BRPI0702905A2 - amortecedor - Google Patents

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BRPI0702905A2
BRPI0702905A2 BRPI0702905-5A BRPI0702905A BRPI0702905A2 BR PI0702905 A2 BRPI0702905 A2 BR PI0702905A2 BR PI0702905 A BRPI0702905 A BR PI0702905A BR PI0702905 A2 BRPI0702905 A2 BR PI0702905A2
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BR
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threaded
shock absorber
nut
threaded pin
fluted
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BRPI0702905-5A
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Inventor
Takuhiro Kondo
Takayuki Tachi
Original Assignee
Kayaba Industry Co Ltd
Toyota Motor Co Ltd
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Abstract

AMORTECEDOR. Trata-se de um amortecedor (D) que compreende um pino rosgueado (1), uma porca rosqueada (4) rosqueável e rotatatoriamente conjugadas com o pino rosqueado (1), um motor (M) que tem um rotor (R) conectado à porca rosqueada (4), e um mecanismo detentor (5) para tornar o pino rosqueado (1) não rotativo. Assim, já que o pino rosqueado (1) é obrigado a executar um movimento linear e e proporcionado D mecanismo detentor (5) para o pino rosqueado (1), o diâmetro externo do amortecedor (D) pode ser reduzido e conseqúentemente a característica de insraiação do amortecedor (D) em um veículo é aperfeiçoada.

Description

"AMORTECEDOR".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se ao aperfeiçoamentode um amortecedor.
Fundamentos da Invenção
Um amortecedor, como aquele já conhecido erevelado na Publicação da Patente Japonesa N2 H08 (1996) -197931, o qual compreende uma mola em espiral como a mola dasuspensão, que sustenta resilientemente a carcaça doveiculo, um pino rosqueado rosqueável e rotativamenteconjugado com uma porca esférica rosqueada conectada a umeixo e um motor conectado a uma das extremidades do pinorosqueado e também conectado a um lado da carcaça doveiculo. Com o torque gerado pelo motor, um movimentorelativo entre a carcaça do veiculo e o eixo é controladoativamente. Um amortecedor que tem um amortecedor hidráulicodistribuído em série na montagem acima foi também descrito.
Descrição da Invenção
De acordo com a montagem do amortecedor descritona Publicação H08 (1996) - 197931 a porca esférica rosqueadaexecuta um movimento linear vertical pela rotação do pinorosqueado. A fim de implementar essa montagem é necessáriofazer uma medição para o limitador de giro do motor e aporca esférica rosqueada, embora esse ponto não estejaclaramente descrito na Publicação Aberta supracitada.
Na montagem acima a porca esférica rosqueada ésuportada por um componente eixo através de um tubo e tem umbatente para limitar o giro. Entretanto, é necessárioinstalar separadamente um componente detentor como umbatente limitador de giro para o motor. Se o componentedetentor for instalado na periferia externa do chassi domotor, o diâmetro externo do amortecedor aumentaequivalentemente.
No amortecedor acima também é adotada uma montagemem que um amortecedor hidráulico é colocado em sérieimediatamente acima do motor. Em tal montagem, contudo,desde que a massa inercial de um componente rotatório égrande no momento da aplicação de uma oscilação de altafreqüência, conjugada com a fricção de um sistema rotatório,o motor e um mecanismo conversor de movimento não podemexecutar um movimento de expansão/contração, o que resultaem que o motor é oscilado diretamente pelo oscilador de altafreqüência. Assim, em parte devido ao fato de a oscilação dealta freqüência ser alta na aceleração, existe um problemaquanto à confiabilidade do amortecedor.
Em uma tentativa de solucionar o problema, se oamortecedor hidráulico for colocado no lado do eixo emrelação ao motor, segue-se que o tubo que sustenta a porcaesférica rosqueada é ligada ao amortecedor hidráulico. Nessecaso, é necessário instalar separadamente um componentedetentor para a porca esférica rosqueada.
No caso de se conectar o tubo a uma haste depistão do amortecedor hidráulico, o giro da porca esféricarosqueada pode ser limitado se inibir a rotação da haste.Entretanto, no caso em que um componente detentor para ahaste for instalado em uma porção guia da haste, que apóia ahaste do amortecedor hidráulico, a seção da haste não podeser circular e portanto, se tornaria complicado não só aobtenção de uma estrutura para selar o amortecedorhidráulico como também se tornaria difícil executar avedação. Se o componente limitador for colocado em qualqueroutro lugar, o diâmetro do amortecedor hidráulico se tornarámaior em tamanho, e assim também a totalidade dodispositivo, o que resultaria na deterioração dascaracterísticas da montagem do amortecedor hidráulico no veículo.
No caso de se conectar o tubo que sustenta a porcaesférica rosqueada a um cilindro, é necessário dotar acircunferência externa do cilindro com um componentelimitador. Aqui novamente ocorrerá um aumento do diâmetroexterno do amortecedor hidráulico. De qualquer maneira, atotalidade do dispositivo se tornará maior em tamanho com aconseqüente deterioração das características da montagem doamortecedor no veículo.
A presente invenção foi realizada tendo em vistaos problemas acima mencionados, e é um objetivo da invençãoreduzir o tamanho do amortecedor o que gera uma força deamortecimento pela utilização do torque gerado pelo motor.
