BRPI0621337A2 - sistema de levantamento - Google Patents
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Abstract
SISTEMA DE LEVANTAMENTO. A presente invenção refere-se a um sistema de levantamento (1) que serve para o levantamento de cargas, por exemplo, para o levantamento e resgate de uma aeronave (2) acidentada, e apresenta um macaco (6), que pode ser posicionado, em particular, abaixo de uma superfície de suporte (5) de uma aeronave, O macaco (6) apresenta, pelo menos, três elementos de levantamento (8) ou elementos de levantamento similares e um cabeçote de docagem (9), para o acoplamento com um ponto de recepção da carga. Um sistema de medição está previsto para o registro da posição do cabeçote de docagem (9), bem como, para a medição do vetor de carga que surge no cabeçote de docagem (9). Com o sistema de medição está ligado um aparelho de controle para o acionamento independente um do outro, controlado por carga ou controlado por trajeto dos acionamentos dos elementos de levantamento individuais.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SISTEMA DE LEVANTAMENTO".
A presente invenção refere-se a um sistema de levantamento, para o levantamento de cargas, com um macaco, que pode ser posicionado abaixo da carga.
A carga a ser levantada pode ser uma aeronave, em particular, uma aeronave acidentada a ser resgatada. Durante a decolagem ou aterris- sagem de aeronaves acidentadas, por exemplo, aeronaves que rolaram pa- ra fora além da pista de aterrissagem podem apresentar danos no trem de aterrissagem, sendo que, um ou mais trens de aterrissagem podem ser quebrados ou rompidos, de tal modo que a aeronave vem a ficar no solo com uma superfície de suporte inclinada.
Para o resgate da aeronave ela precisa ser levantada no lado abaixado, para que o trem de aterrissagem defeituoso seja acessível, a fim de pôr a aeronave em um estado transportável. Neste caso, na posição le- vantada, eventualmente pode ser realizado um reparo do trem de aterrissa- gem danificado, ou no caso de um trem de aterrissagem não acionado, po- de ser tentado acionar esse trem de aterrissagem.
Independente do respectivo dano, é necessário levantar a aero- nave, e passá-la para uma posição, na qual ela mesma possa rolar ou ser rebocada, ou um veículo de resgate possa ser colocado embaixo da aero- nave. Para o levantamento da aeronave é conhecido empregar colchões de ar infláveis como macaco, sendo que, os colchões de ar são posicionados em pontos especificados pelo fabricante da aeronave. Devido à estabilidade lateral limitada desses colchões de ar só é possível uma altura de levanta- mento relativamente pequena de, por exemplo, 80 cm. Todavia, na prática, são necessárias alturas de levantamento de vários metros, por exemplo, de 6m, de tal modo que o emprego de colchões de ar desse tipo está ligado com circunstâncias consideráveis. Em dado momento, depois de alcançar o levantamento máximo do colchão de ar é necessário apoiar a aeronave nessa posição, soltar o ar do colchão de ar, montar o colchão de ar sob a aeronave e, então, levantar a aeronave, por meio do enchimento do colchão de ar em torno de mais 80 cm. Para o apoio na posição intermediária levantada po- dem ser empregados macacos de três pernas, que são posicionados em pontos de recepção da aeronave especificados.
No caso de grandes alturas de levantamento, por conseguinte, fora as circunstâncias, é necessário um dispêndio de tempo considerável, em particular, devido ao levantamento, ao apoio e á montagem sob a aero- nave várias vezes necessárias. Uma vez que a pista de decolagem e de a- terrissagem é fechada pelo tempo necessário para o resgate da aeronave acidentada, incidem, entre outros, custos consideráveis devido ao bloqueio da decolagem e da aterrissagem para outras aeronaves. O fator tempo, por conseguinte, representa um papel decisivo.
A tarefa da presente invenção é criar um sistema de levanta- mento com um macaco, com o qual possam ser levantadas e resgatadas cargas e, neste caso, em particular, aeronaves acidentadas de forma rápida e confiável.
Para a solução dessa tarefa é sugerido que, o macaco apresen- te, pelo menos, três elementos de levantamento e um cabeçote de doca- gem, para o acoplamento com um ponto de recepção da carga, pelo fato de que, está previsto um sistema de medição para o registro da posição do ca- beçote de docagem, bem como, para a medição do vetor de carga que sur- ge no cabeçote de docagem, e pelo fato de que, está previsto um aparelho de controle ligado com o sistema de medição para o acionamento indepen- dente um do outro, controlado por carga ou controlado por trajeto dos acio- namentos dos elementos de levantamento individuais.
