BRPI0706787A2 - suspensão da roda para um veìculo automotor - Google Patents

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BRPI0706787A2
BRPI0706787A2 BRPI0706787-9A BRPI0706787A BRPI0706787A2 BR PI0706787 A2 BRPI0706787 A2 BR PI0706787A2 BR PI0706787 A BRPI0706787 A BR PI0706787A BR PI0706787 A2 BRPI0706787 A2 BR PI0706787A2
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BR
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wheel suspension
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vehicle body
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BRPI0706787-9A
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Felix Haeusler
Metin Ersoy
Martin Taboada
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Zf Friedrichsafen Ag
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Abstract

SUSPENSãO DA RODA PARA UM VEICULO AUTOMOTOR A presente invenção refere-se a uma suspensão da roda para um veículo automotor, com uma roda do veículo (1), que está fixada em um suporte da roda (2), sendo que, o suporte da roda (2) está ligado com o corpo do veículo (5) através de uma primeira guia (3) e de uma segunda guia (4), que estão dispostas distanciadas uma da outra, no suporte da roda (2) e que passam em uma disposição se cruzando entre si. A invenção é caracte- rizada pelo fato de que, a suspensão da roda apresenta uma guia rotativa (6) ligada de modo articulado com o corpo do veículo (5), que está ligado com a extremidade no lado do corpo do veículo da primeira guia (3) e através de, pelo menos, um membro de acoplamento (10, lOa, lOb, lOc) está ligado com o suporte da roda (2) e/ou com a extremidade no lado do suporte da roda da segunda guia (4).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SUSPEN-SÃO DA RODA PARA UM VEÍCULO AUTOMOTOR".
Descrição
A presente refere-se a invenção se refere a uma suspensão daroda para um veículo automotor, de acordo com o preâmbulo da reivindica-ção de patente 1.
Ao chassi de modernos veículos automotores são apresenta-das, de modo crescente, exigências mais altas. Assim, as acelerações maio-res e as velocidades de pico e de curvas maiores também trazem consigoexigências de segurança mais altas, sendo que, as reivindicações de confor-to também crescentes, do mesmo modo, precisam ser levadas em conta.
Por causa de sua demanda de espaço relativamente menor, dopouco peso e da influência raramente existente das rodas do veículo entresi, as suspensões da roda individuais em veículos automotores conseguiramse impor de forma reforçada. Em particular, o pouco peso e a influência inte-rativa desprezível das rodas do veículo entre si, para a aderência ao solo ena passagem de curvas com a pista irregular representam propriedadesvantajosas decisivas das suspensões da roda individuais.
O exemplo em um tombamento das rodas do veículo ocorridoem uma passagem de curva representa um papel importante para a estabi-lidade de marcha e também para a vida útil dos pneus. A roda do veículoexterna à curva apresenta sempre um tombamento positivo. No caso de ci-nemáticas do eixo conhecidas é experimentado reagir ao tombamento posi-tivo da roda do veículo externa à curva, por meio de um movimento direcio-nado ao contrário, pelo que durante o molejo a roda do veículo é levada nadireção de um tombamento negativo. Uma possibilidade de obter isso, porexemplo, em uma suspensão da roda de guia transversal dupla consiste emexecutar a guia transversal superior mais curta que a guia transversal inferi-or. Se uma disposição paralela dos planos da guia transversal for favoreci-da, então a força transversal que atua para dentro produz forças de pressãona guia transversal inferior, e forças de tração na guia transversal superior.Esse par de forças, todavia, leva ao fato de que, no corpo do veículo surgeum momento, que reforça ainda adicionalmente a inclinação do corpo (ba-lanço) produzida pela força centrífuga em uma curva.
À tendência da suspensão da roda individual, em particular, dereforçar o balanço do veículo é reagido por meio do emprego de um estabili-zador, que acopla entre si as outras rodas do veículo que ficam opostasuma à outra, contudo, elimina novamente as vantagens da suspensão daroda individual, pelo menos, parcialmente.
