BRPI0706756A2 - método e terminal para restrição de transferência de domìnio - Google Patents

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Song Jae-Seung
Yoon Kyung-Ae
Ra Mi-Seon
Kim Hyun-Sook
Patrice Hede
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Lg Electronics ,Inc
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Abstract

MéTODO E TERMINAL PARA RESTRIçAO DE TRANSFERêNCIA DE DOMìNIO São fornecidos um método e terminal móvel para controlar uma operação de continuidade de chamada de voz (VCC) . De acordo com uma modalidade, o método inclui receber, por um terminal, uma mensagem a partir de um servidor de rede, a mensagem incluindo informações de restrição de transferência dedomínio; checar, pelo terminal, as informações de restrição de transferência de domínio incluídas na mensagem recebida; determinar, pelo terminal, se deve ou não iniciar uma transferência de domínio com base pelo menos nas informações de restrição de transferência de domínio; e seletivamente iniciar, pelo terminal, a transferência de domínio baseada no resultado de determinação.

Description

MÉTODO E TERMINAL PARA RESTRIÇÃO DE TRANSFERÊNCIADE DOMÍNIO
Revelação da invenção
Solução técnica
O presente pedido reivindica os benefícios de pri-oridade do pedido provisional US número 60/765.211 deposita-do em 6 de fevereiro de 2006 e pedido de patente coreano nú-meros 10-2006-0114136 e 10-2006-0137127 respectivamente de-positados em 17 de novembro de 2006 e 28 de dezembro de 2006na República da Coréia. O teor integral desses pedidos é a-qui totalmente incorporado a título de referência.
A presente invenção refere-se a uma Continuidadede chamada de voz (VCC), e mais particularmente à restriçãode uma transferência de domínio em uma VCC.
Em geral, uma Continuidade de chamada de voz (VCC)se refere a um tipo de aplicação, a saber, uma aplicação IMSnativa (Sistema de Multimeios IP) que é capaz de transportarchamadas de voz entre um domínio CS (Comutação de circuito)e um domínio IMS. A VCC provê funções de origens de chamadade voz, términos de chamada de voz, uma seleção de domínio euma transferência de domínio a partir do domínio CS para odomínio IMS ou vice versa. Aqui, a transferência de domíniose refere à transferência de pernas de acesso para chamadasde voz em direção ao equipamento de um usuário (UE) (isto é,um terminal) a partir do domínio CS para o domínio IMS ouvice versa durante uma sessão ativa. A perna de acesso, indi-ca uma perna de controle de chamada entre um UE de VCC e umaFunção de transferência de domínio (DTF) de uma aplicação deVCC (servidor).
Através dos procedimentos de transferência de do-mínio, a continuidade para uma ou mais sessões/chamadas devoz é fornecida entre o domínio IMS e o domínio CS enquantoo UE de VCC executa uma ou mais chamadas de voz/sessões.
Genericamente, uma transferência de domínio parauma certa chamada de voz/sessão a partir do domínio CS parao domínio IMS ou vice versa é iniciada somente quando um DTFé posicionado em um percurso de sinal da configuração desessão/chamada de voz. Para isso, o posicionamento do DTF nocaminho do percurso de sinal da configuração de ses-são/chamada de voz é mencionado como ancoragem em IMS ou ancoragem.
A figura 1 ilustra uma arquitetura geral de umarede para fornecer um serviço VCC.
Como ilustrado na figura 1, um UE de VCC 10 indicatodos os tipos de terminais que suportam o serviço VCC. UmUE de VCC pode acessar domínios CS e PS (comutação de paco-te) . Isto é, ao acessar o domínio CS, o UE de VCC utiliza umUE-CS (não mostrado) fornecido no mesmo, ao passo que o UEde VCC utiliza um UE-IMS (não mostrado) fornecido no mesmoao acessar o domínio PS.
Uma aplicação VCC 30 é um servidor de aplicaçãopara fornecer o serviço VCC, e é constituído de entidadesque executam uma série de funções. A série de funções podeincluir funções necessárias para configurar chamadas de vozem direção ao UE de VCC, e funções necessárias para comutaruma perna de acesso do UE de VCC entre o domínio de CS e odominio de IMS com manutenção de uma sessão ativa. Por exem-plo, a série de funções pode ser uma Função de transferênciade dominio 30a, uma Função de seleção de dominio 30d, umaFunção de adaptação de CS 30b e uma Aplicação de serviçoCAMEL 30c. Capacidades e operações detalhadas para essas sé-ries de funções são descritas em 3GPP TS 23.206 Vl.2.0.
Genericamente, as entidades de dominio CS incluemum Centro de Comutação Móvel visitado (VMSC), Um MSC de Ga-teway (GMSC), um gsmSCF, e similares. As entidades de domí- nio IMS incluem um P-CSCF, um S-CSCF, um I-CSCF e uma Funçãode Controle de Gateway de Meios (MGCF).
A figura 2 é um fluxograma de sinais entre cadacomponente de uma rede (por exemplo, a rede mostrada na fi-gura 1) em um caso onde uma transferência de dominio ocorreentre o dominio IMS e o dominio CS. Doravante, os procedi-mentos de transferência de dominio em um serviço de VCC, deacordo com uma técnica antecedente, serão explicados com re-ferência à figura 2.
