gcccaaaatt tccaaaatcc cgcccaagcc cctggcgcgt 600 gccgctcttc cacccaggtc cctctcgtaa tccataatgg cgtgtgtacc ctcggctggt 660 Ile Leu Ile Ala Leu 15
Pro Pro Leu Pro Pro 30
Ile Met Ala Ala Leu 45
Lys Asn Val Val Val 60
Lys Arg
tgtacgtggg cgggttaccc tgggggtgtg ggtggatgac gggtgggccc ggaggaggtc 720 cggccccgcg cgtcatcgcg gggcggggtg tagcgggtgc gaaaaggagg cgatcggtac 780 gaaaattcaa attaggaggt ggggggcggg gcccttggag aataagcgga atcgcagata 840 tgcccctgac ttggcttggc tcctcttctt cttatccctt gtcctcgcaa ccccgcttcc 900 ttctctcctc tcctcttctc ttctcttctc tggtggtgtg ggtgtgtccc tgtctcccct 960 ctccttcctc ctctcctttc ccctcctctc ttcccccctc tcacaagaga gagagcgcca 1020 gactctcccc aggtgaggtg agaccagtct ttttgctcga ttcgacgcgc ctttcacgcc 1080 gcctcgcgcg gatctgaccg cttccctcgc ccttctcgca ggattcagcc 1130
<210> 34 <211> 77 <212> PRT
<213> Medicago sativa <400> 34
Met Val Arg Cys Phe Ser Leu Gly Ser Val Leu 15 10
Ala Ala Ser Met Val Val Leu Pro Leu Met Leu
20 25
Pro Pro Leu Ala Leu Leu Phe Phe Pro Val Gly
35 40
Val Val Leu Ala Phe Ser Pro Ser Glu Asn Val
50 55
Tyr Ser Ser Ser Ser Ser Gly Ile Ala Asn Ser 65 70 75
<210> 35 <211> 78 <212> PRT
<213> Medicago sativa <400> 35
Met Ile Met Val Ala Ser Lys Glu Lys Thr Asn 15 10
Phe Arg Tyr Ser Val Leu Ile Leu Ser Leu Leu
20 25
Val Leu Pro Leu Val Met Pro Pro Leu Pro Pro
35 40
Leu Leu Val Pro Val Phe Ile Met Leu Leu Leu
50 55
Ser Pro Ser Lys Lys Val Pro Asn Lys Ala Ser 65 70 75
<210> 36 <211> 613 <212> DNA
<213> Hordeum vulgare <400> 36
cttccgagaa agatgcttca tattgcactc atcttatgcc aacacacaat cagaaacaaa 60
aaccacgcag caagcctatt tacaagtaag aggtggccat gctccgcaca tcagtcggca 120 tgaaggccag caccatcaac aggatgagca agcagaccgg caagagcagc agtagcgatg 180 gcggtggggg caacggaggc agcaccaatg gcagtatgag caatgaaacg gtgaggcagg 240 cgagcacgaa gaacgcttcg acgccgaagt agttcggtat gacaaccttc ttgtcagcag 300 catttgccct ctgctgctgc atttgcctct ttgcagtatt tggtctggct aacacagggc 360 tgctcctctg cctactaccg cctctgtcca ttgcaccgaa ctggctatcc atctattctt 420 tggtgagtgc agatcagcgg ctatccagga actgagatga ataagaactt gtggaatctg 480 aaggttttta acagatctga agtctttgtg agtccgtgac tgaactgcag atcatctgct 540 gtggaagaac tgcaccgcaa gtggcaatac cttcgatcct gaaacttgca ttttggtgat 600 gcccgtacca cgc 613
<210> 37 <211> 617 <212> DNA
<213> Saccharum officinarum <220>
<221> misc_feature <222> (451)..(451) <223> η is a, c, g, ou t <400> 37
Ser Gly Gly Cys Met 15
Ala Leu Ser Ile Leu 30
Pro Pro Leu Leu Leu 45
Phe Phe Ile Ala Phe 60
Phe Val Ser ggagaacgtg cttgttcagg tggttcaaca gtgcggacca gagaacaatg cgaggttcag 60
gattaaaggt attctggctt cagaggcagt tcttccaaag caagtgacag gcgattccat 120
caccggagct aagatcttat tacaacattc agaaacacag gagtcctccc accgcctttc 180
acttcttgct tacttctgca accactcgcc gtgactgatc tccacgcaca ccaaagaaca 240
caacacgtgg caagccgatc tagcgcgatg gaaggagggg ggcaaataca gaggaggaat 300
aatgccgtga agcggcacct gcagcagcgg cagcaggagg cggatttcct cgacaagaag 360
gtcatcgcgt ccacctattt cagcatcgag gcgttcctcg tgctcgcctg cctcaccgtc 420
tcgctgctga tactgccgct tgtgctgccg ncgctgccgg cgccggcgtc gctgctgctg 480
tggctgccgg tctggctgct cgaactgctg attgtgcttg ccttcatgcc gacagatgtg 540
cgcagcatgg cctcctctta cttgtaaaaa aatagataaa taggccacct ttggcaattt 600
tctggggttt ggaggtg 617 <210> 38 <211> 638 <212> DNA
<213> Saccharum officinarum <400> 38
gattttttcc aagccagtga ccggcgattc atcaaccgga gctgagatct tatacaacat 60
tcagaaacac aggagtcctc gcaccgcttt ccactcttgg ctaattttgc aaccactcgc 120
cgtgactgat ctccacgcac accaaagaac acaacacgtg gcaacccgat ctagcgcgat 180
ggaaggaggg gggcaaatac agaggaggaa taatgccgtg aagcggcacc tgcagcagcg 24 0
gcagcaggag gcggatttcc tcgacaagaa ggtcatcgcg tccacctatt tcagcatcga 300
ggcgttcctc gtgctcgcct gcctcaccgt ctcgctgctg atactgccgc tggtgctgcc 360
gccgctgccg ccgccgccgt cgctgctgct gtggctgccg gtctgcctgc tcatcctgct 420
gattgtgctg gccttcatgc cgacagatgt gcgcagcatg gcctcctctt acttgtaata 480
aatagataaa taggccacct tggtcaatat tctgtgattt ggaggtgatt cgtcctgaga 540
tgagtctcga ttgatgtcag ctactcccaa ggggaaatgc atgtaacact tggtggccga 600
cggtggcaag ataatcatgc taccatgtca gttaaacc 638 <210> 39 <211> 778 <212> DNA
<213> Sorghum bicolor <400> 39
gctgttggtg ttgttcttga gatctctttc ttgatcttgt gtgggattaa agagggattc 60
ttgccttcct acgggagaaa gagaaaaggg gaagaacgtg cttgttccgg tggttcaaca 120
gtgcggagac ccggagaaca atgcgaggtt caggattaaa ggtgttctgg cttcaggtgc 180
agttcttcca aagcaggtga caggcgattc gatcaccgga gctcagatct gacgaaaaca 240
aaacacagtc ctcctcccac cgcctttcag ttcttgctta cttctgcaac cactcactgc 300
gaccgtacac caaagaacac tgcacatggc aagccgatct agcgcgctgg aaggaggggg 360
ggcagcaata cagcggagga ataatgccgt gaagcggcac ctgcagcagc ggcagcagga 420
ggcggatttc cacgacaaga aggtcatcgc gtccacctac ttcagcatcg gcgcgttcct 480
ggtgctcgcc tgcctcacct tctcgctgct catcctgccg ctggtgctgc cgccgctgcc 540
gccgccgccg tcgctgctgc tgtggctgcc ggtctgcctg ctcgtcctgc tggttgtgct 600
ggccttcatg ccgacagatg tgcgcagcgt ggcggcctct tacttgtaaa tagccagata 660
aataggccac cacctttggc cagttttctg tgttttcggg ggtgattcgt cctaagatga 720
gtcatgatcg agtgtaatgt gaagcatctt ttccaggggt agtagatttc aatgaagt 778 <210> 40 <211> 732 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 40
ttgtcttcct catttcccta ctagtacttg tttcacacag tttcttgatc caaccaaaac 60
caatacacaa agcttctcaa actccttcac ctcaaagctt cttcctttac atctgaatcg 120
ttgagttaac tcggatttgt tctgcatcct· ctgtttctga atcgtgggcc atccttattt 180
tgtctcgaat tcttcaccaa ttgcttcgat caagctgcat tggttaacca gttgccctaa 240
agatcagatc tttgagcaaa attttgtcac tgatcttcta aatccaaacc agacacagca 300
aaacaacctc tgtagatgat tcgagaaatc tcaaacttac aaaaagatat tataaacatt 360
caagacagtt attcgaacaa ccgagtcatg gacgtcggaa gaaacaaccg gaaaaacatg 420
agctttcgaa gttcgccgga gaaaagcaag caagagttac ggcggagttt ctcggcgcag 480
aaaaggatga tgatcccggc gaattatttc agtttagagt ctctgttcct attggttggt 540
ctaacggcat ctctgttaat acttccgtta gttttgccgc cgttacctcc gcctccgttt 600
atgctgctat tggttcccat tgggattatg gttttactcg tcgttcttgc cttcatgcct 660
tcttctcatt ctaatgctaa tacagatgta acttgcaatt tcatgtaaat ctgaaattta 720
ttatatgatg at 732 <210> 41 <211> 891 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 41
cccactttat ttcttcttct ctggttttct taccaaaaga gtatttaagc tttaacaccc tgtttttggt ttccaacgtt ctgaaggtgt gtttggctct aacggtttaa agctttcttg ctctctaccg gcaaaaaaaa aagattagtc cttttaggtc gttctaaacc ttagattttg tctgcatttc gggataatca aaccaaacta catttacaga agaagaagaa gaagaaaagt ggataaacaa actcaagttt cttcttcata catcgatctg aaaagagaaa aagccttctt taaatgattc gtgagttctc taaacattca agaacattat tctctcaaca acaacatgga ggaaaaacac gagttttcgt ggttcagctc cagctccgat ttcggacatt gtcgtcgcag aacagtccaa ggaggctaat tagaatcaat ggttgtgctt gttggtctca cagcatctct ttccaccatt gcctcctcct ccttttatgc tgcttttgat tgcttatggt tcttgctttc atgccttctt ctaattccaa cttttatgta ataaacgttt ctttaattga agaaagaaat <210> 42 <211> 732 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 42
ttgtcttcct catttcccta ctagtacttg tttcacacag caatacacaa agcttctcaa actccttcac ctcaaagctt ttgagttaac tcggatttgt tctgcatcct ctgtttctga tgtctcgaat tcttcaccaa ttgcttcgat caagctgcat agatcagatc tttgagcaaa attttgtcac tgatcttcta aaacaacctc tgtagatgat tcgagaaatc tcaaacttac caagacagtt attcgaacaa ccgagtcatg gacgtcggaa agctttcgaa gttcgccgga gaaaagcaag caagagttac aaaaggatga tgatcccggc gaattatttc agtttagagt ctaacggcat ctctgttaat acttccgtta gttttgccgc atgctgctat tggttcccat tgggattatg gttttactcg tcttctcatt ctaatgctaa tacagatgta acttgcaatt ttatatgatg at <210> 43 <211> 519 <212> DNA <213> Zea mays <400> 43
atgcgaggtt cgggatttaa gatgttcggc tttaggggca gggcgattcg accaccggag ctcagatctg attacaaaac tctcacaccg cctttcactt cttgcttact ttggcaacca cctccaccta caccaagaac acatggcaag ccgatctacg atacaaagga ggaatgccgt gaagcggcat ctgcagcagc ctcgacaaga aggtcatcgc gtccacctac ttcagcatcg tgcctcaccg tctcgctgct gatactgccg ctggtgctgc tcgctgctgt tgtggctgcc ggtctgcctg ctcgtcttgc ccgacagatg tgcgcagcat ggcctcctct tacctgtaa <210> 44 <211> 98 <212> PRT <213> Zea mays <400> 44
Met Glu Gly Gly Ala Ala Ile Gln Arg Arg Asn 1 5 10
Leu Gln Gln Arg Gln Gln Glu Ala Asp Phe Leu
20 25
Ala Ser Thr Tyr Phe Ser Ile Gly Ala Phe Leu 35 40
aactttcttc caatcttcat aaacaccaat tggaaacgcc tttcatcgtc tcgttacttt attttccaga cagtctacaa cgtgagagga tatggggaag atcagcgagt cttgatctta tcctattggg acatgtttct ccttaaacaa
gtcttcctct cttcttctcg tgaatctttt aagatcactc agggttcttc ttatgcgttt tcaaacttcg aacgacatca gatcataacc caagaattgt tacttcagtt ccgttgattc attatggttt tcttcttcca
tttcttgatc cttcctttac atcgtgggcc tggttaacca aatccaaacc aaaaagatat gaaacaaccg ggcggagttt ctctgttcct cgttacctcc tcgttcttgc tcatgtaaat
caaccaaaac atctgaatcg atccttattt gttgccctaa agacacagca tataaacatt gaaaaacatg ctcggcgcag attggttggt gcctccgttt cttcatgcct ctgaaattta
gttcttctga gttcagaaaa ctcactgcga cgatggaagg gtcagcagga gggcgttcct ctcccctgcc tggttgtact
agcaggggac cacaaggcgt ctggtctcca aggggcggca ggcggatttc cgtgctcgcc gccgccgccg ggccttcatg
Ala Val Lys Arg His 15
Asp Lys Lys Val Ile 30
Val Leu Ala Cys Leu 45
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 891
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 732
60 120 180 240 300 360 420 480 519 Thr Val Ser Leu Leu Ile Leu Pro Leu Val Leu Pro Pro Leu Pro Pro
50 55 60
Pro Pro Ser Leu Leu Leu Trp Leu Pro Val Cys Leu Leu Val Leu Leu 65 70 75 80
Val Val Leu Ala Phe Met Pro Thr Asp Val Arg Ser Met Ala Ser Ser 85 90 95
Tyr Leu
<210> 45 <211> 2745 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 45
atgagcaatg cttttttata atgccaactt tgtacaaaaa agcaggctta aacaatgaaa 60
tctcgagcga ggcagtgtct gctggtttgt ttgctctgtc tttccttaac gaatctctcc 120
tatggagaaa ataagttcag agagcgtaaa gccaccgatg acgagctggg ctaccccgat 180
attgatgaag atgctttatt gaatactcag tgcccgaaaa aattggagct gcgatggcaa 240
actgaagtca cttctagcgt ttatgctaca cccttgattg ctgatattaa cagtgatgga 300
aagcttgaca ttgttgttcc atcttttgtt cattacctcg aagttcttga aggagctgat 360
ggagacaaga tgccaggttg gcctgctttt caccagtcaa atgtgcactc gagtcctctt 420
ctatttgata tcgacaaaga tggtgttaga gaaattgctc tggctaccta caatgccgaa 480
gtgctctttt tcagggtatc aggctttttg atgtcagata agctagaagt gccacgtaga 540
aaagtgcaca agaactggca tgtgggactt aatcctgatc ctgttgaccg ttcacatcct 600
gatgttcatg atgatgtgct tgaggaggaa gctatggcaa tgaagtcatc gaccactcaa 660
acgaatgcaa ctaccacaac accaaatgtt acagtctcga tgaccaaaga agttcatggc 720
gctaattcat atgtgtcaac tcaagaggat caaaagagac cagagaataa tcaaacagaa 780
gctattgtaa agcctactcc agagctacat aattcctcca tggatgctgg agcaaataat 840
ttggcagcaa atgctactac agctggctca agagaaaacc tcaatagaaa tgtaaccacc 900
aatgaggtgg atcaaagcaa aattagtgga gataagaatg aaactgttat taaattaaat 960
actagtacgg gtaattcctc agaaactctg gggacatctg gaaacagtag tacggcagag 1020
acagtaacca aaagtgggag gcgacttctg gaagaggatg gttcgaaaga atctgtggac 1080
agccattcgg acagtaaaga caacagtgag ggtgtccgca tggcgacagt agaaaatgat 1140
ggaggcttag aagctgacgc agattcatcg tttgagttgt tgcgtgagaa tgatgagtta 1200
gctgatgaat acagttatga ttatgacgat tatgttgatg agaaaatgtg gggtgatgag 1260
gaatgggttg aggggcagca cgagaactca gaagattatg tgaatattga cgcccatata 1320
ctatgcactc ctgtaattgc tgacatagac aaagatggag tacaggagat gattgttgct 1380
gtttcctatt tcttcgaccc cgagtactat gataatccag aacatctgaa agagcttggt 1440
ggtatcgaca ttaaaaatta tattgctagt tcaattgtgg ttttcaatct tgatactaaa 1500
caagtcaagt ggatcaaaga gctagatttg agtacggata aagcaaactt ccgtgcttat 1560
atttattctt caccaacggt tgttgatttg gatggcgatg gttatttgga tatccttgtc 1620
ggaacttcct ttggcttatt ctacgccatg gatcatcgtg gaaacatcag agaaaaattc 1680
ccactggaaa tggctgaaat tcaaggagca gtggttgcgg ccgacataaa tgatgatgga 1740
aagattgaac ttgtaactac tgattcacac ggaaatatag cagcatggac cacccaagga 1800
gtggaaattt gggaagcaca tcttaagagc cttgttcccc agggtccttc tataggcgat 1860
gttgatggtg acggacacac ggaggttgtg gttcctacat catcaggaaa catatacgtt 1920
cttagtggca aggatggttc tattgtccgt ccttacccat acaggactca tggaagagtg 1980
atgaaccaac ttcttcttgt tgatctgaac aagcgaggtg agaaaaagaa gggtctcacc 2040
atcgttacta catcctttga cggttacctg tatctcatag atggacccac ctcgtgcact 2100
gacgttgttg acattggcga aacttcatac agcatggtct tggctgataa tgttgacggt 2160
ggagatgatc tcgatcttat tgtctcaact atgaatggaa acgtcttttg cttctcaacg 2220
ccttcttctc accatcccct taaggcttgg agatctagtg atcaaggcag gaacaataag 2280
gccaatcgtt atgatcgtga aggcgttttt gtcacgcatt cgaccagagg tttccgtgat 2340
gaggaaggca aaaacttctg ggctgagatc gagatcgttg ataaatatag atatccatct 2400
ggttcacaag caccctacaa cgttactacg acgctgttgg ttccaggcaa ttaccaggga 2460
gagaggagga taacgcagag ccagatctat gaccgccctg gaaaataccg gataaaacta 2520
ccaactgtgg gagtgagaac aacaggaact gtaatggtgg agatggcaga taagaatgga 2580
ctccatttct cagacgaatt ctcactaact ttccatatgt attactacaa gcttctgaaa 2640
tggcttcttg ttctcccgat gctcgggatg ttcggtctgc tcgtgatact acggcctcaa 2700
gaagccgtgc ctctcccgtc tttttcccgc aacacagatt tatga 2745 <210> 46 <211> 896 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 46
Met Lys Ser Arg Ala Arg Gln Cys Leu Leu Val Cys Leu Leu Cys Leu 1 5 10 15 Ser Leu Thr Asn Leu Ser Tyr Gly Glu Asn Lys Phe Arg Glu Arg Lys 20 25 30 Ala Thr Asp Asp Glu Leu Gly Tyr Pro Asp Ile Asp Glu Asp Ala Leu 35 40 45 Leu Asn Thr Gln Cys Pro Lys Lys Leu Glu Leu Arg Trp Gln Thr Glu 50 55 60 Val Thr Ser Ser Val Tyr Ala Thr Pro Leu Ile Ala Asp Ile Asn Ser 65 70 75 80 Asp Gly Lys Leu Asp Ile Val Val Pro Ser Phe Val His Tyr Leu Glu 85 90 95 Val Leu Glu Gly Ala Asp Gly Asp Lys Met Pro Gly Trp Pro Ala Phe 100 105 110 His Gln Ser Asn Val His Ser Ser Pro Leu Leu Phe Asp Ile Asp Lys 115 120 125 Asp Gly Val Arg Glu Ile Ala Leu Ala Thr Tyr Asn Ala Glu Val Leu 130 135 140 Phe Phe Arg Val Ser Gly Phe Leu Met Ser Asp Lys Leu Glu Val Pro 145 150 155 160 Arg Arg Lys Val His Lys Asn Trp His Val Gly Leu Asn Pro Asp Pro 165 170 175 Val Asp Arg Ser His Pro Asp Val His Asp Asp Val Leu Glu Glu Glu 180 185 190 Ala Met Ala Met Lys Ser Ser Thr Thr Gln Thr Asn Ala Thr Thr Thr 195 200 205 Thr Pro Asn Val Thr Val Ser Met Thr Lys Glu Val His Gly Ala Asn 210 215 220 Ser Tyr Val Ser Thr Gln Glu Asp Gln Lys Arg Pro Glu Asn Asn Gln 225 230 235 240 Thr Glu Ala Ile Val Lys Pro Thr Pro Glu Leu His Asn Ser Ser Met 245 250 255 Asp Ala Gly Ala Asn Asn Leu Ala Ala Asn Ala Thr Thr Ala Gly Ser 260 265 270 Arg Glu Asn Leu Asn Arg Asn Val Thr Thr Asn Glu Val Asp Gln Ser 275 280 285 Lys Ile Ser Gly Asp Lys Asn Glu Thr Val Ile Lys Leu Asn Thr Ser 290 295 300 Thr Gly Asn Ser Ser Glu Thr Leu Gly Thr Ser Gly Asn Ser Ser Thr 305 310 315 320 Ala Glu Thr Val Thr Lys Ser Gly Arg Arg Leu Leu Glu Glu Asp Gly 325 330 335 Ser Lys Glu Ser Val Asp Ser His Ser Asp Ser Lys Asp Asn Ser Glu 340 345 350 Gly Val Arg Met Ala Thr Val Glu Asn Asp Gly Gly Leu Glu Ala Asp 355 360 365 Ala Asp Ser Ser Phe Glu Leu Leu Arg Glu Asn Asp Glu Leu Ala Asp 370 375 380 Glu Tyr Ser Tyr Asp Tyr Asp Asp Tyr Val Asp Glu Lys Met Trp Gly 385 390 395 400 Asp Glu Glu Trp Val Glu Gly Gln His Glu Asn Ser Glu Asp Tyr Val 405 410 415 Asn Ile Asp Ala His Ile Leu Cys Thr Pro Val Ile Ala Asp Ile Asp 420 425 430 Lys Asp Gly Val Gln Glu Met Ile Val Ala Val Ser Tyr Phe Phe Asp 435 440 445 Pro Glu Tyr Tyr Asp Asn Pro Glu His Leu Lys Glu Leu Gly Gly Ile 450 455 460 Asp Ile Lys Asn Tyr Ile Ala Ser Ser Ile Val Val Phe Asn Leu Asp 465 470 475 480 Thr Lys Gln Val Lys Trp Ile Lys Glu Leu Asp Leu Ser Thr Asp Lys 485 490 495 Ala Asn Phe Arg Ala Tyr Ile Tyr Ser Ser Pro Thr Val Val Asp Leu
500 505 510
Asp Gly Asp Gly Tyr Leu Asp Ile Leu Val Gly Thr Ser Phe Gly Leu
515 520 525
Phe Tyr Ala Met Asp His Arg Gly Asn Ile Arg Glu Lys Phe Pro Leu
530 535 540
Glu Met Ala Glu Ile Gln Gly Ala Val Val Ala Ala Asp Ile Asn Asp 545 550 555 560
Asp Gly Lys Ile Glu Leu Val Thr Thr Asp Ser His Gly Asn Ile Ala
565 570 575
Ala Trp Thr Thr Gln Gly Val Glu Ile Trp Glu Ala His Leu Lys Ser
580 585 590
Leu Val Pro Gln Gly Pro Ser Ile Gly Asp Val Asp Gly Asp Gly His
595 600 605
Thr Glu Val Val Val Pro Thr Ser Ser Gly Asn Ile Tyr Val Leu Ser
610 615 620
Gly Lys Asp Gly Ser Ile Val Arg Pro Tyr Pro Tyr Arg Thr His Gly 625 630 635 640
Arg Val Met Asn Gln Leu Leu Leu Val Asp Leu Asn Lys Arg Gly Glu
645 650 655
Lys Lys Lys Gly Leu Thr Ile Val Thr Thr Ser Phe Asp Gly Tyr Leu
660 665 670
Tyr Leu Ile Asp Gly Pro Thr Ser Cys Thr Asp Val Val Asp Ile Gly
675 680 685
Glu Thr Ser Tyr Ser Met Val Leu Ala Asp Asn Val Asp Gly Gly Asp
690 695 700
Asp Leu Asp Leu Ile Val Ser Thr Met Asn Gly Asn Val Phe Cys Phe 705 710 715 720
Ser Thr Pro Ser Ser His His Pro Leu Lys Ala Trp Arg Ser Ser Asp
725 730 735
Gln Gly Arg Asn Asn Lys Ala Asn Arg Tyr Asp Arg Glu Gly Val Phe
740 745 750
Val Thr His Ser Thr Arg Gly Phe Arg Asp Glu Glu Gly Lys Asn Phe
755 760 765
Trp Ala Glu Ile Glu Ile Val Asp Lys Tyr Arg Tyr Pro Ser Gly Ser
770 775 780
Gln Ala Pro Tyr Asn Val Thr Thr Thr Leu Leu Val Pro Gly Asn Tyr 785 790 795 800
Gln Gly Glu Arg Arg Ile Thr Gln Ser Gln Ile Tyr Asp Arg Pro Gly
805 810 815
Lys Tyr Arg Ile Lys Leu Pro Thr Val Gly Val Arg Thr Thr Gly Thr
820 825 830
Val Met Val Glu Met Ala Asp Lys Asn Gly Leu His Phe Ser Asp Glu
835 840 845
Phe Ser Leu Thr Phe His Met Tyr Tyr Tyr Lys Leu Leu Lys Trp Leu
850 855 860
Leu Val Leu Pro Met Leu Gly Met Phe Gly Leu Leu Val Ile Leu Arg 865 870 875 880
Pro Gln Glu Ala Val Pro Leu Pro Ser Phe Ser Arg Asn Thr Asp Leu 885 890 895
<210> 47
<211> 53
<212> DNA
<213> Seqüência artificial
<220>
<223> iniciador: prm06643
<400> 47
ggggacaagt ttgtacaaaa aagcaggctt aaacaatgaa atctcgagcg agg <210> 48
<211> 52
<212> DNA
<213> Seqüência artificial
<220> <223> iniciador: prm06644 <400> 48
ggggaccact ttgtacaaga aagctgggtc ctgtttacag atggtaccta gt 52 <210> 49 <211> 4938 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> cassete de expressão <400> 49
aatccgaaaa gtttctgcac cgttttcacc ccctaactaa caatataggg aacgtgtgct 60
aaatataaaa tgagacctta tatatgtagc gctgataact agaactatgc aagaaaaact 120
catccaccta ctttagtggc aatcgggcta aataaaaaag agtcgctaca ctagtttcgt 180
tttccttagt aattaagtgg gaaaatgaaa tcattattgc ttagaatata cgttcacatc 240
tctgtcatga agttaaatta ttcgaggtag ccataattgt catcaaactc ttcttgaata 300
aaaaaatctt tctagctgaa ctcaatgggt aaagagagag atttttttta aaaaaataga 360
atgaagatat tctgaacgta ttggcaaaga tttaaacata taattatata attttatagt 420
ttgtgcattc gtcatatcgc acatcattaa ggacatgtct tactccatcc caatttttat 480
ttagtaatta aagacaattg acttattttt attatttatc ttttttcgat tagatgcaag 540
gtacttacgc acacactttg tgctcatgtg catgtgtgag tgcacctcct caatacacgt 600
tcaactagca acacatctct aatatcactc gcctatttaa tacatttagg tagcaatatc 660
tgaattcaag cactccacca tcaccagacc acttttaata atatctaaaa tacaaaaaat 720
aattttacag aatagcatga aaagtatgaa acgaactatt taggtttttc acatacaaaa 780
aaaaaaagaa ttttgctcgt gcgcgagcgc caatctccca tattgggcac acaggcaaca 840
acagagtggc tgcccacaga acaacccaca aaaaacgatg atctaacgga ggacagcaag 900
tccgcaacaa ccttttaaca gcaggctttg cggccaggag agaggaggag aggcaaagaa 960
aaccaagcat cctcctcctc ccatctataa attcctcccc ccttttcccc tctctatata 1020
ggaggcatcc aagccaagaa gagggagagc accaaggaca cgcgactagc agaagccgag 1080
cgaccgcctt cttcgatcca tatcttccgg tcgagttctt ggtcgatctc ttccctcctc 1140
cacctcctcc tcacagggta tgtgcccttc ggttgttctt ggatttattg ttctaggttg 1200
tgtagtacgg gcgttgatgt taggaaaggg gatctgtatc tgtgatgatt cctgttcttg 1260
gatttgggat agaggggttc ttgatgttgc atgttatcgg ttcggtttga ttagtagtat 1320
ggttttcaat cgtctggaga gctctatgga aatgaaatgg tttagggtac ggaatcttgc 1380
gattttgtga gtaccttttg tttgaggtaa aatcagagca ccggtgattt tgcttggtgt 1440
aataaaagta cggttgtttg gtcctcgatt ctggtagtga tgcttctcga tttgacgaag 1500
ctatcctttg tttattccct attgaacaaa aataatccaa ctttgaagac ggtcccgttg 1560
atgagattga atgattgatt cttaagcctg tccaaaattt cgcagctggc ttgtttagat 1620
acagtagtcc ccatcacgaa attcatggaa acagttataa tcctcaggaa caggggattc 1680
cctgttcttc cgatttgctt tagtcccaga attttttttc ccaaatatct taaaaagtca 1740
ctttctggtt cagttcaatg aattgattgc tacaaataat gcttttatag cgttatccta 1800
gctgtagttc agttaatagg taatacccct atagtttagt caggagaaga acttatccga 1860
tttctgatct ccatttttaa ttatatgaaa tgaactgtag cataagcagt attcatttgg 1920
attatttttt ttattagctc tcaccccttc attattctga gctgaaagtc tggcatgaac 1980
tgtcctcaat tttgttttca aattcacatc gattatctat gcattatcct cttgtatcta 2040
cctgtagaag tttctttttg gttattcctt gactgcttga ttacagaaag aaatttatga 2100
agctgtaatc gggatagtta tactgcttgt tcttatgatt catttccttt gtgcagttct 2160
tggtgtagct tgccactttc accagcaaag ttcatttaaa tcaactaggg atatcacaag 2220
tttgtacaaa aaagcaggct taaacaatga aatctcgagc gaggcagtgt ctgctggttt 2280
gtttgctctg tctttcctta acgaatctct cctatggaga aaataagttc agagagcgta 2340
aagccaccga tgacgagctg ggctaccccg atattgatga agatgcttta ttgaatactc 2400
agtgcccgaa aaaattggag ctgcgatggc aaactgaagt cacttctagc gtttatgcta 2460
cacccttgat tgctgatatt aacagtgatg gaaagcttga cattgttgtt ccatcttttg 2520
ttcattacct cgaagttctt gaaggagctg atggagacaa gatgccaggt tggcctgctt 2580
ttcaccagtc aaatgtgcac tcgagtcctc ttctatttga tatcgacaaa gatggtgtta 2640
gagaaattgc tctggctacc tacaatgccg aagtgctctt tttcagggta tcaggctttt 2700
tgatgtcaga taagctagaa gtgccacgta gaaaagtgca caagaactgg catgtgggac 2760
ttaatcctga tcctgttgac cgttcacatc ctgatgttca tgatgatgtg cttgaggagg 2820
aagctatggc aatgaagtca tcgaccactc aaacgaatgc aactaccaca acaccaaatg 2880
ttacagtctc gatgaccaaa gaagttcatg gcgctaattc atatgtgtca actcaagagg 2940
atcaaaagag accagagaat aatcaaacag aagctattgt aaagcctact ccagagctac 3000
ataattcctc catggatgct ggagcaaata atttggcagc aaatgctact acagctggct 3060
caagagaaaa cctcaataga aatgtaacca ccaatgaggt ggatcaaagc aaaattagtg 3120
gagataagaa tgaaactgtt attaaattaa atactagtac gggtaattcc tcagaaactc 3180 tggggacatc tggaagagga agggtgtccg cgtttgagtt attatgttga cagaagatta acaaagatgg atgataatcc gttcaattgt tgagtacgga tggatggcga tggatcatcg cagtggttgc acggaaatat gccttgttcc tggttcctac gtccttaccc acaagcgagg tgtatctcat acagcatggt ctatgaatgg ggagatctag ttgtcacgca tcgagatcgt cgacgctgtt atgaccgccc ctgtaatggt ctttccatat tgttcggtct gcaacacaga <210> 50 <211> 10 <212> PRT <213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado 1 <220>
<221> VARIANTE
<222> (9)..(9)
<223> /substituir="Glu"
<400> 50
Phe Asp Gly Tyr Leu Tyr Leu Ile Asp Gly 15 10
<210> 51 <211> 5 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado 2 <220>
<221> INSEGURO <222> (3)..(4)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <220>
<221> VARIANTE <222> (5)..(5) <223> /substituir="Glu" <400> 51
Asp Gly Xaa Xaa Asp 1 5
<210> 52 <211> 9 <212> PRT
tggaaacagt tggttcgaaa catggcgaca gttgcgtgag tgagaaaatg tgtgaatatt agtacaggag agaacatctg ggttttcaat taaagcaaac tggttatttg tggaaacatc ggccgacata agcagcatgg ccagggtcct atcatcagga atacaggact tgagaaaaag agatggaccc cttggctgat aaacgtcttt tgatcaaggc ttcgaccaga tgataaatat ggttccaggc tggaaaatac ggagatggca gtattactac gctcgtgata tttatgat
agtacggcag gaatctgtgg gtagaaaatg aatgatgagt tggggtgatg gacgcccata atgattgttg aaagagcttg cttgatacta ttccgtgctt gatatccttg agagaaaaat aatgatgatg accacccaag tctataggcg aacatatacg catggaagag aagggtctca acctcgtgca aatgttgacg tgcttctcaa aggaacaata ggtttccgtg agatatccat aattaccagg cggataaaac gataagaatg aagcttctga ctacggcctc
agacagtaac acagccattc atggaggctt tagctgatga aggaatgggt tactatgcac ctgtttccta gtggtatcga aacaagtcaa atatttattc tcggaacttc tcccactgga gaaagattga gagtggaaat atgttgatgg ttcttagtgg tgatgaacca ccatcgttac ctgacgttgt gtggagatga cgccttctcc aggccaatcg atgaggaagg ctggttcaca gagagaggag taccaactgt gactccattt aatggcttct aagaagccgt
caaaagtggg ggacagtaaa agaagctgac atacagttat tgaggggcag tcctgtaatt tttcttcgac cattaaaaat gtggatcaaa ttcaccaacg ctttggctta aatggctgaa acttgtaact ttgggaagca tgacggacac caaggatggt acttcttctt tacatccttt tgacattggc tctcgatctt tcaccatccc ttatgatcgt caaaaacttc agcaccctac gataacgcag gggagtgaga ctcagacgaa tgttctcccg gcctctcccg
aggcgacttc gacaacagtg gcagattcat gattatgacg cacgagaact gctgacatag cccgagtact tatattgcta gagctagatt gttgttgatt ttctacgcca attcaaggag actgattcac catcttaaga acggaggttg tctattgtcc gttgatctga gacggttacc gaaacttcat attgtctcaa cttaaggctt gaaggcgttt tgggctgaga aacgttacta agccagatct acaacaggaa ttctcactaa atgctcggga tctttttccc
3240 3300 3360 3420 3480 3540 3600 3660 3720 3780 3840 3900 3960 4020 4080 4140 4200 4260 4320 4380 4440 4500 4560 4620 4680 4740 4800 4860 4920 4938 <213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo conservado 3 <220>
INSEGURO (2)..(2)
Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente
<221> <222> <223> <220> <221> <222> <223> <220> <221> <222> <223> <220> <221> <222> <223> <400>
INSEGURO (4} . . (4) Xaa pode
INSEGURO (7) .. (8) Xaa pode
ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente
ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente
VARIANTE (9)..(9)
/substituir="Glu" 52
Asp Xaa Asp Xaa Asp Gly Xaa Xaa Asp 1 5
<210> <211> <212> <213> <220> <223> <400>
53 36 PRT
Seqüência
seqüência 53
Ser
Gly Gly Ser 1
Asp Leu Val
Val 20 Leu
artificial
de domínio conservado FG-GAP
Val Ala Ala Gly Asp Leu Asn Gly Asp Gly Arg Pro 5 10 15
Gly Ala Pro Gly Ala Asp Gly Gly Thr Asp Gly Ser 25 30
Val Tyr Leu 35
<210> 54 <211> 2449 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 54
gttctctctg ctctç
attcttcatc gccattgata gatgctctct agaagcatgg accacctatt tgatgccaaa agcacgtgtt acgtgctgtg gaagcaggtt gaaaaagctg gatagcaatt tggtggacgg gacagcacaa ttctggagcc tcttcgatgg aattccacaa
ggatttgcta tttcatttgt gtagctgatc attcaggttc cttgcggaaa gccatggcca gtggtcgttg tgggaaacga tcgataagca atggagatgc aatgctgatc ataaacttgc agtaaaaaga cacaattaca
tattcttcac tcttcagcac
gtttgagtgc agggaattta acgtgaagat acattattga gaagcaggct ggtagtaagt cgctggaaag gacttgtcaa tggctcggca aaacccaaga gctttggtgg gttcctaatg ttgttgtggc tcatcaaaag tttgcctact ggtcgaacac tttgcaagct ttctctactt
ttacctcagg ttggtctgtg atctgcagga ggatttccca attacacatt gaagcatggt agccatataa tcacatggac aacacagaag aagtgctact gtcacttttc tgtctatgca ctgatgatgt tgaagctcac agcttgatgt gcatgctcta gagaatcaat tcttagtgtc agcttgctca tttcaggcga ctacagctta tccgtttcac gaaagattcc aaaattgatt agggtatgca atacattccg
ctacctactg atgcaaatct 60 aaacgcgatt tggctatttt 120 gagggtgatt ttgcgttcaa 180 tacgaagctg atcgtctccc 240 gaggttctcg ttgctactaa 300 gtggatgaag gttttagtga 360 atccgtgttg cgtcagggag 420 tataaaaatg gaactcccca 480 ctctgctttg atcacaacct 540 cataatgcac accatagaga 600 gatacgggtt tggttattgt 660 ccatttgagg aacttggcat 720 gagaatcagg cctctgaaga 780 tttgctggca agactggcct 840 acctcagatg catcacaatt 900 aatagccgtc acccaggaga 960 atgccccatc gctgggaccg 1020 cacaagagga aaacattgaa 1080 aaacctgagg aacacacacc 1140 ggaaaggctg cacgctatgc 1200 acgataacta attacacgaa 1260 gaaggaattg aagctattca 1320 gaaggtggac ttcacgccga 1380 cataaacgga gatggtgttc tcgatcatgt ccagactgtc aactgtagtg agcgggtcaa tggaagtgtt gaagccttgc cgttcccatc cgggaacagc tctttaacgt ctcgatctgc cttgcactat ggaggagatt actcacgaca cttcgcccag ggagatcgca actcccattc tcatccccag agatgatgga tcacggagat gtaatcttct tgacaaaccg tggagaggtg gcacggccac gacgcagtct ggcaatggca gcttcagaca cccgtctcca tcgggtttaa ctgaatcagg gacggtggtc gttgcgcatt catgataacc agcctatgat ccttgccggg catctctccg ggaggaagca tattggcttc catcgaatta acttatcact gatgacttct cgaacgatgg tctaacggat tggggtttac gggtttgttc aaaccagaca gccaggggct gggttgtctc ttagtagtta tggcagttat tttcgttact aggtaagcct cgaccatcat ctagctttta atagaaatct tacggaagtt aaaccggcag gtccgcttta gcagcttcac cggaaatatt actgatatac cagtgtagat tcagtgcctt taactttata ctttgtagaa ttcaagtaaa aaatggtaga tttttgtcaa ttttgatgtt ttaatggaat tatgtgacat <210> 55 <211> 698 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 55
Met Arg Lys Arg Asp Leu Ala Ile Leu Met Leu 15 10
Phe Phe Thr Leu Gln His Glu Gly Asp Phe Ala
20 25
Phe His Leu Tyr Asp Glu Tyr Pro Val Lys Tyr
35 40
Pro Pro Pro Ile Val Ala Asp Leu Asn Gly Asp
50 55
Leu Val Ala Thr Asn Asp Ala Lys Ile Gln Val 65 70 75
Arg Arg Val Asp Glu Gly Phe Ser Glu Ala Arg
85 90
Thr Leu Leu Pro Asp Lys Ile Arg Val Ala Ser
100 105
Ala Met Ala Thr Gly Val Ile Asp Arg Tyr Tyr
ggaggcaatg tgggcagtgg catcactccc gcaagagaca cacaaacacc acatcataca gaagccacat ccaaccctga ggagatcaag ccgtctcaac gtgattgtga ctgttcttca cagcacttaa cgtagagttt ccacatcggt atttcctggt ggcaaataga ttaatttat
ttggagagag caacctcagg cttttaactt cctctactct gcaaaggcag cgcctgatgt ggtcgaatct aaccattctc cagcggtcat cgactcatgc tgacctcaaa gttcgttggt actccattca tcttcctctc tttggtaaac ttcagctgta ggactttatg
115
120
Gln Lys Gln Val Val Val Val Val Thr Ser Gly
130
135
Phe Asp His Asn Leu Lys Lys Leu Trp Glu Thr
145
150
155
Phe Pro His Asn Ala His His Arg Glu Ile Ala
165
170
Tyr Thr Leu Lys His Gly Asp Thr Gly Leu Val
180
185
Met Glu Met Gln Pro Tyr Asn His Met Asp Pro
195
200
Met Thr Ala Gln Asn Ala Asp Gln His Arg Arg
210 215
Gln Ala Ser Glu Asp Ser Gly Ala Ile Asn Leu 225 230 235
Tyr Ala Phe Ala Gly Lys Thr Gly Leu Leu Arg
245 250
Asp Asp Val Glu Ala His Thr Ser Asp Ala Ser
260 265
His Asn Tyr Lys Leu Asp Val His Ala Leu Asn
275 280
Glu Phe Glu Cys Arg Glu Phe Arg Glu Ser Ile
290 295
His Arg Trp Asp Arg Arg Glu Asp Thr Leu Leu 305 310 315
Ser Gly Phe Ala Ile 15 Phe Lys Glu Ala Trp 30 Glu Ala Asp Arg Leu 45 Gly Lys Lys Glu Val 60 Leu Glu Pro His Ser 80 Val Leu Ala Glu Ile 95 Gly Arg Arg Ala Val 110 Lys Asn Gly Thr Pro 125 Trp Ser Val Leu Cys 140 Asn Leu Gln Glu Asp 160 Ile Ser Ile Ser Asn 175 Ile Val Gly Gly Arg 190 Phe Glu Glu Leu Gly 205 Ser Ala Thr Glu Asn 220 Arg His Phe Ser Val 240 Trp Ser Lys Lys Thr 255 Gln Leu Ile Pro Gln 270 Ser Arg His Pro Gly 285 Leu Ser Val Met Pro 300 Lys Leu Ala His Phe
1440 1500 1560 1620 1680 1740 1800 1860 1920 1980 2040 2100 2160 2220 2280 2340 2400 2449
320 Arg Arg His Lys Arg Lys Thr Leu Lys Lys Gln Ala Gly Ser Lys Ser
325 330 335
Thr Ala Tyr Pro Phe His Lys Pro Glu Glu His Thr Pro Ala Gly Lys
340 345 350
Asp Leu Ser Arg Lys Ile Pro Lys Leu Ile Gly Lys Ala Ala Arg Tyr
355 360 365
Ala Gly Ser Ala Lys Pro Lys Lys Gly Met Gln Tyr Ile Pro Thr Ile
370 375 380
Thr Asn Tyr Thr Lys Leu Trp Trp Val Pro Asn Val Val Val Ala His 385 390 395 400
Gln Lys Glu Gly Ile Glu Ala Ile His Leu Pro Thr Gly Arg Thr Leu
405 410 415
Cys Lys Leu Ser Leu Leu Glu Gly Gly Leu His Ala Asp Ile Asn Gly
420 425 430
Asp Gly Val Leu Asp His Val Gln Thr Val Gly Gly Asn Val Gly Glu
435 440 445
Arg Thr Val Val Ser Gly Ser Met Glu Val Leu Lys Pro Cys Trp Ala
450 455 460
Val Ala Thr Ser Gly Val Pro Ile Arg Glu Gln Leu Phe Asn Val Ser 465 470 475 480
Ile Cys His His Ser Pro Phe Asn Phe Leu His Tyr Gly Gly Asp Tyr
485 490 495
Ser Arg His Phe Ala Gln Ala Arg Asp Thr Ser Thr Leu Glu Ile Ala
500 505 510
Thr Pro Ile Leu Ile Pro Arg Asp Asp Gly His Lys His Arg Lys Gly
515 520 525
Ser His Gly Asp Val Ile Phe Leu Thr Asn Arg Gly Glu Val Thr Ser
530 535 540
Tyr Thr Pro Asp Val His Gly His Asp Ala Val Trp Gln Trp Gln Leu 545 550 555 560
Gln Thr Glu Ala Thr Trp Ser Asn Leu Pro Ser Pro Ser Gly Leu Thr
565 570 575
Glu Ser Gly Thr Val Val Pro Thr Leu Lys Pro Phe Ser Leu Arg Ile
580 585 590
His Asp Asn Gln Pro Met Ile Leu Ala Gly Gly Asp Gln Ala Ala Val
595 600 605
Ile Ile Ser Pro Gly Gly Ser Ile Leu Ala Ser Ile Glu Leu Pro Ser
610 615 620
Gln Pro Thr His Ala Leu Ile Thr Asp Asp Phe Ser Asn Asp Gly Leu 625 630 635 640
Thr Asp Val Ile Val Met Thr Ser Asn Gly Val Tyr Gly Phe Val Gln
645 650 655
Thr Arg Gln Pro Gly Ala Leu Phe Phe Ser Ser Leu Val Gly Cys Leu
660 665 670
Leu Val Val Met Ala Val Ile Phe Val Thr Gln His Leu Asn Ser Ile
675 680 685
Gln Gly Lys Pro Arg Pro Ser Ser Ser Phe
690 695
<210> 56 <211> 2834 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 56
atgcgtcccc tcctcgcctt cgcggcggta tgcgcccttc tcgtggctgc cgcagcgccg 60
gcggccgcgg aggaggagaa ggcgaacaag ttccggcagc gcgaggccac cgacgacatg 120 cttggatacc cccaccttga tgaagatgct ttattgaaga ccaagtgtcc aaaacatgta 180 gagctgagat ggcagactga agttagttcc agcatttatg caactccgtt gatcgctgat 240 atcaacagcg atggaaagtt ggaagtagtg gtgccatcat ttgttcatta cctggaagtt 300 cttgaaggct ctgatgggga caaattgcca ggatggcctg catttcacca gtcaaatgtt 360 cattcaagtc cacttctata tgatattgac aaggacggga cacgggaaat agttttggca 420 acttacaatg gtgtagtgaa tttcttcagg gtatcaggtt atatgatgat ggacaagcta 480 gaagtacctc gtaggaaggt acacaaagac tggtatgttg ggctgaatac agatcccgtt 540 gaccgctccc atccagatgt tcatgacagc tcaattgcaa agaaagctgc ttctgaagaa 600 tctcacccaa
cggagcacaa
gagccagttg
aatctaaaca
tcacatgttc
gaaactgatg
ctagaggctg
gagtacaatt
aaagaacaac
accccagtga
tacttctttg
gacattggca
aaatggactg
tcttcgccga
tcctttggct
gagatggcgg
gagatggtca
atctgggagg
ggagatggtc
ggaaaggatg
cctgttctat
actacatcct
gttgacattg
gacctcgatc
ccgcaccatc
cgttacaacc
ggcaagcatt
caagctcctt
cgcattgtgg
gttcctgtga
ttctctgacg
gtgcttcttc
gctccgttgc
tcctcataga
gagcttgtcc
atgctgcatc
ttttgtcaca
tctgatcctg
<210> 57
<211> 851
<212> PRT
<213> Oryza
<400> 57
atattcagga atgactcaac aaagtaaacc gcacagatgc agagaaggtt caagtgatac atgctgatgc acgattatga aacatgaaaa ttgcagatat accacgagta aatatattgc cagaacttga ccgtggttga tgttttatgt agattcatgc ctgctgatgt ttcatcttaa gcactgaagt gctcaaaaat tgcttgacat ttgatggtta gagagacctc ttattgttac cacttaagga gtgaaggtat tctgggtaga ataacgtgac ttaatgcagc gaaccacagg agttctcgct caatgcttgg catcattttc agcagataag acatcatact ccatcagtta cttgagattg gttt
sativa
caagccagtt aacacgagga taattctacc tgggaacaac gcttcaaaca cggaacagca atcatttaat tgactacgtt ggcagaagat tgacagagat ttatgataaa aagcagtata tttgagtaca tttggatggt tatcgatcat accagtcatt ccatggcaat gagtcttatc tgtggtccca tcagcctttc gagcaaacat cttgtatttg gtacagtatg taccatgaat atggagatca ttatgttaaa gtttgagatt ggttactcta ttataatgaa aactgtgctt caccttccac gatgtttagc aaggaatatt cagaacaaga gcatcgggga gctagttcgg ttttctaact
gtgaatgaat gttgattcca cgaggacagg tctagtttaa gatgagaaaa aaagcagcta ttgtttcggg gatgaaacca tatgtgagca ggcatacaag ccagaacatc gttgttttta gatagtggaa gatggaaatt cgtggtaagg gcagcagata gtagcagcat ccacagcgcc accgtgtcag ccatatagaa gatgaaaagt attgagggct gttttggctg ggcaatgtct tcaaaccagg cacggttcca gtggacaagt cttgtccctg ccaggcaagc gtggaaatgg atgcattatt gttcttgtca gattagtgat tattagcagg gctcaatctg gaagtacagc tatgatattt
cttctaagga tgaaacatgc agaatatgga gtactacaac gtaatcaagc ctgttgaaaa atgtagaaga tgtggggaga tagatgctca aaatggtgat taaaggagtt accttgacac attttactgc tggatattct ttaggaacaa tcaatgatga ggactgcaga ctactgttgg gaaacatata cgcatggaag ctaaaggcct caagtggctg ataatgttga tctgcttctc gaagaaacaa gaacattccg acagggttcc ggaattatca agcggatgaa ttgacaaaaa acaagcttct tcctgcggcc ttgcacagtg atatccaatc cacagaaaaa ttttagtcat acacaaggaa
atcccagtca gtctaaggaa tgtgttaaac agagaatgca aggaagctca tagcgagcct tctgcctgat cgaggactgg catcttgtcc ttctgtatct aggagggatt aagacaagtc ccatgcatat tgttggaact gttcccactt tgggaaaatc gggagaagaa tgatgttaat tgttcttagt gatcatgagt cacccttgct tgcagatgtt tggtggagat cactccctct tgctgcatat tgacgaagag ttatgggaac aggagaaagg gcttcccaca cgggttctac gaaatggctc acaagaaggc aaacgtcagg acccatgaag acccctcacg gcaaaaagaa ctggcagctg
Met Arg Pro Leu Leu Ala Phe Ala Ala Val Cys Ala Leu Leu Val Ala 1 5 10 15 Ala Ala Ala Pro Ala Ala Ala Glu Glu Glu Lys Ala Asn Lys Phe Arg 20 25 30 Gln Arg Glu Ala Thr Asp Asp Met Leu Gly Tyr Pro His Leu Asp Glu 35 40 45 Asp Ala Leu Leu Lys Thr Lys Cys Pro Lys His Val Glu Leu Arg Trp 50 55 60 Gln Thr Glu Val Ser Ser Ser Ile Tyr Ala Thr Pro Leu Ile Ala Asp 65 70 75 80 Ile Asn Ser Asp Gly Lys Leu Glu Val Val Val Pro Ser Phe Val His 85 90 95 Tyr Leu Glu Val Leu Glu Gly Ser Asp Gly Asp Lys Leu Pro Gly Trp 100 105 110 Pro Ala Phe His Gln Ser Asn Val His Ser Ser Pro Leu Leu Tyr Asp 115 120 125 Ile Asp Lys Asp Gly Thr Arg Glu Ile Val Leu Ala Thr Tyr Asn Gly 130 135 140 Val Val Asn Phe Phe Arg Val Ser Gly Tyr Met Met Met Asp Lys Leu
660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1500 1560 1620 1680 1740 1800 1860 1920 1980 2040 2100 2160 2220 2280 2340 2400 2460 2520 2580 2640 2700 2760 2820 2834
145
150
155
160 Glu Val Pro Arg Arg Lys Val His Lys Asp Trp Tyr Val Gly Leu Asn 165 170 175 Thr Asp Pro Val Asp Arg Ser His Pro Asp Val His Asp Ser Ser Ile 180 185 190 Ala Lys Lys Ala Ala Ser Glu Glu Ser His Pro Asn Ile Gln Asp Lys 195 200 205 Pro Val Val Asn Glu Ser Ser Lys Glu Ser Gln Ser Arg Ser Thr Asn 210 215 220 Asp Ser Thr Thr Arg Gly Val Asp Ser Met Lys His Ala Ser Lys Glu 225 230 235 240 Glu Pro Val Glu Ser Lys Pro Asn Ser Thr Arg Gly Gln Glu Asn Met 245 250 255 Asp Val Leu Asn Asn Leu Asn Ser Thr Asp Ala Gly Asn Asn Ser Ser 260 265 270 Leu Ser Thr Thr Thr Glu Asn Ala Ser His Val Gln Arg Arg Leu Leu 275 280 285 Gln Thr Asp Glu Lys Ser Asn Gln Ala Gly Ser Ser Glu Thr Asp Ala 290 295 300 Ser Asp Thr Gly Thr Ala Lys Ala Ala Thr Val Glu Asn Ser Glu Pro 305 310 315 320 Leu Glu Ala Asp Ala Asp Ala Ser Phe Asn Leu Phe Arg Asp Val Glu 325 330 335 Asp Leu Pro Asp Glu Tyr Asn Tyr Asp Tyr Asp Asp Tyr Val Asp Glu 340 345 350 Thr Met Trp Gly Asp Glu Asp Trp Lys Glu Gln Gln His Glu Lys Ala 355 360 365 Glu Asp Tyr Val Ser Ile Asp Ala His Ile Leu Ser Thr Pro Val Ile 370 375 380 Ala Asp Ile Asp Arg Asp Gly Ile Gln Glu Met Val Ile Ser Val Ser 385 390 395 400 Tyr Phe Phe Asp His Glu Tyr Tyr Asp Lys Pro Glu His Leu Lys Glu 405 410 415 Leu Gly Gly Ile Asp Ile Gly Lys Tyr Ile Ala Ser Ser Ile Val Val 420 425 430 Phe Asn Leu Asp Thr Arg Gln Val Lys Trp Thr Ala Glu Leu Asp Leu 435 440 445 Ser Thr Asp Ser Gly Asn Phe Thr Ala His Ala Tyr Ser Ser Pro Thr 450 455 460 Val Val Asp Leu Asp Gly Asp Gly Asn Leu Asp Ile Leu Val Gly Thr 465 470 475 480 Ser Phe Gly Leu Phe Tyr Val Ile Asp His Arg Gly Lys Val Arg Asn 485 490 495 Lys Phe Pro Leu Glu Met Ala Glu Ile His Ala Pro Val Ile Ala Ala 500 505 510 Asp Ile Asn Asp Asp Gly Lys Ile Glu Met Val Thr Ala Asp Val His 515 520 525 Gly Asn Val Ala Ala Trp Thr Ala Glu Gly Glu Glu Ile Trp Glu Val 530 535 540 His Leu Lys Ser Leu Ile Pro Gln Arg Pro Thr Val Gly Asp Val Asn 545 550 555 560 Gly Asp Gly Arg Thr Glu Val Val Val Pro Thr Val Ser Gly Asn Ile 565 570 575 Tyr Val Leu Ser Gly Lys Asp Gly Ser Lys Ile Gln Pro Phe Pro Tyr 580 585 590 Arg Thr His Gly Arg Ile Met Ser Pro Val Leu Leu Leu Asp Met Ser 595 600 605 Lys His Asp Glu Lys Ser Lys Gly Leu Thr Leu Ala Thr Thr Ser Phe 610 615 620 Asp Gly Tyr Leu Tyr Leu Ile Glu Gly Ser Ser Gly Cys Ala Asp Val 625 630 635 640 Val Asp Ile Gly Glu Thr Ser Tyr Ser Met Val Leu Ala Asp Asn Val 645 650 655 Asp Gly Gly Asp Asp Leu Asp Leu Ile Val Thr Thr Met Asn Gly Asn 660 665 670
Val Phe Cys Phe Ser Thr Pro Ser Pro His His Pro Leu Lys Glu Trp
675 680 685
Arg Ser Ser Asn Gln Gly Arg Asn Asn Ala Ala Tyr Arg Tyr Asn Arg
690 695 700
Glu Gly Ile Tyr Val Lys His Gly Ser Arg Thr Phe Arg Asp Glu Glu 705 710 715 720
Gly Lys His Phe Trp Val Glu Phe Glu Ile Val Asp Lys Tyr Arg Val
725 730 735
Pro Tyr Gly Asn Gln Ala Pro Tyr Asn Val Thr Val Thr Leu Leu Val
740 745 750
Pro Gly Asn Tyr Gln Gly Glu Arg Arg Ile Val Val Asn Ala Ala Tyr
755 760 765
Asn Glu Pro Gly Lys Gln Arg Met Lys Leu Pro Thr Val Pro Val Arg
770 775 780
Thr Thr Gly Thr Val Leu Val Glu Met Val Asp Lys Asn Gly Phe Tyr 785 790 795 800
Phe Ser Asp Glu Phe Ser Leu Thr Phe His Met His Tyr Tyr Lys Leu
805 810 815
Leu Lys Trp Leu Val Leu Leu Pro Met Leu Gly Met Phe Ser Val Leu
820 825 830
Val Ile Leu Arg Pro Gln Glu Gly Ala Pro Leu Pro Ser Phe Ser Arg
835 840 845
Asn Ile Asp
850 <210> 58 <211> 2411 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 58
gagtgtctag gccagtccag tccagtccag tccaggacgg tccagtccgg tcccgtagag 60
cgccggcgcg tgtagcttcc tcctccgctc caggctccag cgagggaggg agggagacca 120 ccgtctccgc cggctttgag agagaaagag aaagagagag agagagagcg gcgagatgcg 180 gaagcgggat ctgggcatcc tcctcctcgc cgccttcgcc gtcttcttct cgctccagca 240 cgacggcgac ctctccttcc gcgaggcctg gtaccacctc tccgatgccg actaccccat 300 caagcacgac gccgaccgcc tcccctctcc cctagtcgcc gacctcaacg gcgacggcaa 360 acccgaggtc ctcatcccca cccacgacgc caagatccag gtcctccagc cccaccccag 420 gccctccccc gacgatgcct ccttccacga cgcccgcctc atggctgatg tctccctcct 480 cccctccaac gttcgcctct cctccgggag gcgccccgtc gccatggccg ttggcaccgt 540 cgaccgccac tacgcccacg ccccctcccc ctccaagcag ctcctcgtcg tcgtcacctc 600 cggatggtcc gtcatgtgct tcgaccacaa cctcaaaaag ctctgggagg ctaatctcca 660 ggacgatttc ccccacgccg cccaccatcg cgaggttgcc atttccatta ccaactacac 720 tctcaagcat ggggatgcag gtttggtcat cgtcggagga aggatggaaa tgcaacatca 780 ttcagcagag cttttcgatg aatttatggt gtcagaacac aacagggaag agcaccgtag 840 aagcgccagt gagaagcagg cttctgagac aggcaacaca gacctgcgtc attttgccct 900 ttatgctttt gctggccgca ctggtgaatt aagatggagc cgaaagaatg agaatatccc 960 atcgcaacca tccgatgctt cagtgctgat accacaacac aattacaagc ttgatgccca 1020 tgcccttaat agtcgtcatc ctggtcagtt cgaatgtcgg gaatttagag aatcagttct 1080 tggggtcatg cctcatcatt gggataggag agaggatact tttctgcaac ttgcccattt 1140 taggaggcat aaaaggaaag cactgaagaa aacacctgga aaagctgttg taaataacgt 1200 gcacaagccc agtgaacata atccacctgg aaaggatgtt tccaataggt tagcaaatgt 1260 gattgggaaa gctgcagata tggctaattc aaataaaatc aagaagtcac aaaggacgct 1320 ttatgttccg acaatcacca actatactca agtttggtgg gttcctaatg ttgttgttgc 1380 ccacgaaaaa gaagggatag aggctgttca tctagcttct ggacgtacaa tctgcaagct 1440 tcatttaaca gaaggaggcc ttcatgcaga tattaatgga gatggggttc tagaccatgt 1500 tcaggttgtt ggtgcaaatg gcatcgagca aacagttgtt agtggttcaa tggaagtgct 1560 gaaaccttgt tgggcagtag ctacatctgg tgtgccagtg cgggagcaac tttttaatgt 1620 ttctatctgc cattacaaca atttcaattt gtttcatcat ggtgactttt caagaagttt 1680 tgggaggaca tttgatacaa ctggcttaga ggtggcgact cctattctgc tccagagaga 1740 tgatggtcat aaacacagga gaggaagcca cggggatatc atctttctta cgagtcgtgg 1800 ggaggtgacc tcgtactctc caggtctact tggtcatgat gcaatatgga gatggcaact 1860 gtcaacaggt gcaacatggt ccaaccttcc gtctccatca gggatgatgg aaaacattgt 1920 agttccaact ttgaaggctt tctctctgcg agcctatgac ccaaaacagg taatcatcgc 1980 gggtggtgat ctggaggctg tggtgatttc tccttctggt ggtttattgg catccattga 2040 actccctgca cctccaaccc atgcgctggt acttgaagat ttcaatggtg atggtttaac 2100 tgatattatt ctggtaacat cggggggagt ctatgggttt gtgcagacaa gacatcctgg 2160 ggctcttttc ttcagcacgc ttgtgggttg cttgatagtt gttatcggag tgatatttgt 2220 ttcactgcac ctcaactcct cgaacagcgg taaacctagg gcttcaaccg actataggtg 2280 acgacattat gtcagtcgac agaattcctt gtcaatattg aggtgttgtt atagcatttg 2340 atttagattt ttcatataat caactgccaa ctgggttatg taaacttgtg cggcgaatgc 2400 atttttggcg t 2411
<210> 59 <211> 701 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 59
Met Arg Lys Arg Asp Leu Gly Ile Leu Leu Leu Ala Ala Phe Ala Val 1 5 10 15
Phe Phe Ser Leu Gln His Asp Gly Asp Leu Ser Phe Arg Glu Ala Trp
20 25 30
Tyr His Leu Ser Asp Ala Asp Tyr Pro Ile Lys His Asp Ala Asp Arg
35 40 45
Leu Pro Ser Pro Leu Val Ala Asp Leu Asn Gly Asp Gly Lys Pro Glu
50 55 60
Val Leu Ile Pro Thr His Asp Ala Lys Ile Gln Val Leu Gln Pro His 65 70 75 80
Pro Arg Pro Ser Pro Asp Asp Ala Ser Phe His Asp Ala Arg Leu Met
85 90 95
Ala Asp Val Ser Leu Leu Pro Ser Asn Val Arg Leu Ser Ser Gly Arg
100 105 110
Arg Pro Val Ala Met Ala Val Gly Thr Val Asp Arg His Tyr Ala His
115 120 125
Ala Pro Ser Pro Ser Lys Gln Leu Leu Val Val Val Thr Ser Gly Trp
130 135 140
Ser Val Met Cys Phe Asp His Asn Leu Lys Lys Leu Trp Glu Ala Asn 145 150 155 160
Leu Gln Asp Asp Phe Pro His Ala Ala His His Arg Glu Val Ala Ile
165 170 175
Ser Ile Thr Asn Tyr Thr Leu Lys His Gly Asp Ala Gly Leu Val Ile
180 185 190
Val Gly Gly Arg Met Glu Met Gln His His Ser Ala Glu Leu Phe Asp
195 200 205
Glu Phe Met Val Ser Glu His Asn Arg Glu Glu His Arg Arg Ser Ala
210 215 220
Ser Glu Lys Gln Ala Ser Glu Thr Gly Asn Thr Asp Leu Arg His Phe 225 230 235 240
Ala Leu Tyr Ala Phe Ala Gly Arg Thr Gly Glu Leu Arg Trp Ser Arg
245 250 255
Lys Asn Glu Asn Ile Pro Ser Gln Pro Ser Asp Ala Ser Val Leu Ile
260 265 270
Pro Gln His Asn Tyr Lys Leu Asp Ala His Ala Leu Asn Ser Arg His
275 280 285
Pro Gly Gln Phe Glu Cys Arg Glu Phe Arg Glu Ser Val Leu Gly Val
290 295 300
Met Pro His His Trp Asp Arg Arg Glu Asp Thr Phe Leu Gln Leu Ala 305 310 315 320
His Phe Arg Arg His Lys Arg Lys Ala Leu Lys Lys Thr Pro Gly Lys
325 330 335
Ala Val Val Asn Asn Val His Lys Pro Ser Glu His Asn Pro Pro Gly
340 345 350
Lys Asp Val Ser Asn Arg Leu Ala Asn Val Ile Gly Lys Ala Ala Asp
355 360 365
Met Ala Asn Ser Asn Lys Ile Lys Lys Ser Gln Arg Thr Leu Tyr Val
370 375 380
Pro Thr Ile Thr Asn Tyr Thr Gln Val Trp Trp Val Pro Asn Val Val 385 390 395 400 Val Ala His Glu Lys 405 Glu Gly Ile Glu Ala 410 Val His Leu Ala Ser 415 Gly Arg Thr Ile Cys 420 Lys Leu His Leu Thr 425 Glu Gly Gly Leu His 430 Ala Asp Ile Asn Gly 435 Asp Gly Val Leu Asp 440 His Val Gln Val Val 445 Gly Ala Asn Gly Ile 450 Glu Gln Thr Val Val 455 Ser Gly Ser Met Glu 460 Val Leu Lys Pro Cys Trp Ala Val Ala Thr Ser Gly Val Pro Val Arg Glu Gln Leu Phe 465 470 475 480 Asn Val Ser Ile Cys 485 His Tyr Asn Asn Phe 490 Asn Leu Phe His His 495 Gly Asp Phe Ser Arg 500 Ser Phe Gly Arg Thr 505 Phe Asp Thr Thr Gly 510 Leu Glu Val Ala Thr 515 Pro Ile Leu Leu Gln 520 Arg Asp Asp Gly His 525 Lys His Arg Arg Gly 530 Ser His Gly Asp Ile 535 Ile Phe Leu Thr Ser 540 Arg Gly Glu Val Thr Ser Tyr Ser Pro Gly Leu Leu Gly His Asp Ala Ile Trp Arg Trp 545 550 555 560 Gln Leu Ser Thr Gly 565 Ala Thr Trp Ser Asn 570 Leu Pro Ser Pro Ser 575 Gly Met Met Glu Asn 580 Ile Val Val Pro Thr 585 Leu Lys Ala Phe Ser 590 Leu Arg Ala Tyr Asp 595 Pro Lys Gln Val Ile 600 Ile Ala Gly Gly Asp 605 Leu Glu Ala Val Val 610 Ile Ser Pro Ser Gly 615 Gly Leu Leu Ala Ser 620 Ile Glu Leu Pro Ala Pro Pro Thr His Ala Leu Val Leu Glu Asp Phe Asn Gly Asp Gly 625 630 635 640 Leu Thr Asp Ile Ile 645 Leu Val Thr Ser Gly 650 Gly Val Tyr Gly Phe 655 Val Gln Thr Arg His 660 Pro Gly Ala Leu Phe 665 Phe Ser Thr Leu Val 670 Gly Cys Leu Ile Val 675 Val Ile Gly Val Ile 680 Phe Val Ser Leu His 685 Leu Asn Ser Ser Asn 690 Ser Gly Lys Pro Arg 695 Ala Ser Thr Asp Tyr 700 Arg
<210> 60 <211> 1103 <212> DNA
<213> Triticum aestivum <220>
<221> misc_feature <222> (16)..(16) <223> η is a, c, g, ou t <400> 60
gcgttccgga gctttnaaaa gagtcaggag ggattgacat aggaccatat attgcatgca 60
gtatagttgt gggtaacctt gacacaaaac aagttaaatg gacagcagaa ctcgatttga 120 gtaccgaaag cgggaaattc cttgcccatg catattcgtc tccaactgtg gttgatttgg 180
atggtgatgg aaatttggat atccttgtcg gaacttccta tggcttgttt tatgttcttg 240 atcatcacgg taagactagg aaaaatttcc cccttgagat ggctgagatc catgcaccag 300
tcattgcagc agacatcaat gatgatggta agatcgagat ggtcactgct gatgtgcatg 360
gtaatgtagc agcttggact gcagagggag acgaaatctg ggaggtgcat ctgaagagcc 420
ttgttccaca gcgacctact gtcggggacg tcaatggaga tggccacact gatgttgtgg 480
tcccaactgt atcaggaaac atctacgttc ttagtggaaa ggatggctca aaagttcagc 540
ctttcccata tagaacacat ggaaggatca tgagtccggt cttgttagtt gacatgagca 600
aacgtggaga aaagacgcaa ggactaaccc ttgctactac gtcctttgat ggttatttgt 660
atttgatcga gggctctagt ggctgtgcag atgttgtcga cattggagag acctcgtaca 720
ctatgggttt ggctgacaat gtggatggcg gagatgacct tgatctgatt gttactacca 780
tgattggcaa tgtcttttgc tttttcactc cctcaccgga acatcctctc aaggaatgga 840
gatcatcaaa ccaggaaagg aataatgctg catataggca ccacccgtca aggtatttat 900
gtaaggcatg gttcaggaca acccgggaat gaaaagggta aacatttcgg ggtcgatttg 960 aaaattggag acaagtacag ggttccctat gggaattaac tccttaaaat gtcagggtac 1020 cttactcgtc ctgggaatta ccagggaaac aggggtattg gggtttgcca attttaaaat 1080 gaaccgggca caaggaattg ggt 1103
<210> 61 <211> 1152 <212> DNA <213> Zea mays <220>
<221> misc_feature <222> (232)..(256) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (416) . . (474) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (525)..(529) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (1025)..(1047) <223> η is a, c, g, ou t <400> 61
acaggcttat tataggtttg ttttctacta atagttatga ccgagagttt tgcttctcct ctccgagggt cgcttctctt tcaaaggcct actgtaaact ctcaatggtg acaatatgct attgaaaatg gctgtgtaca aaattgttct gcagaactaa nnnnnnnnnn nnnnnnaaat ggttaactgt tgggatacta tcatggagat gttggggagt cacttcgtca gcttcaatgg agtcgatatt ccgtgaaaac gatggcagcg gcgcaccttc nnnnnnnnnn nnnnnnnnnn nnnnnnnnnn nnnnnnnnnn gcatgtggaa ggtgagtgag aactcgtcgg agaagtacag ccacgaccac agttccagta gttctaacag gaacagtggg ctggttgatg atacacacca ctgacaacaa tgcgcctatc caagtaaagt taccgtcacg ttataaggag cttgcttccc caacgatttc aaactctatc cagaaattct tgccctcttc catgcttaac atagatacct tcacggttgt actgatatgc ttgatgacct ccattcctta agcggatggt gtggtgattg tgccattcat agtggtaaca ataagatcaa ggtcatctcc aaaccatagt gtacgaggtc tctccaatgt caacaacatc caatnnnnnn nnnnnnnnnn nnnnnnnacg ttgttgcaag ctccatgttt gctcatgtcg agaagtagaa caggactcat atgggaaagg tt <210> 62 <211> 720 <212> DNA
<213> Solanum tuberosum <400> 62
gtttcaatct agataccaag caagttaaat ggactgcaca gttggactta agtactgacg 60
acgggaaatt ccgtgcctat atatactctt ctcctacggt agttgatttg gatggtgatg 120 gaaacatgga cattctagtg gggacctcct atggcttctt ttatgtgttg gatcacaacg 180 gcaaagtgag ggaaaagttc cctctcgaaa tggctgaaat ccaaggagca gtagttgcag 240 ctgatatcaa tgatgatgga aagattgaac tagttacaac agattcacat ggaaatgttg 300 ctgcttggac cgcacaaggc acagaaattt gggaaacgca tctcaagagc cttgttcctc 360 agggaccggt tattggcgat gtggatggag atggccatac agatgtcgtt gtcccaacac 420 tttctgggaa tatatatgtt ctgaatggca aggacggctc atttgtacgt ccatatcctt 480 ataggactca tggtagggtg atgaatcgag cacttcttgt cgacttgagc aaacgtgggg 540 agaagaaaaa agggcttaca attgtcacaa tgtcatttga tggttatttg tatctcatag 600 atggaccaac atcatgtgct gatgttgtag atattggtga aacttcatac agcatggtct 660 tggctgataa tgttgatggt ggcgatgatc ttgatcttat tgtaacaacc atgaatggta 720 <210> 63 <211> 904
agagcgtttt agaatctgac tgttctttgg atgggtacat cactgaacaa gtcaccggca ttggggcctc nnnnnnnnnn cccannnnna aagcatcatc tccttgataa atagggcacc gtcacggaag agcattattc agtggagaag accatccacg tgcacagcca agttagccct gattcttcca
gacacagtat aattaccgtt gtgagccaat tnnnnnnnnn gacatttagg tttcaccact aagatnnnnn nnnnagtaat tcgatcatct cgttgcttcc ttccccggaa ctgtacttgt gtcctggaac cttccttggt cagaagacgt ttatcagcca ctcgatccct tttgcattgt tgtgttctat
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1152 <212> DNA <213> Aquilegia <400> 63
gtgaatattg attcacacat cctttgcact cctgtgattg cagacatcga caatgacgga 60
gtatcagaaa tggttgtcgc tgtatcctat ttctttgatc atgagtatta tgacaaccca 120
gagcatctct ctgagttggg tggcatagat attgggaaat atgtagcggg aggaattgta 180
gtatttgatc ttgatacaag acaagttaag tggacaacag agctagatct tagtacagac 240
acaggggact tccgtgctta tatatattct tctccaacgg tggtcgattt ggatggagat 300
ggaaatttgg acattcttgt tgggacatct tttggcttgt tttatgtttt ggaccataat 360
ggcaagataa gaaacaagtt ccctctcgaa atggctgaga ttcagggctc tgtcattgcg 420
gcggatataa atgatgatgg aaaaattgaa ttggttacaa ctgatactca tggaaatgtt 480
gctgcatgga ccccagaagg agaagaaatt tgggaagtac atcttaagag tcttgttcca 540
caacgtccaa cagttggtga tgttgatggc gatggtcata ctgatgtggt ggttcctaca 600
ctatcaggga acatatacgt tctcagtggc aaggatggct cttttgttca cccataccca 660
tatcgtactc atgggagagt catgaatcaa gttcttttag tagatctaag taaacgtgaa 720
gagaaacaga agggactcac tcttgtcaca acatcatttg atggctattt gtaccttatt 780
gacggaccat catcttgtgc tgatgttgtt gatattggcg agacttcata tagtatggtc 840
ttggcagaca atgttgatgg tggggatgat cttgatctaa ttgttacaac tatgaatggg 900
aatg 904 <210> 64 <211> 708 <212> DNA
<213> Brassica napus <400> 64
atttgggaag tgcatctaaa gagtcttgtt ccccagggtc cttcaatagg cgatgttgat 60
ggtgatggac atactgatgt cgtggttcct acaacgtcag gaaacattta tgttcttagt 120
ggcaaggatg gttcgattat acgtccgtac ccgtacagaa ctcatggaag agtgatgaac 180
caacttcttc ttgttgatct gaacaagcga ggtgagaaaa agaaggggct caccattgtt 240
accacatcct ttgacggtta catgtacctc atagatggac ccacctcatg cacggacgct 300
gttgatattg gtgaaacttc atacagcatg gtcttggctg ataatgttga cggtggagat 360
gatcttgatc taatcgtctc aactatgaat ggaaacgtct tttgcttctc tacaccttct 420
cctcaccatc ccctcaaggc gtggagatcg actgatcaag ggaggaacaa taaggcaatc 480
cgttacggtc gtgaaggtgt ctttgtcact cattcaacca gaggcttccg tgacgaggaa 540
ggcaaaaact tctgggctga gatcgagatt gttgataact acagataccc atctggttca 600
caagcaccct acaacgttac tacgacgttg ttggtaccag gcaactacca aggagatagg 660
aggataacac atagccagat ctatgaccga ccaggaaaat acagaatt 708 <210> 65 <211> 834 <212> DNA
<213> Citrus sinensis <400> 65
gttgatgggg atggccatac tgatgttgta gttccaacac tatcggggaa catttacgtt 60
cttagtggca aggatggcag taaagtccgt ccttatcctt atagaactca tggaagggtg 120
atgaatcaag tccttcttgt tgatttaact aaacgcgggg agaaaagcaa gggactcaca 180
attgttacaa catcttttga tggctatttg taccttatag atggcccaac atcatgtgct 240
gatgtagtcg acattggcga aacttcatat agcatggtct tagctgacaa tgttgacggt 300
ggagatgatc ttgatcttat tgttaccaca atgaacggca atgttttttg cttctcaact 360
cctgctccac accatcccct caaggcatgg agatcaatta accaaggaag aaacaatgtt 420
gcaatccgtt acaaccgtga aggaatctat gttacacatc catcaagagc tttccgtgat 480
