“MÉTODO, APARELHO E MEIO DE ARMAZENAMENTO LEGÍVEL POR COMPUTADOR PARA PROCESSAR UM SINAL DE BANDA BASE RECEBIDO DE ACESSO MÚLTIPLO POR DIVISÃO DE CÓDIGO DE SEQÜÊNCIA DIRETA (DS-CDMA) PARA RECUPERAR BITS DE INFORMAÇÃO”
CAMPO TÉCNICO
O campo técnico relaciona-se a comunicações, e mais particularmente, à demodulação em um sistema de comunicação de acesso múltiplo por divisão de código de sequência direta (DS-CDMA). FUNDAMENTOS
Comunicações celulares de terceira geração empregam CDMA de banda larga (WCDMA). CDMA é um método para transmitir sinais simultâneos através de uma porção compartilhada do espectro. CDMA espalha o sinal através da largura de banda total da banda de frequência de CDMA usando um código de espalhamento que, porque é ortogonal a todos os outros códigos de espalhamento usados, permite a cada fluxo de bits modulado ser distinguido (decodificado) no receptor de todos os outros sinais e ruído. A taxa do sinal de espalhamento é conhecida como a taxa de chip, como cada bit no sinal de espalhamento é chamado um chip, por exemplo, um bit do fluxo de bit modulado é espalhado em 128 chips, dando ao receptor uma quantidade enorme de dados que pode ser rateada para determinar o valor do bit.
Uma estrutura de receptor de Rake é usada comumente para recuperar informação correspondendo a um dos fluxos de dados de usuário em receptores de CDMA. Em um receptor de Rake típico, um sinal composto recebido é correlatado com uma sequência de espalhamento particular nomeada ao receptor para produzir uma pluralidade de correlações deslocadas em tempo, cada uma correspondendo a um eco ou imagem de um sinal de espectro espalhado transmitido. As correlações são então combinadas em um modo ponderado, isto é, correlações respectivas são multiplicadas por fatores
Petição 870190060540, de 28/06/2019, pág. 12/24
Ϊ f <Λ % .· __I ί» // Í & de ponderação respectivos e então somadas para produzir estimaWâs-~«€~~J símbolos transmitidos que correspondem esperançosamente aos síhtbXxlos^' originalmente transmitidos.
WCDMA foi evoluído para suportar taxas de dados mais altas através da interface de rádio. Na ligação inferior da rede de acesso por rádio ao terminal móvel, acesso de pacote de ligação inferior de alta velocidade (estação base para estação móvel) (HSDPA) pode usar transmissão de multicódigo (isto é, mais de um código de espalhamento é usado para enviar o fluxo de bit de informação) e/ou modulação de ordem mais alta para enviar mais bits por quadro de modem (modulados), por esse meio habilitando taxas mais altas. Um obstáculo principal para alcançar taxas de bit mais altas relaciona-se às características dispersivas de um canal de rádio. Se o canal for dispersivo, auto-interferência resulta principalmente devido à perda de ortogonalidade entre os sinais de multi-código. Esta forma de auto15 interferência é referida como interferência de intercódigo (ICI). Outra forma de auto-interferência é interferência de símbolos sucessivos no mesmo código. Esta interferência é referida como interferência de intersímbolo (ISI). Modulação de ordem mais alta é particularmente sensível à auto-interferência. A história é semelhante na ligação superior (terminal móvel para estação base). A ligação superior aumentada atualmente sendo padronizada para WCDMA usará multi-código e baixo fator de espalhamento para habilitar taxas mais altas. A taxas altas, dispersão conduz a auto-interferência signifícante.
Figura 1 ajuda a ilustrar o problema de auto-interferência. 25 Neste exemplo simples, três símbolos são enviados 1, 2 e 3 são enviados seqüencialmente em um código de espalhamento enquanto três outros símbolos 4, 5 e 6 são enviados seqüencialmente em um código de espalhamento diferente. Como resultado, dois símbolos são enviados em paralelo durante cada período de símbolo. Devido à dispersão de tempo, os ,Ζ'Χ 3 í«A1 sinais transmitidos viajam ao longo de dois trajetos tal que o segundo trajeto ^—4 tem um atraso mais longo do que o primeiro. Como resultado, o recept8f&“ recebe duas imagens de sinal sobrepostas correspondendo aos dois atrasos de trajeto diferentes. Assuma recuperação da imagem de símbolo 2 (o símbolo de interesse) do primeiro trajeto (identificado com pontos). Enquanto esta imagem de símbolo 2 se sobrepõe com a imagem de símbolo 5 em trajeto 1, não há nenhuma interferência entre estas duas imagens porque códigos de espalhamento 1 e 2 são ortogonais e sua correlação é substancialmente zero. Mas há interferência de trajeto 2. Especificamente, há ISI de símbolo 1 no 0 mesmo código (mostrado com linhas inclinadas) e ICI de símbolos 4 e 5 (mostrado com linhas horizontais). A porção sobreposta de símbolo 1 trajeto 2 interfere quando símbolo 2 trajeto 1 é 'desespalhado'. Porções sobrepostas de símbolos 4 e 5 em trajeto 2 não estão alinhadas com símbolo 2 trajeto 1, assim a ortogonalidade desejada é perdida.
Há abordagens diferentes para este problema de autointerferência. Uma é equalização linear para suprimir auto-interferência. Uma abordagem de equalização linear é executar 'desespalhamento' de equalização como parte de processo de combinação de Rake usando um receptor de Rake generalizado (G-Rake). Pesos de combinação (vetor w) são determinados !z0 através de estimativas de canal (vetor h) e uma estimativa de matriz de covariância de deterioração (R) resolvendo:
Rw = h (1)
Com G-Rake específico de código, as estimativas de covariância de deterioração e/ou de canal podem ser determinadas baseado em um conjunto de seqüências de espalhamento sendo usado. Outra abordagem de equalização 25 linear é equalização de chip, onde amostras de chip são filtradas antes de 'desespalhamento' para suprimir interferência. A limitação principal com equalização linear é a quantidade limitada de supressão de interferência. Perda de ortogonalidade é devido ao canal. Equalizadores lineares tentam a
X/A desfazer o canal para restaurar ortogonalidade. Mas isto aumenta
Ό . . fy «τΛ outras formas de interferência. Assim, este compromisso previne restauraç^àp- ^v' completa de ortogonalidade.
Com equalização não linear, tal como equalização de estimação de seqüência de probabilidade máxima (MLSE) e probabilidade máxima a posteriori (MAPA), símbolos auto-interferentes são detectados juntamente. Assim, em lugar de desfazer o canal, o receptor responde pelo que o canal fez ao sinal. Isto evita o problema de aumento de ruído. A desvantagem é muito complexidade muito mais alta relativa à equalização 0 linear. O receptor deve manter um espaço de estado cujo tamanho depende exponencialmente de quantos símbolos interferem entre si.
