BRPI0622107A2 - mÉtodos, dispositivo màvel e aparelho - Google Patents

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BRPI0622107A2
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BRPI0622107-6A
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Jakke Makela
Niko Porjo
Joni Jantunen
Tom Ahola
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Nokia Corp
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Abstract

MÉTODOS, DISPOSITIVO MàVEL E APARELHO. Um método inclui o recebimento de um primeiro sinal de uma antena de um dispositivo e pelo menos um sinal de dispositivo interno em um caminho de consumo de baixa energia, detectando um pico em pelo menos um primeiro sinal e em pelo menos um sinal de dispositivo interno, e ativação de um caminho de consumo de alta energia para analisar o primeiro sinal quando o pico detectado não está em pelo menos um sinal de dispositivo interno.

Description

MÉTODOS, DISPOSITIVO MÓVEL E APARELHO FUNDAMENTO DA INVENÇÃO
CAMPO DA INVENÇÃO
Os ensinamentos de acordo com as modalidades exemplares da presente invenção se referem geralmente a um aparelho e um método para detecção de iluminação.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENVOLVIMENTOS ANTERIORES
Existem aplicações em desenvolvimento para detectar os campos eletromagnéticos dos ambientes, tais como para uso em detecção de iluminação. Um problema que surge na tentativa de detectar tais campos é a dificuldade envolvida quando há a tentativa de diferenciar campos eletromagnéticos de interesse a partir de fontes de ruido artificiais, e, em particular, o do ruido do próprio dispositivo (por exemplo, o sinal acoplado da antena de um telefone telefone celular) . Uma solução de baixa energia para este < problema· requer que o sensor eletromagnético esteja em um estado de espera na maior parte do tempo, e que ele ingresse em um estado ativo quando existe atividade potencial. Contudo, se os ruidos do dispositivo artificial e interno não podem ser distinguidos das fontes reais naturais, o resultado é que o sensor estará ligada quase continuamente e o consumo de energia aumentará a níveis indesejáveis.
É possível para usar programa para separar sinais de ruído artificial de sinais de iluminação legítimos após os dados saírem de um sensor EMI. Isto é feito em dispositivos profissionais, tais como o detector de iluminação portátil ThunderBolt™ da Spectrum Electronics, Inc. Contudo, em sistemas de sensores de detecção existentes conhecidos, o sensor é "passivo" no sentido de sempre passar através dos mesmos sinais para o software, e não é aperfeiçoado para economizar energia ajustando seu próprio estado.
Como notado acima, os dispositivos móveis e o ambiente no qual eles são geralmente operado freqüentemente contém vários sinais RF não relacionados à iluminação que podem fazer com que os sistemas de detecção EMI, particularmente sistemas de detecçãó de iluminação, fiquem ativos o tempo todo. Quando tal sistema de detecção é utilizado em um dispositivo móvel, o resultado é a imposição de limites rigorosos para o consumo de energia. Felizmente, a iluminação tem algumas características únicas as quais facilitam sua identificação. Por exemplo, quando medida em uma freqüência única com uma largura de banda estreita, a iluminação produz um sinal que é tanto altamente impulsivo (com tempos de subida de poucos microsegundos ou menos) quanto totalmente contínuo (por exemplo, próximo de 1 Mhz os impulsos de um clarão de iluminação podem durar até um segundo). Muitos sinais artificiais são ou impulsivos (por exemplo, interruptores de luz, os quais causam um pico único durando menos de um milissegundo) ou contínuos (por exemplo, ruído de um driver LED) . Assim, muitos sinais EMI podem ser identificados de uma maneira exigindo um nível suficientemente baixo de processamento e consumo de energia que seus impactos no consumo de energia são aceitáveis. Como um exemplo específico, interruptores de luz produzem tipicamente um únicos pico extremamente estreito o qual pode ser filtrado de várias maneiras.
Contudo, existe uma subclasse de sinais quasi-periódicos que tem uma estrutura interna que os torna difíceis de serem identificados a partir dos sinais de indução de iluminação.
Especificamente, sua duração de explosão está na escala de milisegundos e sua estrutura interna contém freqüências mais altas, fazendo com que o sinal apareça aleatório nas freqüências usadas para detecção de iluminação. Um exemplo de tal sinal é aquele causado por uma explosão de receptor do Sistema Global para de Comunicações Móveis (GSM TX) que pode ser escutada através de rádios de carros. Outro exemplo é o sinal produzido por um sinal de mudança de automóvel o qual, quando acionado por um relê, produze séries de pulso relativamente periódicas. Enquanto é possível utilizar programa de alto nível exigindo energia de processamento considerável para identificar tais sinais que imitam um sinal gerado péla iluminação, soluções para Identificação de tais sinais não são otimizados para a baixa energia de consumo.
RESUMO
Em um aspecto exemplar da invenção, um método inclui o recebimento de um primeiro sinal de uma antena de um dispositivo e pelo menos um sinal de dispositivo interno em um caminho de consumo de baixa energia, a detecção de um pico em pelo menos um dos primeiros sinais e pelo menos um sinal de dispositivo interno, e ativação de um caminho de consumo de alta energia para analisar o primeiro sinal quando o pico detectado não é em pelo menos um sinal de dispositivo interno.
Em outro aspecto exemplar da invenção, um dispositivo móvel inclui um caminho de consumo de baixa energia configurado para receber um primeiro sinal de uma antena e pelo menos um sinal de dispositivo interno e detecção de um pico em pelo menos um dos primeiros sinais e o pelo menos um sinal de dispositivo interno, um caminho de consumo de alta energia configurado para receber e analisar o primeiro sinal quando o pico detectado não for em pelo menos um sinal de dispositivo interno, e um bloco de circuito configurado para controlar a operação do caminho de consumo de baixa energia e o caminho de consumo de alta energia.
Em outro aspecto exemplar da invenção, um aparelho inclui um elemento de consumo de baixa energia para receber um primeiro sinal de uma antena de um dispositivo e pelo menos um sinal de dispositivo interno e a detecção de um pico em pelo menos um dos primeiros sinais e pelo menos um sinal de dispositivo interno, e um elemento para a ativação de um caminho de consumo de alta energia para analisar o primeiro sinal quando o pico detectado não for em pelo menos um sinal de dispositivo interno.
Em outro aspecto exemplar da invenção, um método inclui o recebimento de um sinal de uma antena de um dispositivo em um primeiro circuito, criando um identificador do sinal, comparando o identificador a uma primeira lista de identificadores de fontès de sinal armazenadas para produzir uma correspondência entre o identificador e pelo menos um dos identificadores de fonte de sinal armazenados, e encaminhando o identificador a um segundo circuito se a correspondência não for produzida.
Em outro aspecto exemplar da invenção, um dispositivo móvel inclui um primeiro circuito configurado para receber um sinal de uma antena, para criar um identificador de sinal, e comparar o identificador a uma primeira lista de identificadores de fontes de sinal armazenada para produzir uma correspondência entre o identificador e pelo menos um dos identificadores de fonte de sinal armazenados, e Um segundo circuito configurado para receber o identificador se a correspondência não for produzida.