Uma suspensão da roda precisa estar na situação de conduziro veículo automotor de modo otimizado, isto é, de mantê-lo em sua pista eno caso de frenagem e partida, bem como, em curvas ou devido a irregula-ridades da pista não transmitir forças e momentos, ou só transmitir em formamuito reduzida ao corpo do veículo, a fim de reduzir ou evitar um balanço ouuma inclinação do corpo do veículo.
Para a redução da tendência de balanço de um veículo é co-nhecido prever guias transversais em uma disposição que se cruza. Assim,na patente US 6.173.978 B1 tem origem uma suspensão da roda para umveículo automotor com uma roda do veículo, que está fixada em um suporteda roda. Nessa execução o suporte da roda está ligado com o corpo do veí-culo através de, pelo menos, duas guias dispostas, distanciadas uma daoutra, no suporte da roda e que passam em uma disposição se cruzandoentre si. O cruzamento das guias no espaço pode ser ilustrado por uma pro-jeção das guias sobre um plano comum, uma vez que o cruzamento nãosignifica que, as guias estão ligadas entre si no ponto de cruzamento.
Uma suspensão da roda desse tipo tem a desvantagem que, seforma um raio de polo momentâneo relativamente curto. A alteração de tom-bamento e, com isso, também a alteração de largura da pista das rodas nocaso de contração e descontração das mesmas é muito grande. Além disso,através de uma solução desse tipo resultam problemas consideráveis nasaída em linha reta do veículo sobre trecho irregular, porque neste caso,precisam ser tomadas precauções com respeito à segurança de viagem eao conforto. Além disso, pode ser constatado que, no caso de uma disposi-ção cruzada das guias transversais de acordo com a patente US 6.173.978Β1, em uma passagem de curva é provocado um componente de força queleva ao fato de que, a suspensão da roda se levanta por completo da pista.Tais faltas de segurança graves se instalam, em particular, no caso de mo-vimentos de guia repentinos e de velocidades mais altas, e naturalmentenão podem ser aceitas.
À invenção cabe a tarefa da presente invenção de criar umasuspensão da roda para um veículo automotor, que apresente as vantagensde guias que se cruzam, todavia, que evite as desvantagens de uma dispo-sição de guia desse tipo e, em particular, que leve a pequenas alterações detombamento e a uma tendência de balanço reduzida do corpo do veículodurante o molejo de uma roda do veículo.
A apresentação da tarefa é solucionada com as característicasda reivindicação de patente 1. Outras execuções estão reproduzidas nasreivindicações subordinadas a seguir.
Para a solução da apresentação da tarefa mencionada no início,de acordo com a invenção é sugerido aperfeiçoar uma suspensão da rodapara um veículo automotor com uma roda do veículo, que está fixada em umsuporte da roda, sendo que, o suporte da roda está ligado com o corpo doveículo através de, pelo menos, duas guias, que estão dispostas distancia-das uma da outra, no suporte da roda, e que passam em uma disposição secruzando entre si, de tal modo que a suspensão da roda apresente umaguia rotativa, que por meio de, pelo menos, um membro de ácoplamentoforme uma ligação entre a extremidade no lado do corpo do veículo da pri-meira guia e o suporte da roda e/ou a extremidade no lado do suporte daroda da segunda guia.
Neste caso, por meio de uma força transversal que atua sobre aroda do veículo é produzido um correspondente de molejo, que aumenta asegurança de viagem, porque ele reage contra o levantamento da roda doveículo da pista.
As guias se cruzando, neste caso, apresentam uma disposiçãono espaço, que projetada sobre um plano comum, de uma direção de vistaperpendicular a esse plano, mostra um trajeto se cruzando.Com uma solução de acordo com a invenção os movimentos debalanço do corpo do veículo são eliminados durante uma viagem de curva,pelo menos, contudo são reduzidos de modo bem considerável. As desvan-tagens conhecidas e já mencionadas no início em suspensões da roda comguias cruzadas como perdas com respeito à segurança de viagem e ao con-forto são evitadas com a invenção. É disponibilizada uma suspensão da ro-da que leva a uma regulagem do ponto de cinemática passiva do ponto deligação no lado do corpo do veículo de uma das guias da suspensão da ro-da. De acordo com ela o ponto de ligação no lado do corpo do veículo daprimeira guia da suspensão da roda não é fixado diretamente no corpo doveículo, portanto, por exemplo, no chassi auxiliar ou no chassi, mas em umaguia rotativa, que por sua vez, produz uma ligação com o suporte da roda,através de um membro de acoplamento.
