BRPI0622098A2 - terminais de modo duplo e de modo énico, sistema de comunicaÇço, e, produto de software - Google Patents

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BR
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mode terminal
physical
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Roberto Fantini
Gaetano Francesco Cazzatello
Alfredo Ruscitto
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Telecom Italia Spa
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Abstract

TERMINAIS DE MODO DUPLO E DE MODO éNICO, SISTEMA DE COMUNICAÇçO, E, PRODUTO DE SOFTWARE Exposto aqui é um terminal de modo duplo (Ti) projetado para se conectar a uma rede baseada em IP (IPN) por um primeiro sistema de comunicação (IJMTS) e um segundo sistema de comunicação (WLAN), oterminal de modo duplo (Ti) incluindo um primeiro módulo de interfaee de rede fisíca (Ni 1) adaptado para estabelecer uma comunicação baseada em pacote com a rede baseada em IP (IPN) pelo primeiro sistema de comunicação (UMTS), o primeiro módulo de interface de rede fisica (N 11) sendo acessível por uma primeira interface de rede fisica (PHí 1) tendo um primeiro endereço de rede fisica (IP íP 1); um segundo módulo de interface de rede fisica (Ni 1) adaptado para estabelecer uma comunicação baseada em pacote com a rede baseada em IP pelo segundo sistema de comunicação (WLAN), o segundo módulo de interface de rede fisica (Ni 2) sendo accessível por uma segunda interface de rede fisica (ph 12) tendo um segundo endereço de rede fisica (IPi P2); uma pilha de protocolo baseado em IP adaptada para operar entre um aplicativo de software no terminal de modo duplo e o primeiro e segundo módulos de interface de rede fisica; e um sistema para executar uma transferência de passagem sem ruptura entre o primeiro sistema de comunicação e o segundo sistema de comunicação durante uma conexão à rede baseada em IP; em que o sistema para executar uma transferência de passagem sem ruptura incluiu um módulo de interface de rede fisica de rede virtual accessível por uma interface de rede virtual tendo um endereço de rede virtual, o módulo de interface de rede fisica de rede virtual sendo configurado para operar entre a pilha de protocolo baseada em IP e o primeiro e segundo módulos de interface de rede fisica para receber e transmitir pacotes de dados de chegada e partida pela primeira e segunda interfaces de rede fisica; a pilha de protocolo baseada em IP sendo configurada para gerar pacotes de dados tendo endereço de rede fisica de fonte igual ao endereço de rede virtual da interface de rede virtual no terminal de modo duplo; e o módulo de interface de rede fisica de rede virtual sendo configurado para mudar o endereço de rede fisica de fonte de pacotes de dados da pilha de protocolo baseado em IP para o endereço de rede fisica da interface de rede fisica do módulo de interface de rede fisica no terminal de modo duplo usado para a conexão à rede baseado em IP.

Description

"TERMINAIS DE MODO DUPLO E DE MODO ÚNICO, SISTEMA DE COMUNICAÇÃO, E, PRODUTO DE SOFTWARE"
CAMPO TÉCNICO DA INVENÇÃO
A presente invenção relaciona-se em geral a sistemas de comunicação, e mais particularmente ao gerenciamento de transferência de passagem sem ruptura entre sistemas de comunicação diferentes em um terminal de modo dual de IP, isto é, um terminal de modo dual provendo conectividade à Internet por tecnologias de comunicação diferentes.
FUNDAMENTOS DA TÉCNICA
Como é conhecido, um dispositivo de comunicação móvel de modo dual é um aparelho projetado para se conectar a redes de comunicação sem fio diferentes, em particular a ambas redes de comunicação de rádio celulares e não celulares para comunicação de voz e dados. Por exemplo, um dispositivo de comunicação móvel de modo dual de terceira geração (3G) pode prover conectividade à Internet por ambas uma rede de comunicação de rádio celular de UMTS/W-CDMA e uma rede de comunicação de rádio de WLAN (Wi-Fi) baseada por exemplo nas especificações IEEE 802.11. A disponibilidade de dispositivos de comunicação móveis de modo dual provendo ambas conectividade celular (2G/3G) e de WLAN, junto com o desenvolvimento mundial de áreas concentradas de WLAN, elevou o interesse em possíveis soluções para a integração (interoperabilidade) de sistemas de comunicação de WLAN com sistemas de comunicação celulares de 2.5G e 3G, com o propósito de prover dispositivos de comunicação móveis de modo dual com a capacidade para empregar múltiplas redes de acesso de rádio (capacidade de acesso múltiplo) e para transferência de passagem entre redes de comunicação diferentes com um impacto desprezível na qualidade de serviço (QoS) percebida por usuários finais (transferência de passagem vertical).
Várias abordagens podem ser consideradas para combinar tecnologias de acesso de rádio diferentes (RATs) dependendo do nível de integração que é requerido entre as redes diferentes. Quando a integração entre as RATs diferentes é apertada, provisão de serviço é mais eficiente e a escolha da RAT que pode prover as melhores condições de acesso de rádio é mais rápida e mais fácil. Outra vantagem de uma integração de RAT apertada é o tempo reduzido requerido para transferência de passagem vertical entre duas redes de comunicação diferentes com um pequeno impacto na QoS percebida por usuários finais. Por outro lado, um alto nível de integração entre duas redes de comunicação diferentes requer um maior esforço na definição de interfaces e mecanismos que permitem a troca de dados necessária e sinalização entre as RATs diferentes. Neste caso, integração ocorre na camada L2/L3 da pilha de protocolo de ISO-OSI, como proposto por exemplo no padrão de Acesso Móvel Não Licenciado (UMA).
Até mesmo quando não há nenhuma integração real entre as RATs, transferência de passagem vertical é possível graças à coexistência das tecnologias de acesso de rede sob o Protocolo de Internet (IP). Porém, se nenhuma contramedida for tomada, problemas surgem quando o usuário troca entre tecnologias de rede de acesso e/ou provedores de rede de acesso diferentes: desde que endereços de IP são nomeados a um local fixo na rede, um novo endereço de IP deveria ser nomeado quando local de rede (tecnologia e/ou provedor de acesso) muda. Isto faz um acesso móvel transparente à Internet impossível, conduzindo aos aplicativos de IP serem reiniciados, com uma perda conseqüente da sessão atual. Além disso, se o Protocolo de Controle de Transmissão (TCP) for usado além do IP, como na maioria de ligações de IP, as conexões são ademais designadas por uma quadra de números contendo indicações sobre os endereços de IP e os números da porta nos hospedeiros de fonte e destino. Se um destes quatro números for mudado, isto causa uma interrupção da conexão de TCP/IP.
A fim de resolver estes problemas, técnicas diferentes foram propostas que podem ser classificadas baseadas na camada da pilha de protocolo de ISO-OSI à qual a solução é provida, em particular pode ser classificado naquelas provendo uma solução na camada de rede (por exemplo, Camada de IP), aquelas provendo uma solução na camada de transporte (por exemplo, TCP/UDP (Protocolo de Datagrama de Usuário), e aquelas provendo uma solução a camadas mais altas (por exemplo, a camada de interconector ou aplicativo).
