BRPI0621976A2 - dispositivo de fornecimento de fluido e mÉtodo de se prover uma substÂncia ativa - Google Patents

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BRPI0621976A2
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Iske Brian
Seth Jyoti
Cao Xia
M. Santos Sonya
J. Orellana Enzo
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W. R. Grace Co.-Conn.
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    • EFIXED CONSTRUCTIONS
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Abstract

DISPOSITIVO DE FORNECIMENTO DE FLUIDO E MÉTODO DE SE PROVER UMA SUBSTÂNCIA ATIVA A presente invenção se refere a um dispositivo de fornecimento de fluido em cama- das múltiplas para criação de barreira pós-instalação in situ. O dispositivo proporciona um meio para a injeção pós-instalação de substâncias remediais tais como de resinas poliméricas para impermeabilização contra água ou de materiais para cimentar, inseticidas, preventivos contra mofo, retardantes de ferrugem e semelhantes. O dispositivo compreende uma primeira camada e uma segunda camada, tanto entre elas opcionalmente uma camada in- termediária, e uma multiplicidade de tubos que se estendem para fora a partir da primeira camada. A primeira camada é de preferência semipermeáveí, a segunda camada é impermeável, a camada intermediária opcional é uma camada indutora de vácuo. O dispositivo em camadas múltiplas é ligado a um substrato estrutural e um material de construção tal com concreto ou concreto pulverizado é aplicado contra a sua superfície (e ao redor da multiplicidade de tubos). Em seguida uma substância ativa de fluxo livre pode ser injetada através dos tubos para preencher o espaço contendo ar no dispositivo em camadas múltiplas.

Description

"DISPOSITIVO DE FORNECIMENTO DE FLUIDO E MÉTODO DE SE PROVER UMA SUBSTÂNCIA ATIVA"
Referência Cruzada a Pedidos Correlatos
Este pedido é uma continuação em parte do pedido U.S. No. de Série 11/066.927, depositado em 25 de fevereiro de 2005, ao qual se reivindica a prioridade e cujo conteúdo é incorporado ao presente documento a título de referência.
Campo da Invenção
A presente invenção se refere a um dispositivo para a criação de barreira pós- instalação in situ, e mais especificamente a um dispositivo de camadas múltiplas que pro- porciona um meio para a injeção pós-instalação de substâncias remediais tais como resinas para impermeabilização contra água ou cimentos, inseticidas, preventivos de mofo, retar- dantes de ferrugem e semelhantes.
Fundamentos da Invenção
É comum em estruturas subterrâneas, tais como túneis, minas e grandes edifícios com fundações subterrâneas haver a exigência das estruturas serem impermeáveis a água. Portanto, é essencial se impedir que as águas subterrâneas entrem em contato com por- ções porosas de estruturas ou juntas que são tipicamente feitas de concreto. É também es- sencial se remover a água presente nos espaços vazios de tais concretos, uma vez que tal água pode se dilatar durante baixas temperaturas e produzir a fratura do concreto ou pode entrar em contato com porções ferrosas da estruturas, resultando em oxidação e degrada- ção do material. Portanto foram desenvolvidos dispositivos para a remoção de água da es- trutura de concreto e para impedir que a água entre em contato com a estrutura de concreto.
As tentativas no sentido de se remover a água subterrânea da estrutura de concreto incluíram um revestimento permeável e uma folha absorvente. Ambos absorvem a água adjacente, afastando-a da estrutura de concreto. Este tipo de sistema é limitado, no entanto, uma vez que ele não pode introduzir um fluido ou uma substância gasosa no concreto e a água removida é somente aquela que está em contato com o sistema. Além disso, o sistema não proporciona uma barreira à prova de água.
Dentre as tentativas de se impedir a água de entrar em contato com a estrutura de concreto houve a instalação de um revestimento à prova de água entre um sistema de esoo- ramento e a forma de oonaeto. Este método falha se o reusstimento à prova de água for perfurado com um vergalhão ou com outro objeto afiado, o que é comum nos locais de oonstrução. Em tal caso, pode se tornar necessário o desmonte da forma de concreto, de modo que possa ser instalado um novo revestimento à pro- va de água Tal desmonte consome tempo e dinheiro. Seria, portanto, preferível a instalação de um sistema que proporcionasse uma alternativa secundária de estanqueidade a água, caso a camada impermeá- vel a água inicial falhasse. Além disso, as tentativas de se impedir a água de entrar em contato com uma estrutura de concreto incluíram a instalação de uma membrana que incha por contato com a água. Embora este tipo de membrana seja eficaz em absorver a água e se expandir para formar uma barreira contra água, este tipo de membrana é limitado na sua capacidade de expansão. Portanto, seria preferível se prover um sistema que fosse ilimitado na sua ca- pacidade de dilatação para permitir que um material fosse acrescentado até o vazamento ter sido reparado.
Uma outra tentativa de se resolver este problema foi divulgada em "Achieving Dry Stations and Tunnels with Flexible Waterproofing Membranes", publicado por Egger et al., em 02 de março de 2004, que divulga uma membrana flexível para a impermeabilização de túneis e estruturas subterrâneas contra água. A membrana flexível inclui uma primeira ca- mada e segunda camada, que são instaladas separadamente. A primeira camada é um geo- têxtil de polipropileno não tecido que serve como uma almofada contra a pressão aplicada durante a colocação do revestimento final em que a membrana é empurrada com força con- tra os substratos. A primeira camada também transporta água para as tubulações no suporte de membrana em um sistema aberto. A segunda camada é habitualmente uma membrana de poli(cloreto de vinila)(PVC) ou uma membrana de polietileno (PE) modificado, e é instalada sobre a primeira camada. A membrana à prova de água é subdividida em se- ções soldando-se barreiras contra água à membrana na sua base. O vazamento é detecta- do através de tubulações que se estendem da membrana à prova de água à face do reves- timento de concreto. As tubulações estão colocadas em pontos altos e baixos de cada se- ção subdividida. Se for detectado um vazamento, pode ser injetada uma argamassa de bai- xa viscosidade através das tubulações que estiverem mais embaixo. No entanto a soldagem e a instalação separada da primeira camada e da segunda camada tornam este sistema de impermeabilização a água difícil de ser instalado, exigindo, assim, operários extremamente peritos.
