BRPI0621047A2 - torre de turbina eólica, turbina eólica, e método para a construção da torre de turbina eólica - Google Patents

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Abstract

TORRE DE TURBINA EóLICA, TURBINA EóLICA, E MéTODO PARA A CONSTRUçãO DA TORRE DE TURBINA EóLICA. A invenção está relacionada a uma torre de turbina eólica (2) que compreende pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) A torre de turbina eólica (2) é caracterizada pelo fato de que as chapas de torre (7) estão conectadas por uma ou mais juntas por meio de talas (16) A invenção também está relacionada a uma turbina eólica (1) e a um método para a construção da torre de turbina eólica (2).

Description

TORRE DE TURBINA EÓLICA, TURBINA EÓLICA, E MÉTODO PARA A CONSTRUÇÃO DA TORRE DE TURBINA EÓLICA
Fundamentos da Invenção
A invenção está relacionada a uma torre de turbina eólica de acordo com o preâmbulo de reivindicação 1, uma turbina eólica e um método para a construção da torre de turbina eólica.
Descrição da Arte Relacionada
Uma turbina eólica conhecida na arte inclui uma torre de turbina eólica afunilada e uma nacela de turbina eólica posicionada no topo da torre. Um rotor de turbina eólica com várias lâminas de turbina eólica está conectado à nacela através de um eixo de baixa velocidade que estende fora da parte frontal da nacela como ilustrado na figura 1.
As torres de turbinas eólicas compreendem tipicamente um número de seções cênicas arredondadas de torre montadas umas sobre as outras. As seções de torre são usualmente aparafusadas juntas por meio de flanges horizontais colocados internamente, os quais são soldados à parte de topo e inferior de cada seção de torre. Cada uma das seções de torre compreende um número de anéis de torre soldados uns aos outros. Esses anéis de torre são usualmente feitos de chapas de aço, as quais são calandradas numa configuração circular e soldadas para que elas constituam um anel fechado de 360°.
A idéia geral por trás desse projeto é que, uma torre precisa ser relativamente fácil de ser construída no local da montagem e que uma torre arredondada sem quaisquer juntas visíveis é visualmente mais agradável. Porém, nos anos recentes o desenvolvimento em massa da produção de turbinas eólicas tem avançado tornando-as cada vez maiores, tanto em débito de corrente e em tamanho. Este processo clama por melhores e mais eficientes componentes e de métodos de fabricação, e particularmente no âmbito de torres de turbinas eólicas, esse desenvolvimento tem sido profundo. As instalações de fabricação para as grandes e modernas torres de turbinas eólicas demanda uma construção com um altura livre de 8 m, acesso a equipamento guindaste de 7 0 t e equipamento de calandragem altamente especializado e caro. Além do mais, a soIdagem reduz o limite de fadiga nas torres e desse modo sua resistência, que torna necessário produzir a torre ou pelo menos partes com chapas mais grossas que as que seriam de outro modo necessárias.
Além disso, o tamanho de torres soldadas quase tem - ou em alguns casos já - alcançou o limite do que pode ser transportado em a maioria das estradas, em que o diâmetro da torre é limitado ao que pode passar debaixo de pontes, por túneis etc.
Um modo de lidar com estes problemas é revelado no pedido de patente européia EP 1 561 883. Esse pedido revela uma torre de turbina eólica constituída de estágios de partes metálicas pré-fabricadas. As partes metálicas são formadas como chapas substancialmente retangulares, as quais são abertas no lado voltado ao interior da torre. As partes são fixadas juntas no interior da torre através de seus lados adjacentes. Um grande anel anular de reforço pode ser provido no interior da torre para melhorar a rigidez das torres. Esse projeto proporciona uma torre poligonal onde a soldagem nas seções da torre e entre as seções da torre são grandemente reduzidas ou eliminadas. Porém as partes metálicas possuem um projeto complexo.e são desse modo difíceis e caras de fabricar.
Um objetivo da invenção é o de proporcionar uma torre de turbina eólica sem as desvantagens mencionadas.
Especialmente, é ura objetivo da invenção proporcionar um projeto de torre mais eficiente em custo que proporciona um processo mais simples de fabricação da torre.
A invenção
A invenção proporciona uma torre de turbina eólica que compreende pelo m enos duas chapas metálicas de torre adjacentes. A torre de turbina eólica é caracterizada pelo fato de que, as chapas de torre estão conectadas por meio de uma ou mais juntas por meio de talas.
É vantajoso fazer a torre mediante conectar as chapas de torre por meio de juntas por meio de talas, pelo fato de que permite um projeto de torre simples onde todas as partes da torre podem ser fabricadas através da utilização de meios de fabricação de baixa tecnologia.
A conexão das chapas por meio de juntas por meio de talas também permite a possibilidade de conectar as chapas de torre através de meios de conexão mecânicos como ferrolhos providos de rosca, parafusos ou rebites. Desse modo, a soldagem na torre é evitada, e especialmente em áreas do mundo onde as variações do tempo são relativamente baixas, é econômico e vantajoso, por exemplo, aparafusar os anéis juntos, pelo fato de que apesar de ser mais demorado para realizar que a solda de juntas, a torre aparafusada pode ser feita com chapas mais delgadas, reduzindo desse modo o custo material da torre.
Além disso, a conexão das chapas de torre por meio de juntas por meio de talas é vantajosa, pelo fato de que especialmente comparado a soldar, as juntas por meio de talas permitem que a torre ou seções da torre sejam montadas no local ou próximo do local da edificação. Isto é vantajoso, pelo fato de que o projeto de torre já não está mais limitado pelo que pode passar debaixo de pontes etc., durante o transporte. Seria difícil e potencialmente muito prejudicial ao ambiente se uma torre tivesse de ser soldada no local da edificação. Em primeiro lugar o processo de soldagem demanda um ambiente relativamente controlado para ser realizado de modo bom e confiável, o que pode ser difícil de se conseguir em um local de edificação freqüentemente remoto. Em segundo lugar uma junta soldada precisa ser polida e pintada em seguida, o que precisa ser feito em um ambiente controlado para alcançar um resultado satisfatório. Polir e pintar são processos industriais, que constituem uma ameaça ao ambiente se os processos não forem feitos em um ambiente controlado.
Além disso, fazer as chapas de torre de aço é vantajoso, pelo fato de que o aço é um material resistente, relativamente barato, e bem consagrado, o qual é muito satisfatório para fazer grandes torres de turbinas eólicas. Adicionalmente, oficinas de usinagem para a usinagem ainda que de grandes chapas de aço (corte, furação, polimento e encurvaraento) são encontradas em toda parte do mundo, tornando possível fabricar as chapas de torre relativamente perto do local de edificação, não importando o quão remoto esteja esse local. O motivo para isso é também que, mediante construir a torre ou as seções de torre de um número de chapas de torre é possível fabricar as chapas em uma instalação industrial com menor altura livre, que o diâmetro completo da torre e as chapas são menores e mais leves que um anel ou seção de torre completos e desse modo mais fácil administrar durante a fabricação.
