BRPI0622153A2 - implante dental supra àsseo - Google Patents
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Abstract
IMPLANTE DENTAL SUPRA OSSEO. A presente invenção refere-se a um implante supraósseo dentário (1), compreendendo uma placa alongada laminar (11) compreendendo uma parte central substancialmente rígida (lia) sustentando uma haste se estendendo verticalmente (12) fixado à parte central (lia), a haste compre- endendo meios (1223) para fixar um conjunto protético dentário, onde a placa (11) também compreende duas partes de ancoragem lateral (11b, 11c) guarnecendo a parte central (lia) e sendo maleável e flexível com relação à referida parte central de modo que a referida placa pode ser disposta sobre da mandíbula (3), as referidas partes de ancoragem (11b, 11c) compreendem uma parte de ancoragem vestibular (11 b) e uma parte de ancoragem lingual ou de palato (11 c), e onde as referidas partes de ancoragem compreendem meios (21, 22, 23, 24, 25) para posicionar pelo menos dois parafusos de ancoragem no lado vestibular e lado lingual ou de palato do referido osso de mandíbula.
Description
Relatório Descritivo de Patente de Invenção para "IMPLANTE DENTAL SUPRA ÓSSEO".
A presente invenção refere-se a um implante dentário para posi- cionar e fixar um conjunto profético dentário sobre a mandíbula ou o maxilar, uma aplicação preferida do implante se referindo um implante dentário hu- mano.
É uma prática comum, na técnica de implante dentário, se usar implantes dentários endo-ósseos para fixar prótese dentária. Os referidos implantes podem tradicionalmente ser classificados em um dos dois tipos de implantes a seguir:
- implantes inseríveis verticalmente;
- implantes inseríveis lateralmente.
Implantes inseríveis verticalmente em geral são dotados de um formato cilíndrico ou cilindro-cônico adaptado para inserção vertical axial diretamente dentro de um orifício mecanicamente perfurado dentro do osso da mandíbula. Uma parte superior do implante emergindo a partir da crista óssea firma o meio de fixação para conectar um conjunto protético, o referi- do conjunto compreendendo meios de interface adequados para rigidamente fixar uma ou diversas próteses dentárias. A patente US N°5,312,256 descre- ve um exemplo de um implante verticalmente inserível.
Implantes inseríveis lateralmente compreendem uma base subs- tancialmente plana, a qual pode, por exemplo, ser dotada da forma de um disco ou uma placa quadrada, a partir da qual se estende uma haste ou eixo perpendicularmente fixado à referida base. Os referidos implantes são inse- ridos lateralmente em um par de fendas perpendiculares perfuradas no osso mandibular (mandíbula ou maxilar) por meio de osteotomia lateral, a referida base sendo inserida em uma primeira fenda substancialmente horizontal e a referida haste do eixo se estendendo e deslizando para dentro de uma se- gunda fenda substancialmente vertical, uma extremidade da referida haste emergindo a partir de referida segunda fenda acima da crista do osso man- dibular e retendo o meio de fixação para conectar um conjunto protético. A patente US N2 4.815.974 descreve um exemplo de um implante inserível lateralmente.
Ambos os tipos de implantes são atualmente amplamente usa- dos por cirurgiões dentistas, com uma preferência no uso de implantes inse- ríveis verticalmente, os quais são mis fáceis de manipular e inserir. No en- tanto, os referidos implantes e o uso dos mesmos não são completamente satisfatórios.
Um primeiro inconveniente dos implantes acima apresentados é que os mesmos não podem se adaptar a cada paciente que precise de im- plante. De fato, algumas pessoas sofrem de grave reabsorção óssea após perder seus dentes originais. Nestes casos, a dureza e/ou espessura do os- so da mandíbula onde a implantação deve ser realizada não são compatí- veis com a implantação endo-óssea.
Ademais, mesmo quando a espessura e a dureza do osso da mandíbula permitem a implantação endo-óssea, a perfuração ou corte do osso que deve ocorrer de modo a posicionar os referidos implantes criam um trauma a nível do osso. O referido trauma é associado com perda óssea adi- cional para o paciente. Isto algumas vezes pode ser irreversível e pode levar à rejeição do implante.
Finalmente, implantações endo-ósseas, como são praticadas atualmente representam um determinado custo que algumas vezes pode não ser suportado por pacientes que escolhem não ser implantados embora precisem, levando a danos adicionais à sua saúde dental.
A presente invenção tem o objetivo de proporcionar uma solução nova e alternativa para pacientes de implante para posicionar um conjunto protético dentário no osso da mandíbula dos mesmos.
O referido novo implante pode se adaptar a qualquer paciente, independente da dureza e/ou da espessura do osso da mandíbula onde a implantação deve ser realizada.