Uma vantagem bem essencial da presente invenção consiste,em particular, no fato de que, ao lado da redução da tendência de balançodo corpo do veículo, pode ser totalmente abolido o estabilizador, que nor-malmente é necessário em suspensões da roda individuais, para a ligaçãodos dois lados da roda que ficam opostos um ao outro, a fim de obter, porexemplo, a estabilização mencionada no início do corpo do veículo em pas-sagens de curva. Com isso, pode ser economizado um componente de altocusto, o que reduz, no total, os custos de fabricação de uma suspensão daroda de acordo com a invenção. Com a supressão do estabilizador necessá-rio em suspensões da roda individuais tradicionais, naturalmente tambémresultam economias de peso consideráveis para o veículo automotor com asvantagens resultantes disso.
Por meio da redução ou da evitação do tombamento das rodasdo veículo resulta um risco reduzido decisivo em situações de viagem ex-tremas. Além disso, podem ser evitadas as influências perturbadoras, quepodem surgir devido às alterações de tombamento e de largura da pista du-rante a saída em linha reta sobre estradas irregulares. A superfície de conta-to entre os pneus do veículo e a pista é otimizada em uma execução dessetipo. Por sua vez, isso leva a um atrito de aderência melhorado e, com isso,a um aumento da segurança de viagem ao todo do veículo.
De acordo com uma variante de execução muito simples da in-venção, no caso da guia rotativa pode se tratar de uma guia triangular, queapresenta três pontos de ligação. Por meio do emprego de uma guia trian-guiar desse tipo é evitado um sistema mecânico dispendioso para a ligaçãodas guias. Como membro de acoplamento pode ser empregado um apoiodo pêndulo.
Um outro aperfeiçoamento muito vantajoso da invenção podeser visto no fato de que, são empregados vários membros de acoplamento,que juntos formam uma barra de desvio. Com uma execução desse tipo, asalterações de tombamento na roda do veículo podem ser eliminadas quasecompletamente. Com isso, a roda do veículo tem em qualquer tempo e tam-bém em situações extremas um contato otimizado com a superfície da pista,e com isso, aumenta a segurança do veículo no total.
Uma vez que, os membros de acoplamento individuais da barrade desvio precisam ser ligados entre si móveis, é de grande vantagem se,neste caso, forem empregadas articulações apropriadas, Neste caso, noestado da técnica está à disposição uma seleção suficiente de articulações.Só a título de exemplo devem ser mencionadas nesse ponto articulaçõesrotativas como, por exemplo, articulações de bucha esférica, mancais dedeslizamento rotativos, molas de borracha de bucha, ou outros mancais deelastômero. As articulações mencionadas apresentam, respectivamente, umgrau de liberdade ou dois graus de liberdade.
Do mesmo modo, como nas barras de desvio, são previstas Ii-gações articuladas, é apropriado se também a guia rotativa estiver ligadacom o corpo do veículo de modo articulado. Isto se aplica também para asegunda guia, que deveria ser ligada com o corpo do veículo através deuma articulação no lado do corpo do veículo.
Como guias para uma suspensão da roda, de uma solução deacordo com a invenção, podem ser empregadas, de modo vantajoso, guiastransversais em forma de construção tradicional. A suspensão da roda apre-sentada representa uma suspensão da roda individual, que é executada naforma de construção de várias guias.
A seguir a invenção será esclarecida, em detalhes, com auxíliodos desenhos anexos. Os exemplos de execução mostrados não represen-tam nenhuma restrição às variantes representadas, mas servem simples-mente para o esclarecimento de alguns princípios das suspensões da rodade acordo com a invenção. Neste caso, os componentes iguais ou do mes-mo tipo estão designados com os mesmos números de referência. A fim depoder ilustrar a forma de funcionamento de acordo com a invenção, nas fi-guras são mostradas apenas as representações básicas bastante simplifi-cadas, nas quais foram abolidos os componentes como molas, amortecedo-res e outros componentes da suspensão da roda não essenciais para a in-venção. Isso não significa, todavia, que os componentes desse tipo não e-xistem em uma suspensão da roda de acordo com a invenção.