Deve ser enfatizado que pelo termo "talas de junção" é para ser entendido, uma junta que conecta as chapas de torre por meio de um ou mais de hastes, chapas, talas de junção, acessórios ou similares transferidores de tensões que indiretamente conectam as chapas de torre. O termo "talas de junção" não inclui juntas onde as chapas de torre são fixadas diretamente umas às outras, por exemplo, mediante tornar as chapas sobrepostas e fixando-as juntas na região de sobreposição.
Além disso deve ser enfatizado que o termo "talas de junção" não está limitado para ser entendido como apenas juntas onde hastes, chapas, talas de junção, acessórios ou similares transferidores de tensões estão posicionados sobre a superfície interna da junta entre as chapas de torre e outras hastes, chapas, talas de junção, acessórios ou similares transferidores de tensões estão colocados sobre a superfície interna ou apenas a superfície externa da junta, para conectar as chapas de torre.
Em um aspecto da invenção, as referidas uma ou mais juntas por meio de talas compreendem uma ou mais talas de junção que está em contato apenas nas superfícies internas das referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes e/ou uma ou mais talas de junção que está era contato apenas nas suspensões externas das referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes.
A utilização de talas de junção é um modo simples e de baixo custo de fazer uma talas de junção, e o posicionamento das talas de junção em uma ou outra sobre a superfície externa ou a superfície interna ou de uma tala de junção sobre ambos os lados de superfície da torre é vantajoso, pelo fato de que o processo de montagem é simplificado, e a transferência de cargas através de uma junta por meio de talas feita por meio de talas de junção, se torna amplamente distribuído fazendo a resistência da torre relativamente fácil de calcular. Isso é vantajoso, pelo fato de que quando a resistência da torre é relativamente fácil de calcular o custo do redimensionamento da torre é também reduzido, aumentando desse modo a flexibilidade do projeto da torre.
Além disso, a montagem da torre pelo uso de talas de junção permite que chapas de torre individuais possam ser substituídas, por exemplo, se uma chapa de torre foi danificada por uma carga que seja suspensa até a nacela.
Em um aspecto da invenção, a referida uma ou mais talas de junção está era contato com apenas a superfície interna das referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre.
A colocação das talas de junção no lado interno da torre é vantajosa pelo fato de que, mediante "ocultar" a talas de junção, a torre se torna visualmente mais agradável. Além disso, as talas de junção são mais protegidas da chuva, neve, água salgada e semelhantes, quando colocadas na parte interna da torre.
Em um aspecto da invenção, a referida uma ou mais talas de junção são conectadas às referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes por meio de ferrolhos providos com rosca e porca.
Conectar uma junta que sustenta carga numa torre de turbina eólica por meio de soldagem é um procedimento um tanto complexo, o qual precisa ser apropriadamente realizado pro soldadores experientes e possivelmente inspecionados por meio de método de controle por raios-X, ultra-som ou um outro método não destrutivo de controle, para assegurar a qualidade da junta. Uma pessoa que proveja ferrolhos providos com rosca e porca a uma junta que receba cargas que seja provida de ferrolhos providos com rosca e porca da torre de turbina eólica necessita muito pouca instrução para realizar o trabalho de modo satisfatório, e o procedimento de controle é muito mais simples e demanda equipamento muito mais simples.
Além disso a conexão pode ser também feitas por parafusos ou rebites, mas os parafusos são usualmente mais caros que os ferrolhos providos com rosca e porca e os tradicionais rebites são muito freqüentemente consumidores de tempo para montar.
Em um aspecto da invenção, a referida uma ou mais talas de junção tem uma forma substancialmente retangular com um comprimento, largura e espessura substancialmente constantes.
Prover as talas de junção com um desenho retangular simples é vantajoso, pelo fato de que os custos de fabricação podem ser reduzidos e pelo fato de que é simples calcular as capacidades de transferência de cargas de chapas retangulares simples com seções transversais constantes. Isso torna mais simples dimensionar as talas de junção e a torre, que por sua vez torna esse projeto eficiente em custos e flexível.
Deverá ser enfatizado que pelo termo "comprimento, largura e espessura constantes" é para ser entendido que as talas de junção individuais possuem cada uma um comprimento, largura e espessura substancialmente constantes. A frase não significa que a totalidade das talas de junção em uma torre estejam limitadas a possuírem o mesmo comprimento, largura e espessura.
Em um aspecto da invenção, a referida uma ou mais talas de junção possui uma espessura (T) de entre 1 e 50 mm, pref erivelmente entre 3 e 30 mm, e muito preferido entre 5 e 10 mm.
Se as talas de junção são muito delgadas elas não serão capazes de transferir a carga necessária, e se elas são muito espessas se tornam caras para fabricar e muito pesadas.
As presentes faixas de espessuras proporcionam, portanto, uma relação vantajosa entre a funcionalidade e custo das talas de junção.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes compreendem uma primeira região lateral vertical ou substancialmente vertical e uma segunda região lateral vertical ou substancialmente vertical, e onde a referida primeira região lateral de uma primeira chapa de torre da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes está conectada à referida segunda região de uma adicional chapa de torre da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes. É vantajoso conectar as chapas de torre através de suas regiões laterais pelo fato de que, nesse modo de distribuição de carga ela provê um local vantajoso para conectar as chapas de torre através de meios mecânicos de conexão tal como ferrolhos providos com rosca e porca, parafusos ou rebites.
Além disso, mediante fabricar a torre ou seções de torre de um número de chapas de torre verticalmente conectadas é possível transportar a torre como chapas individuais, as quais são montadas no local ou nas proximidades do local da edificação. Desse modo, é possível to design torres com melhores qualidades de transferência de cargas, tal como uma torre que seja, por exemplo, de mais de 10 metros de diâmetro na base da torre.
Deverá ser enfatizado que o termo "vertical" é para ser entendido como a direção vertical numa torre de turbina eólica ereta, como a torre estará posicionada durante o uso normal de uma turbina eólica.
Em um aspecto da invenção, a referida torre compreende pelo menos duas seções de torre completas de 360°, as referidas pelo menos duas seções de torre compreendendo pelo menos duas horizontalmente adjacentes chapas metálicas de torre.
A construção da torre de turbina eólica desde a fundação e o erigir ou a montagem da torre inteira horizontalmente e em seguida o erguimento da torre completa de uma vez é muito difícil, particularmente na medida em que as torres se tornam cada vez maiores. É, portanto, vantajoso, que a torre seja subdividida em seções, pelo fato de que é desse modo possível montar uma parte manejável da torre e posiciona-la no topo de pelo menos uma outra seção de torre, por exemplo, por meio de um guindaste móvel com uma capacidade concreta de içamento.