Como mostrado na figura 2, é somente um UE de VCCque inicia uma transferência de dominio em um VCC. Isto é, oUE de VCC estabelece uma chamada de voz (ou sessão) atravésdo dominio CS ou dominio IMS com uma rede e então pode deci-dir se deve ou não iniciar uma transferência de dominio mo-vendo (ou transferindo) de um dominio para outro dominio. Aofazer isso, a chamada de voz estabelecida (denominada "cha-mada em andamento") pode continuar no meio de transferência(isto é, transferência de dominio) a partir do dominio CSpara o dominio IMS ou vice versa. Aqui, para iniciar (execu-tar) uma transferência de domínio para a chamada de voz apartir de um domínio (por exemplo, domínio IMS) para outrodomínio (por exemplo, domínio CS) , o UE de VCC pode iniciara transferência de domínio com base em informações anterior-mente armazenadas. Aqui, as informações anteriormente arma-zenadas no UE de VCC podem incluir condições de rádio de umarede de CS para acesso, programa de operador, preferênciasde usuário e similares.
Os procedimentos (1) ~(4) de iniciar, pelo UE deVCC, uma transferência de domínio a partir de um domínio CSpara um domínio IMS, de acordo com a técnica antecedente,são como se segue:
(1) o UE de VCC pode decidir iniciar uma transfe-rência de domínio para uma chamada de voz que se originou econtinua em direção ao domínio CS, a saber, uma chamada desaída.
(2) quando o UE de VCC envia uma mensagem INVITEpara uma aplicação VCC, uma Função de transferência de domí-nio (DTF) na aplicação VCC estabelece uma perna de sessãoIMS para a chamada de voz através do domínio IMS.
(3) Após a perna de sessão IMS ser estabelecidaentre o DTF e o domínio IMS, o DTF roteia a sessão contínuapara o domínio IMS.
(4) Após rotear a sessão contínua para o domínioIMS, uma perna de sessão CS é liberada.
Desse modo, a transferência de domínio para a cha-mada de voz é iniciada a partir do domínio CS para o domínioIMS através dos procedimentos de (1) ~(4).Como mencionado acima com relação à transferênciade domínio na VCC, a transferência de domínio na VCC é ini-ciada pelo UE de VCC. Entretanto, é a rede que manipulasubstancialmente a transferência de domínio iniciada pelo UEde VCC. Também, a rede pode não executar a transferência dedomínio solicitada pelo UE de VCC, porém pode limitar atransferência de domínio de acordo com um estado específico.Por exemplo, uma transferência de domínio no lado da redepode ser genérica ou temporariamente restrito com base emprograma de operador. A restrição da transferência de domí-nio pode incluir várias operações feitas pela rede, por e-xemplo, uma operação para ignorar a solicitação da transfe-rência de domínio iniciada pelo UE de VCC, outra operaçãopara retardar a transferência de domínio solicitada pelo UEde VCC, e similares.
Entretanto, a rede da VCC (por exemplo, aplicaçãode VCC) de acordo com a técnica antecedente, não tem nenhumafunção de informar ao UE de VCC do programa de operador queé temporária ou genericamente alterada. Embora o programa dooperador (ou uma alteração no mesmo) possa fazer com que arede esteja em um estado no qual limita a transferência dedomínio (e desse modo pode não ser capaz de executar atransferência de domínio) , o UE de VCC não o faz e pode nãoreconhecer esse estado da rede no qual a transferência dedomínio é restrita porque a rede não informa ao UE sobre es-sas restrição na técnica antecedente. Por conseguinte, umavez que o UE de VCC pode não saber que a transferência dedomínio está restrita na rede, o UE de VCC ainda tenta ouinicia a transferência de domínio para chamadas em andamen-to. Isso resulta nas limitações e problemas de desperdiçarsinalização, recursos de rádio, vida de bateria do UE, po-tência de CPU do UE de VCC. E similares.
Portanto, é um objetivo da presente invenção for-necer uma técnica de envio por uma rede (por exemplo, apli-cação de VCC) de informações relacionadas a uma restrição deuma transferência de domínio para um UE de VCC, por exemploquando uma alteração no programa de operador da rede causauma restrição da transferência de domínio.
É outro objetivo da presente invenção fornecer umUE (isto é, terminal) que analisa informações relacionadas auma restrição de uma transferência de domínio enviada a par-tir de uma rede, e decide se deve ou não iniciar uma trans-ferência de domínio para uma chamada que está atualmente emprogresso considerando as informações de transferência dedomínio analisadas.
É outro objetivo da presente invenção fornecer umterminal, servidor, sistema e método para controlar opera-ções de VCC pela comunicação de informações de restrição detransferência de domínio, que trata das limitações e desvan-tagens associadas à técnica antecedente.
Para obter esses e outros objetivos, é fornecidode acordo com um aspecto da presente invenção, um método pa-ra restringir uma transferência de domínio compreendendo:receber, por um terminal, informações de restrição de trans-ferência de domínio a partir de um servidor de rede; anali-sar as informações de restrição de transferência de domíniopelo terminal; e decidir, pelo terminal, se deve iniciar umatransferência de domínio para uma chamada levando em consi-deração as informações de restrição de transferência de do-mínio analisadas.
