BRPI0706903A2 - aparelho, aparelho de corte e faca para um aparelho de corte adaptado para girar a faca em torno de um eixo de revolução - Google Patents

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BRPI0706903A2
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Abstract

APARELHO, APARELHO DE CORTE E FACA PARA UM APARELHO DE CORTE ADAPTADO PARA GIRAR A FACA EM TORNO DE UM EIXO DE REVOLUçAO Trata-se de uma cabeça de plaina de alta velocidade. Um membro roscado (34) que tem uma parte frustocónica é forçado de encontro a uma faca (104), para prender uma faca a um cubo para girar a faca em torno de um eixo de revolução. A faca tem um lado dianteiro e um lado traseiro, dois gumes de corte (136a, 136b) e uma simetria especular sobre um plano especular que passa através da faca. Para cortar uma face planar e dois quinas raiados opostos, os gumes de corte incluem as respectivas partes lineares dispostas entre duas partes cóncavas de corte de quina arqueado.

Description

APARELHO, APARELHO DE CORTE E FACA PARA UM APARELHODE CORTE ADAPTADO PARA GIRAR A FACA EM TORNO DE UM EIXO DEREVOLUÇÃO
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a uma cabeça deplaina de alta velocidade, tal como para o uso na manufaturacomercial de madeira para construção e de produtos de madeiracom acabamento.
FUNDAMENTOS
O revestimento em madeira para construção, tal comocortado de toras em dimensões nominais de 2x4, 2x5, 2x12, e 4 χ 4, tem se tornado cada vez mais importante emconseqüência da tendência de que tal madeira para construçãoseja vendida em pontos de varejo, tais como as grandescadeias de melhorias no lar: lojas para consumidores do tipo"faça-você-mesmo" (FVM). Embora a madeira para construçãoseja coberta tipicamente com placa de rocha ou chapa degipsita, e desse modo não é visível na construção comacabamento, os consumidores DIY freqüentemente selecionam ecompram a madeira para construção principalmente baseados noacabamento de superfície. Consequentemente, a madeira paraconstrução com um bom acabamento pode acarretar um preçosuperior, e a madeira para construção que não tem um bomacabamento pode ser difícil de vender.
As cabeças de plaina comerciais incluem umapluralidade de facas alongadas espaçadas circunferencialmenteem um cubo cilíndrico que gira a uma alta velocidade. Oseixos alongados das facas são tipicamente, mas nãonecessariamente, alinhados com o eixo de rotação. A madeirase desloca em relação à cabeça em uma direção perpendicularao eixo de rotação do cubo, e as facas cortam uma superfíciena madeira. O acabamento de superfície resultante é afetadopor uma série de fatores, por exemplo, a extensão até a quala cabeça de plaina fica em equilíbrio, a densidade das facasna cabeça de plaina, a velocidade de rotação, a velocidade depercurso da madeira, e a capacidade do aparelho de mantereficientemente as lascas afastadas da superfície de corteenquanto ela está sendo cortada.
A prática padrão propicia o equilíbrio estático dasfacas e dos conjuntos de facas carregados pelo cubo, bem comoo equilíbrio dinâmico do cubo e do eixo mecânico ao qual ocubo é unido (ou com o qual o cubo é formado integralmente) .A velocidade de rotação da cabeça é ajustada tão alta quantopraticável, e a velocidade de percurso da madeira é ajustadatão alta quanto possível enquanto ainda propicia o acabamentode superfície aceitável, para aumentar a velocidade daprodução. Algumas "marcas de lascas" ocorrem em conseqüênciadas lascas remanescentes na superfície de corte enquanto amadeira está sendo cortada, e eram aceitas na técnicaanterior.
Com um determinado grau de equilíbrio e velocidadeda rotação da cabeça de plaina, o aumento da velocidade depercurso de madeira para obter mais aumentos da eficiênciairá diminuir a qualidade do acabamento de superfície, e deveser vantajoso poder aumentar a velocidade enquanto é mantidaa qualidade do acabamento de superfície, ou então manter avelocidade e melhorar a qualidade do acabamento desuperfície.
Um meio para aumentar significativamente aqualidade da superfície levando em conta as limitações acimaobservadas consiste em aumentar a freqüência de corte aoaumentar a densidade das facas na cabeça de plaina.Particularmente, os gumes de corte paralelos ecircunferencialmente distribuídos das facas devem serespaçados tão próximos uns dos outros quanto possível. Noentanto, cada faca deve ser removível, de modo que a facapossa ser afiada ou substituída. As facas são apertadastipicamente nos conjuntos de facas por parafusos. Osparafusos podem ser dispostos em um bloco de metal denominado"chaveta" que, por sua vez, é disposta na faca, e aextremidade do parafuso pode ficar diretamente disposta nafaca, ou o parafuso pode se estender para um aro que éforçado de encontro à faca. Em todos os casos, a metodologiade construção impõe limites no potencial para aumentar adensidade das facas.
Tipicamente, as facas da técnica anterior têm umgume de corte reto e um ou dois gumes de corte raiados oucurvados semi-circularmente nas extremidades respectivas dogume de corte reto. Onde somente um gume de corte curvado éempregado, as facas são alternadas na posição de cabeça parabaixo e direta para cima de modo que duas facas cortemconjuntamente os respectivas quinas opostos da madeira e cadafaca corte a face reta da madeira de modo que a face reta damadeira seja cortada duas vezes. Em um ou outro caso, um gumede corte reto é fundido fisicamente com um gume de cortecurvado. Em um processo conhecido como "junção" utilizadopara afiar as facas à medida que as facas são instaladas nacabeça de plaina e enquanto a cabeça está girando, em que umapedra fixa é introduzida de encontro as facas girando, o queé conhecido no estado da técnica como "alívio" é perdido paraas partes exteriores dos gumes de corte curvados. Essaausência de alívio resulta em um ato de martelar a madeiranas quinas, degradando o acabamento de superfície.
Um outro problema na técnica anterior é o ajuste dacabeça de plaina entre o corte de um artigo de madeira de umestoque de madeira verde e o corte de um artigo do mesmotamanho nominal do estoque de madeira seca, e vice-versa.Isto requer a substituição da cabeça de plaina completa, oque é dispendioso.Há uma necessidade, portanto, quanto a uma cabeçade plaina de alta velocidade provida de acordo com a presenteinvenção que solucione os problemas acima mencionados epropicie características e vantagens adicionais.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DA INVENÇÃO
Uma cabeça de plaina de acordo com a invenção temuma faca, um cubo para girar a faca em torno de um eixo derevolução, e um membro roscado para prender a faca ao cubo. Afaca tem um lado dianteiro e um lado traseiro, dois gumes decorte e uma simetria especular sobre um plano especular quepassa através da faca. O cubo tem uma bolsa para receber olado traseiro da faca de encontro a uma parede de suporte dabolsa e um furo roscado. O membro roscado tem uma parteinclinada frustocônica para produzir uma força de empurrar deencontro à faca quando o membro roscado é rosqueado no furo.
Para cortar uma face planar e duas quinas raiadasopostas, os gumes de corte incluem as respectivas partes decore de face linear dispostas entre duas partes côncavas decorte de quina arqueadas. Preferivelmente, as partes de cortede quina são semicirculares e a faca tem um ângulo de alíviode ataque γ que fica de preferivelmente compreendido na faixade 25 - 40 graus e que é fixo pelo menos nas partes de cortede face e de corte de quina. Preferivelmente, além disso, afaca inclui duas nervuras defletoras espaçadas uma da outraque se projetam do lado dianteiro.
