BRPI0706370A2 - métodos, sistemas e produtos de programa de computador para processamento descentralizado de mensagens de sinalização em um ambiente de processamento de aplicativo múltiplo - Google Patents

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Abstract

MéTODOS, SISTEMAS E PRODUTOS DE PROGRAMA DE COMPUTADOR PARA PROCESSAMENTO DESCENTRALIZADO DE MENSAGENS DE SINALIZAçãO EM UM AMBIENTE DE PROCESSAMENTO DE APLICATIVO MúLTIPLO. São mostrados métodos, sistemas e produtos de programa de computador para um processamento sem gatilho descentralizado de mensagens de sinalização em um ambiente de processamento de aplicativo múltiplo. De acordo com um método, uma mensagem de sinalização é recebida em um módulo de triagem. Pelo menos um aplicativo para a realização do processamento de mensagem na mensagem de sinalização é determinado a partir de uma política de triagem. A mensagem de sinalização é modificada para incluir uma informação de roteamento de aplicativo par permitir que pelo menos um aplicativo complete um roteamento de mensagem de sinalização. A mensagem de sinalização é encaminhada para e roteada por pelo menos um aplicativo usando a informação de roteamento de aplicativo.

Description

métodos, sistemas e produtos de programa de computador paraprocessamento descentralizado de mensagens de sinalizaçãoem um ambiente de processamento de aplicativo múltiplo
PEDIDOS RELACIONADOS
Este pedido reivindica o benefício do Pedido dePatente Provisória U.S. N0 de Série 60/757.297, depositadoem 9 de janeiro de 2006 e do Pedido de Patente U.S. N0 deSérie 11/392.241, depositado em 29 de março de 2006, cujasexposições são incorporadas aqui como referência em suastotalidades.
CAMPO TÉCNICO
O assunto descrito aqui se refere ao processamento demensagens de sinalização. Mais particularmente, o assuntodescrito aqui se refere a métodos, sistemas e produtos deprograma de computador para um processamentodescentralizado de uma mensagem de sinalização em umambiente de processamento de aplicativo múltiplo.
ANTECEDENTES
As mensagens de sinalização são usadas em redes decomunicações para comunicação de uma informação relacionadaa um estabelecimento de chamada, um desligamento dechamada, um sincronismo de chamada, tributação, envio demensagem e muitas funções relacionadas. As mensagens desinalização são processadas por vários aplicativos para aobtenção das funções desejadas. Os exemplos deprocessamento de mensagem de sinalização incluem umprocessamento sem gatilho de uma parte de usuário de ISDN(ISUP), uma parte de usuário de telefone (TUP) , uma partede aplicativo de capacidades de transação (TCAP), uma partede aplicativo de móvel (MAP) e mensagens de sinalização deprotocolo de iniciação de sessão (SIP) em um ambiente deaplicativo múltiplo. Alguns dos tipos de mensagem, taiscomo mensagens de ISUP e de SIP relativas aoestabelecimento de chamada, podem estar sujeitos a umprocessamento sem gatilho por um nó de roteamento demensagem de sinalização. Um "processamento sem gatilho"conforme usado aqui se refere ao processamento . de umamensagem de sinalização recebida sem requerer um gatilho decentral terminal para iniciação do processamento. Porexemplo, um ponto de transferência de sinal (STP) poderealizar um processamento sem gatilho de mensagens de IAMde ISUP requerendo consultas de portabilidade de númerolocal (LNP) pela realização de consultas de banco de dadosde LNP para as mensagens de IAM, sem requerer um gatilho decentral terminal para iniciação das consultas. Um outroexemplo de processamento sem gatilho que pode ser realizadopara as mensagens de sinalização recebidas inclui umatriagem. Por exemplo, as mensagens de ISUP recebidas podemser triadas com base em um ou mais parâmetros em cadamensagem e roteadas para seus respectivos destinos oubloqueadas, dependendo dos resultados da triagem.
As mensagens de sinalização são roteadas em redes decomunicações através de elementos de rede paraprocessamento. Alguns exemplos destes elementos de redeincluem um STP, uma porta de sinalização (SG) de protocolode Internet (IP) de número de sistema de sinalização 7(SSl) (coletivamente, SS7-IP SG), uma porta de SS7, umservidor de SIP, uma porta de mensagem curta (SMG), umcontrolador central de rede (softswitch) (SS) e umcontrolador de porta de mídia (MGC).Quando uma mensagem de sinalização é roteada, amensagem de sinalização pode ser roteada através de e porqualquer um destes elementos de rede. Alguns elementos derede podem incluir funções de triagem ou módulos (a partirdeste ponto, referidos como funções de triagem). As funçõesde triagem tradicionalmente têm sido adaptadas paraaplicarem uma política de triagem a uma mensagem desinalização recebida e para roteamento da mensagem desinalização após a política de triagem ter sido aplicada.
As políticas de triagem podem incluir uma variedade detarefas de processamento para qualquer dada mensagem desinalização. Estas tarefas de processamento podem incluirum processamento por um ou mais aplicativos deprocessamento de mensagèm. Os aplicativos de processamentode mensagem de exemplo incluem aplicativos de serviço pré-pago sem gatilho, aplicativos de serviço de portabilidadede número, aplicativos de serviço de portabilidade delocalização, aplicativos de serviço de medições de uso,aplicativos de serviço de tributação, aplicativos deserviço de roteamento avançado / inteligente (por exemplo,horário do dia de roteamento, etc.), aplicativos de serviçode envio de mensagem (por exemplo, serviço de mensagemcurta, serviço de mensagem de multimídia, serviço demensagem instantânea, etc.), serviço de presença, serviçode ENUM, e outros aplicativos de serviço de rede baseado emmensagem de sinalização.
Tradicionalmente, as políticas de triagem têm sidoimplementadas por funções de triagem que gerenciam todos osaspectos do processamento. Estas funções de triagem têmatuado como um dente em uma roda, ao se colocaremlogicamente no meio de vários aplicativos de processamentoe subseqüentemente enviando mensagens de sinalização paraaplicativos em um momento para processamento (como seenviassem a si mesmas ao longo dos garfos da roda para cadaaplicativo) . Quando um processamento de mensagem de .sinalização é completado por qualquer dado aplicativo, amensagem então é enviada pelo aplicativo de volta para afunção de triagem. A função de triagem então determina, combase na política de triagem, qual aplicativo deve processara mensagem em seguida e envia a mensagem para aqueleaplicativo. Isto se repete até que todo o processamento demensagem esteja completado e a mensagem seja recebida devolta na função de triagem. Com a política de triagemcompletada, a função de triagem então pode rotear' amensagem de sinalização para o próximo nó na rede.
Ao manipularem todas as decisões de processamento eroteamento para toda mensagem, as funções de triagemtradicionalmente gerenciavam todos os aspectos deprocessamento e roteamento de mensagem de sinalização. Aabordagem tradicional sobrecarrega a função de triagem comtarefas repetidas de processamento e roteamento demensagem. Este encargo de. processamento repetido consomeuma largura de banda de enlace de sinalização valiosa erequer uma quantidade de tempo substancial.
Por exemplo, o protocolo de sinalização de SS7 incluivários temporizadores de estabelecimento de chamada queefetivamente limitam os atrasos que podem ser incorridosentre os elementos de rede durante operações deestabelecimento de chamada. A cada vez em que uma mensagemde sinalização é roteada para a função de triagem e afunção de triagem tem que receber e processar a mensagem,um elemento de atraso de tempo é introduzido. Esteprocessamento repetido por uma função de triagem pode fazercom que a latência máxima permitida pelos temporizadores deestabelecimento de chamada de SS7 ISUP seja excedida.
Uma largura de banda também é consumida da ordem de 2N(onde N é o número de aplicativos) . Para esclarecer, paracada aplicativo requerido para a implementação de uma dadapolítica de triagem, duas transmissões da mensagem ocorrem:uma a partir da função de triagem para o aplicativo e umaoutra a partir do aplicativo de volta para a função detriagem.
Assim sendo, à luz destas dificuldades associadas auma triagem de mensagem convencional, existe umanecessidade de métodos melhorados, sistemas e produtos deprograma de computador para uma implementação de políticade triagem.
