BRPI0706900A2 - mecanismo de fechadura com eixo móvel - Google Patents
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Abstract
MECANISMO DE FECHADURA COM EIXO MóVEL A presente invenção refere-se a um mecanismo de fechamento (1) para aparelho elétrico de proteção para linhas e pessoas do tipo disjuntor que compreende pelo menos um contato móvel (4) disposto para cooperar com um ou mais contatos fixos (12), mecanismo (1) esse que é móvel entre uma posição travada de rechamada e uma posição destravada de abertura da ou das linhas controladas pelo aparelho elétrico, sendo que um órgão de manobra (2) desse aparelho permite o comando de uma mudança de posição do mecanismo (1) refletindo qualquer destravamento devido ao surgimento em pelo menos uma linha de condições elétricas incompatíveis com a manutenção de seu fechamento, e o referido árgão de manobra (2) é ligado através de uma biela (3) ao referido mecanismo de fechadura (1).
Description
"MECANISMO DE FECHADURA COM EIXO MÓVEL"
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um mecanismo de fechadurapara aparelho elétrico de proteção das linhas e das pessoas, do tipo disjuntorque compreende pelo menos um contato móvel previsto para cooperar com umou mais contatos fixos. Esse mecanismo é móvel entre uma posição travada defechamento e uma posição destravada de abertura da ou das linhascontroladas pelo aparelho elétrico.
Esse aparelho comprende um órgão de manobra que permite ocomando de uma mudança de posição do mecanismo de fechadura e reflete,se for o caso, um destravamento desse mecanismo, por exemplo, devido aosurgimento, em pelo menos uma linha, de condições incompatíveis com amanutenção da posição travada. O órgão de manobra é classicamente ligadoao mecanismo de fechadura por meio de uma biela.
Antecedentes da Invenção
Tradicionalmente, um mecanismo de fechadura possui pelomenos um contato móvel sustentado por um porta-contato(s) que gira ao redorde um primeiro eixo entre duas posições respectivamente em apoio e àdistância de um contato fixo. No travamento do mecanismo, um esforçoproveniente de uma extremidade da biela, que surge do órgão de manobra, étransmitido ao porta-contato(s).
Os mecanismos de fechadura têm por função amplificarmecanicamente a energia fornecida pelos sistemas de medição, e seu princípiode amplificação repousa em um sistema mecânico disposto em tensão por umamola cujo equilíbrio instável é assegurado, essencialmente, por esforços deatrito. Esses esforços são, em particular, realizados na extremidade precitadada biela e do porta-contato(s).
No caso de problema na linha, um desencadeador móvel envia aomecanismo uma informação que é dada por um dos sistemas de medição,usualmente magnético ou térmico, com a finalidade de destravá-lo quando eleestá em posição de fechamento dos contatos. Esse desencadeador possui umórgão que permite a manutenção da biela em apoio sobre o porta-contato(s),em fase de travamento e na posição travada.
Quando o desencadeador se desloca e libera a extremidade dabiela, a relação mec ânica estável por atrito mencionada acima se desfaz,permitindo o destravamento do mecanismo.
Meios de retorno do porta-contato(s), em posição de abertura decada contato móvel, ou seja, à distância de um contato fixo, são utilizados apartir do momento em que a biela é liberada.
Para assegurar a estabilidade do mecanismo de fechadura emposição f echada, é preciso que ele compreenda u ma estrutura deformável. Apossibilidade de deformação é, nas fechaduras conhecidas, assegurada por meioselásticos que permitem, em geral, um deslocamento relativo entre várias peças e aobtenção do apoio, em pressão, de cada contato móvel sobre um contato fixo.
Além da estabilidade mecânica da fechadura na posição fechada,esses meios elásticos permitem assegurar uma posição suficiente para evitaros problemas elétricos no fechamento do circuito, tornando o disjuntor muitomais confiável e, evitando a degradação progressiva dos contatos fixo e móvel.
Esses meios permitem, ainda, a absorção do desgaste dos contatos.
Em certas configurações conhecidas, os meios de chamada doporta-contato(s) em posição de abertura, o contato móvel à distância docontato fixo, e os meios elásticos de utilização de um apoio em pressão de umsobre o outro, são assegurados por duas molas distintas.