De acordo com a presente invenção, para a obtençãodo objetivo acima mencionado, em um amortecedor quecompreende um pino rosqueado, uma porca esférica rosqueada erotativamente conjugada com o pino rosqueado e um motor quetem um rotor conectado à porca esférica rosqueada, utiliza-se um mecanismo de limitação para tornar o do pino rosqueadonão-rotatório.
De acordo com o amortecedor da presente invenção,o pino rosqueado é forçado a executar um movimento linear eao redor do pino rosqueado foi instalado um componente delimitação, de modo que o diâmetro externo do amortecedorpode ser reduzido, com isso as características de montagemdo amortecedor foram aperfeiçoadas.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura 1 é uma vista de um corte longitudinal deum amortecedor de acordo com uma modalidade da presenteinvenção.
A Figura 2 é uma vista em perspectiva que mostra aporca esférica rosqueada e a porca esférica caneladamontadas no pino rosqueado.
MELHOR MANEIRA DE EXECUTAR A INVENÇÃO
A presente invenção será descrita abaixo por meiode uma modalidade da invenção ilustrada nos desenhos que aacompanham.
Como mostra a Figura 1, um amortecedor D de acordocom uma modalidade da presente invenção que inclui um pinorosqueado 1, uma porca esférica rosqueada 4 como porcarosqueada rosqueável conjugada rotacionalmente com o pinorosqueado 1, um motor M, que têm um rotor R conectado àporca esférica rosqueada 4 e uma porca esférica canelada 5,como mecanismos detentores ou limitadores de giro conectadosnão-rotacionalmerite a um estator S do motor M.Basicamente, no amortecedor D, o pino rosqueadoefetua um movimento linear vertical na Figura 1, pelarotação da porca esférica rosqueada 4 com o torque geradopelo motor M. Assim, o amortecedor D pode funcionar como um atuador.
Quando o pino rosqueado 1 executa um movimentolinear forçadamente com uma força externa, o rotor R domotor M executa um movimento rotacional, e o motor M geratorque para suprimir o movimento rotacional do rotor R, queé causado for uma força eletromotiva induzida. Assim, omotor M funciona para suprimir o movimento linear do pinorosqueado 1. Neste caso, o motor M regenera a energiacinética introduzida do exterior e a converte em energiaelétrica, e o movimento linear do lado do componente demovimento linear anteriormente referido é suprimido com otorque regenerado.
Ou seja, no amortecedor D, obrigando-se o motor Ma gerar torque, é possível conferir impulso ao pinorosqueado 1. Ademais, quando se obriga o pino rosqueado 1 aexecutar um movimento forçado com uma força externa, omovimento linear do pino rosqueado 1 pode ser suprimido como torque regenerado do motor M.
Assim,o amortecedor D não apenas gera uma força deamortecimento para suprimir o movimento linear do pinorosqueado 1 mas também funciona como atuador, de modo quequando o amortecedor D for interposto e usado entre acarcaça do veículo e o eixo, torna possível, por exemplo,controlar a atitude da carcaça do veículo ao mesmo tempo.Desse modo, o amortecedor D pode funcionar como suspensãoativa.
Uma descrição mais detalhada será dada agora. Comomostram as Figuras 1 e 2, o pino rosqueado 1 tem um formatocilíndrico com as ranhuras de uma rosca em espiral 2 feitana periferia externa do pino rosqueado 1. Além disso, o pinorosqueado 1 tem em seu longo eixo ranhuras caneladas 3retilíneas, ou seja, na direção do movimento linear do pinorosqueado 1. A fim de evitar que o pino rosqueado 1 escapeda porca canelada 5, a ser descrita mais adiante, asranhuras caneladas 3 podem ser omitidas nas extremidades, emambos os lados, do pino rosqueado 1. 0 número das ranhurascaneladas 3 a serem feitas não são especificamentelimitadas.
A porca esférica rosqueada 4 como porca rosqueávelnão está ilustrada em detalhes, porque é bem conhecida. Elacontém uma passagem em espiral na periferia interna de umcorpo tubular e oposta à ranhura da rosca 2 do pinorosqueado 1, uma passagem de circulação feita dentro docorpo tubular para proporcionar comunicação entre as duasextremidades da já mencionada passagem em espiral, váriasesferas recebidas nas já mencionadas passagem em espiral epassagem de circulação e adaptadas para correr ao longo daranhura da rosca 2 e espaçadores interpostos entre asesferas. As esferas podem circular pela passagem em espiralou helicoidal e a passagem de circulação. Uma ranhura dechaveta 4A é feita em uma parte lateral da porca esféricarosqueada 4.A porca esférica canelada 5 como mecanismodetentor também é bem conhecida e portanto não estáilustrada em detalhes. Assim como a porca esférica rosqueada4, a porca esférica canelada 5 contém uma passagem linearfeita na periferia interna de um corpo tubular e oposta àsranhuras caneladas 3 do pino rosqueado 1, uma passagem decirculação feita dentro do corpo tubular para proporcionarcomunicação entre as duas extremidades da passagem linear,várias esferas recebidas nas passagem linear e passagem decirculação e adaptadas para correr ao longo da ranhurascaneladas 3 e espaçadores interpostos entre as esferas. Asesferas podem circular pelas já mencionadas passagemhelicoidal e passagem de circulação. Além disso, uma ranhurade chaveta 5A é feita em uma parte lateral da porca esféricacanelada 5.