Em sistema de CDMA, cancelamento de interferência foi proposto para desmodulação melhorada. Símbolos de modem são detectados e então usados para remover sua contribuição ao sinal recebido de forma que 15 detecção de outros símbolos seja melhorada. Mas, detecção de símbolo de modem não é sempre precisa. Assim, cancelamento de interferência pode de fato piorar a situação quando erros de detecção de símbolo são feitos. Também, uma tal abordagem não utiliza estrutura de codificação de correção de erro dianteira (FEC) para obter estimativas de símbolo de modem seguras.
^0 Turbo-equalização é uma abordagem na qual equalização e decodificação de FEC são executadas iterativamente, cada uma trocando informação com a outra. Foi desenvolvida originalmente para sistemas de banda estreita ou não espalhados e mais tarde aplicada a sistemas de CDMA, principalmente junto com equalização não linear. Novamente, o problema é 25 complexidade. Para reduzir complexidade em turbo-equalização, um equalizador linear pode ser usado que executa equalização de nível de chip. Uma desvantagem com equalização de chip é que é complicada; é mais fácil equalizar o sinal 'desespalhado'. Além disso, arquiteturas de receptor de CDMA tradicionais 'desespalham' inicialmente o sinal recebido e executam equalização linear depois de 'desespalhamento'.
SUMÁRIO
apBp®'·
Um turbo-equalizador linear para uso em um receptor de CDMA equaliza um sinal recebido 'desespalhado' (em lugar de sinal recebido espalhado) para suprimir auto-interferência resultando de acoplamento entre símbolos transmitidos. Esta abordagem se adapta muito bem em receptores de rádio de CDMA existentes que empregam arquiteturas de receptor de Rake tradicionais e oferece uma alternativa à equalização de chip. Em uma implementação de exemplo, um equalizador linear baseado em um projeto de JO receptor Rake (G-Rake) generalizado usa realimentação de decodificador em formar pesos de combinação de Rake como também em formar uma estimativa de auto-interferência removida do sinal dé equalizador provido ao decodificador. Preferivelmente, turbo-decodificação também é executada. Cada decodificador de componente de turbo-decodificador executa uma etapa 15 e realimenta informação extrínseca ao equalizador para impedir o decodificador de se travar sobre um resultado de decodificação incorreto. Uma aplicação de exemplo desta tecnologia inclui qualquer tipo de receptor de rádio tal como um rádio móvel ou uma estação rádio base.
Mais geralmente, um método, um aparelho, e um produto de bo programa são descritos para processar um sinal de banda base recebido de acesso múltiplo por divisão de código de seqüência direta (DS-CDMA) para recuperar bits de informação. O sinal de banda base de DS-CDMA inclui ruído composto e símbolos transmitidos, e cada símbolo transmitido inclui um ou mais bits modulados. Um primeiro conjunto de estimativas de bit 25 modulado é formada baseado no sinal recebido. Operações de decodificação são executadas usando o primeiro conjunto de bit modulado para produzir informação extrínseca associada com os bits modulados. As estimativas de bit modulado correspondem a símbolos transmitidos enviados em paralelo em códigos de espalhamento diferentes. Para atrasos múltiplos do sinal recebido, ¢1 rt» .-¾.
/ uma operação de 'desespalhamento' é executada usando o sinal de bai^^feãsé recebido para produzir múltiplos valores 'desespalhados' correspondência um símbolo transmitido. Um segundo conjunto de estimativas de bit modulado é formado usando os valores ’desespalhados' e a informação 5 extrínseca. Operações de decodificação são executadas usando o segundo conjunto de bits modulados para produzir estimativas de bit de informação.
O segundo conjunto de estimativas de bit modulado é executado preferivelmente por um equalizador linear aumentado. Da informação extrínseca, o equalizador linear aumentado determina uma |10 estimativa de interferência associada com um símbolo transmitido. Mais especificamente, a informação extrínseca é usada para formar um valor de símbolo médio para um símbolo transmitido interferente. O equalizador linear aumentado usa o valor de símbolo médio para formar uma estimativa de interferência associada com o símbolo transmitido. O equalizador remove a 15 estimativa de interferência de sua saída provida ao decodificador.
Como mencionado acima, uma concretização de exemplo não limitante do receptor linear aumentado emprega um receptor Rake (G-Rake) generalizado usando um segundo conjunto de pesos de combinação para formar o primeiro conjunto de estimativas de bit modulado. O receptor de ^0 Rake generalizado produz estimativas de símbolo de valores ’desespalhados* saídos de um correlator de Rake, e as estimativas de símbolo são usadas para produzir estimativas de bit modulado. O equalizador linear aumentado inclui um processador de peso de dedos de Rake aumentado para formar um primeiro e segundo conjuntos de pesos de combinação. A remoção de 25 interferência pode ser executada nos valores 'desespalhados' do correlator de Rake antes de combinação ponderada ou depois de combinação ponderada. Em qualquer abordagem, o primeiro conjunto de pesos de combinação é determinado baseado na informação extrínseca.
Um processador de probabilidade de símbolo usa a informação
extrínseca para formar probabilidades de símbolo correspondendo aos símbolos transmitidos. Os pesos de combinação são determinados baseado nas probabilidades de símbolo. Um primeiro conjunto de pesos de combinação pode ser usado em formar o primeiro conjunto de estimativas de 5 bit modulado. Um segundo conjunto diferente de pesos de combinação, para uso em formar o segundo conjunto de estimativas de bit modulado, é determinado baseado em estimativas de canal e uma estimativa de covariância de deterioração.
Preferivelmente, o decodificador é um turbo-decodificador. jLO Uma passagem de turbo-decodificação é executada com primeira e segunda operações de decodificação de componente usando as bit estimativas de bit modulado para produzir a informação extrínseca. Depois da passagem de turbo-decodificação, a informação extrínseca é provida preferivelmente ao equalizador linear para formar o segundo conjunto de estimativas de bit 15 modulado. Altemativamente, múltiplas passagens de turbo-decodificação podem ser executadas antes de prover a informação extrínseca ao equalizador linear, mas com o risco de trancar sobre símbolos incorretamente decodificados e desorientar o equalizador.