Seria, portanto, uma vantagem se propor um dispositivo de camadas múltiplas in si- tu para vedação do concreto pós-instalação, e mais especificamente a proposição de um meio para a injeção pós-instalação de resina impermeabilizadora contra água.
Sumário da Invenção
A presente invenção se refere a um dispositivo para criação de barreira in situ pós- instalação.
Um objetivo da invenção consiste em se propor uma única aplicação que inclui uma primeira camada que proporciona uma superfície inicial impermeável a água. Um outro obje- tivo da presente invenção consiste sem se propor uma camada remedial secundária que seja operável caso a primeira camada falhe. Um outro objetivo da invenção consiste em se propor que tal sistema de camadas múltiplas seja rápida e facilmente instalado. Um objetivo adicional da presente invenção permite a introdução seletiva de uma substância fluida a á- reas específicas de uma estrutura. Consequentemente, um objeto da presente invenção consiste em propor um dispo- sitivo de camadas múltiplas que inclui uma camada à prova de água proporcionando um primeiro nível de proteção contra a penetração da água, que inclui uma segunda proteção remedial contra a penetração da água por fornecimento de uma substância fluida a uma estrutura, que permite a introdução de uma substância fluida in situ, que permite a introdu- ção seletiva de uma substância fluida a áreas específicas de uma estrutura, que é fixável a uma variedade de superfícies e que é fácil e rapidamente instalável. Outras características e vantagens da presente invenção se tornarão aparentes com a leitura da descrição que se- gue, observação dos desenhos apensos e referência às reivindicações apensas.
Uma modalidade da presente invenção abrange um dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas para a introdução de uma substância ativa de livre fluxo em uma estrutura in situ. O dispositivo inclui uma primeira camada e uma segunda camada. A primeira camada tem uma superfície voltada para dentro e uma superfície voltada para fora e é permeável à substância ativa, mas é pelo menos praticamente impermeável a um mate- rial de construção estrutural (tal como concreto ou concreto pulverizado) e que será aplicada contra a superfície voltada para fora da primeira camada. A segunda camada é impermeável a água e tem um primeiro lado voltado para dentro e um segundo lado voltado para fora. O primeiro lado voltado para dentro da segunda camada é afixado, ou diretamente ou indire- tamente, à superfície voltada para dentro da primeira camada, de modo tal, que toda a se- gunda camada ou uma porção substancial dela é afastada da primeira camada para criar um espaço contendo ar entre a primeira camada e a segunda camada. O dispositivo inclui ainda uma multiplicidade de tubos afixados à primeira camada e se estendendo para fora dela, sendo so tubos adaptados para permitir o influxo da substância ativa no espaço con- tendo ar.
Em uma modalidade preferida do dispositivo descrito acima, a segunda camada do dispositivo é substancialmente plana e o dispositivo inclui ainda uma camada intermediária entre a primeira camada e a segunda camada. A camada intermediária separa a primeira camada da segunda e inclui uma multiplicidade de espaços de ar intersticiais interconecta- dos, suficientes para permitir o influxo da substância ativa entre a primeira camada e a se- gunda camada.
Uma outra modalidade da presente invenção abrange um método de se prover uma substância ativa de livre fluxo a uma estrutura in situ. O método compreende prover-se um dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas, tal como é descrito acima; fixar- se o dispositivo a um substrato estrutural de modo que o segundo lado voltado para fora da segunda camada está voltado para o substrato; fixar-se uma multiplicidade de tubos à pri- meira camada, de modo que eles se estendam para fora a partir dela, sendo os tubos adap- tados para permitir o influxo da substância ativa no espaço contendo ar no dispositivo; colo- car-se uma forma ou armadura de concreto adjacente à superfície voltada para fora da pri- meira camada, de modo tal, que a multiplicidade de tubos esteja afixada à forma ou à armadura e se estenda através dela; aplicar-se um material de construção, tal como concre- to ou concreto pulverizado, à forma ou à armadura de modo que ele entre em contato com a superfície voltada para fora da primeira camada e permitir-se que endureça; e injetar-se a substância ativa de fluxo livre através de u ou mais da multiplicidade de tubos para preen- cher parcial ou completamente o espaço contendo ar no dispositivo com a substância ativa.
Descrição Sucinta dos Desenhos
A Figura 1 é uma vista lateral em seção transversal de uma modalidade de um dis- positivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas da presente invenção.
A Figura 2 é uma vista em perspectiva do dispositivo mostrado na Figura 1 com uma porção de extensão de interligação (os tubos 150 não são mostrados para fins de sim- plificação).
A Figura 3 é uma vista de frente do dispositivo instalado sobre um substrato estrutu- ral (um sistema de escoramento, por exemplo) (os tubos 150 não são mostrados para fins de simplificação).
A Figura 4 é uma vista lateral em seção transversal do dispositivo instalado entre uma matriz de vergalhões e um substrato estrutural.
A Figura 5 é uma vista em perspectiva do dispositivo instalado entre uma estrutura de concreto e um substrato estrutural.
A Figura 6 é uma vista em perspectiva de sistema compartimentalizado de forneci- mento de fluido com tubos de injeção de fluido ligados.
A Figura 7 é uma vista em perspectiva de uma segunda modalidade de um disposi- tivo de fornecimento de fluido em camadas múltiplas que inclui uma camada intermediária com protuberâncias ou covinhas perfuradas (os tubos 150 não são mostrados para fins de simplificação).
A Figura 8 é uma vista de topo em seção transversal do dispositivo mostrado na Fi- gura 7.
A Figura 9 é uma vistas em perspectiva de uma terceira modalidade de um disposi- tivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas que inclui uma camada intermediária na forma de uma folha ondulada perfurada (os tubos 150 não são mostrados para fins de sim- plificação).
A Figura 10 é uma vista de topo em seção transversal do dispositivo mostrado na Figura 9.
A Figura 11 é uma vista em perspectiva de uma quarta modalidade de um dispositi- vo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas que inclui uma matriz de geotêxtil com um perfil interno tubular (os tubos 150 não são mostrados para fins de simplificação). A Figura 12 é uma vista de topo em seção transversal do dispositivo mostrado na Figura 11.