Deve ficar compreendido que esta descrição resumidaé fornecida como um meio de determinar de maneira geral o quesegue nos desenhos e na descrição detalhada e não se presta alimitar o âmbito da invenção. Os objetivos, ascaracterísticas e as vantagens da invenção serãocompreendidos imediatamente ao levar em consideração aseguinte descrição detalhada tomada conjuntamente com osdesenhos anexos.BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura IA é elevação lateral de um aparelho deaplainar da técnica anterior.
A Figura IB é uma vista superior do aparelho deaplainar da Figura IA.
A Figura 2 é uma vista de extremidade de uma cabeçade plaina da técnica anterior para ser utilizada no aparelhodas Figuras IA e IB.
A Figura 3 é uma vista de extremidade maisdetalhada da cabeça de plaina da Figura 2.
A Figura 4A é uma vista ilustrativa de uma cabeçade plaina alternativa da técnica anterior.
A Figura 4B é uma vista ilustrativa de dois arosutilizados na cabeça de plaina da Figura 4A.
A Figura 5 é uma vista de extremidade de uma cabeçade plaina de corte de face de acordo com a presente invenção.
A Figura 6 é uma vista de extremidade maisdetalhada da cabeça de plaina da Figura 5.
A Figura 7 é uma vista ilustrativa de uma facapreferida para ser utilizada na cabeça de plaina da Figura 5.
A Figura 8A é uma vista em seção transversal de umartigo sem acabamento de madeira serrada.
A Figura 8B é uma vista em seção transversal doartigo de madeira serrada da Figura 8A em uma condição comacabamento.
A Figura 9A é uma vista ilustrativa da cabeça deplaina de corte lateral de acordo com a presente invenção.
A Figura 9B é uma elevação lateral da cabeça deplaina da Figura 9A.
A Figura 10 é uma vista explodida de umaconfiguração preferida da cabeça de plaina da Figura 8A.
A Figura 11 é uma vista de extremidade de umacabeça de plaina de corte de quina de acordo com a presenteinvenção.
A Figura 12A é uma vista ilustrativa de um ladodianteiro de uma faca de corte de quina de acordo com apresente invenção para ser utilizado em partes de extremidadeda cabeça de plaina da Figura 9A.
A Figura 12B é uma vista ilustrativa de um ladotraseiro da faca da Figura 9A.
A Figura 13A é uma vista esquemática em seçãotransversal de um artigo de madeira serrada que está sendocortada com uma faca de corte de quina que tem um gume decorte redondo de 1/4 total em perfeito alinhamento.
A Figura 13B é uma vista esquemática em seçãotransversal do artigo de madeira serrada da Figura 12Acortado com a faca da Figura 13A em alinhamento imperfeito.
A Figura 14A é uma vista de planta de duas facas deacordo com a presente invenção, comparando as suas dimensõespara corte de um artigo de madeira serrada de estoque demadeira seca e verde.
A Figura 14B é uma vista de extremidade de umartigo de madeira serrada mostrado com as quinas comacabamento produzidas pelas duas facas da Figura 14A.
A Figura 14C é uma vista de planta de umposicionamento, de acordo com a presente invenção, das duasfacas da Figura 14A para o acabamento do artigo de madeiraserrada tal como mostrado na Figura 14B.
A Figura 15A é uma vista esquemática da faca dasFiguras 12A e 12B que mostra as construções geométricas úteispara definir a configuração da faca de acordo com a presenteinvenção.
A Figura 15B é uma vista esquemática de uma faca datécnica anterior que corresponde à vista esquemática daFigura 15A.
A Figura 16A é uma vista ilustrativa da facamostrada nas Figuras 12A e 12B que mostra os segmentos delinha utilizados para descrever a forma de uma superfíciechanfrada da faca de acordo com a presente invenção.
A Figura 16B é uma vista em seção transversalparcialmente destacada da faca da Figura 16A tomada ao longode uma linha 16B-16B da mesma.
A Figura 16C é uma vista em seção transversalparcialmente destacada da faca da Figura 16A tomada ao longode uma linha 16C-16C da mesma.
A Figura 16D é uma vista em seção transversalparcialmente destacada da faca da Figura 16A tomada ao longode uma linha 16D-16D da mesma.
A Figura 17A é uma vista esquemática de uma faca decorte de face que corta um artigo de madeira serrada quemostra um ângulo de alívio de ataque se acordo com a técnicaanterior.
A Figura 173B é uma vista esquemática de uma facade corte de quina de acordo com a presente invenção mostradaem relação ao artigo de madeira serrada da Figura 17A.
A Figura 19 é uma elevação lateral de uma cabeça deplaina de corte lateral de acordo com a presente invenção queprovê um único jogo de facas idênticas para fazer os cortesde face e de quina.
A Figura 20 é uma vista em perspectiva de uma parteda cabeça de plaina da Figura 18, mostrando maisdetalhadamente as facas e a maneira na qual as facas sãopresas.
A Figura 21 ê uma vista explodida da parte dacabeça de plaina da Figura 19 que mostra, entre outrascoisas, um lado dianteiro de uma faca preferida para serutilizada na cabeça de plaina de acordo com a invenção.
A Figura 22 é uma vista ilustrativa do ladotraseiro da faca da Figura 21.A Figura 23 é uma vista em seção transversal dafaca da Figura 22, tomada ao longo de uma linha 23-23 damesma.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE UMA REALIZAÇÃO PREFERIDA
As Figuras IA e IB mostram duas vistas ortográficas(lateral e superior, respectivamente) de um aparelho deaplainar de alta velocidade 10. 0 aparelho 10 tem uma mesa 12para suportar um artigo de madeira 14 que se deslocahorizontalmente sobre a mesa .Pelo menos quatro cabeças deplaina 16 são providas: uma (16a) acima do artigo de madeira(daqui por diante "topo"), uma (16b) abaixo do artigo demadeira (daqui por diante "fundo"), uma (16c) em um lado doartigo de madeira, e uma (16d) no outro lado do artigo demadeira (daqui por diante "lado"). Cada cabeça de plaina giraem torno de um respectivo eixo de rotação "Ra", "Rb", "Re" e"Rd". Em conseqüência desta rotação, conjuntamente com opercurso da madeira 14 em relação às cabeças da plaina, cadacabeça de plaina corta uma superfície correspondente noartigo de madeira, de modo que uma superfície superior, umasuperfície inferior, e duas superfícies laterais opostas sãocortadas. Um objetivo deste processo é a produção de umasuperfície que tem uma alta qualidade de superfície; noentanto, não é essencial que o aparelho de aplainar sejautilizado para produzir uma superfície com acabamento.
A Figura 2 mostra uma vista de extremidade de uma(17a) das cabeças de plaina 16. A cabeça 17a tem um eixo derotação "R". Um cubo 18 da cabeça 17a contém uma pluralidadede facas circunferencial espaçadas umas das outras 20 echavetas associadas 22 nas bolsas 19 correspondentes do cubo.
A Figura 3 mostra uma das bolsas 19a mais detalhadamente. Umafaca 20a e a sua chaveta 22a associada são dispostas na bolsa19a. Um parafuso 24 é recebido de maneira rosqueável atravésde um furo no cubo 18 e uma extremidade terminal 24a do mesmose estende para fora do cubo e prossegue de encontro àchaveta 22a que, por sua vez, prossegue de encontro à faca20a. Esta força de aperto aperta a faca de encontro a umaparede de suporte 19as da bolsa 19a. Um espaçamentocircunferencial mínimo "S" é requerido entre facas adjacentespara obter espaço para acessar e remover o parafuso 24a nadireção da seta "A".
