BRPI0706845A2 - método e sistemas de fornecimento de operação eficiente de múltiplos modos em sistema wlan - Google Patents

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Abstract

Métodos e sistemas de fornecimento de operação eficiente de múltiplos modos em sistema WLAN. Método e sistema aplicam proteção de oportunidade de transmissão (TXOP) de MAC para operação em múltiplos modos em sistema WLAN. Particularmente, mecanismos de MAC são definidos para sustentar quadros de CTS em múltiplos modos e quadros de Final CF em múltiplos modos enviados pelo AP, cada qual em formato apropriado para o modo correspondente que também se aplica a um único modo como caso trivial. Mecanismos de MAC permitem a truncagem da duração de TXOP para liberar a parte não utilizada do TXOP quando nenhum dado adicional para transmissão for disponível. A liberação de TXOP protegido não utilizado é possível para transmissões de AP e transmissões de STA protegidas.

Description

Métodos β sistemas de fornecimento de operação eficiente de múltiplos modos emsistema WLAN.
A presente invenção refére-se, de forma geral, a redes deárea local sem fio (WLANs). Mais especificamente, ela aumenta a operação de STAs emdesenvolvimento de modos múltiplos na mesma área de cobertura.
Antecedentes
Atualmente, várias propostas estão sendo apresentadas ediscutidas para a extensão de 802.11η para o padrão WLAN 802.11, que oferecerádispositivos de WLAN com rendimento mais alto. Estas propostas vêm de váriosconsórcios sem fio que incluem EWC, a Proposta Conjunta e WWiSE. O abaixodescreve aspectos destas propostas relevantes para a presente invenção.
A Figura 1 exibe quadro de Livre para Envio (CTS) comoquadro de controle de MAC conforme definido no padrão 802.11. O endereço de receptor(RA) do quadro CTS é copiado do campo de endereço do transmissor (TA) do quadro deSolicitação para Envio (RTS) imediatamente anterior para o qual o CTS é resposta. Ovalor de duração é o valor obtido do campo Duração do quadro RTS imediatamenteanterior, menos o tempo necessário para transmitir o quadro CTS e seu intervalo deespaçamento entre quadros curto (SIFS), Caso a duração calculada inclua fração demicrossegundo, este valor é arredondado para o número inteiro mais alto seguinte.
O quadro de CTS nem sempre necessita seguir quadro RTSconforme descrito no padrão 802.11 e (capítulo 7.2.1.2). Ele pode ser o primeiro quadroem troca, utilizado para definir o Vetor de Alocação de Redes (NAV) para proteção denível MAC para a transmissão que se segue. Quando o quadro CTS for enviado comoprimeiro quadro pela estação inicial de troca, o CTS pode ser dirigido a si próprio e édenominado CTS para si.
A Figura 2 exibe quadro de Extremidade Livre de Contenção(Final CF), que é quadro de controle de MAC que pode ser enviado pelo AP na forma dequadro de transmissão para redefinir os NAVs de todas as estações do sistema e édescrito no padrão 802.11. Estação que recebe quadro de Final CF com a ID do conjuntode serviços básicos (BSSID) do BSS1 ao qual a estação é associada, redefinirá o seuvalor NAV em 0. Este redefine qualquer proteção/reserva de meio atualmente existente.O campo Duração é definido em 0. Conforme exibido na Figura 2, a BSSID é o endereçoda STA contido no AP. RA é o endereço do grupo de transmissão. FCS é ã seqüência deverificação de quadros.
Em 802.11η, foram apresentadas propostas deimplementação de sustentação para Faixa Estendida utilizando esquema de modulaçãode camada física (PHY) diferente do utilizado para Faixa Normal, criando essencialmentedois modos de operação. STAs com Faixa Estendida transmitem e recebem utilizandomodulação de PHY em Código de Bloco de Tempo e Espaço (STBC)1 enquanto STAsem faixa normal transmitem e recebem utilizando modulação de PHY não de STBC.
Em contribuição de Proposta Conjunta para 802.11η, édescrita abordagem para que AP sustente rede de STAs que operam em modo duplo,em que os dois modos são Faixa Estendida e Faixa Normal. Método de CTS duplo e defarol secundário juntos são utilizados para sustentar Faixa Estendida além da FaixaNormal. Farol secundário é transmitido com conjunto de bits de farol secundário no farolpara informar às estações que o tempo de transmissão de farol alvo (TBTT) para estefarol possui compensação. Na proteção de CTS dupla, as estações iniciam TXOP comRTS dirigida ao AP e o AP responde com primeiro e segundo CTS separados porespaçamento entre quadros de função de controle de pontos (PIFS). Quando a proteçãode CTS duplo é permitida, o AP deverá proteger TXOPs de STBC com CTS não deSTBC e TXOPs não de STBC com CTS de STBC. Os quadros de proteção deverãodefinir NAV para todo o TXOP. Quadros de controle de STBC deverão ser utilizados emresposta a quadros de STBC caso seja definido o bit de proteção de CTS duplo. Quadrosde controle não de STBC deverão ser utilizados de outra forma. PIFS é utilizado comointervalo de separação do CTS duplo para RTS não de STBC.
A Figura 3 exibe diagrama do documento de apresentaçãode propostas de WWiSE sobre a proteção de Faixa Estendida autoadministrada. Sãoexibidos exemplos de sinalização de proteção de modo duplo de estações de faixanormal (NR) e faixa estendida (ER). As seqüências de sinais 301 a 305 referem-se aacesso a canais por função de coordenação distribuída ampliada (DCF) (EDCA) eseqüência de sinal 306 refere-se a formato de acesso a canais controlado por HCF(HCCA). O AP protege TXOP para a STA de NR e STA de ER utilizando seqüências desinais 301 e 302, respectivamente. A STA de ER protege o seu TXOP na seqüência desinal 303. Seqüência de sinal para STA de NR 11n é representada pela seqüência desinal 304 e uma para STA de NR herdada é representada pela seqüência de sinal 305.Na seqüência de sinal 306, o AP protege TXOP para a STA utilizando formato de HCCA.Conforme exibido, o AP envia CTS em resposta a RTS de estação específica e no modoutilizado pela estação que enviou o RTS, ou sinal de CTS para si no modo diferente daestação que envia RTS.
A Figura 4 exibe novo elemento de informação HT deacordo com a Faixa Estendida proposta por WWiSE. O AP sinaliza novos elementos deinformação de HT em quadros de administração tais como farol, resposta de sonda etc.para administrar o BSS (tal como para sustentar Faixa Estendida). Os novos elementosde informação de HT podem também estar presentes em todos os faróis e respostas desondas transmitidas por estação em modo IBSS. Os elementos de informação de HTcontêm campos tais como farol secundário, proteção contra STBC/CTS dupla etc.,conforme exibido na Figura 4. Segundo a Proposta Conjunta, o comprimento não é fixo eo tamanho depende do número de campos que são incluídos. Os campos deverão estarna ordem exibida na Figura 4, com qualquer campo novo aparecendo ao final doscampos existentes. Quaisquer campos desconhecidos da STA deverão ser ignorados.
Segundo a especificação da Proposta Conjunta e aespecificação EWC1 encontram-se a seguir algumas definições relativas a característicade Multiconjunto de Economia de Energia (PSMP). Multiconjunto de Economia deEnergia (PSMP) é quadro de MAC que fornece cronograma a ser utilizado pelotransmissor de PSMP e receptores de PSMP. O cronograma inicia-se imediatamenteapós a transmissão do quadro dé PSMP. Transmissão por link inferior (DLT) é períodode tempo descrito por quadro de PSMP, que se destina a uso para recepção de quadrospor receptores de PSMP. Transmissão por link superior (ULT) é período de tempodescrito por quadro de PSMP, que se destina a uso para a transmissão de quadros porreceptor de PSMP.
As Figuras 5 e 6 exibem formatos de elementos deinformação de PSMP conforme a especificação de MAC EWC. A Figura 5 exibe formatode conjunto de parâmetros de PSMP no qual PSMP é do tipo/subtipo Quadro de Ação deAdministração e tipo de endereço de transmissão. O conjunto de parâmetros de PSMP éutilizado para descrever DLT e ULT que se seguem imediatamente ao quadro de PSMP.A Figura 6 exibe os detalhes de formato de elemento de informação STA Info tais comoID de tráfego (fluxo), ID da STA, compensação e duração de DLT, compensação eduração de ULT.
A Figura 7 exibe a seqüência de PSMP que consiste de faseDLT seguida por fase ULT. ACK multi blocos TID (MTBA) é utilizado para enviar ACK debloco para diversos fluxos de TID.