A porca esférica rosqueada 4 é ajustada porrosqueamento no pino rosqueado 1 ao longo da ranhura darosca 2 e a porca esférica canelada 5 é ajustada no pinorosqueado 1 ao longo da ranhuras caneladas 3.
Por outro lado, como mostra a Figura 1, o motor Mé constituído de um estator S, que compreende um invólucrotubular 6, um núcleo 7 como um núcleo do induzido fixado naperiferia interna do invólucro 6 e uma bobina 8 adaptada nonúcleo 7, e de um rotor R, o rotor R é preso no invólucro 6rotacionalmente através de mancais 9,10 e 11.
O rotor R inclui um uma haste tubular 12 e um ímã13, montado na periferia externa da haste 12 de modo aconfrontar o núcleo 7. A haste 12 é recebido e mantido noinvólucro 6 de modo que sua extremidade superior é suportadapela periferia interna do mancai 9 e a extremidade inferiordo mesmo é sustentada pelos mancais 10 e 11. O imã 13 éconstituído pela adesão de vários ímãs em forma de anel, deforma que os pólos NeS apareçam alternadamente ao longo dacircunferência.
Uma extremidade superior do ímã 13 écolocada em justaposição contra uma porção flange 12a,formada pela periferia externa da haste 12, garantindo dessemodo a área de adesão. Como ímã 13 pode-se usar um ímã emforma de anel com padrões de pólos divididos, no qual ospólos NeS apareçam alternadamente ao longo dacircunferência.
Assim, nesta modalidade o motor M é constituídocomo um motor sem escovas, porém, como motor M, podem serusados vários tipos de motores. Poderia ser usado, porexemplo, um motor DC, um motor AC, um motor de indução ou ummotor síncrono.
Um núcleo resolvedor 14 é montado na periferiaexterna da extremidade superior da haste 12, no rotor R e umestator resolvedor 15 é montado dentro do invólucro 6, demodo a confrontar o núcleo resolvedor 14. Com o núcleoresolvedor 14 e o estator resolvedor 15 é possível detectara posição do rotor R. Ademais, por meio de um controlador(não mostrado) para controlar o fornecimento de energiaelétrica para a bobina 8, o motor M pode ser controlado nabase da posição e da velocidade de rotação do rotor R. Osmeios para detectar a posição do rotor R não estão limitadosao já mencionado resolvedor. Pode ser usado, por exemplo, umsensor magnético como o elemento Hall ou um codificadorrotatório.
A porca esférica rosqueada 4 é acomodada e fixadadentro da extremidade mais baixa da haste 12, de modo que aporca esférica rosqueada 4 possa ser girada com a rotação dorotor R do motor Μ. O pino rosqueado 1, com o qual a porcaesférica rosqueada 4 é conjugada por meio de rosca, éinserido na hastel2. Mais especificamente, a porção da haste12 mais baixa do que a porção montada do imã 13 é alargadaem diâmetro para formar uma porção alargada em diâmetro 12be a porca esférica rosqueada 4 é recebida dentro da porçãoalargada em diâmetro 12b. Além disso, uma chave 12d éinserida em uma ranhura de chaveta 12c feita na periferiainterna da porção alargada em diâmetro 12b e também naranhura de chaveta 4a feita na porca esférica rosqueada 4fará inibir a movimentação da porca esférica rosqueada 4 eda haste 12. Ao mesmo tempo, a porca esférica rosqueada 4 éatarraxada à haste 12 com uma porca em anel 12f que érosqueada em uma porção rosqueada 12e feita na periferiainterna da extremidade mais baixa da porção alargada emdiâmetro 12b.
Apesar de na montagem acima a porca esféricarosqueada 4 ser atarraxada à haste 12 do rotor R, a porcaesférica rosqueada 4 em si pode ser usada como haste norotor R do motor Meo imã 13 pode ser montado na periferiaexterna da porca esférica rosqueada 4. No conceito de seconectar a porca esférica rosqueada 4 ao rotor R, como oreferido aqui, é incluída também uma montagem em que a porcaesférica rosqueada 4 em si é ligada ao rotor R.
Além disso, um retentor 16 para segurar aperiferia externa da porca esférica canelada 5 é montado naperiferia interna de uma extremidade baixa do invólucro 6,com o qual a porca esférica canelada 5 é conectada nãorotativamente ao estator S do motor M. Mais especificamente,o retentor 16 é conformado no formato de um tubo de fundocujo lado de cima tem seu diâmetro alargado para formar umaporção escalonada.
A periferia externa do retentor 16 é, porexemplo, ajustada por pressão dentro da periferia interna doinvólucro 6, com o que o retentor 16 é fixado ao invólucro6. Uma porção do flange que se projeta para dentro 16a,construído na periferia interior da extremidade mais baixado retentor 16 e uma ranhura de chaveta 16b construída naperiferia interna do retentor 16. A porca esférica canelada5 é conectada não rotacionalmente ao estator S do motor M,isso significa que a porca esférica canelada 5 é suficientepara ser conectada em um estado não rotacional ao estator S.Deste modo, neste conceito também se inclui um caso onde aporca esférica canelada 5 se conecta ao estator S do motor Mindiretamente, através de vários outros componentes além daconexão direta da porca esférica canelada 5 ao estator domotor.