Outro objetivo da invenção se refere a proporcionar um implante dentário que pode ser fixado em um osso da mandíbula e suportar um con- junto protético sem cortar o osso, portanto sem trauma ósseo.
A invenção tem também o objetivo de proporcionar um implante dentário que seja mais fácil de se usar por técnicos e cirurgiões, e menos traumatizante para pacientes. Portanto, o novo método de implantação rela- tivo àquele implante é menos arriscado.
Um objetivo adicional da presente invenção se refere a propor- cionar um implante dentário e método correlativo de implantação com uma redução significante dos custos envolvidos.
De acordo com um aspecto da presente invenção, um implante dentário supraósseo é proporcionado, compreendendo uma placa alongada laminar compreendendo uma parte central substancialmente rígida que su- porta uma haste que se estende verticalmente fixa à referida parte central. A haste compreende meios para fixar um conjunto protético dentário, e a refe- rida placa também compreende duas partes de ancoragem lateral guarne- cendo a referida parte central e sendo maleável e flexível com relação à re- ferida parte central, de modo que a referida placa pode ser disposta sobre o osso da mandíbula. As partes de ancoragem compreendem uma parte de ancoragem vestibular e uma parte de ancoragem lingual ou de palato, e também compreendem meios para posicionar pelo menos dois parafusos de ancoragem no lado vestibular e no lado lingual ou de palato do referido osso de mandíbula.
Especificamente projetado para implantação supra-óssea no maxilar ou osso da mandíbula o implante da invenção provou ser bastante vantajoso na medida em que o mesmo elimina a necessidade de primeiro cortar ou perfurar o osso para ajustar o implante. Assim, a implantação u- sando o implante da invenção é menos traumatizante para pacientes. O im- plante é apenas fixado por meio de parafusos ósseos integráveis fixando as partes de ancoragem contra os lados vestibular e Iingual ou de palato do osso da mandíbula.
O implante da invenção é caracterizado por suas duas partes de ancoragem lateral, as quais são flexíveis e maleáveis com relação à parte central do implante sustentando a haste. Graças às referidas duas partes maleáveis o implante pode assim ser disposto em uma direção transversal sobre a crista óssea como uma superfície de eletrodo condutora agregada, e ser fixado sobre os lados vestibular e Iingual ou de palato do osso da mandí- bula por parafusos ósseos integráveis, sem inserção do implante em si na mandíbula. A flexibilidade da placa alongada permite um encaixe perfeito do implante sobre a crista óssea cortical em ambas as direções sagital e frontal.
A parte vertical do implante, a haste, compreende um conector de base transgengival fixado à parte central da placa no estágio da fábrica e um pilar ou impressão protética desmontável que é adaptada para ser plu- gada sobre o referido conector de base e fixada por um parafuso. Vantajo- samente, o referido pilar compreende meios para fixar um conjunto protético dentário.
De acordo com uma configuração preferida do implante da in- venção, o conector de base acima mencionado é produzido a partir de duas partes: uma parte inferior dotada de uma superfície lisa e uma parte superior cilindro-cônica adaptada para engatar, preferivelmente em toque, com uma porção fêmea complementar do referido pilar. O referido conector cilindro- cônico facilita o alinhamento do pilar e do conector de base. Ademais, a su- perfície lisa do conector de base e do pilar evita que o pilar arranhe a gengi- va após implantação.
De acordo com outra característica vantajosa da invenção, a parte superior do coletor de base e a parte fêmea correspondente do pilar, ambas compreendem o orifício central. Os referidos dois orifícios centrais correspondem um ao outro quando o conector de base é engatado com o pilar. Uma vez que as mesmas se encaixam, os orifícios recebem um para- fuso de travamento para fixar o pilar ao conector de base. O referido sistema garante uma fácil manutenção e desmontagem do pilar quando necessário.
Em uma modalidade preferida do implante o referido pilar com- preende uma parte inferior transgengival dotada de uma superfície externa lisa e uma parte protética superior dotada de uma superfície externa áspera.
A referida superfície externa áspera pode ser obtida por meio de tratamento com areia da superfície do pilar. A mesma aumenta a fixação da prótese com resinas ou colas no pilar.
Preferivelmente, o pilar da haste do implante da invenção é ca- paz de ser cortado, de modo a permitir o ajuste de profundidade da prótese em relação com os outros dentes do paciente implantado uma vez que o implante tenha sido fixado no osso da mandíbula.
Ainda preferivelmente, a referida superfície externa da referida parte protética superior do referido pilar compreende roscas e/ou cristas.
Outra configuração específica do implante da invenção é relativa à sua placa alongada onde a parte de ancoragem vestibular é mais longa do que a parte de ancoragem Iingual ou de palato. Ambas as partes de ancora- gem compreendem pelo menos dois orifícios periféricos adaptados para re- ceber um parafuso de ancoragem de modo a fixar a referida parte de anco- ragem aos lados vestibular e lingual ou de palato de um osso da mandíbula.