Existem, porém, também configurações nas quais uma única molaassegura simultaneamente as duas funções. É o caso do sistema descrito napatente EP 0 506 503 em nome da própria depositante.Nas duas hipóteses, a montagem do circuito da fechadura, queimplica um posicionamento particular da ou das molas, não é, em geral, fácil deautomatizar e, portanto, economicamente menos favorável em termos deindustrialização da montagem dos aparelhos elétricos.
No caso de uma mola estar situada entre o contato móvel e oporta-contato(s), a estrutura é mais complexa, em particular devido ao númerode peças a serem montadas em função das ligações móveis e, porque ainstalação das molas requer um calçamento de suas extremidades para queelas realizem sua função de retorno.
Esse problema de montagem das extremidades da mola ocorre, aliás,na solução descrita no documento EP 0 506 503 para a única mola utilizada.
Descrição Resumida da Invenção
Um dos objetivos da presente invenção é reduzir o custo daindustrialização dos aparelhos e, portanto, simplificar tanto quanto possível omecanismo de fechadura propriamente dito, bem como sua montagem nosaparelhos. Uma configuração original foi concebida para atender a esse objetivo.
Uma das principais vantagens que resulta da nova concepção é evitaras regulagens depois que o mecanismo de fechadura foi montando na caixa.
Para atender a esses objetivos, e a outros que vão aparecer aolongo da descrição a seguir, o mecanismo de fechadura de acordo com apresente invenção se caracteriza, a título principal, pelo fato de cada contatomóvel ser ligado rigidamente ao porta-contato(s), e pelo fato dos meioselásticos utilizados no apoio em pressão de cada contato móvel sobre ocontato fixo serem ligados ao porta-contato(s) por uma ligação que assegura odeslocamento do primeiro eixo de pivotamento em relação à ou às zonas deapoio de contato móvel / contato fixo a partir do momento em que ocorre oreferido apoio.
A rigidez da ligação de contato móvel / porta-contato(s) permiteuma simplificação considerável na solução técnica, bem como do processo deindustrialização que gera, assim, somente um conjunto rígido e compacto emvez de várias peças distintas que constituem o mecanismo de fechadura comona maioria das soluções do estado da técnica.
Para assegurar a estabilidade na posição travada, de acordo comuma solução totalmente original, é o próprio eixo de pivotamento inicial doporta-contato(s) que se desloca em relação à zona de apoio do contato móvel /contato fixo. Em outras palavras, em vez de assegurar um primeirodeslocamento do mecanismo para levar os contatos em apoio, seguido de umadeformação em torno do mesmo eixo para a disposição em apoio de pressãocomo na maioria das soluções do estado da técnica, a referida deformaçãoocorre em relação à zona de contato. Essa solução permite uma simplificaçãotecnológica considerável no mecanismo de fechadura.
Esse mecanismo pode então compreender meios de guia dodeslocamento do primeiro eixo de pivotamento.
De acordo com uma primeira variante, esses meios elásticos sãoconstituídos de uma mola em alfinete com uma ramificação de aspecto retilíneocuja extremidade é fixada na caixa do aparelho elétrico, e cuja outraextremidade é recurvada perpendicularmente à referida ramificação, eassegura o pivô da rotação do porta-contato(s) em torno do primeiro eixo paraajuste giratório da porção recurvada em um orifício do porta-contato(s).
Nessa hipótese, o guiamento é assegurado pela própria mola,cuja ramificação possui um comprimento evidentemente invariável. Não épreciso, portanto, adicionar elementos externos de guiamento.
De modo vantajoso, essa porção recurvada pode, ainda, servir depivô para o desencadeador.
Além disso, os meios de retorno de cada contato móvel àdistância de um contato fixo podem ser constituídos de uma mola em alfineteem uma ramificação com uma das extremidades fixadas na caixa do aparelhoelétrico, ramificação essa que se apoia sobre o porta-contato(s) e que exerceuma ação antagonista à da biela.
Esses meios de retorno são então formados da mesma maneiraque os meios elásticos que permitem o deslocamento do primeiro eixo depivotamento, os quais são, porém, distintos.
Essa analogia ocorre também na extremidade da referidaramificação, que é recurvada de modo sensivelmente perpendicular ao planode deslocamento de cada contato móvel, e a porção recurvada de extremidadeé, desta vez, alojada em uma corrediça realizada no porta-contato(s).