A porca esférica canelada 5 é acomodada naperiferia interna do retentor 16 e uma chaveta 16c éinserida na ranhura de chaveta 5a, constituída na partelateral da porca esférica canelada 5 e também na ranhura dechaveta 16b, a fim de inibir o movimento da porca esféricacanelada 5 em relação ao retentor 16. Além disso, um anel defixação 16d é justaposto contra a extremidade superior, comomostra a Figura 1, da porca esférica canelada 5 e é montadona periferia interna do retentor 16. A porca esféricacanelada 5 fica presa entre o anel de fixação 16d e a porçãoflange 16a e com isso evita-se que ela caia do retentor 16.
De acordo com essa montagem, quando a porcaesférica rosqueada 4 gira com a rotação do rotor R do motorΜ, o pino rosqueado 1 fica limitado em sua rotação pelaporca esférica canelada 5 conectada ao estator S do motor M.de forma que o pino rosqueado 1 executa um movimento linearvertical, como mostra a Figura 1.
Assim, no amortecedor D, não apenas se permite queo pino rosqueado 1 execute um movimento linear, mas tambémse proporciona um mecanismo de detenção para o pinorosqueado 1, de modo que o diâmetro externo do absorvedor dechoque D possa ser reduzido, e, portanto as característicasde montagem do absorvedor de choque D no veículo sãoaperfeiçoadas.
Mais particularmente, já que o mecanismo detentorpara o pino rosqueado 1 é constituído pela porca esféricacanelada 5 que se conjuga à ranhura canelada 3 criada naperiferia externa do pino rosqueado 1, o mecanismo detentorpode ser facilmente colocado em torno do pino rosqueado 1 eé possível evitar um aumento do tamanho do mecanismodetentor e portanto é possível reduzir mais o diâmetroexterno do amortecedor D. Consequentemente ascaracterísticas de montagem do amortecedor D no veículo sãoaperfeiçoadas.
Pela colocação da porca esférica rosqueada 4 comouma parte direcionadora para o pino rosqueado Iea porcaesférica canelada 5 como um elemento constituinte domecanismo detentor para o pino rosqueado 1, próximos entresi, é possível encurtar o comprimento do pino rosqueado 1,que fica posicionado em uma seção h entre a porca esféricarosqueada 4 e a porca esférica canelada 5.
Já que o pino rosqueado 1, quando torcido tambémfunciona como um elemento mola, quanto maior a seçãotorcida, maior o tempo necessário para a resposta domovimento linear do pino rosqueado 1 à rotação da porcaesférica rosqueada 4. Contudo, como se observa acima, já quea seção de torção h do pino rosqueado 1 pode ser encurtada,pela colocação da porca esférica rosqueada 4 a e porcaesférica canelada 5 próximas entre si, a resposta, no casodo amortecedor D ser usado como atuador é aperfeiçoada.
Desde que a resposta, no caso do amortecedor D serusado como atuador é aperfeiçoada, a possibilidade decontrolar ativamente as atitudes do veículo também éaperfeiçoada.
Como a porca esférica rosqueada 4 e a porcaesférica canelada 5 são dispostas próximas uma da outra, demodo a não formar nenhum espaço deletério, exceto umintervalo mínimo necessário entre a porca esférica rosqueada4 e porca esférica canelada 5, considerando a colocação decomponentes tais como a porcal2f e o anel de pressão 16d,ambos necessários para a fixação da porca esférica rosqueada4 e da porca esférica canelada 5 e de que é necessárioassegurar a livre rotação da porca esférica rosqueada 4.
Além disso, a porca esférica rosqueada 4 e a porcaesférica canelada 5 são montadas em série no pino rosqueado1, então, na premissa de que a porca esférica rosqueada 4 ea porca esférica canelada 5 não caiam do pino rosqueado 1, equando o pino rosqueado 1 é levado a executar um movimentolinear vertical, como na Figura 1, o comprimento do pinorosqueado 1 corresponde à distância entre uma extremidadesuperior como na Figura 1, da porca esférica rosqueada 4 e aextremidade inferior como na Figura 1, da porca esféricacanelada 5, é um comprimento inútil que não contribui para opercurso do movimento linear do pino rosqueado 1. Portanto,como se observa acima, pela colocação da porca esféricarosqueada 4 e da porca esférica canelada 5 próximas uma daoutra, pode-se encurtar a distância entre a extremidadesuperior como na Figura 1, da porca esférica rosqueada 4 e aextremidade inferior como na Figura 1, da porca esféricacanelada 5. Assim, evita-se que o pino rosqueado 1 fiqueinutilmente longo, o tamanho total do amortecedor D pode sermenor, as características de montagem do amortecedor D noveículo são aperfeiçoadas e o peso do amortecedor D pode serreduzido.
Na montagem acima o mecanismo detentor compreendea porca esférica canelada 5 conjugada com qualquer dasranhuras caneladas 3 criadas na periferia externa do pinorosqueado 1, porque é possível efetuar um movimento verticalsuave do pino rosqueado 1, mas deve-se adotar uma montagemem que uma ranhura simples seja feita na periferia externado pino rosqueado 1, ao longo de seu eixo e que umcomponente de engate que não iniba o movimento vertical dopino rosqueado 1, tal como uma chaveta, seja posto em engatecom a ranhura, para inibir a rotação do pino rosqueado 1.
