BRPI0621011A2 - sistema para a fixação de um trilho - Google Patents

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BRPI0621011A2
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Helmut Eisenberg
Winfried Boesterling
Dirk Vorderbrueck
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Vossloh Werke Gmbh
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Abstract

SISTEMA PARA A FIXAçãO DE UM TRILHO. A presente invenção refere-se a um sistema de fixação de um trilho de acordo com a presente invenção os diversos elementos estão dispostos na superfície (2) plana do respectivo substrato (1) duro disponível. No caso, a fixação da posição de uma placa de guia angular (11,12) não ocorre através de saliências ou reentrâncias formadas no substrato (1), e sim, através de um esquadro de apoio (18, 19) separado. Este esquadro de apoio (18, 19) pode ser posicionado sem dificuldades durante a montagem do sistema de fixação de acordo com a presente invenção, de tal modo que um apoio otimizado da placa de guia angular (11,12) é garantido independentemente do respectivo alinhamento sobre o respectivo substrato. Dessa forma, o sistema de fixação de acordo com a presente invenção pode basear-se em um sistema conhecido, do qual usa a maior parte dos componentes, tais como a camada intermediária (4) elástica, a placa de distribuição de pressão (8), elementos de mola (26, 27) e elementos tensores (28, 29).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SISTEMA PARA A FIXAÇÃO DE UM TRILHO".
A presente invenção refere-se a um sistema para a fixação de um trilho, em especial de um trilho de uma agulha, em um substrato duro, não elástico e aplanado.
Os substratos feitos de concreto ou materiais duros semelhan- tes, não elásticos, as chamadas "vias de rodagem duros", têm a vantagem, sobretudo naqueles percursos que são percorridos por trens de alta veloci- dade, de que podem absorver com segurança os grandes esforços que ocor- rem cada vez que um trem passa por cima, em virtude da sua alta rigidez inerente, sem que haja o risco de uma deformação inadmissível do trilho e do substrato. A fim de garantir assim mesmo uma capacidade de deforma- ção da fixação do trilho em direção de esforço que é necessária para uma vida útil longa do trilho, usualmente o trilho é apoiado no substrato por meio de uma camada intermediária elástica. Elementos de mola que agem de ci- ma sobre o pé do trilho, chamados bornes tensores, pressionam o trilho con- tra o substrato duro com uma força de aperto definida. A guia lateral do pé do trilho usualmente é feita com a ajuda de chamadas placas de guia angu- lares, que se encostam lateralmente ao pé do trilho e apoiam o trilho contra as forças transversais que ocorrem durante a passagem de um veículo fer- roviário.
Um exemplo para um sistema de fixação de trilhos do tipo aqui discutido é o sistema de fixação fornecido pela titular sob.o nome de "Sys- tem 300". No caso desse sistema, o substrato duro é um dormente de con- creto apoiado em um solo formado por placas de concreto. Sobre o dormen- te que em relação ao sistema de fixação serve de substrato duro é colocada uma camada intermediária elástica que garante um apoio elástico definido em direção vertical para o trilho. Na camada intermediária apóia-se uma pla- ca de apoio que distribui uniformemente sobre a camada intermediária elás- tica os esforços que agem em sentido vertical.
Para o apoio lateral do trilho, duas placas de guia angulares são previstas no sistema conhecido, das quais respectivamente uma é colocada em um dos lados do pé do trilho. A fim de derivar as forças transversais que surgem durante a operação para o substrato, reentrâncias e elevações são usualmente colocadas no respectivo substrato duro que possibilitam uma ligação com fecho devido à forma da placa de guia angular no substrato duro.
Além do apoio lateral do pé de trilho, as placas de guia angula- res servem no sistema de fixação conhecido para guiar um borne tensor em forma de ω, cujos braços com suas extremidades livres exercem uma pres- são sobre o respectivo lado conjugado do pé de trilho. Para armar o borne tensor é respectivamente previsto um parafuso tensor que é aparafusado no substrato duro atravessando a respectiva placa de guia angular.
