"DISPOSITIVO DISPENSADOR PARA DISPENSAR UMA ESPUMA,UNIDADE DE FORMAÇÃO DE ESPUMA PARA FORMAR UMAESPUMA, E, ESPUMADOR DE ESPREMER PARA DISPENSAR UMAESPUMA"
A presente invenção se refere a um dispositivo dispensadorpara dispensar uma espuma e uma unidade de formação de espuma paraformar uma espuma. Mais em particular, a presente invenção se refere a umespumador de espremer sem bomba.
A patente americana US 5.037.006 descobre um dispositivodispensador para dispensar uma espuma. Esse dispositivo dispensadorconhecido inclui um recipiente que pode ser comprimido manualmente paraarmazenar um líquido e ar. O recipiente inclui uma abertura, na qual éprovido um alojamento. Nesse alojamento, uma passagem de ar e umapassagem de líquido, as quais, durante a dispensação, estão em comunicaçãocom uma passagem dispensadora que termina em uma abertura dedispensação. O dispositivo dispensador inclui adicionalmente um corpo deválvula, o qual, em uma posição de descanso, veda o bocal da passagem dolíquido e o bocal da passagem do ar. O corpo de válvula é um elementoflexível em forma de disco o qual é mantido na circunferência e é pressionadocontra as bocas da passagem de líquido e da passagem de ar por meio de umamola.
Comprimindo/espremendo o recipiente, a pressão no recipienteé aumentada e conseqüentemente a pressão na passagem de líquido e apressão na passagem de ar. Como resultado dessa elevação de pressão, ocorpo de válvula no bocal da passagem de ar e da passagem de líquido abrepassagem, e uma corrente de ar, a partir da passagem de ar e uma corrente delíquido, a partir da passagem de líquido chegam juntas na passagemdispensadora. Na passagem dispensadora, a mistura de líquido e ar é passadaatravés de numerosas peneiras a fim de criar uma espuma, a qual é dispensadapela abertura de dispensação.
Depois que o recipiente tiver sido apertado, o recipiente iráessencialmente retornar a seu estado original, tanto pela elasticidade dorecipiente em si ou pelos dispositivos restabelecedores os quais são providos afim de retornar o recipiente a seu estado original.
Uma desvantagem do dispositivo dispensador conhecido é ofato de que a mistura de ar e líquido não é ótima, como um resultado do que aqualidade da espuma não é satisfatória. Adicionalmente, a estrutura dodispositivo dispensador conhecido é complexa e inclui vários componentes,os quais tornam a produção complicada. Adicionalmente, a passagem de ar ea passagem de líquido são encurvadas, resultando em que a velocidade dosfluxos de ar e líquido diminui o que, conseqüentemente também leva a umaredução na qualidade da espuma.
E objetivo da presente invenção prover um dispositivodispensador para dispensar uma espuma, o qual resolva uma ou mais dasdesvantagens acima mencionadas.
De acordo com um primeiro aspecto da invenção, umdispositivo dispensador é provido de acordo com o preâmbulo dareivindicação 1, a qual é caracterizada pelo fato de que o bocal da passagemde ar e o bocal da passagem de liquido são substancialmente anulares e sãocolocadas substancial e concentricamente uma em relação a outra.
Ao fazer o bocal da passagem de ar e da passagem de líquidocom um projeto anular, a quantia de líquido a ser dispensada e a quantia de ara ser misturado com a última é distribuída sobre uma área de superfície tãoampla quanto possível. Como as duas bocas anulares são colocadassubstancial e concentricamente uma em relação a outra, é obtida uma misturaaprimorada entre a corrente de líquido e de ar.
Com relação a isso, nota-se que o bocal anular da passagem delíquido e/ou da passagem de ar pode ser formada por um bocalsubstancialmente anular ou por um número de aberturas as quais sãocolocadas em um círculo.
Em uma configuração, o diâmetro do bocal anular dapassagem de líquido é maior que o diâmetro do bocal anular da passagem dear. Como resultado da mesma, o líquido que flui do bocal anular da passagemde líquido, irá fluir além do bocal anular da passagem de ar quando a espumaestiver sendo dispensada e será conseguida uma boa mistura.
Em uma configuração, o corpo de válvula é substancialmentecônico. O termo cônico é entendido para significar que o corpo de válvula éde projeto substancialmente simétrico-circular e que na direção do eixo docentro de simetria, o diâmetro é maior em uma extremidade do corpo deválvula que em outra extremidade do corpo de válvula. O diâmetro podetornar-se crescentemente menor sobre o comprimento total, mas pode tambémaumentar ou permanecer constante sobre parte do comprimento da formacônica.
Em uma configuração, o corpo de válvula é pelo menosparcialmente, feito de um material flexível, preferencialmente elástico, porexemplo, silicone, tal como, por exemplo, borracha de silicone líquida (SLR).Ao fabricar o corpo de válvula com um material flexível, não há necessidadede instalar qualquer componente móvel adicional no dispositivo dispensador afim de prover a função da válvula do corpo de válvula. Ao usar um materialelástico, o corpo de válvula voltará a sua posição de descanso depois que umaespuma tiver sido dispensada, como resultado de um recipiente tendo sidocomprimido. Entretanto, esse movimento de retorno pode também serefetuado com o uso de um elemento de mola ou por pré - tração no corpo deválvula.