gaggaaggca gaaacttctg ggtggagatt gagattgtag atgaatatag attcccatct 540
gggtcccaag ctccatataa tgtcactaca acattgttgg tccccggcaa ttaccaaggt 600
gagaggagga ttaagcaaag ccaaatcttt gcacgtcgtg gaaaatatag aatcaaattg 660
ccgacagtcg gggtaaggac gacagggact gttttggtgg agatggttga caagaacgga 720
ctttatttct cagacgaatt ctcgcttaca ttccatatgt attactataa actactaaag 780
tggctcctag tcctcccgat gctcgggatg tttggtgtgc ttgtcatcct tcgt 834 <210> 66 <211> 906 <212> DNA
<213> Asparagus officinalis <400> 66
gggtggaaag gatggatcgt ttgttcgacc cttcccctat aggacacgag ggagattgat 60
gagtccagtt cttctggctg atttaagcaa acgtgatgaa aagttaaagg gcctaactct 120
tgttacaact gcatttgatg gctatttgta cctaattgat gggtccactg gttgtacgga 180 tgttgttgac attggcgaga catcatacac ggacgatctt gaccttattg ttactactat ctcaccgcat catcctctga aggaatggag aagtagatat aaccgtgaag gaatatacat ggaaggtaaa catttctggg tggagctgga gcatcaaggg ccttataatg tcacaacaac aaggcgaatt gtcgtcaaca atgtatataa aacagttcct gttcgaacaa cagggactgt gtatttctct gatgaatttt ctcttacatt gcttctgttt ctaccgatgc tcggaatgtt aggtgcaccg ttaccatcgt tttcacgaaa gaagatgaga atactccaaa gtgcgatgct tgtgtg <210> 67 <211> 779 <212> DNA <213> Populus <220>
<221> misc_feature <222> (34)..(39) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (663)..(663) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (686)..(688) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (739)..(744) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (746)..(748) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (760)..(761) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (766Y..(769) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (773T..(777) <223> η is a, c, g, ou t <400> 67
tgaatcaagt tcttcttctt gacttaagta cttgttacaa catcattcga tggttatctt gatgttgttg atattggtga aacttcatat ggagatgatc ttgatctcat agtttcaaca cctgttccac atcatcccct gaaggcttgg gcaaaccgct acaaccgtga aggggtgtat gaggagggga agagcttctg ggtggaattt gggtctcaag caccttataa tgtcactaca gaacgacgga taaagcaaaa tcaaatcttt ccaacagttg gagtgagaac tactggaact ctctatttct cagatgactt ctcgcttaca tgnctccttg tcctcccaat gcttgnnntg gaggccgtgc ccttgccann nnnntnnngg
catggtcttg gaatggcaat atcatccaac atcacatgga gataatagac attattagtt tcaacctgga gctggtggag tcacatgcat tggagttctt tttggattga atctgacatg
gcagataatg gtcttttgct cagggaagaa tccagagctt aagtacaggt cctggaaatt aagcaacgga atggttgaca tactacaagc gtcattctac tattaatgat tatgcctttg
ttgatggtgg tttccacacc acaatgcagc tccgcgatga ttccctcagg accaaggaga taaagctgcc agaatggatt tactgaagtg gtccccagga atcatccaat tacatctgaa
aacnnnnnng taccttatag agcatggtct atgaatggaa agatctaata attaaacctt gagattgtgg accctgttag gaccgtccag gttttggtgg ttccacatgc tttggtgtgc aatactgacn
agaaaaacaa atggaccaac tggcagacaa atgtcttttg atcaaggaag catcaagaag acaagtatag ttcctggcaa gaaaatatcg agatggttga attactataa ttgtcatcct ngtgannnnc
gggactcaca ttcttgtgct tgttgatggt cttttcaact aaacaatgta tttccgtgat aatcccgtct ttatcaaggt gataaaactt taagaatgga actgctgaag tcgtccacaa atnnnnnac
240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 906
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 779 <210> 68 <211> 723 <212> DNA <213> Populus <400> 68
ggcacgagca cacttgttac aacatcattt acttcttgtg ctgatgttgt tgatattggt aatgttgatg gtggagatga tctagatctc tgcttttcaa ctcctgttcc acatcaccct agaaacaacg tggtgaaccg ctacaaccgt agttttcgtg atgaggaggg aaagagcttc agattcccat ctgggtctca agcaccttat aattatcaag gtgagagacg aataaagcaa cgggtaaaac ttccaacagt tggagtgagg gataagaacg ggctctattt ctcagatgac aaactgctga agtggctcct agtcctccca cttcgtccac agaggccatg ccccttacat tct
<210> 69 <211> 704 <212> DNA
<213> Euphorbia esula <220>
<221> misc_feature <222> (10)..(11) <223> n is a, c, g, ou t <400> 69
ctgatacccn ntgaaatgtt gctgcttgga atctcaaaag tcttatttcc cagggcccat ccgatgtggt agtccctact atatctggga caaatgttcg cccataccca tatagaaccc ttgatttaag taaacgtggg gagaaaagca atggatactt gtaccttata gatgggccca aaacctcata tagcatggtc ttagcggaca tagtcacaac aatgaatggg aacgtctttt ttaaggcatg gagatcggct aatcaaggta aaggggtcta tgttacacct tcatcaagag gggtggaaat cgaaatcgtg gataaatata aagtcactac aaccctgtta gttccgggta <210> 70 <211> 1088 <212> DNA
<213> Ceratopteris richardii <400> 70
ccacgcgtcc gggttacaac agatgcccgg aaagaaattt gggaagttca cttaaaaagc attgatggag acggaacatt ggatattgtt ttgcatggaa agactggtgt tactatgaag atggctcctg ttcttctggt ggacttggcc ctggtggttt catcatttga tgggtacctc gatgtggttg atgtaggaga gacatcctac ggagatgatt tggatttaat agtgacgacc cctgctcctt atcatccttt acggtcatgg gcatctcgta taagacatga agggatttat gaaggtggtg aaagtttttg ggtgcatttc gggccttaca atattacggc tacccttctt attacagaga gtcagttaat tcaacaacca tctgtacgat catctgggac tgtagttcta actgatgagt attcattgac attccacatg gtgcttccaa tgcttggaat gctttttgtc tcagttcttc cttccttttc aagggatcat ctcctaaatc caaaccttat tgtaaatgta gaaatgca
gatggttatt tgtaccttat agacggacca 60 gaaacttcat acagcatggt cttggcagat 120 atagtctcaa caatgaatgg gaatgtcttt 180 ctcaaggctt ggagatcttc taatcaagga 240 gaaggggttt atgttacacc ttcatcaaga 300 tgggtggaat ttgagattgt agacaagtat 360 aatgtcacta caaccctttt agttcctggc 420 agccaaatct ttgaccgtcc aggaaattat 480 actactggaa ctgttttggt ggagatggtt 540 ttctccctta cgtttcacat gcattactat 600 atgcttggaa tgttttgtgt gcttgtcatc 660 cattttcagg aatactgact tgtgatatca 720 723
cttcacaagg cagttggtga atatatatgt atgggagagt ccggactcag catcctgcgc atgtagacgg gcttcgcgac gaaataatgt cttttcgaga gatacccttc attatcaagg
aaaggaaatt tgtggatggg tttgagcggc aatgaatcaa ccttgtaaca tgatgtcgtt aggagatgac tcctgttcca ggcaaacaga cgaggaagga tggttctcaa tgag
tgggagaggc gatggccata aaggatgggt gttctccttg acttcatttg gatattggtg cttgacctag catcatcccc tttaaccgtg aagaatttct gcaccttata
ggaaatgttg ttgattgctc gtgccaactg ccatatccat aagctaggca tacctcatag acaatggtgc atgaatggga acctcacaga gctacatctg aatattattg gtcccccaca ggaacgcaca gagatggtgg cactattatc ttgttgtggc taaaatgaca tacattttga
ctgcatggac agggtccgac tgtcaggaaa ttcgtaccca ccgagagaag atggtcccac ttgcagacaa atgttttctg atcagggtag gctcgagaag atgagaaccg actacatggg agttcaaact ataaacatgg ggctactgaa ttcatcctga tatgagctca catttatcca
aaataaagga tgtcggagat tatatatgtt tgggcgtgtg aggtctggtc agcctgtgct cgttgatgga cttctctaca gagcaatctt tttcagggat cttaccttcg tccaaggcgc gccatgtgta gttctatttc atggatggta ggatgccata atttttggta gtctactaaa
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 704
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1088 ctctgcgctt tcgctatttt cttctctctt actttctcac tcttaaaccc taaccctcat
<210> 71 <211> 830 <212> DNA
<213> Welwitschia mirabilis <400> 71
atgacaatca tgaacacttg aaggagctgg gtgatattga tattagcaaa tatgtttcag gtgctatagt ggtatttaat cttgatacaa agcaagtgaa gtggagtact cagttggatc ttagcacaac ctctgggact tttaatgcat acatctattc ttctcctact gtggttgacc tggatggtga cggcaatttg gatattattg ttggcacgtc atttggtttc ttttatgtat tggatcacca tggaaaaaat agagaaggct ttccattaca gatgggtgag attcaaggac aagtaattgc tgctgatata aatgatgatg ggaagattga aatggttaca acagataccc gtggaaatgt ggctgcttgg acttctcagg ggaaagaaat atgggagata catttaaaaa gtcttattgc tcaggggcct acagtaggtg atattgatgg agatggtcat acagatttgg tggttcctac agtatcagga aatatttatg tattaaatgg gaaagatgga tcattggtga agccatttcc ttatcgtact catggaagag tcatgagtcc ggtacttttg gttgacctta gcaaacgtgg ggaaaagcaa aagggcttaa ctcttgcagc attatcattt gatggttact tctacttaat tgatggtcaa acagcttgtg cagatgttgt tgatattgga gagacttcct actctatggc tttggcggac aatgtagatg gcggcgatga tcttgatttt attatcacaa ctatgaatgg caatgtgttc tgcttttcaa cccctgctcc acatcatcca <210> 72 <211> 8730 <212> DNA <213> Medicago sativa <400> 72
atgaggaagc gtgatttggc gattcttatg caggtattgt accctttaac cccctaattc tttcaattca attgattcag caagatggtg gtgtttcatt caaagacgcg tggatgcatc taacagatga atacccaatc aaatacgaag ccgaacgcct tcctcctcct gttgtcgccg atctcaacgg cgatggtaag aaagaagttc tcgtagctac ccacgatgcc aaaattcagg ttctttcatt tcccaatttt cctcaatttt ttattcactt ataaaattcc aggttttatt tggtttcctt cacaactgga cattgtcaaa aaaacatttt ttttctttca gtaaaccatc aatgtagttg atgaactata actctcttca atttagtttg taagtagtct ctaaaattca tcaattaatc cctgctatta atgtttggtt ctacaccgaa gaaagttgac tttgaatgag ttgattgtgt aaactctatt tgggctaaaa ttgatttgaa ggtaaagtga tttatgtttg gactttggat acattcatgt aaaagtgaat tgaacaggtg aaaaatcaac tctagaatca gaagctacaa tttctaactt taagtagaat gtagaatcaa ttctggaggt aaaatcaatt ttactctaga agaaccaaat atgtcaatca attttgggtc ctccaaaatt agaaccaaac atacagaaag tagagactaa aattgatgga ttttcatata ctttagggac ttaattgacc ggttttatat actttaaaga ctacttatca tatttatata gtttagggac tagattgatg gtacaagtaa tatagtagta actggatttt gtatttatgg tcggtgtctt agattttgga gccacatagt aggcgtgttg atgaaggatt cagtgaggca cgtgtgttag cggaggtgtc tctgttgcct gacaaagtgc gtgtcatgtc tgggagacga cctgttgcta tggccactgg ctttattgac cgccatagaa ttggacaacc acataagcag gttttggttg tagtaacatc gggttggttt gtaatgtgtt ttgattccaa cctccaaaag ttgtgggaaa ataatttgca ggtatgatgt ttatgttgtg ccatgtttca gttgatagaa ttttcagtta aacattttga ttatcttgtt atgttttagt ttaccaactg ttttagtggt tgttaacagg aggatttccc ccataatgct caccacaggg aagtttcaat atctataagc aattatactc tcaagcatgg agatacagga ttgatcattg ttggtgggag aatggaaatg cagcctcatg tatgtgtcac tttccttctt gttttctggt ttgttattct ttttagcaga gtatgtgtgt ctgtgttcta tctgctgatg gaaaaactta gaatttaatg tggatggtgt ttaccatctt ttatgaaagc gaaaactctc aacttcatga gtagcataag attctggcta tcttgttttc ttggaagtga tgaaaatgaa agttcctgag taattttatt tgataaagta tgatggtaat gtgagggttt gctgctgctt ctcgagtttc agaatttttt atttgttatt tgattctttc tatggtaatg attttggaat tgttcatctt tggaattatt ggcattatct tctaatctga tggttctgtt ggcttatgtt gattgctttc cattttcaga tttttatgga cccttttgaa gaaatgggaa tgggagctag atttgctgag cagcatcgaa gaagtgctac tgaaaaggag gtatagatac gtttctagtt gatgctaaat tttatgccca tttttttact atctgtagca tgctaatttt ggtttaaact ttgagacact atttgcttta tttatttcac tttaattttg ggtcttcaag gttgacctta ttttatgctc ctaaacagtc aattcaaatt cctattttga tataaataga taatataaaa gttcaccatg tcttggcatg ataaagccaa taaataaaat ctgtgcacct tgcagtaagt agtctataaa tctgaacctt catgatcagg tagctaaata aacaggagac agtttcactc gttttgttta gatttttgtt tttacaaaaa aatgtatcag gtgattttag ttttcttccc attttaaggt tgaagacttt aacttgttta ttgtgttcct ttttctggat
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 830
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1500 1560 1620 1680 1740 1800 1860 1920 1980 2040 2100 2160 2220 2280 2340 aggcttctga aaacaccgga actgtggatt tacgccattt tgcattttat gcatttgctg 2400
gtcgatcagg tgtagaacga tggagcagaa aaacagaggt ggtgttcttt tttttttgtt 24 60
ttcagtgcgc tctattattt gggtgttgtc aacatgcaaa tatgaaacaa ttatttattt 2520
ttaatttaaa aatgcatttt cttgtttttt aaaagagctg tcttttctat ctggaaattc 2580
attaggtgat taagtgaact ttctctgtcc tccctctctg tacataactt tattcagggg 2640
gtagcaactt agttctagac agtatgtttt gtcctgcaac agacatgaaa actgaagaaa 2700
agttatatag ttaagctcac aaagttcaga acataatgag ttagagccta aatgtcaata 2760
atagattata aattatacct ttgaagatat tggagtcttg ttgcaagcat ctgcacttgg 2820
attttaacgc actggtgcac aaatatgtat tttttgaaaa gaaaatctat caaacaaatg 2880
gaaccacctc ccaaccagca taaactttag tcttttctgt ctttgggtgg tagtaccaga 2940
tagatgtttt acaatcaaca tagcggtcca gtttgattga atatgtgatt tacgctagtc 3000
caacatttat tttgttaaat gatcttgtgt atccttgtcc tttttttttt cttttctttt 3060
ctaattgcta gtattgtgat ttaattgttt agaacattga agcagcagct tcttcagacg 3120
catcacagtt aattccacag cataactaca aacttgatgt tcatgctctg aatagacgtc 3180
aacctggaga ggtacttagc tatagctgtt caatttaatc ctaaattcct aatggtatat 3240
tgaattgatg gaatatggta aattggagtg gcataaaata ccattccatc ctttttaagc 3300
aggggaatca ttgcttttct ttttcataca tccattttat tctaatctag aaatatgcat 3360
gttgattttt atgttctccc ctttagctca acgtactgat tttgttatat gtaagtaata 3420
ctgtaatttc agatttatta ctttttccat tcctttcctc atcaatctta agtaataccg 3480
tagaatagat tcctagtcat atctttatgt tcttcacctt ttctcttcaa atgatcaaac 3540
actaaagcaa atatttgttt gttaatatgg agtttactat gagaactcta gtacaatagt 3600
actcatccaa atctacttga gtaacttggt catctccttc ctttgtgtgt ggaaatagca 3660
gcatgtgcac ataaaggagt gtttcaatca aatttaatat tattgtgaaa cctttgtata 3720
tgtttatcca tatctaccca atagatagct tcctgtgaca tgtgaaatta tagtttgaat 3780
gcagggaatt cagagaatca atcctgggag ttatgccaca tcaatgggta cactctattt 3840
tcaaccttga ttaacgtttg gtactaaagc ataatctcaa atgtcatagt taactgatat 3900
tagatacatg cactcatcag gataggagag aagatacttt attgaagttg gtccacttca 3960
atcggcataa gaggaaaaca ttgaagaaaa cacctggaaa gactatcaat taccctttcg 4020
acaagcctga ggaaaaccat ccaccaggga aggactcaac caaaaaaatt tcaaacataa 4080
ttgggaaagc agcaaatttt gctggttcag caaaatccaa gaaggtaatt agaaaccatg 4140
tcatgcaatg caactggtaa caattcattc aattgttgac ataatgataa ttagttttaa 4200
gatggctaca actggacaac tcaaaaattc ttttccaaac atgatttcag ctacaagctt 4260
ttgttgtctt tatccagtaa cagagctgtc tgtttacttt ctaactactg catgtccaat 4320
tttttgttat gtgatctaaa tctttgtgtt ggtaatattc tcagcatctg ctgattttaa 4380
ttcattttgg ctaaacctat tttgaatttg ttatgataac cattgcttag catttttaat 4440
ttttttttta aactaagcac tggtcagata aaccatctca cttgttatat ttgtatttgt 4500
tcttaaagat ttaagtctag ctacattttt tatttctcat ttaaattttt tgaatcctga 4560
atttagggag ccaagatatt tagttataaa aataatgatt aataataaat atgcagttct 4620
ccccattgtc gtgttaattt ggtagatagc atagtagtca atcttggata gcggtgcgta 4680
gtggccaacc ccaaaaatgg gatagcgtat agcggtatga caaatagcgg tcaccgatgt 4740
ttgattattt tttggacaat tatatgaata atagcaaagt ataaacaaac ttatatattt 4800
ctcaacaaaa aaaacttata ttaaatataa cactcaaatc tcacgagaca ttcataaatc 4860
aaaacaccga aaacaaaaga caggaacaaa taaaaaaaat cataaaacag gagaaaccat 4 920
aagatagaag atagaagagt gtgtttcgcg gcacaggtga gaagagagaa aaagttgaaa 4 980
aatgttaggg tttacgaaat cctcaaaatg ccctaaaaaa ggttttaaaa atagggtcaa 5040
tttggaaatt tcctactaaa ataaatagcg gctgctatcc aacccgcacc gctatagcag 5100
ctgaagcggc cgctatttga ttccgcgcta tttgataccg ctatgctaca cgcggccgct 5160
atagcgccac tatcggctgc tattgactac tatggtagat agaaactgtt aggttaccta 5220
gtagggctga tgatgtgtta gtgggctcaa gtaatgagtg agaggcccat tatttggagg 5280
gtgtatgaac gtgggaagaa gagaggagag aagggactaa gggtgcttcc tagctggcag 5340
ttagttagta tgaggcagag ggagtgaata tatttcttct gaggagctgt tgctctagtt 5400
tatccgtcat agtgatttca ttgttattct agtttagcca ggctttggga gtatttggta 5460
tatctacctc gaagatgcta ggtcctaaaa tgatgcagtt ggaaggttcg attgcgggag 5520
tctctctgtt ggtgatgatt taaacacaat ttcatatact cctggtgtgg ttgaagcgtt 5580
gggggttgcc tttggattca tcagatactg ctggtgtgca tttgggtggg ggtggggggt 5640
catatggtgc agatattggg caaatgtgtg gttggcttct gcatatcggc ccttatgcag 5700
tcttgctgga tacatatgtg ttggggttag aagaggtcat gccaaagtac caattactct 5760
cttaatacct gtctaataag actctaatgc tttaaattga cgaggatttg catttttcac 5820
ctttcactgg caaacatatg ggttaaactg gtagatgttt agcgtgttca agtacaagct 5880
gtgttcccat agatgaagta cttcatgttt ggggagtttg atcgttaaac tacctaattg 5940
tttgtttaaa tgaattttga attccctctt ctaataattt tagtgcttcc aaagattata 6000
atgcatataa aacaatttga ggattatctt gttcttaggt gaaaaacagt ttttttccca 6060
tttgaaatta gataaacaga gtagttgtag atttctactg tggaaagcat aacatgtcta 6120 agctggttaa atatacttaa ttgatggttt ttgtcattaa agtaatttct ttgcatacat 6180
ttttatgttc tcatgttatt gcttaatcgg aaaggggttc tataaaatgg atggcatttt 6240
atgggattcc gagaagcctt tttctttttt ttgccagggt ggggggtttg cattatttgt 6300
cataatgttt tttcttttgg aatgcagtat ccaccatatg ttcccaccat aaccaactat 6360
actaaggttt ggtgggttcc taatgttgtt gtggctcatc taaaggaggg gatagaagtc 6420
cttcatctgg catctggtcg aacactatgt aaggtaaata taaagccact gatcagcttg 6480
aaaatcaaaa tacaaaaaaa aaaaaaaaaa gtttacaagt agttgtacaa catttgctcc 6540
tgtggttgta gatttgtagt attaaactgc catggtttca gccaaaatct tatttagcat 6600
tcacgttact tttgaaattt ttcgtattct gtgaaatgac acttctattt atctcagctt 6660
caccttcagg aaggtggtct acatgctgat attaatggtg atggagttct ggatcatgtg 6720
caggttcact ttttttcctt cacatttttt gataaacaaa caagccaaat ctttattaat 6780
ttagcatgat aattgttaac ttaacggggg attttcctct gcctgatgtc tgaaagattt 6840
atctaatcag gctgttggag gaaatggtgc tgagcaaact gtagttagtg ggtccatgga 6900
tgttctacgt ccttgttggg ctgttgcaac gtctggcgta ccagtacggg aacaactctt 6960
caatgtatct atttgtcatt atacccattt taacttattc caacatggag aactttatag 7020
aggcttcaac cgaggttcag atatgtcttc tttggaggta gcaacaccca ttctcattcc 7080
tagaagcgat ggtcacaagc accggaaggg aagccacggg gatgttatct tcttgacaaa 7140
ccggggagag gtacgctctt ttttgttcga ctaaatctgg ttatgtaaca tttgatagtt 7200
tgtttgagca ccaatcaaac aaacctagtt cttaacttct gttaacaaat tatttcaagt 7260
cacgcacgac taatatattt tggtggtatt tgtgagataa tccgtacctc cgtactgact 7320
ttatgaaaat tgctccttgc agataacttc gcacactcct ggtttgcatg gtcatgatgc 7380
tgtttggcag tggcaacaat caactggtgt cacatggtca aacctacctt ccccagcagg 7440
gatgatggaa ggtggtttgg tgattcccac actaaagcct tttcctttgc ggttgcatga 7500
caatcatgag atgatccttg cagctggaga acaagaggct gtggtaatat cacccggagg 7560
tagcatattg gctacaattg aactccctgg ttcacctaca catgtattga tccgtgaaga 7620
cttctcaaat gatgggctca ctgaccttat tctcgtcacc tcatccggag tgtacggctt 7680
tgtccagact cgacaacctg gtgctctctt cttcagtgtg ctgatcggct gtctcatagt 7740
cgtgatggga attatatttg ttacccagca cataaattcc atgaagggga agcctcgtcc 7800
atcatctggt cctaggtgaa atgcaggacc tgaaatttat acattaactt tgcaggcgct 7860
tacagatgaa gcagaagaca aagcggtgtg cgcatcgtat ggagcttcaa gattgttgga 7920
aatgcataga atgtaaggag attttgagga ggtgttgtac tgtctaggat ggatgattgt 7980
aaaatttaga cagaagtgac agaatgtcct tcatgagaga aacatgatcc attaatataa 8040
ggaaactata gtctttgcct acgtatctgg ctgttgttta gaagttatac tgcccacact 8100
tgacaattgt cacccgttcc gaattagttg atacttgata gttgatgcat aacagaaact 8160
caccttggtc tttacacttt tcgctaaaag gattttctct tgtcattaca caattcttgt 8220
aaatacgacc atcgtttatt tgcttcagat ttagcagtgt aaaacattaa atctagcaac 8280
caacttgctc caatctgtct tggtcttctt cagaatacac ttcttaaaag tcaattaaga 8340
aatgacttcc tgattccatc aaattaccaa tgtggttgat cccatcatac atcaagtgct 8400
atgtacgtaa tccctgttag tctttggcat caccttaagt gttttagcta ttgcttttcc 8460
tgtgcgtcga gaaatgtttc aaataaccat ctgaatgatt caatattgca tcatataata 8520
ttgcaaaccc aaaattagtg tgttcctata atggataaag cttgaaaata atgcgagtgg 8580
tcgattagtg cgattggtgc aatgttggat tcattaacaa ctggtattga aaatattgca 8640
taaagctatc aacttctcca tataccatgc tacattgtct tttgcctgat gatgattttt 8700
gacatccaac cgtgtaaata caatattagt 8730 <210> 73 <211> 57 <212> PRT
<213> Medicago sativa <400> 73
Ile Gln Gln Asp Gly Gly Val Ser Phe Lys Asp Ala Trp Met His Leu 1 5 10 15
Thr Asp Glu Tyr Pro Ile Lys Tyr Glu Ala Glu Arg Leu Pro Pro Pro
20 25 30
Val Val Ala Asp Leu Asn Gly Asp Gly Lys Lys Glu Val Leu Val Ala
35 40 45
Thr His Asp Ala Lys Ile Gln Val Leu
50 55
<210> 74 <211> 25 <212> PRT
<213> Medicago sativa <400> 74
Leu Ser Gln Leu His Leu Gln Glu Gly Gly Leu His Ala Asp Ile Asn 1 5 10 15 Gly Asp Gly Val 20 Leu Asp His Val Gln 25 <210> 75 <211> 107 <212> PRT <213> Medicago sativa <400> 75 Gln Ala Val Gly Gly Asn Gly Ala Glu Gln Thr Val Val Ser Gly Ser 1 5 10 15 Met Asp Val Leu 20 Arg Pro Cys Trp Ala 25 Val Ala Thr Ser Gly 30 Val Pro Val Arg Glu Gln Leu Phe Asn Val Ser Ile Cys His Tyr Thr His Phe 35 40 45 Asn Leu Phe Gln His Gly Glu Leu Tyr Arg Gly Phe Asn Arg Gly Ser 50 55 60 Asp Met Ser Ser Leu Glu Val Ala Thr Pro Ile Leu Ile Pro Arg Ser 65 70 75 80 Asp Gly His Lys His 85 Arg Lys Gly Ser His 90 Gly Asp Val Ile Phe 95 Leu Thr Asn Arg Gly 100 Glu Val Arg Ser Phe 105 Leu Phe <210> 76 <211> 156 <212> PRT <213> Medicago sativa <400> 76 Gln Ile Thr Ser His Thr Pro Gly Leu His Gly His Asp Ala Val Trp 1 5 10 15 Gln Trp Gln Gln 20 Ser Thr Gly Val Thr 25 Trp Ser Asn Leu Pro 30 Ser Pro Ala Gly Met Met Glu Gly Gly Leu Val Ile Pro Thr Leu Lys Pro Phe 35 40 45 Pro Leu Arg Leu His Asp Asn His Glu Met Ile Leu Ala Ala Gly Glu 50 55 60 Gln Glu Ala Val Val Ile Ser Pro Gly Gly Ser Ile Leu Ala Thr Ile 65 70 75 80 Glu Leu Pro Gly Ser 85 Pro Thr His Val Leu 90 Ile Arg Glu Asp Phe 95 Ser Asn Asp Gly Leu 100 Thr Asp Leu Ile Leu 105 Val Thr Ser Ser Gly 110 Val Tyr Gly Phe Val Gln Thr Arg Gln Pro Gly Ala Leu Phe Phe Ser Val Leu 115 120 125 Ile Gly Cys Leu Ile Val Val Met Gly Ile Ile Phe Val Thr Gln His 130 135 140 Ile Asn Ser Met Lys Gly Lys Pro Arg Pro Ser Ser 145 150 155
<210> 77
<211> 1521
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 77
atggccgcca tgatggcgtc cataaccagc gagctgctct tctttctccc cttcatcctc 60
cttgccctgc tcacgttcta caccaccacc gtggccaaat gccacggcgg gcactggtgg 120
cgaggtggga cgacgccggc gaagaggaag cggatgaacc tgccgcccgg cgccgccggg 180
tggccgctcg tcggcgagac gttcggctac ctccgcgccc accccgccac ctccgtcggc 240
cgcttcatgg agcagcacat cgcacggtac gggaagatat accggtcgag cctgttcggg 300
gagcggacgg tggtgtcggc ggacgcgggg ctcaaccggt acatcctgca gaacgagggg 360
aggctgttcg agtgcagcta cccgcgcagc atcggcggca tcctgggcaa gtggtccatg 420
ctggtcctcg tcggggaccc gcaccgcgag atgcgcgcca tctccctcaa cttcctctcc 480
tccgtccgcc tccgcgccgt cctcctcccc gaggtcgagc gccacaccct cctcgtcctc 540
cgcgcctggc ccccttcctc caccttctcc gctcagcacc aagccaagaa gttcacgttc 600
aacctgatgg cgaagaacat aatgagcatg gacccggggg aggaagagac ggagcggctg 660 cggcgggagt acatcacctt catgaagggc gtggtctccg cgccgctcaa acgccctact ggaaggctct caagtcgcgt gctgccattc tcggagtaat atggaagagc gggttgagaa gctgagcaag gaggatgcaa gcgtagagca ctcggatggg ctctgaaaca atctaacctt tcaaaagagc aaatcctgga agcttgctct tcgccgggca cgagacgtcg tccatggcgc tcgccctcgc cttgaaggct gccccaaggc tgtccaagaa ctgagggagg agcatcttgg agacaaaggc taagagggga gtgcaaattg agctgggaag actacaaaga acgcaatgtg tcataaacga gacgttgcgg ctaggaaacg tggtcaggtt aaggtcatca aggacgtgca ctacaagggt tatgacattc caagcggatg ccggtgttag ccgcggtgca tctggactcg tccctgtacg aggaccccca ccctggagat ggaagagtag cggatcatcc ggcggcttgg ctcagagcag ccgtacggcg gcgggacgcg gctgtgcgcc gggtcggagc tcgcgaagct gtgttcttgc accacctggt gctcaacttc aggtgggagc tcgccgagcc ttcgtcttcc ccttcgtcga cttccccaag ggccttccca ttagggttca caggatgatg agcaggagta a <210> 78 <211> 505 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 78
Met Ala Ala Met Met Ala Ser Ile Thr Ser Glu Leu Leu 15 10
Pro Phe Ile Leu Leu Ala Leu Leu Thr Phe Tyr Thr Thr
20 25
Lys Cys His Gly Gly His Trp Trp Arg Gly Gly Thr Thr
35 40 45
Arg Lys Arg Met Asn Leu Pro Pro Gly Ala Ala Gly Trp
50 55 60
Gly Glu Thr Phe Gly Tyr Leu Arg Ala His Pro Ala Thr 65 70 75
Arg Phe Met Glu Gln His Ile Ala Arg Tyr Gly Lys Ile
85 90
Ser Leu Phe Gly Glu Arg Thr Val Val Ser Ala Asp Ala
100 105
Arg Tyr Ile Leu Gln Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys 115 120 125
Arg Ser Ile Gly Gly Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu
130 135 140
Gly Asp Pro His Arg Glu Met Arg Ala Ile Ser Leu Asn 145 150 155
Ser Val Arg Leu Arg Ala Val Leu Leu Pro Glu Val Glu
165 170
Leu Leu Val Leu Arg Ala Trp Pro Pro Ser Ser Thr Phe
180 185
His Gln Ala Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys 195 200 205
Ser Met Asp Pro Gly Glu Glu Glu Thr Glu Arg Leu Arg
210 215 220
Ile Thr Phe Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn 225 230 235
Thr Pro Tyr Trp Lys Ala Leu Lys Ser Arg Ala Ala Ile
245 250
Ile Glu Arg Lys Met Glu Glu Arg Val Glu Lys Leu Ser
260 265
Ala Ser Val Glu Gln Asp Asp Leu Leu Gly Trp Ala Leu 275 280 285
Asn Leu Ser Lys Glu Gln Ile Leu Asp Leu Leu Leu Ser
290 295 300
Ala Gly His Glu Thr Ser Ser Met Ala Leu Ala Leu Ala 305 310 315
Leu Glu Gly Cys Pro Lys Ala Val Gln Glu Leu Arg Glu
325 330
Gly Ile Ala Arg Arg Gln Arg Leu Arg Gly Glu Cys Lys
cctgcccggg agagaggaaa agacgatctt cctcttgctg catcttcttc gattgcaagg gatggttttc cctgcaccgg gaagatcctg gcgcttcaat cagcttcatg ggagatggcc ggaccaagcc tagaattgca
Phe Phe Leu 15
Thr Val Ala 30
Pro Ala Lys
Pro Leu Val
Ser Val Gly 80
Tyr Arg Ser 95
Gly Leu Asn 110
Ser Tyr Pro
Val Leu Val
Phe Leu Ser 160
Arg His Thr 175
Ser Ala Gln 190
Asn Ile Met
Arg Glu Tyr
Leu Pro Gly 240
Leu Gly Val
255 Lys Glu Asp 270
Lys Gln Ser
Leu Leu Phe
Ile Phe Phe 320
Glu His Leu 335
Leu Ser Trp
720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1500 1521 340 345
Glu Asp Tyr Lys Glu Met Val Phe Thr Gln Cys
355 360
Leu Arg Leu Gly Asn Val Val Arg Phe Leu His
370 375
Asp Val His Tyr Lys Gly Tyr Asp Ile Pro Ser 385 390 395
Pro Val Leu Ala Ala Val His Leu Asp Ser Ser
405 410
Gln Arg Phe Asn Pro Trp Arg Trp Lys Ser Ser
420 425
Leu Ala Gln Ser Ser Ser Phe Met Pro Tyr Gly
435 440
Cys Ala Gly Ser Glu Leu Ala Lys Leu Glu Met
450 455
His Leu Val Leu Asn Phe Arg Trp Glu Leu Ala 465 470 475
Phe Val Phe Pro Phe Val Asp Phe Pro Lys Gly
485 490
His Arg Ile Ala Gln Asp Asp Glu Gln 500 505
<210> 79 <211> 1542 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 79
atgttcgaaa cagagcatca tactctctta cctcttcttc cttcttctct tcttgattct cttgaagaga agaaatagaa ccgggtaaat ccggttggcc atttcttggt gaaaccatcg gccacaacac tcggtgactt catgcaacaa catgtctcca tcgaacttgt ttggagaacc aacgatcgta tcagctgatg ttacaaaacg aaggaaggct ctttgaatgt agttatccta gggaaatggt cgatgcttgt tcttgttggt gacatgcata cttaacttct taagtcacgc acgtcttaga actattctac actttgtttg ttcttgattc ttggcaacaa aactctattt aaaaagttta cgtttaatct aatggcgaag catataatga gaaacagagc aattaaagaa agagtatgta actttcatga ctaaatctac caggaactgc ttatcataaa gctcttcagt ttcattgaga ggaaaatgga agagagaaaa ttggatatca gaagaagtga aaacagagga tgaagcagag atgagtaaga agaacagacg atgatctttt gggatgggtt ttgaaacatt attctcgatc tcattcttag tttgttattt gccggacatg gctctcgcta tcttcttctt gcaagcttgc cctaaagccg catcttgaga tcgcgagggc caagaaggaa ctaggagagt tacaagaaaa tggactttac tcaatgtgtt ataaatgaaa gttaggtttt tgcatcgcaa agcactcaaa gatgttcggt agtgggtgga aagtgttacc ggtgatctca gccgtacatt caacctaatc tctttaatcc ttggagatgg caacagcaaa ggaagtggta gtttttcgac gtggggaaac aactacatgc ctatgtgctg gttcagagct agccaagtta gaaatggcag cttaaattca attgggaatt agcagaagat gatcaaccat tttcctaacg gtttgcctat tagggtttct cgtattctgt <210> 80 <211> 513 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 80
Met Phe Glu Thr Glu His His Thr Leu Leu Pro 1 5 10
Ser Leu Leu Ser Leu Leu Leu Phe Leu Ile Leu
20 25
Arg Lys Thr Arg Phe Asn Leu Pro Pro Gly Lys 35 40
350 Val Ile Asn Glu Thr 365 Arg Lys Val Ile Lys 380 Gly Trp Lys Ile Leu 400 Leu Tyr Glu Asp Pro 415 Gly Ser Ser Gly Gly 430 Gly Gly Thr Arg Leu 445 Ala Val Phe Leu His 460 Glu Pro Asp Gln Ala 480 Leu Pro Ile Arg Val
495
ttctcccatc aaaccagatt gttatcttaa agtatggtaa ctggacttaa gaagtatagg gagatatgag ttaaagatgt tctctgctca gtatggatcc aaggagttgt cacgagcaac aggaagaaga gtgatcatgt cgaatttatc agacttcttc ttgaagagct cagaattaaa ctcttcgatt acaaaggata tggataattc acaacggagc cgtttggagg tgtttattca ttgcttttcc aa
gcttttgtct caatctacct accgtacacc gatatataga tagattcata tgggattctt aagtatctcg tgagagacat agacgaggcc tggagaagaa ctctgctcct gatattgaag tcaagaagaa taggaaacaa gacggagcaa tgtagccatt tagggaagag ttgggatgat gggaaatgta cgatatccct tcgttatgac gtcatcgtca agggccaagg tcatctagtt ttttgttgat
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1500 1542
Leu Leu Leu Leu Pro 15
Leu Lys Arg Arg Asn 30
Ser Gly Trp Pro Phe 45 Leu Gly Glu Thr Ile Gly Tyr Leu Lys Pro Tyr Thr Ala Thr Thr Leu
50 55 60
Gly Asp Phe Met Gln Gln His Val Ser Lys Tyr Gly Lys Ile Tyr Arg 65 70 75 80
Ser Asn Leu Phe Gly Glu Pro Thr Ile Val Ser Ala Asp Ala Gly Leu
85 90 95
Asn Arg Phe Ile Leu Gln Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Ser Tyr
100 105 110
Pro Arg Ser Ile Gly Gly Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu
115 120 125
Val Gly Asp Met His Arg Asp Met Arg Ser Ile Ser Leu Asn Phe Leu
130 135 140
Ser His Ala Arg Leu Arg Thr Ile Leu Leu Lys Asp Val Glu Arg His 145 150 155 160
Thr Leu Phe Val Leu Asp Ser Trp Gln Gln Asn Ser Ile Phe Ser Ala
165 170 175
Gln Asp Glu Ala Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys His Ile
180 185 190
Met Ser Met Asp Pro Gly Glu Glu Glu Thr Glu Gln Leu Lys Lys Glu
195 200 205
Tyr Val Thr Phe Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Leu Pro
210 215 220
Gly Thr Ala Tyr His Lys Ala Leu Gln Ser Arg Ala Thr Ile Leu Lys 225 230 235 240
Phe Ile Glu Arg Lys Met Glu Glu Arg Lys Leu Asp Ile Lys Glu Glu
245 250 255
Asp Gln Glu Glu Glu Glu Val Lys Thr Glu Asp Glu Ala Glu Met Ser
260 265 270
Lys Ser Asp His Val Arg Lys Gln Arg Thr Asp Asp Asp Leu Leu Gly
275 280 285
Trp Val Leu Lys His Ser Asn Leu Ser Thr Glu Gln Ile Leu Asp Leu
290 295 300
Ile Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His Glu Thr Ser Ser Val Ala Ile 305 310 315 320
Ala Leu Ala Ile Phe Phe Leu Gln Ala Cys Pro Lys Ala Val Glu Glu
325 330 335
Leu Arg Glu Glu His Leu Glu Ile Ala Arg Ala Lys Lys Glu Leu Gly
340 345 350
Glu Ser Glu Leu Asn Trp Asp Asp Tyr Lys Lys Met Asp Phe Thr Gln
355 360 365
Cys Val Ile Asn Glu Thr Leu Arg Leu Gly Asn Val Val Arg Phe Leu
370 375 380
His Arg Lys Ala Leu Lys Asp Val Arg Tyr Lys Gly Tyr Asp Ile Pro 385 390 395 400
Ser Gly Trp Lys Val Leu Pro Val Ile Ser Ala Val His Leu Asp Asn
405 410 415
Ser Arg Tyr Asp Gln Pro Asn Leu Phe Asn Pro Trp Arg Trp Gln Gln
420 425 430
Gln Asn Asn Gly Ala Ser Ser Ser Gly Ser Gly Ser Phe Ser Thr Trp
435 440 445
Gly Asn Asn Tyr Met Pro Phe Gly Gly Gly Pro Arg Leu Cys Ala Gly
450 455 460
Ser Glu Leu Ala Lys Leu Glu Met Ala Val Phe Ile His His Leu Val 465 470 475 480
Leu Lys Phe Asn Trp Glu Leu Ala Glu Asp Asp Gln Pro Phe Ala Phe
485 490 495
Pro Phe Val Asp Phe Pro Asn Gly Leu Pro Ile Arg Val Ser Arg Ile 500 505 510
Leu
<210> 81
<211> 1590
<212> DNA
<213> Saccharum officinarum <220>
<221> misc_feature <222> (394) .. (394) <223> η is a, c, g, ou t <400> 81
atgggcgcca tgatggcctc ctggccctcc tcgccctgta cgccggccga agaagaagcg
ggcgagacct cagcatgtcg gtgtcggcgg tgcagctacc ggcgacgcgc cgcgccgtgc ccctccgacg gcgaagaaca tacatcacct tggaaggcgc aggcttcaga gccctgaagc ttcgccgggc tgccccaagg ctaagagggg tgtataaacg caagatgtgc gcggcggtgc tggaagagca gggtcggagc cggtgggagc ggcctcccga cgagaagcac gagggaattg <210> 82
tcggctacct cacggtacgg acgcggggct cgcgcagcat accgcgagat tgctcccgga gcacggtctc taatgagcat
cataaccagc gagctcctct tcttccttcc cttcatcctg caccaccact gtcgccaaat gcgacggcac ccaccagtgg gccgaacctg cccccgggcg ccctcggatg gcctttcgtc ccgcgcccac ccggccacct ccgtgggcct cttcatggag caagatatac cggtcgagcc tgttcgggga gcggacggtg caaccgctac atcctgcaga acgaggggcg gctgttcgag cggcggcatc ctgngcaagt ggtccatgct ggtgctggtg gcgcgccatc tcgctcaact ttctcagctc ggtggagcgc cacaccctgc tggtgctccg cgcgcagcac caagccaaga agttcacgtt
ggaccccggc gaggaggaga cggagcggct
tcatgaaggg cgtcgtgtca gcgccgctca acttcccggg tcaagtcacg cgcgtccata cttggagtaa tagagaggaa aaatgagtaa ggagaactca agtgtggagg aagacgatct
agtccaatct gtcaaaggaa acgagacttc gtcaatggcg
cagatcctgg acctcttgct ctagccctcg ccatcttctt
cgtccgcctc ctcatggccg taacctgatg gcggctggag cacggcctac gatggaggac tcttggatgg gagcctgctc ccttgaagga
ctgttcaaga actccgggag gagcatctcg agattgctag gagacaaagg cgttcaaatt gagctgggaa gactacaagg aaatggtttt cacgccatgg agacattgcg ggttggcaac gtggtcaggt tcctgcaccg gaaggtcatc
actacaatgg gtacgacata atctggattc gtcgctgtac
ccacgcgggt ggaaaatcct gccggtgtta aaggacccct accggttcaa cccttggaga
acgcgccgag cagcttcatg ccgtacggcg gcgggccgcg gctgtgcgcc
tggccaagct ggagatcgcc tggcggagcc ggaccaagcc tcagggtcca gcggatcgcc gatgtagcgg tacgggtaca gggctgggtg gttatggtaa
atcttcctgc accacctggt gctcaacttc ttcgtctacc ccttcgtcga cttccccaag gacgaccagg gggcatcgca gcgttttgac caagcaagta caaaattttc gttgcatttt
<211> <212> <213> <220> <221> <222>
529 PRT
Saccharum officinarum
INSEGURO (132)..(132)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 82
Ser Ile Thr
Met 1
Gly Ala
Met Met 5
Ala
Ser Glu Leu Leu 10
Phe
Phe 15
Leu
Pro Phe Ile Leu 20 Leu Ala Leu Leu Ala 25 Leu Tyr Thr Thr Thr 30 Val Ala Lys Cys Asp 35 Gly Thr His Gln Trp 40 Arg Arg Pro Lys Lys 45 Lys Arg Pro Asn Leu 50 Pro Pro Gly Ala Leu 55 Gly Trp Pro Phe Val 60 Gly Glu Thr Phe Gly Tyr Leu Arg Ala His Pro Ala Thr Ser Val Gly Leu Phe Met Glu 65 70 75 80 Gln His Val Ala Arg 85 Tyr Gly Lys Ile Tyr 90 Arg Ser Ser Leu Phe 95 Gly Glu Arg Thr Val 100 Val Ser Ala Asp Ala 105 Gly Leu Asn Arg Tyr 110 Ile Leu Gln Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Arg Ser Ile Gly 115 120 125 Gly Ile 130 Leu Xaa Lys Trp Ser 135 Met Leu Val Leu Val 140 Gly Asp Ala His Arg Glu Met Arg Ala Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser Ser Val Arg Leu 145 150 155 160 Arg Ala Val Leu Leu 165 Pro Glu Val Glu Arg 170 His Thr Leu Leu Val 175 Leu
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1500 1560 1590 Arg Ser Trp Pro Pro Ser Asp Gly Thr Val Ser Ala Gln His Gln Ala 180 185 190 Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys Asn Ile Met Ser Met Asp 195 200 205 Pro Gly Glu Glu Glu Thr Glu Arg Leu Arg Leu Glu Tyr Ile Thr Phe 210 215 220 Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Phe Pro Gly Thr Ala Tyr 225 230 235 240 Trp Lys Ala Leu Lys Ser Arg Ala Ser Ile Leu Gly Val Ile Glu Arg 245 250 255 Lys Met Glu Asp Arg Leu Gln Lys Met Ser Lys Glu Asn Ser Ser Val 260 265 270 Glu Glu Asp Asp Leu Leu Gly Trp Ala Leu Lys Gln Ser Asn Leu Ser 275 280 285 Lys Glu Gln Ile Leu Asp Leu Leu Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His 290 295 300 Glu Thr Ser Ser Met Ala Leu Ala Leu Ala Ile Phe Phe Leu Glu Gly 305 310 315 320 Cys Pro Lys Ala Val Gln Glu Leu Arg Glu Glu His Leu Glu Ile Ala 325 330 335 Arg Arg Gln Arg Leu Arg Gly Ala Phe Lys Leu Ser Trp Glu Asp Tyr 340 345 350 Lys Glu Met Val Phe Thr Pro Trp Cys Ile Asn Glu Thr Leu Arg Val 355 360 365 Gly Asn Val Val Arg Phe Leu His Arg Lys Val Ile Gln Asp Val His 370 375 380 Tyr Asn Gly Tyr Asp Ile Pro Arg Gly Trp Lys Ile Leu Pro Val Leu 385 390 395 400 Ala Ala Val His Leu Asp Ser Ser Leu Tyr Lys Asp Pro Tyr Arg Phe 405 410 415 Asn Pro Trp Arg Trp Lys Ser Asn Ala Pro Ser Ser Phe Met Pro Tyr 420 425 430 Gly Gly Gly Pro Arg Leu Cys Ala Gly Ser Glu Leu Ala Lys Leu Glu 435 440 445 Ile Ala Ile Phe Leu His His Leu Val Leu Asn Phe Arg Trp Glu Leu 450 455 460 Ala Glu Pro Asp Gln Ala Phe Val Tyr Pro Phe Val Asp Phe Pro Lys 465 470 475 480 Gly Leu Pro Ile Arg Val Gln Arg Ile Ala Asp Asp Gln Gly Ala Ser 485 490 495 Gln Arg Phe Asp Arg Glu Ala Arg Cys Ser Gly Thr Gly Thr Gln Ala 500 505 510 Ser Thr Lys Phe Ser Leu His Phe Glu Gly Ile Gly Ala Gly Trp Leu 515 520 525 Trp
<210> 83 <211> 1437 <212> DNA <213> Allium cepa <400> 83
atggagatca tattagtgtc tacattgatc atatcgctac taatatttct tggatttaga 60
agcaatggga aaacggagag aaaattgctg cctacactac caccaggcaa tcttggaggt 120
tggccattca tcggtgacac cattccgttc atgacacctc attcttctgc tttgttgggc 180
acttacatcg atcaaaatat ttccaaatat gggaggatat ttcgaatgaa cttgttagga 240
aaggcaacga tcgtgtctgt agaccctgat ttcaacagat atattctaca gaatgaagga 300
agattgtttg aaaatagctg cccaacgagc attaaagaga ttttgggaaa atggtctatg 360
cttgcattag ctggggatat acacagagaa atgagatcca ttgctgtgaa tttcatgaac 420
agtgttaagc ttagaactta ttttttaaag gatattgata ttcaggctgt taatattctt 480
gatgcttgga aggtcaactc tactttctct gcacaggatg aaggaaagaa gtttgcattt 540
aacctcatgg tgaagcatct aatgaatatg gatcctggaa tgccagagac agaagaaatc 600
agaaaagagt acattttctt catggagggg atggcttcca ttcctttaaa ctttcctgga 660
acagcctaca gaagagcttt acagtcaagg tccaggattc tggcaataat ggggcaaaag 720
cttgacgaaa ggatgcagaa aataaaagaa ggctgtaaag gactggaaga agaggatctt 780 cttgcctcag ttgcaagaaa tactaacata acaagagacc agattcttga tttgatgatc 840 agcatgcttt ttgctggtca tgaaacttct tctgccgcta tttctcttgc catttatttc 900 ctgcaagctt cccccgatgt tcttaaaaag cttcgagagg agcacataaa gattgcaaaa 960 caaaagaaag aaaggggcga aactgaattg aactgggatg attacaagca aatggaattc 1020 acaaactgcg ttattcatga aaccctaaga ttaggcaaca tcgttaagtt tttgcatcgg 1080 aaaaccatca aagatgttca atacaaaggt tatgaaattc catgtgggtg ggaagtagtg 1140 ccaatcatct cagcagcaca tttggattct tctatctttg acaacccaaa agttatgaat 1200 ccttcgaggt gggaggcgat attttcagca ggagcaaaga gcaatataat gtcattcagc 1260 ggtggacctc ggttatgtcc aggagcagag ttggcgaaac tggagatggc tatttttctt 1320 catcatcttg tacagaggtt cgactgggaa ttggtggaga aggataaccc tgtatcattc 1380 cccttccttg gatttcccaa gaaattgcct atcaaaatca cagctcttaa acattga 1437
<210> 84 <211> 478 <212> PRT <213> Allium cepa <400> 84
Met Glu Ile Ile Leu Val Ser Thr Leu Ile Ile Ser Leu Leu Ile Phe 1 5 10 15
Leu Gly Phe Arg Ser Asn Gly Lys Thr Glu Arg Lys Leu Leu Pro Thr
20 25 30
Leu Pro Pro Gly Asn Leu Gly Gly Trp Pro Phe Ile Gly Asp Thr Ile
35 40 45
Pro Phe Met Thr Pro His Ser Ser Ala Leu Leu Gly Thr Tyr Ile Asp
50 55 60
Gln Asn Ile Ser Lys Tyr Gly Arg Ile Phe Arg Met Asn Leu Leu Gly 65 70 75 80
Lys Ala Thr Ile Val Ser Val Asp Pro Asp Phe Asn Arg Tyr Ile Leu
85 90 95
Gln Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Asn Ser Cys Pro Thr Ser Ile Lys
100 105 110
Glu Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Ala Leu Ala Gly Asp Ile His
115 120 125
Arg Glu Met Arg Ser Ile Ala Val Asn Phe Met Asn Ser Val Lys Leu
130 135 140
Arg Thr Tyr Phe Leu Lys Asp Ile Asp Ile Gln Ala Val Asn Ile Leu 145 150 155 160
Asp Ala Trp Lys Val Asn Ser Thr Phe Ser Ala Gln Asp Glu Gly Lys
165 170 175
Lys Phe Ala Phe Asn Leu Met Val Lys His Leu Met Asn Met Asp Pro
180 185 190
Gly Met Pro Glu Thr Glu Glu Ile Arg Lys Glu Tyr Ile Phe Phe Met
195 200 205
Glu Gly Met Ala Ser Ile Pro Leu Asn Phe Pro Gly Thr Ala Tyr Arg
210 215 220
Arg Ala Leu Gln Ser Arg Ser Arg Ile Leu Ala Ile Met Gly Gln Lys 225 230 235 240
Leu Asp Glu Arg Met Gln Lys Ile Lys Glu Gly Cys Lys Gly Leu Glu
245 250 255
Glu Glu Asp Leu Leu Ala Ser Val Ala Arg Asn Thr Asn Ile Thr Arg
260 265 270
Asp Gln Ile Leu Asp Leu Met Ile Ser Met Leu Phe Ala Gly His Glu
275 280 285
Thr Ser Ser Ala Ala Ile Ser Leu Ala Ile Tyr Phe Leu Gln Ala Ser
290 295 300
Pro Asp Val Leu Lys Lys Leu Arg Glu Glu His Ile Lys Ile Ala Lys 305 310 315 320
Gln Lys Lys Glu Arg Gly Glu Thr Glu Leu Asn Trp Asp Asp Tyr Lys
325 330 335
Gln Met Glu Phe Thr Asn Cys Val Ile His Glu Thr Leu Arg Leu Gly
340 345 350
Asn Ile Val Lys Phe Leu His Arg Lys Thr Ile Lys Asp Val Gln Tyr
355 360 365
Lys Gly Tyr Glu Ile Pro Cys Gly Trp Glu Val Val Pro Ile Ile Ser 370 375 380
Ala Ala His Leu Asp Ser Ser Ile Phe Asp Asn
385 390 395
Pro Ser Arg Trp Glu Ala Ile Phe Ser Ala Gly
405 410
Met Ser Phe Ser Gly Gly Pro Arg Leu Cys Pro
420 425
Leu Glu Met Ala Ile Phe Leu His His Leu
Lys
435
440
Trp Glu Leu Val Glu Lys Asp Asn Pro Val Ser
450
455
Phe Pro Lys Lys Leu Pro Ile Lys Ile Thr Ala 465 470 475
<210> 85 <211> 1491 <212> DNA
<213> Zinnia elegans <400> 85
atgtgttcaa caaccctaaa tatgtgtgac cttgagttct gtcttggctc tttttctcat cttgaagctt gtcaaaagaa cgaaatcttc caccgggcaa catgggctgg ccgttcatcg caaccgtatt cggctacaac catcggcaag tttatggaac aagatataca aatctagttt gtttggtgag ccaacaatag aataagtaca tattgcaaaa tgaagggagg ttatttgaat gggggtattc ttggcaaatg gtccatgttg gttttggttg aggcaaattt cactcaactt tttgtccaat gcaaggctta gttgagaaaa atactttgtg ggtattagat tcttggaaag caagaagaag ccaagaagtt tacttttaat ctaatggcaa ccgggtgaac cggagaccga gcgattgaag aaagagtatg gtttctcccc ctttaaactt ccctggaact gcatactgga acgattctta aattcatcga aacaaaaatg gaggagcgga ggattaggga aactagacaa tgatcttctt ggatggtcta aaagagcaaa tactcgattt ggtattgagt ctactctttg gtttcgatat cgttagccgt ttacttcctt gaagcttgtc agagaagaac atgaagaaat tgtgatgaaa aaaaagctat tgggatgact acaaaaagat ggagtttact cagtgtgtga gggaatgtgg tgagattcct ccacagaaag gctattaaag gacattccat gtggttggaa agtgctgcca gtgattgcag cattttgacc aaccttacct ttttgatcca tggagatggc tctacttgtt caaccccgcc atcagcaagt aacttcatgc ttatgcacag ggtcagagct agcgaaacta gagatggcga ctaaaatacg agtgggaatt ggttgactca gatgaagcat tttccaaaag gtctgccaat caaaatccgt caccgaaaac <210> 86 <211> 496 <212> PRT
<213> Zinnia elegans <400> 86
380
Pro Lys Val Met Asn 400
Ala Lys Ser Asn Ile 415
Gly Ala Glu Leu Ala 430
Val Gln Arg Phe Asp 445
Phe Pro Phe Leu Gly 460
Leu Lys His
tcatccttgc gaacaaacaa gtgaaaccat aacacatatc tttctgctga gtagttatcc gtgacatgca aaactcaact aaaactcacc cacatatcat taactttcat aagctttaaa ttaggatgga tgaagaactc ctggtcacga ctaccgcggt tgggtgagaa tcaatgagac atgtgaggta ccgtgcattt agaacgcaag catttggtgg tatttatcca tcgcttatcc aatcatgtta
atcttgtctt tggttcgact cggttacctc caagtatggg tccagggttg aagaagcata tagagacatg agtaaatgaa tttttgtgcc gagtttagac gaaaggtgtg gtctcgagcg cgaaggaaac aaatctcact aacgtcttcg tcgtcaactt gtatctcact gctaagattc taaaggatat ggatcctaca tgtcacgtca agggccccgc ccatttggtc atatctcgac
g
Met Cys Ser Thr Thr Leu Asn Met Cys Asp Leu Glu Phe Phe Ile Leu 1 5 10 15 Ala Ser Cys Leu Val Leu Ala Leu Phe Leu Ile Leu Lys Leu Val Lys 20 25 30 Arg Arg Thr Asn Asn Gly Ser Thr Arg Asn Leu Pro Pro Gly Asn Met 35 40 45 Gly Trp Pro Phe Ile Gly Glu Thr Ile Gly Tyr Leu Gln Pro Tyr Ser 50 55 60 Ala Thr Thr Ile Gly Lys Phe Met Glu Gln His Ile Ser Lys Tyr Gly 65 70 75 80 Lys Ile Tyr Lys Ser Ser Leu Phe Gly Glu Pro Thr Ile Val Ser Ala 85 90 95 Asp Pro Gly Leu Asn Lys Tyr Ile Leu Gln Asn Glu Gly Arg Leu Phe 100 105 110 Glu Cys Ser Tyr Pro Arg Ser Ile Gly Gly Ile Leu Gly Lys Trp Ser
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1491 115 120 125 Met Leu Val Leu Val Gly Asp Met His Arg Asp Met Arg Gln Ile Ser 130 135 140 Leu Asn Phe Leu Ser Asn Ala Arg Leu Lys Thr Gln Leu Val Asn Glu 145 150 155 160 Val Glu Lys Asn Thr Leu Trp Val Leu Asp Ser Trp Lys Glu Asn Ser 165 170 175 Pro Phe Cys Ala Gln Glu Glu Ala Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met 180 185 190 Ala Thr His Ile Met Ser Leu Asp Pro Gly Glu Pro Glu Thr Glu Arg 195 200 205 Leu Lys Lys Glu Tyr Val Thr Phe Met Lys Gly Val Val Ser Pro Pro 210 215 220 Leu Asn Phe Pro Gly Thr Ala Tyr Trp Lys Ala Leu Lys Ser Arg Ala 225 230 235 240 Thr Ile Leu Lys Phe Ile Glu Thr Lys Met Glu Glu Arg Ile Arg Met 245 250 255 Asp Glu Gly Asn Gly Leu Gly Lys Leu Asp Asn Asp Leu Leu Gly Trp 260 265 270 Ser Met Lys Asn Ser Asn Leu Thr Lys Glu Gln Ile Leu Asp Leu Val 275 280 285 Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His Glu Thr Ser Ser Val Ser Ile Ser 290 295 300 Leu Ala Val Tyr Phe Leu Glu Ala Cys Pro Thr Ala Val Arg Gln Leu 305 310 315 320 Arg Glu Glu His Glu Glu Ile Val Met Lys Lys Lys Leu Leu Gly Glu 325 330 335 Lys Tyr Leu Thr Trp Asp Asp Tyr Lys Lys Met Glu Phe Thr Gln Cys 340 345 350 Val Ile Asn Glu Thr Leu Arg Phe Gly Asn Val Val Arg Phe Leu His 355 360 365 Arg Lys Ala Ile Lys Asp Val Arg Tyr Lys Gly Tyr Asp Ile Pro Cys 370 375 380 Gly Trp Lys Val Leu Pro Val Ile Ala Ala Val His Leu Asp Pro Thr 385 390 395 400 His Phe Asp Gln Pro Tyr Leu Phe Asp Pro Trp Arg Trp Gln Asn Ala 405 410 415 Ser Val Thr Ser Ser Thr Cys Ser Thr Pro Pro Ser Ala Ser Asn Phe 420 425 430 Met Pro Phe Gly Gly Gly Pro Arg Leu Cys Thr Gly Ser Glu Leu Ala 435 440 445 Lys Leu Glu Met Ala Ile Phe Ile His His Leu Val Leu Lys Tyr Glu 450 455 460 Trp Glu Leu Val Asp Ser Asp Glu Ala Phe Ala Tyr Pro Tyr Leu Asp 465 470 475 480 Phe Pro Lys Gly Leu Pro Ile Lys Ile Arg His Arg Lys Gln Ser Cys 485 490 495
<210> 87 <211> 1422 <212> DNA
<213> Medicago trunculata <400> 87
atgtctaact catacttaac ttgcagtttt ctttcttcca tctttgttct ttctttgatt 60
ttcattttca tcaaaagaaa gaaaacaagg tataatcttc cacctggaaa aatgggatgg 120
ccctttatag gagaaaccat tggttatttg aagccttaca ctgccaccac aatgggagaa 180
tttatggaaa atcacatagc aaggtatggg acaatttaca agtcaaattt gtttggaggg 240
ccagctattg tatcagcaga tgcagaattg aataggttca tattacaaaa tgatggaaaa 300
ttgtttgagt gtagctatcc aaaaagcatt ggtggaatac ttggaaaatg gtcaatgttg 360
gttttagtag gtgacatgca tagggaaatg aggaatatat cactaaactt tatgagctat 420
gctaggctta aaacacattt tttgaaagat atggagaagc ataccctttt tgttctaagc 480
tcttggaaag aaaattgtac attttcagct caagatgaag caaaaaagtt caccttcaat 540
ttgatggcca aacaaatcat gagtttggat ccagggaatc ttgagacaga acagttgaaa 600
aaagagtatg tctgtttcat gaaaggtgtt gtttctgctc ctttgaattt gccaggaact 660 gcatacagaa aagcattaaa gtctaggaac aatatattga agttcataga ggggaaaatg 720 gaagaaaggg tgaagagaaa ccaagaagga aaaaaaggga tggaggaaaa tgatcttcta 780 aattgggttt taaagcattc aaatctttcc actgagcaaa ttcttgactt gattctaagt 840 ttactttttg ctggccatga aacttcatct gtggctatag ctctagctat ttactttttg 900 cctagttgtc ctcaagctat acaacaatta agggaagagc atagagaaat agctagatcc 960 aagaagaaag caggggaggt tgaattaact tgggatgatt ataaaagaat ggaatttact 1020 cattgtgttg tgaatgaaac actaaggttg ggtaatgttg tgagattcct tcacaggaag 1080 gctatcaaag atgttcatta caaaggttat gacattccat gtggatggaa agtccttccg 1140 gtgatttcag cggtacattt ggatccttca aattttgacc aacctcaaca cttcaatcct 1200 tggagatggc agatgagcaa taacaacttc atgccatttg gaggaggacc aaggctatgt 1260 gcaggattag aattagccaa acttgaaatg gctgttttca ttcaccatat catcctcaaa 1320 tacaactggg acatggtcga tgttgatcaa cctattgtat acccttttgt tgattttccc 1380 aaaggtttgc caattagagt ccaaagccaa gccactcttt aa 1422
<210> 88 <211> 480 <212> PRT
<213> Medicago trunculata <400> 88
Met Ser Asn Ser Tyr Leu Thr Cys Ser Phe Leu Ser Ser Ile Phe Val 15 10 15
Leu Ser Leu Ile Phe Ile Phe Ile Lys Arg Lys Lys Thr Arg Tyr Asn
20 25 30
Leu Pro Pro Gly Lys Met Gly Trp Pro Phe Ile Gly Glu Thr Ile Gly
35 40 45
Tyr Leu Lys Pro Tyr Thr Ala Thr Thr Met Gly Glu Phe Met Glu Asn
50 55 60
His Ile Ala Arg Tyr Gly Thr Ile Tyr Lys Ser Asn Leu Phe Gly Gly 65 70 75 80
Pro Ala Ile Val Ser Ala Asp Ala Glu Leu Asn Arg Phe Ile Leu Gln
85 90 95
Asn Asp Gly Lys Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Lys Ser Ile Gly Gly
100 105 110
Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu Val Gly Asp Met His Arg
115 120 125
Glu Met Arg Asn Ile Ser Leu Asn Phe Met Ser Tyr Ala Arg Leu Lys
130 135 140
Thr His Phe Leu Lys Asp Met Glu Lys His Thr Leu Phe Val Leu Ser 145 150 155 160
Ser Trp Lys Glu Asn Cys Thr Phe Ser Ala Gln Asp Glu Ala Lys Lys
165 170 175
Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys Gln Ile Met Ser Leu Asp Pro Gly
180 185 190
Asn Leu Glu Thr Glu Gln Leu Lys Lys Glu Tyr Val Cys Phe Met Lys
195 200 205
Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Leu Pro Gly Thr Ala Tyr Arg Lys
210 215 220
Ala Leu Lys Ser Arg Asn Asn Ile Leu Lys Phe Ile Glu Gly Lys Met 225 230 235 240
Glu Glu Arg Val Lys Arg Asn Gln Glu Gly Lys Lys Gly Met Glu Glu
245 250 255
Asn Asp Leu Leu Asn Trp Val Leu Lys His Ser Asn Leu Ser Thr Glu
260 265 270
Gln Ile Leu Asp Leu Ile Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His Glu Thr
275 280 285
Ser Ser Val Ala Ile Ala Leu Ala Ile Tyr Phe Leu Pro Ser Cys Pro
290 295 300
Gln Ala Ile Gln Gln Leu Arg Glu Glu His Arg Glu Ile Ala Arg Ser 305 310 315 320
Lys Lys Lys Ala Gly Glu Val Glu Leu Thr Trp Asp Asp Tyr Lys Arg
325 330 335
Met Glu Phe Thr His Cys Val Val Asn Glu Thr Leu Arg Leu Gly Asn
340 345 350
Val Val Arg Phe Leu His Arg Lys Ala Ile Lys Asp Val His Tyr Lys 355 360 365
Gly Tyr Asp Ile Pro Cys Gly Trp Lys Val Leu Pro Val Ile Ser Ala
370 375 380
Val His Leu Asp Pro Ser Asn Phe Asp Gln Pro Gln His Phe Asn Pro 385 390 395 400
Trp Arg Trp Gln Gln Asn Asn Asp Gly Ala Ser Gly Asn Ser Asn Ile
405 410 415
Phe Leu Pro Phe Gly Gly Gly Pro Arg Leu Cys Ala Gly Leu Glu Leu
420 425 430
Ala Lys Leu Glu Met Ala Val Phe Ile His His Ile Ile Leu Lys Tyr
435 440 445
Asn Trp Asp Met Val Asp Val Asp Gln Pro Ile Val Tyr Pro Phe Val
450 455 460
Asp Phe Pro Lys Gly Leu Pro Ile Arg Val Gln Ser Gln Ala Thr Leu 465 470 475 480
<210> 89 <211> 1485 <212> DNA
<213> Populus trichocarpa <220>
<221> misc_feature <222> (1110) .. (1110) <223> η is a, c, g, ou t <400> 89
atgtctcact cagagcttgt tgtctttctc cttccatcga ttttatcact actcttgctc 60
ttcattctcg tgcaaagaaa gcaagtaaga tttaatctcc caccgggcaa catggggtgg 120 ccatttcttg gagaaaccat tggctacctg aagccttact ctgctacttc aataggagaa 180 ttcatggaac agcacatatc aaggtatgga aagatttaca agtccaattt gtttggggag 240 ccaacaatag tatccgcaga tgctggactt agcagattta tactacagaa tgagggaaga 300 ttatttgaat gcagctatcc aaaaagtatt ggtggaattc ttggaaaatg gtccatgatg 360 gttcttgttg gagacatgca tagagacatg aggattatat ctctcaactt tttgagccat 420 gccaggttaa gaactcatct attgaaagaa gtggagaagc aaaccctgct tgttcttagc 480 tcttggaagg agaattgtac attttcagct caagatgaag caaacaagtt taccttcaat 540 tggatggcaa aacatatcat gagcttggat cctggaaaga cagagactga gcagctgaaa 600 aaagagtatg ttactttcat gaaaggagta gtttcaggtc ctataaattt tcctggaacc 660 ccatatagaa aagccttgaa gtctcgatca atcatcttga aatttataga gcgaaagatg 720 gaggagagaa ttggagaaac gaagggtgga gtagaaaact tggaagacga tgatcttctt 780 ggatgggtct tgaagcattc aaatctttat acggagcaaa tccttgaatt aatcttaagc 840 ttgctctttg ctggccacga aacttcttct gtgtccatag ctctagccat atccttcttg 900 caagcttgtc ctggttctat tcaacagtta aaagaagaac atattcaaat ctccagagcc 960 aagaaacggt caggagagac ggaattgacc tgggatgatt acaaaaaaat ggaattcact 1020 caatgcgtta taagcgagac agtgaggctt ggaaacgtag tcaggtttgt tcacagaaaa 1080 gctctaaaag atgttcggta caaagggtan gacattccat gtggatggaa agtgttacca 1140 gtaatctcat ccgtccattt agattcaact cttttcgacc aacctcaaca cttcaatcca 1200 tggagatggc agcagcacaa caatgctcgt ggatcttcta cttgttcgag tgcggcggcg 1260 gcggcggcgg cggcggtgag tagtaatcac ttcatgccat ttgggggagg accgcgactc 1320 tgtgcaggat cggaattggc aaaacttgaa atggcagttt tcattcacca tttggttctg 1380 aacttccatt gggaattggt cggtgccgat caagcctttg cctttccttt tgttgatttt 1440 cctaaaggct tgccaataag agtcaagcac cacacagtca tataa 1485
<210> <211> <212>
90
494
PRT
<213> Populus trichocarpa <220>
<221> INSEGURO <222> (370)..(370)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 90
Met Ser His Ser Glu Leu Val Val Phe Leu Leu Pro Ser Ile Leu Ser 1 5 10 15
Leu Leu Leu Leu Phe Ile Leu Val Gln Arg Lys Gln Val Arg Phe Asn
20 25 30
Leu Pro Pro Gly Asn Met Gly Trp Pro Phe Leu Gly Glu Thr Ile Gly 35 40 45
Tyr Leu Lys Pro Tyr Ser Ala Thr Ser Ile Gly Glu Phe Met Glu Gln
50 55 60
His Ile Ser Arg Tyr Gly Lys Ile Tyr Lys Ser Asn Leu Phe Gly Glu 65 70 75 80
Pro Thr Ile Val Ser Ala Asp Ala Gly Leu Ser Arg Phe Ile Leu Gln
85 90 95
Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Lys Ser Ile Gly Gly
100 105 110
Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Met Val Leu Val Gly Asp Met His Arg
115 120 125
Asp Met Arg Ile Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser His Ala Arg Leu Arg
130 135 140
Thr His Leu Leu Lys Glu Val Glu Lys Gln Thr Leu Leu Val Leu Ser 145 150 155 160
Ser Trp Lys Glu Asn Cys Thr Phe Ser Ala Gln Asp Glu Ala Asn Lys
165 170 175
Phe Thr Phe Asn Trp Met Ala Lys His Ile Met Ser Leu Asp Pro Gly
180 185 190
Lys Thr Glu Thr Glu Gln Leu Lys Lys Glu Tyr Val Thr Phe Met Lys
195 200 205
Gly Val Val Ser Gly Pro Ile Asn Phe Pro Gly Thr Pro Tyr Arg Lys
210 215 220
Ala Leu Lys Ser Arg Ser Ile Ile Leu Lys Phe Ile Glu Arg Lys Met 225 230 235 240
Glu Glu Arg Ile Gly Glu Thr Lys Gly Gly Val Glu Asn Leu Glu Asp
245 250 255
Asp Asp Leu Leu Gly Trp Val Leu Lys His Ser Asn Leu Tyr Thr Glu
260 265 270
Gln Ile Leu Glu Leu Ile Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His Glu Thr
275 280 285
Ser Ser Val Ser Ile Ala Leu Ala Ile Ser Phe Leu Gln Ala Cys Pro
290 295 300
Gly Ser Ile Gln Gln Leu Lys Glu Glu His Ile Gln Ile Ser Arg Ala 305 310 315 320
Lys Lys Arg Ser Gly Glu Thr Glu Leu Thr Trp Asp Asp Tyr Lys Lys
325 330 335
Met Glu Phe Thr Gln Cys Val Ile Ser Glu Thr Val Arg Leu Gly Asn
340 345 350
Val Val Arg Phe Val His Arg Lys Ala Leu Lys Asp Val Arg Tyr Lys
355 360 365
Gly Xaa Asp Ile Pro Cys Gly Trp Lys Val Leu Pro Val Ile Ser Ser
370 375 380
Val His Leu Asp Ser Thr Leu Phe Asp Gln Pro Gln His Phe Asn Pro 385 390 395 400
Trp Arg Trp Gln Gln His Asn Asn Ala Arg Gly Ser Ser Thr Cys Ser
405 410 415
Ser Ala Ala Ala Ala Ala Ala Ala Ala Val Ser Ser Asn His Phe Met
420 425 430
Pro Phe Gly Gly Gly Pro Arg Leu Cys Ala Gly Ser Glu Leu Ala Lys
435 440 445
Leu Glu Met Ala Val Phe Ile His His Leu Val Leu Asn Phe His Trp
450 455 460
Glu Leu Val Gly Ala Asp Gln Ala Phe Ala Phe Pro Phe Val Asp Phe 465 470 475 480
Pro Lys Gly Leu Pro Ile Arg Val Lys His His Thr Val Ile 485 490
<210> 91 <211> 1407 <212> DNA
<213> Aquilegia formosa χ Aquilegia pubescens <220>
<221> misc feature <222> (1031)..(1032) <223> η is a, c, g, ou t <400> 91
atgcctgagc ttgtgttttt cttttcatta gctccagcaa ttttagcact aatacttctc 60
ttgaaactct tcaaaaggaa gaaaaagtca tataatcttc caccaggaaa catgggttgg 120
ccatatctag gcgaaactct tggttatttg aagccttatt gtgctatcac tactggagat 180
ttcatggagc aacatatatc aaggtatggg aagatctaca agtcaaattt atttggttat 240
cctacaatag tttcagttga tcctgaatta aatcgatatg tattacaaaa cgaaggaaga 300 ctgtttgaat gtagttatcc aagtagttta ggtgggattc ttggcaaatg gtcaatgtta 360
gttttggttg gagacatgca taaaaacatg aggatgatct ctgtcaactt catgagcagc 420
gcaagacttc gaacacatct aattcaagat gtggagactc aagccttatt ggtgctgaaa 480
tcttggcagg ttgataaaaa gattttggcc caagatgaag caaagaagtt taccttcaat 540
ttaattgtaa aaaatataat gagcatggaa cctggaacac ctgaaagtga gaagcttagg 600
