BRPI0621422A2 - dispositivo de evaporação de substáncia volátil com grau de evaporação ajustável - Google Patents
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Abstract
DISPOSITIVO DE EVAPORAçãO DE SUBSTáNCIA VOLáTIL COM GRAU DE EVAPORAçãO AJUSTáVEL. A presente invenção refere-se dispositivos difusores de substância volátil ajustável, mais especificamente e difusores cue incorporam um reservatório com uma membrana semroermeável (3, 23, 43, 63) A membrana (3, 23 43, 63) permite e emissão de vapores, mas impede que líquidos escapem, com o resultado que um dispositivo extremamente limpo seja alcançado enquanto o derramamento do líquido é impedido no caso de manipulação imprópria. O dispositivo (1, 21, 41, 61) é, adicionalmente, de construção muito simples, assim como é composto de duas partes, um reservatório (2, 22, 42, 62) cue aloja a substância volátil e um alojamento (4, 24, 44, 64) , que suporta o reservatório (2, 22, 42, 62). O reservatório (2, 22, 42, 62) tem a membrana (3, 23, 43, 63) aderida a ele. O reservatório (2, 22, 42, 62) e o alojamento (4, 24, 44, 64) são acoplados diretamente um ao outro e são movidos por meio de guia ou articulação. O reservatório (2, 22, 42, 62) oode compreenoer uma parte útil (16) , que define a cavidade (5) que prende a substância volátil, e uma parte não-útil (6).
Description
DISPOSITIVO DE EVAPORAÇÃO DE SUBSTÂNCIA VOLÁTIL COM GRAU DE EVAPORAÇÃO AJUSTÁVEL
DESCRIÇÃO
OBJETIVO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se à regulação de dispositivos difusores de substância volátil. Mais especificamente, a presente invenção refere-se a difusores de substância volátil incorporando um reservatório com uma membrana semipermeável. A membrana semipermeável permite a saida de vapores, mas impede que líquidos escapem, de modo que um dispositivo extremamente limpo seja, desse modo, alcançado, assim como evita que o líquido seja derramado no caso de manipulação imprópria.
0 dispositivo difusor da presente invenção é notável por sua simplicidade, tanto em fabricação quanto em montagem, por seu tamanho pequeno, e por sua manipulação fácil, assim como ele consegue a regulação do grau de evaporação da substância volátil por meio de apenas duas partes.
0 dispositivo é projetado especialmente para uso conjuntamente com um fluxo de ar de modo a impulsionar, desse modo, a evaporação e a difusão da substância volátil. Este fluxo de ar pode ser natural, como aquele gerado em conseqüência do movimento das pessoas, abertura de portas ou janelas, etc. ou então forçado. A saída de ventilação interna de um veículo é um exemplo de um fluxo de ar forçado.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Os sistemas difusores de substância volátil incorporando membranas semipermeáveis que permitem a saída de vapores, mas impedem o escape de líquidos já são conhecidos. Estes sistemas são baseados em um reservatório, que consiste em uma porção formada por calor e uma membrana. Como a membrana é lisa, a porção formada é projetada com um rebordo circunferencial liso onde a porção formada por calor e a membrana são soldadas juntas. A porção formada por calor é projetada de modo que ela possa conter a quantidade suficiente de líquido. Estes sistemas são notáveis por serem econômicos e limpos, assim como eles evitam que o liquido seja derramado em caso de manipulação imprópria.
Nenhum tipo de alojamento adicional é incluído em seus pedidos mais simples, tal como, por exemplo, nas patentes norte-americanas US4157787 e US5518790.
Em outros casos, este reservatório é apresentado dentro de um alojamento qeralmente plástico, que atua tanto como uma proteção quanto como uma sustentação. O alojamento também contribui para uma melhor apresentação do produto. Como um exemplo de sistemas com alojamentos pode ser mencionado a patente norte-americana US4849606.
O pedido de patente internacional WO 2005/056063 Al e pedido de patente européia EP 1319543 Al descrevem um destes últimos sistemas difusores de substância volátil. Assim, estes documentos descrevem um alojamento plástico que também tem a função de regular o sistema. Com esta finalidade, o alojamento tem um elemento adicionado que é móvel com relação ao alojamento, que executa a função de regular a substância evaporada por meio de aberturas completa ou parcialmente fechadas situadas na parte traseira do alojamento.
Estes sistemas, entretanto, têm uma série de desvantagens, que são explicadas abaixo. De um lado, a parte de movimento que é adicionada ao alojamento representa um custo extra, tanto em termos de um número maior de partes quanto de montagem. Por outro lado, embora a vedação das aberturas seja total, uma vez que há um intervalo deixado entre a membrana e a parte traseira do alojamento, o dispositivo pode ir sobre evaporação, de modo que um estado inativo do sistema nunca é alcançado.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
A presente invenção esforça-se em resolver os problemas que provêm dos sistemas difusores de substância volátil por meio de um dispositivo que é notável por sua simplicidade de fabricação e montagem, seu tamanho pequeno, e sua manipulação fácil, assim como o dispositivo evaporador da presente invenção regula com sucesso o grau de evaporação da substância volátil por meio de apenas duas partes: o alojamento e o reservatório, que tem uma membrana semipermeável presa ou aderida ao mesmo. O reservatório e a membrana conseqüentemente formam uma unidade desodorizante de ar. Além disso, uma vez que o intervalo entre a membrana e a parte interna do alojamento é reduzido a um mínimo, o dispositivo alcança uma regulação ideal da substância volátil.
Um dos aspectos da presente invenção refere-se a um dispositivo evaporador de substância volátil por meio de uma membrana semipermeável com um grau ajustável de evaporação, onde o fluxo de ar participa na evaporação de uma substância volátil, que compreende um reservatório que aloja em uma cavidade uma substância volátil, uma membrana semipermeável aderida a uma face do reservatório e pelo menos parcialmente em contato com a substância volátil alojada na cavidade, e um alojamento em que o reservatório, em sua face fechada pela membrana semipermeável, e o alojamento são projetados para ser acoplados diretamente, isto é, sem a necessidade da intervenção de qualquer outro elemento. Durante o uso do dispositivo, em sua face fechada pela membrana semipermeável, o reservatório e o alojamento são acoplados um ao outro direta, inteira ou parcialmente, no mesmo plano e eles são movíveis um em relação ao outro, de modo que o grau de evaporação da substância volátil seja regulado por meio do movimento relativo entre o alojamento e o reservatório. Ou seja, o movimento relativo entre o alojamento e o reservatório atua como um elemento de regulação.
O dispositivo que é o objeto da presente invenção, então, não exige a regulação adicional ou elemento protetor durante seu uso para realizar a regulação do grau de evaporação da substância volátil alojada dentro do reservatório e em contato com a membrana semipermeável.
Em sua configuração mínima, o alojamento tem uma parede externa e interna. A substância volátil, preferivelmente em estado liquido ou sólido ou então em forma de gel, consiste em um produto desodorante de ar e/ou um inseticida ou semelhante.
A membrana semipermeável é aderida ou presa ao rebordo periférico do reservatório, formando uma vedação hermética, enquanto o rebordo periférico do reservatório e a membrana semipermeável são soldados juntos.
A substância volátil é fechado no conjunto. Em uma modalidade possível, a conexão entre o alojamento e o reservatório é estável, neste caso o dispositivo será de único uso, isto é, para uso e eliminação. Em outra modalidade possível, estas partes são removíveis para permitir o encaixe de um novo reservatório enchido com a substância volátil.
Além disso, o dispositivo evaporador de substância volátil pode ter meios de guia que permitem o movimento relativo entre o alojamento e o reservatório no mesmo plano.
0 dispositivo evaporador de substância volátil pode também ter meios de articulação que permitem o movimento relativo entre o alojamento e o reservatório. Estes meios de articulação permitem rotação em torno de um pino de um elemento em relação a outro, no mesmo plano.
Em ambos os casos (com meios de guia ou meios de articulação), o grau da evaporação da substância volátil pode ser determinado pela quantidade de área de superfície do alojamento que está acoplada diretamente ou sobrepondo uma determinada quantidade de membrana semipermeável, o grau de evaporação sendo mínimo quando toda a área de superfície da membrana semipermeável está oculta ou escondida pela parede do alojamento e máximo quando a membrana semipermeável não está coberta pela parede do alojamento de todo, quer dizer, quando a membrana semipermeável está completamente escondida ou descoberta. Isto significa simplesmente que, durante o movimento' relativo entre o alojamento e o reservatório, a face do reservatório que tem a membrana semipermeável aderida se move gradualmente para longe da parede do alojamento na qual a face do reservatório está acoplada, de modo que a quantidade de área de superfície do reservatório e do alojamento, que permanece completamente acoplada ou sobreposta, pode ser ajustada.