A vantagem da corrediça reside na possibilidade de reorientar osesforços em relação à ramificação da mola, para que essa mola trabalhe emtodo seu comprimento e não em compressão, para a qual a rigidez é muitoelevada e improdutiva.
De preferência, as molas com alfinete, respectivamente, dosmeios elásticos de realização do apoio em pressão e dos meios de retorno decada contato móvel sobre e à distância de um contato fixo são feitos de uma sópeça, e são ligados para sua fixação na caixa.
Não resta, com isso, mais de um lugar de fixação na caixa, de umúnico componente, o que também simplifica a montagem.
Mais preferencialmente, ainda, as referidas molas podem serligadas por uma ramificação adicional. Essa ramificação pode então ser teraspecto retilíneo, que se desenvolve sensivelmente na direção dedeslocamento da extremidade livre de cada contato móvel.
Nessa hipótese, a fixação na caixa é, em particular, simplificadapois a mola, no caso de uma única peça, pode ser encaixada em umaprotuberância da caixa prevista para essa finalidade.
O conjunto porta-contato(s) / contatos móveis não é, portanto,mais giratório diretamente em relação a referida caixa, mas pode serconsiderado "flutuante" em relação a ela, promovendo a possibilidade de sedeslocar por um movimento complexo não limitado a uma simples rotação.
De acordo com outra variante, os meios elásticos de realização deum apoio elástico de cada contato móvel sobre um contato fixo consistem emuma mola que possui uma ramificação em alfinete com uma das extremidadesligada à caixa do aparelho elétrico, ramificação essa que é posicionada emrepouso, de modo a ser deformada pelo porta-contato(s) em deslocamentodurante o travamento a partir do momento em que um apoio contato móvel /contato fixo ocorre, e o porta-contato(s) é ligado à caixa por uma conexão comum pino inserido em um alojamento ou uma ranhura que permite sua rotaçãoem torno de um primeiro eixo e que conduz seu deslocamento em relação àzona de apoio contato móvel / contato fixo.
Nessa hipótese, a ramificação da mola em alfinete não é usadapara a condução dos deslocamentos do porta-contato(s), que é asseguradopela ligação pino / alojamento ou ranhura.
Nesse estágio, são apenas necessários meios elásticos quepermitem um apoio em pressão do contato móvel / contato fixo.
A mesma ramificação pode, porém, ser posicionada em repousode modo a ser deformada pelo porta-contato(s) durante a totalidade de seumovimento, a fim de servir também de meios de retorno de cada contato móvelà distância de um contato fixo.
Como na configuração anterior, a mesma mola é então utilizada pararealizar os meios de retorno de cada contato móvel à distância de um contato fixode um lado, e os meios elásticos de apoio em pressão, de outro lado.
De acordo com uma hipótese, uma das extremidades daramificação em alfinete é fixada na caixa.
É também possível que a ramificação em alfinete constitua umadas ramificações de extremidade de uma mola espiral cuja porção centralcircunda um pino, e cuja outra extremidade está em apoio permanente contraum relevo que ultrapassa a caixa. Nesse caso, a ligação mecânica daramificação em alfinete com a caixa é certamente mais complicada, masapresenta, como se verá a seguir, vantagens no momento da montagem.
De acordo com uma possibilidade, o porta-contato(s) compreende ummancai inserido por um ajuste giratório e deslizante em um alojamento da caixa.
Essa ligação permite assegurar as funções mecânicas próprias aessa ligação, ou seja, uma rotação em torno de um primeiro eixo e umdeslocamento ulterior, e as características da referida ligação devem sercombinadas com os meios de retorno descritos acima para o retorno à posiçãoinicial, no caso de destravamento do mecanismo.
O alojamento ou a ranhura assegura a condução do mancai, porum movimento que pode ser curvilíneo e permita, se for o caso, um atrito docontato móvel sobre o contato fixo.
Esse alojamento compreende, segundo uma possibilidade,paredes erguidas em forma de U orientada de modo que a abertura do Udesemboque em direção ao contato móvel. O referido alojamento não é,portanto, completamente fechado, o que pode ser visto como uma vantagemadicional no momento da montagem.
Preferencialmente, ai nda, a porção central espiralada da molacontorna o alojamento em U.