agggaataca ttacattcat gaaaggaatc atttctgcgc ctttgaattt gcctggaact 660
gcatatagaa gagccttaaa gtctcgatcg aacattctgc aacttatcga gcataacatg 720
aatgagagac tccaaaagac taacggagat ggtaagaaag tggaagatga tgatctactt 780
ggatgggtct tgaagcattc aaatcttacc actgaacaaa ttcttgattt gatactaagt 840
atgcttttcg cgggtcatga aacttcctca gtatctatat ctctagccat ataccttttg 900
caaggatgcc taaaagcagt tgaagagtta agggaagagc atattagaat tgctaaagca 960
aaagaacagg caggacagag atctggatta aattgggaag attacaaaca catggaattc 1020
actcaatgtg nntttcttca tagaaaaact ctcaaagatg ttcagtacaa agggtatgac 1080
attccatgtg gttggaaagt tcttccagta tttgcagcag ttcatttgga ccctttaaat 1140
ttcgaccaac ctcatgcttt caatccatgg agatggcaga atgggaagac aagcacgacg 1200
actaacaact tcatgccgtt tggtggtgga ttacggttat gtgctggttc agagctagcc 1260
aagttggaaa tggctatttt cattcaccat ttggtcttga attatgattg ggatatagca 1320
gaaccagatc aaccatttgc ctacccattt gttgaatttc caaaaggtct accaattaag 1380
gtctatgacc atcagtgctt aacatga 1407 <210> 92 <211> 468 <212> PRT
<213> Aquilegia formosa χ Aquilegia pubescens <220>
<221> INSEGURO <222> (344)..(344)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 92
Met Pro Glu Leu Val Phe Phe Phe Ser Leu Ala Pro Ala Ile Leu Ala
1 D IU 13 Leu Ile Leu Leu Leu Lys Leu Phe Lys Arg Lys Lys Lys Ser Tyr Asn 20 25 30 Leu Pro Pro Gly Asn Met Gly Trp Pro Tyr Leu Gly Glu Thr Leu Gly 35 40 45 Tyr Leu Lys Pro Tyr Cys Ala Ile Thr Thr Gly Asp Phe Met Glu Gln 50 55 60 His Ile Ser Arg Tyr Gly Lys Ile Tyr Lys Ser Asn Leu Phe Gly Tyr 65 70 75 80 Pro Thr Ile Val Ser Val Asp Pro Glu Leu Asn Arg Tyr Val Leu Gln 85 90 95 Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Ser Ser Leu Gly Gly 100 105 110 Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu Val Gly Asp Met His Lys 115 120 125 Asn Met Arg Met Ile Ser Val Asn Phe Met Ser Ser Ala Arg Leu Arg 130 135 140 Thr His Leu Ile Gln Asp Val Glu Thr Gln Ala Leu Leu Val Leu Lys 145 150 155 160 Ser Trp Gln Val Asp Lys Lys Ile Leu Ala Gln Asp Glu Ala Lys Lys 165 170 175 Phe Thr Phe Asn Leu Ile Val Lys Asn Ile Met Ser Met Glu Pro Gly 180 185 190 Thr Pro Glu Ser Glu Lys Leu Arg Arg Glu Tyr Ile Thr Phe Met Lys 195 200 205 Gly Ile Ile Ser Ala Pro Leu Asn Leu Pro Gly Thr Ala Tyr Arg Arg 210 215 220
Ala Leu Lys Ser Arg Ser Asn Ile Leu Gln Leu Ile Glu His Asn Met 225 230 235 240
Asn Glu Arg Leu Gln Lys Thr Asn Gly Asp Gly Lys Lys Val Glu Asp
245 250 255
Asp Asp Leu Leu Gly Trp Val Leu Lys His Ser Asn Leu Thr Thr Glu
260 265 270
Gln Ile Leu Asp Leu Ile Leu Ser Met Leu Phe Ala Gly His Glu Thr
275 280 285
Ser Ser Val Ser Ile Ser Leu Ala Ile Tyr Leu Leu Gln Gly Cys Leu
290 295 300
Lys Ala Val Glu Glu Leu Arg Glu Glu His Ile Arg Ile Ala Lys Ala 305 310 315 320
Lys Glu Gln Ala Gly Gln Arg Ser Gly Leu Asn Trp Glu Asp Tyr Lys
325 330 335
His Met Glu Phe Thr Gln Cys Xaa Phe Leu His Arg Lys Thr Leu Lys
340 345 350
Asp Val Gln Tyr Lys Gly Tyr Asp Ile Pro Cys Gly Trp Lys Val Leu
355 360 365
Pro Val Phe Ala Ala Val His Leu Asp Pro Leu Asn Phe Asp Gln Pro
370 375 380
His Ala Phe Asn Pro Trp Arg Trp Gln Asn Gly Lys Thr Ser Thr Thr 385 390 395 400
Thr Asn Asn Phe Met Pro Phe Gly Gly Gly Leu Arg Leu Cys Ala Gly
405 410 415
Ser Glu Leu Ala Lys Leu Glu Met Ala Ile Phe Ile His His Leu Val
420 425 430
Leu Asn Tyr Asp Trp Asp Ile Ala Glu Pro Asp Gln Pro Phe Ala Tyr
435 440 445
Pro Phe Val Glu Phe Pro Lys Gly Leu Pro Ile Lys Val Tyr Asp His
450 455 460
Gln Cys Leu Thr 465
<210> 93 <211> 641 <212> DNA
<213> Triticum aestivum <400> 93
atggccgcca tcatggcctc cataaccagc gagctccttt tcttcctccc cttcatcctc 60
ctggccctgc tcaccttcta caccagcgcc gtggctaaat gccatggcct ccactggtgg 120 agcggccgga cgaagaagag gcggccgaac ctgccgcccg gcgccgtcgg ctggcccttc 180 atcggcgaga ccttcgggta cctccgcgcc cacccggcca cctccatcgg ccagttcatg 240 gaccagcaca tcgcacggta cgggaagata taccggtcga gcctgttcgg ggaccggacg 300 gtggtgtcgg cggacgcggg gctgaaccgg tacatcctgc agaacgaggg gcggctgttc 360 gagtgtagct acccgcggag catcggcggc atccttggca aatggtcgat gctggtgctc 420 gtcggcgacc cccaccgcga gatgcgcttc atctccctca acttcctcag ctccgtccgc 480 ctccgcgccg tgctcctccc ggaggtggag cgccacaccc tcctcgtcct ccgcgactgg 540 ctgccttact cctcctcctc cgtcttctcc gcgcagcacg aagccaagaa gttcacgttt 600 aacctgatgg cgaagaacat catgagcatg gaccccggcg a 641
<210> 94 <211> 213 <212> PRT
<213> Triticum aestivum <400> 94
Met Ala Ala Ile Met Ala Ser Ile Thr Ser Glu Leu Leu Phe Phe Leu 15 10 15
Pro Phe Ile Leu Leu Ala Leu Leu Thr Phe Tyr Thr Ser Ala Val Ala
20 25 30
Lys Cys His Gly Leu His Trp Trp Ser Gly Arg Thr Lys Lys Arg Arg
35 40 45
Pro Asn Leu Pro Pro Gly Ala Val Gly Trp Pro Phe Ile Gly Glu Thr
50 55 60
Phe Gly Tyr Leu Arg Ala His Pro Ala Thr Ser Ile Gly Gln Phe Met 65 70 75 80
Asp Gln His Ile Ala Arg Tyr Gly Lys Ile Tyr Arg Ser Ser Leu Phe
85 90 95
Gly Asp Arg Thr Val Val Ser Ala Asp Ala Gly Leu Asn Arg Tyr Ile
100 105 110
Leu Gln Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Arg Ser Ile
115 120 125
Gly Gly Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu Val Gly Asp Pro
130 135 140
His Arg Glu Met Arg Phe Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser Ser Val Arg 145 150 155 160
Leu Arg Ala Val Leu Leu Pro Glu Val Glu Arg His Thr Leu Leu Val
165 170 175
Leu Arg Asp Trp Leu Pro Tyr Ser Ser Ser Ser Val Phe Ser Ala Gln
180 185 190
His Glu Ala Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys Asn Ile Met
195 200 205
Ser Met Asp Pro Gly 210 <210> 95 <211> 791 <212> DNA
<213> Triticum aestivum <400> 95
ggaaggccct caagtcgcga gccaccatac ttggagtaat ggcttgagaa aatgaataag gaggcctcga gcatggaaga cgatgaagca gtccaatctt tcgaaagaac aaatattgga ttgccgggca tgagacatcg tcaatggcgc tcgccctcgc gccctaaagc cgttgaagaa ctgcgggagg agcatcttga tgagagggga gtgcaaactg agctgggaag actacaaaga ttataaacga gaccttgcgg ctaggcaacg tggtcaggtt gagatgtgca ctacaatggg tatgacatcc cgagcggatg cggcggtgca tctcgactcg tcgctgtacg aggaccccag ggaagggcaa cgcgtccggc gtggcgcaga acagtaactt cgaggctctg cgccgggtcg gagctcgcca agctcgagat tggtgctcaa cttccggtgg gagctcgccg agcccgacca tcgacttccc caagggcctg cccatcaggg tccataggat aagaggagta a <210> 96 <211> 261 <212> PRT
<213> Triticum aestivum <400> 96
Lys Ala Leu Lys Ser Arg Ala Thr Ile Leu Gly Val Ile Glu Arg Lys 15 10 15
Met Glu Glu Arg Leu Glu Lys Met Asn Lys Glu Ala Ser Ser Met Glu
20 25 30
Glu Asp Asp Leu Leu Gly Trp Ala Met Lys Gln Ser Asn Leu Ser Lys
35 40 45
Glu Gln Ile Leu Asp Leu Leu Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His Glu
50 55 60
Thr Ser Ser Met Ala Leu Ala Leu Ala Ile Phe Phe Leu Glu Gly Cys 65 70 75 80
Pro Lys Ala Val Glu Glu Leu Arg Glu Glu His Leu Glu Ile Ala Arg
85 90 95
Arg Gln Lys Leu Arg Gly Glu Cys Lys Leu Ser Trp Glu Asp Tyr Lys
100 105 110
Glu Met Val Phe Thr Gln Cys Val Ile Asn Glu Thr Leu Arg Leu Gly
115 120 125
Asn Val Val Arg Phe Leu His Arg Lys Val Ile Arg Asp Val His Tyr
130 135 140
Asn Gly Tyr Asp Ile Pro Ser Gly Trp Lys Ile Leu Pro Val Leu Ala 145 150 155 160
agagaggaaa agatgatctt cctcttgctg catcttcttc gattgctagg gatggttttc cctgcaccgg gaaaattctg cagcttcaac catgccctac ggccatcttc ggcgttcgtg tgcacaggaa
atggaggaaa ctcgggtggg agcttgctgt ctcgaaggtt agacagaagc acgcaatgcg aaggtcattc ccggtgttag ccttggagat ggcggcggca ctgcaccacc tacccgttcg gaagaaggag
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 791 Ala Val His Leu Asp Ser Ser Leu Tyr Glu Asp Pro Ser Ser Phe Asn
165 170 175
Pro Trp Arg Trp Lys Gly Asn Ala Ser Gly Val Ala Gln Asn Ser Asn
180 185 190
Phe Met Pro Tyr Gly Gly Gly Thr Arg Leu Cys Ala Gly Ser Glu Leu
195 200 205
Ala Lys Leu Glu Met Ala Ile Phe Leu His His Leu Val Leu Asn Phe
210 215 220
Arg Trp Glu Leu Ala Glu Pro Asp Gln Ala Phe Val Tyr Pro Phe Val 225 230 235 240
Asp Phe Pro Lys Gly Leu Pro Ile Arg Val His Arg Ile Ala Gln Glu
245 250 255
Glu Glu Gly Glu Glu 260
<210> 97 <211> 789 <212> DNA
<213> Euphorbia esula <220>
<221> misc_feature <222> (325)..(326) <223> η is a, c, g, ou t <400> 97
agcatggacc ctggaaaacc agagactgaa aagctcaaga aagaatatgt tactttcatg aaaggagttg tttctgctcc tattaatttg cctggaactg cttatagaag ggccttacag tctcgatcga caattttgaa gttcatagag gagaaaatgg aggaaagaaa tgaaaaatta aaagaaggaa aagcagagga agaagaagaa gatgatcttc taggatgggt tttaaagcat tcaaatcttt caactgagca aattctagat ttggtattaa gtttaatgtt tgctggccat gaaacttctt cagtagcaat tcttnnagct atctattttt tgcaagattc tcctgctgct cttcaacagc taagggaaga acataaggaa attgaaaaag ccaagaagca gtcaggagag aagggattga actgggatgt ttacaaaaat atggaattca ctcagtgtgt tatcaatgaa acactaagac ttggaaatgt agtcaggttc cttcatagga agactattaa acacgttcaa tacaaaggat atgacattcc acgtggatgg aaagtgctgc cagtgattgc agccgtgcat ttggacagta gccattttga gaagcctcaa cacttcaatc catggagatg gttgcaccag aataatggga tacaaaatat gaataataat ttcatgccat ttgggggagg accaagatta tgtgcaggat cagaattagc aaaactagaa atggctattt ttattcatca tttggtcctt aattaccag <210> 98 <211> 263 <212> PRT
<213> Euphorbia esula <220>
<221> INSEGURO <222> (109)..(109)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 98
Ser Met Asp Pro Gly Lys Pro Glu Thr Glu Lys Leu Lys Lys Glu Tyr 1 5 10 15 Val Thr Phe Met 20 Lys Gly Val Val Ser 25 Ala Pro Ile Asn Leu 30 Pro Gly Thr Ala Tyr Arg Arg Ala Leu Gln Ser Arg Ser Thr Ile Leu Lys Phe
35
Ile Glu Glu Lys 50
40
45
Met Glu Glu Arg Asn Glu Lys Leu Lys Glu Gly Lys
55
60
Ala Glu Glu Glu Glu Glu Asp Asp Leu Leu Gly Trp Val Leu Lys His
65
70
75
80
Ser Asn Leu Ser Thr Glu Gln Ile Leu Asp Leu Val Leu Ser Leu Met
85 90 95
Phe Ala Gly His Glu Thr Ser Ser Val Ala Ile Leu Xaa Ala Ile Tyr
100 105 110
Phe Leu Gln Asp Ser Pro Ala Ala Leu Gln Gln Leu Arg Glu Glu His
115 120 125
Lys Glu Ile Glu Lys Ala Lys Lys Gln Ser Gly Glu Lys Gly Leu Asn
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 789 130 135 140
Trp Asp Val Tyr Lys Asn Met Glu Phe Thr Gln Cys Val Ile Asn Glu 145 150 155 160
Thr Leu Arg Leu Gly Asn Val Val Arg Phe Leu His Arg Lys Thr Ile
165 170 175
Lys His Val Gln Tyr Lys Gly Tyr Asp Ile Pro Arg Gly Trp Lys Val
180 185 190
Leu Pro Val Ile Ala Ala Val His Leu Asp Ser Ser His Phe Glu Lys
195 200 205
Pro Gln His Phe Asn Pro Trp Arg Trp Leu His Gln Asn Asn Gly Ile
210 215 220
Gln Asn Met Asn Asn Asn Phe Met Pro Phe Gly Gly Gly Pro Arg Leu 225 230 235 240
Cys Ala Gly Ser Glu Leu Ala Lys Leu Glu Met Ala Ile Phe Ile His
245 250 255
His Leu Val Leu Asn Tyr Gln 260
<210> 99 <211> 955 <212> DNA
<213> Gossypium hirsutum <400> 99
atgcctgact cagagcctat tttcttgctt cttccatcta ttttatcttt gattctgttc ttcattctca tcaagagaaa gcaaagaagg tataatcttc caccagggaa catggggtgg ccttttctcg gcgaaacaat cggttacttg aggccttact ctgctacttc agtaggtgaa ttcatgcacc agcatatatc aaggtatggg aatatctaca aatcgaattt gtttggtgag aagacaatag tgtctgcaga tgctgggttg aacaagttca tattacaaaa cgaagggaga ttattcgagt gcagttaccc gagaagcatt ggtggcattc ttgggaaatg gtcgatgctg gttttggttg gggatatgca tagagacatg aggattatat cactcaactt cttgagcaac gccaggctga ggactcatct tttgagagaa gtggagaaac atactttgct tgttctaaat acttggaaag agaagtgcat attttcagct caggatgaag caaaaaagtt cactttcaat ttgatggcaa aaaatatcat gagcatggac cctggacatc cagagacgga gcagctaaag aaagaatatg ttactttcat gaaaggagtc gtttctgctc ctttaaattt acctggaact gcatacagaa aagccttaca atctcgatca acaatcctga aatttattga aaagaaaatg gaagtaagga taaggaaaat gaaggaagga aaagaaaact cagaggaaga tgatcttctt gaatgggtct taaagcattc taatctttcc acagagcaaa tccttgactt gattttgagc ttgctttttg ctggacatga gacttcctcg gtagccataa ccttagccat ctacttcttg ccaggttgtc ctttggccat tcaacagttg agagaggaac accttgaagt tgcag <210> 100 <211> 333 <212> PRT
<213> Gossypium hirsutum <220>
<221> INSEGURO <222> (326)..(326)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 100
Met Pro Asp Ser Glu Pro Ile Phe Leu Leu Leu Pro Ser Ile Leu Ser 15 10 15
Leu Ile Leu Phe Phe Ile Leu Ile Lys Arg Lys Gln Arg Arg Tyr Asn
20
25
30
Leu Pro Pro Gly Asn Met Gly Trp Pro Phe Leu Gly Glu Thr Ile Gly
35
40
45
Tyr Leu Arg Pro Tyr Ser Ala Thr Ser Val Gly Glu Phe Met His Gln
50
55
60
His 65
Ile Ser Arg Tyr Gly Asn Ile Tyr Lys Ser Asn Leu Phe Gly Glu
70
75
80
Lys Thr Ile Val Ser Ala Asp Ala Gly Leu Asn Lys Phe Ile Leu Gln
85
90
95
Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Arg Ser Ile Gly Gly
100
105
110
Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu Val Gly Asp Met His Arg
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 955
115
120
125 Asp Met Arg Ile Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser
130
135
Thr His Leu Leu Arg Glu Val Glu Lys His Thr
Asn Ala 140
Leu Leu
Arg Leu Val Leu
Arg
Asn
145
150
165
170
180
185
195
200
210
215
225
230
245
250
260
265
275
280
290
295
305
310
155 160 Gln Asp Glu Ala Lys 175 Lys Met Ser Met Asp 190 Pro Gly Tyr Val Thr 205 Phe Met Lys Gly Thr 220 Ala Tyr Arg Lys Phe Ile Glu Lys Lys Met 235 240 Lys Glu Asn Ser Glu 255 Glu Ser Asn Leu Ser 270 Thr Glu Phe Ala Gly 285 His Glu Thr Phe Leu 300 Pro Gly Cys Pro Leu Lys Leu Gln Ser Gln 315 320 Asp Thr Glu
325
330
<210> 101 <211> 832 <212> DNA
<213> Lycopersicon esculentum <4 00> 101
atgggttggc cttttcttgg tgaaactatt ggctatttga gaccttattc agctactact 60
attggagatt tcatgcaaga tcatatctct aggtatggga aaattttcaa gtcaaatttg 120
tttggagagc caacaatagt ttcagcagat gcagggctaa acagatacat tctgcagaat 180
gaagggagat tatttgagtg taattatcca agaagtatag gtgggatact tggtaaatgg 240 tctatgttag ttcaagttgg acaaatgcat agagatatga ggatgatttc tctgaatttt 300
ttgagcaatg ctaggctaag gaatcaactt ttaagtgaag ttgaaaagca tactttgctt 360
gttcttggct cttggaaaca ggattctgtt gtttgtgcac aagatgaagc aaagaagtta 420
acattcaact ttatggcaga gcatatcatg agtctacaac ctggaaatcc agagacagag 480
aagctgaaaa aagagtacat cacatttatg aaaggagtgg tttctgctcc attgaatttt 540
ccaggaacag cttacagaaa ggccttacag tctcgatcaa caattcttgg atttattgag 600
agaaaaatgg aggagaggct taaggaaatg aacagaaacg aaaacgacct tctaggttgg 660
gttctgaaga attcaaatct ctcaaaagag caaattcttg atttgctact gagtttgctc 720
tttgctggcc atgaaacttc atcagtagca atagctctgt ctattttctt actcgaaagc 780
tgtcctgctg ctgttcaaca attaacagaa gagcacttgg agatttcccg gg 832 <210> 102 <211> 277 <212> PRT
<213> Lycopersicon esculentum <4 00> 102
Met Gly Trp Pro Phe Leu Gly Glu Thr Ile Gly
10
Tyr Leu Arg
Ser Ala Thr Thr Ile Gly Asp Phe Met Gln Asp His
20 25
Gly Lys Ile Phe Lys Ser Asn Leu Phe Gly Glu Pro
35
40
Ala Asp Ala Gly Leu Asn Arg Tyr Ile Leu Gln
50
55
Phe Glu Cys Asn Tyr Pro Arg Ser Ile Gly Gly
Asn 60 Ile
Ile Ser
30 Thr Ile 45
Glu Gly
65
70
75
Ser Met Leu Val Gln Val Gly Gln Met His Arg Asp
85 90
Ser Leu Asn Phe Leu Ser Asn Ala Arg Leu Arg Asn
Leu Gly Met Arg Gln Leu
Pro Tyr 15
Arg Tyr
Val Ser
Arg Leu
Lys Trp 80 Met Ile 95
Leu Ser 100 105 110
Glu Val Glu Lys His Thr Leu Leu Val Leu Gly Ser Trp Lys
115 120 125
Ser Val Val Cys Ala Gln Asp Glu Ala Lys Lys Leu Thr Phe
130 135 140
Met Ala Glu His Ile Met Ser Leu Gln Pro Gly Asn Pro Glu 145 150 155
Lys Leu Lys Lys Glu Tyr Ile Thr Phe Met Lys Gly Val Val
165 170
Pro Leu Asn Phe Pro Gly Thr Ala Tyr Arg Lys Ala Leu Gln 180 185 190
Ser Thr Ile Leu Gly Phe Ile Glu Arg Lys Met Glu Glu Arg
195 200 205
Glu Met Asn Arg Asn Glu Asn Asp Leu Leu Gly Trp Val Leu
210 215 220
Ser Asn Leu Ser Lys Glu Gln Ile Leu Asp Leu Leu Leu Ser 225 230 235
Phe Ala Gly His Glu Thr Ser Ser Val Ala Ile Ala Leu Ser
245 250
Leu Leu Glu Ser Cys Pro Ala Ala Val Gln Gln Leu Thr Glu 260 265 270
Leu Glu Ile Ser Arg
275 <210> 103 <211> 711 <212> DNA
<213> Solanum tuberosum <400> 103
atgtctgact tagagttttt tctttttctt gttcctccaa tcttggcagt cttaatctat tcaaaagaaa acacaaattt caaaatcttc caccagggga ccttttcttg gtgaaactat tggttatttg agaccttact cagttactac ttcatgcaag atcatatctc aaggtatggg aaaattttca agtcaaattt ccaacaattg tttcagcaga tgcagggctt aacagataca ttctgcagaa ttatttgagt gtaattatcc aagaagtata ggtgggatac ttggtaaatg gttcaagttg gacaaatgca tagagatatg aggatgattt ctctgaattt gctagactca ggaatcaact tttaagtgaa gttgaaaagc atactgtgct tcttggaaac aggattctgt tgtttgtgca caagatgaag caaagaagtt tttatggcag agcatatcat gagtctacaa cctggaaatc cagagacaga aaagagtaca tcacatttat gaaaggagtg gtttctgctc cattgaattt gcttacagaa aagccctaca gtctcgatca acaattcttg gaattattga <210> 104 <211> 237 <212> PRT
<213> Solanum tuberosum <400> 104
Met Ser Asp Leu Glu Phe Phe Leu Phe Leu Val 1 5 10
Val Leu Ile Ile Leu Asn Leu Phe Lys Arg Lys
20 25
Leu Pro Pro Gly Asp Met Gly Trp Pro Phe Leu
35 40
Tyr Leu Arg Pro Tyr Ser Val Thr Thr Ile Gly Asp
50 55 60
His Ile Ser Arg Tyr Gly Lys Ile Phe Lys Ser Asn Leu Phe 65 70 75
Pro Thr Ile Val Ser Ala Asp Ala Gly Leu Asn Arg Tyr Ile
85 90
Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Asn Tyr Pro Arg Ser Ile 100 105 110
Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Gln Val Gly Gln Met
115 120 125
Asp Met Arg Met Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser Asn Ala Arg 130 135 140
Gln
Asn
Thr
Ser 175 Ser
Leu
Lys
Leu
Ile 255 Glu
Asp
Phe
Glu 160 Ala
Arg
Lys
Asn
Leu 240 Phe
His
ccttattatt tatgggttgg tattggagat gtttggagag tgaagggaga gtctatgttg tttgagcaat tgttcttggc tacattcaac gaagctgaag tccaggaaca
g
Pro Pro Ile
His Lys Phe 30
Gly Glu Thr 45
Phe Met
Leu Ala 15
Gln Asn
Ile Gly
Gln Asp
Gly Glu 80
Leu Gln 95
Gly Gly His Arg Leu Arg
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 711 Asn Gln Leu Leu Ser Glu Val Glu Lys His Thr Val Leu Val Leu Gly 145 150 155 160
Ser Trp Lys Gln Asp Ser Val Val Cys Ala Gln Asp Glu Ala Lys Lys
165 170 175
Phe Thr Phe Asn Phe Met Ala Glu His Ile Met Ser Leu Gln Pro Gly
180 185 190
Asn Pro Glu Thr Glu Lys Leu Lys Lys Glu Tyr Ile Thr Phe Met Lys
195 200 205
Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Phe Pro Gly Thr Ala Tyr Arg Lys
210 215 220
Ala Leu Gln Ser Arg Ser Thr Ile Leu Gly Ile Ile Glu 225 230 235
<210> 105 <211> 431 <212> DNA
<213> Solanum tuberosum <4 00> 105
ggaaagctgt gaaagatgtt cgatacaaag gttatgacat tccatgtgga tggaaagtat 60
tgccggtgat ttcagcagcg catttagatc cttcactttt tgaccgacct cacgactttg 120 atccttggag atggcagaat gcagaagagt cgccttcagg taaaggagga agcacaggca 180 caagcagcac aacaaaaagt agtaataatt tcatgccatt tgggggaggt ccacgtctat 240 gtgcaggatc tgaactggcc aaacttgaga tggccatttt cattcactat cttgttctta 300 attttcactg gaaattagct gcacctgatc aggcttttgc ctatccttac gtagattttc 360 ccaatgccct accaatcact atccaacatc gatcgtcaaa taaattaaac caccacactt 420 actacctcta a 431
<210> 106 <211> 142 <212> PRT
<213> Solanum tuberosum <4 00> 106
Lys Ala Val Lys Asp Val Arg Tyr Lys Gly Tyr Asp Ile Pro Cys Gly 15 10 15
Trp Lys Val Leu Pro Val Ile Ser Ala Ala His Leu Asp Pro Ser Leu
20 25 30
Phe Asp Arg Pro His Asp Phe Asp Pro Trp Arg Trp Gln Asn Ala Glu
35 40 45
Glu Ser Pro Ser Gly Lys Gly Gly Ser Thr Gly Thr Ser Ser Thr Thr
50 55 60
Lys Ser Ser Asn Asn Phe Met Pro Phe Gly Gly Gly Pro Arg Leu Cys 65 70 75 80
Ala Gly Ser Glu Leu Ala Lys Leu Glu Met Ala Ile Phe Ile His Tyr
85 90 95
Leu Val Leu Asn Phe His Trp Lys Leu Ala Ala Pro Asp Gln Ala Phe
100 105 110
Ala Tyr Pro Tyr Val Asp Phe Pro Asn Ala Leu Pro Ile Thr Ile Gln
115 120 125
His Arg Ser Ser Asn Lys Leu Asn His His Thr Tyr Tyr Leu
130 135 140
<210> 107 <211> 52 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador: prm06540 <4 00> 107
ggggacaagt ttgtacaaaa aagcaggctt aaacaatggc cgccatgatg gc 52
<210> 108 <211> 48 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador: prm06520 <4 00> 108 ggggaccact ttgtacaaga aagctgggtt
<210> 109
<211> 654
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 109
cttctacatc ggcttaggtg tagcaacacg ttattttaca aaaatataaa atagatcagt ttattgtaaa gttctacaaa gctaatttaa aaacaagagt gtcaatggaa caatgaaaac attgaaatta tataattcaa agagaataaa gcattaccaa aatatatata gcttacaaaa ccttatcaca ttgacacata aagtgagtga atcatgtata tatgatagcc acaaagttac gtgcacctaa cagaatatcc aaataatatg aaaactaaca ctctaaagca accgatggga aatcctcatc atccttcacc acaattcaaa <210> 110 <211> 1236 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 110
ggtcagccaa tacattgatc cgttgccaat ccggaattga taattgtgtt ctgactaaat tatccgaaac ctggattaaa caatcctgtt ttgttttttt gacatgtttt cttgactgag ttttaacttt ttcatcacat cagaactttt acatcgttcc aatttcaatc aaactttcaa ttttattgct cctccgtacg ggttggctgg tagatattgg gaggaacttg gcatgaatgg tgaggaggta ccatgaggta ccaaaatttt ggtattatga ggtaccaaat ttacaataga taccgtaaaa ttgctcctat atttaagggg attttgataa gaaaaaatgt gagcacacca actcgtcaac tgtgaagaac ctcaaaaatg aactttaaag ttttgaacat cgatttcact tgatagttta gaactctaga atcattgtcg tccagctatg aaaaaaccct caccaaacac gcggccatgc tgtcacgcaa cgcaccgcat tccccgtgca catatccgac agacgcgccg gcccatgcaa gcatccaccc ccgccacgta tctctccacc tatatatgcc cacctggccc cttcttcttc ttcttcgttg cattcatctt <210> 111 <211> 1455 <212> DNA <213> Glycine max <220>
<221> misc_feature <222> (1043) .. (1044) <223> n is a, c, g, ou t <400> 111
atgtctgact cactcttaac tttctattct ttcatcttca ttctcatcaa aagaaagcaa aacatgggtt ggccatttct tggtgaaacc acagtagggg aattcatgga gcaacacata ctgtttgcgg ggccagcaat agtgtcagca aacgaaggga aattgttcga gtgcagctat tggtccatgt tggtcttagt tggtgacatg tttctaagcc acgccaggct cagaacacac ttggttctga actcttggag ccaaaattcc ttcaccttca atttaatggc taagcatatc gagcaactaa agaaagagta cgtcactttc
tactcctgct catcatcc
48
actttattat ccctcaccac aagttattgc catatgacat tccacatagc catgacaagc tgagtcataa tttgatgatg actcacttag aagcatctat tattatagtt
tattattatt aagtagagca attaacttat actataattt cgtaaagttc ttagtttgaa tattattttc atatcaaaga atcataatag aaatagacaa gaagcatagt
attattatta agttggtgag ttcatattac tgtttttatt tacatgtggt aaattgcaat tttgctaccc acatttttag agcatcaagt gcacaatgaa agta
catgcaaagt taaatgacca ctgttctcta gcctgtttgt ctacacatat ttttggcgtg ttgagaatag ccactatatt agtgtaaatt aaaaatagta atgtttatat agcatgtcca ctcaatatag aaacaacaat gcggagaaag catcaaacaa tgcctgatgg tgtcagcgag caccccctcc ctctcctccc gctagc
attttggctg gaagtcgcta gcccctcctg tctaaacttt aaacttttaa aactaaacac gtattttcag tagagcaatt ttagtatctc cttcatggta ctatccatat tgaccttgca ctacaggtgc tattatctcc taaattattt gagttcacca ccgctcgatg ctcctcgacc tcctccctac atctccactt
tggccgagtg tcttccaatg catggccgga ttcttcaaac cttttccgtc accctgagtc agagaaaatc ctacggtcct attataacta ctttcttaag ccataatttg ctcttggctc ctgaaaaaat ctctgaaaga tccccaaatt aaccgcccat catgcatgct gacctgtgta gtgtcaccgc cacccgatcg
ctttcagcca agcaaaccca attggctatt gcaaggtatg gatgcaggac cctagaagca catagagaca ctcttgaaag atattctcag atgagcatgg atgaaagggg
ttcttgctct ggctcaacct tgaagcctta gtacaattta tcaacaggtt tcggtggaat tgcgggttat aggtggagaa cccaagatga atcctgggga tggtttccgc
tctcccaatc tcccccaggt ttctgccacc caagtcaaaa cattctacaa actaggaaaa atcactcaac gcaatccctc agctaagaag tatcgagaca gccattgaat
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 654
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1236
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 ttacctggaa ctgcataccg aaaggcattg aagtctcggt ccattatact aaagttcata gaggggaaaa tggaagagag agttagaaga atccaagagg ggaatgagag tttggaggaa gatgatcttc taaattgggt tttgaagaat tcaaatcttt caaccgagca aattcttgac ttgattctca gcttgctctt cgctggccat gaaacttcgt cggtagccat agctctagcc atttacttct tacccggttg tcctcaagct atacaacagt taaaggaaga acacagagaa attgccagag ccaaaaagca agcaggggaa gttgaactca cttgggatga ctacaaacga atggaattta ctcattgtgt aannttggga aatgttgtga ggtttctcca caggaaggct gtgaaagatg ttaactataa aggttatgac attccatgtg ggtggaaagt cctcccggtg attgcagccg tgcatctgga tccttcactt tttgaccaac ctcaacactt caatccatgg agatggcaga acaatggcag tcatggaagt tgtccaagca agaacacagc aaacaacaac tttcttccgt tcggaggagg accacgatta tgtgcaggat cagagttagc taagcttgaa atggctgttt tcattcacca tctcattctc aactaccatt gggaattggc tgataccgat caagcttttg cctacccttt tgtcgacttc cccaaaggcc tacccgttag agtccaagcc cattctttac tttga <210> 112 <211> 530 <212> PRT <213> Glycine max <220>
<221> INSEGURO <222> (391)..(392)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <4 00> 112
Met Ser Asp Ser Leu Leu Thr Phe Tyr Ser Leu Ser Ala Ile Leu Ala 15 10 15
Leu Leu Pro Ile Phe Ile Phe Ile Leu Ile Lys Arg Lys Gln Ser Lys
20 25 30
Pro Arg Leu Asn Leu Pro Pro Gly Asn Met Gly Trp Pro Phe Leu Gly
35 40 45
Glu Thr Ile Gly Tyr Leu Lys Pro Tyr Ser Ala Thr Thr Val Gly Glu
50 55 60
Phe Met Glu Gln His Ile Ala Arg Tyr Gly Thr Ile Tyr Lys Ser Lys 65 70 75 80
Leu Phe Ala Gly Pro Ala Ile Val Ser Ala Asp Ala Gly Leu Asn Arg
85 90 95
Phe Ile Leu Gln Asn Glu Gly Lys Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Arg
100 105 110
Ser Ile Gly Gly Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu Val Gly
115 120 125
Asp Met His Arg Asp Met Arg Val Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser His
130 135 140
Ala Arg Leu Arg Thr His Leu Leu Lys Glu Val Glu Lys Gln Ser Leu 145 150 155 160
Leu Val Leu Asn Ser Trp Ser Gln Asn Ser Ile Phe Ser Ala Gln Asp
165 170 175
Glu Ala Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys His Ile Met Ser
180 185 190
Met Asp Pro Gly Asp Ile Glu Thr Glu Gln Leu Lys Lys Glu Tyr Val
195 200 205
Thr Phe Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Leu Pro Gly Thr
210 215 220
Ala Tyr Arg Lys Ala Leu Lys Ser Arg Ser Ile Ile Leu Lys Phe Ile 225 230 235 240
Glu Gly Lys Met Glu Glu Arg Val Arg Arg Ile Gln Glu Gly Asn Glu
245 250 255
Ser Leu Glu Glu Asp Asp Leu Leu Asn Trp Val Leu Lys Asn Ser Asn
260 265 270
Leu Ser Thr Glu Gln Ile Leu Asp Leu Ile Leu Ser Leu Leu Phe Ala
275 280 285
Gly His Glu Thr Ser Ser Val Ala Ile Ala Leu Ala Ile Tyr Phe Leu
290 295 300
Pro Gly Cys Pro Gln Ala Ile Gln Gln Leu Lys Glu Glu His Arg Glu 305 310 315 320
720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1455 Ile Ala Arg Ala Lys 325 Lys Gln Ala Gly Glu 330 Val Glu Leu Thr Trp 335 Asp Asp Tyr Lys Arg 340 Met Glu Phe Thr His 345 Cys Val Ser Gly Met 350 Ile Ile Asn Glu Leu 355 Trp Arg Ser Thr Cys 360 Leu Phe Phe Tyr Phe 365 Met Tyr Ser Asn Cys 370 Tyr Tyr Tyr Tyr Leu 375 Met Asn Met Leu Val 380 Val Ser Asn Ile Ile Trp Asp Asp Glu Ala Xaa Xaa Val Gly Leu Gly Asn Val Val Arg 385 390 395 400 Phe Leu His Arg Lys 405 Ala Val Lys Asp Val 410 Asn Tyr Lys Gly Tyr 415 Asp Ile Pro Cys Gly 420 Trp Lys Val Leu Pro 425 Val Ile Ala Ala Val 430 His Leu Asp Pro Ser 435 Leu Phe Asp Gln Pro 440 Gln His Phe Asn Pro 445 Trp Arg Trp Gln Asn 450 Asn Gly Ser His Gly 455 Ser Cys Pro Ser Lys 460 Asn Thr Ala Asn Asn Asn Phe Leu Pro Phe Gly Gly Gly Pro Arg Leu Cys Ala Gly Ser 465 470 475 480 Glu Leu Ala Lys Leu 485 Glu Met Ala Val Phe 490 Ile His His Leu Ile 495 Leu Asn Tyr His Trp 500 Glu Leu Ala Asp Thr 505 Asp Gln Ala Phe Ala 510 Tyr Pro Phe Val Asp 515 Phe Pro Lys Gly Leu 520 Pro Val Arg Val Gln 525 Ala His Ser
Leu Leu 530 <210> 113 <211> <212>
1458 DNA
<213> Gossypium hirsutum <400> 113
atgcctgact cagagcctat tttcttgctt ctaccatcta ttcattctca tcaagagaaa gcaaagaagg tataatcttc ccttttctcg gcgaaacaat cggttacttg aggccttact ttcatgcacc agcatatatc aaggtatggg aatatctaca aagacaatag tgtctgcaga tgctgggttg aacaagttca ttattcgagt gcagttaccc gagaagcatt ggtggcattc gttttggttg gggatatgca tagagacatg aggattatat gccaggctga ggactcatct tttgagagaa gtggagaaac acttggaaag agaagtgcat attttcagct caggatgaag ttggtggcaa aaaatatcat gagcatggac cctggacatc aaagaatatg ttactttcat gaaaggagtc gtttctgctc gcatacagaa aagccttaca atctcgatca acaatcctga gaagtaagga taaggaaaat gaaggaagga aaagaaaact gaatgggtct taaagcattc taatctttcc acagagcaaa ttgctttttg ctggacatga gacctcctcg gtagccataa ccaggttgtc ctttggccat tcaacagttg agagaagaac aagaaccaat caggagagac tgaactcaac tgggatgatt caatgtgtta ttaacgagac acttaggctt ggtaatgtcg gctctcaaag atattagata taaaggttat gatattccat gtgattgcag cagtgcactt ggatccctgt ctttttgacc tggcgatggc agcaaaataa tgggagtcga ggggcgggga agcagcaatt acttcatgcc attcggggga ggaccacggc gctaaactgg aaatggcggt gttcatccac catttggtcc gccgatacgg atgaagcctt tgccttccct tttgtcgact agagtcttca aatcttaa <210> 114 <211> 485 <212> PRT
<213> Gossypium hirsutum <400> 114
ttttatcttt caccagggaa ctgctacttc aatcgaattt tattacaaaa ttgggaaatg cactcaactt atactttgct caaaaaagtt cagagacgga ctttaaattt aatttattga cagaggaaga tccttgactt ccttagccat accttgaagt acaagaaaat tcagatttct gtgggtggaa accctcaact cggcaacgtc tatgtgcagg tcaactacca tccctaaagg
gattctgttc catggggtgg agtaggtgaa gtttggtgag cgaagggaga gtcgatgctg cttgagcaac tgttctaaat cactttcaat gcagctaaag acctggaact aaagaaaatg tgatcttctt gattttgagc ctacttcttg tgccagagcc ggagttcact ccacagaaaa agtgcttcca cttcaatcca atcagcgagc aacagagctg gtgggagtta cctacccatc
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1458 Met Pro Asp Ser Glu 1 5
Leu Ile Leu Phe Phe 20
Leu Pro Pro Gly Asn 35
Tyr Leu Arg Pro Tyr 50
His Ile Ser Arg Tyr 65
Lys Thr Ile Val Ser 85
Asn Glu Gly Arg Leu 100
Ile Leu Gly Lys Trp 115
Asp Met Arg Ile Ile 130
Thr His Leu Leu Arg 145
Thr Trp Lys Glu Lys 165
Phe Thr Phe Asn Leu 180
His Pro Glu Thr Glu 195
Gly Val Val Ser Ala 210
Ala Leu Gln Ser Arg 225
Glu Val Arg Ile Arg 245
Asp Asp Leu Leu Glu 260
Gln Ile Leu Asp Leu 275
Ser Ser Val Ala Ile 290
Leu Ala Ile Gln Gln 305
Lys Asn Gln Ser Gly 325
Met Glu Phe Thr Gln 340
Val Val Arg Phe Leu 355
Gly Tyr Asp Ile Pro 370
Val His Leu Asp Pro 385
Trp Arg Trp Gln Gln 405
Ser Ser Ala Ser Ser 420
Arg Leu Cys Ala Gly 435
Ile His His Leu Val 450
Glu Ala Phe Ala Phe 465
Arg Val Phe Lys Ser 485
<210> 115
Pro Ile Phe Leu Leu 10
Ile Leu Ile Lys Arg 25
Met Gly Trp Pro Phe 40
Ser Ala Thr Ser Val 55
Gly Asn Ile Tyr Lys 70
Ala Asp Ala Gly Leu 90
Phe Glu Cys Ser Tyr 105
Ser Met Leu Val Leu 120
Ser Leu Asn Phe Leu 135
Glu Val Glu Lys His 150
Cys Ile Phe Ser Ala 170
Val Ala Lys Asn Ile 185
Gln Leu Lys Lys Glu 200
Pro Leu Asn Leu Pro 215
Ser Thr Ile Leu Lys 230
Lys Met Lys Glu Gly 250
Trp Val Leu Lys His 265
Ile Leu Ser Leu Leu 280
Thr Leu Ala Ile Tyr 295
Leu Arg Glu Glu His 310
Glu Thr Glu Leu Asn 330
Cys Val Ile Asn Glu 345
His Arg Lys Ala Leu 360
Cys Gly Trp Lys Val 375
Cys Leu Phe Asp His 390
Asn Asn Gly Ser Arg 410
Ser Asn Tyr Phe Met 425
Thr Glu Leu Ala Lys 440
Leu Asn Tyr Gln Trp 455
Pro Phe Val Asp Phe 470
Leu Pro Ser Ile Leu Ser
15 Lys Gln Arg Arg Tyr Asn 30 Leu Gly Glu Thr Ile Gly 45 Gly Glu Phe Met His Gln 60 Ser Asn Leu Phe Gly Glu 75 80 Asn Lys Phe Ile Leu Gln 95 Pro Arg Ser Ile Gly Gly 110 Val Gly Asp Met His Arg 125 Ser Asn Ala Arg Leu Arg 140 Thr Leu Leu Val Leu Asn 155 160 Gln Asp Glu Ala Lys Lys 175 Met Ser Met Asp Pro Gly 190 Tyr Val Thr Phe Met Lys 205 Gly Thr Ala Tyr Arg Lys 220 Phe Ile Glu Lys Lys Met 235 240 Lys Glu Asn Ser Glu Glu 255 Ser Asn Leu Ser Thr Glu 270 Phe Ala Gly His Glu Thr 285 Phe Leu Pro Gly Cys Pro 300 Leu Glu Val Ala Arg Ala 315 320 Trp Asp Asp Tyr Lys Lys 335 Thr Leu Arg Leu Gly Asn 350 Lys Asp Ile Arg Tyr Lys 365 Leu Pro Val Ile Ala Ala 380 Pro Gln Leu Phe Asn Pro 395 400 Gly Ala Gly Thr Ala Thr 415 Pro Phe Gly Gly Gly Pro 430 Leu Glu Met Ala Val Phe 445 Glu Leu Ala Asp Thr Asp 460 Pro Lys Gly Leu Pro Ile 475 480 <211> 1521 <212> DNA <213> Zea mays <400> 115
atgggcgcca tgatggcctc cataaccagc gagctcctct ctggccctcc tcgccttgta caccaccacc gtcgccaaat cgccgtcaga agaagaagcg gcccaacctg cccccgggcg ggcgaaactt tcggctacct ccgcgcccac ccggccacct cggcatgtcg cacggtacgg gaagatatac cggtcgagcc gtgtcggcgg acgcggggct gaaccgctac atcctgcaga tgcagctacc cgcgcagcat cggcggcatc ctgggcaagt ggcgacgcgc accgcgagat gcgcgctatc tcgctcaact cgcgccgtgc tgctccccga ggtggagcgc cacaccctgc ccctccgacg gcaccttctc cgcccagcac gaagccaaga gcgaagaaca taatgagcat ggaccccggc gaggaggaga tacatcacct tcatgaaggg cgtcgtgtca gcgccgctca tggaaggcgc tcaagtcacg cgcgtccata cttggagtga aggcttgaga agatgagcag ggagaagtca agcgtggagg gccctgaagc aatccaacct gtccaaggaa cagatcctgg ttcgcggggc acgagacttc gtccatggcg ctcgccctcg tgccctaagg ccgtgcaaga actccgggag gagcatctcc ctaagagggg cgtctaaatt gagctgggaa gactacaagg gttataaacg agacattgcg gctcggcaac gtggtcaggt cgagatgtac actacaatgg gtacgacata ccgcgggggt gcggcggtgc acctggactc gtcgctgtac gaggacccca tggaagagca acaacgcgcc aagcagcttc atgccgtacg gccgggtcgg agctggccaa gctggagatg gccatcttcc .ttccggtggg agctggcgga gccggaccag gccttcgttt aagggcctcc cgatcagggt ccagcgggtc gccgacgacc accgagagca caagaggctg a <210> 116 <211> 506 <212> PRT <213> Zea mays <4 00> 116
tcttccttcc gccacggcac cccgcggatg ccgtgggccg tgttcgggga acgaggggcg ggtccatgct tcctcagctc tggtcctccg agttcacgtt cggagcggct acttcccggg tagagaggaa aggacgacct acctcttgct ccatcttctt tgattgctag aaatggtttt tcctgcaccg ggaaaatcct gccggttcaa gcggcgggcc tgcaccacct accctttcgt aaggccatcg
cttcatcctg ccacccgtgg gcccttggtc cttcatggag gcggacggtg gctgttcgag ggtgctcgtg cgtccgcctc ctcgtggccg taacctgatg gcggctggag cacggcctac gatggaggac tcttggatgg gagcctgctc cctcgaaggg gagacaaagg cacgcagtgt gaaggtcatc gccggttcta cccttggaga gcggctgtgc ggtgctcaac cgacttcccc tagcgttttg
Met Gly Ala Met Met Ala Ser Ile Thr Ser Glu Leu Leu Phe Phe Leu 1 5 10 15 Pro Phe Ile Leu 20 Leu Ala Leu Leu Ala 25 Leu Tyr Thr Thr Thr 30 Val Ala Lys Cys His 35 Gly Thr His Pro Trp 40 Arg Arg Gln Lys Lys 45 Lys Arg Pro Asn Leu 50 Pro Pro Gly Ala Arg 55 Gly Trp Pro Leu Val 60 Gly Glu Thr Phe Gly Tyr Leu Arg Ala His Pro Ala Thr Ser Val Gly Arg Phe Met Glu 65 70 75 80 Arg His Val Ala Arg 85 Tyr Gly Lys Ile Tyr 90 Arg Ser Ser Leu Phe 95 Gly Glu Arg Thr Val 100 Val Ser Ala Asp Ala 105 Gly Leu Asn Arg Tyr 110 Ile Leu Gln Asn Glu 115 Gly Arg Leu Phe Glu 120 Cys Ser Tyr Pro Arg 125 Ser Ile Gly Gly Ile 130 Leu Gly Lys Trp Ser 135 Met Leu Val Leu Val 140 Gly Asp Ala His Arg Glu Met Arg Ala Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser Ser Val Arg Leu 145 150 155 160 Arg Ala Val Leu Leu 165 Pro Glu Val Glu Arg 170 His Thr Leu Leu Val 175 Leu Arg Ser Trp Pro 180 Pro Ser Asp Gly Thr 185 Phe Ser Ala Gln His 190 Glu Ala Lys Lys Phe 195 Thr Phe Asn Leu Met 200 Ala Lys Asn Ile Met 205 Ser Met Asp Pro Gly 210 Glu Glu Glu Thr Glu 215 Arg Leu Arg Leu Glu 220 Tyr Ile Thr Phe
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1500 1521 Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Phe Pro Gly Thr Ala Tyr 225 230 235 240 Trp Lys Ala Leu Lys Ser Arg Ala Ser Ile Leu Gly Val Ile Glu Arg 245 250 255 Lys Met Glu Asp Arg Leu Glu Lys Met Ser Arg Glu Lys Ser Ser Val 260 265 270 Glu Glu Asp Asp Leu Leu Gly Trp Ala Leu Lys Gln Ser Asn Leu Ser 275 280 285 Lys Glu Gln Ile Leu Asp Leu Leu Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His 290 295 300 Glu Thr Ser Ser Met Ala Leu Ala Leu Ala Ile Phe Phe Leu Glu Gly 305 310 315 320 Cys Pro Lys Ala Val Gln Glu Leu Arg Glu Glu His Leu Leu Ile Ala 325 330 335 Arg Arg Gln Arg Leu Arg Gly Ala Ser Lys Leu Ser Trp Glu Asp Tyr 340 345 350 Lys Glu Met Val Phe Thr Gln Cys Val Ile Asn Glu Thr Leu Arg Leu 355 360 365 Gly Asn Val Val Arg Phe Leu His Arg Lys Val Ile Arg Asp Val His 370 375 380 Tyr Asn Gly Tyr Asp Ile Pro Arg Gly Trp Lys Ile Leu Pro Val Leu 385 390 395 400 Ala Ala Val His Leu Asp Ser Ser Leu Tyr Glu Asp Pro Ser Arg Phe 405 410 415 Asn Pro Trp Arg Trp Lys Ser Asn Asn Ala Pro Ser Ser Phe Met Pro 420 425 430 Tyr Gly Gly Gly Pro Arg Leu Cys Ala Gly Ser Glu Leu Ala Lys Leu 435 440 445 Glu Met Ala Ile Phe Leu His His Leu Val Leu Asn Phe Arg Trp Glu 450 455 460 Leu Ala Glu Pro Asp Gln Ala Phe Val Tyr Pro Phe Val Asp Phe Pro 465 470 475 480 Lys Gly Leu Pro Ile Arg Val Gln Arg Val Ala Asp Asp Gln Gly His 485 490 495 Arg Ser Val Leu Thr Glu Ser Thr Arg Gly 500 505
<210> 117 <211> 1566 <212> DNA <213> Zea mays <4 00> 117
atgggcgcca tgatggcctc cataaccagc gagctcctct tcttccttcc cttcatcctg 60
ctggccctcc tcgccttgta caccaccacc gtcgccaaat gccacggcac ccaccagtgg 120
cgccgtcaga agaagaagcg gcccaacctg cccccgggcg cccgcggatg gcccttggtc 180
ggcgagactt tcggctacct ccgcgcccac ccggccacct ccgtgggccg cttcatggag 240
cggcatgtcg cacggtacgg gaagatatac cggtcgagcc tgttcgggga gcggacggtg 300
gtgtcggcgg acgcggggct gaaccggtac atcctgcaga acgaggggcg gctgttcgag 360
tgcagctacc cgcgcagcat cggcggcatc ctgggcaagt ggtccatgct ggtgctcgtg 420
ggcgacgcgc accgcgagat gcgcgctatc tcgctcaact tcctcagctc cgtccgcctc 480
cgcgccgtgc tgctccccga ggtggagcgc cacaccctgc tggtcctccg ctcctggccg 540
cctccgaccg gcaccttctc cgcccagcac gaagccaaga agttcacgtt taacctgatg 600
gcgaagaaca taatgagcat ggaccccggc gaggaggaga cggagcggct gcggctggag 660
tacatcacct tcatgaaggg cgtcgtgtca gcgccgctca acttcccggg cacggcctac 720
tggaaggcgc tcaagtcgcg cgcgtccata cttggagtga tagagaggaa gatggaggac 780
aggcttgaga agatgagcag ggagaagtca agcgtggagg aggacgacct tcttggatgg 840
gccctgaagc aatccaacct gtccaaggaa cagatcctgg acctcttgct gagcctgctc 900
ttcgcggggc acgagacttc gtccatggcg ctcgccctcg ccatcttctt cctcgaaggg 960
tgccctaagg ccgtgcaaga actccgggag gagcatctcc tgattgctag gagacaaagg 1020
ctaagggggg cgtccaaatt gagctgggaa gactacaagg aaatggtttt cacgcagtgt 1080
gttataaacg agacattgcg gctcggcaac gtggtcaggt tcctgcaccg gaaggtcatc 1140
cgagatgtac actacaatgg gtacgacata ccgcgggggt ggaaaatcct gccggttcta 1200
gcggcggtgc acctggactc gtcgctgtac gaggatccca gccggttcaa cccttggaga 1260
tggaaggtca gtgccctgcc ccctcccctc gcaaaaggca caagccaagg gacaagcaag 1320 aggtttacac cgttcggtgg tggcccccgg ctctgcccag gatcagagct cgctaaagtg 1380 gagactgctt tcttcctcca tcaccttgtc ctcaattata gatggagaat tgatggcgat 1440 gacattccaa tggcataccc gtatgtggag tttcagagag gtctgccaat agaaatcgag 1500 ccaacgtccc ctgaatttga ctgtcctgga gctacagcca tcagttatca caccagagag 1560 aaatga 1566
<210> 118 <211> 521 <212> PRT
<213> Zea mays <4 00> 118 Met Gly Ala Met Met Ala Ser Ile Thr Ser Glu Leu Leu Phe Phe Leu 1 5 10 15 Pro Phe Ile Leu Leu Ala Leu Leu Ala Leu Tyr Thr Thr Thr Val Ala 20 25 30 Lys Cys His Gly Thr His Gln Trp Arg Arg Gln Lys Lys Lys Arg Pro 35 40 45 Asn Leu Pro Pro Gly Ala Arg Gly Trp Pro Leu Val Gly Glu Thr Phe 50 55 60 Gly Tyr Leu Arg Ala His Pro Ala Thr Ser Val Gly Arg Phe Met Glu 65 70 75 80 Arg His Val Ala Arg Tyr Gly Lys Ile Tyr Arg Ser Ser Leu Phe Gly 85 90 95 Glu Arg Thr Val Val Ser Ala Asp Ala Gly Leu Asn Arg Tyr Ile Leu 100 105 110 Gln Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Arg Ser Ile Gly 115 120 125 Gly Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu Val Gly Asp Ala His 130 135 140 Arg Glu Met Arg Ala Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser Ser Val Arg Leu 145 150 155 160 Arg Ala Val Leu Leu Pro Glu Val Glu Arg His Thr Leu Leu Val Leu 165 170 175 Arg Ser Trp Pro Pro Pro Thr Gly Thr Phe Ser Ala Gln His Glu Ala 180 185 190 Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys Asn Ile Met Ser Met Asp 195 200 205 Pro Gly Glu Glu Glu Thr Glu Arg Leu Arg Leu Glu Tyr Ile Thr Phe 210 215 220 Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Phe Pro Gly Thr Ala Tyr 225 230 235 240 Trp Lys Ala Leu Lys Ser Arg Ala Ser Ile Leu Gly Val Ile Glu Arg 245 250 255 Lys Met Glu Asp Arg Leu Glu Lys Met Ser Arg Glu Lys Ser Ser Val 260 265 270 Glu Glu Asp Asp Leu Leu Gly Trp Ala Leu Lys Gln Ser Asn Leu Ser 275 280 285 Lys Glu Gln Ile Leu Asp Leu Leu Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His 290 295 300 Glu Thr Ser Ser Met Ala Leu Ala Leu Ala Ile Phe Phe Leu Glu Gly 305 310 315 320 Cys Pro Lys Ala Val Gln Glu Leu Arg Glu Glu His Leu Leu Ile Ala 325 330 335 Arg Arg Gln Arg Leu Arg Gly Ala Ser Lys Leu Ser Trp Glu Asp Tyr 340 345 350 Lys Glu Met Val Phe Thr Gln Cys Val Ile Asn Glu Thr Leu Arg Leu 355 360 365 Gly Asn Val Val Arg Phe Leu His Arg Lys Val Ile Arg Asp Val His 370 375 380 Tyr Asn Gly Tyr Asp Ile Pro Arg Gly Trp Lys Ile Leu Pro Val Leu 385 390 395 400 Ala Ala Val His Leu Asp Ser Ser Leu Tyr Glu Asp Pro Ser Arg Phe 405 410 415 Asn Pro Trp Arg Trp Lys Val Ser Ala Leu Pro Pro Pro Leu Ala Lys 420
425
430
Gly Thr Ser Gln Gly Thr Ser Lys Arg Phe Thr Pro Phe Gly Gly Gly 435 440 445 Pro Arg Leu Cys Pro Gly Ser Glu Leu Ala Lys Val Glu Thr Ala Phe 450 455 460 Phe Leu His His Leu Val Leu Asn Tyr Arg Trp Arg Ile Asp Gly Asp 465 470 475 480 Asp Ile Pro Met Ala Tyr Pro Tyr Val Glu Phe Gln Arg Gly Leu Pro 485 490 495 Ile Glu Ile Glu Pro Thr Ser Pro Glu Phe Asp Cys Pro Gly Ala Thr 500 505 510 Ala Ile Ser Tyr His Thr Arg Glu Lys
<210> <211> <212> <213> <220> <221> <222> <223> <400>
515 119 1257 DNA
Brassica
520
rapa
ou t
misc_feature (967)..(969) η is a, c, g 119
atgttcgaaa cagagcatac ctcctcttct tgattctctt aaatctggat ggccatttct actctcggtt acttcatgca ttgtttggag aaccaacgat aacgaaggaa gactctttga tggtcgatgc ttgttcttgt tttctaagtc acgctcgtct ttcgttctta attcttggca tttacgttta atctaatggc gagcagttaa agaaagagta ctcccaggaa ctgcttatcg attgagaaga aaatggaaga gagaaaatca gcagagatta gtagaagtga tcattatgag ggatgggttc taaaacattc caatctttcg ttattatttg ccggacatga tgaaggaaga attgggatga taggaaatgt acgatatccc cccgttacga
gcgggcnnnt tcagaattga actcttcgac tataaaggat ttggataact <210> 120 <211> <212> <213> <220> <221> <222>
tctcgtgcct cttcttcttc tcccatcact tctatctctt 60
gaagagacga agtcgacaca gtttcaatct ccctcctgga 120
aggcgaaacc atcggatatc tcaaacctta ctctgccaaa 180
acaacatatc tccaagtatg ggaagatata tagatcgaat 240
cgtatcagct gatgcaggac tcaacaggtt catattacaa 300
cctcgaagta ttggtgggat tcttgggaaa 360
catagagaca tgagaagtat ctcgctaaac 420
cttcttaagg acgttgagag gcatactttg 480
gttttctctg ctcaagatga ggccaaaaag 540
atgagtatgg atcctggaga agaagagaca 600
atgaaagggg ttgtttctgc tcctctcaat 660
cagcagtcac gagggacgat attgaagttt 720
gagattcaag aagaagacga agaagatgaa 780
agaaaacata gagcagatga tgatcttttg 840
actgagcaaa ttctcgatct tattctcagt 900
gtagccatcg ctctcgctat ctacttttta 960
atcgcgaggg tgaagaagga acttggagag 1020
atggacttta ctcatagtgt tataaatgag 1080
ttgcatcgta aagcactcaa aaacgttcgg 1140
aagtgggtgg aaagtgttac cagtgatctc agccgtacat 1200
cgaacctaat ctctttaatc cttggagatg gcaacag 1257
atgtagttat tggagacatg cagaacgatt acaacattct gaagcatata tgtgactttc taaagctctc
gacatcatct gcatcttgaa ttacaagaca agtaaggttt
419 PRT
Brassica
rapa
INSEGURO (323)..(323)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 120
Met Phe Glu Thr Glu His Thr Leu Val Pro Leu Leu Leu Leu Pro 15 10 15
Ser
Leu Leu Ser Leu Leu Leu Phe Leu Ile Leu Leu Lys Arg Arg Ser Arg 20 25 30 His Ser Phe Asn Leu Pro Pro Gly Lys Ser Gly Trp Pro Phe Leu Gly 35 40 45 Glu Thr Ile Gly Tyr Leu Lys Pro Tyr Ser Ala Lys Thr Leu Gly Tyr 50 55 60 Phe Met Gln Gln His Ile Ser Lys Tyr Gly Lys Ile Tyr Arg Ser Asn 65 70 75 80 Leu Phe Gly Glu Pro Thr Ile Val Ser Ala Asp Ala Gly Leu Asn Arg 85
90
95
Phe Ile Leu Gln Asn Glu Gly Arg Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Arg 100 105 110 Ser Ile Gly Gly Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu Val Gly 115 120 125 Asp Met His Arg Asp Met Arg Ser Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser His 130 135 140 Ala Arg Leu Arg Thr Ile Leu Leu Lys Asp Val Glu Arg His Thr Leu 145 150 155 160 Phe Val Leu Asn Ser Trp Gln Gln His Ser Val Phe Ser Ala Gln Asp 165 170 175 Glu Ala Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys His Ile Met Ser 180 185 190 Met Asp Pro Gly Glu Glu Glu Thr Glu Gln Leu Lys Lys Glu Tyr Val 195 200 205 Thr Phe Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Leu Pro Gly Thr 210 215 220 Ala Tyr Arg Lys Ala Leu Gln Gln Ser Arg Gly Thr Ile Leu Lys Phe 225 230 235 240 Ile Glu Lys Lys Met Glu Glu Arg Lys Ser Glu Ile Gln Glu Glu Asp 245 250 255 Glu Glu Asp Glu Ala Glu Ile Ser Arg Ser Asp His Tyr Glu Arg Lys 260 265 270 His Arg Ala Asp Asp Asp Leu Leu Gly Trp Val Leu Lys His Ser Asn 275 280 285 Leu Ser Thr Glu Gln Ile Leu Asp Leu Ile Leu Ser Leu Leu Phe Ala 290 295 300 Gly His Glu Thr Ser Ser Val Ala Ile Ala Leu Ala Ile Tyr Phe Leu 305 310 315 320 Ala Gly Xaa Leu Lys Glu Glu His Leu Glu Ile Ala Arg Val Lys Lys 325 330 335 Glu Leu Gly Glu Ser Glu Leu Asn Trp Asp Asp Tyr Lys Thr Met Asp 340 345 350 Phe Thr His Ser Val Ile Asn Glu Thr Leu Arg Leu Gly Asn Val Val 355 360 365 Arg Phe Leu His Arg Lys Ala Leu Lys Asn Val Arg Tyr Lys Gly Tyr 370 375 380 Asp Ile Pro Ser Gly Trp Lys Val Leu Pro Val Ile Ser Ala Val His 385 390 395 400 Leu Asp Asn Ser Arg Tyr Asp Glu Pro Asn Leu Phe Asn Pro Trp Arg 405 410 415
Trp Gln Gln
<210> 121 <211> 848 <212> DNA
<213> Hordeum vulgare <4 00> 121
atggccgcca tgatggcatc cataaccagc gagctccttt tcttcctccc cttcatcctc 60
ctggccctgc tcaccttcta caccagcagc gtggccaaat gccatggcct ccaccggtgg 120
agcggccgga cgaagaagaa gcggccgaat ctgccgcccg gcgccgccgg ctggcctttc 180
gtcggcgaga ccttcgggta cctccgcgcc cacccggcca cctccatcgg ccagttcatg 240
aaccagcaca tcgcacggta cgggaagata taccggtcga gcctgttcgg ggagcggacg 300
gtggtgtcgg cggacgcggg gctgaaccgg tacatcctgc agaacgaggg gcggctgttc 360
gagtgcagct acccgcggag catcggcggc atcctgggca aatggtccat gctggtgctc 420
gtgggcgacc cccaccgcga gatgcgctcc atctccctca acttcctcag ctccctccgc 480
ctccgcgccg tgctcctccc ggaggtggag cgccacaccc tcctcgtcct ccgcgactgg 540
ctgccttcct cctcctccgc cgtcttctcc gcccagcacg aagccaagaa gttcacgttt 600
aacctgatgg cgaagaacat catgagcatg gaccccggcg aggaggagac ggagcggctg 660
aggctcgagt acatcacctt catgaagggg gtggtgtccg cgcccctcaa cttccccggg 720
acggcctact ggaaggccct caagtctcga gccaccatac ttggggtaat agagaggaaa 780
atggaggata ggctcgagaa aatgaacaag gaggcctcga gcatgaagaa gatatctctc 840
ggggggcg 848 <210> 122 <211> 282 <212> PRT
<213> Hordeum vulgare <400> 122
Met Ala Ala Met Met Ala Ser Ile Thr Ser Glu Leu Leu Phe Phe Leu 1 5 10 15 Pro Phe Ile Leu 20 Leu Ala Leu Leu Thr 25 Phe Tyr Thr Ser Ser 30 Val Ala Lys Cys His 35 Gly Leu His Arg Trp 40 Ser Gly Arg Thr Lys 45 Lys Lys Arg Pro Asn 50 Leu Pro Pro Gly Ala 55 Ala Gly Trp Pro Phe 60 Val Gly Glu Thr Phe Gly Tyr Leu Arg Ala His Pro Ala Thr Ser Ile Gly Gln Phe Met 65 70 75 80 Asn Gln His Ile Ala 85 Arg Tyr Gly Lys Ile 90 Tyr Arg Ser Ser Leu 95 Phe Gly Glu Arg Thr 100 Val Val Ser Ala Asp 105 Ala Gly Leu Asn Arg 110 Tyr Ile Leu Gln Asn 115 Glu Gly Arg Leu Phe 120 Glu Cys Ser Tyr Pro 125 Arg Ser Ile Gly Gly 130 Ile Leu Gly Lys Trp 135 Ser Met Leu Val Leu 140 Val Gly Asp Pro His Arg Glu Met Arg Ser Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser Ser Leu Arg 145 150 155 160 Leu Arg Ala Val Leu 165 Leu Pro Glu Val Glu 170 Arg His Thr Leu Leu 175 Val Leu Arg Asp Trp 180 Leu Pro Ser Ser Ser 185 Ser Ala Val Phe Ser 190 Ala Gln His Glu Ala 195 Lys Lys Phe Thr Phe 200 Asn Leu Met Ala Lys 205 Asn Ile Met Ser Met 210 Asp Pro Gly Glu Glu 215 Glu Thr Glu Arg Leu 220 Arg Leu Glu Tyr Ile Thr Phe Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Phe Pro Gly 225 230 235 240 Thr Ala Tyr Trp Lys 245 Ala Leu Lys Ser Arg 250 Ala Thr Ile Leu Gly 255 Val Ile Glu Arg Lys 260 Met Glu Asp Arg Leu 265 Glu Lys Met Asn Lys 270 Glu Ala Ser Ser Met 275 Lys Lys Ile Ser Leu 280 Gly Gly
<210> 123 <211> 1200 <212> DNA
<213> Lotus japonicus <400> 123
atgtctgact catacctcac tttctgtttt ctttcttcca ttcttgctct cactgtaatc 60
atcattttca tgaaaagaaa gaaggcaagg cttaaccttc cccctggaaa aatgggatgg 120
ccctttcttg gggaaaccat tgggtacttg aagccatact ctgctaccac agtaggagat 180
tttatggaaa agcacatagc aaggtatggt acaatttaca agtcaaaatt gtttggtgag 240
cctgcaatag tttctgcaga tgcagagttg aacaggttca tattacagaa cgaagggaag 300
ctgtttgagt gcagctatcc aagaagcatt ggaggaatac ttggaaaatg gtccatgttg 360
gtcttagttg gggacatgca tagggacatg agaaacattt cactgaactt tctgagcctt 420
gctaggctca aaacacatct attgaaagaa gtggagaagc actctcttct agttctaggc 480
tcttggaaag aaaattgtac attctcagct caagatgaag caaagaagtt cacattcaat 540
ttgatggcga aacatatcat gagcttggat cctgggaatc tagagacaga acagctgaag 600
aaagagtatg tctctttcat gaatggtgtg gtgtctgcac ctttgaattt tcccggaact 660
gcatacagaa aagcattaaa gtctaggtcc accatactga agttcataga gggaaaaatg 720
gaagaaagga tcaaaagaaa ccaaaatttg gaggaagatc ttctaaactg ggttgtgatg 780
cattcaaatc tttcaactga gcaaattctt gacctggttc tgagcttgct ctttgcaggc 840
catgaaactt catctgtggc tatagcttta gctatttact ttttgccagg ttgtcctaaa 900
gctatacaac aattaaggga agaacataga gaaatagcca ggtccaagaa gcaagcaggg 960
gaggttgaat taacttggga tgattacaaa agaatggagt ttactcaatg tgtagttgtg 1020 aatgaaacac tgaggttggg aaatgttgtg aggttccttc acaggaaggc tctgaaagat 1080 gttcggtaca aaggttatga cattccacgt gggtggaaag tcctccctgt gatttcagct 1140 atgcatctgg atcctgcact tttttaccaa cctcaacact tcaatccatg gagatggaag 1200
<210> 124
<211> 400
<212> PRT
<213> Lotus japonicus
<400> 124
Met Ser Asp Ser Tyr Leu Thr Phe Cys Phe Leu Ser Ser Ile Leu Ala 1 5 10 15
Leu Thr Val Ile Ile Ile Phe Met Lys Arg Lys Lys Ala Arg Leu Asn
20 25 30
Leu Pro Pro Gly Lys Met Gly Trp Pro Phe Leu Gly Glu Thr Ile Gly
35 40 45
Tyr Leu Lys Pro Tyr Ser Ala Thr Thr Val Gly Asp Phe Met Glu Lys
50 55 60
His Ile Ala Arg Tyr Gly Thr Ile Tyr Lys Ser Lys Leu Phe Gly Glu 65 70 75 80
Pro Ala Ile Val Ser Ala Asp Ala Glu Leu Asn Arg Phe Ile Leu Gln
85 90 95
Asn Glu Gly Lys Leu Phe Glu Cys Ser Tyr Pro Arg Ser Ile Gly Gly
100 105 110
Ile Leu Gly Lys Trp Ser Met Leu Val Leu Val Gly Asp Met His Arg
115 120 125
Asp Met Arg Asn Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser Leu Ala Arg Leu Lys
130 135 140
Thr His Leu Leu Lys Glu Val Glu Lys His Ser Leu Leu Val Leu Gly 145 150 155 160
Ser Trp Lys Glu Asn Cys Thr Phe Ser Ala Gln Asp Glu Ala Lys Lys
165 170 175
Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys His Ile Met Ser Leu Asp Pro Gly
180 185 190
Asn Leu Glu Thr Glu Gln Leu Lys Lys Glu Tyr Val Ser Phe Met Asn
195 200 205
Gly Val Val Ser Ala Pro Leu Asn Phe Pro Gly Thr Ala Tyr Arg Lys
210 215 220
Ala Leu Lys Ser Arg Ser Thr Ile Leu Lys Phe Ile Glu Gly Lys Met 225 230 235 240
Glu Glu Arg Ile Lys Arg Asn Gln Asn Leu Glu Glu Asp Leu Leu Asn
245 250 255
Trp Val Val Met His Ser Asn Leu Ser Thr Glu Gln Ile Leu Asp Leu
260 265 270
Val Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His Glu Thr Ser Ser Val Ala Ile
275 280 285
Ala Leu Ala Ile Tyr Phe Leu Pro Gly Cys Pro Lys Ala Ile Gln Gln
290 295 300
Leu Arg Glu Glu His Arg Glu Ile Ala Arg Ser Lys Lys Gln Ala Gly 305 310 315 320
Glu Val Glu Leu Thr Trp Asp Asp Tyr Lys Arg Met Glu Phe Thr Gln
325 330 335
Cys Val Val Val Asn Glu Thr Leu Arg Leu Gly Asn Val Val Arg Phe
340 345 350
Leu His Arg Lys Ala Leu Lys Asp Val Arg Tyr Lys Gly Tyr Asp Ile
355 360 365
Pro Arg Gly Trp Lys Val Leu Pro Val Ile Ser Ala Met His Leu Asp
370 375 380
Pro Ala Leu Phe Tyr Gln Pro Gln His Phe Asn Pro Trp Arg Trp Lys 385 390 395 400
<210> 125
<211> 1092
<212> DNA
<213> Malus domestica
<400> 125 agagacatga atgagagaag ttttcagctc agcttggatc aaaggtgtgg tcaagatcaa accgaaaaca aaggagcaaa gtgtctatag agggaagaac tgggaggact gggaatgtgg gacattccat ctttttgacc caccgtggat ccatttgggg gtgttcatcc ccttttgctt gtaccaaact <210> 126 <211> 363 <212> PRT <213> Malus <400> 126
ggatgatatc ttgaaaagca aggatgaagc ctggaaaacc tttctcctcc cgattctgaa ttggggaaga ttcttgactt ccttagcaat acagtgaaat acaagaaaat tgagattttt ctgggtggaa acccgcaaca catcgtcgtc gaggaccacg accaccttgt tccccttcgt aa
domestica
tctcaacttc cactcttctt taagaagttc agagactgag tctgaattta gtttatagag tgatctgctt aatattgagc ttacttttta tgccaaagcc ggagttcacc acacagaaag agtgcttccg cttcaatcca atcatcatgc actttgcgcc cctcaacttc cgatttccaa
ttgagccatg gttttgggga acgttcaact cagctgaaga ccaggaacag tgcaaaatga ggatgggttc ttgctctttg ccaagctgcc aagaaactgg gaatgtgtaa gctctgaagg gtgattgcag tggagatggc tacacgagca ggttcagaat cactgggagt aatggcctac
ccagactcag gttggaagga tgatggccaa aattgtatgt cttacagaag aagaaagatt tgaagaattc ctggccatga ctaatgcaat caggcgagac tctgtgagac atgttcggta ccgtgcattt agcagaataa tgacaagtca tggccaaact tagccgatcc caatcacagc
aacccatctg aaactctgtt acatatcatg tactttcatg agccttacag gatggaggga aaatctttca aacttcatca tctgcagtta agagttgaat acttcggctt caaagggtat ggatccttta caaccaccac caactttatg tgaaatggcc tttcgacaaa ccaccgctac
Arg Asp Met Arg Met Ile Ser Leu Asn Phe Leu Ser His Ala Arg Leu 1 5 10 15 Arg Thr His Leu Met Arg Glu Val Glu Lys His Thr Leu Leu Val Leu 20 25 30 Gly Ser Trp Lys Glu Asn Ser Val Phe Ser Ala Gln Asp Glu Ala Lys 35 40 45 Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met Ala Lys His Ile Met Ser Leu Asp Pro 50 55 60 Gly Lys Pro Glu Thr Glu Gln Leu Lys Lys Leu Tyr Val Thr Phe Met 65 70 75 80 Lys Gly Val Val Ser Pro Pro Leu Asn Leu Pro Gly Thr Ala Tyr Arg 85 90 95 Arg Ala Leu Gln Ser Arg Ser Thr Ile Leu Lys Phe Ile Glu Cys Lys 100 105 110 Met Lys Glu Arg Leu Met Glu Gly Thr Glu Asn Ile Gly Glu Asp Asp 115 120 125 Leu Leu Gly Trp Val Leu Lys Asn Ser Asn Leu Ser Lys Glu Gln Ile 130 135 140 Leu Asp Leu Ile Leu Ser Leu Leu Phe Ala Gly His Glu Thr Ser Ser 145 150 155 160 Val Ser Ile Ala Leu Ala Ile Tyr Phe Leu Pro Ser Cys Pro Asn Ala 165 170 175 Ile Leu Gln Leu Arg Glu Glu His Ser Glu Ile Ala Lys Ala Lys Lys 180 185 190 Leu Ala Gly Glu Thr Glu Leu Asn Trp Glu Asp Tyr Lys Lys Met Glu 195 200 205 Phe Thr Glu Cys Val Ile Cys Glu Thr Leu Arg Leu Gly Asn Val Val 210 215 220 Arg Phe Leu His Arg Lys Ala Leu Lys Asp Val Arg Tyr Lys Gly Tyr 225 230 235 240 Asp Ile Pro Ser Gly Trp Lys Val Leu Pro Val Ile Ala Ala Val His 245 250 255 Leu Asp Pro Leu Leu Phe Asp His Pro Gln His Phe Asn Pro Trp Arg 260 265 270 Trp Gln Gln Asn Asn Asn His His His Arg Gly Ser Ser Ser Ser Ser 275 280 285 Ser Cys Tyr Thr Ser Met Thr Ser His Asn Phe Met Pro Phe Gly Gly 290 295 300 Gly Pro Arg Leu Cys Ala Gly Ser Glu Leu Ala Lys Leu Glu Met Ala