Deverá ser enfatizado que o termo "horizontalmente" é para ser entendido como a direção horizontal em uma torre de turbina eólica ereta, como a torre deverá estar posicionada durante o uso normal de uma turbina eólica.
Em um aspecto da invenção, as referidas chapas de torre em uma seção da torre são substancialmente idênticas em forma.
Produzir as chapas de torre de uma específica seção de torre substancialmente idênticas em forma é vantajoso, pelo fato de que, isto simplifica o processo de fabricação e montagem.
Em um aspecto da invenção, as referidas chapas de torre em uma seção da torre estão alinhadas verticalmente. 20 O alinhamento de forma vertical de todas as chapas
de.torre em uma específica seção de torre é vantajoso, pelo fato de que as extremidades verticais das chapas de torre se tornam alinhadas, permitindo uma junta simples entre as seções da torre.
Além disso, o alinhamento das chapas de torre também proporcionam quanto a uma torre mais simétrica, que é tanto mais simples de montar e mais agradável visualmente.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas seções de torre compreendem entre 1 e 50, preferivelmente 2 e 30 e muito preferido entre 3 e 10, tal como 4, 6 ou 8 chapas de torre horizontalmente adjacentes.
Os custos de fabricação e de montagem aumentam com o número de chapas de torre èm um anel de torre, pelo fato de que mais chapas precisam ser manejadas e mais juntas precisam ser feitas. Porem, se o número de chapas se torna muito baixo, as chapas precisam ser tão largas que elas se tornam muito caras e difíceis de manejar.
As presentes faixas de número de chapas portanto proporcionam quanto a uma relação vantajosa com respeito aos custos de fabricação e montagem.
Em um aspecto da invenção, pelo menos duas das referidas pelo menos duas seções de torre completas de 3 60° compreendem números não iguais de chapas de torre.
Fazer as seções de torre compreenderem números diferentes de chapas de torre é vantajoso, pelo fato de que permite um projeto de torre onde o número juntas verticais é reduzido, tornando a construção da torre mais eficiente e rápida.
Em um aspecto da invenção, a referida torre de turbina eólica se afunila para cima.
Fazer a torre mais larga na parte de baixo que na parte de topo é vantajoso pelo fato de que, isto provê quanto a um projeto de torre vantajoso com respeito a transferência de cargas.
Deverá ser enfatizado que o termo "para cima" é para ser entendido como a direção vertical para cima numa torre de turbina eólica erigida, como uma torre deverá estar posicionada durante o uso normal de urna turbina eólica.
Em um aspecto da invenção, a referida torre de turbina eólica de forma poligonal.
Em se fazendo a torre poligonal, é evitado o uso de complexos e caros equipamentos de calandragem, pelo fato de que a torre pode ser feita de chapas planas e retas ou as chapas podem ser modeladas por meio de um número de encurvamentos verticais ou substancialmente verticais. Desse modo, a configuração das chapas de torre não está restrita a unidades industriais que compreendam instalações de calandragem altamente especializadas, mas as chapas podem ser produzidas em máquinas de dobrar mais simples e mais comuns encontradas em qualquer parte do mundo. Isso permite a fabricação das torres próximo ao local de montagem, ainda que essas áreas sejam freqüentemente um tanto remota, e desse modo é evitada o transporte das torres por grandes distâncias.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas chapas de torre compreendem entre 1 e 15, preferivelrnente 2 ou 7 encurvamentos verticais ou substancialmente verticais.
Os custos de fabricação aumentam com o número de encurvamentos, mas com respeito à distribuição de carga o projeto ótimo de torre é arredondado, por exemplo, pelo fato de que a torre precisa transferir o momento das cargas de vento provenientes de todas as direções.
As presentes faixas do número de encurvamento, portanto, provê quanto a uma relação vantajosa entre os custos de fabricação as vantajosas qualidades de transferência de cargas.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas chapas de torre tem uma largura da parte de baixo, que é mais larga que a largura na parte de topo.
Fazer as chapas de torre mais largas na parte de baixo que na parte de topo é vantajoso, pelo fato de que isto proporciona um modo simples de fazer a torre mais larga na parte de baixo que na parte de topo, o que proporciona um projeto vantajoso no que se refere à transferência de cargas.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas chapas de torre possui uma extensão longitudinal de entre 1 e 50 m, preferivelmente entre 3 e 30 m, e muito preferido entre 7 e 15 m.
Se as chapas de se tornam muito longas, elas dificultam o manejo e transporte, e se torna mais difícil encontrar equipamentos tais como máquinas de encurvar, cortadores laser ou de chama e outros que possam lidar com chapas de grandes comprimentos. Se as chapas são muito curtas, o número de chapas para produzir uma torre é aumentado aumentando desse modo o número de juntas horizontais, o que então poderá aumentar o temperatura que leva para a construção da torre.
As presentes faixas de comprimento ranges, portanto, proporcionam quanto a uma relação vantajosa entre o que é possível e economicamente vantajoso para fabricar e manejar e o tempo de montagem da torre.
Deverá ser enfatizado, que pelo termo "se estende longitudinal" é para ser entendido, a direção na qual as chapas de torre são mais alongadas, o que significa a direção vertical ou substancialmente vertical das chapas de torre, quando montadas numa torre de turbina eólica ereta.
Em um aspecto da invenção, cada uma das referidas pelo menos duas chapas de torre possui uma espessura constante.
Fazer as chapas de torre de chapas com espessura constante é vantajoso, pelo fato de que reduz o custo de material e isto provê quanto a um processo simples de fabricação.
Deverá ser enfatizado que isto não limita a que todas as chapas possuam a mesma espessura. É altamente factível que seria vantajoso produzir as chapas de torre na parte de baixo da torre a partir de uma chapa mais grossa que as chapas na parte da torre, pelo fato de que as chapas de torre na parte de baixo precisam transferir uma carga muito maior que as chapas na parte de topo da torre.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas chapas de torre possui uma espessura de entre 1 e 50 mm, preferivelmente entre 3 e 30 mm, e muito preferido entre 9 e 20 mm.
Se as chapas se tornam muito grossas, elas se tornam difíceis para fabricar e o custo dos materiais aumenta.. Se as chapas são muito delgadas, o diâmetro da torre precisará ser aumentado por conseqüência para transferir a mesma carga, tornando a torre desvantajosamente larga e aumentando o número de juntas verticais e desse modo o tempo de montagem.
As presentes faixas de espessuras proporcionam quanto a uma relação vantajosa entre os custos de fabricação e de material e um projeto vantajoso de torre especialmente com respeito ao tempo de montagem.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas chapas de torre possuem uma largura mais ampla de entre 0,5 e 20 m, preferivelmente entre 1 e 10 m, e muito preferido entre 1,5 e 5 m.
