BRPI0620475A2 - seringa de segurança que tem um recurso de agulha retrátil nela incorporado - Google Patents

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BRPI0620475A2
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Allan Walsh
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Abstract

SERINGA DE SEGURANçA QUE TEM UM RECURSO DE AGULHA RETRáTIL NELA INCORPORADO. Trata-se de uma seringa de segurança (11) . A seringa de segurança tem uma unidade de agulha retrátil (14/15) incorporada na mesma, e a seringa que compreende um tambor (12) e um êmbolo (13) e o conjunto da agulha. A agulha é levada a retrair no tambor da seringa com a conclusão da injeção uma vez que tenha sido usada, por meio do acoplamento entre o conjunto da agulha e a extremidade do êmbolo. Um dispositivo de travamento (28), preferivelmente na forma de uma bucha de travamento, é disposto no corpo da seringa para acoplar o êmbolo uma vez que é retraído depois do uso, de modo que a seringa não possa mais ser utilizada.

Description

SERINGA DE SEGURANÇA QUE TEM UM RECURSO DE AGULHA RETRÁTIL NELA INCORPORADO
CAMPO TÉCNICO
A presente invenção refere-se a uma seringa de segurança que tem uma agulha retrátil paira ser utilizada na profissão médica ou dental ou na administração pessoal de droga de modo que o médico, o cirurgião ou um outro operador da agulha possa ficar protegido contra ferimentos pela agulha após o seu uso. Em particular, ela se refere·"··a um dispositivo de travamento para reter o êmbolo ao qual a agulha é unida, e desse modo a agulha, na posição retraída.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
O perigo de possíveis ferimentos e infecção por vírus HIV ou de hepatite B aos praticantes médicos que utilizam agulhas no curso normal de suas atividades é bem documentado.
Além disso, as pessoas que estão habituadas a administrar drogas a si mesmas correm um grande risco de contato com os vírus especificados, ou certamente de contato com outros vírus se uma agulha, uma vez usada, for reutilizada de uma forma não esterilizada.
Há muitas propostas com o objetivo de reduzir o número dos chamados ferimentos com picada de agulha, e várias tentativas foram feitas para se obter um sistema seguro para a eliminação de tais agulhas uma vez usadas, mas tais propostas anteriores tinham deficiências.
Muitas soluções aos problemas acima provêm agulhas retráteis. Uma das desvantagens principais em muitas propostas anteriores é que a seringa, embora se torne inicialmente segura com a agulha retraída, normalmente não provê um meio para impedir mais acesso à agulha. Em outras palavras, o êmbolo pode ser comprimido outra vez fazendo com que a agulha reemerja do tambor da seringa, ou em alguns outros casos pode ser retirada de uma vez do tambor da seringa, desse modo tendo acesso à agulha.
OBJETIVO DA INVENÇÃO
Um objetivo da presente invenção consiste na apresentação de uma seringa que até uma certa extensão resolve ou elimina pelo menos algumas ou todas as desvantagens acima mediante o emprego de uma agulha cirúrgica retrátil, e para armazenar permanentemente essa agulha cirúrgica, uma vez usada, de uma maneira substancialmente segura. Particularmente, a presente invenção apresenta uma unidade de travamento positiva para impedir que o êmbolo, ao qual a agulha retraída é unida, seja reativado ou até mesmo retirado completamente, uma vez que a seringa se torna segura com a agulha retraída. No mínimo, a invenção apresenta um meio alternativo para acomodar a agulha de uma seringa usada para proteger contra ferimento acidental provocado pelo contato não desejado com a agulha exposta uma vez que a seringa tenha sido usada.
Embora a seguinte descrição faça referência de maneira geral a uma seringa de tamanho convencional, nenhuma limitação desse tipo é pretendida para tal, e a referência a uma seringa deve significar que engloba qualquer outra combinação de agulha/seringa ou apenas a agulha incluindo seringas ultrafinas, onde, pela adaptação apropriada, a invenção também pode ser aplicada de maneira útil.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
De acordo com a presente invenção, é apresentada uma seringa de segurança que tem uma unidade de agulha retrátil incorporada na mesma, em que a seringa compreende um tambor e um êmbolo e um conjunto da agulha, a agulha é levada a retrair no tambor da seringa com a conclusão da injeção uma vez que tenha sido usada, por meio do acoplamento entre o conjunto da agulha e a extremidade do êmbolo, e em que um dispositivo de travamento é disposto no corpo da seringa para acoplar o êmbolo uma vèz que ela é retraída depois do uso, de modo que a seringa não possa mais ser utilizada.
Neste sentido, fazer com que a seringa não possa mais ser utilizada significa que o êmbolo não pode ser abaixado outra vez para reativar a agulha, nem pode ser removido completamente do tambor da seringa para ganhar acesso à agulha.