Para obter esses e outros objetivos, é fornecidode acordo com outro aspecto da presente invenção um terminalque compreende: um receptor para receber informações de res-trição de transferência de domínio; um transmissor paratransmitir uma mensagem de resposta (Ack) com relação às in-formações de restrição de transferência de domínio recebi-das; e um meio de habilitação de VCC para analisar as infor-mações de restrição de transferência de domínio e decidiruma transferência de domínio para uma chamada levando emconsideração as informações de restrição de transferência dedomínio analisadas.
Para obter esses e outros objetivos, é fornecidode acordo com outro aspecto da presente invenção, um servi-dor de rede que compreende: um gerador de mensagem para ge-rar uma mensagem de restrição de transferência de domínioincluindo informações de restrição de transferência de domí-nio de modo a fornecer ao terminal as informações de restri-ção de transferência de domínio; um transmissor para trans-mitir a mensagem de restrição de transferência de domíniogerada para o terminal; e um receptor para receber uma men-sagem de resposta a partir do terminal com relação à mensa-gem de restrição de transferência de domínio.
De acordo com outro aspecto, a presente invençãoprovê um método para controlar uma operação de continuidadede chamada de voz (VCC), compreendendo: receber por um ter-minal, uma mensagem a partir de um servidor de rede, a men-sagem incluindo informações de restrição de transferência dedomínio; checar, pelo terminal, as informações de restriçãode transferência de domínio incluídas na mensagem recebida;determinar, pelo terminal, se deve ou não iniciar uma trans-ferência de domínio com base pelo menos nas informações derestrição de transferência de domínio; e seletivamente ini-ciar, pelo terminal, a transferência de domínio baseada noresultado de determinação.
De acordo com outro aspecto, a presente invençãoprovê um terminal para controlar uma operação de continuida-de de chamada de voz (VCC), compreendendo: um receptor parareceber uma mensagem a partir de um servidor de rede, a men-sagem incluindo informações de restrição de transferência dedomínio; e um controlador para checar as informações de res-trição de transferência de domínio incluídas na mensagem re-cebida, determinar se deve ou não iniciar uma transferênciade domínio com base pelo menos nas informações de restriçãode transferência de domínio, e seletivamente iniciar atransferência de domínio com base no resultado de determinação.
Esses e outros objetivos da presente invenção se-rão mais facilmente evidentes a partir da descrição detalha-da fornecida a seguir. Entretanto, deve ser entendido que adescrição detalhada e exemplos específicos, embora indiquemmodalidades preferidas da invenção, são fornecidos somentecomo ilustração, uma vez que várias alterações e modifica-ções compreendidas no espirito e escopo da invenção tornar-se-ão evidentes para aqueles versados na técnica a partirdessa descrição detalhada.
A presente invenção tornar-se-á mais completamenteentendida a partir da descrição detalhada fornecida abaixo edos desenhos em anexo que são fornecidos como ilustração a-penas, e desse modo não são limitativos da presente inven-ção.
A figura 1 é uma vista ilustrando uma arquiteturade uma rede para fornecer um serviço de VCC, no qual a pre-sente invenção pode ser implementada.
A figura 2 é um fluxograma de sinais entre certoscomponentes de uma rede em um caso onde uma transferência dedomínio é executada entre um domínio IMS e um domínio CS, deacordo com uma técnica antecedente.
A figura 3 é um fluxograma de sinais ilustrando ummétodo de transmitir informações de restrição de transferên-cia de domínio para restringir uma transferência de domínioentre um UE e uma aplicação de VCC de acordo com uma modali-dade da presente invenção.
A figura 4 é um diagrama de blocos de um terminalou UE de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A presente invenção é aplicada a um campo VCC de3GPP, porém pode ser aplicado a outros campos de comunica-ção.
Substancialmente na presente invenção, primeira-mente, quando uma transferência de domínio é restrita em umarede (por exemplo, aplicação VCC), por exemplo, devido a umaalteração em programa de operador, uma rede notifica a um UE(isto é, terminal) sobre informações relacionadas à restri-ção de transferência de domínio. Em segundo lugar, o UE ar-mazena as informações relacionadas à restrição de transfe-rência de domínio e, em terceiro lugar, o UE analisa ou levaem consideração as informações relacionadas à restrição detransferência de domínio ao tentar a transferência de domí-nio para chamadas em andamento (isto é, chamadas de saída),desse modo para decidir se deve iniciar a transferência dedomínio para as chamadas em andamento (isto é, chamadas desaída).
Doravante, os termos preferivelmente utilizados napresente invenção serão definidos.
Um UE, de acordo com a presente invenção, pode in-cluir todos os tipos de terminais que podem ser utilizadospara o serviço VCC. Por exemplo, o UE, de acordo com a pre-sente invenção, inclui de forma abrangente, terminais de co-municação móvel (por exemplo, Ues, telefones móveis, telefo-nes celulares, telefones DMB, telefones DVB-H, PDAs, PTT,etc.), aparelhos de TV digital, dispositivos de navegaçãoGPS, máquinas de jogos portáteis, MP3, outros aparelhos do-mésticos, e similares.
As preferências do usuário indicam informações ouparâmetro para definir as informações de seleção de domínioque indicam qual domínio o usuário de UE prefere utilizarpara chamadas de entrada ou de saída quando o UE (ou termi-nal) está disponível sobre o domínio CS e domínio IMS.