São mostradas:
Figura 1: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda não desviada, na qual a extremidade no lado do suporte da ro-da do membro de acoplamento e a extremidade no lado do suporte da rodada segunda guia são articuladas sobre um eixo comum.
Figura 2: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda de acordo com a figura 1 durante uma passagem de curva.
Figura 3: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda não desviada, com uma disposição da guia rotativa alterada emrelação à forma de execução nas figuras 1 e 2.
Figura 4: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda não desviada, na qual a extremidade no lado do suporte da ro-da do membro de acoplamento e a extremidade no lado do suporte da rodada segunda guia são articuladas sobre eixos diferentes.
Figura 5: uma representação de uma suspensão da rodade acordo com a figura 4 durante uma passagem de curva.
Figura 6: uma representação simplificada de uma suspensão daroda não desviada, com uma disposição da guia rotativa alterada em rela-ção à execução nas figuras 4 e 5.Figura 7: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda não desviada, na qual a extremidade no lado do suporte da ro-da da segunda guia está ligada com o membro de acoplamento, e a extre-midade no lado do suporte da roda do membro de acoplamento, bem como,a extremidade no lado do suporte da roda da segunda guia são articuladassobre eixos diferentes.
Figura 8: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda não desviada, com uma disposição da guia rotativa alterada emrelação à execução na figura 7.
Figura 9: uma suspensão da roda com uma barra de desvio nasaída reta, na qual a extremidade no lado do suporte da roda do membro deacoplamento e a extremidade no lado do suporte da roda da segunda guiasão articuladas sobre um eixo comum.
Figura 10: uma suspensão da roda de acordo com a figura 9com uma barra de desvio durante uma passagem de curva.
Figura 11: uma representação simplificada de uma suspensãoda roda não desviada, com uma barra de desvio, com uma disposição daguia rotativa alterada em relação à execução nas figuras 9 e 10.
Figura 12: uma suspensão da roda com uma barra de desvio nasaída em linha reta, na qual a extremidade no lado do suporte da roda deum membro de acoplamento e a extremidade no lado do suporte da roda dasegunda guia são articuladas sobre diferentes eixos.
Figura 13: uma suspensão da roda de acordo com a figura12, com uma barra de desvio durante uma passagem de curva.
Figura 14: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda não desviada, com uma barra de desvio com uma disposiçãoda guia rotativa alterada em relação à forma de execução na figura 13.
Figura 15: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda não desviada, com uma barra de desvio, na qual a extremidadeno lado do suporte da roda da segunda guia está ligada com um membro deacoplamento, e a extremidade no lado do suporte da roda do membro deacoplamento, bem como, a extremidade no lado do suporte da roda da se-gunda guia são articuladas sobre diferentes eixos.
Figura 16: uma representação simplificada de uma suspen-são da roda não desviada, com uma barra de desvio, com uma disposiçãoda guia rotativa alterada em relação à forma de execução na figura 15.
Nesse ponto deve ser antecipado que, se a seguir for falado deuma ligação de componentes no corpo do veículo 5, a fixação no corpo doveículo pode ocorrer tanto diretamente como também indiretamente, sendoque, como uma fixação indireta deve ser entendida a colocação, por exem-plo, em um chassi auxiliar.
Na figura 1, observada na direção longitudinal do veículo, émostrada uma suspensão da roda para um veículo automotor de acordocom uma primeira variante de execução em representação simplificada. Es-sa suspensão da roda apresenta uma roda do veículo 1, que está fixada emum suporte da roda 2. A roda do veículo 1 se encontra em uma posição nãodesviada, como a que poderia ocorrer, por exemplo, em uma saída em linhareta do veículo. Entre o suporte da roda 2 e o corpo do veículo 5 passamduas guias 3 e 4 em uma disposição se cruzando. Uma vez que na repre-sentação da suspensão da roda individual mostrada aqui se trata de umadisposição espacial das guias, a disposição das guias se cruzando é maisexplícita quando as guias são projetadas sobre um plano comum imaginado.