Se as chapas de se tornam muito largas, elas se tornam difíceis de manejar è de transportar, e se torna mais difícil encontrar instalações de calandragem capazes de produzir as chapas amplas. Se as chapas são muito estreitas, o número de chapas para produzir uma torre é aumentado, aumentando desse modo o número de juntas verticais, que por sua vez aumenta o tempo que leva para montar uma torre.
As presentes faixas de largura, portanto, proporcionam quanto a uma relação vantajosa entre o que é possível e economicamente vantajoso para a fabricação e manuseio, e o tempo de montagem das torres.
A invenção também está relacionada a uma turbina eólica compreendendo uma torre de turbina eólica de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 to 20.
Ainda adicionalmente a invenção está relacionada a um método para a construção da torre de turbina eólica. O método compreende as etapas de
estabelecer pelo menos duas seções de torre mediante conectar pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes por meio de uma ou mais talas de junção,
montar uma primeira seção de torre de pelo menos duas seções de torre sobre pelo menos uma adicional seção de torre de pelo menos duas seções de torre, e
conectar a primeira seção de torre e a adicional seção de torre.
É vantajoso produzir as seções de torre de pelo menos duas chapas de torre adjacentes conectadas por meio de talas de junção, pelo fato de que quando a torre pode ser dividida verticalmente é possível transportar as chapas de torre individuais de modo relativamente fácil, por exemplo, em contêineres de padrão ISO, até o local da edificação e em seguida montar as seções da torre no local da edificação, por exemplo, através de meios mecânicos de conexão tal como parafusos, ferrolhos providos com rosca e porca ou rebites. Além disso, a posição de uma tala de junção vertical em uma seção da torre, não é dependente da posição das talas de junção nas outras seções de torre. Portanto, o número de chapas de torre não precisa ser o mesmo em todas as seções de torre. Isto é vantajoso, pelo fato de que se a torre se afunila (como o fazem quase a totalidade das torres de turbinas eólicas) e é economicamente vantajoso utilizar chapas de torre de uma dada largura máxima, tal como, por exemplo, 2,4 metros, o número de chapas de torre nas seções de torre pode ser reduzido ao longo da extensão da torre, reduzindo desse modo o número juntas verticais na torre. Quando o número juntas verticais pode ser reduzido, o número de, por exemplo, juntas unidas por ferrolhos providos de rosca e com porca pode ser reduzido por conseqüência, reduzindo desse modo significativamente o tempo para a construção da torre.
Em um aspecto da invenção, a referida primeira seção de torre e a referida seção adicional de torre são conectadas por meio de uma ou mais talas de junção.
Mediante também fixar as seções de torre umas às outras por meio de talas de junção, a totalidade ou quase a totalidade da sondagem na torre ou sobre a torre pode ser evitada, tornando possível reduzir o consumo de materiais da torre.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas seções de torre são produzidas para formar anéis completos de 360°. Fazer as seções de torre como anéis completos de 360° é vantajoso, pelo fato de que a resistência e a rigidez das torres é desse modo aumentada, particularmente porque a torre precisa suportar cargas de vento provenientes de todas as direções.
Deverá ser enfatizado que o termo "anéis completos de 360°" não limita as seções de torre a possuírem uma forma específica, tal como circular. As seções de torre podem ter também uma forma triangular, quadrada, retangular, elíptica, poligonal, ou outra forma numa seção transversal horizontal. O termo "anéis completos de 360o" apenas significa que a forma é fechada.
Em um aspecto da invenção, a referida uma ou mais talas de junção são produzidas mediante uma ou mais talas de junção contatarem apenas as superfícies internas das referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes e/ou produzidas mediante fazer uma ou mais talas de junção contatarem apenas as superfícies externas da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes.
Em um aspecto da invenção, a referida uma ou mais talas de junção contata apenas a superfície interna da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes.
Em um aspecto da invenção, a referida uma ou mais talas de junção estão conectadas às referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes por meio de ferrolhos providos com rosca e porca.
Em um aspecto da invenção, a referida uma ou mais talas de junção tem uma forma substancialmente retangular com um comprimento, largura e espessura substancialmente constantes.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes compreendem uma primeira região lateral vertical ou substancialmente vertical e uma segunda região lateral vertical ou substancialmente vertical, e onde a referida primeira região lateral de uma primeira chapa de torre da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes está conectada à referida segunda região de uma adicional chapa de torre da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes.
Em um aspecto da invenção, as referidas chapas de torre em uma seção da torre são de forma substancialmente idênticas.
Em um aspecto da invenção, as referidas chapas de torre em uma seção da torre estão alinhadas verticalmente.
Em um aspecto da invenção, as referidas pelo menos duas chapas de torre são providas com entre 1 e 15, preferivelmente 2 ou 7 encurvamentos verticais ou substancialmente verticais.
Em um aspecto da invenção, a referida montagem é feita no local ou bem próximo ao local de montagem onde a referida torre de turbina eólica é para ser erigida. A montagem da torre no local ou bem próximo ao local de montagem onde a torre é para ser erigida é vantajoso, pelo fato de que o transporte ao longo de grandes distâncias, de grandes partes de torre as quais são difíceis de manejar, é evitado. Além disso, a montagem da torre no local ou nas proximidades ao local de erguimento é possível devido ao fato de que uma junta que suporta carga provida de ferrolho com rosca e porca pode ser feita de modo correto ainda que sob condições primitivas, enquanto que uma junta soldada que suporta carga demanda um ambiente mais controlado para ser realizada de modo confiável.
Figuras
A invenção será descrita a seguir com referência às Figuras nas quais:
A Figura 1 ilustra uma grande turbina eólica moderna conhecida na arte, como vista a partir do lado frontal,
A Figura 2 ilustra uma seção da torre da torre de turbina eólica de acordo com a invenção - como visto a partir do topo,
A Figura 3 ilustra uma torre de turbina eólica de acordo com a invenção como visto a partir do lado frontal,
A Figura 4 ilustra uma chapa de torre como visto pelo lado traseiro; isto é, a partir do interior da torre de turbina eólica,
A Figura 5 ilustra a mesma chapa de torre como ilustrada na Figura 4, como visto a partir do topo,
A Figura 6 ilustra uma seção transversal de uma modalidade de uma junta por meio de talas entre duas chapas de torre, como visto a partir do topo,
A Figura 7 ilustra uma seção transversal de uma modalidade de uma junta por meio de talas entre duas chapas de torre de diferentes espessuras, como visto a partir do topo,
A Figura 8 ilustra uma parte do lado interno da torre de turbina eólica compreendendo juntas por meio de talas, como visto a partir do lado traseiro, e
A Figura 9 ilustra uma parte de uma seção transversal vertical através uma junta por meio de talas vertical na parte de topo da torre de turbina eólica, como visto a partir do lado frontal.
Descrição Detalhada
A Figura 1 ilustra uma turbina eólica 1 conhecida na arte, compreendendo uma torre afunilada 2, que está subdividida em um número de seções de torre 6. Uma nacela de turbina eólica 3 está posicionada no topo da torre 2.