Existe a necessidade de extensão de proteção de mododuplo para sustentar operação em múltiplos modos. Õ estado da técnica não é forte eeficiente no uso de meios, pois não fornece mecanismo de recuperação de nenhumaduração de oportunidade de transmissão (TXOP) não utilizada protegida pelatransmissão de CTS duplo. No esquema do estado da técnica, caso a STA esgote osdados a serem transmitidos durante a TXOP protegida, o meio é desperdiçado pelorestante da TXOP. Existe a necessidade de fornecer sinalização de MAC para ceder aTXOP não utilizada restante para o sistema.
Existe também a necessidade da seqüência de PSMPoperar em sistema de múltiplos modos de forma eficiente para a amplitude de banda. Aespecificação 802.11η contém inconsistências com relação a permitir apenas ACK/MTBAem ULT e nenhum dado para PSMP não programado, também não existe orientação detruncagem de TXOP sob proteção de CTS duplo para STAs que não são capazes deinterpretar o quadro de Final CF.
Resumo da Invenção
Primeira realização preferida é método e sistema deextensão de operação em modo duplo específica '(STBC e não STBC) em sistema WLANpara operação em modo múltiplo mais geral. Segunda realização preferida é método esistema para ampliar os mecanismos de proteção de MAC em operação de modomúltiplo, particularmente mecanismos para sustentar seqüência de quadros de Final CFmúltiplos (cada qual em formato apropriado para o modo correspondente) enviada peloAP para permitir utilização eficiente do meio, que também se aplica a um único modocomo caso trivial. Terceira realização preferida é método e sistema para ampliar asseqüências de PSMP em operação de múltiplos modos.
Breve Descrição das Figuras
Compreensão mais detalhada da presente invenção podeser obtida a partir do relatório descritivo de realização preferida a seguir, fornecida comoforma de exemplo e a ser compreendida em conjunto com a(s) figura(s) anexa(s), emque:
- a Figura 1 exibe quadro de CTS conforme o Padrão 802.11;
- a Figura 2 exibe formato de quadro de Final CF conforme o Padrão 802.11;
- a Figura 3 exibe diagrama de sinalização para proteção de faixa estendidaautoadministrada conforme WWiSE;
- a Figura 4 exibe formato de elemento de informação de HT de quadro deadministração;
- a Figura 5 exibe formato de conjunto de parâmetros de PSMP;
- a Figura 6 exibe formato de elemento de informação Info de STA de PSMP;
- a Figura 7 exibe a seqüência de PSMP que consiste de fase de DLT seguida por fasede ULT;
- a Figura 8 exibe exemplo de LAN sem fio em operação em modos múltiplos;
- a Figura 9 exibe formato de farol primário e formato de farol secundário que incluicampos de ID de farol primário e secundário;
- a Figura 10 exibe formato de elemento de informação de HT de quadro deadministração que inclui IDs de farol primário e secundário;
- a Figura 11 exibe transmissão de quadro de STA utilizando TXOP protetora paraformato de modo específico;
- a Figura 12 exibe transmissão de quadro de TXOP protetora de AP utilizando EDCA;
- a Figura 13 exibe transmissão de quadro de TXOP protetora de AP utilizando HCCA;
- a Figura 14 exibe seqüência de transmissão de quadros de STA que libera TXOP nãoutilizada;
- a Figura 15 exibe seqüência de transmissão de quadros de AP que libera TXOP nãoutilizada empregando EDCA;
- a Figura 16 exibe seqüência de transmissão de quadros de STA que libera TXOP nãoutilizada empregando HCCA; e
- a Figura 17 exibe seqüência de quadro de PSMP em múltiplos modos.
Descrição Detalhada da Invenção
A terminologia "estação" ou "STA" inclui a seguir, mas nãose limita a unidade de transmissão e recepção sem fio (WTRU), equipamento de usuário(UE)1 estação móvel, unidade de assinante fixa ou móvel, pager, telefone celular,assistente digital pessoal (PDA), computador ou qualquer outro tipo de dispositivo deusuário capaz de operar em ambiente sem fio. Quando indicado a seguir, a terminologia"estação base" inclui, mas sem limitar-se a Nó B, controlador de local, ponto de acesso(AP) ou qualquer outro tipo de dispositivo de interface capaz de operar em ambiente semfio.
Á seguir, para fins de descrição da presente invenção,"modo" é utilizado para designar o link de rede específico, abaixo da camada de MAC1utilizado para comunicação (transmissão e recepção) tal como camada PHY, interface decanal, amplitude de banda de canal (tal como 20 MHz contra 40 MHz) e canal decomunicação físico. Dever-se-á observar que STAs em modos diferentes não podemtipicamente operar eficientemente juntos em área de cobertura de BSS, a menos quecontroladas e protegidas por mecanismos de camada de MAC. A presente invençãorefere-se a sistema de múltiplos modos (tal como BSS) em que STAs transmitem erecebem em diversos modos (mais de um) na mesma área de cobertura.
A Figura 8 exibe exemplo de LAN sem fio, que compreendeAP, e STA1 que opera em operação de Modo 1 e STA2 que opera em operação deModo 2. Para simplicidade, as realizações preferidas são descritas no contexto de doismodos, Modo 1 e Modo 2. A presente invenção pode estender-se, entretanto, a operaçãode modos múltiplos que inclui modos adicionais além de dois.
A seguir são descritas três realizações preferidas dapresente invenção. A primeira é método e sistema de ámplificação de operação de mododuplo específica (codificação de bloco de tempo espaço (STBC) é não STBC) emsistema de WLAN para operação de modos múltiplos mais geral. A segunda realização émétodo e sistema para aprimorar os mecanismos de proteção de MAC em operação demúltiplos modos, particularmente mecanismos para sustentar seqüência de quadros deFinal CF múltiplos (cada qual em formato apropriado para o modo correspondente)enviada pelo AP para permitir utilização de meios eficiente que também se aplica a modoisolado como caso trivial. A terceira realização descreve método e sistema paraaprimorar seqüências de PSMP em operação de modos múltiplos.
A primeira realização refere-se à definição de mecanismosde MAC para sustentar operação em múltiplos modos. Exemplos de aplicações paraoperação em múltiplos modos incluem: (1) sistemas herdados; (2) dispositivos quesustentam novo conjunto de modulação; (3) dispositivos que podem apresentar-se emmodo de transição (novo conjunto de modulação) antes da comutação de redes; (4)redes entrelaçadas que sustentam múltiplos modos; e (5) dispositivos que operam emmais de um canal/faixa de freqüências.
Segundo â primeira realização preferida, o AP sustentaoperação em múltiplos modos utilizando dois mecanismos de MAC principais: 1) por meiode envio de farol/farol secundário seguido por transmissão multicast/broadcast de dadospara cada modo sustentado; e 2) por meio de sustentação do envio de diversos quadrosde CTS1 cada qual correspondente a um dos diversos modos que são sustentados. Odesafio para proteção de modos múltiplos é que os quadros de proteção de CTS devemser interpretados no formato de modo (modulação, configuração de links etc.) por cadauma das duas entidades de comunicação. Desta forma, caso STA esteja utilizandoformato de modo específico, o quadro de proteção de CTS deve ser enviado e recebidonaquele formato específico para permitir reconhecimento pela STA.
A Figura 9 exibe diagrama que representa conjuntopreferido de formatos de quadros de acordo com os mecanismos de MAC acima do AP.Quadro de modo primário compreende farol primário 901 seguido pelos dadostransmitidos por multicast/broadcast 905, O farol primário inclui Elemento de InformaçãoHT 903. Após período de compensação definido, é enviado quadro de modo secundárioque inclui farol secundário 902 com o seu Elemento de Informação HT 904, seguido pordados transmitidos por multicast/broadcast 906. Com referência à Figura 8, o farolprimário atende STA1 no modo 1 (não STBC). O farol secundário atende STA2 queutiliza modo 2 (STBC). Embora para fins de exemplo, no presente, o modo 1 e o modo 2tenham sido alinhados com farol primário e farol secundário, respectivamente, o farolprimário pode, alternativamente, atender o modo 2 e o farol secundário pode atender omodo 1, dependendo de parâmetros do sistema. Voltando ao nosso exemplo,geralmente, o farol primário atenderá todas as estações utilizando modo 1 e o farolsecundário atenderá todas as estações utilizando modo 2. Para operação em múltiplosmodos, faróis secundários adicionais atenderão cada um dos modos utilizados nosistema, respectivamente.
Durante a operação em múltiplos modos, o AP enviafarol/farol secundário e tráfego transmitido por multicast/broadcast em formatoapropriado para cada modo sustentado pelo sistema. Em sistema com múltiplos modos,um dos vários faróis transmitidos (correspondentes aos vários modos) é identificadocomo o farol primário 901. Cada farol secundário 902 pode ser transmitido comcompensação de tempo (com referência ao farol primário 901 ou qualquer outrareferência de tempo). A compensação de tempo pode ser determinada com base emconsiderações do sistema. A compensação de tempo pode ser parâmetro de sistemaconfigurável que poderá ser alterado dinamicamente pelo AP. Marca de função desincronização de tempo (TSF) do farol secundário 902 deverá ser a marca de tempo real.