SUMÁRIO
De acordo com um aspecto, o assunto descrito aquicompreende métodos, sistemas e produtos de programa decomputador para um processamento descentralizado demensagens de sinalização em um ambiente de processamento deaplicativo múltiplo. Um método inclui o recebimento de umamensagem de sinalização em um módulo de triagem, adeterminação, a partir de uma política de triagem, de pelo.menos um aplicativo para a realização de um processamentode mensagem sem gatilho na mensagem de sinalização, amodificação da mensagem de sinalização para incluir umainformação de roteamento de aplicativo para permitir quepelo menos um aplicativo complete um roteamento de mensagemde sinalização, o encaminhamento da mensagem de sinalizaçãopara pelo menos um aplicativo e, em pelo menos umaplicativo, o roteamento da mensagem de sinalização usando-se a informação de roteamento de aplicativo.
Com "roteamento de mensagem de sinalização completado"se quer dizer que a função de triagem insere uma informaçãode roteamento suficiente na mensagem para que osaplicativos encaminhem a mensagem de sinalização entreaplicativos designados para processamento da mensagem, semrequererem que a mensagem retorne para a função de triageme, se a mensagem passar por todo o procesisamento demensagem, para encaminhamento da mensagem para um destino,sem retornar para a função de triagem.
O assunto descrito aqui provendo um processamentodescentralizado de mensagens de sinalização em um ambientede processamento de aplicativo múltiplo pode serimplementado usando-se um produto de programa de computadorque compreende instruções executáveis em computadorconcretizadas em um meio que pode ser lido em computador.
Os meios que podem ser lidos em computador de exemploadequados para a implementação do assunto descrito aquiincluem dispositivos de memória de disco, dispositivos dememória de chip, dispositivos lógicos programáveis,circuitos integrados específicos de aplicação e sinaiselétricos transferíveis (via download). Além disso, um meioque pode ser lido em computador que implementa o assuntodescrito aqui pode ser distribuído através de múltiplosdispositivos físicos e/ou plataformas de computação.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
As modalidades preferidas do assunto descrito aquiserão explicadas com referência aos desenhos associados,dos quais:
a Figura 1 é um diagrama de blocos de um sistema deexemplo para processamento descentralizado de mensagens desinalização em um ambiente de processamento de aplicativomúltiplo de acordo com uma modalidade do assunto descritoaqui ;
a Figura 2 é um fluxograma que ilustra etapas deexemplo pelas quais um processamento descentralizado demensagens de sinalização em um ambiente de processamento deaplicativo múltiplo pode ser realizado, de acordo com umamodalidade do assunto descrito aqui;
a Figura 3 é um fluxograma que ilustra etapas deexemplo pelas quais um processamento descentralizado demensagens de sinalização em um ambiente de processamento deaplicativo múltiplo pode ser realizado, usando-se umregistro de detalhe de chamada (CDR) e uma lista deparâmetros (LOP) , de acordo com uma modalidade do assuntodescrito aqui;
a Figura 4 é um diagrama de blocos de um ponto detransferência de sinalização (STP) de exemplo incluindo ummódulo de triagem para a identificação de seqüências deprocessamento de aplicativo para triagem de mensagens desinalização em aplicativos, de acordo com uma modalidade doassunto descrito aqui; e
a Figura 5 é um diagrama de blocos de um aplicativo deexemplo para roteamento sem gatilho, descentralizado de umamensagem de sinalização de acordo com uma modalidade doassunto descrito aqui.
DESCRIÇÃO DETALHADAConforme o número disponível de serviços de assinanteaumentar ao longo do tempo, o número de atividades detriagem de mensagem e acompanhamento de serviço aumentarátambém. Como resultado, os atrasos e o consumo de largurade banda associados à triagem de mensagem também têmprobabilidade de aumentar. Com cada novo serviço de conexãoe o acompanhamento associado se correlacionandopotencialmente a um ou mais novos aplicativos deprocessamento de mensagem de sinalização, uma. novaabordagem para triagem de mensagem de sinalização se tornoudesejável, para redução da latência de roteamento eprocessamento de mensagem.
Tendo em vista as cargas descritas acima com respeitoa um roteamento de triagem de mensagem de sinalização emuma função de triagem de mensagem, o assunto descrito aquidistribui a responsabilidade de roteamento de mensagem paraos aplicativos que realmente realizam a triagem. Quandopreviamente uma função de triagem era responsável por todaa atividade de roteamento (um dente em uma roda), opresente assunto inclui métodos, sistemas e produtos deprograma de computador para um processamentodescentralizado de mensagem de sinalização em um ambientede processamento de aplicativo múltiplo. Pela adaptação dafunção de triagem e dos aplicativos de triagem paraprocessamento de uma informação de roteamentodiferentemente, economias de largura de banda e temporaispodem ser obtidas.
A Figura 1 ilustra um sistema de processamentodescentralizado de exemplo 100 para um processamento semgatilho descentralizado de mensagens de sinalização em umambiente de processamento de aplicativo múltiplo. Para estamodalidade de exemplo, um ambiente de rede de SS7 serádiscutido. Muitos outros ambientes de rede são capazes deimplementação de uma função de triagem, tal como, porexemplo, uma rede baseada em protocolo de Internet (IP) .Assim sendo, todas essas outras redes são consideradas noescopo do presente assunto. Conforme discutido acima, oselementos de rede de exemplo em uma rede de SS7 incluem,por exemplo, um ponto de transferência de sinal (STP), umaporta de sinalização de SS7-IP (SG) , uma porta de mensagemcurta (SMG), um controlador central de rede (softswitch)(SS) ou um controlador de porta de midia (MGC) . Oselementos de rede de exemplo em uma rede de IP incluem, porexemplo, um servidor de proxy de SIP, um elemento de funçãode controle de estado de chamada (CSCF) de subsistema demultimídia de IP (IMS), e um servidor de envio de mensagemde SIP.
No exemplo ilustrado, o sistema de processamentodescentralizado 100 inclui um STP 102, uma função detriagem de mensagem de sinalização 104, um aplicativo depré-pago 106, um aplicativo de portabilidade de número 108e um aplicativo de medições de uso 110. Nesta modalidade,uma mensagem de estabelecimento de chamada de SS7 ISUP 112pode ser recebida no STP 102 e dirigida para uma função detriagem de mensagem de sinalização 104 como uma mensagem deISUP 114. A mensagem de estabelecimento de chamada 112 podeincluir parâmetros de mensagem de sinalização derivados apartir da mensagem de estabelecimento de chamada 112,conforme será descrito abaixo.
A função de triagem 104 pode ser interna ao, co-localizada com ou externa ao STP 102. A função de triagem104 pode ter acesso a qualquer dispositivo de armazenamentoapropriado capaz de armazenar bancos de dados, tabelas ououtras estruturas de dados usadas pela função de triagem104 .
Em operação, a função de triagem 104 pode receber a.mensagem de ISUP 114 e aplicar uma política de triagem ouuma regra de triagem à mensagem. Conforme descrito acima,os parâmetros de mensagem de sinalização podem serincluídos na mensagem de ISUP 114 e podem ser usados para aidentificação, a avaliação e a determinação da política detriagem ou regras a serem aplicadas, incluindo a seqüênciade processamento de aplicativo. Por exemplo, os parâmetrosde mensagem de sinalização usados pela função de triagem104 podem incluir um código de ponto de origem (OPC), umcódigo de ponto de destino (DPC) , um código deidentificação de circuito (CIC), um indicador desinalização (SI) , um tipo de mensagem, um número de partechamada (CdPN) , um número de parte chamando (CgPN) e um IDde portadora.
Em uma modalidade, a função de triagem 104 ou umafunção de triagem de porta no STP 102 pode fazer umadeterminação inicial quanto a se uma mensagem é elegívelpara processamento por um ou mais aplicativos, tais como osaplicativos 106, 108 e 110. De modo a determinar aelegibilidade para processamento de aplicativo, a função detriagem 104 ou uma função de triagem de porta dentro do STP 102 pode analisar um ou mais aplicativos em uma mensagem.Por exemplo, se a mensagem for uma mensagem de ISUP, afunção de triagem 104 ou a função de triagem de portadentro do STP 102 poderá analisar o número deredirecionamento na mensagem de ISUP para determinar se umachamada associada à mensagem está sendo dirigida para umcorreio de voz. Se o número de redirecionamento indicar umnúmero de correio de voz, poderá não ser necessáriorealizar qualquer processamento de aplicativo da mensagem.Assim sendo, a mensagem pode ser roteada para seu destino,ao invés de ser triada. Em um outro exemplo, pode serdesejável analisar outros parâmetros de ISUP, tais comoOPC/DPC/CIC, e redirecionar uma mensagem para um serviçoespecífico, tal como um serviço pré-pago, de uma maneiraque se desvie de uma triagem adicional ou de um roteamentode aplicativo múltiplo.