A Figura 13 é uma vista em perspectiva de uma quinta modalidade de um dispositi- vo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas que inclui uma camada intermediária com múltiplas camadas desencontradas formando uma trama (os tubos 150 não são mos- trados para fins de simplificação).
A Figura 14 é uma vista em perspectiva de uma sexta modalidade de um dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas que inclui uma folha com covinhas como a segunda camada do dispositivo e sem nenhuma camada intermediária.
A Figura 15 é uma vista de topo em seção transversal da modalidade mostrada na Figura 14 instalada entre o concreto e um substrato estrutural.
A Figura 16 é uma vista de topo em seção transversal de uma outra modalidade análoga à mostrada na Figura 15 que inclui uma folha ondulada como a segunda camada do dispositivo.
Descrição Detalhada da Invenção
Diversas modalidades da presente invenção podem ser mais facilmente compreen- didas fazendo-se referência às Figuras apensas que são descritas com mais detalhes abai- xo. Estas Figuras representam, naturalmente, modalidades preferidas e são destinadas para fins ilustrativos somente. Não se pretende que a invenção seja limitada a estas modalidades somente, devendo abranger, pelo contrário, o total âmbito das reivindicações apensas, inclu- indo quaisquer equivalentes seus.
A Figura 1 ilustra, em linhas gerais, uma modalidade do dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas 100. O dispositivo de fornecimento de substância 100 é um dispositivo de camadas múltiplas destinado a fornecer substâncias ativas a uma estrutura, in situ, tendo o dispositivo de camadas múltiplas pelo menos duas camadas. Em uma modali- dade preferida, o dispositivo de fornecimento de substância 100 consiste em três camadas combinadas: a primeira camada 130 a camada intermediária 120 e a segunda camada 110. embora uma modalidade preferida da invenção consista em três camadas ligadas entre si, são possíveis configurações de múltiplas camadas alternadas. Além disso, o dispositivo in- clui pelo menos um tubo 150 afixado à primeira camada e se estendendo para fora a partir da primeira camada, sendo o tubo adaptado para permitir o influxo de substância ativa no dispositivo conforme desejado. O tubo pode ter qualquer comprimento desejado (e, assim, é ilustrado, em parte, em linhas tracejadas). O tubo pode ser simplesmente um bico curto, por exemplo, ao qual é ligado antes do uso um outro tubo estendido. Em última análise, o tubo (ou bico acrescido do tubo de extensão) deve, de preferência, ter um comprimento que seja suficiente para se estender além da espessura do material de construção estrutural a ser aplicado contra o dispositivo em uso. A primeira camada 130 é, de preferênciaõ semipermeável, isto é, deve ser fabrica- da de um material que seja permeável às substâncias ativas (isto é, fluidos ou gases) que se deseja injetar através dela, proibindo ao mesmo tempo substancialmente a passagem de concreto ou de outros materiais de construção estrutural similares. Um geotêxtil não tecido de polipropileno ou de polietileno é adequado, embora possam também ser utilizados mate- riais tecidos ou perfurados ou microporosos. Além disso, podem ser preferíveis outros mate- riais conhecidos na técnica (poliéster, náilon, por exemplo, etc.) dependendo da aplicação específica. A primeira camada 130 tem uma superfície voltada para dentro 116 e uma super- fície voltada para fora 118.
A segunda camada 110 é uma camada não permeável que é, de preferência, mas não necessariamente, à prova de água e/ou autovedante. A segunda camada 110 pode ser uma folha de asfalto, ou outro material semelhante, tal como uma resina polimérica (polieti- leno, polipropileno, poliestireno, náilon, poli(cloreto de vinila, por exemplo, etc.), conhecida na técnica. A segunda camada 110 tem um segundo lado voltado para fora 112 e um primei- ro lado voltado para dentro 114. O primeiro lado voltado para dentro 114 da segunda cama- da 110 pode ser afixado direta ou indiretamente (por meio da camada intermediária 120, por exemplo) à superfície voltada para dentro da primeira camada. No entanto, toda a segunda camada ou uma porção substancial dela deve estar afastada da primeira camada para criar entre elas um espaço contendo ar. Esta separação entre a primeira camada e a segunda camada pode ser obtida ou pela inclusão de uma camada intermediária 120 conforme será descrito abaixo, ou pela utilização de uma segunda camada com diversos tipos de perfis, conforme será descrito abaixo.
A segunda camada 110 pode opcionalmente ter um adesivo afixado ao seu segun- do lado voltado para fora 112, ao seu primeiro lado voltado para dentro 114 ou aos dois la- dos 112 e 114. O adesivo no primeiro lado voltado para dentro 114 ajuda a unir painéis ad- jacentes do dispositivo e/ou a fazer a segunda camada aderir à primeira camada ou à ca- mada intermediária opcional (descrita abaixo). O adesivo no segundo lado voltado para fora 112 ajuda a afixar o dispositivo a um substrato estrutural 20 (um sistema de escoramento, por exemplo, conforme se pode ver nas Figuras 4 e 5).
A camada intermediária 120 é uma camada que induz a formação de vazios, tendo, de preferência, uma multiplicidade de espaços intersticiais interconectados, que permitem que uma substância ativa de livre fluxo corra através do dispositivo de fornecimento de substância 100 e preencha todo o espaço contendo ar entre a primeira camada e a segunda camada ou parte dele. A camada intermediária 120 pode ser formada por uma grade aberta de fibras, filamentos fundidos, ou outros perfis (conforme será descrito abaixo) de uma rigi- dez suficiente para manter a presença do vazio quando uma força externa for exercida con- tra o dispositivo de fornecimento de substância 100, tal como, por exemplo, quando um ma- terial de construção estrutural (tal como concreto ou concreto pulverizado, por exemplo) é aplicado contra ele. Uma grade de polipropileno ou de outro material rígido igualmente (poli- estireno, polietileno, náilon, por exemplo, etc.) é preferível. A presença de camada interme- diária 120 permite o encaminhamento de substâncias de livre fluxo através do dispositivo de fornecimento de substância 100. A camada intermediária 120 ou encaminha a água afas- tando-a do material de construção estrutural 200, ou proporciona um meio para o transporte de uma substância ativa de livre fluxo na adjacência a uma superfície interna do material de construção estrutural 200 (veja as Figuras 4 e 5).
