BRPI0702779A2 - estrutura de sustentação - Google Patents

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BRPI0702779A2
BRPI0702779A2 BRPI0702779-6A BRPI0702779A BRPI0702779A2 BR PI0702779 A2 BRPI0702779 A2 BR PI0702779A2 BR PI0702779 A BRPI0702779 A BR PI0702779A BR PI0702779 A2 BRPI0702779 A2 BR PI0702779A2
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Vanderlei Gomes
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Apoitec Do Brasil Instalacoes Ind Ltda
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    • E04G1/02Scaffolds primarily resting on the ground composed essentially of members elongated in one dimension [1D] only, e.g. poles, lattice masts, with or without end portions of special form, connected together by any means
    • E04G1/04Scaffolds primarily resting on the ground composed essentially of members elongated in one dimension [1D] only, e.g. poles, lattice masts, with or without end portions of special form, connected together by any means the members being exclusively poles, rods, beams, or other members of similar form and simple cross-section
    • E04G1/06Scaffolds primarily resting on the ground composed essentially of members elongated in one dimension [1D] only, e.g. poles, lattice masts, with or without end portions of special form, connected together by any means the members being exclusively poles, rods, beams, or other members of similar form and simple cross-section comprising members with rod-like or tubular portions fitting together end to end, with or without separate connecting pieces
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Abstract

ESTRUTURA DE SUSTENTAçãO. A presente patente de invenção refere-se a uma estrutura de sustentação que compreende ao menos dois quadros de sustentação (1) compostos de duas barras laterais (11) ligadas por uma pluralidade de barras horizontais (12) e ao menos um par de elementos de travamento (3 ou 17) dos quadros (1), que uma vez travados possibilitam a montagem de uma pluralidade de estruturas, como andaimes (A, B, C, D, E), um carro plataforma (F), uma escada de abrir (J), uma escada de mão (K), uma bancada de trabalho (H), um beliche (1) ou ainda uma prateleira (G).

Description

ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO
A presente patente de invenção refere-se a uma estrutura desustentação, particularmente para ser usada como andaime de construção.
A exposição que segue, por simplicidade de explicação, ilustra ainvenção dentro de uma realização particular, qual seja, uma estrutura desustentação usada como andaime, sem que por esse motivo esteja restrita aapenas essa realização, podendo ser usada como bancada de trabalho, carroplataforma, escada de mão, escada de abrir, prateleiras, beliches, etc.
Os andaimes são estruturas que são montados para se alcançarlocais altos inacessíveis pelas usuais escadas. Eles são muito usados emconstrução para se atingir pavimentos superiores de forma a permitir ao operáriotrabalhar com segurança, sem que ele tenha que ficar dependurado por cordasou equilibrado em uma escada, que além de não oferecer segurança, muitasvezes não atinge o local de trabalho.
Dentre eles tem-se os andaimes que são apoiados no local de usocomo o tubular, fachadeiro, industrial, e outros.
O andaime tubular ou tradicional é o mais conhecido e é utilizadopara serviços de reforma em geral. Seus encaixes são simples, mas de maneiradesvantajosa, necessitam de ferramentas para sua montagem e desmontagem.
O andaime fachadeiro é ideal para serviços de fachada. Suaestrutura é tal que permite a circulação dos operários em diversos níveis comlivre acesso a área de trabalho. Possui travamento dos montantes em forma de"X" que lhe dá rigidez. De maneira desvantajosa, esse tipo de andaime, assimcomo o tubular, também necessita de ferramentas para montagem.
O andaime industrial, também conhecido como tubo Roll, écomposto de painéis com aproximadamente 1,50m de base e de altura, ligadosatravés de travamento em "X" e também por um travamento interno diagonal,que garante excelente estabilidade. Nesses andaimes a escada já faz parte dopainel.
Esses andaimes da arte anterior não permitem regulagem parapequenas alturas, como por exemplo a cada 250 mm, sua regulagem é de metroem metro, pois compreendem um vão de aproximadamente 800 mm queimpossibilita uma regulagem mais fina, tendo em vista a necessidade daestrutura de estabilidade em "X" entre vãos, limitando a regulagemintermediária entre ditos vãos.
Outra desvantagem é que as peças que compõem esses andaimesnão permitem sua utilização para montar outro tipo de estrutura que não sejamandaimes.