Todos os outros campos no farol secundário 902 são preferencialmente idênticos aoscampos correspondentes no farol primário 901. Os dados transmitidos pormulticast/broadcast 906 após o farol secundário 902 são preferencialmente idênticos aosdados transmitidos por multicast/broadcast 905 após o farol primário 901. Com base emconsiderações do sistema, cada farol secundário 902 inclui campos adicionais e dadosexclusivos para o seu modo. Também com base em considerações do sistema, cadamodo pode conter campos transmitidos por multicast/broadcast adicionais e dadosexclusivos para o seu modo.
A Figura 10 exibe o formato preferido de elemento deinformação 1000, correspondente a elementos de informação HT 903, 904. O elementode informação HT 1000 compreende os campos a seguir: ID do elemento 1001,comprimento 1002, ID do canal de controle 1003, compensação de canal de extensão1004, configuração de amplitude de transmissão recomendada 1005, modo RIFS 1006,somente acesso controlado 1007, granularidade de intervalo de serviço 1008, modo deoperação 1009, MCS de STBC Básico 1011, proteção de L-SIG permitida 1013 econfiguração de MCS básico 1016. Estes campos correspondem ao formato de elementode informação HT de administração proposto exibido na Figura 4. Segundo a presenteinvenção, campo de proteção de múltiplos modos 1012 e campo de ID de farol 1014 sãoincluídos para sustentar múltiplos modos. Como exemplo de modo duplo, o campo ID defarol 1014 pode ter um bit, em que, caso o elemento de informação HT possua valor 0,ele é farol primário e, caso o valor seja igual a 1, ele é farol secundário. Para modosmúltiplos, entretanto, elemento de informação de bit único é estendido para tamanhoadequado para a identificação dé todos os modos existentes além do modo primário.Conforme exibido na Figura 10, o campo ID do farol 1014 é marcado pelos bits B9-Bk,em que k é selecionado com base na quantidade de modos sustentados. Em sistemaque utiliza dezesseis modos, por exemplo, é selecionado campo de ID de farol de 4 bits(B9-B12, k = 12).
A Figura 11 exibe exemplo de diagrama de sinalização 1100para sistema de modos múltiplos Utilizando η modos que inclui o AP e a estação STA2,que está operando em Modo 2 e protegendo TXOP. É fornecida indicação pelo AP queproteção de TXOP de múltiplos modos è sustentada pelo sistema. O mecanismopreferido para esta indicação é que ó AP sinaliza bit/campo de proteção de CTS múltiplono novo elemento de informação HT Proteção de Modos Múltiplos 1012, conformeexibido na Figura 10. Quando o bit/campo de proteção de CTS múltiplo for definido peloAP e recebido pela estação STA2, TXOP é iniciado pela estação STA2 com quadro desolicitação de envio (RTS) 1101 no Modo 2 transmitido para o AP. A resposta do AP é oenvio de diversos quadros CTS e CTS para si 1102 a 1105 em formatos correspondentesaos modos, tais como modulação, configuração de links etc., de forma que as estaçõesque operam nos outros modos sejam notificadas que TXOP foi reservado/protegido paraestações do Modo 2, tais como STA2.
Conforme exibido na Figura 11, o AP transmite quadro deCTS 1102 no modo sendo utilizado para o TXOP sendo protegido pela STA. Aqui, a STAé a estação STA2 que iniciou o TXOP e está operando em Modo 2 e a posição doquadro de CTS 1102 do Modo 2 na resposta de quadro de diversos CTS do AP é aprimeira. Alternativamente, a posição para o quadro de CTS deste modo pode ser aúltima ou conforme determinado pelo sistema e com base em prioridade atribuída amodos. O AP também envia diversos quadros de CTS para si 1103 a 1105 em todos osmodos, exceto no modo que é utilizado para o TXOP que é protegido pela STA, ou seja,Modo CTS para si 1, Modo CTS para si 3... Mòdo CTS para si η. A ordem relativa destesquadros CTS para si pode ser arbitrária ou determinada com base em considerações deimplementação e sistema e com base em prioridade atribuída a modos.
Os vários quadros de CTS/CTS para si 1102 a 1105 sãoseparados por PIFS, SIFS (conforme exibido) ou outro período de tempo, tal comoEspaçamento Entre Quadros Reduzido (RIFS), conforme determinado com base emoutros fatores de sistema. Após o completo envio dos vários quadros de CTS/CTS parasi 1102 a 1105, inicia-se TXOP Modo 2 1106.
Os diversos quadros de CTS/CTS para si enviados pelo APem resposta ao quadro de RTS aplicam-se aos casos a seguir. Quando BSS com APestiver se comunicando em operação de múltiplos modos utilizando vários sinais de CTS,a resposta de cada uma das STAs encontra-se com um único quadro de CTS no formatocorrespondente ao seu modo de operação. Alternativamente, pode-se permitir a cadaSTA que responda com diversos quadros de CTS, o que é particularmente útil emconjunto de serviços básicos independente (IBSS) (ou seja, em que não há AP e todasas estações são parceiras) ou cenário de entrelaçamento. Nesse caso, STA selecionadadesempenha o papel de AP enviando os vários quadros de CTS. Caso contrário, acoordenação da resposta de CTS de diversas estações poderá ser difícil.
A Figura 12 exibe exemplo de diagrama de sinalização 1200do AP que protege TXOP Modo 2 utilizando EDCA1 que corresponde à seqüência desinal de proteção dupla 301 da Figura 3. Aqui, o AP inicia TXOP Modo 2 por si próprio, apartir de diversos quadros de CTS para si 1201 a 1203 em todos os modos, exceto parao Modo 2. Novamente, como na Figura 11, a seqüência dos quadros de CTS para si dediversos modos pode ser arbitrária ou determinada com base em considerações deimplementação e sistema e com base na prioridade atribuída aos modos. Em seguida, oAP envia quadro de RTS Modo 2 1204, que contém informações específicas de endereçode STA1 endereçadas particularmente à STA2 para este exemplo. Em resposta, a STA2envia quadro de CTS Modo 2 1205, que permite que se inicie o quadro de TXOP Modo 21206 do AP1 em que o AP transmite dados no Modo 2.
A Figura 13 exibe exemplo de diagrama de sinalização 1300do AP que protege TXOP para STA Modo 2 utilizando HCCA, que corresponde àseqüência de sinal de proteção dupla 306 da Figura 3. Quando o bit/campo de proteçãode múltiplos CTS 1012 for definido e enviado pelo AP, o AP protege TXOP em dadomodo com diversos quadros CTS para si 1307 a 1310 enviados em formatoscorrespondentes aos modos, tais como modulação, configuração de links etc., exceto nomodo sendo utilizado para a TXOP que é protegida pelo AP, que é Modo 2 nesteexemplo. A ordem dos diversos quadros CTS para si 1307 a 1310 correspondentes aosdiversos modos pode ser arbitrária ou determinada com base em considerações deimplementação e sistema e com base na prioridade atribuída aos modos. Os diversosquadros CTS para si 1307 a 1310 podem ser separados por SIFS (conforme exibido),PIFS ou outro período de tempo, tal como RIFS, conforme determinado com base emoutros fatores de sistema.
Conforme exibido na Figura 13, os diversos quadros CTSpara si 1307 a 1310 são seguidos por quadro de reunião de CF 1311 segundo protocoloHCCA, enviados no modo sendo utilizado para a TXOP, após SIFS, PIFS ou outroperíodo de tempo tal como RIFS, conforme determinado com base em outros fatores desistema. Aqui, a TXOP 1312 é para o Modo 2, de forma que o quadro Reunião de CF1311 encontra-se em Modo 2.
Com base nesta realização de proteção de TXOP demúltiplos modos, em que a TXOP para STA é protegida, a STA deve aguardar antes deiniciar as suas transmissões até que os diversos quadros CTS ou CTS para si do APsejam transmitidos. Para atingir isso, os procedimentos preferíveis a seguir sãoobservados; individualmente ou èm várias combinações. Preferencialmente, o período detempo necessário para que o AP transmita os diversos quadros CTS/CTS para si seráinformado para as STAs no sistema. Um exemplo de abordagem possível é a inclusãodesta informação em campo do novo elemento de informação HT 1000 enviado pelo AP.Alternativamente, uma estação não começará a transmitir antes de receber resposta deCTS para o seu RTS e, caso essa resposta de CTS chegue por último, nenhum tempoexplícito necessita ser comunicado antecipadamente. Outra abordagem é confiar naverificação de portadora antes da transmissão, ou seja, mesmo após receber CTS, aSTA necessitaria aguardar caso o meio ainda esteja ocupado por quadros CTS de outrosmodos.Alternativamente, caso todas as STAs sejam capazes detransmitir e receber em um único formato de modo comum, mesmo caso se comuniquemnormalmente em modo específico, aquele formato de modo comum é preferencialmenteutilizado para enviar quadros de controle de proteção tais como RTS e CTS. Amodulação utilizada para envio de quadros de controle tipicamente é a velocidade básicaem dado modo. As velocidades mais altas em cada modo são utilizadas paratransmissão de dados. É concebível que STA sustente velocidades básicas em todos osmodos e velocidades mais altas somente em um modo específico/preferido. Neste caso,um único quadro de RTS e um único quadro de CTS que são trocados entre doisdispositivos de comunicação nesse formato comum são suficientes para estabelecerproteção em operação de sistema de múltiplos modos.