O turbo-decodificador pode usar uma abordagem serial, onde ÍZO executa uma primeira operação de decodificação de componente usando as estimativas de bit modulado para produzir uma primeira informação de probabilidade de conjunto de bits modulados e uma segunda operação de decodificação de componente usando as estimativas de bit modulado e a primeira informação de probabilidade de conjunto de bits modulados para 25 produzir uma segunda informação de probabilidade de conjunto de bits modulados (isto é, serial no senso que a segunda informação de conjunto depende da primeira informação de conjunto). Do primeiro e segundo conjuntos de informação de probabilidade de bits modulados, o turbodecodificador forma a informação extrínseca. Altemativamente, o turbo8 decodificador pode usar uma abordagem paralela. Executa uma primeira operação de decodificação de componente usando as estimativas de bit modulado para produzir um primeiro conjunto parcial de informação de probabilidade de bit modulado e uma segunda operação de decodificação de componente usando as estimativas de bit modulado para produzir um segundo conjunto parcial de informação de probabilidade de bit modulado. O turbodecodificador combina (isto é, em paralelo) o primeiro e segundo conjuntos parciais de informação de probabilidade de bit modulado para produzir a informação extrínseca.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS :0
Figura 1 é um diagrama que ilustra exemplos de autointerferência de ISI e ICI;
Figura 2 é um diagrama representando uma ligação em um sistema de comunicação;
Figura 3 é um diagrama de um sistema de comunicação celular de exemplo;
Figura 4 é um diagrama de bloco de função de uma concretização de exemplo de um turbo-equalizador;
Figura 5 é um diagrama de bloco de função de um computador de probabilidade de símbolo mostrado no turbo-equalizador da Figura 4;
Figura 6 é um diagrama de bloco de função de um equalizador linear aumentado mostrado no turbo-equalizador da Figura 4;
Figura 7 é um diagrama de bloco de função de uma unidade de subtração de interferência suave mostrada no turbo-equalizador da Figura 4;
Figura 8 é um diagrama de bloco de função de um estimador de canal global mostrado no turbo-equalizador da Figura 4;
Figura 9 é um diagrama de bloco de função de desmodulador de bit mostrado no turbo-equalizador da Figura 4;
Figura 10 é um diagrama de bloco de função de um turbo-
decodificador de exemplo empregando uma abordagem serial que pode sér> usada como o decodificador no turbo-equalizador da Figura 4;
Figura 11 é um diagrama de bloco de função de um turbodecodificador de exemplo empregando uma abordagem paralela que pode ser usada como o decodificador no turbo-equalizador da Figura 4; e
Figura 12 é um fluxograma esboçando operações não limitantes de exemplo que podem ser executadas pelo turbo-equalizador da
Figura 4.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Na descrição seguinte, para propósitos de explicação e não limitação, detalhes específicos são publicados, tais como nós particulares, entidades funcionais, técnicas, protocolos, padrões, etc., a fim de prover uma compreensão da tecnologia descrita. Será aparente a alguém qualificado na técnica que outras concretizações podem ser praticadas à parte dos detalhes 15 específicos expostos abaixo. Em outros exemplos, descrições detalhadas de métodos bem conhecidos, dispositivos, técnicas, etc., são omitidas assim para não obscurecer a descrição com detalhe desnecessário. Blocos de função individuais são mostrados nas figuras. Aqueles qualificados na técnica apreciarão que as funções desses blocos podem ser implementadas usando bo circuitos de hardware individuais, usando programas de software e dados junto com um microprocessador adequadamente programado ou computador de propósito de geral, usando circuitos integrados específicos de aplicação (ASIC), arranjos de portas programáveis em campo, um ou processadores de sinal digitais (DSPs), etc.
No texto abaixo, os termos estimativa de bit modulado e estimativa de bit de modem são usados intercambiavelmente. Os adjetivos modulado e modem não são significados serem limitantes, mas são usados simplesmente para distinguir os bits sendo processados/desmodulados dos bits de informação atual que são finalmente produzidos pelo decodificador. O
termo informação de probabilidade ou valores inclui qualquer tipo’''de probabilidade ou parâmetro de probabilidade incluindo por exemplo probabilidades, relações de probabilidade, probabilidades de log, relações de probabilidade de log, valores suaves, etc.
Um diagrama de bloco de uma ligação de comunicação entre um transmissor e um receptor é mostrado na Figura 2. Uma aplicação de exemplo não limitante é um sistema de comunicação de rádio. Um sistema de comunicação celular de exemplo 20 é mostrado na Figura 3. Um ou mais rádios móveis (terminais) 22 se comunicam com células 24 servidas por ^10 estações base associadas 26 e uma rede de acesso por rádio RAN 28 (as estações base fazem parte da RAN). A RAN 28 está acoplada a um ou mais nós de rede de núcleo 34, que por sua vez estão conectados a uma ou mais redes de núcleo respectivas 36 (por exemplo, PSTN, Internet, etc.). Embora só três células 24 sejam mostradas, uma rede celular típica pode incluir centenas 15 de células e pode servir milhares de rádios móveis. Embora uma RAN terrestre seja mostrada, uma RAN baseada em satélite também poderia ser usada.
As células 24 servem geralmente como nós no sistema de comunicação 20, de quais ligações são estabelecidas entre os rádios móveis ^0 22 e a RAN 28, por meio das estações base 26 servindo as células 24. Cada estação base 26 opera comunicação de rádio entre uma célula 24 e terminais móveis 22. Ambas as estações base e as estações móveis incluem circuitos de transceptor de rádio, sinal, e processamento de dados para transmitir e receber comunicações de rádio celulares (voz e/ou dados) através da interface de ar de 25 . rádio. Transmissões das estações base para a estação móvel são chamadas transmissões de ligação inferior, e transmissões da estação móvel para a estação base são chamadas transmissões de ligação superior.
Sistemas celulares de terceira geração tipicamente usam CDMA ou WCDMA porque sistemas de CDMA alcançam capacidade de
AO' :Ο canal aumentada usando técnicas de ’’espectro espalhado, onde um canal.‘de comunicação é definido modulando um sinal de portadora de dados modulados por um código de espalhamento único, isto é, um código que espalha uma portadora de dados modulados original através de uma porção larga do espectro de freqüência no qual o sistema de comunicação opera. Sistemas de comunicação de CDMA de espectro espalhado convencionais usam comumente uma denominada modulação de espectro espalhado de seqüência direta. Em modulação de seqüência direta, uma portadora de dados modulados é modulada diretamente por um código de espalhamento ou seqüência antes de ser amplificada por um amplificador de potência e transmitida através de um meio de comunicação, por exemplo, uma interface de ar de rádio. O código de espalhamento inclui uma seqüência de chips ocorrendo a uma taxa de chip que é muito mais alta do que a taxa de bit dos dados sendo transmitidos.
O transmissor 11 ilustrado na Figura 2 executa várias etapas de processamento de sinal incluindo funções de codificação de correção de erro, intercalação e modulação. Um fluxo de bits de informação é codificado usando um codificador de FEC 14 (de convolução, turbo-código, código de verificação de paridade de baixa densidade (LDPC), etc.), e então intercalado em um intercalador 15 para produzir um fluxo de bits codificados a ser modulado (bits modulados) denotado {bp: p = 0,..., Ne - 1}. Estes bits codificados são então usados para formar um fluxo de símbolo de modulação {Sj: i = 0,..., Ns - 1}. Um modulação arbitrária M é assumida, com conjunto de símbolos [Sm: m = 0,..., M - 1}. Modulação de BPSK e QPSK podem ser usadas como também modulação de ordem mais alta tal como 16-QAM. E assumido que os bits codificados são suficientemente aleatórios de forma que todos os valores de símbolo são equiprováveis com probabilidade 1/M. Modulação em bloco 16 inclui espalhamento e mistura a uma freqüência de portadora de rádio. Porém, nas equações subseqüentes, um sinal equivalente de banda base é descrito.