As políticas de triagem de função de triagem 104 podemser usadas para a implementação, por exemplo, de recursosde rede inteligente (IN) e IN avançada (AIN) em nome de umacentral terminal na forma de um serviço de proxy. As regrasde triagem implementadas pela função de triagem 104 podemditar que mensagens de ISUP satisfazendo a certos critériosde triagem sejam processadas por um ou mais aplicativos deprocessamento de mensagem. Ainda, as regras de triagemimplementadas pela função de triagem 104 podem especificaruma seqüência desejada de processamento para os aplicativosde processamento de mensagem.
Por exemplo, uma regra de triagem implementada pelafunção de triagem 104 pode requerer que uma mensagem de IAMde ISUP associada a uma chamada para (212) 450-1023 devaser processada primeiramente por um aplicativo de serviçode chamada dé pré-pago, então, processado por um aplicativode portabilidade de número e, então, processada por umaplicativo de medições de uso. Uma regra de triagem deexemplo, conforme descrito aqui, é mostrada na Tabela 1, emque o asterisco indica que a regra descrita pode se aplicara qualquer parte chamada no código de área "212" e noprefixo "450".
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Tabela 1: Regra de Triagem de Exemplo.
A função de triagem 104 também pode incluir umaestrutura de dados que mapeie identificadores de aplicativopara endereços de código de ponto de SS7 associados aaplicativos de triagem. Uma estrutura de dados de exemplo émostrada na Tabela 2.
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Tabela 2: Estrutura de Dados de Código de Ponto deAplicativo de Exemplo.
Continuando com a discussão da Figura 1, quando amensagem de ISUP 114 é recebida na função de triagem 104, afunção de triagem 104 pode identificar a função de triagemapropriada para a chamada. A regra de triagem de exemplo daTabela 1 será usada como a regra de triagem desejada para oprocessamento da mensagem de ISUP 114.
Com base na regra de triagem descrita na Tabela 1, afunção de triagem 104 pode gerar ou instanciar estruturasde dados para ajudarem no processamento da mensagem de ISUP114. A primeira pode ser uma estrutura de dados de registrode detalhe de chamada (CDR) temporário ou tipo de CDR deestado pleno, que pode incluir uma informação extraída apartir da mensagem de ISUP 114. Este CDR temporário podeser usado para a identificação da chamada ou do estado dechamada, respectivamente. Por exemplo, um CDR temporáriopode incluir uma informação de OPC, DPC e CIC, a qualidentifica a chamada associada à mensagem deestabelecimento de chamada de ISUP 112 e à mensagem de ISUP114, conforme ilustrado na Tabela 3.
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Tabela 3: Estrutura de Dados de CDR de Exemplo.
O CDR temporário pode ser usado pela função de triagem104 para a identificação e a correlação de atuadoresinteligentes subseqüentes (por exemplo, uma mensagem deendereço subseqüente, completar endereço, responder,completar liberação, etc.) que estejam associadas à mesmachamada. 0 CDR temporário também pode incluir umainformação a qual identifique aplicativos para os quais asmensagens prévias relacionadas à mesma chamada foramenviadas para processamento.
Com a regra de triagem identificada e o CDRinstanciado, a função de triagem 104 então pode criar amensagem de ISUP 116 pela modificação da mensagem de ISUP114 para incluir uma informação de roteamento deaplicativo. Esta informação de roteamento de aplicativopode identificar os aplicativos que são para processamentoda mensagem e a seqüência desejada de processamento.Uma abordagem para inclusão de uma informação deroteamento na mensagem de ISUP 116 pode ser criar umaestrutura de dados de. roteamento, descrita aqui como umaLista de Códigos de Ponto (LOP) . Uma vez criada, esta LOPpode ser incluída na mensagem de ISUP 116 como um parâmetrode roteamento. Há muitas outras formas possíveis deinclusão de uma informação de roteamento em uma mensagem deISUP 116, e todas são consideradas no escopo deste assuntodescrito aqui. Por simplicidade, apenas a LOP serádiscutida era detalhes.
Uma estrutura de LOP pode incluir qualquer um doscampos a seguir: um campo de Código de Ponto de Aplicativo,um campo de ID de Aplicativo, um campo de Último Aplicativoe um campo de Bit de Modificação. Uma LOP de exemplo parauso com a mensagem de ISUP 116 é mostrada na Tabela 4.
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Tabela 4: LOP de Exemplo.
Na Tabela 4, o campo de Código de Ponto de Aplicativopode incluir códigos de ponto para aplicativos que sejampara processamento da mensagem de ISUP 116. O campo de IDde Aplicativo pode incluir uma cadeia de caracteres ou umarepresentação numérica dé um identificador de aplicativo. Ocampo de Último Aplicativo pode incluir um indicadorbinário que pode ser regulado para o aplicativo que forpara processamento da mensagem de ISUP 116 por último. 0campo de Bit de Modificação pode incluir um indicadorbinário que pode ser regulado para cada aplicativoseqüencialmente, conforme cada um processar a mensagem deISUP 116.
Deve ser notado que o DPC original de mensagem deestabelecimento de chamada de ISUP 112 foi incluído nestaLOP de exemplo como o último ID de aplicativo. A colocaçãodo DPC original como o último ID de aplicativo permite apreservação do DPC original dentro da mensagem de ISUP, efacilita um roteamento pelo último aplicativo para dodestino final. Este processo será discutido em maioresdetalhes, abaixo.
0 roteamento e, conseqüentemente, o processamento deaplicativo de mensagem de ISUP 116 podem seguir a ordem naqual os aplicativos são identificados na LOP. Conformediscutido acima, esta seqüência de roteamento especificadana LOP de exemplo deve resultar no roteamento primeiramentepara o aplicativo de pré-pago 106, então para o aplicativode portabilidade de número 108 e, finalmente, para oaplicativo de medições de uso 110.
Deve ser notado que os aplicativos podem seridentificados na LOP com um código de ponto e um ID deaplicativo. Podem surgir situações em que múltiplosaplicativos podem residir no mesmo código de ponto. Emsituações tais como estas, o ID de Aplicativo pode serusado pelo elemento de rede para a identificação dosaplicativos pretendidos naquele endereço de código deponto, e a ordem na LOP ainda pode ser usada para indicar aseqüência de processamento para aqueles aplicativos nomesmo endereço de código de ponto.
Ainda, com referência a uma estrutura de dados quepode ser usada para a implementação da LOP de exemplo daTabela 4, o ID de aplicativo pode ser um valor binário, umvalor hexadecimal, uma cadeia de caracteres, ou qualqueroutro formato de codificação. Os endereços de código deponto de SS7 podem ser no formato do American NationalStandards Institute (ANSI) , um formato de 14 bits daInternational Telecommunication Union (ITU) ou qualqueroutro formato apropriado para endereços de código de ponto.
O último aplicativo identificado na mensagem de ISUP,o qual na presente modalidade é um aplicativo de mediçõesde uso 110, tem seu bit de Último Aplicativo regulado paraum valor de 1. Conforme discutido acima, o valor deparâmetro de DPC original contido na mensagem de ISUP 116pode ser incluído como a última entrada na LOP. Os detalhesdo uso destes campos para processamento da mensagem de ISUPserão discutidos em maiores detalhes abaixo.
Retornando de novo ã Figura 1, a função de triagem 104pode criar uma mensagem de ISUP 116 pela inserção doparâmetro de LOP na mensagem de ISUP 114. A LOP pode sercolocada em qualquer localização que seja apropriada paraum dado protocolo. A função de triagem 104 então poderegular o campo de DPC do rótulo de roteamento de parte detransferência de mensagem (MTP) da mensagem de ISUP 116para o DPC do aplicativo de pré-pago 106, o qual nesteexemplo é o primeiro aplicativo identificado paraprocessamento da mensagem de ISUP 116. A função de triagem104 então pode encaminhar a mensagem de ISUP 116 para oaplicativo de pré-pago 106 por meio do STP 102. O STP 102pode encaminhar a mensagem de ISUP 116 para o aplicativo depré-pago 106 como a mensagem de ISUP 118.
