BRPI0706968A2 - método de ajuda à pilotagem de uma aeronave, sistema de ajuda à pilotagem de uma aeronave e aeronave - Google Patents
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Abstract
MéTODO DE AJUDA A PILOTAGEM DE UMA AERONAVE, SISTEMA DE AJUDA à PILOTAGEM DE UMA AERONAVE E AERONAVE. O sistema (1) compreende os meios de direção (3) que, quando guiam à aeronave ao longo de uma trajetória de vóo a baixa altura, e que uma subida é comandada, continuam a guiar à aeronave ao longo da trajetória lateral dessa trajetória de vóo a baixa altura no plano horizontal, e submetem a aeronave no plano vertical a uma subida de acordo com uma inclinação de subida que e superior ou igual a uma inclinação máxima na mencionada trajetória de voo.
Description
"MÉTODO DE AJUDA À PILOTAGEM DE UMA AERONAVE, SISTEMA DEAJUDA À PILOTAGEM DE UMA AERONAVE E AERONAVE".
Campo da invenção
A presente invenção refere-se a um método e a um sistemade ajuda na pilotagem de uma aeronave que é susceptívelde realizar um vôo a baixa altura.
No quadro da presente invenção, entende-se por vôo abaixa altura, o vôo ao longo de uma trajetória de vôo abaixa altura permitindo à aeronave seguir mais perto daterra sobrevoada, especialmente para evitar ser notado.
Uma trajetória tal de vôo a baixa altura é geralmentesituada a uma altura da terra pré-determinada, porexemplo, a 500 pés (aproximadamente 150 metros).Ademais, uma trajetória tal de vôo a baixa altura éassegurada em relação ao terreno, ou seja, que ela éformada de maneira que se uma aeronave que segue essatrajetória apresenta um risco de colisão com o terrenosobrevoado (ou seja, diretamente com o solo, ou com umaobra ou um elemento situado sobre o solo) que é quasenulo, e em todo caso apresenta uma probabilidade inferiora um valor predeterminado muito baixo, por exemplo, IO"9.Conseqüentemente, se a aeronave é guiada ao longo de umatrajetória tal de vôo a baixa altura, toda colisão com oterreno sobrevoado é altamente improvável.
Diz-se que no momento de um vôo a baixa altura emvisibilidade reduzida, pode-se apresentar os casosurgentes (pane ou necessidade operacional, por exemplo)para os quais é necessário interromper o prosseguimentode vôo a baixa altura e direcionar a aeronave,definitivamente ou temporariamente, a uma altitudeelevada onde a aeronave se encontre em segurança,protegida de uma colisão com o terreno (solo, obrasituada sobre o solo). Essa altitude é chamada dealtitude de segurança. Através do documento FR-04 05385,conhece-se um método para determinar uma tal altitude desegurança.
Uma fase de elevação destinada a direcionar a aeronave apartir da trajetória de vôo a baixa altura para aaltitude de segurança não é isenta de risco. Em efeito,realizar, por exemplo, uma subida em linha reta, emcondições de visibilidade reduzida não é um métodosatisfatório, caso o vôo a baixa altura esteja otimizadopara passar nos fundos dos vales, ou muito perto doterreno sobrevoado, efetuar uma subida a cegas em linhareta é muito arriscado.
Além disso, a altitude de segurança é função geralmentede uma certa zona geográfica e tem portanto uma validadelocal e limitada. Isto é muito mais verdadeiro se essazona for pequena e função da trajetória de vôo a baixaaltura, como por exemplo, para a altitude de segurançadeterminada pelo método descrito na demanda de patenteFR-04 05385, anteriormente citada. No curso do vôo, aaltitude de segurança varia então freqüentemente.Por outro lado especialmente no domínio militar, ainterrupção de um vôo a baixa altura é realizado às vezescom grande urgência de modo que toda tarefa suplementardemandada do equipamento da aeronave, tais comoselecionar manualmente um valor de altitude de segurança,por exemplo, pode constituir uma carga de trabalhoexcessiva em uma tal situação de urgência.
A presente invenção tem por objetivo remediar essesinconvenientes. Ela se refere a um método de ajuda àpilotagem, o qual permite direcionar, com toda segurançauma aeronave que voa ao longo de uma trajetória de vôo abaixa altura (a qual compreende uma trajetória lateral euma trajetória vertical e que é assegurada em relação aoterreno), para uma altitude de segurança.