Também nesse caso é possível dispor o mecanismo detentor emtorno do pino rosqueado 1, de modo que seja possível evitarum aumento de tamanho e também possível reduzir o diâmetroexterno do amortecedor D, com a conseqüente melhora dascaracterísticas de montagem do amortecedor D no veículo.
Mais especificamente, por exemplo, pode-se adotar umamontagem em que a porca esférica canelada 5 seja omitida,uma ranhura é criada no longo eixo do pino rosqueado 1 nolugar das ranhuras caneladas 3 e a chaveta 16c seriainserida na ranhura assim formada, constituindo assim omecanismo detentor para o pino rosqueado 1. Assim, nessamontagem, é a chavetal6c que atua como componente de engate.
Em tal mecanismo detentor, pelo posicionamento daporca esférica rosqueada 4, como a parte direcionadora dopino rosqueado 1 e do componente de engate próximos um dooutro, é possível encurtar o comprimento do pino rosqueado1, que está posicionado na seção h, entre a porca esféricarosqueada 4 e componente de engate. Conseqüentemente, ofator de resposta no caso do amortecedor D funcionar comoatuador é aperfeiçoada, assim como a controlabilidade nocaso de se controlar ativamente a atitude do veículo. Alémdisso, evita-se que o pino rosqueado 1 fique inutilmentelongo, o tamanho total do amortecedor D pode ser diminuído,as características de montagem do amortecedor D no veículosão aperfeiçoadas e o peso do amortecedor D pode serredu zido.
O motor M está conectado ao berço do motor 20 demodo que ele pode ser conectado a um componente lateral dacarcaça do veículo. Mais especificamente, o motor M ficaacomodado em um tubo interno do berço 21, o qual estáconectado ao retentor 16. O berço do motor 20 contém um tubointerno do berço 21, um componente câmara 22 que é tubular etem um ílanqe no lado da periferia interna de suaextremidade superior, de acordo com a Figura 1, o componentecâmara 22 forma uma porção câmara de uma mola a gás Adisposta no lado da periferia externa do amortecedor D, umaplaca anular 23 conectada ao componente lateral da carcaçado veículo, uma borracha isolante de oscilações 24, queconecta o tubo interno do berço 21 com o componente câmara22 e a borracha isolante de oscilações 25, que conecta ocomponente câmara 22 e a placa 23 entre si.
A mola a gás A funciona como uma mola de suspensãointerposta entre o componente lateral da carcaça e ocomponente lateral do eixo do veículo. Uma câmara de gás (a)da mola a gás é feita do componente câmara 22, que forma umaparte do berço do motor 20, um pistão tubular de ar 27, quetem uma extremidade da base unida com a periferia externa daextremidade inferior de um amortecedor hidráulico E a serdescrito posteriormente, um diafragma 28 fixado a umaextremidade inferior, como na Figura 1 do componente câmara22 e também a uma extremidade superior, como na Figura 1, deum pistâo de ar 27 e uma cobertura tubular C conectada àperiferia externa da extremidade inferior da câmara 22 paraevitar uma expansão do diafragma 28 para fora.
Uma válvula 29 é instalada em uma parte lateral docomponente câmara 22, de modo que o gás possa serintroduzido ou retirado da câmara de gás (a) através daválvula 29.
No amortecedor D, como mostra a Figura 1, umamortecedor hidráulico E é ligado em série à extremidadeinferior do pino rosqueado 1 o amortecedor hidráulico Econtém um cilindro 30, um pistâo 33 deslizavelmente inseridono cilindro 30 e que define as câmaras de pressão superior einferior 31, 32 dentro do cilindro 30, uma barra 34conectada a uma extremidade dali ao pistão 33 e um tuboreservatório 35 que cobre o lado da periferia externa docilindro 30.
Uma descrição detalhada será dada agora sobre oamortecedor hidráulico E. Uma porção escalonada (nãomostrada) criada na porção inferior de um componente decabeça de anel 36 é ajustada em uma abertura da extremidadesuperior do cilindro 30. 0 componente de cabeça 36 éajustado ao tubo reservatório 35 e fixado a ele pela vedaçãoda abertura da extremidade superior do tubo reservatório 35.Com o componente de cabeça 36, o cilindro 30 e o tuboreservatório 35 ficam posicionados concentricamente.
A barra 34 é inserida no lado da periferia internado componente de cabeça 36 e a porção entre o componente decabeça 36 e o tubo reservatório 35 é selado com umcomponente de vedação 39, existente no lado da periferiaexterna do componente de cabeça componente de cabeça 36.Também são proporcionados um mancai tubular 38 que mantém umcontato deslizante com a periferia externa da barra 34disposto no lado da periferia interna do componente decabeça 36 e um componente de vedação 37, que mantém umcontato deslizante com a periferia externa da barra 34 paraselar a barra 34 e o componente de cabeça 36, pelos quais otubo reservatório 35 e o cilindro 30 estejam completamenteselados de modo hermético em suas extremidades superiores.