Por meio do emprego de um macaco desse tipo, somente com ele pode ser realizado o processo de levantamento de uma aeronave abai- xada, em particular, em um lado. Colchões de ar adicionais e, neste caso, em particular, a troca demorada entre o levantamento parcial com o colchão de ar, e o apoio com um macaco não são necessários.
A combinação do macaco com o sistema de medição para o re- gistro da posição, bem como, para a medição de carga no cabeçote de do- cagem e nos elementos de levantamento acionáveis independentes um do outro possibilita uma adaptação automática ao traçado da posição do ponto de recepção da carga ou em uma aeronave do ponto de recepção da aero- nave (wing jacking point) durante o levantamento. Com isso, a carga ou a aeronave é levantada sem carga lateral. Neste caso, o macaco segue com seu cabeçote de docagem o ponto de recepção da carga (aeronave), porque esse cabeçote de docagem pode ser posicionado livremente horizontal e vertical.
O traçado da curva do ponto de recepção durante o levanta- mento da aeronave depende dos pontos de suporte respectivamente, exis- tentes, distanciados do ponto de recepção, portanto, por exemplo, dos trens de aterrissagem ainda intactos ou de outros pontos de suporte da aeronave no solo. Com isso, o traçado da curva do ponto de recepção não é prede- terminado fixamente, mas em função da situação do acidente respectiva- mente, existente. Por meio da medição da carga no cabeçote de docagem é medida a força transversal que atua sobre o cabeçote de docagem, e de- pendendo disso, ao movimento de levantamento é sobreposto um movimen- to lateral para a compensação da força transversal.
De acordo com uma forma de execução, para a medição de car- ga no cabeçote de docagem, podem estar previstos sensores de força. Po- rém, também existe a possibilidade que, para a medição de carga no cabe- çote de docagem, estejam previstos sensores de força axial ou sensores de pressão nos elementos de levantamento. Em ambas as variantes de execu- ção podem ser registradas cargas nos sistemas de coordenadas Χ, Υ, Z e, com isso, cargas transversais e cargas de suporte.
Para o controle do trajeto está previsto um registro da posição do cabeçote de docagem. Para isso, podem estar previstos dispositivos de medição do comprimento nos elementos de levantamento.
Para um determinado sistema estático, que também pode ab- sorver forças transversais, adicionalmente aos três elementos de Ievanta- mento pode estar prevista uma escora central telescópica.
Nessa forma de execução, para o registro da posição do cabe- çote de docagem pode estar previsto um dispositivo de medição do compri- mento, bem como, dois dispositivos de medição do ângulo na escora cen- tral.
A escora central serve somente para a guia do cabeçote de do- cagem. Por isso, o espaço oco interno pode ser usado para a recepção do dispositivo de medição do comprimento e dos dispositivos de medição do ângulo, com a vantagem que, esses dispositivos de medição são alojados, com isso, bem protegidos contra danos.
Para um determinado sistema estático, no qual o cabeçote de docagem pode absorver forças transversais, podem estar previstas diferen- tes formas de execução de apoios dos elementos de levantamento ou da escora central, por um lado, no lado da base e, por outro lado, no cabeçote de docagem.
Em uma forma de execução com três elementos de levantamen- to seus pontos de base podem ser apoiados em articulações esféricas, en- quanto que as ligações entre as extremidades superiores dos elementos de levantamento e o cabeçote de docagem estão previstas por meio de pinos.
De acordo com uma forma de execução com três elementos de levantamento e uma escora central, os seus quatro pontos de base podem ser apoiados em articulações esféricas, e a ligação entre duas das extremi- dades superiores dos elementos de levantamento e o cabeçote de docagem pode ser executada rígida por meio de articulações esféricas, entre a tercei- ra das extremidades superiores dos elementos de levantamento e o cabeço- te de docagem através de um pino, e entre a escora central e o cabeçote de docagem.
Além disso, existe a possibilidade que, em uma forma de exe- cução com três elementos de levantamento e uma escora central, os pontos de base dos elementos de levantamento são apoiados em articulações esfé- ricas, e o ponto de base da escora central é apoiado de modo cardânico, e as ligações entre as extremidades superiores dos elementos de levantamen- to e o cabeçote de docagem estão previstas rígidas por meio de articulações esféricas, e entre a escora central e o cabeçote de docagem.
Os elementos de levantamento podem ser executados como ci- lindros de levantamento hidráulicos ou como cilindros de levantamento ele- tromecânicos.