Para isso, segundo a invenção, o mencionado método énotável pelo fato de que no momento de um vôo da aeronaveao longo da mencionada trajetória de vôo a baixa altura,quando a aeronave deve ser elevada a uma altitude desegurança, realizam-se simultaneamente as operaçõesseguintes:
a) em um plano horizontal, continua-se a guia a aeronaveao longo da trajetória lateral da trajetória de vôo abaixa altura; e
b) em um plano vertical, submete-se a aeronave a um modode subida engendrando uma elevação da aeronave segundouma inclinação de subida que é superior ou igual àinclinação de subida máxima existente na trajetóriavertical da mencionada trajetória de vôo a baixa altura.Assim, graças à invenção, como a fase de subida para aaltitude de segurança é realizada com uma inclinação desubida que é sempre superior (ou igual) à inclinaçãomáxima existente na trajetória de vôo a baixa altura, aaeronave é sempre situada acima dessa trajetória de vôo abaixa altura. Então, esta última estando formada demaneira a ser segura em relação ao terreno, a trajetóriade subida assim seguida pela aeronave é, portanto,igualmente segura em relação ao mencionado terreno, ouseja, em relação ao solo e a todo obstáculo situado sobreo solo. Conseqüentemente, a aeronave pode reencontrar emtoda segurança a mencionada altitude de segurança.
Notar-se-á que a trajetória de subida é sempre situadaacima e para a vertical da trajetória de vôo a baixaaltura, em razão do fato de que no plano horizontal aaeronave é sempre guiada durante essa fase de subidaseguindo a trajetória lateral (da mencionada trajetória abaixa altura), e que, por definição, a trajetória de vôoa baixa altura é assegurada verticalmente unicamente se aaeronave segue no plano horizontal a mencionadatrajetória lateral.
Por outro lado, de forma vantajosa, realiza-se umasincronização automática de uma instrução de altitude queé susceptível de ser utilizada por um dispositivo depilotagem automático da aeronave, no momento onde aaeronave não é mais guiada ao longo da trajetória de vôoa baixa altura, no valor atual da altitude de segurança.Isto evita que o equipamento tenha que gerar na urgênciauma instrução de altitude no nível do dispositivo depilotagem automática. Assim, a carga de trabalho usual,consistindo da leitura do valor da altitude de segurançae da visualização em um meio de interface homem/máquinado dispositivo de pilotagem automática, é suprimida, emparticular no momento da fase de subida a uma altitude desegurança.
Todavia, para permitir que o equipamento domine nessasituação, de forma vantajosa, a mencionada sincronizaçãoautomática é susceptível de ser anulada por uma seleçãomanual de um valor particular de altitude de segurançapor um piloto da aeronave.
Preferivelmente, no plano horizontal, continua-se(sempre) a guiar a aeronave ao longo da trajetórialateral da mencionada trajetória de vôo a baixa altura, eseja qual for o modo de direção utilizado, em particularno momento de uma fase de subida para a altitude desegurança, uma fase de manutenção de uma tal altitude desegurança ou uma eventual descida de uma altitude desegurança para a trajetória de vôo a baixa altura. Essacaracterística apresenta numerosas vantagens, comomencionado acima, e permite em particular ao piloto,antecipar as mudanças de valor da altitude de segurança.Em efeito, a altitude de segurança depende geralmente datrajetória lateral e varia então na proporção e na medidado prosseguimento do vôo. Como, graças à invenção, aaeronave é sempre guiada ao longo dessa trajetórialateral, o piloto da aeronave conhece com antecipação através de uma visualização os diferentes valores dealtitude de segurança sucessivos ao longo dessatrajetória lateral. Assim, lhe é possível antecipar todamudança de valor.Ademais, vantajosamente, quando a aeronave é guiada aolongo da trajetória lateral da mencionada trajetória devôo a baixa altura, e seja qual for a direção vertical:a) compara-se a altitude atual da aeronave com umaaltitude auxiliar que é definida a partir da trajetóriade vôo a baixa altura e que representa a altitude damencionada trajetória de vôo em uma posição lateralcorrespondente à posição lateral atual da aeronave; eb) se a mencionada altitude atual se torna inferior ouigual à mencionada altitude auxiliar, faz-se voar aaeronave na mencionada altitude auxiliar ao longo damencionada trajetória de vôo a baixa altura. Esse retornoa um vôo a baixa altura pode ser permanente outemporário.