Nessa configuração, o local da ligação mecânica complexa descritaacima é também utilizado como um dos pontos de fixação da mola espiral.
De acordo com uma possibilidade, a ramificação em alfinete éarrastada por um pino que ultrapassa o porta-contato(s).
O pivô do desencadeador em relação ao porta-contato(s) podeser livremente colocado sobre o porta-contato(s), desde que a funçãoassegurada pelo desencadeador seja realizada. No caso, de preferência, odesencadeador gira em torno de um pino coaxial ao mancai móvel no alojamentoda caixa, pino esse que ultrapassa a face oposta do porta-contato(s).
Há, portanto, um único eixo para as diferentes rotaçõesenvolvidas nas ligações dos porta-contatos com as caixas de um lado, e osdesencadeadores com os porta-contato(s) de outro lado.
O porta-contato(s) pode compreender, de modo clássico, u marampa sobre a qual se apóia uma das extremidades da biela, rampa essa quecoopera com uma lingüeta do desencadeador para manter a extremidade dabiela em apoio sobre a rampa na fase de travamento e na posição travada.
É por meio dessa rampa que o esforço veiculado pela biela nomomento do travamento é transmitido ao mecanismo de fechadura. Aexistência da lingüeta permite manter a extremidade da biela em contato comessa rampa e, portanto, transmitir o esforço.
De acordo com uma possibilidade, o ou os contatos móveis sãofeitos em uma única peça com o porta-contato(s). Em outras palavras, nãoexiste mais, realmente, um porta-contato(s) mas um mecanismo reduzido a umou mais contatos móveis sobre o qual são aplicados os esforços necessários árealização das funções do mecanismo.
De acordo com uma configuração possível, um interruptor podetambém ser solidarizado rigidamente na extremidade do ou de um dos contatosmóveis opostos à sua zona de apoio contra um contato fixo.
De modo alternativo, o interruptor pode ser obtido em uma únicapeça com um contato móvel, o que também simplifica o conjunto móvel pelaeliminação de um de seus componentes.
Nessa hipótese, o interruptor / contato móvel é solidarizado aoporta-contato(s) nas proximidades da zona de apoio contato móvel / contatofixo, e compreende um segmento de flexão cuja extremidade livre é situadadiante de uma protuberância do desencadeador. O segmento de flexão sedesenvolve, a partir dos meios de solidarização com o porta-contato(s), do ladooposto da zona de contato ao longo de um certo comprimento que permite umaflexão suficiente para acionar o desencadeador.
De preferência, a protuberância do desencadeador é, então,disposta nas proximidades do órgão ou lingüeta que permite manter a biela emapoio contra o porta-contato(s).
O mecanismo de fechadura, que compreende em sua versãomais aprimorada um ou mais contatos móveis, um interruptor e umdesencadeador, se torna extremamente compacto e fácil de montar, e éapropriado em uma perspectiva de automatização de montagem. O mecanismomontado flutua graças a ligações particulares que o ligam à caixa, não requernenhuma regulagem particular ulterior.
A mutualização de certas funções, como o eixo de rotação, a molade retorno e os meios elásticos de apoio em pressão na primeira configuração,permitem finalmente obter um mecanismo de fechadura extremamenteinteressante sob o aspecto econômico.
Breve Descrição das Figuras
A presente invenção seré descrita mais detalhadamente a seguir,em relação às figuras anexas, nas quais:
- A Figura 1 representa, em perspectiva, o mecanismo defechadura, de acordo com a primeira realização, com um órgão de manobrapara seu comando;
- A Figura 2 mostra, em vista perspectiva, a solução da Figura 1implantada em um aparelho elétrico do tipo disjuntor;
- As Figuras 3a e 3b mostram uma outra configuração darealização das figuras anteriores, implantada em um disjuntor respectivamenteem posição de fechamento e de abertura dos contatos;- A Figura 4 é uma vista em perspectiva explodida de umasegunda variante baseada em uma mola espiral;
- As Figuras 5a e 5b representam duas vistas respectivamenteanterior e posterior do mecanismo da Figura 4, com os contatos separados eem presença de um motor magnético;
- As Figuras 6a e 6b correspondem às anteriores, com oscontatos fixo e móvel em apoio em pressão; e
- As figuras 7a a 7c mostram uma alternativa, na qual o contatomóvel e o interruptor são em uma mesma e única peça.