Com referência à Figura 2, a segunda camada 110, a camada intermediária 120, e a primeira camada 130 são ligadas de modo estacionário, sendo a camada intermediária 120 interposta entre a segunda camada 110 e a primeira camada 130. Cada uma dentre a segunda camada 110, a camada intermediária 120 e a primeira camada 130 é definida por uma multiplicidade de lados, formando, respectivamente, a segunda camada o perímetro 142, a camada intermediária o perímetro 122 e a primeira camada o perímetro 132. Na mo- dalidade preferida, o perímetro 122 da camada intermediária e o perímetro 132 da primeira camada são dimensionalmente proporcionais, de modo tal, que o perímetro 122 da camada permeável e o perímetro 132 da camada semipermeável têm dimensões equivalentes. A camada intermediária 120 e a primeira camada 130 têm uma primeira largura que se esten- de horizontalmente através das camadas. O perímetro 142 da segunda camada é parcial- mente proporcional ao perímetro 122 da camada intermediária e o perímetro da primeira camada 132, de modo tal, que pelo menos dois lados do perímetro 142 da segunda camada são de dimensões equivalentes aos lados correspondentes do perímetro 122 da camada intermediária e do perímetro 132 da primeira camada. A segunda camada 110 tem uma se- gunda largura que se estende horizontalmente através da segunda camada 110. A segunda largura da segunda camada 110 é maior do que a primeira largura da camada intermediária 120 e da primeira camada 130. Portanto, com referência às Figuras 2 e 3, quando as bordas de fundo, de topo e direita da primeira camada 130, da camada intermediária 120 e da se- gunda camada 110 são alinhadas, a segunda camada incluirá uma porção de extensão 113 que se prolonga de uma distância de extensão 115 a partir de uma borda da primeira cama- da 130 e da camada intermediária 120. A porção de extensão da segunda camada 113 pro- porciona um substrato para a sobreposição de um dispositivo de fornecimento de substância 100 que será subseqüentemente instalado sobre ela, eliminando assim uma fraqueza po- tencial na emenda onde os painéis do dispositivo de fornecimento de substância 100 se en- costam um ao outro.
Em uma modalidade preferida, observada nas Figuras 4 e 5, um substrato estrutu- ral 20 (um sistema de escoramento, por exemplo) é instalado para reter o solo 10 quando se escava um a grande quantidade de solo. O substrato estrutural 20 inclui técnicas de esco- ramento comuns tais com vigas em I com estacas, concreto pulverizado etc. O dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas 100 é fixado de modo estacionário à super- fície exterior do substrato estrutural 22, de modo que o lado voltado para fora 112 da segun- da camada 110 está voltado para o substrato. Conforme já discutido, o dispositivo 100 pode ser fixado à superfície exterior 22 do substrato estrutural aplicando-se um adesivo ao se- gundo lado 112 da segunda camada e afixando-o à superfície exterior 22 do substrato estru- tural. Alternativamente, o dispositivo 100 pode ser fixado ao substrato estrutural por meio de qualquer meio de fixação adequado tal como, por exemplo, com pregos, parafusos etc. Em uma modalidade preferida a segunda camada 110 é autovedante. Portanto perfurando-se a segunda camada 110 com uma multiplicidade de pregos afetará de modo desprezível a ca- pacidade da segunda camada de proporcionar uma barreira à prova de água.
Com referência às Figuras 3 e 6, o dispositivo de fornecimento de substância 100 recobre a superfície exterior 22 do substrato estrutural. O dispositivo de fornecimento de substância 100 pode ser cortado em qualquer tamanho, dependendo da aplicação. Se um único dispositivo de fornecimento de substância 100 não cobrir a área desejada, é usada uma multiplicidade de painéis de dispositivo de fornecimento de substância 100 em conjunto para proporcionar uma proteção à prova de água. Conforme já discutido, o dispositivo de fornecimento de substância 100 pode incluir uma porção de extensão 113 da segunda ca- mada para reforço no ponto em que painéis adjacentes do dispositivo de fornecimento de substância 100 se encostam um ao outro. Assim, um primeiro painel de dispositivo de forne- cimento de substância 100 é fixado de modo estacionário à superfície exterior 22 do subs- trato estrutural estendendo-se a porção de extensão da segunda camada 113 para fora so- bre a superfície exterior 22 do substrato estrutural. Um segundo painel do dispositivo de for- necimento de substância 100 se sobrepõe à porção de extensão da segunda camada 113 do primeiro painel do dispositivo de fornecimento de substância 100, interligando assim o primeiro e o segundo painéis do dispositivo de fornecimento de substância 100. Este pro- cesso é repetido até a multiplicidade de painéis do dispositivo de fornecimento de substân- cia 100 recobre a superfície exterior 22 do substrato estrutural. A área de sobreposição en- tre os painéis adjacentes do dispositivo de fornecimento de substância 100 se estende, de preferência, verticalmente. A extremidade terminal superior do dispositivo de fornecimento de substância 100, na proximidade da borda superior da forma construída (não mostrada), é vedada com mecanismo de vedação 105. O mecanismo de vedação 105 impede que o flui- do injetado seja descarregado através do topo do dispositivo de fornecimento de substância 100. O mecanismo de vedação 105 pode ser um grampo ou um outro dispositivo de aperto similar para vedar a extremidade terminal superior do dispositivo de fornecimento de subs- tância 100.
Com referência à Figura 6, a tira divisória 162 está ligada de modo estacionário com uma orientação vertical entre os pontos de junção de dispositivos de fornecimento de substância adjacentes. Na modalidade preferida, a tira divisória 162 tem uma superfície a- desiva, permitindo assim que a tira divisória 162 seja instalada rapidamente e com seguran- ça. Alternativamente, a tira divisória 162 pode ser instalada enfiando-se uma multiplicidade de pregos ou meios de fixação semelhantes, através da tira divisória 162. A porção de ex- tensão da segunda camada 113 pode ter uma largura tal, que acomode a tira divisória 162 e permita ainda que se ligue a um painel adjacente do dispositivo de fornecimento de subs- tância 100.