Os sistemas de fixação de trilhos do tipo acima explicado já se consagraram na prática há muito tempo e são amplamente usados. Porém, naquelas áreas, onde a fixação dos trilhos devido a circunstâncias locais ou devido a condições de construção é difícil, até hoje são aplicadas soluções especiais. Isto se aplica em especial a áreas de agulhas onde a fixação das diversas partes de trilho usualmente é feita diretamente, sendo que em pri- meiro lugar uma placa de suporte é fixada no solo e o trilho é fixado então sobre elementos de fixação que são armados na placa de suporte. Caso ne- cessário, uma camada intermediária elástica é disposta entre a placa de su- porte e o substrato ou entre o pé do trilho e a placa de suporte, a fim de pro- videnciar a elasticidade necessária do suporte dos trilhos também na área da agulha. Tal sistema é fornecido pela titular sob a denominação de "Sys- tem KS".
Com os sistemas de fixação conhecidos, os trilhos também po- dem ser fixados de modo seguro naquelas áreas onde a posição dos ele- mentos de fixação pertencentes ao respectivo sistema precisa ser adequada ao respectivo alinhamento do trilho e do substrato. Para tal, porém, é preciso aceitar uma troca dos sistemas de fixação que torna dispendioso os traba- lhos de montagem e manutenção justamente na área de agulhas e desvios de trilhos comparáveis.
Partindo do estado da técnica acima apresentado, a presente invenção tem a tarefa de criar um sistema de fixação que possibilita uma fixação do trilho segura é facilmente montável também em áreas de fixação difíceis ou que são divergem de situações-padrão que ocorrem, por exem- plo, na área de agulhas.
Esta tarefa é solucionada por meio de um sistema de fixação de um trilho, em particular, de um trilho de uma agulha, em um substrato duro não elástico e plano, que de acordo com a presente invenção compreende: uma camada intermediária consistindo em material elástico e que com o sis- tema definitivamente montado fica sobre o substrato duro; uma placa de dis- tribuição de pressão que com o sistema definitivamente montado fica sobre a placa intermediária e em cujo lado superior afastado da camada intermedi- ária o trilho a ser fixado se apóia com seu pé de trilho quando o sistema esti- ver definitivamente montado; pelo menos uma placa de guia angular que com o sistema definitivamente montado encosta-se lateralmente ao pé do trilho e que com o sistema definitivamente montado fica sobre o substrato duro e que absorve as forças transversais que ocorrem quando um veículo ferroviário passa sobre os trilhos; um elemento de mola que com o sistema definitivamente montado se apóia na placa de guia angular e que possui respectivamente dois braços de fixação, com os quais o elemento de mola com o sistema definitivamente montado exerce uma força de fixação sobre o trilho; e um elemento tensor que com o sistema definitivamente montado arma o elemento de mola, sendo que a cada placa de guia angular é conju- gado um esquadro de apoio que com o sistema definitivamente montado é ligado ao substrato através de um elemento de fixação e que apóia a placa de guia angular lateralmente contra as forças transversais absorvidas por ela.
Em um sistema de fixação de trilho de acordo com a presente invenção, os diversos elementos estão dispostos na superfície plana do res- pectivo substrato disponível. De acordo com isso, a fixação da posição da placa de guia angular não ocorre através de saliências ou reentrâncias for- madas no substrato, e sim, para tal é previsto um esquadro de apoio sepa- rado. Esse esquadro de apoio pode sem dificuldades ser posicionado de tal modo durante a montagem do sistema de fixação de acordo com a presente invenção que um apoio otimizado da placa de guia angular é garantido inde- pendentemente do seu respectivo alinhamento no respectivo substrato. O sistema de fixação de acordo com a presente invenção pode assim basear- se em um sistema conhecido de onde pode obter a maior parte dos compo- nentes, tais como camada intermediária elástica, placa de distribuição de pressão, elemento de mola e elementos tensores.
Em um sistema de acordo com a presente invenção, portanto, apenas a placa de guia angular precisa ser adequada à situação específica de que é colocada sobre uma superfície plana e é apoiada contra um ele- mento de apoio separado, o esquadro de apoio. De acordo com isso, duran- te a montagem do sistema de acordo com a presente invenção, podem ser usados as mesmas ferramentas, utensílios e dispositivos auxiliares que são usados na montagem dos sistemas de fixação convencionais usados fora da área particular/Portanto, com a presente invenção será disponível, um sis- tema de fixação que possibilita uma fixação de trilhos segura e simples de ser montado também na área de tarefas de fixação difíceis ou que se distin- guem da situação-padrão, como ocorrem em especial na área de agulhas.