Desta forma, obtém-se uma proteção consistindo em fazervoar a aeronave na altitude mais alta entre, por um lado,a altitude atual e, por outro lado, a altitude auxiliarrelativa à trajetória de vôo a baixa altura que éassegurada em relação ao terreno como indicadoanteriormente. Essa proteção permite aumentar a segurançade vôo. Ela pode ser utilizada em toda seqüência de vôoquando a aeronave é guiada ao longo da trajetória lateralda mencionada trajetória de vôo a baixa altura, e sejaqual for a direção vertical. Em particular, essa proteçãopode ser aplicada no momento de uma fase deacompanhamento de uma altitude de segurança compreendendouma manutenção da altitude de segurança ou uma mudança daaltitude de segurança. Essa proteção pode igualmente seraplicada no momento de um retorno para um vôo a baixaaltura a fim de capturar e manter a trajetória de vôo abaixa altura.
A presente invenção refere-se igualmente a um sistema deajuda à pilotagem de uma aeronave, do tipo compreendendo:
- os meios de tratamento de dados para determinar umatrajetória de vôo a baixa altura:
. a qual compreende uma trajetória lateral definida em umplano horizontal e uma trajetória vertical definida em umplano vertical; e
. a qual é assegurada em relação ao terreno;
- os meios de direção que compreendem, por exemplo, umdispositivo de pilotagem automática e/ou um direção devôo, os quais são susceptíveis de guiar a aeronave aolongo da mencionada trajetória de vôo, e que sãoigualmente susceptíveis de direcioná-la para uma altitudede segurança; e
- os meios de acionamento e de seleção de instruçãopermitindo a um piloto da aeronave, comandar manualmentepelo menos um modo de subida e de selecionar um objetivode direção (tal como, por exemplo, a altitude finaldesejada).
Segundo a invenção, o mencionado sistema de ajuda àpilotagem é notável pelo fato de que os meios de direçãosão formados de maneira, quando eles guiam a aeronave aolongo da mencionada trajetória de vôo a baixa altura eque um modo de subida é comandado pelo intermédio dosmencionados meios de acionamento:
- no plano horizontal, a continuar a guiar a aeronave aolongo da trajetória lateral da mencionada trajetória devôo a baixa altura; e
- no plano vertical, a submeter a aeronave a um modo desubida engendrando uma elevação da aeronave segundo umainclinação de subida que é superior ou igual à inclinaçãomáxima existente na trajetória vertical da mencionadatrajetória de vôo a baixa altura.
Em um modo de concretização particular, os mencionadosmeios de direção compreendem um dispositivo de pilotagemautomática, e o mencionado sistema de ajuda à pilotagemcompreende ademais:
- os primeiros meios para determinar um valor atual daaltitude de segurança; e
- os segundos meios para permitir, em seguida realizaruma sincronização automática de uma instrução de altitudesusceptível de ser utilizada pelos mencionados meios deacionamento e de seleção de instrução, sobre o valoratual da altitude de segurança determinado pelosmencionados primeiros meios, e isto no momento onde aaeronave não é mais guiada ao longo da trajetória de vôoa baixa altura.
Além disso, vantajosamente, o mencionado sistema de ajudaà pilotagem compreende um meio de seleção manualpermitindo a um piloto da aeronave, anular o efeito dosmencionados meios por uma seleção manual de um valorparticular de altitude.
Por outro lado, vantajosamente, os mencionados meios dedireção são formados de maneira a sempre guiar aaeronave, no plano horizontal, ao longo da trajetórialateral da mencionada trajetória de vôo a baixa altura.Além disso, em um modo de concretização particular, omencionado sistema de ajuda à pilotagem compreende,ainda, um meio de proteção que é integrado nosmencionados meios de direção e que é formado de maneira:
- a comparar a altitude atual da aeronave com umaaltitude auxiliar que é definida a partir da trajetóriade vôo a baixa altura e que representa a altitude damencionada trajetória de vôo em uma posição lateralcorrespondendo à posição lateral atual da aeronave; e
- se a mencionada altitude atual se torna inferior ouigual à mencionada altitude auxiliar, a fazer voar aaeronave para a mencionada altitude auxiliar ao longo damencionada trajetória de vôo a baixa altura.
