BRPI0621971A2 - mecanismo para dividir fibras óticas - Google Patents

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BRPI0621971A2
BRPI0621971A2 BRPI0621971-3A BRPI0621971A BRPI0621971A2 BR PI0621971 A2 BRPI0621971 A2 BR PI0621971A2 BR PI0621971 A BRPI0621971 A BR PI0621971A BR PI0621971 A2 BRPI0621971 A2 BR PI0621971A2
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split
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optical
splitting
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BRPI0621971-3A
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Jan Watte
Yvette Jogien Plaisier
Jan Vandenbroeck
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Tyco Electronics Raychem Nv
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Abstract

A presente invenção refere-se a um mecanismo para dividir fibras óticas, compreendendo dispositivo de divisão de fibra (5) e elementos de fixação dispostos para fixar uma fibra ótica e aplicar uma força de fracionamento para colocar a fibra sob tensão enquanto a fibra é dividida, em que o(s) elemento(s) de fixação (C) é/são disposto(s) para ejetar uma parte dividida da fibra (F) em um receptáculo (49) uma vez que a fibra foi dividida, e/ou a fibra (F) é dobrada durante a divisão por meio de uma bigorna dupla giratória (47) largamente separada dos elementos de fixação.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MECANISMOPARA DIVIDIR FIBRAS ÓTICAS".
Dividido do Pl 0606743-3, de 10.01.2006.
A presente invenção refere-se a um dispositivo para ligação defibras óticas, e em particular tal dispositivo na forma de uma ferramenta por-tátil manual. A invenção também se refere a um mecanismo para dividir fi-bras óticas, especialmente para produção de faces de extremidades de fi-bras adequadas para ligação por meio do dispositivo de ligação.
Existem duas maneiras básicas conhecidas de unir as fibras óti-cas: ligação mecânica, e ligação por fusão. A ligação mecânica tem a vanta-gem de ser adequada para uso no local em uma rede de comunicações óti-cas, por exemplo, em um ambiente externo ou em um local do cliente, de-pendendo do local na rede onde a ligação é requerida. Embora possam serfeitas ligações mecânicas altamente confiáveis, as ligações mecânicas mui-tas vezes não fornecem o baixo grau de perda ótica, ou a confiabilidade delongo período, de ligações por fusão. Conseqüentemente, por muitas situa-ções as ligações por fusão são preferidas sobre as ligações mecânicas.
Uma ligação por fusão, em que as extremidades de fibras óticassão fundidas juntas (por exemplo, por meio de uma descarga elétrica aplica-da às extremidades das fibras) requer energia elétrica. Ferramentas de liga-ção por fusão, manuais portáteis energizadas por bateria, são conhecidas eusadas para produzir ligações por fusão no local. No entanto, embora o pro-blema de portabilidade seja parcialmente solucionado através de tais ferra-mentas de ligação portáteis, um outro problema associado com formação deligações por fusão no local permanece; esse é o problema de preparar asfaces de extremidade das fibras óticas de modo que uma ligação por fusãosatisfatória entre as faces de extremidade possa ser formada. De modo aformar uma ligação por fusão satisfatória, é necessário produzir faces deextremidade limpa de alta qualidade das fibras óticas; isso requer removersuas porções de extremidade existentes e produzir faces de extremidadesnovas de alta qualidade. As ferramentas de divisão de fibra portáteis sãoconhecidas; no entanto, de modo a produzir faces de extremidade de fibrade qualidade suficientemente alta, para as ligações por fusão de alta quali-dade serem formadas, uma plataforma de trabalho estável para a ferramentade divisão portátil é geralmente requerida. Uma conseqüência disso é queuma vez que uma fibra ótica é dividida, o divisor deve ser colocado para umlado e a fibra dividida deve ser transferida para a ferramenta de ligação.
A presente invenção procura solucionar o problema acima, epossibilitar a formação de ligações por fusão genuinamente de alta qualida-de no local e de uma maneira confiável e conveniente.