De forma apropriada, ao macaco está coordenada uma unidade de controle como parte do sistema de resgate, que compreende, pelo me- nos, uma bomba hidráulica, válvulas de controle e um tanque hidráulico, sendo que, a unidade de controle está alojada, em particular, em um carro, e uma ligação para o macaco está prevista por meio de condutores de ali- mentação e de medição.
Por conseguinte, a unidade de controle é uma unidade separa- da, que é bem transportável e que pode ser conectada ao macaco e aos sensores montados ali através dos condutores de alimentação e de medição e de controle equipados com fechos de separação rápida.
A bomba hidráulica pode ser acionada eletricamente através de um gerador, ou como variante de execução, pode ser uma bomba hidráulica de ar acionada através de um compressor. A forma de execução com o compressor e a bomba hidráulica de ar é, então, de grande vantagem se, por exemplo, em um resgate de aeronave forem empregados adicionalmen- te aparelhos com demanda de ar comprimido, que podem ser alimentados, então, pelo compressor.
De forma vantajosa, o aparelho de controle apresenta uma re- gulagem eletrônica, em particular, com microprocessador, válvulas propor- cionais e meios de controle similares, que trabalha tanto controlada por car- ga, como também por trajeto.
Um movimento controlado por trajeto está previsto para o posi- cionamento do macaco no ponto de recepção da carga, enquanto que um movimento controlado por força está previsto para seguir o ponto de recep- ção em movimentos X-Y.
Execuções adicionais da invenção são apresentadas nas outras reivindicações subordinadas.
A seguir, a invenção será esclarecida em mais detalhes, com auxílio dos desenhos, com suas particularidades essenciais.
É mostrado: Figura 1 - uma vista frontal de uma aeronave acidentada com apenas um trem de aterrissagem parcialmente acionado,
Figura 2 - uma vista em perspectiva de um sistema de levanta- mento com um macaco de três suportes, bem como, com uma unidade de controle, que está ligada com o macaco através de condutores de alimenta- ção e de medição,
Figura 3 - uma vista lateral de um macaco de três suportes reco- lhido,
Figura 4 - uma vista de cima do macaco de três suportes mos- trado na figura 3,
Figura 5 - uma vista lateral de um macaco de três suportes a- cionado e
Figura 6 - uma vista de cima do macaco de três suportes, mos- trado na figura 5.
Um sistema de levantamento 1 mostrado na figura 2 serve, no exemplo de execução, para o resgate de aeronaves 2 acidentadas, como a que está indicada esquematicamente na figura 1. No exemplo de execução mostrado, na aeronave 2 foram acionadas apenas duas das três pernas do trem de aterrissagem 3, de tal modo que, no outro lado, onde o trem de ater- rissagem está recolhido, a aeronave está sobre uma gôndola do mecanismo propulsor 4.
Para o resgate dessa aeronave, abaixo da superfície de suporte 5 esquerda abaixada, é necessário levantar o lado abaixado com um maca- co 6, de tal modo que, a perna do trem de aterrissagem esquerda ainda re- colhida, possa ser acionada. O macaco 6 está representado simbolicamente por uma seta.
O macaco 6 é parte do sistema de levantamento 1 mostrado na figura 2, que no exemplo de execução compreende um macaco de três blo- cos 6, bem como, uma unidade de controle 7.
No exemplo de execução, o macaco de três blocos 6 apresenta três cilindros de levantamento 8 telescópico várias vezes, que estão dispos- tos em forma de pirâmide, e em sua extremidade superior agarram em um cabeçote de docagem 9, e se apoiam no lado do solo em uma armação de solo 10. No exemplo de execução ainda está prevista uma escora central 11 telescópica, que não absorve nenhuma força axial e tem somente uma fun- ção de guia para o cabeçote de docagem 9. A armação de solo 10 tem três discos de base 12 para os cilindros de levantamento 8, um suporte central 13 para a escora central 11, bem como, escoras 14, que ligam os discos de base 12 e o suporte central 13. As escoras 14 podem ser reguláveis rígidas ou em seu comprimento. Com isso, o circuito de base pode ser variado, e com isso, a estabilidade lateral do macaco 6. Além disso, deste modo é possível uma adaptação às condições locais, respectivamente, existentes. Finalmente, com isso, também pode ser alterada a altura do macaco 6, o que em particular, na posição recolhida pode ser vantajoso. Por meio da ampliação do círculo de base, por exemplo, pode ser reduzida um pouco a altura mínima, de tal modo que, em casos especiais, o macaco ainda possa ser ajustado sob o objeto a ser levantado.