Descrição da figura
A única figura do desenho anexado fará compreender bemcomo a invenção pode ser concretizada. Essa Figura é oesquema sinóptico de um sistema de ajuda á pilotagemconforme a invenção.
Descrição da invenção
O sistema 1, conforme a invenção e representadoesquematicamente na Figura, é destinado a ajudar umpiloto de uma aeronave, em particular de um avião detransporte militar, a direcionar a mencionada aeronave,quando ela voa ao longo de uma trajetória de vôo a baixaaltura, com toda segurança, para uma altitude desegurança onde ele se encontra por definição ao abrigo deuma colisão com o terreno sobrevoado.
Para fazer isso, o mencionado sistema 1 é do tipocompreendendo:
- os meios 2 usuais de tratamento de dados, em particularum sistema de gestão de vôo por exemplo, do tipo FMS("Flight Management System" em inglês) que são destinadosa determinar uma trajetória de vôo a baixa alturacompreendendo uma trajetória lateral definida em um planohorizontal e uma trajetória vertical (ou perfil de vôo)definida em um plano vertical. Essa trajetória de vôo abaixa altura é formada de maneira a permitir que aaeronave siga muito perto do terreno sobrevoado. Ademais,ela é assegurada em relação ao mencionado terrenosobrevoado, ou seja, ela é formada de modo que se umaaeronave segue essa trajetória apresenta um risco decolisão com o terreno sobrevoado (ou seja, diretamentecom o solo, ou com uma obra ou um elemento situado nosolo) que é quase nulo, e em todo caso apresenta umaprobabilidade inferior a um valor pré-determinado muitobaixo, por exemplo, IO"9.
- os meios de direção 3 que são susceptíveis de guiar aaeronave ao longo da mencionada trajetória de vôo a baixaaltura, determinada pelos mencionados meios 2, e que sãoigualmente susceptíveis de direcionar a mencionadaaeronave para uma altitude de segurança; e
- os meios de acionamento e de seleção de instrução 4 quepermitem ao piloto da aeronave de comandar manualmentepelo menos um modo de subida particular, e de selecionara instrução de altitude visada quando a aeronave é guiadaao longo da mencionada trajetória de vôo a baixa altura;
e
um conjunto 7 de fontes de informações usuais,permitindo particularmente determinar as informações taiscomo, a posição geográfica da aeronave, sua altitude, asmedidas de seus ângulos de giro e tangente, e/ou asmedidas de velocidade de aceleração nos diferentes eixosda mecânica.
Em um modo de concretização preferido, os mencionadosmeios de direção 3 compreendem os meios seguintes, nãorepresentados especificamente:
- um meio de cálculo que é destinado a determinar de modousual as instruções de pilotagem, a partir de informaçõesrecebidas dos mencionados meios 2 por intermédio de umaconexão 8 e do mencionado conjunto 7 por intermédio deuma conexão 9;
- pelo menos um meio de ajuda à pilotagem, por exemplo,um dispositivo de pilotagem automática 5 e/ou um diretorde vôo 6, que determina a partir das instruções depilotagem recebidas do mencionado meio de cálculo asordens de pilotagem da aeronave; e
- os meios de acionamento de órgãos comandados, taiscomo, por exemplo, os governos (de direção, deprofundidade,...) da aeronave, aos quais se aplicam asordens de pilotagem assim determinadas.