O programa de operador indica informações relacio-nadas a um estado de rede ou um gerenciamento de rede. 0programa de operador pode ser freqüentemente atualizado, deacordo com o estado de rede ou para o gerenciamento de rede.
0 programa de operador atualizado pode incluir informaçõespara limitar uma transferência de domínio para chamadas emandamento.
Uma chamada em andamento indica uma chamada emprogresso entre um UE e uma aplicação VCC, que inclui todasas chamadas de entrada ou saída.
Uma 'interface V3', utilizada na presente inven-ção, indica preferivelmente uma interface para uma transfe-rência de informação mútua entre um UE e uma aplicação deVCC. Por exemplo, a interface V3 é mostrada em 20 na figura1 como exemplo. A interface V3 pode incluir uma interfaceUt, e um OMA DM (gerenciamento de dispositivo). Isto é, umatransferência de informação a partir do UE para a aplicaçãoVCC pode ser obtida pelo uso da interface Ut, ao passo queuma transferência de informação a partir da aplicação VCCpara o UE pode ser obtida pelo uso do DM utilizando um méto-do DM. Como outro exemplo, o método de interface V3 pode in-cluir um método de dados de serviço suplementares não estru-turados (USSD). A interface Ut, o método DM e o método USSDsão conhecidos na técnica. Um protocolo da interface V3 podeser exemplarmente um HTTP, que tem um formato XML.
A seguir, construções e operações das modalidadespreferidas da presente invenção serão explicadas em detalhecom referência ao desenho em anexo.
A figura 3 é um fluxograma de sinais que ilustraum método de transmitir informações de restrição de transfe-rência de domínio para restringir uma transferência de domí-nio entre um UE 100 e uma aplicação VCC 200, e acordo comuma modalidade da presente invenção. Esse método pode serimplementado na arquitetura de rede da figura 1 ou em outraarquitetura apropriada. Por exemplo, o UE 100 e a aplicaçãoVCC 200 da figura 3 podem ser respectivamente o UE 10 e aaplicação VCC 30 da figura 1.
Com referência à figura 3, uma chamada é estabele-cida entre o UE 100 e a aplicação VCC 300, em um domínio CSou em um domínio IMS entre os mesmos, e a chamada é contínua(Sl) . Essa chamada pode ser uma chamada de saída originadapelo UE 100 ou uma chamada que entra orientada para o UE 100pela rede. Para a chama contínua entre o UE 100 e a aplica-ção VCC 300, quando qualquer alteração em programa de opera-dor relacionada a uma transferência de domínio ou uma alte-ração em informações de assinante ocorre devido a um proble-ma causado pela alteração no estado de rede ou gerenciamentode rede, ou há qualquer outro motivo ou causa para que a re-de restrinja a transferência de domínio para a chamada emandamento, a aplicação VCC 300 envia informações relaciona-das a uma restrição da transferência de domínio (também men-cionada como 'informação de restrição de transferência dedomínio' a seguir) para o UE 100 (S2).
De acordo com um exemplo, na etapa S2 as informa-ções de restrição de transferência de domínio podem ser in-cluídas no programa de operador enviado a partir da aplica-ção VCC 300 para o UE 100, por exemplo, via uma interface V3(por exemplo, 20 na figura 1). Isto é, o programa de opera-dor, enviado a partir da aplicação VCC 300 para o UE 100,pode incluir as informações de restrição de transferência dedomínio e outras informações como informações de seleção dedomínio indicando um domínio a ser selecionado, informaçõesde solicitação de transferência de domínio solicitando umatransferência de domínio, etc. De acordo com outro exemplo,na etapa S2 as informações de restrição de transferência dedomínio podem ser enviadas individualmente a partir da apli-cação VCC 300 para o UE 100, por exemplo, via interface V3.A seguir o UE 100 pode armazenar as informações de restriçãode transferência de domínio recebidas como parte do programade operador armazenado no UE 100. De acordo com esses exem-plos, na etapa S2, pode ser dito que uma mensagem/sinal éenviado a partir da aplicação VCC 300 para o UE 100, ondeessa mensagem pode ser (a) uma mensagem contendo programa deoperador incluindo as informações de restrição de transfe-rência de domínio, ou (b) uma mensagem contendo somente asinformações de restrição de transferência de domínio (semprograma de operador). Então o UE 100 recebe as informaçõesde restrição de transferência de domínio (mensagem) a partirda aplicação VCC 300, e envia uma mensagem de resposta (porexemplo, mensagem Ack) para a aplicação VCC 300 em respostaàs informações recebidas (S3). O UE 100 armazena então asinformações de restrição de transferência de domínio recebi-das em uma certa memória fornecidas na mesma (S4). Por exem-plo, as informações de restrição de transferência de domíniopodem ser armazenadas em uma unidade de armazenagem no UE100ou em um meio separado ou independente (ou meio) como umcartão SIM,, diferente de no UE. Na etapa S4, se o programade operador incluindo as informações de restrição de trans-ferência de domínio no mesmo forem recebidas a partir da a-plicação VCC 300, então o UE 100 armazena o programa de ope-rador recebido incluindo as informações de restrição detransferência de domínio (ou atualiza programa de operadorarmazenado anteriormente com as informações recebidas). En-tretanto, se somente as informações de restrição de transfe-rência de domínio forem recebidas a partir da aplicação VCC300, então o UE 100 armazena as informações de restrição detransferência de domínio recebidas (ou atualiza as informa-ções de restrição de transferência de domínio anteriormenterecebidas com as informações recebidas) na etapa S4.