Graças aos referidos orifícios, o implante da invenção pode ser fixado em um osso da mandíbula por meio de alguns parafusos sem cortar o osso para inserir o implante diretamente dentro. A fixação do implante da invenção é, portanto, muito menos prejudicial para os pacientes do que os implantes da técnica anterior.
De modo a aumentar o número de posições disponíveis para roscar os parafusos de ancoragem na mandíbula, as partes de ancoragem também compreendem pelo menos uma porção fendida curva, ou chanfra- dura, a referida porção sendo afunilada para ajuste em toque de um colar de parafuso de ancoragem. Como uma referência, a parte de ancoragem vesti- bular compreende pelo menos doze meios (orifícios e/ou chanfraduras) para posicionar parafusos de ancoragem e a parte de ancoragem Iingual ou de palato compreende pelo menos seis meios (orifícios e/ou chanfraduras para posicionar parafusos de ancoragem. No lado de ancoragem vestibular, a configuração preferida é pelo menos quatro orifícios periféricos, preferivel- mente dispostos em uma configuração quadrada e oito porções fendidas de chanfraduras. No entanto, outras configurações podem envolver diferentes combinações de orifícios e chanfraduras, os orifícios sendo dispostos de a- cordo com diferentes configurações dependendo de seus números (triângu- lo, hexágono, pentágono, retângulo, círculo, alinhados, em forma de T, em forma de U, em forma de X ... etc.). Em ambas as partes de ancoragem, vestibular e Iingual ou de palato, o número de meios usados para posicionar parafusos de ancoragem pode variar qualquer que seja a combinação produzida a partir de chanfradu- ras e orifícios, desde que em ambos os lados apresentem pelo menos dois orifícios. Esta é a única maneira de eliminar qualquer mobilidade do implante por rotação.
De acordo com a invenção, a referida parte de ancoragem vesti- bular também compreende uma chanfradura central posicionada próxima ao pilar e à parte rígida central para receber um parafuso de ajuste. Diferente das outras chanfraduras ou porções fendidas na placa alongada, onde os parafusos podem apenas ser ajustados em uma posição, a referida chanfra- dura é configurada para oferecer diferentes possibilidades de ajuste, em co- laboração com o referido parafuso de ajuste, da posição da referida parte central do implante acima da crista do referido osso de mandíbula antes de fixar as referidas partes de ancoragem.
O objetivo da referida chanfradura central é de ser capaz de po- sicionar o parafuso de ajuste sem qualquer interferência com um parafuso de ancoragem ajustado no lado de palato oposto ou lingual do osso da man- díbula.
Outras características preferíveis da invenção incluem as a seguir:
- a referida parte de ancoragem vestibular compreende um corte em forma de trevo de quatro folhas entre os referidos quatro orifícios perifé- ricos, os flanges periféricos circulares do referido corte sendo afunilados pa- ra permitir o ajuste de cerca de quatro parafusos de ancoragem no referido corte.
- a referida placa alongada e a referida haste são produzidas a partir de titânio.
- a referida placa alongada e a referida haste foram tratadas por oxidação de anodo.
- a espessura da referida placa alongada é de cerca de 0,2 milí- metros a 1 milímetros, preferivelmente de cerca de 0,4 mm a 0,8 mm. - o comprimento da referida placa alongada é de cerca de 20 mm a 35 mm, e preferivelmente de cerca de 24 mm a 34 mm.
A presente invenção também se refere a um kit para implante dentário compreendendo um implante dentário supraósseo de acordo com a invenção como anteriormente ilustrado acima e pelo menos quatro parafusos ósseos integráveis para ajuste e ancoragem do referido implante dentário sobre o maxilar ou osso da mandíbula. Preferivelmente, o referido kit para implante dentário compreende cerca de dezoito parafusos ósseos integrá- veis para ajuste e ancoragem do referido implante dentário sobre o maxilar ou osso da mandíbula.
O implante da invenção será agora descrito em relação com os desenhos a seguir, nos quais:
- As figuras 1A e 1B, 1C são respectivamente uma vista monta- da e vistas explodidas do implante da invenção;
- A figura 2 é uma vista plana de uma placa de fixação do im- plante da invenção, sem o seu conector de base transgengival e impressão ou pilar protético;
- As figuras 3A e 3B são respectivamente uma vista plana e uma vista em seção transversal do conector de base transgengival montado no estágio da fábrica sobre a placa de fixação para fixar a impressão ou pilar protético;
- A figura 4 é uma vista em seção transversal da impressão ou pilar protético para ser fixado sobre o conector de base transgengival do im- plante da invenção;
- A figura 5 é uma vista em seção transversal da mandíbula ma- xilar implantada com o implante da invenção e uma prótese de dente adap- tada sobre do referido implante.