Em outro aspecto exemplar da invenção, um aparelho inclui um elemento para receber um sinal de uma antena de um dispositivo, um elemento de criação de um identificador de sinal, um elemento destinado a comparação do identificador a uma primeira lista de identificadores de fontes de sinal armazenada a fim de produzir uma correspondência entre o identificador e pelo menos um dos identificadores de fonte de sinal armazenados, e um elemento de encaminhamento do identificador a um circuito se a correspondência não for produzida.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os aspectos antecedentes e outros das modalidades desta invenção são feitos mais evidentes na seguinte Descrição Detalhada, quando lida em conjunto com as Figuras anexas, em que:
Fig. 1 é um diagrama esquemático de um aparelho de detecção de interferência eletromagnética de acordo com uma modalidade exemplar da invenção;
Fig. 2 é um diagrama de um circuito de amostragem e armazenamento (SH) de acordo com uma modalidade exemplar e não-limitante da invenção; Fig. 3 é. um diagrama de um circuito, de amostragem e armazenamento (SH) era conformidade com outra modalidade exemplar e não-limitante da invenção;
Fig. 4 é um diagrama de um aparelho para praticar a invenção em conformidade com outra modalidade exemplar e não- limitante da invenção
Fig. 5 é um diagrama de blocos do aparelho de detecção EMI que são ativos quando operando quando no Modo 1 de acordo com uma modalidade exemplar e não-limitante da invenção;
Fig. 6 é um diagrama de blocos do Aparelho de detecção EMI que são ativos quando operando no Modo 2 em conformidade com uma modalidade exemplar e não-limitante da invenção;
Fig. 7 é um diagrama de fluxo de um método de acordo com uma modalidade exemplar e não-limitante da invenção;
Figs. 8a-8f são gráficos de sinal de fontes de EMI sobrepostos com os valores da matriz do identificador derivada disso de acordo com modalidades exemplares e não- limitantes da invenção;
Fig. 9 é um diagrama de fluxo de um método em conformidade com uma modalidade exemplar e não-limitante da invenção;
Fig. 10 é um diagrama de um aparelho para praticar a invenção de acordo com uma modalidade exemplar e não- limitante da invenção; e
Fig. 11 é um diagrama dos blocos do aparelho de detecção de EMI que são ativos quando operando no Modo 3 em conformidade com uma modalidade exemplar e não-limitante da invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Modalidades exemplares e não-limitantes da invenção fornecem um sensor, hardware associado, e um método de operação para fornecer uma abordagem em etapas para a detecção de sinais eletromagnéticos. As modalidades exemplares do sistema possibilitam a medida e detecção dos niveis de radiação eletromagnética do ambiente por um sensor embutido em um dispositivo que é por si só uma fonte de interferência Bletromagneticai - (EMI) (tal como um telefone. telefone celular). Enquanto descrito com referência, as modalidades exemplares onde existe detectada a ocorrência de iluminação, as modalidades não-limitantes da invenção se estendem para a detecção de toda e qualquer e fontes de EMI de interesse.
As modalidades exemplares em conformidade com a invenção empregam uma abordagem em etapas. Como usado aqui, "abordagem em etapas" se refere a uma abordagem de detecção que utiliza pelo menos dois caminhos de sinal ou níveis de processamento. Em uma modalidade exemplar, um caminho de consumo de baixa qualidade, baixa energia e um caminho de consumo de alta energia mais preciso são utilizados. Como descrito mais completamente abaixo, o caminho de alta energia pode ser desligado para minimizar o consumo de energia. 0 estado de emissão de EMI <de um dispositivo host é estimado, > em um exemplo não-limitante, pelas mudanças de detecção em níveis de voltagem de redes de abastecimento de energia comuns como uma função da freqüência. Esta informação é usada para proibir a propagação de sinais defeituosos no caminho de análise e para relaxar os requirementos de detecção e filtragem de sinal espúrio externos.
Com referência à Figura 10, existe ilustrado um diagrama esquemático de um dispositivo para implementação da modalidade exemplar e não-limitante da invenção. Um dispositivo host 100 inclui uma antena 105 para receber sinais de EMI que servem como entrada para aparelhos de detecção de EMI 10. Aparelhos de detecção de EMI 10 analisam o sinal de entrada da antena 105 como descrito abaixo para detectar ocorrências de EMI. Os resultos de detecção do aparelho de detecção de EMI 10 podem ser utilizados para controlar a operação do aparelho de detecção de EMI 10 ou podem ser produzidos para serem usados como uma entrada para uma unidade de processamento 101. Tanto o aparelho de detecção de EMI 10 quanto a unidade de processamento 101 são ilustradas como acopladas, ou de outra maneira em comunicação com, as memórias 103, 103. As memórias 103, 103'· podem ser formadas de qualquer media de memória capaz de armazenar e corrigir dados digitais, incluindo memórias flash e registradores, e podem ser separadas de ou formar uma parte essencial do, aparelho de detecção de EMI 10 e unidade de processamento 101. Uma fonte de energia 107, tipicamente bateria, fornece energia para os componentes do aparelho de detecção de EMI 10. Enquanto descrito com referência a um telefone celular, o dispositivo host 100 pode ser qualquer dispoditivo eletrônico, particularmente um dispositivo portátil ou móvel, incluindo, mas não limitado a, telefones móveis e assistentes digitais pessoais (PDAs).
Embora diferindo em detalhes, modalidades variadas exemplares e não-limitantes descritas nisto medem as mudanças de voltagem em redes de fonte de energia como uma função da freqüência. < As mudanças de voltagem nas redes <de fonte de energia são causadas pelas impedâncias de saida maiores que zero do abastecimento (bateria e capacitores) e a implementação física da rede (isto é, resistência em fios de cobre, etc.) formando o dispositivo host 100 no qual a detecção é executada. Para a detecção de sinais independentes do dispositivo host 100, o sistema tem uma antena 105. A informação de sinal recebida é convertida para a forma digital por um detector de pico (PKD) ou por um conversor AD simples como descrito mais completamente abaixo. Esta informação é então processada por um processador digital. Como descrito mais completamente abaixo, baseado no processamento da informação, o processador digital pode alterar o modo ou parâmetros operacionais do sistema de detecção ou sinalalizar o dispositivo host 100 que um sinal válido foi encontrado.
Deve-se notar que a escala de tempo das fontes de EMI detectáveis variam em diversas ordens de magnitude. No caso de choques de iluminação, os sinais de interesse pode superar 100 ms embora o reconhecimento inicial possa ser feito a partir de pulsos durando somente poucos ms. Inversamente, sinais espúrios originados no dispositivo host 100 têm um espectro largo, particularmente, por exemplo, entre 10 us e 1 ms. Como descrito mais completamente abaixo, vários modos de operação são empregados como garantidos por diferentes ambientes de EMI. Quando existem somente poucas apresentações de sinais reais e o dispositivo host está no modo ativo, a maioria dos sinais detectados pelo caminho da antena pode ser correlacionada com sinais nos caminhos de medindo as emissões de sinal do dispositivo. Algumas funções, tais como drivers de modulação de comprimento de pulso de diodo de emissão de luz (LED PWM) e amplificadores de energia do Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM) têm um comportamento de domínio de tempo que deixa períodos pequenos, relativamente quietos, para serem usados para detectar sinais exteriores.