Preferivelmente, uma região de ruptura é provida no êmbolo, localizada no eixo mecânico do êmbolo na vizinhança de onde se estende da extremidade do corpo da seringa quando totalmente retraída, de modo que depois que a agulha é retraída ao corpo da seringa, e o êmbolo está acoplado com o dispositivo de travamento, o êmbolo seja rompido de modo que não possa ser comprimido outra vez, ou removido de imediato ao ser agarrado e exercendo força, desse modo ajudando a fazer com que a seringa não possa mais ser utilizada outra vez .
Deve ficar compreendido que, embora a invenção seja melhorada de maneira sustentável pela capacidade de também romper o êmbolo, deve der apreciado que esta é uma etapa extra que alguns usuários possam ignorar. Portanto, é preferível que o dispositivo de travamento tenha uma resistência suficiente para impedir que o êmbolo seja comprimido ou remover de modo que não importa se o êmbolo é rompido. Em outras palavras, mesmo antes que o êmbolo seja rompido, a presente invenção prevê que a seringa ficará ineficaz contra a reutilização deliberado ou até mesmo acidental tal como pode ocorrer se a seringa fosse batida enquanto ela estava sendo colocada sobre uma mesa, por exemplo.
O dispositivo de travamento é preferivelmente provido por uma bucha localizada na extremidade do tambor da seringa da qual o êmbolo se estende.
A bucha pode ser uma bucha dividida ou uma bucha sólida, embora tenha sido verificado que é particularmente vantajoso que haja uma divisão na bucha para facilitar o encaixe no tambor. Foi verificado que uma bucha dividida propicia um ajuste mais fácil durante a manufatura da seringa, uma vez que a bucha precisa ser encaixada depois que o êmbolo é introduzido no tambor. Em virtude da divisão provida, a bucha pode ser feita para encaixar em torno do eixo mecânico do êmbolo e pode ser feita para ser reduzida no diâmetro ao ser pressionada no tambor e irá prender por pressão na região interna do tambor projetado para acomodar a mesma.
A bucha pode utilizar qualquer de uma variedade dos métodos para acoplar o êmbolo uma vez que tenha sido acoplada a agulha e levada a ser retirada para o tambor da seringa, incluindo, mas não necessariamente limitada, a torcer ou puxar o êmbolo através ou para a bucha conforme for o caso.
Nessas buchas onde um movimento de torção é requerido, a bucha pode ser uma bucha de travamento por torção ou uma bucha roscada, ou pode ser uma bucha de travamento Iuer. Alternativamente nas realizações onde um movimento de tração é requerido, a bucha pode ser uma bucha de travamento por tração ou uma bucha de travamento por pressão. Os exemplos dessas buchas são ilustrados nos desenhos anexos e discutidos a seguir com relação à descrição dos desenhos respectivos.
Conforme mencionado acima, a bucha é preferivelmente pressionada no tambor depois que o êmbolo é introduzido. Uma variedade de opções de travamento também é disponível para reter a bucha no tambor. Qualquer combinação de mecanismo de travamento para reter o êmbolo na bucha de travamento pode ser acoplada com qualquer um de tais meios por meio dos quais a própria bucha é retida no tambor da seringa.
Deve ser apreciado que há muitos meios diferentes disponíveis por meio dos quais a bucha pode ser utilizada para travar o êmbolo, e estes são contemplados como estando dentro do âmbito da invenção.
Também é preferível que seja provida uma protuberância vertical ou longitudinal dentro da extremidade do tambor onde a bucha é introduzida, por meio do que a bucha pode ser impedida do girar, particularmente nos casos em que uma bucha dividida é utilizada ou onde uma ação de torção é requerida para travar o êmbolo na bucha.
Além disso, é preferível que o próprio êmbolo seja dotado de um flange em torno da sua extremidade distai para impedir que ele seja puxado direto através do dispositivo de travamento. Desta maneira, a seringa irá não somente ficar ineficaz contra o êmbolo que está sendo comprimido outra vez, mas também ficará segura, uma vez que o êmbolo não pode ser removido completamente. Desse modo, uma vez que o êmbolo trava na bucha, nem o êmbolo nem a própria bucha podem ser retirados de modo a ganhar acesso à agulha localizada dentro do tambor depois que de ter sido retraído para o tambor.
Desse modo, com vantagem, o travamento do êmbolo na bucha é preferivelmente incrementado por um flange localizado no êmbolo, preferivelmente posicionado imediatamente acima da região do pistão do êmbolo, permitindo que o êmbolo seja travado desse modo contra o fundo da bucha, impedindo que o êmbolo seja retirado completamente.
Ao prover um ponto de ruptura no êmbolo, tal como discutido acima, também será impedida ou minimizada pelo menos a possibilidade de violação, especialmente impedindo o acesso ao êmbolo de uma maneira que permite que ele seja forçado para trás no tambor ou agarrado para ser removido por uma força excessiva. Desse modo, por exemplo, uma realização preferida utiliza uma característica de travamento por torção que inclui regiões roscadas correspondentes no tambor da seringa e no êmbolo, de modo que, depois de uma injeção, o êmbolo é 5 retirado e travado na posição ao torcer o êmbolo para acoplar as partes roscadas correspondentes.