As figuras 1A, 1B e 1C mostram um implante dentário supraós- seo 1 de acordo com a presente invenção, compreendendo uma placa alon- gada laminar 11 sustentando uma haste se estendendo verticalmente 12.
Para que o implante seja implantável na grande maioria dos pa- cientes (crianças, adultos, pessoas idosas), a espessura da referida placa alongada 11 do implante 1 se encontra entre 0,2 milímetros a 1 milímetro, o seu comprimento é de cerca de 20 mm a 35 mm e sua largura é de cerca de 5 mm a 10 mm. Modalidades preferidas do implante mostram uma placa 11 dotada de uma espessura de cerca de 0,4 mm a 0,8 mm, um comprimento de cerca de 24 mm a 34 mm, para uma largura de cerca de 7,5 mm a 10 mm.
De acordo com a figura 2, a placa alongada 11 compreende uma parte central substancialmente rígida 11a dotada de um formato substanci- almente retangular e se estendendo perpendicularmente ao eixo longitudinal XX' da referida placa 11. A parte central 11a compreende o orifício central 14 adaptado para receber em toque um conector de base 121 como mostrado nas figuras 3A, 3B, o referido conector de base sendo soldado no estágio de fabricação sobre a placa 11.
Em cada lado da parte central 11a, ao longo do referido eixo longitudinal XX', se estende uma parte de ancoragem 11b, 11c projetada para fixar o implante 1 sobre o maxilar ou osso da mandíbula. As referidas partes de ancoragem 11b, 11 c se estendem respectivamente a partir da re- ferida parte central 11a por dois braços delgados 111b, 112b; 111c, 112c em cada lado. Os referidos braços proporcionam as partes de ancoragem com suficiente maleabilidade e flexibilidade com relação à parte central de modo que a placa pode ser dobrada sobre as bordas da parte central 11a delimita- da em linhas pontilhadas na figura 2. O implante 1 pode ser disposto sobre o osso da mandíbula, graças às partes de ancoragem 11b, 11c, as referidas partes compreendendo uma parte de ancoragem vestibular 11b que é mais longa do que a parte de ancoragem Iingual ou de palato 11c.
As partes de ancoragem 11b, 11c compreendem diversos meios -21, 22, 23, 24, 25 para posicionar os parafusos de ancoragem ósseos inte- gráveis no lado vestibular e Iingual ou lado de palato do osso da mandíbula. Os referidos parafusos fixam o implante 1 sobre o osso da crista da mandí- bula 3 como mostrado na figura 5 para a implantação maxilar.
Os referidos meios usados para posicionar os parafusos de an- coragem vantajosamente compreendem orifícios periféricos 21 e porções curvas fendidas ou chanfraduras 22, os referidos orifícios 21 e as referidas porções fendidas 22 sendo afuniladas para facilitar o ajuste em toque de um colar de parafuso ósseo integrável.
Na modalidade preferida mostrada nas figuras, a parte de anco- ragem vestibular 11b compreende pelo menos quatro orifícios periféricos 21 dispostos em uma configuração substancialmente quadrada com uma por- ção fendida 22 formada entre cada orifício 21 na borda externa da placa. A mesma também compreende um corte interno em forma de trevo de quatro folhas 24 centrado com os referidos quatro orifícios periféricos 21. Os flan- ges periféricos circulares 25 do referido corte 24 são afunilados como as porções externas 22 para permitir o ajuste de cerca de quatro parafusos de ancoragem no referido corte. A mesma finalmente compreende uma chan- fradura central 23 que receberá um parafuso de ajuste.
Na mesma modalidade preferida, a referida parte de ancoragem lingual ou de palato 11c compreende dois orifícios periféricos 21 e quatro porções fendidas 22.
Assim, o implante mostrado nas figuras compreende doze meios 21, 22, 23, 24, 25 para posicionar parafusos de ancoragem ósseos integrá- veis na parte de ancoragem vestibular 11b e seis meios 21, 22 para posicio- nar parafusos de ancoragem na referida parte de ancoragem Iingual ou de palato. Isto proporciona os cirurgiões com muitas possibilidades de fixar o implante de modo supra ósseo em um osso da crista da mandíbula onde a qualidade e espessura do osso é a melhor, sem cortar o osso o que é tradi- cionalmente bastante traumatizante para o paciente.
A placa alongada 11 e a haste 12 são preferivelmente produzi- das a partir de uma liga de titânio, que é uma liga metálica biocompatível com a alta resistência mecânica. Preferivelmente, a placa alongada 11 e a haste 12 foram tratadas por oxidação de anodo para modificar as proprieda- des de reflexão de luz em suas superfícies.
