BRPI0707026A2 - cano de arma de fogo composto forjado e de peso leve e método de formação de um cano de arma de fogo composto forjado de peso leve - Google Patents

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Abstract

CANO DE ARMA DE FOGO COMPOSTO FORJADO E DE PESO LEVE E MéTODO DE FORMAçãO DE UM CANO DE ARMA DE FOGO COMPOSTO FORJADO DE PESO LEVE. Um cano composto para uma arma de fogo e um método para formação por forjamento. O cano inclui pelo menos dois materiais unidos por forjamento. Em uma configuração preferida, pelo menos um material é, de preferência, de peso mais leve do que o outro material. O cano pode incluir um tubo interno e uma luva externa. O tubo interno define um orifício que proporciona uma trajetória de bala e em uma configuração pode ser feito de aço ou de ligas de aço. A luva externa fica ao redor do tubo interno e em algumas configurações pode ser feita de alumínio, titânio ou ligas de algum deles. O tubo, de preferência inclui uma superfície externa que contém áreas com recessos para receberam o material deslocado a partir da luva externa por meio do processo de forjamento. O método preferido de formação do cano em geral pode incluir a inserção do tubo na luva, batendo em uma superfície externa da luva e deformando a luva para forçar o material para que flua na superfície externa com recesso do tubo para unir o tubo e a luva, O método de formação pode ser usado para produzir canos longos e curtos para rifles e armas de mão respectivamente e mais amplamente para produzir outros componentes compostos não relacionados a armas de fogo.

Description

CANO DE ARMA DE FOGO COMPOSTO FORJADO E DE PESO LEVE E MÉTODO DEFORMAÇÃO DE UM CANO DE ARMA DE FOGO COMPOSTO FORJADO DE PESO LEVE
PRÁTICA ANTERIOR DA INVENÇÃO
A presente invenção em geral está relacionada a .armas de fogo e maisparticularmente a um cano de arma de fogo composto.
O cano de uma arma de fogo é, em essência, um recipiente de pressão que estásujeito ao calor e a forças de combustão geradas por ignição de uma carga de pó decartucho quando a arma de fogo é descarregada. Assim, o aço foi o material escolhidopara os canos de armas de fogo porque suas propriedades mecânicas permitem que elesuporte repetidamente vários ciclos de descarga da arma de fogo. Mas os canos feitostotalmente de aço tendem a serem pesados, o que pode tornar incômodo transportararmas de fogo com cano de aço por longos períodos ou segurá-las com estabilidadedurante competições de tiro. Uma tentativa de solução para produzir canos mais leves foiusar canos de alumínio com revestimento rígido ou superfícies com orifício laminado para atrajetória da bala. Tais canos podem ser de fabricação cara e as superfícies de orifícioscom revestimento fino podem desgastar com aJfempo. Canos de arma de fogocompostos, definidos aqui como canos feitos de dois ou mais componentes diferentestambém são conhecidos. Alguns de tais canos incluem tubos internos de aço com luvasexternas ou conchas feitas de material de peso mais leve, tal como alumínio ou retinas deplástico sintético. A união dos componentes para formar uma junta segura capaz desuportar descargas repetidas de arma de fogo, entretanto, foi problemática. As luvasexternas foram, algumas vezes, unidas a tubos de aço internos com adesivos, ajustados porpressão, conexões parafusadas ou rosqueadas, lavagem ou solda e por fundição. Estastécnicas de produção podem resultar em canos compostos que podem separar-se emciclos repetidos de descarga de uma arma de fogo devido a adesão ou a acoplamentoinadequado entre os tubos internos e as luvas ou conchas externas. Alguns designsconhecidos também podem exigir várias etapas de fabricação e trabalho intenso para aprodução, assim, algumas vezes a fabricação destes canos compostos convencionais setorna complicada e cara.
Assim, há a necessidade de um cano de arma de fogo de peso leve que sejasimples e econômico de fabricar e também forneça uma adesão forte e permanente entreos componentes internos e externos.
RESUMO DA INVENÇÃO
É fornecido um cano composto aperfeiçoado e um novo método para formaçãodo mesmo que domine o defeito dos canos compostos conhecidos. Em uma configuraçãopreferida, um cano composto de acordo com os princípios da presente invenção é feitopor forjamento, o que oferece uma adesão superior e forte entre os componentesdiferentes do cano em contraste com as técnicas de fabricação conhecidasanteriormente. O novo uso do método de forjamento descrito aqui se integra bem com osprocessos de fabricação existentes normalmente empregados na fabricação de armas defogo para produzir canos, portanto, etapas de fabricação e equipamento adicionais e/oumais complexos são evitadas, o que resulta com vantagem em fabricação eficiente eeconômica em contraste com métodos conhecidos. Um cano composto e um método defabricação conforme descrito aqui podem ser utilizados tanto para rifles de cano longoquanto para pistolas de cano curto, com vantagem igual em ambas as aplicações.
Em um exemplo de configuração, um cano composto de acordo com os princípiosda presente invenção pode incluir um tubo interno que tem um orifício que se estendelongitudinalmente e uma primeira densidade e uma luva externa que tem uma densidadesecundária menor do que a primeira densidade do tubo interno em que a luva é forjada notubo interno. O tubo interno inclui uma pluralidade de áreas com recesso em umasuperfície externa para receber o material deslocado da luva externa através deforjamento para aderir o tubo e a luva. Em uma configuração, as áreas com recessopodem estar na forma de sulcos que definem fendas ambos se estendendo de modohelicoidal ao redor pelo menos de parte da superfície externa e da extensão do tubointerno. Em algumas configurações, o tubo interno é, de preferência, feito de aço ou deliga de aço e a luva externa é, de preferência, feita de material selecionado do grupo queconsiste em alumínio, liga de alumínio, titânio e liga de titânio.
Em outra configuração, um cano composto pode incluir um tubo interno que defineum orifício central e inclui uma superfície externa que tem uma pluralidade de áreas comrecesso e uma luva externa que define uma passagem e inclui uma superfície interna. Otubo interno, de preferência, é recebido pelo menos parcialmente na luva externa. A luvatem uma primeira configuração antes do forjamento e uma segunda configuração depoisdo forjamento, a primeira configuração diferente da segunda configuração. Em umaconfiguração, a superfície interna da luva tem uma superfície substancialmente regular naprimeira configuração e tem uma pluralidade de áreas elevadas na segundaconfiguração. Em outra configuração, pelo menos algumas das áreas elevadas sãorecebidas nas áreas com recesso do tubo interno para aderir o tubo interno e a luvaexterna. As áreas com recesso do tubo interno são dispostos, de preferência, em umasuperfície externa do tubo interno e em uma configuração pode se estender emcircunferência ao redor de pelo menos uma parte da superfície externa. Em um exemplode configuração, as áreas com recesso do tubo interno são formados como fendashelicoidais que se estendem pelo menos parcialmente ao longo da extensão do tubo. Emoutra configuração, as áreas com recesso podem ter a forma de uma superfície serrilhadaem pelo menos uma parte da superfície externa do tubo interno.