A tira divisória 162 é, de preferência, constituída por um material que se expande por contato com água. Quando a água interage com a tira divisória 162, a tira divisória 162 se expande para fora, eliminando assim a comunicação entre os dispositivos de fornecimen- to de substância 100 que se encostam um ao outro. Assim a tira divisória 162 divide cada painel do dispositivo de fornecimento de substância 100 em compartimentos. A divisão em compartimentos permite uma injeção seletiva de uma substância ativa (fluido ou gás) em um painel predeterminado do dispositivo de fornecimento de substância 100. Alternativamente, a tira divisória 162 é formada de um material que não se expande. Quando a tira divisória 162 não se expande, o material de construção estrutural 200 se forma ao redor da tira divi- sória 162, preenchendo assim qualquer vazio e formando uma vedação entre dispositivos de fornecimento de substância 100 adjacentes.
Em uma modalidade alternativa sem divisão em compartimentos (não mostrada), as tiras divisórias podem ser eliminadas e o dispositivo de fornecimento de substância 100 po- de incluir uma primeira camada estendida 130 para reforço no local em que os painéis adja- centes se encostam um ao outro.
Com referência às Figuras 4 e 6, pelo menos um tubo 150 é ligado de modo enga- tado à primeira camada do dispositivo 100 e se estende a partir dela para fora., O tubo 150 tipicamente compreende uma entrada 152, uma saída 154 e um cilindro 156 que se estende entre elas. O tubo pode ser fixado à primeira camada de uma variedade de modos adequa- dos, incluindo, por adesivo, por intertravamento mecânico, solda de ultra-som etc. Um tipo de ligação pode incluir uma multiplicidade de dentes (não mostrados) estendendo-se para fora a partir da saída 154 que engata com a primeira camada 130. O tubo 150 permite a injeção de uma substância ativa no espaço contendo ar entre a primeira camada 130 e a segunda camada 110 criado pela camada intermediária 120. O tubo 150 se estende através de uma forma ou armadura de construção, tal com uma matriz de vergalhões 210, e é de um comprimento suficiente para que a entrada 152 termine fora da forma de material de cons- trução estrutural (não mostrada). O tubo 150 pode ser preso à matriz de vergalhões 210 através de tirantes, grampos ou outros meios análogos de fixação. O número de tubos 150 necessário dependerá do tamanho da câmara 160. Na modalidade preferida da presente invenção, os tubos 150 devem ser posicionados no ponto inferior 164, no ponto médio 166 e no ponto superior 168.
Em uma modalidade preferida ilustrada na Figura 4, um material de construção es- trutural 200 é aplicado à forma ou armadura de construção (não mostrada). O material de construção estrutural 200 pode ser concreto (em todas as formas, inclusive de concreto pul- verizado), gesso, pó de pedra, blocos de cinzas, tijolos, madeira, plástico, espuma ou outro material similar sintético ou natural conhecido na técnica. A segunda camada 110 de dispo- sitivo de fornecimento de substância 100 proporciona a defesa primária à prova de água. Se for determinado que a segunda camada 110 tiver sido perfurada ou tiver falhado, resultando em vazamento de água para o material de construção estrutural 200, uma substância ativa de livre fluxo pode ser injetada no dispositivo de fornecimento de substância 100 localizado na proximidade do vazamento. A substância ativa de livre fluxo é introduzida a tal painel do dispositivo de fornecimento de substância 100 por meio de tubos 150 em uma sucessão ascendente, sendo a substância de livre fluxo introduzida de modo controlado ao ponto infe- rior 164 do painel de dispositivo de fornecimento de substância 100, em seguida ao ponto médio 166 do painel do dispositivo de fornecimento de substância 100 e finalmente ao ponto superior 168 do painel do dispositivo de fornecimento de substância 168 do painel do dispo- sitivo de fornecimento de substância 100. Um corante pode ser acrescentado à substância de livre fluxo, permitindo uma determinação visual do momento de se cessar o bombeamen- to da substância de livre fluxo ao dispositivo de fornecimento de substância 100. Quando o corante na substância de livre fluxo vaza para fora do material de construção estrutural 200, indicando assim que o dispositivo de fornecimento de substância 100 selecionado foi total- mente impregnado, interrompe-se o bombeamento.
A primeira camada permeável 130 permite que a substância ativa de livre fluxo permeie para dentro do espaço contendo ar entre a segunda camada 110 e a primeira ca- mada 130, assim como para qualquer espaço contendo ar entre a primeira camada 130 e o material de construção estrutural 200. Quando a substância ativa de livre fluxo for um líquido hidrófilo, a substância ativa de livre fluxo interage com qualquer água presente, fazendo, assim, com que a substância de livre fluxo se expanda e se torne impermeável, criando uma camada à prova de água impenetrável. Assim, se ocorrer uma falha na segunda camada 110, pode ser criada uma barreira secundária à prova de água.
Alternativamente, diferentes substâncias ativas de livre fluxo podem ser introduzi- das no dispositivo de fornecimento de substância 100, dependendo da situação. Se a inte- gridade do material de construção estrutural 200 for comprometida, uma resina polimérica ou um material cimentador para reforçar o material de construção estrutural 200 pode ser injetado no dispositivo de fornecimento de substância 100 para reparar o material de cons- trução estrutural 200. Alternativamente, um fluido (gás ou líquido) contendo uma substância ativa, tal como inseticida, bactericida, contra míldio, inibidor de mofo ou inibidor de ferrugem, pode ser injetado no dispositivo de fornecimento de substância 100 para proporcionar prote- ção contra mofo, retardamento de ferrugem, proteção contra insetos ou outros fins similares.
Assim, o termo substância ativa se destina a abranger qualquer material diferente de água ou de ar que proporcione uma função útil ou característica desejável. O mais preferível é que a substância ativa inclua um material tal como resina polimérica ou material cimentador que possa ser curado até um estado endurecido depois de ter sido injetado no dispositivo e que proporcione um efeito de vedação ou impermeabilização contra água.
Em uma modalidade separada e distinta da invenção, o dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas pode excluir a camada intermediária 120, tal como,por e- xemplo, no caso em que a segunda camada inclui uma multiplicidade de protuberâncias que se estendem na direção da primeira camada ou nos casos em que a segunda camada tem um perfil ondulado ou um outro perfil que crie um espaço contendo ar entre a primeira ca- mada e uma porção substancial da segunda camada. Alternativamente, a camada interme- diária 120 e a primeira camada 130 podem constituir uma peça integral. Tais modalidades alternativas podem ser descritas com mais detalhes abaixo. Diversas tais modalidades pre- feridas alternativas são ilustradas nas Figuras 7 a 16 (em que os tubos 150 foram omitidos dos desenhos para fins de simplificação).