De acordo com a presente invenção, a etapa S3 podeser executada antes ou após a etapa S4. Além disso, a etapaS3 pode ser uma etapa opcional, que pode ser omitida. Tam-bém, uma chamada em andamento pode ser estabelecida após aetapa S2. Isto é, as informações de restrição de transferên-cia de domínio podem ser enviadas a partir da aplicação VCC300 para o UE 100 (S2) antes de a chamada ser estabelecidaou durante a chamada em andamento.
As informações de restrição de transferência dedomínio podem incluir em detalhe informações associadas auma restrição de transferência de domínio, por exemplo, umaduração para restringir a transferência de domínio, um nívelda restrição, uma direção da restrição de transferência dedomínio, e similares. Uma descrição detalhada das informa-ções de restrição de transferência de domínio e as informa-ções associadas na mesma, de acordo com a presente invenção,será explicada em detalhe a seguir.
De acordo com uma modalidade preferida, o UE Ieva-rá em conta essas informações de restrição de transferênciade domínio antes de iniciar uma transferência de domínio pa-ra uma chamada em andamento (por exemplo, uma chamada de sa-ída em CS ou IMS). Por exemplo, o UE 100 analisa as informa-ções de restrição de transferência de domínio, e decide se atransferência de domínio para a chamada em andamento podeser iniciado considerando as informações de restrição detransferência de domínio analisadas (S5 e S6) . Somente comoexemplo, considere que as informações de restrição de trans-ferência de domínio indicam a duração (por exemplo, a trans-ferência de domínio será restrita a partir das 14:00 às16:00) e a direção da restrição de transferência de domínio(por exemplo, uma transferência de domínio através do domí-nio CS será restrita). Considere, também, que uma chamada emandamento do UE está sobre o domínio IMS. Sob essas assun-ções, a transferência de domínio para a chamada em andamentodo UE é restrita durante a duração de configuração, a partirdas 14:00 até 16:00, e adicionalmente a transferência de do-mínio a partir do domínio IMS para o domínio CS é restrita.Conseqüentemente, o UE leva em conta tais informações derestrição de transferência de domínio para decidir se deveou não iniciar a transferência de domínio para a chamada emandamento. Se as informações de restrição de transferênciade domínio permitirem a transferência de domínio, então o UEpode iniciar a transferência de domínio de sua chamada emandamento, ao passo que se as informações de restrição detransferência de domínio não permitirem (restringirem) atransferência de domínio, então o UE pode decidir não inici-ar a transferência de domínio de sua chamada em andamento.
Doravante, a mensagem que inclui as informações derestrição de transferência de domínio enviadas a partir darede (por exemplo, aplicação VCC) para o UE (por exemplo, naetapa S2) será explicada. De acordo com uma modalidade, asinformações de restrição de transferência de domínio podemser enviadas a partir da aplicação VCC para o UE como umamensagem. Essa mensagem incluindo as informações de restri-ção de transferência de domínio pode ser enviada pelo uso deum Open Mobile Alliance (OMA) CP/DM (gerenciamento de dispo-sitivo) ou qualquer outro protocolo, por exemplo. Essa men-sagem pode ser utilizada para upgrade as informações de res-trição de transferência de domínio.
De acordo com uma modalidade, as informações derestrição de transferência de domínio incluídas nessa mensa-gem contém informações associadas que incluem 1) informaçõesde indicação e/ou 2) informações de programa de rede. As in-formações de indicação e as informações de programa de rede,de acordo com uma modalidade da presente invenção, são dis-cutidas em mais detalhe como a seguir.
Informações de indicação são relacionadas a umarestrição de uma transferência de domínio, que inclui infor-mações associadas para a restrição de transferência de domí-nio. As informações de indicação incluem 1) faixa de infor-mações de aplicabilidade,e/ou 2) nivel de informações derestrição e/ou 3) direção de informações de aplicabilidade.
1) faixa de informações de aplicabilidade: essasinformações designam uma faixa para restringir uma transfe-rência de domínio para chamadas na rede (por exemplo, apli-cação VCC). A faixa de informações de aplicabilidade podeindicar uma ou mais das seguintes restrições em transferên-cia de domínio;
- restrição de transferência de domínio para umasessão/chamada específica (por exemplo, a rede não pode su-portar a transferência de domínio para uma chamada específi-ca de modo que a transferência de domínio é restrita (nãopermitida));
- restrição de transferência de domínio para umasessão/chamada em andamento (por exemplo, a rede não podesuportar a transferência de domínio para uma chamada em an-damento de modo que a transferência de domínio é restrita);
- restrição de transferência de domínio até novoregistro a partir de um domínio IMS e/ou um domínio CS;
- restrição de transferência de domínio até desli-gar UE (por exemplo, a transferência de domínio é restritaaté que a energia do UE seja desligada);
- restrição de transferência de domínio baseado emum período de tempo (por exemplo, a transferência de domínioé restrita durante um certo período de tempo); e/ou
- restrição de transferência de domínio até queuma proibição predefinida seja cancelada ou liberada (porexemplo, se a rede impor uma proibição de que nenhuma chama-da deva ser permitida em uma certa área e se o usuário sedeslocar para ou estiver naquela área, então a transferênciade domínio na chamada é restrita uma vez que a proibição é ainda importa).