Com referência a Figura 1, existe ilustrado um diagrama esquemático de um aparelho de detecção de EMI 10 de acordo com as modalidades exemplares e não-limitantes da invenção. Em prática, partes do aparelho de detecção de EMI 10 podem formar parte de um sensor detector de iluminação do tipo StrikeAlert™ as partes componente do qual são reutilizadas para diminuir os custos da adição de uma funcionalidade de detecção do estado do dispositivo de EMI como descrito aqui. Como ilustrado, o projeto do PKD 12 é otimizado em relação ao consumo de energia enquanto que o projeto bloco 14 "Outro Caminho" é otimizado em relação ao desempenho.
De acordo com os sinais de controle do bloco digital 16 (o qual pode ser uma máquina de estado) o Multiplexador (MUX) 18 seleciona ou o sinal da antena amplificado (amplificado por amplificador de ruído baixo (LNA) 20) ou a saída do circuito de amostragem e armazenamento (SH) 22 como entrada para o PKD 12. O MUX 18 pode, independente da entrada do PKD 12, também produzir um sinal de antena para o bloco 14 de Outro Caminho. Quando a sinal da antena é conectado ao. PKD 12, o bloco 14 de Outro Caminho pode ser desenergizado para reduzir o consumo atual no dispositivo host 100. Quando a probabilidade de iluminação é muito baixa(como no Modo 1, descrito mais completamente abaixo) a saida LNA 20 pode formar uma das entradas do SH 22. Em tal situação, espera-se que quase todos os sinais entrantes sejma espúrios (isto pode ser conhecido a partir da informação externa do componente originada do dispositivo host 100 ou da rede). Quando existe uma probabilidade baixa de iluminação (como no Modo 2, descrito mais completamente abaixo) o PKD 12 monitora a situação de iluminação diretamente do caminho da antena. 0 SH 22 pode ainda estar sendo executado sob o controle do bloco digital 16. Quando uma detecção é feita pelo PKD 12 a partir do caminho da antena, o circuito SH 22 é varrido para detectar fontes de ruido internas simultâneas. Quando iluminação é provável (como no Modo 3, descrito mais completamente abaixo), por exemplo, quando o PKD 12 tiver detectado fortes sinais candidatos e nenhum candidato interno tiver sido detectado, o bloco 14 Outro Caminho é utilizado. Ao mesmo tempo, o PKD 12 é usado para monitorar o estado de EMI interno do dispositivo host 100 (por exemplo, um telefone celular) pelas entradas do SH 22. Como um resultado, o sinal do PKD 12 pode ser utilizado para limitar produções errôneas do bloco digital 16. Fazendo isso reduz-se o nivel de consumo atual do dispositivo host 100 já que a CPU 101 pode ficar no modo em espera por períodos mais longos. Alternativamente, se a CPU 101 está ativa, não é necessário reagir para interromper defeituosamente pedidos do detector de iluminação e recursos de cálculo de consumo.
0 circuito SH 22 tem uma pluralidade de entradas. Em modalidades exemplares e não-limitantes, estas entradas incluem, pelo menos, VBat, Vdigi, e Vana. A VBat é a voltagem de bateria. Vdigi representa uma pluralidade de voltagens de abastecimento digital comumente disponível no sistema o qual atualmente, por exemplo, são freqüentemente maiores que 1.5V, mas podem ser menores que IV. Vana representa uma pluralidade de voltagens reguladas e filtradas para serem usadas por circuitos análogos. Dependendo do projeto do sistema empregado, uma ou várias -das entradas supramencionadas podem servir como entradas para SH 22. Além das voltagens discutidas, várias outras voltagens de interesse podem ser semelhantemente utilizadas.
Com referência a Figura 2, existe ilustrado um arranjo para entradas de SH 22 em conformidade com uma modalidade exemplar. Como somente o componente AC da entrada é de interesse, o componente DC é bloqueado por um capacitor Cl. Dependendo da filtragem de nivel do sistema das linhas de fornecimento de energia, um estágio de Ganho (G) é somado para aumentar a amplitude do sinal. Um bloco de filtragem pode ser usado para remover freqüências não desejadas. O capacitor C3 retém o sinal entrante do bloco retificante. Como ilustrado, somente duas linhas de entrada são mostradas, mas, como notado acima, pode haver mais. Os transistores T21, T22 e T13, T23 são usados para reajustar a voltagem no capacitor C3 em resposta a um sinal de um bloco de controle digital 16. Os transistores, T12 são usados para selecionar quais dos caminhos de entrada está conectado ao estágio de ganho secundário. A saida (Out) é conectada ao PKD 12 pelo MUX 18.
Com referência a Figura 3, existe ilustrada outra modalidade exemplar de um SH 22. Como ilustrado, os sinais amplificados são combinados com uma operação OR. Este arranjo fornece o beneficio de combinar os sinais e reduzir a necessidade de controle.
0 ganho em todos os estágios de ganho 31 na Fig. 2 e Fig. 3 podem diferir entre blocos e são controláveis a aprtir do bloco digital 16 (ou ativamente pelo próprio circuito ou por software no dispositivo host 100). Em modalidades exemplares, o PKD 12 da Fig. 1 é um bloco de identificação de sinal análogo o qual pode ter parâmetros de controle controlados pelo bloco digital 16. Estes parâmetros podem ser usados para optimizar o desempenho do PKD 12 para sinias de entrada diferentes. Em um modo de operação de energia muito baixo (Modo 1), isto é, quando o caminho da antena é conectado pelo SH 22, o PKD- 12 é seguindo o sinal intercalado- de tempo produzido. pela saída SH 22 controlada pelo bloco digital 16. 0 bloco digital 16 está continuamente alternando entre saídas de SH 22 diferentes e, como o sistema não tem entrada DC, todos os caminhos de sinal SH 22 têm uma saída semelhante até um sinal ser detectado. Em uma modalidade exemplar, no Modo 1, um conversor ternário é incluído na SH 22 e é utilizado no lugar do PKD 12. Em tal modalidade, o consumo de energia pode ser reduzido já que o conversor pode ser implementado com lógica de capacitor comutado (SC). Este consumo de energia ultra baixo poderia ser usado, por exemplo, durante o inverno rigoroso nas partes norte do globo quando a probabilidade de iluminação é virtualmente zero.
Em outra modalidade exemplar e não-limitante, as funcionalidades da SH 22 e PKD 12 são integradas em um circuito «integrado de aplicação específica» independente (ASIC). Uma vantagem desta modalidade exemplar é que até mesmo se um detector de iluminação 10 não for integrado ao dispositivo host 100, existem outros subsistemas que são sensíveis à EMI. A informação produzida pelo ASIC pode ser usada para alterar o comportamento de tal subsistema.