Por outro lado, é possível que durante o movimento relativo entre o alojamento e o reservatório toda a área de superfície da parede do alojamento possa ser mantida completamente acoplada a, superposta ou sobrepondo toda a área de superfície do reservatório no mesmo plano. Neste caso, o alojamento tem um ou mais furos ou aberturas que comunicam a parede externa do alojamento com a parede interna do alojamento, facilitando a evaporação da substância volátil. O grau da evaporação da substância volátil é regulado de acordo com o maior ou menor nível ao qual a membrana semipermeável aderida ao reservatório é alinhada com o furo ou furos.
Além disso, as dimensões da parede do alojamento podem ser similares àquelas da membrana semipermeável ou podem ser substancialmente maiores do que àquelas da membrana semipermeável.
Além do mais, em sua face fechada pela membrana semipermeável, o reservatório pode compreender uma parte útil em contato com a substância volátil e uma parte não-útil isolada da substância volátil, o nível de evaporação da substância volátil que está sendo regulada de acordo com se as aberturas ou furos estão alinhados completa ou parcialmente com a parte não-útil da face do reservatório. Esta parte é "não-útil" porque é isolada completamente da substância volátil, que é alojada em uma cavidade definida pela parte "útil". Que quer dizer que, a parte "não-útil" não tem nenhum contato com os conteúdos da cavidade contendo a substância volátil, independentemente da quantidade de substância que está contida na cavidade, e independente também da posição em que o reservatório é colocado.
Opcionalmente, outros meios de guia menores podem ser adicionados ao alojamento, preferivelmente na forma de um arco circunferencial, mas com um raio menor do que aquele dos meios de guia descritos acima.
Além disso, a parte útil pode compreender dois receptáculos, câmaras ou cavidades juntos uns aos outros por um terceiro receptáculo, cavidade ou câmara situado na porção central do reservatório. Em seu lado externo este terceiro receptáculo compreende uma protuberância ou receptáculo menor de tamanho menor do que o resto do terceiro receptáculo, de modo que a rotação desta protuberância cause o movimento de guia do reservatório com relação ao alojamento. Esta protuberância ou receptáculo pequeno é tampado na extremidade superior por seu último elemento, que pode ser sólido (isto é, não aloja substância volátil) ou oco (isto é, aloja substância volátil). Este último elemento, preferivelmente de tamanho menor do que a protuberância de que provêm, pode ser uma matriz, um cilindro, uma tecla, um cone, uma porca ou qualquer outro elemento equivalente ou similar.
Além disso, a parte não-útil do reservatório pode tomar a forma de uma superfície laminar, isto é, uma superfície lisa, a membrana semipermeável sendo soldada completamente na parte não-útil na forma de uma superfície laminar da face do reservatório.
Opcionalmente, a parte não-útil do reservatório pode definir uma segunda cavidade completamente separada da cavidade onde a substância volátil está alojada, a separação sendo conseguida por meio de uma zona de solda entre a membrana semipermeável e o reservatório.
Opcionalmente, a parte não-útil do reservatório pode compreender um furo.
É também possível para o reservatório ser móvel em relação ao alojamento, que permanece fixa, ou para o alojamento ser móvel em relação ao reservatório, que permanece fixo.
Além disso, a membrana semipermeável pode de ajustar de modo completamente confortável à parede interna do alojamento quando o reservatório e o alojamento são acoplados completa ou parcialmente, ou pode ser substancialmente separada da parede interna.
Em uma modalidade preferida o alojamento é feito em uma única peça e mais especificamente, é uma estrutura rígida de material plástico produzida por meio de moldagem por injeção, embora nenhum outro material ou procedimento para fazer o alojamento esteja fora de cogitação,
0 dispositivo pode compreender meios de anexação, por exemplo, para uma estrutura fixa tal como a grelha de saída de ar de um sistema de ventilação de um veículo ou qualquer grelha de ventilação situada em qualquer ambiente fechado ou aberto. 0 dispositivo é assim imerso no fluxo de ar gerado. Estes meios de fixação são situados na parte fixa do dispositivo, a saber, no alojamento ou no reservatório, dependendo da modalidade.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Para suplementar a descrição que está sendo dada e a fim de ajudar em uma compreensão mais clara das características da invenção, de acordo com vários exemplos preferenciais de modalidades práticas dos mesmos, esta descrição é acompanhada como uma parte integrante da mesma por um conjunto de desenhos, em que é representado, para finalidades informativas e não-restritivas, o seguinte:
As Figuras IA, IB e IC mostram vistas em perspectiva frontais e laterais do dispositivo de uma primeira modalidade da presente invenção.
As Figuras 2A, 2B e 2C mostram outras vistas em perspectiva frontal e lateral (figuras 2A e 2B) e traseira e lateral (figura 2C) do dispositivo de acordo com uma versão da mesma modalidade.
As Figuras 3A, 3B, 3C e 3D mostram vistas em perspectiva traseira e lateral (figura 3A) e frontal e lateral (figuras 3B, 3C e 3D) do dispositivo de uma segunda modalidade da presente invenção.
As Figuras 4A, 4B e 4C mostram vistas em perspectiva frontal e lateral (figuras 4A e 4C) e traseira de lateral (figura 4B) do dispositivo de uma terceira modalidade da presente invenção.
As Figuras 5A e 5B mostram uma perspectiva traseira e lateral (figura 5A) e frontal e lateral (figura 5B) de uma vista explodida das partes que compõem o dispositivo de uma quarta modalidade da presente invenção.
As Figuras 6A, 6B, 6C e 6D mostram vistas diferentes do reservatório, de acordo com a quarta modalidade da presente invenção.
As Figuras 7A, 7B, 7C e 7D mostram vistas diferentes do alojamento, de acordo com a quarta modalidade da presente invenção.
As Figuras 8A, 8B, 8C, 8D e 8E mostram vistas em posições diferentes do uso do dispositivo de acordo com a quarta modalidade da presente invenção. Assim, nas figuras 8A e 8D, a parte não-útil do reservatório cobre completamente os furos no alojamento. Nas figuras 8B e 8E, a parte não-útil do reservatório cobre parcialmente os furos no alojamento. Finalmente, na figura 8C a parte não-útil do reservatório não cobre os furos no alojamento de todo, mas sua parte útil os cobre completamente.
As Figuras 9A, 9B e 9C mostram vistas do dispositivo, de acordo com uma versão da quarta modalidade da presente invenção.
A Figura 10 mostra um uso do espécime do dispositivo, unido à grelha de um veiculo.
As Figuras 11A e 11B mostram uma perspectiva traseira e lateral (figura 11A) e frontal e lateral (figura 11B) de uma vista explodida das partes que compõem o dispositivo de uma quinta modalidade da presente invenção.
As Figuras 12A e 12B mostram vistas frontais e traseiras do reservatório, de acordo com a quinta modalidade da presente invenção.
As Figuras 13A e 13B mostram vistas traseiras e frontais do alojamento, de acordo com a quinta modalidade da presente invenção. As Figuras 14A, 14B e 14C mostram vistas em posições diferentes do uso do dispositivo de acordo com a quinta modalidade da presente invenção. Assim, na figura 14A, a parte não-útil do reservatório cobre completamente os furos no alojamento. Na figura 14B, a parte não-útil do reservatório cobre parcialmente os furos no alojamento. Finalmente, na figura 14C a parte não-útil do reservatório não cobre os furos no alojamento de todo, mas sua parte útil os cobre completamente. MODALIDADES PREFERIDAS DA INVENÇÃO
À luz das figuras IA a 1C, pode ser observado que em uma das modalidades preferidas da invenção, o dispositivo evaporador (41) compreende um alojamento de reservatório (42) em uma cavidade (45) uma substância volátil a ser evaporada, que esteja preferivelmente em um estado liquido, mas pode também estar, por exemplo, em um sólido ou em forma de gel. 0 reservatório (42) é vedado hermeticamente por uma membrana de evaporação semipermeável (43), de modo que a substância volátil esteja em contato direto com uma porção maior da superfície interna da membrana (43), que é impermeável a líquidos, de modo que nenhum derramamento seja possível. A membrana (43) é, entretanto, permeável ao vapor, de modo que permita a evaporação do líquido retido.