Uma solução que tenta resolver o problema de mobilidade de hospedeiro de ponta a ponta na camada de rede é representada pelo denominado IP Móvel, que é um padrão aberto, definido pela Força-Tarefa de Engenharia da Internet (IETF) RFC 2002, que faz parte de ambos os padrões de IPv4 e IPv6 e que permite aos usuários manterem o mesmo endereço de IP, ficarem conectados, e manterem aplicativos em andamento enquanto vagando entre redes de IP. IP móvel provê conectividade onipresente para usuários, e é expansível para a Internet porque está baseado em IP.
Em mais detalhe, ΓΡ Móvel tenta resolver problemas de mobilidade de hospedeiro na camada de rede usando um nível de procedimento indireto de roteamento ou roteamento triangular de todos os pacotes de um hospedeiro correspondente para um nó móvel.
Este procedimento indireto de roteamento é realizado pelo uso de "Agentes Domésticos" e "Agentes Estrangeiros", que são procurações provendo serviços ao nó móvel. Embora IP Móvel opere bem problemas de mobilidade de hospedeiro e acessibilidade, não opera falhas de conexão de transporte (por exemplo, qualquer mudança aos pontos finais de transporte conduz a uma falha de sessão). Tipicamente, aplicativos dependendo de conectividade de sessão de transporte precisam ser reiniciados e uma nova conexão de transporte tem que ser estabelecida. Outras desvantagens de IP Móvel incluem roteamento triangular não otimizado e uso extenso de canalização de IP. Devido a razões de segurança, provedores de serviço tipicamente desaprovam pacotes transmitidos em túneis. Além disso, devido à freqüência aumentada de ataques de Negação de Serviço (DOS), pacotes entrantes são filtrados no ingresso por provedores de serviço para certificar que eles sejam de fato das redes que eles reivindicam ser e bloquear aqueles que fonte de embuste trata. Embora o problema de filtragem de ingresso pudesse ser resolvido usando canalização contrária, canalização contrária conduz a uso sub-ótimo adicional de recursos de rede e adiciona atrasos de pacote extras entre os dois pontos finais.
Soluções que tentam resolver o problema de mobilidade de hospedeiro de ponta a ponta no transporte ou camadas mais altas tipicamente tanto dividem a conexão em múltiplos segmentos, modificam uma implementação de TCP padrão adicionando novas mensagens e estados à máquina de estado de TCP, ou enganam o aplicativo em acreditar que a conexão ainda existe enquanto uma tentativa é feita para restabelecer a conexão.
Por exemplo, uma solução que trabalha no nível de camada de transporte é a denominada Interconectores Móveis (MSOCKS), que usa uma procuração de conexão dividida para redirecionamento de conexão. MSOCKS insere uma procuração no caminho de comunicação entre o nó móvel e seus hospedeiros correspondentes e usa um mecanismo de emenda de TCP para romper a conexão em múltiplos segmentos e assim esconder os assuntos de mobilidade do nó móvel dos hospedeiros correspondentes. Porém, adicionar uma procuração de caminho de comunicação poderia degradar significativamente serviço.
Outras técnicas ao nível de camada de transporte introduzem uma biblioteca entre o aplicativo e a Interface de Programas Aplicativos (API) de interconector, que preserva a ilusão de uma única conexão irrompível através de casos de conexão sucessivos. Todas estas abordagens requerem ligar o aplicativo com suas bibliotecas respectivas (específicas). A ilusão de uma conexão irrompível é obtida enganando o aplicativo em acreditar que a sessão de transporte ainda está ativa, embora a sessão de transporte tenha encerrado. A biblioteca intermediária então tenta restabelecer a (nova) conexão de transporte e mapeia a nova conexão de transporte para o aplicativo usando-a. A implementação e dificuldades operacionais envolveram com tais soluções incluem mecanismos de virtualização como eleição de I/O, processos de I/O assíncronos e sem bloqueio, a necessidade por temporizadores e manipuladores de sinal, e a necessidade por interfaces de controle de processo adicionais como "esperar", "matar", e "exec".
Uma solução que trabalha ao nível de camada de aplicativo usa o Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP). Neste caso, se o terminal precisar mudar seu endereço de IP durante uma sessão ele pode informar seu hospedeiro correspondente enviando uma nova mensagem de CONVIDE especificando o novo endereço de IP e os parâmetros de sessão atualizados. Estando na camada de aplicativo, SIP se confia nos protocolos e mecanismo na camada inferior para operar a conexão de rede física. Portanto, procedimentos adicionais são precisados a fim de monitorar a qualidade de camada de ligação de rádio e conectar o terminal à nova rede sem fio (assim obtendo o novo endereço de IP) antes que a mensagem de re-CONVIDE de SIP seja enviada. Além disso, este mecanismo está disponível só para aqueles aplicativos que se confiam em SIP para o gerenciamento da sessão e que são projetados para suportar este procedimento de mudança de IP.
Uma solução adicional provê um mecanismo para alcançar mobilidade de hospedeiro de ponta a ponta modificando o protocolo de camada de transporte e aplicações de fim. A modificação adiciona estados novos e semântica à máquina de estado finito de TCP e define novas opções de TCP para negociar a migração da conexão. Outras técnicas existem que envolvem tanto mudar o cabeçalho de TCP, formato de pacote, semântica de protocolo, ou acrescentar cabeçalhos adicionais nos pacotes. Porém, a desvantagem destas técnicas é que os aplicativos de usuário final têm que estar cientes da nova característica para fazer uso disto, implicando mudanças exigidas a esses aplicativos existentes.
WO 02/43348 expõe um método para transferência de passagem entre redes de comunicação heterogêneas, em particular para manter comunicação entre uma primeira unidade móvel e uma segunda unidade, onde a primeira unidade se comunica por uma primeira rede de comunicação e a segunda unidade se comunica por uma segunda rede de comunicação. A primeira unidade inclui uma primeira pilha de protocolo e a segunda unidade inclui uma segunda pilha de protocolo. A primeira unidade inclui uma primeira camada de sessão que é adaptada para funcionar como uma interface entre a primeira pilha de protocolo e primeiros componentes de software atuando dentro da primeira unidade. Semelhantemente, a segunda unidade inclui uma segunda camada de sessão que é adaptada para funcionar como uma interface entre a segunda pilha de protocolo e segundos componentes de software atuando dentro da segunda unidade. A primeira unidade inclui um ou mais primeiro hardware de comunicações com rotinas de acionamento associadas adaptadas a redes de comunicação diferentes.
Quando a primeira unidade troca de uma primeira rede de comunicação para uma terceira rede de comunicação, a primeira camada de sessão funciona para manter comunicação selecionando primeiro hardware de comunicações e rotina de acionamento requerida para a terceira rede de comunicação. As identidades respectivas da primeira e segunda unidades são mantidas pela primeira e segunda camada de sessão e estas identidades são retidas durante troca de redes de comunicação pela primeira unidade.