Em uma outra configuração, um cano composto pode incluir um tubo interno quedefine um orifício central e que inclui uma superfície externa tendo uma pluralidade deáreas com recesso, o tubo interno tendo uma primeira densidade e uma luva externa quedefine uma passagem e o tubo interno recebido pelo menos parcialmente nele, a luvatendo uma segunda densidade menor do que a primeira densidade do tubo interno. Otubo tem um primeiro diâmetro antes do forjamento e um segundo diâmetro depois doforjamento, o primeiro diâmetro maior do que o segundo diâmetro. A luva tem tambémuma primeira extensão antes do forjamento e uma segunda extensão depois doforjamento, a segunda extensão sendo maior do que a primeira extensão.
Um método de formação de um cano de arma de fogo composto pode incluir: umtubo interno que tem uma primeira densidade; com uma luva externa que tem umasegunda densidade menor do que a primeira densidade; inserindo o tubo interno pelomenos parcialmente no tubo externos; causando impacto forçosamente na luva em umadireção radialmente interna e deslocando uma parte da luva externa para engatar o tubointerno em que a luva é aderida ao tubo interno para formar um cano de arma de fogocomposto. Em uma configuração, o cano é formado através de forjamento com uma forjaa martelo.
Em uma outra configuração, um método de formação de um cano de arma defogo composto pode incluir: uma unidade de luva de tubo que inclui uma luva externa eum tubo interno disposto pelo menos parcialmente nele, a luva tendo superfícies internas eexternas, o tubo interno tendo uma superfície externa; que bate radialmente na superfícieexterna da luva e encaixando pelo menos uma parte da superfície externa do tubo internona superfície interna da luva para juntar a luva ao tubo interno.
Um método de formação de um artigo composto pode incluir: uma unidade deluva de tubo que inclui uma luva externa e um tubo interno disposto pelo menosparcialmente nele, a luva tendo superfícies internas e externas, o tubo interno tendo umasuperfície externa e o forjamento da unidade da luva de tubo para juntar a luva externa aotubo interno. Em uma configuração, a etapa de forjamento inclui o uso de martelo nasuperfície externa da luva em uma direção em geral radialmente interna. Em umaconfiguração, o tubo é feito de aço ou de liga de aço e a luva é feita de um metalselecionado do grupo que consiste em alumínio, liga de alumínio, titânio e liga de titânio.Em uma configuração, o tubo é feito de metal que tem uma primeira densidade e a luva éfeita de metal que tem uma segunda densidade, a primeira densidade sendo diferente dasegunda densidade. De preferência, a segunda densidade é menor do que a primeiradensidade em uma configuração preferida. O méfodo também pode incluir a fase derotação da unidade da luva de tubo durante a fase de forjamento. Em uma configuração,a unidade da luva de tubo está no cano de arma de fogo.
Conforme usado aqui, qualquer tipo de referência a orientação ou direção é feitaprimeiramente para a conveniência de descrição da configuração preferida e não é feitapara limitar o escopo da presente invenção.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os recursos das configurações preferidas serão descritos com referência aosdesenhos a seguir em que elementos similares são rotulados de modo similar e em que:
A FIG. 1 é uma sessão cruzada longitudinal tomada por meio de uma configuraçãopreferida de um cano de arma de fogo composto produzido de acordo com um métodopreferido de produção descrito aqui e mostrando a luva externa e o tubo interno;
A FIG. 2 é uma visão lateral do tubo interno do cano da FIG. 1 mostrando umaconfiguração de uma possível estrutura de superfície externa do tubo;
A FIG. 3 é uma visão em detalhe de uma parte da seção cruzada do cano da FIG.1;
A FIG. 4 é uma seção cruzada longitudinal de uma parte da luva externa do canoda FIG. 1;
A FIG. 5 é uma visão lateral do tubo interno do cano da FIG. 1 mostrando uma outraconfiguração possível de uma estrutura de superfície externa do tubo;
A FIG. 6 é uma visão lateral do cano da FIG. 1 mostrando sua progressão da formapré-forjada original para a forma pré-forjada final conforme é alimentado por meio doprocesso de fabricação preferido usando uma máquina de forjamento a martelo;
A FIG. 7 é uma visão frontal de um dos martelos de forjamento da FIG. 6;
A FIG. 8 é uma seção cruzada tomada através do cano finalizado da FIG. 1 e
A FIG. 9 é uma seção cruzada longitudinal parcial do cano da FIG. 1 antes doforjamento e mostrando o tubo interno inserido na luva externa.
DESCRIÇÃO DAS CONFIGURAÇÕES PREFERIDAS
Para que a invenção possa ser compreendida, uma configuração preferida, que édeterminada apenas pelo modo do exemplo, será descrita com referência aos desenhos.A configuração preferida é descrita para conveniência com referência e sem limitação aum cano de arma de fogo para um rifle. Entretanto, os princípios divulgados aqui podemser usados com vantagem igual para uma pistola ou uma arma de mão. Assim, a invençãonão está limitada neste respeito. Além disto, o processo de fabricação de peças dematerial composto descrito aqui podem ser empregados também para a fabricação decomponentes de peso leve além de canos de armas de fogo em que o peso e aeconomia da fabricação são vantagens, tais como na indústria aeroespacial. Assim, oprocesso preferido descrito aqui para fazer artigos compostos não está limitado apenas àprodução de canos de arma de fogo.