A vantagem especial da presente invenção consiste no fato de que não requer nenhuma configuração especial do respectivo substrato du- ro, e sim que uma superfície plana do substrato é o suficiente para a monta- gem do sistema de fixação de acordo com a presente invenção. Essa propri- edade torna um sistema de acordo com a presente invenção adequado em especial para o uso na área de agulhas dispostas sobre dormentes como substrato duro, onde usualmente cada dormente tem outro formato a fim de poder absorver de forma otimizada os esforços exercidos sobre os trilhos da agulha. Assim sendo, os sistemas de fixação de acordo com a presente in- venção podem ser montados de modo simples, em particular quando o subs- trato duro for um dormente de concreto, cujo lado superior é plano pelo me- nos na área do espaço ocupado pelo sistema definitivamente montado. Do mesmo modo, porém, o sistema de acordo com a presente invenção tam- bém pode ser fixado em uma placa de concreto ou em um componente de construção comparável cujo lado superior é plano pelo menos na área de fixação.
Uma possibilidade de dimensionar um sistema de fixação de a- cordo com a presente invenção para esforços especialmente altos e ao mesmo tempo otimizado quanto à flexibilidade da sua camada intermediária elástica, pode ser caracterizada pelo fato de que a camada intermediária e a placa de distribuição de pressão de acordo com o modelo do sistema de fi- xação conhecido "System 300" são mais largos do que o pé do trilho. A dis- posição segura da respectiva placa de guia angular pode ser garantida pelo fato de que a camada intermediária e a placa de distribuição de pressão na sua área que se projeta lateralmente para além do pé do trilho possui uma abertura, que a placa de guia angular possui uma nervura de apoio que com o sistema definitivamente montado, passando através da abertura, se apóia sobre o substrato fixo e que com o sistema definitivamente montado o seg- mento que se sobrepõe sobre a placa de distribuição de pressão da placa de guia angular é mantida a uma distância da placa de distribuição de pressão.
Uma variação especialmente estável e ao mesmo tempo otimi- zada quanto ao peso da presente invenção caracterizada pelo fato de que o esquadro de apoio possui um primeiro segmento de apoio conjugado ao substrato duro, um segmento de apoio disposto de modo angulado relativa- mente a este, em especial essencialmente retangular, que com o sistema definitivamente montado encosta-se à placa de guia angular, e pelo menos uma nervura de reforço que se estende entre o segmento de apoio e o seg- mento de suporte.
Dependendo da respectiva situação de fixação, o sistema de fixação de acordo com a presente invenção pode compreender dois pares de placa de guia angular e esquadro de apoio dos quais em uma situação de fixação de padrão respectivamente um, como nos sistemas de fixação con- vencionais, é conjugado a um dos lados do pé do trilho.
Se o trilho a ser fixado for parte de uma agulha, então para a área onde precisa ser guiada a lâmina móvel da agulha, a placa de distribui- ção de pressão pode possuir uma superfície de apoio, onde com o sistema definitivamente montado o trilho se apoia com seu pé de trilho, e uma super- fície de deslize, maior do que a superfície de apoio, para a lâmina da agulha, A fim de possibilitar agora como antes uma fixação simples e segura em ambos os lados do respectivo trilho, a placa de distribuição de pressão pode ter um ponto de fixação disposto em uma área entre a superfície de apoio e a superfície de deslize ampliada, e o sistema de fixação de acordo com a presente invenção pode compreender um segundo elemento tensor a ser fixado no ponto de fixação e um segundo elemento de mola que com o sis- tema definitivamente montado é armado pelo segundo elemento tensor e que no lado oposto ao primeiro elemento de mola age sobre o pé do trilho. Uma outra realização vantajosa para este caso de uso da presente invenção prevê que o sistema de fixação compreende dois grupos de placa de guia angular, elemento de mola, elemento tensor e esquadro de apoio, dos quais um grupo é conjugado diretamente ao trilho a ser fixado, ao passo que o ou- tro grupo é conjugado ao outro lado da placa de distribuição de pressão e o elemento de mola pertencente a esse grupo age sobre a placa de distribui- ção de pressão.