Descrição Detalhada das Figuras
Em relação à Figura 1, o mecanismo de fechadura, designadopela referência geral (1), é ligado a um órgão de manobra (2) por meio de umabiela (3). O mecanismo (1) compõe-se a título principal de um contato móvel(4), de um desencadeador (5) e de uma mola (6). Esta última é constituída detrês ramificações (6a, 6b e 6c) e termina por duas porções recurvadas (7a, 7b).
A porção (7b) serve de eixo de rotação para o contato móvel (4) epara o desencadeador (5). A porção recurvada (7a) coopera com o contato móvel(4) por meio de uma corrediça (8) de configuração paralela ao contato (4).
O desencadeador (5) compreende, em uma de suasextremidades, uma lingüeta (9) destinada a bloquear a extremidade (3a) dabiela (3) em apoio contra uma rampa (11) do contato móvel (4). Em suaextremidade oposta, o desencadeador possui um acionador (10) disposto paracooperar com um interruptor térmico.
O mecanismo de fechadura representado na Figura 1 destina-se aser montado em uma caixa de um aparelho elétrico, por exemplo, por encaixe,e a fixação é feita de preferência na altura do arredondado que separa asporções (6b, 6c) da mola (6).
O conjunto da Figura 1 aparece do lado oposto e implantado nacaixa B de um aparelho elétrico, Na figura 1. O órgão de manobra (2) éposicionado de tal modo que a biela (3) exerce uma ação, por meio de suaextremidade (3a), contra uma rampa (11) do contato móvel (4) de modo a fazê-lo girar em apoio contra um contato fixo (12). Esse movimento é efetuado nosentido contrário à mola (6) e, particularmente de sua ramificação (6a), emapoio através da porção recurvada (7a), na corrediça (8), nas proximidades dazona de ação da extremidade (3a) da biela (3).
A partir do momento em que o contato móvel (4) fica em apoio contrao contato fixo (12), a deformação do sistema, necessária à estabilidade mecânicado travamento, é feita por deslocamento elástico da ramificação (6b) da mola (6), econseqüentemente por deslocamento da extremidade recurvada (7b).
A totalidade do mecanismo de fechadura (1) se desloca no interiorda caixa (B) do aparelho elétrico a partir do apoio do contato móvel (4) sobre ocontato fixo (12). Esse deslocamento permite, de um lado, realizar umapressão de contato correta entre contato(s) fixo(s) e móvel(eis), e também, sefor o caso, evitar o desgaste dos contatos elétricos.
Como mostram também as Figuras 3a e 3b, o desencadeador (5)é montado livre em rotação sobre o contato móvel (4) em torno do pivô (7b)para liberar a extremidade (3a) da biela (3) por deslocamento da biela (9) emcaso de ocorrência de uma sobreintensidade ou de um curto-circuito na linha.Em caso de curto-circuito, por exemplo, o batedor (14) de um motor magnético (M)tradicional pode fazê-lo girar em sentido anti-horário, provocando a liberação dabiela (3) e, em seguida, a separação dos contatos móveis (4) e fixos (12) sob oefeito da ramificação (6a) da mola (6). O contato móvel (4) compreende ainda uminterruptor térmico (13) que é rigidamente fixado a ele em sua extremidade opostaàquela que pode estar em apoio sobre o contato fixo (12).
Quando ocorre uma sobreintensidade no circuito, o interruptor(13) se deforma e entra em contato contra o acionador (10), que ele aciona,provocando também uma rotação do desencadeador (5) no mesmo sentido queo anterior, e uma liberação da biela (3), ou seja, a abertura do circuito.
A montagem do mecanismo da fechadura (1), de acordo com apresente invenção, que permite assegurar o apoio em pressão do contatomóvel (4) sobre o contato fixo, é realizada por meio de uma protuberância (15)que se projeta da caixa (B) e que é visível claramente na Figura 3b. Essaprotuberância (15), na qual é, por exemplo, encaixada a mola, é disposta naaltura do arredondado que separa as porções recurvadas (6b, 6c) da mola (6).