A Figura 4a é uma vista ilustrativa de uma cabeçade plaina 17b alternativa da técnica anterior, mostrando umafaca 20b removida da mesma. A faca 20b é presa em uma bolsa19b na cabeça 17b por um parafuso axialmente dirigido 242 quese estende através de um aro superior 25a e rumo a um aroinferior 25b correspondente. Com referência adicionalmente àFigura 4B, os aros 25 incluem as partes planares inclinadas25ap (não visíveis na Figura 4A) e 25bp correspondentes paraacoplar com as partes planares inclinadas 22b-upper e 22b-lower correspondentes de uma parte 22b da chaveta da faca 20bque funciona analogamente à chaveta 22a da faca 20a. Ao invésde ser comprimida de encontro à faca tal como ocorre com achaveta 22a, a parte 22b da chaveta é unida integralmente àfaca e suporta a faca, a que fica suspensa a partir da mesma.Portanto, a parte 22b da chaveta deve ser particularmentegrande e robusta para suportar as forças requeridas, emcomparação à chaveta 22a.
Um dos aros (25a) é adaptado para receber a cabeçado parafuso 242, e o outro aro (25b) inclui as roscas "Th"adaptados para receber as roscas do parafuso. A inserção doparafuso através do aro 25a e o aperto do parafuso no aro 25bforça os aros a se unirem, forçando os aros de encontro àspartes planares inclinadas da faca e desse modo forçando afaca de encontro a uma superfície traseira 19b5 da bolsa 19b,para prender a faca à cabeça de plaina. Esta construçãopropicia uma vantagem em relação à cabeça 17a da plainadescrita imediatamente acima ao propiciar a capacidade demover as facas mais próximas umas das outras e, portanto,obter um espaçamento mais denso das facas. No entanto, estadensidade é limitada pelas dimensões dos aros e das partes22b da chaveta, que devem ser todos dimensionados de maneirarobusta a fim de suportar as forças requeridas.
Voltando à Figura 5, é mostrada uma vista deextremidade de uma cabeça de plaina de corte de face 26 deacordo com a presente invenção. Um cubo 28 da cabeça 26contém uma pluralidade de facas circunferencialmenteespaçadas umas das outras 30. Cada faca 3 0 é disposta em umabolsa 31 associada e tem uma chaveta 32 associada. Conformemelhor observado na Figura 6, que mostra uma parte daperiferia do cubo 28 em maiores detalhes, um parafuso 34 temuma parte roscada para rosquear em um furo 35 no cubo. Aparte roscada termina em uma extremidade terminal 34a que,preferivelmente, é contido dentro do cubo e, em qualquereventualidade, não é utilizada para exercer uma força nachaveta ou então na faca. Ao invés disto, o parafuso 34 deacordo com a presente invenção tem uma parte de ressaltoinclinada 34b que, em uma realização preferida da invenção,tem um formato frustocônico. A parte incoinada 34b exerce umaforça de empurrar crescente (na direção indicada pela seta"b") de encontro à chaveta 32 enquanto o parafuso é apertado,e a chaveta, por sua vez, transmite esta força de empurrar deencontro à faca, para prender a faca no lugar de encontro auma parede de suporte 31c da bolsa 31, e de encontro àchaveta, para forçar a chaveta de encontro a um ladodianteiro 40 da faca e um fundo 31b da bolsa 31. 0 parafuso34 é mostrado com um membro de apertar macho 34c,· no entanto,um membro de apertar fêmea também pode ser utilizado. Alémdisso, foi determinado que um membro de aperto fêmea não ficacarregado com resíduos de madeira durante a operação e aconfiguração fêmea confere um afastamento maior e então pode,pode, portanto, ser preferível.
Um ângulo θ define o ângulo de inclinação da parteinclinada 34b do parafuso 34. Este ângulo de inclinaçãoconfere uma vantagem mecânica ao traduzir uma força deapertar aplicada para rosquear o parafuso no furo 3 5 em umaforça apertar forçando de encontro à chaveta e, por sua vez,à faca. Um pequeno ângulo de inclinação θ aumenta a vantagem;no entanto, se o ângulo de inclinação θ for demasiadamentepequeno, será provida uma faixa tão pequena de movimento dachaveta para acomodar tolerâncias de manufatura entre oparafuso, a chaveta e a faca, junto com a compressão elásticaadicional das peças necessárias para exercer a força deaperto requerida. Foi verificado que o ângulo de inclinação θfica preferivelmente compreendido na faixa de aproximadamente10 - 25 graus.
A combinação do parafuso 34 e da chaveta 32 prendecada faca 30 na cabeça de plaina 26. A chaveta 32 precisa sermais robusta do que a chaveta 22a descrita acima em conexãocom a cabeça 17a. O parafuso 34 que essencialmente incorporaa função dos aros 25 da cabeça 17b pode ser de dimensõestotais menores do que a combinação correspondente do parafusoe do aro, e a chaveta 32 não precisa ser tão forte e,portanto, pode ser menor e, particularmente, mais fina do quea parte de chaveta 22b correspondente. Dessa maneira, oparafuso e a chaveta de acordo com a presente invençãopropiciam os componentes dimensionados mínimos para prenderas facas em uma cabeça de plaina, propiciando uma densidademáxima de espaçamento das facas e, portanto, um grau ou umaqualidade máxima de acabamento de superfície.
Com referência à Figura 7, as facas 3 0 sãopreferivelmente providas com as bordas de corte duplas,opostas de corte 3 6a e 3 6b e as nervuras defletoras 3 8a e 3 8be correspondentes, tal como descrito em na patente U.S. n°5.814.826 de Schmatjen se projetam do lado dianteiro 40 dafaca e se estendem paralelas a um eixo alongado "L" da faca.
As nervuras defletoras definem uma canaleta 42 que tem umasuperfície de canaleta 42a. A canaleta 42 é eficazmente umrebaixo no lado dianteiro da faca, o qual pode ser provido emoutras configurações, tal como um rasgo de chaveta. As facas30 também têm uma superfície traseira 44 que é recebida deencontro à parede de suporte 31c da bolsa 31.
O rebaixo provido, na realização preferida, pelasnervuras defletoras 38 e pela canaleta 42 associada defineuma característica de travamento adaptada para travar com achaveta 32, formando um sistema de facas indexável do tipofrente e verso que mantém com firmezas e positivamente a facana bolsa associada. Particularmente, conforme visto na Figura6, para o uso com a faca 3 0 preferida, a chaveta é adaptadade modo que uma das nervuras defletoras 3 8a seja dispostafora de um dedo 3 9 da chaveta em uma extremidade do dedo, e aoutra extremidade do dedo é definida por um rebaixo 41formado para receber a outra nervura defletora 38b. Acanaleta 42 tal como limitada pelas nervuras defletorasdefine um rebaixo que, juntamente com o dedo da chaveta 32projetado relativamente, forma meios de travamento quecooperam para posicionar e para prender firmemente a faca 30em posição de encontro à chaveta 32.
Com referência novamente à Figura 7, a faca 3 0 temum eixo alongado "L" e uma linha perpendicular ao eixoalongado "L" que passa através dos gumes de corte 36 da facadefine um eixo transversal "Ta" da faca. Agora com referêncianovamente à Figura 5, a chaveta 32 associada com a parede 31cda bolsa define uma orientação do eixo "Ta" para a faca talcomo instalada no cubo 28. Esta orientação pode serespecificada como um ângulo 01 em relação a uma linha radial"RL" que se estende através do eixo de rotação "R" da cabeça.