A mensagem de ISUP 118 pode ser recebida peloaplicativo de pré-pago 106 e o processamento da tarefa deaplicativo de pré-pago pode começar. Como parte doprocessamento, o aplicativo de pré-pago 106 pode realizarvárias operações. Ele pode mudar o bit de modificação para"1", desse modo representando para aplicativos subseqüentesque o aplicativo . de pré-pago 106 processou a mensagem deISUP.
Se o aplicativo for de estado pleno, de modo que possaprocessar uma mensagem mais de uma vez, por exemplo,inicialmente e, então,- de novo após um encaminhamento damensagem para um outro aplicativo ou aplicativos para outroprocessamento, poderá manter uma cópia da lista de códigosde ponto para se permitir que ele opere mais sobre amensagem em um momento futuro. Uma discussão de umaoperação de estado pleno será limitada aqui para fins desimplicidade. Deve ser suficiente notar que o processamentode estado pleno de mensagens pode ser obtido pelamanutenção das seqüências de processamento em umaplicativo, de modo que operações subseqüentes possam serrealizadas por um aplicativo após um processamento sercompletado por um outro aplicativo ou aplicativos.
Da mesma forma, conforme descrito acima para o caso demúltiplos aplicativos no mesmo código de ponto, umaplicativo pode analisar todas as entradas de código deponto na LOP de uma mensagem recebida para determinar se opróximo aplicativo reside no mesmo código de ponto. Se opróximo aplicativo estiver presente no mesmo código deponto, o campo de ID de aplicativo poderá ser usado para aindicação da ordem de processamento. De novo, porsimplicidade, a presente modalidade será descrita comapenas um aplicativo em cada código de ponto.
Com a ordem de processamento de aplicativo localdeterminada, o aplicativo de pré-pago 106 pode completarsuas operações sobre a mensagem de ISUP 118. Ele então podeanalisar a LOP para determinar se é o último aplicativopara processamento da mensagem de ISUP pela inspeção do bitde último aplicativo. Determinando que não é o últimoaplicativo, o aplicativo de pré-pago 106 então podeconsultar o primeiro código de ponto no parâmetro de LOPcujo bit de modificação é regulado para "0" . 0 aplicativode pré-pago 106 então pode inserir aquele código de pontocomo o DPC do rótulo de roteamento de MTP e pode encaminhara mensagem de ISUP 120 para o próximo aplicativo, o qual,nesta modalidade de exemplo, é o aplicativo deportabilidade de número 108.
Quando a mensagem de ISUP 12 0 é recebida peloaplicativo de portabilidade de número 108, um processamentode portabilidade de número pode ser realizado, o bit demodificação pode ser regulado, o parâmetro de LOP pode seranalisado para localização do próximo código de ponto, e opróximo código de ponto pode ser inserido no DPC do rótulode roteamento de MTP. 0 aplicativo de portabilidade denúmero 108 então pode encaminhar a mensagem de ISUP 122para o aplicativo de medições de uso 110 com o DPC deaplicativo de medições de uso 110 como o DPC do rótulo deroteamento de MTP.O aplicativo de medições de uso 110 pode coletar umaou mais medições para a mensagem de ISUP 122 e examinar oparâmetro de LOP para localização do próximo aplicativo.
Neste exemplo, o aplicativo de medições de uso 110 podereconhecer que este é o último aplicativo ao inspecionar ocampo de último aplicativo na LOP. Ele também podereconhecer que todos os bits de modificação de outroaplicativo estão regulados. O aplicativo de medições de uso110 então-pode substituir o DPC do rótulo de roteamento deMTP pelo DPC original incluído como a última entrada daLOP. 0 aplicativo de medições de uso 110 então podeencaminhar a mensagem de ISUP 124 para o STP 102 com todo oprocessamento de aplicativo completado.
Mediante o recebimento da mensagem de ISUP 124 no STP102, um processamento normal pode continuar e o STP 102pode encaminhar a mensagem de ISUP 126 para o destino finalindicado pelo DPC original.
Conforme descrito acima, a função de triagem 104 éapenas requerida para processamento da mensagem originaluma vez. As exigências de largura de banda de roteamento de2N para arquiteturas tradicionais de triagem de mensagempodem ser reduzidas para tão pouco quanto IN, de novo ondeN é o número de aplicativos para processamento de uma dadamensagem. A latência também pode ser reduzida como umafunção de pelo menos duas variáveis: tempo de processamentoe tempo de transmissão. A redução no tempo de processamentorepresenta uma economia em relação ao tempo deprocessamento previamente associado aos múltiplos retornosde mensagem para a função de triagem.
Estes melhoramentos em relação às arquiteturas detriagem de mensagem tradicionais também podem prover umamelhoria de performance pela redução da complexidade demáquina de estado em uma função de triagem. A manutenção dosistema e uma atualização também podem ser melhoradas ao sepermitir que aplicativos sejam adicionados com atualizaçõesmínimas para a função de triagem. As tabelas estáticas deaplicativos e seqüências de processamento de recurso devemser transferidas (via download) para a função de triagem,sem um aprovisionamento extensivo ou uma recompilação.
Assim sendo, todos esses melhoramentos são consideradoscomo estando no escopo do presente assunto.
O exemplo descrito acima se refere a uma mensagem deSS7 ISUP. Alternativamente, por exemplo, uma mensagem departe de aplicativo de capacidades dé transação (TCAP) pode
ser processada. Muitos outros tipos de mensagens podem serprocessados, usando-se a descrição aqui, e todo esseprocessamento é considerado dentro do escopo do assuntodescrito aqui.
Em um exemplo alternativo, o presente assunto podeincluir o processamento de mensagens de sinalização detelefonia de IP, tais como mensagens de sinalização de SIP.Em um exemplo de processamento, uma mensagem de SIP INVITEpode ser interceptada em um nó de roteamento de rede, talcomo uma porta de SIP - SS7 ou um servidor de SIP, edirigida para uma função de triagem, de uma maneira similaràquilo descrito acima com respeito a uma implementação deSS7 ISUP. A função de triagem pode incluir políticas detriagem ou regras de triagem associadas à sinalização deSIP e usuários de SIP. Uma regra de triagem de SIP de
exemplo é ilustrada na Tabela 5.<table>table see original document page 22</column></row><table>
Tabela 5: Regras de Triagem de SIP de Exemplo.
As regras de triagem podem indicar que mensagens deSIP satisfazendo a certos critérios de triagem devem serprocessadas por um ou mais aplicativos de processamento demensagem. A função de triagem também pode incluir umaestrutura de dados, a qual mapeia identificadores deaplicativo para endereços de SIP ou de IP associados aosparâmetros, tais como aqueles ilustrados na Tabela 6.
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Tabela 6: ID de Aplicativo de Exemplo / Informação deEndereço.
Uma função de triagem de SIP pode ser adaptada, porexemplo, para a criação de um CDR temporário ou umaestrutura de dados tipo de CDR de estado pleno, similaraquilo discutido acima, que inclui uma informação extraídaa partir da mensagem de SIP INVITE, e a qual podeidentificar a chamada ou o estado de chamada para amensagem, respectivamente. Por exemplo, um CDR temporáriopode incluir uma informação Call-ID a qual pode identificaruma chamada, conforme ilustrado na Tabela 7. Este CDRtemporário pode ser usado pela função de triagem para aidentificação e a correlação de mensagens de SIPsubseqüentes que estão associadas à mesma chamada. O CDRtemporário também pode conter uma informação a qualidentifique a quais aplicativos as mensagens préviasrelacionadas à mesma chamada foram enviadas paraprocessamento.
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Tabela 7: CDR de Exemplo e Informação de Estado de Chamada.
Tendo determinado quais aplicativos são designadosdentro das regras de triagem para processamento da mensagemSIP INVITE, a função de triagem pode modificar a mensagemSIP INVITE para incluir uma informação que identifique osaplicativos de processamento de mensagem para processamentoda mensagem e a seqüência na qual estes aplicativos devemrotear a mensagem. Isto pode ser realizado, por exemplo,usando-se os parâmetros SIP ROUTE e VIA no cabeçalho damensagem SIP INVITE.