Graças ao referido tratamento de oxidação a placa alongada 11 e o conector de base 121 mostram uma coloração vermelha de modo a evi- tar interferências de cor quando a gengiva é particularmente delgada a nível de implantação. Na mesma vista, o referido pilar 122 é produzido a partir de titânio que foi tratado de modo a apresentar uma coloração amarela que não irá interferir com a cor dos dentes circundantes.
A haste 12 do implante 1 tem o objetivo de receber um conjunto protético dentário 6 como mostrado na figura 5. Como mostrado nas figuras 1B e 1C, a referida haste 12 é produzida a partir de um conector de base transgengival 121, o qual é fixado sobre a placa 11 do implante, e uma im- pressão desmontável do pilar protético 122. O pilar protético ou pilar de im- pressão 122 é adaptado para ser plugado sobre o conector de base trans- gengival 121 e fixado ao mesmo por meio de um parafuso de travamento 13.
O referido conector de base 121 é preferivelmente montado em toque no orifício central 14 da referida parte central 11a da referida placa alongada 11 do implante 1 e fixado sobre a referida placa por uma solda a laser na fábrica.
Como mostrado nas figuras 3A, 3B e 4, o conector de base 121 compreende uma parte inferior 121a apresentando uma superfície lisa e uma parte superior cilindro-cônica 121b adaptada para engatar em toque com uma porção fêmea complementar 1221 do referido pilar 122.
A parte superior 121b do referido coletor de base e as porções fêmeas complementares 1221 do referido pilar 122 ambas compreendem o orifício central 1212, 1222 para receber o referido parafuso de travamento 13, o referido orifício 1212 sendo roscado.
O ângulo α entre as bordas da referida parte superior cilindro- cônica 121b do conector de base é substancialmente igual ao ângulo β da porção fêmea 1221 do referido pilar 122 para permitir um alinhamento perfei- to do referido pilar sobre o referido conector de base de modo que os orifí- cios 1212, 1222 correspondem um ao outro para receber o referido parafuso de travamento 13 e fixar o pilar ao conector de base 121.
Ademais, o referido pilar 122 compreende uma parte inferior transgengival 122a apresentando uma superfície externa lisa e uma parte protética superior 122b apresentando uma superfície externa áspera. A refe- rida parte protética superior 122b compreende roscas e/ou cristas 1223 para fixar um conjunto protético dentário. A parte inferior transgengival 122a é dotada de uma superfície lisa para proporcionar uma melhor integração do implante a nível da gengiva. Isto é também uma forma de limitar o risco de retenção bacteriana a este nível.
Ao contrário, a parte protética superior 122b do pilar é dotada de uma superfície áspera obtida, por exemplo, por jateamento de areia da su- perfície. A referida superfície áspera associada com as referidas roscas e/ ou cristas 1223, aprimora a adesão da resina ou cola 7 usada para fixar um conjunto protético dentário 6 na haste 12 do implante 1 como mostrado na figura 5.
Preferivelmente1 o pilar 122 é também capaz de ser cortado, por exemplo, com uma serra de diamante ou uma broca, de modo que o com- primento total da haste 12, que é de cerca de 15 mm, pode ser ajustado para se adaptar a qualquer prótese ou para obter uma impressão de uma prótese apropriada.
A estrutura e o formato da placa 11 do implante 1, o que dentre outras coisas assenta o implante na parte dura cortical do osso da mandíbu- la, confere uma grande resistência mecânica ao conjunto. Isto torna o im- plante de conjuntos proféticos grandes mais fácil, com apenas poucos im- plantes. Por exemplo, uma prótese completa de maxilar ou mandíbula com 16 dentes pode ser fixada sobre o maxilar ou mandíbula do paciente equipa- da com apenas quatro implantes supra ósseos 1 da invenção. É lembrado aqui que, quando se usa implantes endo-ósseos tradicionais, que se assen- tam principalmente na parte esponjosa do osso, é necessário se colocar mais implantes (em geral entre 8 e 12 implantes) de modo a suportar conjun- tos protéticos idênticos.
Ademais, o uso do implante da invenção não necessita de cirur- gia óssea pesada para ser realizada antes de implantação. Assim, os cirur- giões podem evitar obstáculos maxilo-mandibular anatômicos e tratar paci- entes com alta reabsorção óssea. A nível do maxilar superior isto também elimina a necessidade de realizar elevações de sinus (enxerto de osso). A nível da mandíbula posterior isto elimina a necessidade de transladar o ner- vo mandibular. Assim o uso do implante 1 da invenção elimina uma série de riscos cirúrgicos pesados.
O implante 1 da invenção é também bastante fácil de colocar e fixar sobre o osso da mandíbula com parafusos ósseos integráveis apropria- dos. Os múltiplos orifícios 21 e as porções fendidas 22, 25 nas partes de ancoragem 11b, 11c da placa 11 do implante, além da flexibilidade da referi- da placa 11, proporcionam ao cirurgião que realiza a implantação com uma grande escolha de posições para os parafusos de ancoragem tanto nos pla- no frontal como no sagital.