Com referência, agora, à FIG. 1, que mostra uma seção cruzada de uma parte deuma arma de fogo, uma arma de fogo formada de acordo com princípios da presenteinvenção em uma configuração preferida em geral inclui um cano 20 que pode serconectado a um receptor 22 através de uma conexão rosqueada 24, conforme mostrado.O. cano 20 define um orifício interno 36 que oferece um caminho através do qual uma balaimpelida de um cartucho descarregado pode passar, uma câmara 28 em umaextremidade para recebimento e manutenção do cartucho e uma boca 30 em umasegunda extremidade oposta a partir da qual a bala, por fim, sai da arma de fogo. Oorifício 36 se comunica com a câmara 28 e se estende através da linha central longitudinaldo cano 20 a partir da câmara 28 através da boca 30, conforme mostrado. O orifício 36define um eixo longitudinal de cano 20. Conforme mostrado na FIG. 1, a câmara 28 éconfigurada, de preferência, e adaptada para complementar a forma do cartucho.Conforme a prática convencional no setor, o esfriamento 48 é, de preferência, fornecidona superfície do orifício 36 para proporcionar o curso a uma bala que sai para melhoria daprecisão. O esfriamento 48 pode ser descrito como uma fenda em espiral rasa que podeser cortada ou formada na parede do orifício 36.
O cano 20, de preferência, é uma estrutura composta formada por materiaisdiferentes para permitir uma redução no peso do cano total a ser realizado. Naconfiguração preferida mostrada, o cano 20 inclui um tubo interno 32 e uma luva externa34 conectada ao tubo interno. De preferência, o tubo interno 32 é feito de um metal ou deliga de metal que tem força e maleabilidade suficientes para suportar o calor e as forçasde pressão de combustão criadas quando um cartucho é descarregado, tal como aço ouliga de aço. Em algumas configurações, o tubo interno 32 pode ser feito de aço inoxidávelou de aço de cromo-moli. O tubo pode ser feito por perfuração arredondada, fundição,extrusão ou qualquer outro tipo de processo usado convencionalmente no setor. O tubointerno 32 funciona como um revestimento para a luva externa 34.
A luva externa 34 é, de preferência, feita de um metal maleável ou de liga de metalque tenha um peso e uma densidade menor do que o peso e a densidade do tubo interno32 para reduzir o peso total do cano 20. Com relação à FIG. 4, a luva 34 também tem, depreferência, a forma de um tubo similar ao tubo interno 32 e tem um diâmetro externo ODs.Em uma configuração preferida, a luva externa 34 é feita de alumínio ou titânio, ou de ligastanto de alumínio quanto de titânio. Alguns exemplos de alumínios preferidos são os tiposT651 e T6511. Um exemplo preferido de liga de titânio é Ti-6al-4V. Deve-se observar queoutros metais de liga leve (por exemplo, magnésio ou ligas de magnésio, etc.) sãocontemplados e podem se usados porque o material da luva tem um peso e umadensidade menor do que o tubo do revestimento interno 32 e são maleáveis o suficientepara o forjamento e a adesão do tubo interno.
Uma faixa representativa normal de densidades para aço ou liga de aço que podeser usada em algumas configurações para o tubo interno 32 é de cerca de 7,5 a 8,1gramas/centímetro cúbico, sem limitação, dependendo do tipo de aço usado e dequalquer tipo de conteúdo de elemento de ligação. Uma faixa normal para alumínio ouliga de alumínio seria de cerca de 2,7 a 2,8 gramas/centímetro cúbico sem a limitação.Uma faixa normal para titânio ou liga de titânio seria de cerca de 4,4 a 4,6gramas/centímetro cúbico sem limitação. Assim, ficará aparente que a substituição dadensidade inferior e concomitantemente alumínio ou titânio de peso mais leve para açopara fazer pelo menos parte do cano resultará em uma redução de peso.
Os componentes do cano composto da configuração preferida serão descritosagora em mais detalhes seguidos por uma descrição do método ou do processo preferidode formação do cano composto.
Com relação à FIG. 2, o tubo interno 32 tem uma superfície externa 40 que, depreferência, é configurada para receber material forçadamente deslocado e saliente apartir da luva externa 34 que resulta do processo de forjamento. De preferência, umaestrutura de superfície externa 40 inclusive as áreas com recessos tais como depressões oucavidades são fornecidas para tal finalidade. Assim, a superfície 40 em uma configuraçãopreferida tem uma combinação de áreas de superfície elevadas e áreas de superfície comrecessos que funcionam para engatar com trava e segurar a luva externa 34 para o tubointerno 32, resistindo, assim, ao movimento axial longitudinal relativo entre a luva e o tuboquando unidos ou conectados.
Em uma configuração conforme a mostrada, a estrutura da superfície externa dotubo interno 32 pode ter a forma de rosca helicoidal 42 formada na superfície externa 40do tubo interno 32. O rosqueamento 42 pode incluir sulcos helicoidais elevados 46 e sulcoshelicoidais rebaixados 44 entre as convoluções sucessivas dos sulcos. A parte superior dossulcos 46 define um diâmetro principal para o rosqueamento 42 e a parte inferior dasfendas 44 definem um diâmetro raiz de rosqueamento. Os sulcos 46, de preferência, seprojetam radialmente para fora de e sobre o diâmetro raiz da superfície do tubo externo40. Os sulcos 46, de preferência, podem ser produzidos por métodos convencionais taiscomo fendas de corte 44 na superfície externa 40 do tubo interno 32. Em outrasconfigurações, os sulcos e as fendas podem ser fundidos no tubo interno 32 se o tubo forfeito por fundição. Os sulcos 46, de preferência, têm superfícies superiores que sãoformadas para serem substancialmente planas em uma configuração; entretanto, outrasformas superiores, tais como arqueadas, pontudas, etc. podem ser usadas. As superfícies daparede lateral axial dos sulcos 46, que também formam as paredes das fendas 44, podemser retas, arqueadas, anguladas ou outra forma. De preferência, os sulcos 46 podem teruma largura longitudinal axial igual a ou maior do que a largura longitudinal axial dasfendas 44. As fendas 44 também, de preferência, podem ter superfícies inferioressubstancialmente planas, arqueadas ou com ângulos agudos. Em uma possívelconfiguração apenas por meio de exemplo, os sulcos 46 podem ter uma largura normal decerca de 0,09 polegadas e as fendas 44 podem ter uma largura normal de cerca de 0,03polegadas. Entretanto, outras larguras para sulcos 46 e fendas 44 podem serproporcionadas. O rosqueamento 42 pode, de preferência, ter um passo em algumasconfigurações de cerca de 8 roscas/polegadas a 20 roscas/polegadas e também depreferência cerca de 10 roscas/polegadas a 16 roscas/polegadas.