Uma outra realização do dispositivo de acordo com a presenteinvenção é ilustrada nas Figuras 4 a 6. As mesmas referências sãoconservadas quando elas se referem aos mesmos componentes. Em relação àFigura 4, um órgão de comando (2) é ligado por meio de uma biela (3) a umporta-contato(s) (17) ao qual é ligado rigidamente o contato móvel (4), e umdesencadeador (5) é montado de modo a poder girar em torno de um pivô (18)que ultrapassa o porta-contato(s) (17).
Nessa realização, a mola (16) é uma mola espiral que possuiduas ramificações de extremidade (16a) e (16b), estando esta última calçadaem apoio sobre um relevo (19) que ultrapassa a caixa B, que é, nesse caso,simbolizada por uma porção retangular do invólucro.
A outra extremidade (16a) da mola espiral (16) coopera com umpino (20) que ultrapassa o porta-contato(s) o qual solicita a mola (16) quando oporta-contato(s) gira no sentido horário.
A porção central da mola espiral (16) é enrolada em torno de umalojamento (21) em forma de U invertido que serve para alojar um mancai (22)que ultrapassa o porta-contato(s) (17). Esse mancai (22) é coaxial ao pino (18)em torno do qual gira o desencadeador (5).
As Figuras 5a e 5b mostram, de acordo com duas incidênciasopostas, o funcionamento do mecanismo de fechadura, e o contato móvel (4) é,neste caso, distanciado do contato fixo (12).
Na Figura 5a, em particular, a porção da caixa (B)1 bem como oalojamento em U (21), são mostrados em transparência para fins explicativos.Nessa figura, o mecanismo de fechadura é destravado, e a ligação mecânicaentre o porta-contato(s) (17) e a caixa (B) é definida pelo sistema mancai (22) /alojamento (21). Uma ação sobre a alavanca de comando (2), a fim de fechar ocircuito, faz com que a extremidade (3a) da biela (3) exerça uma ação contra arampa (11). O conjunto porta-contato(s) (17) e contato móvel (4) /desencadeador (5) gira no sentido horário, e o mancai (22) é livre em rotaçãoem seu alojamento.
Em relação à Figura 5b, à medida que o deslocamento angularaumenta a partir da posição de partida acima, a ramificação de extremidade damola (16) se curva. Devido ao apoio da outra extremidade (16b) contra o pino(19), a mola (16) armazena energia.
A partir do momento em que o contato móvel (4) fica em apoiocontra o contato fixo (12), como representam as Figuras 6a e 6b, e devido aofato da alavanca de manobra (2), de um lado e, conseqüentemente a biela (3),de outro lado, continuarem seu movimento antes do bloqueio definitivo emposição travada, o mancai (22) se desloca no alojamento (21) em direção àsaída do U. O trajeto é, porém, limitado e fica no interior da parede em U. Atotalidade do mecanismo se desloca então da mesma maneira.
Como na realização das Figuras 1 a 3, um interruptor (13) é montadorigidamente sobre o contato móvel (4). Suas deformações permitem, por contatocom o acionador (10), a rotação do desencadeador (5) e, conseqüentemente aliberação da extremidade (3a) da biela (3). A referida rotação pode também serdesencadeada pelo batedor (14) do motor magnético (M).
A energia armazenada na mola (16) durante a rotação anterior,em vista do travamento, é então liberada, e o dispositivo retorna à sua posiçãoinicial, tal como ilustrada nas Figuras 5a e 5b.
De acordo com uma alternativa, mostrada nas Figuras 7a a 7c,o interruptor (13) e o contato móvel (4) não constituem mais uma únicapeça (41) que realizam as duas funções. Nesse caso, para que a flexão dalâmina possa ocorrer em boas condições, é preciso que a fixação (23) noporta-contato(s) seja realizada nas proximidades da zona de apoio contatomóvel (4') / contato fixo (12).
A flexão se efetua em direção à alavanca de comando (2), e odesencadeador (5) possui agora, em vez de um acionador (10), umaprotuberância (10') situada na altura do eixo dessa manivela, nas proximidadesda zona de apoio biela (3) / rampa (11).
Como nas realizações anteriores, com interruptor (13) fixado nocontato móvel (4), essa configuração permite dispensar qualquer regulagem daposição do interruptor após a montagem do produto.