Uma variação da presente invenção apropriada em especial pa- ra a operação de uma agulha, onde trilhos estão dispostos muito próximos uns aos outros, prevê que com o sistema definitivamente montado, dois tri- lhos estão dispostos distanciados um do outro na placa de distribuição de pressão. Também nesse caso a fixação dos dois trilhos na placa de distribu- ição de pressão pode ser providenciada de modo simples quando a placa de distribuição de pressão possui dois pontos de fixação entre dois espaços que no sistema definitivamente montado estão ocupados pelos pés dos tri- lhos, e o sistema de fixação de acordo com a presente invenção compreen- de dois elementos tensores adicionais a serem fixados nos pontos de fixa- ção e dois elementos de mola adicionais, dos quais respectivamente um é armado pelo elemento tensor conjugado a ele, e no lado oposto ao respecti- vo elemento de mola age sobre o pé de trilho do respectivo trilho a ele con- jugado.
A seguir, a presente invenção é explicada detalhadamente com a ajuda de um desenho que mostra exemplos de execução. Ele mostra es- I quematicamente:
I A figura 1 mostra uma primeira fixação de um trilho em uma se- ção transversal;
A figura 2 mostra a fixação do trilho mostrada na figura 1 em vis- ta de cima;
A figura 3 mostra uma segunda fixação de um trilho em seção transversal;
A figura 4 mostra uma terceira fixação de um trilho em seção transversal.
Com a fixação de trilho da figura 1 um trilho S reto convencional é fixado em um dormente de concreto 1 que possui um lado superior 2 plano e que se apoia sobre uma placa de base 3 também feita de concreto. Para a fixação do dormente 1 sobre a placa de base 3 concreto de enchimento, não mostrado aqui, pode ser preenchido no espaço intermediário existente entre dois dormentes de concreto 1 vizinhos. O sistema de fixação usado para a fixação do trilho S no dormente 1 compreende os componentes apresenta- dos a seguir.
Uma camada intermediária 4 elástica é colocada sobre o lado superior 2 plano do dormente de concreto 1 e, vista transversalmente à ex- tensão longitudinal do trilho S, relativamente ao trilho S, é alinhado central- mente. No caso, a largura B da camada intermediária 4 é maior do que a largura do pé do trilho 5 do trilho S, de maneira que a camada intermediária 4 se projeta em ambos os lados para além do pé do trilho 5. Nas áreas que se projetam para além do pé do trilho, a camada intermediária 4 possui res- pectivamente uma abertura 6, 7.
Uma placa de distribuição de pressão 8 feita de aço ou de mate- rial de ferro fundido, cujo tamanho em vista de cima é igual ao tamanho da camada intermediária 4 elástica é colocada sobre a camada intermediária 4 cobrindo toda a superfície. Tal como a camada intermediária 4 também a placa de distribuição de pressão 8 possui na área dos seus segmentos que se projetam para além do pé do trilho respectivamente uma abertura 9, 10 que cobre as aberturas 6, 7 da camada intermediária 4. A placa de distribui- ção de pressão 8 é dimensionada de tal modo que sua flexão devido às car- gas V que surgem em sentido vertical durante a passagem de veículos sobre o trilho S é mínima, e que as cargas V são uniformemente distribuídas sobre a camada intermediária 4.
Duas placas de guia angular 11, 12 possuem também um seg- mento central 13 que é mais largo do que o segmento da placa de distribuição de pressão 8 existente entre as aberturas 9, 10 e os respectivos lados estrei- tos vizinhos mais próximos. No lado conjugado ao pé do trilho 5, nervuras de suporte 13, 14 são formadas inteiriçamente no segmento central que apontam para baixo. A altura das nervuras de suporte 13, 14 é maior do que a espes- sura comum da camada intermediária 4 e do pé do trilho 5. Ao mesmo tempo estende-se neste lado um segmento de suporte 15 apontando para cima com o qual as placas de guia angular 11,12 com o sistema de fixação definitiva- mente montado encostam-se ao lado respectivamente conjugado a elas do pé do trilho 5. No seu lado afastado do pé do trilho 5, as placas de guia angular 11, 12 se transformam em um segmento de nervura onde são formadas intei- riçamente nervuras de suporte 16, 17 apontando para baixo. Nas placas de guia angular 11, 12 existe também respectivamente uma abertura de passa- gem que se alinha com a respectiva abertura 6,7 ou 9, 10 da camada inter- mediária 4 e da placa de distribuição de pressão 8.