O dispositivo de travamento é alternativamente provido por uma característica de travamento por torção que inclui uma bucha de travamento por torção que tem sulcos helicoidais localizados no tambor da seringa e talões correspondentes localizados no êmbolo para o acoplamento nos sulcos helicoidais, de modo que, após uma injeção, o êmbolo seja retirado e travado na posição ao torcer o êmbolo para acoplar os talões nos sulcos helicoidais correspondentes.
Outra vez, como uma alternativa, o dispositivo de travamento pode ser provido por uma característica de travamento por torção que inclui uma bucha de travamento por torção que tem sulcos helicoidais localizados no tambor da seringa e talões localizados no êmbolo para o acoplamento nos sulcos helicoidais, de modo que, depois de uma injeção, o êmbolo é retirado e travado na posição ao torcer o êmbolo para fazer com que os talões se movam através dos sulcos helicoidais correspondentes e passem completamente através da bucha.
Preferivelmente, nesta realização, uma unidade de travamento permanente é provida na forma de uma rampa ou uma outra protuberância para impedir que os talões retornem através dos sulcos da bucha e para desse modo impedir que o êmbolo passe de volta através da bucha ao tambor da seringa.
Mais preferivelmente, no entanto, foi verificado que uma bucha de travamento com um arranjo de flange simples é fácil de produzir e eficaz. Neste arranjo, um flange em torno do perímetro interno da bucha permite que um flange correspondente no êmbolo passe em uma direção, mas em virtude do formato dos flanges impede o seu retorno. Em combinação com um flange adicional no êmbolo tal como descrito acima, o êmbolo é impedido de ser puxado direto através da bucha, conferindo um travamento eficaz contra o movimento em uma ou outra direção.
Em vez de um flange em torno do perímetro interno inteiro da bucha, foi verificado que um par de dedos funciona exatamente com a mesma eficiência. 0 movimento dos dedos para permitir que o primeiro flange do êmbolo passe pode ser conseguido ao moldar a região interna do tambor para permitir que os dedos sejam flexionados para trás enquanto o flange do êmbolo passa, prendendo de volta em virtude da resiliência uma vez que o primeiro flange tenha passado.
Embora grande parte da seguinte descrição diga respeito a uma seringa de segurança particular que tem uma agulha retrátil com determinadas características, deve ficar compreendido que o mecanismo de travamento por torção pode ser utilizado com qualquer seringa que tenha qualquer formato de unidade de agulha retrátil.
A invenção encontra aplicação, por exemplo, em uma ampla realização que apresenta uma seringa que tem uma unidade de agulha retrátil incorporada na mesma, de modo que, em uma primeira posição de armazenagem antes do uso, a agulha é encerrada com segurança dentro do corpo da seringa, e em uma segunda posição de uso a agulha é levada a se estender do corpo da seringa para funcionar como uma combinação útil de agulha e seringa de maneira conhecida, e em que a agulha é levada então a retrair outra vez no corpo da seringa, uma vez que tenha sido usada, de modo a retornar à primeira posição de armazenagem; a seringa compreende um corpo e um êmbolo, em que o êmbolo tem um meio associado com a sua extremidade contida dentro do corpo da seringa para acoplar de maneira liberável em uma protuberância da agulha localizada no corpo da seringa para reter a agulha dentro do corpo da seringa na primeira posição de armazenagem, e em que o corpo da seringa tem um meio localizado na sua extremidade oposta onde o êmbolo estende-se do corpo para reter de maneira liberável a protuberância na segunda posição de uso de modo que a agulha se estenda do corpo da seringa, e o êmbolo da agulha é utilizado para colocar a protuberância da agulha em acoplamento com a extremidade do corpo da seringa; o êmbolo então pode ser desacoplado da protuberância da agulha de modo a permitir que o êmbolo seja retraído e desse modo leve o fluido para a seringa e seja então utilizado para injetar o mesmo em um paciente de uma maneira conhecida; e quando na conclusão da injeção, e a agulha tiver sido retraída do paciente, o êmbolo é uma vez mais colocado em acoplamento com a protuberância da agulha e retirado de modo a fazer com que a protuberância da agulha seja liberada da extremidade do corpo da seringa de modo que a agulha seja mais uma vez retraída ao corpo da seringa, e a agulha permanece unida à extremidade do êmbolo.
Alternativamente, o conjunto da agulha pode ser tal que, na posição inicial, a agulha já se encontre estendida, operacional, ou pode ser um arranjo de glândula ao qual uma agulha substituível pode ser encaixada, e a agulha em um ou outro caso fica protegida por uma bainha apropriada ou tampa antes do uso, de modo que a extremidade do êmbolo só entre em contato com o conjunto da agulha ou glândula conforme for o caso no final da injeção, em cujo momento o acoplamento entre o êmbolo e o conjunto ou a glândula é executado, de modo que o conjunto ou a glândula sejam retirados em conjunto com a própria agulha ao tambor com a retração do êmbolo.