O travamento dos montantes, apesar de simples, apresentaalgumas desvantagens. Ele é feito através do aperto de um pino roscado ouparafuso, que com o auxílio de uma ferramenta, força a ponteira de encaixecontra o tubo do montante. Caso o operador não aperte o pino da formaadequada, por esquecimento ou falta de atenção, ele fica com folga, e osmontantes podem se desencaixar, provocando acidentes.
Outra desvantagem dos andaimes atuais é que não podem sermontados em locais com desníveis maiores que 300 mm, devido à restrição docomprimento da sapata ajustável.
Ainda outra desvantagem desses andaimes é a impossibilidade deserem montados em todas as direções, por exemplo frontalmente ouposteriormente. Eles se limitam a ampliação vertical ou lateral, como porexemplo o fachadeiro.
Outra desvantagem é que o encaixe do rodapé não está incluso nomontante padrão, sendo pois mais um acessório para o operador montar. Tem-se ainda outras peças adicionais como os guarda-corpos, as ligações de base, eas diagonais. Essa grande variedade de peças acessórias torna a montagemlenta e complicada.
Ainda outra desvantagem dos andaimes convencionais é que suaplataforma não possui encaixe no andaime, necessitando assim de amarração.
A fim de solucionar esses e outros problemas da arte anterior, apresente invenção apresenta uma estrutura de sustentação de uso prático eseguro, que atende a várias aplicações e soluciona os problemas acimacitados.
Ela pode ser montada de várias formas, podendo ser utilizadapara as mais variadas funções, como bancada de trabalho, escada de abrir,escada de mão, prateleiras, beliche e principalmente como andaime. Aestrutura pode ser utilizada para manutenções prediais, obras de reformas emgeral, transporte de produtos ou equipamentos e uso doméstico.
É também um objetivo da presente invenção uma estrutura deencaixe rápido, de travamento automático, e que dispensa ferramentas para suamontagem e desmontagem.
É ainda um objetivo da presente invenção uma estrutura compouca variedade de peças, o que facilita seu manuseio e sua montagem.
É ainda um outro objetivo da presente invenção uma estrutura comelementos padronizados e intercambiáveis, e que possibilita a montagem demúltiplos níveis de plataforma de trabalho em um mesmo montante.É também um objetivo da presente invenção uma estrutura comescada e encaixe para rodapés incorporados no próprio elemento de montagempadrão.
É também um objetivo da presente invenção uma estrutura quecompreende em uma mesma peça o guarda-corpo, a ligação da base e a peçade montagem da plataforma de trabalho.
A presente estrutura de sustentação permite a montagem de umandaime tipo plataforma que é um equipamento extremamente seguro, poisatende as Normas de Segurança Brasileiras. Seu sistema de travamento ésimples e automático, garantindo o travamento do montante. Dependendoapenas do operador para o seu destravamento.
Referida estrutura tem característica de multifuncionalidade, pois ooperador pode usar suas peças para montar um carro plataforma, uma bancadade trabalho, uma escada de abrir, uma escada de mão, ainda fazer dele umaprateleira, podendo até mesmo se utilizar dele, como cerca de isolamento, entretantas outras formas de utilização.
A estrutura compreende uma geometria que lhe atribui leveza, esua forma de encaixe permite flexibilidade em sua montagem. O tempo para suamontagem ou desmontagem é ainda menor que os andaimes convencionais,pois seus montantes possuem peças com dimensões maiores, e sua estruturacom pesos menores, reduzindo pela metade o tempo construção de uma torrede trabalho.
A estrutura possibilita ajustes precisos na altura da plataforma detrabalho, permitindo que o usuário trabalhe na posição mais adequada,oferecendo uma melhor ergonomia ao usuário na realização do trabalho.Diferente dos andaimes da arte anterior onde muitas vezes tem-se de trabalharabaixado ou esticado na plataforma.
Sendo seus elementos padronizados, a mesma peça que éutilizada para montagem dos guarda-corpos, pode ser utilizada para construçãoda plataforma de trabalho, assim como a ligação da base, que tem a função demelhorar a rigidez do sistema.
De maneira particular o piso ou plataforma é fabricado em chapametálica galvanizada, proporcionando-lhe maior vida útil. Dito piso possui aindasaliências, que o torna antiderrapante.
Preferencialmente, as peças são revestidas a fim de aumentar suadurabilidade, uma vez que estão sujeitas a arranhões, choques mecânicosdurante seu uso, montagem e desmontagem, ou até mesmo no seuacondicionamento. De maneira particular, elas são galvanizadas e/ou pintadas apó na cor amarela, tornando o equipamento facilmente visível.