Com referência às Figuras 7 e 8, é mostrada uma segunda modalidade da inven- ção. Nesta modalidade, a primeira camada 130 e a segunda camada 110 são conforme já descrito. A camada intermediária 120 incLui uma multiplicidade de protuberâncias 124 que, neste caso, são covinhas de formato em tronco de cone. Naturalmente, as protuberâncias podem ter qualquer formato desejado, tal como semi-esférico, piramidal, cônico, cilíndrico etc. Uma multiplicidade de protuberâncias se encosta à primeira camada 130 no ponto mais alto de cada protuberância e pode se fazer as mesmas aderir a ela, criando deste modo um espaço contendo ar entre a primeira camada e uma porção substancial da segunda camada. As protuberâncias incluem, de preferência, uma multiplicidade de aberturas que as atraves- sam para proporcionar um espaço contendo ar interconectado em todo o dispositivo, e per- mitindo assim a passagem da substância ativa através delas para preencher parcial ou completamente o espaço contendo ar entre a primeira camada 130 e a segunda camada 110.
Com referência às Figuras 9 e 10, é mostrada uma terceira modalidade da inven- ção. Nesta modalidade, a primeira camada 130 e a segunda camada 110 são conforme já descrito. A camada intermediária 120 inclui uma multiplicidade de protuberâncias 128, que, neste caso, são na forma de nervuras paralelas de formato ondulado que se estendem ao longo de um eixo principal da camada intermediária. Conforme se pode ver na figura 10, essencialmente a camada intermediária 120 tem um perfil como uma onda senóide. Uma multiplicidade de protuberâncias se encosta à primeira camada 130 no ponto mais alto de cada protuberâncias, e pode se fazer as mesmas aderir a ela, criando, deste modo, um es- paço contendo ar entre a primeira camada e uma porção substancial da segunda camada. As protuberâncias incluem, de preferência, uma multiplicidade de aberturas que as atraves- sam para proporcionar um espaço contendo ar interconectado em toda a extensão do dis- positivo e permitindo deste modo a passagem de uma substância ativa através dele para preencher parcial ou completamente o espaço contendo ar entre a primeira camada 130 e a segunda camada 110.
Com referência às Figuras 11 e 12, é mostrada uma quarta modalidade da inven- ção. Nesta modalidade, a segunda camada 110 é conforme já descrito. No entanto, a pri- meira camada 130 e a camada intermediária 120 são combinadas formando uma unidade integrada. Referindo-se à Figura 12, a camada intermediária 120 inclui um par de matrizes geotêxteis planas 127, 129 que são separadas por matizes geotêxteis paralelas de formato tubular 125 que se estendem ao longo de um eixo principal da camada intermediária. As matrizes geotêxteis podem ser tecidas ou não tecidas e compreendem, de preferência, uma fibra de poliolefina. A material geotêxtil plana 129 além de se ligar em conjunto com a matriz de formato tubular 125, também serve como a primeira camada permeável 130. A material geotêxtil de formato tubular 125 acrescenta resistência e rigidez à camada intermediária criando ao mesmo tempo um espaço contendo ar substancialmente interconectado, permi- tindo assim a passagem de uma substância ativa através dele para preencher parcial ou completamente o espaço contendo ar entre a primeira camada 130 e a segunda camada 110.
Om referência à Figura 13, é mostrada uma quinta modalidade da invenção. Nesta modalidade, a primeira camada 130 e a segunda camada 110 são conforme já descrito. A camada intermediária 120 compreende uma multiplicidade de camadas de tramas poliméri- cas desencontradas. As tramas podem constituir uma camada de hastes paralelas de fios poliméricos sobrepostos a um ângulo sobre uma camada semelhante de hastes paralelas de fios poliméricos, ou em uma camada de tramas poliméricas de formato retangular ou em losangos, sobreposta, formando um ângulo, sobre uma camada similar de tramas poliméri- cas de formato retangular ou em losango. Estas tramas criam um espaço contendo ar inter- conectado entre a primeira camada 130 e a segunda camada 110 permitindo assim a pas- sagem através dele de uma substância ativa para parcial ou completamente preencher o espaço contendo ar entre a primeira camada 130 e a segunda camada 110.
Com referência às Figuras 14 e 15, é mostrada uma sexta modalidade da presente invenção. Nesta modalidade, não há nenhuma camada intermediária. A primeira camada 130 é conforme descrito anteriormente. A segunda camada 110 é uma folha polimérica sóli- da impermeável à água que inclui uma multiplicidade de protuberâncias 174, que, neste ca- so são covinhas em formato de tronco de cone. Naturalmente, as protuberâncias podem ter qualquer formato desejado, tal como semi-esférico, piramidal, cônico, cilíndrico etc. Uma multiplicidade de protuberâncias se encosta à primeira camada 130 no ponto mais alto de cada protuberância 174 e pode se fazer as mesmas aderir a ela, e criar, deste modo, um espaço contendo ar entre a primeira camada e uma porção substancial da segunda camada. Este espaço contendo ar pode ser subseqüentemente preenchido com uma substância ativa tal como uma resina polimérica ou um material cimentador. Na Figura 15, o dispositivo é mostrado ligado a um substrato estrutural 20 (um sistema de escoramento, por exemplo) com um material de construção estrutural 200 (concreto, por exemplo) aplicado contra ele. Alternativamente, em vez de protuberâncias em formato de covinhas conforme foi descrito acima, a segunda camada 130 pode ter um perfil ondulado, de modo a proporcionar uma multiplicidade de nervuras paralelas de formato ondulado 178 que se estendem ao longo de um eixo principal da segunda camada, por exemplo, conforme ilustrado em seção transver- sal na Figura 16.