No lado superior o cabeçote de docagem 9 possui um ressalto 15, por exemplo, em forma de esfera, que é posicionado em um ponto de recepção da aeronave 18, para o levantamento da aeronave 2. O sistema de resgate 1 apresenta um sistema de medição, para o registro da posição do cabeçote de docagem 9, bem como, para a medição da carga no cabe- çote de docagem, sendo que, o sistema de medição está ligado com um aparelho de controle da unidade de controle 7. Com isso, os cilindros de le- vantamento 8 podem ser controlados por carga ou controlados por trajeto independentes um do outro. Para a medição da carga, no cabeçote de do- cagem 9 podem estar previstos sensores de força, ou também existe a pos- sibilidade que, nos cilindros de levantamento 8 podem estar previstos, res- pectivamente, sensores de força axial para a medição da carga no cabeçote de docagem.
O registro da posição do cabeçote de docagem 9 pode ser reali- zado por meio de dispositivos de medição do comprimento nos cilindros de levantamento 8. De preferência, todavia, está previsto que, no caso da for- ma de execução mostrada nas figuras, com uma escora central 11, para o registro da posição do cabeçote de docagem 9 estão previstos um dispositi- vo de medição do comprimento, bem como, dois dispositivos de medição do ângulo na escora central 11. Na figura 2 essa disposição do dispositivo de medição do comprimento, bem como, dos dois dispositivos de medição do ângulo na escora central está indicada simbolicamente através de uma car- caça 16 que recebe os dispositivos de medição e os condutores de medição 17 que levam da carcaça 16 à unidade de controle 7.
Durante o levantamento de um lado da aeronave 2 mostrada na figura 1, o ponto de recepção 18 previsto na aeronave gira para o posicio- namento do macaco 6 em torno do eixo, que passa entre os dois pontos de suporte no solo das pernas do trem de aterrissagem 3 acionadas.
Nas figuras 3 e 5 está marcado o traçado da curva de levanta- mento 19 curvada de modo tracejado com dois pontos. Durante o levanta- mento da aeronave, portanto, é necessário que, o cabeçote de docagem 9 siga o traçado da curva de levantamento 19. A fim de realizar isso, as forças transversais que atuam no cabeçote de docagem 9 durante o processo de levantamento são medidas, e de acordo com isso os cilindros de levanta- mento 8 individuais são controlados, a fim de sobrepor um movimento lateral ao movimento de levantamento.
Uma regulagem eletrônica assume, neste caso, o processo con- trolado por carga dos cilindros de levantamento 8, de tal modo que a curva de levantamento 19 representada nas figuras 3 e 5 se ajusta bidimensio- nalmente. A aeronave, neste caso, é levantada em grande parte sem carga lateral, sendo que, o macaco de três blocos ou seu cabeçote de docagem 9 segue o traçado de posicionamento do ponto de recepção da aeronave 18.
No exemplo de execução mostrado, o macaco de três blocos 6 é operado de uma altura mínima Ii1 mostrada nas figuras 3 e 4 até uma altu- ra h2 controlada por força. No exemplo de execução essa altura de levanta- mento h2 é menor que a altura de levantamento h3 máxima. Após o Ievan- tamento da aeronave à altura de levantamento h2, as superfícies de suporte encontram-se na posição horizontal. Caso o trem de aterrissagem precise ser acionado, é necessário ao todo mais um outro levantamento da aerona- ve. Para isso, um outro macaco de três blocos é posicionado na outra super- fície de suporte 5a, e a aeronave 2 é, então, levantada na direção vertical, por exemplo, até a posição h3. Durante o levantamento vertical, o aparelho de controle é comutado para a regulagem controlada por trajeto. Isso é ne- cessário porque os pontos de suporte disponíveis anteriormente, formados pelas duas pernas do trem de aterrissagem 3 intactas, durante o outro le- vantamento não estão mais disponíveis ou atuantes. No levantamento verti- cal, as forças transversais que surgem, por exemplo, devido à carga do ven- to, não devem ter nenhuma influência sobre o controle dos cilindros de Ie- vantamento 8.