Para uma melhor compreensão da estrutura de sustentação dapresente invenção são apresentadas em anexo figuras esquemáticas dealgumas formas de sua montagem. As dimensões e proporções das figuras nãosão necessariamente as reais, pois elas têm apenas a finalidade de apresentardidaticamente os diversos aspectos da invenção, cuja abrangência de proteçãoestá determinada apenas pelo escopo das reivindicações anexas.
A figura 1 representa uma vista em perspectiva esquemática daestrutura de sustentação montada na forma de um andaime (A).
A figura 1A representa uma vista ampliada do detalhe J da figura 1antes do encaixe de um braço de carga (30).
A figura 2 representa uma vista do detalhe da figura 1A do braçode carga (30) encaixado no andaime (A).
A figura 3 representa uma vista em perspectiva ilustrando amontagem da barra de travamento (3) do andaime (A).
A figura 4 representa uma vista em perspectiva da seqüência demontagem do andaime (A) da figura 3, onde é feita a colocação do piso ouplataforma (9) na barra de travamento (3).
A figura 5 representa uma vista em perspectiva de uma etapa demontagem do andaime (A) posterior à ilustrada na figura 4, onde é feito oencaixe dos quadros (1) superiores à plataforma (9).
A figura 5A representa uma vista em perspectiva ampliada dodetalhe L da figura 5.
A figura 6 representa uma vista parcial ampliada do encaixe dedois quadros (1) subseqüentes com um pino trava (2).
A figura 6A representa uma vista ampliada do pino trava (2) aberto.
A figura 6B representa uma vista ampliada do pino trava (2)fechado.
A figura 7 representa uma vista em perspectiva de um outroandaime (B) onde são encaixados rodapés (10) na barra de travamento (3), aoredor da plataforma (9).
A figura 8 representa uma vista em perspectiva parcial ampliada doencaixe do rodapé (10) na barra (3).
A figura 9 representa uma vista em perspectiva parcial ampliada dafigura 8, melhor ilustrando o encaixe do rodapé (10) no nicho formado entre aaba (322) e a barra lateral (11).
A figura 10 ilustra uma vista em perspectiva ampliada da lateralfrontal da barra de travamento (3).
A figura 10A ilustra uma vista em perspectiva parcial ampliada dodetalhe M da figura 10.
A figura 11 ilustra uma vista em perspectiva ampliada da lateralposterior da barra de travamento (3).
A figura 11A ilustra uma vista em perspectiva parcial ampliada dodetalhe N da figura 11.
A figura 12 ilustra uma vista lateral parcial ampliada do engaterápido (4) da barra de travamento (3), fixado a uma barra lateral (11) de umquadro (1).
A figura 13 ilustra uma vista lateral parcial ampliada do engaterápido (4) da barra de travamento (3) com a mola (44) comprimida e o pino (45)deslocado para o sentido oposto ao da barra (11).
A figura 14 ilustra uma vista lateral parcial ampliada do engaterápido (4) da barra de travamento (3) com a mola (44) em repouso e o pino (45)encaixado em um furo (14) da barra lateral (11) do quadro (1).
A figura 15 ilustra uma vista em perspectiva de um andaime (C)tipo torre com sapata fixa (5).
A figura 16 ilustra uma vista em perspectiva parcial ampliada dodetalhe (O) da figura 15, onde a sapata (5) é presa ao quadro (1) por meio deum pino trava (2).
A figura 17 ilustra uma vista em perspectiva de um outro exemplode aplicação da estrutura de sustentação na forma de um andaime com avançofrontal (D) com sapata fixa (5).
A figura 18 ilustra uma vista em perspectiva parcial da montagemde um andaime com avanço frontal (D).
A figura 19 ilustra uma vista em perspectiva da montagem de umandaime com avanço frontal (D) onde um quadro (1) já está conectado a umoutro quadro (1) do andaime.
As figuras 20, 21 e 22 ilustram vistas em perspectivas ampliadasde uma seqüência de montagem do andaime com avanço frontal (D), onde afigura 20 apresenta dois quadros (1) com suas barras (11) juntas, a figura 21apresenta uma braçadeira (16) envolvendo as barras laterais (11) dos doisquadros (1), e a figura 22 apresenta a braçadeira (16) fixada à barra lateral (11)do quadro (1) subseqüente por meio do pino trava (2), prendendo um quadro (1)ao outro.