As guias 3 e 4 são ligadas com o suporte da roda 2, respectivamente, atra-vés das articulações 11 e 15. Através de uma guia rotativa 6 e de um mem-bro de acoplamento 10 é criado um acoplamento entre as guias 3 e 4. Aguia rotativa 6 no presente caso é uma guia triangular equipada com trêspontos de ligação 7, 8, 9. Os pontos de ligação 7, 8, 9 são executados comoarticulação, sendo que, a primeira guia 3, partindo de sua articulação 15 e-xistente na parte superior do suporte da roda 2 passa para a articulação 8da guia rotativa 6. Através da articulação 7 a guia triangular 6 está apoiadamóvel no corpo do veículo 5.
A terceira articulação 9 da guia triangular 6 é ligada através deum membro de acoplamento 10 com a extremidade da guia 4 no lado dosuporte da roda e com o suporte da roda 2. Nesse ponto de ligação entre omembro de acoplamento 10 e a guia 4 existe, pelo menos, uma articulação11, sendo que, a fixação do membro de acoplamento 10 e da segunda guia4 também pode ocorrer por meio de duas articulações 11 (e 11' (não repre-sentada)) colocadas sobre um eixo comum. A extremidade da guia 4 no ladodo corpo do veículo é fixada por meio de uma articulação 12 no corpo doveículo 5.
O membro de acoplamento 10 na representação está alinhadoem uma posição não dobrada, aproximadamente perpendicular. Através doângulo indicado na figura 1 é ilustrada uma área de montagem do membrode acoplamento 10, que também ainda pode ser considerada como aproxi-madamente perpendicular no sentido da invenção, e pode ter, por exemplo,± 30°.
Com isso, por meio de um membro de acoplamento 10 a guiatriangular 6 cria uma ligação entre a extremidade da primeira guia 3 no ladodo corpo do veículo e a extremidade da segunda guia 4 no lado do suporteda roda ou com o suporte da roda 2.
Os componentes na representação da figura 2 correspondem demodo idêntico aqueles da figura 1 descritos anteriormente. Em contrastecom a figura 1, na figura 2, contudo, é vista uma posição desviada da rodado veículo 1 de uma suspensão da roda, como a que resulta, por exemplo,durante a passagem de uma curva. Pode ser reconhecido que, a roda doveículo 1 não se levanta do solo. Esse efeito da evitação do tombamentorepresenta um aumento considerável do conforto e da segurança do veículo.Além disso, da figura 2 é visível como os movimentos das guias 3, 4 e daguia triangular 6 decorrem em uma marcha de curva. Assim, na figura 2 éilustrado pela seta A o movimento do ponto de articulação 8 entre a guiatriangular 6 e a primeira guia transversal 3, e pela seta Β, o movimento doponto de articulação 11 da segunda guia 4. A extremidade da guia 3 no ladodo corpo do veículo com o ponto de articulação 8 se desloca para fora nadireção da seta A, isto é, na direção da roda do veículo 1, enquanto que aextremidade 11 da guia 4 no lado do suporte da roda efetua um movimentopara cima, na direção da seta B mostrada na figura 2. Com isso, é produzidoum tombamento consideravelmente menor do que como era no caso dasexecuções conhecidas até o momento, de suspensões da roda individuais.
A figura 3 mostra uma representação simplificada de uma sus-pensão da roda não desviada, com uma disposição da guia rotativa 6 alte-rada em relação à forma de execução nas figuras 1 e 2. No caso dessa va-riante de construção de uma suspensão da roda, a parte no lado do suporteda roda da primeira guia 3 é fixada móvel no suporte da roda 2 através daarticulação 11, enquanto que a extremidade da segunda guia 4 no lado dosuporte da roda está articulada na articulação 15 no suporte da roda 2. En-tre a articulação 11 e o ponto de ligação 9 da guia rotativa 6 encontra-se ummembro de acoplamento 10, que é executado no caso em questão comoapoio de pêndulo. A guia rotativa 6 conformada como guia triangular é liga-da com o corpo do veículo 5 através da articulação 7, e com a extremidadeda primeira guia 3 no lado do corpo do veículo através da articulação 8. Aextremidade da segunda guia 4 no lado do corpo do veículo na articulação12 dispõe de uma ligação no corpo do veículo 5.