Um parâmetro de cabeçalho SIP ROUTE pode ser usadopara a identificação do endereço de um primeiro aplicativode processamento de mensagem ao qual a mensagem deve serroteada. Múltiplos parâmetros de cabeçalho de ROUTE podemser usados, com cada um identificando o endereço de umaplicativo de processamento de mensagem para processarseqüencialmente a mensagem. O(s) parâmetro(s) ROUTE pode(m)ser incluído(s) na mensagem INVITE, e a mensagem INVITEentão pode ser roteada a partir da função de triagem para oprimeiro aplicativo de processamento de mensagem. 0processamento de mensagem pode ocorrer no primeiroaplicativo, conforme discutido acima, e a mensagem INVITEentão pode ser roteada por cada aplicativo para o próximoprocessamento subseqüente, até que todos os aplicativosrepresentados na seqüência de parâmetros ROUTE tenhamprocessado a mensagem.Se o aplicativo de processamento de mensagem precisarreceber ou "tocar" uma mensagem de resposta subseqüenteassociada à mensagem INVITE, o aplicativo de processamentode mensagem poderá inserir seu endereço em um parâmetro VIAda mensagem INVITE, antes de roteá-la para o próximoaplicativo. Desta maneira, o aplicativo de processamento demensagem pode receber todas as mensagens de respostasubseqüentes associadas à INVITE. Isto pode ser realizadocom base no princípio, de SIP que uma mensagem de respostaretorne através de endereços especificados no(s)parâmetro(s) VIA da mensagem INVITE. Múltiplos parâmetrosVIA podem ser incluídos no cabeçalho de SIP INVITE para sepermitir que múltiplos aplicativos recebam mensagens deresposta.
Assim sendo, os sistemas de SIP podem usar umprocessamento de mensagem sem gatilho descentralizado,conforme discutido aqui, para a obtenção de economiastemporais e de largura de banda, conforme discutido acima.Muitos outros sistemas de sinalização existem e são todosconsiderados dentro do escopo do assunto descrito aqui.
A Figura 2 ilustra um processo descentralizado deexemplo 200 para processamento de mensagens de sinalizaçãoem um ambiente de processamento de aplicativo múltiplo. Nobloco 202, o processo descentralizado 200 pode receber umamensagem de sinalização em um módulo de triagem. 0 processodescentralizado 200 pode determinar, a partir de umapolítica de triagem, pelo menos um aplicativo para arealização de um processamento de mensagem na mensagem desinalização no bloco 204. Alternativamente, conformedescrito acima, o processo descentralizado 200 podedeterminar que um processamento de mensagem não é requeridopara a mensagem de sinalização, e pode rotear a mensagempara seu destino, sem a realização de qualquerprocessamento de mensagem adicional. No bloco 206, oprocesso descentralizado 200 pode modificar a mensagem desinalização para incluir uma informação de roteamento deaplicativo para permitir que pelo menos um aplicativocomplete um roteamento de mensagem de sinalização. No bloco208, a mensagem de sinalização pode ser encaminhada parapelo menos um aplicativo, e no bloco 210 pelo menos umaplicativo pode rotear a mensagem de sinalização usando ainformação de roteamento de aplicativo. Desta forma, osaplicativos podem completar, pelo uso do processodescentralizado 200, um roteamento de mensagem desinalização sem retorno da mensagem de sinalização para ummódulo / uma função de triagem.
A Figura 3 ilustra um processo descentralizado deexemplo 3 00 para processamento de mensagens de sinalizaçãoem um ambiente de processamento de aplicativo múltiplousando um CDR e uma LOP. No ponto de decisão 302, oprocesso descentralizado 300 pode esperar que uma mensagemde sinalização seja recebida. Quando uma mensagem érecebida, o processo descentralizado 300 pode determinar sea mensagem está associada a uma . chamada existente aodeterminar se um CDR já existe para a chamada no ponto dedecisão 304. Se não existir um CDR associado à mensagem desinalização no ponto de decisão 304, um CDR temporáriopoderá ser criado no bloco 3 06, incluindo uma informação deidentificação de chamada a partir da mensagem, e se o CDRrealmente existir, ele poderá ser referenciado para achamada associada à mensagem no bloco 3 08. Em qualquercaso, o processo descentralizado 3 00 pode identificar umapolítica de triagem a ser aplicada à mensagem no bloco 310.
Uma política de triagem pode ser armazenada emqualquer meio de armazenamento adequado para acesso por umprocesso, tal como um processo descentralizado 300.
Conforme discutido acima, estas políticas de triagem podemincluir um processamento de aplicativo e uma ordem deprocessamento de aplicativo a serem realizados na mensagemde sinalização.
No bloco 312, o processo descentralizado 3 00 podedeterminar a partir da política de triagem um conjunto deaplicativos para processamento da mensagem de sinalização euma seqüência de processamento associada. Os enderéços decódigo de ponto (PC) de aplicativo para os aplicativosassociados a esta política de triagem podem seridentificados no bloco 314.
No bloco 316, uma LOP incluindo uma informação deroteamento de aplicativo pode ser criada. Um parâmetro demensagem pode ser modificado no bloco 318, para se permitirum roteamento de aplicativo. Por exemplo, al operação podeser colocada em um campo de mensagem, tal como um campo decabeçalho, para se permitir que a LOP seja passada com amensagem. No bloco 320, o código de ponto de aplicativo doprimeiro aplicativo para processamento da mensagem pode serinserido como um código de ponto (PC) de destino do rótulode roteamento de parte de transferência de mensagem (MTP).
A mensagem pode ser roteada para o primeiro aplicativono bloco 322. No bloco 324, o processamento de aplicativopode começar pela regulagem de um bit de modificação na LOPassociada a este aplicativo. A mensagem pode ser processadapelo aplicativo no bloco 326. Um processamento de mensagempode incluir qualquer processamento de mensagem discutidoacima, tais como de pré-pago, número de portabilidade, emedições de uso. Muitos outros procedimentos deprocessamento de mensagem existem e todos são consideradoscomo estando no escopo deste assunto descrito aqui.
No ponto de decisão 328, o aplicativo pode determinarse há um outro aplicativo no endereço de PC atual paraprocessamento da mensagem. 0 aplicativo pode fazê-lo pelainspeção da região de LOP associada ao próximo aplicativo.
Se houver um outro aplicativo neste código de ponto paraprocessamento da mensagem, o processo descentralizado 300poderá retornar para o bloco 324 para o segundoprocessamento de aplicativo neste código de ponto e oprocesso pode se repetir, até que todos os aplicativos nopresente código de ponto tenham terminado o processamentoda mensagem de sinalização.
Quando todos os aplicativos no presente código deponto tiverem completado o processamento da mensagem desinalização no ponto de decisão 328, o aplicativo poderáinspecionar o campo de último aplicativo na LOP paradeterminar se é o último aplicativo para processamento damensagem de sinalização no ponto de decisão 330. Se oaplicativo atual não for o último aplicativo, o aplicativopoderá inserir o endereço de PC do próximo aplicativo comoo DPC do rótulo de roteamento de MTP para a mensagem desinalização no bloco 332.
Conforme descrito acima, este código de ponto pode serparte dos campos de LOP associados ao próximo aplicativo.No bloco 334, o aplicativo pode rotear a mensagem desinalização para o próximo aplicativo e o processo semgatilho descentralizado 300 pode transitar para o bloco 324para repetir o processamento da: mensagem de sinalização nopróximo aplicativo residente, neste momento, em um endereçode PC diferente.
0 processo descentralizado 3 00 repetirá oprocessamento, conforme descrito acima para todos . osaplicativos em todos os códigos de ponto, conformedeterminado a partir da política de triagem, conformedescrito acima e codificado na LOP, até o último aplicativoser atingido no ponto de decisão 330. Quando o últimoaplicativo tiver terminado seu processamento, ele poderásubstituir o DPC original armazenado na LOP como o DPC dorótulo de roteamento de MTP da mensagem de sinalização nobloco 336. No bloco 338, o aplicativo pode rotear amensagem de sinalização para o destino.