Em uma modalidade particular da presente invenção, o reservatório (42) pode tomar a forma de um cone, copo, matriz ou qualquer outra forma familiar aqueles familiar aos versados na técnica.
Em uma modalidade particular da presente invenção, o reservatório (42) é feito de um material plástico com formação por calor como, por exemplo, PET, PP ou PVC, mas nenhum outro material ou procedimento para fabricar o reservatório é descartado.
0 alojamento (44) adota uma configuração ou uma forma que possa em geral ser qualquer uma, por exemplo, circular, retangular, ou qualquer outra. As Figuras IA, IB e IC mostram um alojamento (44) capaz de manter o reservatório (42), isto é o reservatório (42) pode ser inserido no alojamento (44). Alternativamente, o alojamento (44) pode adotar uma configuração mínima tal que ela seja formada de uma parede que tenha uma superfície externa (54) e uma superfície interna (53). Isto é mostrado nas figuras 2A, 2B e 2C.
Em uma modalidade preferida, o alojamento (44) é rígido. Como pode ser observado, o dispositivo para a difusão de substâncias voláteis (41) via uma membrana semipermeável não requer uma parte intermediária para acoplar o reservatório
(42) ao alojamento (44), de preferência o reservatório (42) e o alojamento (44) são acoplados diretamente um ao outro. O fato do alojamento (44) e do reservatório (42) sendo acoplados diretamente à membrana semipermeável (43) aderida ou presa ao reservatório (42) torna simples seu uso e manipulação e, em particular, permite o ajuste ideal da evaporação da substância volátil.
Em sua face (50) fechada pela membrana semipermeável (43), o reservatório (42) e a parede interna (53) do alojamento (44) são fixáveis - eles são projetados para serem acoplados uns aos outros direta e completamente e eles são móveis um em relação ao outro no mesmo plano, a posição relativa entre ambos sendo o que determina o grau de evaporação da substância volátil. A parede interna (53) do alojamento (44) é, então, substancialmente lisa.
Ou seja, durante seu uso o dispositivo que é o objeto da presente invenção não precisa de qualquer regulação adicional ou o elemento protetor a fim de efetuar o ajuste do grau de evaporação da substância volátil alojada dentro do reservatório (42) e em contato com a membrana semipermeável (43).
A superfície externa da membrana semipermeável (43) é provida com uma faixa de proteção que impede a evaporação da substância volátil antes do uso do dispositivo. Esta faixa de proteção é facilmente destacável e se estende parcialmente a partir do dispositivo (41), formando uma aba que facilita sua remoção na hora do uso do dispositivo. Esta faixa de proteção não é mostrada nas figuras. Esta faixa de proteção não tem nenhuma parte na regulação da evaporação da substância volátil quando o dispositivo está sendo usado. Ele meramente impede que a substância volátil evapore antes que o dispositivo seja usado pelo consumidor. De fato, a regulação provida pelo dispositivo (41) não começa até que a faixa de proteção seja destacada.
O movimento relativo entre o alojamento (44) e o reservatório (42) pode ser alcançado desde que o reservatório (42) seja móvel em relação ao alojamento (44), que permanece fixo.
O movimento relativo pode também ser conseguido desde que o alojamento (44) seja móvel em relação ao reservatório (42), que permanece fixo.
Além disso, a membrana semipermeável (43) pode ser ajustada confortavelmente a parede (53) do alojamento (44) quando o reservatório (42) e o alojamento (44) são acoplados completa ou parcialmente, ou pode também ser substancialmente separada da parede (53) do alojamento (44) quando o reservatório (42) e o alojamento (44) são acoplados completa ou parcialmente.
Nas modalidades preferidas ilustradas pelas figuras IA, 1B, 1C, 2A, 2B e 2C, o dispositivo evaporador de substância volátil (41) é provido com meios de guia (48) que permite o movimento relativo entre o alojamento (44) e o reservatório(42) .
Como podem ser observados na figura 2C, os meios de guia (48) são duas ranhuras paralelas estabelecidas ao longo da parede (53) do alojamento (44). Alternativamente, as ranhuras paralelas podem ser unidas em sua extremidade inferior de modo que uma guia em forma de U seja estabelecida, a extremidade inferior atuando como um freio ou parada de fundo para o reservatório. Para guiar o reservatório (42) ao longo das ranhuras paralelas, o reservatório (42) tem um rebordo periférico (53) para acoplamento nas ranhuras paralelas no alojamento (44). Outros meios de guia (48) são também possíveis.
Neste caso, o grau de evaporação da substância volátil é determinado pela quantidade da área de superfície do alojamento (44) que é acoplado diretamente a uma determinada quantidade da área de superfície do reservatório (42) e, então, da membrana semipermeável (43), o grau de evaporação sendo mínimo quando toda a área de superfície da membrana semipermeável (43) está escondida ou oculta pela parede (53) do alojamento (44) (figuras IC e 2C) e máximo quando a membrana semipermeável (43) é descoberta completamente ou não está escondida pela parede (53) do alojamento (44) (figuras 1A e 2A).
As Figuras IA, 1B, 1C, 2A, 2B e 2C mostram um alojamento (44) em que a forma da parede interna (53), que é uma parede acoplada ou sobreposta ao reservatório (42) - que tem a membrana semipermeável (43) aderida a ele - é retangular ou quadrada, mas outras formas diferentes são também possíveis. Nestas figuras, a forma da área de superfície do reservatório (42) ao qual a membrana semipermeável (43) é aderida é também quadrada ou retangular, mas do mesmo modo outras formas diferentes são também possíveis.
Nesta modalidade da invenção, as dimensões da parede interna (53) do alojamento (44), isto é, suas largura e altura, são similares às dimensões da membrana semipermeável (43), assim como àquelas da área de superfície do reservatório (42) ao qual a membrana semipermeável (43) é aderida.
As Figuras 3A, 3B, 3C e 3D mostram uma segunda modalidade preferida da presente invenção, em que o dispositivo evaporador de substância volátil (61) é provido também com meios de guia (68) que permitem movimento relativo entre o alojamento (64) e o reservatório (62). Estes meios de guia são similares aqueles usados no caso precedente (figuras 1A, 1B, 1C, 2A, 2B e 2C). A luz das figuras 3A, 3B, 3C e 3D, o dispositivo evaporador (61) também compreende um reservatório (62) que aloja em uma cavidade (65) uma substância volátil a ser evaporada, que está preferivelmente em um estado liquido, mas pode também estar, por exemplo, em um estado sólido ou na forma de gel. O reservatório (62) é vedado hermeticamente por uma membrana de evaporação semipermeável (63) (que não é mostrado nas figuras), de modo que a substância volátil esteja em contato direto com uma porção maior da superfície interna da membrana (63), que é impermeável a líquidos, de modo que nenhum derramamento seja possível. A membrana (63) é, entretanto, permeável ao vapor, de modo que permita a evaporação do líquido retido.
As Figuras 3A, 3B, 3C e 3D mostram um alojamento (64) em que a forma da parede interna (73), que é a que é acoplada a, ou sobreposta ao reservatório (62) - que tem a membrana semipermeável (43) aderida a ele - é retangular ou quadrada e tem cantos arredondados, mas outras formas diferentes são também possíveis. Nestas figuras, a forma da área de superfície do reservatório (62) ao qual a membrana semipermeável (63) é aderida é também quadrada ou retangular com cantos arredondados, mas do mesmo modo outras formas diferentes são também possíveis. A parede interna (73) do alojamento (64) é substancialmente lisa.
Nesta modalidade da invenção, a altura total da parede interna (73) do alojamento (64) é substancial ou consideravelmente maior do que a altura da cavidade (65) que aloja a substância volátil.
Além disso, nesta modalidade possível, o alojamento (64) tem um ou mais furos ou aberturas (67) que comunicam a parede externa (74) do alojamento (64) com a parede interna (73) do alojamento (64), que facilita a evaporação da substância volátil, o grau de evaporação da substância volátil sendo regulado de acordo com o nível ao qual a membrana semipermeável (63) aderida ao reservatório (62) é alinhada com os furos ou as aberturas (67). No caso do alojamento (64) ter diversos furos, estes são agrupados pelo menos em uma área selecionada do alojamento (64).