O apoio lateral das placas de guia angular 11,12 ocorre através de respectivamente um esquadro de apoio 18, 19 pertencendo ao sistema de fixação. Os esquadros de apoio 18, 19 possuem respectivamente um segmento de apoio 20 que se apóia no lado superior 2 do dormente de con- creto 1, um segmento de suporte 21 disposto em ângulo reto em relação a este que se encosta à respectiva placa de guia angular 11, 12, e quatro ner- vuras de reforço 22 dispostas em distâncias regulares que se estendem en- tre o segmento de apoio 20 e o segmento de suporte 21. Na borda inferior do segmento de suporte 21 conjugada ao dormente de concreto 1 são for- madas inteiriçamente protuberâncias 22 apontando para frente, alinhadas em ângulo reto relativamente ao segmento de suporte 21 que com seu lado inferior também se apoiam no lado superior 2 do dormente de concreto 1.
Durante a montagem do sistema de fixação, as placas de guia angular 11, 12 com suas nervuras de suporte 16, 17 são passadas através das aberturas 6,7 ou 9, 10 da camada intermediária 4 e da placa de distribu- ição de pressão 8, de modo que ficam de pé sobre o lado superior 2 do dor- mente de concreto 1. Depois, o respectivo esquadro de apoio 18, 19 é em- purrado lateralmente à respectiva placa de guia angular 11, 12 a ele conju- gada até que seu segmento de suporte 21 encosta-se à respectiva placa de guia angular 11, 12 e as protuberâncias 22 estão posicionadas abaixo das nervuras de suporte 13, 14. Em seguida, os esquadros de apoio 18, 19 são aparafusados com o dormente de concreto 1. Para tal, primeiro uma bucha de material sintético 23 é colocada em um furo feito no dormente de concre- to 1, no qual em seguida é aparafusado um parafuso de fixação 24 que atra- vessa uma abertura de passagem feita no segmento de apoio 20 dos es- quadros de apoio 18, 19.
Entre o pé do trilho 5 e a placa de distribuição de pressão 8 é disposta adicionalmente uma camada 25 de um material eletricamente iso- Iante que impede uma ligação eletricamente condutora entre a placa de dis- tribuição de pressão 8 e o trilho S.
Nas placas de guia angular 11,12 são formados de modo em si conhecido elementos como carnes e calhas que são destinados para guiar e apoiar lateralmente segmentos de respectivamente um elemento de mola 26, 27 em forma de ω colocado na respectiva placa de guia angular 11,12. Os elementos de mola 26, 27 também denominados de bornes de aperto, em estado definitivamente montado pressionam em estado definitivamente montado com as extremidades livres dos seus braços de aperto o lado supe- rior do pé do trilho 5 de modo que o trilho S é fixado em direção vertical de modo elástico flexível. Para armar os elementos de mola 26, 27 é respecti- vamente previsto um parafuso tensor 28, 29 que com sua cabeça de parafu- so age sobre o segmento central do respectivo elemento de mola 26, 27 e com sua haste atravessa a respectiva abertura das placas de guia angular 11, 12 e as aberturas 6, 7 ou 9, 10 da placa de distribuição de pressão 8 e da camada intermediária 4, sendo aparafusada em uma bucha 30 que é in- 1 serida no respectivo furo feito no dormente de concreto 1. As figuras 1 e 2 mostram o elemento de mola 26 em posição definitivamente armada e o e- ' Iemento de mola 17 em posição preparada para a armação.
No exemplo de execução mostrado na figura 3, o sistema de fixação compreende, como no exemplo de execução mostrado nas figuras 1 e 2, uma camada intermediária 31 elástica; uma placa de distribuição de pressão 32 colocada sobre a camada intermediária 31, cobrindo a comple- tamente; duas placas de guia angular 33, 34 executadas como as placas de guia angular 11, 12; dois esquadros de apoio 35, 36 executados como os esquadros de apoio 18, 19; parafusos 37, 38 para a fixação dos esquadros de apoio 35, 36 no lado superior plano de um dormente de concreto 39; dois elementos de mola 40, 41; parafusos tensores 42, 43 para armar os elemen- tos de mola 38, 39; e uma camada 44 eletricamente isolante que se encontra entre o pé do trilho 5 do trilho S a ser fixado e a placa de distribuição de pressão 32.
Diferente do exemplo de execução mostrado nas figuras 1 e 2, o sistema de fixação mostrado na figura 3 serve para a fixação de um trilho que pertence a uma agulha que é disposta na área de movimentação da lâ- mina da agulha Z. Para esta finalidade, um assento de via é formado na pla- ca de distribuição de pressão na forma de uma elevação 45 cujo lado supe- rior é a superfície de deslize 46 sobre a qual a lâmina da agulha pode ser movimentada deslizando para lá e para cá. Na área entre a superfície de apoio 47 onde se apóia o pé do trilho 5 e a superfície de deslize 46 elevada é previsto um ponto de fixação 48 na forma de uma cavilha roscada firme- mente unida à placa de distribuição de pressão 32.