WO 2005/076651 expõe um método e um sistema para transferência de passagem sem ruptura de dispositivos móveis em redes heterogêneas. Um dispositivo móvel é movido entre locais de rede topológica diferentes e transmite e/ou recebe dados por meio de tecnologias de acesso de rede diferentes sem a transferência de dados entre um aplicativo de IP de Cliente, correndo no dispositivo móvel, e um aplicativo de IP de Servidor sendo interrompido, em que o aplicativo de IP de Cliente do dispositivo móvel faz um pedido com primeiras unidades de dados para um módulo de serviço de cliente, em que o módulo de serviço de cliente cria segundas unidades de dados baseado nas primeiras unidades de dados recebidas e faz um pedido a um módulo de serviço de servidor com as segundas unidades de dados, em que o módulo de serviço de servidor cria terceiras unidades de dados baseado nas segundas unidades recebidas de dados e faz um pedido ao aplicativo de IP de Servidor com as terceiras unidades de dados para operar a troca de dados entre o aplicativo de IP de Cliente e o aplicativo de IP de Servidor.
Uma solução que trabalha no nível de camada de interconector e relaciona-se a uma mudança de endereço de ponto final em uma rede de pacote é exposta em US 2005/0198384, em que uma arquitetura de mobilidade de ponto final de transporte sem ruptura (STEM) migra um ponto final de conexão de transporte de um endereço de IP antigo para um endereço de IP novo sem perda da sessão. O processo de migração negociado entre dois próprios pontos finais. Mobilidade de ponto final de transporte inclui comunicação entre dois 'daemons' de STEM, um 'daemon' de STEM em cada ponto final, que atualiza dinamicamente estruturas de dados de núcleo (por exemplo, elementos de uma quina associada com um aplicativo de TCP/IP) associado com a sessão. Migração é transparente ao aplicativo usando a conexão de transporte subjacente para transferência de dados.
WO 02/103978 expõe um método para IP móvel em redes heterogêneas em que um módulo de gerenciamento de interface do nó móvel verifica o nó móvel para interfaces de rede física disponíveis, prepara uma tabela de consulta com as interfaces de rede física disponíveis e configuráveis, e se liga a uma das interfaces de rede física disponíveis. Aplicativos de IP dos nós móveis acessam as redes heterogêneas por uma interface de rede de IP virtual gerada no nó móvel, a interface de rede de IP virtual permanente sendo conectada à rede presente pelo módulo de gerenciamento de interface. Durante a mudança de interfaces de rede física do nó móvel, a ligação da interface de rede de IP virtual permanente à rede é atualizada por meio do módulo de gerenciamento de interface baseado na tabela de consulta. Em particular, a invenção relaciona-se a um método para nós móveis com aplicativos em tempo real em redes heterogêneas.
WO 03/065654 expõe arranjos de comunicação sem fio baseados em protocolo de Internet para permitir a dispositivos móveis tais como Assistentes Digitais Pessoais ou telefones móveis se conectarem à Internet ou outra rede baseada em IP usando infra-estruturas de WPAN e WLAN ou sistemas celulares tais como GPRS ou 3G. Arquitetura de software de acionamento de rede sem fio é proposta, nomeada Camada de Adaptação Sem fio de Multi-padrão (MWAL) e é para dispositivos de cliente MT que podem ser portáteis, precisam trocar eficientemente de um padrão sem fio para outro e que devem ser capazes de ficar conectados e alcançáveis na Internet ou outra rede baseada em IP até mesmo ao trocar entre padrões de comunicação sem fio. A técnica é uma técnica de camada 2 adequada para mercados verticais e soluções de proprietário, nas quais o MWAL permite ao dispositivo de cliente MT executar transferências de passagem verticais entre padrões de comunicações sem fio.
OBJETIVO E SUMÁRIO DA INVENÇÃO
O Requerente notou que apesar de todas as soluções acima mencionadas, uma necessidade ainda permanece para uma solução que permita uma transferência de passagem entre tecnologias de acesso de rede diferentes com continuidade de sessão, isto é, sem atrasar ou interromper aplicativos ou sessões de rede ativas, ser gerenciada de uma maneira completamente transparente e automática. Esta necessidade é cumprida pelo menos parcialmente pela presente invenção visto que relaciona-se a um terminal de modo dual projetado para executar uma transferência de passagem sem ruptura entre sistemas de comunicação diferentes no terminal de modo dual, como definido nas reivindicações anexas. A presente invenção relaciona-se ademais a um terminal de modo único de IP projetado para se comunicar com o terminal de modo dual e suportar a transferência de passagem sem ruptura no terminal de modo dual, e a um sistema e um produto de software para executar uma transferência de passagem sem ruptura entre sistemas de comunicação diferentes no terminal de modo dual, como definido nas reivindicações anexas.
Em particular, a presente invenção alcança a necessidade acima mencionada introduzindo em um Sistema Operacional do terminal de modo dual uma subcamada de rede incluindo uma interface de rede virtual, que é um aplicativo de software que pode processar pacotes de dados entrantes e de partida e é hospedado dentro e corre em um dispositivo físico, em seguida chamado módulo de interface de rede física. O módulo de interface de rede física está na função de transmitir e receber pacotes de dados e hospeda um acionador de interface de rede que provê o Sistema Operacional com os serviços do módulo de interface de rede física, escondendo do Sistema Operacional o mecanismo de transmissão atual usado pelo módulo de interface de rede física.
Em uma concretização preferida, o terminal de modo dual inclui dois módulos de interface de rede física que provêem transmissão e recepção de pacote de dados por duas tecnologias de acesso diferentes, em particular tecnologias de acesso de rádio. O primeiro módulo de interface de rede física é acessível pelo Sistema Operacional do terminal de modo dual por uma primeira interface de rede física, que tem um primeiro endereço de IP, enquanto o segundo módulo de interface de rede física é acessível por uma segunda interface de rede física que tem um segundo endereço de IP. Além destes dois módulos de interface de rede física, um módulo de interface de rede virtual é provido no terminal de modo dual, que é feito por um módulo apropriado do núcleo do Sistema Operacional do terminal de modo dual. O módulo de interface de rede virtual é acessível por uma interface de rede virtual tendo um endereço de IP virtual e recebe e transmite pacotes de dados entrantes e de partida pelos módulos de interface de rede física, dependendo de qual módulo de interface de rede física está experimentando a melhor condição de propagação.