Em outra modalidade exemplar, o circuito elétrico de detecção de EMI 10 não reutiliza partes de um detector de iluminação, e emprega ao invés um detector dedicado especificamente projetado para detectar ruído de dispositivo interno. Uma vantagem desta modalidade exemplar é que até o uso do bloco 14 de outro caminho na Fig. 1 pode ser evitado no caso de fortes emissões internas tais como uma explosão GSM tal como quando o caminho de detecção de EMI bloqueia um sinal de ativação do PKD 12. Além disso, até o caminho da antena com seu amplificador 20 e PKD 12 pode ser encerrado em situações de ruído prolongado.
Com referência a Fig. 7, há ilustrado um fluxograma de uma modalidade exemplar de um método para operar e de outra maneira utilizar o circuito de detecção de EMI 10. O processo começa na estrutura de início 71. Na etapa 1.1, o dispositivo host. ativa e a energia é 'conectada a este subsistema Na etapa 1-2, o sistema é inicializado com valores padrão tais como pela automatização ou recuperação a partir da memória. Na etapa 1.3, um bloco de barramento é habilitado para ativar o controle do dispositivo host.
Depois que os processos da estrutura de inicio 71 são concluídos, a operação no Modo 1 começa. Na etapa 2.1, o LNA 20 é ativado. Na etapa 2.2, a saída LNA 20 forma uma das saídas para o SH 22. Na etapa 2.3, a saída SH 22 forma uma entrada para o PKD 12. Na etapa 2.4, um período de tempo prederminado é utilizado para permitir que o dispositivo host 100 comece e atinja um estado estável. Na etapa 2.5, o SH 22 é girado para reajustar as entradas. Isto garante que nenhuma leitura residual errônea a partir do início seja apresentada. Nas etapas 2.6 e 2.7, o PKD 12 é ativado e inicializado para o Modo 1. Na etapa 2.8, o SH 22 é girado através do que uma entrada é lida e uma entrada anterior é reajustada. Na etapa 2.9, uma verificação é realizada para determinar se um sinal de EMI foi detectado. Se não, o processamento prossegue de volta à etapa 2.8. Se um Sinal de EMI for detectado, contunua para a etapa 2.10 na qual todas as saídas SH 22 são giradas para determinar quais saídas tem sido ativadas. Na etapa 2.11 uma verificação é realizada. Se for determinado que vários canais diferentes estejam ativos, incluindo os canais verificando fontes de ruído, os circuitos de processamento voltam para a etapa 2.8. Se for determinado que somente o sinal da antena esteja ativo, o processamento continua para o Modo 2.
Mediante a entrada no Modo 2, na etapa 3.1, a saída da LNA 20 é introduzida no PKD 12. Na etapa 3.2, as entradas do circuito SH 22 são reajustadas em resposta à alteração anterior na saída da LNA 20. Na etapa 3.3, o PKD 12 é inicializado para um ajuste específico do Modo 2 e, na etapa 3.4, o PKD 12 é ativado. Na etapa 3.5, um temporizador é ativado que é utilizado para limitar a quantidade de tempo gasta no Modo 2 se nenhum sinal for encontrado. Na etapa 3.6, ο 1 SH 22 é girado por meio do que uma entrada é lida e uma entrada anterior é reajustada. Na etapa 3.7, se o PKD 12 não tiver disparado num sinal de EMI, o processamento prossegue para a etapa 3.8. Se um sinal de EMI for detectado, o processamento prossegue para a etapa 3.9. Na etapa 3.8, uma verificação é realizada para determinar se o período de tempo prederminado medido pelo temporizador já passou. Se sim, o processamento continua para a etapa 2.2. Se não, o processamento prossegue para a etapa 3.6. Na etapa 3.9, as estatísticas são atualizadas em uma memória. Especificamente, um registro é mantido dos sinais de EMI detectados no Modo 2.
O bloco digital 16 pode ajustar a operação do sistema baseado nas estatísticas gravadas ou as estatísticas podem ser produzidas para o dispositivo host 100 para uso, por exemplo, por uma CPU 101 do dispositivo host 100. Na etapa 3.10, as entradas· para o SH 22 são giradas para determinar quais entradas estão ativas. Na etapa 3.11, se mais de uma entrada estiver ativa, o circuito de processamento volta para a etapa 3.6. Se somente a entrada da antena estiver ativa, o processamento prossegue para o Modo 3.
Mediante a entrada no Modo 3, a saída da LNA 20 é introduzida no bloco 14 de outro caminho na etapa 4.1. Na etapa 4.2, as entradas do SH 22 são pausadas. Na etapa 4.3, o PKD é inicializado para ajustes específicos do Modo 3. Na etapa 4.4, o PKD 12 é ativado. Nas etapas 4.5 e 4.6, o bloco 14 de outro caminho é inicializado e ativado, respectivamente. Na etapa 4.7, um conversor analógico para digital (ADC) 13 é ativado. Na etapa 4.8, um temporizador é ativado para medir um período prederminado de tempo. O valor do período de tempo prederminado pode ser diferente daquele medido no Modo 2 e descrito acima. Na etapa 4.9, o circuito SH 22 é girado por meio do que uma entrada é lida e uma entrada prévia é reajustada. Se, na etapa 4.10, o PKD 12 não tiver detectado nada, o processamento prossegue para a etapa 4.14. Se um sinal de EMI for detectado, o processamento prossegue para a etapa 4.11 na qual um buffer de dados de análise év; purgado. .0 buffer de 'dados de análise é· qualquer· dispositivo de armazenamento de memória acoplado ao bloco digital 16 que é utilizado para armazenar dados em forma digital para análise ou para facilitar as exigências de barramento da saida de dados bruta. A purgação é realizada para remover dados que provavelmente contém sinais de interferência interna. Na etapa 4.12, as estatísticas são atualizadas. Na etapa 4.13, uma verificação é realizada para determinar se o período de tempo prederminado já passou. Se o período de tempo tiver decorrido antes da detecção de um sinal de EMI candidato, o circuito de processamento fica em ciclos na etapa 3.1. Se o período de tempo ainda não tiver passado, o circuito de processamento fica em ciclos na etapa 4.9. Na etapa 4.14, uma determinação é feita se uma detecção de EMI tivre sido feita no bloco 14 de outro caminho pelo ' bloco digital 16 baseada nos dados armazenados em ou acoplados ao bloco digital 16. Se uma detecção de EMI foi feita, o processamento prossegue para a etapa 4.15 onde o temporizador é reajustado e o processamento fica em ciclos na etapa 4.12. Se nenhum sinal de EMI for detectado, o circuito de processamento volta para a etapa 4.12.
Com referência às Figs. 5, 6, e 11, são ilustrados os blocos do aparelho de detecção de EMI 10 que são ativos quando operando no Modo 1, Modo 2, e Modo 3, respectivamente.