Dessa maneira, um primeiro aspecto da invenção fornece ummecanismo para dividir fibras óticas, compreendendo dispositivo de divisãode fibra, e um ou mais elementos de fixar dispostos para fixar uma fibra óticae aplicar uma força de fracionamento para colocar a fibra sob tensão en-quanto a fibra é dividida, sendo o(s) elemento(s) também disposto(s) paraejetar uma parte dividida da fibra tão logo a fibra tenha sido dividida.
As modalidades preferidas da invenção têm a vantagem de quepor combinação de um mecanismo de ligação de fibra e um mecanismo dedivisão de fibra em um dispositivo único, o problema de transferir as fibrasdivididas de um dispositivo de divisão para um dispositivo de ligação sepa-rados (com os riscos associados de contaminação e avaria) é impedido.
Em modalidades preferidas da invenção, o mecanismo de liga-ção de fibra do dispositivo é um mecanismo de ligação por fusão para formarligações por fusão entre as fibras óticas. Vantajosamente, por conseguinte, omecanismo de ligação pode incluir eletrodos dispostos para fornecer umadescarga elétrica para criar a ligação por fusão entre as fibras óticas.
Preferivelmente, o mecanismo de divisão de fibras do dispositivoé disposto para dividir uma fibra ótica para produzir uma extremidade da fi-bra que é adequada para ligar a uma outra extremidade de fibra ótica pormeio do mecanismo de ligação de fibra. Mais preferivelmente, o mecanismode divisão é disposto para dividir uma fibra ótica para produzir uma face deextremidade da fibra que é substancialmente perpendicular a um eixo longi-tudinal da fibra.
Vantajosamente, o mecanismo de divisão de fibra pode compre-ender um dispositivo de divisão de fibra, especialmente um elemento de di-visão de fibra, por exemplo, uma lâmina, especialmente uma lâmina de cortedisposta para cortar uma fibra ótica, fazendo com que uma fissura se propa-gue através da fibra, dividindo desse modo a fibra. A lâmina de corte preferi-velmente compreende uma roda de corte. A roda de corte pode, por exem-plo, ter uma lâmina de diamante, ou em vez disso uma outra forma de lâmi-na de corte formada de diamante (por exemplo) pode ser usada. Adicionalou alternativamente, o mecanismo de divisão de fibra compreende uma bi-gorna que faz com que uma fibra ótica seja dobrada enquanto a fibra é divi-dida (por exemplo, enquanto a fibra é cortada por uma lâmina de corte). Omecanismo de corte pode incluir um ou mais elementos de fixar e/ou supor-tar, para fixar e/ou suportar uma fibra ótica enquanto ela é dividida.
Preferivelmente, a parte dividida da fibra é ejetada por meiodo(s) elemento(s) de fixar continuando a aplicar a força de fracionamento àparte dividida da fibra depois da fibra ter sido dividida. O, ou cada elementode fixar preferivelmente libera sua pinça na parte dividida da fibra depois dafibra ter sido dividida.
O, ou cada, elemento de fixar preferivelmente é disposto parapivotar em torno de um eixo orientado substancialmente perpendicular aoeixo longitudinal de uma fibra ótica fixada pelo elemento de fixação. A forçade fracionamento aplicada a uma fibra ótica através do, ou de cada, elemen-to de fixação, pode, por exemplo, ser aplicada através da aplicação de umtorque pivotante ao elemento de fixação.
Vantajosamente, os elementos de fixação compreendem um parde elementos de fixação opostos para fixar uma fibra ótica pinçando a fibraentre eles.
Preferivelmente, os elementos de fixação são inclinados a adotaruma posição aberta em que uma fibra ótica a ser fixada pelos elementos defixação pode ser colocada entre os elementos de fixação, até o mecanismode divisão ser acionado ao que os elementos de fixação fixam a fibra.
O mecanismo de divisão ou o dispositivo de ligação da invençãopode incluir um receptáculo de despejo disposto para receber partes dividi-das ejetadas de fibras óticas dos elementos de fixação.