A fixação do trilho S no seu lado afastado da elevação 45 é feita através da placa de guia angular 33, do elemento de mola 40, do parafuso tensor 42, do esquadro de apoio 35 e do parafuso 37 da forma como descri- ta para o exemplo de execução mostrado nas figuras 1 e 2. Nisso, a placa de guia angular 33 com suas nervuras de apoio conjugadas ao pé do trilho engrena nas aberturas da placa de distribuição de pressão 32 e da camada intermediária 31 elástica que, como é o caso na placa de distribuição de pressão 8 e na camada intermediária 4, são formadas no segmento que se j projeta lateralmente para além do pé do trilho da placa de distribuição de pressão 8 e da camada intermediária 4.
A fixação do trilho S no lado conjugado à elevação 45 do pé do trilho 5 é feita por meio de um outro borne tensor 49 em forma de ω também pertencente ao sistema de fixação que na sua parte central é armada por meio de uma porca tensora 50 no ponto de fixação 48, de modo que com as extremidades livres dos seus braços de mola produz a força de fixação ne- cessária sobre ó pé do trilho 5.
A fixação flexível da placa de distribuição de pressão 32 no seu lado afastado do trilho S é feita por meio da placa de guia angular 34, do elemento de mola 41, do parafuso tensor 43, do esquadro de apoio 36 e do parafuso 38. Para esta finalidade, a placa de distribuição de pressão 32 e a camada intermediária 31 abaixo dela possuem também neste lado segmen- tos que se projetam lateralmente onde é formada uma abertura 51 que vai até o lado superior do dormente de concreto 39. Nessa abertura 51 engrena a placa de guia angular 34 com suas nervuras de apoio conjugadas à placa de distribuição de pressão. O apoio lateral da placa de guia angular 34 é fei- to através do esquadro de apoio 36, como descrito para o exemplo de exe- cução mostrado nas figuras 1 e 2. Depois de armar, as extremidades livres dos braços de mola do elemento de mola 41 encontram-se no lado superior da placa de distribuição de pressão 32 e exercem assim as forças de fixação necessárias para a fixação elasticamente flexível sobre a placa de distribui- ção de pressão 32.
A figura 4 mostra um sistema de fixação apropriado para a fixa- ção de trilhos S, S2 estreitamente vizinhos como existem, por exemplo, na área de cunha de agulhas.
Para este fim, o respectivo sistema de fixação compreende uma camada intermediária 53 elástica que se encontra no lado superior plano do dormente de concreto 52, uma placa de distribuição de pressão 54 que co- bre em toda a superfície a camada intermediária 53, duas placas de guia angular 55, 56 executadas como as placas de guia angular 11, 12, dois es- quadros de apoio 57, 58 executados como os esquadros de apoio 18, 19, parafusos 59, 60 para a fixação dos esquadros de apoio 57, 58 no lado su- perior plano do dormente de concreto 52, dois elementos de mola 61, 62, parafusos tensores 63, 64 para armar os elementos de mola 61, 62 e duas camadas eletricamente isolantes 65, 66 que se encontram respectivamente entre os pés do trilho 5, 67 dos trilhos S, S2 a serem fixados e a placa de distribuição de pressão 54.
A placa de distribuição de pressão 54 e a camada intermediária 53 elástica projetam-se respectivamente lateralmente sobre o pé do trilho 5 do trilho e o pé do trilho 67 do trilho S2. Nos segmentos protuberantes da placa de distribuição de pressão 54 e da camada intermediária 53 é respec- tivamente feita uma abertura que se estende até o lado superior do dormen- te de concreto 52.
A fixação dos trilhos S, S2 ocorre no lado afastado do respectivo outro trilho S, S2 do pé do trilho 5, 67 através das placas de guia angular 55, 56, dos esquadros de apoio 57, 58, dos parafusos 59, 60 para a fixação dos esquadros de apoio 57, 58, dos elementos de mola 61, 62 e dos parafusos tensores 63, 64 para armar os elementos de mola 61, 62, conforme foi des- crito referente ao exemplo de execução mostrado nas figuras 1 e 2. A figura 4 mostra no lado esquerdo uma fixação definitivamente montada, ao passo que a fixação no lado direito está sendo preparada para a armação do ele- mento de mola 62.