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Val Phe Ile His His Leu Val Leu Asn Phe His
325 330
Pro Phe Asp Lys Pro Phe Ala Phe Pro Phe Val
340 345
Leu Pro Ile Thr Ala His Arg Tyr Val Pro Asn
355 360
<210> 127 <211> 748 <212> DNA
<213> Vitis vinifera <4 00> 127
agacttcatg gagcaacaca tatcaaggtt cggagaaatc cgagccaacc atagtctcag cggattctgg gctgaacaga aaaattgttt gaatgcagct atcccagaag cataggtgga gctggtttta gttggagaca tgcatagaga catgagaacc ccatggcagg cttaggactc atctcctacc agaggtggtg aagctcttgg aaggagaatt gtacattttc tgctcaagat caatctgatg gcaaaacata tcatgagctt ggatcccgga taagaaagag tatgttactt tcatgaaagg agtggtatct aactgcatac agaaaagccc tacagtctcg gtccaccatc gatggaagag aggattcaga aactgagggg aggagggttt tcttcttgga tgggtgctga agcattccaa cctttcaact actgagcttg ctctttgctg gccatgaaac ttcatcagtg cttcttggaa ggctgtccca acgccgtt <210> 128 <211> 248 <212> PRT
<213> Vitis vinifera <4 00> 128
Asp Phe Met Glu Gln His Ile Ser Arg Phe Gly 15 10
Asn Leu Phe Gly Glu Pro Thr Ile Val Ser Ala
20 25
Arg Phe Ile Leu Gln Asn Glu Gly Lys Leu Phe
35 40
Arg Ser Ile Gly Gly Ile Leu Gly Lys Trp Ser
50 55
Gly Asp Met His Arg Asp Met Arg Thr Ile Ser 65 70 75
His Gly Arg Leu Arg Thr His Leu Leu Pro Glu
85 90
Leu Leu Val Leu Ser Ser Trp Lys Glu Asn Cys
100 105
Asp Glu Ala Lys Lys Phe Thr Phe Asn Leu Met
115 120
Ser Leu Asp Pro Gly Lys Pro Glu Thr Glu Gln
130 135
Val Thr Phe Met Lys Gly Val Val Ser Ala Pro 145 150 155
Thr Ala Tyr Arg Lys Ala Leu Gln Ser Arg Ser
165 170
Ile Glu Leu Lys Met Glu Glu Arg Ile Gln Lys
180 185
Phe Glu Asn Met Glu Asp Asp Asp Leu Leu Gly
195 200
Ser Asn Leu Ser Thr Glu Gln Ile Leu Asp Leu
210 215
Phe Ala Gly His Glu Thr Ser Ser Val Ala Ile 225 230 235
Phe Leu Glu Gly Cys Pro Asn Ala 245
<210> 129
320
Trp Glu Leu Ala Asp 335
Asp Phe Gln Asn Gly 350
tacaagtcca ttcatactac attcttggga atctccctca aagcacactt gaagctaaga aagccggaga gctcctttga ttaaaattta gagaatatgg gagcaaatcc gcaatagctt
atctgtttgg agaacgaagg aatggtccat acttcttgag tgcttgttct agtttacctt ctgagcagct atttccctgg tcgagctgaa aggatgacga tggacttggt tagctatcta
Glu
Asp
Glu
Met 60 Leu
Val
Thr
Ala
Leu 140 Leu
Thr
Leu
Trp
Val 220 Ala
Ile
Ser
Cys
45
Leu
Asn
Val
Phe
Lys 125 Lys
Asn
Ile
Arg
Val 205 Leu
Leu
Tyr
Gly
30
Ser
Val
Phe
Lys
Ser 110 His
Lys
Phe
Leu
Gly 190 Leu
Ser
Ala
Lys Ser 15
Leu Asn
Tyr Pro
Leu Val
Leu Ser 80 His Thr 95
Ala Gln
Ile Met
Glu Tyr
Pro Gly 160 Lys Phe 175
Gly Gly
Lys His
Leu Leu
Ile Tyr 240
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 748 <211> 1737 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 129
atgcaacaac tgtcaacttc tctactaaaa acacgagttc catggcctta aagatatctc aacatgtcat tctataatac ccaccacttt tccggaattt agttctccaa agtccactgt gaaggaaagt tacgtaagat tcaagactgt ctgctgattc aatgtgaaca acgcttccaa tctgtaacac ttcggaaggg ggggaacctt ttgatgattc aatgatcaag aagacgaaac acaattggtg tttcggaaat tcatacatgt acaggtgtca tataatacag gatgggttct ttagaggctg aaaaggcatt atggatatat actctacggt gctcaggaac taatatcaac tgctatagct tgcaaaagga ctgaatccaa gatttgcata gattttgaga acggaatgaa aacgcatggt acgggcttgg catcacttca gaatggcttt gggacatctt tgcatgcctt atagtagcag atagaaaaaa ttagaaagat tagatgaagc gagagcagcg tttacgcttt gccatgcttc atttcggtct ataaaggctg caatggagaa <210> 130 <211> 578 <212> PRT <213> Arabidopsis thaliana <400> 130
Met Gln Gln Leu Ser Thr Ser Leu Gly Leu Asn Thr Tyr Asn Glu Glu 1 5 10 15 Arg Asn Ser Thr 20 Ser Thr Lys Asn Thr 25 Ser Ser Glu Asp Tyr 30 Ser Pro Arg Gln Ser 35 Lys His Thr Gln Ser 40 His Gly Leu Lys Asp 45 Ile Ser Gly Asn Phe 50 His Ser His Gly Val 55 Asn Gly Gly Val Ser 60 Asn Met Ser Phe Tyr Asn Thr Pro Ser Pro Val Ala Ala Gln Leu Ser Gly Ile Ala Pro 65 70 75 80 Pro Pro Leu Phe Arg 85 Asn Phe Gln Pro Ala 90 Val Ala Asn Pro Asn 95 Ser Leu Ile Thr Asp 100 Ser Ser Pro Lys Ser 105 Thr Val Asn Ser Thr 110 Leu Gln Ala Pro Arg 115 Arg Lys Phe Val Asp 120 Glu Gly Lys Leu Arg 125 Lys Ile Ser Gly Arg 130 Leu Phe Ser Asp Ser 135 Gly Pro Arg Arg Ser 140 Ser Arg Leu Ser Ala Asp Ser Gly Ala Asn Ile Asn Ser Ser Val Ala Thr Val Ser Gly 145 150 155 160 Asn Val Asn Asn Ala 165 Ser Lys Tyr Leu Gly 170 Gly Ser Lys Leu Ser 175 Ser Leu Ala Leu Arg 180 Ser Val Thr Leu Arg 185 Lys Gly His Ser Trp 190 Ala Asn Glu Asn Met Asp Glu Gly Val Arg Gly Glu Pro Phe Asp Asp Ser Arg
cctcggctta tgaagattat cggaaatttc gccttcgcca tcagccagct taactctact ttctggcaga aggggcaaac gtatttggga acactcctgg aaggcctaat aatgtcgatt tttaaacctc ggaggcactg ttcccaggtc ccgtcttgcc cctctatcat cgatcgctta ccatgagacc tgcacatacc aagttaccaa aatgatatat cctaataaac gaagagaagt ccctcttcca tctagaagtt aatgggcagg agctttagat attgcatgtt
aacacttaca agtccaaggc cattctcatg gtggctgcac gttgcaaacc cttcaagcac ctattttctg attaattcaa ggttctaaat gcaaatgaaa actgcctcaa ggtggcatag cttaggacac gatacgtata gggaaagcat cgtctggctt ttgaaggaag gctcctcaat gcactgaaga ttatgtggcc aacgcacttc ctacgccaag ccgagttcct gaggaagcac atgtaccaga cttgaggagc atctataagc atgaaaccgc ccagatgaga
acgaggaacg agtctaaaca gagttaatgg agctatccgg caaactccct ctagaagaaa attctggtcc gtgttgcaac tgagttcttt acatggatga cgactggttc caatgagttc tcggagaagg tgaaacttcc actttgaact ctccttattg acatgaagct cttggtgtgc atttcctacg acgaatacac gtgtagatac agaagttaga ctgttataat tagagataat aagctaacat tcaaagagta ggcgaaacat ctgcaactga tcgatgagag
taattcaact 60 cacacaaagc 120 aggtgtttcg 180 tatagctcca 240 tattactgac 300 gtttgtagat 360 acgacggagt 420 agtaagcgga 480 ggcacttcgt 540 aggggtccgt 600 tatggcttcc 660 tcaaacaatc 720 gtgtagactt 780 acataagcat 840 aattgactat 900 cttagaagga 960 gagttacttg 1020 tatgggaaat 1080 agctgttcaa 1140 aactcttgag 1200 aagacactac 1260 gttctcagag 1320 gtcttattta 1380 ggagcaagcc 1440 acttgtctgc 1500 tgcgccttca 1560 gcacgataaa 1620 cgttgctgca 1680 cccgtga 1737 195 200 205
Pro Asn Thr Ala Ser Thr Thr Gly Ser Met Ala Ser Asn Asp Gln Glu
210 215 220
Asp Glu Thr Met Ser Ile Gly Gly Ile Ala Met Ser Ser Gln Thr Ile 225 230 235 240
Thr Ile Gly Val Ser Glu Ile Leu Asn Leu Leu Arg Thr Leu Gly Glu
245 250 255
Gly Cys Arg Leu Ser Tyr Met Tyr Arg Cys Gln Glu Ala Leu Asp Thr
260 265 270
Tyr Met Lys Leu Pro His Lys His Tyr Asn Thr Gly Trp Val Leu Ser
275 280 285
Gln Val Gly Lys Ala Tyr Phe Glu Leu Ile Asp Tyr Leu Glu Ala Glu
290 295 300
Lys Ala Phe Arg Leu Ala Arg Leu Ala Ser Pro Tyr Cys Leu Glu Gly 305 310 315 320
Met Asp Ile Tyr Ser Thr Val Leu Tyr His Leu Lys Glu Asp Met Lys
325 330 335
Leu Ser Tyr Leu Ala Gln Glu Leu Ile Ser Thr Asp Arg Leu Ala Pro
340 345 350
Gln Ser Trp Cys Ala Met Gly Asn Cys Tyr Ser Leu Gln Lys Asp His
355 360 365
Glu Thr Ala Leu Lys Asn Phe Leu Arg Ala Val Gln Leu Asn Pro Arg
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Asp Phe Glu Asn Gly Met Lys Ser Tyr Gln Asn Ala Leu Arg Val Asp
405 410 415
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Ser Pro
<210> 131 <211> 2235 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <4 00> 131
atggaagcta tgcttgtgga ctgtgtaaac aacagtcttc gtcattttgt ctacaaaaat 60
gctattttca tgtgcgagcg tctctgcgct gagtttcctt ctgaggttaa tttgcagcta 120
ttagccacca gctacctgca gaataatcaa gcttacagtg catatcatct gctaaaggga 180
acacaaatgg ctcagtcccg atacttgttc gcattatcat gcttccagat ggaccttctc 240
aatgaagctg aatctgcact ctgccctgtt aatgaacctg gtgcggagat cccaaatggt 300
gcagcaggcc attaccttct tggacttatt tacaagtata ctgatagaag gaagaatgct 360
gctcaacaat ttaaacagtc cttgacaata gaccctctac tttgggctgc atatgaggaa 420
ttatgtatat taggtgctgc tgaggaagca actgcagttt ttggtgaaac agctgctctc 480
tccattcaaa agcagtatat gcaacaactg tcaacttccc tcggcttaaa cacttacaac 540 gaggaacgta attcaacttc tactaaaaac acgagttctg aagattatag tccaaggcag 600
tctaaacaca cacaaagcca tggccttaaa gatatctccg gaaatttcca ttctcatgga 660
gttaatggag gtgtttcgaa catgtcattc tataatacgc cttcgccagt ggctgcacag 720
ctatccggta tagctccacc accacttttc cggaattttc agccagctgt tgcaaaccca 780
aactccctta ttactgacag ttctccaaag tccactgtta actctactct tcaagcacct 840
agaagaaagt ttgtagatga aggaaagtta cgtaagattt ctggcagact attttctgat 900
tctggtccac gacggagttc aagactgtct gctgattcag gggcaaacat taattcaagt 960
gttgcaacag taagcggaaa tgtgaacaac gcttccaagt atttgggagg ttctaaattg 1020
agttctttgg cacttcgttc tgtaacactt cggaagggac actcctgggc aaatgaaaac 1080
atggatgaag gggtccgtgg ggaacctttt gatgattcaa ggcctaatac tgcctcaacg 1140
actggttcta tggcttccaa tgatcaagaa gacgaaacaa tgtcgattgg tggcatagca 1200
atgagttctc aaacaatcac aattggtgtt tcggaaattt taaacctcct taggacactc 1260
ggagaagggt gtagactttc atacatgtac aggtgtcagg aggcactgga tacgtatatg 1320
aaacttccac ataagcatta taatacagga tgggttcttt cccaggtcgg gaaagcatac 1380
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ccttattgct tagaaggaat ggatatatac tctacggtcc tctatcattt gaaggaagac 1500
atgaagctga gttacttggc tcaggaacta atatcaaccg atcgcttagc tcctcaatct 1560
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ttcctacgag ctgttcaact gaatccaaga tttgcatatg cacatacctt atgtggccac 1680
gaatacacaa ctcttgagga ttttgagaac ggaatgaaaa gttaccaaaa cgcacttcgt 1740
gtagatacaa gacactacaa cgcatggtac gggcttggaa tgatatatct acgccaagag 1800
aagttagagt tctcagagca tcacttcaga atggctttcc taataaaccc gagttcctct 1860
gttataatgt cttatttagg gacatctttg catgccttga agagaagtga ggaagcacta 1920
gagataatgg agcaagccat agtagcagat agaaaaaacc ctcttccaat gtaccagaaa 1980
gctaacatac ttgtctgctt agaaagatta gatgaagctc tagaagttct tgaggagctc 2040
aaagagtatg cgccttcaga gagcagcgtt tacgctttaa tgggcaggat ctataagcgg 2100
cgaaacatgc acgataaagc catgcttcat ttcggtctag ctttagatat gaaaccgcct 2160
gcaactgacg ttgctgcaat aaaggctgca atggagaaat tgcatgttcc agatgagatc 2220
gatgagagcc cgtga 2235
<210> 132 <211> 744 <212> PRT <213> Arabidopsis thaliana <400> 132 Met Glu Ala Met Leu Val Asp Cys Val Asn Asn Ser Leu Arg His Phe 1 5 10 15 Val Tyr Lys Asn Ala Ile Phe Met Cys Glu Arg Leu Cys Ala Glu Phe 20 25 30 Pro Ser Glu Val Asn Leu Gln Leu Leu Ala Thr Ser Tyr Leu Gln Asn 35 40 45 Asn Gln Ala Tyr Ser Ala Tyr His Leu Leu Lys Gly Thr Gln Met Ala 50 55 60 Gln Ser Arg Tyr Leu Phe Ala Leu Ser Cys Phe Gln Met Asp Leu Leu 65 70 75 80 Asn Glu Ala Glu Ser Ala Leu Cys Pro Val Asn Glu Pro Gly Ala Glu 85 90 95 Ile Pro Asn Gly Ala Ala Gly His Tyr Leu Leu Gly Leu Ile Tyr Lys 100 105 110 Tyr Thr Asp Arg Arg Lys Asn Ala Ala Gln Gln Phe Lys Gln Ser Leu 115 120 125 Thr Ile Asp Pro Leu Leu Trp Ala Ala Tyr Glu Glu Leu Cys Ile Leu 130 135 140 Gly Ala Ala Glu Glu Ala Thr Ala Val Phe Gly Glu Thr Ala Ala Leu 145 150 155 160 Ser Ile Gln Lys Gln Tyr Met Gln Gln Leu Ser Thr Ser Leu Gly Leu 165 170 175 Asn Thr Tyr Asn Glu Glu Arg Asn Ser Thr Ser Thr Lys Asn Thr Ser 180 185 190 Ser Glu Asp Tyr Ser Pro Arg Gln Ser Lys His Thr Gln Ser His Gly 195 200 205 Leu Lys Asp Ile Ser Gly Asn Phe His Ser His Gly Val Asn Gly Gly 210 215 220 Val Ser Asn Met Ser Phe Tyr Asn Thr Pro Ser Pro Val Ala Ala Gln 70 225 230 235 240 Leu Ser Gly Ile Ala Pro Pro Pro Leu Phe Arg Asn Phe Gln Pro Ala 245 250 255 Val Ala Asn Pro Asn Ser Leu Ile Thr Asp Ser Ser Pro Lys Ser Thr 260 265 270 Val Asn Ser Thr Leu Gln Ala Pro Arg Arg Lys Phe Val Asp Glu Gly 275 280 285 Lys Leu Arg Lys Ile Ser Gly Arg Leu Phe Ser Asp Ser Gly Pro Arg 290 295 300 Arg Ser Ser Arg Leu Ser Ala Asp Ser Gly Ala Asn Ile Asn Ser Ser 305 310 315 320 Val Ala Thr Val Ser Gly Asn Val Asn Asn Ala Ser Lys Tyr Leu Gly 325 330 335 Gly Ser Lys Leu Ser Ser Leu Ala Leu Arg Ser Val Thr Leu Arg Lys 340 345 350 Gly His Ser Trp Ala Asn Glu Asn Met Asp Glu Gly Val Arg Gly Glu 355 360 365 Pro Phe Asp Asp Ser Arg Pro Asn Thr Ala Ser Thr Thr Gly Ser Met 370 375 380 Ala Ser Asn Asp Gln Glu Asp Glu Thr Met Ser Ile Gly Gly Ile Ala 385 390 395 400 Met Ser Ser Gln Thr Ile Thr Ile Gly Val Ser Glu Ile Leu Asn Leu 405 410 415 Leu Arg Thr Leu Gly Glu Gly Cys Arg Leu Ser Tyr Met Tyr Arg Cys 420 425 430 Gln Glu Ala Leu Asp Thr Tyr Met Lys Leu Pro His Lys His Tyr Asn 435 440 445 Thr Gly Trp Val Leu Ser Gln Val Gly Lys Ala Tyr Phe Glu Leu Ile 450 455 460 Asp Tyr Leu Glu Ala Glu Lys Ala Phe Arg Leu Ala Arg Leu Ala Ser 465 470 475 480 Pro Tyr Cys Leu Glu Gly Met Asp Ile Tyr Ser Thr Val Leu Tyr His 485 490 495 Leu Lys Glu Asp Met Lys Leu Ser Tyr Leu Ala Gln Glu Leu Ile Ser 500 505 510 Thr Asp Arg Leu Ala Pro Gln Ser Trp Cys Ala Met Gly Asn Cys Tyr 515 520 525 Ser Leu Gln Lys Asp His Glu Thr Ala Leu Lys Asn Phe Leu Arg Ala 530 535 540 Val Gln Leu Asn Pro Arg Phe Ala Tyr Ala His Thr Leu Cys Gly His 545 550 555 560 Glu Tyr Thr Thr Leu Glu Asp Phe Glu Asn Gly Met Lys Ser Tyr Gln 565 570 575 Asn Ala Leu Arg Val Asp Thr Arg His Tyr Asn Ala Trp Tyr Gly Leu 580 585 590 Gly Met Ile Tyr Leu Arg Gln Glu Lys Leu Glu Phe Ser Glu His His 595 600 605 Phe Arg Met Ala Phe Leu Ile Asn Pro Ser Ser Ser Val Ile Met Ser 610 615 620 Tyr Leu Gly Thr Ser Leu His Ala Leu Lys Arg Ser Glu Glu Ala Leu 625 630 635 640 Glu Ile Met Glu Gln Ala Ile Val Ala Asp Arg Lys Asn Pro Leu Pro 645 650 655 Met Tyr Gln Lys Ala Asn Ile Leu Val Cys Leu Glu Arg Leu Asp Glu 660 665 670 Ala Leu Glu Val Leu Glu Glu Leu Lys Glu Tyr Ala Pro Ser Glu Ser 675 680 685 Ser Val Tyr Ala Leu Met Gly Arg Ile Tyr Lys Arg Arg Asn Met His 690 695 700 Asp Lys Ala Met Leu His Phe Gly Leu Ala Leu Asp Met Lys Pro Pro 705 710 715 720 Ala Thr Asp Val Ala Ala Ile Lys Ala Ala Met Glu Lys Leu His Val
725 730 735 Pro Asp Glu Ile Asp Glu Ser Pro 740
<210> 133 <211> 2181 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 133
atgatggaga atctactggc gaattgtgtc cagaaaaacc aatgctatct tcctttgcga acttcttctc gcccaatttc ttgttagcca ggtgttactt gagtaacagt caagcttata ggttcaaaaa cgcctcagtc tcggtattta tttgcattct cttggagagg ctgaagctgc attgttgccc tgtgaagatt ggtgcagctg ggcattatct tcttggtctt atatatagat tcaatacaac agtttaggat ggcattgtca tttgatccat gaactttgta gtttaggtgc cgctgaagaa gcctcaacag cagcgtctta aaacttgtgt agaacaaaga ataagcttct cagattacag attctgataa ggccttaaaa gatacaggtt ccaggagaga accaacaaga tctgaaaatt atgcagcagc actgacaggc aacttagtac aaacggatgg gacttgaaca caggtaatgg atgctccacc gcctctgctt cttaagaata ggatctttga tgtctgtaca tggagtgcgt gtgcgtcgaa ttgtcagcag aggctcaaga agaatctggg cgccgccgta aaaaagaatc ctatgtcgca gtcatttgga aaagattccc tccgagtcaa actatgcacc ttctctttcc tcgatgattg agcaaagaag cgattcctga taccgttact ctaaatgatc tctgtaagtg acactggaag ctctgttgat gatgaggaaa tccccggatc gtttcagcct tatttctgga atttcagaag cttggagatg gccacaggca tttacatatg tacaagtgtc caaaagctat ctcagaaaca atacaataca cactgggttc tattttgagc tacaagacta cttcaacgct gactcttcct tatccttatg ctttggaagg aatggataca tactccactg gagatgaggt tgggctatct ggctcaggaa ctgatttcag tcctggtgtg cagttgggaa ctgttacagt ttgcgtaagg atgtttcaga gagctatcca actgaatgaa agattcacat cacgagtttg ccgcattgga agaattcgag gatgcagaga ggcatagata cgagacacta taatgcatgg tacggtcttg gagaaattcg agtttgcgca gcatcaattt caactggctc tcagtcatca tgtgttacta tggaattgct ttgcatgagt ttgatgatga tggagaaggc tgtactcact gatgcaaaga aaggctcaca tattaaccag cctaggtgat tatcacaaag ctcaaagaat gtgctcctca agaaagcagt gtccatgcat cagctaaagc aatacgacaa agccgtgtta catttcggca tctccatctg atgctgtcaa gataaaggct tacatggaga ctggtgacgg aggaaaattt g <210> 134 <211> 728 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 134
Met Met Glu Asn Leu Leu Ala Asn Cys Val Gln 15 10
Phe Met Phe Thr Asn Ala Ile Phe Leu Cys Glu
20 25
Phe Pro Ser Glu Val Asn Leu Gln Leu Leu Ala
35 40
Asn Ser Gln Ala Tyr Ser Ala Tyr Tyr Ile Leu
50 55
Pro Gln Ser Arg Tyr Leu Phe Ala Phe Ser Cys 65 70 75
Leu Gly Glu Ala Glu Ala Ala Leu Leu Pro Cys
85 90
Glu Val Pro Gly Gly Ala Ala Gly His Tyr Leu 100 105
ttaaccattt tatgttcacc 60 catctgaggt gaacctgcaa 120 gtgcatatta tatccttaaa 180 catgctttaa gttggatctt 240 atgctgaaga agttcctggt 300 attctgggag gaagaactgt 360 tgtgttggga agcatatgga 420 ttttcgggaa tgttgcttcc 480 cagaaggagc aaccatagac 540 tatcgcaaac agaacacatt 600 ctggagatat tccaccaaat 660 caccttctcc agtgctttta 720 tgcgtcgtcc agcagtggaa 780 gaaacttttt tagtgaagaa 840 gtgctagaat agcagcaagg 900 attggttaca tctttcacct 960 gaaaatgcag aatccaaagc 1020 cagcaacgac gtcaggccag 1080 agtcaaatcc tagtgaatct 1140 tgctaggcat tctgaaaatt 1200 aggaagcttt gttggcatat 1260 tcatgcaggt tggaaaagca 1320 ttactcttgc tcatcaaaag 1380 ttctttatca cctgaaagaa 1440 ttgatcgcct gtctccagaa 1500 atcatgatac tgctctcaaa 1560 atgcacatac cctttgtggc 1620 gatgctaccg gaaggctctg 1680 gaatgaccta tcttcgtcag 1740 tccaaataaa tccaagatct 1800 caaagagaaa cgatgaggcg 1860 atccgctccc caagtactac 1920 cacagaaagt tttagaagag 1980 cgcttggcaa aatatacaat 2040 ttgctttgga tttaagccct 2100 ggttgatact accagacgag 2160 2181
Lys Asn
Leu Leu
Arg Cys 45
Lys Gly 60
Phe Lys Glu Asp Leu Gly
Leu Asn His 15 Leu Ala Gln 30 Tyr Leu Ser Ser Lys Thr Leu Asp Leu 80 Tyr Ala Glu 95 Leu Ile Tyr 110 72 Arg Tyr Ser Gly Arg Lys Asn Cys Ser Ile Gln Gln Phe Arg Met Ala 115 120 125 Leu Ser Phe Asp Pro Leu Cys Trp Glu Ala Tyr Gly Glu Leu Cys Ser 130 135 140 Leu Gly Ala Ala Glu Glu Ala Ser Thr Val Phe Gly Asn Val Ala Ser 145 150 155 160 Gln Arg Leu Gln Lys Thr Cys Val Glu Gln Arg Ile Ser Phe Ser Glu 165 170 175 Gly Ala Thr Ile Asp Gln Ile Thr Asp Ser Asp Lys Ala Leu Lys Asp 180 185 190 Thr Gly Leu Ser Gln Thr Glu His Ile Pro Gly Glu Asn Gln Gln Asp 195 200 205 Leu Lys Ile Met Gln Gln Pro Gly Asp Ile Pro Pro Asn Thr Asp Arg 210 215 220 Gln Leu Ser Thr Asn Gly Trp Asp Leu Asn Thr Pro Ser Pro Val Leu 225 230 235 240 Leu Gln Val Met Asp Ala Leu Pro Pro Leu Leu Leu Lys Asn Met Arg 245 250 255 Arg Pro Ala Val Glu Gly Ser Leu Met Ser Val His Gly Val Arg Val 260 265 270 Arg Arg Arg Asn Phe Phe Ser Glu Glu Leu Ser Ala Glu Ala Gln Glu 275 280 285 Glu Ser Gly Arg Arg Arg Ser Ala Arg Ile Ala Ala Arg Lys Lys Asn 290 295 300 Pro Met Ser Gln Ser Phe Gly Lys Asp Ser His Trp Leu His Leu Ser 305 310 315 320 Pro Ser Glu Ser Asn Tyr Ala Pro Ser Leu Ser Ser Met Ile Gly Lys 325 330 335 Cys Arg Ile Gln Ser Ser Lys Glu Val Ile Pro Asp Thr Val Thr Leu 340 345 350 Asn Asp Pro Ala Thr Thr Ser Gly Gln Ser Val Ser Asp Ile Gly Ser 355 360 365 Ser Val Asp Asp Glu Glu Lys Ser Asn Pro Ser Glu Ser Ser Pro Asp 370 375 380 Arg Phe Ser Leu Ile Ser Gly Ile Ser Glu Val Leu Ser Leu Leu Lys 385 390 395 400 Ile Leu Gly Asp Gly His Arg His Leu His Met Tyr Lys Cys Gln Glu 405 410 415 Ala Leu Leu Ala Tyr Gln Lys Leu Ser Gln Lys Gln Tyr Asn Thr His 420 425 430 Trp Val Leu Met Gln Val Gly Lys Ala Tyr Phe Glu Leu Gln Asp Tyr 435 440 445 Phe Asn Ala Asp Ser Ser Phe Thr Leu Ala His Gln Lys Tyr Pro Tyr 450 455 460 Ala Leu Glu Gly Met Asp Thr Tyr Ser Thr Val Leu Tyr His Leu Lys 465 470 475 480 Glu Glu Met Arg Leu Gly Tyr Leu Ala Gln Glu Leu Ile Ser Val Asp 485 490 495 Arg Leu Ser Pro Glu Ser Trp Cys Ala Val Gly Asn Cys Tyr Ser Leu 500 505 510 Arg Lys Asp His Asp Thr Ala Leu Lys Met Phe Gln Arg Ala Ile Gln 515 520 525 Leu Asn Glu Arg Phe Thr Tyr Ala His Thr Leu Cys Gly His Glu Phe 530 535 540 Ala Ala Leu Glu Glu Phe Glu Asp Ala Glu Arg Cys Tyr Arg Lys Ala 545 550 555 560 Leu Gly Ile Asp Thr Arg His Tyr Asn Ala Trp Tyr Gly Leu Gly Met 565 570 575 Thr Tyr Leu Arg Gln Glu Lys Phe Glu Phe Ala Gln His Gln Phe Gln 580 585 590 Leu Ala Leu Gln Ile Asn Pro Arg Ser Ser Val Ile Met Cys Tyr Tyr
595 600 605 Gly Ile Ala Leu His Glu Ser Lys Arg Asn Asp Glu Ala Leu Met Met 610 615 620 Met Glu Lys Ala Val Leu Thr Asp Ala Lys Asn Pro Leu Pro Lys Tyr 625 630 635 640 Tyr Lys Ala His Ile 645 Leu Thr Ser Leu Gly 650 Asp Tyr His Lys Ala 655 Gln Lys Val Leu Glu 660 Glu Leu Lys Glu Cys 665 Ala Pro Gln Glu Ser 670 Ser Val His Ala Ser 675 Leu Gly Lys Ile Tyr 680 Asn Gln Leu Lys Gln 685 Tyr Asp Lys Ala Val 690 Leu His Phe Gly Ile 695 Ala Leu Asp Leu Ser 700 Pro Ser Pro Ser Asp Ala Val Lys Ile Lys Ala Tyr Met Glu Arg Leu Ile Leu Pro Asp 705 710 715 720 Glu Leu Val Thr Glu Glu Asn Leu
725
<210> 135
<211> 1835
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<220>
<221> misc_feature <222> (729)..(732) <223> η is a, c, g, ou t <400> 135
atggaaaccc taatggtgga ccgcgtccac ggcagcctcc gccgtcttcc tctgcgagcg cctctgcgcc cagttccccg tagcaacttg ctaccttcac aacaaccagc catatgctgc agaagctgcc agagtcccgg tacttgtttg ctatgtcatg gggaagctga agaagccttg tgtcctgtca atgaaccaaa caacagggca ctaccttctt ggagtaattt acaggtacac ctgagcaatt tgtacaagct ctgactcttg atcctcttct tgtgcatact aggtgttgct gaagatgcaa atgaatgttt gtcttcagca ggaactcaca tccacatcaa atgtggaaaa atcggtttct atcttccaat gtgtcagcaa gttttggtga agctgcatgc taacaccact gcagaagtat ctggttatcc tgcatatgca gaacggtgca ccatctaatt tatcacagtt caacgcagnn nnataatgta acttcaactt cgtcttctac atcccgagca agagaaatct gaacgagttc tgtcacagga tcagggagct aatggcactc ttgcggacac taggggaagg ttaagtgtca ggaagcattg gaagtatata gaaagctccc gatgggttct ttgccaggtt gggaagacat attttgaact atcatttttt tgagttagcg catcgactat caccatgcac actccactgt tctttatcat ttgaatgagg aaatgcggct ttgtttctat tgatcgacta tctccccaag catggtgtgc tgaggaaaga tcatgagact gccttgaaga attttcaacg gagttgcata cgctcacacg ctatgcggtc acgatataaa aggtagatga aagacactac aatgcctggt atggccttgg aaaagtttga gtttgctgag catcatttca gaagggcatt ctgttcttat gtgctatctt gggatggcct tgcatgcttt tggaaatgat ggagaaggct atatttgctg ataagaagaa aggctttaat ccttctaggc ctacaaaaat accctgatgc taaaggaaat tgcacctcat gaaagtagta tgtatgcact aacttaacat tcttgacaag gctgtatttt gctttggcat ctgctgctga cgttgctata atacaatctg caatggagaa ttatggatga tgatgatgat gatgatgaga tttaa <210> 136 <211> 757 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 136
Met Glu Thr Leu Met Val Asp Arg Val His Gly 1 5 10
Met His Arg Asn Ala Val Phe Leu Cys Glu Arg
gcctcttcat gcaccgcaac 60 ccgagacaaa tgtccagttg 120 ataccacatc ttgaaaggaa 180 cttccgaatg aacctcttac 240 tattgaggtt ccaagtggtg 300 tggcagagtg gaagctgcag 360 atgggcagca tacgaggaat 420 cagtgaagca acagctctac 480 gtcaaacttt gttaatgaaa 540 tagtcctaag caaattaaac 600 tcatgtaaag tcaactgcat 660 tgacactcca tcgccaactt 720 aagtatagtt gatggaagat 780 ctccaaatta gctattggta 840 gtataggctt tcttgcttgt 900 agaggcacaa tttaatactg 960 cgtcaattat ttagaagccg 1020 gttggaggga atggacattt 1080 aagttacctt gctcaagatc 1140 tgtgggaaat tgctttgcct 1200 tgctgtacag cttgactcaa 1260 actataccga tctgcacttc 1320 agtggtgtac cttcgccagg 1380 ccagataaat ccttgctctt 1440 aaagaggaat gaggaagcct 1500 tccactcccc aagtatcaaa 1560 tctggatgag ttggaacggc 1620 gatgggaaag atttacaagc 1680 tgccctggat ttgaaacctc 1740 agtacacctt ccagatgaac 1800 1835
Ser Leu Arg Leu Phe 15
Leu Cys Ala Gln Phe 20 25 30
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35 40 45
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50 55 60
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Arg Glu Ala Glu Glu Ala Leu Cys Pro Val Asn Glu Pro Asn Ile Glu
85 90 95
Val Pro Ser Gly Ala Thr Gly His Tyr Leu Leu Gly Val Ile Tyr Arg
100 105 110
Tyr Thr Gly Arg Val Glu Ala Ala Ala Glu Gln Phe Val Gln Ala Leu
115 120 125
Thr Leu Asp Pro Leu Leu Trp Ala Ala Tyr Glu Glu Leu Cys Ile Leu
130 135 140
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Phe Val Asn Glu Asn Arg Phe Leu Ser Ser Asn Val Ser Ala Ser Phe
180 185 190
Gly Asp Ser Pro Lys Gln Ile Lys Gln Leu His Ala Asn Thr Thr Ala
195 200 205
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Ser Thr Gln Val Ser Gly Ile Ala Pro Pro Pro Leu Phe Arg Asn Met
245 250 255
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Val Asn Ala Pro Asn Leu Thr Leu Arg Arg Lys Tyr Ile Asp Glu Ala
275 280 285
Gly Leu Lys Lys Val Ser Gly Arg Leu Phe Asn Gln Ser Ser Asp Ser
290 295 300
Val Pro Arg Arg Ser Ala Arg Leu Ser Arg Asp Thr Thr Ile Asn Ser 305 310 315 320
Asn Ser Asn Ile Ser Gln Phe Gly Gly Asn Gly Thr Asp His Ser Ser
325 330 335
Gly Lys Leu Arg Val Asn Ser Ser Thr Pro Ser Lys Leu Cys Ser Thr
340 345 350
Ala Leu Arg Ser Val Gln Val Arg Lys Gly Lys Pro Gln Ala Thr Glu
355 360 365
Asn Phe Asp Glu Gly Asp Tyr His Phe Asp Met Asp Asp Ser Val Thr
370 375 380
Ser Thr Ser Ser Ser Thr Ser Ile Val Asp Gly Arg Tyr Pro Glu Gln 385 390 395 400
Glu Lys Ser Glu Arg Val Leu Ser Gln Asp Ser Lys Leu Ala Ile Gly
405 410 415
Ile Arg Glu Leu Met Ala Leu Leu Arg Thr Leu Gly Glu Gly Tyr Arg
420 425 430
Leu Ser Cys Leu Phe Lys Cys Gln Glu Ala Leu Glu Val Tyr Arg Lys
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Leu Pro Glu Ala Gln Phe Asn Thr Gly Trp Val Leu Cys Gln Val Gly
450 455 460
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Glu Leu Ala His Arg Leu Ser Pro Cys Thr Leu Glu Gly Met Asp Ile
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Tyr Ser Thr Val Leu Tyr His Leu Asn Glu Glu Met Arg Leu Ser Tyr
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550
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580
595
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630
645
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675
690
705
710
725
740
Asp Asp Asp Glu Ile
755 <210> 137 <211> 2253 <212> DNA
<213> Solanum tuberosum <4 00> 137
atggaaaccc tactagctga atctgtgcaa aacagccttg gccattttca tgtgtgaacg actctgtgcc gagttcccca ttagctggct gctacctgca caaccaacag gcttatgctg acaagtatgg ctcaatcccg ctacttgttt gcactatcat actgaagctg agacagcact ttgccctcct aatgagccaa gcagctgggc attaccttct tggtcttatt tacaggtata atccagcatt tcaatcaggc attgttattg gatccattgc ttgtgtatac taggtgctgc agaagaagca gctgcagttt tgcattcaga aacaacacat agaccaaggg aaccaatctc gatgatcaga atgtagcttc tacgaatatt gtctcaggcg aaacatacac acagccataa tcttcgagaa atgtctggaa atccagaatt taggtggggt ttctactaac atgtcattct gcatcacagt tgtcaggagt ggttccacct ccagtttgta actaatgcat ctgtggctgg tgctgataat tctccacgag caggcccctc ggagaaagtt tgttgatgag gggaagttaa ttttctgatt ctggccctcg acgaaattca aggcttgctg aattcaaatg tatctggtgc ttctggaaat ggaacaattc agttcgaagc tgagctcaat gactttacgt tccatgacaa gctaccgaaa actatggtga agggactcgc aatgacattt atgactatgt cacacccttc tggagatgct agacctcttg tctgcttctg gggttaatgt aagcagcaca tctatccctc gcccttttca ggtttcttgg ggaaggctat agactttctt gcactggatg tttataacaa actcccacac aaacattatc cagattggaa gagcatactt cgaaatggtt gattacctag cttgctcgtc tggcctcacc ttatagttta gaaggaatgg tttcatctca aggaggacat gaagttgagc tatctggcgc agattagctc ctcaatcttg gtgtgctatg gggaattgct gaaactgctc ttaaaaattt tcaacgagct gtacaactaa
Phe Ala Leu Arg Lys Asp His Glu Thr Ala 535 540 Ala Val Gln Leu Asp 555 Ser Arg Val Ala Tyr 560 His Glu Tyr Ser 570 Ala Leu Glu Asp Tyr 575 Glu Arg Ser Ala 585 Leu Gln Val Asp Glu 590 Arg His Leu Gly 600 Val Val Tyr Leu Arg 605 Gln Glu Lys His Phe Arg Arg Ala Phe Gln Ile Asn Pro 615 620 Cys Tyr Leu Gly Met 635 Ala Leu His Ala Leu 640 Leu Glu Met Met 650 Glu Asn Ala Ile Phe 655 Ala Pro Lys Tyr 665 Gln Lys Ala Leu Ile 670 Leu Leu Asp Ala 680 Leu Asp Glu Leu Glu 685 Arg Leu Lys Ser Ser Met Tyr Ala Leu Met Gly Lys Ile 695 700 Leu Asp Lys Ala Val 715 Phe Cys Phe Gly Ile 720 Pro Ala Ala Asp 730 Val Ala Ile Ile Lys 735 Ser Leu Pro Asp 745 Glu Leu Met Asp Asp 750 Asp Asp
gccaatttat gtaccacaac 60 ctgagacaaa tatgcagctt 120 catatcatct tctcaagggg 180 gctttcagat ggatcttctc 240 ctgcagaggt tccaaatggt 300 cagatagaag aaatagttcc 360 tatgggctgc atatgaggag 420 ttggggaagc atctttgctt 480 aaaatttaca agcatccact 540 acatcagccc tatgcaatca 600 attataatgg agcagctgct 660 acaacactcc ctcaccaatg 720 gaaattttca gcaaaatgga 780 caactgtcaa ttcaaccatt 840 gaaagatatc tgggaggtta 900 gagaatctac tggaaacaca 960 attcttccaa atattatggt 1020 gtcgaaaggc acaatcttgg 1080 ctaatgattc tcggctaaat 1140 aacaagaaag gccccgaact 1200 tcagtgcttc agagatattg 1260 gtttatatag atgtcaggat 1320 acactggatg ggttctttct 1380 aagcagatca tgcatttggc 1440 acgtgtactc gacagtgttg 1500 aggtgctggt atcaactgat 1560 atagtttaca gaaagaccat 1620 atcctagatt tgcatacggg 1680 cacacgcttt gtggtcatga atatgttgct ttagaagatt ttgaaaatgc tattaagagc 1740 tatcagagtg cacttcgtgt ggatgccagg cattacaatg cctggtatgg gcttggaatg 1800 atctatctcc gacaggagaa gtttgaattt tcagagcatc actttcgaat ggctttgggt 1860 ataaatccac agtcttctgt tatcatgtca tatcttggca ctgcattaca cgctctgaag 1920 aaaaatgaag aggcattgga agtgatggag ctggctattg tagcagacaa gaaaaaccct 1980 cttccaatgt atcagaaggc taacatcctt gtgagcacgg aaagttttga tgccgcttta 2040 gaagtcttag aggaacttaa agagcatgct cctcgtgaga gcagtgtcta tgctttgatg 2100 ggtcggatat acaagaggcg taatatgtac gacaaagcca tgcttcattt tggagtggca 2160 ttagatttaa aaccatctgc aactgatgtt gctaccatta aggctgccat tgaaaagctg 2220 catgtaccag atgagatgga agatgaatta taa 2253
<210> 138 <211> 750 <212> PRT
<213> Solanum tuberosum <4 00> 138
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<212> DNA
<213> Schizosaccharomyces pombe
<400> 139
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ttggcatatt cgcatttcct aaacctcgat tacaatattg tatacgactt attagataga 180
gtaattagtc atgttccttg cacatactta tttgcaagga ccagccttat tttaggcaga 240
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aacataaatg actcaattag cagtcgtgga catccagatg cctcttgcat gcttgatgtt 360
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ccactcgatg ctaataatgt atttgttatt ccaccctacc ttacggcaat gaagggtttt 540
gaaaaatctc aaacgaatgc tacagcttcg gtaccagaac cgtctttttt gaagaaaagt 600
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tcaaactcat ccatttcagc atttactaag tggtttgata gggttgacgc ttctgagctt 720 ccaggaagtg agaaggaacg acatcaaagc ttgaaattac aatctcaatc tcagactagc 780
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ttaaaatccc actttgtgga acctagaacc caagcattaa gaccaggagc tcgtttaaca 900
tataaattac gcgaagcgag aagttctaaa agaggagaga gcacacctca aagcttccgc 960
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gcccagtata agttacgaga ggctttaaat tgtttccaaa gcttgcccat cgaacagcaa 1080
aatacacctt ttgttcttgc aaagcttgga ataacctact ttgaactggt tgattacgaa 1140
aaatctgaag aagtgtttca aaaattaagg gacttgtcgc cttcacgtgt caaagatatg 1200
gaagtctttt caactgcact ttggcatttg caaaagtctg ttcctttatc ttaccttgcc 1260
catgaaactt tggaaactaa tccttattcc ccagaatcat ggtgcattct tgctaattgc 1320
ttctcacttc aacgtgaaca ctcgcaggca ttaaaatgta ttaatagagc tattcaattg 1380
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<213> Schizosaccharomyces pombe <400> 140
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Glu Glu Asp Asn Asn Leu Met Glu Leu Leu Lys Leu Phe Gly Lys Gly
325 330 335
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340 345 350
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Leu Gly Ile Thr Tyr Phe Glu Leu Val Asp Tyr Glu Lys Ser Glu Glu
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Val Phe Gln Lys Leu Arg Asp Leu Ser Pro Ser Arg Val Lys Asp Met 385 390 395 400
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<213> Aspergillus niger <4 00> 141
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gatgaagaag atatggcgtg a 2421 <210> 142 <211> 806 <212> PRT
<213> Aspergillus niger <4 00> 142
Met Thr Pro Ser Thr Ser His Ile Ser Ser Gln Leu Arg Gln Leu Ile 1 5 10 15 Tyr Tyr His Leu Asp Asn Asn Leu Ala Arg Asn Ala Leu Phe Leu Ala 20 25 30 Gly Arg Leu His Ala Tyr Glu Pro Arg Thr Ser Glu Ala Ser Tyr Leu 35 40 45 Leu Ala Leu Cys Tyr Leu Gln Asn Gly Gln Val Lys Ala Ala Trp Glu 50 55 60 Thr Ser Lys His Phe Gly Ser Arg Gly Ala His Leu Gly Cys Ser Tyr 65 70 75 80 Val Tyr Ala Gln Ala Cys Leu Asp Leu Gly Lys Tyr Thr Asp Gly Ile 85 90 95 Asn Ala Leu Glu Arg Ser Lys Gly Gln Trp Thr Ser Arg Asn His Trp 100 105 110 Asn Lys His Ser Glu Thr Arg Arg Gln His Leu Pro Asp Ala Ala Ala 115 120 125 Val Leu Cys Leu Gln Gly Lys Leu Trp Gln Ala His Lys Glu His Asn 130 135 140 Lys Ala Val Glu Cys Tyr Ala Ala Ala Leu Lys Leu Asn Pro Phe Met 145 150 155 160 Trp Asp Ala Phe Leu Asn Leu Cys Glu Thr Gly Val Asp Leu Arg Val 165 170 175 Ser Asn Ile Tyr Lys Met Ser Pro Glu Leu Tyr Ser Met Val Ser Ser 180 185 190 Ala Ala Leu Glu Asp Val Glu Ser Gln Val Leu Pro Pro Asp Gly Pro 195 200 205 Leu Gln Thr Gln Val Asn Pro Asn Pro Ser Leu Asp Pro Phe Thr Ala 210 215 220
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725 730 735
Leu Thr Glu Leu Lys Val Leu Lys Asp Met Ala Pro Asp Glu Ala Asn
740 745 750
Val His Tyr Leu Leu Gly Lys Leu Tyr Lys Met Leu Arg Asp Lys Gly
755 760 765
Asn Ala Ile Lys His Phe Thr Thr Ala Leu Asn Leu Asp Pro Lys Ala
770 775 780
Ala Gln Tyr Ile Lys Asp Ala Met Glu Ala Leu Asp Asp Asp Glu Glu 785 790 795 800
Asp Glu Glu Asp Met Ala 805
<210> 143
<211> 2472
<212> DNA
<213> Homo sapiens
<4 00> 143
atgacggtgc tgcaggaacc cgtccaggct gctatatggc aagcactaaa ccactatgct 60
taccgagatg cggttttcct cgcagaacgc ctttatgcag aagtacactc agaagaagcc 120
ttgtttttac tggcaacctg ttattaccgc tcaggaaagg catataaagc atatagactc 180
ttgaaaggac acagttgtac tacaccgcaa tgcaaatacc tgcttgcaaa atgttgtgtt 240
gatctcagca agcttgcaga aggggaacaa atcttatctg gtggagtgtt taataagcag 300
aaaagccatg atgatattgt tactgagttt ggtgattcag cttgctttac tctttcattg 360
ttgggacatg tatattgcaa gacagatcgg cttgccaaag gatcagaatg ttaccaaaag 420
agccttagtt taaatccttt cctctggtct ccctttgaat cattatgtga aataggtgaa 480
aagccagatc ctgaccaaac atttaaattc acatctttac agaactttag caactgtctg 540
cccaactctt gcacaacaca agtacctaat catagtttat ctcacagaca gcctgagaca 600
gttcttacgg aaacacccca ggacacaatt gaattaaaca gattgaattt agaatcttcc 660
aattcaaagt actccttgaa tacagattcc tcagtgtctt atattgattc agctgtaatt 720
tcacctgata ctgtcccact gggaacagga acttccatat tatctaaaca ggttcaaaat 780
aaaccaaaaa ctggtcgaag tttattagga ggaccagcag ctcttagtcc attaacccca 840
agttttggga ttttgccatt agaaacccca agtcctggag atggatccta tttacaaaac 900
tacactaata cacctcctgt aattgatgtg ccatccaccg gagccccttc aaaaaagtct 960
gttgccagaa tcggccaaac tggaacaaag tctgtcttct cacagagtgg aaatagccga 1020
gaggtaactc caattcttgc acaaacacaa agttctggtc cacaaacaag tacaacacct 1080
caggtattga gccccactat tacatctccc ccaaacgcac tacctcgaag aagttcacga 1140
ctctttacta gtgacagctc cacaaccaag gagaatagca aaaaattaaa aatgaagttt 1200
ccacctaaaa tcccaaacag aaaaacaaaa agtaaaacta ataaaggagg aataactcaa 1260
cctaacataa atgatagcct ggaaattaca aaattggact cttccatcat ttcagaaggg 1320
aaaatatcca caatcacacc tcagattcag gcctttaatc tacaaaaagc agcagcaggt 1380
ttgatgagcc ttcttcgtga aatggggaaa ggttatttag ctttgtgttc atacaactgc 1440
aaagaagcta taaatatttt gagccatcta ccttctcacc actacaatac tggttgggta 1500
ctgtgccaaa ttggaagggc ctattttgaa ctttcagagt acatgcaagc tgaaagaata 1560
ttctcagagg ttagaaggat tgagaattat agagttgaag gcatggagat ctactctaca 1620
acactttggc atcttcaaaa agatgttgct ctttcagttc tgtcaaaaga cttaacagac 1680
atggataaaa attcgccaga ggcctggtgt gctgcaggga actgtttcag tctgcaacgg 1740
gaacatgata ttgcaattaa attcttccag agagctatcc aagttgatcc aaattacgct 1800
tatgcctata ctctattagg gcatgagttt gtcttaactg aagaattgga caaagcatta 1860
gcttgttttc gaaatgctat cagagtcaat cctagacatt ataatgcatg gtatggttta 1920
ggaatgattt attacaagca agaaaaattc agccttgcag aaatgcattt ccaaaaagcg 1980
cttgatatca accctcaaag ttcagtttta ctttgccaca ttggagtagt tcaacatgca 2040
ctgaaaaaat cagagaaggc tttggatacc ctaaacaaag ccattgtcat tgatcccaag 2100
aaccctctat gcaaatttca cagagcctca gttttatttc gaaatgaaaa atataagtct 2160
gctttacaag aacttgaaga attgaaacaa attgttccca aagaatccct cgtttacttc 2220
ttaataggaa aggtttacaa gaagttaggt caaacgcacc tcgccctgat gaatttctct 2280
tgggctatgg atttagatcc taaaggagcc aataaccaga ttaaagaggc aattgataag 2340
cgttatcttc cagatgatga ggagccaata acccaagaag aacagatcat gggaacagat 2400
gaatcccagg agagcagcat gacagatgcg gatgacacac aacttcatgc agctgaaagt 2460
gatgaatttt aa 2472 <210> 144 <211> 824 <212> PRT
<213> Homo sapiens <400> 144 Met Thr Val Leu 1
Asn His Tyr Ala 20
Ala Glu Val His 35
Tyr Arg Ser Gly 50
Ser Cys Thr Thr 65
Asp Leu Ser Lys
Phe Asn Lys Gln 100
Ser Ala Cys Phe 115
Asp Arg Leu Ala 130
Asn Pro Phe Leu 145
Lys Pro Asp Pro
Ser Asn Cys Leu 180
Leu Ser His Arg 195
Thr Ile Glu Leu 210
Ser Leu Asn Thr 225
Ser Pro Asp Thr
Gln Val Gln Asn 260
Ala Ala Leu Ser 275
Thr Pro Ser Pro 290
Pro Pro Val Ile 305
Val Ala Arg Ile
Gly Asn Ser Arg 340
Gly Pro Gln Thr 355
Ser Pro Pro Asn 370
Asp Ser Ser Thr 385
Pro Pro Lys Ile
Gly Ile Thr Gln 420
Asp Ser Ser Ile 435
Ile Gln Ala Phe 450
Leu Leu Arg Glu 465
Cys Lys Glu Ala
Gln Glu Pro Val 5
Tyr Arg Asp Ala
Ser Glu Glu Ala 40
Lys Ala Tyr Lys 55
Pro Gln Cys Lys 70
Leu Ala Glu Gly 85
Lys Ser His Asp
Thr Leu Ser Leu 120
Lys Gly Ser Glu 135
Trp Ser Pro Phe 150
Asp Gln Thr Phe 165
Pro Asn Ser Cys
Gln Pro Glu Thr 200
Asn Arg Leu Asn 215
Asp Ser Ser Val 230
Val Pro Leu Gly 245
Lys Pro Lys Thr
Pro Leu Thr Pro 280
Gly Asp Gly Ser 295
Asp Val Pro Ser 310
Gly Gln Thr Gly 325
Glu Val Thr Pro
Ser Thr Thr Pro 360
Ala Leu Pro Arg 375
Thr Lys Glu Asn 390
Pro Asn Arg Lys 405
Pro Asn Ile Asn
Ile Ser Glu Gly 440
Asn Leu Gln Lys 455
Met Gly Lys Gly 470
Ile Asn Ile Leu 485
Gln Ala Ala Ile 10
Val Phe Leu Ala 25
Leu Phe Leu Leu
Ala Tyr Arg Leu 60
Tyr Leu Leu Ala 75
Glu Gln Ile Leu 90
Asp Ile Val Thr 105
Leu Gly His Val
Cys Tyr Gln Lys 140
Glu Ser Leu Cys 155
Lys Phe Thr Ser 170
Thr Thr Gln Val 185
Val Leu Thr Glu
Leu Glu Ser Ser 220
Ser Tyr Ile Asp 235
Thr Gly Thr Ser 250
Gly Arg Ser Leu 265
Ser Phe Gly Ile
Tyr Leu Gln Asn 300
Thr Gly Ala Pro 315
Thr Lys Ser Val 330
Ile Leu Ala Gln 345
Gln Val Leu Ser
Arg Ser Ser Arg 380
Ser Lys Lys Leu 395
Thr Lys Ser Lys 410
Asp Ser Leu Glu 425
Lys Ile Ser Thr
Ala Ala Ala Ala 460
Tyr Leu Ala Leu 475
Ser His Leu Pro 490
Trp Gln Ala Leu 15 Glu Arg Leu Tyr 30 Ala Thr Cys Tyr 45 Leu Lys Gly His Lys Cys Cys Val 80 Ser Gly Gly Val 95 Glu Phe Gly Asp 110 Tyr Cys Lys Thr 125 Ser Leu Ser Leu Glu Ile Gly Glu 160 Leu Gln Asn Phe 175 Pro Asn His Ser 190 Thr Pro Gln Asp 205 Asn Ser Lys Tyr Ser Ala Val Ile 240 Ile Leu Ser Lys 255 Leu Gly Gly Pro 270 Leu Pro Leu Glu 285 Tyr Thr Asn Thr Ser Lys Lys Ser 320 Phe Ser Gln Ser 335 Thr Gln Ser Ser 350 Pro Thr Ile Thr 365 Leu Phe Thr Ser Lys Met Lys Phe 400 Thr Asn Lys Gly 415 Ile Thr Lys Leu 430 Ile Thr Pro Gln 445 Gly Leu Met Ser Cys Ser Tyr Asn 480 Ser His His Tyr
495 Asn Thr Gly Trp Val Leu Cys Gln Ile Gly Arg Ala Tyr Phe Glu Leu 500 505 510 Ser Glu Tyr Met Gln Ala Glu Arg Ile Phe Ser Glu Val Arg Arg Ile 515 520 525 Glu Asn Tyr Arg Val Glu Gly Met Glu Ile Tyr Ser Thr Thr Leu Trp 530 535 540 His Leu Gln Lys Asp Val Ala Leu Ser Val Leu Ser Lys Asp Leu Thr 545 550 555 560 Asp Met Asp Lys Asn Ser Pro Glu Ala Trp Cys Ala Ala Gly Asn Cys 565 570 575 Phe Ser Leu Gln Arg Glu His Asp Ile Ala Ile Lys Phe Phe Gln Arg 580 585 590 Ala Ile Gln Val Asp Pro Asn Tyr Ala Tyr Ala Tyr Thr Leu Leu Gly 595 600 605 His Glu Phe Val Leu Thr Glu Glu Leu Asp Lys Ala Leu Ala Cys Phe 610 615 620 Arg Asn Ala Ile Arg Val Asn Pro Arg His Tyr Asn Ala Trp Tyr Gly 625 630 635 640 Leu Gly Met Ile Tyr Tyr Lys Gln Glu Lys Phe Ser Leu Ala Glu Met 645 650 655 His Phe Gln Lys Ala Leu Asp Ile Asn Pro Gln Ser Ser Val Leu Leu 660 665 670 Cys His Ile Gly Val Val Gln His Ala Leu Lys Lys Ser Glu Lys Ala 675 680 685 Leu Asp Thr Leu Asn Lys Ala Ile Val Ile Asp Pro Lys Asn Pro Leu 690 695 700 Cys Lys Phe His Arg Ala Ser Val Leu Phe Ala Asn Glu Lys Tyr Lys 705 710 715 720 Ser Ala Leu Gln Glu Leu Glu Glu Leu Lys Gln Ile Val Pro Lys Glu 725 730 735 Ser Leu Val Tyr Phe Leu Ile Gly Lys Val Tyr Lys Lys Leu Gly Gln 740 745 750 Thr His Leu Ala Leu Met Asn Phe Ser Trp Ala Met Asp Leu Asp Pro 755 760 765 Lys Gly Ala Ás η Asn Gln Ile Lys Glu Ala Ile Asp Lys Arg Tyr Leu 770 775 780 Pro Asp Asp Glu Glu Pro Ile Thr Gln Glu Glu Gln Ile Met Gly Thr 785 790 795 800 Asp Glu Ser Gln Glu Ser Ser Met Thr Asp Ala Asp Asp Thr Gln Leu 805 810 815 His Ala Ala Glu Ser Asp Glu Phe 820 <210> 145
<211> 783 <212> DNA
<213> Saccharum officinarum <220>
<221> misc_feature <222> (780)..(783) <223> η is a, c, g, ou t <400> 145
atggaaaccc taatggtgga ccgcgtccac agcagcctcc gcctcttcat gcaccgcaac 60
gccgtattcc tctgcgagcg cctctgcgcg cagttcccct ccgagaccaa tgtgcaattg 120
ttagcgacct gctacctcca caacaatcag ccatatgctg cataccacat tttgaaaggg 180
aagaagctgc cggagtcccg gtacttgttt gctacatcat gctttcgaat gaacctcttg 240
cgtgaagcag aagaaactct atgtccagtc aatgaaccaa acatggaggt tccaagtgga 300
gcaacaggac actacctcct tggagtgatt tacaggtgca caggcagaat ttcagctgca 360
gctgaacaat ttacacaagc gttgactcta gatcctcttt tatgggcggc atatgaggaa 420
ttgtgtatat taggtattgc tgaagatact gatgagtgtt ttagtgaatc gactgctcta 480
cgtctccagc aggaacacac atccacggcc actctggtga agtcgaactt cgccaatgaa 540
aatcgagttc tatcatccag ggtctctgca aatcttgggg atattagtcc taagcaaatc 600
aaacagcttc atgctaacaa catagcagaa gtatctggct atcctcatgt aagaccaact 660
gcattgcatg tgcagaacag ttcaacctct aatgtagcac agtttgacac cccatcacca 720 actgcagcac agacttctag tatcatgcca ccaccactct ttaggaatgt ccatgcttan 780 nnn 7 83
<210> 146 <211> 259 <212> PRT
<213> Saccharum officinarum <4 00> 146
Met Glu Thr Leu Met Val Asp Arg Val His Ser Ser Leu Arg Leu Phe 1 5 10 15
Met His Arg Asn Ala Val Phe Leu Cys Glu Arg Leu Cys Ala Gln Phe
20 25 30
Pro Ser Glu Thr Asn Val Gln Leu Leu Ala Thr Cys Tyr Leu His Asn
35 40 45
Asn Gln Pro Tyr Ala Ala Tyr His Ile Leu Lys Gly Lys Lys Leu Pro
50 55 60
Glu Ser Arg Tyr Leu Phe Ala Thr Ser Cys Phe Arg Met Asn Leu Leu 65 70 75 80
Arg Glu Ala Glu Glu Thr Leu Cys Pro Val Asn Glu Pro Asn Met Glu
85 90 95
Val Pro Ser Gly Ala Thr Gly His Tyr Leu Leu Gly Val Ile Tyr Arg
100 105 110
Cys Thr Gly Arg Ile Ser Ala Ala Ala Glu Gln Phe Thr Gln Ala Leu
115 120 125
Thr Leu Asp Pro Leu Leu Trp Ala Ala Tyr Glu Glu Leu Cys Ile Leu
130 135 140
Gly Ile Ala Glu Asp Thr Asp Glu Cys Phe Ser Glu Ser Thr Ala Leu 145 150 155 160
Arg Leu Gln Gln Glu His Thr Ser Thr Ala Thr Leu Val Lys Ser Asn
165 170 175
Phe Ala Asn Glu Asn Arg Val Leu Ser Ser Arg Val Ser Ala Asn Leu
180 185 190
Gly Asp Ile Ser Pro Lys Gln Ile Lys Gln Leu His Ala Asn Asn Ile
195 200 205
Ala Glu Val Ser Gly Tyr Pro His Val Arg Pro Thr Ala Leu His Val
210 215 220
Gln Asn Ser Ser Thr Ser Asn Val Ala Gln Phe Asp Thr Pro Ser Pro 225 230 235 240
Thr Ala Ala Gln Thr Ser Ser Ile Met Pro Pro Pro Leu Phe Arg Asn 245 250 255
Val His Ala
<210> 147 <211> 1314 <212> DNA
<213> Saccharum officinarum <220>
<221> misc_feature <222> (416)..(416) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (881)..(881) <223> η is a, c, g, ou t <4 00> 147
attcaaattc aaatacctgg ggtttggagg gaatggtaca ggttattcgt cagggaaatt 60
gcgagtaaac tcgtccacac catcaaaatg gtgttaacca ccatacgttc cgtgcaagtt 120 aggaaaggaa aaccacgggc tacagaaaat tttgatgaag gaagtagata tgaagtcatt 180 gatgaaatgt ggacagacaa tatatcagga acttcatctt ctgtaagtac agctgatgga 240 agatcctttg agcaagataa agctgaacga attctgttgc aagactccaa attggcactt 300 ggtattaggg agatattggg acttgtccga acactcggtg aaggttgtag gctttcttgc 360 ttgtttaagt gccatgaagc cttggaagtc tacagaagac tccctgagac ccattntagc 420 actggatgga gcatatgcca ggttggtaag gcatatttcg aattagttga ttatttggaa 480 gctgatcgtt actttgaatt ggcacaccga ctgtcgcctt gtacgcttga tggaatggac 540 atctattcta ctgttcttta tcatctgaat gaggaaatga gactaagcta ccttgctcaa gagcttattt ccattgatcg actatctcct caagcatggt gtgcagtggg caattgcttt gccttgagga aagatcatga gactgctttg aagaattttc aacgttcggt acagcttgac tcaagatttg catatgctca cactctatgt ggtcatgagt attctgcatt ggaggattat gagaatagta tcaaattcta ccggtgtgca ctgcaggtag atgaaaggca ctacaatgcc tggtatggcc ttggggtggt gtatcttcgc caggaaaagt ntgagtttgc tgagcatcat ttcagaaggg catttcagat aaatcctcgc tcttctgttc tcatgtgcta tcttgggatg gcgttgcatt ctcttaagag gaaggaggag gcattggaaa tgatggagaa agctatagca gctgataaga agaatccact gcccaagtat cagaaggcct taatccttct aggtcttcag aagtatcaag aagctctgga tgagttggag cggctaaagg agattgcacc tcatgagagc agtatgtatg cactgatggg aaagatttac aagcaactca atatccttga caaagctgtt ttctgctttg gcattgccct ggatttgaaa cctcctgctg ctgatcttgc tataattaag tccgcaatgg agaaagtaca tctccctgat gaactgatgg aggatgacct gtaa
<210> 148 <211> 437 <212> PRT
<213> Saccharum officinarum <220>
<221> INSEGURO <222> (139)..(139)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <220>
<221> INSEGURO <222> (294)..(294)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 148
Ile Gln Ile Gln Ile Pro Gly Val Trp Arg Glu Trp Tyr Arg Leu Phe 1 5 10 15
Val Arg Glu Ile Ala Ser Lys Leu Val His Thr Ile Lys Met Val Leu
20 25 30
Thr Thr Ile Arg Ser Val Gln Val Arg Lys Gly Lys Pro Arg Ala Thr
35 40 45
Glu Asn Phe Asp Glu Gly Ser Arg Tyr Glu Val Ile Asp Glu Met Trp
50 55 60
Thr Asp Asn Ile Ser Gly Thr Ser Ser Ser Val Ser Thr Ala Asp Gly 65 70 75 80
Arg Ser Phe Glu Gln Asp Lys Ala Glu Arg Ile Leu Leu Gln Asp Ser
85 90 95
Lys Leu Ala Leu Gly Ile Arg Glu Ile Leu Gly Leu Val Arg Thr Leu
100 105 110
Gly Glu Gly Cys Arg Leu Ser Cys Leu Phe Lys Cys His Glu Ala Leu
115 120 125
Glu Val Tyr Arg Arg Leu Pro Glu Thr His Xaa Ser Thr Gly Trp Ser
130 135 140
Ile Cys Gln Val Gly Lys Ala Tyr Phe Glu Leu Val Asp Tyr Leu Glu 145 150 155 160
Ala Asp Arg Tyr Phe Glu Leu Ala His Arg Leu Ser Pro Cys Thr Leu
165 170 175
Asp Gly Met Asp Ile Tyr Ser Thr Val Leu Tyr His Leu Asn Glu Glu
180 185 190
Met Arg Leu Ser Tyr Leu Ala Gln Glu Leu Ile Ser Ile Asp Arg Leu
195 200 205
Ser Pro Gln Ala Trp Cys Ala Val Gly Asn Cys Phe Ala Leu Arg Lys
210 215 220
Asp His Glu Thr Ala Leu Lys Asn Phe Gln Arg Ser Val Gln Leu Asp 225 230 235 240
Ser Arg Phe Ala Tyr Ala His Thr Leu Cys Gly His Glu Tyr Ser Ala
245 250 255
Leu Glu Asp Tyr Glu Asn Ser Ile Lys Phe Tyr Arg Cys Ala Leu Gln
260 265 270
Val Asp Glu Arg His Tyr Asn Ala Trp Tyr Gly Leu Gly Val Val Tyr
275 280 285
Leu Arg Gln Glu Lys Xaa Glu Phe Ala Glu His His Phe Arg Arg Ala
600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1314 290 295
Phe Gln Ile Asn Pro Arg Ser Ser Val Leu Met 305 310 315
Ala Leu His Ser Leu Lys Arg Lys Glu Glu Ala
325 330
Lys Ala Ile Ala Ala Asp Lvs Lys Asn Pro Leu
340 345
Ala Leu Ile Leu Leu Gly Leu Gln Lys Tyr Gln
355 360
Leu Glu Arg Leu Lys Glu Ile Ala Pro His Glu
370 375
Leu Met Gly Lys Ile Tyr Lys Gln Leu Asn Ile 385 390 395
Phe Cys Phe Gly Ile Ala Leu Asp Leu Lys Pro
405 410
Ala Ile Ile Lys Ser Ala Met Glu Lys Val His
420 425
Met Glu Asp Asp Leu
435 <210> 149 <211> 54 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador: prm00778 <400> 149
ggggacaagt ttgtacaaaa aagcaggctt <210> 150 <211> 49 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador: prm00779 <400> 150
ggggaccact ttgtacaaga aagctgggtt <210> 151 <211> 1042 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 151
ggggagttag gaaccttgac atacaaccaa tgataccatt tacagaggtt catatttttt agatggctca ttagtgatat gtacggccac gggtgatggc ctgaactaat attttattcg ctaaagtaca cgcaagattc aacggaaaaa agaaaccgat atgaaataac tagatcaact catgtcgtca aaaacaaaag cacgctgatg attcgatcat caaacaaagg tggtagtagt tcatcagaaa gaagaattaa agaaaaaact aatcccgtct ctacaaaagc cactcctttg atttgacatg caaaagcaag tacaactaca caacactgtc tctctatctc caaaggcagt tttcctctct acctctaatg atagcttgga gcaagttcaa tctaattcat ctataatcaa tctaatagct tattcataca taatatctgg tcccatctat catacacact gagtctgtgc tagcccgctg ctcttctctc ttcatttatc ttcttaaaat gcttatagct tgatattgag agggagagga gtgagagcta aacaacaagg cacactcttc ctacctcttc tccggttctt gtccaagaac ttcacctcaa tagctcgagc tacggcctaa gctcgatcgc tgcaccaata cttcactgga gatcgcctag ctgcgtgtct tgagcttctc tc <210> 152 <211> 951 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 152
300
Cys Tyr
Leu Glu
Pro Lys
Glu Ala 365 Ser Ser 380
Leu Asp Pro Ala Leu Pro
Leu Gly Met 320
Met Met Glu
335 Tyr Gln Lys 350
Leu Asp Glu
Met Tyr Ala
Lys Ala Val 400
Ala Asp Leu 415
Asp Glu Leu 430
cacaatgcaa caactgtcaa cttc
ggagtagcta tggtttcac
ttttttcaag tttagtcaaa aggtgccgct cgatcgagat atgctcatct agtaaagcgt cgcgagccag gctccactcc agctgtattg tagtatagct atagttatat tatagctgac atatttgcag gctcagctca cctttttcct
cagctagagg aatttcagaa acatcatcgt cagttagtta atggacaaca atcgtgtttc agaaaattcc tctactaccc gcttccagct aactactagc actacattat tacaaatctg ctggcttatg gctcaaggta ctttctcttc
cttttgcgtt gcgcaggaga ctgcagctag ctagcttatc
54
49
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1042 atggatccgg tcacggcatc aatacacggt caccatcttc ctccaccgtt caacacccgc 60
gacttccatc accatctcca gcagcagcag caccagctgc atctcaagac cgaggatgac 120
caaggcggcg gcactccggg tgtcttcggc agccgcggca ccaagcgcga ccacgacgac 180
gacgagaaca gtggcaacgg ccatggaagc ggtggtgacg gcggtgacct cgcgctggta 240
cccccctcgg gtggcgggcc ggacggcgcc gggagcgaga gcgccacgcg ccgcccgagg 300
ggacgcccgg cggggtccaa gaacaagccg aagccaccga tcatcatcac cagggacagc 360
gccaacacgc tccggacgca tgtcatggag gtggccggcg gctgcgacat ctccgagagc 420
atcaccacgt tcgcgcgacg ccggcagcgc ggggtttgcg tgctcagcgg cgccggcacc 480
gtcactaacg tcacgctgcg gcagcccgca tcgcagggag cggtcgttgc gctccacggc 540
cggttcgaga tactctccct ctccggctcc ttcctcccgc cgcccgcccc gccggaggcc 600
acggggctca ccgtctacct ggccggaggc cagggccagg tcgtgggcgg cagcgtcgtc 660
ggcgcgctga ccgcggctgg gcctgtggtg ataatggcgg cgtcttttgc gaacgcggtg 720
tacgagcggc tgccgttgga ggacgacgag ctactggcgg ctcaagggca agccgacagc 780
gctgggttgc tcgccgcggg gcagcaagcg gcgcagctcg ccggcggggc cgtcgatcca 840
agcctcttcc aaggactacc accaaaccta ctcggaaacg tgcagctgcc gccggaagcc 900
gcctacggat ggaaccctgg cgccggcggt ggccgcccgg cgccgttctg a 951 <210> 153
<211> 316 <212> PRT <213> Oryza sativa <4 00> 153 Met Asp Pro Val Thr Ala Ser Ile His Gly His His Leu Pro Pro Pro 1 5 10 15 Phe Asn Thr Arg Asp Phe His His His Leu Gln Gln Gln Gln His Gln 20 25 30 Leu His Leu Lys Thr Glu Asp Asp Gln Gly Gly Gly Thr Pro Gly Val 35 40 45 Phe Gly Ser Arg Gly Thr Lys Arg Asp His Asp Asp Asp Glu Asn Ser 50 55 60 Gly Asn Gly His Gly Ser Gly Gly Asp Gly Gly Asp Leu Ala Leu Val 65 70 75 80 Pro Pro Ser Gly Gly Gly Pro Asp Gly Ala Gly Ser Glu Ser Ala Thr 85 90 95 Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Ala Gly Ser Lys Asn Lys Pro Lys Pro 100 105 110 Pro Ile Ile Ile Thr Arg Asp Ser Ala Asn Thr Leu Arg Thr His Val 115 120 125 Met Glu Val Ala Gly Gly Cys Asp Ile Ser Glu Ser Ile Thr Thr Phe 130 135 140 Ala Arg Arg Arg Gln Arg Gly Val Cys Val Leu Ser Gly Ala Gly Thr 145 150 155 160 Val Thr Asn Val Thr Leu Arg Gln Pro Ala Ser Gln Gly Ala Val Val 165 170 175 Ala Leu His Gly Arg Phe Glu Ile Leu Ser Leu Ser Gly Ser Phe Leu 180 185 190 Pro Pro Pro Ala Pro Pro Glu Ala Thr Gly Leu Thr Val Tyr Leu Ala 195 200 205 Gly Gly Gln Gly Gln Val Val Gly Gly Ser Val Val Gly Ala Leu Thr 210 215 220 Ala Ala Gly Pro Val Val Ile Met Ala Ala Ser Phe Ala Asn Ala Val 225 230 235 240 Tyr Glu Arg Leu Pro Leu Glu Asp Asp Glu Leu Leu Ala Ala Gln Gly 245 250 255 Gln Ala Asp Ser Ala Gly Leu Leu Ala Ala Gly Gln Gln Ala Ala Gln 260 265 270 Leu Ala Gly Gly Ala Val Asp Pro Ser Leu Phe Gln Gly Leu Pro Pro 275 280 285 Asn Leu Leu Gly Asn Val Gln Leu Pro Pro Glu Ala Ala Tyr Gly Trp 290 295 300 Asn Pro Gly Ala Gly Gly Gly Arg Pro Ala Pro Phe 305 310 315 <210> 154 <211> 918 <212> DNA
<213> Oryza sativa
<4 00> 154
atggcaggtc tcgacctcgg caccgccgcg acgcgctacg tccaccagct ccaccacctc 60
caccccgacc tccagctgca gcacagctac gccaagcagc acgagccgtc cgacgacgac 120 cccaacggca gcggcggcgg cggcaacagc aacggcgggc cgtacgggga ccatgacggc 180
gggtcctcgt cgtcaggccc tgccaccgac ggcgcggtcg gcgggcccgg cgacgtggtg 240
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tccttcgcca acgtcgccta cgagcgcctc ccactggagg aggaggaggc gccgccgccg 720
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gcgttcccgc cggacccgtc tgccgccggc ctcccgttct tcaacctgcc gctcaacaac 840
atgcccggtg gcggcggctc acagctccct cccggcgccg acggccatgg ctgggccggc 900
gcacggccac cgttctga 918 <210> 155 <211> 305 <212> PRT
<213> Oryza sativa <4 00> 155