Em modalidades particularmente preferidas da invenção, o dis-positivo adicionalmente compreende um ou mais blocos de grampeamentoseparados para grampear sobre as fibras óticas a serem divididas e ligadaspelo dispositivo. Vantajosamente, o dispositivo pode incluir um ou mais dis-positivos de retenção dispostos para reter um bloco de grampear grampeadoa uma fibra ótica, durante a divisão e/ou ligação da fibra. O dispositivo deretenção pode ser disposto para causar ou permitir o movimento de um blo-co de grampeamento entre o mecanismo de divisão e o mecanismo de Iiga-ção, por exemplo. Adicional ou alternativamente, os dispositivos de retençãopodem ser dispostos para se posicionarem com respeito a cada das outrasextremidades de fibras óticas grampeadas pelos blocos de grampeamento,de modo que as extremidades das fibras podem ser ligadas juntas pelo me-canismo de ligação.
Em algumas modalidades da invenção, o dispositivo pode incluirum sistema de monitoramento por meio do que o alinhamento e/ou proximi-dade das extremidades das fibras óticas grampeadas pelos blocos de gram-peamento é/são monitorado(s), por exemplo, por meio de luz transmitidaatravés de pelo menos uma das fibras óticas. Tais sistemas de monitora-mento são bem-conhecidos das pessoas versadas na técnica. O dispositivopode incluir um sistema de controle por meio do que o alinhamento e/ou pro-ximidade das extremidades das fibras óticas grampeadas pelos blocos degrampeamento é/são controlado(s) pelo dispositivo de retenção usando in-formação de alinhamento e/ou proximidade pelo sistema de monitoramento,por exemplo. Vantajosamente, o dispositivo, especialmente o dispositivo deretenção, pode incluir um mecanismo piezelétrico (ou outro mecanismo) paraposicionamento das extremidades das fibras óticas grampeadas pelos blo-cos de grampeamento.
Preferivelmente o dispositivo ou mecanismo é uma ferramentaportátil, especialmente uma ferramenta manual.
Preferivelmente o mecanismo de divisão e/ou mecanismo deligação é/são eletricamente energizados, mais preferivelmente energizado(s)por bateria.
Algumas modalidades preferidas da invenção serão agora des-critas, a título de exemplo, com referência aos desenhos em anexo, em que:
A figura 1 (vistas (a) e (b)) mostra uma primeira modalidade deum dispositivo de ligação portátil manual de acordo com a invenção;
A figura 2(a) mostra uma outra vista (parcial) da primeira modali-dade do dispositivo de ligação;
A figura 2(b) mostra um detalhe da figura 2(a);
A figura 3(a) mostra uma vista (parcial) adicional da primeiramodalidade do dispositivo de ligação;
A figura 3(b) mostra um detalhe da figura 3(a);
A figura 4 (vistas (a) e (b)) mostra uma segunda modalidade deum dispositivo de ligação portátil manual de acordo com a invenção;
A figura 5(a) mostra uma outra vista (parcial) da segunda moda-lidade do dispositivo de ligação;
A figura 5(b) mostra um detalhe da figura 5(a);
A figura 6 (vistas (a) e (b)) mostra vistas (parciais) adicionais dasegunda modalidade do dispositivo de ligação;
A figura 7 é uma ilustração em corte parcial de parte de um me-canismo de divisão preferido de acordo com a invenção;
A figura 8 mostra uma outra vista do mecanismo de divisão dafigura 7;
A figura 9 (vistas (a) e (b)) mostra vistas adicionais do mecanis-mo de divisão das figuras 7 e 8; e
A figura 10 mostra detalhes de alguns componentes do meca-nismo de divisão das figuras 7 a 9.
A figura 1 (vistas (a) e (b)) mostra uma primeira modalidade deum dispositivo de ligação portátil manual 1 de acordo com a invenção. Odispositivo de ligação compreende um mecanismo de ligação de fibra 3 e ummecanismo de divisão de fibra 5.