Por outro lado, uma extremidade inferior do tuboreservatório 35, na Figura 1, está fechada com um componentede fundo 41, com um suporte em forma de olho 4 0, capaz deprender o amortecedor hidráulico E ao lado de um componenteeixo do veículo. Uma válvula em formato de disco 42 comflange é ajustada na extremidade inferior do cilindro 30 e éfirmemente fixado pela extremidade inferior do cilindro 30 eo componente de fundo componente de fundo 41.
O corpo da válvula 42 tem um recesso 42a,construído no lado de sua extremidade inferior. O recesso42a fica em comunicação por meio de uma porção de corte 42bcom a câmara reservatório 43, criada por um afastamentoentre o cilindro 30 e o tubo reservatório 35 e também temcomunicação por meio das passagens 42c e 42b, com a câmarade pressão 32, localizada em uma posição inferior na Figura 1.
A extremidade superior da passagem 42c é fechadacom uma válvula de retenção 44, enquanto a extremidadeinferior da outra passagem 42d é fechada com uma válvula depalheta 45.
0 pistão 33 tem as passagens 46 e 47 para acomunicação entre as câmaras de pressão 31 e 32. Uma válvulade palheta 48 para fechar uma extremidade superior de umadas passagens 46 está colocada em uma extremidade superiordo pistão 33 e uma válvula de palheta 49 para fechar umaextremidade inferior da outra passagem 47 também estácolocada na extremidade superior do pistão. Assim, com asválvulas de palheta 48 e 49, confere-se resistência ao fluxode liquido que passa pelas passagens 46 e 47.
As câmaras de pressão 31 e 32 que se formam nocilindro 30 são preenchidas com liquido, enquanto a câmarareservatório 43, criada pelo intervalo entre o cilindro 30 eo tubo reservatório 35, é preenchida com uma quantidadepredeterminada de liquido e o gás é selado nessa mesmacâmara.
Assim, o amortecedor hidráulico E é construídocomo um tipo de tubo duplo. É claro que o amortecedorhidráulico E pode ser feito como um tipo de tubo único. Comofoi observado acima, contudo, adotando-se a montagem em queo amortecedor hidráulico E é feito com um cilindro de tuboduplo, e o reservatório é colocado na periferia externa docilindro, isso resulta em vantagem, pois a extensão total doamortecedor hidráulico E pode ser reduzida.
No amortecedor hidráulico E, quando a barra semove para baixo na Figura 1, em relação ao cilindro 30, opistão 33 se move para baixo, fazendo com que a câmara depressão 31 se expanda e a câmara de pressão 32 se contraia.
Nesse momento o liquido passa através da passagem46 da câmara de pressão 32 para a câmara de pressão 31, peladeflexão da válvula de palheta 48. Além disso, o liquido emuma quantidade correspondente ao volume da intrusão da barrano cilindro 30, que se torna excessiva dentro do cilindro30, passa através da passagem 42d pela deflexão da válvulade palheta 45 e entra na câmara reservatório 43.
O amortecedor hidráulico E gera uma força deamortecimento que se iguala à perda de pressão que ocorrequando o liquido passa pelas válvulas de palheta 45 e 48.
Ao contrário, quando a barra 34 se move partacima, na Figura 1, em relação ao cilindro 30, o pistão 33move para cima, fazendo com que a câmara de pressão 32 seexpanda e a câmara de pressão 31 se contraia.
Nesse momento o liquido passa através da passagem47 da câmara de pressão 31 para a câmara de pressão 32, peladeflexão da válvula de palheta 49. Além disso, o liquido emuma quantidade correspondente ao volume da saída da barra 34de dentro do cilindro 30, que se torna deficiente dentro docilindro 30, passa através da passagem 42c pela deflexão daválvula de retenção 44, sai da câmara reservatório 43 eentra no cilindro 30.
Nesse caso, o amortecedor hidráulico E gera umaforça de amortecimento que se iguala à perda de pressão queocorre quando o líquido passa pela válvula de palheta 49.Os elementos geradores de força deamortecimento,para gerar uma força de amortecimento noamortecedor hidráulico E não se limitam às válvulas depalheta 45, 48 e 49. Pode-se usar válvulas reguladoras ouqualquer outra válvula de amortecimento, desde que a válvulausada apresente uma ação de amortecimento predeterminada.
Um tubo 50 que tem uma porção intermediária que seexpande para fora é instalado na periferia externa do tuboreservatório 35. O pistão de ar 27 é fixado na extremidadeinferior do tubo 50. Além disso, um componente de vedação 55é colocado na periferia interna da extremidade inferior dotubo externo 26, que está ligado à periferia externa daextremidade inferior, na Figura 1, do tubo interno do berço21. O componente de vedação 55 mantém um contato deslizantecom a periferia externa do tubo 50 para proporcionar avedação de um espaço entre o tubo 50 e o tubo externo 26.Desse modo, a pressão interna da câmara de gás (a) da mola agás A fica impedida de atuar sobre o pino rosqueado 1coberto com o tubo externo 26, o componente de vedação 37 doamortecedor E e, ainda, no interior do motor M.