Como podem ser observados na figura 3A, os meios de guia (68) são duas ranhuras paralelas estabelecidas ao longo da parede (73) do alojamento (64). Alternativamente, as ranhuras paralelas podem ser unidas em sua extremidade inferior de modo que uma guia em forma de U seja estabelecida, a extremidade inferior atuando como um freio ou batente inferior para o reservatório (62). Para guiar o reservatório (62) ao longo das ranhuras paralelas, o reservatório (62) tem um rebordo periférico (72) para acoplamento nas ranhuras paralelas no alojamento (64). Outros meios de guia (68) são também possíveis.
As Figuras 4A, 4B e 4C mostram uma terceira modalidade preferida da presente invenção, em que o dispositivo evaporador de substância volátil (21) é provido com meios de articulação ou articulação (9) que permite o movimento relativo entre o alojamento (24) e o reservatório (22) no mesmo plano. Estes meios de articulação permitem a rotação em torno de um pino de um elemento em relação ao outro.
À luz das figuras 4A, 4B, e 4C, o dispositivo evaporador (21) compreende um reservatório (22) que aloja em uma cavidade (25) uma substância volátil a ser evaporada, que está preferivelmente em um estado líquido, mas ela pode também estar, por exemplo, em um estado sólido ou em forma de gel. O reservatório (22) é vedado hermeticamente por uma membrana de evaporação semipermeável (23), de modo que a substância volátil esteja em contato direto com uma porção maior da superfície interna da membrana (23), que é impermeável a líquidos, de modo que nenhum derramamento seja possível. A membrana (23) é, entretanto, permeável ao vapor, de modo que permite a evaporação do líquido retido.
Neste caso, o grau de evaporação da substância volátil é determinado pela quantidade da área de superfície do alojamento (24) que é acoplado diretamente ou sobreposta em uma determinada quantidade da área de superfície do reservatório (22), o grau de evaporação sendo mínimo quando toda a área de superfície da membrana semipermeável (23) está escondida ou oculta pela parede interna (23) do alojamento (24) (figura 4C) e máximo quando a membrana semipermeável (23) é descoberta completamente ou não está escondida pela parede interna (23) do alojamento (24) (figura 4B). Δ parede interna (33) do alojamento (24) é, então, substancialmente lisa.
As Figuras 4A, 4B e 4C mostram um alojamento (24) em que a forma da parede interna (33), que é a parede acoplada a, ou sobreposta ao reservatório (22), é circular, mas outras formas diferentes tais como quadrada, retangular ou outra são também possíveis. Nestas figuras, a forma da área de superfície do reservatório (22) ao qual a membrana semipermeável (23) é aderida é também circular, mas do mesmo modo outras formas diferentes são também possíveis.
As Figuras 4A, 4B e 4C mostram que o alojamento (24) incorpora um flange ou uma cunha (29) na forma de um setor circular que cerca parcialmente o reservatório (22). A função deste flange pode ser a de proteger o dispositivo, facilitar sua manipulação, contribuir para sua sustentação durante o movimento articulado do reservatório (22) em relação ao alojamento (24), e/ou meramente por questões de aparência.
As Figuras 5 a 9 mostram uma quarta modalidade preferida da presente invenção, em que o dispositivo evaporador de substância volátil (1) é provido com meios de guia (8) que permitem o movimento relativo entre o alojamento (2) e o reservatório (4).
À luz das figuras 6A, 6B, 6C e 6D, pode ser observado que o dispositivo evaporador (1) compreende um reservatório (2) que aloja em uma cavidade (5) uma substância volátil a ser evaporada, que está preferivelmente em um estado líquido, mas pode também estar, por exemplo, em um estado sólido ou em forma de gel. O reservatório (2) é vedado hermeticamente por uma membrana de evaporação semipermeável (3), como é mostrado nas figuras 6A e 6D, de modo que a substância volátil esteja em contato direto com a porção maior da superfície interna da membrana (3), que é impermeável a líquidos, de modo que nenhum derramamento seja possível. A membrana (3) é, entretanto, permeável ao vapor, de modo que permita a evaporação do líquido retido.
Como pode ser observado nas figuras 5 a 8, o grau de evaporação da substância volátil não é determinado pela quantidade de área de superfície do alojamento (4) (representado nas figuras IA, 7B, 7C e 7D) que está diretamente sobreposta ou acoplada a uma determinada quantidade de área de superfície do reservatório (2) , de preferência durante o movimento relativo entre o alojamento (4) e o reservatório (2) toda a superfície da parede interna (13) do alojamento (4) é mantida acoplada completamente a, superposta ou sobreposta no mesmo plano que toda a área de superfície do reservatório (2) e, então, da membrana semipermeável (3) aderida ao reservatório (2). A parede interna (13) do alojamento (4) é, então, substancialmente lisa.
As Figuras 8A, 8B, 8C, 8D, 8E e 8F mostram um exemplo desta modalidade. Neste exemplo a superfície de acoplamento entre o alojamento (4) e o reservatório (2) é circular. Esta forma facilita a guia entre ambos os elementos. Entretanto, nenhuma forma que permite a guia entre os reservatórios (2) e o alojamento (4) é excluída.
Neste exemplo ilustrado pelas figuras 7A, 7B, 7C, 7D, 8A, 8B, 8C, 8D, 8E e 8F, em que a superfície de acoplamento entre o alojamento (4) e o reservatório (2) tem um forma circular, os meios de guia ou a guia (8) são situados no alojamento (4). A guia (8) forma uma ranhura estabelecida no perímetro do alojamento (4), na forma de um arco circunferencial (17), que, como mostrado na figura 7C, forma uma semicircunferência, embora o arco (17) não tenha que necessariamente ocupar uma semicircunferência, de preferência o arco (17) pode ser maior ou menor. Para guiar o reservatório (2) ao longo da ranhura no perímetro do alojamento (4), o reservatório tem, como mostrado nas figuras 6A, 6B, 6C, 6D, 8A, 8B, 8C, 8D, 8E e 8F, um rebordo periférico (12) para acoplar-se com o arco do perímetro do aloj amento (4) .
Além disso, nesta modalidade possível da invenção, o alojamento (4) tem pelo menos um furo ou abertura (7) que comunica a parede externa (14) do alojamento (4).com a parede interna (13) do alojamento (4), o que facilita a evaporação da substância volátil, o grau da evaporação da substância volátil sendo regulado de acordo com o maior ou menor nível ao qual a membrana semipermeável (3) aderida ao reservatório (2) é alinhada com o furo ou os furos (7). Isto é mostrado nas figuras 8A, 8B, 8C, 8D, 8E e 8F. Se o alojamento (4) tiver vários furos ou aberturas (7), estes estão agrupados pelo menos em uma área selecionada do alojamento (4) e o dispositivo pode ser projetado de modo que as aberturas ou os furos (7) sejam agrupados em várias áreas selecionadas do alojamento (4). Isto é mostrado nas figuras 7A, 7B e 7C, em que os furos ou as aberturas (7) são agrupados em duas áreas selecionadas do alojamento. Neste caso as duas áreas, cada qual tendo um grupo de aberturas ou furos (7), são opostas em relação à linha central que divide o alojamento em duas semicircunferências, mas os grupos de furos ou aberturas (7) podem ser dispostos de uma maneira diferente no alojamento (4). Os furos ou as aberturas (7) podem também ser fendas.
Como pode ser observado nas figuras 5A e 6A, em sua face (10) fechada pela membrana semipermeável (3), o reservatório (2) compreende uma parte útil (16) em contato com a substância volátil e uma parte não-útil (6) isolada da substância volátil, o nível de evaporação da substância volátil sendo regulada de acordo com se a abertura ou furo, ou as aberturas ou furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a parte não-útil (6) da face (10) do reservatório (2). Ou seja, o nível de evaporação da substância volátil é regulado de acordo com se as aberturas ou furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a parte útil (16) em contato com a substância volátil.
Os furos ou aberturas (7) no alojamento (4) podem ser feitos pelos métodos familiares aos versados na técnica. Se o alojamento (4) tiver um único furo ou abertura (7), ela pode adotar um diâmetro maior do que aquele do caso de vários furos a fim de permitir o bom ajuste da evaporação de substância volátil no caso de regulação máxima.
Assim, nas figuras 8A e 8D, a parte não-útil (6) do reservatório (2) cobre completamente os furos (7) no alojamento (4), de modo que a membrana semipermeável (3) não esteja em contato com a substância volátil alojada na parte útil (16) do reservatório (2).
Nas figuras 8B e 8E, a parte não-útil (6) do reservatório (2) cobre parcialmente os furos (7) no alojamento (4), então a parte da membrana semipermeável (3) está em contato com a substância volátil alojada na parte útil (16) do reservatório (2) e a parte da membrana semipermeável (3) não está em contato com a substância volátil alojada na parte útil (16) do reservatório.