O mecanismo de divisão de fibra 5 é ilustrado mais claramentenas figuras 2 e 3; compreende uma lâmina de corte na forma de roda de cor-te 7 que é móvel substancialmente no plano da roda de modo que ela podeabordar e cortar uma fibra ótica 9 retida pelo dispositivo. Como ilustrado, afibra ótica 9 tem um bloco de grampeamento 11 grampeado nela. O bloco degrampeamento 11 compreende uma parte principal 13, e duas partes secun-dárias 15 que são anexáveis (por exemplo, por meio de atração magnética,mas outros mecanismos de anexação são possíveis) à parte principal 13,para grampear a fibra ótica 9 entre a parte principal e cada parte secundária.O bloco de grampeamento 11 (com a fibra ótica 9 grampeada nele) é inseri-do em um dispositivo de retenção na forma de uma fenda de recepção 17 nodispositivo de ligação 1 de modo que uma porção de extremidade da fibraótica 9 é recebida e grampeada em uma abertura 19 no dispositivo. Quandoo bloco de grampeamento 11 e a fibra ótica 9 são assim dispostos (comomostrado nas figuras 2 e 3) uma porção 21 da fibra ótica 9 que se estendeentre o bloco de grampeamento 11 e a abertura 19 é orientada substancial-mente perpendicular à roda de corte 7. Então, como mostrado na figura 3, omecanismo de divisão de fibra é acionado (de preferência eletronicamentepor meio de um teclado numérico 23), fazendo com que a roda de corte a-borde a fibra ótica 9, e corta a fibra. A divisão da fibra ótica 9 é completadapor meio de uma bigorna (não mostrado) do mecanismo de divisão, que do-bra a porção 21 da fibra, fazendo com que a fissura se propague através dafibra da superfície cortada da fibra. A divisão produz uma nova face de ex-tremidade da fibra ótica 9, que é substancialmente perpendicular ao eixolongitudinal da fibra.
Retornando agora à figura 1 (vistas (a) e (b)), o mecanismo deligação 3 do dispositivo 1 é separado do mecanismo de divisão 5 por umatela pivotante 25. Uma vez que a fibra ótica 9 foi dividida, produzindo dessemodo uma nova face de extremidade perpendicular da fibra, o bloco degrampeamento/conjunto de fibra é manualmente removido do mecanismo dedivisão 5, e instalado no mecanismo de ligação 3. (O bloco de grampeamen-to 11 permanece grampeado na fibra ótica 9 para subseqüente operação deligação). O mecanismo de ligação 3 inclui um dispositivo de retenção naforma de um estágio de precisão 27 (geralmente na forma de uma ranhura,como ilustrado). Uma vez que a segunda fibra ótica foi dividida de uma ma-neira idêntica àquela descrita acima, seu bloco de grampeamento/conjuntode fibra (isto é a fibra com o bloco de grampeamento ainda grampeado nela)é manualmente removido do mecanismo de divisão 5, e também instaladono estágio de precisão 27 do mecanismo de ligação 3, orientado de modoque as novas faces de extremidade das duas fibras óticas estejam faceandouma à outra. (Isto é, a segunda fibra ótica é orientada exatamente na orien-tação oposta, isto é em 180 graus, com respeito à primeira fibra ótica).
Depois, as fibras óticas 9 a serem ligadas são alinhadas e trazi-das para a proximidade correta face a face para ligação por fusão, por meiodo estágio de precisão 27. As fibras são movidas com respeito uma a outravia através de seus blocos de grampeamento 11 respectivos, os quais elespróprios são movidos no estágio de precisão 27 por um mecanismo piezelé-trico, por um outro mecanismo (por exemplo, por motores elétricos). O posi-cionamento correto do alinhamento e proximidade das duas fibras é preferi-velmente monitorado, e pode ser automaticamente controlado, por um sis-tema de monitoramento/controle óptico.
Esse sistema de monitoramento/controle utiliza luz transmitidaao longo e/ou através de pelo menos uma das fibras óticas, e monitora e/oucontrola o posicionamento correto das fibras baseado mediante luz detecta-da das faces de extremidade das fibras e/ou através das fibras.