Enquanto que no caso da variante representada na figura 1 deuma suspensão da roda, a ligação do membro de acoplamento 10 e da ex-tremidade da segunda guia 4 no lado do suporte da roda ocorre sobre umeixo comum, que passa através do ponto de articulação 11, a suspensão daroda, à parte disso, de construção igual na figura 4 representa uma execu-ção, na qual o membro de acoplamento 10 é ligado com o suporte da roda 2através de uma outra articulação 13, e a extremidade da segunda guia 4 nolado do suporte da roda é ligada com o suporte da roda 2 através de umaarticulação 11.0 membro de acoplamento 10 e a extremidade da guia 4 nolado do suporte da roda, neste caso, não estão dispostos sobre um eixocomum. O membro de acoplamento 10 na representação está alinhado a -proximadamente perpendicular em uma posição não dobrada. Através doângulo indicado na figura 4 é ilustrada uma área de montagem do membrode acoplamento 10, que também ainda pode ser considerada como aproxi-madamente perpendicular no sentido da invenção, e pode ter, por exemplo,± 30°.A figura 5 mostra uma suspensão da roda desviada de acordocom a variante de execução da figura 4. Através da seta A é ilustrado nela omovimento do ponto de articulação 8 e através da seta B1 a direção de mo-vimento do ponto de articulação 11.
Na figura 6 é mostrada uma representação simplificada de umasuspensão da roda não desviada, com uma disposição da guia rotativa 6alterada em relação à execução nas figuras 4 e 5. Neste caso, a parte nolado do suporte da roda da primeira guia 3 é fixada móvel no suporte da ro-da 2 através da articulação 11, enquanto que a extremidade da segundaguia 4 no lado do suporte da roda está articulada na articulação 15 no su-porte da roda 2. Entre uma articulação 13 do suporte da roda 2 e o ponto deligação 9 da guia rotativa 6 encontra-se um membro de acoplamento 10,que é executado no caso em questão como apoio do pêndulo. A guia rotati-va 6 conformada como guia triangular é ligada com o corpo do veículo 5 a-través da articulação 7, e com a extremidade da primeira guia 3 no lado docorpo do veículo através da articulação 8. A extremidade da segunda guia 4no lado do corpo do veículo na articulação 12 dispõe de uma ligação no cor-po do veículo 5. A extremidade da primeira guia 3 no lado da roda do veículoe a extremidade no lado do suporte da roda do membro de acoplamento 10nessa variante estão ligadas com as articulações 11 e 13 coordenadas so-bre eixos diferentes.
Com a figura 7 é dado um outro exemplo para uma variante dainvenção que pode ser executada com auxílio de uma representação simpli-ficada de uma suspensão da roda não desviada, na qual a extremidade nolado do suporte da roda da segunda guia 4 está ligada com o membro deacoplamento 10, e a extremidade no lado do suporte da roda do membro deacoplamento 10, bem como, a extremidade no lado do suporte da roda dásegunda guia 4 são articuladas sobre eixos diferentes. Esses eixos passam,como já foi descrito anteriormente, através das articulações 11 e 13.
A figura 8 mostra, por sua vez, uma suspensão da roda monta-da, em princípio, igual em relação à figura 7. Na variação em relação à figu-ra 7, nessa suspensão da roda não desviada é dada uma disposição da guiarotativa 6 alterada em relação ao corpo do veículo 5.