0 ângulo 01 estabelece o eixo "Ta". 0 ângulo 01 é otimizadopara formar um ângulo de ataque desejado para a faca e ficapreferivelmente compreendido na faixa de 10 - 30 graus.
O furo 35 para receber a parte roscada do parafuso34 tem um eixo alongado "EA" que forma um ângulo 02 emrelação à linha radial "RL". O ângulo 02 é otimizado paradirigir a força de aperto de encontro à faca. O ângulo Θ2fica preferivelmente compreendido na faixa de 10 - 2 0 graus eé determinado sem levar em consideração o ângulo 01, isto é,os eixos "EA" e "TA" giram conjuntamente enquanto o ângulo 01é variado.
A cabeça de plaina 26 propicia diversas vantagensproeminentes. Uma vantagem é que a maneira descrita acimapara apertar cada faca 3 0 confere um espaçamento muito maisdenso das facas em comparação à técnica anterior. O parafuso34 pode ser acessado e removido essencialmente de uma direçãoradial e não em uma direção circunferencial, de modo que oespaçamento entre as facas não precisa prover o espaço para oacesso ou a remoção do parafuso tal como era requerido natécnica anterior. Este espaçamento mais denso das facas, perse, melhora o acabamento de superfície. Além disso, esteacabamento de superfície incrementado pode ser cambiado, atéqualquer extensão desejada, para obter um rendimento maiselevado da produção ao aumentar a velocidade de curso damadeira que está sendo cortada.
Foi verificado que a vantagem mecânica propiciadapelo parafuso 34 diminui o número de parafusos requeridospara obter uma determinada força de aperto. Isto propiciamenos tempo de paralisação da máquina, uma vez que poucosparafusos precisam ser afrouxados ou removidos a fim deremover uma faca para a substituição ou o reparo. Estavantagem mecânica também deixa o parafuso menos suscetível aafrouxamento, de modo que o aperto se torna mais seguro.
0 autor da presente invenção também reconhece quecada uma das facas 30 pode ser fabricada muito fina (adimensão 'T1 na Figura 7), de modo que, a partir deconsiderações materiais, fique econômico o descarte das facasao invés de seu reparo. Por exemplo, para uma faca típica quetem 7/8" de largura (dimensão "w" na Figura 7) earbitrariamente longa (por exemplo, em qualquer lugar de 1" a48"), uma dimensão representativa "t" é de somente 0,082". Oemprego de facas descartáveis reduz ainda mais o tempo deparalisação da máquina, bem como o custo de fornecimento e deoperação das máquinas utilizadas para o reparo de facas. Acapacidade de fabricar as facas finas é devida, pelo menos emparte, à segurança da força de aperto conferida pelo parafuso34, bem como a indexação provida pelas nervuras defletoras.
As facas 30 e as chavetas 32 não precisam seestender por todo o comprimento (axial) do cubo 28. Porexemplo, duas facas 30 e/ou duas chavetas associadas 32,axialmente confinadas de encontro uma à outra, sãopreferivelmente utilizadas em cada bolsa 31, e cada par deuma faca e uma chaveta associada se estende sobre a metade docomprimento axial "1" do cubo. Duas facas axialmentedispostas e/ou duas chavetas axialmente dispostas, ou mais deduas facas axialmente dispostas e/ou mais de duas chavetasaxialmente dispostas podem ser providas em cada bolsa sem sedesviar dos princípios da invenção.
A cabeça de plaina 26 que acaba de ser descritacorresponde a duas das quatro cabeças de plaina 16a - 16d dasFiguras IA e IB. Retornando à Figura 8A, é mostrada uma seçãotransversal generalizado de um comprimento da madeira deconstrução sem acabamento 45UP. Duas das cabeças de plaina 26são arranjadas em correspondência às cabeças 16a e 16b dasFiguras IA e IB e cortam, respectivamente, as faces de topo efundo Ft e Fb da madeira serrada 4 5UP. Após este corte, amadeira serrada tem uma espessura com acabamento "tF," e umalargura sem acabamento "Wuf".
A Figura 8B mostra um seção transversal do artigode madeira serrada mostrado na Figura 7A em uma condição comacabamento 45F em conseqüência do corte das duas faceslaterais Fs, junto com quatro respectivas quinas raiadas "Υ",com as cabeças de plaina que correspondem a 16c e 16d dasFiguras IA e IB. Consequentemente, cada uma das cabeças deplaina de corte lateral tem adaptações de corte de quina paracortar duas quinas raiadas "r" além de uma adaptação para ocorte de face de uma face lateral lisa Fs.
Retornando para as Figuras 9A e 9B, uma cabeça deplaina 4 6 de corte lateral é mostrada contendo as adaptaçõesde corte de quina e de face que acabam de ser indicadas.
Particularmente, a cabeça de plaina 4 6 de corte lateral temuma parte central de corte de face 47 e duas partes deextremidade de corte de quina 49, ou seja, 4 9a e 4 9b, em umou outro lado da parte central 47, para cortar as respectivasquinas raiadas "r" . As partes podem ser unidas a um eixomecânico para girar as partes tal como é conhecido no estadoda técnica, ou podem ser formadas integralmente com o eixomecânico.
Retornando à Figura 10, a parte central 47 de cortede face inclui um cubo 48 que contém uma pluralidade de facasseparadas circunferencialmente espaçadas 50. Cada faca 50 édisposta em uma bolsa 51 associada e tem uma chaveta 52associada. Um parafuso 54 é recebido de maneira rosqueávelatravés do cubo 48. O parafuso 54 tem pref erivelmente asmesmas características que o parafuso 34 para ser forçado deencontro à chaveta 52, e por sua vez para forçar a faca deencontro a uma parede de suporte 51c da bolsa 51. Enquanto aparte central 47 é utilizada para cortar uma face lisa como acabeça de plaina 26 descrita acima, a parte central épreferivelmente dotada de todas as características da cabeçade plaina 26.
Com referência às Figuras 10 e 11, cada parte deextremidade 49 de corte de quina inclui um cubo 58 (58a, 58bna Figura 10) contendo uma pluralidade de facas separadascircunferencialmente espaçadas 60. Cada faca 60 é disposta emuma bolsa 61 associada e tem uma chaveta 62 associada. Umparafuso 64 é recebido de maneira rosquéavel através do cubo.
0 parafuso 64 tem preferivelmente uma parte de ressaltoinclinada 64b que é a mesma ou similar à parte de ressaltoinclinada 34b do parafuso 34, para ser forçada de encontro àchaveta 62, e por sua vez para forçar a faca de encontro auma parede de suporte 61c da bolsa 61. 0 parafuso 64 émostrado com um membro de aperto fêmea 64c; no entanto, talcomo mencionado acima, um membro de aperto fêmea ou machopodem ser utilizados.