Assim, no amortecedor D, o pino rosqueado Ieoamortecedor hidráulico E são recebidos no tubo externo 26 eo pistão de ar 27 e o motor M são recebidos no tubo internodo berço 21. Desse modo, as principais partes dodirecionamento do amortecedor D ficam isolados do exteriordo amortecedor, evitando assim a entrada de água da chuvadentro do amortecedor Deo contato de cascalho com aspartes principais do direcionamento. Conseqüentemente, a utilidade do amortecedor D é aperfeiçoada.
Uma extremidade superior da barra 34 é conectada auma extremidade inferior do pino rosqueado 1. Aparentemente,a partir da descrição acima, o giro do pino rosqueado 1 éimpedido pela porca esférica canelada 5, então, no caso dese conectar a barra 34 e o pino rosqueado 1 poratarraxamento mútuo, a conexão pode ser feita de modosimples, sem a necessidade de fornecer quaisquer meios dedetenção para eles.
Mais especificamente, se as partes que funcionamcomo atuador em um amortecedor, principalmente com o uso deforça eletromagnética, tal como o motor M, as porcasesférica rosqueada 4, esférica canelada 5, e o pinorosqueado 1 são proporcionados como um conjunto, enquantoaqueles localizados no lado do amortecedor hidráulico Econstituem um outro conjunto, e os dois conjuntos são entãoconjugados, é possível produzir um amortecedor D comfacilidade.
Desde que o pino rosqueado 1 é impedido de girarpela porca esférica canelada 5 como mecanismo detentor, nãoé necessário dotar o lado do amortecedor hidráulico E comqualquer mecanismo detentor para o pino rosqueado 1.Conseqüentemente, não é necessário tornar a barra 34 doamortecedor hidráulico não rotatório, nem é necessárioexecutar nenhum torneamento para a barra 34 ou para ocomponente de cabeça 36 ou o mancai 37. Ademais, para avedação da barra 34, o uso de um componente de vedaçãoconvencional é suficiente, sem a necessidade de qualquervedação especial. Como resultado, o custo de fabricação doamortecedor D é reduzido.
Um componente de suporte de mola 51 é interpostoentre a barra 34 e o pino rosqueado 1 e uma mola 53 éinterposta entre o componente de suporte de mola 51 e ocomponente de suporte de mola 52, dispostos em umaextremidade superior de uma porção escalonada do tubo 50. Otubo 50 pode ser omitido, e o componente de suporte de mola52 pode ser proporcionado pelo tubo reservatório 35.
Além disso, uma placa anular 52a se interpõe entreo componente de suporte de mola 52 e a mola 53. A placaanular serve como meio para permitir a rotaçãocircunferencial da mola 53 para o componente de suporte demola 52. Com a placa anular 52a como tal meio de permissão,evita-se que uma rotação induzida pelo torque durante acontração e a extensão da mola 53 seja transmitida aocomponente de suporte da mola 51, pelo qual mesmo quando seacopla a barra 34 e o pino rosqueado 1 entre si em umacoplamento rosqueado, se evita a separação dos dois. Assim,mesmo que o leiaute da mola 53 seja feito como na montagemacima, é possível efetuar a conexão da barra 34 com o pinorosqueado 1.
Ademais, desde que o torque da mola 53 não agesobre nos componentes de suporte de mola 51 e 52, uma forçafriccional maior do que a necessária não se desenvolve noscomponentes de suporte de mola 51 e 52, ou seja, não só asuave expansão e contração do amortecedor D não sãoobstruídas, como também é possível evitar a deterioração doscomponentes de suporte de mola 51 e 52.
Além disso, uma mola 54 se interpõe entre ocomponente de cabeça 36 e o pistão 33, e ambas as molas 53 e54 são equilibradas em um estado comprimido, com a colocaçãode uma carga inicial sobre elas. 0 pistão 33 é mantido emsua posição neutra pelas molas 53 e 54. A posição neutra dopistão significa uma posição estabelecida por ambas as molas53 e 54. Essa posição neutra nem sempre é uma posiçãocentral vertical do cilindro 30 na Figura 1.
As molas 53 e 54 não funcionam apenas parasuprimir a transmissão de uma oscilação de alta-freqüênciaparticularmente do componente lateral do eixo do veículopara a lateral do motor M, ou seja, o componente da lateralda carcaça do veículo, mas também funciona para trazer opistão 33 de volta a uma posição predeterminada com relaçãoao cilindro 30 do amortecedor hidráulico E.
Ou seja, tais inconveniências como a interferênciado pistão 33 com o cilindro 30 com a conseqüentedeterioração do conforto no veículo e a diminuição daconfiança no amortecedor D são eliminados.
No amortecedor D, o amortecedor hidráulico E éconectado em série ao pino rosqueado 1 que é levado pelomotor M a executar um movimento linear e está posicionado nocomponente lateral do eixo. Portanto, quando uma oscilaçãode alta-freqüência, tal como a oscilação relativamente altada aceleração, é introduzido ao componente lateral do eixo,em um caso em que o veículo corre em uma estrada ruim oubate em uma projeção da superfície de uma estrada, oamortecedor hidráulico E absorve esta energia de oscilação,e conjugado com esse efeito de supressão da transferência deoscilação pelos meios de influência descritos acima, oamortecedor hidráulico E age para dificultar a transmissãoda oscilação ao pino rosqueado 1.