2) Nível de informações de restrição: esse é umtipo de informação de diretriz para designar um nível derestrição com relação à restrição de transferência de domí-nio, cujos exemplos são como a seguir:
um primeiro nível (denominado *Não fará' (nãodeve) ) utilizado de modo que a rede (isto é, aplicação VCC)pode indicar para o UE não iniciar (executar) a transferên-cia de domínio (por exemplo, aqui, qualquer tentativa do UEem iniciar a transferência de domínio será rejeitada); ou
um segundo nível (denominado "não deve" (prefe-rivelmente não)) utilizado quando se pretende manter uma
chamada em andamento em um domínio específico (por exemplo,isso pode ser disponível quando o UE tenta iniciar umatransferência de domínio). Aqui, o UE pode considerar tantoas informações de restrição de transferência de domínio, co-mo informações de preferência de usuário que podem indicarinformações pertinentes a uma transferência de domínio. As-sim com base nas informações, o UE pode decidir se deve ini-ciar uma transferência de domínio. Alternativamente, o UEpode considerar somente a info. de restrição de transferên-cia de domínio para determinar se deve ou não iniciar umatransferência de domínio); ou
um terceiro nível (denominado "é permitido") u-tilizado para cancelar uma restrição anterior de transferên-cia de domínio (por exemplo, para indicar que uma transfe-rência de domínio pode ser iniciada após notificar os níveisde restrição acima). Aqui, o UE pode considerar tanto as in-formações de restrição de transferência de domínio, como in-formações de preferência de usuário que podem indicar infor-mações pertinentes a uma transferência de domínio. Assim combase em ambas as informações, o UE pode decidir se deve ini-ciar a transferência de domínio, alternativamente, o UE podeconsiderar somente as informações de restrição de transfe-rência de domínio.
Esses níveis (por exemplo, os primeiro a terceironíveis) podem ser representados por valores diferentes de umparâmetro para indicar os níveis da restrição de transferên-cia de domínio, utilizando parâmetros diferentes correspon-dendo a diferentes níveis, ou utilizando outros modos. Cadauma das restrições listadas acima, que pode ser indicada pe-la faixa de informações de aplicabilidade pode ter o primei-ro, segundo ou terceiro nível discutido acima.
3) Direção de informações de aplicabilidade: essassão informações para indicar que uma iniciação de transfe-rência de domínio é aplicável somente em uma certa direção.A direção de informações de aplicabilidade pode indicar umdos seguintes:
Inaplicável nas duas direções (por exemplo a par-tir de IMS para CS, e a partir de CS para IMS);
Inaplicável em um domínio IMS; ouInaplicável em um domínio CS.
Por exemplo, se a direção de informações de apli-cabilidade indicar "inaplicável em um domínio IMS", então atransferência de domínio para uma chamada em andamento é i-naplicável (não aplicável ou permitida) no domínio IMS.
As informações de programa de rede são informaçõespara indicar condições com relação à restrição de transfe-rência de domínio com base em programa de operador. A saber,são informações para indicar que uma rede indica a restriçãode transferência de domínio quando uma chamada corresponden-do a uma certa condição ou uma situação específica ocorrer apartir do UE. Os exemplos das informações de programa de re-de são como a seguir:
informações para indicar para não iniciar umatransferência de domínio ao fazer uma chamada de múltiplaspartes ou chamada de múltiplas sessões;
informações para indicar para não iniciar umatransferência de domínio quando um ID de célula é um ID es-pecífico;
informações para indiciar para não iniciar umatransferência de domínio no caso de um estado desligado deuma função em um lado de uma Rede de área local sem fio(WLAN);
informações para indicar para não iniciar umatransferência de domínio no caso de um certo serviço suple-mentar (por exemplo, manter a chamada, esperar a chamada,etc.); e/ou
informações para indicar para não iniciar umatransferência de domínio no caso de uma chamada de emergência.Como mencionado acima, as informações de restriçãode transferência de domínio (por exemplo, as informações deindicação e/ou informações de programa de rede) são enviadasa partir da aplicação VCC para o UE sendo incluídas em umamensagem, por exemplo, em um formato de parâmetro (ou ele-mento) . A aplicação VCC pode combinar uma ou mais informa-ções associadas para gerar as informações de restrição detransferência de domínio a serem enviadas para o UE. Por e-xemplo, se pretendido limitar sempre uma transferência dedomínio do UE em direção a um domínio IMS, a aplicação VCCenvia para o UE as informações de indicação correspondentesincluindo as mesmas na mensagem. Em outro exemplo, quando oUE não suporta uma transferência de domínio para chamadas emandamento (isto é, um tipo de informação de indicação) e não(ou não deve) inicia a transferência de domínio mesmo se umachamada de múltiplas partes for feita (isto é, um tipo deinformações de programa de rede), a aplicação VCC inclui asinformações de indicação correspondentes e informações deprograma de rede na mensagem a serem enviadas para o UE.
Doravante, construções e operações do UE 100 e a-plicação VCC 300, de acordo com uma modalidade da presenteinvenção, serão explicadas.