O rotor 4 da turbina eólica, compreendendo um número de lâminas 5 da turbina eólica, está conectado à nacela 3 através do eixo de baixa velocidade que se estende para fora da parte frontal da nacela 3.
A Figura 2 ilustra uma seção 6 da torre de turbina eólica 2 de acordo com a invenção como visto a partir do topo. Nessa modalidade da invenção a seção de torre 6 compreende oito chapas de torre 7 posicionadas lado a lado. Numa outra modalidade da invenção a seção de torre 6 pode compreender um outro número de chapas de torre 7 tal como dois, quatro, seis ou dez. Nenhuma das chapas 7 ou partes das chapas 7 se sobrepõe a outras chapas 7 ou partes de outras chapas 7.
Chapas de torre adjacentes 7 criam um número de juntas verticais ou substancialmente verticais 18 as quais são conectadas por meio de juntas por meio de talas 16, que por meio de talas de junção .8 fixadas às chapas 7 adjacentes sobre suas superfícies internas 9 conectam as chapas 7. Numa outra modalidade da invenção as talas de junção 8 podem ser também providas sobre a superfície externa 10 das chapas de torre 7, alternativamente sobre a superfície interna 9 e a superfície externa 10, as chapas 7 podem ser providas com talas de junção 8 ambos sobre a superfície interna 9 e a superfície externa 10 ou as talas de junção 8 podem ser colocadas em um outro modo, contanto que uma dada tala de junção 8 sempre esteja anexada ao mesmo lado da superfície 9, 10 de ambas as chapas 7 que ela conecta.
Nessa modalidade da invenção as oito chapas de torre 7 são idênticas ou substancialmente idênticas e cada uma das chapas de torre 7 compreende três encurvamentos verticais 11, produzindo a seção de torre 6 com uma forma poligonal de vinte e quatro lados. Numa outra modalidade da invenção cada uma das chapas de torre pode compreender um outro número de encurvamentos verticais 11 tal como um, dois, quatro ou cinco. As oito chapas 7 podem também compreender um número variado de encurvamentos 11, as oito chapas 7 podem ser chapas completamente retas e planas fazendo a seção de torre 6 com oito lados ou as chapas 7 podem ser calandradas fazendo a seção de torre 6 arredondada, onde cada uma das oito chapas 7 pode constituir substancialmente 45° da seção de torre 6 completa de 360° ou a seção de torre 6 pode compreender uma combinação de chapas 7 de forma diferentemente configurada.
Se a seção de torre 6 foi feita de, por exemplo, oito chapas 7 retas, as talas de junção 8 podem compreender um encurvamento vertical, por exemplo, através da parte intermediária, para fazer substancialmente o lado inteiro das talas de junção 8 ficar voltado para as chapas de torre 7, em contato com a superfície interna 9 das chapas de torre 7. Do mesmo modo, se as chapas de torre 7 forem calandradas, as talas de junção 8 podem ser também calandradas para ajustar a forma das chapas de torre 7 ao redor das juntas 15, 18.
A Figura 3 ilustra uma torre de turbina eólica 2 de acordo com a invenção como visto a partir do lado frontal. Nessa modalidade da invenção a torre 2 compreende nine seções de torre 6, mas numa outra modalidade a torre 2 pode compreender um outro número de seções 6. A seção inferior 12 da torre nessa modalidade é de 3820 mm de altura Lp e as outras oito seções 6 de torre são todas de 9000 mm de altura Lp perfazendo a torre um total de 75820 mm de altura, mas essas alturas Lp de ambas as seções individuais de torre 6, 12 e a altura total da torre podem, naturalmente, serem variadas quase infinitamente dentro do escopo da invenção.
Nessa modalidade da invenção seção inferior de torre 12 não é tão alta Lp quanto o restante das seções 6, porque a seção inferior de torre 12 compreende uma chapa de torre 7 com uma abertura de porta 17. A chapa 7 com a abertura de porta 17 é consideravelmente mais grossa Tp que o resto das chapas de torre 7 na seção inferior 12, e para reduzir o uso de material, a seção inferior 12 é nessa modalidade feita mais curta que o restante das seções 12. Em uma outra modalidade da invenção a chapa 7 compreendendo a abertura de porta 17 pode estar colocada numa outra seção 6 da torre 2, tal como a segunda ou a terceira seção 6 contada a partir da parte inferior 13 da torre 2 ou a abertura de porta 17 pode ser feita de um outro modo tornando possível e/ou vantajoso fazer a seção 6 compreender a abertura de porta 17 de uma diferente altura Lp. Prover a abertura de porta 17 na segunda ou terceira seção 6 pode ser vantajoso, por exemplo, afastado da costa, onde a porta pode ser colocada numa distância segura ou relativamente segura de ondas e água que de outro modo possam respingar contra a torre 2. Uma tal posição de porta relativamente alta poderá demandar meios de acesso, por exemplo, na forma de escadas, degraus, elevadores ou outros colocados no lado externo da torre 2.
Nessa modalidade da invenção a espessura Tp das chapas de torre 7 variam ao longo da extensão da torre 2.
Nessa modalidade a totalidade das chapas de torre 7 na seção inferior 12 (exceto a chapa 7 que compreende a abertura de porta 17, que é de 27 mm de espessura) e a seção 6 posicionada diretamente acima dela, são todas de 17 mm de espessura. As chapas 7 na terceira e quarta seção 6 são todas de 17 mm de espessura, as chapas 7 na quinta seção 6 são todas de 15 mm de espessura, as chapas 7 na sexta seção 6 são todas de 14 mm de espessura, as chapas 7 na sétima seção 6 são todas de 13 mm de espessura e as chapas 7 na nona seção e seção superior 6 são todas de 12 mm de espessura, ònde a totalidade das seções 6 são contadas a partir da parte inferior 13 da torre 2 e para cima. Essa variação na espessura da chapa Tp ao longo da extensão da torre 2, é feita para reduzir o uso de material na torre 2 e desse modo reduzir o custo da torre 2, pelo fato de que as tensões que a torre 2, as seções de torre 6 e as chapas de torre 7 precisam suportar é reduzida para cima. Numa outra modalidade da invenção a espessura Tp das chapas de torre 7 podem variar entre 1 e 50 mm, preferivelmente entre 4 e 35 mm e muito preferido entre 8 e 25 mm.
As chapas de torre 7 podem ser colocadas também de modo escalonado, onde as chapas de torre 7 na parte de baixo 13 e/ou de topo 14 da torre 2 alternativamente podem ter diferentes comprimentos Lp. Todas as outras chapas 7 na torre 2 podem então ter comprimentos Lp substancialmente idênticos. Essa construção de forma escalonada pode resultar em não ser necessário se ter juntas horizontal 15 entre as chapas de torre 7 posicionadas diretamente próximas umas das outras. Uma variação do projeto dessa torre 2 pode ser fazer um número de seções 6 de torre de chapas 7 escalonadas de torre.