Um método de implantação será agora descrito com referência à figura 5 mostrando uma seção transversal do osso da mandíbula maxilar 3 implantada com o implante da invenção e uma prótese de dente 6 adaptada sobre do referido implante.
Primeiro, o cirurgião abre e destaca a gengiva 4, criando uma tira mucoperióstea, onde o implante 1 deve ser ajustado. Isto proporciona uma abertura na gengiva 4 através da qual o cirurgião pode ter acesso ao osso da mandíbula 3. Segundo, o cirurgião introduz o implante 1 na abertura na gengiva 4 usando alicates apropriados. Com os referidos alicates, o cirur- gião posiciona então o implante 1 sobre o osso da crista da mandíbula de tal forma que a parte rígida central 11a se encontra em cima da crista óssea com o conector de base transgengival 121 se estendendo através da abertu- ra na gengiva perpendicular à crista óssea.
As partes de ancoragem 11a, 11b da placa 11 do implante são então, em um terceiro tempo, forçadas com os referidos alicates contra o lado vestibular e lado de palato do osso da mandíbula 3. O implante é então fixado com parafusos ósseos integráveis 5 que são roscados dentro do osso 3. A posição dos referidos parafusos 5 é determinada pelo uso de uma com- binação dos orifícios 21, porções fendidas 22 e flanges 25 presentes nas referidas partes de ancoragem 11b, 11c da placa 11 do implante. Um modo de facilitar a fixação das partes de ancoragem 11b, 11c é de primeiro posi- cionar o implante sobre a crista óssea com um parafuso ósseo-integrável roscado dentro da referida chanfradura 23 na parte de ancoragem vestibular. Isto estabiliza o implante sobre o osso da mandíbula antes de inserir os ou- tros parafusos de ancoragem 5 nas partes de ancoragem 11b & 11c. É man- datório se usar pelo menos dois parafusos na parte de ancoragem vestibu- lar, e dois outros na parte de ancoragem do palatino ou lingual, isto de modo a eliminar qualquer risco de rotação de implante. Isto também garante uma melhor ancoragem do referido implante.
Por uma questão de clareza, apenas dois parafusos (a quanti- dade mínima necessária de parafusos) 5 foi representada na figura 5 para fixar cada parte de ancoragem 11b, 11c. Entretanto, o número total de para- fusos 5 para ser usado deve ser determinado clinicamente pelo cirurgião. O mesmo depende da densidade do osso e da espessura do osso da crista da mandíbula no ponto de implantação. Ademais, o uso de parafusos de com- primentos variáveis pode também aprimorar a fixação do implante, depen- dendo da qualidade e da quantidade do osso da mandíbula 3. O uso de um maior número de parafusos 5 aprimora a justeza do implante sobre o osso 3, e evita a rotação do implante.
Após isto, o cirurgião apenas tem que fechar e suturar a abertura na gengiva em torno do conector de base transgengival 121 se salientando através da gengiva.
Uma vez que a gengiva 4 foi suturada, a próxima etapa é dedi- cada à própria prótese. Primeiro o pilar 122 da haste 12 é montado sobre o referido conector de base 121 com um parafuso de travamento apropriado 13 (não mostrado na figura 5). Então, há diversas técnicas disponíveis. Uma consiste em diretamente fixar uma prótese de dente 6 a qual foi anteriormen- te preparada sobre o pilar 122. Outra consiste em fazer uma impressão da gengiva 4 e pilar(es) 122 de modo a preparar uma prótese de dente ou uma ponte customizada adaptada.
A fixação do dente à prótese 6 ou ponte sobre o referido pilar 122 é feita com resina ou cola 7 ligada dentro do pilar e a cavidade da próte- se, a referida resina e cola 7 aderindo á superfície áspera do pilar e da prótese.
Usando o novo implante supra ósseo 1 da invenção, um cirurgi- ão experiente pode completar a implantação e operações protéticas em a- penas uma ou duas horas. O paciente é capaz de comer normalmente ape- nas poucas horas depois.
O uso do implante 1 da invenção permite um ganho real de tem- po para o processo de implantação e é mais fácil. O mesmo também apre- senta um risco muito menor para o paciente. Isto de fato reduz drasticamen- te os custos de hospital e protético para os pacientes. Como um resultado, mais pacientes terão acesso a próteses permanentes que são mais confor- táveis e menos prejudiciais, particularmente para os tecidos da gengiva, do que as próteses móveis.
Em virtude da configuração do implante, com diversas possíveis posições para os parafusos 5, o cirurgião pode escolher os locais dos para- fusos de modo a usar as partes ósseas mais densas do osso da mandíbula 3.