Em todos os mecanismos de proteção acima para operaçãoem múltiplos modos, os quadros de proteção que são utilizados (ou seja, RTS, CTS)preferencialmente definem NAV para toda a TXOP sendo protegida.
Segunda realização preferida da presente invenção fornecemecanismos de MAC para sustentar uso eficiente do meio em operação de modosmúltiplos por meio da liberação de partes não utilizadas da TXOP protegida. As Figuras14 a 16 exibem exemplos de seqüências de sinal de como a transmissão de quadro deExtremidade de CF pode ser utilizada para liberar TXOP não utilizada, de forma aaumentar a eficiência de uso do meio.
A Figura 14 exibe exemplo da liberação pela STA de TXOPnão utilizada no Modo 2. Como na seqüência de sinal exibida na Figura 11j'a STA2 enviaRTS de Modo 2 1401, o AP responde com diversos quadros CTS/CTS para si 1402 a1405 e a TXOP da STA2 inicia em Modo 2. Nesta realização, entretanto, a STA2reconhece que nenhum dado adicional está disponível para transmissão antes do final doquadro de TXOP 1406. A STA2 envia em seguida um único quadro de Final de Dados1416, que pode apresentar-se no formato de quadro de Final CF. O AP responde comdiversos quadros de Final CF 1407 a 1409 em todos os modos. Após o envio de todos osquadros de Final CF, a parte não utilizada do quadro TXOP 1406 é liberada para o meioe novo processo de proteção de TXOP pode começar, iniciado por outra estação ou peloAP para sua própria transmissão sobre o meio.
A Figura 15 exibe exemplo de seqüência de sinal do APliberando TXOP não utilizada durante EDCA em Modo 2 na forma de extensão daseqüência de sinal exibida na Figura 12. O AP envia quadros de CTS para si emmúltiplos modos 1521 a 1523, seguidos por quadro de RTS modo 2 1524 para solicitarproteção de TXOP Modo 2. A STA2 responde com quadro de CTS Modo 2 1525,limpando o caminho para que o AP inicie o seu quadro de TXOP 1506 no Modo 2.Durante o quadro de TXOP 1506, o AP reconhece que não há mais dados paratransmitir, de forma que envia quadro de Final dè Dados 1526, que pode ãpresentar-seno formato de quadro de Finai de CF. O AP envia em seguida diversos quadros de Finalde CF 1527 a 1529 em todos os modos para notificar todas as STAs que o AP encerrousua transmissão em Modo 2 no quadro de TXOP atual 1506. O quadro de TXOP 1506 étruncado em seguida e o restante não utilizado do quadro de TXOP 1506 é entãoliberado para acesso a outra STA ou o AP em modo diferente. A proteção da TXOPliberada segue os procedimentos de múltiplos modos descritos acima.
A Figura 16 exibe exemplo de seqüência de sinal daliberação pela STA de TXOP não utilizada durante HCCA no Modo 2 na forma deextensão da seqüência de sinal exibida na Figura 13. O AP envia diversos quadros CTSpara si 1601 a 1604 em todos os modos, exceto pelo modo da proteção de TXOP1 que éModo 2 neste exemplo. O quadro de Reunião de CF em Modo 2 1605 é enviado e inicia-se o quadro de TXOP Modo 2 1606 para a STA2. Durante o quadro de TXOP 1606, aSTA2 reconhece que os seus dados de transmissão foram esgotados, de forma queenvia o quadro de Fim de Dados 1612. O AP notifica as demais STAs em todos osmodos utilizando diversos quadros de Final CF nos modos correspondentes. O restanteda TXOP é liberado em seguida.
Conforme exibido nas Figuras 14 a 16, o AP enviaseqüencialmente diversos quadros de Final CF em unidades de dados de protocolo MAC(MPDUs) com formatos de transmissão (modulação, configuração de links etc.)correspondentes aos modos sustentados pelo AP. Lacuna de tempo de SIFS (ou outroperíodo de tempo conforme determinado com base em outros fatores de sistema) éincluída entre os quadros de Final de CF.
Encontram-se a seguir exemplos adicionais de casoscondicionais (individualmente ou em combinação), em que esta realização de liberaçãode TXOP protegida é aplicável:
a. após o recebimento de sinal de MAC de final de dados da STA1 conforme exibido naFigura 14 (ou, por exemplo, quadro QoS-NULL com resposta de ACK do AP) que inicioua TXOP;
b. após o recebimento de sinal de MAC de final de dados da STA (ou, por exemplo,quadro QoS-NULL com resposta de ACK do AP) que iniciou a TXOP e em que o AP nãopossuía nenhüm dado a ser enviado;
c. caso a estação que iniciou a TXOP tenha apenas acabado de enviar dados;
d. caso a estação que iniciou a TXÒP tenha apenas acabado de enviar dados e o APdetecte isso por algum meio (tal como sensor de portadora) e o AP não possui nenhumdado a ser enviado;
e. após qualquer procedimento de recuperação de meios; ou seja, o AP apenasrecuperou o meio e pode enviar quadros de Final de CF para permitir que as estaçõestenham acesso ao meio;
f. caso o AP tenha iniciado a TXOP e seja realizado com transmissão por link inferior enão espere nenhuma transmissão por link superior;
g. caso o AP tenha iniciado a TXOP em EDCA1 seja realizado com transmissão por linkinferior e não espere nenhuma transmissão por link superior adicional (tal como comsinal de Final de Dados (conforme exibido na Figura 15) ou quadro QoS-NULL comresposta ACK do AP);
h. caso o AP tenha iniciado a TXOP em HCCA com Reunião de CF, seja realizado comtransmissão por link inferior e não espere nenhuma transmissão por link superior;
i. caso o AP tenha iniciado a TXOP em HCCA com Reunião de CF1 receba sinal de MACde Final de Dados da STA1 conforme exibido na Figura 16 (ou, por exemplo, quadroQoS-NULL com resposta de ACK do AP) e o AP seja realizado com transmissão pôr linkinferior.
Os diversos quadros de Final CF que são enviados pelo APobservam preferencialmente as regras a seguir, individualmente ou em combinação:
a. Os diversos quadros de Final CF somente serão enviados caso possam serencaminhados antes do término dã TXOP atual. Isso será determinado pelo AP por meiode estimativa do restante da TXOP è comparação com o tempo necessário para enviartodos os quadros de Final CF.
b. Caso todos os vários quadros de Final CF não possam ser enviados antes que aTXOP atual termine, somente serão enviados quantos puderem ser encaminhados antesdo término da TXOP atual.
c. Em alguns casos ou condições do sistema, mesmo se todos ou alguns dos váriosquadros de Final CF não puderem ser enviados antes do término da TXOP atual, todoseles ainda serão enviados mesmo se alguns ou todos eles necessitarem ser enviadosfora da TXOP
Os diversos quadros de Final CF enviados pelo APpermitem que todos os demais dispositivos do sistema atualizem o seu NAV e evitempotencial perda ou ineficiência no uso do meio. Os diversos quadros de Final CF do APsão separados por SIFS ou outro período de tempo, tal como RIFS1 conformedeterminado com base em outros fatores de sistema. O mecanismo e a ordem detransmissão dos diversos quadros de Final CF (que incluem quadros de Final CF duploscaso em sistema de modo duplo) enviados pelo AP para liberar TXOP não utilizadapodem ser os seguintes, dependendo das opções desejadas:
a. os diversos quadros de Final CF podem ser transmitidos em ordem de prioridadeconforme determinado pela configuração do sistema, que pode também serdinamicamente alterada, em que a prioridade corresponde à atribuída aos modossustentados pelo sistema;b. o primeiro Final CF corresponde ao modo do TXOP atual e o restante dos quadros deFinal CF corresponde aos outros modos;
c. a ordem dos diversos quadros de Final CF correspondente aos modos sustentados nosistema pode ser arbitrária;
d. apenas um quadro de Final CF em formato correspondente ao modo do TXOP atual éenviado, caso em que o meio é aberto para todas as estações que operam nesse modo,até que a proteção para aquele modo termine, o que fornece preferência para asestações que operam no modo do TXOP;
e. caso todas as estações transmitam e recebam um único formato de modo comum(mesmo caso se comuniquem normalmente em modo específico), esse formato de modocomum deverá ser utilizado para enviar um único quadro de Final CF que será suficientepara atualizar o NAV de todas as estações em todos os modos.