A fim de fixar de maneira segura os trilhos S, S2 também nos seus lados voltados um para o outro, são previstos pontos de fixação 68, 69 em forma de cavilhas roscadas na área entre as superfícies de apoio dos pés de trilho 5, 65 na placa de distribuição de pressão 54. Nesses pontos de fixação 68, 69, os bornes tensores 70, 71 em forma de ω que também per- tencem ao respectivo sistema de fixação são de tal modo armados por meio de respectivamente uma porca tensora 72, 73 que eles com suas extremida- des livres dos seus braços de mola aplicam a necessária força de fixação sobre o pé de trilho 5 ou 65. Lista de Referências
1 Dormente de concreto 2 Lado superior 3 Placa de base 4 Camada intermediária 5 Pé do trilho 6,7 Abertura 8 Placa de distribuição de pressão 9, 10 Aberturas 11, 12 Placas de guia angular 13, 14 Nervuras de suporte 15 Segmento de suporte das placas de guia angular 16, 17 Nervuras de suporte 18, 19 Esquadros de apoio 20 Segmento de apoio 21 Segmento de suporte 22 Nervuras de reforço 23 Bucha de material sintético 24 Parafuso de fixação 25 Camada eletricamente isolante 26, 27 Elementos de mola 28, 29 Parafuso tensor 30 Bucha 31 Camada intermediária 32 Placa de distribuição de pressão 33, 34 Placas de guia angular 35,36 Esquadros de apoio 37, 38 Parafusos 39 Dormente de concreto 40, 41 Elementos de mola 42, 43 Parafusos tensores 44 Camada eletricamente isolante 45 Elevação da placa de distribuição de pressão 46 Superfície de deslize 47 Superfície de apoio 48 Ponto de fixação 49 Bornetensor 50 Porca tensora 51 Abertura 52 Dormente de concreto 53 Camada intermediária 54 Placa de distribuição de pressão 55,56 Placas de guia angular 57, 58 Esquadros de apoio 59, 60 Parafusos 61, 62 Elementos de mola 63, 64 Parafusos tensores 65, 66 Camadas eletricamente isolantes 67 Pé de trilho do trilho S2 68, 69 Pontos de fixação 70, 71 Bornes tensores 72, 73 Porca tensora B Largura da camada intermediária 4 S Trilho S2 Trilho V Esforços agindo em direção vertical Z Lâmina da agulha

Claims (12)

1. Sistema para a fixação de um trilho (S, S2), em especial de um trilho (S, S2) de uma agulha em um substrato duro, não elástico e plano, - com uma camada intermediária (4, 31, 53) consistindo em material elástico que com o sistema definitivamente montado fica sobre o substrato duro; - com uma placa de distribuição de pressão (8, 32, 54) que com o sis- tema definitivamente montado fica sobre a camada intermediária (3, 31, 53) em cujo lado superior afastado da camada intermediária (4, 31, 53) o trilho (S, S2) a ser fixado se apoia com seu pé de trilho (5, 67) quando o sistema estiver definitivamente montado; - com pelo menos uma placa de guia angular (11, 12, 33, 34, 55, 56) que com o sistema definitivamente montado encosta-se lateralmente ao pé de trilho (5, 67) do trilho (S, S2) que com o sistema definitivamente montado fica sobre o substrato duro e que absorve as forças transversais que ocor- rem quando um veículo ferroviário passa sobre Os trilhos (S, S2); - com um elemento de mola (26, 27, 40, 41, 61, 62) que com o siste- ma definitivamente montado se apóia na placa de guia angular (11, 12, 33, - 34, 55, 56) e que possui respectivamente dois braços de fixação, com os quais o elemento de mola (26, 27, 40, 41, 61, 62) com o sistema definitiva- mente montado exerce uma força de fixação sobre o trilho (S, S2); e - com um elemento tensor (28, 29, 42, 43, 63, 64) que com o sistema definitivamente montado arma o elemento de mola (26, 27, 40, 41, 61, 62), - sendo que a cada placa de guia angular (11, 12, 33, 34, 55, 56) é conjugado um esquadro de apoio (18, 19, 35, 36, 57, 58) que com o sistema definitivamente montado é ligado ao substrato através de um elemento de fixação e que apóia a placa de guia angular (11, 12, 33, 34, 55, 56) lateral- mente contra as forças transversais absorvidas por ela.
2. Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o substrato duro é um dormente de concreto (1, 39, 52) cujo lado superior é plano pelo menos na área do espaço ocupado pelo sistema defini- tivamente montado.
3. Sistema de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a camada intermediária elástica e a placa de distribuição de pressão (8, 32, 54) são mais largas do que o pé de trilho (5, -67).
4. Sistema de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que a camada intermediária (4, 31, 53) e a placa de distribuição de pressão (8, 32, 54) possuem na sua área que se projeta lateralmente sobre o pé de trilho (5, 67) uma abertura (6, 7, 9, 10), que a placa de guia angular (11, 12, 33, 34, 55, 56) possui uma nervura de suporte (13, 14) que com o sistema definitivamente montado atravessa as aberturas (6, 7, 9, 10) e fica de pé sobre o substrato duro e que o segmento da placa de guia angular (11, 12, 33, 34, 55, 56) que com o sistema definitivamente montado se so- brepõe sobre a placa de distribuição de pressão (8, 32, 54) é fixado a uma distância da placa de distribuição de pressão (8, 32, 54).
5. Sistema de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que entre o pé do trilho e a placa de distribuição de pressão é disposta uma camada eletricamente isolante (25, 65, 66).
6. Sistema de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o esquadro de apoio (18, 19, 35, 36, 57, 58) possui um primeiro segmento de apoio (20) conjugado ao substrato duro, um segmento de suporte (21) disposto em ângulo relativamente a este que com o sistema definitivamente montado encosta-se à placa de guia angular (11, -12, 33, 34, 55, 56) e pelo menos uma nervura de reforço (22) que se estende entre o segmento de apoio (20) e o segmento de suporte (21).
7. Sistema de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que compreende dois pares de placa de guia an- gular (11, 12, 33, 34, 55, 56) e esquadro de apoio (18, 19, 35, 36, 57, 58), dos quais respectivamente um par é conjugado e um dos lados do pé de trilho (5, 67).
8. Sistema de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o trilho (S) a ser fixado é parte de uma agu- lha, que a placa de distribuição de pressão (32) possui uma superfície de apoio (47) onde com o sistema definitivamente montado se apóia o trilho (S) com seu pé de trilho (5), e uma superfície de deslize (46) elevada em rela- ção à superfície de apoio (47) para uma lâmina de agulha (Z).
9. Sistema de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que a placa de distribuição de pressão (32) possui um ponto de fixa- ção (48) disposto na área entre a superfície de apoio (47) e a superfície de deslize (46) elevada e que o sistema compreende um outro elemento tensor (50) a ser fixado no ponto de fixação (48) e um segundo elemento de mola (49) que com o sistema definitivamente montado é armado por um outro e- lemento tensor (50) e que age sobre o pé de trilho (5) no lado oposto ao pri- meiro elemento de mola (40).
10. Sistema de acordo com a reivindicação 8 ou 9, caracterizado pelo fato de que compreende dois grupos de placas de guia angular (33, 34), elemento de mola (40, 41), elemento tensor (42, 43) e esquadro de apoio (35, 36), dos quais um é conjugado diretamente ao trilho (S) a ser fixado, ao passo que o outro grupo é conjugado ao outro lado da placa de distribuição de pressão (32) e o elemento de mola (41) pertencente a este grupo age sobre a placa de distribuição de pressão (32).
11. Sistema de acordo com uma das reivindicações 1 a 7, carac- terizado pelo fato de que com o sistema definitivamente montado estão dis- postos na placa de distribuição de pressão (54) dois trilhos (S, S2) distancia- dos um do outro.
12. Sistema de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a placa de distribuição de pressão (54) nos espaços que com o sistema definitivamente montado são ocupados pelos pés de trilho (5,67) são formados dois pontos de fixação (68, 69), e que o sistema compre- ende dois elementos tensores (72, 73) adicionais a serem fixados nos pon- tos de fixação (68, 69) e dois elementos de mola (70, 71) adicionais, dos quais respectivamente um é armado pelo elemento tensor (72, 73) a ele con- jugado, e no lado oposto ao respectivo primeiro elemento de mola (61, 62) age sobre o pé de trilho (5, 67) do trilho (S, S2) respectivamente conjugado a ele.
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