O êmbolo é então levado a acoplar com a bucha de travamento e preferivelmente arrancado no ponto de ruptura para tornar a seringa segura e ineficaz contra um uso adicional.
A invenção é desse modo particularmente vantajosa, uma vez que a agulha é não somente retraída com segurança depois do uso, mas é travada nessa posição por meio da bucha de travamento.
A retirada do êmbolo (caso isso ocorra) também torna a seringa ineficaz para um uso subseqüente, bem como confere segurança adicional, uma vez que não há nenhum meio por meio do qual a agulha possa ser levada a reemergir ou ser levada a se estender do corpo da seringa.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A invenção pode ser mais bem compreendida a partir da seguinte descrição não-limitadora das realizações preferidas, em que:
a Figura 1 é uma vista secional transversal de uma realização da invenção que utiliza uma bucha de travamento de acordo com um aspecto da invenção em que uma bucha dividida de travamento por pressão é utilizada para reter o êmbolo depois do uso,
a Figura 2 é uma vista secional transversal do êmbolo utilizado na realização da Figura 1,
a Figura 3 é uma vista secional transversal do tambor utilizado na realização da Figura 1,
a Figura 4 é uma vista secional transversal da extremidade do tambor da Figura 3 à qual uma bucha de travamento pode ser encaixada,
a Figura 5 é uma vista secional transversal de uma realização preferida de uma bucha de travamento para ser utilizada com a seringa e seus componentes tal como ilustrado nas Figuras 1 a 4,
a Figura 6 é uma vista de planta da bucha de travamento da Figura 5, a Figura 7 é uma vista secional transversal detalhada da extremidade do êmbolo da Figura 2, que acopla com o grampo das Figuras 5 e 6 quando o êmbolo é retraído depois de ter sido acoplado e retraído a agulha (não mostrado),
a Figura 8 é uma vista secional transversal da extremidade do êmbolo e do grampo das figuras precedentes, depois que ocorreu o acoplamento,
a Figura 9 é uma vista secional transversal de um tambor da seringa que utiliza uma bucha de travamento por torção que é uma realização alternativa da invenção àquela ilustrada nas Figuras 1 a 8;
a Figura 10 é uma vista secional transversal detalhada de um êmbolo para ser utilizado com a bucha de travamento por torção da Figura 9;
as Figuras lla/llb às Figuras de 15a/15b mostram esquematicamente pares de buchas e êmbolos correspondentes de acordo com várias realizações alternativas, e
as Figuras 16 e 17 mostram de duas perspectivas uma bucha simplificada similar àquela das figuras 5 e 6 de acordo ainda com uma outra realização da invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DOS DESENHOS Com referência de maneira geral às Figuras 1 a 8 e especialmente à Figura 1, é mostrada uma seringa de acordo com um aspecto da invenção genericamente indicada por 11, a qual compreende um corpo da seringa ou tambor 12, um êmbolo 13 deslizável no mesmo e uma agulha 14. A agulha 14 é dotada de um cubo 15. O êmbolo 13 e o tambor 12 são mostrados separadamente nas Figuras 2 e 3 para maior clareza.
O cubo 15 da agulha é localizado por encaixe de interferência em uma glândula 16 que nesta realização é aparafusada na extremidade do tambor 12 utilizando uma rosca fêmea interna 17 no interior da extremidade do tambor 12, e uma rosca macho 18 na glândula 16. Nesta realização, o conjunto da agulha que compreende a agulha e o cubo 14/15 e a glândula 16 pode ser substituída ou trocada (ou certamente encaixada) antes do uso da seringa de modo a propiciar a flexibilidade de escolha com respeito ao calibre da agulha, por exemplo.
Também deve ser apreciado que, alternativamente, a glândula 16 poderia ser aparafusada na parte externa do tambor 12, por exemplo, em uma seringa ultrafina. Estas realizações permitem a substituição do conjunto da agulha em uma chamada agulha de troca. Por outro lado, a agulha e o cubo 14/15 podem ser utilizados diretamente na extremidade do tambor 12 no arranjo integral, sem uma glândula 16, em outras realizações da invenção, onde não há nenhuma necessidade de trocar a agulha 14.
Um pequeno lacre 19 é provido para vedar entre a glândula 15 do cubo da agulha e a glândula 16, enquanto que um segundo lacre maior 2 0 é provido para vedar entre a glândula 16 e o tambor 12.
A agulha 14 é protegida por uma tampa 21 antes do uso.
O êmbolo 13 é dotado do dispositivo de grampo 22 localizado em uma haste 23 na extremidade do êmbolo 13. 0 grampo tem uma rebarba 24 que acopla com a região interna do cubo 15 da agulha quando o êmbolo 13 é colocado em contato com o cubo 15 da agulha no final da injeção.