Além disso, em um modo de concretização particular, osmencionados meios de acionamento e de seleção deinstrução 4 fazem parte, por exemplo, de uma interfaceusual dos meios 3, aos quais eles são conectados porintermédio de uma conexão 10, e permitem ao pilotoademais, selecionar um modo de subida particular,selecionar igualmente um de uma pluralidade de modos dedireção diferentes da aeronave, e em particular um modode seguimento da trajetória de vôo a baixa altura.Segundo a invenção, os mencionados meios de direção 3 sãoformados de maneira, quando eles guiam a aeronave aolongo da mencionada trajetória de vôo a baixa altura eque um modo de subida é comandado pelo intermédio dosmencionados meios 4:
- no plano horizontal, a continuar a guiar a aeronave aolongo da trajetória lateral da mencionada trajetória devôo a baixa altura; e
- no plano vertical, a submeter a aeronave a um modo desubida engendrando uma elevação da aeronave segundo umainclinação de subida que é superior ou igual à inclinaçãomáxima existente na trajetória vertical da mencionadatrajetória de vôo a baixa altura. Essa inclinação máximapode, por exemplo, ser determinada pelos mencionadosmeios 2.
Assim, graças ao sistema 1 conforme invenção, uma fasede subida da aeronave para uma altitude de segurança érealizada com uma inclinação de subida que é sempresuperior (ou igual) à inclinação máxima existente natrajetória de vôo a baixa altura. Assim, a aeronave ésempre situada, no momento dessa subida, acima damencionada trajetória de vôo a baixa altura. Então, estaúltima sendo formada pelos meios 2 de maneira a serassegurada em relação ao terreno, a trajetória de subidadessa forma seguida pela aeronave é então igualmentesegura em relação ao mencionado terreno, ou seja, emrelação ao solo e a todo obstáculo situado sobre o solo.Conseqüentemente, graças à invenção, a aeronave podereencontrar com toda segurança a mencionada altitude desegurança.
Notar-se-á que a trajetória de subida está sempre situadaacima da trajetória vertical (da trajetória de vôo abaixa altura) , em razão do fato de que no planohorizontal a aeronave é sempre guiada pelos meios dedireção 3 (durante essa fase de subida) seguindo atrajetória lateral (da mencionada trajetória de vôo abaixa altura), e que, por definição, a trajetória de vôoa baixa altura é assegurada verticalmente, unicamente sea aeronave segue no plano horizontal a trajetória lateraldessa trajetória de vôo.
Notar-se-á que, no momento de um acompanhamento datrajetória de vôo a baixa altura, o meio de ajuda àpilotagem dos mencionados meios de direção 3 (porexemplo, o dispositivo de pilotagem automática 5, ou odiretor de vôo 6, associado ou não a um meio nãorepresentado aplicando um modo de auto-impulso) realiza oseguimento da trajetória de vôo a baixa altura, que édeterminada pelos meios 2, através de um modo combinandoas ações de direção horizontal e vertical. Quando opiloto age, por exemplo, sobre um seletor de altitude deum painel de comando integrado nos meios 4, o dispositivode pilotagem automática 5 muda de ação de direçãovertical e de comando do impulso dos motores, pararealizar os objetivos seguintes: colocar em propulsão osmotores para a propulsão máxima e manter a velocidade deinstrução. Como outra possibilidade para o piloto, pode-se prever que ele impulsione as manivelas de gás até umgrau máximo. A propulsão máxima é então demandada dosmotores, e um modo e uma ação de manutenção da velocidadepermitem fazer subir a aeronave com a taxa máxima navelocidade atual.
Nos dois exemplos precedentes, a inclinação obtida ésempre superior ou igual àquela da trajetória de vôo abaixa altura determinada pelos meios 2. Nesses doisexemplos, os meios de direção 3 mantém, no planohorizontal, a imposição sobre a trajetória lateral, comoindicado precedentemente, o qual transfere ao modo desubida a proteção da qual se beneficia a trajetória devôo a baixa altura em relação ao solo e aos eventuaisobstáculos.
Em um modo de concretização particular, o mencionadosistema 1 compreende ademais:
-os meios usuais 11 para determinar um valor atual daaltitude de segurança. Esses meios 11 podem determinaresse valor atual da altitude de segurança, de formausual, a partir da mencionada trajetória lateral; e
- os meios usuais 12 que são conectados pelo intermédiode uma conexão 13 aos mencionados meios 11 e que sãoformados de maneira a realizar uma sincronizaçãoautomática de uma instrução de altitude susceptível deser utilizada pelos mencionados meios de acionamento e deseleção de instrução 4 (aos quais os mencionados meios 12são conectados por intermédio de uma conexão 14) sobre ovalor atual da altitude de segurança determinado pelosmencionados meios 11, e isto no momento onde a aeronavenão é mais guiada ao longo da trajetória de vôo a baixaaltura.