Uma vez que as faces de extremidade das duas fibras óticas 9são corretamente posicionadas com respeito uma a outra para ligação porfusão, a ligação é realizada por meio de eletrodos (não mostrado) do meca-nismo de ligação 3, que cria uma descarga elétrica que funde as faces deextremidade das fibras juntas por meio de temperaturas localizadas altamen-te elevadas. Durante o processo de fusão, as duas faces de extremidade dafibra podem ser comprimidas uma contra a outra para assegurar uma fusãocorreta livre de defeito. Também, a tela pivotante 25 é orientada plana, demodo que substancialmente cobre o mecanismo de ligação e as fibras óti-cas, para proteger o operador da descarga elétrica. Uma vez que a ligaçãopor fusão foi criada, e as fibras óticas resfriaram, as partes secundárias 15são removidas dos blocos de grampeamento 11, permitindo desse modo queas fibras fundidas sejam removidas do dispositivo 1.
As figuras 4 a 6 ilustram uma segunda modalidade preferida deum dispositivo de ligação de acordo com a invenção. O dispositivo 1 com-preende um mecanismo de ligação de fibra 3, um mecanismo de divisão defibra 5, um painel de controle eletrônico 23, e uma tela pivotante 25. Essamodalidade da invenção é similar àquela ilustrada nas figuras 1 a 3, excetoque nessa modalidade o mecanismo de ligação de fibra 3 e o mecanismo dedivisão de fibra 5 são dispostos substancialmente paralelos um ao outro demodo que os blocos de grampeamento 11, que retêm as fibras que estãosendo divididas e ligadas, são substancialmente paralelos um ao outro.
O mecanismo de divisão 5 da segunda modalidade da invençãoé mostrado em detalhes nas figuras 5 e 6. O mecanismo de divisão compre-ende dois pares de elementos de fixação de fibra, cada par estando Iocali-zado em um respectivo lado de uma lâmina de corte de fibra 7 na forma deuma roda de corte, e uma bigorna central 29. Cada par dos elementos defixação de fibra compreende um elemento de fixação fixo e um elemento defixação móvel 33 que preferivelmente é eletronicamente móvel por meio dopainel de controle eletrônico 23. Em uso, os elementos de fixação móveis 33são movidos para longe dos seus elementos de fixação fixos respectivos 31,para fornecer uma fenda entre os elementos para permitir a inserção de umafibra ótica entre eles. Como mostrado na figura 5, uma fibra ótica 9 grampe-ada em um bloco de grampeamento 11 é localizada no mecanismo de divi-são de modo que uma porção 21 da fibra ótica que se estende de uma ex-tremidade do bloco de grampeamento é localizada entre o elemento de fixa-ção fixo 31 e o elemento de fixação móvel 33 de cada par de elementos defixação. Então, como mostrado na figura 6(a), cada elemento de fixação mó-vel 33 é movido em direção ao seu elemento de fixação fixo respectivo,grampeando desse modo a fibra ótica entre os elementos. Como mostradona figura 6(b), a lâmina de corte 7 é então movida contra a fibra ótica paraproduzir um corte na fibra. A bigorna central 29 é então movida contra a fibraótica entre os dois pares de elementos de fixação, e pressiona contra a fibraótica de modo a dobrá-la ligeiramente na região entre os dois pares de ele-mentos de fixação. Como mostrado na figura 6, a bigorna 29 inclui uma ra-nhura central orientada substancialmente perpendicular à fibra ótica, a ra-nhura sendo adjacente à fibra. A fibra ótica é dividida pela bigorna 29 do-brando a fibra em ambos os lados da fibra opostos ao corte (isto é em am-bos os lados da ranhura na bigorna), entre os dois pares de elementos defixação. Tal deflexão faz com que uma fissura se propague através da fibrado corte, produzindo uma nova faceta de extremidade da fibra que é subs-tancialmente perpendicular ao seu eixo longitudinal. Como uma alternativa àlâmina de corte se movendo contra a fibra e subseqüentemente a fibra sen-do dobrada pela bigorna 29, a lâmina de corte 7 pode ser substancialmentefixada, e em vez disso a propagação do corte e fissura pode ser obtida porpressão da bigorna contra a fibra, pressionando desse modo a fibra contra alâmina de corte.
As figuras 7 a 10 mostram vários aspectos de um mecanismo dedivisão de fibra ótica preferido de acordo com a invenção. O mecanismo dedivisão ilustrado pode ser um componente de um dispositivo de ligação deacordo com o primeiro aspecto da invenção, ou pode ser um mecanismo dedivisão de acordo com o segundo aspecto da invenção.