O êmbolo 13 também é dotado de uma região de pistão em torno da sua periferia inferior que veda contra o interior do corpo 12 da seringa, quando introduzido na mesma.
Um sulco de ruptura ou região mais fraca 27 é provido em uma posição apropriada no êmbolo 13, de modo que possa ser rompido depois de ter retraído a agulha 14 no tambor da seringa 12, ou seja, depois do uso tal como descrito a seguir.
Uma bucha de travamento 28 fica localizada na região superior do tambor 12.
Detalhes da bucha de travamento 28 e partes relevantes da seringa 11 que pertencem ao seu uso são ilustradas em detalhes nas Figuras 4 a 8.
A bucha de travamento 28 tem uma região dividida mostrada diagramaticamente em 29 na Figura 6 para facilitar o encaixe da bucha 28 no tambor 12. Um f lange 30 fica localizado em torno da sua periferia e um par de dedos 31 depende da bucha 28 para acoplar com uma região de sulco circunferencial correspondente 32 localizada entre os flanges circunferenciais 33 e 34 localizados perto da região de extremidade do êmbolo 13. Of lange 33 e os dedos 31 são apropriadamente inclinados em um lado para conferir uma facilidade de passagem, mas têm faces no outro lado que estão eficazmente paralelas entre si, de modo a impedir o retorno.
O perfil da região interna 35 da extremidade do tambor 12 permite similarmente a facilidade de encaixe e retenção da bucha 28 na mesma especificamente ao prover um sulco 36 no qual o flange 30 é localizado para o acoplamento de encaixe com inclinação apropriada onde requerido para ajudar no encaixe. Em particular, um rebaixo 37 é provido atrás dos dedos 31 da bucha 28 quando se encontra no lugar (tal como mostrado na Figura 1), de modo que os dedos 31 possam se deformar quando a extremidade do êmbolo 13 acopla com os mesmos.
Um flange 38 também é localizado em torno da periferia da bucha para reforçar e ajudar a mesma no alinhamento da bucha 28 quando ela é encaixada no tambor 12.
Especificamente, o primeiro flange 33 pode passar nos dedos 31 ao empurrar os mesmos para o rebaixo 37, uma vez que essa região do êmbolo 13 passa os dedos 31 da bucha 28. O segundo flange 34 é provido com um diâmetro maior do que aquele do flange 3 3 de modo a ser impedido de passar nos dedos 31, travando desse modo o êmbolo 13 quando os dedos 31 acoplam desse modo no sulco 36. 0 êmbolo 13 não pode ser puxado através da bucha 28 em virtude do flange 34, nem pode ser comprimido outra vez em virtude do flange 33.
Retornando à Figura 1, um pino 39 também é posicionado no furo 40 na região superior do êmbolo 13. O pino 3 9 age como um retém de profundidade para impedir o acoplamento acidental do êmbolo 13 com o cubo 15 da agulha antes do uso. Quando a seringa está a ponto de ser utilizada, o pino 3 9 pode ser facilmente comprimido para permitir o curso completo do êmbolo 13 no tambor 12.
Desse modo, em uso, depois que uma injeção tiver sido completada, o êmbolo 13 é empurrado de volta para acoplar com o cubo 15 da agulha. O êmbolo 13 com a agulha 14 acoplada é então retraído, a agulha 14 é puxada desse modo para o tambor 12, o êmbolo 13 é então totalmente puxado de volta de modo a acoplar com a bucha de travamento 2 8 por meio dos flanges 33 e 34, impedindo que o êmbolo se mova em uma ou outra direção uma vez que os dedos 31 acoplaram no sulco 3 6 localizado entre os mesmos.
O êmbolo 13 é agarrado então no ponto de ruptura 27. Com o êmbolo 13 incapacitado e a agulha 14 retraída dentro do corpo 12 da seringa 11, ela se torna totalmente inútil e pode então ser descartada com segurança.
As Figuras 9 e 10, onde as características comuns às Figuras 1 a 8 são identificadas com as mesmas referências numéricas, especificamente mostram em detalhes uma realização alternativa da invenção na forma de uma bucha de travamento por torção 41 e o êmbolo correspondente 13 para ser utilizado com a mesma. Esta combinação pode, por exemplo, ser utilizada em qualquer seringa incluindo aquela da Figura 1, onde um mecanismo de travamento é requerido para reter uma agulha retraída 14 localizada na extremidade de um êmbolo 13, e por meio do que é desejado tornar a seringa 11 completamente inutilizável depois do uso ao travar o êmbolo 13 e ao partir o mesmo no ponto de ruptura 25 e desse modo deixando a agulha 14 encerrada no tambor 12 da seringa 11 e desse modo inacessível.
O êmbolo 13 é dotado de talões 42 que podem ser de qualquer formato em seção transversal apropriado. Três seções particulares são mostradas em detalhes em 43, 44, 45, sendo respectivamente a entrada redonda com base plana, o segmento de rosca e redonda simples. Nesta realização, os talões 42 ficam localizados nas nervuras do êmbolo 13, ao passo que a característica correspondente da realização anterior, ou seja, o flange 33, era na realização formado circunferencialmente (e descrito desse modo) sem torno do êmbolo 13, ao invés de ser uma extensão de um elemento de nervura do êmbolo 13.