Ademais, o implante da invenção, graças às suas numerosas possibilidades de aparafusamento do parafuso, pode ser ajustado em qual- quer tipo de osso: basal ou alveolar. Portanto, mesmo se todo o osso alveo- lar tiver desaparecido em função de reabsorção óssea, o implante pode ain- da ser feito de modo satisfatório. Portanto, o implante pode ser ajustado em mandíbulas com altura óssea reduzida, e mesmo quando nenhuma crista óssea se encontra disponível.
Na maior parte dos casos, os cirurgiões terão que usar apenas poucos meios de posicionamento de parafuso 21, 22 em cada parte de an- coragem 11b, 11c do implante 1. Um meio de posicionamento que não é usado para a original ancoragem do implante permanece disponível para uso futuro em caso, por exemplo, de falha da ósseo integração de um dos parafusos de ancoragem. Isto permite manter o implante e apenas roscar outro parafuso, enquanto que, com implantes cilíndricos endo-ósseos, o im- plante terá que ser redisposto, assim como a prótese.
Outra vantagem do implante da invenção se refere ao seu pos- sível uso como implante temporário. Isto pode ser útil para os cirurgiões que preferem usar a more um método de implantação mais clássico, o referido método comportando duas fases: a implantação em si em um primeiro tem- po, seguido da fase protética cerca de seis meses mais tarde.
Ademais, em caso de falha do implante na configuração de múl- tiplo-implante (por exemplo, implante quebrado), este novo sistema permite se salvar o trabalho protético. Neste caso é apenas necessário se despara- fusar o conjunto protético quebrado a partir de todo o implante e retirá-lo da boca. O implante quebrado é removido da boca. Ainda fora da boca, um no- vo implante é ajustado ao conjunto protético. O referido novo ajuste (novo implante + conjunto protético) é então ajustado de volta na boca do paciente.
A posição exata do novo implante é então encontrada ao se ajustar o con- junto protético nos implantes restantes que são usados como o guia cirúrgi- co. Portanto, o implante da invenção é o único a permitir salvar a maior parte do trabalho em caso de problemas.
Outra característica vantajosa do implante da invenção se refere a sua flexibilidade após implantação sobre um osso da mandíbula. De fato, apesar de sua importante retenção no lado vestibular e palato ou Iingual do osso da mandíbula em virtude do uso de parafusos ósseos integráveis 5, a parte central 11 a do implante 1 permanece flexível em poucos décimos de milímetros sobre a crista óssea. De fato, há um pouco de jogo entre a parte rígida do implante e a crista óssea, pelo fato de que o implante não pode adotar totalmente o formato da crista. Este jogo proporciona ao conjunto com uma relativa flexibilidade. Isto facilita a integração protética em comparação com os implantes e próteses rígidas atuais.
O referido novo implante 1 é, portanto, único pelo fato de que é o único a reproduzir a relação de elasticidade natural dos dentes humanos.
Como um resultado, é possível se prever o uso de pontes mistas que pos- sam ser dispostas tanto em implantes como nos dentes. Até agora, com to- dos os outros sistemas, a referida mistura de suportes de ponte é fortemente desaconselhável.
Deve ser observado que a modalidade da invenção foi descrita acima com referência às figuras puramente como exemplo. Muitas outras modificações e desenvolvimentos podem ser implementados à mesma sem se desviar do âmbito da presente invenção.
Claims (20)
1. Implante dentário supraósseo (1), compreendendo uma placa alongada laminar (11) compreendendo uma parte central substancialmente rígida (11a) que se estende perpendicularmente ao eixo longitudinal à referi- da placa alongada (11) e sustentando uma haste se estendendo vertical- mente (12) fixada à referida parte central (11a), a referida haste compreen- dendo meios (1223) para fixar um conjunto protético dentário, em que a refe- rida placa (11) também compreende duas partes de ancoragem lateral (11b, -11c) guarnecendo a referida parte central (11a) e se estendendo respecti- vãmente por duas porções de braço delgadas proporcionadas em cada lado da parte central (11a) e sendo maleável e flexível com relação à referida par- te central de modo que a referida placa pode ser disposta over a osso da mandíbula (3) em uma direção transversal sobre a crista óssea, as referidas partes de ancoragem (11b, 11c) compreendendo uma parte de ancoragem vestibular (11b) e uma parte de ancoragem lingual ou de palato (11c), e em que as referidas partes de ancoragem compreendem meios (21, 22, 23, 24, -25) para posicionar pelo menos dois parafusos de ancoragem no lado vesti- bular e no lado Iingual ou de palato do referido osso de mandíbula e pelo menos quatro parafusos de ancoragem no lado vestibular.
2. Implante supraósseo dentário, de acordo com a reivindicação -1, em que a referida parte de ancoragem vestibular (11b) é mais longa do que a referida parte de ancoragem Iingual ou de palato (11c).