Em contraste a parafusos mais finos convencionais ou a rosqueamento de tipo demáquina caracterizado por picos com espaços firmes e ângulos agudos e fendas, orosqueamento preferido anterior com sulcos relativamente amplos e parte superior plana46 (e fendas separadas amplamente 44) ajudam com vantagem o revestimento dorosqueamento sendo completamente planos ou comprimidos no processo de forjamentode modo que o material deslocado da luva externa 34 pode ser forçado substancialmentede modo uniforme e profundo em fendas 44 para fornecer uma adesão firme entre a luvae o tubo interno 32. Produzir o rosqueamento preferido com fendas espaçadas mais amplas44 também reduz com vantagem o tempo e os custos de fabricação para cortar as roscasdo que se a rosca convencional for usada com picos e fendas espaçados com firmeza.
Embora uma estrutura de superfície externa rosqueada preferida 40 do tubo interno32 seja descrita acima, outras configurações adequadas são contempladas e podem serusadas. Por exemplo, o rosqueamento convencional tendo sulcos com rosca de ângulosagudos ou picos e vales em forma de V entre eles pode ser usado (não mostrado) paraque haja profundidade da fenda que receba o material deslocado da luva externa 34 porforjamento suficiente para fornecer uma relação de travamento e segura entre a luva e otubo interno 32. Várias configurações de rosqueamento conhecidas na área podem serusadas tais como cume, espiral, esfera, trapézio e outros.
Será apreciado que a superfície externa 40 possa assumir várias outras formas oucontornos que não seja o rosqueamento desde que os recessos ou depressões deprofundidade suficiente sejam fornecidas na superfície externa 40 de tubo de aço interno32 para receber o material deformado de luva externa 34 produzido pelo processo deforjamento. Em uma configuração alternativa, a superfície externa 40 do tubo 32 pode teruma pluralidade de fendas em forma de circunferência separadas em espaços 44 formadode modo similar aos mostrados na FIG. 2, mas que não são helicoidais e são orientadossubstancialmente de modo perpendicular (não mostrado) ao eixo longitudinal do tubo 32.Em outra possível configuração mostrada na FIG. 5, as áreas com recesso na formaserrilhada 60 podem ser fornecidas em superfície externa 40 em lugar de rosqueamento.Além disso, a estrutura da superfície externa 40 não precisa ser uniforme no design ou nomodelo conforme mostrado aqui e as áreas com recesso podem ser compreendidas demodelos aleatórios de forma não uniforme ou irregular, formas geométricas ou outrasconfigurações. Esta pode incluir simplesmente uma superfície externa suficientementeirregular ou com greta 40 do tubo interno 32 que oferece cavidades de profundidadesuficiente para travar longitudinalmente a luva externa 34 ao tubo por forjamento. Em outrapossível configuração, embora não seja uma configuração preferida, a superfície externa40 do tubo 32 e a superfície interna 52 da luva 34 pode ser relativamente regular antes deser forjada em conjunto. Também se deve observar que apenas uma parte da superfícieexterna 40 do tubo 32 pode conter áreas com recessos em outras configurações possíveis.Portanto, as áreas com recesso não precisam ser proporcionadas ao longo da extensãocompleta do tubo interno 32 ou podem ser proporcionadas em modelos separados ou emagrupamentos ao longo da extensão do tubo. Deste modo, fica aparente que a invençãonão está limitada a alguns exemplos de possíveis configurações de superfícies com recessodivulgadas aqui.
O rosqueamento do tubo externo 42 pode, de preferência, mas nãonecessariamente, ter a direção orientada em uma direção oposta ao esfriamento 48 noorifício 36 (consulte a FIG. 1) que é cortada ou formada no cano 20. Por exemplo, em umaconfiguração preferida, o rosqueamento 42 é à esquerda e o esfriamento 48 à direita. Emoutras configurações, o rosqueamento 42 pode ser para a direita enquanto que oesfriamento 48 é para a esquerda. Durante o processo de fabricação do cano composto20 conforme descrito em detalhes abaixo, o uso de rosqueamento de lado oposto para oroqueamento externo 42 e o esfriamento 48 oferece garantia adicional de que o acessoda luva externa 34 para o tubo interno 32 não está solto quando o esfriamento é incluídono cano. De fato, usar o rosqueamento no lado oposto teria a tendência vantajosa deestreitar a conexão entre a luva externa 34 e o tubo interno 32. Como alternativa, seráapreciado que o rosqueamento do tubo externo 42 e o esfriamento 48 possam ter a orosqueamento do mesmo lado ou direção em algumas configurações, se desejado,porque entre a luva externa 34 e o tubo interno 32 é formado principalmente porforjamento e deformação de material, e não por apenas uma conexão rosqueada.Com relação à FIG. 3, que mostra uma seção cruzada através de um canocomposto concluído formado de acordo com uma configuração preferida, o tubo interno32, de preferência, tem uma espessura de parede Tt que, por um lado, é suficiente paraacomodar o corte de esfriamento 48 e para reter força adequada para absorver as forçasassociadas com o descarregamento de um cartucho, enquanto que, por outro lado, épequena o suficiente de modo que não adiciona peso indevido ao cano 20. A luvaexterna 34, de preferência, tem uma espessura de parede suficiente para formar odiâmetro externo desejado do cano 20 e para proporcionar qualquer tipo de forçaadicional ao cano composto que possa ser necessária. Será apreciado que a espessura dotubo interno 32 e da luva 34 varie com o tamanho e o tipo de arma de fogo que estásendo fabricada e com a munição usada e os materiais selecionados para o tubo interno epara a luva. A determinação da espessura apropriada para a aplicação desejada e osmateriais está prontamente dentro das habilidades daqueles com conhecimento noassunto.
O método ou o processo preferido de fabricação de um cano composto deacordo com os princípios da presente invenção será descrito agora com referência às FIGs.1 a 3. O cano composto 20 é, de preferência, formado por forjamento e maispreferencialmente por forjamento a martelo usando uma máquina de forjamento amartelo disponível comercialmente tão como aquela construída por Gesellschaft FurFertigungstechnik und Maschinenbau (GFM) em Steyr, Áustria. Em geral, os forjamentos amartelo convencionalmente são usados para fabricar canos de aço de uma peça no setorde armas de fogo. O processo convencional começa com um cano perfurado em umdisco de metal que é tipicamente mais curto do que o cano finalizado desejado. Ummandril (não mostrado), que pode incluir o esfriamento em elevação, é inserido através dodisco de metal no orifício. Como o mandril essencialmente ajusta o diâmetro do orifício finalmínimo do cano depois do forjamento, o diâmetro do mandril é selecionado em parte combase no diâmetro do orifício final desejado. O disco de metal é, então, alimentadoprogressivamente através da máquina e martelado ao redor do mandril opondo osmartelos em um processo conhecido como forjamento giratório. Este processo afina ealonga o cano para produzir um cano que tem a extensão finalizada e o diâmetro externomais longo e menor do que o disco de metal usado para começar o processo. Oesfriamento é produzido simultaneamente no orifício do cano ao mesmo tempo. Comoalternativa, o esfriamento pode ser cortado no orifício do cano em uma operaçãoseparada. Esta mesma máquina de forjamento pode ser usada para produzir canoscompostos usando o método descrito aqui que, antes, não foi usado para tal finalidade.Assim, peças novas e adicionais de maquinário para a fábrica de armas de fogo não sãoexigidas para produzir canos compostos de acordo com os princípios da invenção queelimina gastos capitais adicionais e custos de manutenção/operação.