A bucha 41 pode ser dividida para ser envolvida em torno do êmbolo 13 tal como na realização precedente. Alternativamente, ela pode ser sólida e aparafusada sobre o êmbolo 13 antes de encaixar o pistão 26 na mesma. A bucha 41 tem dois sulcos helicoidais internos 46 para alimentar os talões 42 enquanto o êmbolo 13 é torcido através da bucha 41.
Quando os talões 42 passam através da bucha 41 eles se levantam sobre a trava permanente 47 e o êmbolo 13 é desse modo travado dentro do tambor 12. Com o êmbolo 13 travado, o pistão 26 é deslocado e esmaga o mesmo dentro do tambor 12. À medida que o pistão 26 é reduzido na profundidade ele se expande no diâmetro. A bucha de travamento por torção 41 é mantida no tambor 13 dentro do sulco 48 tal como mostrado.
As Figuras 11 a 15 mostram uma variedade de meios por meio dos quais as buchas de travamento 41 podem ser utilizadas com êmbolos 13 correspondentes. A característica já descrita utiliza as mesmas referências numéricas para fins de conveniência.
As Figuras lia a Ilb mostram uma combinação de bucha de travamento 41/êmbolo 13 em que geralmente a bucha 41 tem dois sulcos espirais 46. Os dois talões 42 no êmbolo 13 acoplam nos sulcos espirais 46 quando o êmbolo 13 é retraído, travando o êmbolo 13 enquanto este é torcido. O travamento ocorre quando os talões 42 saem para fora do alto da bucha 41, e ao mesmo tempo o flange 49 localizado acima do pistão 26 é travado na base 5 0 da bucha de travamento por torção 41, impedindo o movimento do êmbolo 13 para cima ou para baixo.
As Figuras 12a, 12b mostram uma bucha 41 que tem uma rosca 51 (que podem ser qualquer rosca) . À medida que o o êmbolo 13 é retraído e a rosca 51 é acoplada com a rosca 52 correspondente no êmbolo 13, a rotação pára quando o ressalto 53 na bucha 41 é alcançado. Ao mesmo tempo, o flange 4 9 acima do pistão 26 trava no fundo 50 da bucha roscada 41.
Nas Figuras 13a, 13b é ilustrada uma bucha 41 que é uma bucha de travamento por tração. A bucha 41 tem dois sulcos 54 no interior da bucha 41 tal como mostrado. O travamento ocorre enquanto o êmbolo 13 é retraído através dos sulcos 54 e torcido, e os talões 42 no êmbolo 13 acoplam com os sulcos internos 54 na bucha 41. Os talões 42 podem desse modo se estabelecer nos sulcos horizontais inferiores 55 em forma de encaixe do tipo baioneta. Ao mesmo tempo, o flange 49 acima do pistão 26 trava outra vez no fundo 50 da bucha de travamento por tração 41.
Nas Figuras 14a, 14b é mostrada uma bucha de travamento por pressão 41 em que o interior tem dedos afunilados de travamento 56 e um degrau 57. À medida que o êmbolo 13 é retraído através do flange afunilado de travamento por encaixe 5 8 no êmbolo 13, ele acopla os dedos afunilados de travamento 56 ao espalhar os mesmos para permitir que o embolo 13 atravesse. Os dedos afunilados 56 pressionam de volta em torno do êmbolo afunilado 58 e os dois degraus, um 59 no êmbolo 13 e o outro 57 no alto dos dedos 56 dentro da bucha 41, travam, desse modo tornando impossível que o êmbolo 13 seja abaixado.
As Figuras 15a, 15b ilustram um êmbolo 13 que tem duas calhas 60 similares a um cubo de agulha que acoplam no desenho de trava Iuer 61 dentro da bucha 41. À medida que a torção do êmbolo 13 ocorre, o êmbolo 13 se desloca, travando entre o flange 49 acima e o pistão 26 e o fundo 50 da bucha 41.
Em cada um dos casos antecedentes o êmbolo 13 é rompido no ponto de ruptura 27, impedindo desse modo qualquer reutilização desautorizada ou acidental da seringa 11.
Uma versão simplificada da bucha de travamento por pressão ilustrada nas Figuras 14, 14b é ilustrada nas Figuras 16 e 17, onde os dedos 51 podem ser tão poucos quanto dois. Embora não seja mostrado, a bucha 41 também pode ser dividida para permitir a facilidade de montagem, de modo que a extremidade distai do êmbolo 13 seja introduzida primeiramente no tambor 12 da seringa 11. A bucha 41 pode então ser colocada em torno do êmbolo 13 durante a montagem da seringa 11 e ser introduzida na posição antes que o êmbolo 13 seja colocado em repouso em sua posição inicial, antes de mas pronto para ser utilizado.