Outro módulo de interface de rede virtual acessível por uma interface de rede virtual com um endereço de IP virtual próprio também é provido em um terminal remoto por um módulo apropriado do núcleo do Sistema Operacional do terminal remoto, a interface de rede virtual despacha pacotes de dados para/de uma interface de rede física incluída no terminal remoto e tendo um endereço de IP próprio. Tabelas de roteamento no terminal de modo dual e no terminal remoto são armazenadas a fim de rotear pacotes de dados destinados aos endereços de IP virtuais às interfaces de rede virtual do terminal de modo dual e do terminal remoto. Quando um aplicativo no terminal de modo dual abre uma conexão com um aplicativo no terminal remoto, o terminal de modo dual enviará pacotes de dados de seu endereço de IP virtual para o endereço de IP virtual do terminal remoto. Especificamente, os pacotes de dados são roteados ao módulo de interface de rede virtual no terminal de modo dual, que muda o endereço de IP associado aos pacotes de dados de tal maneira que o endereço de destino de IP seja mudado ao endereço de IP da interface de rede física no terminal remoto, e o endereço de IP de fonte seja mudado ao endereço de IP da interface de rede física no terminal de modo dual usado para transmissão de dados, isto é, o primeiro endereço de IP se a primeira interface de rede física for usada ou o segundo endereço de IP se a segunda interface de rede física for usada. Então, os pacotes de dados são roteados pela Internet ao módulo de interface de rede física no terminal remoto, onde eles são recebidos. O módulo de interface de rede física no terminal remoto é assim configurado que quando pacotes de dados são recebidos com uma fonte endereço de IP igual a um dos endereços de IP das interfaces de rede física no terminal de modo dual, então os pacotes de dados são passados ao módulo de interface de rede virtual no terminal remoto. O módulo de interface de rede virtual muda o endereço de IP associado aos pacotes de dados de tal maneira que o endereço de IP de fonte seja mudado de endereço de IP da interface de rede física do módulo de interface de rede física no terminal de modo dual para o endereço de IP virtual da interface de rede virtual no terminal de modo dual, e o endereço de IP de destino seja mudado do endereço de IP da interface de rede física do módulo de interface de rede física no terminal remoto para o endereço de IP virtual da interface de rede virtual do módulo de interface de rede virtual no terminal remoto. Então, os pacotes de dados são passados pelo módulo de interface de rede virtual ao aplicativo que os recebe. As mesmas etapas são seguidas quando o terminal remoto responde, enviando pacotes de dados de IP de sua interface de rede virtual para aquela no terminal de modo dual.
A fim de executar as etapas previamente descritas, o terminal de modo dual e o terminal remoto tem que trocar informação sobre seus endereços de IP físicos e virtuais antes de começar a conexão de IP, e se o terminal de modo dual decidir mudar o módulo de interface de rede física usado para transmissão e recepção de dados, deveria informar o terminal remoto que pacotes de dados de IP serão recebidos pelo novo endereço de IP do novo módulo de interface de rede física e lugar do prévio. A troca desta informação é gerenciada sinalizando aplicativos de software que correm no terminal de modo dual e no terminal remoto, respectivamente.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Para um melhor entendimento da presente invenção, concretizações preferidas, que são planejadas puramente por meio de exemplo e não são para serem interpretadas como limitantes, serão descritas agora com referência aos desenhos anexos, em que:
Figura 1 mostra um diagrama de bloco de um terminal de modo dual e um terminal remoto configurado para implementar uma transferência de passagem sem ruptura entre sistemas de comunicação diferentes no terminal de modo dual de acordo com uma concretização preferida da presente invenção; e
Figura 2 mostra mensagens trocadas entre o terminal de modo dual e o terminal remoto durante uma sessão de IP.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE CONCRETIZAÇÕES PREFERIDAS DA INVENÇÃO
A discussão seguinte é apresentada para habilitar uma pessoa qualificada na técnica fazer e usar a invenção. Várias modificações para as concretizações serão prontamente aparentes àqueles qualificados na técnica, e os princípios genéricos aqui podem ser aplicados a outras concretizações e aplicações sem partir da extensão da presente invenção. Assim, a presente invenção não é pretendida ser limitada às concretizações mostradas, mas é para ser outorgada a extensão mais ampla consistente com os princípios e características expostas aqui e definidos na descrição e reivindicações anexas.
Figura 1 mostra um diagrama de bloco de um terminal móvel de modo dual Tl e um terminal móvel remoto T2 configurado para se comunicar por uma rede baseada em IP tal como a Internet e executar e suportar uma transferência de passagem sem ruptura entre sistemas de comunicação diferentes no terminal de modo dual de acordo com uma concretização preferida da presente invenção.
O terminal de modo dual Tl e o terminal remoto T2 é cada um provido com um Sistema Operacional tendo um espaço de núcleo responsável por alocação e gerenciamento de recurso do terminal, e um espaço de usuário responsável por gerenciamento de execução de aplicativo de software do usuário. Em particular, o espaço de núcleo provê acesso seguro aos recursos de hardware do terminal para vários aplicativos de software e gerencia uso (quando e quanto tempo) dos recursos de hardware do terminal para cada aplicativo de software.
Em particular, o terminal de modo dual Tl inclui, no espaço de núcleo:
um primeiro módulo de interface de rede física Nl 1, em uma concretização preferida um módulo de Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS), acessível por uma primeira interface de rede física phll tendo um primeiro endereço de IP, IP1_P1, e adaptado para receber e transmitir pacotes de dados de TCP/IP entrantes e de partida por uma primeira rede de comunicação sem fio, na concretização considerada um UMTS;
um segundo módulo de interface de rede física Nl 2, em uma concretização preferida um modem de Rede Local Sem fio (WLAN), acessível por uma segunda interface de rede física phl2 tendo um segundo endereço de IP, IP1_P2, e adaptada para receber e transmitir pacotes de dados de TCP/IP entrantes e de partida por uma segunda rede de comunicação sem fio, na concretização considerada uma WLAN;
uma pilha de Protocolo de Controle de Transmissão/Protocolo de Internet (TCP/IP) adaptada para operar entre aplicativos de software do usuário e o primeiro e o segundo módulos de interface de rede física Nl 1, N 12; e
uma interface de rede virtual virtl 1 tendo um endereço de IP virtual, IP1_V1, provido por um módulo, em seguida chamado módulo de interface de rede virtual, Ml, do núcleo do Sistema Operacional, adaptado para operar entre a pilha de protocolo de TCP/IP e o primeiro e o segundo módulos de interface de rede física Nl 1, Nl2 para receber e transmitir pacotes de dados de TCP/IP entrantes e de partida pela interface de rede física ph11 ou phl2, dependendo de uma política de gerenciamento de recurso predeterminada, por exemplo, dependendo de qual módulo de interface de rede física Nll ou Nl2 está experimentando a melhor condição de propagação.
Em concretizações adicionais, os módulos de interface de rede física podem ser adaptados para se comunicar com a rede baseada em IP de acordo com sistemas de telecomunicação diferentes de UMTS ou WLAN, por exemplo de acordo com um ou mais do seguinte: GSM, CDMA2000, WiMAX, Bluetooth, ou qualquer outro sistema de comunicação sem fio adequado ou, menos preferivelmente, por fios.