Para transmissão de multi-código (múltiplos códigos são usados para transmitir dados de um usuário), o fluxo de símbolo de modulação é dividido em K fluxos paralelos para transmissão paralela. O i’ésimo símbolo do k’-ésimo fluxo é dado por:
(2) onde i(k’,i)=k’+i’K. (3)
O sinal transmitido de banda base pode ser expresso como:
Jf—1 og ^t) - Σ -ÍT}i í'(4) onde K é o número de fluxos, Ek-(i) é a energia por símbolo, sk'(i’) é o f-ésimo símbolo em fluxo k’> a^rC) é a forma de onda de espalhamento para o i-ésimo símbolo em fluxo k’, e T é o período de símbolo. A forma de onda de espalhamento consiste em uma seqüência de espalhamento de N chips convolvida com uma forma de pulso de chip, que é assumida ser raiz de Nyquist. As seqüências de espalhamento são assumidas serem ortogonais quando alinhadas em tempo.
Em (4), o sinal transmitido é expresso em termos de uma soma dupla, somando através de fluxos como também períodos de símbolo. Em seções posteriores, será conveniente expressar isto como uma única soma, usando índice i, dando:
oo _____ xo * yí( ***>(5) onde k’(i) = i mod K(6) i'(i) = Li/Kj(7)
O sinal transmitido passa por um canal dispersivo 12, modelado por um filtro de FIR de derivação L com atrasos relativos {τλ; λ = 0,..., L - 1} e coeficientes de meio {θμ 1 = 0..., L - 1}. O sinal de canal filtrado e j Λ I f Rs— ‘ Z ‘0 é recebido no receptor 13 na presença de ruído n(t)9 fazendo um sinal recebrdo,^ da forma:
k—i >
r(t) 52 (8)
Para um sistema celular como aquele na Figura 3, na ligação inferior, n(t) modela interferência de outra célula além de ruído térmico. Na ligação superior, modela interferência de outro usuário além de ruído térmico.
O receptor 13 recebe um sinal composto, e um processador de extremidade dianteira 17 mistura o sinal de rádio recebido em uma ou mais antenas de recepção abaixo a amostras digitais de banda base que incluem ruído composto e símbolos transmitidos. As amostras de banda base são providas a um turbo-equalizador 18. Parte do turbo-equalizador 18 inclui correlators ou dedos, que 'desespalham' símbolos com código de espalhamento de um usuário para produzir valores ’desespalhados’. Símbolos são 'desespalhados' usando dedos de J Rake correlatando o sinal recebido ao conjugado da forma de onda de espalhamento a atrasos {d,; j = 0,..., J-l}. O vetor de valores ’desespalhados’ para símbolo sk pode ser representado como:
onde hijk é a resposta de canal global para símbolo i como visto 'desespalhando' símbolo k. Depende da forma de pulso de chip, da resposta de canal, e da correlação cruzada aperiódica entre os códigos de espalhamento para símbolos i e k. Fixando k = 0 (s0 é o símbolo de interesse), a j-ésima fila de hj5opode ser expressa como:
(11) onde gt=y]Ek'(i)gt
IMO
CwW
ÜWt) * Σ rrwl—N j-t-™ ew(n)eS + m), o á ™ J N - 1 “ I zh»l4“ <w(« - 1 - N á m < °· = Γ plf + τ)ρΉ*>
J-OO (12) (13) (14)
e p(t) é a forma de pulso de chip. O termo ck/n) é a seqüência de espalhamento para usuário k a período de símbolo Í. O receptor conhece a forma de pulso e sua autocorrelação Rp(r). A forma de pulso é normalizada de forma que Rp(0) = 1.
Em (9), o primeiro termo hkjksk à direita pode ser considerado o termo de sinal”, enquanto o segundo termo uk é a deterioração (interferência + ruído). O vetor de ruído nk é o resultado de 'desespalhar' o ruído composto. Em (11), pode ser visto como o coeficiente de canal, sendo o produto do coeficiente médio e a raiz quadrada da energia associada com o símbolo. Estimação de canal convencional pode ser usada para estimar o coeficiente de canal. Retomando ao exemplo celular, se o canal for estimado usando um canal de piloto comum, o coeficiente de canal associado com os dados pode ser obtido por uma graduação apropriada, que em essência gradua pela raiz quadrada da relação das potências. Na ligação superior, o canal é estimado normalmente usando um sinal conhecido no canal de controle. Neste caso, a graduação relativa para o canal de dados é conhecida e pode ser usada para graduar a estimativa de canal do canal de controle para obter uma estimativa de canal para o canal de dados. Em (12), Rkji(t) pode ser visto como a correlação cruzada da forma de onda de espalhamento para símbolo k com a forma de onda de espalhamento para símbolo i.
Um exemplo de diagrama de bloco do turbo-equalizador 18 é dado na Figura 4. Amostras recebidas de banda base são providas a um equalizador linear aumentado 50, que produz estimativas de símbolo zk e possivelmente qk estimativas (usadas com mais modulação de ordem mais alta), dependendo da modulação usada. As estimativas de símbolo são •X rís™ * Rift:, providas a um desmodulador de bit 52. O desmodulador de bit 52 tambÃ^ recebe probabilidades de símbolo de um processador de probabilidade de símbolo 60 e informação extrínseca do decodificador 56 depois de reordenar por intercalador 58. O desmodulador de bit 52 usa estas coisas para produzir 5 estimativas de bit modulado, que são providas ao desintercalador 54. O desintercalador 54 desintercala (reordena) as estimativas de bit modulado, em essência desfazendo a intercalação feita no transmissor. A informação desintercalada é provida ao decodificador 56. O decodificador 56 produz bits de informação decodificados para saída final e processamento de nível mais 0 alto adicional como também informação relativa aos bits modulados. Esta informação é ajustada pelas estimativas de bit modulado de entrada para formar informação extrínseca associada com os bits modulados. A informação extrínseca do decodificador 56 é intercalada pelo intercalador 58 para produzir informação extrínseca intercalada, que é provida a um processador 15 de probabilidade de símbolo 60 como também ao desmodulador de bit 52. O processador de probabilidade de símbolo 60 usa a informação extrínseca para produzir informação de probabilidade de símbolo.