O método preferido de fabricação de um cano composto começaproporcionando um disco de cano de aço que pode estar na forma arredondada. Oorifício interno 36 pode, então, ser formado no disco de metal do cano perfurando oucriando a estrutura oca do tubo de aço interno 32 que tem uma superfície externa 40inicialmente plana. O rosqueamento externo 42 é o próximo corte na superfície externa 40do tubo 32 para fornecer recessos de superfície na forma de fendas 44 configuradas parareceber o material deformado da luva externa 34 que é deslocado para o processo deforjamento.
Entretanto, como alternativa, será apreciado que o processo possa começarobtendo e fornecendo o tubo de aço interno pré-fabricado 32, com uma superfícieexterna plana 40 ou incluindo o rosqueamento externo 42. Se uma superfície externa plana40 for fornecida, o rosqueamento externo 42 deve ser cortado na superfície.
A concha externa ou a luva 34 também é fornecida, que, de preferência, está naforma de um tubo que tem uma superfície externa 50 e uma passagem 54 que define umasuperfície interna 52 (consulte a FIG. 4). A superfície interna 52, de preferência, pode serregular ou levemente enrugada porque o material deve ser deformado e forçado no tubointerno 32 através de forjamento. Portanto, o acabamento da superfície interna não éimportante porque o material da luva pode ser forçado nas áreas com recesso dasuperfície externa do tubo 40 através do processo de forjamento. Entretanto, depreferência, a superfície interna 52 não tem uma superfície configurada com recessos ouáreas afundadas que podem interferir no material da luva 34 por ser forçado de modorelativamente uniforme nas fendas 44 do tubo interno 32 por forjamento. A luva externa 34,de preferência, tem uma espessura de parede substancialmente uniforme Ts. A luvaexterna 34 pode ser produzida da mesma maneira geral descrita acima para o tubointerno 32 ou por extrusão ou por outras técnicas normalmente usadas no setor defabricação de componente de metal. Em uma configuração preferida, a luva externa 34,de preferência, é feita de alumínio, titânio ou ligas de alumínio ou de titânio; entretanto,outros metais ou ligas de metal de peso leve adequado podem ser usados desde quetenham maleabilidade suficiente para sofrer deformação durante o processo deforjamento para preencher as fendas 44 no tubo interno 32 (consulte a FIG. 2).
O processo de formação do cano continua através da inserção de um tubo interno32 na luva 34. Isto coloca a superfície interna 52 da luva externa 34 próxima à superfícieexterna 40 do tubo interno 32, mas não necessariamente em contato com o tubo internoem todos os locais ao longo da extensão e circunferência da luva e do tubo interno. Odiâmetro externo ODr do tubo de revestimento de aço interno 32 (FIG. 2) é, de preferência,levemente menor do que o diâmetro interno IDs da luva externa 34 (FIG. 1) de modo que otubo pode deslizar na luva externa. Um ajuste relativamente próximo e tolerânciasdimensionais firmes entre o tubo interno 32 e a luva externa 34 antes do forjamento é umapreferência, mas não é essência, assim, a luva externa 34 fica próxima a e pode serforçada totalmente nas tendas 44 do tubo de aço 32 para produzir uma adesão seguradurante o processo de forjamento a martelo.
Será observado que a unidade do tubo-luva, 32, 34 tem uma primeira configuraçãoinicial ou de pré-fabricação e tamanho antes do forjamento. Com referência às FIGs. 4 e 9que mostram a luva 34 (a última que mostra uma seção cruzada parcial através de umaparte de tubo interno 32 inserido na luva externa 34 antes do forjamento), a superfícieinterna da luva externa 52 da passagem da luva 54, de preferência, é relativamenteuniforme e regular, sem qualquer tipo de estruturas de superfície substancialmenteprotuberantes de modo radial ou em recesso que possa interferir na formação de uma boaadesão entre o tubo e a luva externa por forjamento. O tubo interno 32 em umaconfiguração preferida pode ser conforme o mostrado na FIG. 2 com o rosqueamentoexterno 42 e um orifício relativamente regular 36 (não mostrado).
Com relação à FIG. 6, a unidade tubo-luva 32, 34 é, em seguida, carregada namáquina de forjamento a martelo. Um mandril de forja a martelo (não mostrado) é inseridono orifício 36 do tubo 32 e a unidade tubo-luva 32, 34 com o mandril inserido nela avançana direção axial F na máquina de forjamento. Tanto o mandril quanto a unidade tubo-luva32, 34 são girados simultaneamente pela máquina de forjamento enquanto está sendomovida de modo axial em direção à máquina. A unidade tubo-luva 32,34 continua aavançar em direção à seção de forjamento da máquina e por causa do impacto daoscilação em diâmetro oposto ou da batida de elementos tais como martelos 70 quebatem e entram em contato (isto é, "martelo"), a superfície externa da luva 34 com forçasubstancial. Este processo é conhecido também como forjamento giratório. Os martelos 70oscilam para trás e para frente em uma taxa extremamente alta de velocidade em umadireção O, que, de preferência, é, em geral, perpendicular à superfície da peça detrabalho tal como superfície externa 50 de luva 34.
Em uma configuração, a máquina de forjamento pode conter quatro martelos 70(mostrados em diagrama na FIG. 6 em visão de elevação lateral) com dois pares cadasendo opostos em diâmetro por um ângulo de 180 graus. Na FIG. 6, o par vertical demartelos opostos 70 é mostrado enquanto o par horizontal de martelos é omitido paraclareza de representação da unidade tubo-luva 32,34. A estrutura de suporte dos martelos,outros detalhes do componente da máquina de forjamento de martelo e a operação delepodem ser rapidamente determinados por aqueles com prática no setor por referência aosmanuais de operação e de manutenção do fabricante da máquina de forjamento. Assim,para a finalidade de brevidade, tais aspectos da máquina de forjamento e as referênciasnão estão duplicadas nelas. Será observado que a taxa de alimentação axial e avelocidade rotacional (RPM) da unidade tubo-luva 32, 34 pode ser ajustada e otimizadaconforme a necessidade pelo usuário da máquina de forjamento com base no diâmetroda unidade e na espessura da parede dos componentes para atingir uma boa adesãoentre o tubo e a luva. Isto pode ser facilmente determinado pelas espessuras praticadas nosetor por meio de execuções de teste de rotina com materiais de cano com referência aosmanuais do fabricante da máquina de forjamento.