O mecanismo de divisão de fibra ótica 5 compreende uma lâmi-na de corte 45 (vide figura 9), e um par de elementos de fixação opostos 35.Os elementos de fixação são dispostos para pivotar em torno dos respecti-vos pontos de pivô 37, e seus eixos de pivô são substancialmente orientadosperpendiculares ao eixo longitudinal de uma fibra ótica 9 pelos elementos defixação. De fato, cada um dos elementos de fixação 35 compreende um bra-ço pivotante 39 e uma parte de fixação separada 41 que engata com umaextremidade do braço pivotante mais perto da fibra ótica 9. Quando o meca-nismo de divisão não está em uso, os braços pivotantes 39 dos elementosde fixação 35 são inclinados por meio de molas respectivas 43 (vide figura 8)em direções opostas àquelas indicadas pelas setas P na figura 7, de modoque uma fenda é fornecida entre as duas partes de fixação opostas 41. Umafibra ótica a ser dividida é inserida em um cilindro de inserção 43 até umaregião de extremidade da fibra que se estende entre as partes de fixaçãoopostas 41, como mostrado na figura 7. Quando o mecanismo de divisão éacionado (de preferência eletronicamente) os braços pivotantes 39 são gira-dos nas direções indicadas pelas setas P (para pivotar) na figura 7, por umtorque pivotante aplicado. Essa rotação dos braços pivotantes 39 faz comque as partes de fixação 41 sejam comprimidas juntas, devido ao entrelaça-mento de cada braço pivotante 39 com sua respectiva parte de fixação.Conseqüentemente, os elementos de fixação 35 fixam a fibra ótica 9 e tam-bém aplicam uma força de fracionamento na direção indicada pela seta T(para tensão) na figura 7, que põe a fibra sob tensão. A fibra ótica 9 é entãodividida por meio de uma lâmina de corte 45 em cooperação com uma bi-gorna defletora 47, enquanto a fibra é mantida sob a tensão aplicada peloselementos de fixação 35. A parte cortada da fibra ótica 9 é então ejetada emum receptáculo de despejo 49 pelos elementos de fixação 35.
Como mostrado nas figuras 8 e 9, a lâmina de corte 45 (que pre-ferivelmente é uma lâmina de diamante) é carregada por um suporte de lâ-mina 51. A bigorna 47 é mostrada nas figuras 8, 9 e 10, e inclui uma ranhura53 que serve ao mesmo propósito que a ranhura da bigorna 29 mostradanas figuras 5 e 6.
Aspectos adicionais da presente invenção podem ser apreciadospor comparação com a Patente Européia 0985160 e a Patente US 6578747de Oxford Fiber Ltd. ("Oxford"). É percebido que as patentes de Oxford sãorestritas às ferramentas de divisão e dispositivo de lâmina entre um par dedispositivos de grampeamento distanciado, cujos dispositivos de grampea-mento são descritos como retendo ou fixando e "tensionando por tração" umcomprimento de fibra ótica entre eles. As patentes de Oxford requerem quesua lâmina de divisão (13) corte a fibra enquanto é dobrada entre as quinasdefletoras de fibra estritamente adjacentes tanto da bigorna (10) quanto deum dos dispositivos de grampeamento estacionário (5), ou da bigorna (10) ede um elemento (26) adicional inserido no espaço confinado (por exemplo 1mm) entre a bigorna (10) e o dispositivo de grampeamento (5).
Contrário às patentes de Oxford, o desenho da ferramenta dedivisão presente fornece um mecanismo diferente e vantajoso, em que alâmina de corte é associada com um elemento defletor de fibra angularmen-te móvel (daqui por diante "giratório"), preferivelmente uma bigorna duplagiratória, que pode ser largamente separada (preferivelmente por mais de 1cm, mais preferivelmente pelo menos 2 cm) de cada dos elementos degrampeamento de fibra. Esse mecanismo de ferramenta de divisão Tycopode ser mais completamente entendido a título de exemplo a partir das fi-guras 11 a 15 das ilustrações em anexo, que amplificam características daestrutura já descrita nas figuras 7 a 10.