O processador de probabilidade de símbolo 60 usa informação extrínseca de bit modulado do decodificador 56 para prover informação de 20 probabilidade de símbolo modulada, que é tratada como informação anterior ou lateral pelo equalizador. Considere um símbolo particular sk, que representa um conjunto de bits {bo, bi,..., bq}, onde q = log2(M) - 1. Usando toda a informação de realimentação do decodificador 56, a probabilidade de símbolo é dada por:
Prfo Pr(^ = (15) onde os valores de bit modulados Bo por Bq correspondem a enviar símbolo de modulação Sm. Observe que (15) requer probabilidades conjuntas associadas com um subconjunto de bits que formam um símbolo. Com intercalação de símbolo, tal informação pode estar disponível. Com intercalação de bit, é razoável assumir que os bits são não relacionados, de forma que nós podemos aproximar (15) com:
Wi = ~ x — x - £<?) (16)
O decodificador 56 realimenta informação extrínseca sobre os bits modulados, que são tratados como relações de probabilidade log anteriores para cada bit, isto é:
onde subscrito d” denota uma saída de decodificador 56. Estes podem ser convertidos em probabilidades de bit usando:
Pr(i^ - 0) - xX~ “ 1 ~ P^b) ~ °8)
Um diagrama de bloco do processador de probabilidade de símbolo 60 é dado na Figura 5. Informação extrínseca do decodificador de FEC 56 é usada pelo computador de probabilidade de bit 62 para computar 10 probabilidades de bit como descrito nas equações (18) e (19). Estas probabilidades de bit são providas ao calculador de probabilidade de símbolo 64, que computa informação de probabilidade de símbolo como descrito por equação (16).
De (10), a média, correlação e covariância da deterioração são dadas por:
ÍU — (20)
Rfc=^x;^;hi/=h‘+c <21>
— 17 (22) onde Cn denota a covariância de processo de ruído composto nk em (10). O elemento desta matriz correspondendo a atrasos de dedo di e d2 é dado por:
- % Σ (23) m=l-N onde Cijk(m) é definido em (13). O termo * j denota o valor de símbolo médio, que pode ser expresso como:
onde Pr(Sj = Sm) é provido pelo computador de probabilidade de símbolo. O termo 5/5 * m é a média do produto de um símbolo com o conjugado de outro e depende da probabilidade conjunta destes símbolos. Se informação de probabilidade conjunta estiver disponível, pode ser usada para determinar * m
Tipicamente, informação de probabilidade conjunta não está disponível. Porém, devido à intercalação, é razoável assumir que os símbolos são independentes, de forma que:
Shim m i (25) onde w=0
Com esta suposição, (21) se toma:
Substituindo (20) e (27) em (22), dá:
o# -4- °nte* (28)
Com desmodulação tradicional, todos os valores de símbolo são assumidos equiprovavelmente. Com constelações de sinal simétricas, isto resulta em = O. Porém, com turbo-equalização, o decodificador pode prover informação lateral sobre probabilidades de símbolo, que podem ser tratadas como informação anterior. Nesta situação, 5' j pode ser não zero. Com equalização linear aumentada, probabilidades log de símbolo são formadas para um símbolo particular sj-, tratando informação da unidade de decodificação como informação anterior sobre os símbolos interferentes {sí; i k}. Informação de decodificador relativa a s^ não é incluída para evitar contagem dupla de tal informação ao alimentar a saída do equalizador linear ao decodificador 56.
Especificamente, o equalizador linear aumentado 50 forma estimativas de símbolo zk e qk dadas por:
í29) (30) onde y^y*-®* (31>
(32)
Em (31), uma estimativa de interferência «k é subtraída dos valores ’desespalhados’ de tráfego para formar valores desespalhados de tráfego modificados. Estes valores ’desespalhados’ de tráfego modificados são então combinados em (29) para formar a estimativa de símbolo.
O vetor de pesos de combinação wk em (29) depende de uma matriz de covariância de deterioração e uma resposta de canal. A resposta de covariância de deterioração e canal depende dos códigos de espalhamento sendo usados. Além disso, a matriz de covariancia de deterioração depende de valores médio e médio quadrado de símbolo (veja (28)), que dependem da realimentação de decodificador 56 relativa aos símbolos interferentes (veja (24) e (26)).
A subtração de ãk em (31) pode ser interpretada como uma forma de cancelamento de interferência suave. Realimentação de informação extrínseca da unidade de decodificador 56 é usada para determinar valores de símbolo médios, que são então subtraídos da saída do equalizador ao decodificador 56.
Um diagrama de bloco de uma implementação de exemplo do equalizador linear aumentado é mostrado na Figura 6, que inclui um receptor de Rake generalizado. Amostras de banda base são providas a uma unidade de colocação de dedo 72, que determina onde colocar os dedos de Rake em atraso baseado em atrasos de sinal e atrasos uteis para supressão de %
interferência. Estes atrasos determinam como ’desespalhar’ os dados na^~ unidade de correlação 70. Um processador de peso aumentado 74 computa pesos de combinação (w) para os atrasos determinados pela unidade de colocação de dedo 72 usando as amostras recebidas e estimativas de canal globais (h) de um estimador de canal global 75. Uma unidade de correlação 70 'desespalha' as amostras de banda base para os atrasos providos pela unidade de colocação de dedo. Finalmente, os valores 'desespalhados* são combinados em um combinador ponderado 80 usando os pesos de combinação providos pelo processador de peso aumentado 74 para produzir estimativas de símbolo.
O processador de peso aumentado 74 computa os pesos de combinação para cada período de símbolo e cada iteração ou passagem do turbo-equalizador de acordo com (32). Informação de probabilidade de símbolo também é usada por processador de peso 74 para determinar produtos de símbolo médios de acordo com (26) e (25). Estes são então usados para determinar uma covariância de deterioração de acordo com (28). O processador de peso 74 também computa uma estimativa de acordo com (30), se precisado.
Os valores ’desespalhados' são providos a uma unidade de subtração de interferência suave 76. A unidade de subtração 76 determina valores de símbolo médios de acordo com (24). Estes valores de símbolo médios são graduados por uma estimativa de canal global (h) provida pelo estimador de canal global 75 (veja (20)) e subtraídos do valor 'desespalhado' de acordo com (31) para formar valores 'desespalhados* modificados. Dependendo da forma dos valores, um tipo diferente de operação que não subtração poderia ser executado para remover os valores de símbolo médios. O ponto principal é que a unidade 76 remove a interferência suave dos valores ’desespalhados'. Os valores 'desespalhados' modificados são combinados em um combinador ponderado 80 usando os pesos de combinação para produzir uma estimativa de símbolo. < :
Subtração/remoção de interferência suave pode ser executada7 “ antes de combinação como mostrado na Figura 6. Como estas operações são lineares, subtração pode ser executada depois de combinação. Para fazer isto, a estimativa de interferência suave seria combinada primeiro usando os pesos de combinação de processador de peso 74 para formar uma estimativa de interferência combinada. Os valores 'desespalhados* de unidade de correlação 70 seriam combinados diretamente em combinador ponderado 80 para produzir uma estimativa de símbolo inicial. Uma estimativa de símbolo final seria gerada subtraindo a estimativa de interferência combinada da estimativa de símbolo inicial.