Conforme melhor observado na Figura 9B, as partesde extremidade 4 9 de corte de quina (49a, 49b) são adaptadaspara cortar duas das quinas raiadas "r" mostradas na Figura8B. Retornando às Figuras 12A e 12B, que mostram a faca 60mais detalhadamente, a faca tem pelo menos uma borda de cortede quina "CEl" para esta finalidade. É vantajoso, no entanto,dotar a faca 6 0 com as quatro bordas de corte de quina "CEl","CE2, " "CE3" e " CE4", de modo que a faca contenha umamultiplicidade de bordas de substituição e de modo que umasimetria seja obtida na faca de modo que a faca sejaapropriada para o uso em uma ou outra parte de extremidade49. No entanto, qualquer número de bordas de corte de quina(ou gumes de corte) pode ser provido. Preferivelmente, asquatro bordas de corte de quina são dispostas umas comrespeito às outras com uma simetria rotativa de 90 graus talcomo mostrado; geralmente, é preferível empregar "n" gumes decorte com a simetria rotativa de 360/n graus.
A faca 60 tem um lado dianteiro 60a (figura 112A) eum lado traseiro 60b (figura 12B) . Tomando a parte deextremidade 4 9a, por exemplo, e com referência à Figura 9,para expor a borda de corte de quina "CEl", a faca é indexadapara a bolsa 61 ao assentar uma primeira borda exterior "OE1"de encontro a uma parede de suporte inferior 61b no cubo 58a.
Uma segunda borda exterior "0E2" é indexada a uma paredelateral 53a (vide adicionalmente as Figuras 9A e 9B) de umabolsa 53 no cubo 48 adjacente da parte central 47. Asconsiderações similares se aplicam em uma imagem especularpara a parte de extremidade 4 9b.
Com referência particular à Figura 12B, o gume decorte "CE" é uma parte de um arco concavamente circular paracortar uma quina redonda (raiada) "rl", embora outras formaspossam ser utilizadas para formar as quinas que têmconfigurações diferentes. Um arco completo de 90 graus,necessário para cortar uma quina redonda de 1/4 completa "rl"é mostrado sobreposto no gume de corte "CEl" em linhapontilhada. O arco de 90 graus termina nos pontos deextremidade P3 (correspondendo a PI) e P4 (que corresponde aP2). As linhas tangentes "LT3" e "LT4" que são tangentes aospontos de extremidade P3 e P4 são espaçados a 90 graus uma daoutra.
Por outro lado, o gume de corte "CEl" épreferivelmente menor do que 90 graus completo estão eterminam nos pontos de extremidade Pl e P2. As linhastangentes " LTl" e "LT2" que são tangentes aos pontos deextremidade Pl e P2 são espaçados a mais de 90 graus uma daoutra. Particularmente, as respectivas áreas de alívio dealinhamento "RAl" e "RA2" são definidas entre as respectivaslinhas tangentes "LTl" e "LT2" e as respectivas linhastangentes "LT3" e "LT4" correspondentes. Estas áreas dealívio de alinhamento (ou "alívios de alinhamento") sãopreferivelmente formadas ao empregar, preferivelmente emboranão necessariamente, as seções de perímetro exteriores retas"OP" que flanqueiam, em cada lado, o gume de corte "CE1". Umângulo de alívio de alinhamento 03, que corresponde à área dealívio de alinhamento "RAl", e um ângulo de alívio dealinhamento 04, que corresponde à área de alívio dealinhamento "RA2", são preferivelmente iguais um ao outros esão preferivelmente de aproximadamente 20 graus; no entanto,os ângulos podem variar dependendo da necessidade de acordocom as seguintes considerações.
Os alívios de alinhamento são providos paraassegurar que a faca não se estenda para o espaço em que nãoé desejado em conseqüência do desalinhamento das facas. Mesmoque as facas estejam originalmente alinhadas perfeitamente,tal desalinhamento pode ocorrer subseqüentemente, porexemplo, em conseqüência do processo conhécido no estado datécnica como "junção", que é utilizado para afiar as facas emuma cabeça de plaina com uma pedra, enquanto as facaspermanecem presas ao aparelho. Com referência às Figuras 9A e9B para o contexto, a pedra (não mostrada) entra em contatocom os gumes de corte da faca 50 da parte central 4 7 e osgumes de corte da faca 60 das partes de extremidade 4 9 aomesmo tempo, e é altamente desejável que a pedra sejaaplicada à mesma espessura de metal para todas as bordas decorte, para obter um afiar uniforme. No entanto, se as seçõesexteriores do perímetro das facas 60 se estenderem ao longodas linhas "LT3" e "LT4", e se as facas 60 não ficaremperfeitamente alinhadas nem orientadas com respeito às facas50, as partes das facas 60 devem se projetar no espaçoadjacente àquele ocupado pelas partes das facas 50,"duplicando" a quantidade de metal confrontada pela pedra emtais locais.
Como uma outra consideração, os alívios dealinhamento impedem a interferência potencial entre a faca 60de corte de quina e uma faca de corte de face adjacente. Umexemplo é mostrado nas Figuras 13A e 13B. A Figura 13A mostrauma parte de quina (em seção transversal) de um artigo demadeira serrada 45c. Uma face superior "Fr" é cortada com umacabeça de plaina de corte de face (não mostrada) tal como acabeça de plaina 26, enquanto uma face lateral "Fs" estivercortada com a parte central 4 7 de corte de face da cabeça deplaina (também não mostrada) adaptada para o corte de quinatal como a cabeça de plaina 46. Uma parte de extremidade decorte de quina 4 9 (também não mostrada) da cabeça de plainacontém uma faca 6 0 que tem um gume de corte "CE". Conformemostrado, o gume de corte "CO" é redondo de 1/4 completo e éperfeitamente alinhado com respeito à face superior "Fr"; noentanto, esta não é uma circunstância prática.
Retornando à Figura 13B, se a faca 60 fordesalinhada por qualquer ângulo θ que for maior do que zero,o gume de corte CE irá cortar na face superior "Fr"independente do fato se a face superior é cortada antes oudepois da face lateral "Fs". Se a faca for desalinhada nadireção oposta, uma interferência similar ocorrerá com a facelateral "Fs".
As facas 50 e os parafusos 54 da parte central 47da cabeça de plaina 4 6 são orientadas preferivelmente talcomo mostrado na Figura 10. Com referência à Figura 11, achaveta 62 associada com a parede 61c da bolsa define umaorientação de um eixo "TAa" no plano da superfície traseira60a (figura 12A) da faca 60 tal como instalada no cubo 58.Esta orientação pode ser especificada como um ângulo Gla emrelação a uma linha radial "RLa" que se estende através doeixo de rotação "R" da cabeça. O ângulo Gla estabelece o eixo"TAa11. O ângulo Gla é otimizado para formar um ângulo deataque desejado para a faca e fica preferivelmentecompreendido na faixa de 10 - 30 graus.
Um furo 65 para receber a parte roscada do parafuso34 tem um eixo alongado "EAa" que forma um ângulo G2a emrelação à linha radial "RLa". O ângulo G2a é otimizado paradirigir a força de aperto de encontro à faca. 0 ângulo G2afica preferivelmente compreendido na faixa de 0 - 20 graus eé determinado sem levar em consideração o ângulo Gla, isto é,os eixos "EAa" e "TAa" giram conjuntamente quando o ânguloGla é variado.
A técnica anterior forneceu tipicamente uma únicafaca que tem um gume de corte reto formado integralmente comum (ou dois) gumes de corte curvados, para cortar a facelateral F, e uma (ou duas) das quinas r do artigo de madeiraserrada 45, na Figura 8B. A nova construção da presenteinvenção propicia uma série de vantagens proeminentes emrelação à técnica anterior. Por exemplo, para mudar o raio damadeira serrada com acabamento, tudo que é requerido deacordo com a invenção é a mudança das facas de corte de quina60 relativamente pequenas e baratas, enquanto na técnicaanterior, toda a superfície de corte precisava ser mudada.