Além da abordagem em estágios utilizando pelo menos dois caminhos de sinal descritos acima, modalidades exemplares e não-limitantes da invenção podem utilizam processamento de sinal multi-nível para minimizar o consumo de energia de um chip ou módulo de detector de iluminação em um dispositivo host 100. Em tais modalidades exemplares, pelo menos dois níveis são implementados usando um circuito elétrico de baixo nível e baixo consumo de energia implementado diretamente no circuito elétrico de baixo nível 1201, tipicamente formado do hardware, e um processador de sinal de alto-nível ou CPU 101 como ilustrado com referência à Fig. 4. Com referência a Fig. 4, é ilustrado um diagrama esquemático de um dispositivo para implementação das modalidades exemplares e não^limitantes da invenção. Um dispositivo host 100 inclui uma antena 105 para receber sinais de EMI que servem como entrada para o circuito elétrico de baixo nivel 1201 através de um conversor A/D 1205. O circuito elétrico de baixo nivel 1201 analisa o sinal de entrada da antena 105 como descrito abaixo para detectar as ocorrências de EMI. Os resulta de detecção do aparelho de detecção de EMI 10 podem ser utilizados para controlar a operação do aparelho de detecção de EMI 10 ou podem ser produzidos para serem usados como uma entrada para uma unidade de processamento 101. Tanto o circuito elétrico de baixo nivel 1201 quanto a unidade de processamento 101 são ilustradas como acopladas a, ou de outra maneira em comunicação com, as memórias 103, 103'. As memórias 103,« 103' podem ser formadas de qualquer mídia de memória capaz de armazenar e corrigir os dados digitais, incluindo a memória flash e registradores, e pode ser separada de ou formar uma parte essencial do, aparelho de detecção de EMI 10 e da unidade de processamento 101. Uma fonte de energia 107, tipicamente uma bateria, fornece energia para os componentes do aparelho de detecção de EMI 10. Enquanto descrito com referência a um telefone celular, o dispositivo host 100 pode ser qualquer dispoditivo eletrônico, particularmente um dispositivo portátil ou móvel, incluindo, mas não limitado a, telefones móveis e assistentes digitais pessoais (PDAs).
Em uma modalidade exemplar, o circuito elétrico de baixo nível 1201 processa apenas um impulso de cada vez. 0 circuito elétrico de baixo nível é disparado pela recepção de um sinal de EMI. Uma vez disparado, o circuito elétrico de baixo nível 1201 cria um "identificador" do impulso (descrito mais completamente abaixo). O circuito elétrico de baixo nível 1201 tem acesso a identificadores previamente identificados e armazenados na memória 103 que é tipicamente implementada na forma de um registrador ou memória flash. O circuito elétrico de baixo nível 1201 compara os identificadores dos sinais.de EMI recebidos com os identificadores armazenados previamente. Se uma correspondência não for feita, o identificador, ou o sinal de EMI do qual o identif icador é formado, é passado para a camada superior/processador de alto nível 101, tipicamente uma CPU.
O processador de alto nível 101 pode armazenar e processar sinais múltiplos. O processador de alto nível cria uma lista de histórico, ou registro, dos sinais de EMI que foram recebidos. O processador de alto nível prossegur para determinar se o identificador recebido é provavelmente pertencente a uma fonte de interferência. Se um identificador de interferência previamente não identificado for identificado, o identificador é enviado de volta ao circuito elétrico de baixo nível 1201 onde o identificador está armazenado para referência futura.
Como usado aqui, "identificador" se refere ao modelo simplificado de um sinal de EMI mais complexo no qual o identificador contém uma quantidade suficiente de dados para descrever o sinal de EMI para propósitos de identificação. Uma variedade de parâmetros pode ser analisada para armazenar um "identificador" de um dado sinal de EMI. Em uma modalidade exemplar direcionada para a detecção de iluminação, o seguinte vetor de dados pode ser utilizado: Definir um limiar abaixo do qual o sinal é considerado zero. Para os N picos mais intensivos no sinal (por exemplo, N=5), armazenar
Ti (tempo de ocorrência do sinal do início começo, em milisegundos)
Li (duração de tempo que o sinal está acima do limiar, em milisegundos)
Pi (amplitude do pico de sinal, aqui unidades arbitrárias)
Ei (energia total emitida antes do valor ir para zerar).
Estes quatro valores exemplares são relativamente fáceis de calcular em uma implementação de hardware (HW) . O identificador de sinal resultante obtido é então uma matriz Nx4, exigindo somente poucos Bytes de armazenamento - ou transferência de dados.
O nível limiar pode ser inserido no código do sistema, mas em uma modalidade exemplar ele pode ser ajustado, por exemplo, quando o nível de ruído no ambiente mudar. Em outra modalidade exemplar, pode haver mais de um nível limiar, nesse caso o identificador pode ser armazenado como um vetor de matrizes ou um tensor. Em prática, isto habilita uma forma de reconhecimento de padrão muito simples a qual pode ser particularmente útil na distinção entre sinais de iluminação e artificiais. Desde então a matemática pode ser estendida para estes casos, a descrição abaixo é simplificada para se referir somente ao caso de um nível limiar fixo único.
Com referência às Figs. 8a-8f, existem ilustrados gráficos de sinais de várias fontes de EMI revestidas com os valores da matriz do identificador derivada desta. Como está evidente que a utilidade dos parâmetros específicos escolhidos é derivada dos seguintes atributos:
- as distâncias entre Ti dizem se o sinal é periódico
- a duração Li pode dizer se o sinal é periódico, e também, se eles são todos muito pequenos, ó sinal provavelmente é interferência
- o pico Pi é uma medida de intensidade do sinal
- a energia Ei também é uma medida de intensidade; também, a diferença entre Ei/Ti e Pi pode dar uma medida da impulsividade do sinal (se Pi>>Ei/Ti, a maioria das energia é concentrada no pico principal. Se Pi~Ei/Ti, o pulso é quase plano, implicando quase certamente em uma fonte artificial já que sinais naturais não têm tais característica).
Outros parâmetros típicos que podem ser gravados para uso no identificador incluem Tempo acima da referência, Tempo acima do valor absoluto, Desvio Máximo da referência, Desvio Máximo de zero, Energia de Explosão, e freqüência de Explosão.
Dado um identificador F e uma lista de identificadores de fonte de interferência S(j), uma determina se F corresponde de perto .:a qualquer uma das S-(j). Em teoria, isto pode ser realizado calculando as distâncias de matriz | F- S(j) | e achando o mínimo. Contudo, isso não pode ser feito muito tão simplesmente, como a correspondência dos identificadores é levemente ambígua, principalmente visto que nem todos os picos são necessariamente pegos no sinal. Em uma modalidade exemplar, os parâmetros mais importantes para correspondência são tempos Ti e o durações Li (as intensidades podem ser mais variáveis).
Para implementar a derivação e correspondência de identificadores, como descrito mais completamente abaixo, existem mantidas três listas: uma lista candidata, uma lista passiva e uma lista ativa. Cada lista tem um número de entradas de identificador armazenado em uma memória 103. Para a lista passiva e a lista ativa, este número pode ser decidido no tempo de projeto do software (SW) ou pode dinamicamente ajustar durante a execução do SW. Para minimizar o consumo de energia e requisitos de memória do HW formando o circuito elétrico de baixo nível 1201, os parâmetros listados podem ser tais que são facilmente calculados a partir dos dados convertidos análogo para digital (AD). É também possível ter blocos de HW análogos dedicados que são separadamente convertidos AD para obter um parâmetro.