A área de trabalho 25 do macaco de três blocos 6 está marcada nas figuras de 3 a 6 de modo hachurado. Nas figuras 3 e 5 pode ser bem reconhecido que, no exemplo mostrado o traçado da curva de levantamento se situa dentro dessa área de trabalho 25. Se durante o levantamento o ponto de recepção 18 na aeronave 2 tiver que emigrar da área definida co- mo área de trabalho, o que, então, é o caso, se a curva de levantamento for curvada de forma mais acentuada, seria necessário em alguns casos espe- ciais, apoiar a aeronave nessa posição intermediária e posicionar o macaco de três blocos 6 de tal modo que, nessa posição intermediária ocorre um posicionamento central do macaco de três blocos 6 abaixo do ponto de re- • cepção 18.
A altura de levantamento h1 do macaco 6 pode ser, por exem- plo, 220 centímetros, a altura de levantamento h2 520 centímetros e a altura de levantamento máximo 620 centímetros.
Para um determinado sistema estático, através do qual também podem ser transmitidas forças transversais, no lado da base e no lado do cabeçote podem estar previstas diversas articulações nos cilindros de levan- tamento 8. No exemplo de execução mostrado de acordo com as figuras de 2 a 6, onde adicionalmente aos três cilindros de levantamento 8 está previs- ta a escora central 11, os três pontos de base 20 dos cilindros de levanta- mento 8 e o ponto de base 21 da escora central 11 estão apoiados em arti- culações esféricas 24, enquanto que a ligação entre duas das extremidades superiores do cilindro e o cabeçote de docagem ocorre através de cabeço- tes de articulação 22, e entre a terceira das extremidades superiores do ci- lindro e o cabeçote de docagem ocorre através de uma ligação giratória 23 com um flange e um pino transversal. A extremidade superior da escora central 11 está ligada rígida com o cabeçote de docagem 9.
Ainda deve ser mencionado que, para cada cilindro de levanta- mento 8 precisa estar prevista uma segurança de apoio, por exemplo, com uma porca de segurança manual ou elétrica.
O macaco de três blocos 6 pode ser desmontado em unidades de transporte com um peso máximo definido respectivamente, de, por e- xemplo, 2000 quilogramas. Com isso é possível um transporte facilitado para o local de emprego. Para o transporte para o local de emprego do macaco completo ou de unidades de transporte do macaco desmontado podem ser empregados, por exemplo, carros de resgate em formas de execução usuais.
A unidade de controle 7 mostrada na figura 2 distanciada do macaco de três blocos 6 pode compreender, pelo menos, uma bomba hi- dráulica, válvulas de controle, um tanque hidráulico e componentes de equi- pagem similares. Os condutores de medição 17 e também os condutores de alimentação 26 podem ser enrolados em tambores 27, sendo que, esses tambores 27 são alojados juntamente com a unidade de controle 7 em um carro 28.
O sistema de levantamento 1 também pode ser empregado para a simulação de diversas posições de uma aeronave apoiada em blocos so- bre três macacos 6 de acordo com a invenção. Para isso, então, pode ser realizada não apenas uma mudança de posição em torno do eixo transver- sal e do eixo longitudinal da aeronave, mas também em torno de seu eixo vertical.
Claims (22)
1. Sistema de levantamento (1), para o levantamento de cargas (2), com um macaco (6), que pode ser posicionado abaixo de uma carga, caracterizado pelo fato de que, o macaco (6) apresenta, pelo menos, três elementos de levantamento (8) e um cabeçote de docagem (9), para o aco- plamento com um ponto de recepção da carga, pelo fato de que, está pre- visto um sistema de medição para o registro da posição do cabeçote de do- cagem (9), bem como, para a medição do vetor de carga que surge no ca- beçote de docagem (9), e pelo fato de que, está previsto um aparelho de controle ligado com o sistema de medição para o acionamento independen- te um do outro, controlado por carga ou controlado por trajeto dos aciona- mentos dos elementos de levantamento individuais.
2. Sistema de levantamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que, para a medição de carga no cabeçote de docagem (9), estão previstos sensores de força.
3. Sistema de levantamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que, para a medição de carga no cabeçote de docagem (9), estão previstos sensores de força axial ou sensores de pres- são nos elementos de levantamento (8).
4. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindica- ções de 1 a 3, caracterizado pelo fato de que, para o registro da posição do cabeçote de docagem (9), estão previstos dispositivos de medição do com- primento nos elementos de levantamento (8).
5. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindica- ções de 1 a 4, caracterizado pelo fato de que, o macaco (6), adicionalmente aos elementos de levantamento (8), está prevista uma escora central (11) telescópica.
6. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindica- ções de 1 a 3, caracterizado pelo fato de que, para o registro da posição do cabeçote de docagem (9) em três elementos de levantamento (8) e uma escora central (11) está previsto um dispositivo de medição do comprimento, bem como, dois dispositivos de medição do ângulo na escora central (11).
7. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindica- ções de 1 a 6, caracterizado pelo fato de que, em uma forma de execução do macaco (6) com três elementos de levantamento (8) seus pontos de base (20) são apoiados em articulações esféricas (24), e as ligações entre as ex- tremidades superiores dos elementos de levantamento e o cabeçote de do- cagem (9) estão previstos por meio de pinos.
8. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindica- ções de 1 a 6, caracterizado pelo fato de que, em uma forma de execução do macaco (6) com três elementos de levantamento (8) e uma escora cen- trai (11) cujos quatro pontos de base (20) são apoiados em articulações es- féricas (24), e a ligação entre duas das extremidades superiores dos ele- mentos de levantamento e o cabeçote de docagem (9) está prevista rígida através de articulações esféricas (22), entre a terceira das extremidades su- periores dos elementos de levantamento e o cabeçote de docagem (9) atra- vés de um pino (23), e entre a escora central (11) e o cabeçote de docagem (9).
9. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindica- ções de 1 a 6, caracterizado pelo fato de que, em uma forma de execução do macaco (6) com três elementos de levantamento (8) e uma escora cen- trai (11), os pontos de base (20) dos elementos de levantamento (8) são a- poiados em articulações esféricas (24), e o ponto de base (21) da escora central (11) é apoiado de modo cardânico, e as ligações entre as extremida- des superiores dos elementos de levantamento e o cabeçote de docagem (9) estão previstas rígidas através de articulações esféricas (22), e entre a escora central (11) e o cabeçote de docagem (9).
10. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 9, caracterizado pelo fato de que, para cada elemento de le- vantamento (8) do macaco (6) está prevista uma segurança contra queda.
11. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 10, caracterizado pelo fato de que, os elementos de levanta- mento (8) do macaco (6) são executados como cilindros telescópicos.
12. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 11, caracterizado pelo fato de que, o macaco (6) pode ser desmontado em unidades de transporte com um peso máximo definido.
13. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 12, caracterizado pelo fato de que, o macaco (6) apresenta uma armação de solo (10) com discos de base (12) para os elementos de levantamento (8), com um suporte central (13) para a escora central (11), bem como, as escoras (14) que ligam o suporte central, eventualmente re- guláveis no comprimento.
14. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 13, caracterizado pelo fato de que, ao macaco (6) está coor- denada uma unidade de controle (7) como parte do sistema de resgate, que compreende, pelo menos, uma bomba hidráulica, válvulas de controle e um tanque hidráulico, pelo fato de que, a unidade de controle (7) está alojada, em particular, em um carro (28), e pelo fato de que, uma ligação para o ma- caco (6) está prevista por meio de condutores de alimentação e de medição (26, 17).
15. Sistema de levantamento de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que, a unidade de controle (7) apresenta uma bomba hidráulica acionada eletricamente através de um gerador.
16. Sistema de levantamento de acordo com a reivindicação 14, 1 caracterizado pelo fato de que, a unidade de controle (7) apresenta uma bomba hidráulica de ar acionada através de um compressor.
17. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 16, caracterizado pelo fato de que, a altura de levantamento do macaco (6) estendido é de aproximadamente 4m até aproximadamente 7m.
18. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 17, caracterizado pelo fato de que, a altura de construção e de levantamento do macaco (6) recolhido é de aproximadamente 1m até aproximadamente 2m.
19. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 18, caracterizado pelo fato de que, o aparelho de controle da unidade de controle (7) apresenta uma regulagem, em particular, eletrônica, em particular, com microprocessador, válvulas proporcionais e meios de controle similares, que trabalha tanto controlada por carga, como também por trajeto.
20. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 19, caracterizado pelo fato de que, os elementos de levanta- mento (8) são cilindros de levantamento hidráulicos ou cilindros de levanta- mento eletromecânicos.
21. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 20, caracterizado pelo fato de que, os elementos de levanta- mento (8) podem se movimentar individualmente.
22. Sistema de levantamento de acordo com uma das reivindi- cações de 1 a 21, caracterizado pelo fato de que, a carga a ser levantada é uma aeronave (2), em particular, uma aeronave acidentada a ser resgatada, e pelo fato de que, o macaco (6) pode ser colocado em pontos de recepção da aeronave (19) (Wing Jacking Point), em particular, abaixo de uma super- fície de suporte (5) da aeronave.
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