Met Ala Gly Leu Asp Leu Gly Thr Ala Ala Thr Arg Tyr Val His Gln 1 5 10 15 Leu His His Leu His Pro Asp Leu Gln Leu Gln His Ser Tyr Ala Lys 20 25 30 Gln His Glu Pro Ser Asp Asp Asp Pro Asn Gly Ser Gly Gly Gly Gly 35 40 45 Asn Ser Asn Gly Gly Pro Tyr Gly Asp His Asp Gly Gly Ser Ser Ser 50 55 60 Ser Gly Pro Ala Thr Asp Gly Ala Val Gly Gly Pro Gly Asp Val Val 65 70 75 80 Ala Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Pro Gly Ser Lys Asn Lys Pro Lys 85 90 95 Pro Pro Val Ile Ile Thr Arg Glu Ser Ala Asn Thr Leu Arg Ala His 100 105 110 Ile Leu Glu Val Gly Ser Gly Cys Asp Val Phe Glu Cys Val Ser Thr 115 120 125 Tyr Ala Arg Arg Arg Gln Arg Gly Val Cys Val Leu Ser Gly Ser Gly 130 135 140 Val Val Thr Asn Val Thr Leu Arg Gln Pro Ser Ala Pro Ala Gly Ala 145 150 155 160 Val Val Ser Leu His Gly Arg Phe Glu Ile Leu Ser Leu Ser Gly Ser 165 170 175 Phe Leu Pro Pro Pro Ala Pro Pro Gly Ala Thr Ser Leu Thr Ile Phe 180 185 190 Leu Ala Gly Gly Gln Gly Gln Val Val Gly Gly Asn Val Val Gly Ala 195 200 205 Leu Tyr Ala Ala Gly Pro Val Ile Val Ile Ala Ala Ser Phe Ala Asn 210 215 220 Val Ala Tyr Glu Arg Leu Pro Leu Glu Glu Glu Glu Ala Pro Pro Pro 225 230 235 240 Gln Ala Gly Leu Gln Met Gln Gln Pro Gly Gly Gly Ala Asp Ala Gly 245 250 255 Gly Met Gly Gly Ala Phe Pro Pro Asp Pro Ser Ala Ala Gly Leu Pro 260 265 270 Phe Phe Asn Leu Pro Leu Asn Asn Met Pro Gly Gly Gly Gly Ser Gln 275 280 285 Leu Pro Pro Gly Ala Asp Gly His Gly Trp Ala Gly Ala Arg Pro Pro 290 295 300
Phe 305
<210> 156
<211> 906
<212> DNA
<213> Lotus
<400> 156
atggatccat
caacaccaac
accccagcag
aacaacaaca
agaagacctc
acccgcgaca
atcgtcgaca
ggcactggaa
accctccacg
ccaccggcag
ggaagtgttg
agcaacgctg
ggaggttcaa
cagcagcaac
cttctcaatt
tactga
<210> 157
<211> 301
<212> PRT
<213> Lotus
<400> 157
corniculatus
tatcagcaca accagcagca aagatgaaca gccatgacgg gaggaaggcc gcgccaacgc gcgtctccaa ccgtcaccaa gaaggtttga catcaggttt tgggagctct cgtatgagag tgggttcacc agcttttagg ctgttcagat
cggccactct gcatcagcag gagtggaagc caaagaaggc cgccggatcg acttaagacc ctttgcaaga cgtcactctc gattctctcc gaccatttac cattgcttcg gcttcctttg acccggtggt ggatgcaact gccaaactcc
cttcctcctc catcagttcc agcggcggca tccggaggcg aagaacaagc cacgtcatgg cgccgccagc aggcagccag ctggcaggat ttggctggtg ggacctgtgg gaagatgagg agtggtggtg gccccacttt gataacttct
cttttctcca actctttaca tcaaaaggga gaggcgaaag ctaagccgcc aggtcgccga gcggcgtctg cttcttccgg cgttcctgcc gacaagggca ttatcatggc acccttcatt gtggtggagt ttcatggttt ggccatctgg
tctgcaccac gcagcagcaa acgcgatgaa cgagaattca catcatcatc cggctgcgac catcatgagc cgctgttgtc gccgcctgct ggttgttgga agcttcgttc ggcaatgcaa tggtcagcaa gcctccgaat ccgctctcct
corniculatus
Met Asp Pro Leu Ser Ala His Gly His Ser Leu Pro Pro Pro Phe Leu 1 5 10 15 His Leu His His Gln His Gln His Gln Gln Gln His Gln Gln His Gln 20 25 30 Phe His Ser Leu Gln Gln Gln Gln Thr Pro Ala Glu Asp Glu Gln Ser 35 40 45 Gly Ser Ser Gly Gly Ile Lys Arg Glu Arg Asp Glu Asn Asn Asn Ser 50 55 60 His Asp Gly Lys Glu Gly Ser Gly Gly Gly Gly Glu Ser Glu Asn Ser 65 70 75 80 Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Ala Gly Ser Lys Asn Lys Pro Lys Pro 85 90 95 Pro Ile Ile Ile Thr Arg Asp Ser Ala Asn Ala Leu Lys Thr His Val 100 105 110 Met Glu Val Ala Asp Gly Cys Asp Ile Val Asp Ser Val Ser Asn Phe 115 120 125 Ala Arg Arg Arg Gln Arg Gly Val Cys Ile Met Ser Gly Thr Gly Thr 130 135 140 Val Thr Asn Val Thr Leu Arg Gln Pro Ala Ser Ser Gly Ala Val Val 145 150 155 160 Thr Leu His Gly Arg Phe Glu Ile Leu Ser Leu Ala Gly Ser Phe Leu 165 170 175 Pro Pro Pro Ala Pro Pro Ala Ala Ser Gly Leu Thr Ile Tyr Leu Ala 180 185 190 Gly Gly Gln Gly Gln Val Val Gly Gly Ser Val Val Gly Ala Leu Ile 195 200 205 Ala Ser Gly Pro Val Val Ile Met Ala Ala Ser Phe Ser Asn Ala Ala 210 215 220 Tyr Glu Arg Leu Pro Leu Glu Asp Glu Asp Pro Ser Leu Ala Met Gln 225 230 235 240 Gly Gly Ser Met Gly Ser Pro Pro Gly Gly Ser Gly Gly Gly Gly Gly 245 250 255 Val Gly Gln Gln Gln Gln Gln Gln Leu Leu Gly Asp Ala Thr Ala Pro 260 265 270 Leu Phe His Gly Leu Pro Pro Asn Leu Leu Asn Ser Val Gln Met Pro 275 280 285
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290 295 300
<210> 158 <211> 1020 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 158
atggatccag ttcaatctca tggatcacaa agctctcttc gatttccaat tacatcttca acaacaacaa caacatcaac caacaacagt tctttctcca ccatcatcag caaccacaaa gagcagcaag gagggtcaat attgaataga tctatcaaga gataacatgg acaacatcgc taataccaac agcggtagcg cacggaggag aaggaggaag cggtggtgga ggaagtggag agaggaagac cagcaggatc caagaacaaa cctaaagctc agcgcaaacg cgcttcgaac tcacgtcatg gagataggag tgtatggcta cgttcgctag acgccgccaa agaggcgttt agcgttacta acgtcactat acgtcagcct ggatcgccac cacggccggt ttgaaatcct ctctctttcg ggatctttct gcagccaccg gactaagcgt ttacctagcc ggaggacaag gtggtgggac ctttgttgtg ttcgggtcct gtggtggtta gcggcgtacg aaaggctgcc tttggaagaa gatgagatgc ggtggaggag gaggaggtgg tggtggaatg ggatctcccc gctatggcag ctatggcggc ggctcaagga ctaccaccga ttgccaccgc cacaacagaa tgatcagcag tattggtcta <210> 159 <211> 339 <212 > PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 159
Met Asp Pro Val Gln Ser His Gly Ser Gln Ser 15 10
Phe His Ala Arg Asp Phe Gln Leu His Leu Gln
20 25
Gln Gln Gln His Gln Gln Gln Gln Gln Gln Gln
35 40
His Gln Gln Pro Gln Arg Asn Leu Asp Gln Asp His
50 55 60
Gly Ser Ile Leu Asn Arg Ser Ile Lys Met Asp Arg 65 70 75
Asp Asn Met Asp Asn Ile Ala Asn Thr Asn Ser
85 90
Glu Met Ser Leu His Gly Gly Glu Gly Gly Ser
ctcctccttt ccatgctaga aacaacatca acaacaacaa
gaaaccttga tggatcgcga aaggtaaaga aacagatgac caataatcat acggatgtga gcgttatgag ctggctcggt tgcctccgcc ggcaggtcgt tggcggcttc agacgccagt cgatgatggg atcttcttgg cgggtcggcc
tcaagatcac agagacaagc gatgagttta aagaaggcca aacaagagac catagttgac cggtacagga ggttagcctt tgcgccgcct tggaggtagt ttttagcaat tcaaggaggc acagcaacaa ttcggttcag accgtattga
Ser Leu Pro
Gln Gln Gln 30
Phe Phe Leu 45
Glu Gln
Gly Gly
Gly Glu Gln Met Thr Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro
100
105
115
120
Asn Lys Pro Lys Ala Pro Ile Ile Ile Thr Arg
130
135
Leu Arg Thr His Val Met Glu Ile Gly Asp Gly
Asp 140 Cys
145
150
155
Cys Met Ala Thr Phe Ala Arg Arg Arg Gln Arg Gly
165 170
Ser Gly Thr Gly Ser Val Thr Asn Val Thr Ile Arg
180 185
Pro Pro Gly Ser Val Val Ser Leu His Gly Arg Phe
195
200
Leu Ser Gly Ser Phe Leu Pro Pro Pro Ala Pro
210
215
Leu Ser Val Tyr Leu Ala Gly Gly Gln Gly Gln
Pro 220 Val
225
230
235
Val Val Gly Pro Leu Leu Cys Ser Gly Pro Val Val
245 250
Ser Phe Ser Asn Ala Ala Tyr Glu Arg Leu Pro Leu
260
265
Glu Glu
Ser Glu
Gly Gly 110 Ala Gly 125
Ser Ala
Asp Ile
Val Cys
Gln Pro 190 Glu Ile 205
Ala Ala
Val Gly
Val Met
Glu Glu 270
Pro Pro 15
Gln His
His His
Gln Gly
Thr Ser 80 Gly Lys 95
Gly Ser
Ser Lys
Asn Ala
Val Asp 160 Val Met 175
Gly Ser
Leu Ser
Thr Gly
Gly Ser 240 Ala Ala 255
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<210> 160 <211> 975 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 160
atggatccag tacaatctca tggatcacaa agctctctac gactttcaat tacatcttca acaacagcaa caagagttct caaagaaacc aaaccgatgg tgaccaacaa ggaggatcag atggatcgtg aagagacaag cgacaacata gacaacatag ggtaaagaca tagatataca cggtggttca ggagaaggag catcagatga caagaagacc aagaggaaga ccagcgggat ccgattatca tcacacggga cagcgcaaac gcgcttagaa gatggctgcg acttagtcga aagcgttgcc acttttgcac tgcgttatga gcggtactgg aaatgttact aacgtcacta ccttctcctg gctcggtagt tagtcttcac ggaaggttcg tcttttctcc ctcctccggc tcctcctaca gccaccggat ggácaaggac aggtggttgg aggaagcgta gttggtccgt gttgtcatgg ctgcgtcttt tagcaatgcg gcgtacgaaa gagatgcaga cgccggttca tggcggagga ggaggaggat atgggacaac aactgcaaca tcagcaacaa gctatgtcag aatcttcttg gttcggttca gttgcagcag caacatgatc cgaccaccgt attga <210> 161 <211> 324 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <4 00> 161
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Phe His Ala Arg Asp Phe Gln Leu His Leu Gln
20 25
Phe Phe Leu His His His Gln Gln Gln Arg Asn
35 40
Gln Gln Gly Gly Ser Gly Gly Asn Arg Gln Ile
50 55
Glu Thr Ser Asp Asn Ile Asp Asn Ile Ala Asn 65 70 75
Gly Lys Asp Ile Asp Ile His Gly Gly Ser Gly
85 90
Ser Gly Gly Asp His Gln Met Thr Arg Arg Pro
100 105
Gly Ser Lys Asn Lys Pro Lys Pro Pro Ile Ile
115 120
Ala Asn Ala Leu Arg Thr His Val Met Glu Ile
ctcctccttt tcctccacca gaggaaaccg ctaacaacag gtggtggctc ccaagaacaa cccacgtgat gaagacgcca tacgtcagcc agattctatc tgagtgttta tgttatgtgc ggttgccttt cattggagtc gtcatcaagg agtcttattg
ccacgcaaga tcaccagcaa acaaatcaag cggtagtgaa cggaggagat accaaaacca ggagatcgga acgcggcgtt tggatctcat tctctcagga cctcgctgga tggtcctgtc agaggaagat gccgccaatg gttaccacct gtcaacggga
130
135
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Cys Val Met Ser Gly Thr Gly Asn Val Thr Asn
165 170
Pro Gly Ser His Pro Ser Pro Gly Ser Val Val
180 185
Phe Glu Ile Leu Ser Leu Ser Gly Ser Phe Leu 195 200
Ser Leu
Gln Gln
Gln Thr
45 Lys Met 60
Asn Ser
Glu Gly
Arg Gly
Ile Thr 125 Gly Asp 140
Arg Gln
Val Thr
Ser Leu
Pro Pro 205
Pro Pro Pro 15 Gln Gln Glu 30 Asp Gly Asp Asp Arg Glu Gly Ser Glu 80 Gly Gly Gly 95 Arg Pro Ala 110 Arg Asp Ser Gly Cys Asp Arg Gly Val 160 Ile Arg Gln 175 His Gly Arg 190 Pro Ala Pro
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Arg Pro Prο Tyr
<210> 162 <211> 954 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <4 00> 162
atggatcagg tctctcgctc ccacaccatc aattccagca gaccagcacc gaatcggtgg cactcttcag ccggaaaaga ggaggaggag ataatcacat aaaccaaaac cgccaatcat atggaagtag caaacggatg caacgtggca tctgcgtttt ccagcttcag tacctggtgg ctttctctct cgggatcatt atttacttag ccggtggtca gcttcaggac ctgtagtgat ccgttggagg aagacgatca ggaaacgcaa caatgggtgg caacagttga tgcaagatcc tctgttcaat tgccagctga <210> 163 <211> 317 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <4 00> 163 Met Asp Gln Val Ser Arg Ser Leu Pro Pro Pro Phe Leu Ser Arg Asp 1 5 10 15 Leu His Leu His 20 Pro His His Gln Phe 25 Gln His Gln Gln Gln 30 Gln Gln Gln Gln Asn 35 His Gly His Asp Ile 40 Asp Gln His Arg Ile 45 Gly Gly Leu Lys Arg 50 Asp Arg Asp Ala Asp 55 Ile Asp Pro Asn Glu 60 His Ser Ser Ala Gly Lys Asp Gln Ser Thr Pro Gly Ser Gly Gly Glu Ser Gly Gly Gly 65 70 75 80 Gly Gly Gly Asp Asn 85 His Ile Thr Arg Arg 90 Pro Arg Gly Arg Pro 95 Ala Gly Ser Lys Asn 100 Lys Pro Lys Pro Pro 105 Ile Ile Ile Thr Arg 110 Asp Ser Ala Asn Ala Leu Lys Ser His Val Met Glu Val Ala Asn Gly Cys Asp
115 120 125
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130 135 140
Cys Val Leu Ser Gly Asn Gly Ala Val Thr Asn Val Thr Ile Arg Gln 145 150 155 160
Pro Ala Ser Val Pro Gly Gly Gly Ser Ser Val Val Asn Leu His Gly
tcttcctcca tcagcagcag gctaaaacgt tcaaagtact cacgagaagg catcactcga tgacgtcatg gagcggaaac tggctcatct ccttcctcct gggacaggtt tatggcagct agaagagcaa tggaacgcaa gacgtcgttt agcttattgg
ccttttctct cagcagcaac gaccgagatg cctggctccg ccacgtggca gacagcgcaa gaaagtgtca ggcgccgtta gtcgttaact ccggctccac gttggaggaa tcgtttggaa acagctggag acgcaaactc atacaagggt ggaactccga
caagagatct agaatcacgg ctgatatcga gtggagaaag gaccagcggg acgctctcaa ccgtcttcgc ccaacgttac tacacggacg cagctgcgtc gcgtggttgg acgctgcgta cggttgctaa agacgcagca tgcctccgaa gaccatcttt
ccatcttcac ccacgatata tcccaacgag cggcggcgga atctaagaac atctcatgtc tcgccgtcgc cataagacaa tttcgagatt aggtctaacg tccactcatg tgagagactg taatatcgat gcaacagcaa tcttatgaat ctaa
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 954 165 170 175 Arg Phe Glu Ile 180 Leu Ser Leu Ser Gly 185 Ser Phe Leu Pro Pro 190 Pro Ala Pro Pro Ala 195 Ala Ser Gly Leu Thr 200 Ile Tyr Leu Ala Gly 205 Gly Gln Gly Gln Val 210 Val Gly Gly Ser Val 215 Val Gly Pro Leu Met 220 Ala Ser Gly Pro Val Val Ile Met Ala Ala Ser Phe Gly Asn Ala Ala Tyr Glu Arg Leu 225 230 235 240 Pro Leu Glu Glu Asp 245 Asp Gln Glu Glu Gln 250 Thr Ala Gly Ala Val 255 Ala Asn Asn Ile Asp 260 Gly Asn Ala Thr Met 265 Gly Gly Gly Thr Gln 270 Thr Gln Thr Gln Thr 275 Gln Gln Gln Gln Gln 280 Gln Gln Leu Met Gln 285 Asp Pro Thr Ser Phe 290 Ile Gln Gly Leu Pro 295 Pro Asn Leu Met Asn 300 Ser Val Gln Leu Pro Ala Glu Ala Tyr Trp Gly Thr Pro Arg Pro Ser Phe 305 310 315 <210> 1( 54
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<213> Arabidopsis thaliana <400> 164
atggatgagg tatctcgttc tcatacaccg caatttctat caagtgatca tcagcactat 60
caccatcaaa acgctggacg acaaaaacgc ggcagagaag aagaaggagt tgaacccaac 120 aatatagggg aagacctagc cacctttcct tccggagaag agaatatcaa gaagagaagg 180 ccacgtggca gacctgctgg ttccaagaac aaacccaaag caccaatcat agtcactcgc 240 gactccgcga acgccttcag atgtcacgtc atggagataa ccaacgcctg cgatgtaatg 300 gaaagcctag ccgtcttcgc tagacgccgt cagcgtggcg tttgcgtctt gaccggaaac 360 ggggccgtta caaacgtcac cgttagacaa cctggcggag gcgtcgtcag tttacacgga 420 cggtttgaga ttctttctct ctcgggttcg tttcttcctc caccggcacc accagctgcg 480 tctggtttaa aggtttactt agccggtggt caaggtcaag tgatcggagg cagtgtggtg 540 ggaccgctta cggcatcaag tccggtggtc gttatggcag cttcatttgg aaacgcatct 600 tacgagaggc tgccactaga ggaggaggag gaaactgaaa gagaaataga tggaaacgcg 660 gctagggcga ttggaacgca aacgcagaaa cagttaatgc aagatgcgac atcgtttatt 720 gggtcgccgt cgaatttaat taactctgtt tcgttgccag gtgaagctta ttggggaacg 780 caacgaccgt ctttctaa 798
<210> 165 <211> 265 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana
<400> 165 Met Asp Glu Val Ser Arg Ser His Thr Pro Gln Phe Leu Ser Ser Asp 1 5 10 15 His Gln His Tyr His His Gln Asn Ala Gly Arg Gln Lys Arg Gly Arg 20 25 30 Glu Glu Glu Gly Val Glu Pro Asn Asn Ile Gly Glu Asp Leu Ala Thr 35 40 45 Phe Pro Ser Gly Glu Glu Asn Ile Lys Lys Arg Arg Pro Arg Gly Arg 50 55 60 Pro Ala Gly Ser Lys Asn Lys Pro Lys Ala Pro Ile Ile Val Thr Arg 65 70 75 80 Asp Ser Ala Asn Ala Phe Arg Cys His Val Met Glu Ile Thr Asn Ala 85 90 95 Cys Asp Val Met Glu Ser Leu Ala Val Phe Ala Arg Arg Arg Gln Arg 100 105 110 Gly Val Cys Val Leu Thr Gly Asn Gly Ala Val Thr Asn Val Thr Val 115 120 125 Arg Gln Pro Gly Gly Gly Val Val Ser Leu His Gly Arg Phe Glu Ile 130 135 140 Leu Ser Leu Ser Gly Ser Phe Leu Pro Pro Pro Ala Pro Pro Ala Ala 145 150 155 160 Ser Gly Leu Lys Val Tyr Leu Ala Gly Gly Gln
165 170
Gly Ser Val Val Gly Pro Leu Thr Ala Ser Ser
180 185
Ala Ala Ser Phe Gly Asn Ala Ser Tyr Glu Arg
195
200
Glu Glu Glu Thr Glu Arg Glu Ile Asp Gly Asn
210
215
Gly Thr Gln Thr Gln Lys Gln Leu Met Gln Asp
Gly Gln
Pro Val
Leu Pro 205 Ala Ala 220
Ala Thr
225
230
235
Gly Ser Pro Ser Asn Leu Ile Asn Ser Val Ser Leu Pro
245
250
Val Ile Gly
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Leu Glu Glu
Arg Ala Ile
Ser Phe Ile 240
Gly Glu Ala 255
Tyr Trp Gly Thr Gln Arg Pro Ser Phe 260 265
<210> 166
<211> 933
<212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana
<400> 166
atggcgaatc cttggtgggt agggaatgtt gcgatcggtg tcatcagctc cttctttgca ccacagaaac agtaacaaca cgttcggatc caagattgga ccatgacttc accaccaaca cagactcaga gccaagaaga acagaacagc agagacgagc tccggatccg ggtctacggg tcgtcgtcct agaggtagac ccaaagagtc cagttgttgt taccaaagaa agccctaact gagattgcta cgggagctga cgtggcggaa agcttaaacg cggggcgttt cggtgctgag cggtagtggt ttggttacta gctgcatccg gtggagttgt tagtttacgt ggtcagtttg gcttttcttc ctacgtctgg ctctcctgct gcagccgctg ggagctcaag gtcaagttgt gggaggtgga gttgctggcc gttattgtga tagctgctac gttttgcaat gccacttatg gaacaacagc aagagcagcc gcttcaacta gaagatggga gatgataacg agagtgggaa taacggaaac gaaggatcga atgcctccta attttatccc aaatggtcat caaatggctc ggtcctccgc ctcgtgctcc tccttcgtat tga
<210> 167
<211> 310
<212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana
<400> 167
Met Ala Asn Pro Trp Trp Val Gly Asn Val Ala
gagttgagag acaacccacc acagtggaag aaccagctgt ctcctggttc ctctccagag cctttgctcg atgttactct agatcttgtc gtttaaccat cgcttattgc agaggttacc agaagcagaa tgcagccgcc aacacgacgt
tccagtgacg gactatgact ccctaatacc tgaacccgga caagaacaaa ccatgttctt tagacgcggc gcgtcagcct tatgtgtggg ttacttagct ctctggaccc gattgaggaa agaagagaat gatgtataat gtattggggt
Ile Gly
Ser Pro Val Thr Ser Ser Ala Pro Ser Leu His His Arg
10
Gly Val Glu 15
Asn Ser Asn
20 25 30 Asn Asn Asn 35 Pro Pro Thr Met Thr 40 Arg Ser Asp Pro Arg 45 Leu Asp His Asp Phe 50 Thr Thr Asn Asn Ser 55 Gly Ser Pro Asn Thr 60 Gln Thr Gln Ser Gln Glu Glu Gln Asn Ser Arg Asp Glu Gln Pro Ala Val Glu Pro Gly 65 70 75 80 Ser Gly Ser Gly Ser 85 Thr Gly Arg Arg Pro 90 Arg Gly Arg Pro Pro 95 Gly Ser Lys Asn Lys 100 Pro Lys Ser Pro Val 105 Val Val Thr Lys Glu 110 Ser Pro Asn Ser Leu 115 Gln Ser His Val Leu 120 Glu Ile Ala Thr Gly 125 Ala Asp Val Ala Glu 130 Ser Leu Asn Ala Phe 135 Ala Arg Arg Arg Gly 140 Arg Gly Val Ser Val Leu Ser Gly Ser Gly Leu Val Thr Asn Val Thr Leu Arg Gln Pro 145 150 155 160 Ala Ala Ser Gly Gly 165 Val Val Ser Leu Arg 170 Gly Gln Phe Glu Ile 175 Leu Ser Met Cys Gly Ala Phe Leu Pro Thr Ser Gly Ser Pro Ala Ala Ala
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 933 180 185 190
Ala Gly Leu Thr Ile Tyr Leu Ala Gly Ala Gln Gly Gln Val Val Gly
195 200 205 Gly Gly 210 Val Ala Gly Pro Leu 215 Ile Ala Ser Gly Pro 220 Val Ile Val Ile Ala Ala Thr Phe Cys Asn Ala Thr Tyr Glu Arg Leu Pro Ile Glu Glu 225 230 235 240 Glu Gln Gln Gln Glu 245 Gln Pro Leu Gln Leu 250 Glu Asp Gly Lys Lys 255 Gln Lys Glu Glu Asn 260 Asp Asp Asn Glu Ser 265 Gly Asn Asn Gly Asn 270 Glu Gly Ser Met Gln 275 Pro Pro Met Tyr Asn 280 Met Pro Pro Asn Phe 285 Ile Pro Asn Gly His Gln Met Ala Gln His Asp Val Tyr Trp Gly Gly Pro Pro Pro
290 295 300
Arg Ala Pro Pro Ser Tyr 305 310
<210> 168 <211> 987 <212> DNA <213> Oryza sativa <4 00> 168
atggatccgg tgacggcggc ggcggcgcat gggggtgggc accaccacca ccaccacttc 60
ggagcgccac cggtggcggc gttccaccac cacccgttcc accacggcgg cggggcgcac 120
tacccggcgg cgttccagca gtttcaggag gagcagcagc agcttgtggc ggcggcggcg 180
gcggctggtg ggatggcgaa gcaggagctg gtggatgaga gcaacaacac catcaacagc 240
ggcgggagca acgggagcgg cggggaggag cagaggcagc agtccgggga ggagcagcac 300
cagcaagggg cggcggcgcc ggtggtgatc cggcgtccca ggggccgccc cgccggctcc 360
aagaacaagc ccaagcctcc ggtcatcatc acgcgcgaca gcgccagcgc gctgcgggcg 420
cacgtcctcg aggtcgcctc cgggtgcgac ctcgtcgaca gcgtcgccac gttcgcgcgc 480
cgccgccagg tcggtgtctg cgtgctcagc gccaccggcg ccgtcaccaa cgtctccgtc 540
cggcagcccg gcgcgggccc cggcgccgtc gtcaacctca ccggccgctt cgacatcctc 600
tcgctgtccg gctccttcct cccgccgccg gcgcctccct ccgccaccgg cctcaccgtc 660
tacgtctccg gcggccaggg gcaggtcgtg ggcggcacgg tcgccggacc gctcatcgcc 720
gtcggccccg tcgtcatcat ggccgcctcg ttcgggaacg ccgcctacga gcgcctcccg 780
ctcgaggacg acgagccgcc gcagcacatg gcgggcggcg gccagtcctc gccgccgccg 840
ccgccgctgc cattaccacc acaccagcag ccgattcttc aagaccatct gccacacaac 900
ctgatgaacg gaatccacct ccccggcgac gccgcctacg gctggaccag cggcggcggc 960
ggcggcggcc gcgcggcgcc gtactga 987
<210> 169 <211> 328 <212> PRT
<213> Oryza sativa <4 00> 169 Met Asp Pro Val Thr Ala Ala Ala Ala His Gly Gly Gly His His His 1 5 10 15 His His His Phe 20 Gly Ala Pro Pro Val 25 Ala Ala Phe His His 30 His Pro Phe His His 35 Gly Gly Gly Ala His 40 Tyr Pro Ala Ala Phe 45 Gln Gln Phe Gln Glu 50 Glu Gln Gln Gln Leu 55 Val Ala Ala Ala Ala 60 Ala Ala Gly Gly Met Ala Lys Gln Glu Leu Val Asp Glu Ser Asn Asn Thr Ile Asn Ser 65 70 75 80 Gly Gly Ser Asn Gly 85 Ser Gly Gly Glu Glu 90 Gln Arg Gln Gln Ser 95 Gly Glu Glu Gln His 100 Gln Gln Gly Ala Ala 105 Ala Pro Val Val Ile 110 Arg Arg Pro Arg Gly 115 Arg Pro Ala Gly Ser 120 Lys Asn Lys Pro Lys 125 Pro Pro Val Ile Ile 130 Thr Arg Asp Ser Ala 135 Ser Ala Leu Arg Ala 140 His Val Leu Glu Val Ala Ser Gly Cys Asp Leu Val Asp Ser Val Ala Thr Phe Ala Arg 97 145 150 155 160 Arg Arg Gln Val Gly Val Cys Val Leu Ser Ala Thr Gly Ala Val Thr 165 170 175 Asn Val Ser Val Arg Gln Pro Gly Ala Gly Pro Gly Ala Val Val Asn 180 185 190 Leu Thr Gly Arg Phe Asp Ile Leu Ser Leu Ser Gly Ser Phe Leu Pro 195 200 205 Pro Pro Ala Pro Pro Ser Ala Thr Gly Leu Thr Val Tyr Val Ser Gly 210 215 220 Gly Gln Gly Gln Val Val Gly Gly Thr Val Ala Gly Pro Leu Ile Ala 225 230 235 240 Val Gly Pro Val Val Ile Met Ala Ala Ser Phe Gly Asn Ala Ala Tyr 245 250 255 Glu Arg Leu Pro Leu Glu Asp Asp Glu Pro Pro Gln His Met Ala Gly 260 265 270 Gly Gly Gln Ser Ser Pro Pro Pro Pro Pro Leu Pro Leu Pro Pro His 275 280 285 Gln Gln Pro Ile Leu Gln Asp His Leu Pro His Asn Leu Met Asn Gly 290 295 300 Ile His Leu Pro Gly Asp Ala Ala Tyr Gly Trp Thr Ser Gly Gly Gly 305 310 315 320
Gly Gly Gly Arg Ala Ala Pro Tyr 325
<210> 170
<211> 777
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<4 00> 170
atggggagca tcgacggcca ctcgctgcag cagcatcagg ggtactccca cggcggcggc 60
gcgggaggga gcaacgagga ggaggaggcg tcgccgccgc ccggcggtgg ctcggctacg 120 gggtcggcgg gccgccggcc gagggggagg ccgccgggct ccaagaacaa gccgaagccg 180 cccgtcgtgg tgacgcggga gagccccaac gcgatgcgtt cccacgtgct ggagatcgcc 240 agcggcgccg acatcgtcga ggccatcgcg ggcttctccc gccgcaggca gcgcggcgtc 300 tccgtgctca gcgggagcgg cgccgtcacc aacgtcacgc tccggcagcc cgcggggact 360 ggggccgccg ccgtcgcgct gcgggggagg ttcgagatat tgtccatgtc tggcgccttc 420 ctcccggcgc cggcgccgcc aggggccacg gggctcgccg tgtacctcgc cggcgggcag 480 gggcaggtgg tgggtgggag cgtcatgggg gagctgatcg cgtcgggccc cgtcatggtg 540 atcgcggcca cgttcggcaa cgccacgtac gagaggctgc cgctggacca ggaaggcgag 600 gagggcgccg tgctgtccgg gtcggagggc gccgccgcgc agatggagca gcagagcagc 660 ggaggcgccg tcgtgccccc gccgatgtac gccgccgtcc agcagacgcc gccgcacgac 720 atgttcgggc agtgggggca tgcagcggtg gctcggccgc cgccgacatc gttctag 777
<210> 171 <211> 258 <212> PRT
<213> Oryza sativa <4 00> 171 Met Gly Ser Ile Asp Gly His Ser Leu Gln Gln His Gln Gly Tyr Ser 1 5 10 15 His Gly Gly Gly 20 Ala Gly Gly Ser Asn 25 Glu Glu Glu Glu Ala 30 Ser Pro Pro Pro Gly 35 Gly Gly Ser Ala Thr 40 Gly Ser Ala Gly Arg 45 Arg Pro Arg Gly Arg 50 Pro Pro Gly Ser Lys 55 Asn Lys Pro Lys Pro 60 Pro Val Val Val Thr Arg Glu Ser Pro Asn Ala Met Arg Ser His Val Leu Glu Ile Ala 65 70 75 80 Ser Gly Ala Asp Ile 85 Val Glu Ala Ile Ala 90 Gly Phe Ser Arg Arg 95 Arg Gln Arg Gly Val 100 Ser Val Leu Ser Gly 105 Ser Gly Ala Val Thr 110 Asn Val Thr Leu Arg 115 Gln Pro Ala Gly Thr 120 Gly Ala Ala Ala Val 125 Ala Leu Arg Gly Arg Phe Glu Ile Leu Ser Met Ser Gly Ala Phe Leu Pro Ala Pro 130 135 140
Ala Pro Pro Gly Ala Thr Gly Leu Ala Val Tyr Leu Ala Gly Gly Gln 145 150 155 160
Gly Gln Val Val Gly Gly Ser Val Met Gly Glu Leu Ile Ala Ser Gly
165 170 175
Pro Val Met Val Ile Ala Ala Thr Phe Gly Asn Ala Thr Tyr Glu Arg
180 185 190
Leu Pro Leu Asp Gln Glu Gly Glu Glu Gly Ala Val Leu Ser Gly Ser
195 200 205
Glu Gly Ala Ala Ala Gln Met Glu Gln Gln Ser Ser Gly Gly Ala Val
210 215 220
Val Pro Pro Pro Met Tyr Ala Ala Val Gln Gln Thr Pro Pro His Asp 225 230 235 240
Met Phe Gly Gln Trp Gly His Ala Ala Val Ala Arg Pro Pro Pro Thr 245 250 255
Ser Phe
<210> 172 <211> 798 <212> DNA
<213> Lycopersicon esculentum <4 00> 172
atggctggtt tggacttagg ttccgcttct catcatcgtt ttctccctcg tcatctccac 60
gatcctcaag acgatgaaat caatcgcaac aacactcaat tttccgatga tgacaacaac 120
aacaacgata acaataacaa taatagcccc ggggtagcac gtagacctag aggtcgtccc 180
gcggggtcca aaaataagcc taagcctccc gtgatcataa cacgggagag cgctaacgcg 240
ctccgtgcgc atattttaga agtgagtagc ggacatgatg tctttgaatc agttgctact 300
tatgctagaa aaagacaaag aggaatttgc atactgagcg ggagcggtac ggtgaataac 360
gtcaccatac ggcagccaca ggctgccggt tctgtggtga cgttacacgg aagattcgag 420
atattatctt tatccggatc tttcctacca ccacccgctc cccctggggc caccagctta 480
acgatttatt tagcgggtgg tcaaggtcaa gttgttggtg gaaacgttgt gggtgcgcta 540
attgcatcag gaccggttat tgttattgct tcgtcattta ctaatgttgc ttatgagaga 600
ttgcctttgg atgaagaaaa tgagtcaatt cagatgcagc aacaaggaca aagtggtaat 660
tttgctgatc catctaatat tggattacct tttcttaatt tgccattaaa catgccaaat 720
ggtggtggtc aactacaatt ggaaagtgga ggaggtgaag gttggaatgg aaacacaaca 780
aacaggccac aatattag 798 <210> 173 <211> 265 <212> PRT
<213> Lycopersicon esculentum <4 00> 173
Met Ala Gly Leu Asp Leu Gly Ser Ala Ser His His Arg Phe Leu Pro 1 5 10 15 Arg His Leu His 20 Asp Pro Gln Asp Asp 25 Glu Ile Asn Arg Asn 30 Asn Thr Gln Phe Ser 35 Asp Asp Asp Asn Asn 40 Asn Asn Asp Asn Asn 45 Asn Asn Asn Ser Pro 50 Gly Val Ala Arg Arg 55 Pro Arg Gly Arg Pro 60 Ala Gly Ser Lys Asn Lys Pro Lys Pro Pro Val Ile Ile Thr Arg Glu Ser Ala Asn Ala 65 70 75 80 Leu Arg Ala His Ile 85 Leu Glu Val Ser Ser 90 Gly His Asp Val Phe 95 Glu Ser Val Ala Thr 100 Tyr Ala Arg Lys Arg 105 Gln Arg Gly Ile Cys 110 Ile Leu Ser Gly Ser 115 Gly Thr Val Asn Asn 120 Val Thr Ile Arg Gln 125 Pro Gln Ala Ala Gly 130 Ser Val Val Thr Leu 135 His Gly Arg Phe Glu 140 Ile Leu Ser Leu Ser Gly Ser Phe Leu Pro Pro Pro Ala Pro Pro Gly Ala Thr Ser Leu 145 150 155 160 Thr Ile Tyr Leu Ala 165 Gly Gly Gln Gly Gln 170 Val Val Gly Gly Asn 175 Val Val Gly Ala Leu Ile Ala Ser Gly Pro Val Ile
180 185
Phe Thr Asn Val Ala Tyr Glu Arg Leu Pro Leu
195 200
Ser Ile Gln Met Gln Gln Gln Gly Gln Ser Gly
210 215
Ser Asn Ile Gly Leu Pro Phe Leu Asn Leu Pro 225 230 235
Gly Gly Gly Gln Leu Gln Leu Glu Ser Gly Gly
245 250
Gly Asn Thr Thr Asn Arg Pro Gln Tyr 260 265
<210> 174 <211> 813 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <4 00> 174
atggaactta acagatctga agcagacgaa gcaaaggccg gccaccagct cagccacagc ctctggctct tcctccggac gcaggttcca aaaacaaacc caaacctccg acgattataa cttagatcac acgttcttga agtcacctcc ggttcggaca tacgccactc gtcgcggctg cggcgtttgc attataagcg gtcacgatac ggcaacctgc ggctccggct ggtggaggtg tttgacattt tgtctttgac cggtactgcg cttccaccgc ggtttgacgg tgtatctagc cggaggtcaa ggacaagttg tcgttaattg cttcgggacc ggtagtgttg atggctgctt gataggttac cgattgaaga ggaagaaacc ccaccgccga cagcagccgg aggcgtctca gtcgtcggag gttacgggga tcaaacctcc aaggtggaaa tggtggagga ggtgttgctt atgaacaatt ttcaattctc cgggggagat atttacggta ggtggtggcg gtgcgactag acccgcgttt tag <210> 175 <211> 270 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 175
Met Glu Leu Asn Arg Ser Glu Ala Asp Glu Ala 15 10
Pro Thr Gly Gly Ala Thr Ser Ser Ala Thr Ala
20 25
Gly Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Ala Gly Ser
35 40
Pro Pro Thr Ile Ile Thr Arg Asp Ser Pro Asn
50 55
Val Leu Glu Val Thr Ser Gly Ser Asp Ile Ser 65 70 75
Tyr Ala Thr Arg Arg Gly Cys Gly Val Cys Ile
85 90
Ala Val Thr Asn Val Thr Ile Arg Gln Pro Ala
100 105
Gly Val Ile Thr Leu His Gly Arg Phe Asp Ile
115 120
Thr Ala Leu Pro Pro Pro Ala Pro Pro Gly Ala
130 135
Tyr Leu Ala Gly Gly Gln Gly Gln Val Val Gly 145 150 155
Ser Leu Ile Ala Ser Gly Pro Val Val Leu Met
165 170
Asn Ala Val Tyr Asp Arg Leu Pro Ile Glu Glu
180 185
Pro Arg Thr Thr Gly Val Gln Gln Gln Gln Pro
195 200
Ser Glu Val Thr Gly Ser Gly Ala Gln Ala Cys
Val Ile Ala Ser Ser 190
Asp Glu Glu Asn Glu 205
Asn Phe Ala Asp Pro 220
Leu Asn Met Pro Asn 240
Gly Glu Gly Trp Asn 255
agaccactcc gtcgtccacg ctagagatag tatccgaggc gcacgggtgc tgattaccct ctgcaccacc taggagggaa cttttgcaaa gaaccaccgg gtggggccca tctacaatct tgagcggcgg
caccggtgga tggtcgtcct tcctaacgtc agtctccacc ggtcactaac gcatggtcgg gggagcagga tgtggctggt cgcagtttat ggtgcagcag ggcgtgtgag tggaatgaat tagcggagga
Lys Ala Glu
Ser Gly Ser 30
Lys Asn Lys 45
Val Leu Arg 60
Glu Ala Val
Ile Ser Gly
Ala Pro Ala 110
Leu Ser Leu
125 Gly Gly Leu 140
Gly Asn Val
Ala Ala Ser
Glu Glu Thr 190
Glu Ala Ser
205 Glu Ser Asn
Thr Thr 15
Ser Ser
Pro Lys
Ser His
Ser Thr 80 Thr Gly 95
Gly Gly
Thr Gly
Thr Val
Ala Gly 160 Phe Ala 175
Pro Pro Gln Ser Leu Gln
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 813 210 215
Gly Gly Asn Gly Gly Gly Gly Val Ala Phe Tyr 225 230 235
Met Asn Asn Phe Gln Phe Ser Gly Gly Asp Ile
245 250
Gly Ser Gly Gly Gly Gly Gly Gly Ala Thr Arg 260 265
<210> 176 <211> 948 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <4 00> 176
atggcgaatc catggtggac aggacaagtg aacctatccg ggttcctctc agttaaagaa accagatctc cacatctcca ggtcacaata atcatcacca tcaccaagaa gtcgataaca gacaacttga gtggagacga ccacgagcca cgtgaaggag cgtccacgtg gacgtcctgc tggttccaag aacaaaccaa cgcgattctc caaatgctct caagagccat gtcatggaga atcgaaaccc tagctacttt tgctaggcgg cgtcaacgtg aatggcacag tggctaacgt caccctccgt caaccctcga cctggtggtg cggctgtttt ggctttacaa gggaggtttg tctttcttgc caggaccggc tccacctggt tccaccggtt ggtcaaggtc aggttgttgg aggaagcgtg gtgggcccat atgctgatcg ccgccacgtt ctctaacgcg acttacgaga gaggcagcag agagaggcgg tggtggaggc agcggaggag ggcggaggtt cgccactaag cagcggtgct ggtggaggcg gtgtataata tgccgggaaa tcttgtttct aatggtggca agcggccaag aagcttatgg ttgggctcaa gctaggtcag <210> 177 <211> 315 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <4 00> 177
Met Ala Asn Pro Trp Trp Thr Gly Gln Val Asn 15 10
Thr Thr Pro Pro Gly Ser Ser Gln Leu Lys Lys
20 25
Ser Met Asn Met Ala Met Asp Ser Gly His Asn
35 40
Gln Glu Val Asp Asn Asn Asn Asn Asp Asp Asp
50 55
Gly Asp Asp His Glu Pro Arg Glu Gly Ala Val 65 70 75
Arg Pro Arg Gly Arg Pro Ala Gly Ser Lys Asn
85 90
Ile Phe Val Thr Arg Asp Ser Pro Asn Ala Leu
100 105
Glu Ile Ala Ser Gly Thr Asp Val Ile Glu Thr
115 120
Arg Arg Arg Gln Arg Gly Ile Cys Ile Leu Ser
130 135
Ala Asn Val Thr Leu Arg Gln Pro Ser Thr Ala 145 150 155
Pro Gly Gly Ala Ala Val Leu Ala Leu Gln Gly
165 170
Ser Leu Thr Gly Ser Phe Leu Pro Gly Pro Ala
180 185
Gly Leu Thr Ile Tyr Leu Ala Gly Gly Gln Gly
195 200
Ser Val Val Gly Pro Leu Met Ala Ala Gly Pro
210 215
Ala Thr Phe Ser Asn Ala Thr Tyr Glu Arg Leu 225 230 235
220
Asn Leu Gly Met Asn 240
Tyr Gly Met Ser Gly 255
Pro Ala Phe 270
gcctcgaaac tgaacatggc acaacaacga ccgtagaagc agccaccgat tcgctagtgg gcatctgcat ccgctgccgt agattctttc taacgattta tgatggcagc gattgccatt tggttccggg acggtaacca gtggtggagg gattttaa
gacgccgcct catggactca cgacgataga ccccacgcgc cttcgtcact gactgacgtc cttgagcgga tgcggcggct tttaaccggt cttagccggt aggtccggtg ggaggaggaa gcagctcgga aggacttccg aggacagatg
Leu Ser Gly Leu Glu 15 Pro Asp Leu His Ile 30 Asn His His His His 45 Arg Asp Asn Leu Ser 60 Glu Ala Pro Thr Arg 80 Lys Pro Lys Pro Pro 95 Lys Ser His Val Met 110 Leu Ala Thr Phe Ala 125 Gly Asn Gly Thr Val 140 Ala Val Ala Ala Ala 160 Arg Phe Glu Ile Leu 175 Pro Pro Gly Ser Thr 190 Gln Val Val Gly Gly 205 Val Met Leu Ile Ala 220 Pro Leu Glu Glu Glu
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 948
240 Glu Ala Ala Glu Arg Gly Gly Gly Gly Gly Ser Gly Gly Val Val Pro
245 250 255
Gly Gln Leu Gly Gly Gly Gly Ser Pro Leu Ser Ser Gly Ala Gly Gly
260 265 270
Gly Asp Gly Asn Gln Gly Leu Pro Val Tyr Asn Met Pro Gly Asn Leu
275 280 285
Val Ser Asn Gly Gly Ser Gly Gly Gly Gly Gln Met Ser Gly Gln Glu
290 295 300
Ala Tyr Gly Trp Ala Gln Ala Arg Ser Gly Phe 305 310 315
<210> 178 <211> 708 <212> DNA <213> Oryza sativa <4 00> 178
atggcgtcca aggagccaag cggcgaccac gaccacgaga tgaacgggac cagcgccggg 60
ggcggcgagc ccaaggacgg cgcggtggtg accggccgca accggcgccc ccgcggacgg 120 ccgccgggct ccaagaacaa gcccaagccg cccatcttcg tgacgcggga cagcccgaac 180 gcgctgcgca gccacgtcat ggaggtggcc ggcggcgccg atgtcgccga gtccatcgcg 240 cacttcgcgc -ggcggcggca gcgcggcgtc tgcgtgctca gcggggccgg caccgtgacc 300 gacgtggccc tgcgccagcc ggccgcgccg agcgccgtgg tggcgctccg tgggcggttc 360 gagatcctgt ccctgacggg gacgttcctg ccggggccgg cgccgccggg ctccaccggg 420 ctgaccgtgt acctcgccgg cgggcagggg caggtggtgg gcggcagcgt ggtggggacg 480 ctcaccgcgg cggggccggt catggtgatc gcctccacct tcgccaacgc cacctacgag 540 aggctgccgc tggatcagga ggaggaggaa gcagcggcag gcggcatgat ggcgccgccg 600 ccactcatgg ccggcgccgc cgatccacta cttttcggcg ggggaatgca cgacgccggg 660 cttgctgcat ggcaccatgc ccgccctccg ccgccgccgc cctactag 708
<210> 179 <211> 235 <212> PRT
<213> Oryza sativa <4 00> 179
Met Ala Ser Lys Glu Pro Ser Gly Asp His Asp His Glu Met Asn Gly 15 10 15
Thr Ser Ala Gly Gly Gly Glu Pro Lys Asp Gly Ala Val Val Thr Gly
20 25 30
Arg Asn Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Pro Gly Ser Lys Asn Lys Pro
35 40 45
Lys Pro Pro Ile Phe Val Thr Arg Asp Ser Pro Asn Ala Leu Arg Ser
50 55 60
His Val Met Glu Val Ala Gly Gly Ala Asp Val Ala Glu Ser Ile Ala 65 70 75 80
His Phe Ala Arg Arg Arg Gln Arg Gly Val Cys Val Leu Ser Gly Ala
85 90 95
Gly Thr Val Thr Asp Val Ala Leu Arg Gln Pro Ala Ala Pro Ser Ala
100 105 110
Val Val Ala Leu Arg Gly Arg Phe Glu Ile Leu Ser Leu Thr Gly Thr
115 120 125
Phe Leu Pro Gly Pro Ala Pro Pro Gly Ser Thr Gly Leu Thr Val Tyr
130 135 140
Leu Ala Gly Gly Gln Gly Gln Val Val Gly Gly Ser Val Val Gly Thr 145 150 155 160
Leu Thr Ala Ala Gly Pro Val Met Val Ile Ala Ser Thr Phe Ala Asn
165 170 175
Ala Thr Tyr Glu Arg Leu Pro Leu Asp Gln Glu Glu Glu Glu Ala Ala
180 185 190
Ala Gly Gly Met Met Ala Pro Pro Pro Leu Met Ala Gly Ala Ala Asp
195 200 205
Pro Leu Leu Phe Gly Gly Gly Met His Asp Ala Gly Leu Ala Ala Trp
210 215 220
His His Ala Arg Pro Pro Pro Pro Pro Pro Tyr 225 230 235
<210> 180 <211> 846 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 180
atggcaaacc cttggtggac gaaccagagt ggtttagcgg gcatggtgga ccattcggtc 60 tcctcaggcc atcaccaaaa ccatcaccac caaagtcttc ttaccaaagg agatcttgga 120 atagccatga atcagagcca agacaacgac caagacgaag aagatgatcc tagagaagga 180 gccgttgagg tggtcaaccg tagaccaaga ggtagaccac caggatccaa aaacaaaccc 240 aaagctccaa tctttgtgac aagagacagc cccaacgcac tccgtagcca tgtcttggag 300 atctccgacg gcagtgacgt cgccgacaca atcgctcact tctcaagacg caggcaacgc 360 ggcgtttgcg ttctcagcgg gacaggctca gtcgctaacg tcaccctccg ccaagccgcc 420 gcaccaggag gtgtggtctc tctccaaggc aggtttgaaa tcttatcttt aaccggtgct 480 ttcctccctg gaccttcccc acccgggtca accggtttaa cggtttactt agccggggtc 540 cagggtcagg tcgttggagg tagcgttgta ggcccactct tagccatagg gtcggtcatg 600 gtgattgctg ctactttctc taacgctact tatgagagat tgcccatgga agaagaggaa 660 gacggtggcg gctcaagaca gattcacgga ggcggtgact caccgcccag aatcggtagt 720 aacctgcctg atctatcagg gatggccggg ccaggctaca atatgccgcc gcatctgatt 780 ccaaatgggg ctggtcagct agggcacgaa ccatatacat gggtccacgc aagaccacct 840 tactga 846
<210> 181 <211> 281 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 181
Met Ala Asn Pro Trp Trp Thr Asn Gln Ser Gly 15 10
Leu Ala
Asp His Ser Val Ser Ser Gly His His Gln Asn His His
20
25
Leu Leu Thr Lys Gly Asp Leu Gly Ile Ala Met
35
40
Asn Asp Gln Asp Glu Glu Asp Asp Pro Arg Glu
50 55
Val Asn Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Pro Gly 65 70 75
Lys Ala Pro Ile Phe Val Thr Arg Asp Ser Pro
85 90
His Val Leu Glu Ile Ser Asp Gly Ser Asp Val
100 105
His Phe Ser Arg Arg Arg Gln Arg Gly Val Cys
115 120
Gly Ser Val Ala Asn Val Thr Leu Arg Gln Ala
130 135
Val Val Ser Leu Gln Gly Arg Phe Glu Ile Leu 145 150 155
Phe Leu Pro Gly Pro Ser Pro Pro Gly Ser Thr
165 170
Leu Ala Gly Val Gln Gly Gln Val Val Gly Gly
180 185
Leu Leu Ala Ile Gly Ser Val Met Val Ile Ala
195 200
Ala Thr Tyr Glu Arg Leu Pro Met Glu Glu Glu
210 215
Ser Arg Gln Ile His Gly Gly Gly Asp Ser Pro 225 230 235
Asn Leu Pro Asp Leu Ser Gly Met Ala Gly Pro
245 250
Pro His Leu Ile Pro Asn Gly Ala Gly Gln Leu
260 265
Thr Trp Val His Ala Arg Pro Pro Tyr
275 280
<210> 182 <211> 879 <212> DNA
Asn Gln
45 Gly Ala 60
Ser Lys
Asn Ala
Ala Asp
Val Leu 125 Ala Ala 140
Ser Leu
Gly Leu
Ser Val
Ala Thr 205 Glu Asp 220
Pro Arg Gly Tyr Gly His
Gly Met Val 15
His Gln Ser 30
Ser Gln Asp
Val Glu Val
Asn Lys Pro 80
Leu Arg Ser 95
Thr Ile Ala 110
Ser Gly Thr
Pro Gly Gly
Thr Gly Ala 160
Thr Val Tyr 175
Val Gly Pro 190
Phe Ser Asn
Gly Gly Gly
Ile Gly Ser 240
Asn Met Pro
255 Glu Pro Tyr 270 <213> Arabidopsis thaliana <400> 182 atggctggtc gatctccacc catttcaccg ggtggaggat ggtcgtcgtc atcacgcgcg gatgttttcg agcggtagcg gtgacgctac gcacctcccg ggaggaagcg tttactaatg ggaggaggat ggacttccgt ggttggccgg <210> 183 <211> 292 <212> PRT <213> Arabidopsis thaliana <400> 183
Met Ala Gly Leu Asp Leu Gly Thr Ala Phe Arg Tyr Val Asn His Gln 1 5 10 15 Leu His Arg Pro Asp Leu His Leu His His Asn Ser Ser Ser Asp Asp 20 25 30 Val Thr Pro Gly Ala Gly Met Gly His Phe Thr Val Asp Asp Glu Asp 35 40 45 Asn Asn Asn Asn His Gln Gly Leu Asp Leu Ala Ser Gly Gly Gly Ser 50 55 60 Gly Ser Ser Gly Gly Gly Gly Gly His Gly Gly Gly Gly Asp Val Val 65 70 75 80 Gly Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Pro Gly Ser Lys Asn Lys Pro Lys 85 90 95 Pro Pro Val Ile Ile Thr Arg Glu Ser Ala Asn Thr Leu Arg Ala His 100 105 110 Ile Leu Glu Val Thr Asn Gly Cys Asp Val Phe Asp Cys Val Ala Thr 115 120 125 Tyr Ala Arg Arg Arg Gln Arg Gly Ile Cys Val Leu Ser Gly Ser Gly 130 135 140 Thr Val Thr Asn Val Ser Ile Arg Gln Pro Ser Ala Ala Gly Ala Val 145 150 155 160 Val Thr Leu Gln Gly Thr Phe Glu Ile Leu Ser Leu Ser Gly Ser Phe 165 170 175 Leu Pro Pro Pro Ala Pro Pro Gly Ala Thr Ser Leu Thr Ile Phe Leu 180 185 190 Ala Gly Gly Gln Gly Gln Val Val Gly Gly Ser Val Val Gly Glu Leu 195 200 205 Thr Ala Ala Gly Pro Val Ile Val Ile Ala Ala Ser Phe Thr Asn Val 210 215 220 Ala Tyr Glu Arg Leu Pro Leu Glu Glu Asp Glu Gln Gln Gln Gln Leu 225 230 235 240 Gly Gly Gly Ser Asn Gly Gly Gly Asn Leu Phe Pro Glu Val Ala Ala 245 250 255 Gly Gly Gly Gly Gly Leu Pro Phe Phe Asn Leu Pro Met Asn Met Gln 260 265 270 Pro Asn Val Gln Leu Pro Val Glu Gly Trp Pro Gly Asn Ser Gly Gly 275 280 285
Arg Gly Pro Phe
290 <210> 184 <211> 918 <212> DNA
ttgatctagg cacagctttt cgttacgtta atcaccagct ccatcgtccc 60
ttcaccacaa ttcctcctcc gatgacgtca ctcccggagc cgggatgggt 120
tcgacgacga agacaacaac aacaaccatc aaggtcttga cttagcctct 180
caggaagctc tggaggagga ggaggtcacg gcgggggagg agacgtcgtt 240
cacgtggcag accaccggga tccaagaaca aaccgaaacc tccggtaatt 300
agagcgcaaa cactctaaga gctcacattc ttgaagtaac aaacggctgc 360
actgcgttgc gacttatgct cgtcggagac agcgagggat ctgcgttctg 420
gaacggtcac gaacgtcagc atacgtcagc catctgcggc tggagcggtt 480
aaggaacgtt cgagattctt tctctctccg gatcgtttct tcctcctccg 540
gagcaacgag tttgacaatt ttcttagccg gaggacaagg tcaggtggtt 600
ttgtgggtga gcttacggcg gctggaccgg tgattgtgat tgcagcttcg 660
ttgcttatga gagacttcct ttagaagaag atgagcagca gcaacagctt 720
ctaacggcgg aggtaatttg tttccggagg tggcagctgg aggaggagga 780
tctttaattt accgatgaat atgcaaccaa atgtgcaact tccggtggaa 840
ggaattccgg tggaagaggt cctttctga 879 <213> Oryza sativa <400> 184
atggcaggtc tcgacctcgg caccgccgcg acgcgctacg tccaccagct caccccgacc tccagctgca gcacagctac gccaagcagc acgagccgtc cccaacggca gcggcggcgg cggcaacagc aacggcgggc cgtacgggga gggtcctcgt cgtcaggtcc tgccaccgac ggcgcggtcg gcgggcccgg gcgcgccggc cgcgggggcg cccgcctggc tccaagaaca agccgaagcc atcacgcggg agagcgccaa cacgctgcgc gcccacatcc tggaggtcgg gacgtgttcg agtgcgtctc cacgtacgcg cgccggcggc agcgcggcgt agcggcagcg gcgtggtcac caacgtgacg ctgcgtcagc cgtcggcgcc gtcgtgtcgc tgcacgggag gttcgagatc ctgtcgctct cgggctcctt ccggctcccc ccggcgccac cagcctcacc atcttcctcg ccgggggcca gtcggcggca acgtcgtcgg cgcgctctac gccgcgggcc cggtcatcgt tccttcgcca acgtcgccta cgagcgcctc ccactggagg aggaggaggc caggccggcc tgcagatgca gcagcccggc ggcggcgccg atgctggtgg gcgttcccgc cggacccgtc tgccgccggc ctcccgttct tcaacctgcc atgcccggtg gcggcggctc acagctccct cccggcgccg acggccatgg gcacggccac cgttctga <210> 185 <211> 305 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 185
Met Ala Gly Leu Asp Leu Gly Thr Ala Ala Thr Arg 15 10
Leu His His Leu His Pro Asp Leu Gln Leu Gln His
20 25
Gln His Glu Pro Ser Asp Asp Asp Pro Asn Gly Ser
35 40
Asn Ser Asn Gly Gly Pro Tyr Gly Asp His Asp Gly
50 55 60
Ser Gly Pro Ala Thr Asp Gly Ala Val Gly Gly Pro 65 70 75
Ala Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Pro Gly Ser Lys
85 90
Pro Pro Val Ile Ile Thr Arg Glu Ser' Ala Asn Thr
100 105
Ile Leu Glu Val Gly Ser Gly Cys Asp Val Phe Glu
115 120
Tyr Ala Arg Arg Arg Gln Arg Gly Val Cys Val Leu 130 135 140
Val Val Thr Asn Val Thr Leu Arg Gln Pro Ser Ala 145 150 155
Val Val Ser Leu His Gly Arg Phe Glu Ile Leu Ser
165 170
Phe Leu Pro Pro Pro Ala Pro Pro Gly Ala Thr Ser
180 185
Leu Ala Gly Gly Gln Gly Gln Val Val Gly Gly Asn
195 200
Leu Tyr Ala Ala Gly Pro Val Ile Val Ile Ala Ala 210 215 220
Val Ala Tyr Glu Arg Leu Pro Leu Glu Glu Glu Glu 225 230 235
Gln Ala Gly Leu Gln Met Gln Gln Pro Gly Gly Gly
■ 245 250
Gly Met Gly Gly Ala Phe Pro Pro Asp Pro Ser Ala
260 265
Phe Phe Asn Leu Pro Leu Asn Asn Met Pro Gly Gly
275 280
Leu Pro Pro Gly Ala Asp Gly His Gly Trp Ala Gly 290 295 300
Phe 305
ccaccacctc cgacgacgac ccatgacggc cgacgtggtg gccggtgatc gagcggctgc gtgcgtgctg cgcgggcgcc cctcccgccg gggacaggtc catcgcggcg gccgccgccg catgggtggc gctcaacaac ctgggccggc
Tyr Val His 15
Ser Tyr Ala 30
Gly Gly Gly 45
Gly Ser Ser
Gly Asp Val
Asn Lys Pro 95
Leu Arg Ala 110 Cys Val Ser 125
Ser Gly Ser
Pro Ala Gly
Leu Ser Gly 175
Leu Thr Ile 190
Val Val Gly 205
Ser Phe Ala
Ala Pro Pro
Ala Asp Ala 255
Ala Gly Leu
270 Gly Gly Ser 285
Ala Arg Pro
Gln
Lys
Gly
Ser
Val 80 Lys
His
Thr
Gly
Ala 160 Ser
Phe
Ala
Asn
Pro 240 Gly
Pro
Gln
Pro
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 918 <210> 186 <211> 858 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 186
atggctggtc tcgatctagg cacaacttct cgctacgtcc acaacgtcga tggtggcggc 60
ggcggacagt tcaccaccga caaccaccac gaagatgacg gtggcgctgg aggaaaccac 120
catcatcacc atcataatca taatcaccat caaggtttag atttaatagc ttctaatgat 180
aactctggac taggcggcgg tggaggagga gggagcggtg acctcgtcat gcgtcggcca 240
cgtggccgtc cagctggatc gaagaacaaa ccgaagccgc cggtgattgt cacgcgcgag 300
agcgcaaaca ctcttagggc tcacattctt gaagttggaa gtggctgcga cgttttcgaa 360
tgtatctcca cttacgctcg tcggagacag cgcgggattt gcgttttatc cgggacggga 420
accgtcacta acgtcagcat ccgtcagcct acggcggccg gagctgttgt gactctgcgg 480
ggtacttttg agattctttc cctctccgga tcttttcttc cgccacctgc tcctccaggg 540
gcgactagct tgacgatatt cctcgctgga gctcaaggac aggtcgtcgg aggtaacgta 600
gttggtgagt taatggcggc ggggccggta atggtcatgg cagcgtcttt tacaaacgtg 660
gcttacgaaa ggttgccttt ggacgagcat gaggagcact tgcaaagtgg cggcggcgga 720
ggtggaggga atatgtactc ggaagccact ggcggtggcg gagggttgcc tttctttaat 780
ttgccgatga gtatgcctca gattggagtt gaaagttggc aggggaatca cgccggcgcc 840
ggtagggctc cgttttag 858 <210> 187 <211> 285
<212> PRT <213> Arabidopsis thaliana <400> 187
Met Ala Gly Leu Asp Leu Gly Thr Thr Ser Arg Tyr Val His Asn Val 1 5 10 15 Asp Gly Gly Gly Gly Gly Gln Phe Thr Thr Asp Asn His His Glu Asp 20 25 30 Asp Gly Gly Ala Gly Gly Asn His His His His His His Asn His Asn 35 40 45 His His Gln Gly Leu Asp Leu Ile Ala Ser Asn Asp Asn Ser Gly Leu 50 55 60 Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Ser Gly Asp Leu Val Met Arg Arg Pro 65 70 75 80 Arg Gly Arg Pro Ala Gly Ser Lys Asn Lys Pro Lys Pro Pro Val Ile 85 90 95 Val Thr Arg Glu Ser Ala Asn Thr Leu Arg Ala His Ile Leu Glu Val 100 105 110 Gly Ser Gly Cys Asp Val Phe Glu Cys Ile Ser Thr Tyr Ala Arg Arg 115 120 125 Arg Gln Arg Gly Ile Cys Val Leu Ser Gly Thr Gly Thr Val Thr Asn 130 135 140 Val Ser Ile Arg Gln Pro Thr Ala Ala Gly Ala Val Val Thr Leu Arg 145 150 155 160 Gly Thr Phe Glu Ile Leu Ser Leu Ser Gly Ser Phe Leu Pro Pro Pro 165 170 175 Ala Pro Pro Gly Ala Thr Ser Leu Thr Ile Phe Leu Ala Gly Ala Gln 180 185 190 Gly Gln Val Val Gly Gly Asn Val Val Gly Glu Leu Met Ala Ala Gly 195 200 205 Pro Val Met Val Met Ala Ala Ser Phe Thr Asn Val Ala Tyr Glu Arg 210 215 220 Leu Pro Leu Asp Glu His Glu Glu His Leu Gln Ser Gly Gly Gly Gly 225 230 235 240 Gly Gly Gly Asn Met Tyr Ser Glu Ala Thr Gly Gly Gly Gly Gly Leu 245 250 255 Pro Phe Phe Asn Leu Pro Met Ser Met Pro Gln Ile Gly Val Glu Ser 260 265 270 Trp Gln Gly Asn His Ala Gly Ala Gly Arg Ala Pro Phe 275 280 285 <210> 188 <211> 978 <212> DNA
<213> Medicago truncatula <4 00> 188
atggatcaag tagcacaagg tcgtcctctt ccacctccat cttcatcctc accatcaatt tcacaccaac caccaaacca ggcaatggga gcttaagccg aggccaaaaa agagaacgaa actcccaccg gaggaga.agg aaaagacgac ggtggtagcg ggtggtgaga tgggaagaag accaagagga agaccagcag ccacctatca tcatcacgag ggacagcgcg aacgcactcc gcaaatggat gtgacatcat ggaaagtgtg acggtctttg gtctgcatcc ttagcggaag tgggaccgtc acaaacgtga cctggtgcgg tagtcacact tcatggaaga tttgagatat ctgccgccgc ctgctccacc agcggcgtca ggattagcca ggacaggtcg tcggtggtag cgtggtggga ccgttgttag atggcagctt cctttggaaa tgctgcttat gaaaggctac ccagtgaatg tgccaggaaa tggagggtta gggtcaccgg caacagcagc agaaccagca acagcaacaa cttgtagcag ttccatggag ttcctcaaaa tcttctcaat tcatgccaat ggtggaagtg ctcgtcctcc ttttttaacc aaaaatgtta atcatgtttt tcgtttaa <210> 189 <211> 325 <212> PRT
<213> Medicago truncatula <4 00> 189
ttctcactag atgaagagga acaacgaaga gaagtgctgg gttcgaaaaa gatcccacgt cgcgaaggag ctctccgtca tatcattatc tatatctagc cttccggtcc ctttagaaga gaaccatggg atcctaatgc taccagctga ttcacttaat
agaccttcat acaacaaagt cggcaacaac tggaggaagt caaaccaaaa gatggaagtt gcagcgtggt accagcatcg tggctctttc tggtggacaa ggttgttatc tgaagaaaca aagtcaacaa ttcatcactt aggttattgg cacttttctc
Met Asp Gln Val Ala Gln Gly Arg Pro Leu Pro Pro Pro Phe Leu Thr .1 5 10 15 Arg Asp Leu His Leu His Pro His His Gln Phe His Thr Asn His Gln 20 25 30 Thr Asn Glu Glu Glu Gln Gln Ser Gly Asn Gly Ser Leu Ser Arg Gly 35 40 45 Gln Lys Arg Glu Arg Asn Asn Glu Asp Gly Asn Asn Thr Pro Thr Gly 50 55 60 Gly Glu Gly Lys Asp Asp Gly Gly Ser Gly Ser Ala Gly Gly Gly Ser 65 70 75 80 Gly Gly Glu Met Gly Arg Arg Pro Arg Gly Arg Pro Ala Gly Ser Lys 85 90 95 Asn Lys Pro Lys Pro Pro Ile Ile Ile Thr Arg Asp Ser Ala Asn Ala 100 105 110 Leu Arg Ser His Val Met Glu Val Ala Asn Gly Cys Asp Ile Met Glu 115 120 125 Ser Val Thr Val Phe Ala Arg Arg Arg Gln Arg Gly Val Cys Ile Leu 130 135 140 Ser Gly Ser Gly Thr Val Thr Asn Val Thr Leu Arg Gln Pro Ala Ser 145 150 155 160 Pro Gly Ala Val Val Thr Leu His Gly Arg Phe Glu Ile Leu Ser Leu 165 170 175 Ser Gly Ser Phe Leu Pro Pro Pro Ala Pro Pro Ala Ala Ser Gly Leu 180 185 190 Ala Ile Tyr Leu Ala Gly Gly Gln Gly Gln Val Val Gly Gly Ser Val 195 200 205 Val Gly Pro Leu Leu Ala Ser Gly Pro Val Val Ile Met Ala Ala Ser 210 215 220 Phe Gly Asn Ala Ala Tyr Glu Arg Leu Pro Leu Glu Asp Glu Glu Thr 225 230 235 240 Pro Val Asn Val Pro Gly Asn Gly Gly Leu Gly Ser Pro Gly Thr Met 245 250 255 Gly Ser Gln Gln Gln Gln Gln Gln Asn Gln Gln Gln Gln Gln Leu Val 260 265 270 Ala Asp Pro Asn Ala Ser Ser Leu Phe His Gly Val Pro Gln Asn Leu 275 280 285 Leu Asn Ser Cys Gln Leu Pro Ala Glu Gly Tyr Trp Gly Gly Ser Ala 290 295 300
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 978 Arg 305
Ile Met
<221> <222> <223> <400>
Gly Gly
Pro Pro Phe Leu Thr Lys Asn Val Ile His Leu Ile Thr 310 315
Phe Phe Val 325
<210> 190 <211> 6 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 1 <220>
VARIANTE (4) . . (4)
/substituir="Ile" 190
Gln Gly Gln Val 1
<210> 191 <211> 15 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 2 <4 00> 191 Ile Leu Ser Leu 1
<210> 192 <211> 8 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 3 <4 00> 192 Asn Ala Thr Tyr 1
<210> 193 <211> 12 <212> PRT <213> Seqüência <220>
<223> motivo 4 <400> 193
Ser Phe Thr Asn Val Ala Tyr Glu Arg Leu Pro Leu
Phe
Leu 320
Ser 5
Gly Ser Phe Leu
Pro Pro 10
Pro Ala Pro
Pro 15
Glu Arg Leu Pro 5
artificial
1
<210> 194 <211> 42 <212> PRT <213> Seqüência <220>
<223> motivo 5 <400> 194 Gly Arg Phe,Glu 1
Ala Pro Pro
10
artificial
Ile Leu Ser Leu Thr Gly Ser Phe Leu Pro Gly Pro
5 10 15
Gly Ser Thr Gly Leu Thr Ile Tyr Leu Ala Gly Gly Gln 20 25 30
Val Gly Gly Ser Val Val Gly 40
Gly Gln Val 35
<210> 195
<211> 654
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 195
cttctacatc ggcttaggtg tagcaacacg actttattat tattattatt attattatta Asn Ile Pro Pro 15 Ser Asn Thr Lys 30 Arg His Phe Cys 45 Leu Arg Asn Val Gly Lys Asn Gly 80 Ser Ser Val Asn 95 His Gln Phe Pro
ttattttaca aaaatataaa atagatcagt ccctcaccac aagtagagca agttggtgag 120 ttattgtaaa gttctacaaa gctaatttaa aagttattgc attaacttat ttcatattac 180 aaacaagagt gtcaatggaa caatgaaaac catatgacat actataattt tgtttttatt 240 attgaaatta tataattcaa agagaataaa tccacatagc cgtaaagttc tacatgtggt 300 gcattaccaa aatatatata gcttacaaaa catgacaagc ttagtttgaa aaattgcaat 360 ccttatcaca ttgacacata aagtgagtga tgagtcataa tattattttc tttgctaccc 420 atcatgtata tatgatagcc acaaagttac tttgatgatg atatcaaaga acatttttag 480 gtgcacctaa cagaatatcc aaataatatg actcacttag atcataatag agcatcaagt 540 aaaactaaca ctctaaagca accgatggga aagcatctat aaatagacaa gcacaatgaa 600 aatcctcatc atccttcacc acaattcaaa tattatagtt gaagcatagt agta 654
<210> 196 <211> 51 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador <400> 196
ggggacaagt ttgtacaaaa aagcaggctt aaacaatgga tccggtcacg g 51
<210> 197 <211> 49 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador <400> 197
ggggaccact ttgtacaaga aagctgggtg gaatcgatcc atctcagaa 4 9
<210> 198 <211> 828 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 198
atgggtggat cgatgtcgga gagagcaagg caggccaaca ttcctccact agcgggaccc 60
ctaaagtgtc ctcgatgcga ctccagcaac actaagttct gttactacaa caactataac 120 ctcactcagc ctcgtcactt ctgcaaaggt tgccgtcgct actggacaca agggggcgcc 180 ctgagaaacg tccctgtagg tggaggctgc cggaggaata acaagaaggg caaaaatgga 240 aatttaaaat cttcttcttc ttcgtccaaa cagtcttcct cggtcaacgc tcaaagtcct 300 agctcaggac agctaaggac aaatcatcag ttcccttttt caccaactct ttacaatctc 360 actcaactcg gaggtattgg tttgaactta gccgctacta atggcaacaa ccaagctcac 420 cagatcggtt ccagtttgat gatgagcgat ctagggtttc tccatggacg aaatacttca 480 actccgatga cgggaaacat tcatgaaaac aacaacaata ataacaatga aaacaaccta 540 atggcatccg ttggatcttt gagccccttt gctctcttcg atccaacgac ggggctatac 600 gctttccaga acgacggtaa tatcgggaac aacgttggga tatctggctc ttctacttcc 660 atggttgatt ctagggttta tcagacgcct ccggtgaaga tggaagaaca acctaatttg 720 gctaacttgt ctagaccggt ctccggtttg acgtctcctg ggaatcaaac aaatcagtac 780 ttttggcctg gttcggattt ctcgggtcct tctaatgatc tcttgtga 828
<210> 199 <211> 275 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 199
Met Gly Gly Ser Met Ser Glu Arg Ala Arg Gln Ali 15 10
Leu Ala Gly Pro Leu Lys Cys Pro Arg Cys Asp Sei
20 25
Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr Asn Leu Thr Gln Prc
35 40
Lys Gly Cys Arg Arg Tyr Trp Thr Gln Gly Gly Alc 50 55 60
Pro Val Gly Gly Gly Cys Arg Arg Asn Asn Lys Lyi 65 70 75
Asn Leu Lys Ser Ser Ser Ser Ser Ser Lys Gln Sej
85 90
Ala Gln Ser Pro Ser Ser Gly Gln Leu Arg Thr Asr 100 105 110 Phe Ser Pro 115 Thr Leu Tyr Asn Leu 120 Thr Gln Leu Gly Gly 125 Ile Gly Leu Asn Leu 130 Ala Ala Thr Asn Gly 135 Asn Asn Gln Ala His 140 Gln Ile Gly Ser Ser Leu Met Met Ser Asp Leu Gly Phe Leu His Gly Arg Asn Thr Ser 145 150 155 160 Thr Pro Met Thr Gly 165 Asn Ile His Glu Asn 170 Asn Asn Asn Asn Asn 175 Asn Glu Asn Asn Leu 180 Met Ala Ser Val Gly 185 Ser Leu Ser Pro Phe 190 Ala Leu Phe Asp Pro 195 Thr Thr Gly Leu Tyr 200 Ala Phe Gln Asn Asp 205 Gly Asn Ile Gly Asn 210 Asn Val Gly Ile Ser 215 Gly Ser Ser Thr Ser 220 Met Val Asp Ser Arg Val Tyr Gln Thr Pro Pro Val Lys Met Glu Glu Gln Pro Asn Leu 225 230 235 240 Ala Asn Leu Ser Arg 245 Pro Val Ser Gly Leu 250 Thr Ser Pro Gly Asn 255 Gln Thr Asn Gln Tyr 260 Phe Trp Pro Gly Ser 265 Asp Phe Ser Gly Pro 270 Ser Asn
Asp Leu Leu 275 <210> 200
<211> <212>
63 PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> Domínio DOF <400> 200
Pro Leu Ala Gly Pro Leu Lys Cys Pro Arg Cys 15 10
Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr Asn Leu Thr
20
25
Cys Lys Gly Cys Arg Arg Tyr Trp Thr Gln Gly
35
40
Val Pro Val Gly Gly Gly Cys Arg Arg Asn Asn
50 55
<210> 201 <211> 684 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 201
atggcggaga gagcaaggca ggccaacatt cctccactag cgatgcgact ccagcaacac taagttctgt tactacaaca cgtcacttct gcaaaggttg ccgtcgctac tggacacaag cctgtaggtg gaggctgccg gaggaataac aagaagggca tcttcttctt cgtccaaaca gtcttcctcg gtcaacgctc ctaaggacaa atcatcagtt ccctttttca ccaactcttt ggtattggtt tgaacttagc cgctactaat ggcaacaacc agtttgatga tgagcgatct agggtttctc catggacgaa ggaaacattc atgaaaacaa caacaataat aacaatgaaa ggatctttga gcccctttgc tctcttcgat ccaacgacgg gacggtaata tcgggaacaa cgttgggata tctggttctt agggtttatc agacgctccg gtga <210> 202 <211> 227 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 202
Met Ala Glu Arg Ala Arg Gln Ala Asn Ile Pro 15 10
Leu Lys Cys Pro Arg Cys Asp Ser Ser Asn Thr
Asp Ser Ser Asn Thr 15
Gln Pro Arg His Phe 30
Gly Ala Leu Arg Asn 45
Lys Lys Gly Lys 60
cgggacccct actataacct ggggcgccct aaaatggaaa aaagtcctag acaatctcac aagctcacca atacttcaac acaacctaat ggctatacgc ctacttccat
aaagtgtcct cactcagcct gagaaacgtc tttaaaatct ctcaggacag tcaactcgga gatcggttcc tccgatgacg ggcatccgtt tttccagaac ggttgattct
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 684
Pro Leu Ala Gly Pro 15
Lys Phe Cys Tyr Tyr 20 25
Asn Asn Tyr Asn Leu Thr Gln Pro Arg His Phe
35 40
Arg Tyr Trp Thr Gln Gly Gly Ala Leu Arg Asn
50 55
Gly Cys Arg Arg Asn Asn Lys Lys Gly Lys Asn 65 70 75
Ser Ser Ser Ser Ser Lys Gln Ser Ser Ser Val
85 90
Ser Ser Gly Gln Leu Arg Thr Asn His Gln Phe
100 105
Leu Tyr Asn Leu Thr Gln Leu Gly Gly Ile Gly
115 120
Thr Asn Gly Asn Asn Gln Ala His Gln Ile Gly
130 135
Ser Asp Leu Gly Phe Leu His Gly Arg Asn Thr 145 150 155
Gly Asn Ile His Glu Asn Asn Asn Asn Asn Asn
165 170
Met Ala Ser Val Gly Ser Leu Ser Pro Phe Ala
180 185
Thr Gly Leu Tyr Ala Phe Gln Asn Asp Gly Asn
195 200
Gly Ile Ser Gly Ser Ser Thr Ser Met Val Asp
210 215
Thr Leu Arg 225
<210> 203 <211> 993 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 203