3. Implante supraósseo dentário, de acordo com as reivindica- ções 1 e 2, em que o referido meio para posicionar os parafusos de ancora- gem nas referidas partes de ancoragem (11b, 11c) compreendem pelo me- nos dois orifícios periféricos (21) adaptados para receber um parafuso de ancoragem para fixar a referida parte de ancoragem aos referidos lados ves- tibular e Iingual ou de palato do osso da mandíbula.
4. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, em que o referido meio para posicionar os parafu- sos de ancoragem nas referidas partes de ancoragem também compreende pelo menos uma porção fendida curva (22), a referida porção sendo afunilada para o ajuste em toque de um colar de parafuso de ancoragem.
5. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, em que o referido meio para posicionar os parafu- sos de ancoragem na referida parte de ancoragem vestibular compreende pelo menos quatro orifícios periféricos (21), preferivelmente dispostos em uma configuração quadrada.
6. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, em que a referida parte de ancoragem vestibular compreende pelo menos doze meios (21, 22, 23, 24, 25) para posicionar os parafusos de ancoragem e a referida parte de ancoragem lingual ou de pala- to compreende pelo menos seis meios (21, 22) para posicionar os parafusos de ancoragem.
7. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, em que a referida parte de ancoragem vestibular (11b) compreende uma chanfradura central (23) para receber um parafuso de ajuste, a referida chanfradura sendo configurada para ajuste, em colabo- ração com o referido parafuso de ajuste, a posição da referida parte central (11a) do implante acima da crista do referido osso de mandíbula antes de fixar as referidas partes de ancoragem (11b, 11c) aos referidos lados vesti- bular e Iingual ou de palato do referido osso de mandíbula.
8. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, em que a referida parte de ancoragem vestibular (11b) também compreende um corte em forma de trevo de quatro folhas (24) entre os referidos quatro orifícios periféricos (21), as bordas periféricas circu- lares (25) dor referido corte (24) sendo afunilada para permitir o ajuste de cerca de quatro parafusos de ancoragem dentro do referido corte.
9. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, em que a referida haste (12) compreende um co- nector de base transgengival (121) fixado à referida parte central (11a) da referida placa e um pilar desmontável (122) adaptado para ser plugado so- bre o referido conector de base (121), o referido pilar (122) compreendendo meios (1223) para fixar um conjunto protético dentário.
10. Implante supraósseo dentário, de acordo com a reivindica- ção 9, em que o referido conector de base (121) compreende uma parte infe- rior (121a) dotada de uma superfície lisa e uma parte superior cilindro-cônica (121b) adaptada para engatar, preferivelmente em toque, com uma porção fêmea complementar (1221) do referido pilar (122).
11. Implante supraósseo dentário, de acordo com uma das rei- vindicações 9 ou 10, em que a referida parte superior (121b) do referido co- letor de base e referido pilar ambos compreendem um orifício central (1212, -1222) correspondendo um ao outro quando o referido conector de base é engatado com o referido pilar, os referidos orifícios correspondentes rece- bendo um parafuso de travamento (13) fixando o referido pilar ao referido conector de base.
12. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 11, em que o referido pilar (122) compreende uma parte inferior transgengival (122a) dotada de uma superfície lisa externa e uma parte protética superior (122b) dotada de uma superfície externa áspera.
13. Implante supraósseo dentário, de acordo com a reivindica- ção 12, em que a referida superfície externa da referida parte protética supe- rior (122b) do referido pilar compreende roscas e/ou cristas (1223).
14. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 13, em que o referido pilar (122) é capaz de ser cor- tado.
15. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, em que a referida placa alongada (11) e a referida haste (12) são produzidas a partir de titânio.
16. Implante supraósseo dentário, de acordo com a reivindica- ção 15, em que a referida placa alongada e a referida haste foram tratadas por anodo oxidação.
17. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 16, em que a espessura da referida placa alongada (11) é de cerca de 0,2 milímetros a 1 milímetro, preferivelmente de cerca de -0,4 mm a 0,8 mm.
18. Implante supraósseo dentário, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 17, em que o comprimento da referida placa alongada (11) é de cerca de 20 mm a 35 mm, e preferivelmente de cerca de 24 mm a -34 mm.
19. Kit para implante dentário, o qual compreende implante su- praósseo dentário (1) como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a -18 e pelo menos quatro parafusos ósseo-integráveis para ajuste e ancora- gem do referido implante dentário sobre o maxilar ou osso de mandíbula.
20. Kit para implante dentário, compreendendo implante supra- ósseo dentário de acordo com a reivindicação 19, compreendendo o implan- te supraósseo dentário (1) de acordo com uma das reivindicações 11 a 18 e dezoito parafusos ósseo-integráveis para o ajuste e a ancoragem do referido implante dentário sobre o maxilar ou osso de mandíbula.
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