A Figura 7 mostra uma visão com elevação frontal de um martelo normal da FIG. 6(vista de modo axial ao longo da unidade tubo-luva 32, 34 na direção F da máquina deforjamento). Cada martelo 70 pode ter, em geral, forma triangular em uma configuração eter uma superfície de batida 71 que bata e deforme a peça de trabalho tal como aunidade tubo-luva 32, 34. A superfície de batida 71, em algumas configurações, pode serter raios leves e/ou um ângulo leve formando um ângulo de superfície de batida Alconforme mostrado para complementar a seção cruzada geralmente redonda da peçade trabalho. O ângulo 1 pode, normalmente, ter cerca de 135 graus a cerca de 155 grausem algumas configurações, mas pode ser menor ou maior do que a faixa, dependendo dodiâmetro da unidade tubo-luva 32, 34. O ângulo de variação Al pode ser usado paraproduzir tipos diferentes de acabamentos de superfícies estéticas a partir de muitoregulares em que as marcas do martelo na superfície externa 50 da luva 34 podem não serprontamente observadas, a um acabamento mais acidentado em que as marcas domartelo são observadas intencionalmente. Assim, o ângulo Al não é limitado à faixaanterior.
Deve-se observar que a invenção não está limitada por tipo de máquina deforjamento comercial, por posição ou número dos martelos de forjamento usados ouconfiguração individual ou detalhes dos próprios martelos. Qualquer tipo de máquina deforjamento de martelo ou outro tipo adequado de aparelho e operação para forjamentopode ser usado se a luva externa puder ser deformada e aderida ao tubo interno damesma maneira ou de maneira equivalente à descrita aqui.
Com referência outra vez à FIG. 6, a unidade tubo-luva 32, 34 continua a seralimentada de modo axial e avança através da forja a martelo. Os martelos de impacto 70batem na superfície externa 50 da luva 34 com uma força enorme que martelaprogressivamente a unidade tubo-luva ao redor do mandril de forjamento. O martelo 70,de preferência, bate na luva 34 aproximadamente perpendicular à superfície externa 50 eem uma direção interna radial. Isto comprime e deforma radialmente a luva 34 que éessencialmente pressionada entre o mandril e o tubo interno 32 na parte interna e osmartelos 70 na parte externa que restringem a luva. O martelamento leva o material dasuperfície interna 52 da luva a ser deslocado e forçado a fluir nas cavidades ou áreas comrecesso da superfície externa do tubo interno 40, tais como fendas 44. O materialdeslocado da luva externa 34 fica embutido nas fendas 44 de modo que a luva éengatada nas fendas do tubo interno 32 para unir a luva e o tubo. De preferência, omaterial da luva 34 preenche pelo menos parte da profundidade das fendas 44. Maispreferencialmente, de modo substancial a profundidade completa das fendas 44 épreenchida por material embutido da luva externa 34. A operação de forjamento tambémleva o material da luva 34 a fluir em uma direção longitudinal, que se torna maior depois doforjamento do que antes. O cano 20 é, essencialmente pressionado pelo mandril conformeele progride pelos martelos de oscilação. Deve-se observar que, como alternativa, aoperação de forjamento pode, reciprocamente, ser vista da perspectiva do tubo internocomo sulcos de depressão 44 na superfície interna 52 da luva externa 34, formando, assim,depressões na luva correspondentes aos sulcos 44 do tubo.
Conforme mostrado na FIG. 6, a unidade tubo-luva 32, 34 passar por umatransformação física em termos de tamanho durante o processo de forjamento, resultando,assim, em um segundo tamanho final que é diferente do tamanho de fabricação préviainicial da unidade. A unidade tubo-luva 32, 34 é, em geral, reduzida em diâmetro ealongada longitudinalmente ou maior em extensão conforme a unidade se move atravésdos martelos 70 e o material é deslocado. A unidade tubo-luva combinada pode terextensão alongada por cerca de 15% ou mais.
Assim, depois do forjamento, o diâmetro externo final ODs da luva externa 34 émenor do que o diâmetro externo inicial ODs. A espessura da parede da luva Ts tambémfica menor do que sua espessura inicial. E a extensão da luva Ls (consulte a FIG. 4) ficamaior depois do processo de forjamento. A extensão Lt do tubo interno 32 se torna maislonga do que sua primeira extensão de pré-fabricação depois do forjamento. O diâmetroexterno ODt e a espessura da parede Tt passam por uma redução de tamanho e ficammenores.
Como forma de exemplo, em um teste de produção de um cano composto por umrifle de percussão lateral de calibre 22 usando uma máquina de forjamento a martelo, astransformações dimensionais a seguir resultaram em um cano tendo um tubo interno deaço 32 e uma luva externa de titânio 34. Antes do forjamento, o tubo interno 32 tinha umODt inicial de 0,375 polegadas e um IDt de 0,245 polegada. Depois do forjamento, o tubo32 tinha um diâmetro externo ODt inicial de 0,325 polegadas e um IDt de 0,2175 polegada(IDt final com base no diâmetro de orifício desejado e seleção de diâmetro de mandriladequado para produzir o diâmetro do orifício desejado). Assim, uma redução deaproximadamente 13% de diâmetro resultou do forjamento com base no diâmetro externoODt do tubo 32. Concomitantemente, isto também resultou em um crescimento deextensão Lt do tubo 32 de cerca de 13% porque o material do tubo comprimido edeslocado por forjamento resulta em um deslocamento longitudinal do material ealongamento do tubo. O mandril e as propriedades mecânicas do aço essencialmentelimitam em parte o deslocamento radial interno do material do tubo e a redução dodiâmetro, o que, então, força o material a ser deslocado em uma direção longitudinal.Será apreciado que uma redução na espessura da parede Tt do tubo 32 possa ocorrerconcomitantemente durante o processo de forjamento (cerca de 0,02 polegadas noexemplo acima).