Nessa modalidade da invenção a torre se afunila em um ângulo substancialmente constante porque todas as seções de torre 6 se afunilam em um ângulo substancialmente constante, fazendo a torre 2 mais larga na parte de baixo 13 que na parte de topo 14, mas numa outra modalidade a torre 2 pode ter uma seção transversal constante fazendo a torre 2 reta, a torre 2 pode compreender curvas tal como curvas convexas ou côncavas, por exemplo, fazendo a torre 2 com forma de trombeta, o diâmetro da torre 2 pode ser reduzido no sentido para cima em etapas ou a torre 2 pode ser projetada de outro modo dependendo do local de seu erguimento, do tamanho da torre 2, dos custos de produção, do transporte ou outros.
Uma torre 2 - como ilustrado na Figura 3 - feita de chapas de torre 7 conectadas por meio de talas de junção 8 unidas por ferrolhos providos com rosca e porca, pode conter acima de 15.000 ferrolhos providos com rosca e porca 22. Tanto durante a montagem da torre, imediatamente após e em certos intervalos durante a vida da torre os ferrolhos providos com rosca e porca 22 das juntas 15, 18 precisam ser controladas e possivelmente apertadas. Um elevador, que pode ser facilmente posicionada na parte frontal ou em muita proximidade desses ferrolhos providos com rosca e porca 22, não importando a posição deles se "radial" ou "axial" na torre 2 pode ser, portanto, provido de modo vantajoso ao lado interno da torre 2.
Fig. 4 ilustra uma chapa de torre 7 como visto a partir da parte traseira; isto é, a partir do lado interno da torre de turbina eólica 2, e a Figura 5 ilustra a mesma chapa de torre 7 como visto a partir do topo. Essa modalidade de uma chapa de torre 7 compreende três encurvamentos verticais ou substancialmente verticais 11 e a chapa de torre 7 tem uma largura na parte inferior Wb, que é mais larga que a largura na parte de topo Wt para permitir, que uma torre 2 se afunile em um ângulo substancialmente constante, mas numa outra modalidade a chapa de torre 7 pode ser também substancialmente retangular ou as regiões verticais ou substancialmente verticais 19, 20 podem ser não lineares, por exemplo, se encurvando para fora na parte inferior.
Nessa modalidade da invenção as regiões laterais 19, 20 compreendem um número de furos vazados arredondados 21 para fazer uma junta por meio de talas 16, mediante fixar uma ou mais talas de junção 8 a uma chapa de torre 7 mediante uso de ferrolhos providos com rosca e porca 22, parafusos, rebites ou outros meios de conexão através dos furos 21 na chapa de torre 7 e os correspondentes furos 23 nas talas de junção 8. Numa outra modalidade os furos 21 podem ser também furos vazados rosqueados ou furos cegos rosqueados.
Fig. 6 ilustra uma seção transversal de uma modalidade de uma junta por meio de talas 16 entre duas chapas de torre 7 como visto a partir do topo.. Nessa modalidade da invenção uma tala de junção 8 é provida sobre a superfície interna 9 das duas chapas de torre 7. Numa outra modalidade as talas de junção 8 podem estar também posicionadas sobre a superfície externa 10 das duas chapas 7 ou as talas de junção 8 podem estar colocadas sobre ambos a superfície interna 9 e a superfície externa 10 das chapas de torre 7.
Nessa modalidade da invenção a junta vertical 18 entre as chapas de torre 7 compreende apenas duas fileiras de ferrolhos providos com rosca e porca 22 - uma fileira através de uma primeira região lateral vertical 19 de uma primeira chapa de torre 7 e uma outra fileira através de uma segunda região lateral vertical 20 de uma adicional chapa de torre 7. Mas, numa outra modalidade da invenção as talas de junção 8 podem ser fixadas por meio de um outro número de fileiras de ferrolhos providos com rosca e porca 22, tal como duas ou três fileiras de ferrolhos providos com rosca e porca 22 através cada uma das chapas 7 regiões laterais 19, 20. Numa outra modalidade a junta 18 pode ser provida com uma tala de junção 8 tanto no lado interno 9 e no lado externo 10 da junta 18, onde a distância entre as chapas de torre 7 é tão grande, tal que ferrolhos providos com rosca e porca 22 com um diâmetro relativamente grande possam passar entre elas. A junta por meio de talas 16 pode ser feita então por meio das talas de junção que se apertam contra as superfícies interna 9 e externa 10 das chapas de torre 7. Os furos 21 nas chapas de torre 7 podem ser então evitados e a junta 16 pode ser feita, por exemplo, por meio de apenas uma fileira de ferrolhos providos com rosca e porca 22 através da parte intermediária das talas de junção, imobilizando as duas chapas de torre e desse modalidade fixando-as.
Nessa modalidade da invenção os furos 21, 23 tanto nas talas de junção 8 e nas chapas de torre 7 são feitos durante a fabricação das partes 7, 8, mas numa outra modalidade da invenção, por exemplo, apenas os furos nas talas de junção 23 podem ser feitos antecipadamente. Os furos nas chapas de torre 21 podem ser então feitos durante a construção da torre 2, por exemplo/ mediante utilizar as talas de junção 8 como um modelo ou gabarito quando fazer os furos nas chapas de torre 21 ou apenas os furos nas chapas de torre 21 podem ser feitos em antecipado, onde os furos nas talas de junção 23 puderem ser feitos durante a montagem.
Este procedimento pode, por exemplo, ser vantajoso se um ajuste bem apertado dos ferrolhos providos com rosca e porca 22 ou rebites for desejado, por exemplo, para assegurar uma torre 2 muito rígida e internamente estável.
Nessa modalidade da invenção a tala de junção 8 é fixada às chapas de torre 7 por meio de ferrolhos providos com rosca e porca 22 colocados através dos furos 21 nas chapas de torre 7 e furos 23 nas talas de junção 8 e firmados por meio de porcas 26 no lado interno da torre 2. Uma arrueIa de pressão 24 garante que o comprimento livre dos ferrolhos providos com rosca e porca seja longo o suficiente, para os ferrolhos providos com rosca e porca serem apertados suficientemente e para manter essa pré- tensão ainda que as chapas vibrem.
As chapas de torre 7 estão nessa modalidade afastada ligeiramente, por exemplo, 5 mm para compensar quanto a qualquer expansão das partes 7, 8. Além disso, arruelas 25 são providas entre as porcas 26 e as ar ruelas de pressão 24 e entre as cabeças do ferrolhos providos com rosca e porca 22 e a chapa de torre 7.