O exemplo a seguir é descrito com referência a aplicação desistema em modo duplo, em que quadros de Final CF encontram-se na funcionalidadeER (Faixa Estendida)/NR (Faixa Normal), em que um quadro de Final CF é enviado emER (modulação STBC) e o outro quadro de Final CF é enviado em NR (modulação nãode STBC). A seguir descreve-se uma implementação possível desse exemplo de quadrode Final CF duplo. Caso se permita proteção de CTS duplo (ou seja, quadros de CTS deSTBC e não de STBC enviados pelo AP quando proteção de CTS duplo for permitida nosistema, tipicamente indicado no farol) e STA obtém TXOP e, em seguida, a STA ficasem quadros para transmitir, a STA pode indicar "Fim de transmissão" ou "Fim de dados"ou "Truncagem da sua TXOP" por meio da transmissão de um dos quadros a seguir,desde que a duração de TXOP restante o permita (ou seja, que haja duração de TXOPútil suficiente restante após os quadros de Final CF para liberação):
Caso 1: quadro de Final CF com a modulação sendoutilizada pela STA (STBC ou não STBC).
Caso 2: quadro QoS-NuII com a modulação sendo utilizadapela STA (STBC ou não STBC).
Caso 3: qualquer outro tipo de quadro de MAC que indiquesinal de "fim de transmissão" ou "fim de dados", que indica essencialmente que a STAnão possui mais quadros para serem enviados.
Com a transmissão de qualquer dos quadros de indicaçãoacima (os Casos 1 a 3 acima), a STA indica explicitamente o término ou truncagem dasua TXOP. Quando o quadro transmitido for quadro de Final CF (Caso 1), deverá serinterpretado pelas outras STAs que são capazes de recebê-lo como reconfiguração deNAV.
Mediante recebimento de qualquer um dos quadrosmencionados acima (os Casos Ta 3 acima) de STA com BSSID coincidente, AP deveráresponder com quadros de Final CF duplo (um quadro de Final CF de STBC e umquadro de Final CF não de STBC) após duração de SIFS (ou outro período de tempo, talcomo RIFS1 conforme determinado com base em outros fatores de sistema). Outrapossibilidade é que, no Caso 2 e em qualquer outro quadro que espere ACK, o AP poderesponder em primeiro lugar com ACK antes de enviar os quadros de CTS duplos.Quadros de Final CF duplos eliminam a injustiça com relação a STAs que não são domesmo modo daquela que detém a TXOP sendo truncada.
Caso a TXOP seja de propriedade do AP e a Proteção deCTS duplo seja permitida no sistema (normalmente indicado no farol, ou seja, quandoSTAs de STBC e não de STBC estiverem presentes no sistema), o AP pode enviarquadros de Final CF duplos caso não possua mais quadros para transmitir, desde que aduração de TXOP restante o permita.
Além disso, geralmente quando a Proteção de CTS duplofor permitida no sistema conforme indicado no farol (ou seja, quando STAs de STBC enão de STBC estiverem presentes no sistema), o AP deverá enviar quadros de Final CFduplos (um quadro de Final CF de STBC e um quadro de Final CF não de STBC) pararealizar reconfiguração de NAV. STAs que são capazes dos dois modos podem transmitirquadros de Final CF duplos quando desejarem truncar as suas TXOPs caso a duraçãode TXOP restante o permita.
O espaçamento entre os quadros de Final CF duplosenviados pelo AP serão SIFS ou outro período de tempo, tal como RIFS, conformedeterminado com base em outros fatores de sistema. A ordem de quadros nos quadrosde Final CF duplos pode ser arbitrária òu um deles pode ser selecionado para envio emprimeiro lugar. Em primeira realização possível, o primeiro quadro de Final CF deveráutilizar a mesma modulação empregada para transmissões na TXOP sendo truncada e osegundo quadro de Final CF deverá utilizar a outra modulação. Em outras palavras, paraTXOP de STBC, o primeiro Final CF encontra-se em modo STBC e, para TXOP não deSTBC, o primeiro Final CF encontra-se em modo não de STBC.
Observe-se que a solução acima possui benefícios deaumento da eficiência média de utilização e eliminação da injustiça com relação a STAsque não são do mesmo modo daquela que detém a TXOP sendo truncada. Isso ocorreporque o Final CF enviada pelo dono da TXOP para truncar a TXOP não pode serinterpretado pelas STAs de outros modos e, portanto, não será capaz de ter acesso aomeio até que o AP envie o Final CF duplo (ou diversos Fins de CF, no caso geral). Alémdisso, a solução acima aplica-se, de forma geral, ao caso de sistema com vários modos(mais de dois).
A seguir encontra-se a descrição de realização específicasegundo os Casos 1 a 3 acima que se aplica especificamente à especificação depadrões 802.11η. Caso se permita proteção de CTS duplo, STA obtenha TXOP e, emseguida, a STA não possua mais quadros para transmitir, a STA pode indicar em seguidaa truncagem da sua TXOP1 por meio da transmissão de quadro de Final CF1 desde que aduração de TXOP restante o permita. Esta condição pode ser determinada, por exemplo,segundo a regra a seguir: caso a duração restante da TXOP seja maior que a soma daduração do quadro de Final CF, duração de quadro de Final CF de STBC, quadro deFinal CF não de STBC em velocidade básica conhecida e duração de dois SIFS. Comtransmissão de quadro de Final CF, a STA indica explicitamente o término ou truncagemda sua TXOP. A transmissão de quadro de Final CF deverá ser interpretada como NAVreiniciado pelas outras STAs que são capazes de recebê-la. Ao receber quadro de FinalCF de STA com BSSID coincidente, AP deverá responder com quadros de Final CFduplos após a duração do SIFS (um quadro de Final CF de STBC e um quadro de FinalCF não de STBC). Caso a TXOP seja de propriedade do AP e Proteção de CTS duploseja permitida no sistema, o AP pode enviar quadros de Final CF duplos caso nãopossua mais quadros para transmitir, desde que a duração de TXOP restante o permita.O espaçamento entre os quadros de Final CF duplos enviados pelo AP deverá ser deSIFS. O primeiro quadro de Final CF deverá utilizar a mesma modulação empregadapara transmissões na TXOP sendo truncada e o segundo quadro de Final CF deveráutilizar a outra modulação. Em outras palavras, para TXOP de STBC, o primeiro Final CFencontra-se em modo STBC e, para TXOP não de STBC, o primeiro Final CF encontra-se em modo não de STBC.
A seguir descreve-se outra solução ou mecanismo que ésimples pelo fato de que não há necessidade de enviar Final CF duplo, mas é menoseficiente na utilização do meio. Quando STA ou AP obtiver TXOP e utilizar o mecanismode NAV longo para proteger a duração de TXOP, é enviado quadro dé Final CF quandonão houver mais quadros a serem enviados, o que indica truncagem ou término deTXOP. Nossa solução simplificada é essencialmente alterar as regras atuais paratruncagem de TXOP sob proteção de NAV longo ao impedir o envio de quadro de FinalCF pelo dono da TXOP quando a Proteção de CTS dupla for permitida no sistema(preferencialmente indicado no farol). Desta forma, sob estas condições, a TXOP nãoserá truncada pelo proprietário, mesmo se não possuir mais quadros para enviar. Issotambém se aplica em geral ao caso de sistema com vários modos (mais de dois).
STA, ao receber o quadro de Final CF (ou MPDU) commodulação correspondente ao seu modo, pode atualizar o seu NAV (tal como reiniciar oseu NAV êm 0) conforme segue:
a. A estação atualiza o seu NAV após verificar que a BSSID corresponde ao seu BSS(ou seja, o BSS controlado pelo AP ao qual a STA está associada). Caso a BSSID nãocoincida, a STA não atualiza o seu NAV.b. Em alguns casos ou implementações, a STA atualiza o seu NAV independentementedo BSSID no quadro de Final CF.
Terceira realização preferida da presente invenção defineseqüência de PSMP de múltiplos modos para sistema de múltiplos modos. A seqüênciade PSMP do estado da técnica é projetada para operar para um único modo. Destaforma, para aplicar a seqüência de PSMP do estado da técnica em sistema de múltiplosmodos, cada modo começaria com quadros de CTS para si duplos seguidos por quadrode PSMP e as transmissões de link inferior e link superior programadas. Esteprocedimento necessitaria ser repetido para cada modo, utilizando a seqüência de PSMPdo estado da técnica. Este não é uso eficiente do meio e não é flexível, pois alocaçõesde múltiplos modos não podem ser realizadas em uma única seqüência de PSMP.