Por último, na figura 8C, a parte não-útil (6) do reservatório (2) não cobre os furos (7) no alojamento (4) de todo, mas sua parte útil (16) os cobre completamente. Então, o grau da evaporação da substância volátil é máximo neste caso.
Colocando de outra maneira, o reservatório (2) compreende uma superfície laminar (6) da qual se estende uma cavidade (5) que contém a substância volátil e cuja superfície interna esta em contato com a membrana semipermeável (3), com resultado que entre a superfície laminar (6) e a parte da membrana semipermeável (3) aderida à superfície laminar (6), não existe nenhuma substância volátil, o grau da evaporação da substância volátil alojada na cavidade (5) no reservatório (2) sendo regulado de acordo com se as aberturas ou os furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a superfície laminar (6) do reservatório (2).
Ou seja, o reservatório (2) pode ter a parte de sua superfície projetada de substancialmente nenhuma profundidade (6), com o resultado que entre a parte do reservatório (2) da superfície projetada de substancialmente nenhuma profundidade (6) e da membrana semipermeável (3), não há nenhuma quantidade de substância volátil, o grau da evaporação da substância volátil alojada na parte do reservatório (2) da superfície projetada de alguma profundidade, isto é na cavidade (5) que contêm a substância volátil, sendo regulado de acordo com se as aberturas ou furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a parte do reservatório (2) de substancialmente nenhuma profundidade (6) ou com a parte do reservatório (2) que tem alguma profundidade (5).
Ou quais quantidades para a mesma, a superfície que define o reservatório (2) se estende em direção a face (10) do reservatório (2) ao qual a membrana semipermeável (3) é aderida, a superfície estendida (6) estabelecendo um plano paralelo a um ocupado pela membrana semipermeável (3), com o resultado que entre a superfície estendida (6) do reservatório (2) e a parte da membrana semipermeável (3) aderida à parte (6) do reservatório (2), a quantidade de substância volátil é substancialmente nula, enquanto o nível da evaporação da substância volátil alojada na cavidade (5) no ^reservatório (2) é regulado de acordo com se as aberturas ou os furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a superfície estendida (6) do reservatório(2).
Além disso, a parte não-útil (6) da face (10) do reservatório (2) pode adotar a forma de uma superfície laminar, isto é de uma superfície lisa.
Assim, a parte da membrana semipermeável (3) que é aderida à parte não-útil (6) sob a forma de uma superfície laminar da face (10) do reservatório (2) pode completamente ser soldada à parte não-útil (6) sob a forma de uma superfície laminar da face (10) do reservatório (2).
Alternativamente, a parte não-útil (6) da face (10) do reservatório (2) pode definir uma segunda cavidade completamente separada da cavidade (5) - definida pela parte útil (16) - onde a substância volátil é alojada, de modo que a separação seja conseguida por meio de uma zona de solda entre a membrana semipermeável (3) e o reservatório (2). Esta cavidade sem a substância líquida ou volátil pode ter uma função cosmética ou mecânica. Por exemplo, ela pode ser usada como um elemento de guia ou como um ponto de apoio para a rotação. Esta possibilidade não é mostrada nas figuras anexas da presente descrição.
Alternativamente também, a parte não-útil (6) da face (10) do reservatório (2) consiste em um furo, isto é, a parte não-útil (6) pode ser completa ou parcialmente estampada por matriz. Assim, uma redução de peso é alcançada e o dispositivo fica mais leve. O furo pode também ser usado como uma guia ou como um ponto de apoio para girar o alojamento em relação ao reservatório ou vice-versa. Esta possibilidade não é ilustrada nem nas figuras que acompanham a presente descrição.
As Figuras 8A, 8B, 8C, 8D, 8E e 8F mostram um exemplo onde a face (10) do reservatório (2) que tem a membrana semipermeável (3) aderida a ele compreende uma parte útil (16) em contato com a substância volátil, definindo esta parte útil (16) a cavidade (5) que aloja a substância volátil, e uma parte não-útil (6) isolada da substância volátil, o grau da evaporação da substância volátil sendo regulado de acordo com se as aberturas ou furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a parte não-útil (6) da face (10) do reservatório (2) . Neste exemplo, a cavidade (5) do reservatório (2) definido pela parte útil (16) é composta de dois receptáculos, câmaras ou cavidades (18, 19) ligados por uma câmara, cavidade ou receptáculo mais estreito (20). Isto pode ser visto, por exemplo, nas figuras 5B, 6C e 8B. A parte não-útil (6) com sucesso reduz ou impede a evaporação completamente dependendo de se a parte não-útil (6) está alinhada parcial ou completamente - em relação - com um ou mais furos (7) feitos no alojamento (4).
Como pode ser observado, o dispositivo desta modalidade é projetado de modo que, neste caso, a parte útil (16) que define duas câmaras ou cavidades (18, 19) tem substancialmente a mesma superfície que as áreas do alojamento (4) escolhidas para projetar os dois grupos de furos ou aberturas (7), e a regulação da evaporação da substância volátil é, desse modo, aperfeiçoada.
As Figuras 9A, 9B e 9C mostram outro exemplo da quarta modalidade da presente invenção, onde a cavidade (5) do reservatório (2) definida pela parte útil é composta de uma única câmara ou cavidade (5) que contém a substância volátil.
A parte não-útil (6) com sucesso reduz ou impede completamente a evaporação, dependendo de se a parte não-útil está alinhada parcial ou completamente - em relação - com um ou mais furos (7) feitos no alojamento (4). Neste caso, a parte útil, que define aqui uma única câmara ou cavidade (5), tem substancialmente a mesma área de superfície que a área do alojamento escolhida para projetar, neste caso, o único grupo de furos ou aberturas (7), e a regulação da evaporação da substância volátil é, desse modo, aperfeiçoada.
Como uma alternativa a esta quarta modalidade, a parte não-útil (6) do reservatório (2) abrange ou compreende somente o perímetro da parte útil (16), a parte não-útil (6) formando um rebordo liso no qual a membrana semipermeável (3) e o reservatório (2) estão conectados ou juntos. Esta junção entre a membrana semipermeável (3) e o reservatório (2) neste rebordo periférico liso é preferivelmente soldada. Neste caso, a área de superfície da face (10) fechada pela membrana semipermeável (3) é substancialmente menor do que a área de superfície da parede interna (13) do alojamento (4), pois o resto da parte não-útil (6) foi aparado ou estampado por matriz, isto é, ele foi removido, limitando a parte não-útil (6) ao mínimo necessário (o rebordo periférico) para unir ou soldar a membrana semipermeável (3). Neste caso, a parte útil (16) pode também definir uma ou mais cavidades ou receptáculos.
Pref erive lment e, ambas as partes, a (6) útil e a não- útil (16), do reservatório (2) formam uma única estrutura, preferivelmente de material plástico, que pode ser PET, PP, PVC ou outros.
As figuras 7B e 7C mostram que o alojamento (4) é provido com uma guia ou meios de guia (8), em geral para facilitar o movimento de giro do reservatório (2) relativo aquele do alojamento (4) . De acordo com esta modalidade possível da invenção, para o uso do dispositivo evaporador (1) o alojamento (4) permanece fixo, enquanto o usuário opera o reservatório (2), que seria a parte de movimento ou a parte a ser girada ou deslocada.
Como já explicado, nas figuras 8A, 8B, 8C, 8D, 8E e 8F pode ser visto que o movimento relativo entre o alojamento (4) e o reservatório (2) tem o efeito que os furos (7) são superpostos em um nível maior ou menor na parte não-útil (6), também denominados como a superfície projetada sem nenhuma profundidade (6), e desse modo a área passante é aberta ou fechada ao fluxo de ar recebido pelo dispositivo da superfície externa (14) do alojamento (4).
A substância volátil é fechada no conjunto, como pode ser visto nas figuras. A junção acima mencionada entre o alojamento (4) e o reservatório (2) é uma modalidade estável possível, neste caso o dispositivo (1) será o único uso, isto é, para o uso e a eliminação. Em outra modalidade possível o dispositivo é destacável, que quer dizer que, suas partes são removíveis ou podem ser desmontadas para permitir o encaixe no dispositivo de um reservatório novo . (2) preenchido com a substância volátil.