Na figura 9 está representada uma suspensão da roda nãodesviada, e na figura 10 uma suspensão da roda desviada de uma variantede execução especial da invenção. Por sua vez, a suspensão da roda nafigura 9 dispõe de uma roda do veículo 1, que é segura por meio de um su-porte da roda 2. No suporte da roda 2 estão colocadas uma primeira guia 3e uma segunda guia 4 em uma disposição se cruzando. A extremidade daguia 4 no lado do corpo do veículo está fixada móvel no corpo do veículo 5através de uma articulação 12. A extremidade da guia 3 no lado do corpo doveículo apresenta uma ligação com a guia rotativa 6 executada como guiatriangular. Esse ponto de ligação 8 entre a guia 3 e a guia triangular 6 é exe-cutado como articulação. Por meio da articulação 7 a guia triangular 6 é fi-xada no corpo do veículo 5. No ponto de ligação 9 da guia triangular 6, narepresentação da figura 9 está colocado não apenas um membro de aco-plamento individual, como o que foi descrito anteriormente. No caso emquestão são empregados vários membros de acoplamento 10a, 10b, 10c,que formam, em conjunto, uma barra de desvio. Essa barra de desvio éconstituída de três elementos individuais, eles são os membros de acopla-mento 10a, 10b e 10c, sendo que, os membros de acoplamento 10a, 10b,10c são ligados entre si articuladamente. O membro de acoplamento 10bcentral está colocado no corpo do veículo 5 através de uma ligação de arti-culação 14.
Durante a observação da figura 10 salta aos olhos o fato deque, também no caso de uma marcha de curva na roda do veículo 1 nãodeve ser registrado nenhum tombamento.
A figura 10 mostra, por exemplo, uma variante "desviada" deuma roda do veículo, como ele poderia se formar, por exemplo, durante umapassagem de curva. A roda do veículo tem uma aderência ao solo completae não se levanta dele. Como, além disso, é evidente da figura 10, a articula-ção 9 da guia triangular 6 se desloca na direção aproximadamente vertical,em virtude de uma rotação da guia triangular 6 em torno da articulação 7, detal modo que o membro de acoplamento 10b é girado em torno da articula-ção 14, e com isso, o membro de acoplamento 10c é desviado em uma di-reção contrária. Portanto, na representação da figura 10, o membro de aco-plamento 10c se movimenta para cima. Por meio da ligação do membro deacoplamento 10c na extremidade 11 da guia 4 no lado do suporte da rodaou no suporte da roda 2, a posição inclinada (tombamento) que se formanormalmente durante a passagem de uma curva na roda do veículo 1, écompensada completamente.
A figura 11 apresenta uma representação simplificada de umasuspensão da roda não desviada, com uma barra de desvio, com uma dis-posição da guia rotativa 6 alterada em relação à execução nas figuras 9 e10.
A suspensão da roda mostrada na figura 12, da mesma forma,está representada com uma barra de desvio e com saída em linha reta. Aextremidade no lado do suporte da roda do membro de acoplamento 10c e aextremidade no lado do suporte da roda da segunda guia 4 são articuladassobre diferentes eixos. Os eixos passam através das articulações 11 e 13. Afigura 12 deve ser vista como solução alternativa para a suspensão da rodada figura 9, à parte disso, de construção igual. Neste caso, o membro deacoplamento 10c apresenta na articulação 13 uma ligação para o suporte daroda 2, enquanto que a extremidade no lado do suporte da roda da segundaguia 4 está acoplada na articulação 11 com o suporte da roda 2. O membrode acoplamento 10c é montado, aproximadamente perpendicular. Um ângu-lo de ± 30°, contudo, é permitido como tolerância de desvio.
Na figura 13 está ilustrada uma suspensão da roda de acordocom a figura 12, com uma barra de desvio durante uma passagem de curva.Também no caso dessa variante, não deve mais ser registrado nenhumtombamento da roda do veículo 1.
Da figura 14 se depreende uma representação simplificada deuma suspensão da roda não desviada, com uma barra de desvio com umadisposição da guia rotativa 6 alterada em relação à forma de execução nafigura 13.
A figura 15 mostra uma suspensão da roda não desviada, comuma barra de desvio, na qual a extremidade no lado do suporte da roda dasegunda guia 4 está ligada com um membro de acoplamento 10c, e a ex-tremidade no lado do suporte da roda do membro de acoplamento 10c, bemcomo, a extremidade no lado do suporte da roda da segunda guia 4 são ar-ticuladas sobre diferentes eixos, que passam através das articulações 11 e 13.