Esse modo de concretização particular evita que oequipamento tenha que gerar na urgência uma instrução dealtitude no nível dos meios de acionamento e de seleçãode instrução 4. Assim, a carga de trabalho usual,consistindo da leitura do valor da altitude de segurançae da visualização em um meio de interface homem/máquinados meios de acionamento e de seleção de instrução 4, ésuprimida, em particular no momento da fase de subida auma altitude de segurança.
Em um modo de concretização particular, os mencionadosmeios 11 são integrados nos mencionados meios 2 e osmencionados meios 12 são integrados nos mencionados meiosde direção 3. Nesse caso, realiza-se uma sincronizaçãoautomática do valor utilizado pelos meios de acionamentoe de seleção de instrução 4 em um valor conhecido pelosmeios 2, por exemplo, um sistema de gestão de vôo daaeronave.
Essa sincronização automática é armada pelo equipamento,em previsão dessa necessidade, no momento de um método deentrada em um vôo a baixa altura. Para fazer isto, ummeio de armamento particular não representado (porexemplo, um botão de pressão ou uma posição instável deum rotador, como por exemplo, uma corona em torno de umseletor de altitude usual que permite selecionar o passode variação) engendra, no nível de um visualizador daaltitude selecionada dos meios de acionamento e deseleção de instrução 4, a substituição de um valornumérico habitualmente selecionado por uma terminologiaou signo particular que indica o armamento dessasincronização automática. A partir do momento onde essearmamento é realizado, toda saída do modo de direçãovertical sobre a trajetória de vôo a baixa altura provocaa visualização em uma janela de seleção de altitudeparticular do valor atual da altitude de segurança, oqual corresponde à realização da sincronização antesmencionada. O valor assim mostrado joga o papel habitualde uma seleção de altitude, particularmente paracondicionar uma subida e uma captura dessa altitude.
Além disso, para permitir que o equipamento domine umatal situação, o sistema 1 conforme a invenção compreende,ademais, um meio de seleção manual 15 que é ligado porintermédio de uma conexão 16 aos mencionados meios 4 eque permite a um piloto da aeronave anular o efeito dosmencionados meios 12 por uma seleção manual de um valorparticular de altitude de segurança.
Em um modo de concretização particular, o mencionado meiode seleção manual 15 é integrado nos mencionados meios 4.Ademais, em um modo de concretização preferida, osmencionados meios de direção 3 são igualmente formados demaneira a sempre guiar a aeronave ao longo da trajetórialateral da mencionada trajetória de vôo a baixa altura, eseja qual for a fase de vôo (ou o modo de direçãoutilizado), que seja, por exemplo, uma fase de subidapara uma altitude de segurança, uma fase de manutenção deuma tal altitude de segurança, ou uma eventual descida deuma altitude de segurança para uma trajetória de vôo abaixa altura. Nesse modo de concretização preferida, opiloto pode antecipar as mudanças de valor da altitude desegurança graças aos meios de visualização 21 do perfilde altitude de segurança ao longo da trajetória de vôo abaixa altura, meios de visualização 21 que são conectadosaos mencionados meios 7 e 11 por intermédio das conexões22 e 23. Em efeito, a altitude de segurança dependegeralmente da trajetória lateral e varia então conforme oprosseguimento do vôo. Como nesse modo de concretizaçãopreferido, a aeronave é sempre guiada ao longo dessatrajetória lateral, o piloto da aeronave conhece poradiantado os diferentes valores sucessivos da altitude desegurança ao longo dessa trajetória lateral. Assim, épossível para ele antecipar sem problema toda mudança devalor.
Além disso, o sistema 1 conforme a invenção compreende,ainda, um meio de proteção 17 que é integrado nosmencionados meios de direção 3, o qual é conectado porintermédio das conexões 18, 19 e 20 respectivamente aosmencionados meios 2, aos mencionados meios 7 e aomencionado dispositivo de pilotagem automática 5, e que éformado de maneira:
- a comparar a altitude atual da aeronave, recebida dosmencionados meios 7, com uma altitude auxiliar que érecebida dos mencionados meios 2, a qual é definida a
partir da trajetória de vôo a baixa altura e querepresenta a altitude da mencionada trajetória de vôo emuma posição lateral correspondendo à posição lateralatual da aeronave. Para fazer isto, a mencionada posiçãolateral atual da aeronave é determinada precedentementede forma usual; e
- desde que a mencionada altitude atual se torne inferiorou igual à mencionada altitude auxiliar, a fazer voar aaeronave para a mencionada altitude auxiliar ao longo damencionada trajetória de vôo a baixa altura.