Conforme descrito acima em relação ao processodescentralizado 300, a mensagem de sinalização foiprocessada apenas uma vez por uma função de triagem, aoinvés de repetidamente após todo pedido. A mensagem desinalização foi roteada para o primeiro aplicativo, o qualprocessou a mensagem e roteou a mensagem dentro da rede.
Todo o roteamento após o roteamento da função de triageminicial para o primeiro aplicativo foi realizado pelosaplicativos em si. Os aplicativos podem completar, pelo usodo processo descentralizado 300, o roteamento de mensagemde sinalização sem retorno da mensagem de sinalização parauma função de triagem. Também, conforme descrito acima,economias temporais e de largura de banda podem serrealizadas. Um roteamento de mensagem de sinalização foidistribuido para os aplicativos de processamento demensagem de sinalização, ao invés de ser centralizado emuma função de triagem.
A Figura 4 ilustra um nó de roteamento de STP, talcomo o STP 102 incluindo um sistema de triagem para aidentificação de seqüências de processamento de aplicativopara uma triagem sem gatilho de mensagens de sinalização emaplicativos. Na Figura 4, o STP 102 inclui um barramento decomunicações de transporte de mensagem interprocessador(IMT) de alta velocidade 402. Vários módulos ou placas deprocessamento distribuído podem ser acoplados ao barramentode IMT 4 02. Na Figura 4, estes módulos ou placas deprocessamento incluem um par de processadores de subsistemade manutenção e administração (MASP) 404, um módulo deinterface de enlace de SS7 (LIM) 406, um módulo decomunicação de dados capaz de IP (DCM) 408, um módulo deserviços de banco de dados (DSM) 410 e um módulo de triagem412. Estes módulos podem ser fisicamente conectados aobarramento de IMT 402, de modo que mensagens de sinalizaçãoe de outros tipos possam ser roteadas internamente entre asplacas ou módulos ativos. A arquitetura de processadormúltiplo distribuída de STP 102 facilita o emprego demúltiplos LIM, DCM, DSM e outras placas, tudo podendo sersimultaneamente conectado a e em comunicação através dobarramento de IMT 4 02.
0 par- de MASP 4 04 implementa as funções de subsistemade manutenção e de administração descritas acima. Como opar de MASP 4 04 não é particularmente relevante para umadiscussão dos atributos de roteamento flexíveis da presenteinvenção, uma descrição detalhada de sua função nao éprovida aqui.
0 LIM 4 06 tem uma interface com um ou mais enlaces desinalização. O LIM 4 06 pode ter vários subcomponentes. NaFigura 4, estes subcomponentes incluem uma função de nível1 e 2 de SS7 MTP 414, uma função de discriminação demensagem de camada 3 de SS7 MTP 416, uma função de triagemde porta (GWS) 417, uma função de distribuição de mensagem418, uma função de roteamento 420 e uma função degerenciamento de rede (NM) de sinalização -422 .
A função de nível 1 e 2 de MTP 414 provê asfacilidades necessárias para o envio e o recebimento dedados digitais por um meio físico em particular, bem comopara a provisão de detecção de erro, correção de erro eentrega seqüenciada de mensagens de SS7. A função dediscriminação de mensagem 416 recebe mensagens desinalização a partir das camadas de processamento maisbaixas e executa uma função de discriminação queefetivamente determina se uma mensagem de SS7 chegandorequer um processamento interno ou é simplesmente para sercomutada. Os exemplos de mensagens de SSl recebidas querequerem um processamento interno incluem mensagens departe de controle de conexão de sinalização com necessidadede tradução de título global e mensagens de gerenciamentode rede de sinalização.
Para mensagens de SCCP que requerem um processamentode GTT pelo módulo de serviços de banco de dados 410, afunção de distribuição de mensagem 418 pode receber essasmensagens a partir da função de discriminação 416 e dirigiras mensagens para o módulo de serviços de banco de dados410 através do barramento de IMT 402. Este tipo dedistribuição interna de mensagens no nó de STP não deve serconfundido com um roteamento de mensagem, o qual se referea uma seleção de um enlace de sinalização externo pelo qualuma mensagem recebida deve ser encaminhada.
A função de triagem de porta 417 pode examinar um oumais parâmetros e a mensagem de sinalização e determinar seé para permitir que a mensagem de sinalização passe em umarede. Os parâmetros convencionais examinados por uma funçãode triagem de porta incluem o código de ponto de destino deuma mensagem de sinalização recebida. De acordo com umaimplementação do assunto descrito aqui, a função de triagemde porta 417 pode examinar um ou mais parâmetros dasmensagens de ISUP recebidas para determinar umaelegibilidade para processamento pelo módulo de triagem 412e pelos aplicativos associados. Por exemplo, conformedescrito acima, se um parâmetro de redirecionamento e umamensagem de ISUP recebida corresponder a um correio de voz,a função de triagem de porta 417 poderá encaminhar amensagem para a função de roteamento 42 0 para roteamento,ao invés de para o módulo de triagem 412 para umprocessamento adicional.
De modo a identificar as mensagens como candidataspara triagem pelo módulo de triagem 412, a função dediscriminação 416 e/ou a função de triagem de porta 417podem primeiramente determinar se as mensagens são do tipoque requer tal triagem. Por exemplo, a função dediscriminação 416 ou a função de triagem de porta 417 podeidentificar mensagens de ISUP, SIP, TCAP e de outros tiposcomo candidatas para triagem pelo módulo de triagem 412. Afunção de discriminação 416 ou a função de triagem de porta417 pode encaminhar essas mensagens para o módulo dedistribuição 418. 0 módulo de distribuição 418 podeencaminhar as mensagens para o módulo de triagem 412 paratriagem adicional.
A função de roteamento 420 é responsável pelo exame deuma mensagem chegando e por determinar em qual conjunto deenlace de saida e o enlace em que a mensagem é para sertransmitida. Por exemplo, a função de roteamento 420 podeexaminar um código de ponto de destino em uma mensagemrecebida e realizar uma consulta em uma tabela de rota denível 3 de MTP para a seleção de uma rota para o código deponto de destino. Uma vez que uma seleção de rota sejafeita, a função de roteamento 420 assegura que a mensagemseja dirigida internamente para o módulo de comunicaçãoapropriado (por exemplo, SS7 LIM, IP DCM, enlace de altavelocidade de ATM (HSL), etc.) para uma transmissão desaída.
A função de gerenciamento de rede de sinalização denível 3 de MTP 422 pode receber, processar e gerarmensagens associadas ao gerenciamento e à administração deuma rede de sinalização de SS7. a função de NM 422 podeseletivamente comunicar uma informação de gerenciamento derede para pontos de sinalização adjacentes, de modo aevitar um envio não garantido de mensagens de gerenciamentode rede para nós que não sejam afetados por falhas de rede.
Conforme ilustrado na Figura 4, o módulo de serviçosde banco de dados 410 inclui uma função de tradução detítulo global (GTT) 424 e uma função de roteamento 426. Seum processamento de GTT for necessário, a função de GTT 424poderá ser usada para a tradução de dígitos presentes emuma mensagem de sinalização (por exemplo, um número 8 00)para os códigos de ponto de destino (DPCs) e números desubsistema (SSNs) para se permitir o roteamento dessasmensagens para o destino final. A função de roteamento 426executa as mesmas funções de roteamento que aquelasdetalhadas acima com respeito à função de roteamento 420.Uma vez que esta determinação seja feita, a função deroteamento 426 assegura que a mensagem seja dirigidainternamente para o módulo de comunicação apropriado (porexemplo, SS7 LIM, IP DCM, ATM HSL, etc.) para umatransmissão de saída.
0 módulo de triagem 412 pode implementar a triagem demensagem de sinalização sem gatilho, como discutido acima,através da análise de uma mensagem de sinalização, dacriação de estruturas LOP e CDR, da colocação da mensagem aLOP dentro da mensagem de sinalização, e do encaminhamnetodas mensagens de sinalização para um pedido para oprocessamento e posterior roteamento no aplicativo.