A Figura 17 exibe exemplo da seqüência de PSMP demúltiplos modos conforme a presente invenção. Aqui, a seqüência de PSMP de múltiplosmodos é definida como quadros de CTS para si de múltiplos modos, seguidos porquadros de PSMP de múltiplos modos, seguidos pelas transmissões de link superior elink inferior em múltiplos modos. Quadros de PSMP de múltiplos modos definem oprograma para as transmissões de link inferior e link superior em múltiplos modos peladuração da seqüência de PSMP de múltiplos modos. Os quadros de PSMP de múltiplosmodos podem definir alocações de tempo de link inferior (DLT) e alocações de tempo delink superior (ULT) das estações em vários modos em qualquer ordem, conformedeterminado apropriado para aplicações e capacidades dos dispositivos ecompletamente flexível. Exemplos do ordenamento de alocação incluem, mas semlimitar-se aos seguintes:
(1) todas as alocações de link inferior do mesmo modo podem ser englobadas em umasó; poderá haver, por exemplo, várias STAs recebendo no mesmo modo e uma STA emcada DLT;
(2) todas as alocações de link superior do mesmo modo podem ser englobadas;
(3) todas as alocações de link superior são realizadas após todas as alocações de linkinferior (Fig. 17);
(4) a ordem das STAs nas alocações de link inferior pode ser preservada nas alocaçõesde link superior (Fig. 17).
São possíveis muitas outras variantes sobre como osquadros de PSMP de múltiplos modos podem definir alocações de tempo de link inferior(DLT) e alocações de tempo de link superior (ULT). DLT pode ser seguida, por exemplo,por ULT do mesmo modo. Em outras palavras, segundo esta terceira realizaçãopreferida, é possível ordenamento completamente flexível de ULT/DLT de qualquer modoapropriado para as aplicações e capacidades dos dispositivos.
Os quadros de PSMP de múltiplos modos podem serseparados por meio de PIFS ou outro período de tempo, tal como RIFS (EspaçamentoEntre Quadros Reduzido), conforme determinado com base em outros fatores desistema.
A presente invenção pode ser implementada na forma derede que possui ponto de acesso com várias STAs ou WTRUs1 na camada de link dedados, controle de acesso a meios e camada de rede, como circuito integrado específicode aplicação (ASIC), processador de sinais digitais (DPS) ou software. A presenteinvenção refere-se a sistemas WLAN com base em 802.11 ou OFDM/MIMO utilizandoadministração de recursos de rádio (RRM) e controlador de recursos de rádio (RRC).
Embora as características e os elementos da presenteinvenção sejam descritos nas realizações preferidas em combinações específicas, cadacaracterística ou elemento pode ser utilizado isoladamente sem as demais característicase elementos das realizações preferidas ou em várias combinações com ou sem outrascaracterísticas e elementos da presente invenção. Os métodos fornecidos na presenteinvenção podem ser implementados em programa de computador, software ou firmwareem realização tangível em meio de armazenagem legível por computador para execuçãopor processador ou computador para uso geral. Exemplos de meios de armazenagemlegíveis por computador incluem memória somente de leitura (ROM), memória de acessoaleatório (RAM), registro, memória de cache, dispositivos de memória semicondutores,meios magnéticos tais como discos rígidos internos e discos removíveis, meiosmagnetoóticos e meios óticos tais como discos CD-ROM e discos versáteis digitais,(DVDs).
Processadores apropriados incluem, como forma deexemplo, processador para uso geral, processador para fins especiais, processadorconvencional, processador de sinais digitais (DSP), uma série de microprocesadores, umou mais microprocessadores em associação cóm núcleo de DSP, controlador,microcontrolador, Circuitos Integrados Específicos de Aplicação (ASICs), circuitos deConjuntos de Portal Programáveis de Campo (FPGAs), qualquer outro tipo de circuitointegrado (IC) e/ou máquina de estado.
Processador em associação com software pode ser utilizadopara implementar transceptor de rádio freqüência para uso em estação (STA), unidadede transmissão e recepção sem fio (WTRU), equipamento de usuário (UE)1 terminal,estação base, controlador de rede de rádio (RNC) ou qualquer computador host. A STApode ser utilizada em conjunto com módulos, implementada em hardware e/ou software,tal como câmera, módulo de câmera de vídeo, videofoné, fone de ouvido, dispositivo devibração, alto-falante, microfone, transceptor de televisão, fone de ouvido para mãoslivres, teclado, módulo Bluetooth®, unidade de rádio em freqüência modulada (FM),unidade de visor de cristal líquido (LCD), unidade de visor de diodo emissor de luzorgânico (OLED), aparelho de música digital, aparelho de mídia, módulo de vídeo game,navegador da Internet e/ou qualquer módulo de rede de área local sem fio (WLAN).
Realizações
1. Método de operação em múltiplos modos em rede sem fio que possui ponto deacesso e pelo menos uma estação (STA) em que modo é definido pelo link de rede daSTA, que compreende:
- envio de farol pelo ponto de acesso; e
- envio de dados transmitidos por multicast e broadcast para cada modo sustentado pelarede.
2. Método conforme a realização 1, que compreende adicionalmente sustentação dediversos quadros de limpo para envio (CTS) correspondentes aos modos.
3. Método conforme qualquer das realizações 1 ou 2, em que farol correspondente éenviado para cada modo sustentado pelo sistema em formato apropriado para o modocorrespondente.
4. Método conforme a realização 3, em que um dos vários faróis transmitidos éidentificado como farol primário por bit ou campo de farol primário em elemento deinformação de alto rendimento (HT) enviado pelo AP e os faróis restantes sãodenominados faróis secundários, cada qual correspondente a um modo respectivo.
5. Método conforme qualquer das realizações 3 ou 4, em que os faróis secundários sãoidentificados por bit ou campo de farol secundário em elemento de informação de HTenviado pelo AP.
6. Método conforme a realização 5, em que os faróis secundários são transmitidos comcompensação de tempo com referência a referência de tempo.
7. Método conforme a realização 6, em que a referência de tempo está relacionada como farol primário.
8. Método conforme qualquer das realizações 6 ou 7, em que a compensação de tempoé determinada com base em considerações dè sistema.
9. Método conforme qualquer dás realizações 6 a 8, em que a compensação de tempo éparâmetro de sistema configurável que pode ser alterado dinamicamente pelo AP.
10. Método conforme qualquer das realizações 5 a 9, em que campos no farolsecundário são idênticos aos campos correspondentes no farol primário, exceto porcampo de marcação de tempo qué é exclusivo do farol secundário.
11. Método conforme a realização 10, em que os dados transmitidos por multicast ebroadcast após farol secundário são idênticos aos dados transmitidos por multicast ebroadcast enviados após o farol primário.
12. Método conforme qualquer das realizações 5 a 9, em que o farol secundário incluicampos que são exclusivos para o seu modo.
13. Método conforme qualquer das realizações anteriores, que compreendeadicionalmente indicação de que a rede sustenta operação em múltiplos modos eproteção para operação em múltiplos modos por bit de proteção de limpo para envio(CTS) múltiplo enviado pelo AP em elemento de informação de alto rendimento (HT) emcontrole de acesso a meios (MAC).
14. Método conforme a realização 13, que compreende adicionalmente o início deoportunidade de transmissão (TXOP) pela STA com quadro de solicitação de envio(RTS) transmitido para o AP.
15. Método conforme a realização 14, que compreende adicionalmente o envio deresposta pelo AP que inclui diversos quadros de CTS.
16. Método conforme a realização 15, em que os quadros de CTS encontram-se emformatos que correspondem ao modo correspondente, incluindo configuração de link oumodulação.
17. Método conforme a realização 15, em que o quadro de CTS é enviado como oprimeiro quadro por estação de início em link de rede e o quadro de CTS é endereçado àestação de início como quadro de CTS para si, que compreende adicionalmente:
- proteção de TXOP pela STA; e
- envio do quadro de CTS para sí em todos os modos, exceto no modo sendo utilizadopara o TXOP protegido pela STA.
18. Método conforme a realização 17, em que o AP envia quadros de CTS para sicorrespondentes em formatos de modo respectivos.
19. Método conforme a realização 18, em que a ordem relativa dos quadros de CTSpara si é arbitrária.
20. Método conforme a realização 17, em que o AP envia quadros de CTS para sicorrespondentes e a ordem relativa dos quadros de CTS para si é determinada com baseem considerações de implementação e sistema ou com base em prioridade atribuída amodos.
21. Método de operação em modos múltiplos em rede sem fio IBSS que contémdiversas STAs em operação em múltiplos modos que são definidos por link de STA, quecompreende:
- primeira STA que envia quadros de CTS para si para cada modo de operação paraindicar a proteção de TXOP em um modo para a primeira STA ou uma outra STA; e
- envio de quadro de final de dados pela STA que possui TXOP protegida porque não hámais dados para transmissão; e
- liberação do restante da TXOP para acesso por qualquer STA.