Semelhantemente, o terminal remoto T2, no exemplo mostrado na Figura 1 um terminal de modo único, inclui, no espaço de núcleo:
um módulo de interface de rede física N21 acessível por uma interface de rede física ph21 tendo um endereço de IP, IP2_P1, e adaptado para receber e transmitir pacotes de dados entrantes e de partida por uma rede de comunicação sem fio. Em uma concretização preferida, o módulo de interface de rede física N21 pode ser um módulo de UMTS que se conecta a uma rede de comunicação de UMTS. Em uma concretização diferente, o terminal remoto T2 pode ser um servidor ou um terminal conectado a uma Rede de Area Local (LAN). No caso anterior, o módulo de interface de rede física N21 pode ser um cartão de Ethernet que se conecta à Rede de Área Local (LAN);
uma pilha de protocolo de TCP/IP adaptada para operar entre aplicativos de software do usuário e o módulo de interface de rede física N21; e
uma interface de rede virtual virt21 tendo um endereço de IP virtual IP2 V1 e provido por um módulo, em seguida chamado módulo de interface de rede virtual M2, do núcleo do Sistema Operacional adaptado para operar entre a pilha de protocolo PS de TCP/IP e o módulo de interface de rede física N21 para receber e transmitir pacotes de dados de TCP/IP entrantes e de partida pela interface de rede física ph21.
Alternativamente, o terminal remoto T2 pode se ser um terminal de modo dual capaz de se comunicar com a rede baseada em IP por dois módulos de interface de rede física diferentes, por exemplo, análogo ao previamente descrito com respeito a terminal de modo dual TI.
Em uma concretização preferida, cada endereço de IP virtual identifica unicamente a interface de rede virtual no terminal respectivo. Este endereço de IP virtual pode ser nomeado de interface de rede virtual estaticamente ou dinamicamente por uma conexão com um servidor remoto, por exemplo um servidor de DHCP (Protocolo de Configuração de Hospedeiro Dinâmico) provido por um operador de rede. A conexão com o servidor remoto pode ser estabelecida por uma das interfaces de rede física phl 1 ou phl2, assim que o terminal seja conectado à Internet.
O terminal de modo dual Tl e o terminal remoto T2 cada um inclui, no espaço de usuário:
um ou mais aplicativos de software do usuário Al, A2, respectivamente; e
um aplicativo de software de sinalização, em seguida chamado gerente de conexão Cl, C2, respectivamente.
Em particular, o gerente de conexão Cl do terminal de modo dual T1 tem as tarefas seguintes:
gerenciamento da primeira e da segunda interfaces de rede física phll e phl2. Em particular, o gerente de conexão Cl dialoga com os módulos de interface de rede física de WLAN e UMTS Nll e N12 para monitorar a qualidade de ligação disso. Uma decisão sobre qual interface é para ser usada para transmissão e recepção de pacote de dados pode ser baseada em valores de indicador de intensidade de sinal recebido relatado (RSSI); gerenciamento de conexões de ponta a ponta ativas. Em particular, o gerente de conexão Cl opera a conexão com os terminais remotos T2, e em geral com todos os terminais remotos que suportam continuidade de sessão de IP, provê o terminal remoto T2 com os endereços de IP virtuais e físicos IP1_P1, IP1P2, e IP1_V1 das interfaces de rede física e virtual phl1, phl2, e virtl1 do terminal de modo dual Tl, e sinaliza a troca entre as interfaces de rede física phll e phl2 quando este evento ocorre. Em uma concretização preferida, troca entre as interfaces de rede física phl 1 e phl2 é sinalizada ao terminal remoto T2 por uma conexão de TCP que é sempre mantida na rede de UMTS, desde que esta rede é mais segura do que a WLAN.
Em mais detalhes, relativo à primeira tarefa, o gerente de conexão Cl do terminal de modo dual Tl dialoga com os módulos de interfaces de rede física de UMTS e WLAN Nll e Nl2 e verifica periodicamente o estado das duas conexões, a fim de decidir qual é para ser usada para transmissão de dados. O algoritmo usado para escolher a melhor conexão pode ser configurado pelo operador de rede. Em uma concretização preferida, conexão à WLAN é escolhida sempre que está disponível com um nível de RSSI acima de um certo limiar que garante uma boa QoS. Se a RSSI da rede de WLAN cair abaixo de um tal limiar, o gerente de conexão Cl verifica a presença da rede de UMTS e troca a interface de rede virtual virtl 1 do terminal de modo dual Tl para a rede de UMTS. Em outra concretização, um limiar duplo pode ser usado: quando a RSSI da rede de WLAN cai abaixo de um primeiro limiar, a gerente de conexão Cl verifica a presença da rede de UMTS e começa a enviar simulados pacotes de dados curtos a fim de "esquentar" a conexão. Isto é feito a fim de prevenir o atraso adicional introduzido pela rede de UMTS no estabelecimento da conexão de dados. Por meio desta transmissão de simulados pacotes de dados, a ligação de UMTS será completamente operacional e responsiva quando a troca de ligação será requerida. Troca de ligação ocorre se a RSSI da WLAN continuar caindo e vai abaixo de um segundo limiar.
Políticas de gerenciamento de recurso adicionais ou alternativas podem ser adotadas para selecionar a conexão a ser usada para transmissão de dados, por exemplo, quando ambas as conexões experimentam uma boa qualidade de transmissão, por exemplo otimizar o uso dos recursos de rádio disponíveis nos dois sistemas de comunicação ligados às interfaces de rede respectivas.
Relativo à segunda tarefa, o gerente de conexão C1 do terminal de modo dual T1 troca informação de sinalização com o gerente de conexão C2 do terminal remoto T2. Figura 2 mostra as trocas de mensagens entre os gerentes de conexão C1 e C2 do terminal de modo dual T1 e do terminal remoto T2 durante uma sessão de comunicação.
Sempre que um aplicativo A1 correndo no terminal de modo dual T1 pede que uma conexão seja aberta com um terminal remoto que suporta continuidade de sessão de IP, no exemplo mostrado na Figura 1, o terminal remoto T2, o gerente de conexão Cl envia ao gerente de conexão C2 uma "mensagem de aberta" contendo um pedido para abrir a conexão.
Assumindo que o gerente de conexão C1 decide que a primeira interface de rede física phl 1 provê a melhor conexão, a mensagem de aberta é na forma "Open(IP1_P1, IP1_V1)", em que o endereço de IP da primeira interface de rede física phll no terminal de modo dual Tl que será usado para a transmissão de pacote de dados, e o endereço de IP de interface de rede virtual virtl 1 no terminal de modo dual T são especificados. Deste modo, o terminal remoto T2 é informado que o terminal de modo dual T1 deseja começar uma sessão de IP, e que o terminal de modo dual Tl usa uma interface de rede virtual com endereço de IP IP1_V1 que transmite pacotes de dados por uma interface de rede física com endereço de IP, IP1P1. Esta primeira mensagem inclui um pacote de dados de sinalização que é enviado por um canal de TCP através da ligação mais segura, por exemplo a ligação de UMTS se o terminal de modo dual Tl for um telefone de modo dual de WLAN 3g, e que é recebido pelo módulo de interface de rede física N21 do terminal remoto T2.