Uma entrada de parâmetro candidata formada de um ajuste de parâmetro candidato é uma entrada de lista de um identificador a partir de um sinal de EMI que foi detectado uma ou mais vezes, mas não é conhecido se o sinal de EMI for repetido ou periódico. A lista candidata pode existir na memória do dispositivo host 103 e pode ser armazenada na memória não volátil. Quando novos parâmetros de sinal de interferência, formando um identificador, são extraídos, eles são primeiro adicionados à lista candidata. A lista candidata tem um número máximo de entradas que não pode ser excedido em tempo algum. Se a lista candidata estiver completa e não puder ser expandida quando uma nova entrada de lista, ou identificador,; :for detectado ou a lista .deve ser abreviada, a arbitragem ocorre em grupos de acordo com o seguinte:
1. Ajustes de parâmetro candidato que não foram atualizados ou detectados para o mais longo tempo são removidos primeiro. Isto permite que o sistema se adeque aos ambientes em mudança.
2. Candidatos que tem pequeno efeito no intervalo de carregamento da bateria. Isto é, sinais que podem ser detectadoa todos os dias, mas somente em um número pequeno de vezes. Sinais que são vistos em explosões, mas os estouros duram somente por um tempo relativamente curto (dezenas de segundos de cada vez) e as explosões aparecem infreqüentemente
3. Outros sinais
Se um grupo tem mais de um membro, a arbitragem ocorre dentro d© grupo. Um sinal da lista candidata pode ser promovido à condição de sinal de interferência e movido para a lista passiva se um ou vários de seus parâmetros excedem um limiar pré-fixado para aquele parâmetro. Uma qualidade importante de um ajuste de parâmetro candidato, ou identificador, é que eles podem ser modificados se um novo ajuste de parâmetro candidato estiver muito próximo a um existente. Isto é feito para manter o número de ajustes de parâmetro de sinal de interferência pequeno de modo que eles caibam em espaço de memória limitado no sensor do HW. Para evitar estender algum parâmetro para cobrir demais o espaço do parâmetro multidimensional, um conjunto de regras impõe limites rígidos para o quanto um ajuste de parâmetro pode ser estendido. A lista candidata pode ter entradas na primeira ativação do dispositivo.
Uma entrada da lista passiva é um sinal de interferência identificado, ou identificador, que aparece freqüentemente e é definido o suficiente que este tem um efeito claro em sistema consumo de energia. Devido ao espaço de memória limitado no circuito elétrico de baixo nível 1201, somente os sinais que consumem mais energia são armazenados em ou acoplados ao circuito elétrico de baixo nivel 1201 e a· lista passiva armazena os outros. Entradas de listas passivas são armazenadas em memória de dispositivo host 103' e podem não ser voláteis.
Quando uma entrada na lista candidata é elevada à condição de sinal de interferência, como descrito mais completamente abaixo, ela é removida da lista candidata e adicionada à lista passiva. Se a lista passiva estiver completa e não puder ser estendida, ou a lista deve ser abreviada, ou a arbitragem ocorre. As entradas que não foram detectadas por muito tempo são removidas primeiro seguido pelos sinais tendo os menores impactos previstos no consumo de energia. Uma entrada da lista passiva pode ser movida para a lista ativa se ela foi detectada freqüentemente recentemente ou há importância de consumo de energia significante.
Entradas da lista passiva não podem ser modificadas. Quando um identificador é detectado e adicionado à lista passiva, a data e hora de detecção são gravadas para manter um registro da freqüência de ocorrência.
A lista ativa é uma coleção daqueles sinais de interferência, ou identificadores, que estão atualmente considerados como tendo o maior efeito em consumo de energia.
As entradas da lista ativa são armazenadas ambas na memória do dispositivo host 103' e na memória do circuito elétrico de baixo nivel 103. Quando o HW as detecta, a hora e a data são gravadas para manter registro de suas freqüências de ocorrência.
Quando uma entrada na lista passiva excede um limiar prefixado ela é adicionada à lista ativa. Se a lista ativa estiver completa, a arbitragem ocorre. Antes da arbitragem, a informação sobre os tempos de detecção das entradas da lista ativa atuais é carregada para a memória do dispositivo host 103'. As entradas que não foram detectadas por muito tempo são removidas primeiro seguidas por sinais tendo os menores impactos previsto no consumo de energia. As entradas da lista ativa geralmente não - são modificadas. Quando elas são detectadas, a data e hora de detecção são gravadas no circuito elétrico de baixo nivel 1201 para manter registro da freqüência de ocorrência. A lista ativa deve ter entradas típicas para o dispositivo incluído no tempo de projeto do SW. Estas entradas são inicialmente armazenadas na memória do dispositivo host 103' e não no circuito elétrico de baixo nível 1201, até mesmo se ele tiver memória flash, como omitindo tal informação específica de dispositivo do HW antes da fabricação tender a maximizar a flexibilidade de produção.
Com referência a Fig. 9, é ilustrado um diagrama de blocos da operação da detecção de EMI de acordo com as modalidades exemplares acima descritas. Como ilustrado, as etapas localizadas dentro da região de HW 91 são realizadas no circuito elétrico de baixo nível 1201, as etapas localizadas dentro da região de SW 93 são realizadas em um nível mais alto por software, e a região de interação HW-SW 95 é formada de etapas realizadas tanto pelo circuito elétrico de baixo nível 1201 quanto pelo SW de nível mais alto, tais como na CPU 101.
Na etapa 9.1, o dispositivo host 100 é ligado. Depois da fabricação, o dispositivo host tem uma lista inicial de sinais de interferência conhecidos armazenados na memória acessível. Estes sinais são relacionados a, por exemplo GSM, Bluetooth, etc. e são conhecidos por vir do funcionamento normal do dispositivo host. Além disso, existem armazenados sinais adicionais que são prováveis de serem detectados, por exemplo, a partir das velas de ignição do motor ou drivers de iluminação fluorescente.
Na etapa 9.2, se o circuito elétrico de baixo nível 1201 não partilha a memória 103 com a CPU 101 executando o SW de alto nível (qual é provavelmente o caso devido às restrições arquitetônicas e consumo de energia) a lista inicial é primeira transferida para a memória específica 103 do circuito elétrico de baixo nível 1201. Se o circuito elétrico de baixo nível 1201 tiver uma memória flash, a lista inicial pode também ser carregada durante a fabricação do subcontratante, mas fazendo isso vai provavelmente conduzir à complicações na fabricação já que dispositivos host diferentes 100 irão provavelmente precisar de diferentes listas iniciais dependendo das suas fontes de ruído.
Na etapa 9.3, o sensor do circuito elétrico de baixo nível 1201 é iniciado. Se o dispositivo host 100 for encerrado completamente, a lista inicial necessitará ser transferida se nenhuma memória flash estiver presente no componente do sensor. Na etapa 9.4, a detecção de sinal de EMI é realizada. É nesta etapa que o circuito elétrico de baixo nível 1201 gasta a maioria do seu tempo. A detecção de um sinal de EMI pode tomar formas variadas. Na etapa 9.5, se nenhum sinal for detectado, o circuito de processamento volta para a etapa 9.4 e a detecção do sinal continua.