A figura 23 representa uma vista em perspectiva de um outroexemplo de aplicação da estrutura de sustentação na forma de um andaimecom avanço lateral (E) com sapata fixa (5).
As figuras 24 e 25 representam vistas em perspectiva daseqüência de montagem da barra de travamento (3), onde na figura 24 ilustra abarra (3) antes do encaixe nos quadros (1), e na figura 25 ilustra a barra (3)encaixada nos quadros (1).
A figura 24A representa uma vista em perspectiva parcial ampliadado detalhe P da figura 24.
A figura 25A representa uma vista em perspectiva parcial ampliadado detalhe Q da figura 25.
A figura 26 representa uma vista em perspectiva de um outroexemplo de aplicação da estrutura de sustentação na forma de uma escada deabrir (J) com sapata de borracha (7).A figura 26A representa uma vista em perspectiva parcial ampliadado detalhe R da figura 26.
A figura 27 representa uma vista em perspectiva de um outroexemplo de aplicação da estrutura de sustentação na forma de uma prateleira(G) com sapata com rodízio (6).
A figura 28 representa uma vista em perspectiva de um outroexemplo de aplicação da estrutura de sustentação na forma de uma escada demão (K) com sapata de borracha (7).
A figura 29 representa uma vista em perspectiva de um outroexemplo de aplicação da estrutura de sustentação na forma de um carroplataforma (F) com sapata com rodízio (6).
A figura 30 representa uma vista em perspectiva de um outroexemplo de aplicação da estrutura de sustentação na forma de uma bancada detrabalho (H) com sapata com rodízio (6).
A figura 31 representa uma vista em perspectiva de um outroexemplo de aplicação da estrutura de sustentação na forma de um beliche (I)com sapata com rodízio (6).
A figura 32 representa uma vista em perspectiva ampliada de umasapata de borracha (7).
A figura 33 representa uma vista em perspectiva ampliada de umasapata ajustável (8).
A figura 34 representa uma vista em perspectiva ampliada de umasapata fixa ou simples (5).
A figura 35 representa uma vista em perspectiva ampliada de umasapata com rodízio (6).Descrição detalhada da Invenção
A presente invenção refere-se a uma estrutura de sustentação quecompreende ao menos dois quadros de sustentação (1), e ao menos um par deelementos de travamentos (3 ou 17) dos quadros (1). Os quadros desustentação (1) são compostos de duas barras laterais (11) ligadas por umapluralidade de barras horizontais (12) que assim formam um elemento deescada.
As barras laterais (11) e horizontais (12) são ocas, atribuindoleveza à estrutura de sustentação. As barras laterais (11) compreendem em suaextremidade superior uma projeção na forma de uma haste (13) (vide figura 5A)de seção transversal cooperante com sua seção vazada, o que permite oencaixe de barras laterais (11) de um outro quadro de sustentação (1)subseqüente, em prolongamento da altura da estrutura (A, B, C, D, E ou G).
De maneira particular, a seção transversal da barra lateral (11) équadrada enquanto à da haste (13) é circular, de forma a permitir um encaixeentre elas nas 4 laterais internas da barra (11), evitando movimentação entre osquadros (1).
A estrutura de sustentação (A, B, C, D, E ou G) compreende aindafuros (131) e (15) que atravessam a haste (13) e a barra lateral (11),respectivamente, quando do encaixe de um quadro (1) sobre o outro, quepermite a recepção de um pino (2) para prender os quadros (1) entre si (videfiguras 5A e 6).
Referido pino (2) compreende um corpo alongado (21) dotado deum grampo (22) em forma de "C", a partir de uma de suas extremidades (211),onde ambos se articulam, de forma a permitir o encaixe e desencaixe entre suasextremidades livres (212 e 221).
Conforme ilustrado na figura 6A o pino trava (2) está aberto, ogrampo (22) tem uma de suas extremidades presa à extremidade (211) do corpo(21) enquanto a extremidade oposta (221) está desencaixada, ou seja, ogrampo (22) está aberto. Nessa situação é possível o encaixe do corpo (21) nosfuros (131) e (15), após o que trava-se o pino (2) com o aprisionamento daextremidade livre (212) do corpo (21) pelo grampo (22) (vide figuras 6 e 6B),impedindo que o pino (2) se solte, retendo a haste (13) do quadro inferior (1) nabarra lateral (11) do quadro superior (1), conforme ilustrado na figura 6. Dessaforma, sem nenhuma ferramenta, prende-se com segurança os quadros desustentação (1) verticalmente, um sobre o outro.