Em uma concretização preferida, o acionador do módulo de interface de rede física N21 monitora todos os pacotes de dados recebidos e os passa a uma função, em seguida chamada função de virt_change, que é exportada pelo módulo M2 do espaço de núcleo do Sistema Operacional do terminal remoto T2, e que verifica se os pacotes de dados recebidos estão endereçados à porta de TCP do terminal remoto T2, onde o gerente de conexão C2 está esperando por mensagens. Se este for o caso, a função de virt_change analisa a mensagem e extrai a informação que é precisada pelo módulo M2 correr corretamente. Com esta solução, o módulo M2 lê a informação de sinalização trocada entre gerentes de conexão Cl e C2 e se configura independentemente. O gerente de conexão C2 responde ao terminal de modo dual T1 com uma "mensagem de aceite" contendo um relatório de aceitação na forma "Accept(IP2_P1, IP2_V1)", em que o endereço de IP, IP2_V1 da interface de rede virtual virt21 no terminal remoto T2 e o endereço de IP, IP2_P1 da interface de rede física ph21 no terminal remoto T2 são especificados.
Em outra concretização, o pedido de aberto é recebido pelo gerente de conexão C2, que configura o módulo M2 por um método adequado (por exemplo chamada ioctl, veja "Linux Device Drivers", por J. Corbet, A. Rubini, G. Kroah-Hartman, ed. O'Reilly) exposto pelo acionador virtual, e então responde com a mensagem de aceite.
A mensagem de aceite é recebida por uma interface de rede física preferida phll ou phl2 do terminal de modo dual T, por exemplo a interface de rede física de UMTS ph11. Em uma concretização preferida, o acionador de interface de rede física monitora todos os pacotes de dados recebidos e os passa para uma função de virt change, que é exportada pelo módulo Ml do espaço de núcleo do Sistema Operacional do terminal de modo dual Tl, e que, baseado na informação na mensagem de aceite, se configura para gerenciar os endereços de IP real e virtual das interfaces de rede física e virtual ph21 e virt21 do terminal remoto T2 e que serão usados para transmissão e recepção de pacote de dados com o terminal remoto T2.
Sempre que o gerente de conexão Cl determina que a interface de rede física usada atualmente para transmissão e recepção de pacote de dados é para ser mudada, ele envia uma "mensagem de troca" contendo um pedido para trocar a conexão. Assumindo que o gerente de conexão Cl decide que agora a segunda interface de rede física phl2 provê a melhor conexão, a mensagem de troca está na forma "Switch(IPl_P2,IPl_Vl)", em que o endereço de IP da segunda interface de rede física pl2 no terminal de modo dual Tl que será usado para a transmissão de pacote de dados, e o endereço de IP de interface de rede virtual virtll no terminal modo dual Tl são especificados.
A mensagem de troca é recebida pelo terminal remoto T2, e é usada pelo módulo M2 para se configurar para executar a troca de endereço correta. Gerente de conexão C2 então responde ao terminal de modo dual Tl com uma "mensagem de aceite" contendo um relatório de aceitação na forma "Accept(IP2_Pl, IP2_V1)", e que é usado pelo módulo Ml no terminal de modo dual Tl para completar a troca.
Conexão com o terminal remoto T2 pode ser fechada pelo terminal de modo dual Tl com uma "mensagem de fechar" contendo um pedido para trocar a conexão, e na forma "Close(IPl_Vl)". Esta mensagem informa o módulo M2 no terminal remoto T2 que deveria parar de mudar endereços de IP de mensagem enviada ou recebida do endereço de IP virtual IPl_Vl.
Finalmente, o terminal remoto T2 responde com uma "mensagem de fechar" correspondente contendo um pedido para trocar a conexão, e na forma "Close(IP2_Vl)". Esta mensagem informa o módulo Ml no terminal de modo dual Tl que pode fechar a conexão, parando mudança de endereço de IP para pacotes de dados enviados ou recebidos do endereço virtual IP2_V1 do terminal remoto T2.
O processamento de baixo nível de pacotes de dados de IP enviados e recebidos pelos dois terminais Tl e T2 é executado pelos módulos Ml e M2, que são carregados nos terminais Tl e T2 e configurados a tempo de carga para serem presos aos dispositivos físicos reais do terminal Tl e T2 e monitorar a informação de sinalização sobre a porta de TCP correta. Os módulos Ml e M2 habilitam uma interface de rede virtual virtl ou virt2 que está associada com o endereço de IP virtual, e oferecem uma ou mais das funções típicas (por exemplo, init, abra, pare, etc.) necessárias para um acionador de interface de rede virtual, além da funcionalidade necessária para implementar a mudança de endereço de IP e troca de interface de rede física. Em particular, em uma concretização preferida, o núcleo destas funcionalidades é provido através de três funções em seguida chamadas virt_change, virt_hw_tx e virt_header.
Em particular, virt_change é uma função exportada do módulo Ml, M2, que é chamada dos acionadores de interface de rede física toda vez dos que eles recebem pacotes de dados. Para chamar esta função, o acionador da interface de rede física, logo antes de processar os pacotes de dados recebidos, os remete à função de virt_change, que verifica se os pacotes de dados são pacotes gerados pelos gerentes de conexão Cl ou C2 e, se este for o caso, interpreta os comandos trocados entre os dois terminais Tl e T2 como descrito previamente. Em uma concretização preferida, o acionador da interface de rede virtual mantém rastro de toda conexão de par a par ativa que é gerenciada pelos gerentes de conexão Cl e C2 por meio de uma matriz, chamada matriz VirtualVsReal, que memoriza pares de endereços de IP virtuais e reais. A função de virt_change lê o endereço de IP virtual recebido na mensagem de aceite, e se nenhuma ocorrência do IP virtual estiver presente na matriz, registra o novo par de IP Virtual contra IP Real. Se o IP Virtual estiver presente, mas o Real IP for diferente porque uma troca está em desenvolvimento, o acionador dos interface de rede virtual registra o novo par de IP na matriz. A função de virt_change também está na função de mudar o endereço de IP em pacotes de dados recebidos. Para todo pacote de dados de IP recebido, o acionador de interface de rede virtual verifica se o endereço de fonte é um do endereço de IP real registrado na matriz, e se este for o caso, muda o endereço de fonte para o endereço virtual correspondente, e o endereço de destino do IP real para seu próprio endereço de IP virtual. Se necessário, depois de ter mudado os endereços de IP, o acionador de rede virtual interface recalcula a soma de verificação de TCP/UDP, de forma que o Sistema Operacional não descarte o pacote de dados manipulado.
Enquanto manipulação de pacote de dados no lado de receptor é completamente gerenciada pela função de virt_change, o processo equivalente no lado de transmissão é operado por duas funções: virt_hw_tx e virt_header. A função de virt_hw_tx implementa a manipulação dos endereços de fonte e destino, e o enfileiramento dos pacotes assim modificados na fila de interface de rede física correta. A função controla o endereço de destino na parte Virtual da matriz de VirtualVsReal, e se achar uma correspondência, muda o endereço de destino com o Endereço Real, e o endereço de fonte com o endereço de IP da interface de rede física que o gerente de conexão sinalizou como a interface de rede física atualmente usada. Depois de mudança de endereço de IP, soma de verificação de UDP ou TCP é recalculada e o pacote de dados é transmitido pela interface de rede física atualmente usada. Antes de transmitir os pacotes de dados, é necessário anexar o cabeçalho de Camada 2 aos pacotes de dados. O formato do cabeçalho de Camada 2 depende da interface de rede física usada. A função de virt_header trata este problema, modificando por conseguinte o cabeçalho de Camada 2 para a interface de rede física que deveria ser usada.