Na etapa 9.6, se um sinal provável tiver sido detectado, os parâmetros salvos na lista são extraídos e uma comparação é feita para a lista ativa salva na memória do circuito elétrico de baixo nível 103. Em uma modalidade exemplar, um circuito analógico ou digital extrai os parâmetros continuamente em tempo real e um processo paralelo compara-os à lista ativa. Se um circuito elétrico de detecção dispara na hora quando existe uma correspondência à lista o disparador é considerado menos provável de ser legítimo e a matriz de decisão será menos provável de dar um resultado que a questão necessita para ser escalonada para a CPU de alto nível 101.
Os parâmetros extraídos são ligados ao sinal atual e despachados para a cadeia.
Se uma correspondência for feita, na etapa 9.7, um registro é atualizado para mostrar que uma entrada de lista foi usada para bloquear um sinal. Este registro será usado na avaliação de quais entradas precisam ser removidas se a lista estiver completa e se existe sinais na lista passiva que precisam ser promovidos para a condição ativa. Se nenhuma correspondência for. feita, o sinal detectado é escalado para o SW de mais alto nivel na CPU 101 na etapa 9.8.
Na etapa 9.9, os parâmetros extraídos formando o identificador do sinal detectado são comparados às entradas da lista passiva. Se uma correspondência com a lista passiva for encontrada, um contador para a entrada é incrementado na etapa 9.10. Além disso, o registro do componente do circuito elétrico de baixo nível 1201 é descarregado. Uma seleção das listas passivas e ativas é feita baseada, por exemplo, em número de golpes, freqüência dos golpes em algum prazo de tempo, etc., e as listas ativas e passivas são criadas. O processamento prossegue para a etapa 9.11 onde a nova lista ativa é transferida para a memória do componente do HW de baixo nível. Se necessário, os registros no componente são inicializados.
Se nenhuma correspondência da lista passiva for encontrada, o sinal vai para o algoritmo de detecção de iluminação do SW na etapa 9.12. Na etapa 9.13, o sinal é avaliado para determinar se é um sinal relacionado à iluminação. Se o sinal for determinado como sendo um sinal de choque de iluminação, o dispositivo host 100 é alertado e reage em uma maneira desejada. O processamento prossegue para o circuito elétrico de baixo nível 1201 onde a detecção de sinal continua.
Se um sinal de iluminação não for encontrado, o sinal é avaliado na etapa 9.14 e, se o sinal cabe nos critérios gerais para entradas de listas, os parâmetros pertinentes estão extraídos. Devido à natureza dos sinais recebidos, raramente haverá uma correspondência precisa entre o sinal detectado e identificadores arquivados. Os novos parâmetros incluindo os identificadores do sinal detectado são comparados aos candidatos de identificador existentes e, se há uma correspondência suficientemente próxima, os candidatos existentes são modificados. Se os parâmetros novos não forem próximos a nenhum ajuste de parâmetro para os sinais velhos, eles são adicionados como sinais candidatos na etapa 9.15. Se a lista candidata estiver completa, a arbitragem ocorre e um dos candidatos é removido da lista.
Se um ajuste de parâmetro candidato existente for muito próximo aos parâmetros do sinal detectado, o processamento prossegue para a etapa 9.16. Se a expansão do ajuste velho não violar as regras de relaxamento de ajuste de parâmetro máximo os novos parâmetros são armazenados para referência futura. Esta verificação é necessária para evitar situações onde os ajustes de parâmetro gradualmente se expandem para cobrir uma área que irá eventualmente bloquear algum sinal de iluminação legitimo. 0 parâmetro de entrada do candidato para freqüência de ocorrência é atualizado.
Ultimamente, na etapa 9.17, se o candidato for detectado vezes suficientes ou freqüentemente o suficiente, ele será reconhecido como uma descrição de interferência e movido para a lista passiva. Se o limiar não for excedido, a detecção de sinal continua.
As modalidades desta invenção podem ser implementadas por software de computador executável por um processador de dados do dispositivo móvel 100, tais como processador de dados 101, ou por hardware, tais como circuito elétrico de baixo nivel 1201, ou por uma combinação de software e hardware. Além disso, sob esse aspecto, deve ser notado que os vários blocos dos diagramas de fluxo de lógica das Figs. 7 e 9 podem representar etapas do programa, ou circuitos de lógica interconectados, blocos e funções, ou uma combinação de etapas do programa e circuitos de lógica, blocos e funções.
A memória 103, 103' pode ser de qualquer tipo adequado ao ambiente técnico local e pode ser implementado usando qualquer tecnologia de armazenamento de dados adequada, tais como dispositivos de memória baseados em semicondutor, dispositivos e sistemas de memória magnética, dispositivos e sistemas de memória óptica, memória fixa e memória removível. 0 processador de dados 43 pode ser de qualquer tipo satisfatório ao ambiente técnico local, e pode incluir um ou mais computadores de uso geral, computadores, de propósito especial, micro-processadores, processadores de sinal digital (DSPs) e processadores baseados em uma arquitetura de processador de multi-núcleo, como exemplos não-limitantes.
Em geral, as várias modalidades podem ser implementadas em hardware ou circuitos de propósitos especiais, software, lógica ou qualquer combinação destes. Por exemplo, alguns aspectos podem ser implementados em hardware, enquanto outros aspectos podem ser implementados em firmware ou software os quais podem ser executados por um controlador, microprocessador ou outro dispositivo de computação, embora a invenção não seja limitada a isso. Enquanto vários aspectos da invenção podem ser ilustrados e descritos como diagramas em bloco, fluxogramas, ou usando algumas outras representações pictóricas, é bem compreendido que estes blocos, aparelhos, sistemas, técnicas ou métodos descritos aqui podem ser implementados em, como exemplos não- limitantes, hardwares, softwares, firmwares, circuitos de propósitos especiais ou lógicas, hardwares de uso geral ou controladores ou outros dispositivos de computação, ou algumas combinações disso.
As modalidades das invenções podem ser praticadas em vários componentes tais como módulos de circuito integrado.
0 projeto de circuitos integrados é de modo geral um processo altamente automatizado. Ferramentas poderosas e complexas de software estão disponíveis para conversão de um projeto de nível de lógica em um projeto de circuito semicondutor pronto para ser delineado e formado em um substrato semicondutor.
Programas, tais como aqueles fornecidos pela Synopsys, Inc. de Mountain View, Califórnia e Cadence Design, de San José, Califórnia automaticamente indicam a rota de condutores e localizam componentes em um chip semicondutor usando regras bem estabelecidas de projeto assim como bibliotecas de módulos de projeto pré-armazenados. Uma vez que o projeto para um circuito semicondutor tenha sido concluído, o projeto resultante, em ' um formato eletrônico . padronizado (por exemplo, Opus, GDSII, ou semelhantes) pode ser transmitido a uma instalação de fabricação de semicondutor ou "fab" para fabricação.
A descrição aneterior forneceu, por meio de exemplos não-limitantes e exemplares, uma descrição completa e informativa para execução da invenção. Contudo, várias modificações e adaptações podem se tornar aparentes para aqueles versados na técnica relevante à vista da descrição antecedente, quando lida em conjunto com os desenhos e reivindicações anexos.