Opcionalmente, referidas barras de travamento (3) compreendemem suas extremidades um perfil ortogonal (31) para retenção às barras laterais(11). Dito perfil ortogonal (31) tem seção transversal semelhante a umabraçadeira, cuja abertura é voltada para a lateral posterior da barra (3). Nessasituação particular ditas barras laterais (11) compreendem uma pluralidade defuros (14) distribuídos longitudinalmente, assim como o perfil (31) compreendefuros (não ilustrados), de forma que quando alinhados recepcionam o pino (2)prendendo a barra de travamento (3) nas barras laterais (11).
Dita estrutura compreende ainda um braço de carga (30)encaixável na haste (13) da barra lateral (11). Opcionalmente, dito braço decarga (30) compreende um furo (não ilustrado) alinhado com o furo (131) dahaste (13) para recepcionar o pino (2), travando-o no quadro (1).
Conforme ilustrado na figura 28, a estrutura (K) é formada peloquadro de sustentação (1) que, por compreender uma pluralidade de barrashorizontais (12) eqüidistantes na forma de uma escada, ao ser apoiada contrauma parede (não ilustrada) pode ser usada como uma escada. Neste exemploparticular, têm-se sapatas de borracha (7) encaixadas na extremidade inferiordas barras laterais (11), que oferecem atrito da escada (K) com o chão, evitandoque ela escorregue. Dita sapata de borracha (7) compreende um furo (71) namesma altura do furo (15) da barra (11), permitindo seu travamento com umpino (2).
Conforme ilustrado nas figuras anexas os quadros (1) são travadoslateralmente entre si por um par de elementos de travamento (3 ou 17).
Os elementos de travamento (3) dos quadros (1) das estruturas (A,B, C, D, E, F, G, H, I) são barras de travamento que unem os quadros (1)transversalmente, de forma a permitir a ampliação lateral das estruturas.
A escada (J), ilustrada na figura 26 e 26A, compreende um par deelementos de travamento (17) na forma de uma articulação (17) que une asextremidades superiores de dois quadros (1), ao serem encaixados na haste (13).
De maneira preferencial, as barras de travamento (3)compreendem em suas extremidades um engate rápido (4) e um perfil ortogonal(31) que as retém às barras laterais (11), enquanto as barras laterais (11)compreendem uma pluralidade de furos (14) para recepcionar o engate rápido(4).
Referido engate rápido (4), melhor visualizado nas figuras 10A,11A, 12, 13 e 14, compreende um suporte (41) dotado de furos alinhados (48)em suas faces opostas; um pino (45) mais longo que o suporte (41), posicionadono alinhamento dos furos (48) e que desloca entre eles transversalmente aosuporte (41), dito pino (45) tem seção transversal de mesma geometria que osfuros (48) de forma poder sair por qualquer um dos lados do suporte (41), semmovimentos transversais. Referido pino (45) compreende um trechointermediário alargado (42), de batente de sua saída do suporte (41), impedindoque o pino (45) saia totalmente do suporte (41); uma mola (44) envolvendo opino (45) no trecho mais estreito e oposto ao do alargado (42), que empurra otrecho alargado (42) contra o suporte (41) expondo parte do pino (45) para foradele e da extremidade da barra (31).
Dito pino (45) compreende ainda uma flange (43) na extremidadedo trecho de alargamento (42) de encontro com a mola (44) que facilita suapega quando do posicionamento do engate (4) em um quadro (1).
Preferencialmente, dito suporte (41) compreende uma lingüeta (46)que se aloja em um compartimento (47) na face do suporte (41) de saída dopino (45) quando de seu destravamento. Dito compartimento (47) compreendeum furo alinhado com o furo (48) do suporte (41), enquanto que a lingüeta (46)compreende um furo que ao ser alinhado com dito furo do compartimento (47),ao ser movimentado para cima (seta I, figura 12), permite que o pino (45) sejapuxado para fora (seta II, figura 13) por um usuário, para destravar o engate (4).Segundo ilustrado na figura 14, o pino (45) é liberado pelo usuário, e sob açãoda mola (44) é levado de volta à posição de travamento (seta III), para fora dosuporte (41), encaixando-se em um furo (14) da barra lateral (11) de um quadro(1). A mola (44) funciona como uma espécie de gatilho no travamento do engate(4) na barra (11), que ao ser liberado empurra o pino (45) para fora do suporte(4), encaixando-o em um furo (14) de uma barra lateral (11). Nesta situação,puxa-se a lingüeta (46) para baixo (seta IV) travando-se o engate (4),impossibilitando a saída do pino (45) pelo furo (48) próximo à lingüeta (46), oque destravaria o engate (4) e soltaria a barra (3) da barra lateral (11).