Além disso, a cabeça de plaina da técnica anteriorfoi adaptada para uma faca particular. Retornando à Figura10, as partes central e de extremidade de acordo com apresente invenção são preferivelmente providas como unidadesseparadas que são aparafusadas entre si tal como mostrado.
Embora esta característica não seja essencial e as partes deextremidade possam ser manufaturadas integralmente, acaracterística provê a mudança da largura da madeira serradacom acabamento simplesmente ao mudar a parte central 47,enquanto na técnica anterior toda a cabeça de plaina teriaque ser mudada.
De acordo com um outro aspecto da invenção, etirando vantagem da construção preferida de "parafusos-juntos" da cabeça de plaina 4 6 mostrada na Figura 10, acabeça de plaina pode ser ajustada de modo a ser adaptado docorte de madeira serrada seca para ser adaptado ao corte demadeira serrada verde, e o inverso, simplesmente ao mudar asfacas 60 e as partes de extremidade 49.
A Figura 14A mostra o esboço de uma faca 6 ODRYrepresentativa, que corresponde à configuração mostrada naFigura 12A, para cortar um artigo de madeira serrada detamanho nominal que foi secado em um forno. Os gumes de corteCEDRY têm os respectivos raios RDRY. Em linha pontilhada, émostrado o esboço de uma faca 6 0OGREEN correspondente que temos respectivos raios maiores RGREEN adaptados para cortar omesmo artigo de madeira serrada verde.
A Figura 14B mostra um acabamento de 2 χ 4 7ODRY doestoque de madeira seca, que corresponde ao esboço mostradopara o artigo 4 5F na Figura 9B, juntamente com o esboçocorrespondente de um acabamento de 2 χ 4 7OGREEN do estoquede madeira verde mostrado em linha pontilhada. As largurasdos dois artigos diferem ligeiramente, tipicamente pelasdimensões indicadas, e os raios das respectivas quinas RDRY eRGREEN diferem tal como mostrado na Figura 14A.
Com referência adicional à Figura 10, é reconhecidoque para deixar as bordas exteriores OE (figura 14A) dasfacas 60 disponíveis para a indexação para a parte central 4 7(particularmente, a parede lateral 53a) tal como descritoacima, as facas 60DRY e 6OGREEN podem ser deslocadas uma emrelação à outra tal como mostrado na Figura 14C (comparar coma Figura 14A). As bordas exteriores OE de ambas as facaspermanecem posicionadas para entrar em contato com a paredelateral 53a (figura 10) da parte central 47, de modo que amesma parte central possa ser utilizada. As bordas exterioresOEDRY e OEGREEN são deslocadas uma em relação à outra, e estedeslocamento pode ser acomodado pela modificação das partesde extremidade 49.
Por exemplo, para cortar 2 χ 4 do estoque demadeira seca, a faca 6ODRY tem a posição mostrada na Figura14C. Um gume de corte CEDRY se funde ou alinha com o lado deface Fs de 2 χ 4; a faca 6 ODRY é indexada para a paredelateral 53a da parte central 47 na borda exterior OEc; a faca6ODRY é indexada para a parede de suporte inferior 61b dabolsa 61 da parte de extremidade 49 (49a nas Figuras 9B e 10)na borda exterior OEDRY. Similarmente, para cortar 2 χ 4 doestoque de madeira verde, a faca 6OGREEN tem a posiçãomostrada na Figura 14C. Um gume de corte CEGREEN se funde oualinha com o lado de face Fs de 2 χ 4, a faca 6OGREEN éindexada para a parede lateral 53a na borda exterior OEc, eindexada para a parede de suporte inferior 61b na bordaexterior OEGREEN. As bordas exteriores OEDRY e OEGREEN sãodeslocadas por uma proporção A uma da outra que é igual a 1/2da diferença nas larguras mostradas na Figura 14B, e asprofundidades respectivas das bolsas 61 das partes deextremidade 4 9 que correspondem às duas facas são providas demaneira correspondente.
Preferivelmente, as bolsas 61 são idênticas para aspartes de extremidade adaptadas para os dois tipos de estoquede madeira, e as profundidades das bolsas são ajustadassimplesmente ao mudar o diâmetro exterior "D" da parte deextremidade (vide a Figura 10), embora isto não sejaessencial. Em qualquer eventualidade, mudar da madeiraserrada verde de corte à madeira serrada seca, ou o inverso,ou mudar a largura do artigo de madeira serrada por umaproporção pequena por qualquer outra razão, somente as facas60 e as partes de extremidade 49 precisam ser mudadas; aparte central mais cara 47 pode ser utilizada para uma ououtra finalidade e, portanto, pode permanecer no aparelho decorte.
Retornando à Figura 15A, a faca 60 tem umaconfiguração distinta que pode ser definida com referência àslinhas "BL11 que biseccionam os gumes de corte CE da faca.
Cada gume de corte CE é preferivelmente semicircular tal comodescrito acima e, portanto, tem um raio da curvatura Re que éconstante. Os raios de curvatura estendem-se dos pontosfocais respectivos Pf que se encontram nas linhas BL. Aslinhas BL cruzam os gumes de corte nos pontos respectivos PI,e os vetores que se estendem ao longo das linhas BL nadireção dos pontos PI aos pontos Pf divergem uns dos outrostal como mostrado, isto é, uns não cruzam os outros. A Figura15B fornece uma comparação com uma faca da técnica anteriorque tem dois gumes de corte curvilineos. Os mesmos princípiospodem se aplicar para distinguir as facas 60 que formascurvilíneas mais complexas para os gumes de corte.
As Figuras 16A - 16C ilustram um outro aspecto dafaca 60 de acordo com a presente invenção. Conforme observadona Figura 16A, um número de segmentos de linha "LS" émostrado em uma face chanfrada "Fb" que inclui o gume decorte CE4 mostrado na Figura 12B. 0 segmentos de linha "LS"consiste em linhas perpendiculares a um contorno periféricoexterior "OCa" que define uma periferia da superfíciedianteira 60a da faca (não visível na Figura 16A - vide aFigura 12A) que inclui o gume de corte "CE4" e um contornoperiférico exterior paralelo "OCb" correspondente que defineuma periferia da superfície traseira 60b da faca. Ossegmentos de linha "LS" são, portanto, de comprimento mínimopara conectar os dois contornos exteriores. Uma vez que ossegmentos de linha "LS" são construções geométricas e nãocaracterísticas físicas distintas, há um número infinito desegmentos de linha "LS" que definem a face chanfrada "Fb".
As Figuras 16B - 16D são seções transversais dafaca 60. Cada uma das seções transversais é tomada em umplano perpendicular (a) à superfície dianteira 60a, (b) àsuperfície 60b da parte traseira paralela, e (c) aoscontornos exteriores respectivos "OCa" e "OCb," e inclui umsegmento de linha "LS". Particularmente, a Figura 16B ilustraa seção transversal indicada na Figura 16A que inclui osegmento de linha "LS15B", a Figura 16C ilustra a seçãotransversal indicado na Figura 16A que inclui o segmento delinha "LS15C", e a Figura 16D ilustra a seção transversalindicada na Figura 16A que inclui o segmento de linha"LS15D".