Deve ser apreciado por um técnico no assunto que muitas modificações e variações podem ser feitas nas realizações aqui descritas sem que se desvie do caráter ou âmbito da invenção.
Por todo o relatório descritivo, a palavra "compreende" e seus derivados devem ter um significado inclusivo e não exclusivo, a menos que o contexto requeira de alguma outra maneira.
A invenção aqui descrita tem utilidade, uma vez que provê um meio alternativo para uma seringa de segurança que tem uma unidade de agulha retrátil que pode ser inutilizada depois de uma injeção ao travar o êmbolo e ao romper o mesmo.

Claims (24)

1. SERINGA DE SEGURANÇA QUE TEM UM RECURSO DE AGULHA RETRÁTIL NELA INCORPORADO, sendo que a seringa é caracterizada pelo fato de compreender um tambor e um conjunto de êmbolo e agulha, em que a agulha é levada a retrair no tambor da seringa com a conclusão da injeção uma vez que tenha sido usada, por meio do acoplamento entre o conjunto da agulha e a extremidade do êmbolo, e em que um dispositivo de trava é provido no corpo da seringa para acoplar o êmbolo uma vez que ela é retraída após o uso, de modo que a seringa não possa ser mais usada, em que o dispositivo de trava é provido por uma bucha seccionada localizada na extremidade do tambor da seringa da qual o êmbolo se estende e em que a bucha é encaixada depois que o êmbolo é inserido no tambor e pressionado na posição no tambor, em que o seccionamento é feito para encaixar em torno do eixo do êmbolo e feito para reduzir no diâmetro quando pressionado dessa maneira no tambor, e acopla por encaixe de pressão na região interna do tambor.
2. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a seringa não pode mais ser usada, uma vez que o êmbolo não pode ser abaixado outra vez para reativar a agulha, nem pode ser removido completamente do tambor da seringa para ganhar acesso à agulha.
3. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 1 ou a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que uma região de fraqueza é provida no êmbolo, localizada no eixo do êmbolo na vizinhança de onde ele se estende da extremidade do corpo da seringa quando totalmente retraído, de modo que depois que a agulha é retraída no corpo da seringa, e o êmbolo está acoplado com o dispositivo de trava, o êmbolo pode ser rompido de modo a impedir que a seringa possa ser usada outra vez.
4. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que a bucha é pressionada no tambor depois que o êmbolo é inserido.
5. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que qualquer mecanismo de trava apropriado para reter o êmbolo na bucha de trava é acoplado com qualquer meio apropriado por do qual a própria bucha é retido no tambor da seringa.
6. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com alguma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que é provida uma saliência vertical ou longitudinal dentro da extremidade do tambor onde a bucha é inserida, por meio da qual a bucha é impedida de girar.
7. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que o êmbolo é provido com um f lange em torno da sua extremidade distai para impedir que ele seja puxado para diretamente através do dispositivo de trava.
8. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato de que o êmbolo pode ser travado contra o fundo da bucha, impedindo que o êmbolo seja retirado totalmente.
9. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com alguma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que a bucha utiliza a torção ou o puxão do êmbolo através ou rumo à bucha.
10. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que a bucha é uma bucha de trava por torção e a torção é conferida por uma bucha roscada ou por uma bucha de fecho Ieer.
11. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 9 ou a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que a seringa utiliza uma característica de trava por torção que inclui regiões roscadas correspondentes no tambor da seringa e no êmbolo, de modo que depois de uma injeção o êmbolo é retirado e travado na posição ao torcer o êmbolo para acoplar nas partes roscadas correspondentes.
12. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 9 ou a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que a seringa utiliza um dispositivo de trava na forma de uma característica de trava por torção que inclui uma bucha de trava por torção que tem sulcos helicoidais localizados no tambor da seringa e talões correspondentes localizados no êmbolo para o acoplamento nos sulcos helicoidais, de modo que após uma injeção o êmbolo é retirado e travado na posição ao torcer o êmbolo para acoplar os talões nos sulcos helicoidais correspondentes.
13 . SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 9 ou a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que o dispositivo de trava é provido por uma característica de trava por torção que inclui uma bucha de trava por torção que tem sulcos helicoidais localizados no tambor da seringa e talões localizados no êmbolo para o acoplamento nos sulcos helicoidais, de modo que depois de uma injeção o êmbolo é retirado e travado na posição ao torcer o êmbolo para fazer com que os talões se movam através dos sulcos helicoidais correspondentes e passem completamente através da bucha.
14. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 9 ou a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que o dispositivo de trava é provido por uma bucha que tem dois sulcos espiralados, os quais acoplam com os dois talões no êmbolo que acoplam nos sulcos espiralados quando o êmbolo é retraído, travando o êmbolo 13 enquanto ele é torcido.
15. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 9 ou a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que o dispositivo de trava está na forma de uma bucha que tem uma rosca, e em que enquanto o êmbolo é retraído e a rosca é acoplada com uma rosca correspondente no êmbolo, a rotação pára quando o ressalto na bucha é alcançado, enquanto que ao mesmo tempo o flange acima do pistão trava no fundo da bucha roscada.
16. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizada pelo fato de que a bucha é uma bucha de trava de puxar ou uma bucha de trava por pressão.
17. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que o dispositivo de trava tem um recurso de trava permanente provido na forma de uma rampa ou uma outra saliência para impedir que os talões retornem através dos sulcos da bucha e impedindo desse modo que o êmbolo passe de volta através da bucha rumo ao tambor da seringa.
18. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que um flange é localizado em torno do perímetro interno da bucha para permitir que um flange correspondente no êmbolo passe em uma direção, mas em virtude da forma dos flanges impede o seu retorno e em que, em combinação com um flange adicional no êmbolo tal como descrito acima, o êmbolo é impedido de ser puxado para a direita através da bucha, provendo um travamento eficaz contra o movimento em uma ou outra direção.
19. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que um par de dedos coopera com o primeiro flange do êmbolo permitindo que ele passe em virtude da forma dos flanges em um arranjo de rampa e pela forma da região interna do tambor para permitir que os dedos dobrem para trás enquanto o flange do êmbolo passa, prendendo de volta em virtude da resiliência uma vez que o primeiro flange tenha passado.
20. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que a bucha de trava é uma bucha de trava por pressão em que o interior tem um af uni lamento de trava e um degrau, de modo que, quando o êmbolo é retraído através do flange afunilado de trava por pressão, acopla os dedos de trava afunilados ao espalhar os mesmos para permitir que o êmbolo atravesse, e em que os dedos afunilados prendem de volta em torno do afunilamento do êmbolo e dois degraus, um no êmbolo e outro no topo dos dedos dentro da bucha, e travando, desse modo tornando impossível que o êmbolo seja abaixado.
21. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de ter um recurso de agulha retrátil nela incorporado, de modo que em uma primeira posição de armazenagem antes do uso a agulha é encerrada com segurança dentro do corpo da seringa e em uma segunda posição de uso a agulha é levada a se estender do corpo da seringa para funcionar como uma combinação útil de agulha e seringa de maneira conhecida, e em que a agulha é levada então a retrair outra vez no corpo da seringa, uma vez que tenha sido usada, de modo a retornar à primeira posição de armazenagem; a seringa compreende um corpo e um êmbolo, em que o êmbolo tem um dispositivo associado com a sua extremidade contido dentro do corpo da seringa para acoplar de maneira liberável em uma saliência da agulha localizada no corpo da seringa para reter a agulha dentro do corpo da seringa na primeira posição de armazenagem, e em que o corpo da seringa tem um dispositivo localizado na sua extremidade oposta onde o embolo se estende do corpo para reter de maneira liberável a saliência na segunda posição de uso de modo que a agulha se estenda do corpo da seringa, o êmbolo da agulha é utilizado para colocar a saliência da agulha em acoplamento com a extremidade do corpo da seringa; o êmbolo então pode ser desacoplado da saliência da agulha para permitir que o êmbolo seja retraído e desse modo apanhar o fluido para a seringa e ser então utilizado para injetar o mesmo em um paciente na forma conhecida; e quando na conclusão da injeção e a agulha tiver sido retirada do paciente, o êmbolo é mais uma vez colocado em acoplamento com a saliência da agulha e retirado de modo a fazer com que a saliência da agulha seja liberada da extremidade do corpo da seringa de modo que a agulha seja uma vez mais retraída para o corpo da seringa, e a agulha permanece unida à extremidade do êmbolo.
22. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 21, caracterizada pelo fato de que o conjunto da agulha é tal que na posição inicial a agulha já se encontra estendida, pronta para ser usada, ou pode ser um arranjo de glândula ao qual uma agulha substituível é encaixada, e a agulha em um ou outro caso é protegida por uma bainha apropriada ou tampa antes do uso, de modo que a extremidade do êmbolo só entre em contato com o conjunto ou a glândula da agulha conforme o caso no final da injeção, em cujo ponto o acoplamento entre o êmbolo e o conjunto ou a glândula é obtido, de modo que o conjunto ou a glândula seja retirado juntamente com a própria agulha para o tambor com a retração do êmbolo.
23. SERINGA DE SEGURANÇA, de acordo com a reivindicação 21 ou a reivindicação 22, caracterizada pelo fato de que depois que o êmbolo ser levado a acoplar com a bucha de trava ele é então preso no ponto de ruptura para tornar a seringa segura e ineficaz contra algum uso adicional.
24. SERINGA DE SEGURANÇA, caracterizada pelo fato de ter um dispositivo de trava para travar o êmbolo depois do uso para impedir algum uso adicional da seringa substancialmente tal como aqui descrito conjuntamente com as figura 1 a 8 dos desenhos, as figuras 9 e 10 dos desenhos, ou cada uma das figuras 11 a 15 dos desenhos.
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