Para impedir os ferrolhos providos com rosca e porca 22 de girar quando as porcas 26 são apertadas no lado interno da torre 2, os ferrolhos providos com rosca e porca 22 podem ser providos com arruelas no lado externo da torre 2 ou os ferrolhos providos com rosca e porca 22 podem ser providos com um soquete hexagonal na extremidade dos ferrolhos providos com rosca e porca 22 (no lado interno da torre 2), para imobilização dos ferrolhos providos com rosca e porca 22 durante o aperto da porca 26. Isso permite que todos os apertos dos ferrolhos providos com rosca e porca 22 possam ser feitos inteiramente a partir do lado interno da torre 2.
A Figura 7 ilustra uma seção transversal de uma modalidade de uma junta por meio de talas 16 entre duas chapas de torre 7 de diferentes espessuras Tp, como visto a partir do topo.
Como anteriormente explanado a chapa de torre 7 compreendendo a abertura de porta 17 pode ser feita de uma chapa mais grossa que o restante das chapas de torre 7 para compensar quanto à perda de resistência causada pelo furo 17. A Figura 7 mostra um exemplo de como uma junta vertical 18 ou horizontal 15 podem ser feitas, quando as chapas de torre adjacentes 7 são de diferentes espessuras Tp. Se - como ilustrado - é desejado que o centro das chapas 7 estejam alinhados, uma arruela de ajuste 27 pode ser provida entre as talas de junção 8 e a mais delgada das duas chapas de torre 7. Nessa modalidade da invenção a arruela de ajuste 27 é formada como uma arruela normal com uma espessura relativamente grande, mas em uma outra modalidade, a arruela de ajuste 27 pode ser também formada como uma chapa alongada tal como uma tala de junção compreendendo dois ou mais furos, fazendo a chapa simples atuar como uma arruela de ajuste 27 nos dois ou mais furos nas chapas de torre 7 e talas de junção 8.
A Figura 8 ilustra uma parte da parte interna de uma torre de turbina eólica 2 compreendendo juntas por meio de talas 16 como visto a partir do lado traseiro; isto é, o lado interno da torre 2. Nessa modalidade da invenção as talas de junção 8 estão ligeiramente separadas, por exemplo, por um espaço livre de 5 mm, para compensar quanto a qualquer expansão linear.
As talas de junção 8 podem ser de espessura T variada dependendo da posição delas no interior ou sobre a torre 2, que pode significar que a totalidade das talas de junção 8 podem ser feitas para serem colocadas numa posição especifica no interior ou sobre a torre 2. Ou as talas de junção 8 providas para fazer as talas de junção 18 podem ser substancialmente da mesma largura W e espessura T ao longo do transcurso da torre como um todo. Isso permite a possibilidade de pré-fabricar e pré-pintar as talas de junção 8 em comprimentos fixos e em seguida corta-las no comprimento L desejado no local do erguimento. Apenas as extremidades onde os cortes foram feitos precisam ser pintados no local, o que possivelmente pode ser feito manualmente utilizando uma trincha,
De modo alternativo, todas as talas de junção 8 podem ser feitas num comprimento L de, por exemplo, um metro, onde apenas uma dessas talas de junção 8 relativamente curtas precisarão ser cortadas e repintadas para ajustar o comprimento especifico da seção 6. As talas de junção 8 podem ser feitas também mediante combinar os diferentes métodos descritos acima. As talas de junção 8 ilustradas nas Figuras 2, 6, 7, 8 e 9 são caracterizadas por serem relativamente longas L e delgadas T comparadas com suas larguras W, mas numa outra modalidade da invenção o dispositivo provido para permitir uma junta por meio de talas 16 pode ser também uma chapa, que é caracterizada pelo fato de que seu comprimento L é de apenas até duas vezes a largura W, pode ser uma haste ou uma barra, que é caracterizada pelo fato de que sua largura W e espessura T é substancialmente a mesma ou pelo fato de que a barra ou a haste é relativamente grossa T comparada com sua largura W ou pode ser de algum tipo de ajuste projetado em especial provido para solucionar a tarefa de conectar duas chapas de torre 7 numa torre de turbina eólica 2 por meio de uma junta por meio de talas 16.
Fig- 9 ilustra uma parte de uma seção transversal através de uma junta por meio de talas 16 horizontal na parte de topo 14 de uma torre de turbina eólica 2. A nacela 3 precisa estar conectada à parte de topo da torre 2 muito freqüentemente, através de um mecanismo de desvio. Para permitir essa conexão a torre 2 precisa ser provida com um flange horizontal 28. Isto pode, por exemplo, ser feito como ilustrado na Figura 9.mediante fazer a parte de topo da torre 14 como uma seção de torre 29 muito curta. Esta seção de torre 29 muito curta pode ser feita como uma parte totalmente soldada, que pode ser temperada e pintada em ambiente controlado e em seguida transportada até o local do erguimento como uma parte. Se a torre 2 se afunila, a parte de topo curta da seção de torre 29 irá possuir um "diâmetro" relativamente pequeno e dado seu pequeno comprimento, mesmo uma seção de topo 2 9 para uma torre de turbina eólica relativamente grande 1 poderá ser facilmente transportada sem provocar problemas quando da passagem por pontes, túneis, etc.
A invenção foi exemplificada acima com referência aos exemplos específicos de juntas por meio de talas 16, talas de junção 8 e chapas de torre 7 para uso em torres de turbinas eólicas 2. Todavia, deverá ser entendido que a invenção não está limitada aos exemplos particulares descritos acima, mas pode ser projetada e alterada em um grande número de variáveis, inseridas no escopo da invenção e nas reivindicações específicas. Lista
1. Turbina eólica
2. Torre
3. Nacela
4. Rotor
5. Lâmina
6. Seção de torre
7. Chapa de torre
8. Talas de junção
9. Superfície interna da chapa de torre
10. Superfície externa da chapa de torre
11. Encurvainento vertical
12. Seção inferior da torre
13. Parte inferior da torre
14. Parte de topo da torre
15. Junta horizontal
16. Talas de junção
17. Abertura de porta
18. Junta vertical
19. Primeira região lateral vertical da chapa de torre
20. Segunda região lateral vertical da chapa de torre
21. Furo na chapa de torre
22. Ferrolhos providos com rosca e porca
23. Furo na tala de junção
24. Arruela de pressão
25. Arruela
26. Porca 27. Arruela de ajuste
28. Flange horizontal
29. Seção de topo da torre
L. Comprimento do dispositivo para permitir uma tala de junção
T. Espessura do dispositivo para permitir uma tala de junção
W. Largura do dispositivo para permitir uma tala de junção
Lp. Comprimento da chapa de torre
Tp. Espessura da chapa de torre
Wb. Largura d parte inferior da chapa de torre
Wt. Largura da parte de topo da chapa de torre

Claims (33)

1. TORRE DE TURBINA EÓLICA, compreendendo pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) caracterizada pelo fato de que as referidas chapas de torre (7) são conectadas por uma ou mais juntas por meio de talas (16).