Em uma modalidade separada e distinta da invenção, o dispositivo de fornecimento de substância 100 é diretamente ligado ao solo, tal como em um túnel ou mina. Nesta moda- lidade, o dispositivo de fornecimento de substância 1200 pode ser instalado conforme já descrito, ou alternativamente, ele pode ser instalado de modo inverso, de modo tal que a primeira camada 130 esteja voltada para a superfície do túnel e a segunda camada 110 esteja voltada para dentro para o espaço do túnel. O dispositivo de fornecimento de subs- tância 100 pode ser fixado de modo estacionário por aplicação de um adesivo à primeira camada 130, enfiando-se pregos através do dispositivo de fornecimento de substância 100, ou por meios de fixação similares conhecidos na técnica. O dispositivo de fornecimento de substância 100 é instalado em segmentos verticais, de modo análogo ao método descrito acima para a modalidade preferida. NO entanto não é necessária a multiplicidade de tubos 150 na modalidade alternativa.
Nesta aplicação alternativa, uma vez o dispositivo de fornecimento de substância 100 instalado contra a superfície do túnel, o material de construção estrutural 200 pode ser instalado diretamente sobre a segunda camada 110. Se ocorrer uma falha no dispositivo de fornecimento de substância 100, um operador pode praticar uma multiplicidade de furos a- través do material de construção estrutural 200, interrompendo a perfuração quando se tiver penetrado na segunda camada 110. Tais furos proporcionariam ao fluido acesso à camada intermediária 120. Uma substância fluida (não mostrada) seria então bombeada através dos furos, introduzindo, assim, a substância fluida no elemento intermediário 120, que então en- caminharia a substância fluida através do dispositivo de fornecimento de substância 100, permitindo finalmente que a substância fluida permeasse a primeira camada 130.
A descrição acima da invenção ilustra diversas modalidades preferidas dela. Diver- sas alterações e modificações podem ser introduzidas nos detalhes da construção ilustrada dentro do âmbito das reivindicações apensas sem que haja desvio do espírito genuíno da invenção. Diversos produtos de drenagem de construção disponíveis no comércio podem ser utilizados como constituindo uma ou mais camadas do dispositivo da presente invenção.
Tais produtos incluem os comercializados com as seguintes marcas de produto, tais como, por exemplo, Colbond Enkadrain®, Pozidrain®, Terradrain®, Senergy®, Tenax®, Blanke Ultra- Drain®, AmerDrain®, Superseal SuperDrain®, J-Drain®, membrana de covinhas Viscoret®, compósitos de drenagem Terram® e membranas de drenagem Delta®-MS.
A presente invenção deve ser somente limitada pelas reivindicações e seus equiva- lente. Se o conteúdo do pedido anterior U.S. No. de Série 11/066.927, ou qualquer equiva- lente estrangeiro seu, for considerado como tendo um impacto adverso sobre o ineditismo de qualquer reivindicação apresentada neste pedido, então a presente invenção renuncia à reivindicação (para fins de emendas às reivindicações somente) de qualquer e/ou de todas as modalidades específicas divulgadas no pedido anterior mencionado acima, mas somente na medida em que for necessário para dar respaldo às reivindicações emendadas que in- cluam uma renúncia ao objeto divulgado no pedido anterior.

Claims (38)

1. Dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas para a introdução de uma substância ativa de fluxo livre a uma estrutura in situ, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: uma primeira camada, tendo a primeira camada uma superfície voltada para dentro e uma superfície voltada para fora, sendo a primeira camada permeável à substância ativa, mas pelo menos praticamente impermeável a um material de construção estrutural a ser aplicado contra a superfície voltada para fora da primeira camada; uma segunda camada, sendo a segunda camada impermeável a água e tendo um primeiro lado voltado para dentro e um segundo lado voltado para fora, sendo o primeiro lado voltado para dentro da segunda camada afixado direta ou indiretamente à superfície voltada para dentro da primeira camada, de modo tal, que toda a segunda camada ou uma porção substancial dela esteja afastada da primeira camada para criar um espaço contendo ar entre a primeira camada e a segunda camada; uma multiplicidade de tubos afixada à primeira camada e se estendo para fora dela, sendo os tubos adaptados para permitir o influxo da substância ativa para dentro do espaço contendo ar.
2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a segunda camada tem uma multiplicidade de protuberâncias que se estendem na dire- ção da primeira camada.
3. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias entram em contato com a primeira camada.
4. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma das protuberâncias inclui uma multiplicidade de aberturas para permitir a passagem da substância ativa através delas.
5. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias têm o formato de tronco de cone.
6. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias compreendem nervuras paralelas de formato ondulado que se esten- dem ao longo de um eixo principal da segunda camada.
7. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 5 ou 6, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma das protuberâncias inclui uma multiplicidade de aberturas para permitir a passagem da substância ativa através delas.
8. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a segunda camada é substancialmente plana e em que o dispositivo inclui ainda uma camada intermediária entre a primeira camada e a segunda camada, incluindo a camada intermediária uma multiplicidade de espaços intersticiais de ar interconectados, suficientes para permitir o influxo da substância ativa entre a primeira camada e a segunda camada.
9. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a camada intermediária compreende uma folha com uma multiplicidade de protuberân- cias que se estendem na direção da primeira camada.
10. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma das protuberâncias inclui uma multiplicidade de aberturas para permitir a passagem da substância ativa através delas.
11. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias têm um formato em tronco de cone.
12. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias compreendem nervuras paralelas de formato ondulado que se esten- dem ao longo de um eixo principal da camada intermediária.
13. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a camada intermediária compreende um par de matrizes geotêxteis planas separadas por matrizes geotêxteis paralelas de formato tubular que se estendem ao longo de um eixo principal da camada intermediária.
14. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato de que a primeira camada faz parte integrante da camada intermediária e compreende uma das matrizes geotêxteis planas da camada intermediária.
15. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a camada intermediária compreende uma multiplicidade de camadas de tramas polimé- ricas desencontradas.
16. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a substância ativa compreende um material fluido cimentador ou de resina polimérica que solidificará depois de curar.
17. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende ainda um adesivo no segundo lado da segunda camada.
18. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a segunda camada inclui uma porção de extensão adaptada para proporcionar uma camada subjacente para a sobreposição de um dispositivo de fornecimento de fluido que será subseqüentemente instalado sobre ela.