22. Método conforme a realização 21, em que a posição do quadro de CTS na respostade diversos quadros de CTS do AP é primeira, última ou conforme determinado pelarede.
23. Método conforme a realização 22, em que a posição do quadro de CTS na respostade diversos quadros de CTS do AP é adicionalmente baseada em prioridade atribuída amodos.
24. Método conforme qualquer das realizações 21 a 23, em que os diversos quadros deCTS são separados por período de tempo conforme determinado por fatores de rede.
25. Método conforme qualquer das realizações 14 a 24, que compreendeadicionalmente:
- envio pelo ponto de acesso de diversas respostas de CTS para o RTS; e
- proteção de TXOP em dado modo com diversos quadros de CTS para si.
26. Método conforme a realização 13, que compreende adicionalmente:
- envio de diversos quadros de CTS para si pelo AP endereçados ao AP; e
- proteção de TXOP pelo AP por meio de envio de RTS após os diversos quadros deCTS para si.
27. Método conforme a realização 26, que compreende adicionalmente envio de quadrode CTS pela STA em resposta ao RTS.
28. Método conforme a realização 26, que compreende adicionalmente o envio dosquadros de CTS para si em todos os modos, exceto no modo sendo utilizado para aTXOP protegida pelo AP.
29. Método conforme qualquer das realizações 25 a 28, em que os vários quadros deCTS para si encontram-se em ordem relativa arbitrária.
30. Método conforme a realização 26, em que a ordem relativa dos diversos quadros deCTS para si é determinada com base em considerações de implementação e sistema.
31. Método conforme qualquer das realizações 25 a 28 ou 30, em que a ordem relativados quadros de CTS para si é determinada com base em prioridade atribuída a modos.
32. Método conforme qualquer das realizações 26 a 31, em que os diversos quadros deCTS para si são separados por período de tempo determinado por fatores de rede.
33. Método conforme a realização 13, que compreende adicionalmente:
- envio de diversos quadros de CTS para si pelo AP endereçados para o AP; e
- proteção de TXOP pelo AP por meio do envio de reunião de CF seguindo os diversosquadros de CTS para si.
34. Método conforme a realização 33, em que os diversos quadros de CTS para si sãoseparados por período de tempo conforme determinado por fatores de rede.
35. Método conforme qualquer das realizações anteriores, em que o AP transmitediversos quadros de CTS e a STA aguarda até que os diversos quadros de CTS do APsejam transmitidos antes que a STA inicie ás suas transmissões.
36. Método de controle de uso de meios durante operação em múltiplos modos em redesem fio que possui ponto de acesso (AP) e pelo menos uma estação (STA), quecompreende envio pelo AP de diversos quadros de Final Livre de Contenção (Final CF)com formatos de transmissão correspondentes aos modos sustentados pelo AP.37. Método conforme a realização 38, que compreende adicionalmente a utilização deespaço de tempo entre os diversos quadros de Final CF com duração determinada porfatores de rede.
38. Método conforme qualquer das realizações 36 a 38, que compreendeadicionalmente liberação de TXOP não utilizada após o recebimento de sinal de MAC deFinal de Dados da STA que iniciou a TXOP.
39. Método conforme a realização 38, em que TXOP não utilizada é liberada após adetecção pelo AP de TXOP não utilizada empregando rastreamento de portadoras e oAP não possui nenhum dado a ser enviado.
40. Método conforme qualquer das realizações 38 ou 39, em que TXOP não utilizada éliberada após a recuperação pelo AP do meio e envia quadros de Final CF para permitirque estações tenham acesso ao meio.
41. Método conforme qualquer das realizações 38 a 40, em que TXOP não utilizada éliberada quando o AP iniciou a TXOP, é realizado com transmissão por link inferior e nãoespera nenhuma transmissão por link superior,
42. Método conforme qualquer das realizações 38 a 41, em que TXOP não utilizada éliberada quando o AP iniciou a TXOP em EDCA, é realizado com transmissão por linkinferior e não espera nenhuma transmissão pôr link superior adicional.
43. Método conforme qualquer das realizações 38 a 42, em que TXOP não utilizada éliberada quando o AP iniciou a TXOP em HCCA com Reunião de CF, é realizado comtransmissão por link inferior e não espera nenhuma transmissão por link superior.
44. Método conforme qualquer das realizações 38 a 42, em que TXOP não utilizada éliberada quando o AP iniciou a TXOP em HCCA com Reunião de CF e recebe sinal deMACdeFinaIdeDadosdaSTA.
45. Método conforme qualquer das realizações 36 a 44, em que os vários quadros deFinal CF são enviados pelo AP quando puderem ser enviados antes do final da TXOPatual.
46. Método conforme qualquer das realizações 36 a 44, em que os vários quadros deFinal CF são enviados pelo AP até o limite da quantidade que pode ser enviada antes dotérmino da TXOP atual.
47. Método conforme qualquer das realizações 36 a 44, em que os vários quadros deFinal CF são enviados pelo AP quando todos ou alguns dos vários quadros de Final CFnão puderem ser enviados antes do término da TXOP atual e todos ou alguns deles sãoenviados fora da TXOP.
48. Método conforme qualquer das realizações 45 a 47, em que a ordem de transmissãodos vários quadros de Final CF enviados pelo AP para liberar TXOP não utilizada érealizada em ordem de prioridade conforme determinado pela configuração de rede.
49. Método conforme a realização 48, em que a ordem é alterada dinamicamente.50. Método conforme qualquer das realizações 48 ou 49, em que a prioridadecorresponde à atribuída aos modos sustentados pela rede.
51. Método conforme qualquer das realizações 48 a 50, em que o primeiro quadro deFinal CF corresponde ao modo da TXOP atual e o restante dos quadros de Final CFcorresponde à prioridade dos modos.
52. Método conforme a realização 51, em que a ordem dos diversos quadros de FinalCF correspondentes aos modos sustentados no sistema é arbitrária.
53. Método conforme qualquer das realizações 48 a 50, em que um quadro de Final CFencontra-se em formato correspondente ao modo da TXOP atual, de forma que o meio éaberto para todas ás estações que operam naquele modo até que a proteção paraaquele modo expire.
54. Método conforme qualquer das realizações 45 a 47, em que a rede é rede de mododuplo que utiliza modo de faixa estendida e modo de faixa normal, em que um quadro deFinal CF é enviado em modulação de código de bloco de tempo espaço (STBC) para omodo de faixa estendida e o outro quadro de Final CF é enviado em modulação não deSTBC para o modo de faixa normal.
55. Método conforme qualquer das realizações 36 a 54, que compreendeadicionalmente:
- recebimento pela STA do quadro de Final CF; e
- atualização do seu vetor de alocação de rede (NAV) em resposta ao quadro de FinalCF recebido.
56. Método conforme a realização 55, em que o quadro de Final CF inclui identificaçãode conjunto de serviços básicos (BSSID), em que a STA atualiza o seu NAV apósverificar que a BSSID corresponde ao seu conjunto de serviços básicos que é controladopelo AP ao qual a STA é associada.
57. Método conforme a realização 55, em que o quadro de Final CF inclui identificaçãode conjunto de serviços básicos (BSSID), em que a STA atualiza o seu NAVindependentemente se a BSSID corresponde ao seu conjunto de serviços básicos que écontrolado pelo AP ao qual a STA é associada.
58. Método de controle de acesso a meios durante operação em múltiplos modos emrede sem fio utilizando seqüência de quadros de reunião múltipla de economia deenérgia (PSMP), que compreende:
- envio de quadros de CTS para si de múltiplos modos;
- envio de quadros de PSMP de múltiplos modos; e
- envio de transmissões por link inferior e link superior de múltiplos modos.
59. Método conforme a realização 58, em que os quadros de PSMP definem ocronograma para as transmissões por link inferior e link superior em múltiplos modospara a duração de seqüências de PSMP em múltiplos modos.60. Método conforme qualquer das realizações 58 ou 59, em que os quadros de PSMPdefinem alocações de tempo de link inferior (DLT) e alocações de tempo de link superior(ULT) das estações em vários modos em qualquer ordem conforme determinadoapropriado para aplicações e capacidades dos dispositivos.
61. Método conforme qualquer das realizações 58 a 61, em que os quadros de PSMPsão separados por período de tempo conforme determinado por fatores de rede.
62. Sistema de comunicação sem fio configurado com mecanismos de MAC parasustentar a proteção de TXOP para diversos modos de operação, que compreende:
- uma série de estações (STAs) que operam em dois ou mais modos sustentados; e
- ponto de acesso (AP) configurado para enviar diversos quadros de limpo para envio(CTS), cada qual correspondente a modo respectivo sustentado pelo sistema.