As Figuras 7A, 7B e 7C mostram que o alojamento (4) é provido preferivelmente com um ou mais furos ou aberturas (7) que comunicam sua parede externa (14) com a parede interna (13). Alternativamente, o alojamento (4) pode ter fendas ou aberturas de fluxo de ar. Alternativamente também, o alojamento pode ter um único furo ou abertura cujo tamanho seja limitado pelo perímetro que o restringiria a um conjunto de aberturas ou de furos pequenos. Colocando de outra maneira, a área do alojamento que tinha sido selecionada a fim de situar um conjunto de furos ou aberturas pode ser perfurada completamente, de tal maneira que uma grande perfuração ou furo são deixados.
Embora tenha sido descrito que o movimento é giratório no meio de guia, em outra modalidade possível pode também ser deslocamento, modificando ligeiramente a configuração física do reservatório (2) e do alojamento (4).
Além disso, os meios de guia podem ser situados no reservatório (2) e no alojamento (4).
No caso do movimento guiado onde os meios de guia são projetados no alojamento (4), os meios de guia (8) podem ter uma largura maior do que a largura da parte não-útil (6) isolada da substância volátil do reservatório (2). Além disso, pode haver um espaço entre a guia (8) e a superfície interna (13) do alojamento· (4), enquanto pode ser apropriado para deixar o espaço por razões de segurança e impedir dano à membrana (3) devido à fricção contra a superfície interna (13) do alojamento (4). Em qualquer caso, este espaço é muito pequeno. Além disso, a existência deste espaço impede o fluxo de ar com esta área.
No caso de ser o reservatório (2) o qual incorpora os meios de guia (8), o giro do alojamento (4) ocorre em relação ao reservatório (2).
Se o dispositivo for projetado de modo que haja um espaço entre a guia (8) e a superfície interna (13) do alojamento (4) ou de modo que a guia (8) possa ser mais larga do que o elemento a ser guiado, evita-se a ruptura possível da membrana devido ao contato com imperfeições possíveis do alojamento, como pode ser o caso de rebarbas, que podem ser devidas ao movimento ou à pressão que é exercida no dispositivo.
As Figuras 5 a 8 mostram um alojamento (4) cuja superfície de acoplamento à membrana (3) é circular e um reservatório (2) na forma de uma figura oito ou de uma ampulheta, isto é, composto de duas cavidades (18, 19) unidas por meio de uma cavidade pequena ou de um canal mais estreito (20). Entretanto, outras formas ou disposições diferentes são também possíveis, como aquelas das figuras 9A, 9B e 9C, ou outras disposições diferentes.
As Figuras 6A, 6B, 6C e 6D mostram como o reservatório (2), especialmente sua cavidade ou cavidades que alojam a substância volátil, adotam uma forma que torne fácil a manipulação.
Em uma modalidade preferida, o alojamento (4) é feito de uma única peça, que é preferivelmente uma estrutura de material plástico, e mais preferivelmente um material plástico rígido produzido por moldagem por injeção, porém qualquer outro material ou procedimento para fazer o alojamento não é descartado.
As Figuras 11 a 14 mostram uma quinta modalidade preferida da presente invenção, onde a mesma numeração foi mantida como na quarta modalidade a fim de referir-se a todos aqueles elementos que são similares aqueles da quarta modalidade. Diferentes números foram usados somente para referirem-se aos elementos que diferenciam esta quinta modalidade preferida da quarta.
Assim, as figuras 11 a 14 mostram um dispositivo evaporador de substância volátil (1) com uma membrana semipermeável (3) que é provida também com os meios de guia (8) que permitem movimento relativo entre o alojamento (2) e o reservatório (4).
Como na modalidade anterior, durante o movimento relativo entre o alojamento (4) e o reservatório (2) toda a área de superfície da parede interna (13) do alojamento (4) é mantida acoplada completamente a, superposta, ou sobreposta no mesmo plano de toda a área de superfície do reservatório (2) e, conseqüentemente, da membrana semipermeável (3) aderida ou presa ao reservatório (2) . A parede interna (13) do alojamento (4) é então substancialmente lisa.
Neste exemplo ilustrado pelas figuras IlA e 11B, onde a superfície de acoplamento entre o alojamento (4) e o reservatório (2) tem uma forma circular, os meios de guia ou guia (8) são situados no alojamento (4). Como na quarta modalidade, os meios de guia (8) formam uma ranhura no perímetro do alojamento (4), na forma de um arco circunferencial (17), que, como mostrado na figura 13B, forma uma semicircunferência, embora o arco (17) não tenha que necessariamente ocupar uma semicircunferência, de preferência o arco (17) pode ser maior ou menor. Para guiar o reservatório (2) ao longo da ranhura no perímetro do alojamento (4), o reservatório tem, como mostrado nas figuras 12A e 12B, um rebordo periférico (12) para acoplar-se com o arco do perímetro do alojamento (4).
Como mostrado na figura 13B, nesta modalidade preferida outros meios de guia (8') são adicionados no alojamento (4), preferivelmente na forma de um arco circunferencial, mas com um raio menor do que aquele dos meios de guia (8) descritos no parágrafo anterior. Ou seja, estes meios de guia (8') não são situados no perímetro do alojamento (4), mas na área central do alojamento (4), e eles contribuem ou trabalham junto com os meios de guia periféricos (8) na guia do reservatório (2). É também possível para estes meios de guia não-periféricos (8'), isto é, aqueles situados na área central do alojamento (4), serem os únicos meios de guia para o dispositivo (1), de modo que a modalidade dos meios de guia (8) situados no perímetro do alojamento (4) não seja necessária.
Como na modalidade anterior, o alojamento (4) tem pelo menos um furo ou abertura (7) que comunica ou comunicam a parede externa (14) do alojamento (4) com a parede interna (13) do alojamento (4), o que facilita a evaporação da substância volátil, o grau da evaporação da substância volátil sendo regulada de acordo com o maior ou menor grau ao qual a membrana semipermeável (3) aderida ao reservatório (2) é alinhada com o furo ou os furos (7) . Isto é mostrado nas figuras 14Δ, 14B e 14C. Se o alojamento (4) tiver vários furos ou aberturas (7), estes são agrupados pelo menos em uma área selecionada do alojamento (4) e o dispositivo pode ser projetado de modo que as aberturas ou os furos (7) sejam agrupados em várias áreas selecionadas do alojamento (4) .
Isto é mostrado nas figuras 13A e 13B, em que os furos ou as aberturas (7), que têm, neste caso, a forma de fendas, são agrupados em duas áreas selecionadas do alojamento. Neste caso as duas áreas, cada qual tem um grupo de aberturas ou furos (7) são opostas em relação à linha central que divide o alojamento em duas semicircunferências, mas os grupos de furos ou aberturas (7) podem ser dispostos de uma maneira diferente no alojamento (4).
Similarmente à quarta modalidade, como é mostrado na figura 12A, em sua face fechada pela membrana semipermeável, o reservatório (2) compreende uma parte útil (16) em contato com a substância volátil e uma parte não-útil (6) isolada da substância volátil, o grau da evaporação da substância volátil sendo regulado de acordo com se a abertura ou o furo ou aberturas ou furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a parte não-útil (6) da face (10) do reservatório (2). Isto é observado nas figuras 14A, 14B e 14C. Ou seja, o grau de evaporação da substância volátil é regulado de acordo com se as aberturas ou furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a parte útil (16) em contato com a substância volátil.
Os furos ou as aberturas (7) no alojamento (4) podem ser feitos pelos métodos familiares aos versados na técnica. Se o alojamento (4) tiver um único furo ou abertura (7), ele pode adotar um diâmetro maior do que aquele do caso de vários furos a fim de permitir o bom ajuste da evaporação de substância volátil no caso de regulação máxima. Como mostrado pelas figuras IlB e 12B, nesta quinta modalidade da presente invenção, a parte útil (16) compreende um primeiro receptáculo, câmara ou cavidade (18) conectado ou ligados a um segundo receptáculo, cavidade ou câmara (82) situados na porção central do reservatório (2), e um terceiro receptáculo, cavidade ou câmara (19), oposto ao primeiro receptáculo, câmara ou cavidade (18). O segundo receptáculo, cavidade ou câmara (82) situado na porção central do reservatório (2) comunica ou liga o primeiro receptáculo (18) com terceiro (19). Como pode ser visto nas figuras IlB e 12B, os primeiro (18) e terceiro (19) receptáculos estão em duas áreas selecionadas do reservatório (2). Neste caso, os dois receptáculos (18, 19) são opostos em relação à linha central que divide a membrana semipermeável (3) em duas semicircunferências, mas os receptáculos (18, 19) poderiam ser dispostos de uma maneira diferente no reservatório (2). Em seu lado externo o segundo receptáculo (82) compreende uma protuberância ou receptáculo menor (83) de tamanho menor do que o resto do segundo receptáculo (82), de tal maneira que o giro desta protuberância causa o movimento de guia do reservatório (2) em relação ao alojamento (4). Colocando de outra maneira, esta protuberância ou receptáculo menor (83) é uma subcavidade que estende a segunda cavidade ou receptáculo
(82). Esta protuberância ou receptáculo menor (83) são tampados na parte superior por um elemento final (84), que pode ser sólido (isto é, não aloja substância volátil) ou oco (isto é, aloja substância volátil). Este último elemento (84), preferivelmente de tamanho menor do que a protuberância
(83) de que provêm, pode ser uma matriz, um cilindro, uma tecla, um cone, uma porca ou qualquer outro elemento equivalente ou similar.