atgcctacga attcgaatca tcagcatcat cttcaacacc ataataagtg gccacggact agtactctct caccaacttc aaccctaacc accaccatgt cgctacctct gctggtcttc atggcggaga gagcaaggca ggccaacatt cctccactag cgatgcgact ccagcaacac taagttctgt tactacaaca cgttacttct gcaaaggttg ccgtcgctac tggacacaag cctgtaggtg gaggctgccg gaggaataac aagaagggca tcttcttctt cgtccaaaca gtcttcctcg gtcaacgctc ctaaggacaa atcatcagtt ccctttttca ccaactcttt ggtattggtt tgaacttagc cgctactaat ggcaacaacc agtttgatga tgagcgatct agggtttctc catggacgaa ggaaacattc atgaaaacaa caacaataat aacaatgaaa ggatctttga gcccctttgc tctcttcgat ccaacgacgg gacggtaata tcgggaacaa cgttgggata tctggttctt agggtttatc agacgcctcc ggtgaagatg gaagaacaac agaccggtct ccggtttgac gtctcctggg aatcaaacaa tcggatttct cgggtccttc taatgatatc ttg <210> 204 <211> 331 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 204
Met Pro Thr Asn Ser Asn His Gln His His Leu 15 10
Glu Asn Gly Ser Ile Ile Ser Gly His Gly Leu
30 Cys Lys Gly Cys Arg 45 Val Pro Val Gly Gly 60 Gly Asn Leu Lys Ser 80 Asn Ala Gln Ser Pro 95 Pro Phe Ser Pro Thr 110 Leu Asn Leu Ala Ala 125 Ser Ser Leu Met Met 140 Ser Thr Pro Met Thr 160 Asn Glu Asn Asn Leu 175 Leu Phe Asp Pro Thr 190 Ile Gly Asn Asn Val 205 Ser Arg Val Tyr Gln 220
agcttaacga cacctctcca cgtcaaggat cgggacccct actataacct ggggcgccct aaaatggaaa aaagtcctag acaatctcac aagctcacca atacttcaac acaacctaat ggctatacgc ctacttccat ctaatttggc atcaatactt
aaatggaagt agcaaaccct gggtggatcg aaagtgtcct cactcagcct gagaaacgtc tttaaaatct ctcaggacag tcaactcgga gatcggttcc tccgatgacg ggcatccgtt tttccagaac ggttgattct taacttgtct ttggcctggt
20
25
Leu Pro Pro Leu Gln Ala Asn Pro Asn Pro Asn
35
40
Thr Ser Ala Gly Leu Pro Ser Arg Met Gly Gly
50
55
Ala Arg Gln Ala Asn Ile Pro Pro Leu Ala Gly
Gln His Gln Leu Asn 15
Val Leu Ser His Gln 30
His His His Val Ala 45
Ser Met Ala Glu Arg 60
Pro Leu Lys Cys Pro
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 993 65 70 75 80 Arg Cys Asp Ser Ser 85 Asn Thr Lys Phe Cys 90 Tyr Tyr Asn Asn Tyr 95 Asn Leu Thr Gln Pro 100 Arg Tyr Phe Cys Lys 105 Gly Cys Arg Arg Tyr 110 Trp Thr Gln Gly Gly 115 Ala Leu Arg Asn Val 120 Pro Val Gly Gly Gly 125 Cys Arg Arg Asn Asn 130 Lys Lys Gly Lys Asn 135 Gly Asn Leu Lys Ser 140 Ser Ser Ser Ser Ser Lys Gln Ser Ser Ser Val Asn Ala Gln Ser Pro Ser Ser Gly Gln 145 150 155 160 Leu Arg Thr Asn His 165 Gln Phe Pro Phe Ser 170 Pro Thr Leu Tyr Asn 175 Leu Thr Gln Leu Gly 180 Gly Ile Gly Leu Asn 185 Leu Ala Ala Thr Asn 190 Gly Asn Asn Gln Ala 195 His Gln Ile Gly Ser 200 Ser Leu Met Met Ser 205 Asp Leu Gly Phe Leu 210 His Gly Arg Asn Thr 215 Ser Thr Pro Met Thr 220 Gly Asn Ile His Glu Asn Asn Asn Asn Asn Asn Asn Glu Asn Asn Leu Met Ala Ser Val 225 230 235 240 Gly Ser Leu Ser Pro 245 Phe Ala Leu Phe Asp 250 Pro Thr Thr Gly Leu 255 Tyr Ala Phe Gln Asn 260 Asp Gly Asn Ile Gly 265 Asn Asn Val Gly Ile 270 Ser Gly Ser Ser Thr 275 Ser Met Val Asp Ser 280 Arg Val Tyr Gln Thr 285 Pro Pro Val Lys Met 290 Glu Glu Gln Pro Asn 295 Leu Ala Asn Leu Ser 300 Arg Pro Val Ser Gly Leu Thr Ser Pro Gly Asn Gln Thr Asn Gln Tyr Phe Trp Pro Gly 305 310 315 320 Ser Asp Phe Ser Gly 325 Pro Ser Asn Asp Ile 330 Leu
<210> 205
<211> 873
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 205
atgattccgg gcacgcttgc cgatggcggc ggcggaggcg ccgatgtcga tgtcggagag ggcgcggctg gcgaggatcc aagtgcccgc gctgcgactc caccaacacc aagttctgct tcccagcccc gccacttctg ccgcgcctgc cgccgctact cgcaacgtcc ccgtcggcgg cggctaccgc cgccacgcca gcgtccgcgg cgggctccgc ctcagccgcc accaccaccg tcgacgacga cgacgacgac gtcctccacc tgcgccacgc gcgatgctgg gcggcaacct ctccatcctg ccgccgctgc gccatgagcc tcggctccac cttctctggc atggcggcgg gtcgacgcgg ccggctgcta ctccgtcggc gccgccaccg cagcagatgc agagcttccc gttcttccac gccatggatc ccaccgccgg caatggcaat gccggggatg ttccagctag ggcagcggcg gcggcgaaga cggtggagag ctccaccatg gaaggctacc caaggggcat gtatggcgat catcacctcg tccagtgcaa ccacaggtaa ccatctcttg taa <210> 206 <211> 290 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 206
Met Ile Pro Gly Thr Leu Ala Asp Gly Gly Gly 15 10
Gly Pro Ala Lys Pro Met Ser Met Ser Glu Arg
20 25
Ile Pro Leu Pro Glu Pro Gly Leu Lys Cys Pro
gcgcggtggg cgctgccgga acttcaacaa ggacccgcgg agcgcgccaa ccggctcgac ccaacgcgcc tccgcctcgc ccgccggcaa gcctcgagca accaggcggc gcctagacgg cgatgccatc ctggaggata
gccggcgaag gccggggctc ctactccctc cggcgcgctc gcccaagccg gccagcgggg cgccctcccg cgacttcgac gccaccgccc atggagacta gatggcggcg cgacggccat atcgaagaga cacctcctac
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 873
Gly Gly Gly Ala Val 15
Ala Arg Leu Ala Arg 30
Arg Cys Asp Ser Thr 35 40 45 Asn Thr Lys Phe Cys Tyr Phe Asn Asn Tyr Ser Leu Ser Gln Pro Arg 50 55 60 His Phe Cys Arg Ala Cys Arg Arg Tyr Trp Thr Arg Gly Gly Ala Leu 65 70 75 80 Arg Asn Val Pro Val Gly Gly Gly Tyr Arg Arg His Ala Lys Arg Ala 85 90 95 Lys Pro Lys Pro Ala Ser Ala Ala Gly Ser Ala Ser Ala Ala Thr Thr 100 105 110 Thr Ala Gly Ser Thr Pro Ala Gly Ser Thr Thr Thr Thr Thr Thr Ser 115 120 125 Ser Thr Cys Ala Thr Pro Asn Ala Pro Ala Leu Pro Ala Met Leu Gly 130 135 140 Gly Asn Leu Ser Ile Leu Pro Pro Leu Leu Arg Leu Ala Asp Phe Asp 145 150 155 160 Ala Met Ser Leu Gly Ser Thr Phe Ser Gly Met Ala Ala Ala Ala Gly 165 170 175 Lys Pro Pro Pro Val Asp Ala Ala Gly Cys Tyr Ser Val Gly Ala Ala 180 185 190 Thr Gly Leu Glu Gln Trp Arg Leu Gln Gln Met Gln Ser Phe Pro Phe 195 200 205 Phe His Ala Met Asp His Gln Ala Ala Met Ala Ala Pro Pro Pro Ala 210 215 220 Met Ala Met Pro Gly Met Phe Gln Leu Gly Leu Asp Gly Asp Gly His
225 230 235
Gly Ser Gly Gly Gly Glu Asp Gly Gly Glu Leu
245 250
Ser Ser Lys Arg Glu Gly Tyr Pro Arg Gly Met
260 265
Leu Ala Gly Gly Tyr Thr Ser Tyr Ser Ser Ala 275 280
Leu Leu 290 <210> 207 <211> 1068 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 207
atgccgccgc atcacggcgg cctcatggcg cctcggcctg gcggcgagcg gcggcggcgg tggcggcggc ggcccgaccg ggctcgatga cggaacgggc tcggctggcg aagatcccgc tgcccgcgct gcgagtccac caacaccaag ttctgctact cagccgcgcc acttctgcaa gacgtgccgc cgctactgga aacgtccccg tcggcggcgg gtgccgccgc aacaagcgca tcgtcgacgt cggccgccgg ctcggcctcc gccaccggcg tcgaccgcca cgggtggcag cagcagcgcc gcggcggccg gcgcagctgc cgttcctggc ctcgttgcac cacccgctcg tccggtgcgt ccaggctagg gtttcccgga ttgagctcgc ctcggcggcg gcgccgccgc cgccgccgcc atcgggctag atacagcaat tccccttctt gagccgcaac gacgccatgc tacccgttcg acgcggaggc cgccgccgac gccgccggct ggcaccaagg tgcccggctc gtcgggcctg atcacgcagc gacagcaacg ctcagtccgc ggcgatgaac agctcgccga ggcaacctcc aattctgggg cggtggcaac ggcgcgggac gccaccggcg gcagcggcgc cggtgtcgct ccgggaggcg gctgatctct ccggattcaa ctcgtcgtcg tcggggaaca <210> 208 <211> 355 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 208
Met Pro Pro His His Gly Gly Leu Met Ala Pro 15 10
His His
Tyr Gly
Thr Thr 285
Ala Met 255 Asp His 270
Gly Asn
240 Pro
His
His
acatggtagc gcggcacggc agccggagcc tcaacaacta cgcgcggcgg ccaagtcgtc gcacgtcgtc cggcgatgat gcggcggcga tggatcccgt agcagtggcg cgccgccaat tcgccggcca tcgcatccgt gggagttctt ccggcggcaa gcggcagcgg tactgtga
agcggccgtc ggtgcggccg ggggctcaag ctcgctctcg agcgctccgc caagtcgtcc gtccacatcg gccgccgcag tcactacagc cgactaccag cctcccgcag gtccggcatt gttgctggcc caagatggag gggcctcccc tggagacggc cggcggatgg
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1068
Arg Pro Asp Met Val 15 Ala Ala Ala Val Ala Ala Ser Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Pro 20 25 30 Thr Gly Gly Thr Ala Val Arg Pro Gly Ser Met Thr Glu Arg Ala Arg 35 40 45 Leu Ala Lys Ile Pro Gln Pro Glu Pro Gly Leu Lys Cys Pro Arg Cys 50 55 60 Glu Ser Thr Asn Thr Lys Phe Cys Tyr Phe Asn Asn Tyr Ser Leu Ser 65 70 75 80 Gln Pro Arg His Phe Cys Lys Thr Cys Arg Arg Tyr Trp Thr Arg Gly 85 90 95 Gly Ala Leu Arg Asn Val Pro Val Gly Gly Gly Cys Arg Arg Asn Lys 100 105 110 Arg Thr Lys Ser Ser Lys Ser Ser Ser Ser Thr Ser Ala Ala Gly Ser 115 120 125 Ala Ser Ala Thr Gly Gly Thr Ser Ser Ser Thr Ser Ser Thr Ala Thr 130 135 140 Gly Gly Ser Ser Ser Ala Ala Ala Ala Ala Ala Met Met Pro Pro Gln 145 150 155 160 Ala Gln Leu Pro Phe Leu Ala Ser Leu His His Pro Leu Gly Gly Gly 165 170 175 Asp His Tyr Ser Ser Gly Ala Ser Arg Leu Gly Phe Pro Gly Leu Ser 180 185 190 Ser Leu Asp Pro Val Asp Tyr Gln Leu Gly Gly Gly Ala Ala Ala Ala 195 200 205 Ala Ala Ile Gly Leu Glu Gln Trp Arg Leu Pro Gln Ile Gln Gln Phe 210 215 220 Pro Phe Leu Ser Arg Asn Asp Ala Met Pro Pro Pro Met Ser Gly Ile 225 230 235 240 Tyr Pro Phe Asp Ala Glu Ala Ala Ala Asp Ala Ala Gly Phe Ala Gly 245 250 255 Gln Leu Leu Ala Gly Thr Lys Val Pro Gly Ser Ser Gly Leu Ile Thr 260 265 270 Gln Leu Ala Ser Val Lys Met Glu Asp Ser Asn Ala Gln Ser Ala Ala 275 280 285 Met Asn Ser Ser Pro Arg Glu Phe Leu Gly Leu Pro Gly Asn Leu Gln 290 295 300 Phe Trp Gly Gly Gly Asn Gly Ala Gly Pro Gly Gly Asn Gly Asp Gly 305 310 315 320 Ala Thr Gly Gly Ser Gly Ala Gly Val Ala Pro Gly Gly Gly Gly Ser 325 330 335 Gly Gly Gly Trp Ala Asp Leu Ser Gly Phe Asn Ser Ser Ser Ser Gly
340 345 350
Asn Ile Leu 355 <210> 209 <211> 1000 <212> DNA
<213> Triticum aestivum <400> 209
ctcctagctc gtcgacaagc atgcccacaa agccactgat aacaagcgca tagcagcgca 60
cgctctctta tagtagaatg ttctgaactc cacaccagcc catgcaagac ttccagtcca 120
tcccgggcct cgccgggcgg ctgttcggcg gcgcggccgc ggcagacatc cggcgcgtgc 180
agggcccggc gtcccggtgc ggcgtgttct cgcaggcggc gtccgcgcag ccggaggcgg 240
ccgtcaagtg cccgcggtgc gagtccacca acaccaagtt ctgctactac aacaactaca 300
acctgtcgca gccgcgccac ttctgcaaga gctgccgccg gtactggacc aagggcggcg 360
tcctccgcaa cgtccccgtc ggcggcggct gccgcaaggc caagcgcagc tcctcgtcgg 420
cgtccgcacc gtcgacgccc gcggccacgg acgccaagag ccagcggcgc gcgtccgcgt 480
cgtcctcctc ccgctccaac agcggcagcg gcagcgccag ccccacggcc gctgcggaag 540
agacgacgac aacggagacc gagccccctc ctccgcccac gccgtcgtcc aactccaact 600
ccaacgcggt ctccttcgcc aaccgcatga cgaactaccc cttcgcggca gacgtgccac 660
ctctggcgcc gatattcgcc gaccaggccg ccgcgctcgc gtccctcttc gcgccgcctc 720
ctccaccgcc tctcccggtg ttcagcttct cggcggagcc caagatggag gaggcgatcg 780
ggtcactgct gctcccgggg caggaggcgt cgcaggagcc agaggagccc acctgcacct 840 ccaccgtcgc ggacatggcg ccgttcatgt cgctggacgc ggggatcttc gagctcggcg 900
acgcgtcgcc ggccgattac tggaacggcg ggagctgctg gacggacgtc caggacccgt 960
ccgtctacct accctagttt ggcttagttc ctcatcacga 1000 <210> 210
<211> 291 <212> PRT <213> Triticum , aestivum <400> 210 Met Gln Asp Phe Gln Ser Ile Pro Gly Leu Ala Gly Arg Leu Phe Gly 1 5 10 15 Gly Ala Ala Ala Ala Asp Ile Arg Arg Val Gln Gly Pro Ala Ser Arg 20 25 30 Cys Gly Val Phe Ser Gln Ala Ala Ser Ala Gln Pro Glu Ala Ala Val 35 40 45 Lys Cys Pro Arg Cys Glu Ser Thr Asn Thr Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn 50 55 60 Asn Tyr Asn Leu Ser Gln Pro Arg His Phe Cys Lys Ser Cys Arg Arg 65 70 75 80 Tyr Trp Thr Lys Gly Gly Val Leu Arg Asn Val Pro Val Gly Gly Gly 85 90 95 Cys Arg Lys Ala Lys Arg Ser Ser Ser Ser Ala Ser Ala Pro Ser Thr 100 105 110 Pro Ala Ala Thr Asp Ala Lys Ser Gln Arg Arg Ala Ser Ala Ser Ser 115 120 125 Ser Ser Arg Ser Asn Ser Gly Ser Gly Ser Ala Ser Pro Thr Ala Ala 130 135 140 Ala Glu Glu Thr Thr Thr Thr Glu Thr Glu Pro Pro Pro Pro Pro Thr 145 150 155 160 Pro Ser Ser Asn Ser Asn Ser Asn Ala Val Ser Phe Ala Asn Arg Met 165 170 175 Thr Asn Tyr Pro Phe Ala Ala Asp Val Pro Pro Leu Ala Pro Ile Phe 180 185 190 Ala Asp Gln Ala Ala Ala Leu Ala Ser Leu Phe Ala Pro Pro Pro Pro 195 200 205 Pro Pro Leu Pro Val Phe Ser Phe Ser Ala Glu Pro Lys Met Glu Glu 210 215 220 Ala Ile Gly Ser Leu Leu Leu Pro Gly Gln Glu Ala Ser Gln Glu Pro 225 230 235 240 Glu Glu Pro Thr Cys Thr Ser Thr Val Ala Asp Met Ala Pro Phe Met 245 250 255 Ser Leu Asp Ala Gly Ile Phe Glu Leu Gly Asp Ala Ser Pro Ala Asp 260 265 270 Tyr Trp Asn Gly Gly Ser Cys Trp Thr Asp Val Gln Asp Pro Ser Val 275 280 285 Tyr Leu Pro 290
<210> 211 <211> 1230 <212> DNA <213> Zea mays <400> 211
aggtggtggc gggggacagg ttgggggccc cgccaagccc atgtccatgg cggagcgcgc 60
gcgcctcgcg aggatcccac tgccggagcc gggactcaag tgcccgcgct gcgactcaac 120
caacaccaag ttctgctact tcaacaacta ctccctcacg cagccgcgcc acttctgccg 180
ggcctgccgc cgctactgga cgcgtggcgg cgcgctccgc aacgtgccgg tcggtggcgg 240
ataccgccgc cacgccaagc gcgccaagcc caagcagcag cagcagcacg cggccgccgg 300
gaccggagct gccaacggcg cgatgcagca gcctcccgct gggtctatgg cgtcgtcggc 360
cgccgcctgc accgcgacca cgacgatgac gaccaacgcg ctggacgccg ggcccggcgg 420
catgctgccc atgctgccgc cgctcgtccg cctagcagac ttcgacgcaa tgagcctcgg 480
ctccagcttc tccgggatat cgtccatggg gaagcccgga tccatcggcg cggcctgcta 540
cccgcactct gtcggcgggc tggagcagtg gagggtgcag cagatgcaga gcttcccgtt 600
cttgcatgcg atggaccagg gcccgctggg gccacctctg gccatggcga tggcggcgcc 660
aggagggatg ttccagctag gtctagacac caccagtgat aacagccgtg gcggtggcgg 720 cggcggctgc ggcgaagacg ggtcgtctgc gggagaggcg caccaagagg gagagctacc cggcaccacc aagagccatg tcacctcgct gctgctggtg gctacacttc ctattccacc tctcttgtaa tggccggccg atcgatcgat cgagagctca tagctagcta ctacgacgtc gtgctacgat cgtatcggtt tagcctagag atagagtgtc tctgtctgtg tgatcgatgg aaagaccagt gtagcatgca tgcacttgtt gcaatgtttg ggaggagagg ctcggtttgg atgctgatca tgcacaaata tacttcatta taaaaaaaaa aaaaaaaaaa <210> 212 <211> 302 <212> PRT <213> Zea mays <400> 212
Gly Gly Gly Gly Gly Gln Val Gly Gly Pro Ala 15 10
Ala Glu Arg Ala Arg Leu Ala Arg Ile Pro Leu
20 25
Lys Cys Pro Arg Cys Asp Ser Thr Asn Thr Lys
35 40
Asn Tyr Ser Leu Thr Gln Pro Arg His Phe Cys
50 55
Tyr Trp Thr Arg Gly Gly Ala Leu Arg Asn Val 65 70 75
Tyr Arg Arg His Ala Lys Arg Ala Lys Pro Lys
85 90
Ala Ala Ala Gly Thr Gly Ala Ala Asn Gly Ala
100 105
Ala Gly Ser Met Ala Ser Ser Ala Ala Ala Cys
115 120
Met Thr Thr Asn Ala Leu Asp Ala Gly Pro Gly
130 135
Leu Pro Pro Leu Val Arg Leu Ala Asp Phe Asp 145 150 155
Ser Ser Phe Ser Gly Ile Ser Ser Met Gly Lys
165 170
Ala Ala Cys Tyr Pro His Ser Val Gly Gly Leu
180 185
Gln Gln Met Gln Ser Phe Pro Phe Leu His Ala
195 200
Leu Gly Pro Pro Leu Ala Met Ala Met Ala Ala 210 215
ctccatatga tacggcgacc aatgctgctg acaattcaag tcggttcgtt tattgttatg ctttcaagaa ttactagtgt
tgcaagcagc aacaccacaa caggtaacca tgtcctgcta cctacaaata atcatataga gaaactggag ctacagctgc
Gln Leu Gly Leu Asp Thr Thr Ser Asp Asn Ser 225 230 235 Gly Gly Cys Gly Glu Asp Gly Ser Ser Ala Gly 245 250 Met Gln Ala Ala Thr Lys Arg Glu Ser Tyr Pro 260 265 Met Tyr Gly Asp Gln His His Asn His Leu Ala
275
280
Thr Ser Tyr Ser Thr Asn Ala Ala Ala Gly Asn
290 <210> 213 <211> <212>
295
Lys Pro Met Ser Met 15 Pro Glu Pro Gly Leu 30 Phe Cys Tyr Phe Asn 45 Arg Ala Cys Arg Arg 60 Pro Val Gly Gly Gly 80 Gln Gln Gln Gln His 95 Met Gln Gln Pro Pro 110 Thr Ala Thr Thr Thr 125 Gly Met Leu Pro Met 140 Ala Met Ser Leu Gly 160 Pro Gly Ser Ile Gly 175 Glu Gln Trp Arg Val 190 Met Asp Gln Gly Pro 205 Pro Gly Gly Met Phe 220 Arg Gly Gly Gly Gly 240 Glu Ala Leu His Met 255 Ala Pro Pro Arg Ala 270 Ala Ala Gly Gly Tyr 285 His Leu Leu 300
1243 DNA
<213> Solanum tuberosum <400> 213
gaggacttat caaccttttt atataaaaga gataaagatc atcatggttt tctcatcttt tcctgtgtat ctagatcatc cagccagacg gccatcaaca aggaaatact gggctggaga cctatgcagg tgggggctag tccgggctca atcagaccag cggttagcta agattccact accggaagct ggattaaagt aacacaaagt tctgctactt caacaactac aacctttccc
aaagagatca ccaatttgca atccaactct gttctatggt gtccaaggtg aaccaagaca
aagaaagaaa tcagttacaa gcagccccca ggatcgagcc tgattcaaca cttctgcaag
780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1230
60 120 180 240 300 360 acctgtcgcc ggtactggac tagagggggc gccttgagaa gcgtgccggt aggaggagga 420
tgccggagga acaagagaag caaaagtaat aacaacaaca acagctcaaa gacagctggc 4 80
agtaatgtca atactaatac tattgcttcc ggtacttcaa caagtgcaag tccttcaagc 540
tgcagcacgg aaataatgaa tggtcgccat cacttctctc atgagcaacc accgcagtta 600
actcctctca tggctgcttt ccaaaatctt aatcatcact atggcggatt tcaacctcct 660
cctttggttt caacacacca tgggaatgga accggcgcgc ttggtcatca tcatgaaatg 720
ggatttcaaa tagggagtag tactaatact aacaatttac ctgtaccccc aggaggagga 780
tctgatcatc agtggagatt accatctttg gcagcaaaca caaatttgta cccttttcaa 840
cacggtactg atcaaggaat tcatgaatca tcatctgtta acaataataa tattaatgct 900
catgatgacc aagggttaaa ttcgaccaaa cagtttttgg gaacaatgga aaataatact 960
aatcaatatt ggggtggaaa cgcatggaca gggttttctg gattaaactc atcttcttca 1020
gcaagccatc tactttgatt tcattcatgt aagtcaattt gtgtacttga ctctcaacga 1080
ttaaaatgtt gtatgtgttg ggaggggggt ctaaattaga tatatagtat actgggggca 1140
tgtttaagtc tttgttattc catggtcatt atcaccactt gtaattttac tggatgtttt 1200
ttttttataa cttaggtgtg tgaagttgta ttgtgagttt taa 1243 <210> 214 <211> 324 <212> PRT
<213> Solanum tuberosum <400> 214
Met Val Phe Ser Ser Phe Pro Val Tyr Leu Asp His Pro Asn Leu His 1 5 10 15 Gln Leu Gln Gln Pro Asp Gly His Gln Gln Gly Asn Thr Gly Leu Glu 20 25 30 Asn Pro Thr Leu Gln Pro Pro Pro Met Gln Val Gly Ala Ser Pro Gly 35 40 45 Ser Ile Arg Pro Gly Ser Met Val Asp Arg Ala Arg Leu Ala Lys Ile 50 55 60 Pro Leu Pro Glu Ala Gly Leu Lys Cys Pro Arg Cys Asp Ser Thr Asn 65 70 75 80 Thr Lys Phe Cys Tyr Phe Asn Asn Tyr Asn Leu Ser Gln Pro Arg His 85 90 95 Phe Cys Lys Thr Cys Arg Arg Tyr Trp Thr Arg Gly Gly Ala Leu Arg 100 105 110 Ser Val Pro Val Gly Gly Gly Cys Arg Arg Asn Lys Arg Ser Lys Ser 115 120 125 Asn Asn Asn Asn Asn Ser Ser Lys Thr Ala Gly Ser Asn Val Asn Thr 130 135 140 Asn Thr Ile Ala Ser Gly Thr Ser Thr Ser Ala Ser Pro Ser Ser Cys 145 150 155 160 Ser Thr Glu Ile Met Asn Gly Arg His His Phe Ser His Glu Gln Pro 165 170 175 Pro Gln Leu Thr Pro Leu Met Ala Ala Phe Gln Asn Leu Asn His His 180 185 190 Tyr Gly Gly Phe Gln Pro Pro Pro Leu Val Ser Thr His His Gly Asn 195 200 205 Gly Thr Gly Ala Leu Gly His His His Glu Met Gly Phe Gln Ile Gly 210 215 220 Ser Ser Thr Asn Thr Asn Asn Leu Pro Val Pro Pro Gly Gly Gly Ser 225 230 235 240 Asp His Gln Trp Arg Leu Pro Ser Leu Ala Ala Asn Thr Asn Leu Tyr 245 250 255 Pro Phe Gln His Gly Thr Asp Gln Gly Ile His Glu Ser Ser Ser Val 260 265 270 Asn Asn Asn Asn Ile Asn Ala His Asp Asp Gln Gly Leu Asn Ser Thr 275 280 285 Lys Gln Phe Leu Gly Thr Met Glu Asn Asn Thr Asn Gln Tyr Trp Gly 290 295 300 Gly Asn Ala Trp Thr Gly Phe Ser Gly Leu Asn Ser Ser Ser Ser Ala
305
Ser His Leu Leu
310
315
320
<210> 215 <211> 996 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 215
Ala Thr Gly Cys Cys Thr Ala Cys 1 5 Ala Thr Cys Ala Thr Cys Ala Gly 20 Thr Cys Ala Ala Cys Ala Cys Cys 35 40 Gly Ala Ala Ala Ala Thr Gly Gly 50 55 Thr Ala Ala Gly Thr Gly Gly Cys 65 70 Ala Gly Thr Ala Cys Thr Cys Thr 85 Cys Thr Thr Cys Cys Ala Cys Cys 100 Cys Ala Ala Ala Cys Cys Cys Thr 115 120 Cys Cys Ala Cys Cys Ala Cys Cys 130 135 Ala Cys Cys Thr Cys Thr Gly Cys 145 150 Cys Gly Thr Cys Ala Ala Gly Gly 165 Ala Thr Cys Gly Ala Thr Gly Gly 180 Gly Cys Ala Ala Gly Gly Cys Ala 195 200 Thr Thr Cys Cys Thr Cys Cys Ala 210 215 Ala Cys Cys Cys Cys Thr Ala Ala 225 230 Cys Gly Ala Thr Gly Cys Gly Ala 245 Ala Cys Ala Cys Thr Ala Ala Gly 260 Cys Thr Ala Cys Ala Ala Cys Ala 275 280 Cys Thr Cys Ala Cys Thr Cys Ala 290 295 Ala Cys Thr Thr Cys Thr Gly Cys 305 310 Cys Cys Gly Thr Cys Gly Cys Thr 325 Cys Ala Ala Gly Gly Gly Gly Gly 340 Gly Ala Ala Ala Cys Gly Thr Cys 355 360 Thr Gly Gly Ala Gly Gly Cys Thr 370 375 Ala Ala Thr Ala Ala Cys Ala Ala 385 390 Ala Ala Ala Ala Thr Gly Gly Ala 405 Ala Thr Cys Thr Thr Cys Thr Thr 420 Thr Cys Cys Ala Ala Ala Cys Ala 435 440 Cys Gly Gly Thr Cys Ala Ala Cys 450 455 Thr Cys Cys Thr Ala Gly Cys Thr
117
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965
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275
<210> 217 <211> 993 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 217
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cagctgcagc cacagcagca gccacagcag cagccgcatc ctaatgggag cgggggcgga 180
ggtggaggtg gaggcggctc gatccgagca ggatcaatgg tggacagagc aagacaagca 240
aacgtagcct tgccagaagc agcactgaaa tgtccgagat gcgaatccac caacaccaag 300
ttctgctact tcaacaacta cagcctcact caaccacgcc acttctgcaa gacctgccgg 360
agatactgga cacgtggcgg agctctccgc aacgtcccag tcggcggtgg ctgccggaga 420
aacaggcgta ccaaaagcaa cagcaacaac aacaataaca gcactgctac tagcaataac 480
accagtttct cctccgggaa tgcatccacc atcagcacga ttctctcctc ccactatgga 540
ggaaaccaag agagtatctt aagccagatt ttgtctccgg cgaggctaat gaatcctact 600
tacaatcatc tcggagatct cacaagtaat acaaaaacag acaacaacat gagcttgttg 660
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cttatgagct gtgttgatga atggagatcg gcgtcttatc atcagcagtc aagtatgggc 780 ggtgggaact tggaggattc ttctaatcct aatccatccg caaatgggtt ttactctttt 840 gagtcgccga ggataacttc agcgtcaatc tcttctgctt tagcatcgca gttttcttcg 900 gttaaagttg aagataatcc ttacaaatgg gttaatgtca atggtaattg ctcttcctgg 960 aatgatcttt ctgctttcgg ctcttctcgt tga 993
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<213> Arabidopsis thaliana <400> 218
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<213> Arabidopsis thaliana <400> 219
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<213> Arabidopsis thaliana <400> 220
Met Val Phe Ser Ser Leu Pro Val Asn Gln Phe Asp Ser Gln Asn Trp 1 5 10 15 Gln Gln Gln Gly Asn Gln His Gln Leu Glu Cys Val Thr Thr Asp Gln 20 25 30 Asn Pro Asn Asn Tyr Leu Arg Gln Leu Ser Ser Pro Pro Thr Ser Gln 35 40 45 Val Ala Gly Ser Ser Gln Ala Arg Val Asn Ser Met Val Glu Arg Ala 50 55 60 Arg Ile Ala Lys Val Pro Leu Pro Glu Ala Ala Leu Asn Cys Pro Arg 65 70 75 80 Cys Asp Ser Thr Asn Thr Lys Phe Cys Tyr Phe Asn Asn Tyr Ser Leu 85 90 95 Thr Gln Pro Arg His Phe Cys Lys Thr Cys Arg Arg Tyr Trp Thr Arg 100 105 110 Gly Gly Ser Leu Arg Asn Val Pro Val Gly Gly Gly Phe Arg Arg Asn 115 120 125 Lys Arg Ser Lys Ser Arg Ser Lys Ser Thr Val Val Val Ser Thr Asp 130 135 140 Asn Thr Thr Ser Thr Ser Ser Leu Thr Ser Arg Pro Ser Tyr Ser Asn 145 150 155 160 Pro Ser Lys Phe His Ser Tyr Gly Gln Ile Pro Glu Phe Asn Ser Asn 165 170 175 Leu Pro Ile Leu Pro Pro Leu Gln Ser Leu Gly Asp Tyr Asn Ser Ser 180 185 190 Asn Thr Gly Leu Asp Phe Gly Gly Thr Gln Ile Ser Asn Met Ile Ser 195 200 205 Gly Met Ser Ser Ser Gly Gly Ile Leu Asp Ala Trp Arg Ile Pro Pro 210 215 220 Ser Gln Gln Ala Gln Gln Phe Pro Phe Leu Ile Asn Thr Thr Gly Leu 225 230 235 240 Val Gln Ser Ser Asn Ala Leu Tyr Pro Leu Leu Glu Gly Gly Val Ser 245 250 255 Ala Thr Gln Thr Arg Asn Val Lys Ala Glu Glu Asn Asp Gln Asp Arg 260 265 270 Gly Arg Asp Gly Asp Gly Val Asn Asn Leu Ser Arg Asn Phe Leu Gly 275 280 285 Asn Ile Asn Ile Asn Ser Gly Arg Asn Glu Glu Tyr Thr Ser Trp Gly 290 295 300 Gly Asn Ser Ser Trp Thr Gly Phe Thr Ser Asn Asn Ser Thr Gly His 305 310 315 320 Leu Ser Phe
<210> 221 <211> 1200 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 221
atggtttttt cttcatttcc tacttatcct gatcattcat caaactggca acaacaacat 60 caaccaatca caaccaccgt tggattcacg ggaaataaca caccatcccc tcccaccgca acagcaacaa acgcctccgc aacggcggag tcgctgttcc cggtggacct ggcgggttaa gaaagagcaa ggctagccaa cataccatta cctgaaacag gactcaacta acaccaaatt ctgttacttc aacaactaca ttctgcaaag catgccgtcg ttactggaca cgtggcggtg ggtggcggtt gccgtagaaa caaaagaacc aaaaacagca accagtagcg gtaacagcaa gtcacaagac agcgccacga cgagccatgg ctaacaatca gatgggacca ccttcttcgt ctgtcttctt acaacgcagg gttaatcccc ggacatgatc atacttggac ttggatcatc tttgcctcct cttaagctta gacaacttca ccttacaata cggtgccgtt tcagctcctt agcagtggag gagcggcggc tcttttaaac ggttttgacc aaccaacttc ctttaggcgg tttagacccg tttgatcaac aatccaggtt acggattggt taccgggtcg ggtcagtatc aaccttatct cctcttcttc gtctgcttca tcagctatgg ttagcttcag tgaaaatgga agatagtaac aatcagctca ggagacgaac aacagctctg gaatattcat ggcgctgctg acaagttcgt ggagtgaagt ctctaataat ttcagttctt <210> 222 <211> 399 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 222
Met Val Phe Ser Ser Phe Pro Thr Tyr Pro Asp 15 10
Gln Gln Gln His Gln Pro Ile Thr Thr Thr Val
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Asn Ile Asn Gln Gln Phe Leu Pro His His Pro
35 40
Gln Gln Thr Pro Pro Gln Leu His His Asn Asn
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gtttcttcct caacaacggt ttcgatggcg tccaagatgt acctcgccac cgttcccgtc tggcggtagc ataccaccac aagctcgttg taacaacaac agacttcaca aggcggtgga cccggcaaca ggagcagcag cattttccat cgcgtcgcaa acaacttttt cgcagctgca caatatataa
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120
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Gly Gly
155
170
180
185
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195
200
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290 295
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Ala Thr
Met Gly
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Ala Pro
Leu Leu
Pro Leu 285 Gln Asn 300
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<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 225
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aaatataaaa tgagacctta tatatgtagc gctgataact agaactatgc aagaaaaact 120 catccaccta ctttagtggc aatcgggcta aataaaaaag agtcgctaca ctagtttcgt 180 tttccttagt aattaagtgg gaaaatgaaa tcattattgc ttagaatata cgttcacatc 240 tctgtcatga agttaaatta ttcgaggtag ccataattgt catcaaactc ttcttgaata 300 aaaaaatctt tctagctgaa ctcaatgggt aaagagagag atttttttta aaaaaataga 360 atgaagatat tctgaacgta ttggcaaaga tttaaacata taattatata attttatagt 420 ttgtgcattc gtcatatcgc acatcattaa ggacatgtct tactccatcc caatttttat 480 ttagtaatta aagacaattg acttattttt attatttatc ttttttcgat tagatgcaag 540 gtacttacgc acacactttg tgctcatgtg catgtgtgag tgcacctcct caatacacgt 600 tcaactagca acacatctct aatatcactc gcctatttaa tacatttagg tagcaatatc 660 tgaattcaag cactccacca tcaccagacc acttttaata atatctaaaa tacaaaaaat 720 aattttacag aatagcatga aaagtatgaa acgaactatt taggtttttc acatacaaaa 780 aaaaaaagaa ttttgctcgt gcgcgagcgc caatctccca tattgggcac acaggcaaca 840 acagagtggc tgcccacaga acaacccaca aaaaacgatg atctaacgga ggacagcaag 900 tccgcaacaa ccttttaaca gcaggctttg cggccaggag agaggaggag aggcaaagaa 960 aaccaagcat cctcctcctc ccatctataa attcctcccc ccttttcccc tctctatata 1020 ggaggcatcc aagccaagaa gagggagagc accaaggaca cgcgactagc agaagccgag 1080 cgaccgcctt cttcgatcca tatcttccgg tcgagttctt ggtcgatctc ttccctcctc 1140 cacctcctcc tcacagggta tgtgcccttc ggttgttctt ggatttattg ttctaggttg 1200 tgtagtacgg gcgttgatgt taggaaaggg gatctgtatc tgtgatgatt cctgttcttg 1260 gatttgggat agaggggttc ttgatgttgc atgttatcgg ttcggtttga ttagtagtat 1320 ggttttcaat cgtctggaga gctctatgga aatgaaatgg tttagggtac ggaatcttgc 1380 gattttgtga gtaccttttg tttgaggtaa aatcagagca ccggtgattt tgcttggtgt 1440 aataaaagta cggttgtttg gtcctcgatt ctggtagtga tgcttctcga tttgacgaag 1500 ctatcctttg tttattccct attgaacaaa aataatccaa ctttgaagac ggtcccgttg 1560 atgagattga atgattgatt cttaagcctg tccaaaattt cgcagctggc ttgtttagat 1620 acagtagtcc ccatcacgaa attcatggaa acagttataa tcctcaggaa caggggattc 1680 cctgttcttc cgatttgctt tagtcccaga attttttttc ccaaatatct taaaaagtca 1740 ctttctggtt cagttcaatg aattgattgc tacaaataat gcttttatag cgttatccta 1800 gctgtagttc agttaatagg taatacccct atagtttagt caggagaaga acttatccga 1860
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<210> 226 <211> 1344 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <220>
<221> misc_feature <222> (196)..(196) <223> η is a, c, g, ou t <220>
<221> misc_feature <222> (461)..(461) <223> η is a, c, g, ou t <400> 226
atgatgatgg agactagaga tccagctatt aagcttttcg gtatgaaaat cccttttccg 60 tcggtttttg aatcggcagt tacggtggag gatgacgaag aagatgactg gagcggcgga 120 gatgacaaat caccagagaa ggtaactcca gagttatcag ataagaacaa caacaactgt 180 aacgacaaca gttttnacaa ttcgaaaccc gaaaccttgg acaaagagga agcgacatca 240 actgatcaga tagagagtag tgacacgcct gaggataatc agcagacgac acctgatggt 300 aaaaccctaa agaaaccgac taagattcta ccgtgtccga gatgcaaaag catggagacc 360 aagttctgtt attacaacaa ctacaacata aaccagcctc gtcatttctg caaggcttgt 420 cagagatatt ggactgctgg agggactatg aggaatgttc ntgtgggggc aggacgtcgt 480 aagaacaaaa gcttatcttc tcattaccgt cacatcacta tttccgaggc tcttgaggct 540 gcgaggcttg acccgggctt acaggcaaac acaagggtct tgagttttgg tctcgaagct 600 cagcagcagc acgttgctgc tcccatgaca cctgtgatga agctacaaga agatcaaaag 660 gtctcaaacg gtgctaggaa caggtttcac gggttagcgg atcaacggct tgtagctcgg 720 gtagagaatg gagatgattg ctcaagcgga tcctctgtga ccacctctaa caatcactca 780 gtggatgaat caagagcaca aagcggcagt gttgttgaag cacaaatgaa caacaacaac 840 aataacatga atggttatgc ttgcatccca ggtgttccat ggccttacac gtggaatcca 900 gcgatgcctc caccaggttt ttacccgcct ccagggtatc caatgccgtt ttacccttac 960 tggaccatcc caatgctacc accgcatcaa tcctcatcgc ctataagcca aaagtgttca 1020 aatacaaact ctccgactct cggaaagcat ccgagagatg aaggatcatc gaaaaaggac 1080 aacgagacag agcgaaaaca gaaggccggg tgcgttctgg tcccgaaaac gttgagaata 1140 gatgatccta acgaagcagc aaagagctcg atatggacaa cattgggaat caagaacgag 1200 gcgatgtgca aagccggtgg tatgttcaaa gggtttgatc ataagacaaa gatgtataac 1260 aacgacaaag ctgagaactc ccctgttctt tctgctaacc ctgctgctct atcaagatca 1320 cacaatttcc atgaacagat ttag 1344
<210> 227 <211> 447 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <220>
<221> INSEGURO <222> (66)..(66)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <220>
<221> INSEGURO <222> (154) . . (154)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 227
Met Met Met Glu Thr Arg Asp Pro Ala Ile Lys Leu Phe Gly Met Lys 1 5 10 15
Ile Pro Phe Pro Ser Val Phe Glu Ser Ala Val Thr Val Glu Asp Asp
20 25 30
Glu Glu Asp Asp Trp Ser Gly Gly Asp Asp Lys Ser Pro Glu Lys Val
35 40 45
Thr Pro Glu Leu Ser Asp Lys Asn Asn Asn Asn Cys Asn Asp Asn Ser 50 55 60 Phe Xaa Asn Ser Lys Pro Glu Thr Leu Asp Lys Glu Glu Ala Thr Ser 65 70 75 80 Thr Asp Gln Ile Glu Ser Ser Asp Thr Pro Glu Asp Asn Gln Gln Thr 85 90 95 Thr Pro Asp Gly Lys Thr Leu Lys Lys Pro Thr Lys Ile Leu Pro Cys 100 105 110 Pro Arg Cys Lys Ser Met Glu Thr Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr 115 120 125 Asn Ile Asn Gln Pro Arg His Phe Cys Lys Ala Cys Gln Arg Tyr Trp 130 135 140 Thr Ala Gly Gly Thr Met Arg Asn Val Xaa Val Gly Ala Gly Arg Arg 145 150 155 160 Lys Asn Lys Ser Leu Ser Ser His Tyr Arg His Ile Thr Ile Ser Glu 165 170 175 Ala Leu Glu Ala Ala Arg Leu Asp Pro Gly Leu Gln Ala Asn Thr Arg 180 185 190 Val Leu Ser Phe Gly Leu Glu Ala Gln Gln Gln His Val Ala Ala Pro 195 200 205 Met Thr Pro Val Met Lys Leu Gln Glu Asp Gln Lys Val Ser Asn Gly 210 215 220 Ala Arg Asn Arg Phe His Gly Leu Ala Asp Gln Arg Leu Val Ala Arg 225 230 235 240 Val Glu Asn Gly Asp Asp Cys Ser Ser Gly Ser Ser Val Thr Thr Ser 245 250 255 Asn Asn His Ser Val Asp Glu Ser Arg Ala Gln Ser Gly Ser Val Val 260 265 270 Glu Ala Gln Met Asn Asn Asn Asn Asn Asn Met Asn Gly Tyr Ala Cys 275 280 285 Ile Pro Gly Val Pro Trp Pro Tyr Thr Trp Asn Pro Ala Met Pro Pro 290 295 300 Pro Gly Phe Tyr Pro Pro Pro Gly Tyr Pro Met Pro Phe Tyr Pro Tyr 305 310 315 320 Trp Thr Ile Pro Met Leu Pro Pro His Gln Ser Ser Ser Pro Ile Ser 325 330 335 Gln Lys Cys Ser Asn Thr Asn Ser Pro Thr Leu Gly Lys His Pro Arg 340 345 350 Asp Glu Gly Ser Ser Lys Lys Asp Asn Glu Thr Glu Arg Lys Gln Lys 355 360 365 Ala Gly Cys Val Leu Val Pro Lys Thr Leu Arg Ile Asp Asp Pro Asn 370 375 380 Glu Ala Ala Lys Ser Ser Ile Trp Thr Thr Leu Gly Ile Lys Asn Glu 385 390 395 400 Ala Met Cys Lys Ala Gly Gly Met Phe Lys Gly Phe Asp His Lys Thr 405 410 415 Lys Met Tyr Asn Asn Asp Lys Ala Glu Asn Ser Pro Val Leu Ser Ala 420 425 430 Asn Pro Ala Ala Leu Ser Arg Ser His Asn Phe His Glu Gln Ile 435 440 445 <210> 228 <211> 63 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> Domínio DOF <220>
<221> INSEGURO <222> (50)..(50)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 228
Lys Pro Thr Lys Ile Leu Pro Cys Pro Arg Cys Lys Ser Met Glu Thr 15 10 15
Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr Asn Ile Asn Gln Pro Arg His Phe 20 25 30 Cys Lys Ala Cys Gln Arg Tyr Trp Thr Ala Gly Gly Thr Met Arg Asn
35 40 45
Val Xaa Val Gly Ala Gly Arg Arg Lys Asn Lys Ser Leu Ser Ser
50 55 60
<210> 229 <211> 11 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 1 <400> 229
Lys Ala Leu Lys Lys Pro Asp Lys Ile Leu Pro 1 5 10
<210> 230 <211> 14 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 2 <400> 230
Asp Asp Pro Gly Ile Lys Leu Phe Gly Lys Thr Ile Pro Phe 1 5 10
<210> 231 <211> 11 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 3 <400> 231
Ser Pro Thr Leu Gly Lys His Ser Arg Asp Glu 1 5 10
<210> 232 <211> 16 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 4 <400> 232
Leu Gln Ala Asn Pro Ala Ala Leu Ser Arg Ser Gln Asn Phe Gln Glu 1 5 10 15
<210> 233 <211> 32 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 5 <400> 233
Lys Gly Glu Gly Cys Leu Trp Val Pro Lys Thr Leu Arg Ile Asp Asp 1 5 10 15
Pro Asp Glu Ala Ala Lys Ser Ser Ile Trp Thr Thr Leu Gly Ile Lys 20 25 30
<210> 234
<211> 1263
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 234
atgaacaacg ttgaagagaa agcagcatca gactcaaaag atgaaaatga aaagacagca 60
aatgatgaat caggccagga caaagtactt aagaagccag ataagattct cccttgccct 120 cggtgcaaca gtatggacac aaagttttgt tattacaaca actacaatgt taatcaaccc 180 aggcacttct gtaagaactg ccaaaggtat tggactgccg ggggaaccat gagaaatgta 240 cctgttggtg ctgggaggcg caaaagcaag agctcatcgt tgcactaccg tcacttactg 300 atggcccctg attgcatgat ggggtctaga gtggaaatat ccaagtcaat gaaccctgaa 360 gctttcgcat ctgcgcattc gacccctata caaccaattg gcagaaacga aacagttctc 420 aaatttgggc cagaatggaa atctcttcaa agcacgccgg tacatgtacc atgccagagt atgaactccc ctagtgccac ccgtggatca tcaggcaatg gacaaggagg gcggcgaaga aagccgttcc cgtgctctta tga
<210> 235 <211> 420 <212> PRT <213> Oryza <400> 235 Met Asn Asn 1
Glu Lys Thr
Pro Asp Lys 35
Phe Cys Tyr 50
Lys Asn Cys 65
Pro Val Gly
ctgaggtgcc ccaatgctgc tcacatcaca tgtattgcaa catggaacat ctgcttccca ccatgatgcc ctgcactatg gaacgaatgg gctcccctct agaaatcact gctccatctg agtccaaagg aggcaaaccc
actctgtgaa agcagtacca caacgtgtta cggagtcggc aggatggaac atctgagagc ggttgcctcg gggttgctta cggctgcatg ggggaagcat gtgggttccc ggccaccctg tgagagcaaa agctgcattg
tcgatggcat acgggtgaaa cctgaaaatg ccagtgccgc aacgttccta tgcagcacca aggctttctg tccagctggc tctccatcgt tccagggact aagacgctcc gggatcaagc ggccaagcag tcgcggtcgc
cagtgctgaa atcaggaaga cagcccaagt agtactacct tgatggtgcc gttcagctcc caccaccatt cggccacggc cgtcgagcaa cctctctccc gcatcgacga ctggagaccc catcagagac agtcgttcca
cattcaggag taactcttgc tgacaagaac tggagctcct aggtacaagc atggatgaac tccataccct atggaacata cagcagctgt actgaaggag tcccgacgag tggcatcttc tcgtcctgct ggagacttct
Arg
Ile
Pro
Glu 145 Gln
Asp
Asn
Val
Trp 225 Met
Pro
Ser
Cys
Thr 305 Ser
Pro
His
Ser
Ile 130 Val
Asn
Asn
Ala
Gly 210 Asn
Pro
Trp
Ala
Leu 290 Asn
Gly
Leu
Leu
Lys 115 Gln
Pro
Gly
Ser
Ala 195 Pro
Ile
Glu
Met
Pro 275 Ser
Gly
Asn
Lys
sativa
Val Glu 5
Ala Asn 20
Ile Leu
Tyr Asn
Gln Arg
Ala Gly
85
Leu Met 100
Ser Met
Pro Ile
Leu Cys
Thr Asn 165 Cys Ile 180
Gln Val
Val Pro
Gly Trp
Ser Ala 245 Asn Met 260
Pro Phe
Ser Trp
Gly Cys
Gly Ser 325 Glu Asp
Glu Lys Ala Ala Asp Glu Pro Cys
Asn Tyr
55 Tyr Trp 70
Arg Arg
Ala Pro
Asn Pro
Gly Arg 135 Glu Ser 150
Ala Ala
Ser Ser
Asp Lys
Gln Tyr 215 Asn Asn 230
Ser Gln
Asn Ser
Pro Tyr
Pro Ala 295 Met Ser 310
Pro Leu
Ser Gly
25 Pro Arg 40
Asn Val
Thr Ala
Lys Ser
Asp Cys 105 Glu Ala 120
Asn Glu
Met Ala
Ala Val
Ile Thr 185 Asn Ser 200
Tyr Leu
Val Pro
Ser Glu
Pro Met 265 Pro Leu 280
Thr Ala
Pro Ser Gly Lys Lys Glu Glu Lys
Ser Asp 10
Gln Asp
Cys Asn
Asn Gln
Gly Gly 75
Lys Ser 90
Met Met
Phe Ala
Thr Val
Ser Val 155 Pro Thr 170
Ser His
Thr Pro
Gly Ala
Met Met 235 Ser Cys 250
Met Pro
Val Pro
Trp Asn
Ser Ser 315 His Ser 330
Ser Leu
Ser Lys
Lys Val
Ser Met
45 Pro Arg 60
Thr Met
Ser Ser
Gly Ser
Ser Ala 125 Leu Lys 140
Leu Asn
Gly Glu
Asn Val
Val Tyr 205 Pro Tyr 220
Val Pro
Ser Thr
Val Ala
Pro Ala 285 Ile Pro 300
Ser Asn Arg Asp Trp Val
Asp Glu Asn 15
Leu Lys Lys 30
Asp Thr Lys
His Phe Cys
Arg Asn Val 80
Leu His Tyr 95
Arg Val Glu 110
His Ser Thr
Phe Gly Pro
Ile Gln Glu 160
Asn Gln Glu
175 Leu Pro Glu 190
Cys Asn Gly
Met Tyr Pro
Gly Thr Ser 240
Ser Ser Ala
255 Ser Arg Leu 270
Leu Trp Gly
Trp Ile Arg
Ser Ser Cys 320
Ser Ser Leu
335 Pro Lys Thr
480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1263 340 345 350 Leu Arg Ile 355 Asp Asp Pro Asp Glu 360 Ala Ala Lys Ser Ser 365 Ile Trp Ala Thr Leu 370 Gly Ile Lys Pro Gly 375 Asp Pro Gly Ile Phe 380 Lys Pro Phe Gln Ser Lys Gly Glu Ser Lys Gly Gln Ala Ala Ser Glu Thr Arg Pro Ala 385 390 395 400 Arg Ala Leu Lys Ala 405 Asn Pro Ala Ala Leu 410 Ser Arg Ser Gln Ser 415 Phe Gln Glu Thr Ser 420
<210> 236
<211> 1365
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 236
atgcctaatt taggaaatgg tgtaaaaacc aataatgact tacctttagt ctcagacaag 60 cttttgattg tcaaaggtat tcctttttgt cccaacaata gtaagaaaaa tgatttacaa 120
ggcatcagca gaccggatgg aagaatagaa atcgattcca tgactgagga tgttaagact 180 gagcctgatg gatctgtccc tgagaagata ctcaagaagc cagataagat tctgccatgt 240
ccacgctgca atagcatgga aacaaagttc tgctacttca acaactacaa tgttcaccag 300
cccaggcact tctgcaggaa ctgccaaaga tattggaccg ctggtggagc tatgaggaat 360
gtcccagttg gtgctggaag acgcagaaat aagcatgtgt caaaatactg tcaggcgatg 420
atgacgtgca ataatactgt agctcctgga gatgtttctg atgtggttca ccatcaggtt 480
attacacatg gatcttctct ccttccagca acactgaagg aaaatgaaac acctacagaa 540
ttcatatcag aagtaccacc atgtaagtct tcagcttcaa tccttgatat tggagagccg 600
aatgatactg accttgttcc cttggcctct ggtgataaca aggaagaaaa atcatgtgca 660
tcttctgtgg tagtatccag ctgttcagag aatctgatgc cagataatgc aattatgaaa 720
gagccaaaca acaggtcagg atgttgtaat ggtgtggcat tgcctttccc tactggacct 780
gctttggtgc tcccctggag tcttggatgg aacagtgttg ctctcatgcc agctacccag 840
tgctcgatgc agcccgttct tgggttaaaa gatgggatac cctgcccgcc ttcatggcca 900
ccgcaactga tggtgccggc cccaggaatc tgtactcctg ttgttccaat ccctcttgtg 960
ccacctctgt ggagctgctt ccctggctgg cctaatggaa tgtggaatgc acaatgccct 1020
ggaggtaata ctactgtgct gccgtcaacc gctccaaaca aaatttcttg ttcaggaagc 1080
agttctctgg tgttgggaaa gcattcaaga gaagaaagct tgcaggaaga agagaagacg 1140
agaaattact tatgggtacc taaaactctt aggattgatg atccagctga ggctgcaaag 1200
agttcaatct gggcgaccct tggcatcaag cctgacgata aaggcatatt caagtctttc 1260
cagccaaatg ttgcgaaaaa tggcacggca ccagaatcgc ctcaggctct gcaggccaat 1320
ccagcagcat tttcgcgttc tcaatcgttt caagagacga cttga 1365 <210> 237 <211> 454 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 237 Met 1
Pro Asn Leu Gly Asn Gly Val Lys Thr Asn Asn Asp 5 10
Val Ser Asp Lys Leu Leu Ile Val Lys Gly Ile Pro Phe
20
25
Leu Pro Leu 15
Cys Pro Asn 30
Asn Ser Lys 35 Lys Asn Asp Leu Gln 40 Gly Ile Ser Arg Pro 45 Asp Gly Arg Ile Glu 50 Ile Asp Ser Met Thr 55 Glu Asp Val Lys Thr 60 Glu Pro Asp Gly Ser 65 Val Pro Glu Lys Ile 70 Leu Lys Lys Pro Asp 75 Lys Ile Leu Pro Cys 80 Pro Arg Cys Asn Ser 85 Met Glu Thr Lys Phe 90 Cys Tyr Phe Asn Asn 95 Tyr Asn Val His Gln 100 Pro Arg His Phe Cys 105 Arg Asn Cys Gln Arg 110 Tyr Trp Thr Ala Gly 115 Gly Ala Met Arg Asn 120 Val Pro Val Gly Ala 125 Gly Arg Arg Arg Asn 130 Lys His Val Ser Lys 135 Tyr Cys Gln Ala Met 140 Met Thr Cys Asn Asn Thr Val Ala Pro Gly Asp Val Ser Asp Val Val His His Gln Val 145 150 155
Ile Thr His Gly Ser Ser Leu Leu Pro Ala Thr
165 170
Thr Pro Thr Glu Phe Ile Ser Glu Val Pro Pro
180 185
Ser Ile Leu Asp Ile Gly Glu Pro Asn Asp Thr
195 200
Ala Ser Gly Asp Asn Lys Glu Glu Lys Ser Cys
210 215
Val Ser Ser Cys Ser Glu Asn Leu Met Pro Asp 225 230 235
Glu Pro Asn Asn Arg Ser Gly Cys Cys Asn Gly
245 250
Pro Thr Gly Pro Ala Leu Val Leu Pro Trp Ser
260 265
Val Ala Leu Met Pro Ala Thr Gln Cys Ser Met
275 280
Leu Lys Asp Gly Ile Pro Cys Pro Pro Ser Trp
290
295
Val Pro Ala Pro Gly Ile Cys 305
Thr
Leu Lys Glu
Cys Lys Ser 190
Asp Leu Val
205 Ala Ser Ser 220
Asn Ala Ile
Val Ala Leu
Leu Gly Trp 270
Gln Pro Val
285 Pro Pro Gln 300
Pro Ile Pro
Pro Val Val
310 315 Pro Pro Leu Trp Ser Cys Phe Pro Gly Trp Pro Asn Gly Met
325 330
Ala Gln Cys Pro Gly Gly Asn Thr Thr Val Leu
340
345
Asn Lys Ile Ser Cys Ser Gly Ser Ser Ser Leu
355
360
Ser Arg Glu Glu Ser Leu Gln Glu Glu Glu Lys
370
375
Trp Val Pro Lys Thr Leu Arg Ile Asp Asp Pro
Pro Ser Thr 350
Val Leu Gly
365 Thr Arg Asn 380
Ala Glu Ala
385
390
395
Ser Ser Ile Trp Ala Thr Leu Gly Ile Lys Pro Asp Asp Lys
405
410
Phe Lys Ser Phe Gln Pro Asn Val Ala Lys Asn
420
425
Ser Pro Gln Ala Leu Gln Ala Asn Pro Ala Ala
435 440
Ser Phe Gln Glu Thr Thr
450 <210> 238 <211> 1461 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 238
atgggagggg gtggtaagtg caaaagaggg aaaagaggaa aggggccagt gttgcagcag cagcagcagc agcggaggcg agagaatcag aggagagctt gggtgagatg ggtgagtgca gatgggctga tcaagctgtt cgggaagacg atcccggtgc cagcagcata gtggcagtag cagcagctca accgaatccg gtcgccgtcg ccgacccctc cccgcggtcg gaggtcgtcg ccgggcggcg aggcggcgag ccatcagcag cagcagaagg gacaagatcc tgccatgccc gcggtgcagc agcatggaca aactacaacg tcaaccagcc tcgccacttc tgcaagcact ggcggcgcca tgcgcaacgt ccccgtcggc gccggccgcc gccgccgccc acttcctcca ccgcgtccgc gcctgcgccg gcgccccacg acgccaccaa cgccaccgtg ctcagcttcg gacgcgccgc cggtcaccct ggacctcgcc gacaagatga ctcgtcgccc atgcccggaa cgccgacgcc gccgccgcgt agggacgacg agcagatcgg caacactgta gcaaaacctg cctcctcctc ctcatcatca tcatcattca gccatgaacg tacacctcgg ggatcgcgat cccgatatac ccggcggcgc attccacctc ctggagcttg gagcctccca tggccggcca tcatcatcat caccacctac aagtgctaca ccttcagtct
Gly Thr Ala 430
Phe Ser Arg 445
160 Asn Glu 175
Ser Ala
Pro Leu
Val Val
Met Lys 240 Pro Phe 255
Asn Ser
Leu Gly
Leu Met
Leu Val 320 Trp Asn 335
Ala Pro
Lys His
Tyr Leu
Ala Lys 400 Gly Ile 415
Pro Glu Ser Gln
agattgcagc caagaagacg gaggaggagg agccggatgc acgtccaaga acggcgagag agatgaagct ccaagttctg gccagcgcta gcaagaacaa ccgccgccgc gcggcggcgg cgcgcctcgg gcagcgaggt caaacgggtt gtggcggcat cggcgtactg cagtccagtc cctccttcac
caagcgaaga agctagagag aggaggagga caaggatgtt aaccgccgct cccgccgcag gaagaagccg ctacttcaac ctggaccgcc gaacgccacc catgcccgcg aggcggacac caaggagggg gtcgagcaac gcagcagcat ctggccctac gggctgcatg tcaggccatc actaggcaag
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 catcccagag agggtggtga tcatgaggca agagatcacc atggcaatgg taaagtgtgg 1200
gtgccgaaga cgatccggat cgacaacgcc gacgaggttg cccggagctc aatccggtca 1260
ctcttcgcct tcagaggcgg cgacaaggcg gatgataaca acgacgacga tggcaccggc 1320
gtgcacaagc tcgccaccac ggtgttcgag ccaaagaggg acagcaagac ggcgaaacat 1380
ccggcgatca cgagcttgcc gctcttgcac accaaccccg tcgcgcttac ccgatccgcg 1440
accttccagg agggatcttg a 1461 <210> 239 <211> 486
<212> PRT <213> Oryza sativa <400> 239 Met Gly Gly Gly Gly Lys Cys Lys Arg Gly Lys Arg Gly Lys Ile Ala 1 5 10 15 Ala Lys Arg Arg Arg Gly Gln Cys Cys Ser Ser Ser Ser Ser Ser Gly 20 25 30 Gly Ala Arg Arg Arg Ala Arg Glu Arg Glu Ser Glu Glu Ser Leu Gly 35 40 45 Glu Met Gly Glu Cys Arg Gly Gly Gly Gly Gly Gly Asp Gly Leu Ile 50 55 60 Lys Leu Phe Gly Lys Thr Ile Pro Val Gln Pro Asp Ala Lys Asp Val 65 70 75 80 Gln Gln His Ser Gly Ser Ser Ser Ser Ser Thr Glu Ser Asp Val Gln 85 90 95 Glu Thr Ala Ala Val Ala Val Ala Asp Pro Ser Pro Arg Ser Glu Val 100 105 110 Val Asp Gly Glu Ser Pro Pro Gln Pro Gly Gly Glu Ala Ala Ser His 115 120 125 Gln Gln Gln Gln Lys Glu Met Lys Leu Lys Lys Pro Asp Lys Ile Leu 130 135 140 Pro Cys Pro Arg Cys Ser Ser Met Asp Thr Lys Phe Cys Tyr Phe Asn 145 150 155 160 Asn Tyr Asn Val Asn Gln Pro Arg His Phe Cys Lys His Cys Gln Arg 165 170 175 Tyr Trp Thr Ala Gly Gly Ala Met Arg Asn Val Pro Val Gly Ala Gly 180 185 190 Arg Arg Lys Asn Lys Asn Ala Thr Ala Ala Ala His Phe Leu His Arg 195 200 205 Val Arg Ala Cys Ala Ala Ala Ala Ala Met Pro Ala Ala Pro His Asp 210 215 220 Ala Thr Asn Ala Thr Val Leu Ser Phe Gly Gly Gly Gly Gly Gly His 225 230 235 240 Asp Ala Pro Pro Val Thr Leu Asp Leu Ala Asp Lys Met Thr Arg Leu 245 250 255 Gly Lys Glu Gly Leu Val Ala His Ala Arg Asn Ala Asp Ala Ala Ala 260 265 270 Ala Cys Ser Glu Val Ser Ser Asn Arg Asp Asp Glu Gln Ile Gly Asn 275 280 285 Thr Val Ala Lys Pro Ala Asn Gly Leu Gln Gln His Pro Pro Pro Pro 290 295 300 His His His His His Ser Ala Met Asn Gly Gly Gly Ile Trp Pro Tyr 305 310 315 320 Tyr Thr Ser Gly Ile Ala Ile Pro Ile Tyr Pro Ala Ala Pro Ala Tyr 325 330 335 Trp Gly Cys Met Ile Pro Pro Pro Gly Ala Trp Ser Leu Pro Trp Pro 340 345 350 Ala Thr Val Gln Ser Gln Ala Ile Ser Ser Ser Ser Pro Pro Thr Ser 355 360 365 Ala Thr Pro Ser Val Ser Ser Phe Thr Leu Gly Lys His Pro Arg Glu 370 375 380 Gly Gly Asp His Glu Ala Arg Asp His His Gly Asn Gly Lys Val Trp 385 390 395 400 Val Pro Lys Thr Ile Arg Ile Asp Asn Ala Asp Glu Val Ala Arg Ser 405 410 415 Ser Ile Arg Ser 420 Leu Phe Ala Phe Arg 425 Gly Gly Asp Lys Ala 430 Asp Asp Asn Asn Asp 435 Asp Asp Gly Thr Gly 440 Val His Lys Leu Ala 445 Thr Thr Val Phe Glu 450 Pro Lys Arg Asp Ser 455 Lys Thr Ala Lys His 460 Pro Ala Ile Thr Ser Leu Pro Leu Leu His Thr Asn Pro Val Ala Leu Thr Arg Ser Ala 465 470 475 480 Thr Phe Gln Glu Gly Ser
485
<210> 240
<211> 1461
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 240
atgggagggg gtggtaagtg caaaagaggg aaaagaggaa
aggggccagt gttgcagcag cagcagcagc agcggaggcg
agagaatcag aggagagctt gggtgagatg ggtgagtgca
gatgggctga tcaagctgtt cgggaagacg atcccggtgc
cagcagcata gtggcagtag cagcagctca accgaatccg
gtcgccgtcg ccgacccctc cccgcggtcg gaggtcgtcg
ccgggcggcg aggcggcgag ccatcagcag cagcagaagg
gacaagatcc tgccatgccc gcggtgcagc agcatggaca
aactacaacg tcaaccagcc tcgccacttc tgcaagcact
ggcggcgcca tgcgcaacgt ccccgtcggc gccggccgcc
gccgccgccc acttcctcca ccgcgtccgc gcctgcgccg
gcgccccacg acgccaccaa cgccaccgtg ctcagcttcg
gacgcgccgc cggtcaccct ggacctcgcc gacaagatga
ctcgtcgccc atgcccggaa cgccgacgcc gccgccgcgt
agggacgacg agcagatcgg caacactgta gcaaaacctg
cctcctcctc ctcatcatca tcatcattca gccatgaacg
tacacctcgg ggatcgcgat cccgatatac ccggcggcgc
attccacctc ctggagcttg gagcctccca tggccggcca
tcatcatcat caccacctac aagtgctaca ccttcagtct
catcccagag agggtggtga tcatgaggca agagatcacc
gtgccgaaga cgatccggat cgacaacgcc gacgaggttg
ctcttcgcct tcagaggcgg cgacaaggcg gatgataaca
gtgcacaagc tcgccaccac ggtgttcgag ccaaagaggg
ccggcgatca cgagcttgcc gctcttgcac accaaccccg
accttccagg agggatcttg a <210> 241 <211> 440 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 241
Met Gly Glu Cys Lys Val Gly Gly Gly Gly Gly
15 10 Ile Lys Leu Phe Gly Lys Thr Ile Pro Val Pro
20 25
Ala Ala Gly Asp Val Asp Lys Asp Leu Gln His
35 40
Thr Glu Pro Lys Thr Gln Glu Asn Thr Val Gln
50 55
Pro Pro Gln Pro Glu Val Val Asp Thr Glu Asp
agattgcagc caagaagacg gaggaggagg agccggatgc acgtccaaga acggcgagag agatgaagct ccaagttctg gccagcgcta gcaagaacaa ccgccgccgc gcggcggcgg cgcgcctcgg gcagcgaggt caaacgggtt gtggcggcat cggcgtactg cagtccagtc cctccttcac atggcaatgg cccggagctc acgacgacga acagcaagac tcgcgcttac
caagcgaaga agctagagag aggaggagga caaggatgtt aaccgccgct cccgccgcag gaagaagccg ctacttcaac ctggaccgcc gaacgccacc catgcccgcg aggcggacac caaggagggg gtcgagcaac gcagcagcat ctggccctac gggctgcatg tcaggccatc actaggcaag taaagtgtgg aatccggtca tggcaccggc ggcgaaacat ccgatccgcg
Gly Gly
Glu Pro
Ser Gly 45
Asp Ser 60
Ser Ser
65
70
75
Asn Ser Ser Glu Asn Gln Gln Gln Gln Gly Asp Thr Ala
85 90
Glu Lys Leu Lys Lys Pro Asp Lys Ile Leu Pro Cys Pro
100
105
Ser Met Asp Thr Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn
115 120
Pro Arg His Phe Cys Lys Asn Cys Gln Arg Tyr 130 135
Tyr Asn 125 Trp Thr 140
Asp Cys Leu 15
Gly Ala Cys 30
Ser Ser Thr
Thr Ser Pro
Ala Asp Lys 80
Asn Gln Lys 95
Arg Cys Ser 110
Ile Asn Gln Ala Gly Gly
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1461 Ala Met Arg Asn Val Pro Val Gly 145 150
Val Ser Ala Ala Ser His Phe Leu 165
Gly Asp Pro Pro Leu Tyr Ala Pro 180
Ser Phe Gly Ser Asp Leu Ser Thr 195 200
His Leu Lys Asp Lys Phe Ile Pro
Ala Gly Arg 155
Gln Arg Val
170 Val Lys Thr 185
Leu Asp Leu Thr Thr Gly
210
215
Glu Met Pro Val Gly Leu Cys Ala Glu Gly Leu
Arg
Arg
Asn
Thr
Ile 220 Ser
Lys
Ala
Gly
Glu 205 Lys
Ser
Ala
Thr 190 Gln
Asn
Lys Thr
225
230
235
Lys Ser 160 Leu Pro 175
Val Leu
Met Lys
Thr Asp
Glu Glu 240
Ser Asn Gln Thr Asn 245 Leu Lys Glu Lys Val 250 Ser Ala Asp Arg Ser 255 Pro Asn Val Ala Gln 260 His Pro Cys Met Asn 265 Gly Gly Ala Met Trp 270 Pro Phe Gly Val Ala 275 Pro Pro Pro Ala Tyr 280 Tyr Thr Ser Ser Ile 285 Ala Ile Pro Phe Tyr 290 Pro Ala Ala Ala Ala 295 Ala Val Ala Ala Tyr 300 Trp Gly Cys Met Val Pro Gly Ala Trp Asn Ala Pro Trp Pro Pro Gln Ser Gln Ser Gln 305 310 315 320 Ser Val Ser Ser Ser 325 Ser Ala Ala Ser Pro 330 Val Ser Thr Met Thr 335 Asn Cys Phe Arg Leu 340 Gly Lys His Pro Arg 345 Asp Gly Asp Glu Glu 350 Leu Asp Ser Lys Gly 355 Asn Gly Lys Val Trp 360 Val Pro Lys Thr Val 365 Arg Ile Asp Asp Val Asp Glu Val Ala Arg Ser Ser Ile Trp Ser Leu Ile Gly Ile
370
375
Lys 385
Gly Asp Lys Val Gly Ala Asp 390
Lys Val Phe Glu Ser Lys Asp Glu 405
Ile Ser Ser Leu Pro Phe Met Gln 420
Ser Val Thr Phe Gln Glu Gly Ser 435 440
<210> 242 <211> 1803 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 242
acttgtcgga tctctctctc tctctctctc catggacgac ctcgccgccg cctcccctcc cgtgcctccg cccccgcaga cgccggagaa gatcagtgaa gaaaagccat gcacagatca tagctttaat agttccagcg agtgtgagaa atcagagtcc aaatctgagg cagctcaaac cctgaagaag ccagacaaga tcctgccttg ctgctactac aacaactaca acattaacca atattggacg gcaggtggaa gcatgaggaa taagagctcc actgcaaatt accgcagtat tgctggagat gctcccctct atcaactctc taaatttgca cctgattccc cactctgtaa gcagagtaag aatgccaagc ctacctcaac ctgcccggct tcaggaacaa cttcagatag tagtgggcat caaaatggaa ttgttgggca atgcttccct ggtcctcctt ttgtgtaccc catggcacca ccggtatgca cagcaccagc cacagctagt gttcagtgga gcatgccacc aattccatct tcagtttggc ccttcatttc atggattcaa cctaattgca gcgtgtcagc
His Gly Arg 395
Ala Lys Ala
410 Gly Asn Pro 425
380 Gly
Ser
Ala
Cys Thr Ala
Lys
His
Leu 430
Leu Ala 400 Thr Ala 415
Thr Arg
tccctctctc tcacccgccg ggattcatgt ggagttagat tcaaacacct agagggtggt tcctcgttgc gccaagacat cctccctgtt attaatcacg tataaaagga ttccatggcc agcacaaccc tccccggaat tagtggagtc atggagtcca tgaaccagca agtgatgccg tccctggcca ttcatctcct
tctcgcccat ccgccgccgc gaggatacag gctgatcaga agcaatgatg ggatcgagtg aacagcatgg ttttgcaaga ggtgctggta ggcagcaatc gatcaaacag tctgtgctga agaaatggag gaaccagtta cctcccatgc gcatggaatg aattcttcag gtaccaggat aatggtgcat acaagcacta
gtaccatctc cggaatccca gagacatgag tgaatagttc aaatgactgg aagagaaggt atacaaagtt gttgtcagag ggcgcaagag tagctgctcc caacggcagt aaattggaga aaacccagac atggagcagt atcccatacc gcattcctgc acaatggaag actttccggt ggagctcgcc gtacatgttc
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 agacaacggc tctcctgtcc taggaaagca ctccagggac tccaaaccgc aaggagatga 1260 caaggcagag aaaaacttgt ggattccgaa aacgcttcgg atcgatgatc ctgacgaagc 1320 tgcaaagagc tcaatctgga caacccttgg cattgaacct ggtgaccgta gcatgttcag 1380 atcattccag tcgaaacctg aaagcaggga gcagatatcc ggtgctgcac gagtcctgca 1440 ggcgaatcca gcagctctat ctcgatctca atctttccag gagacaacgt gatgtatatt 1500 gaagaaatcg tgtgacaatt gtagaacatg ttactactat aatttaagca agtgctacag 1560 cctgaaggat gattggcgat gtaggcgctg ctgcaaacat ggaggcagcg tgatctgtac 1620 tattgaaacc tgaagagtac tattcttgac atttttctat aatttgcctg tggagcatgc 1680 accagtctac tgggttcatg atcaggctgt cagcatatgt tttgttgtac aataataata 1740 attgttaata gctttgccta aaggatactg atagtattct gctgatcctt cagctctgtg 1800 ate 1803
<210> 243 <211> 476 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 243
Met Asp Asp Leu Ala Ala Ala Ser Pro Pro His Pro Pro Pro Pro Pro 1 5 10 15
Pro Glu Ser His Val Pro Pro Pro Pro Gln Thr Pro Glu Lys Asp Ser
20 25 30
Cys Glu Asp Thr Gly Asp Met Arg Ile Ser Glu Glu Lys Pro Cys Thr
35 40 45
Asp Gln Glu Leu Asp Ala Asp Gln Met Asn Ser Ser Ser Phe Asn Ser
50 55 60
Ser Ser Glu Cys Glu Asn Gln Thr Pro Ser Asn Asp Glu Met Thr Gly 65 70 75 80
Ser Glu Ser Lys Ser Glu Ala Ala Gln Thr Glu Gly Gly Gly Ser Ser
85 90 95
Glu Glu Lys Val Leu Lys Lys Pro Asp Lys Ile Leu Pro Cys Pro Arg
100 105 110
Cys Asn Ser Met Asp Thr Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr Asn Ile
115 120 125
Asn Gln Pro Arg His Phe Cys Lys Ser Cys Gln Arg Tyr Trp Thr Ala
130 135 140
Gly Gly Ser Met Arg Asn Leu Pro Val Gly Ala Gly Arg Arg Lys Ser 145 150 155 160
Lys Ser Ser Thr Ala Asn Tyr Arg Ser Ile Leu Ile Thr Gly Ser Asn
165 170 175
Leu Ala Ala Pro Ala Gly Asp Ala Pro Leu Tyr Gln Leu Ser Ile Lys
180 185 190
Gly Asp Gln Thr Ala Thr Ala Val Lys Phe Ala Pro Asp Ser Pro Leu
195 200 205
Cys Asn Ser Met Ala Ser Val Leu Lys Ile Gly Glu Gln Ser Lys Asn
210 215 220
Ala Lys Pro Thr Ser Thr Ala Gln Pro Arg Asn Gly Glu Thr Gln Thr 225 230 235 240
Cys Pro Ala Ser Gly Thr Thr Ser Asp Ser Pro Arg Asn Glu Pro Val
245 250 255
Asn Gly Ala Val Ser Gly His Gln Asn Gly Ile Val Gly His Ser Gly
260 265 270
Val Pro Pro Met His Pro Ile Pro Cys Phe Pro Gly Pro Pro Phe Val
275 280 285
Tyr Pro Trp Ser Pro Ala Trp Asn Gly Ile Pro Ala Met Ala Pro Pro
290 295 300
Val Cys Thr Ala Pro Ala Glu Pro Ala Asn Ser Ser Asp Asn Gly Ser 305 310 315 320
Thr Ala Ser Val Gln Trp Ser Met Pro Pro Val Met Pro Val Pro Gly
325 330 335