O UE 100, de acordo com a presente invenção, podecompreender uma construção de hardware básico para gerar eprocessar informações de restrição de transferência de domí-nio .
Por exemplo, como mostrado na figura 4, o UE 100,de acordo com uma modalidade da presente invenção, pode com-preender um receptor 43 para receber informações de restri-ção de transferência de domínio a partir da aplicação VCC300, um transmissor 41 para transmitir uma mensagem Ack emresposta às informações de restrição de transferência de do-mínio recebidas, uma memória ou unidade de armazenagem 42para armazenar as informações de restrição de transferênciade domínio recebidas e outras informações como programa deoperador, preferências de usuário, etc. e um meio de habili-tação VCC (controlador) 46 para analisar as informações derestrição de transferência de domínio, decidir se uma trans-ferência de domínio para uma chamada em andamento pode oudeve ser iniciada e então tentar a transferência de domínio,de acordo com a decisão. Aqui, o meio de habilitação VCC po-de ser um controlador como um tipo de unidade de controlepara analisar as informações de restrição de transferênciade domínio a fim de decidir se deve ou não iniciar a trans-ferência de domínio. O UE 100 pode incluir também outroscomponentes como uma unidade de interface Ut 47, uma unidadeDM 48, uma unidade de entrada 44, e uma unidade de exibição45. Todos os componentes do UE 100 são operativamente aco-plados.
Desse modo, a operação e função de cada componentedo UE que inclui características técnicas da presente inven-ção foram explicadas. Além disso, outros componentes básicosdo UE para receber um serviço VCC são óbvios para aquelesversados na técnica, e a discussão do mesmo é desse modo o-mitida.
A aplicação VCC 300, de acordo com uma modalidadeda presente invenção, pode compreender um gerador de mensa-gem para gerar uma mensagem incluindo informações de restri-ção de transferência de dominio em resposta a uma alteraçãoem um estado de rede ou programa de operador com relação àtransferência de dominio para a manutenção de rede, umtransmissor para transmitir a mensagem gerada para o UE, eum receptor para receber uma mensagem Ack enviada pelo UE emresposta à mensagem incluindo as informações de restrição detransferência de dominio. Aqui, o gerador de mensagem podeser um tipo de controlador porque gera a mensagem para finsde restringir a transferência de dominio.
A presente invenção foi explicada com referência amodalidades ilustradas nos desenhos, que, entretanto, sãoapenas exemplares. Será também evidente para aqueles versa-dos na técnica que várias modificações e variações podem serfeitas na presente invenção sem se afastar do espirito ouescopo da invenção. Desse modo, pretende-se que a presenteinvenção cubra modificações e variações da presente invençãocom a condição de que estejam compreendidas no escopo dasreivindicações apensas e seus equivalentes.
Como descrito acima, a presente invenção é eficazpara o UE reconhecer um estado de rede para transferência dedominio com base em informações de restrição de transferên-cia de domínio. Isto é, quando uma transferência de domíniopara uma chamada é restrita devido a uma alteração em pro-grama de operador ou por algum outro motivo/causa, uma redena VCC (isto é, aplicação VCC) pode enviar para o UE de VCCas informações de restrição de transferência de domínio, demodo que o UE pode estar ciente do estado de rede e/ou dasinformações de restrição de transferência de domínio.
Além disso, na presente invenção, a partir daperspectiva de UE (isto é, terminal) , uma vez que o UE podetentar iniciar a transferência de domínio levando em contaum estado de rede atual (com base nas informações de restri-ção de transferência de domínio) é eficaz para evitar tenta-tivas desnecessárias ou iniciações de transferência de domí-nio pelo UE de VCC.
Além disso, a presente invenção pode evitar consu-mo de sinalização e recursos de rádio devido a transferên-cias de domínio iniciadas de forma desnecessária, op que e-vita desperdício da bateria de UE e energia de CPU devido àsinalização desnecessária.

Claims (30)

1. Método para controlar uma operação de continui-dade de chamada de voz (VCC), CARACTERIZADO por compreender:receber, por um terminal, uma mensagem a partir deum servidor de rede, a mensagem incluindo informações derestrição de transferência de domínio;checar, pelo terminal, as informações de restriçãode transferência de domínio incluídas na mensagem recebida;determinar, pelo terminal, se deve ou não iniciaruma transferência de domínio com base pelo menos nas infor-mações de restrição de transferência de domínio; eseletivamente iniciar, pelo terminal, a transfe-rência de domínio com base no resultado de determinação.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO por compreender ainda:transmitir, pelo terminal, uma mensagem de respos-ta para o servidor de rede em resposta à mensagem recebida.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que na etapa de recepção, a men-sagem incluindo as informações de restrição de transferênciade domínio é recebida através de uma interface V3.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de seletivamente ini-ciar inicia a transferência de domínio para uma chamada se aetapa de determinação determina que as informações de res-trição de transferência de domínio não restringem a transfe^rência de domínio, e a etapa de seletivamente iniciar nãoinicia a transferência de domínio para a chamada se a etapade determinar determina que as informações de restrição detransferência de domínio limitam a transferência de dorrTnio.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que a chamada é uma chamada emandamento.
6. Método, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de recebimento é exe-cutada antes de estabelecer a chamada.