19. Método de se prover uma substância ativa de livre fluxo a uma estrutura in situ, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: prover-se um dispositivo de fornecimento de fluido de múltiplas camadas compre- endendo uma primeira camada, tendo uma superfície voltada para dentro e uma superfície voltada para fora, sendo a primeira camada permeável à substância ativa, mas pelo menos praticamente impermeável a um material de construção estrutural a ser aplicado contra a superfície voltada para fora da primeira camada, e uma segunda camada, sendo a segunda camada impermeável a água e tendo um primeiro lado voltado para dentro e um segundo lado voltado para fora, sendo o primeiro lado voltado para dentro da segunda camada afixa- do direta ou indiretamente à superfície voltada para dentro da primeira camada, de modo tal que toda a segunda camada ou uma porção substancial dela esteja afastada da primeira camada para criar um espaço contendo ar entre a primeira camada e a segunda camada; fixar o dispositivo a um substrato estrutural de modo tal, que o segundo lado voltado para fora da segunda camada esteja voltado ao substrato; afixar uma multiplicidade de tubos à primeira camada, de modo que eles se esten- dam para fora e a partir dela, sendo os tubos adaptados para permitir o influxo da substân- cia ativa no espaço contendo ar; colocar uma forma ou armadura de concreto adjacente à superfície voltada para fo- ra da primeira camada, de modo que a multiplicidade de tubos seja afixada à forma ou armadura e se estenda através dela; aplicar concreto à forma ou armadura de modo tal, que entre em contato com a su- perfície voltada para fora da primeira camada e permitir-se que endureça; e injetar a substância ativa de livre fluxo através de uma ou mais da multiplicidade de tubos para total ou parcialmente preencher o espaço contendo ar com a substância ativa.
20. Método, de acordo com a reivindicação 19, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende, além disso, a fixação de um ou mais dispositivos de fornecimento de fluido de camadas múltiplas adicionais ao substrato estrutural, a segunda camada de cada dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas inclui uma porção de extensão e sendo ca- da dispositivo sobreposto com um dispositivo anteriormente fixado na porção de extensão.
21. Método, de acordo com a reivindicação 19, CARACTERIZADO pelo fato de que a segunda camada tem uma multiplicidade de protuberâncias que se estendem na direção da primeira camada.
22. Método, de acordo com a reivindicação 21, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias entram em contato com a primeira camada.
23. Método, de acordo com a reivindicação 22, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma das protuberâncias inclui uma multiplicidade de aberturas para permitir a passa- gem da substância ativa através delas.
24. Método, de acordo com a reivindicação 22, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias são de formato em tronco de cone.
25. Método, de acordo com a reivindicação 22, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias compreendem nervuras paralelas de formato ondulado que se estendem ao longo de um eixo principal da segunda camada.
26. Método, de acordo com a reivindicação 24 ou 25, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma das protuberâncias inclui uma multiplicidade de aberturas para permitir a passagem da substância ativa através delas.
27. Método, de acordo com a reivindicação 19, CARACTERIZADO pelo fato de que a segunda camada do dispositivo é substancialmente plana e pelo fato de que o dispositivo inclui uma camada intermediária entre a primeira camada e a segunda camada, a camada intermediária incluindo uma multiplicidade de espaços de ar intersticiais interconectados suficientes para permitir o influxo da substância ativa entre a primeira camada e a segunda camada.
28. Método, de acordo com a reivindicação 27, CARACTERIZADO pelo fato de que a camada intermediária compreende uma folha com uma multiplicidade de protuberâncias que se estendem na direção da primeira camada.
29. Método, de acordo com a reivindicação 28, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma das protuberâncias inclui uma multiplicidade de aberturas para permitir a passa- gem da substância ativa através delas.
30. Método, de acordo com a reivindicação 29, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias são de formato em tronco de cone.
31. Método, de acordo com a reivindicação 29, CARACTERIZADO pelo fato de que as protuberâncias compreendem nervuras paralelas em formato ondulado que se estendem ao longo de um eixo principal da camada intermediária.
32. Método, de acordo com a reivindicação 27, CARACTERIZADO pelo fato de que a camada intermediária compreende um par de matrizes geotêxteis planas separadas por matrizes geotêxteis de formato tubular paralelas que se estendem ao longo de um eixo prin- cipal da camada intermediária.
33. Método, de acordo com a reivindicação 32, CARACTERIZADO pelo fato de que a primeira camada é parte integrante da camada intermediária e compreende uma das ma- trizes geotêxteis planas da camada intermediária.
34. Método, de acordo com a reivindicação 27, CARACTERIZADO pelo fato de que a camada intermediária compreende uma multiplicidade de camadas de tramas poliméricas desencontradas.
35. Método, de acordo com a reivindicação 19, CARACTERIZADO pelo fato de que a substância ativa compreende um material fluido cimentador ou de resina polimérica que se solidificará por cura.
36. Método, de acordo com a reivindicação 19, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende ainda um adesivo no segundo lado da segunda camada.
37. Método, de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende ainda a fixação de uma tira divisória a uma borda de um dispositivo de forneci- mento de fluido de camadas múltiplas em que ele encosta-se à borda de um outro dispositi- vo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas.
38. Método de se prover uma substância ativa de livre fluxo a uma estrutura in situ, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: prover-se pelo menos dois dispositivos de fornecimento de fluido de camadas múl- tiplas, compreendendo cada um dos dispositivos uma primeira camada, sendo a primeira camada permeável à substância ativa de fluxo livre, mas pelo menos praticamente imper- meável aos materiais de construção estruturais, uma camada intermediária permeável à substância ativa de livre fluxo, uma segunda camada, sendo a segunda camada impermeá- vel; fixar um primeiro dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas a uma superfície escavada; sobrepor um segundo dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplos a uma extensão do primeiro dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas; fazer o segundo dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas encos- tar-se ao primeiro dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas; fixar o segundo dispositivo de fornecimento de fluido de camadas múltiplas à super- fície escavada; instalar pelo menos uma tira divisória entre pelo menos dois dispositivos de forne- cimento de fluido de camadas múltiplas; aplicar um material de construção estrutural ao exterior de pelo menos dois disposi- tivos de fornecimento de fluido de camadas múltiplas; determinar uma área de falha no pelo menos dois dispositivos de fornecimento de fluido de camadas múltiplas; perfurar uma multiplicidade de furos na proximidade da área de falha; e introduzir seletivamente a substância ativa de livre fluxo a pelo menos um dos dois dispositivos de fornecimento de fluido através de pelo menos uma multiplicidade de furos.
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