Antes do forjamento, uma luva externa 34 na mesma produção de teste do rifle decalibre 22 tinha um ODs inicial de 1,120 polegadas e um IDs de 0,378 polegada. Depois doforjamento, a luva 34 tinha um diâmetro externo final ODs de 0,947 polegada e um IDs decerca de 0,325 polegadas. Assim, uma redução de aproximadamente 15% de diâmetroresultou do forjamento com base no diâmetro externo ODs da luva 34.Concomitantemente, também resultou em um crescimento na extensão Ls da luva 34 decerca de 15% porque o material da luva comprimido e deslocado por forjamento resultaem um deslocamento longitudinal de material e alongamento da luva. O tubo interno 32 eas propriedades mecânicas do titânio essencialmente limitam em parte o deslocamentoradial interno máximo do material da luva e a redução do diâmetro, o que, então, força omaterial a ser deslocado em uma direção longitudinal. Será apreciado que uma reduçãona espessura da parede Tt da luva 34 possa ocorrer concomitantemente durante oprocesso de forjamento (cerca de 0,12 polegada no exemplo acima).
Durante a operação de forjamento, além das mudanças dimensionais anterioresque ocorrem, a luva externa 34 também concomitantemente é submetida atransformação em configuração ou em forma. Depois do forjamento, a superfície interna 52da luva 34 é reformada sendo, agora, caracterizada por uma série de sulcos helicoidaiselevados e fendas em recesso que são substancialmente uma imagem inversa dos sulcos46 e das fendas 44 do tubo interno 32. Isto resulta da deformação da luva externa 34através de forjamento, o que força seu material a fluir nos sulcos 43 e nas fendas 44 do tubointerno 32 para aderir permanentemente à luva e ao tubo juntos. Assim, em contraste comas técnicas de fabricação de cano composto conhecidas usadas antes, o cano compostoreconfigurado final de acordo com os princípios da presente invenção, vantajosamente,deriva uma adesão forte e segura desta transformação de reforma. Além disso, emcontraste aos revestimentos que têm luvas fundidas, o cano composto forjado da presenteinvenção tem força superior.
Ao mesmo tempo, a unidade tubo-luva 32, 34 é forjada, esfriamento 48 pode,opcionalmente, ser martelado no orifício 36 do tubo interno 32 se um mandril comesfriamento em liberação de elevação, conforme descrito acima for fornecido. Comoalternativa, o esfriamento pode ser incluído ao orifício 36 por corte ou por formação a friopuxando um botão de rotação com regiões elevadas montadas em uma haste longa deum aríete hidráulico através do orifício do cano. Depois que a luva externa 34 estiveraderida ao tubo interno 32, qualquer tipo de etapa de usinagem ou de acabamento finaltais como esmerilhamento, polimento, usinagem de uma câmara no cano, etc., pode,então ser concluída na unidade tubo-luva 32, 34, conforme a necessidade.
O processo de forjamento e a deformação do material resultante produzem umaadesão forte e segura entre o tubo 32 e o tubo externo 34 na extensão em que os materiaisdos dois componentes são quase fundidos em um componente único de dois metais demodo que a interface entre o tubo interno e os materiais da luva externa podem se tornarquase imperceptíveis. O cano composto reformado evita, assim, frouxidão potencial entreos componentes do cano unidos que, caso contrário, vibrariam e possivelmente seseparariam depois de ciclos repetidos de descarga da arma de fogo. Deve-se observarque o material da luva externa 34 não precisa ser completamente forçado por forjamentoem cada parte da fenda helicoidal do tubo interno 44 porque uma extensãocircunferencial e longitudinal suficiente da fenda é preenchida com o material da luvapara proporcionar uma adesão forte entre os componentes do cano. Assim, algumaspartes do cano 20 em que a adesão não é perfeita são aceitáveis.
O processo de forjamento produz de modo vantajoso um cano composto de pesoleve e forte que tem uma adesão entre os dois componentes que é superior em força edurabilidade aos métodos convencionais de adesão de componentes de cano diferentesconforme descrito acima. Estes métodos convencionais não reformam estruturalmente eremodelam os materiais do componente, eles simplesmente tentar acoplarmecanicamente os componentes do cano sem alterar sua estrutura ou forma. E, emcontraste às construções de cano composto convencionais usando dois componentesrosqueados que são essencialmente parafusados juntos, um cano composto feito peloprocesso de forjamento mencionado anteriormente funde os materiais que não podem serdesparafusados ou soltos, manualmente ou por vibração induzida através da descarga daarma de fogo. Assim, o cano composto da presente invenção não ficará solto e terá ruídocom o tempo. Além disso, o processo de forjamento a martelo produz com vantagem aadesão em uma única operação usando o equipamento da fábrica de arma de fogoexistente que já é usado para o trabalho e para a produção de outros componentes daarma de fogo, tais como canos todos de aço. Assim, as economias de produção e aseficiências podem ser percebidas.
Como exemplo, uma redução de peso típica que pode ser atingida por um canode rifle composto formado de acordo com os princípios da presente invenção emcontraste a um cano todo de aço das mesmas dimensões está na faixa de cerca de 7 a 8libras usando uma luva externa de alumínio e 4 a 5 libras usando uma luva externa detitânio.
Deve -se observar que o tipo de material e a espessura da parede usada para otubo e a luva, junto com a taxa de alimentação da unidade tubo-luva 32, 34 através daforja a martelo e o RPM do mandril determina a força de forjamento e a força resultante daadesão entre o tubo e a luva. Com base na experiência com o uso de máquinas de forja amartelo na produção de canos de aço de uma peça convencional, está dentro dashabilidades de uma pessoa com experiência na área otimizar os parâmetros anteriorespara a produção de uma adesão satisfatória entre o tubo e a luva. Também seráapreciado que o OD pré-forjado inicial e a espessura da parede do tubo e da luvanecessárias para produzir um cano composto forjado final com as dimensões apropriadasvariará com base no calibre do cano da arma de fogo que se pretende produzir.
O processo de forjamento anterior pode ser usado para fabricar canos decomposto longos ou curtos para rifles ou para pistolas, respectivamente, Além disso,considera-se que mais do que dois materiais podem ser aderidos para produzir canoscompostos ou outros artigos não relacionados a armas de fogo, usando o processo deforjamento e os princípios da presente invenção. Por exemplo, pode ser desejável construirum artigo que tenha um tubo interno forte e duro e uma luva leve conforme já descritoaqui, mas com uma concha externa dura forte na parte superior da luva para melhorresistência ao impacto. Em uma possível configuração, esta construção pode incluir umtubo interno de aço e uma concha externa de aço fina, com uma luva de alumínio ou detitânio disposta entre eles. Assim, há muitas variações de artigos compostos de váriosmateriais que são contemplados e que podem ser produzidos de acordo com os princípiosda presente invenção descritos aqui.