2. Torre de turbina eólica, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a referida uma ou mais juntas por meio de talas (16) compreende uma ou mais talas de junção (8) contatando apenas as superfícies internas (9) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) e/ou uma ou mais talas de junção (8) contatando apenas as superfícies externas (10) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) .
3. Torre de turbina eólica, de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que a referida uma ou mais talas de junção (8) contata apenas a superfície interna (9) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7).
4. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 e 3, caracterizada pelo fato de que a referida uma ou mais talas de junção (8) está conectada às referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) por meio de ferrolhos providos com rosca e porca (22).
5. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 4, caracterizada pelo fato de que a referida uma ou mais talas de junção (8) tem uma forma substancialmente retangular com ura comprimento (L) , largura (W) e espessura (T) substancialmente constantes.
6. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 5, caracterizada pelo fato de que a referida uma ou mais talas de junção (8) possui urna espessura (T) de entre 1 e 50 mm, preferivelmente entre 3 e -30 mm, e muito preferido entre 5 e 10 mm.
7. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizada pelo fato de que as referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) compreendem uma primeira região lateral vertical ou substancialmente vertical (19) e uma segunda região lateral vertical ou substancialmente vertical (20), e onde a referida primeira região lateral de uma primeira chapa de torre (7) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) está conectada à referida segunda região de uma adicional chapa de torre (7) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) .
8. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizada pelo fato de que a referida torre (2) compreende pelo menos duas seções de torre (6) completas de 360°, as referidas pelo menos duas seções de torre (6) compreendendo pelo menos duas horizontalmente adjacentes chapas metálicas de torre (7).
9. Torre de turbina eólica, de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que as referidas chapas de torre (7.) em uma seção da torre (6) são substancialmente idênticas em forma.
10. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicação 8 e 9, caracterizada pelo fato de que as referidas chapas de torre (7) em uma seção da torre (6) estão alinhadas verticalmente.
11. Uma torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 10, caracterizada pelo fato de que as referidas pelo menos duas seções de torre (6) compreendem entre 1 e 50, preferivelmente 2 e 30 e muito preferido entre 3 e 10, tal como 4, 6 ou 8 chapas de torre (7) horizontalmente adjacentes.
12. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 11, caracterizada pelo fato de qüe pelo menos duas das referidas pelo menos duas seções de torre (6) completas de 360° compreendem números desiguais de chapas de torre (7).
13. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizada pelo fato de que a referida torre de turbina eólica (2) se afunila para cima.
14. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizada pelo fato de que a referida torre de turbina eólica (2) é de configuração poligonal.
15. Torre de turbina eólica, de acordo cora qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizada pelo fato de que as referidas pelo menos duas chapas de torre (7) compreendem entre 1 e 15, preferivelmente 2 ou 7 encurvamentos verticais ou substancialmente verticais (11) .
16. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, caracterizada pelo fato de que as referidas pelo menos duas chapas de torre (7) possuem larguras das partes inferiores (Wb) que são mais largas que a largura da parte de topo (Wt).
17. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 16, caracterizada pelo fato de que as referidas pelo menos duas chapas de torre (7) possuem uma extensão longitudinal (Lp) de entre 1 e 50 m, preferivelmente entre 3 e 30 m, e muito preferido entre 7 e -15 m.
18. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 17, caracterizada pelo fato de que cada uma das referidas pelo menos duas chapas de torre (7) possui uma espessura constante (Tp).
19. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 18, caracterizada pelo fato de que as referidas pelo menos duas chapas de torre (7) possui uma espessura (Tp) de entre 1 e 50 mm, preferivelmente entre 3 e 30 mm, e muito preferido entre 9 e 20 mm.
20. Torre de turbina eólica, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 19, caracterizada pelo fato de que as referidas pelo menos duas chapas de torre (7) possuem uma largura mais ampla (Wb) de entre 0,5 e 20 m, preferivelmente entre 1 e 10 m, e muito preferido entre 1,5 e 5 m.
21. TURBINA EÓLICA, caracterizada por compreender uma torre de turbina eólica (2) de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 20.
22. MÉTODO PARA A CONSTRUÇÃO DA TORRE DE TURBINA EÓLICA, o referido método caracterizado pelo fato de que compreende as etapas de estabelecer pelo menos duas seções de torre (6) mediante conectar pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) por meio de uma ou mais juntas por meio de talas (16), montar uma primeira seção de torre (6) das referidas pelo menos duas seções de torre (6) na pelo menos uma adicional seção de torre (6) das referidas pelo menos duas seções de torre (6) , e conectar a referida primeira seção de torre (6) e a referida seção adicional de torre (6).
23. Método, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de que a referida primeira seção de torre (6) e a referida seção adicional de torre (6) são conectadas por meio de uma ou mais juntas por meio de talas (16).
24. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 e 23, caracterizado pelo fato de que as referidas pelo menos duas seções de torre (6) são feitas para formarem anéis completos de 360°.
25. Método, de acordo com qualquer urna das reivindicações 22 a 24, caracterizado pelo fato de que a referida uma ou mais juntas por meio de talas (16) são produzidas para fazer uma ou mais talas de junção (8) contatar apenas as superfícies internas (9) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) e/ou produzidas para fazer uma ou mais talas de junção (8) contatar apenas as superfícies externas (10) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7).
26. Método, de acordo com a reivindicação 25, caracterizado pelo fato de que a referida uma ou mais talas de junção (8) contata apenas a superfície interna (9) das referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7).
27. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 25 e 26, caracterizado pelo fato de que as referidas uma ou mais talas de junção (8) são conectadas às referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) por meio de ferrolhos providos com rosca e porca (22).
28. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 25 a 27, caracterizado pelo fato de que as referidas uma ou mais talas de junção (8) tem uma forma substancialmente retangular com um comprimento (L), largura (W) e espessura (T) substancialmente constantes.
29. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 28, caracterizado pelo fato de que as referidas pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) compreendem uma primeira região lateral vertical ou substancialmente vertical (19) e uma segunda região lateral vertical ou substancialmente vertical (20) , e onde a referida primeira região lateral (19) de uma primeira chapa de torre (7) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7) está conectada à referida segunda região (20) de uma adicional chapa de torre (7) da referida pelo menos duas chapas metálicas de torre adjacentes (7).
30. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 29, caracterizado pelo fato de que as referidas chapas de torre (7) em uma seção da torre (6) são de formas substancialmente idênticas.
31. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 30, caracterizado pelo fato de que as referidas chapas de torre (7) em uma seção da torre (6) estão alinhadas verticalmente.
32. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 31, caracterizado pelo fato de que as referidas pelo menos duas chapas de torre (7) são providas com entre 1 e 15, preferivelmente 2 ou 7 encurvamentos verticais ou substancialmente verticais (11).
33. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 32, caracterizado pelo fato de que a referida montagem é feita no local ou bem próximo ao local de montagem onde a referida torre de turbina eólica (2) é para ser erigida.
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