Claims (24)
1. MECANISMO DE FECHADURA PARA APARELHOELÉTRICO, para proteção das linhas e das pessoas, do tipo disjuntor quecompreende pelo menos um contato móvel (4) disposto para cooperar com umou mais contatos fixos (12), mecanismo esse (1) que é móvel entre umaposição travada de fechamento e uma posição destravada de abertura da oudas linhas controladas pelo aparelho elétrico, sendo que um órgão de manobra(2), desse aparelho, permit e o comando de uma mudança de posição domecanismo (1) e reflete todo o destravamento devido ao surgimento, em pelomenos uma linha, de condições elétricas incompatíveis com a manutenção deseu fechamento, e o referido órgão de manobra (2) é ligado por uma biela (3)ao referido mecanismo de fechadura (1), que compreende:- pelo menos um contato móvel (4) suportado por um porta-contato(s) (17) e que gira em torno de um primeiro eixo entre duas posiçõesrespectivamente em apoio e à distância de um contato (fixo), e um esforçoproveniente de uma extremidade da biela (3) é transmitido ao porta-contato(s)(17) em vista do travamento do mecanismo (1);- um desencadeador (5) móvel que envia ao mecanismo defechamento (1) a informação dada por um sistema de medida magnética (M) outérmica (13) a fim de destravá-lo quando ele está em posição de fechamentodos contatos (4, 12), desencadeador (5) esse que possui um órgão (9) quepermite a manutenção da biela (3) em apoio contra o porta-contato(s) (17) emfase de travamento e em posição travada;- meios de retorno do porta-contato(s) em posição de abertura decada contato móvel (4) à distância do contato fixo (12) em caso de liberação dabiela (3) que conduz ao destravamento do mecanismo (1); e- meios elásticos de realização de um apoio em pressão de cadacontato móvel (4) sobre um contato fixo (12) que permitem a absorção dodesgaste dos contatos (4, 12);caracterizado pelo fato de cada contato móvel (4) ser rigidamenteligado ao porta-contato(s) (17), e dos meios elásticos (6b, 16) de realização doapoio em pressão de cada contato móvel (4) sobre o contato fixo (12) seremligados ao porta-contato(s) (17) por uma ligação (7b; 21, 22) que assegura odeslocamento do primeiro eixo de rotação em relação à ou às zonas de apoioentre contato móvel (4) / contato fixo (12), a partir do momento em que ocorre oreferido apoio.
2. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de compreender meios de condução(7b; 21) do deslocamento do primeiro eixo de rotação.
3. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma dasreivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato dos referidos meios elásticosserem constituídos por uma mola em alfinete em uma ramificação (6b) deaspecto retilíneo com uma das extremidades fixada na caixa (B) do aparelhoelétrico, e cuja outra extremidade (7b) é recurvada perpendicularmente à outraramificação (6b) e assegura o pivotamento da rotação do porta-contato(s) emtorno do primeiro eixo por ajuste giratório da porção recurvada (7b) em umorifício do porta-contato(s).
4. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 3, caracterizado pelo fato da porção recurvada (7b) ter afinalidade de pivô para o desencadeador (5).
5. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma dasreivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato dos meios de retorno de cadacontato móvel (4) à distância de um contato fixo (12) serem constituídos poruma mola em alfinete em uma ramificação (6a) com uma das extremidadesfixada à caixa (B) do aparelho elétrico, ramificação (6a) que se apóia sobre oporta-contato(s) e que exerce nele uma ação antagonista à da biela (3).
6. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 5, caracterizado pelo fato da extremidade livre (7a) da referidaramificação (6a) ser sensivelmente recurvada perpendicularmente ao plano dedeslocamento de cada contato móvel (4), sendo que a porção recurvada (7a)da extremidade é alojada em uma corrediça (8) realizada no porta-contato(s).
7. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com asreivindicações 3 a 6, caracterizado pelo fato das molas em alfinete (6b, 6a)respectivamente dos meios elásticos de realização do apoio em pressão e dosmeios de retorno de cada contato móvel (4) respectivamente sobre e àdistância de um contato fixo (12) serem feitos em uma única peça e são ligadospara sua fixação na caixa (B).
8. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 7, caracterizado pelo fato das referidas molas (6b, 6a) seremligadas por uma ramificação adicional (6c).
9. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 8, caracterizado pelo fato da ramificação (6c) de configuraçãoretilínea se desenvolve sensivelmente na direção de deslocamento daextremidade livre de cada contato móvel (4).
10. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma dasreivindicações 1 e 2, caracterizado pelo fato dos meios elásticos de realizaçãode um apoio elástico de cada contato móvel (4) sobre um contato fixo (12)consistirem em uma mola (16) que possui uma ramificação em alfinete (16a)com uma das extremidades ligada à caixa (B) do aparelho elétrico, ramificação(16a) essa que é posicionada em repouso de modo a ser deformada peloporta-contato(s) (17) em deslocamento durante o travamento a partir domomento em que um apoio contato móvel (4) / contato fixo (12) ocorrer, sendoque o porta-contato(s) (17) é ligado à caixa (B) por uma ligação com pino (22)inserido em um alojamento (21) ou uma ranhura que permite sua rotação emtorno do primeiro eixo e que conduz seu deslocamento em relação à zona deapoio contato móvel (4) / contato fixo (12).
11. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 10, caracterizado pelo fato da referida ramificação (16a) estarposicionada em repouso de modo a ser deformada pelo porta-contato(s) (17)durante a totalidade de seu movimento, a fim de servir também de meio deretorno de cada contato móvel (4) à distância de um contato fixo (12).
12. MECANISMO DE FECHADUR, de acordo com uma dasreivindicações 10 e 11, caracterizado pelo fato de uma das extremidades daramificação em alfinete ser fixada na caixa (B).
13. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma dasreivindicações 10 a 11, caracterizado pelo fato da ramificação em alfinete (16a)constituir uma das ramificações de extremidade de uma mola espiral (16) cujaporção central circunda um pino (21) e da outra ramificação de extremidade (16b)estar em apoio permanente contra um relevo (19) que ultrapassa a caixa (B).
14. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma umadas reivindicações 10 a 13, caracterizado pelo fato do porta-contato(s)compreender um mancai (9) inserido por uma ajuste giratório e que desliza emum alojamento (21) da caixa (B).
15. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 14, caracterizado pelo fato do referido alojamento (21)compreender paredes erguidas em U orientado de modo que a abertura do Udesemboca em direção ao contato móvel (4).
16. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com asreivindicações 13 a 15, caracterizado pelo fato da porção central espiralada damola (16) circundar o alojamento (21) em U.
17. MECANISMO DE FECHADUR, de acordo com uma dasreivindicações 10 a 16, caracterizado pelo fato da ramificação (16a) em alfineteser acionada por um pino (20) que ultrapassa o porta-contato(s) (17).
18. MECANISMO DE FECHADUR, de acordo com uma dasreivindicações 14 a 17, caracterizado pelo fato do desencadeador (5) girar emtorno de um pino (18) coaxial ao mancai (22) móvel no alojamento (21) dacaixa (B)1 pino esse (18) que ultrapassa a face oposta do porta-contato(s) (17).
19. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma dasreivindicações 1 a18, caracterizado pelo fato do porta-contato(s) (17)compreender uma rampa (11) sobre a qual se apóia uma das extremidades(3a) da biela (3), rampa essa que coopera com uma lingüeta do desencadeador(5) para manter a extremidade (3a) da biela (3) em apoio sobre a rampa (11)em fase de travamento e em posição travada.
20. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma dasreivindicações 1 a 19, caracterizado pelo fato do ou dos contato(s) móvel(eis)(4) serem em uma única peça com o porta-contato(s) (17).
21. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma dasreivindicações 1 a 20, caracterizado pelo fato de um interruptor (13) sersolidarizado rigidamente com a extremidade do ou dos contatos móveis (4)oposta à sua zona de apoio contra um contato fixo (12).
22. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com uma dasreivindicações 1 a 19, caracterizado pelo fato do interruptor (13) ser em umaúnica peça com um contato móvel (4).
23. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 22, caracterizado pelo fato do interruptor (13) / contato móvel (4)ser solidarizado com o porta-contato(s) (17) nas proximidades da zona deapoio contato móvel (4) / contato fixo (12), e compreender um segmento deflexão cuja extremidade livre é disposta diante de uma protuberância (10') dodesencadeador (5).
24. MECANISMO DE FECHADURA, de acordo com areivindicação 23, caracterizado pelo fato da protuberância (10') dodesencadeador ser disposta nas proximidades do órgão (9) que permite amanutenção da biela (3) em apoio contra o porta-contato(s) (17).
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