Cada um destes segmentos de linha é angular, talcomo no caso de todos os segmentos de linha "LS, " comrespeito ao plano do lado dianteiro 60a da faca, por umângulo substancialmente fixo γ que fica preferivelmentecompreendido na faixa de 25 - 4 0 graus. O ângulo γ é aquiindicado como um "um ângulo de alívio de ataque" paradistinguir o mesmo do ângulo de alívio de alinhamentodescrito anteriormente. Conforme pode ser visto na Figura16B, por exemplo, o ângulo γ de alívio de ataque é definidoentre o segmento de linha LS e a superfície inferior 60a(figura 12A) da faca.
Com referência à Figura 17A, um desenho esquemáticode um artigo alongado de madeira serrada 4 5 é mostrado sendocortado ou lascado por uma faca 75 que gira na direçãoindicada e que define um arco de corte "Re". A faca 75corresponde à faca 50 de corte de face da parte central 4 7 dacabeça de plaina 46 mostrada na Figura 10. 0 artigo 45estende-se ao longo de um eixo alongado "EALUMBER". Um ânguloAL com respeito ao eixo alongado que tem alguma magnitudediferente de zero deve ser provido para evitar ter quemartelar a madeira com uma superfície inferior 11US" (ou 60ana Figura 12A) da faca 75. Tal martelar afeta de maneiraprejudicial o acabamento de superfície propiciado pela faca.
A Figura 17B mostra o artigo de madeira mostrado naFigura 17A de uma direção perpendicular ao eixo "EALUMBER". Afaca 75 é omitida, mas uma faca 77 de corte de quina deacordo com a presente invenção é mostrada. A faca 77 tem umlado dianteiro 60a e dois contornos exteriores OCa e OCb talcomo descrito acima. 0 segmento de linha "LSL" na Figura 17Bcorresponde ao segmento de linha "LS16D" na Figura 16B e,portanto, provê um ângulo γ de alívio de ataque tal comomostrado na Figura 16B. Dessa maneira, o segmento de linha LSé provido pela faca 77 na direção longitudinal, isto é, adireção de "EALUMBER".
Uma vantagem proeminente da faca 77 é que a faca 77também provê os segmentos de linha LS orientados na direçãotransversal "TLUMBER". Particularmente, o segmento de linha"LST" mostrado na Figura 17B corresponde ao segmento de linha"LS16D" na Figura 16D e, portanto, provê um ângulo γ dealívio de ataque tal como mostrado na Figura 16D. Além disso,de acordo com a presente invenção, a faca 77 provê um ângulode alívio de ataque γ em cada uma e todas as direçõesintermediárias. Na realização preferida da invenção, o ângulode alívio de ataque é constante sobre a superfície " Fb"(figura 16A) tal como mencionado acima; no entanto, isto nãoé essencial.
A faca curvilínea 77 de acordo com a presenteinvenção é provida independente da faca linear de corte deface correspondente e, portanto, é relativamente fácil deprover uma superfície idealmente configurada Fb. Por exemplo,é relativamente fácil manufaturar a faca 77 com um ânguloconstante de ataque de alívio sobre a superfície inteira Fb.
Além disso, devido ao fato que as facas curvilíneas sãoalternadas com respeito às facas de corte de facecorrespondentes de modo que as suas superfícies de corte sesobrepõem, a articulação das facas não aumenta a largura docorte nem causa imperfeições de superfície tais como linhasnos pontos aparentes de junção das respectivas superfícies decorte.
Conforme descrito acima, a cabeça de plaina 46 decorte lateral tem uma parte central de corte de face 47 eduas partes de extremidade de corte de quina 4 9 (vide aFigura 10) que empregam cubos distintos que podem ser unidosuns aos outros mas que podem ser integralmente formados. Emqualquer caso, a parte 4 7 contém um jogo de facas idênticas30 para fazer cortes de face, e cada parte 4 9 contém as facasidênticas 60 para fazer os cortes de quina. Retornando agoraàs Figuras 18 - 21, uma cabeça de plaina 146 de corte lateralde acordo com a invenção é mostrada, a qual provê um únicojogo de facas idênticas para fazer cortes de face e de quina.
A cabeça de plaina 14 6 de corte lateral tem um cubo102 para girar uma pluralidade de facas 104 em torno de umeixo de revolução "AR". Conforme melhor observado na Figura21, cada faca 104 pode ser presa no lugar com um únicoparafuso 34 e chaveta 32 tal como descrito acima para prenderas facas 3 0 no cubo 28 da cabeça de plaina 26 de corte deface (comparar a Figura 21 com a Figura 10).
Ao comparar a Figura 9B com a Figura 19, pode serobservado que a cabeça de plaina 14 6 de corte lateral podeter um perfil reduzido, ou largura total em comparação àcabeça 46, o que permite um afastamento maior da máquinaporque, essencialmente, dois dos três cubos podem seromitidos. Isto também reduz o tempo requerido para fazermudanças na faca, uma vez que uma faca na cabeça 14 6corresponde a três facas na cabeça 46.
As Figuras 21 e 22 mostram a faca 104 dos ladosdianteiros e traseiros, indicados como 104F e 104B,respectivamente. O lado dianteiro da faca fica voltado para adireção de rotação da cabeça de plaina. A Figura 23 mostrauma seção transversal da faca.
A faca 104 é preferivelmente do tipo frente e versoe tem uma simetria de imagem especular sobre um planoespecular "MP" (figura 23). A faca tem, portanto, dois gumesde corte 13 6a e 13 6 b de imagem especular e a faca pode serremovida da cabeça de plaina 14 6, virada de extremidade aextremidade, e ser reinstalada na cabeça de plaina paraproduzir um gume de corte fresco.
Cada gume de corte inclui um gume de corte de facereto 105f, ou seja, 105fa e 105fb, disposto entre dois gumesde corte de quina arqueados preferivelmente semicirculares105c, (ou seja, 105c,a e 105c,b) e 105c2 (ou seja, 105c2a e105c2b). Os gumes de corte de quina são côncavos, isto é,pela comparação com a faca 6 0 da Figura 15A as linhasrespectivas que biseccional os gumes de corte de quina 105cl-2, se estendendo dos respectivos pontos de interseção com osmesmos aos seus respectivos centros de curvatura convergem demodo que se cruzam uns aos outros tal como mostrado na Figura 15B.
Os dois gumes de corte de face 105f são paralelosum ao outro. No lado mais externo dos gumes de corte de quina105cl-2 ficam os gumes de corte retos "SC" que formam umângulo de alívio 05 com respeito a uma linha perpendicular aoeixo alongado "EA" da faca.
0 lado traseiro 104B da faca é pref erivelmenteplanar, ao passo que o lado dianteiro 104F também épreferivelmente planar, exceto pelo fato que sãopreferivelmente providas duas nervuras defletoras projetadas38, ou seja, 38a e 38b, que correspondem aos gumes de corte136a e 136b, respectivamente, tal como descrito acima emrelação à faca 30. No entanto, um nervura defletora quepreserva a simetria refletiva da faca também pode serutilizada.
Tal como foi definido para a faca 60, a faca 104tem um ângulo de alívio de ataque γ fixo, sobre pelo menos aspartes de gume de corte de face e de corte de quina dos gumesde corte 136, que fica preferivelmente compreendido na faixade 25 - 40 graus.
Com referência particular à Figura 23, as nervurasdefletoras 38 incluem os respectivoa gumes lineares simples(pontos "T") de projeção máxima da faca e afastados do ladodianteiro 104F, isto é, na direção "D" com o respeito a umplano "A" definido pelos dois gumes de corte de face 105f. Asnervuras defletoras têm as superfícies exteriores curvadaslisas e côncavas 108 que se unem às partes de junção de gumesde facas 110 correspondentes que são substancialmenteplanares. As partes de junção de gumes de facas 110 podem seencontrar no plano A, tal como mostrado, ou podem seranguladas do plano A, tal como resultaria do esmerilhamentodestas superfícies para alterar o ângulo de ataque da facatal como é conhecido no estado da técnica.