Embora o método e aparelho da presente invenção tenham sido ilustrados e descritos com respeito a concretizações agora preferidas dela, será entendido que numerosas modificações e substituições podem ser feitas às concretizações descritas, e que numerosas outras concretizações da invenção podem ser implementadas sem partir do espírito e extensão da invenção como definida nas reivindicações seguintes.

Claims (21)

1. Terminal de modo duplo (Tl) projetado para se conectar a uma rede baseada em IP por primeiro (UMTS) e segundo (WLAN) sistemas de comunicação, o terminal de modo duplo (Tl) compreendendo um primeiro módulo de interface de rede física (Nll) adaptado para estabelecer uma comunicação baseada em pacote com a rede baseada em IP pelo primeiro sistema de comunicação (UMTS), o primeiro módulo de interface de rede física (Nll) tendo um primeiro endereço de rede física associado (IP1_P1); um segundo módulo de interface de rede física (NI2) adaptado para estabelecer uma comunicação baseada em pacote com a rede baseada em IP pelo segundo sistema de comunicação (WLAN), o segundo módulo de interface de rede física (NI2) tendo um segundo endereço associado de rede física (IP1_P2); uma primeira pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) adaptada para operar entre um aplicativo de software (Al) no terminal de modo duplo (Tl) e o primeiro e segundo módulos de interface de rede física (Nll, Nl2); o terminal de modo duplo (Tl) sendo caracterizado pelo fato de compreender um sistema para executar uma transferência de passagem sem ruptura entre o primeiro (UMTS) e o segundo (WLAN) sistemas de comunicação, dito sistema compreendendo um primeiro módulo de interface de rede virtual (Ml) tendo um primeiro endereço associado de rede virtual (IP1_V1); a primeira pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) sendo configurada para gerar pacotes de dados tendo uma endereço de rede física de fonte igual ao primeiro endereço de rede virtual (IP1_V1) associado com o primeiro módulo de interface de rede virtual (Ml); e o primeiro módulo de interface de rede física de rede virtual (Ml) sendo configurado para mudar o endereço de rede física de fonte de pacotes de dados da primeira pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) para o endereço de rede física (IP1_P1, IP1_P2) associado com o módulo de interface de rede física (NI 1, N12).
2. Terminal de modo duplo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que dito sistema compreende adicionalmente um primeiro aplicativo de gerenciamento de conexão (Cl) configurado para gerenciar o primeiro e segundo módulos de interface de rede física (Nll, Nl2), e a conexão entre o terminal de modo duplo (Tl) e a rede baseada em IP.
3. Terminal de modo duplo de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que o primeiro aplicativo de gerenciamento de conexão (Cl) é ademais configurado para determinar qual entre o primeiro e os segundo sistemas de comunicação (UMTS, WLAN) no terminal de modo duplo (Tl) será usado para a conexão à rede baseada em IP, e executar uma transferência de passagem sem ruptura entre o primeiro e os segundo sistemas de comunicação (UMTS, WLAN) assim para manter uma continuidade de sessão de IP.
4. Terminal de modo duplo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o primeiro aplicativo de gerenciamento de conexão (Cl) é ademais configurado para cooperar com o primeiro e segundo módulos de interface de rede física (N11, N 12) para determinar qual entre o primeiro e o segundo sistemas de comunicação (UMTS, WLAN) experimenta a melhor condição de propagação para a conexão à rede baseada em IP.
5. Terminal de modo duplo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o primeiro aplicativo de gerenciamento de conexão (Cl) está configurado para determinar qual entre o primeiro e o segundo sistemas de comunicação (UMTS, WLAN) experimenta a melhor condição de propagação baseado em um indicador de intensidade de sinal recebido (RSSI).
6. Terminal de modo duplo de acordo com qualquer reivindicação precedente 2 a 5, caracterizado pelo fato de que o primeiro aplicativo de gerenciamento de conexão (Cl) está configurado para gerenciar a transmissão, por um do primeiro e segundo sistemas de comunicação (UMTS, WLAN) e a rede baseada em IP, do primeiro endereço de rede virtual (IP1V1), dos primeiro e segundo endereços de rede (IP1_P1, IP1_P2), e de informação sobre ocorrência de uma comutação entre o primeiro e o segundo sistemas de comunicação.
7. Terminal de modo único (T2) projetado para estabelecer uma comunicação baseada em pacote com o terminal de modo duplo (Tl) de qualquer reivindicação precedente pela rede baseada em IP-, o terminal de modo único (T2) compreendendo um terceiro módulo de interface de rede física (N21) adaptado para estabelecer uma comunicação baseada em pacote com a rede baseada em IP por um terceiro sistema de comunicação (UMTS; WLAN), o terceiro módulo de interface de rede física (N21) tendo um terceiro endereço associado de rede física (IP2_P1); uma segunda pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) adaptada para operar entre um aplicativo de software (A2) no terminal de modo único (T2) e o terceiro módulo de interface de rede física (N21); o terminal de modo único (T2) sendo caracterizado pelo fato de compreender um sistema para manter continuidade de sessão de IP durante uma conexão ao terminal de modo único (Tl) pela rede baseada em IP, dito sistema incluindo um segundo módulo de interface de rede virtual (M2) tendo um segundo endereço associado de rede virtual (IP2_V1); a segunda pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) sendo configurada para gerar pacotes de dados tendo uma endereço de rede física de fonte igual ao segundo endereço de rede virtual (IP2_V1) associado com o segundo módulo de interface de rede virtual (M2), e um endereço de rede física de destino igual ao primeiro endereço de rede virtual (IPl Vl) do primeiro módulo de interface de rede virtual (Ml); e o segundo módulo de interface de rede virtual (M2) sendo configurado para mudar o endereço de fonte de rede física de pacotes de dados da segunda pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) para o terceiro endereço de rede física (IP2_P1) associado com o terceiro módulo de interface de rede física (N21), e o endereço de rede física de destino de pacotes de dados da segunda pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) para o endereço de rede física (IP1_P1, IP1_P2) associado com o terceiro módulo de interface de rede física (N21).
8. Terminal de modo único de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a segunda rede virtual em módulo de interface de rede física (M2) é configurada para mudar o endereço de rede físico de fonte de pacotes de dados recebido do terminal de modo duplo (Tl) para o primeiro endereço de rede virtual (IPl Vl) associado com o primeiro módulo de interface de rede virtual (Ml), e o endereço de rede física de destino de pacotes de dados recebidos do terminal de modo duplo (Tl) para o segundo endereço de rede virtual (IP2_V1) associado com o segundo módulo de interface de rede virtual (M2).
9. Terminal de modo único de acordo com a reivindicação 7 ou 8, caracterizado pelo fato de que o terceiro módulo de interface de rede física (N21) é configurado adicionalmente para conferir se o endereço de rede física de fonte de pacotes de dados recebidos casa com um dos endereços de rede física (IP1_P1, IP1_P2) associado com o primeiro e segundo módulos de interface de rede física (Nll, N12), e passar os pacotes de dados recebidos à segunda rede virtual módulo (M2) no caso de casamento positivo.