0 DCM 408 inclui uma função de transporte de IP 428,uma função de adaptação de protocolo de sinalização 43 0,uma função de discriminação 432, uma função de triagem deporta 433, uma função de distribuição 434 e uma função deroteamento 436. A função de transporte de IP 428 inclui umhardware e um software para a implementação de camadas 1 a3 de OSI. Por exemplo, a função de transporte de IP podeimplementar um protocolo de camada física, tal comoEthernet, um protocolo de camada de rede, tal como IP, e umprotocolo de camada de transporte, tais como um protocolode controle de transmissão (TCP), um protocolo de datagramade usuário (UDP) e/ou um protocolo de transmissão decontrole de transmissão continua (SCTP). A função deadaptação 43 0 pode receber uma mensagem de sinalização apartir de uma rede de IP que seja formatada de acordo comum primeiro protocolo de sinalização (por exemplo, M3UA,SUA, M2PA, TALI ou outro protocolo de camada de adaptaçãode IP), e adaptar ou reformatar a mensagem em um segundoprotocolo de sinalização (por exemplo, MTP) . A função deadaptação 43 0 também pode receber uma mensagem desinalização, tal como uma mensagem de SIP, e traduzir amensagem de SIP em uma mensagem de protocolo de SS7equivalente ou de adaptação de SS7, e vice-versa. Estasoperações de processamento de adaptação e tradução podemser realizadas em mensagens de sinalização de entrada e desaída. A função de adaptação 43 0 também pode recebermensagens de SS7 de saída a partir de outros módulos no STP102 e modificar as mensagens para transporte pela rede deIP, de acordo com o transporte de sinalização apropriado ououtro protocolo de camada de adaptação de IP.
A função de discriminação 432 realiza operações dediscriminação similares àquelas descritas acima comrespeito à função de discriminação 416. Além dos parâmetrosde discriminação de protocolo de SS7 e de adaptação de SS7descritos acima, a função de discriminação 43 2 também podeexaminar parâmetros de mensagem de SIP recebida incluindoum parâmetro Para, um parâmetro De, um parâmetro Via, umparâmetro de endereço de IP de origem, um parâmetro deendereço de IP de destino e outros. Uma discriminação combase nestes parâmetros permite que a função 432 determinese uma triagem ou um processamento interno é requerido. Deacordo com uma modalidade, a função de discriminação 432pode copiar uma mensagem de sinalização recebida, de modoque a mensagem original seja roteada para o destino alvo ea cópia de mensagem possa ser processada por um ou maissubsistemas associados ao STP 102.
A função de triagem de porta 43 3 pode realizaroperações similares à função de triagem de porta 417 para adeterminação da elegibilidade para triagem de mensagensrecebidas pelo módulo de triagem 412. Por exemplo, a funçãode triagem de porta 433 pode analisar um ou mais parâmetrose receber mensagens de ISUP para determinar se as mensagensde ISUP são elegiveis para triagem. Se as mensagens foremelegíveis para triagem, a função de triagem de porta 433e/ou a função de discriminação 4 32 poderão encaminhar essasmensagens para a função de distribuição 434. A função dedistribuição 434 pode encaminhar essas mensagens para omódulo de triagem 412 para triagem.
A função de distribuição 434 lida com o roteamentointerno de pacotes de mensagens que requerem umprocessamento adicional, antes do roteamento final. Essasmensagens podem incluir mensagens de sinalização associadasàs mensagens de serviço de mensagem, tais como serviços deSMS, MMS e IM (por exemplo, mensagem de SIP INFO, mensagemde SIP MESSAGE, mensagem SIP INVITE, etc.), bem comomensagens de gerenciamento de mobilidade. A função deroteamento 436 é adaptada para acessar uma informação deregra de roteamento de rede, a qual pode incluir regras deroteamento de SS7 e de rede de IP, e aplicar estas regrasde roteamento a mensagens que requeiram um roteamento.
A Figura 5 ilustra um aplicativo de exemplo, tal comoum aplicativo de pré-pago 106 para roteamentodescentralizado de uma mensagem de sinalização. Quando amensagem de sinalização 118 chega ao aplicativo de pré-pago106, ela pode ser processada primeiramente pelo módulo deroteamento de mensagem 502. 0 módulo de roteamento demensagem 5 02 pode inspecionar a LOP dentro da mensagem eregular o bit de modificação dentro da LOP para oaplicativo de pré-pago neste código de ponto. Conformediscutido acima, pode haver mais de um aplicativo emqualquer dado código de ponto. Para esta modalidade deexemplo, apenas um aplicativo reside neste código de ponto.
0 módulo de roteamento de mensagem 502 então podeencaminhar a mensagem para o módulo de processamento depré-pago 504 para processamento de mensagem. 0processamento de mensagem pode incluir modificações namensagem em si ou um acompanhamento de serviço, tais comotributação e outras atividades, conforme discutido acima.
Para adicionar o módulo de processamento de pré-pago 504 noprocessamento de mensagem e no acompanhamento de serviço, obanco de dados 5 06 pode ser usado para o armazenamento derotinas e dados de processamento de aplicativo, eestruturas de dados de acompanhamento. 0 módulo deprocessamento de pré-pago 504 pode recuperar rotinas deprocessamento e dados a partir do banco de dados 506 e podearmazenar quaisquer detalhes de acompanhamento que estejamassociados a esta mensagem no banco de dados 506.
Quando um processamento de mensagem está completado, omódulo de processamento de pré-pago 504 pode retornar amensagem para o módulo de roteamento de mensagem 5 02, o.qual pode determinar se há um outro aplicativo neste códigode ponto, o que, conforme discutido acima, produzirá umresultado negativo nesta modalidade. O módulo de roteamentode mensagem 502 pode inspecionar a LOP para determinar seeste é o último aplicativo a processar na mensagem desinalização. Nesta modalidade de exemplo, há outrosaplicativos que são necessários para o processamento damensagem de sinalização. Assim sendo, o módulo deroteamento de mensagem 502 pode inserir o código de pontodo próximo aplicativo como o rótulo de roteamento de MTPpara a mensagem e rotear a mensagem como a mensagem desinalização 120 para o próximo aplicativo.
Assim, conforme descrito acima, ao invés de requererque uma mensagem seja encaminhada para trás e para frentemúltiplas vezes entre aplicativos de processamento e umafunção de triagem, o assunto descrito aqui permite que umamensagem seja tríada uma vez, processada por um ou maisaplicativos, roteada dentre os aplicativos usando umainformação de roteamento de aplicativo inserida pela funçãode triagem e, então, roteada para ura destino. 0processamento realizado pela função de triagem e pelosaplicativos pode ser um processamento sem gatilho no casode mensagens de ISUP enviadas entre centrais terminais.Além disso, o processamento pode ser um processamento comgatilho, no caso de processamento de mensagens de TCAPenviadas por uma central terminal para um nó de roteamentode mensagem de sinalização para processamento.
Será entendido que vários detalhes do assunto descritoaqui podem ser mudados, sem que se desvie do escopo doassunto descrito aqui. Mais ainda, a descrição precedente épara fins de ilustração apenas e não para fins delimitação, já que o assunto descrito aqui é definido pelasreivindicações conforme estabelecido aqui adiante.

Claims (28)

1. Método para processamento descentralizado demensagens de sinalização em um ambiente de processamento deaplicativo múltiplo, o método caracterizado pelo fato decompreender:(a) o recebimento de uma mensagem de sinalização em ummódulo de triagem;(b) a determinação, a partir de uma política detriagem, de pelo menos um aplicativo para a realização deum processamento de mensagem na mensagem de sinalização;(c) a modificação da mensagem de sinalização paraincluir uma informação de roteamento de aplicativo parapermitir que pelo menos um aplicativo complete umroteamento de mensagem de sinalização;(d) o encaminhamento da mensagem de sinalização parapelo menos um aplicativo; e(e) em pelo menos um aplicativo, o roteamento damensagem de sinalização usando a informação de roteamentode aplicativo.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato do recebimento da mensagem desinalização incluir o recebimento de uma mensagemselecionada a partir do grupo que consiste em uma mensagemde parte de usuário de ISDN (ISUP), uma mensagem de partede usuário de telefone (TUP), uma mensagem de parte deaplicativo de capacidades de transação (TCAP), e umamensagem de sinalização de protocolo de iniciação de sessão (SIP).