Detalhes adicionais da unidade de subtração de interferência suave 76 são descritos agora junto com o diagrama de bloco de função mostrado na Figura 7. Uma unidade de combinador 77 recebe valores 15 'desespalhados' yk da unidade de correlação 70. O combinador 77, de acordo com (31), subtrai a estimativa de interferência ük para produzir valores 'desespalhados* modificados yk. Para calcular a estimativa de interferência, um computador de símbolo médio 79 computa um valor de símbolo médio S i de acordo com a equação (24) usando informação de probabilidade de ^0 símbolo. O valor de símbolo médio é provido a um estimador de interferência composta 78, que também recebe as estimativas de canal globais hijk e gera a estimativa de interferência ü k de acordo com equação (20).
Ambos o processador de peso aumentado 74 e a unidade de subtração 76 se confiam em estimativas de canal globais, denotadas hijk. Um 25 diagrama de bloco do estimador de canal global 75 é mostrado na Figura 8.
Amostras de banda base são 'desespalhadas' na unidade de correlação de piloto 82. Estes valores 'desespalhados' de piloto são usados pelo estimador de canal 84 para formar estimativas de canal, em essência valores g. Em um combinador 86, estes valores de g são combinados com valores de correlação
U de forma de onda de espalhamento para produzir estimativas de canal gloíâ^, (h) como descrito na equação (11). A unidade de correlação de forma de onda de espalhamento 88 determina correlações de forma de onda de espalhamento Rik(t) a vários atrasos t. Estes correspondem a valores de auto-correlação se a 5 forma de onda de espalhamento estiver correlatada com si mesmo. Caso contrário, eles são valores de correlação cruzada. As mesmas estimativas de canal podem ser armazenadas e reusadas para computar múltiplos valores de correlação. Se o número de possíveis códigos de espalhamento for pequeno bastante, os valores de correlação podem ser pré-computados e armazenados 0 em uma tabela.
Para reduzir complexidade, certas aproximações podem ser feitas que não impactam desempenho significativamente. Uma aproximação é simplificar a formação de peso de combinação. De (32), correlações cruzadas de código são precisadas para formar Ck, e autocorrelações de código são 15 precisadas para formar hkjk. Uma aproximação é calcular em média uma ou ambas destas quantidades através do embaralhamento aleatório usado na maioria dos sistemas.
Primeiro, considere calcular em média hkjk através do embaralhamento aleatório. Isto simplifica a operação do estimador de canal ^0 global quando hkjk é computado (hijk ainda seria computado como descrito anteriormente para a unidade de subtração). De (11), assumindo k =0, a jésima fila de hOso se toma:
(33)
Assim, com respeito à Figura 8, a unidade de correlação de forma de onda de espalhamento 88 computaria valores de autocorrelação médios para a forma 25 de onda de espalhamento que são simplesmente valores de autocorrelação de forma de pulso que podem ser pré-computados e armazenados.
A seguir, considere calcular em média Ck através do * Efofr___/A I <1,. λ4 embaralhamento aleatório. Em (28), a jrésima fila e j2-ésima coluna de teMo^
H hj^h^ é substituído por:
, í 40^° (34) e{/k,oUi)A«,o(ã) } - | gtg^ífi, ?)> *'(*) = 0 onde fi„(ít 4-mTe)^(t2 + wTe) (35)
A'i(£,ç) - 2L· m=l—V
Ar**l jy2 (/V zW) J^(tt + rnTâ (36) = &it “ íOd “ Ή (37) tí = aít-i'6yr-Tr (38)
Os símbolos podem ser divididos em grupos (mesmo período de símbolo ou valor i’(i), multi-código diferente), que terá o mesmo termo de produto exterior médio.
Ao usar (33), alguém está ignorando efetivamente interferência do símbolo com si mesmo, devido a autocorrelação imperfeita da forma de onda de espalhamento. Este termo pode ser tratado como ruído colorido adicional. Fixando i a zero em (11) dá:
Zr-l = y? âtfiof&h ~ Tt)i *=°(39)
Substituindo (12) em (39) e usando (33) dá:
£r— i1
Λοα>(Λ = Í£* Σ - Τ, + mre) “= íoro(j)0.0) onde
IV “ t
Ãn,ü(í) = 4 Σ Σ - Te + mT*} ésO m—Í-A\n*^0(41)
Substituindo (40) em (9) dá origem a um termo de deterioração adicional hO)o (j)so, que pode ser tratado como ruído colorido adicional, (dobrado em Cn). Uma expressão para a covariância devido a este termo é dada por:
Uma aproximação adicional é simplesmente expressar Ck
WW5 como a soma de um termo de interferência e um termo de ruído usando expressões de G-Rake padrão. Um termo de graduação dependente de iteração adicional pode ser introduzido em frente do termo de interferência que está fixado a 1 para a primeira passagem, então diminui gradualmente quando realimentação do decodificador 56 se toma mais confiante. Isto dá:
Ck = C = q(0)Ci + Cn (43) onde q(0) é o termo de graduação para iteração 0. Com mais confiança na estimação do termo de cancelamento de interferência, a incerteza restante diminui. Q e Cn podem incluir fatores de graduação aprendidos adaptavelmente oc e β.
Um termo de graduação pode ser fixado à diferença entre o valor quadrado médio dos símbolos modulados assumindo símbolos equiprováveis e o quadrado do valor médio dos símbolos modulados baseado nas probabilidades de símbolo determinadas do decodificador. Quando o decodificador está 100% certo dos valores de símbolo, então esta diferença se toma zero, assumindo que todos os possíveis valores de símbolo modulados aparecem igualmente freqüentemente no bloco transmitido. Uma abordagem semelhante pode ser derivada substituindo (s/- g/) com um valor médio, calculado em média através de i. Assumindo Ns símbolos, o termo de graduação se toma:
.(0-^0^-^1).
4 04) ~2 2 onde as probabilidades usadas para gerar Si e s' são tomadas de iteração 0 1.
O termo de graduação pode ser simplificado a unidade para a primeira passagem e zero para a segunda passagem. Alternativamente, uma
tabela fixa de termos como uma função de iteração pode ser usada exemplo, 1, 0,8, 0,5). Também pode ser aceitável para deixar o termo de graduação como unidade para todas as passagens. Em qualquer caso, realimentação do decodificador 50 é então só usada para subtração de interferência suave. Também, se só um ou dois vetores de peso forem considerados, estes podem ser aplicados separadamente aos dados e termo de cancelamento de interferência. Enquanto o anterior deve ser executado a cada iteração, o primeiro pode ser armazenado e reusado.