O perfil ortogonal (31) à barra (3), melhor ilustrado às figuras 10,10A, 11, 11 A, tem uma seção transversal semelhante a uma braçadeira, cujaabertura é voltada para a lateral posterior da barra (3). Essa disposiçãoconstrutiva possibilita o encaixe do perfil (31) na barra lateral (11) de um quadro(1), para posterior travamento do engate (4) em um dos furos (14), impedindoque as barras de travamento (3) e lateral (11) se desprendam.
O encaixe e travamento da barra de travamento (3) nas barraslaterais (11) dos quadros (1) é feita segundo ilustrado na figura 3, onde osquadros (1) encontram-se na vertical, e a barra de travamento (3) é aproximadadas barras laterais (11) com a abertura dos perfis (31) voltada para elas, e como engate (4) destravado. Após o encaixe dos perfis (31) nas barras (11), libera-se o engate (4), e então movimenta-se a barra (3) para cima ou para baixo, deacordo com a posição desejada, até que o pino (45) do engate (4) encontre ofuro (14) da barra lateral (11) mais próximo, travando o engate na barra (11).
Os andaimes (A, B, C, D, E), prateleira (G), carro plataforma (F),bancada de trabalho (H) e beliche (I), compreendem uma plataforma (9), quesegundo as figuras apresentadas são compostas de uma pluralidade de placas,que além de facilitar seu posicionamento, permitem que o usuário utilize umaplataforma (9) menor, com menos placas.
Referidas placas da plataforma (9) compreendem uma pluralidadede saliências (91) que atribuem maior atrito à sua superfície.
A barra de travamento (3), de maneira preferencial, é dotada deuma aba (33) ao longo de sua borda lateral frontal superior, que retém asdiversas placas que compõe a plataforma (9) nas barras (3), apoiadas sobre suaface superior (331), evitando que elas se soltem, e dispensando as usuaisamarrações das placas.
As barras de travamento (3) compreendem ainda um perfil (32) naface do perfil (31) voltada para a barra (3) e acima dela, que forma dois nichosortogonais para encaixe de rodapés (10) (vide figuras 9, 10.10A, 11 e 11 A).
O perfil (32) é uma canaleta (321) cuja base é conectada ao perfil(31), permitindo o encaixe e deslizamento do rodapé (10), mantendo-o nessaposição. Dito perfil (32) compreende uma aba (322) na borda periférica posteriorao longo de sua extensão, que juntamente com uma das faces do perfil (31)forma uma outra canaleta (323) para encaixe de um outro rodapé (10) ortogonalao rodapé anteriormente descrito, encaixado na canaleta (321). Esta disposiçãoconstrutiva permite posicionar rodapés (10) nas laterais do andaime na alturadas barras de travamento (3), fechando-se assim um quadro de proteção contraa queda de eventuais materiais posicionados sobre a plataforma (9).
A estrutura exemplificada na figura 26 ilustra uma escada de abrir(J) dotada de uma articulação (17) que compreende dois trechos de perfilarticulados entre si e de geometria tal que permite seu encaixe na haste (13)dos quadros (1). Dita articulação (17) é fixada na extremidade superior dosquadros (1) com o auxílio do pino (2) encaixado em um furo (171) e (131), daarticulação (17) e haste (13), respectivamente. Conforme ilustrado na figura 26 aescada (J) compreende uma corda (18), que limita a abertura dos quadros (1), esapatas de borracha (7) que impedem seu deslizamento.
A forma de ampliação dos andaimes pode ser qualquer, queconforme ilustrado na figura 15 tem-se um andaime (C) na forma de torre, nafigura 17 um andaime (D) de ampliação frontal, e na figura 23 um andaime (E)de ampliação lateral.