Assim, o mencionado meio de proteção 17 fornece umaproteção (em relação a um risco de colisão com o terrenosobrevoado) que consiste em fazer voar a aeronave naaltitude mais alta entre, por um lado, a altitude atuale, por outro lado, a altitude auxiliar relativa âtrajetória de vôo a baixa altura. Essa altitude auxiliarsendo por definição assegurada em relação ao terreno comoindicado precedentemente, a proteção assim obtida permiteentão aumentar a segurança do vôo.
Em particular, essa proteção pode ser aplicada quando aaeronave é guiada ao longo da trajetória lateral damencionada trajetória de vôo a baixa altura, e seja qualfor a direção vertical. Em particular, essa proteção podeser aplicada no momento de uma fase de acompanhamento deuma altitude de segurança compreendendo uma manutenção daaltitude de segurança ou uma mudança da altitude desegurança. Essa proteção pode igualmente ser aplicada nomomento de um retorno para um vôo a baixa altura, a fimde capturar e manter a trajetória de vôo a baixa altura.Notar-se-á que duas variantes de aplicação são possíveis,já que o meio de proteção 17 é ativado, a saber:
- a ativação da proteção provoca um rearranjo damanutenção da trajetória de vôo a baixa altura. Nessecaso, uma interface homem/máquina anuncia esse rearranjo.
Esta opção é escolhida pelo equipamento, quando aproteção é ativada, por exemplo, apertando um botão apressão do armamento do vôo a baixa altura;
- a proteção é reversível. Ela é anunciada no nível dainterface homem/máquina como temporária. Nesse casso, aação de direção inicial retorna a ser ativa quando aproteção não é mais necessária.
O sistema 1 de ajuda à pilotagem, conforme a invenção,permite fornecer ao equipamento da aeronave, no momentode um vôo a baixa altura, para o qual a trajetória de vôoem três dimensões é determinada por um sistema de gestãode vôo (meios 2), uma assistência dos meios 3 parareencontrar eventualmente uma altitude de segurança, paragerar o prosseguimento do vôo a essa altitude desegurança, se necessário para descer novamente à baixaaltura, tudo guardando para essas fases de vôoparticulares o nível de segurança existente paraassegurar o vôo a baixa altura.
Claims (12)
1. Método de ajuda à pilotagem de uma aeronave, quesusceptível de voar ao longo de uma trajetória de vôo abaixa altura, a mencionada trajetória de vôocompreendendo uma trajetória lateral e uma trajetóriavertical e estando assegurada em relação ao terreno, eque é susceptível de ser direcionada para uma altitude desegurança, caracterizado pelo fato de no momento de umvôo da aeronave ao longo da mencionada trajetória de vôoa baixa altura, quando a aeronave deve ser direcionadapara uma altitude de segurança, serem realizadas asseguintes operações:a) em um plano horizontal, continuar a guiar a aeronaveao longo da trajetória lateral da mencionada trajetóriade vôo a baixa altura; eb) em um plano vertical, submeter à aeronave a um modo desubida causando uma elevação da aeronave segundo umainclinação de subida que é superior ou igual à inclinaçãode subida máxima existente na trajetória vertical damencionada trajetória de vôo à baixa altura.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que enquanto a aeronave não é mais guiada aolongo da trajetória de vôo a baixa altura, realiza-se umasincronização automática de uma instrução de altitude queé susceptível de ser utilizada por um dispositivo depilotagem automática da aeronave, em um valor atual dealtitude de segurança.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizadopelo fato de que a mencionada sincronização automática ésusceptível de ser anulada por uma seleção manual de umvalor particular de altitude de segurança por um pilotoda aeronave.
4. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 3, caracterizado pelo fato de que no planohorizontal, a aeronave continua-se sempre sendo guiada aolongo da trajetória lateral da mencionada trajetória devôo a baixa altura, e seja qual for o modo de direçãoutilizado.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4, caracterizadopelo fato de que quando a aeronave é guiada ao longo datrajetória lateral da mencionada trajetória de vôo abaixa altura, e seja qual for a direção vertical:a) compara-se a altitude atual da aeronave com umaaltitude auxiliar que é definida a partir da trajetóriade vôo a baixa altura e que representa a altitude damencionada trajetória de vôo em uma posição lateralcorrespondente ã posição lateral atual da aeronave; eb) se a mencionada altitude atual se torna inferior ouigual à mencionada altitude auxiliar, faz-se voar aaeronave na mencionada altitude auxiliar ao longo damencionada trajetória de vôo à baixa altura.
6. Sistema de ajuda à pilotagem de uma aeronave, omencionado sistema (1) compreendendo:- os meios de tratamento de dados (2) para determinar umatrajetória de vôo a baixa altura;. que compreende uma trajetória lateral definida em umplano horizontal e uma trajetória vertical definida em umplano vertical; e. que é assegurada em relação ao terreno;- os meios de direção (3) que são susceptíveis de guiar aaeronave ao longo da mencionada trajetória de vôo e quesão susceptíveis de direcionar a aeronave para umaaltitude de segurança; e- os meios de acionamento e de seleção de instrução (4)permitindo que um piloto da aeronave comande manualmentepelo menos um modo de subida, caracterizado pelo fato dosmencionados meios de direção (3) serem formados demaneira, quando eles guiam a aeronave ao longo damencionada trajetória de vôo a baixa altura e que um modode subida é comandado por intermédio dos mencionadosmeios de acionamento e de seleção de instrução (4):- no plano horizontal, a continuar a guiar a aeronave aolongo da trajetória lateral da mencionada trajetória devôo à baixa altura; e- no plano vertical, a submeter a aeronave a um modo desubida causando uma elevação da aeronave segundo umainclinação de subida que é superior ou igual à inclinaçãomáxima existente na trajetória vertical da mencionadatrajetória de vôo a baixa altura.
7. Sistema, de acordo com a reivindicação 6,caracterizado pelo fato dos mencionados meios de direção(3) compreenderem um dispositivo de pilotagem automática(5), comandado através dos mencionados meios deacionamento e de seleção de instrução (4) , e domencionado sistema (1) compreender ainda:- os primeiros meios (11) para determinar um valor atualda altitude de segurança; e- os segundos meios (12) para realizar uma sincronizaçãoautomática de uma instrução de altitude susceptível deser utilizada pelos mencionados meios de acionamento e deseleção de instrução (4), no valor atual da altitude desegurança determinado pelos mencionados primeiros meios(11), e isto no momento onde a aeronave não é mais guiadaao longo da trajetória de vôo a baixa altura.
8. Sistema, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de compreender ademais, um meiode seleção manual (15) permitindo a um piloto da aeronavede anular o efeito dos mencionados segundos meios (12)por uma seleção manual de um valor particular daaltitude.
9. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 6 a 8, caracterizado pelo fato de que os mencionadosmeios de direção (3) são formados de maneira à sempreguiar a aeronave, no plano horizontal, ao longo datrajetória lateral da mencionada trajetória de vôo àbaixa altura.
10. Sistema, de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de compreender ainda, um meio deproteção (17) que é integrado nos mencionados meios dedireção (3) e que é formado de maneira:- a comparar a altitude atual da aeronave com umaaltitude auxiliar que é definida a partir da trajetóriade vôo a baixa altura e que representa a altitude damencionada trajetória de vôo em uma posição lateralcorrespondente à posição lateral atual da aeronave; e- se a mencionada altitude atual se tornar inferior ouigual à mencionada altitude auxiliar, fazer a aeronavevoar na mencionada altitude auxiliar ao longo damencionada trajetória de vôo à baixa altura.
11. Aeronave, caracterizado pelo fato de compreender umsistema (1) susceptível de aplicar o método especificadoem qualquer uma das reivindicações de 1 a 5.
12. Aeronave, caracterizado pelo fato de compreender umsistema (1) tal como o especificado em qualquer uma dasreivindicações de 6 a 10.
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