No amortecedor D, a oscilação introduzida como ummovimento linear do componente lateral do eixo é convertidaem um movimento de rotação. Nesta conexão,são proporcionadosmuitos componentes giratórios em grande massa inercial e omomento de inércia fica grande contra uma oscilação de alta-freqüência; além disso, a fricção mostra uma influência.
Conseqüentemente, se torna mais fácil transmitir a oscilaçãodo componente lateral do eixo ao componente lateral dacarcaça de veículo. Porém, como observado acima, oamortecedor hidráulico E absorve a referida oscilação e asmolas 53 e 54 mostram um efeito de supressão datransferência de oscilação, em que a transferência daoscilação para o pino rosqueado 1 é suprimida. Assim, atémesmo em um caso tal o amortecedor D é vantajoso visto que oconforto de passeio no veículo não é prejudicado.
Além disso, como a ação direta de uma oscilação dealta-freqüência no motor M e na porca esférica rosqueada 4 éevitada pelo amortecedor hidráulico E, a transferência detal oscilação de alta-freqüência, como é particularmentegrande na aceleração para o motor Mea porca esféricarosqueada 4, é suprimida. Adequadamente, a confiabilidade domotor M e da porca esférica rosqueada 4, sendo amboscomponentes principais do amortecedor D, é aperfeiçoada, ecomo resultado, é possível melhorar a confiabilidade doamortecedor D.
De acordo com a montagem acima, o ambiente defuncionamento do motor M e da porca esférica rosqueada 4pode ser aperfeiçoada e, portanto é possível reduzir o custo de ambos os componentes.
Além disso, de acordo com a montagem acima, ummovimento linear do pino rosqueado 1 é transmitido aoamortecedor hidráulico E, ou seja, o motor M, a porcaesférica rosqueada 4 e a porca esférica canelada 5 sãoconectados ao componente lateral da carcaça, de forma quetal uma massa grande como a massa do motor M não é incluídona massa suportada pelas molas 53 e 54.
Portanto, até mesmo quando uma oscilação de alta-freqüência agir no componente lateral do eixo, a massa totalque oscila entre o componente lateral da carcaça do veículoe o componente lateral do eixo que são suportados pelasmolas 53 e 54 pode ser tornada menor em comparação com umamortecedor convencional em que o próprio motor M é apoiadoem uma mola. Também neste ponto é difícil que a oscilação docomponente lateral do eixo seja transmitida ao componentelateral da carcaça de veículo, portanto é possível melhoraro conforto de passeio.
Além disso, como pode ser observado na descriçãoacima, já que o próprio motor M não é apoiado nas molas 53 e54, o leiaute da fiação do motor M, por exemplo, é fácil;além disso, desde que uma oscilação de alta-freqüência não édiretamente introduzida no próprio motor M, não há nenhummedo de dano à fiação, de forma que a característica dainstalação do amortecedor D no veículo é aperfeiçoada,provando assim que o amortecedor D é mais prático.
0 leiaute das molas não são limitados 53 e 54 aoque foi descrito acima. A mola 53 pode ser disposta comodesejado já que ela direciona o movimento do pistão 33 emuma direção superior, na Figura 1, e também quanto à mola54, pode ser disposta como desejado já que ela direciona omovimento do pistão 33 na direção descendente na mesmaFigura.
Embora nesta modalidade a mola a gás A seja usadacomo a mola de suspensão, subentende-se que a mola emquestão pode ser trocada por uma mola de bobina.
Embora uma modalidade da presente invenção tenhasido descrita acima, deve-se entender que o escopo dapresente invenção não se limita ao que foi ilustrado nosdesenhos ou na descrição em detalhada acima.
Aplicabilidade Industrial
0 amortecedor da presente invenção é aplicávelpara a suspensão veicular.

Claims (5)

1. Amortecedor incluindo um pino rosqueado, umaporca rosqueada rosqueável e rotatoriamente conjugada com odito pino rosqueado, e um motor dotado de um rotor conectadoà dita porca rosqueada, CARACTERIZADO pelo fato de que oaperfeiçoamento compreende ainda um mecanismo detentor paratornar não rotatório o dito pino rosqueado
2. Amortecedor, de acordo com reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o dito mecanismo detentor éum componente de conjugação inserido em uma ranhura formadaem uma periferia exterior do dito pino rosqueado, ao longodo eixo do pino rosqueado.
3. Amortecedor, de acordo com reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o dito mecanismo detentor éuma porca esférica canelada conectada não rotativamente a umestator do dito motor, a dita porca esférica canelada temuma pluralidade de bolas adaptadas para transpassar umaranhura canelada formada em uma periferia externa do ditopino rosqueado ao longo do eixo do pino rosqueado.
4. Amortecedor, de acordo com reivindicação 3,CARACTERIZADO pelo fato de que uma porca esférica rosqueadae a dita porca esférica canelada estão dispostas perto umada outra.
5. Amortecedor, de acordo com quaisquer dasreivindicações 1 a 4, CARACTERIZADO pelo fato de que umahaste de um amortecedor hidráulico é conectada a umaextremidade do dito pino rosqueado, o dito amortecedorhidráulico compreende uma mola que direciona o movimento deum pistão em uma direção e uma mola que direciona omovimento do dito pistão em outra direção, o dito pistão, émantido em uma posição neutra por ambas ditas molas.
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