7. Método, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de recebimento é exe-cutada após estabelecer a chamada.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a mensagem recebida é umamensagem que inclui informações de programa de operador, eas informações de restrição de transferência de domínio sãoincluídas nas informações de programa de operador.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a mensagem recebida inclui asinformações de restrição de transferência de domínio sozi-nhas.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que as informações de restriçãode transferência de domínio incluem informações de indicaçãoe/ou informações de programa de rede.
11. Método, de acordo com a reivindicação 10,CARACTERIZADO pelo fato de que as informações de indicaçãoincluem pelo menos um dos que se seguem:alcance de informações de aplicabilidade;nível de informações de restrição; edireção de informações de aplicabilidade.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que a faixa de informações e a-plicabilidade inclui informações que indicam pelo menos umdos que se seguem:uma restrição de uma transferência de domínio parauma sessão ou chamada específica;uma restrição de uma transferência de domínio parauma sessão ou chamada em andamento;uma restrição de uma transferência de domínio atéum novo registro a partir de um domínio IMS e/ou um domínio CS;uma restrição de uma transferência de domínio atéque o terminal seja desligado;uma restrição de uma transferência de domínio combase em informações de tempo; euma restrição de uma transferência de domínio atéque uma proibição predefinida seja cancelada ou liberada.
13. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o nível de informações derestrição inclui informações que indicam que cada de uma oumais restrições tem um dos seguintes níveis de restrição;um primeiro nível indicando que uma restrição cor-respondente deve ser aplicada;um segundo nível indicando que uma restrição cor-respondente deve ser preferivelmente aplicada; eum terceiro nível indicando que uma restrição cor-respondente é cancelada.
14. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que a direção de informações deaplicabilidade inclui informações indicando que uma transfe-rência de domínio para uma chamada correspondente é:a) inaplicável a partir de um domínio IMS para umdomínio CS, ou a partir de um domínio CS para um domínio IMS;b) inaplicável em um domínio IMS; ouc) inaplicável em um domínio CS.
15. Método, de acordo com a reivindicação 10,CARACTERIZADO pelo fato de que as informações de programa derede incluem pelo menos um dos que se seguem:informações que indicam para não iniciar umatransferência de domínio ao fazer uma chamada de múltiplaspartes ou chamada de múltiplas sessões;informações que indicam para não iniciar umatransferência de domínio quando um ID de célula é um ID es-pecífico;informações que indicam para não iniciar umatransferência de domínio no caso de uma certa função de redeestá em um estado desligado;informações que indicam para não iniciar umatransferência de domínio no caso de um certo serviço suple-mentar; einformações que indicam para não iniciar umatransferência de domínio no caso de uma chamada de emergência.
16. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o servidor de rede é um ser-vidor de aplicação VCC.
17. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de determinação de-termina se deve ou não iniciar a transferência de domíniocom base nas informações de restrição de transferência dedomínio e informações de preferência de usuário.
18. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO por compreender ainda:armazenar as informações de restrição de transfe-rência de domínio no terminal.
19. Terminal para controlar uma operação de conti-nuidade de chamada de voz (VCC), CARACTERIZADO por compreen-der:um receptor para receber uma mensagem a partir deum servidor de rede, a mensagem incluindo informações derestrição de transferência de domínio; eum controlador para checar as informações de res-trição de transferência de domínio incluídas na mensagem re-cebida, para determinar se deve ou não iniciar uma transfe-rência de domínio baseada pelo menos nas informações de res-trição de transferência de domínio, e seletivamente iniciara transferência de domínio com base no resultado de determi-nação.
20. Terminal, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO pelo fato de que o controlador determina sedeve ou não iniciar a transferência de domínio com base nasinformações de restrição de transferência de domínio e in-formações de preferência de usuário.
21. Terminal, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO por compreender ainda:uma unidade de armazenagem para armazenar as in-formações de restrição de transferência de domínio.
22. Terminal, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO por compreender ainda:um transmissor para transmitir uma mensagem deresposta para o servidor de rede em resposta à mensagem re-cebida.
23. Terminal, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO pelo fato de que o receptor recebe a mensagemincluindo as informações de restrição de transferência dedomínio através de uma interface V3.
24. Terminal, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO pelo fato de que o controlador inicia a trans-ferência de domínio para uma chamada se for determinado queas informações de restrição de transferência de domínio nãorestringem a transferência de domínio, e não inicia a trans-ferência de domínio para a chamada se for determinado que asinformações de restrição de transferência de domínio res-tringem a transferência de domínio.
25. Terminal, de acordo com a reivindicação 24,CARACTERIZADO pelo fato de que a chamada é uma chamada emandamento.
26. Terminal, de acordo com a reivindicação 24,CARACTERIZADO pelo fato de que o receptor recebe a mensagemantes da chamada ser estabelecida.
27. Terminal, de acordo com a reivindicação 24,CARACTERIZADO pelo fato de que o receptor recebe a mensagemapós a chamada ser estabelecida.
28. Terminal, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO pelo fato de que a mensagem recebida é umamensagem que inclui informações de programa de operador, eas informações de restrição de transferência de domínio sãoincluídas nas informações de programa de operador.
29. Terminal, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO pelo fato de que a mensagem recebida inclui asinformações de restrição de transferência de domínio sozinhas.
30. Terminal, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO pelo fato de que as informações de restriçãode transferência de domínio incluem informações de indicaçãoe/ou informações de programa de rede.
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