Tyr Phe Pro Val Ile Pro Ser Ser Val Trp Pro Phe Ile Ser Pro Trp
340 345 350
Pro Asn Gly Ala Trp Ser Ser Pro Trp Ile Gln Pro Asn Cys Ser Val
355 360 365
Ser Ala Ser Ser Pro Thr Ser Thr Ser Thr Cys Ser Asp Asn Gly Ser 370 375 380 Pro Val Leu Gly Lys His Ser Arg Asp Ser Lys Pro Gln Gly Asp Asp 385 390 395 400 Lys Ala Glu Lys Asn Leu Trp Ile Pro Lys Thr Leu Arg Ile Asp Asp 405 410 415 Pro Asp Glu Ala Ala Lys Ser Ser Ile Trp Thr Thr Leu Gly Ile Glu 420 425 430 Pro Gly Asp Arg Ser Met Phe Arg Ser Phe Gln Ser Lys Pro Glu Ser 435 440 445 Arg Glu Gln Ile Ser Gly Ala Ala Arg Val Leu Gln Ala Asn Pro Ala 450 455 460 Ala Leu Ser Arg Ser Gln Ser Phe Gln Glu Thr Thr 465 470 475 <210> 244 <211> 1817
<212> DNA
<213> Hordeum vulgare <400> 244
ctagacatga ttgccaagct cgaaaataac cctcacaaag ggaacaaaac tggtaccggg 60
ccccccctcg aggtcgacaa ggtcggtgtc catgccccct ccccctcctc ctttgtgttc 120
ttgtgtatga aatcccggga attttgattg gtttctaata gagcctgtga aaaaaaaaaa 180
ggccatttcg aggcctgctt tctttggctt tggagccgat catggcgacg agtcgtgttt 240
ggtctagtca tcaggtctta agcatggagt tccctgcctg ttttgggagg tactagtaag 300
cgctaagcag gcaggtttag cttccattag caagggaatt tcgcctttgc tggtctctaa 360
taataatagc agtttcaaca gttttagtat tgcatgatct agtcgtctga acatctggac 420
ttctgaaaga caggcctttc taggttatta tcttgcctct tttaataggt cgttttcgcg 480
tgctcccaag gattttgctg aaagtggcta ctgatatgtg ttgccgtaac ctactggact 540
tcagaagttc agatgcgtcc gactctgagt acatcaccca ctgcaaatca aagcaccata 600
gcttcttttt ttcattaaca agatataaga actgggaata tgaacaaact ttgtcaaatt 660
ttacacttgg gtcagatggg ggaaagcatg ttgtaatcac cggtcaataa cccgaatatt 720
acaccgtgtt tgtggacctc taattcacaa caaaattatt tcaaagttag actatatata 780
tatacaagga actcatcgag attttctgaa tgtttacagg accttcagca cagaggaagc 840
accacggctg aaccgaaagt acaagaaagc gccccacagg actccacggg ctcgcctccg 900
cagccggagg ttgtggacgt cgaggatcca tctgctgtca agaactcagc agcagatcaa 960
caagaagaag aagaagaaca gggtgacacg gccaaccaga aggagaagct caagaagcct 1020
gacaagatcc tgccctgccc acgctgtagc agcatggaca ccaagttctg ctactacaac 1080
aactacaaca tcaaccagcc gcgccacttc tgcaagaact gccagaggta ctggacggcc 1140
ggcggggcca tgcgcaacgt gcccgtgggc gcgggccgcc gcaagagcaa gagcatatcg 1200
gcagcgtccc acttccttca gaggataagg gccgctctgc ccggtgatcc tctctgcacc 1260
ccggtcaaca ctaacggcac ggtgctcagc ttcggctccg acgcatccac cttggacgtc 1320
gtctcagaac agatgaagca catgaaggag ctcagctcag taacccggac cgagaacacc 1380
gatgccccgt cagtagggtc ttgtgctgaa ggatgggcaa agggagaaga gtcgagccag 1440
atgaactcga gggagagagt tgcagcagat agatcgccaa attttgcgca gcacccgtgc 1500
atgaacgggg cagccatgtg gccattcagt tgtgcaccat cgcctgccta tttcacccca 1560
aacgtagcaa ttccattcta tccagctgct gctgctgcct actggggctg catggttccg 1620
ggagcctgga acactccatg gcagccgcag ccgcagccgc agtctcagtg tcaatctagc 1680
tcaccaccta gtgccgcttc tccggtatca acaatgtcca gttgcttcca atcccggaag 1740
catcctagag atggtgatga ggaaagagat accaagggta atggcaaggt gtgggtgccc 1800
aagacgatcg agtcgac 1817 <210> 245 <211> 270 <212> PRT
<213> Hordeiam vulgare <400> 245
Leu 1 Lys Lys Pro Asp 5 Lys Ile Leu Pro Cys 10 Pro Arg Cys Ser Ser 15 Met Asp Thr Lys Phe 20 Cys Tyr Tyr Asn Asn 25 Tyr Asn Ile Asn Gln 30 Pro Arg His Phe Cys 35 Lys Asn Cys Gln Arg 40 Tyr Trp Thr Ala Gly 45 Gly Ala Met Arg Asn 50 Val Pro Val Gly Ala 55 Gly Arg Arg Lys Ser 60 Lys Ser Ile Ser Ala Ala Ser His Phe Leu Gln Arg Ile Arg Ala Ala Leu Pro Gly Asp 65 70 75
Pro Leu Cys Thr Pro Val Asn Thr Asn Gly Thr
85 90
Ser Asp Ala Ser Thr Leu Asp Val Val Ser Glu
100 105
Lys Glu Leu Ser Ser Val Thr Arg Thr Glu Asn
115 120
Val Gly Ser Cys Ala Glu Gly Trp Ala Lys Gly
130 135
Met Asn Ser Arg Glu Arg Val Ala Ala Asp Arg 145 150 155
Gln His Pro Cys Met Asn Gly Ala Ala Met Trp
165 170
Pro Ser Pro Ala Tyr Phe Thr Pro Asn Val Ala
180 185
Ala Ala Ala Ala Ala Tyr Trp Gly Cys Met Val
195 200
Thr Pro Trp Gln Pro Gln Pro Gln Pro Gln Ser
210 215
Ser Pro Pro Ser Ala Ala Ser Pro Val Ser Thr 225 230 235
Gln Ser Arg Lys His Pro Arg Asp Gly Asp Glu
245 250
Gly Asn Gly Lys Val Trp Val Pro Lys Thr Ile 260 265
<210> 246 <211> 1485 <212> DNA
<213> Cucurbita maxima <400> 246
cagctgcaaa agaggaaact cttcatgatt cagaggatta atgaggcgca catgaatcct gaagtgttat caacagatga ggaaaactga gaaagaacag aatgatgccc ccaactcgaa ataagatact tccatgtccc cgctgcaata gcatggaaac attataatgt caatcaacca cgccattttt gcaaagcctg gcggtaccat caggaatgtc cctgttggag ctggccgccg cacactaccg acacattaca atctcagagg ctctccgagc ttgaggtcaa ccacctagca tcaaaaggca atggacgagt cacctgtatg tgaatctatg gtcaatgtat cacatcctgc gaacaaggaa tgaatttgag ggagccaaag gaccttgtga attgttctag tgcatcttca gtaacaatgt caagctcaat tccctcaaga accacatatg cagaacatca atggttttcc ctggtgttcc ttggccttgt tcatggactg caccaatacc ctggagttcc tttatcattc taccctgcaa catattggag ggaatattcc ttgggtcact ccacaaccct gtcctccaat cgctaggcaa gcattcgaga gatggcgatg aactccaggc atcctccaaa acagaaaaat ggatctgttt tggttcccaa caaacgaagc tgctaagagt tcaatatggg agacacttgg aagctgttga tctgtctaat gttttccaat caaagggcga aagtgttgtc tccagttttg caagccaacc ctgcagcctt acgagcggtc gtgaatggta tttttgattt tccaggttca ttaagaagct taagcatgaa gtggatacaa gcatcaatct agcaatccag tttttcaaga atcccggaat tgttctctct tatcaagcca tccttttgta cataacttta catatgtgaa ctaaagattc tcagatgtat aaaaatgcag ccaaaagttt <210> 247 <211> 380 <212> PRT
<213> Cucurbita maxima <400> 247
Met Asn Pro Glu Val Leu Ser Thr Asp Glu Asn 15 10
Arg Lys Thr Glu Lys Glu Gln Asn Asp Ala Pro
Val Leu
Gln Met
Thr Asp 125 Glu Glu 140
Ser Pro
Pro Phe
Ile Pro
Pro Gly 205 Gln Cys 220
Met Ser Glu Arg Glu Ser
Ser Phe
95 Lys His 110
Ala Pro
Ser Ser
Asn Phe
Ser Cys 175 Phe Tyr 190
Ala Trp
Gln Ser
Ser Cys
Asp Thr 255
Thr 270
80 Gly
Met
Ser
Gln
Ala 160 Ala
Pro
Asn
Ser
Phe 240 Lys
tgcatgtgta aaatgataag agagaaactg caagttttgt tcaaagatat aaaaaacaag tgcacaaatt cctcaatttc agaaagaaag gggtggggaa gaagaatgga ttctcaaatc tccaccagcc ttgcagtgct ccctggtcca tgataattct aactttaagg tattaagaat cctaaagagt gtcaagatct ttgtaaaaga caagcttctt atagaaagag taaccgatgt gcttc
aaaacagcaa ctcgcaacaa aagaaaccag tattataata tggactgaag aactcagcct gatgttccta agtgtaagcc gtcttgaatg actggtgatg gccaggaggt ccatgtcttc ttgtgccctc tcaggttctt aattctccga gagatgaaag attgatgatc gattcaatca aacgtttctg cttactttcc aatctttaag ctgctcaaga tagctgccat agagtggcag
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1380 1440 1485
Asp Lys Leu Ala Thr 15
Asn Ser Lys Glu Lys 20 25 30
Leu Lys Lys Pro Asp Lys Ile Leu Pro Cys Pro Arg Cys Asn Ser Met
35 40 45
Glu Thr Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr Asn Val Asn Gln Pro Arg
50 55 60
His Phe Cys Lys Ala Cys Gln Arg Tyr Trp Thr Glu Gly Gly Thr Ile 65 70 75 80
Arg Asn Val Pro Val Gly Ala Gly Arg Arg Lys Asn Lys Asn Ser Ala
85 90 95
Ser His Tyr Arg His Ile Thr Ile Ser Glu Ala Leu Arg Ala Ala Gln
100 105 110
Ile Asp Val Pro Ile Glu Val Asn His Leu Ala Ser Lys Gly Asn Gly
115 120 125
Arg Val Leu Asn Phe Ser Val Ser Pro Pro Val Cys Glu Ser Met Val
130 135 140
Asn Val Ser His Pro Ala Glu Arg Lys Val Leu Asn Gly Thr Arg Asn 145 150 155 160
Glu Phe Glu Gly Ala Lys Gly Pro Cys Glu Gly Gly Glu Thr Gly Asp
165 170 175
Asp Cys Ser Ser Ala Ser Ser Val Thr Met Ser Ser Ser Met Lys Asn
180 185 190
Gly Ala Arg Arg Phe Pro Gln Glu Pro His Met Gln Asn Ile Asn Gly
195 200 205
Phe Pro Ser Gln Ile Pro Cys Leu Pro Gly Val Pro Trp Pro Cys Ser
210 215 220
Trp Thr Ala Pro Ile Pro Pro Pro Ala Leu Cys Pro Pro Gly Val Pro 225 230 235 240
Leu Ser Phe Tyr Pro Ala Thr Tyr Trp Ser Cys Ser Ala Ser Gly Ser
245 250 255
Trp Asn Ile Pro Trp Val Thr Pro Gln Pro Cys Pro Pro Ile Pro Gly
260 265 270
Pro Asn Ser Pro Thr Leu Gly Lys His Ser Arg Asp Gly Asp Glu Leu
275 280 285
Gln Ala Asp Asn Ser Glu Met Lys Asp Pro Pro Lys Gln Lys Asn Gly
290 295 300
Ser Val Leu Val Pro Lys Thr Leu Arg Ile Asp Asp Pro Asn Glu Ala 305 310 315 320
Ala Lys Ser Ser Ile Trp Glu Thr Leu Gly Ile Lys Asn Asp Ser Ile
325 330 335
Lys Ala Val Asp Leu Ser Asn Val Phe Gln Ser Lys Gly Asp Leu Lys
340 345 350
Ser Asn Val Ser Glu Val Leu Ser Pro Val Leu Gln Ala Asn Pro Ala
355 360 365
Ala Leu Ser Arg Ser Leu Thr Phe His Glu Arg Ser 370 375 380
<210> 248 <211> 1191 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 248
atgtggctct ctcatctctt catgtccctc tctaagctga cgtgtaattt ctccattttc 60
tctgtcttta tggcttgtgg ctctattggt atgtctcaag ttagagatac tccggttaaa 120 ttgtttggct ggacaattac accggtttct catgatccat actcttcttc gtcccatgtt 180 cttcctgatt cttcctcgtc ttcctcgtct tcttctctat cacttcgacc acacatgatg 240 aataaccaat ctgttactga caatacaagt cttaagctgt catctaatct taacaacgag 300 tcaaaagaaa catctgagaa cagtgatgac caacacagcg agatcacaac aattacatcg 360 gaagaagaga aaacaactga actgaagaaa ccagacaaga ttcttccatg tccgagatgc 420 aacagcgcag acaccaaatt ctgttactac aacaactaca acgttaacca gccacgtcac 480 ttctgtagaa aatgccagag gtattggacc gctggtggat ccatgaggat cgtcccggtt 540 ggctcaggcc gtcgcaagaa caagggatgg gtttcttcag accagtacct gcacatcact 600 tccgaggata ctgacaatta caatagctcc tcaacaaaga ttctaagctt cgagtcttcg 660 gactctttgg taactgagag gcctaagcat caatcaaacg aagtgaagat aaacgctgaa 720 cctgtttcac aagaacccaa caacttccaa gggttacttc ctccccaagc atcccctgtt 780 tcgcctcctt ggccttacca ataccctcca aaccctagtt tctaccacat gcccgtctac 840 tggggctgcg cgataccggt ttggtctacc ctcgacactt ctacatgtct tgggaaaagg 900 acaagagacg aaacttctca tgaaactgtt aaagagagta aaaatgcttt tgagagaaca 960 agcttgcttt tggaatctca gagcatcaaa aatgaaacaa gtatggctac aaataaccat 1020 gtgtggtatc cagtaccgat gacccgcgag aagacacaag aattcagctt tttcagtaat 1080 ggagctgaaa caaagagcag caacaacaga ttcgtccctg aaacgtatct taacctgcaa 1140 gcaaaccctg cagccatggc aagatctatg aacttcagag agagcatata a 1191
<210> 249 <211> 396 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 249
Met Trp Leu Ser His Leu Phe Met Ser Leu Ser Lys Leu Thr Cys Asn 1 5 10 15
Phe Ser Ile Phe Ser Val Phe Met Ala Cys Gly Ser Ile Gly Met Ser
20 25 30
Gln Val Arg Asp Thr Pro Val Lys Leu Phe Gly Trp Thr Ile Thr Pro
35 40 45
Val Ser His Asp Pro Tyr Ser Ser Ser Ser His Val Leu Pro Asp Ser
50 55 60
Ser Ser Ser Ser Ser Ser Ser Ser Leu Ser Leu Arg Pro His Met Met 65 70 75 80
Asn Asn Gln Ser Val Thr Asp Asn Thr Ser Leu Lys Leu Ser Ser Asn
85 90 95
Leu Asn Asn Glu Ser Lys Glu Thr Ser Glu Asn Ser Asp Asp Gln His
100 105 110
Ser Glu Ile Thr Thr Ile Thr Ser Glu Glu Glu Lys Thr Thr Glu Leu
115 120 125
Lys Lys Pro Asp Lys Ile Leu Pro Cys Pro Arg Cys Asn Ser Ala Asp
130 135 140
Thr Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr Asn Val Asn Gln Pro Arg His 145 150 155 160
Phe Cys Arg Lys Cys Gln Arg Tyr Trp Thr Ala Gly Gly Ser Met Arg
165 170 175
Ile Val Pro Val Gly Ser Gly Arg Arg Lys Asn Lys Gly Trp Val Ser
180 185 190
Ser Asp Gln Tyr Leu His Ile Thr Ser Glu Asp Thr Asp Asn Tyr Asn
195 200 205
Ser Ser Ser Thr Lys Ile Leu Ser Phe Glu Ser Ser Asp Ser Leu Val
210 215 220
Thr Glu Arg Pro Lys His Gln Ser Asn Glu Val Lys Ile Asn Ala Glu 225 230 235 240
Pro Val Ser Gln Glu Pro Asn Asn Phe Gln Gly Leu Leu Pro Pro Gln
245 250 255
Ala Ser Pro Val Ser Pro Pro Trp Pro Tyr Gln Tyr Pro Pro Asn Pro
260 265 270
Ser Phe Tyr His Met Pro Val Tyr Trp Gly Cys Ala Ile Pro Val Trp
275 280 285
Ser Thr Leu Asp Thr Ser Thr Cys Leu Gly Lys Arg Thr Arg Asp Glu
290 295 300
Thr Ser His Glu Thr Val Lys Glu Ser Lys Asn Ala Phe Glu Arg Thr 305 310 315 320
Ser Leu Leu Leu Glu Ser Gln Ser Ile Lys Asn Glu Thr Ser Met Ala
325 330 335
Thr Asn Asn His Val Trp Tyr Pro Val Pro Met Thr Arg Glu Lys Thr
340 345 350
Gln Glu Phe Ser Phe Phe Ser Asn Gly Ala Glu Thr Lys Ser Ser Asn
355 360 365
Asn Arg Phe Val Pro Glu Thr Tyr Leu Asn Leu Gln Ala Asn Pro Ala
370 375 380
Ala Met Ala Arg Ser Met Asn Phe Arg Glu Ser Ile 385 390 395
<210> 250 <211> 1200 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 250
atgtctaaat ctagagatac ggagataaag ttgtttggga ggacaatcac gatgtgaatt gttatgatcc gtcgtcgttg tcccctgttc acgatgtttc agcaaggagg attcgtcttc ttcttcatct tcttgttctc caactattgg gttccggtta aaaaaagtga gcaagagagt aacaaattca aagatccata gatctaaacg aaccaccaaa agcagtatct gagatttcat caccaagaag aactgtgatc aacagagcga gatcacaaca acaactacca caagtactac aaatcaacgg ctctcaagaa accggacaag cttattccat gtcctagatg aacaccaaat tctgttatta caacaactac aacgtgaacc agccacgtta aactgtcaga ggtattggac agctggtgga tctatgagga acgttcctgt cgtcgcaaga acaaaggatg gccttcttca aaccattact tgcaagtcac tgtgataata ataactcggg gacgatcctt agtttcggtt cttcggagtc gagactggta agcatcagtc aggtgataca gcaaagataa gtgctgattc gaaaataaaa gctaccaagg gtttcttcct ccgcaagtaa tgttacctaa ccttggcctt accaatggag tccaacgggt cctaacgcta gtttctaccc tactggggat gcacggttcc gatataccct acctcagaga cttcatcatg cggtcaagag atcaaactga aggaagaatc aatgatacta atacaacaat agagcaagat tggtctcaga atctcttaga atgaatatcg tggtctaagt taccgacaaa acccgagaaa aaaacgcaag tttgacacaa agggaaacag caacagaagt agcttggtct caagcaaacc ctgcagcgat gtctagagct atgaacttca <210> 251 <211> 399 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 251
Met Ser Lys Ser Arg Asp Thr Glu Ile Lys Leu Phe Gly 15 10
Thr Ser Leu Leu Asp Val Asn Cys Tyr Asp Pro Ser Ser
20 25
Val His Asp Val Ser Ser Asp Pro Ser Lys Glu Asp Ser
35 40 45
Ser Ser Ser Cys Ser Pro Thr Ile Gly Pro Ile Arg Val
50 55 60
Lys Ser Glu Gln Glu Ser Asn Lys Phe Lys Asp Pro Tyr 65 70 75
Asp Leu Asn Glu Pro Pro Lys Ala Val Ser Glu Ile Ser
85 90
Ser Ser Lys Asn Asn Cys Asp Gln Gln Ser Glu Ile Thr
100 105
Thr Thr Ser Thr Thr Ser Gly Glu Lys Ser Thr Ala Leu 115 120 125
Asp Lys Leu Ile Pro Cys Pro Arg Cys Glu Ser Ala Asn
130 135 140
Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr Asn Val Asn Gln Pro Arg Tyr 145 150 155
Asn Cys Gln Arg Tyr Trp Thr Ala Gly Gly Ser Met Arg
165 170
Val Gly Ser Gly Arg Arg Lys Asn Lys Gly Trp Pro Ser
180 185
Tyr Leu Gln Val Thr Ser Glu Asp Cys Asp Asn Asn Asn 195 200 205
Ile Leu Ser Phe Gly Ser Ser Glu Ser Ser Val Thr Glu
210 215 220
His Gln Ser Gly Asp Thr Ala Lys Ile Ser Ala Asp Ser 225 230 235
Glu Asn Lys Ser Tyr Gln Gly Phe Leu Pro Pro Gln Val
245 250
Asn Asn Ser Ser Pro Trp Pro Tyr Gln Trp Ser Pro Thr 260 265
atctctttta 60
ttctgatcca 120
accaatcagg 180
tatattatcc 240
ttccaagaac 300
atcaggagag 360
tgaaagcgca 420
cttctgcagg 480
tggctcaggt 540
ttctgaggat 600
ttcggttaca 660
agtttctcaa 720
taattcttct 780
tgtccccttc 840
tttaggaaaa 900
aactactaca 960
aagctagtaa gagcgctgtg 1020
gattcagttt gttcaatgga 1080
ccgaaacttc tcacagtcta 1140
gggagagcat gcaacaataa 1200
Arg Thr Ile 15
Leu Ser Pro 30
Ser Ser Ser
Pro Val Lys
Ile Leu Ser 80
Ser Pro Arg 95
Thr Thr Thr 110
Lys Lys Pro
Thr Lys Phe
Phe Cys Arg 160
Asn Val Pro
175 Ser Asn His 190
Ser Gly Thr
Thr Gly Lys
Val Ser Gln 240
Met Leu Pro
255 Gly Pro Asn 270 Ala Ser Phe Tyr Pro Val Pro Phe Tyr Trp Gly Cys Thr Val Pro Ile 275 280 285 Tyr Pro Thr Ser Glu Thr Ser Ser Cys Leu Gly Lys Arg Ser Arg Asp 290 295 300 Gln Thr Glu Gly Arg Ile Asn Asp Thr Asn Thr Thr Ile Thr Thr Thr 305 310 315 320 Arg Ala Arg Leu Val Ser Glu Ser Leu Arg Met Asn Ile Glu Ala Ser 325 330 335 Lys Ser Ala Val Trp Ser Lys Leu Pro Thr Lys Pro Glu Lys Lys Thr 340 345 350 Gln Gly Phe Ser Leu Phe Asn Gly Phe Asp Thr Lys Gly Asn Ser Asn 355 360 365 Arg Ser Ser Leu Val Ser Glu Thr Ser His Ser Leu Gln Ala Asn Pro 370 375 380 Ala Ala Met Ser Arg Ala Met Asn Phe Arg Glu Ser Met Gln Gln
390
395
385 <210> 252 <211> 1347 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 252
atgatgatgg agactagaga tccagctatt aagcttttcg
tcggtttttg aatcggcagt tacggtggag gatgacgaag
gatgacaaat caccagagaa ggtaactcca gagttatcag
aacgacaaca gttttaacaa ttcgaaaccc gaaaccttgg actgatcaga tagagagtag tgacacgcct gaggataatc
aaaaccctaa agaaaccgac taagattcta ccgtgtccga
aagttctgtt attacaacaa ctacaacata aaccagcctc cagagatatt ggactgctgg agggactatg aggaatgttc
aagaacaaaa gctcatcttc tcattaccgt cacatcacta
gcgaggcttg acccgggctt acaggcaaac acaagggtct
cagcagcagc acgttgctgc tcccatgaca cctgtgatga
gtctcaaacg gtgctaggaa caggtttcac gggttagcgg
gtagagaatg gagatgattg ctcaagcgga tcctctgtga
gtggatgaat caagagcaca aagcggcagt gttgttgaag
aacaataaca tgaatggtta tgcttgcatc ccaggtgttc
ccagcgatgc ctccaccagg tttttacccg cctccagggt
tactggacca tcccaatgct accaccgcat caatcctcat
tcaaatacaa actctccgac tctcggaaag catccgagag
gacaacgaga cagagcgaaa acagaaggcc gggtgcgttc
atagatgatc ctaacgaagc agcaaagagc tcgatatgga
gaggcgatgt gcaaagccgg tggtatgttc aaagggtttg
aacaacgaca aagctgagaa ctcccctgtt ctttctgcta
tcacacaatt tccatgaaca gatttag <210> 253 <211> 448 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 253
Met Met Met Glu Thr Arg Asp Pro Ala Ile Lys
gtatgaaaat aagatgactg ataagaacaa acaaagagga agcagacgac gatgcaaaag gtcatttctg ctgtgggggc tttccgaggc tgagttttgg agctacaaga atcaacggct ccacctctaa cacaaatgaa catggcctta atccaatgcc cgcctataag atgaaggatc tggtcccgaa caacattggg atcataagac accctgctgc
cccttttccg gagcggcgga caacaactgt agcgacatca acctgatggt catggagacc caaggcttgt aggacgtcgt tcttgaggct tctcgaagct agatcaaaag tgtagctcgg caatcactca caacaacaac cacgtggaat gttttaccct ccaaaagtgt atcgaaaaag aacgttgaga aatcaagaac aaagatgtat tctatcaaga
1
Ile
5 10
Pro Phe Pro Ser Val Phe Glu Ser Ala Val
20
25
Glu Glu Asp Asp Trp Ser Gly Gly Asp Asp Lys
35
10
Thr Pro Glu Leu Ser Asp Lys Asn Asn Asn Asn
50
55
60
Phe Asn Asn Ser Lys Pro Glu Thr Leu Asp Lys
65
70
75
Thr Asp Gln Ile Glu Ser Ser Asp Thr Pro Glu
85
90
Thr Pro Asp Gly Lys Thr Leu Lys Lys Pro Thr
100
105
Phe Gly Met Lys 15 Val Glu Asp Asp 30 Pro Glu Lys Val 45 Asn Asp Asn Ser Glu Ala Thr Ser 80 Asn Gln Gln Thr 95 Ile Leu Pro Cys 110
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 1020 1080 1140 1200 1260 1320 1347 Pro Arg Cys Lys Ser Met Glu Thr Lys
115 120
Asn Ile Asn Gln Pro Arg His Phe Cys
130 135
Thr Ala Gly Gly Thr Met Arg Asn Val 145 150
Lys Asn Lys Ser Ser Ser Ser His Tyr 165
Ala Leu Glu Ala Ala Arg Leu Asp Pro 180 ~ 185
Val Leu Ser Phe Gly Leu Glu Ala Gln
195 200
Met Thr Pro Val Met Lys Leu Gln Glu
Ala
Ser
Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr 125
210
215
Ala Arg Asn Arg Phe His Gly Leu 225 230
Val Glu Asn Gly Asp Asp Cys Ser 245
Asn Asn His Ser Val Asp Glu Ser Arg 260 265
Glu Ala Gln Met Asn Asn Asn Asn Asn
275 280
Cys Ile Pro Gly Val Pro Trp Pro Tyr
290 295
Pro Pro Gly Phe Tyr Pro Pro Pro Gly 305 310
Tyr Trp Thr Ile Pro Met Leu Pro Pro 325
Ser Gln Lys Cys Ser Asn Thr Asn Ser 340 345
Arg Asp Glu Gly Ser Ser Lys Lys Asp
355 360
Lys Ala Gly Cys Val Leu Val Pro Lys
370 375
Asn Glu Ala Ala Lys Ser Ser Ile Trp 385 390
Glu Ala Met Cys Lys Ala Gly Gly Met 405
Thr Lys Met Tyr Asn Asn Asp Lys Ala 420 425
Ala Asn Pro Ala Ala Leu Ser Arg Ser
435 440
<210> 254 <211> 1374 <212> DNA
<213> Arabidopsis thaliana <400> 254
atggctgatc cggcgattaa gctctttgga aagacgattc gttgattctt cttctagcta taccggattt ttaaccgaaa tcagattcgt gtaccggcga tgatgatgat gaagagatgg gaagaaggtg atgatgttgg tgatggtgga ggagagagcg aaagatagtg agtgtcagga agagtcattg aggaatgaat acatcgggta taactgaaaa aacggaaaca acaaaagctg ggtggtactg cttgctctca agaggggaag ttaaagaaac ccgcgatgta acagcatgga aaccaagttc tgttactaca cctcgccatt tctgcaagaa atgtcagaga tattggacag gttccggttg gtgctgggag acgtaagaat aagagtccag gtaagtataa catctgcgga agctatgcag aaggtggcga aatggtgcaa atcttctcac ttttggctct gattctgtgc ggattgaatc ttgttgagaa gtcattgttg aagacacaaa gaaggcttga agattacggt tccgttaaac cagacaaacg ccgttaccaa aagttccatg ctttccagga ccaccaccaa ggagtttcgt ggacgatttt accgttttac cctccaccgg
Lys Ala Cys Gln Arg Tyr Trp 140 Pro Val Gly Ala Gly Arg Arg 155 160 Arg His Ile Thr Ile Ser Glu 170 175 Gly Leu Gln Ala Asn Thr Arg 190 Gln Gln His Val Ala Ala Pro 205 Asp Gln Lys Val Ser Asn Gly 220 Asp Gln Arg Leu Val Ala Arg 235 240 Gly Ser Ser Val Thr Thr Ser 250 255 Ala Gln Ser Gly Ser Val Val 270 Asn Asn Met Asn Gly Tyr Ala 285 Thr Trp Asn Pro Ala Met Pro 300 Tyr Pro Met Pro Phe Tyr Pro 315 320 His Gln Ser Ser Ser Pro Ile 330 335 Pro Thr Leu Gly Lys His Pro 350 Asn Glu Thr Glu Arg Lys Gln 365 Thr Leu Arg Ile Asp Asp Pro 380 Thr Thr Leu Gly Ile Lys Asn 395 400 Phe Lys Gly Phe Asp His Lys 410 415 Glu Asn Ser Pro Val Leu Ser 430 His Asn Phe His Glu Gln Ile
145
ctttacctga ctcagattcc gtgattccgg agactgataa ctaatgatgt caaagacgaa ctgataagat acaactataa ctggtggaac cttctcatta gaactgatct tttgtgaatc ctgtattgca aagaagctgg cttggcctta cttactggag
gcttggtgtt tgttcggtta tttaggacga aaaggaagaa tactactact tgaagagtca tctaccgtgt tgttaaccaa gatgaggaat taaccgtcat tcaacatcct tatggcttct agaacccaat aacagtcagc cgcttggaac ctgcccgggg
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 660 720 780 840 900 960 gtttcaccgg gggcatggaa cagcttcaca tggatgccac aacccaattc accatctggt 1020 tccaatccaa attctcctac actaggtaaa cattcacgtg acgagaacgc tgctgaacca 1080 ggaaccgctt ttgatgaaac cgagtcactt ggtagggaga aaagcaaacc cgagagatgc 1140 ttgtgggttc ccaagacgct gaggattgat gatccagagg aagctgctaa aagttccatc 1200 tgggaaacat tagggatcaa aaaagacgaa aatgcggata ctttcggagc tttcagatca 1260 tcaaccaaag aaaaaagcag tctttctgaa ggaagacttc cgggaagaag accggagttg 1320 caagcgaatc ctgctgctct ttctaggtca gcaaacttcc atgagagctc atag 1374
<210> 255 <211> 457 <212> PRT
<213> Arabidopsis thaliana <400> 255
Met Ala Asp Pro Ala Ile Lys Leu Phe Gly Lys Thr Ile Pro Leu Pro 1 5 10 15
Glu Leu Gly Val Val Asp Ser Ser Ser Ser Tyr Thr Gly Phe Leu Thr
20 25 30
Glu Thr Gln Ile Pro Val Arg Leu Ser Asp Ser Cys Thr Gly Asp Asp
35 40 45
Asp Asp Glu Glu Met Gly Asp Ser Gly Leu Gly Arg Glu Glu Gly Asp
50 55 60
Asp Val Gly Asp Gly Gly Gly Glu Ser Glu Thr Asp Lys Lys Glu Glu 65 70 75 80
Lys Asp Ser Glu Cys Gln Glu Glu Ser Leu Arg Asn Glu Ser Asn Asp
85 90 95
Val Thr Thr Thr Thr Ser Gly Ile Thr Glu Lys Thr Glu Thr Thr Lys
100 105 110
Ala Ala Lys Thr Asn Glu Glu Ser Gly Gly Thr Ala Cys Ser Gln Glu
115 120 125
Gly Lys Leu Lys Lys Pro Asp Lys Ile Leu Pro Cys Pro Arg Cys Asn
130 135 140
Ser Met Glu Thr Lys Phe Cys Tyr Tyr Asn Asn Tyr Asn Val Asn Gln 145 150 155 160
Pro Arg His Phe Cys Lys Lys Cys Gln Arg Tyr Trp Thr Ala Gly Gly
165 170 175
Thr Met Arg Asn Val Pro Val Gly Ala Gly Arg Arg Lys Asn Lys Ser
180 185 190
Pro Ala Ser His Tyr Asn Arg His Val Ser Ile Thr Ser Ala Glu Ala
195 200 205
Met Gln Lys Val Ala Arg Thr Asp Leu Gln His Pro Asn Gly Ala Asn
210 215 220
Leu Leu Thr Phe Gly Ser Asp Ser Val Leu Cys Glu Ser Met Ala Ser 225 230 235 240
Gly Leu Asn Leu Val Glu Lys Ser Leu Leu Lys Thr Gln Thr Val Leu
245 250 255
Gln Glu Pro Asn Glu Gly Leu Lys Ile Thr Val Pro Leu Asn Gln Thr
260 265 270
Asn Glu Glu Ala Gly Thr Val Ser Pro Leu Pro Lys Val Pro Cys Phe
275 280 285
Pro Gly Pro Pro Pro Thr Trp Pro Tyr Ala Trp Asn Gly Val Ser Trp
290 295 300
Thr Ile Leu Pro Phe Tyr Pro Pro Pro Ala Tyr Trp Ser Cys Pro Gly 305 310 315 320
Val Ser Pro Gly Ala Trp Asn Ser Phe Thr Trp Met Pro Gln Pro Asn
325 330 335
Ser Pro Ser Gly Ser Asn Pro Asn Ser Pro Thr Leu Gly Lys His Ser
340 345 350
Arg Asp Glu Asn Ala Ala Glu Pro Gly Thr Ala Phe Asp Glu Thr Glu
355 360 365
Ser Leu Gly Arg Glu Lys Ser Lys Pro Glu Arg Cys Leu Trp Val Pro
370 375 380
Lys Thr Leu Arg Ile Asp Asp Pro Glu Glu Ala Ala Lys Ser Ser Ile 385 390 395 400
Trp Glu Thr Leu Gly Ile Lys Lys Asp Glu Asn Ala Asp Thr Phe Gly 405
Ala Phe Arg Ser Ser Thr Lys Glu 420
Leu Pro Gly Arg Arg Pro Glu Leu
435
440
Arg Ser Ala Asn Phe His Glu Ser
450 455
<210> 256 <211> 57 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador: prm07303 <400> 256
ggggacaagt ttgtacaaaa aagcaggctt <210> 257 <211> 53 <212> DNA
<213> Seqüência artificial <220>
<223> iniciador: prm07304 <400> 257
ggggaccact ttgtacaaga aagctgggtc
<210> 258
<211> 654
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 258
cttctacatc ggcttaggtg tagcaacacg ttattttaca aaaatataaa atagatcagt ttattgtaaa gttctacaaa gctaatttaa aaacaagagt gtcaatggaa caatgaaaac attgaaatta tataattcaa agagaataaa gcattaccaa aatatatata gcttacaaaa ccttatcaca ttgacacata aagtgagtga atcatgtata tatgatagcc acaaagttac gtgcacctaa cagaatatcc aaataatatg aaaactaaca ctctaaagca accgatggga aatcctcatc atccttcacc acaattcaaa <210> 259 <211> 1828 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 259
gcttgagtca tagggagaaa acaaatcgat taccggcaaa aaaagtagta ctggtttata tccggcttaa tgcttttctt ttgtcacata cttctgccat cccattatat agcaactcaa ctagacatgt taaggctgag ttgggcagtc gcgcacatac ttttcaaact actaaatggt gttgctttaa aaaattatat tgatccattt tcacgtgtta aaagaccgct ccgttttgcg accgaacaca gcctaaatct tgttgtctag tctaagttac tatatactga gatgaataga gatgaagtta ctactagctg cgtttgggag agcacgtgat taattaagta ctagtttaaa ttaagtaact ctcctataga aaacttttac atgtcagtaa aaaataagag agtagaagtt gtatacagtt ataaactatt ccctctgttc catgtaccag taccatgaat cgaatccaga aatatatcac atctgctcta aatatcttat tctgcccgtt gctaagcaca cgccaccccc cgataattga atggaacttc cacattcaga
410 Lys Ser Ser 425
Gln Ala Asn Ser
415
Leu Ser Glu Gly Arg 430
Pro Ala Ala Leu Ser 445
aaacaatgat gatggagact agagatc
atatgtaact ctaaatctgt tca
actttattat ccctcaccac aagttattgc catatgacat tccacatagc catgacaagc tgagtcataa tttgatgatg actcacttag aagcatctat tattatagtt
catatttgac tgtaaagtaa tactgcattg gaatggattg catcttccca gtgtttttta ttttaaaaaa tgcaggaggg attcgtagta ataagtaaaa gacttcccaa aaacttaaaa aaaattacac atgaaagtta taaaacataa caagtttttt atttcgaggt gatgcgggga ttcgataggt
57
53
tattattatt attattatta 60 aagtagagca agttggtgag 120 attaacttat ttcatattac 180 actataattt tgtttttatt 240 cgtaaagttc tacatgtggt 300 ttagtttgaa aaattgcaat 360 tattattttc tttgctaccc 420 atatcaaaga acatttttag 480 atcataatag agcatcaagt 540 aaatagacaa gcacaatgaa 600 gaagcatagt agta 654
tcttttccct ccatctctct 60 gattctttaa ttatgtgaga 120 caacaattgc catatattca 180 atatatcccc tattactaat 240 acccaccacc ttcgtttttc 300 aaaatatttt caatacaaaa 360 aatagctaat acttaattaa 420 ataggttcac atcctgcatt 480 ctggatatat taaatcatgt 540 ttagacccac cttaagtctt 600 aaaaaaaagt attagccatt 660 aataaattaa tatgattctc 720 cgtttaatag tttggaaaat 780 gaaaaagaat tgttttagta 840 gggattatgg atggattcga 900 atgcatattt attctactat 960 ggagactgtc gctatgtttt 1020 cgcctctggc cttcttgcca 1080 gaccgtcgac tccaagtgct 1140 ttgcacaaaa caactccggc ctcccggcca ccagtcacac gactcacggc actaccaccc 1200 ctgactccct gaggcggacc tgccactgtt ctgcatgcga agctatctaa aattctgaag 1260 caaagaaagc acagcacatg ctccgggaca cgcgccaccc ggcggaaaag ggctcggtgt 1320 ggcgatctca cagccgcata tcgcatttca caagccgccc atctccaccg gcttcacgag 1380 gctcatcgcg gcacgaccgc gcacggaacg cacgcggccg acccgcgcgc ctcgatgcgc 1440 gagcccatcc gccgcgtcct ccctttgcct ttgccgctat cctctcggtc gtatcccgtt 1500 tctctgtctt ttgctccccg gcgcgcgcca gttcggagta ccagcgaaac ccggacacct 1560 ggtacacctc cgccggccac aacgcgtgtc ccccctacgt ggccgcgcag cacatgccca 1620 tgcgcgacac gtgcacctcc tcatccaaac tctcaagtct caacggtcct ataaatgcac 1680 ggatagcctc aagctgctcg tcacaaggca agaggcaaga ggcaagagca tccgtattaa 1740 ccagcctttt gagacttgag agtgtgtgtg actcgatcca gcgtagtttc agttcgtgtg 1800 ttggtgagtg attccagcca agtttgcg 1828
<210> 260 <211> 1243 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 260
aaaaccaccg agggacctga tctgcaccgg ttttgatagt tgagggaccc gttgtgtctg 60
gttttccgat cgagggacga aaatcggatt cggtgtaaag ttaagggacc tcagatgaac 120 ttattccgga gcatgattgg gaagggagga cataaggccc atgtcgcatg tgtttggacg 180 gtccagatct ccagatcact cagcaggatc ggccgcgttc gcgtagcacc cgcggtttga 240 ttcggcttcc cgcaaggcgg cggccggtgg ccgtgccgcc gtagcttccg ccggaagcga 300 gcacgccgcc gccgccgacc cggctctgcg tttgcaccgc cttgcacgcg atacatcggg 360 atagatagct actactctct ccgtttcaca atgtaaatca ttctactatt ttccacattc 420 atattgatgt taatgaatat agacatatat atctatttag attcattaac atcaatatga 480 atgtaggaaa tgctagaatg acttacattg tgaattgtga aatggacgaa gtacctacga 540 tggatggatg caggatcatg aaagaattaa tgcaagatcg tatctgccgc atgcaaaatc 600 ttactaattg cgctgcatat atgcatgaca gcctgcatgc gggcgtgtaa gcgtgttcat 660 ccattaggaa gtaaccttgt cattacttat accagtacta catactatat agtattgatt 720 tcatgagcaa atctacaaaa ctggaaagca ataagaaata cgggactgga aaagactcaa 780 cattaatcac caaatatttc gccttctcca gcagaatata tatctctcca tcttgatcac 840 tgtacacact gacagtgtac gcataaacgc agcagccagc ttaactgtcg tctcaccgtc 900 gcacactggc cttccatctc aggctagctt tctcagccac ccatcgtaca tgtcaactcg 960 gcgcgcgcac aggcacaaat tacgtacaaa acgcatgacc aaatcaaaac caccggagaa 1020 gaatcgctcc cgcgcgcggc ggcgacgcgc acgtacgaac gcacgcacgc acgcccaacc 1080 ccacgacacg atcgcgcgcg acgccggcga caccggccgt ccacccgcgc cctcacctcg 1140 ccgactataa atacgtaggc atctgcttga tcttgtcatc catctcacca ccaaaaaaaa 1200 aaggaaaaaa aaacaaaaca caccaagcca aataaaagcg aca 1243
<210> 261 <211> 8 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 1 <220>
<221> INSEGURO <222> (2)..(3)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 261
Phe Xaa Xaa Lys Tyr Asn Phe Asp 1 5
<210> 262 <211> 8 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 2 <220>
<221> VARIANTE <222> (1)..(1) <223> /substituir="Leu" <220>
<221> INSEGURO <222> (3)..(3)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 262
Pro Leu Xaa Gly Arg Tyr Glu Trp
1 5
<210> 263
<211> 10
<212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 3 <220>
<221> INSEGURO <222> (2) .. (2)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <220>
<221> VARIANTE <222> (4)..(4) <223> /substituir="Glu" <220>
<221> INSEGURO <222> (7)..(9)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 263
Glu Xaa Glu Asp Phe Phe Xaa Xaa Xaa Glu 15 10
<210> 264 <211> 8 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 4 <220>
<221> INSEGURO <222> (2)..(2)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 264
Tyr Xaa Gln Leu Arg Ser Arg Arg
1 5
<210> 265
<211> 9
<212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 5 <220>
<221> VARIANTE
<222> (5)..(5)
<223> /substituir="Ile"
<220>
<221> VARIANTE <222> (6)..(6) <223> /substituir="Arg" <220>
<221> INSEGURO <222> (8)..(8)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <220>
<221> VARIANTE
<222> (9)..(9)
<223> /substituir="Arg"
<400> 265
Met Gly Lys Tyr Met Lys Lys Xaa Lys <210> 266 <211> 8 <212> PRT
<213> Seqüência artificial <220>
<223> motivo 6 <220>
<221> INSEGURO <222> (2)..(2)
<223> Xaa pode ser qualquer aminoácido ocorrendo naturalmente <400> 266
Ser Xaa Gly Val Arg Thr Arg Ala
1 5
<210> 267
<211> 585
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 267
atgggcaagt acatgcgcaa ggccaaggtg gtggtctccg gcgaggtggt ggccgccgcc gtcatggagc tcgccgcggc gccgctcggg gtgcgcaccc gcgcccgctc cctcgcgctg cagaagaggc agggcgggga gtacctcgag ctcaggagcc gcaggctcga gaagctccct cctcccccgc cgccgccgcc gaggaggagg gcgacggctg cggctgcgac tgctgatgcg acggcgacgg agagcgcgga ggcggaggtg tcgttcgggg gggagaacgt cctcgagctg gaggccatgg aaaggaatac cagggagacg acaccttgca gcttgatcag ggaccccgat acgattagca cccctggatc taccacaagg cgcagccact cgagttctca ttgcaaggtg caaacacccg tgcgccacaa cattattcca gcatcagcag agctggaagc gttcttcgcc gccgaagagc aacggcaacg acaggctttc atcgacaagt ataactttga tcctgtgaat gactgccctc ttcccggccg atttgaatgg gtcaagctag actga <210> 268 <211> 194 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 268
Met Gly Lys Tyr Met Arg Lys Ala Lys Val Val Val Ser Gly Glu Val 1 5 10 15 Val Ala Ala Ala Val Met Glu Leu Ala Ala Ala Pro Leu Gly Val Arg 20 25 30 Thr Arg Ala Arg Ser Leu Ala Leu Gln Lys Arg Gln Gly Gly Glu Tyr 35 40 45 Leu Glu Leu Arg Ser Arg Arg Leu Glu Lys Leu Pro Pro Pro Pro Pro 50 55 60 Pro Pro Pro Arg Arg Arg Ala Thr Ala Ala Ala Ala Thr Ala Asp Ala 65 70 75 80 Thr Ala Thr Glu Ser Ala Glu Ala Glu Val Ser Phe Gly Gly Glu Asn 85 90 95 Val Leu Glu Leu Glu Ala Met Glu Arg Asn Thr Arg Glu Thr Thr Pro 100 105 110 Cys Ser Leu Ile Arg Asp Pro Asp Thr Ile Ser Thr Pro Gly Ser Thr 115 120 125 Thr Arg Arg Ser His Ser Ser Ser His Cys Lys Val Gln Thr Pro Val 130 135 140 Arg His Asn Ile Ile Pro Ala Ser Ala Glu Leu Glu Ala Phe Phe Ala 145 150 155 160 Ala Glu Glu Gln Arg Gln Arg Gln Ala Phe Ile Asp Lys Tyr Asn Phe 165 170 175 Asp Pro Val Asn Asp Cys Pro Leu Pro Gly Arg Phe Glu Trp Val Lys 180 185 190 Leu Asp <210> 269
<211> 573 <212> DNA <213> Zea mays <400> 269
atgggcaagt acatgcgcaa ggccaaggct tccagcgagg ttgtcatcat ggatgtcgcc 60
gccgctccgc tcggagtccg cacccgagcg cgcgccctcg cgctgcagcg tctgcaggag 120 caacagacgc agtgggaaga aggtgctggc ggcgagtacc tggagctaag gaaccggagg 180 ctcgagaagc tgccgccgcc gccggcgacc actaggaggt cgggcgggag gaaagcggca 240 gccgaggccg ccgcaactaa ggaggctgag gcgtcgtacg gggagaacat gctcgagttg 300 gaggccatgg agaggattac cagggagacg acgccttgca gcttgattaa cacccagatg 360 actagcactc ctgggtccac gagatccagc cactcttgcc accgcagggt gaacgctcct 420 ccggtgcacg ccgtcccaag ttctagggag atgaatgagt acttcgctgc cgaacagcga 480 cggcaacagc aggatttcat tgacaagtac aacttcgatc ctgcaaacga ctgccctctc 540 ccaggcaggt ttgagtgggt gaagctagac tga 573
<210> 270 <211> 190 <212> PRT <213> Zea mays <400> 270
Met Gly Lys Tyr Met Arg Lys Ala Lys Ala Ser Ser 1 5 10
Met Asp Val Ala Ala Ala Pro Leu Gly Val Arg Thr
20 25
Leu Ala Leu Gln Arg Leu Gln Glu Gln Gln Thr Gln
35 40
Ala Gly Gly Glu Tyr Leu Glu Leu Arg Asn Arg Arg
50 55 60
Pro Pro Pro Pro Ala Thr Thr Arg Arg Ser Gly Gly 65 70 75
Ala Glu Ala Ala Ala Thr Lys Glu Ala Glu Ala Ser
85 90
Met Leu Glu Leu Glu Ala Met Glu Arg Ile Thr Arg
100 105
Cys Ser Leu Ile Asn Thr Gln Met Thr Ser Thr Pro
115 120
Ser Gly His Ser Cys His Arg Arg Val Asn Ala Pro 130 135 140
Val Pro Ser Ser Arg Glu Met Asn Glu Tyr Phe Ala 145 150 155
Arg Gln Gln Gln Asp Phe Ile Asp Lys Tyr Asn Phe
165 170
Asp Cys Pro Leu Pro Gly Arg Phe Glu Trp Val Lys
180 185
<210> 271 <211> 755 <212> DNA
<213> Triticum aestivum <400> 271
atgggcaagt acatgcgcaa gcccaaggtc tccggcgagg tggccgtcat ggaggtcgcc 60
gccgcgccgc taggggtccg cacccgcgca cgagcgctcg cgatgcagag gcagccgcag 120 ggggcggcgg tggccaagga ccagggggag tacctggagc tcaggagtcg gaagctcgag 180 aagctgcccc cgccgccgcc ggcggcgagg aggagggcgg ccgcggcgga gcgtgtcgag 24 0 gccgaggccg aggccgacga ggtgtccttc ggtgagaacg tgctcgagtc ggaggccatg 300 gggaggggta ccagggagac gacgccctgc agcttgatta gggactcggg aacgataagc 360 actcctggat ccacaacaag accgagccac tcgaattccc atcgcagggt gcaagctcca 420 gcgcgccata ttattccatg ttcagcagag atgaatgagt tcttctctgc tgcggagcaa 480 ccgcaacagc aagccttcat tgacaagtac aactttgatc ctgtgaacga ctgtcctctc 540 ccaggccgat acgagtgggt gaagctagac tgataattct ccaggaagga gagcaccatg 600 tacttctccg ctccctccac cttagcgtcg tggtaaaggc cgccccgtcg tgtagctttg 660 tttccgttgt aaaaagaata gttagctgta gtagcctcaa tggcgttaca tacagagtaa 720 tgctgattac acctaatcct caaaccatgt acgtt 755
<210> 272 <211> 190 <212> PRT
<213> Triticum aestivum
Glu Val Val Ile 15 Arg Ala Arg Ala 30 Trp Glu Glu Gly 45 Leu Glu Lys Leu Arg Lys Ala Ala 80 Tyr Gly Glu Asn 95 Glu Thr Thr Pro 110 Gly Ser Thr Arg 125 Pro Val His Ala Ala Glu Gln Arg 160 Asp Pro Ala Asn 175 Leu Asp 190 <400> 272
Met Gly Lys Tyr Met Arg Lys Pro Lys Val Ser Gly Glu Val Ala Val 15 10 15
Met Glu Val Ala Ala Ala Pro Leu Gly Val Arg Thr Arg Ala Arg Ala
20 25 30
Leu Ala Met Gln Arg Gln Pro Gln Gly Ala Ala Val Ala Lys Asp Gln
35 40 45
Gly Glu Tyr Leu Glu Leu Arg Ser Arg Lys Leu Glu Lys Leu Pro Pro
50 55 60
Pro Pro Pro Ala Ala Arg Arg Arg Ala Ala Ala Ala Glu Arg Val Glu 65 70 75 80
Ala Glu Ala Glu Ala Asp Glu Val Ser Phe Gly Glu Asn Val Leu Glu
85 90 95
Ser Glu Ala Met Gly Arg Gly Thr Arg Glu Thr Thr Pro Cys Ser Leu
100 105 110
Ile Arg Asp Ser Gly Thr Ile Ser Thr Pro Gly Ser Thr Thr Arg Pro
115 120 125
Ser His Ser Asn Ser His Arg Arg Val Gln Ala Pro Ala Arg His Ile
130 135 140
Ile Pro Cys Ser Ala Glu Met Asn Glu Phe Phe Ser Ala Ala Glu Gln 145 150 155 160
Pro Gln Gln Gln Ala Phe Ile Asp Lys Tyr Asn Phe Asp Pro Val Asn
165 170 175
Asp Cys Pro Leu Pro Gly Arg Tyr Glu Trp Val Lys Leu Asp 180 185 190
<210> 273
<211> 666
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 273
atggggaagt acatgcggaa ggggaaggtg tcgggggagg tggcggtgat ggaggtgggc 60
ggggcgctgc tcggcgtccg cacccgctcc cgcacgctcg cgctgcagcg gacgacctcg 120 tcgcagaagc cgccggagaa gggggagggg gaccccggtg cgggcgcggg cgcgggggcg 180 gagtacctcg agctcaggag ccggaggctc gagaagccgc ctccgcacac gccgccggcc 240 aaggagaagg agaccgccag gagggcttcc gccgccgccg ccgccgccgt gaggatgccg 300 gcggcgccgc aagcggccga ggagttcgag gcggaggtcg aggtgtcctt cggcgacaac 360 gttcttgacc tcgacggcga cgccatggag aggagtacca gggagacaac gccttgcagt 420 ttaattagga gctcagaaat gataagcacc cctggctcca caactaaaac caacacctcg 480 atcagttccc ggcgcagaat ggagacctct gtttgtcgtt acgttccgag ttctcttgag 540 atggaagagt tctttgcagc tgctgaacaa cagcaacatc aggctttcag agagaggtat 600 aacttctgtc ctgtgaacga ctgcccactt cctggacggt acgaatggac aaggctagac 660 tgctag 666
<210> 274 <211> 221 <212> PRT
<213> Oryza sativa <400> 274
Met Gly Lys Tyr Met Arg Lys Gly Lys Val Ser Gly Glu Val Ala Val 15 10 15
Met Glu Val Gly Gly Ala Leu Leu Gly Val Arg Thr Arg Ser Arg Thr
20 25 30
Leu Ala Leu Gln Arg Thr Thr Ser Ser Gln Lys Pro Pro Glu Lys Gly
35 40 45
Glu Gly Asp Pro Gly Ala Gly Ala Gly Ala Gly Ala Glu Tyr Leu Glu
50 55 60
Leu Arg Ser Arg Arg Leu Glu Lys Pro Pro Pro His Thr Pro Pro Ala 65 70 75 80
Lys Glu Lys Glu Thr Ala Arg Arg Ala Ser Ala Ala Ala Ala Ala Ala
85 90 95
Val Arg Met Pro Ala Ala Pro Gln Ala Ala Glu Glu Phe Glu Ala Glu
100 105 110
Val Glu Val Ser Phe Gly Asp Asn Val Leu Asp Leu Asp Gly Asp Ala 115 120 125 Met Glu Arg Ser Thr Arg Glu Thr Thr Pro Cys
130 135
Ser Glu Met Ile Ser Thr Pro Gly Ser Thr Thr 145 150 155
Ile Ser Ser Arg Arg Arg Met Glu Thr Ser Val
165 170
Ser Ser Leu Glu Met Glu Glu Phe Phe Ala Ala
180 185
His Gln Ala Phe Arg Glu Arg Tyr Asn Phe Cys
195 200
Pro Leu Pro Gly Arg Tyr Glu Trp Thr Arg Leu
210 215
<210> 275 <211> 642 <212> DNA <213> Zea mays <400> 275
atggggaagt acatgcgcaa gggcaaggtg tccggggagg ggcggcgcgc tgctcggcgt ccgcacccgc tcccgcacgc aggccgctcg acaagggcga cgcggaggac gccgccgcgg cggaggctcg agaagccgca caaggagcat ccgtcgccgc ggcgccggga ggaaggccgc cgccgccgcc gcggtgcagc gtcgaggtcg aggtctcgtt cggggacaac gtgcttgact accagagaga caacaccgtg cagcctgatt aggaacccag tccacaacta aaagcaaaac cagcagcaac tcgacgactt accccgagct gccggttcat accgagctcg ctcgagatgg gagcaacagg agcagcatag cttcagggag aagtacaact cctctccctg gccggtacga atgggcgagg ctagactgct <210> 276 <211> 213 <212> PRT <213> Zea mays <400> 276
Met Gly Lys Tyr Met Arg Lys Gly Lys Val Ser 15 10
Met Glu Val Pro Gly Gly Ala Leu Leu Gly Val
20 25
Thr Leu Ala Leu Gln Arg Ala Gln Arg Pro Leu
35 40
Glu Asp Ala Ala Ala Glu Tyr Leu Glu Leu Arg
50 55
Lys Pro His Lys Glu His Pro Ser Pro Pro Ala 65 70 75
Gly Ala Gly Arg Lys Ala Ala Ala Ala Ala Ala
85 90
Met Gln Asp Glu Val Glu Val Glu Val Ser Phe
100 105
Asp Leu Asp Thr Met Glu Arg Ser Thr Arg Glu
115 120
Leu Ile Arg Asn Pro Glu Met Ile Ser Thr Pro
130 135
Ser Lys Thr Ser Ser Asn Ser Thr Thr Ser Arg 145 150 155
Thr Pro Ser Cys Arg Phe Ile Pro Ser Ser Leu
165 170
Phe Ser Ala Ala Glu Gln Gln Glu Gln His Ser
180 185
Asn Phe Cys Pro Val Asn Asp Cys Pro Leu Pro
195 200
Ala Arg Leu Asp Cys 210 <210> 277 <211> 642
Ser Leu Ile Arg Ser 140
Lys Thr Asn Thr Ser 160
Cys Arg Tyr Val Pro 175
Ala Glu Gln Gln Gln 190
Pro Val Asn Asp Cys
205 Asp Cys 220
tcgccgtcat tcgcgctgca agtacctcga ccgcgaccgc acgtgctgat tggacaccat agatgataag cccgccgcag aggagttctt tctgtcccgt ag
ggaggtaccc gcgcgcgcag gctcaggagc gaccaagagg gcaggacgag ggaaaggagt caccccagga aacggaggaa ctcggcggcc gaacgactgt
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 642
Gly Glu
Arg Thr
Asp Lys
45 Ser Arg 60
Thr Ala
Val Gln
Gly Asp
Thr Thr 125 Gly Ser 140
Arg Arg
Glu Met
Phe Arg
Gly Arg 205
Val
Arg
30
Gly
Arg
Thr
His
Asn 110 Pro
Thr
Thr
Glu
Glu 190 Tyr
Ala Val 15
Ser Arg
Asp Ala
Leu Glu
Lys Arg 80 Val Leu 95
Val Leu
Cys Ser
Thr Lys
Glu Glu 160 Glu Phe 175
Lys Tyr Glu Trp <212> DNA
<213> Sorghum bicolor <400> 277
atggggaagt acatgcgcaa gggcaaggtg tccggggagg tcgccgtcat ggcggcgcgc tgctcggcgt ccgcacccgc tcccgcacgc tcgcgctgca aggccgctcg acaagggcga cgccgaggac gccgctgcgg agtacctcga cggaggctcg agaagccgca caaggacccg ttaccgccgc cgtctgcgcc aggggcgccg ggaggaaggt cgccaccgcc gccgccgccg ccgcggcgcc gcggaggacg acgtcgaggt ctccttcggc gagaacgtgc tcgacttcga aggagtacca gagagacaac accgtgcagt ttgattagga acccagagat ccaggatcca caactaagag taaaaccagc aactcgatga cctcccgtcg acctcaatct gccgtttcat accaagttcg catgagatgg aagagttctt gaaaaacagg agcagcaaag cttcagggag aagtataact tctgtcctgt cctcttccgg gtcggtatga atgggcgagg ctagactgct ag <210> 278 <211> 213 <212> PRT
<213> Sorghum bicolor <400> 278
Met Gly Lys Tyr Met Arg Lys Gly Lys Val Ser Glj 1 5 10
Met Glu Val Pro Gly Gly Ala Leu Leu Gly Val Arc
20 25
Thr Leu Ala Leu Gln Arg Ala Gln Arg Pro Leu Asj
35 40
Glu Asp Ala Ala Ala Glu Tyr Leu Glu Leu Arg Se: 50 55 60
Lys Pro His Lys Asp Pro Leu Pro Pro Pro Ser Ale 65 70 75
Arg Gly Ala Gly Arg Lys Val Ala Thr Ala Ala Alc
85 90
Pro His Gly Leu Ala Glu Asp Asp Val Glu Val Sei
105
ggaggtcccc gcgcgcgcag gctcaggagc tgcgaccaag gcacgggctg cgccatggaa gataagcacc cagaatggaa ctcagcagct gaacgactgt
100 Val Leu Asp 115 Phe Asp Ala Cys Ser 130 Leu Ile Arg Asn Thr Lys Ser Lys Thr Ser 145 150 Thr Ser Ile Cys Arg 165 Phe Phe Ser Ala Ala 180 Glu Lys Asn Phe Cys 195 Pro Val Asn Ala Arg Leu Asp Cys
120
135
140
155
170
185
200
Glu Val Ala Val 15 Thr Arg Ser Arg 30 Lys Gly Asp Ala 45 Arg Arg Leu Glu Pro Ala Thr Lys 80 Ala Ala Ala Ala 95 Phe Gly Glu Asn 110 Glu Thr Thr Pro 125 Pro Gly Ser Thr Arg Arg Met Glu 160 Met Glu Glu Phe 175 Arg Glu Lys Tyr 190 Arg Tyr Glu Trp 205
210 <210> 279 <211> 397 <212> DNA
<213> Saccharum officinarum <220>
<221> misc_feature <222> (342) . . (343) <223> η is a, c, g, ou t <400> 279
gtcgacccac gcgtccggta cttcgctgct gaacagcgac gacaagtaca actttgatcc tgtaaatgac tgccctctcc aagctagact gattgattca gaggacaaga gagcagcagc ctccaccacc gcagtgttgt ggcagaggcg cataccgtcg taaaaactta gtgttagcct gtagccttaa ttgtcgtgtg tgagttacaa caccctgatc tgatctgatc cctcaactca attctgtaag gaaccttacc cacccttgtt accagtt
60 120 180 240 300 360 420 480 540 600 642
gccaacaaca ggctttcatt 60 caggcaggtt tgaatgggtg 120 atggaactca cctccgctcc 180 tgttagcttt gtttctgttg 240 ttacagtaca aaactgatgc 300 gnngtaaccc ttaacagctt 360 397 <210> 280 <211> 37 <212> PRT
<213> Saccharum officinarum <400> 280
Tyr Phe Ala Ala Glu Gln Arg Arg Gln Gln Gln 15 10
Tyr Asn Phe Asp Pro Val Asn Asp Cys Pro Leu
20 25
Trp Val Lys Leu Asp 35
<210> 281
<211> 654
<212> DNA
<213> Oryza sativa
<400> 281
cttctacatc ggcttaggtg tagcaacacg actttattat ttattttaca aaaatataaa atagatcagt ccctcaccac ttattgtaaa gttctacaaa gctaatttaa aagttattgc aaacaagagt gtcaatggaa caatgaaaac catatgacat attgaaatta tataattcaa agagaataaa tccacatagc gcattaccaa aatatatata gcttacaaaa catgacaagc ccttatcaca ttgacacata aagtgagtga tgagtcataa atcatgtata tatgatagcc acaaagttac tttgatgatg gtgcacctaa cagaatatcc aaataatatg actcacttag aaaactaaca ctctaaagca accgatggga aagcatctat aatcctcatc atccttcacc acaattcaaa tattatagtt <210> 282 <211> 1243 <212> DNA <213> Oryza sativa <400> 282
aaaaccaccg agggacctga tctgcaccgg ttttgatagt gttttccgat cgagggacga aaatcggatt cggtgtaaag ttattccgga gcatgattgg gaagggagga cataaggccc gtccagatct ccagatcact cagcaggatc ggccgcgttc ttcggcttcc cgcaaggcgg cggccggtgg ccgtgccgcc gcacgccgcc gccgccgacc cggctctgcg tttgcaccgc atagatagct actactctct ccgtttcaca atgtaaatca atattgatgt taatgaatat agacatatat atctatttag atgtaggaaa tgctagaatg acttacattg tgaattgtga tggatggatg caggatcatg aaagaattaa tgcaagatcg ttactaattg cgctgcatat atgcatgaca gcctgcatgc ccattaggaa gtaaccttgt cattacttat accagtacta tcatgagcaa atctacaaaa ctggaaagca ataagaaata cattaatcac caaatatttc gccttctcca gcagaatata tgtacacact gacagtgtac gcataaacgc agcagccagc gcacactggc cttccatctc aggctagctt tctcagccac gcgcgcgcac aggcacaaat tacgtacaaa acgcatgacc gaatcgctcc cgcgcgcggc ggcgacgcgc acgtacgaac ccacgacacg atcgcgcgcg acgccggcga caccggccgt ccgactataa atacgtaggc atctgcttga tcttgtcatc aaggaaaaaa aaacaaaaca caccaagcca aataaaagcg <210> 283 <211> 315 <212> DNA
<213> Nicotiana tabacum <400> 283
ctgccattct ttagagggga tgcttgttta agaacaaaaa ccaagtcatt gcgtattttt ttaaaaatat ttgttccttc actttatggt tctttgtatt ctggctttgc tgtaaatcgt gaaattatta atacttggga tattttttta gaatcaagta tcgagctgct tttaaattca tattacagcc atataggctt
Ala Phe Ile Asp Lys 15
Pro Gly Arg Phe Glu 30
tattattatt attattatta 60 aagtagagca agttggtgag 120 attaacttat ttcatattac . 180 actataattt tgtttttatt 240 cgtaaagttc tacatgtggt 300 ttagtttgaa aaattgcaat 360 tattattttc tttgctaccc 420 atatcaaaga acatttttag 480 atcataatag agcatcaagt 540 aaatagacaa gcacaatgaa 600 gaagcatagt agta 654
tgagggaccc gttgtgtctg 60 ttaagggacc tcagatgaac 120 atgtcgcatg tgtttggacg 180 gcgtagcacc cgcggtttga 240 gtagcttccg ccggaagcga 300 cttgcacgcg atacatcggg 360 ttctactatt ttccacattc 420 attcattaac atcaatatga 480 aatggacgaa gtacctacga 540 tatctgccgc atgcaaaatc 600 gggcgtgtaa gcgtgttcat 660 catactatat agtattgatt 720 cgggactgga aaagactcaa 780 tatctctcca tcttgatcac 840 ttaactgtcg tctcaccgtc 900 ccatcgtaca tgtcaactcg 960 aaatcaaaac caccggagaa 1020 gcacgcacgc acgcccaacc 1080 ccacccgcgc cctcacctcg 1140 catctcacca ccaaaaaaaa 1200 aca 1243
atatatcact ttcttttgtt 60 gtatatttcg agcttcaatc 120 agctaacctt cttcctagca 180 aattacatat taccaccaca 240 gattcatttt gcaaaatttc 300 caggatattg acaac 315
<210> 284 <211> 53 <212> DNA <213> Seqüência artificial <220> <223> iniciador: prm00472 <400> 284
ggggacaagt ttgtacaaaa aagcaggctt cacaatgggc aagtacatgc gca 53
<210> 285 <211> 53 <212> DNA <213> Seqüência artificial <220> <223> iniciador: prm00473 <400> 285
ggggaccact ttgtacaaga aagctgggtg gagcagagag gtccatggtg ccc 53

Claims (206)

1. Proteína SYR isolada selecionada a partir do grupo, caracterizada pelo fato de consistir de: (a) um polipeptídeo como dado em SEQ ID NO 44; (b) um polipeptídeo com uma seqüência de aminoácidos que tem pelo menos, em ordem crescente de preferência, 85%, 86%, 87%, 88%, - 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98% ou 99% ou mais de identidade de seqüência com uma seqüência de aminoácidos como dada em SEQ ID NO 44; (c) um derivado de um polipeptídeo como definido em (a) ou b) uma seqüência de ácido nucleico isolada compreendendo: (a) uma seqüência de ácidos nucleicos representada por SEQ ID NO: 43, ou a fita complementar desta; (b) uma seqüência de ácidos nucleicos codificando a seqüência de aminoácidos representada por SEQ ID NO: 44; (c) uma seqüência de ácidos nucleicos capaz de hibridizar (preferivelmente em condições estringentes) com uma seqüência de ácidos nucleicos de (a) ou (b), cuja seqüência hibridizante codifica preferivelmente uma proteína SYR; (d) um ácido nucleico que é uma variante alélica para as seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (a) ou (b); (e) um ácido nucleico que é uma variante alternativa de união para as seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (a) ou (b); (f) uma seqüência de ácidos nucleicos que tem 50%, 60%, - 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 96%, 97%, 98% ou 99% de identidade de seqüência com a seqüência definida em (a) ou (b).
2. Método para aumentar produção de semente e/ou aumentar taxa de crescimento de plantas em relação a correspondentes plantas do tipo selvagem, caracterizado pelo fato de compreender modular expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo do mesmo, e opcionalmente selecionar plantas tendo características de crescimento melhoradas; contanto que dita proteína SYR ou homólogo desta não seja a proteína de SEQ ID NO: 26.
3. Método de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que dita expressão modulada é efetuada introduzindo uma modificação genética preferivelmente no local de um gene codificando um polipeptídeo SYR ou um homólogo do mesmo, preferivelmente em que dita modificação genética é efetuada por um de: ativação de T-DNA, TILLING, mutagênese direcionada por sítio, recombinação homóloga ou evolução direta.
4. Método para aumentar produção de semente e/ou aumentar taxa de crescimento em relação a correspondentes plantas do tipo selvagem, caracterizado pelo fato de compreender introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico SYR ou uma variante do mesmo; contanto que dita proteína SYR ou homólogo desta não seja a proteína de SEQ ID NO: 26.
5. Método de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico codifica um homólogo da proteína SYR de SEQ ID NO: 2, preferivelmente dito ácido nucleico codifica um ortólogo ou parálogo da proteína SYR de SEQ ID NO: 2.
6. Método de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que dita variante é uma porção de um ácido nucleico SYR ou uma seqüência capaz de hibridizar com um ácido nucleico SYR, cuja porção ou seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo de cerca de 65 a cerca de 200 aminoácidos, compreendendo um domínio rico em leucina, precedido pelo motivo conservado de tripeptídeo 1 (um de SEQ ID NO: 6, 7, 8 ou 9) e seguido pelo motivo conservado 2 (SEQ ID NO: 10) e preferivelmente também pelo motivo conservado 3 (SEQ ED NO: 11).
7. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 a -6, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico compreende os motivos conservados de SEQ ID NO: 6, SEQ ID NO: 10 e SEQ ID NO: 11, em que o motivo de SEQ ID NO: 10 é VLAFMPT e em que o motivo de SEQ ID NO: -11 é PYL, preferivelmente em que dito ácido nucleico compreende a seqüência de SEQ ED NO: 1.
8. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 a -7, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico SYR ou variante do mesmo é superexpressado em uma planta.
9. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 a -8, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico SYR ou variante do mesmo é de origem vegetal, preferivelmente de uma planta monocotiledônea, mais preferivelmente da família Poaceae, o mais preferivelmente o ácido nucleico é de Oryza sativa.
10. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 a 9, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico SYR ou variante do mesmo é operavelmente ligado a um promotor constitutivo, preferivelmente em que dito promotor constitutivo é um promotor GOS2 ou um promotor de proteína de alta mobilidade.
11. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada de sementes é selecionada a partir de: peso total aumentado de sementes, número aumentado de sementes cheias, taxa de enchimento de sementes ou índice de colheita aumentado, e em que dita taxa de crescimento aumentada compreende pelo menos produção aumentada de sementes obtida sem atraso em época de florescimento.
12. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 ali, caracterizado pelo fato de que ditas plantas são crescidas em condições sem estresse, ou em que ditas plantas são crescidas em condições de estresse abiótico, preferivelmente em que ditas condições de estresse abiótico são condições de estresse osmótico.
13. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 12.
14. Construção, caracterizada pelo fato de compreender: (i) um ácido nucleico SYR ou uma variante do mesmo; (ii) uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i); preferivelmente em que dita seqüência de controle é um promotor constitutivo ou um promotor de Proteína de Grupo de Alta Mobilidade (HMGP), e opcionalmente (iii) uma seqüência de término de transcrição, contanto que dito ácido nucleico SYR não codifique a proteína de SEQ ID NO: 26.
15. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser transformada com uma construção como definida na reivindicação 14.
16. Método para produzir uma planta transgênica tendo produção aumentada comparada com correspondentes plantas do tipo selvagem, caracterizado pelo fato de compreender: (i). introduzir e expressar em uma planta ou célula vegetal um ácido nucleico SYR ou variante do mesmo; e (ii). cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal, com a condição de que dito ácido nucleico SYR ou variante do mesmo não codifique a proteína de SEQ ID NO: 26.
17. Método para melhorar características de crescimento de plantas em relação a plantas de controle, caracterizado pelo fato de compreender aumentar expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo do mesmo, e opcionalmente selecionar plantas tendo características de crescimento melhoradas.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que dita expressão aumentada é efetuada introduzindo uma modificação genética preferivelmente no local de um gene codificando um polipeptídeo FG-GAP ou um homólogo do mesmo, preferivelmente em que dita modificação genética é efetuada por um de: ativação de T-DNA, TILLING, mutagênese direcionada por sítio, recombinação homóloga ou evolução direta.