63. Sistema conforme a realização 62, em que os quadros de CTS são enviados emresposta a quadro de solicitação de envio (RTS) por STA.
64. Sistema conforme a realização 62, em que a STA é configurada para indicar o finalde transmissão quando não houver dados a serem enviados.
65. Sistema conforme a realização 64, em que a STA envia quadro de Final livre decontenção (CF) para a indicação.
66. Sistema conforme a realização 62, em que a STA envia o quadro de Final CF emmodulação utilizada pela STA.
67. Sistema conforme a realização 62, em que a STA indica o final de transmissãoenviando quadro QoS-NuII.
68. Sistema conforme a realização 67, em que a STA envia o quadro QoS-NuII emmodulação utilizada pela STA.
69. Sistema conforme a realização 62, em que a STA indica o final de transmissão pormeio do envio de qualquer tipo de quadro de MAC.
70. Sistema conforme a realização 62, em que a indicação de final de transmissão éinterpretada pelas outras STAs como reinicialização de vetor de alocação de rede (NAV).
71. Sistema conforme a realização 62, em que o AP envia diversos quadros de Final CFem todos os modos sustentados mediante recebimento da indicação de final detransmissão.
72. Sistema conforme a realização 62, em que os quadros de Final CF são separadospor duração de espaçamento entre quadros curto (SIFS).
73. Sistema conforme a realização 62, em que os quadros de Final CF são enviados emduração de espaçamento entre quadros reduzido (RIFS).
74. Sistema conforme a realização 62, em que ú AP envia reconhecimento (ACK) antesdo envio dos quadros de Finai CF.
75. Sistema conforme a realização 62, em que o AP envia um quadro de Final CF deSTBC e um quadro de Final CF não de STBC.

Claims (35)

1. Método de operação em múltiplos modos em rede semfio caracterizado por compreender:- envio de farol correspondente para cada modo sustentado por ponto de acesso (AP)em formato apropriado para o modo correspondente;- sustentação de diversos quadros de limpo para envio (CTS) em formatoscorrespondentes aos modos respectivos; e- envio de dados transmitidos por multicast e broadcast para cada modo sustentado peloAP.
2. Método conforme a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que um dos vários faróis transmitidos é identificado como farol primário porcampo de farol primário ou em elemento de informação de alto rendimento (HT).
3. Método conforme a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que os faróis correspondentes incluem pelo menos um farol secundário que éidentificado por campo de farol secundário em elemento de informação de HT.
4. Método conforme a reivindicação 3, caracterizado pelofato de que o farol secundário é transmitidos com compensação de tempo que incluireferência de tempo relativa a farol primário.
5. Método conforme a reivindicação 4, caracterizado pelofato de que a compensação de tempo é configurada dinamicamente pelo AP.
6. Método conforme a reivindicação 4, caracterizado pelofato de que o farol secundário inclui campos para campos correspondentes no farolprimário e campo de marcação de tempo.
7. Método conforme a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que os dados transmitidos por multicast e broadcast após farol secundáriocorrespondem aos dados transmitidos por multicast e broadcast enviados após o farolprimário.
8. Método conforme a reivindicação 3, caracterizado pelofato de que o farol secundário inclui campos que são exclusivos pára o seu modocorrespondente.
9. Método conforme a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente indicação de que a rede sustenta operação emmúltiplos modos e proteção para operação em múltiplos modos utilizando bit de proteçãode limpo para envio (CTS) múltiplo enviado em elemento de informação de altorendimento (HT).
10. Método conforme a reivindicação 9, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente o início de oportunidade de transmissão (TXOP)por meio do recebimento de quadro de solicitação de envio (RTS) de estação (STA).
11. Método de transmissão em rede sem fio caracterizadopor compreender:obtenção de oportunidade de transmissão (TXOP);- transmissão de dados; e- envio de indicação de truncagem da TXOP quando STA não possuir nenhum dadoadicional a ser enviado.
12. Método conforme a reivindicação 11, caracterizado pelofato de que a indicação da truncagem da TXOP inclui o envio de quadro de Final livre decontenção (CF) em modo utilizado pela STA caso reste duração de TXOP suficiente paraacomodar pelo menos três quadros de Final CF e três quadros de espaçamento emintervalos curtos (SIFS).
13. Método conforme a reivindicação 11, caracterizado pelofato de que a STA indica o término da sua TXOP por meio do envio de quadro QoS-NuII.
14. Método conforme a reivindicação 11, caracterizado pelofato de que a STA que indica o término da sua TXOP inclui o envio de quadro de controlede acesso a meios (MAC).
15. Método conforme a reivindicação 11, caracterizado pelofato de que a indicação do término ou truncagem da TXOP é interpretada pelas outrasSTAs como reinicialização do vetor de alocação de rede (NAV).
16. Método conforme a reivindicação 11, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmenté o recebimento de pelo menos um quadro deTérmino CF em todos os modos sustentados, mediante recebimento da indicação detérmino da TXOP.
17. Método conforme a reivindicação 16, caracterizado pelofato de que um quadro de Final CF de código de bloco de tempo espaço (STBC) e umquadro de Final CF não de STBC são recebidos e cada um dos quadros de Final CF éseparado por duração de espaçamento entre quadros curto (SIFS).
18. Método conforme a reivindicação 16, caracterizado pelofato de que cada um dos pelo menos quadro de Final CF é separado por duração deespaçamento entre quadros reduzido (RIFS).
19. Método conforme a reivindicação 16, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente o recebimento de reconhecimento (ACK) antesde receber o pelo menos um quadro de Final CF.
20. Método de operação em múltiplos modos em ponto deacesso (AP), em que o método é caracterizado por compreender:- obtenção de oportunidade de transmissão (TXOP);- transmissão de dados; e- envio de indicação de fim de transmissão quando o AP não possuir nenhum dado a serenviado.
21. Método conforme a reivindicação 20, caracterizado pelofato de que a indicação de fim de transmissão são diversos quadros de Final CF emtodos os modos sustentados.
22. Método conforme a reivindicação 21, caracterizado pelofato de que o AP envia um quadro de Final CF de STBC e um quadro de Final CF não deSTBC que formam quadro de Final CF duplo.
23. Método conforme a reivindicação 20, caracterizado pelofato de que cada um dos quadros de Final CF é separado por duração de espaçamentoentre quadros curto (SIFS).
24. Método conforme a reivindicação 20, caracterizado pelofato de que os quadros de Final CF são enviados em duração de espaçamento entrequadros reduzido (RIFS).
25. Método conforme a reivindicação 20, caracterizado pelofato de que a ordem dos quadros de Final CF é determinada arbitrariamente.
26. Método conforme a reivindicação 20, caracterizado pelofato de que o quadro de Final CF na mesma modulação utilizada para transmissões naoportunidade de transmissão (TXOP) é transmitido em primeiro lugar.
27. Método conforme a reivindicação 20, caracterizado pelofato de que a proteção de CTS duplo é permitida na rede.
28. Método conforme a reivindicação 11, caracterizado pelofato de que a duração de TXOP restante é suficiénte caso a duração restante da TXOPseja maior que a soma de duração de quadro de Terminal CF, duração de quadro deTerminal CF de STBC, quadro de Terminal CF não de STBC em velocidade básicaconhecida e duas durações de SIFS.
29. Ponto de acesso (AP) caracterizado por serconfigurado para obter oportunidade de transmissão (TXOP), transmitir dados e enviarnotificação de final de transmissão quando o AP não possuir nenhum dado a serenviado.
30. AP conforme a reivindicação 29, caracterizado pelo fatode que a indicação de final de transmissão são diversos quadros de Final CF em todosos modos sustentados.
31. AP conforme a reivindicação 30, caracterizado pelo fatode que o AP é adicionalmente configurado para enviar Um quadro de Final CF de STBCe um quadro de Final de CF não de STBC, que formam quadro de Final CF duplo.
32. AP conforme à reivindicação 30, caracterizado pelo fatode que cada um dos quadros de Terminal CF é separado por duração de espaçamentoentre quadros curto (SIFS).
33. Estação (STA) caracterizada por ser configurada paraobter oportunidade de transmissão (TXOP)1 transmitir dados, enviar indicação detruncagem da TXOP quando o AP não possuir nenhum dado adicional a ser enviado ereceber pelo menos um quadro de Final CF em cada modo sustentado pela STA.
34. STA conforme a reivindicação 33, caracterizada pelofato de que é adicionalmente configurada para enviar quadro de Final CF coincidentecom BSSID.
35. STA conforme a reivindicação 34, caracterizada pelofato de que a STA é adicionalmente configurada para determinar se a duração de TXOPrestante é maior que a soma de duração de quadro de Terminal CF utilizada pela STApara a indicação de truncagem mais todos os quadros de Terminal CF de um ponto deacesso (AP) e quaisquer durações de espaçamento entre quadros inseridas entre osquadros de Terminal CF.
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