Conforme ilustrado nas figuras 23, 24 e 25 a ampliação lateral doandaime é feita pelas próprias barras de travamento (3), que são fixadas entredois quadros (1), ampliando o andaime lateralmente de acordo com o númerode quadros de sustentação (1) utilizados.
Para a ampliação frontal do andaime são utilizadas braçadeiras(16) longas o bastante para envolver as barras laterais (11) de dois quadrosconsecutivos. Ditas braçadeiras (16) são dotadas de um furo (161) concordantecom o furo (14) da barra (11) do segundo quadro (1) do encaixe, de forma apermitir o encaixe da braçadeira (16) nas duas barras (11) e o posicionamentodo pino (2). Dessa forma o pino (2) trava a braçadeira (16) na barra (11) dosegundo quadro (1), promovendo o travamento dos dois quadros (1), conformeilustrado nas figuras 20, 21 e 22.
As figuras 27, 29, 30 e 31 exemplificam outros tipos de utilizaçãoda presente estrutura, quais sejam, uma prateleira (G), um carro plataforma (F),uma bancada de trabalho (H) e um beliche (I).
A presente estrutura de sustentação compreende ainda sapatas (5,6, 7 ou 8) encaixadas na extremidade inferior das barras laterais (11). Elaspodem ser fixas (5) (figura 34), na forma de rodízios (6) (figura 35), de borracha(7) (figura 32) ou ajustáveis (8) (figura 33). Sua fixação nas barras laterais (11) éfeita com o auxílio do pino (2) encaixado em furos (14) da barra (11) e furos(51), (61) ou (71) das sapatas (5), (6) ou (7), respectivamente.
O andaime, objeto da presente invenção, opcionalmente, pode sermontado em locais com desníveis maiores que 300 mm, utilizando sapatasajustáveis (8) (figura 33), que permite compensar tais desníveis do piso a serinstalado o andaime. Dita sapata ajustável (8) compreende uma haste verticalroscada (81) e uma porca ajustável (82), que ao se girar sobe ou desce,regulando a altura desejada para compensar o desnível.
O homem da técnica prontamente perceberá, a partir da descriçãoe das figuras apresentadas, várias maneiras de realizar a invenção sem fugir doescopo das reivindicações em anexo.

Claims (24)

1. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO" caracterizada porcompreender ao menos dois quadros de sustentação (1), compostos de duasbarras laterais (11) ligadas por uma pluralidade de barras horizontais (12)formando uma armação de escada, e ao menos dois pares de barras horizontaisde travamento (3) das barras laterais (11) dos quadros (1) entre si.
2. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO" caracterizada porcompreender dois quadros de sustentação (1), compostos de duas barraslaterais (11) ligadas por uma pluralidade de barras horizontais (12) formandouma armação de escada, e um par de articulações de travamento (17) queconectam as extremidades superiores dos quadros (1).
3. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com qualqueruma das reivindicações 1 ou 2, caracterizada pelo fato das barras laterais (11)e horizontais (12) serem ocas.
4. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com qualqueruma das reivindicações 1 ou 2, caracterizada pelo fato das barras laterais (11)compreenderem em sua extremidade superior uma haste (13) de seçãotransversal cooperante com sua seção vazada.
5. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 4, caracterizada pelo fato da seção transversal da barra lateral(11) ser quadrada e da haste (13) circular.
6. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com qualqueruma das reivindicações 4 ou 5, caracterizada pelo fato da haste (13) e barralateral (11) compreenderem, respectivamente, furos (131) e (15) colinearesquando de seu encaixe, para recepcionar um pino (2) de travamento dosquadros (1) encaixados verticalmente.
7. "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 6, caracterizada pelo fato do pino (2) compreender um corpoalongado (21) dotado de um grampo (22) duplo em forma de "C" a partir de umade suas extremidades (211), onde ambos se articulam, de forma a permitir oencaixe e desencaixe entre suas extremidades livres (212 e 221).
8.- "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato das barras de travamento (3)compreenderem em suas extremidades um perfil ortogonal (31) para retençãoàs barras laterais (11), dito perfil ortogonal (31) de seção transversal semelhantea uma braçadeira, cuja abertura é voltada para a lateral posterior da barra (3); editas barras laterais (11) compreendem uma pluralidade de furos (14)distribuídos longitudinalmente, assim como o perfil (31) compreende ao menosum furo que quando alinhado com um furo (14) da barra (11) recepcionam o pino (2) para prender a barra de travamento (3) nas barras laterais (11).