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato do recebimento da mensagem desinalização no módulo de triagem incluir o recebimento damensagem de sinalização em um elemento de rede que inclui omódulo de triagem, onde o elemento de rede inclui umelemento de rede selecionado a partir do grupo que consisteem um ponto de transferência de sinal (STP) , uma porta desinalização (SG) de protocolo de Internet (IP) de número desistema de sinalização 7 (SS7) (SS7-IP SG) , uma porta deSS7, um servidor de SIP, um elemento de função de controlede estado de chamada (CSCF) de ^subsistema de multimídia deIP (IMS) , uma porta de mensagem curta (SMG) , um controladorcentral de rede (softswitch) (SS) e um controlador de portade mídia (MGC).
4. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de compreender a identificação,como parte da política de triagem, de uma seqüência na qualpelo menos um aplicativo deve processar a mensagem desinalização.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de compreender a implementação,como parte da política de triagem, em nome de uma centralterminal, na forma de um serviço de proxy, de um recurso derede selecionado a partir do grupo que consiste em recursosde rede inteligente (IN) e de IN avançada (AIN).
6. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato da determinação, a partir dapolítica de triagem, de pelo menos um aplicativo para arealização de um processamento de mensagem na mensagem desinalização incluir a identificação de pelo menos um dentreum aplicativo . de serviços pré-pagos, um aplicativo deserviço de portabilidade de número, um aplicativo deserviço de portabilidade de localização, um aplicativo deserviços de medições de uso, um aplicativo de tributação eum aplicativo de serviços de roteamento inteligenteavançado para processamento da mensagem de sinalização.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato da modificação de pelo menos umparâmetro de mensagem de sinalização incluir a colocação deum parâmetro de lista de códigos de ponto (LOP) na mensagemde sinalização.
8. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato da colocação do parâmetro LOP namensagem de sinalização incluir a criação de pelo menos umdentre um campo de código de ponto de aplicativo, um campode ID de aplicativo, um campo de último aplicativo e umcampo de bit de modificação.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato da criação do campo de últimoaplicativo associado ao último aplicativo incluir aprovisão de uma indicação alertando ao último aplicativopara remover o parâmetro LOP da mensagem de sinalização.
10. Método, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato da criação do campo de últimoaplicativo associado ao último aplicativo incluir aprovisão de uma indicação alertando ao último aplicativopara substituir o campo de código de ponto de destino (DPC)de um rótulo de roteamento de parte de transferência demensagem (MTP) na mensagem de sinalização por um parâmetrode DPC original a partir da mensagem de sinalizaçãoincluído como a última entrada do parâmetro LOP.
11. Método, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de compreender a modificação docampo de bit de modificação em pelo menos um aplicativopara indicar que o processamento por pelo menos umaplicativo está completado.
12. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de pelo menos um aplicativocompreender uma pluralidade de aplicativos e da informaçãode roteamento de aplicativo incluir endereços de redeusáveis pelos aplicativos para roteamento da mensagem desinalização entre os aplicativos e um destino.
13. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato do processamento de mensagemrealizado na mensagem de sinalização incluir umprocessamento de mensagem sem gatilho.
14. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato do processamento de mensagemrealizado na mensagem de sinalização incluir umprocessamento de mensagem com gatilho.
15. Sistema para um processamento descentralizado demensagens de sinalização em um ambiente de processamento deaplicativo múltiplo, o sistema caracterizado pelo fato decompreender:(a) um módulo de comunicação para recebimento de umamensagem de sinalização; e(b) um módulo de triagem associado ao módulo decomunicação para:(i) a determinação, a partir de uma política detriagem, de pelo menos um de uma pluralidade de aplicativospara a realização de um processamento de mensagem namensagem de sinalização;(ii) a modificação da mensagem de sinalizaçãopara incluir uma informação de roteamento de aplicativopara permitir que pelo menos um da pluralidade deaplicativos complete um roteamento de mensagem desinalização; e(iii) o encaminhamento da mensagem de sinalizaçãopara pelo menos um da pluralidade de aplicativos.
16. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de módulo de comunicação seradaptado para o recebimento de uma mensagem selecionada apartir do grupo que consiste em uma mensagem de sinalizaçãosem gatilho, uma mensagem de parte de usuário de ISDN(ISUP), uma mensagem de parte de usuário de telefone (TUP),uma mensagem de parte de aplicativo de capacidades detransação (TCAP), e uma mensagem de protocolo de iniciaçãode sessão (SIP).
17. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato do módulo de triagem e do módulo decomunicação estarem co-localizados em um elemento de redeselecionado a partir do grupo que consiste era um ponto detransferência de sinal (STP), uma porta de sinalização (SG)de protocolo de Internet (IP) de número de sistema desinalização 7 (SS7) (coletivamente SS7-IP SG), uma porta deSS7, um servidor de SIP, um elemento de função de controlede estado de chamada (CSCF) de subsistema de multimídia deIP (IMS), uma porta de mensagem curta (SMG), um controladorcentral de rede (softswitch) (SS) e um controlador de portade mídia (MGC).
18. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato do módulo de triagem ser adaptadopara, com base na política de triagem, identificar umaseqüência na qual pelo menos um da pluralidade deaplicativos deve processar a mensagem de sinalização.
19. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato do módulo de triagem ser adaptadopara implementar, como parte da política de triagem, emnome de uma central terminal na forma de um serviço deproxy, um recurso de rede selecionado a partir do grupo queconsiste em recursos de rede inteligente (IN) e de INavançada (AIN).
20. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato da pluralidade de aplicativosincluir pelo menos um dentre um aplicativo de serviços pré-pagos, um aplicativo de serviço de portabilidade de número,um aplicativo de serviço de portabilidade de localização,um aplicativo de serviços de medições de uso, um aplicativode tributação e um aplicativo de serviços de roteamentointeligente avançado.
21. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de na modificação da mensagem desinalização o módulo de triagem ser adaptado para acolocação . de um parâmetro de lista de códigos de ponto(LOP) na mensagem de sinalização.
22. Sistema, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato do parâmetro LOP incluir pelo menosum dentre um campo de código de ponto de aplicativo, umcampo de ID de aplicativo, um campo de último aplicativo eum campo de bit de modificação.
23. Sistema, de acordo com a reivindicação 22,caracterizado pelo fato do campo de último aplicativoassociado ao último aplicativo incluir uma indicaçãoalertando ao último aplicativo para remover o parâmetro LOPda mensagem de sinalização.
24. Sistema, de acordo com a reivindicação 22,caracterizado pelo fato de cada um da pluralidade deaplicativos ser adaptado para modificar o campo de bit demodificação para indicar que o processamento por cada um dapluralidade de aplicativos está completo.
25. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de pelo menos um da pluralidade deaplicativos compreender uma pluralidade de aplicativos e dainformação de roteamento de aplicativo incluir endereços derede usáveis pelos aplicativos, e dos aplicativos seremadaptados para usar os endereços de rede para roteamento damensagem de sinalização entre os aplicativos e um destino.
26. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de na determinação a partir dapolítica de triagem de pelo menos um da pluralidade deaplicativos para realizar um processamento de mensagem namensagem de sinalização, o módulo de triagem ser adaptadopara determinar a partir da política de triagem pelo menosum da pluralidade de aplicativos para a realização de umprocessamento de mensagem sem gatilho na mensagem desinalização.
27. Sistema, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de na determinação a partir dapolítica de triagem de pelo menos um da pluralidade deaplicativos para realizar um processamento de mensagem namensagem de sinalização, o módulo de triagem ser adaptadopara determinar a partir da política de triagem pelo menosum da pluralidade de aplicativos para a realização de umprocessamento de mensagem com gatilho na mensagem desinalização.
28. Produto de programa de computador, caracterizadopelo fato de compreender instruções executáveis emcomputador concretizadas em um meio que pode ser lido emcomputador para a realização de etapas que compreendem:(a) o recebimento de uma mensagem de sinalização em ummódulo de triagem;(b) a determinação, a partir de uma política detriagem, de pelo menos um aplicativo para a realização deum processamento de mensagem na mensagem de sinalização;(c) a modificação da mensagem de sinalização paraincluir uma informação de roteamento de aplicativo parapermitir que pelo menos um aplicativo complete umroteamento de mensagem de sinalização;(d) o encaminhamento da mensagem de sinalização parapelo menos um aplicativo; e(e) em pelo menos um aplicativo, o roteamento damensagem de sinalização usando a informação de roteamentode aplicativo.
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