19. Método para melhorar características de crescimento em relação a correspondentes plantas do tipo selvagem, caracterizado pelo fato de compreender introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico FG- GAP ou uma variante do mesmo.
20. Método de acordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico codifica um homólogo da proteína FG- GAP de SEQ ID NO: 46, preferivelmente dito ácido nucleico codifica um ortólogo ou parálogo da proteína FG-GAP de SEQ ID NO: 46, preferivelmente em que dito ácido nucleico compreende um ou mais dos motivos conservados de SEQ ID NO: 50 a 52.
21. Método de acordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo fato de que dita variante é uma porção de um ácido nucleico FG-GAP ou uma seqüência capaz de hibridizar com um ácido nucleico FG-GAP, cuja porção ou seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína.
22. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -21 a 25, caracterizado pelo fato de que dita característica de crescimento melhorada é produção aumentada, preferivelmente produção aumentada de sementes, preferivelmente em que dita produção aumentada de sementes é selecionada a partir de: peso total aumentado de sementes, número aumentado de sementes cheias ou índice de colheita aumentado.
23. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método como definido em qualquer uma das reivindicações 17 a 22.
24. Construção, caracterizada pelo fato de compreender: (i) um ácido nucleico FG-GAP ou uma variante do mesmo; (ii) uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i), preferivelmente em que dita seqüência de controle é um promotor constitutivo, preferivelmente um promotor constitutivo é um promotor GOS2; e opcionalmente (iii) uma seqüência de término de transcrição, contanto que dita construção não seja uma construção de gene tipo pPZP.
25. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser transformada com uma construção como definida na reivindicação 24.
26. Método para produzir uma planta transgênica tendo produção aumentada comparada com correspondentes plantas do tipo selvagem, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e expressar em a planta ou célula vegetal um ácido nucleico FG-GAP ou variante do mesmo; (b) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
27. Proteína FG-GAP isolada, caracterizada pelo fato de ser selecionada a partir do grupo consistindo de: (a) uma proteína codificada pelo ácido nucleico de SEQ ID NO: 72; (b) uma proteína compreendendo uma seqüência sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína, em que dita proteína compreende pelo menos um de SEQ ID NO: 73 a SEQ ID NO: 76; (c) um fragmento ativo de uma seqüência de aminoácidos como definido em (a) ou (b), cujo fragmento ativo compreende uma seqüência sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C-terminal da proteína, ou um ácido nucleico isolado codificando uma proteína FG- GAP, selecionado a partir do grupo consistindo de: (i) o ácido nucleico como representado em SEQ ID NO: 72; (ii) um ácido nucleico codificando uma proteína como definido em (a) a (c) acima; (iii) uma seqüência de ácidos nucleicos capaz de hibridizar (preferivelmente em condições estringentes) com uma seqüência de ácidos nucleicos de (i) ou (ii) acima, cuja seqüência hibridizante preferivelmente codifica uma proteína compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio de transmembrana localizado na metade C- terminal da proteína; (iv) um ácido nucleico que é uma variante alélica para as seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (i) a (iii); (v) um ácido nucleico que é uma variante alternativa de união para as seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (i) a (iii); (vi) uma porção de uma seqüência de ácidos nucleicos de acordo com qualquer um de (i) a (v) acima, cuja porção preferivelmente codifica uma proteína compreendendo um peptídeo sinal, um ou mais domínios FG-GAP e um domínio transmembrana localizado na metade C- terminal da proteína.
28. Proteína CYP90B isolada, caracterizada pelo fato de ser selecionada a partir do grupo consistindo de: (i) uma proteína codificada pelo ácido nucleico de SEQ ID NO: 117; (ii) uma proteína compreendendo o seguinte: (i) domínios CYP AaD; (ii) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (iii) um domínio de transição; e (iv) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly- His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição, e tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 85%, 86%, -87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99% de identidade com a seqüência de aminoácidos de SEQ ID NO: 118, ou um ácido nucleico isolado codificando uma proteína CYP90B, selecionado a partir do grupo consistindo de: (i) um ácido nucleico como representado por SEQ ID NO: 117; (ii) um ácido nucleico codificando uma proteína como definido em (i) e (ii) acima; (iii) um ácido nucleico tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 82%, 83%, 84%, 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, -91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99% ou mais de identidade com o ácido nucleico representado por SEQ ID NO: 117; (iv) uma seqüência de ácidos nucleicos capaz de hibridizar em condições estringentes com uma seqüência de ácidos nucleicos de (i) a (iii) acima, cuja seqüência hibridizante codifica uma proteína compreendendo (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe- Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição, e tendo em ordem crescente de preferência pelo menos -85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, -98%, 99% ou mais de identidade com a seqüência de aminoácidos de SEQ ID NO: 118; (v) um ácido nucleico que é uma variante alélica ou uma variante de união das seqüências de ácidos nucleicos de acordo com (i) a (iv); (vi) uma porção de uma seqüência de ácidos nucleicos de acordo com qualquer uma de (i) a (v) acima, cuja porção codifica uma proteína compreendendo: (i) domínios CYP AaD; (ii) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (iii) um domínio de transição; e (iv) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição, e tendo em ordem crescente de preferência pelo menos 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, -91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99% de identidade com a seqüência de aminoácidos de SEQ ID NO: 118.
29. Método para aumentar produção vegetal em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender aumentar expressão não constitutiva em uma planta de um ácido nucleico codificando ácido nucleico codificando uma monooxigenase CYP90B de citocromo P450 (CYP) ou um homólogo do mesmo, e opcionalmente selecionar plantas tendo produção aumentada, em que dito polipeptídeo CYP90B ou homólogo compreende o seguinte: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr- Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição.
30. Método de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que dito polipeptídeo CYP90B ou homólogo do mesmo compreende adicionalmente: (i) uma seqüência com mais do que 50% de identidade com SEQ ID NO: 78; e (ii) atividade enzimática de 22-alfa hidroxilase esteróide.
31. Método de acordo com a reivindicação 29 ou 30, caracterizado pelo fato de que dita expressão não constitutiva aumentada é efetuada introduzindo uma modificação genética preferivelmente no local de um gene codificando um polipeptídeo CYP90B ou um homólogo do mesmo, preferivelmente em que dita modificação genética é efetuada por um de: ativação de T-DNA, TILLING, mutagênese direcionada por sítio ou evolução direta.
32. Método para aumentar produção vegetal em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender introduzir e expressar não constitutivamente em uma planta um ácido nucleico CYP90B ou uma variante do mesmo, preferivelmente em que dita variante é uma porção de um ácido nucleico CYP90B, cuja porção codifica um polipeptídeo compreendendo: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição, ou preferivelmente em que dita variante é uma seqüência capaz de hibridizar com um ácido nucleico CYP90B, cuja seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo compreendendo: (a) domínios CYP AaD; (b) um domínio âncora hidrofóbico N-terminal; (c) um domínio de transição; e (d) dentro do domínio A, a seqüência consenso Phe-Ala-Gly-His-Glu-Thr-Ser-Ser, admitindo uma mudança de aminoácido em qualquer posição, ou preferivelmente em que dita variante codifica um ortólogo ou parálogo da proteína CYP90B de SEQ ID NO: 78.
33. Método de acordo com a reivindicação 32, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico CYP90B ou variante do mesmo é de origem vegetal, preferivelmente de uma planta monocotiledônea, ainda preferivelmente da família Poaceae, mais preferivelmente do gênero Oryza, o mais preferivelmente de Oryza sativa.
34. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -31 a 33, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico CYP90B ou variante do mesmo é operavelmente ligado a um promotor não constitutivo, preferivelmente em que dito promotor não constitutivo é um promotor específico de semente, preferivelmente dito promotor específico de semente é um promotor específico de endosperma, ainda preferivelmente o promotor específico de endosperma é um promotor de prolamina, preferivelmente em que dito promotor específico de endosperma é um promotor de prolamina RP6 de arroz, mais preferivelmente o promotor específico de endosperma é representado por uma seqüência de ácidos nucleicos substancialmente similar a SEQ ID NO: 109, o mais preferivelmente o promotor específico de endosperma é como representado por SEQ ID NO: 109, ou em que dito promotor não constitutivo é um promotor específico de semente, preferivelmente dito promotor específico de semente é um promotor específico de embrião/aleurona, ainda preferivelmente o promotor específico de embrião/aleurona é um promotor de oleosina, preferivelmente em que dito promotor específico de embrião/aleurona é um promotor de 18 kDa de oleosina de arroz, mais preferivelmente o promotor específico de embrião/aleurona é representado por uma seqüência de ácidos nucleicos substancialmente similar a SEQ ID NO: 110, o mais preferivelmente o promotor específico de embrião/aleurona é como representado por SEQ ID NO: 110.
35. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -29 a 34, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada é selecionada a partir de um ou ambos de: produção total de sementes aumentada ou índice de colheita aumentado (HI), cada em relação a plantas de controle adequadas.
36. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -29 a 34, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada é selecionada a partir de um ou mais de: peso de mil sementes aumentado (TKW), área de semente aumentada ou comprimento de semente aumentado, cada em relação a plantas de controle adequadas.
37. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -29 a 36, caracterizado pelo fato de que dita planta é uma planta monocotiledônea.
38. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método como definido em qualquer uma das reivindicações 29 a 37.
39. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser transformada com uma construção compreendendo um ácido nucleico CYP90B ou variante do mesmo sob o controle de um promotor de prolamina RP6.
40. Método para produzir uma planta transgênica tendo produção aumentada em relação à planta de controle adequada, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e expressar não constitutivamente em uma planta ou célula vegetal um ácido nucleico CYP90B ou variante do mesmo; (b) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal. -97. Planta transgênica, caracterizada pelo fato de ter produção aumentada em relação à planta de controle adequada, dito produção aumentada resultando de um ácido nucleico CYP90B ou uma variante do mesmo introduzido e expresso não constitutivamente em dita planta.
41. Método para aumentar número de sementes em plantas em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender aumentar preferivelmente expressão no tecido de meristema apical de broto de uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, e opcionalmente selecionar plantas tendo número de sementes aumentado.
42. Método de acordo com a reivindicação 41, caracterizado pelo fato de que dita expressão aumentada é efetuada introduzindo uma modificação genética preferivelmente no local de um gene codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, preferivelmente em que dita modificação genética efetuada é mutagênese direcionada por sítio ou evolução direta.
43. Método para aumentar número de sementes em plantas em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender introduzir e expressar preferencialmente no tecido de meristema apical de broto de uma planta um ácido nucleico codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, e/ou em que dito ácido nucleico introduzido é uma variante de união ou uma variante alélica de um ácido nucleico representado por SEQ ID NO: 129 ou SEQ ID NO: 131, cuja variante de união ou variante alélica codifica um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, e/ou em que dito ácido nucleico introduzido é capaz de hibridizar com um ácido nucleico como representado por SEQ ID NO: 129 ou SEQ ID NO: 131 ou com uma variante de união ou variante alélica como definida na reivindicação 110, em que dita seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, e/ou em que dito ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo codifica um ortólogo ou parálogo de um polipeptídeo CDC27 representado por SEQ ID NO: 130 ou SEQ ID NO: 132.
44. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -41 a 43, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo, ou o próprio polipeptídeo, é de origem vegetal, preferivelmente de uma planta dicotiledônea, preferivelmente da família Brassicaceae, ainda preferivelmente de Arabidopsis thaliana.
45. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -41 a 44, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo é operavelmente ligado a um promotor de meristema apical de broto, preferivelmente a um promotor de meristema apical de broto precoce, preferivelmente em que dito promotor de meristema apical de broto é um promotor OSHl.
46. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método como definido em qualquer uma das reivindicações 41 a 45.
47. Célula vegetal transformada com uma construção, caracterizada pelo fato de compreender: (i) um ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo; e (ii) uma ou mais seqüências de controle capazes de aumentar preferencialmente expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i) em tecido de meristema apical de broto de uma planta, preferivelmente em que dita seqüência de controle é um promotor OSHl; e opcionalmente (iii) uma seqüência de término de transcrição
48. Método para produzir uma planta transgênica tendo número de sementes aumentado em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico CDC27 codificando um polipeptídeo CDC27 tendo pelo menos um domínio TPR inativo na região NH2 terminal do polipeptídeo operavelmente ligado a um promotor meristema apical de broto específico; e (b) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
49. Método para aumentar produção de semente em uma planta monocotiledônea em relação à produção de sementes de plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, preferivelmente em que dito polipeptídeo compreende adicionalmente um dos seguintes motivos: Motivo 1: QGQ V/I GG; ou Motivo 2: ILSLSGSFLPPPAPP; ou Motivo 3: NATYERLP; ou Motivo 4: SFTNVAYERLPL com nenhuma ou uma mudança de aminoácido em qualquer posição; ou Motivo 5: GRFEILSLTGSFLPGPAPPGSTGLTI YLAGGQGQVVGGSVVG com nenhuma, uma ou duas mudança de aminoácido em qualquer posição.
50. Método de acordo com a reivindicação 49, caracterizado pelo fato de que dita expressão aumentada é efetuada introduzindo uma modificação genética preferivelmente no local de um gene codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296.
51. Método para aumentar produção de semente em uma planta monocotiledônea em relação à produção de sementes de plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender introduzir e expressar preferencialmente em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, e/ou em que dito polipeptídeo compreende adicionalmente um dos seguintes motivos: Motivo 1: QGQ V/l GG; ou Motivo 2: ILSLSGSFLPPPAPP; ou Motivo 3: NATYERLP; ou Motivo 4: SFTNVAYERLPL com nenhuma ou uma mudança de aminoácido em qualquer posição; ou Motivo 5: GRFEILSLTGSFLPGPAPPGSTGLTIY LAGGQGQVVGGSWG com nenhuma, uma ou duas mudança de aminoácido em qualquer posição.
52. Método de acordo com a reivindicação 51, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico é operavelmente ligado a um promotor específico de endosperma, preferivelmente a um promotor de prolamina.
53. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -127 a 133, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico é uma porção ou uma variante alélica ou uma variante de união ou uma seqüência capaz de hibridizar com uma seqüência de acordo com qualquer uma de SEQ ED NO: -152, SEQ ID NO: 153, SEQ ID NO: 154, SEQ ID NO: 156, SEQ ID NO: -158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162, SEQ ID NO: 164, SEQ ID NO: -166, SEQ ID NO: 168 e SEQ ID NO: 170, em que dita porção, variante alélica, variante de união ou seqüência hibridizante codifica um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, e/ou em que dita porção, variante alélica, variante de união ou seqüência hibridizante codifica um ortólogo ou parálogo da proteína AT-hook de SEQ ID NO: 153.
54. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -49 a 53, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 é de origem vegetal, preferivelmente de uma planta monocotiledônea, ainda preferivelmente da família Poaceae, mais preferivelmente do gênero Oryza, o mais preferivelmente de Oryza sativa.
55. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -49 a 54, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada é selecionada a partir de um ou mais de: peso total de sementes aumentado, número aumentado de sementes cheias, número total aumentado de sementes, número aumentado de flores por panícula, índice de colheita aumentado (HI).
56. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método como definido em qualquer uma das reivindicações 49 a 55, em que dita planta ou parte da mesma compreende um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 cujo ácido nucleico é operavelmente ligado a um promotor específico de endosperma.
57. Construção de gene, caracterizada pelo fato de compreender: (a) Um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296; (b) Uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i) em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea, preferivelmente em que dita seqüência de controle é um promotor de prolamina; e opcionalmente (c) uma seqüência de término de transcrição.
58. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser transformada com uma construção como definida na reivindicação 57.
59. Método para produzir uma planta transgênica monocotiledônea tendo produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296; e (b) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
60. Método para aumentar produção vegetal em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender aumentar expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição de domínio DOF (ligação de DNA com um dedo) compreendendo característica (i) como segue, e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem: (i) pelo menos 60% identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e (ii) pelo menos 70% identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200; ou (iii) Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou (iv) Motivo II: DDPGIKLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição, e/ou em que dito polipeptídeo compreendendo característica (i) e característica (iii) compreende adicionalmente qualquer um, quaisquer dois ou todos os três dos seguintes motivos: (i) Motivo III: SPTLGKHSRDE (SEQ ID NO: 231) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou (ii) Motivo IV: LQANPAALSRSQNFQE (SEQ ID NO: 232) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou (iii) Motivo V: KGEGCL WVPKTLRIDDPDEAAKSSIW TTLGIK (SEQ ID NO: 233) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas, três, quatro ou cinco mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição, e/ou em que dito polipeptídeo compreendendo característica (i) e característica (iii) compreende tanto Motivo I como II.
61. Método de acordo com a reivindicação 60, caracterizado pelo fato de que dita expressão aumentada é efetuada introduzindo uma modificação genética preferivelmente no local de um gene codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF, preferivelmente em que dita modificação genética é efetuada por um de: ativação de T-DNA, TILLING e recombinação homóloga.
62. Método para aumentar produção vegetal em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo característica (i) como segue, e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem: (i) pelo menos 60% identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ED NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e (ii) pelo menos 70% identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200; ou (iii) Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou (iv) Motivo II: DDPGIKLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição, e/ou em que dito polipeptídeo compreendendo característica (i) e característica (iii) compreende adicionalmente qualquer um, quaisquer dois ou todos os três dos seguintes motivos: (i) Motivo III: SPTLGKHSRDE (SEQ ID NO: 231) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou (ii) Motivo IV: LQANPAALSRSQNFQE (SEQ ID NO: 232) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou (iii) Motivo V: KGEGCLWVPKTLRIDDPDEAAKSSIWTTLIK (SEQ ID NO: 233) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas, três, quatro ou cinco mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição, e/ou em que dito polipeptídeo compreende característica (i) e característica (iii) compreende tanto Motivo I como II.
63. Método de acordo com a reivindicação 62, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico ou variante do mesmo fator de transcrição DOF é superexpressado em uma planta.
64. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -62 a 63, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico ou variante do mesmo é de origem vegetal, preferivelmente de uma planta dicotiledônea, ainda preferivelmente da família Brassicaceae, mais preferivelmente o ácido nucleico é de Arabidopsis thaliana.
65. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -62 a 64, caracterizado pelo fato de que dita variante codifica um homólogo de uma proteína de fator de transcrição DOF de SEQ ID NO: 199 ou SEQ ID NO: 227, preferivelmente em que dito homólogo de uma proteína de fator de transcrição DOF de SEQ ID NO: 199 é representado por qualquer uma de SEQ ID NO: 202, SEQ ID NO: 204, SEQ ID NO: 206, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 210, SEQ ID NO: 212, SEQ ID NO: 214, SEQ ID NO: 216, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 220 e SEQ ID NO: 222, e/ou em que dito homólogo de uma proteína de fator de transcrição DOF de SEQ ID NO: 227 é representado por qualquer uma de SEQ ID NO: 235, SEQ ID NO: 237, SEQ ID NO: 239, SEQ ID NO: 241, SEQ ID NO: 243, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 247, SEQ ID NO: 249, SEQ ID NO: 251, SEQ ID NO: 253 e SEQ ID NO: 255.
66. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -62 a 65, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF é operavelmente ligado a um promotor constitutivo, preferivelmente em que dito promotor constitutivo é um promotor GOS2, preferivelmente um promotor GOS2 de arroz, e/ou em que dito ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF é operavelmente ligado a um promotor específico de semente, e/ou em que dito promotor específico de semente é um promotor específico de endosperma, preferivelmente um promotor de prolamina, e/ou em que dito promotor constitutivo dirige expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo ditas características (i) e (ii), e/ou em que dito promotor específico de semente dirige expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo ditas características (i) e (iii).
67. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 59 a 66, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada é selecionada a partir de um ou mais de: número aumentado de sementes cheias, peso de semente aumentado, número aumentado de flores por panícula, taxa de enchimento de sementes aumentada, índice de colheita aumentado (HI), peso de mil sementes aumentado (TKW), biomassa de raiz aumentada, comprimento de raiz aumentado e diâmetro de raiz aumentado.
68. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 59 a 66, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada ocorre em condições de estresse suave à seco
69. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método como definido em qualquer uma das reivindicações 59 a 68.
70. Construção, caracterizada pelo fato de compreender: (i) um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF como definido em reivindicação 62; (ii) uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (a) preferivelmente em que dita seqüência de controle é um promotor constitutivo, mais preferivelmente em que dita seqüência de controle é um promotor específico de semente; e opcionalmente (iii) uma seqüência de término de transcrição.
71. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser transformada com uma construção como definida na reivindicação 70.
72. Método para produzir uma planta transgênica tendo produção aumentada em relação à planta do tipo selvagem correspondente, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e expressar em a planta, parte vegetal ou célula vegetal um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF como definido na reivindicação 62; (b) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
73. Método de acordo com a reivindicação 72, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada ocorre em condições de estresse suave à seco.
74. Método para aumentar produção de semente em plantas em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender reduzir preferencialmente expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta, e/ou reduzir preferencialmente expressão é efetuado por regulação negativa mediada por RNA de expressão gênica, e/ou em que dita regulação negativa mediada por RNA é efetuada por co-supressão, e/ou em que dita regulação negativa mediada por RNA é efetuada por uso de seqüências de ácidos nucleicos de CKI anti-sentido, e/ou em que dito reduzir preferencialmente expressão é efetuado usando uma repetição invertida de um gene CKI ou fragmento deste, preferivelmente capaz de formar uma estrutura em grampo, e/ou em que dito reduzir preferencialmente expressão é efetuado usando ribozimas com especificidade para um ácido nucleico de CKI, e/ou em que dito reduzir preferencialmente expressão é efetuado por mutagênese por inserção.
75. Método de acordo com a reivindicação 74, caracterizado pelo fato de que dito reduzir preferencialmente expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta é efetuado por um promotor específico de endosperma, preferivelmente um promotor de prolamina.
76. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -74 a 75, caracterizado pelo fato de que dito gene CKI endógeno é um gene CKI como encontrado em uma planta em sua forma natural ou é um gene CKI isolado subseqüentemente introduzido em uma planta.
77. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -74 a 76, caracterizado pelo fato de que dito gene/nucleico de CKI é de uma fonte vegetal ou fonte artificial, preferivelmente que seqüências de ácidos nucleicos de CKI de plantas monocotiledôneas são usadas para transformação de plantas monocotiledôneas, ainda preferivelmente que seqüências de CKI da família Poaceae são usadas para transformação em plantas da família Poaceae, mais preferivelmente que seqüências de ácidos nucleicos de CKI de arroz são usadas para transformar plantas de arroz.
78. Método de acordo com a reivindicação 77, caracterizado pelo fato de que dita seqüência de ácidos nucleicos de CKI de arroz compreende um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de SEQ ID NO: 267 (OsCKI4) ou compreende um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de uma seqüência de ácidos nucleicos codificando um ortólogo ou parálogo de OsCKI4 (SEQ ID NO: 267), e/ou em que ditos ortólogos ou parálogos de OsCKI4 são representados por SEQ ID NO: 270, SEQ ID NO: 272, SEQ ID NO: 274, SEQ ID NO: 276, SEQ ID NO: 278 e SEQ ID NO: 280, e/ou em que ditos nucleotídeos substancialmente contíguos de uma seqüência de ácidos nucleicos codificando um ortólogo ou parálogo de OsCKI4 (SEQ ID NO: -267) são nucleotídeos substancialmente contíguos de seqüências de ácidos nucleicos representadas por SEQ ID NO: 269, SEQ ID NO: 271, SEQ ID NO: -273, SEQ ID NO: 275, SEQ ID NO: 277 e SEQ ID NO: 279.
79. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -74 a 78, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada de sementes é selecionada a partir de um ou mais dos seguintes: a) biomassa de semente aumentada; b) número aumentado de flores por planta; c) número aumentado de sementes (cheios); e d) índice de colheita aumentado.
80. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -74 a 80, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada ocorre em condições suaves de estresse.
81. Célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método de acordo com qualquer uma das reivindicações 74 a 80.
82. Método para produzir uma planta transgênica tendo produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e expressar em a planta, parte vegetal ou célula vegetal uma construção de gene, compreendendo uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir preferencialmente expressão de uma seqüência de ácidos nucleicos de CKI sentido e/ou anti-sentido CKI em tecido de endosperma de planta de forma a silenciar um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta; e (b) cultivar a planta, parte vegetal ou célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
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136. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -127 a 135, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 é de origem vegetal, preferivelmente de uma planta monocotiledônea, ainda preferivelmente da família Poaceae, mais preferivelmente do gênero Oiyza, o mais preferivelmente de Oryza sativa.
137. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -127 a 136, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada é selecionada a partir de um ou mais de: peso total de sementes aumentado, número aumentado de sementes cheias, número total aumentado de sementes, número aumentado de flores por panícula, índice de colheita aumentado (HI).
138. Planta ou parte da mesma incluindo célula vegetal obtenível por um método como definido em qualquer uma das reivindicações -127 a 137, caracterizada pelo fato de que dita planta ou parte da mesma compreende um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296 cujo ácido nucleico é operavelmente ligado a um promotor específico de endosperma.
139. Construção de gene, caracterizada pelo fato de compreender: (a) Um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296; (b) Uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (i) em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea; e opcionalmente (c) uma seqüência de término de transcrição.
140. Uso de uma construção como definida na reivindicação -139, caracterizado pelo fato de ser para aumentar produção de sementes em plantas monocotiledôneas.
141. Construção de acordo com a reivindicação 139, caracterizada pelo fato de que dita seqüência de controle é um promotor de prolamina.
142. Planta, parte vegetal ou célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser transformada com uma construção como definida na reivindicação 139.
143. Método para produzir uma planta transgênica monocotiledônea tendo produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e aumentar preferencialmente expressão em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296; e (b) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
144. Planta transgênica monocotiledônea, caracterizada pelo fato de ter produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas, dita produção aumentada de sementes resultando de expressão preferencial em tecido de endosperma de uma planta monocotiledônea de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo um domínio AT- hook e um domínio DUF296.
145. Planta transgênica monocotiledônea de acordo com a reivindicação 138, 142 ou 144, caracterizada pelo fato de que dita planta é um cereal, tal como arroz, milho, cana-de-açúcar, trigo, cevada, milheto, centeio, sorgo, gramíneas ou aveia.
146. Partes que podem ser colhidas de uma planta como definida em qualquer uma das reivindicações 138, 142, 144 ou 145, caracterizadas pelo fato de que ditas partes que podem ser colhidas são sementes.
147. Produtos, caracterizados pelo fato de serem derivados de uma planta como definida na reivindicação 145 e/ou de partes que podem ser colhidas de uma planta como definidas na reivindicação 146.
148. Uso de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo, compreendendo um domínio AT-hook e um domínio DUF296, cujo ácido nucleico é operavelmente ligado a um promotor específico de endosperma, caracterizado pelo fato de ser para aumentar produção de sementes em uma planta monocotiledônea comparada com produção de sementes em uma planta de controle adequada.
149. Uso de acordo com a reivindicação 148, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada de sementes é selecionada a partir de um ou mais de: peso total de sementes aumentado, número aumentado de sementes cheias, número total aumentado de sementes número aumentado de flores por panícula, índice de colheita aumentado (HI).
150. Método para aumentar produção vegetal em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender aumentar expressão em uma planta de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição de domínio DOF (ligação de DNA com um dedo) compreendendo característica (i) como segue, e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem: (i) pelo menos 60% identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e (ii) pelo menos 70% identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200; ou (iii) Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou Motivo II: DDPGIKLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
151. Método de acordo com a reivindicação 150, caracterizado pelo fato de que dito polipeptídeo compreendendo característica (i) e característica (iii) compreende adicionalmente qualquer um, quaisquer dois ou todos os três dos seguintes motivos: - Motivo III: SPTLGKHSRDE (SEQ ID NO: 231) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou - Motivo IV: LQANPAALSRSQNFQE (SEQ ID NO: 232) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou - Motivo V: KGEGCL WVPKTLRIDDPDEAAKSSIW TTLGIK (SEQ ID NO: 233) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas, três, quatro ou cinco mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
152. Método de acordo com a reivindicação 150 ou 151, caracterizado pelo fato de que dito polipeptídeo compreendendo característica (i) e característica (iii) compreende tanto Motivo I como II.
153. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -150 a 152, caracterizado pelo fato de que dita expressão aumentada é efetuada introduzindo uma modificação genética preferivelmente no local de um gene codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF.
154. Método de acordo com a reivindicação 153, caracterizado pelo fato de que dita modificação genética é efetuada por um de: ativação de T-DNA, TILLING e recombinação homóloga.
155. Método para aumentar produção vegetal em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender introduzir e expressar em uma planta um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo característica (i) como segue, e adicionalmente ou característica (ii) ou (iii) como seguem: (i) pelo menos 60% identidade de seqüência ou com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200 ou SEQ ID NO: 228; e (ii) pelo menos 70% identidade de seqüência com o domínio DOF representado por SEQ ID NO: 200; ou (iii) Motivo I: KALKKPDKILP (SEQ ID NO: 229) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou Motivo II: DDPGUCLFGKTIPF (SEQ ID NO: 230) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
156. Método de acordo com a reivindicação 155, caracterizado pelo fato de que dito polipeptídeo compreendendo característica (i) e característica (iii) compreende adicionalmente qualquer um, quaisquer dois ou todos os três dos seguintes motivos: - Motivo III: SPTLGKHSRDE (SEQ ID NO: 231) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou - Motivo IV: LQANPAALSRSQNFQE (SEQ ID NO: 232) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas ou três mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição; e/ou - Motivo V: KGEGCLWVPKTLRIDDPDEAAKSSIWTTLIK (SEQ ID NO: 233) sem nenhuma mudança; ou com uma ou mais mudanças conservativas em qualquer posição; ou com uma, duas, três, quatro ou cinco mudança(s) não-conservativa(s) em qualquer posição.
157. Método de acordo com a reivindicação 155 ou 156, caracterizado pelo fato de que dito polipeptídeo compreende característica (i) e característica (iii) compreende tanto Motivo I como II.
158. Método de acordo com reivindicações 155 a 157, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico ou variante do mesmo fator de transcrição DOF é superexpressado em uma planta.
159. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -155 a 158, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico ou variante do mesmo é de origem vegetal, preferivelmente de uma planta dicotiledônea, ainda preferivelmente da família Brassicaceae, mais preferivelmente o ácido nucleico é de Arabidopsis thaliana.
160. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -155 a 159, caracterizado pelo fato de que dita variante codifica um homólogo de uma proteína de fator de transcrição DOF de SEQ ID NO: 199 ou SEQ ID NO: 227.
161. Método de acordo com a reivindicação 160, caracterizado pelo fato de que dito homólogo de uma proteína de fator de transcrição DOF de SEQ ID NO: 199 é representado por qualquer uma de SEQ ID NO: 202, SEQ ID NO: 204, SEQ ID NO: 206, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 210, SEQ ID NO: 212, SEQ ID NO: 214, SEQ ID NO: 216, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 220 e SEQ ID NO: 222.
162. Método de acordo com a reivindicação 160, caracterizado pelo fato de que dito homólogo de uma proteína de fator de transcrição DOF de SEQ ID NO: 227 é representado por qualquer uma de SEQ ID NO: 235, SEQ ID NO: 237, SEQ ID NO: 239, SEQ ID NO: 241, SEQ ID NO: 243, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 247, SEQ ID NO: 249, SEQ ID NO: 251, SEQ ID NO: 253 e SEQ ID NO: 255.
163. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -155 a 162, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF é operavelmente ligado a um promotor constitutivo.
164. Método de acordo com a reivindicação 163, caracterizado pelo fato de que dito promotor constitutivo é um promotor GOS2, preferivelmente um promotor GOS2 de arroz.
165. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -155 a 162, caracterizado pelo fato de que dito ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF é operavelmente ligado a um promotor específico de semente.
166. Método de acordo com a reivindicação 165, caracterizado pelo fato de que dito promotor específico de semente é um promotor específico de endosperma, preferivelmente um promotor de prolamina.
167. Método de acordo com a reivindicação 163 ou 164, caracterizado pelo fato de que dito promotor constitutivo dirige expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo ditas características (i) e (ii).
168. Método de acordo com a reivindicação 165 ou 166, caracterizado pelo fato de que dito promotor específico de semente dirige expressão de um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF compreendendo ditas características (i) e (iii).
169. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -150 a 168, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada é selecionada a partir de um ou mais de: número aumentado de sementes cheias, peso de semente aumentado, número aumentado de flores por panícula, taxa de enchimento de sementes aumentada, índice de colheita aumentado (HI), peso de mil sementes aumentado (TKW)5 biomassa de raiz aumentada, comprimento de raiz aumentado e diâmetro de raiz aumentado.
170. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -150 a 169, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada ocorre em condições de estresse suave à seco
171. Planta ou parte da mesma, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método como definido em qualquer uma das reivindicações -150 a 170.
172. Construção, caracterizada pelo fato de compreender: (i) um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF como definido em reivindicação 155; (ii) uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir expressão da seqüência de ácidos nucleicos de (a), e opcionalmente (iii) uma seqüência de término de transcrição.
173. Construção de acordo com a reivindicação 172, caracterizada pelo fato de que dita seqüência de controle é um promotor constitutivo.
174. Construção de acordo com a reivindicação 172, caracterizada pelo fato de que dita seqüência de controle é um promotor específico de semente.
175. Planta, parte vegetal ou célula vegetal, caracterizada pelo fato de ser transformada com uma construção como definida em qualquer uma das reivindicações 172 a 174.
176. Método para produzir uma planta transgênica tendo produção aumentada em relação à planta do tipo selvagem correspondente, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e expressar em a planta, parte vegetal ou célula vegetal um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF como definido na reivindicação 155; (b) cultivar a célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
177. Método de acordo com a reivindicação 176, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada ocorre em condições de estresse suave à seco.
178. Planta transgênica, caracterizada pelo fato de ter produção aumentada em relação à planta do tipo selvagem correspondente, dita produção aumentada resultando de um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo de fator de transcrição DOF como definido na reivindicação 155 introduzido em dita planta.
179. Planta transgênica de acordo com a reivindicação 171, -175 ou 178, caracterizada pelo fato de que dita planta é uma planta monocotiledônea, tal como cana-de-açúcar ou que a planta é um cereal, tal como arroz, milho, trigo, cevada, milheto, centeio, aveia ou sorgo.
180. Partes que podem ser colhidas de uma planta, caracterizadas por serem de acordo com qualquer uma das reivindicações 171, -175, 178 ou 179.
181. Partes que podem ser colhidas de uma planta como definida em reivindicação 180, caracterizadas pelo fato de que ditas partes que podem ser colhidas são sementes.
182. Produtos, caracterizados pelo fato de serem derivados de uma planta como definida na reivindicação 179 e/ou de partes que podem ser colhidas de uma planta como definidas nas reivindicações 180 ou 181.
183. Uso de um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo, ou uso de tal polipeptídeo, o polipeptídeo sendo de fator de transcrição DOF, caracterizado pelo fato de ser para aumentar produção vegetal em relação a plantas de controle adequadas.
184. Uso de acordo com a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada é selecionada a partir de um ou mais de: número aumentado de sementes cheias, peso de semente aumentado, número aumentado de flores por panícula, taxa de enchimento de sementes aumentada, índice de colheita aumentado (HI), peso de mil sementes aumentado (TKW), biomassa de raiz aumentada, comprimento de raiz aumentado e diâmetro de raiz aumentado.
185. Uso de acordo com reivindicações 183 ou 184, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada ocorre em condições de estresse suave à seco.
186. Uso de um ácido nucleico ou variante do mesmo codificando um polipeptídeo, ou uso de tal polipeptídeo, o polipeptídeo sendo polipeptídeo de fator de transcrição DOF, caracterizado pelo fato de ser como um marcador molecular.
187. Método para aumentar produção de semente em plantas em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender reduzir preferencialmente expressão de um gene CKJ endógeno em tecido de endosperma de uma planta.
188. Método de acordo com a reivindicação 187, caracterizado pelo fato de que dito reduzir preferencialmente expressão é efetuado por regulação negativa mediada por RNA de expressão gênica.
189. Método de acordo com a reivindicação 188, caracterizado pelo fato de que dita regulação negativa mediada por RNA é efetuada por co- supressão.
190. Método de acordo com a reivindicação 188, caracterizado pelo fato de que dita regulação negativa mediada por RNA é efetuada por uso de seqüências de ácidos nucleicos de CKI anti-sentido.
191. Método de acordo com a reivindicação 187, caracterizado pelo fato de que dito reduzir preferencialmente expressão é efetuado usando uma repetição invertida de um gene CKI ou fragmento deste, preferivelmente capaz de formar uma estrutura em grampo.
192. Método de acordo com a reivindicação 187, caracterizado pelo fato de que dito reduzir preferencialmente expressão é efetuado usando ribozimas com especificidade para um ácido nucleico de CKL
193. Método de acordo com a reivindicação 187, caracterizado pelo fato de que dito reduzir preferencialmente expressão é efetuado por mutagênese por inserção.
194. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -187 a 193, caracterizado pelo fato de que dito reduzir preferencialmente expressão de um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta é efetuado por um promotor específico de endosperma, preferivelmente um promotor de prolamina.
195. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -187 a 194, caracterizado pelo fato de que dito gene CKI endógeno é um gene CKI como encontrado em uma planta em sua forma natural ou é um gene CKI isolado subseqüentemente introduzido em uma planta.
196. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -187 a 197, caracterizado pelo fato de que dito gene/nucleico de CKI é de uma fonte vegetal ou fonte artificial, preferivelmente que seqüências de ácidos nucleicos de CKI de plantas monocotiledôneas são usadas para transformação de plantas monocotiledôneas, ainda preferivelmente que seqüências de CKI da família Poaceae são usadas para transformação em plantas da família Poaceae, mais preferivelmente que seqüências de ácidos nucleicos de CKI de arroz são usadas para transformar plantas de arroz.
197. Método de acordo com a reivindicação 196, caracterizado pelo fato de que dita seqüência de ácidos nucleicos de CKI de arroz compreende um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de SEQ ID NO: 267 (OsCKI4) ou compreende um comprimento suficiente de nucleotídeos substancialmente contíguos de uma seqüência de ácidos nucleicos codificando um ortólogo ou parálogo de OsCKI4 (SEQ ID NO: 267).
198. Método de acordo com a reivindicação 197, caracterizado pelo fato de que ditos ortólogos ou parálogos de OsCKI4 são representados por SEQ ID NO: 270, SEQ ID NO: 272, SEQ ID NO: 274, SEQ ID NO: 276, SEQ ID NO: 278 e SEQ ID NO: 280.
199. Método de acordo com a reivindicação 197 ou 198, caracterizado pelo fato de que ditos nucleotídeos substancialmente contíguos de uma seqüência de ácidos nucleicos codificando um ortólogo ou parálogo de OsCKI4 (SEQ ID NO: 267) são nucleotídeos substancialmente contíguos de seqüências de ácidos nucleicos representadas por SEQ ID NO: 269, SEQ ID NO: 271, SEQ ID NO: 273, SEQ ID NO: 275, SEQ ID NO: 277 e SEQ ID NO: 279.
200. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -187 a 199, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada de sementes é selecionada a partir de um ou mais dos seguintes: a) biomassa de semente aumentada; b) número aumentado de flores por planta; c) número aumentado de sementes (cheios); e d) índice de colheita aumentado.
201. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações -187 a 200, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada ocorre em condições suaves de estresse.
202. Planta ou parte da mesma, caracterizada pelo fato de ser obtenível por um método de acordo com qualquer uma das reivindicações 187 a 201.
203. Método para produzir uma planta transgênica tendo produção aumentada de sementes em relação a plantas de controle adequadas, caracterizado pelo fato de compreender: (a) introduzir e expressar em a planta, parte vegetal ou célula vegetal uma construção de gene, compreendendo uma ou mais seqüências de controle capazes de dirigir preferencialmente expressão de uma seqüência de ácidos nucleicos de CKI sentido e/ou anti-sentido CKI em tecido de endosperma de planta de forma a silenciar um gene CKI endógeno em tecido de endosperma de uma planta; e (b) cultivar a planta, parte vegetal ou célula vegetal em condições promovendo crescimento e desenvolvimento vegetal.
204. Uso de ácido nucleico CKÍ, caracterizado pelo fato de ser para a redução ou eliminação substancial de expressão de gene CKI endógeno em tecido de endosperma de planta para aumentar produção de sementes em plantas em relação a plantas de controle adequadas.
205. Uso de acordo com a reivindicação 204, caracterizado pelo fato de que dita produção aumentada é selecionada a partir de um ou mais de: selecionado a partir de um ou mais dos seguintes: a) biomassa de semente aumentada; b) número aumentado de flores por planta; c) número aumentado de sementes (cheios); e d) índice de colheita aumentado.
206. Uso de acordo com a reivindicação 204 ou 205, caracterizado pelo fato de que dita produção de sementes ocorre em condições suaves de estresse.
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