Outras abordagens também podem ser usadas. Por exemplo, uma abordagem de algoritmo M pode ser usada para evitar computar todas as probabilidades condicionais. Na primeira passagem, não há nenhuma realimentação de decodificador. Neste caso, é razoável para assumir valores de símbolo equiprováveis. Além disso, se o esquema de modulação for simétrico no plano complexo, então — 0. Isto simplifica a média e covariância da deterioração a:
Mjfe, * 0 (45) c*=52 <46)
Mfe
O equalizador se toma um G-Rake específico de código neste ) caso. Outras formas de desmodulação de primeira passagem podem ser usadas, tal como recepção de G-Rake convencional ou equalização de chip. O desmodulador de bit 52 toma o símbolo e qk estimativas do equalizador linear 20 aumentado 50, informação de probabilidade de símbolo do processador de probabilidade de símbolo 60, e informação extrínseca do decodificador 56 e produz estimativas de bit modulado suaves. Uma abordagem de Log- MAP é uma abordagem de exemplo preferida.
Para um bit particular bi} no conjunto de bits que sk representa, 25 nós podemos dividir os possíveis valores de símbolo em dois conjuntos, conjunto Q0(i) correspondendo ao i-ésimo bit sendo 0 (+1) e Qi(i) correspondendo ao i-ésimo bit sendo 1 (-1). Então, a relação de para esse bit é dada por:
, aíh Λ (47) onde
Um,k = 2Re{S*)A} -15,,.12¾ (48) é uma métrica de símbolo.
O termo Pr (sk = Sm) em (47) é computado da realimentação relativa aos bits que incluem sk como descrito anteriormente. Toda a informação de realimentação é usada em computar este termo. Um ajuste é feito em desmodulador de bit 52 de forma que contagem dupla seja evitada em segunda e passagens subseqüentes. Também, é mais conveniente para a estimativa de bit ser dada em forma de log. Tomando o log de (47), incluindo o ajuste, e adicionando índice 0 para clarificar número de iteração dá:
- W.o-l), onde subscrito e denota informação baseada na saída de equalizador.
Se desejado, uma abordagem de max dual pode ser usada para aproximar (49) como:
Ve(bf, o) ® - msxmeo.w {««Λ + - ·Μβ
Outras abordagens padrão também podem ser usadas.
Um diagrama de bloco do desmodulador de bit 52 é mostrado na Figura 9.
Estimativas de símbolo e qk estimativas são providas do equalizador linear aumentado 50. Um computador de métrica de símbolo 90 usa estas entradas para formar métricas de símbolo como descrito na equação (48). Estas métricas de símbolo são providas a um computador de relação de probabilidade de log de bit (LLR) 92. Informação extrínseca do decodificador z
também é provida ao computador de bit de LLR 92. O computador de de LLR 92 usa estas entradas para produzir estimativas de bit modulado como descrito em (49) ou (50).
Com modulação de QPSK, o segundo termo em (48) se toma independente de hipótese. Omitindo este termo dá:
Um.k-2Re{S*raZk}. (51)
A LLR para a bit em fase (I) pode ser mostrada ser: LLR(bi) = 4Re{zk) (52)
Semelhantemente, o bit de quadratura (Q) pode ser recuperado tomando a parte imaginária, em lugar da parte real, em (52). O fator ”4 é uma graduação fixa que pode ser omitida (52) para decodificadores insensíveis a um fator de graduação comum, que normalmente é o caso. Neste caso, o desmodulador de bit pode ser muito mais simples. Entrada do processador de probabilidade de símbolo 60 e entrada do decodificador 56 não são precisadas. Também, o computador de métrica de símbolo 90 não é requerido. O computador de bit de LLR 92 pode usar simplesmente as estimativas de símbolo do equalizador linear aumentado 50 para computar estimativas de bit de acordo com (52) e sua contraparte para o bit Q.
Um modo para tratar BPSK é tratá-la como QPSK e apenas recuperar o bit em fase. Isto assume que a deterioração é circular. Quando o número de símbolos que contribuem significativamente para ISI é pequeno, esta pode não ser uma boa abordagem. Nesse caso, o deterioração pode ser tratada como não circular, e os componentes de recepção em fase e quadratura são tratados como sinais de entrada reais separados. Com modulação de ordem mais alta, há freqüentemente simetrias que podem ser usadas para simplificar cálculo de probabilidade de símbolo e outras operações. Veja, por exemplo, Pedido de Patente US comumente nomeado serial N° 10/746.434 intitulado, Fast soft value computation methods for Gray-mapped QAM, depositado em 24 de dezembro de 2003, incorporado aqui por referência.
Com decodificação
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J de MAP ou MLSE tradicional, os ' suaves providos pelo desmodulador são usados para determinar as probabilidades de bit de informação ou probabilidades de seqüência de informação. Com turbo-equalização, o decodificador 56 também deve gerar relações de probabilidade associadas com os bits modulados. Um ajuste ocorre, de forma que os valores suaves de entrada sejam subtraídos das relações de probabilidade de log de bit moduladas geradas pelo decodificador para capturar só a informação aprendida do processo de decodificação. A informação extrínseca resultante é então realimentada ao processo de desmodulação. Tal decodificador pode ser projetado para uma variedade de códigos, incluindo turbo-códigos, códigos de LDPC e códigos de convolução. É adicionada complexidade para computar as relações de probabilidade de log de bit moduladas. Quando o decodificador 56 for um turbo-decodificador ou decodificador de LDPC, pode ser importante quantas repetições (passagens”) de turbo-decodificação são executadas antes de realimentar informação ao equalizador. A abordagem preferida é correr cada decodificador constituinte por só uma passagem, embora múltiplas passagens possam ser usadas. Isto impede o decodificador de se prender em uma solução incorreta cedo demais no processo de turbo-equalização.
Concretizações de exemplo onde o decodificador 56 é um turbo-decodificador são apresentadas agora. Uma primeira concretização de exemplo de um turbo-decodificador 56' mostrado na Figura 10 usa uma abordagem serial para decodificação de código de componente. Estimativas de bit modulado desintercaladas do desintercalador (DI) 54 são providas a uma unidade de desmultiplexação e descasamento de taxa 94. Unidade 94 divide as estimativas de bit em três fluxos correspondendo aos fluxos sistemáticos (os bits de informação), paridade 1 (Pl) e paridade 2 (P2) do turbo-codificador no transmissor 11. Descasamento de taxa também é executado, que envolve 'desperfurar' e/ou não repetir (repetições de / 4 χ I * te' combinação).
Os bits sistemáticos e os bits de paridade 1 são providos a um primeiro decodificador suave 1 (96), que executa decodificação em componente 1 do turbo-código. Decodificador suave 1 produz informação de probabilidade relativa às estimativas de bit modulado usando abordagens padrão. Os valores de probabilidade de paridade 1 associados com os bits PI são ajustados em unidade de ajuste 1 (98) para produzir informação extrínseca para os bits de paridade 1. Por exemplo, quando quantidades são expressas em termos de relações de probabilidade de log, então a unidade de ajuste 98 subtrai as entradas de paridade 1 para o decodificador 56’ das saídas de paridade 1 correspondentes do decodificador 96 para produzir os valores extrínsecos.