Durante o funcionamento do dispositivo (1), a protuberância ou receptáculo menor (83) do segundo receptáculo (82) do reservatório (2) acopla-se com os outros meios de guia (8') situados na porções central da parede interna (13) do alojamento (4), de tal maneira que o movimento guiado do reservatório (2) em relação ao alojamento (4) é ajudado duplamente por este acoplamento dos meios de guia (8') com a protuberância (83).
Este último elemento (84) que tampa a protuberância (83) do segundo receptáculo (82) também provê a vantagem de permitir e facilitar a manipulação do dispositivo pelo usuário. Assim, por exemplo, este elemento (84) facilita a sustentação dos dedos a fim de facilitar o giro do reservatório (2) . Além disso, a protuberância (83) junto com o elemento (84) favorece o dispositivo com maior força contra pressões frontais.
Preferivelmente, as duas partes, a parte útil (6) e. a parte não-útil (16) do reservatório (2) formam uma única estrutura, preferivelmente de material plástico, que pode ser PET, PP, PVC ou outros.
Como na quarta modalidade, em uma alternativa a esta quinta modalidade, não mostrada nas figuras que acompanham esta descrição, a parte não-útil (6) do reservatório (2) abrange ou compreende somente o perímetro da parte útil (16), a parte não-útil (6) formando um rebordo liso no qual a membrana semipermeável (3) e o reservatório (2) estão juntos. Que quer dizer que, neste caso, a parte não-útil (6) do reservatório (2) é aquela fisicamente necessária para unir a membrana semipermeável (3) e o reservatório (2). Esta junção entre a membrana semipermeável (3) e o reservatório (2) neste rebordo periférico liso é preferivelmente soldada. Neste caso, a área de superfície da face (10) fechada pela membrana semipermeável (3) é substancialmente menor do que a área de superfície da parede interna (13) do alojamento (4), pois o resto da parte não-útil (6) foi aparado ou estampado por matriz, isto é, ele foi removido, limitando a parte não-útil (6) ao mínimo necessário (rebordo periférico) para unir ou soldar à membrana semipermeável (3). Neste caso, a parte útil (16) pode também definir uma ou mais cavidades ou receptáculos, e um destes, preferivelmente o receptáculo que é situado na porção central do reservatório (2) , pode também compreender, em sua porção externa, uma protuberância ou receptáculo menor (83) que se acoplam com os outros meios de guia (8') situados na porções central da parede interna (13) do alojamento (4), de tal maneira que o giro desta protuberância (83) causa e facilita o movimento de guia do reservatório (2) em relação ao alojamento (4). Esta protuberância ou receptáculo menor (83) podem ser tampados na parte superior por um elemento final (84), que pode ser sólido (isto é, não aloja substância volátil) ou oco (isto é, aloja substância volátil). Este último elemento (84), preferivelmente de tamanho menor do que a protuberância (83) de que provêm, pode ser uma matriz, um cilindro, uma tecla, um cone, uma porca ou qualquer outro elemento equivalente ou similar.
Em todas as modalidades possíveis da presente invenção, não uma, mas diversas cavidades podem ser projetadas para alojar a mesma substância volátil ou diversas substâncias voláteis diferentes. O dispositivo pode também ser projetado de tal maneira que a superfície do reservatório que está em contato com a membrana semipermeável tenha áreas "não-úteis" diferentes, isto é, partes diferentes completamente isoladas das substâncias voláteis.
O alojamento e o reservatório de qualquer uma das modalidades podem adotar meios de anexação ou fixação para qualquer ambiente. Estes meios de fixação podem envolver a fixação ou uma peça adicional ao dispositivo; a peça, entretanto, não faz parte nas funções de regulação de evaporação da matéria volátil, que é feita com a única ação do alojamento e do reservatório. A figura IlA mostra um exemplo da inclusão de uma peça adicional como meios de fixação (81), incorporados neste caso na parede externa (14) do alojamento (4). Neste exemplo, o elemento de fixação compreende um grampo, mas outros meios de fixação (81), como um gancho, adesivo, ou qualquer outro, é também possível. Os ambientes aos quais o dispositivo pode ser fixado podem ser qualquer componente de um veículo, qualquer grelha de ventilação situada em qualquer ambiente fechado ou aberto, em um sistema de condicionamento de ar ou em qualquer outro ambiente, de tal maneira que o dispositivo (1) seja imerso no fluxo de ar gerado, parte do qual passa através do dispositivo. Entretanto, o dispositivo não precisa ser imerso sob a influência de um fluxo de ar forçado. A Figura 10 ilustra uma destas possibilidades.
Em todas as modalidades possíveis da presente invenção, o dispositivo pode incorporar outras partes anciladas, tais como uma tampa, caixa ou outro alojamento para cosmético ou outras finalidades. As partes anciladas não fazem parte no processo de controlar a evaporação da matéria volátil, que é realizada com a única intervenção do alojamento e do reservatório, como foi explicado no curso desta descrição.
Para realçar a aparência do dispositivo (1) , o reservatório (2) pode ser transparente e a substância volátil contida nele pode ser colorida, por exemplo, com uma cor que seja associada com o aroma desprendido da substância.
O dispositivo pode ser colocado em qualquer posição angular. Ele pode também ser unido a uma grelha vertical a uma horizontal, sem sua operação ser afetada.
Nas modalidades possíveis da invenção descrita, pode-se observar que no dispositivo a membrana semipermeável adota uma disposição transversal ao sentido do movimento para frente do fluxo de ar. Entretanto, em outras modalidades possíveis a disposição da membrana semipermeável poderia apresentar uma determinada inclinação com relação ao fluxo de ar.
À luz desta descrição e do conjunto de figuras, os versados na técnica poderiam apreciar que a invenção foi descrita de acordo com algumas modalidades preferidas da mesma, mas que incontáveis variações podem ser introduzidas em modalidades preferidas, sem se afastar do escopo da invenção.
Claims (42)
1. Dispositivo de evaporação de substância volátil com grau de evaporação ajustável, que compreende: um reservatório (2, 22, 42, 62) que tem pelo menos uma cavidade (5, 25, 45, 65) que aloja uma substância volátil; uma membrana semipermeável (3, 23, 43, 63), aderida ao reservatório (2, 22, 42, 62), que fecha uma das faces (10, -30, 50, 70) do reservatório (2, 22, 42, 62) e que está pelo menos parcialmente em contato com a substância volátil alojada na cavidade (5, 25, 45, 65); um alojamento (4 , 24, 44, 64) que compreende pelo menos uma parede externa (14, 34, 54, 74) e uma parede interna (13, -33, 53, 73); caracterizado pelo fato de que o reservatório (2, 22, 42, 62) e o alojamento (4, 24, 44, 64) são acoplados diretamente um ao outro, e parcial ou completamente, no mesmo plano, pela face (10, 30, 50, 70) do reservatório (2, 22, 42, 62) fechado pela membrana semipermeável (3, 23, 43, 63) e pela parede interna (13, 33, 53, 73) do alojamento (4, 24, -44, 64), e pelo fato de que o reservatório (2, 22, 42, 62) e o alojamento (4, 24, 44, 64) são móveis um em relação ao outro, o grau de evaporação da substância volátil sendo regulado pelo movimento relativo entre o alojamento (4, 24, 44, 64) e o reservatório (2, 22, 42, 62).
2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que meios de guia (8, 48, 68) permitem o movimento relativo entre o alojamento (4, 44, 64) e o reservatório (2, 42, 62).
3. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que meios de articulação (9) permitem o movimento relativo entre o alojamento (24) e o reservatório (22).
4. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que adicionalmente o grau de evaporação da substância volátil é determinado pela quantidade da área de superfície da parede interna (33) do alojamento (24) que é acoplado diretamente a uma determinada quantidade de membrana semipermeável (23), o grau de evaporação sendo mínimo quando toda a área de superfície da membrana semipermeável (23) está escondida pela parede interna (33) do alojamento (24) e máximo quando a membrana semipermeável (23) está completamente descoberta pela parede interna (33) do alojamento (24).
5. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que o grau de evaporação da substância volátil é determinado pela quantidade de área de superfície da parede interna (53, 73) do alojamento (44, 64) que é acoplado diretamente ao reservatório (42, 62), em sua face (50, 70) fechada pela membrana semipermeável (43, 63).
6. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que, em sua face (10) fechada pela membrana semipermeável (3), o reservatório (2) é acoplado completamente na parede interna (13) do alojamento (4).
7. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que adicionalmente as dimensões da parede interna (53) do alojamento (44) são similares àquelas da membrana semipermeável (43), o grau de evaporação sendo mínimo quando toda a área de superfície da membrana semipermeável (43) está escondida pela parede interna (53) do alojamento (44) e máximo quando a membrana semipermeável (43) está completamente descoberta pela parede interna (53) do alojamento (44).
8. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que a altura da parede interna (73) do alojamento (64) é consideravelmente mais elevada do que a altura da cavidade (65) que aloja a substância volátil.
9. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o alojamento (64) tem pelo menos uma furo ou abertura (67) que comunica a parede externa (74) do alojamento (64) com a parede interna (73) do alojamento (64), o que facilita a evaporação da substância volátil, o grau de evaporação da substância volátil sendo regulado por meio do grau ao qual a membrana semipermeável (63) é alinhada com pelo menos um dos furos ou aberturas (67) no alojamento (64).
10. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que alojamento (64) tem pelo menos um conjunto de furos ou de aberturas (67) que comunica a parede externa (74) do alojamento (64) com a parede interna (73) do alojamento (64), em uma área selecionada do alojamento (64).
11. Dispositivo, de acordo com reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que o alojamento (4) tem pelo menos um furo ou abertura (7) que comunica a parede externa (14) do alojamento (4) com a parede interna (13) do alojamento (4), pelo menos um furo ou abertura (7) facilitando a evaporação da substância volátil, o grau da evaporação da substância volátil sendo regulado por meio do maior ou menor grau ao qual a membrana semipermeável (3) é alinhada com pelo menos um furo ou abertura (7) no alojamento (4).
12. Dispositivo, de acordo com a. reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que o alojamento (4) tem pelo menos um conjunto de furos ou aberturas (7) que comunica a parede externa (14) do alojamento (4) com a parede interna (13) do alojamento (4), em uma área selecionada do alojamento (4).
13. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 11 ou 12, caracterizado pelo fato de que, em sua face (10) fechada pela membrana semipermeável (3) o reservatório (2) compreende uma parte útil (16), que define a cavidade (5), em contato com a substância volátil, e uma parte não-útil (6) isolada da substância volátil, o grau da evaporação da substância volátil sendo regulado de acordo com se as aberturas ou os furos (7) no alojamento (4) estão alinhados parcial ou completamente com a parte útil (16) do reservatório (2).
14. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que a parte não-útil (6) do reservatório (2) adota a forma de uma superfície laminar.
15. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que a parte da membrana semipermeável (3) que é aderida à parte não-útil (6) na forma de uma superfície laminar do reservatório (2) é unida completamente à parte não-útil (6) na forma de uma superfície laminar do reservatório (2).
16. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pelo fato de que a junção entre a parte não- útil (6) na forma de uma superfície laminar do reservatório (2) e a membrana semipermeável (3) é soldada.
17. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que a parte não-útil (6) compreende somente o perímetro da parte útil (16), a parte não-útil (6) formando um rebordo liso no qual a membrana semipermeável (3) e o reservatório (2) são unidos.
18. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que a parte não-útil (6) do reservatório (2) define uma segunda cavidade completamente separada da cavidade (5) em que a substância volátil é alojada, a separação sendo alcançada por meio de uma zona de solda entre a membrana semipermeável (3) e o reservatório(2).
19. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que a parte não-útil (6) do reservatório (2) compreende um furo.
20. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 13 a 19, caracterizado pelo fato de que a cavidade (5) do reservatório (2) definida pela parte útil (16) compreende pelo menos dois receptáculos (18, 19) ligados entre eles por um canal (20) que é mais estreito do que pelo menos os dois receptáculos (18, 19).
21. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 13 a 19, caracterizado pelo fato de que a cavidade (5) do reservatório (2) definida pela parte útil (16) compreende pelo menos um receptáculo (18) ligado a um segundo receptáculo (82) situado na porção central do reservatório (2).
22. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato de que a cavidade (5) do reservatório (2) definido pela parte útil (16) compreende pelo menos um terceiro receptáculo (19), o primeiro receptáculo (18) e o terceiro receptáculo (19) sendo ligados por meio do segundo receptáculo (82) situado na porção central do reservatório (2).
23. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 21 ou 22, caracterizado pelo fato de que o segundo receptáculo (82) compreende em seu lado externo uma protuberância ou receptáculo menor (83), de tamanho menor do que o resto do segundo receptáculo (82).
24. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 23, caracterizado pelo fato de que a protuberância ou receptáculo menor (83) compreende em seu lado externo um elemento (84) de tamanho menor do que a protuberância ou receptáculo menor (83).
25. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que o elemento (84) é sólido, isto é, não aloja a substância volátil em seu interior.
26. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que o elemento (84) é oco, isto é, aloja a substância volátil em seu interior.
27. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 23, 24, 25 ou 26, caracterizado pelo fato de que o alojamento (4) também compreende outros meios de guia (8'), situados na porção central do alojamento (4), ao qual a protuberância ou receptáculo menor (83) do segundo receptáculo (82) do reservatório (2) são acoplados.
28. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que a área de superfície da face (10) fechada pela membrana semipermeável (3) é substancialmente menor do que a área de superfície da parede interna (13) do alojamento (4).
29. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que adicionalmente o reservatório (2, 22, 42, 62) é móvel em relação ao alojamento (4, 24, 44, 64), que permanece fixo.
30. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que adicionalmente o alojamento (4, 24, 44, 64) é móvel em relação ao reservatório (2, 22, 42, 62), que permanece fixo.
31. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que os a membrana semipermeável (3, 23, 43, 63) se ajusta confortavelmente à parede interna (13, 33, 53, 73) do alojamento (4, 24, 44, 64) quando o reservatório (2, 22, 42, -62) e o alojamento (4, 24, 44, 64) são acoplados completa ou parcialmente.
32. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a membrana semipermeável (3, 23, 43, 63) é ligeiramente separada da parede interna (13, 33, 53, 73) do alojamento (4, -24, 44, 64) quando o reservatório (2, 22, 42, 62) e o alojamento (4, 24, 44, 64) são acoplados completa ou parcialmente.
33. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o alojamento (4, 24, 44, 64) é feita de uma única peça.
34. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 33, caracterizado pelo fato de que a peça é uma estrutura de material plástico produzida por meio de moldagem por injeção.
35. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 33 ou -34, caracterizado pelo fato de que a peça é rígida.
36. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o reservatório (2, 22, 42, 62) adota uma forma que torna sua manipulação fácil.
37. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o alojamento (4, 24, 44, 64) tem meios de fixação para fixar-se em qualquer ambiente.
38. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o reservatório (2, 22, 42, 62) é feito de uma única peça.
39. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de uma faixa de proteção aderida à superfície externa da membrana semipermeável (3, 23, 43, 63), a faixa de proteção sendo pretendida para impedir a evaporação da substância volátil antes do uso do dispositivo evaporador (1, 21, 41, 61).
40. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 39, caracterizado pelo fato de que a faixa de proteção estende-se parcialmente do dispositivo (1, 21, 41, 61) formando uma aba que facilita sua remoção.
41. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o dispositivo (1, 21, 41, 61) é destacável, que quer dizer que o alojamento (4, 24, 44, 64) e o reservatório (2, 22, 42, 62) podem ser desmontados a fim de permitir o encaixe de um reservatório novo (2, 22, 42, 62) preenchido com substância volátil.
42. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que ele incorpora pelo menos outra peça conectada ao alojamento (4, - 24, 44, 64) e/ou ao reservatório (2, 22, 42, 62) que não toma nenhuma parte na regulação do grau de evaporação da substância volátil.
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