10. Terminal de modo único de acordo com qualquer reivindicação precedente, 7 a 9, caracterizado pelo fato de que dito sistema para manter continuidade de sessão de IP inclui um segundo aplicativo de gerenciamento de conexão (C2) configurado para gerenciar o terceiro módulo de interface de rede física (N21), e a conexão entre o terminal de modo único (T2) e a rede baseada em IP.
11. Terminal de modo único de acordo com a reivindicação -10, caracterizado pelo fato de que o segundo aplicativo de gerenciamento de conexão (C2) é configurado adicionalmente para gerenciar a transmissão ao terminal de modo duplo (TI), pelo terceiro sistema de comunicação (UMTS; WLAN), e a rede baseada em IP, do segundo endereço de rede virtual (IP2_V1) associado com o segundo módulo de interface de rede virtual (M2), e do terceiro endereço de rede (IP2_P1) associado com o terceiro módulo de interface de rede física (N21).
12. Terminal de modo único de acordo com a reivindicação 10 ou 11, caracterizado pelo fato de que o segundo aplicativo de gerenciamento de conexão (C2) é configurado para gerenciar a recepção do terminal de modo duplo (TI), pelo terceiro sistema de comunicação (UMTS; WLAN), e a rede baseada em IP, e a utilização apropriada, pelo segundo módulo de interface de rede virtual (M2), do primeiro endereço de rede virtual (IP1_V1) associado com o primeiro módulo de interface de rede virtual (M1), do primeiro e segundo endereços de rede (IP1_P1, IP1P2) associado com o primeiro e segundo módulos de interface de rede física (Nll, Nl2), e de informação sobre ocorrência de uma comutação entre o primeiro e os segundo sistemas de comunicação no terminal de modo duplo (T1).
13. Terminal de modo duplo de acordo com qualquer reivindicação precedente 1 a 6, caracterizado pelo fato de ser para uso em se comunicar com o terminal de modo único (T2) de qualquer reivindicação precedente 7 a 12, pela rede baseada em IP em que a primeira pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) é configurada adicionalmente para gerar pacotes de dados tendo um endereço de rede física de destino igual ao segundo endereço de rede virtual (IP2_V1) associado com o segundo módulo de interface de rede virtual (M2); e o primeiro módulo de interface de rede virtual (Ml) é configurado para mudar o endereço de rede física de destino de pacotes de dados da primeira pilha de protocolo baseada em IP (TCP/IP) para o terceiro endereço de rede física (IP2_P1) associado com o terceiro módulo de interface de rede física (N21).
14. Terminal de modo duplo de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o primeiro módulo de interface de rede virtual (Ml) é configurado adicionalmente para mudar o endereço de rede física de fonte de pacotes de dados do terminal de modo único (T2) para o segundo endereço de rede virtual (IP2_V1) associado com o segundo módulo de interface de rede virtual (M2), e o endereço de rede física de destino de pacotes de dados do terminal de modo único (T2) para o primeiro endereço de rede virtual (IPl VI) associado com o primeiro módulo de interface de rede virtual (Ml).
15. Terminal de modo duplo de acordo com a reivindicação 13 ou 14, caracterizado pelo fato de que os módulos de interface de rede física (N11, N12) no terminal de modo duplo (Tl) são configurados para conferir se o endereço de rede física de fonte casa com pacotes de dados recebidos do terceiro endereço de rede física (IP2_P1) associado com o terceiro módulo de interface de rede física (N21), e passar os pacotes de dados recebidos ao primeiro módulo de rede virtual (Ml) no caso de casamento positivo.
16. Terminal de modo duplo de acordo com qualquer reivindicação precedente 13 a 15, caracterizado pelo fato de que o primeiro aplicativo de gerenciamento de conexão (Cl) é configurado para gerenciar a recepção do terminal de modo único (T2), por um dos primeiro e segundo sistemas de comunicação (UMTS, WLAN) e a rede baseada em IP, e a utilização apropriada pelo primeiro módulo de interface de rede virtual (Ml), do segundo endereço de rede virtual (IP2_V1) associado com o segundo módulo de interface de rede virtual (M2), e do terceiro endereço de rede (IP2_P1) associado com o terceiro módulo de interface de rede física (N21).
17. Terminal de modo duplo de acordo com qualquer reivindicação precedente 1 a6e 13 a 16, caracterizado pelo fato de que o primeiro e o segundo módulos de interface de rede física (N11, N12) no terminal de modo duplo (Tl) é um módulo de interface de rede física de Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS) e um módulo de interface de rede físico de Rede Local Sem fio (WLAN), respectivamente.
18. Terminal de modo duplo de acordo com a reivindicações 5 e 17, caracterizado pelo fato de que o primeiro aplicativo de gerenciamento de conexão (Cl) é configurado para fazer a conexão à rede baseada em IP ser feita pelo módulo de interface de rede física da Rede Local Sem fio (WLAN) quando o indicador de intensidade de sinal recebido (RSSI) está mais alto do que um limiar predeterminado, e conferir a presença de uma rede de Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS) e, em caso de resultado positivo, trocar ao módulo de interface de rede físico do Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS) quando o indicador de intensidade de sinal recebido (RSSI) cai abaixo do limiar predeterminado.
19. Terminal de modo duplo de acordo com a reivindicações 5 e 17, caracterizado pelo fato de que o primeiro aplicativo de gerenciamento de conexão (Cl) é configurado para fazer o terminal de modo duplo (Tl) se conectar à rede baseada em IP pelo módulo de interface de rede física da Rede Local Sem fio (WLAN) quando o indicador de intensidade de sinal recebido (RSSI) está mais alto do que um primeiro limiar predeterminado, conferir a presença de uma rede de Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS) e, em caso de resultado positivo, enviar simulados pacotes de dados pelo módulo de interface de rede física do Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS), para estabelecer a conexão à rede de Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS) e prevenir a demora adicional introduzida pelo anterior no estabelecimento da conexão de dados, quando o indicador de intensidade de sinal recebido (RSSI) cai abaixo do primeiro limiar predeterminado, e trocar ao módulo de interface de rede física do Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS) quando o indicador de intensidade de sinal recebido (RSSI) cai abaixo de um segundo limiar predeterminado mais baixo do que o primeiro limiar predeterminado.
20. Sistema de comunicação incluindo um terminal de modo duplo (Tl) como definido em qualquer reivindicação precedente 1 a 6 e 13 a -19, e um terminal de modo único (T2) como definido em qualquer reivindicação precedente 7 a 12, caracterizado pelo fato de serem ambos configurados para estabelecer uma conexão por uma rede baseada em IP.
21. Produto de software, caracterizado pelo fato de que é capaz, quando carregado e operado em um terminal de modo duplo (Tl) como definido em qualquer reivindicação precedente Ia6el3al9, de fazer com que o terminal de modo duplo (Tl) opere como definido.
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