Deve ser reconhecido que, embora uma cabeça deplaina de alta velocidade particular da plaina tenha sidomostrada e descrita como preferida, outras configurações emétodos poderiam ser utilizados, além daqueles jámencionados, sem que se desvie dos princípios da invenção.
Os termos e as expressões que foram empregados norelatório descritivo acima são aqui utilizados como termos dedescrição e não de limitação, e não há nenhuma intenção nouso de tais termos e expressões para excluir os equivalentesdas características mostradas e descritas ou partes dosmesmos, sendo reconhecido que o âmbito da invenção é definidoe limitado somente pelas reivindicações a seguir.

Claims (33)

1. APARELHO, de acordo com a reivindicação 6,caracterizado pelo fato de que a dita faca inclui duasnervuras defletoras espaçadas uma da outra que de projetam dodito lado dianteiro, em que as ditas nervuras defletoras têmrespectivas superfícies exteriores curvadas côncavas que unemas respectivas partes de junção de faca e gumesubstancialmente planares que terminam nos ditos gumes decorte, e cada nervura defletora tem um único gume linear deprojeção máxima afastado do dito lado dianteiro.
2. APARELHO, de acordo com a reivindicação 6,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente umachave ta, e a dita bolsa para receber a dita chaveta deencontro à dita faca, em que a dita chaveta transmite forçade empurrar à dita faca.
3. APARELHO, de acordo com a reivindicação 4,caracterizado pelo fato de que as ditas partes de corte dequina são semicirculares, para produzir um corte de raio.
4. APARELHO DE CORTE, caracterizado pelo fato decompreender:uma faca que tem um lado dianteiro e um ladotraseiro, e um gume de corte que inclui uma parte de gume decorte de face linear disposta entre duas partes de gume decorte de quina arqueadas côncavas;um cubo para a rotação em torno de um eixo derevolução, em que o dito lado dianteiro fica voltado para adireção de rotação, o dito cubo tem uma bolsa para receber odito lado traseiro da dita faca de encontro a uma parede desuporte da dita bolsa, e um furo roscado; eum membro roscado que tem uma parte inclinadafrustocônica para produzir uma força de empurrar de encontroà dita faca quando o dito membro roscado é rosqueado no ditofuro.
5. APARELHO, de acordo com a reivindicação 6,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem um ângulo dealivio de ataque γ é fixo em relação a pelo menos das ditaspartes de corte de face e de corte de quina.
6. APARELHO, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que o dito ângulo γ ficacompreendido na faixa de 25 - 4 0 graus.
7. APARELHO, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem um ângulo dealivio de ataque γ que é fixo em relação a pelo menos asditas partes de corte de face e de corte de quina.
8. APARELHO, de acordo com a reivindicação 10,caracterizado pelo fato de que o dito ângulo γ ficacompreendido na faixa de 25 - 4 0 graus.
9. APARELHO, de acordo com a reivindicação 3,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem um ângulo dealívio de ataque γ que é fixo em relação a pelo menos asditas partes de corte de face e de corte de quina.
10. APARELHO, de acordo com a reivindicação 12,caracterizado pelo fato de que o dito ângulo γ ficacompreendido na faixa de 25 - 40 graus.
11. APARELHO, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem um ângulo dealívio de ataque γ é fixo em relação a pelo menos as ditaspartes de corte de face e de corte de quina.
12. APARELHO, de acordo com a reivindicação 14,caracterizado pelo fato de que o dito ângulo γ ficacompreendido na faixa de 25 - 4 0 graus.
13. FACA PARA UM APARELHO DE CORTE ADAPTADO PARAGIRAR A FACA EM TORNO DE UM EIXO DE REVOLUÇÃO, em que a facaé caracterizada pelo fato de ter um lado dianteiro e um ladotraseiro, em que o lado dianteiro fica voltado para a direçãode rotação, dois gumes de corte e uma simetria de imagemespecular sobre um plano especular que passa através da ditafaca, e os ditos gumes de corte de face incluem asrespectivas partes lineares dispostas entre duas partes decorte de quina arqueadas côncavas.
14. FACA, de acordo com a reivindicação 17,caracterizada pelo fato de que a dita faca inclui duasnervuras defletoras espaçadas uma da outra que se projetam dodito lado dianteiro, em que as ditas nervuras defletoras têmrespectivas superfícies exteriores curvadas côncavas que unemas partes de junção de faca e gume substancialmente planaresque terminam nos ditos gumes de corte, e cada nervuradefletora tem um único gume linear de projeção máximaafastado do dito lado dianteiro.
15. FACA, de acordo com a reivindicação 18,caracterizada pelo fato de que as ditas partes de corte dequina são semicirculares, para produzir um corte de raio.
16. FACA, de acordo com a reivindicação 17,caracterizada pelo fato de que as ditas partes de corte dequina são semicirculares, para produzir um corte de raio.
17. FACA, de acordo com a reivindicação 20,caracterizada pelo fato de que o dito ângulo γ ficacompreendido na faixa de 25 - 40 graus.
18. FACA, de acordo com a reivindicação 23,caracterizada pelo fato de que o dito ângulo γ ficacompreendido na faixa de 25 - 4 0 graus.
19. FACA, de acordo com a reivindicação 18,caracterizada pelo fato de que o dito ângulo γ ficacompreendido na faixa de 25 - 40 graus.
20. FACA, de acordo com a reivindicação 17,caracterizada pelo fato de que o dito ângulo γ ficacompreendido na faixa de 25 - 40 graus.
21. FACA, de acordo com a reivindicação 28,caracterizada pelo fato de ter uma simetria de imagemespecular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
22. FACA, de acordo com a reivindicação 26,caracterizada pelo fato de ter uma simetria de imagemespecular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
23. FACA, de acordo com a reivindicação 24,caracterizada pelo fato de ter uma simetria de imagemespecular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
24. FACA, de acordo com a reivindicação 22,caracterizada pelo fato de ter uma simetria de imagemespecular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
25. FACA, de acordo com a reivindicação 20,caracterizada pelo fato de ter uma simetria de imagemespecular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
26. FACA, de acordo com a reivindicação 19,caracterizada pelo fato de ter uma simetria de imagemespecular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
27. FACA, de acordo com a reivindicação 18,caracterizada pelo fato de ter uma simetria de imagemespecular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
28. APARELHO, de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem uma simetriade imagem especular sobre um primeiro plano especular que éperpendicular à dita parte de gume de corte de face.
29. APARELHO, de acordo com a reivindicação 36,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem uma simetriade imagem especular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
30. APARELHO, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem uma simetriade imagem especular sobre um primeiro plano especular que éperpendicular à dita parte de gume de corte de face.
31. APARELHO, de acordo com a reivindicação 38,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem uma simetriade imagem especular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
32. APARELHO, de acordo com a reivindicação 6,caracterizado pelo fato de que a dita faca tem uma simetriade imagem especular sobre um primeiro plano especular que éperpendicular à dita parte de gume de corte de face.
33. APARELHO, de acordo com a reivindicação 40,caracterizado pelo fato que a dita faca tem uma simetria deimagem especular sobre um segundo plano especular que éperpendicular ao dito primeiro plano especular.
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