Além disso, algumas das características das modalidades preferidas descritas acima poderiam ser usadas sem o uso correspondente de outras características. Como tal, a descrição precedente deve ser considerada como meramente ilustrativa · da invenção, e não limitante da invenção.

Claims (32)

1. Método, caracterizado pelo fato de compreender: recebimento de um primeiro sinal de uma antena de um dispositivo e pelo menos um sinal de dispositivo interno em um caminho de consumo de baixa energia; detecção de um pico em pelo menos um primeiro sinal referido e em pelo menos um sinal de dispositivo interno referido; e ativação de um caminho de consumo de alta energia para analisar o primeiro sinal quando o pico detectado não for um de pelo menos um sinal de dispositivo interno referido.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a ativação do caminho de consumo de baixa energia e caminho de consumo de alta energia é controlado por um bloco digital.
3.· Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de ainda compreender a determinação no caminho de consumo de alta energia se o primeiro sinal é um sinal de interferência eletromagnética (EMI).
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de ainda compreender a alteração de uma operação de pelo menos um caminho de consumo de baixa energia e caminho de consumo de alta energia em resposta à determinação referida.
5. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de ainda compreender a alteração de uma operação do dispositivo em resposta à determinação.
6. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de compreender a atualização de uma estatística em resposta à determinação do sinal de EMI.
7. Dispositivo móvel, caracterizado pelo fato de compreender: um caminho de consumo de baixa energia configurado para receber um primeiro sinal de uma antena e pelo menos um sinal de dispositivo interno e para detectar um pico em pelo menos um primeiro sinal e pelo menos um sinal de dispositivo- interno; um caminho de consumo de alta energia configurado para receber e analisar o primeiro sinal quando o pico detectado não for em pelo menos um sinal de dispositivo interno; e um bloco de circuito configurado para controlar a operação do caminho de consumo de baixa energia e caminho de consumo de alta energia.
8. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o caminho de consumo de alta energia é configurado para determinar se o primeiro sinal é um sinal de interferência eletromagnética (EMI).
9. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o bloco de circuito é configurado para alterar uma operação de pelo menos um caminho de consumo de baixa energia e caminho de consumo de alta energia em resposta à determinação referida.
10. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o bloco de circuito é configurado para alterar uma operação do dispositivo móvel em resposta à determinação referida.
11. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o bloco de circuito é configurado para atualizar uma estatística em resposta à determinação referida do sinal de EMI.
12. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de compreender um telefone móvel.
13. Aparelho, caracterizado pelo fato de compreender: meios de consumo de baixa energia para receber um primeiro sinal de uma antena de um dispositivo e pelo menos um sinal de dispositivo interno e para detectar um pico em pelo menos um primeiro sinal e em pelo menos um sinal de dispositivo interno; e meios para a ativação de um caminho de consumo de alta energia para analisar o primeiro sinal quando o pico detectado não for em pelo menos. um sinal de dispositivo interno.
14. Aparelho, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o caminho de consumo de alta energia é configurado para determinar se o primeiro sinal é um sinal de interferência eletromagnética (EMI).
15. Aparelho, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o meio de ativação inclui um bloco de circuito.
16. Método, caracterizado pelo fato de compreender: recebimento de um sinal de uma antena de um dispositivo em um primeiro circuito; criação de uma identificador do sinal referido; comparação de tal identificador a uma primeira lista de identificadores de sinal de fontes de sinal armazenadas para produzir uma correspondência entre o identificador e em pelo menos um dos identificadores de fontes de sinal armazenadas; e encaminhamento do identificador a um segundo circuito se tal correspondência não for produzida.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de ainda compreender a comparação do identificador referido a uma segunda lista de identificadores de fontes de sinal armazenadas no segundo circuito referido para produzir uma correspondência entre o identificador e pelo menos um dos identificadores de fonte de sinal armazenados na segunda lista referida.
18. Método, de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de compreender, se tal correspondência entre o identificador e pelo menos um dos identificadores de fonte de sinal armazenados na segunda lista referida não for produzida, armazenando o identificador na primeira lista.
19. Método, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que a criação de tal identificador inclui a gravação de uma pluralidade de parâmetros em cada número pré-determina.do de picos acima de um limiar em tal sinal.
20. Método, de acordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo fato de que a pluralidade de parâmetros inclui pelo menos um dentre tempo de ocorrência (Ti), um duração de tempo acima de tal limiar (Li), uma amplitude de pico (Pi), e uma energia total emitida (Ei), ou outros parâmetros que podem ser derivados dos dados de sinal.
21. Método, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que tal identificador inclui um vetor ou matriz de números.
22. Método, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que o primeiro circuito é implementado no hardware e o segundo circuito inclui uma unidade central de processamento (CPU).
23. Método, de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de compreender a execução da arbitragem na primeira lista referida e segunda lista quando uma ou outra se aproximam de um estado completo.
24. Método, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de que o dispositivo inclui um telefone celular.
25. Dispositivo móvel, caracterizado pelo fato de compreender: um primeiro circuito configurado para receber um sinal de uma antena, para criar um identificador de tal sinal, e para comparar o identificador a uma primeira lista de identificadores de fontes de sinal armazenadas para produzir uma correspondência o identificador e pelo menos um dos identificadores de fonte de sinal armazenada; e um segundo circuito configurado para receber o identificador se tal correspondência não for produzida.
26. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação -25, caracterizado pelo fato de que o segundo circuito é configurado para comparar tal identificador a uma segunda lista de identificadores de fontes de sinal armazenadas em tal segundo circuito para produzir uma correspondência entre o identificador e pelo menos uma dos identificadores de fonte de sinal armazenados em tal segunda lista.
27. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação -26, caracterizado pelo fato de que o processador de alto nivel é configurado para armazenar o identificador na primeira lista se tal correspondência entre o identificador e pelo menos um dos identificadores de fonte de sinal armazenados na segunda lista não for produzida.
28. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação -25, caracterizado pelo fato de que o identificador compreende uma pluralidade de parâmetros cada um registrado em um número pré-determinado de picos acima de um valor limiar em tal sinal.
29. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação -25, caracterizado pelo fato de -que a pluralidade de parâmetros inclui pelo menos um dentre o tempo de ocorrência (Ti) , duração de tempo acima do limiar (Li), amplitude do pico (Pi), e uma energia total emitida (Ei) .
30. Dispositivo móvel, de acordo com a reivindicação -25, caracterizado pelo fato de compreender um telefone celular.
31. Aparelho, caracterizado pelo fato de compreender: meios para recepção de um sinal de uma antena de um dispositivo; meios para criação de um identificador de tal sinal; meios para comparação de tal identificador a uma primeira lista de identificadores de fontes de sinal armazenadas para produzir uma correspondência entre o identificador e pelo menos um dos identificadores de fonte de sinal armazenadas; e meios para encaminhamento de tal identificador a um circuito se tal correspondência não for produzida.
32. Aparelho, de acordo com a reivindicação 31, caracterizado pelo fato de que tais meios de recepção incluem circuito elétrico formado de hardware.
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