A informação de probabilidade correspondendo aos bits sistemáticos é provida uma unidade de intercalação (unidade I) 100, que 15 intercala os bits de acordo com o esquema de intercalação de transmissão para produzir valores de bit sistemáticos suaves intercalados. Estes valores, junto com valores de paridade 2 são providos a um decodificador suave 2 (104). Decodificador suave 2 executa decodificação em componente 2 do turbocódigo e produz informação suave relativa a bits modulados. Estes valores são lo ajustados em unidade de ajuste 2 (106) e unidade de ajuste 3 para produzir informação extrínseca para ambos os bits sistemáticos e de paridade 2, respectivamente. Os bits sistemáticos de saída são ajustados por bits sistemáticos que foram intercalados por uma unidade I 102.
A informação extrínseca para os bits sistemáticos é 25 desintercalada na unidade Dl 110. Estes valores extrínsecos desintercalados para os bits sistemáticos, os valores extrínsecos para os bits de paridade 1, e os valores extrínsecos para os bits de paridade 2 são providos ao multiplexador e unidade de casamento de taxa 112. Unidade 112 multiplexa os três fluxos juntos e executa casamento de taxa (perfuração e repetição)
I * J?
como precisado. Embora não mostrado, depois da última operação de decodificador, o decodificador 56’ produz saídas padrão correspondendo aos bits de informação. Informação de bit modulada extrínseca não precisa ser então produzida.
Uma segunda concretização de exemplo de um turbodecodificador 56 é mostrada na Figura 11, que usa uma abordagem paralela para decodificação de código de componente. Estimativas de bit modulado intercaladas do desintercalador (Dl) 54 são providas à unidade de desmultiplexação e descasamento de taxa 94. Os bits sistemáticos e os bits de p paridade 1 são providos a decodificador suave 1, que executa decodificação em componente 1 do turbo-código e produz informação suave relativa aos bits modulados usando abordagens padrão. Estes valores suaves são ajustados em unidade de ajuste (98) 1 e uma nova unidade de ajuste 4 (116) para produzir informação extrínseca para a paridade 1 e informação extrínseca parcial para 15 os bits sistemáticos. Decodificador suave 2 executa decodificação em componente 2 do turbo-código e produz informação suave relativa aos bits modulados. Estes valores são ajustados em unidades de ajuste 2 e 3 para produzir informação extrínseca para a paridade 2 e informação extrínseca parcial para os bits sistemáticos. A informação extrínseca parcial para os bits Ό sistemáticos é desintercalada na unidade Dl 110 e adicionada à informação extrínseca parcial para os bits sistemáticos de unidade de ajuste 4 em combinador 114 para produzir informação extrínseca para os bits sistemáticos. A informação extrínseca para os bits sistemáticos de combinador 114, a informação extrínseca para os bits de paridade 1 de ajuste 1, e a 25 informação extrínseca para os bits de paridade 2 de ajuste 3 são providas à unidade de multiplexador e casamento de taxa 112. Unidade 112 multiplexa os três fluxos juntos e executa casamento de taxa (perfuração, repetição) como precisado. Novamente, embora não mostrada, a última passagem do decodificador 56 produz saídas padrão correspondendo aos bits de <F 1/

informação. Informação de bit modulada extrínseca não precisa ser produgida nesta última passagem. A última passagem do decodificador 56, 56', e 56 depende do critério de parada. Critério padrão pode ser usado, tal como um número fixo de iterações ou um critério de detecção de erro tal como uma 5 verificação de CRC. É preferido que só um passagem do decodificador seja executada para evitar se prender em uma solução incorreta cedo no processo.
Um fluxograma de operações gerais para o turbo-equalizador é mostrado na Figura 12. Uma etapa inicial Sl, o sinal recebido é desmodulado, e estimativas de bit suaves são determinadas. Qualquer técnica p de equalização adequada pode ser usada para executar esta primeira etapa: GRake pode, mas não precisa ser usado. Os valores de estimativa de bit suave são desintercalados na etapa S2. Operações de decodificação no decodificador são usadas para produzir informação extrínseca de modem de bit e decisões de informação de bit na etapa S3. Uma decisão é tomada na etapa S4 se esta é 15 a última passagem de decodificador 56. Se esta for a última passagem de decodificador, operações de decodificação são executadas para produzir bits de informação codificados na etapa S5. Se não, intercalação de informação extrínseca de bit de modem é executada na etapa S6 e informação de probabilidade de símbolo é produzida na etapa S7. Equalização linear de nível bo de símbolo aumentada é executada usando a informação de probabilidade de símbolo na etapa S8. Esta equalização linear aumentada inclui remover interferência usando a informação de probabilidade de símbolo. Estimativas de bit suaves são determinadas incluindo ajuste usando informação extrínseca de bit de modem provida do decodificador 56 na etapa S9. Controle retoma à 25 desintercalação na etapa S3.
Um único sinal de usuário de multi-código recebido na presença de ruído composto foi assumido. Uma extensão é expressar o termo de covariância de ruído composto como a soma de termos de ruído branco e colorido. Na ligação superior, isto poderia modelar outro usuário de alta taxa / % f ou alguma outra forma de interferência. Na ligação inferior, isto poderiadb ^X- / ;· modelar outros usuários de própria célula ou interferência de outra célula. Por exemplo, para o caso de só um termo de ruído colorido, Cn pode ser substituído com Cn + Cj.
Múltiplas antenas de recepção também podem ser consideradas. A maioria das equações permanece a mesma se um dedo de Rake tiver ambos um atraso e uma antena associada com isto. Algumas das equações específicas precisam ser estendidas, mas isto é bem compreendido. Múltiplas antenas de transmissão, tal como diversidade de transmissão de malha aberta ou ^0 fechada na ligação inferior também podem ser consideradas. A extensão é direta baseado em como G-Rake foi estendido para operar estas situações.
Enquanto mais simples do que equalização não linear, a forma linear requer conhecimento de código de espalhamento para computar pesos de combinação e um termo de cancelamento de interferência. Devido ao uso 15 de seqüências de embaralhamento longas, estas quantidades são recomputadas todos período de símbolo. Além disso, durante o processo de turbo-equalização, estas quantidades deveríam ser re-computadas toda iteração. Pode ser razoável aproximar a solução formando pesos de combinação que não dependem diretamente de probabilidades de símbolo.
Io Embora várias concretizações tenham sido mostradas e descritas em detalhes, as reivindicações não estão limitadas a qualquer concretização ou exemplo particular. Nenhum da descrição anterior deveria ser lida como implicando que qualquer elemento particular, etapa, gama, ou função seja essencial tal que deva ser incluída na extensão de reivindicações. 25 A extensão de assunto patenteado só está definida pelas reivindicações. A extensão de proteção legal está definida pelas palavras recitadas nas reivindicações permitidas e seus equivalentes. Nenhuma reivindicação é pretendida invocar parágrafo 6 de 35 USC § 112, a menos que as palavras meios para sejam usadas.