A figura 11 mostra nossa bigorna defletora 47, que é um blocode bigorna duplo giratório, e seu suporte de lâmina de divisão associado 51.Um dispositivo de grampeamento separado operado por alavanca C (similaràquele descrito em mais detalhes com referência à Figura 7) é disposto paraaplicar tensão por tração da fibra F em uma posição bem abaixo do conjuntobigorna/lâmina.
As figuras 14 e 15 respectivamente mostram os estados aberto efechado do outro elemento de grampeamento 60 que fixa a fibra F no outrolado da bigorna (o lado remoto do grampo operado por alavanca C já men-cionado). O grampo 60 é espaçado para longe do conjunto de lâmina e bi-goma junto com a fibra para uma extensão similar a, ou possivelmente maiordo que, o espaçamento do grampo C da bigorna.
As figuras 12 e 13 mostram a operação do conjunto de bigornagiratório inventivo da Tyco em mais detalhes. A fibra F é mostrada na figura12 posicionada nas ranhuras de guia G das barras de posicionamento lateralde fibra R de modo que a fibra se estende através das bigornas transversais1 e 2. O bloco de bigorna duplo é giratório na direção da seta A parcialmentecontrolado pelas barras R1 de controle do movimento ilustradas, em fendasformadas no bloco de bigorna, para mover, por conseguinte, a bigorna 1 an-gularmente da direita para a esquerda (seta A1) e a bigorna 2 angularmenteda esquerda para a direita (seta A"). A figura 13 mostra o conjunto depois detal movimento angular ter dobrado a fibra F em torno das quinas de bigorna1 e 2 em acionamento oposto e prontas para o movimento da lâmina 62 cor-tar e dividir a fibra dobrada. Depois da divisão, o bloco de bigorna é retorna-do para sua posição de início pronto para receber a próxima fibra para serdividida.
Como uma alternativa, seria possível dispor o bloco de bigornaduplo giratório de modo que qualquer uma das bigornas permaneça mais oumenos estacionária com relação à fibra, enquanto a outra bigorna se moveangularmente para efetuar a flexão da fibra entre as quinas das bigornas queacionam opostamente.
As ranhuras de guia G das barras R são preferivelmente dimen-sionadas para permitir um movimento longitudinal relativamente livre da fibraF dentro das ranhuras, enquanto a tração longitudinal necessária é aplicadaà fibra pelos grampos remotamente situados antes mencionados da Tyco.Essa separação dos grampos da Tyco da vizinhança do conjunto bigor-na/lâmina tem as vantagens técnicas de simplificar a fabricação da ferra-menta e convenientemente possibilitar que o grampo operado por alavancaC forneça uma ação de ejeção ou de "aplainar" para propulsionar a porçãode extremidade dividida de cada fibra sucessiva para baixo em um receptá-culo adequado 49 para disposição segura, como descrito em mais detalhescom referência à figura 7.
A estrutura defletora de fibra giratória inventiva da Tyco podenaturalmente ser combinada com qualquer uma das outras característicasdo mecanismo de divisão de fibra ótica, antes descritas.

Claims (3)

1. Mecanismo para dividir fibras óticas, caracterizado pelo fatode compreender dispositivo de divisão de fibra e elementos de fixação dis-postos para fixar uma fibra ótica e aplicar uma força de fracionamento paracolocar a fibra sob tensão enquanto a fibra é dividida, em que o dispositivode divisão é associado com um elemento de deflexão de fibra giratório tendoduas superfícies defletoras de fibra acionando opostamente para dobrar afibra enquanto a fibra é dividida.
2. Mecanismo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o elemento defletor de fibra giratório é largamente separadodos elementos de grampeamento de fibra.
3. Mecanismo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracteri-zado pelo fato de que o elemento defletor de fibra giratório é uma bigornadupla giratória.
BRPI0621971-3A 2005-02-02 2006-01-10 mecanismo para dividir fibras óticas BRPI0621971A2 (pt)

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