9.- "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato das barras de travamento (3)compreenderem em suas extremidades um perfil ortogonal (31) para retençãoàs barras laterais (11), dito perfil ortogonal (31) de seção transversal semelhantea uma braçadeira, cuja abertura é voltada para a lateral posterior da barra (3); editas barras laterais (11) compreendem uma pluralidade de furos (14)distribuídos longitudinalmente, assim como o perfil (31) compreende ao menosum furo que quando alinhado com um furo (14) da barra (11) recepciona umengate (4), travando as barras laterais (11); dito engate dotado de um suporte(41) com furos alinhados (48) em faces opostas; um pino (45) mais longo que osuporte (41), posicionado no alinhamento dos furos (48) e deslocável entre eles,transversalmente ao suporte (41); dito pino (45) de seção transversal de mesmageometria que os furos (48) de forma a poder sair por qualquer um dos lados dosuporte (41); referido pino (45) compreende ainda um trecho intermediárioalargado (42), de batente de sua saída do suporte (41); dito engate (4)compreende ainda uma mola (44) envolvendo o pino (45) no trecho mais estreitoe oposto ao do alargado (42), que empurra o trecho alargado (42) contra osuporte (41) expondo parte do pino (45) para fora dele e da extremidade dabarra (3), permitindo seu encaixe em um furo (14) da barra lateral (11) de umquadro (1), prendendo-a a barra de travamento (3).
10. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 9, caracterizada pelo fato do pino (45) do engate (4)compreender ainda uma flange (43) na extremidade do trecho de alargamento(42) de encontro com a mola (44).
11. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 9 ou 10, caracterizada pelo fato do suporte (41) compreenderuma lingüeta (46) que se aloja em um compartimento (47) na face do suporte(41) de saída do pino (45) quando de seu destravamento; dito compartimento(47) compreende um furo alinhado com o furo (48) do suporte (41), enquantoque a lingüeta (46) compreende um furo em posição tal que ao ser alinhado comdito furo do compartimento (47) permite que o pino (45) seja puxado para forapara destravar o engate (4).
12. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com umaqualquer das reivindicações 1, ou 3 a 11, caracterizada pelo fato da barra detravamento (3) compreender uma aba (33) ao longo de sua borda lateral frontalsuperior, de retenção de plataforma (9), apoiada sobre sua face superior (331).
13. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 12, caracterizada pelo fato da plataforma (9) ser formada poruma pluralidade de placas.
14. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 12, caracterizada pelo fato da plataforma (9) compreendersaliências (91) em sua superfície.
15. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com umaqualquer das reivindicações 8 ou 9, caracterizada pelo fato das barras detravamento (3) compreenderem ainda um perfil canaleta (32) cuja base éconectada à face do perfil (31) voltada para a barra (3) e acima dela.
16. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 15, caracterizada pelo fato do perfil canaleta (32) compreenderuma aba (322) na borda periférica posterior ao longo de sua extensão, formandouma canaleta (323) com o perfil (31).
17. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender braçadeiras (16)longas o bastante para envolver as barras laterais (11) de dois quadros (1)posicionados lado a lado, prendendo-os.
18. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 17, caracterizada pelo fato das braçadeiras (16) serem dotadasde um furo (161) em suas abas que se alinham com um furo (14) da barra (11)do segundo quadro (1) do encaixe, para recepção do pino (2).
19. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender sapatas (5, 6, 7 ou 8)encaixadas na extremidade inferior das barras laterais (11).
20. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 19, caracterizada pelo fato da sapata ser fixa (5) e dotada de umfuro (51) alinhado com um furo (14) da barra (11) quando de seu encaixe, pararecepção do pino (2) de fixação na barra (11).
21. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 19, caracterizada pelo fato da sapata ter rodízios (6) e dotada deum furo (61) alinhado com um furo (14) da barra (11) quando de seu encaixe,para recepção do pino (2) de fixação na barra (11).
22. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 19, caracterizada pelo fato da sapata ser de borracha (7) e dotadade um furo (71) alinhado com um furo (14) da barra (11) quando de seu encaixe,para recepção do pino (2) de fixação na barra (11).
23. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 19, caracterizada pelo fato da sapata ser ajustável (8).
24. - "ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO", de acordo com areivindicação 4, caracterizada pelo fato de compreender um braço de carga(30) encaixável na haste (13) da barra lateral (11).
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