De acordo com outro aspecto da invenção, o processo anterior pode ser usadopara criar partes compostas para várias aplicações não relacionadas a armas de fogo emque é desejável ter o material mais forte e mais denso na parte externa da estrutura tubularcomposta por várias razões, tais como resistência a impacto a cargas aplicadasexternamente. Em essência, esta construção é o inverso da construção da arma de fogode exemplo descrita acima. Em uma possível configuração, portanto, tal estruturacomposta pode incluir um tubo interno de densidade inferior feito de alumínio, titânio ou deligas deles e uma luva externa de densidade mais alta feita de aço. Estes componentespodem ser configurados da mesma maneira que o tubo interno 32 e a luva externa 34descritos acima, simplesmente invertendo os materiais mais leves e mais pesados naposição do tubo interno e da luva externa. Os componentes da parte composta podem,então, ser aderidos através de forjamento a martelo de maneira similar ao descrito acimapara a unidade tubo-luva 32, 34. Tais construções podem ser usadas com vantagem nossetores de aviação e aeroespacial em que as construções tubulares fortes, ainda que depeso leve são benéficas.
Embora o processo de forjamento a martelo seja descrito aqui e preferido, seráapreciado que outras técnicas e máquinas de forjamento sejam contempladas e possamser usadas para criar canos compostos de acordo com princípios da presente invençãodescrita aqui.
Enquanto a descrição e os desenhos anteriores representam as configuraçõespreferidas da presente invenção, será compreendido que várias adições, modificações esubstituições possam ser feitas nela sem sair do espírito e do escopo da presente invençãoconforme definido nas reivindicações que a acompanham. Em particular, uma pessoacom experiência na área apreciará que a invenção possa ser usada com muitasmodificações de estrutura, disposição, proporção, tamanho, material e componentesusados na prática da invenção, que são particularmente adaptados a necessidadesespecíficas e a exigências de operação sem sair dos princípios da presente invenção. Asconfigurações reveladas atualmente devem ser, portanto, consideradas em todos osrespeitos como ilustrativas e não como restritivas, o escopo da invenção sendo definidopelas reivindicações apensas e não limitados pela descrição anterior das configurações.

Claims (20)

1. Cano de arma de fogo composto forjado e de peso leve, caracterizado porcompreender:- um tubo interno que tem um orifício que se estende longitudinalmente e uma primeiradensidade e- uma luva externa que tem uma segunda densidade diferente da primeira densidade dotubo interno em que a luva é forjada no tubo interno.
2. Cano, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo tubo interno incluiruma superfície externa que tem áreas com recesso que recebem material deslocado daluva externa durante o forjamento.
3. Cano, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender o tubointerno que tem sulcos elevados em espiral que se estendem ao redor de pelo menos umaparte de uma superfície externa do tubo interno.
4. Cano, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelos sulcos definirem umapluralidade de recessos que recebem material deslocado de uma superfície interna daluva externa por forjamento.
5. Cano, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo tubo interno ser feitode aço ou de liga de aço.
6. Cano, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pela luva externa ser feitade um material selecionado de um grupo que consiste em alumínio, liga de alumínio, titânioe liga de titânio.
7. Cano, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo tubo interno definiruma câmara configurada para reter um cartucho de munição.
8. Cano, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pela luva ter uma primeiraconfiguração antes do forjamento e uma segunda configuração depois do forjamento, aprimeira configuração diferente da segunda configuração.
9. Cano, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pela luva ter uma superfícieinterna que tem uma superfície substancialmente regular na primeira configuração antesdo forjamento e a superfície interna tem uma pluralidade de áreas elevadas na segundaconfiguração depois do forjamento, pelo menos algumas das áreas elevadas sendorecebidas em áreas de recessos do tubo interno para unir o tubo interno e a luva externa.
10. Cano, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelas áreas de recessos dotubo interno serem formadas como fendas helicoidais, que se estendem pelo menosparcialmente ao longo de pelo menos uma parte da extensão do tubo.
11. Cano, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pela luva ter um primeirodiâmetro anterior ao forjamento e um segundo diâmetro depois do forjamento, o primeirodiâmetro maior do que o segundo diâmetro.
12. Cano de arma de fogo composto forjado, caracterizado por compreender:- um tubo interno que define um orifício central e que inclui uma superfície externa que temsulcos helicoidais elevados e fendas elevadas formadas entre convoluções sucessivas dossulcos e- uma luva externa que define uma passagem e o tubo interno recebido pelo menosparcialmente nele, a luva incluindo uma superfície interna que tem sulcos complementaresengatados em pelo menos algumas das fendas do tubo interno, a luva e o tubo aderidosatravés de forjamento a martelo.
13. Método de formação de um cano de arma de fogo composto forjado de pesoleve, caracterizado por compreender- providenciar um tubo interno que tenha uma primeira densidade;- providenciar uma luva externa que tenha uma segunda densidade diferente da primeiradensidade;- a inserção do tubo interno pelo menos parcialmente no tubo externo;- o impacto forçado de uma superfície externa da luva em uma direção radialmenteinterna e- o deslocamento de uma parte da luva externa para engate com o tubo interno, em quea luva é unida ao tubo interno para formar um cano de arma de fogo composto.
14. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pela fase dedeslocamento incluir deslocamento de pelo menos uma parte da luva externa paraengate com pelo menos algumas das várias áreas com recesso formadas em umasuperfície externa do tubo interno.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14, caracterizada pelas áreas comrecesso serem formadas como fendas helicoidais que se estendem ao longo de umaextensão do tubo interno.
16. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizada por tambémcompreender a rotação do tubo e da luva antes da fase de impacto.
17. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pela fase de impactoincluir golpear a superfície externa da luva com pelo menos um par de martelos opostos demodo diamétrico.
18. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizada por tambémcompreender a luva externa que tem uma primeira configuração antes da fase deimpacto e uma segunda configuração depois da fase de impacto, a segundaconfiguração diferente da primeira configuração.
19. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pela luva externa ter umprimeiro diâmetro antes da fase de impacto e um segundo diâmetro depois da fase degolpe, o segundo diâmetro menor que o primeiro diâmetro.
20. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pela luva externa teruma primeira extensão na fase de impacto e uma segunda extensão depois da etapa degolpe, a segunda extensão sendo maior do que a primeira extensão.
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