A figura 16 mostra uma representação simplificada de uma sus-pensão da roda não desviada, com uma barra de desvio, com uma disposi-ção da guia rotativa 6 alterada em relação à forma de execução na figura 15.
Listagem de referência
1 roda do veículo
2 suporte da roda
3 guia
4 guia
5 corpo do veículo
6 guia rotativa (guia triangular)
7 ponto de ligação (articulação)
8 ponto de ligação (articulação)
9 ponto de ligação (articulação)
10, 10a, 10b, 10c membro de acoplamento
11 ponto de ligação (articulação)
12 ponto de ligação (articulação)
13 ponto de ligação (articulação)
14 ponto de ligação (articulação)
15 ponto de ligação (articulação)

Claims (13)

1. Suspensão da roda para um veículo automotor, com uma ro-da do veículo (1), que está fixada em um suporte da roda (2), sendo que, osuporte da roda (2) está ligado com o corpo do veículo (5) através de umaprimeira guia (3) e de uma segunda guia (4), que estão dispostas, distancia-das uma da outra, no suporte da roda (2) e que passam em uma disposiçãose cruzando entre si, caracterizada pelo fato de que, a suspensão da rodaapresenta, pelo menos, uma guia rotativa (6) ligada de modo articulado como corpo do veículo (5), que:- está ligado com a extremidade no lado do corpo do veículo daprimeira guia (3) e- através de, pelo menos, um membro de acoplamento (10, 10a,- 10b, 10c) está ligado com o suporte da roda (2) e/ou com a extremidade dasegunda guia (4) no lado do suporte da roda.
2. Suspensão da roda de acordo com a reivindicação 1, caracte-rizada pelo fato de que, a guia rotativa (6) é uma guia triangular que apre-senta três pontos de ligação (7, 8, 9).
3. Suspensão da roda de acordo com a reivindicação 1 ou 2, ca-racterizada pelo fato de que, pelo menos, um membro de acoplamento é umapoio do pêndulo (10).
4. Suspensão da roda de acordo com a reivindicação 1 ou 2, ca-racterizada pelo fato de que, vários membros de acoplamento (10a, 10b,- 10c) formam uma barra de desvio.
5. Suspensão da roda de acordo com a reivindicação 4, caracte-rizada pelo fato de que, pelo menos, um elemento (10b) da barra de desvioapresenta uma articulação (14) para a ligação com o corpo do veículo (5).
6. Suspensão da roda de acordo com a reivindicação 4 ou 5, ca-racterizada pelo fato de que, os membros de acoplamento (10a, 10b, 10c)da barra de desvio estão ligados entre si, respectivamente, de modo articu-lado.
7. Suspensão da roda de acordo com uma das reivindicaçõesmencionadas anteriormente, caracterizada pelo fato de que, a guia rotativa(6) apresenta uma articulação (7) para a ligação com o corpo do veículo (5).
8. Suspensão da roda de acordo com uma das reivindicaçõesmencionadas anteriormente, caracterizada pelo fato de que, a segunda guia(4) no lado do corpo do veículo apresenta uma articulação (12) para a Iiga-ção no corpo do veículo (5).
9. Suspensão da roda de acordo com uma das reivindicaçõesmencionadas anteriormente, caracterizada pelo fato de que, as guias (3, 4)são guias transversais.
10. Suspensão da roda de acordo com uma das reivindicaçõesmencionadas anteriormente, caracterizada pelo fato de que, as guias sãoguias rotativas ou mancais de elastômero.
11. Suspensão da roda de acordo com uma das reivindicaçõesmencionadas anteriormente, caracterizada pelo fato de que, pelo menos, omembro de acoplamento (10, 10c) no lado do suporte da roda está alinhadoaproximadamente perpendicular em sua posição neutra, isto é, que o ângulode incidência é de, no máximo, ± 30° em relação à perpendicular.
12. Suspensão da roda de acordo com uma das reivindicaçõesmencionadas anteriormente, caracterizada pelo fato de que, a suspensão daroda é componente de um eixo de várias guias.
13. Suspensão da roda de acordo com uma das reivindicaçõesmencionadas anteriormente, caracterizada pelo fato de que, a suspensão daroda é uma suspensão da roda individual.
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