Em uma configuração o alojamento é substancialmentesimétrico-circular sobre um eixo central e/ou o líquido a ser dispensado,durante a dispensação, movimenta em uma direção relativa à direçãolongitudinal do alojamento. Em tal configuração, o líquido não tem que seguircomplicados trajetos de fluxo nos quais a direção principal do líquido éinvertida duas vezes ou mais. Isso também permite uma construçãorelativamente simples do dispositivo dispensador.
De acordo com um segundo aspecto, a invenção provê umaunidade de formação de espuma de acordo com o preâmbulo da reivindicação15, a qual é caracterizada pelo fato de que uma constrição é colocada na ditapassagem do dispensador, preferivelmente a montante de um elemento porosoou elemento de peneira colocado na passagem do dispensador.
Ao colocar uma constrição na passagem do dispensador épossível acelerar o fluxo de espuma ou o fluxo de mistura de líquido-ar napassagem do dispensador. Como resultado, a mistura e, portanto a formaçãode espuma é melhorada. Preferivelmente, a constrição é colocada a montanteem relação a um elemento poroso ou elemento de peneira colocado napassagem do dispensador, de forma que depois da aceleração, a espuma ou amistura líquido-ar, é colocada através do elemento poroso ou elementopeneira para melhorar a formação da espuma. Foi descoberto que a provisãode uma constrição resulta em uma melhora considerável na qualidade daespuma. A área de superfície da seção transversal da constrição épreferivelmente menor que 75% da área de superfície de seção transversal dapassagem do dispensador, mais preferivelmente menos que 50%.
De acordo com um terceiro aspecto, a invenção provê umdispositivo dispensador para dispensar uma espuma, a qual é caracterizadapelo fato de que o corpo de válvula inclui uma abertura vazada a qual formaparte da passagem do dispensador. Permitindo ao líquido fluir através daabertura vazada no corpo de válvula, não é necessário trocar a passagem delíquido e a passagem de ar cerca de duas vezes a fim de alcançar acomunicação com a passagem do dispensador. Isso resulta em umaconstrução relativamente simples do dispositivo dispensador.A unidade de formação de espuma de acordo com a invençãopode ser aplicada vantajosamente em um espumador de espremer que incluium recipiente que pode ser comprimido manualmente para armazenar umlíquido e ar, a unidade de formação de espuma podendo ser montada sobre oudentro de uma abertura do dito recipiente.
Em configurações alternativas de dispositivos dispensadorespara dispensar uma espuma, uma unidade de formação de espuma de acordocom a invenção pode ser colocada dentro ou sobre um recipiente que contémum líquido e gás sob pressão, por exemplo, um recipiente com um líquidoespumante e um propulsor. Também, a unidade de formação de espuma podeser combinada com qualquer outro dispositivo o qual pode prover um líquidoespumante e gás sob pressão, por exemplo, um dispositivo tendo umsuprimento de líquido e suprimento de ar os quais estão continuamente sobpressão.
A invenção será explicada em maiores detalhes abaixo pormeio de uma configuração de exemplo, na qual as referências serão feitas aosdesenhos anexados, nos quais:
Fig. 1 mostra uma seção transversal de uma primeiraconfiguração de um dispositivo dispensador de acordo com a invenção;
Fig. 2 mostra uma parte do dispositivo dispensador da Fig. 1em mais detalhes;
Fig.3a mostra uma seção transversal de uma segundaconfiguração de um dispositivo dispensador de acordo com a invenção;
Fig. 3b mostra uma parte do dispositivo dispensador da Fig. 3aem mais detalhes;
Fig. 4 mostra uma visão de topo da primeira parte doalojamento da configuração da Fig. 3; e
Fig. 5 mostra uma visão de topo da terceira parte doalojamento da configuração da Fig. 3.Figs. 1 e 2 mostram uma primeira configuração de umdispositivo dispensador de acordo com a invenção. O dispositivo dispensadoré referenciado pelo numerai de referência 1. O dispositivo dispensador 1 é dotipo espumador de espremer. Tal espumador de espremer geralmente dispensauma espuma através uma abertura de dispensação como um resultado de umrecipiente sendo pressionado. Depois de ter sido pressionado, o recipientevoltará ao seu estado original, tanto pela elasticidade do recipiente em si oupelos dispositivos restabelecedores os quais são providos a fim de retornar orecipiente a seu estado original.
A espuma, a qual pode ser formada usando-se o dispositivodispensador 1 pode ser adequada para vários usos diferentes, tais como, porexemplo, sabonete, xampu, sabão de barba, sabonete líquido, loçãobronzeadora, loção após sol, líquido de limpeza, produtos de tratamento depele e similares.
O dispositivo dispensador é mostrado na posição de descanso,isto quer dizer que o recipiente não está sendo pressionado. Tal espumador deespremer pode ser operado com a mão. Entretanto, também é possível apertaro recipiente usando-se um dispositivo para esta finalidade.
O espumador de espremer ilustrado pode ser mantido na mãodurante a liberação. É também possível instalá-lo, ou a um dispensadorsemelhante em um suporte o qual deve ser preso, por exemplo, à parede,similar aos suportes os quais, podem ser, por exemplo, encontrados nosbanheiros públicos.
O dispositivo dispensador 1 inclui um recipiente que pode serpressionado 2 contendo um líquido e ar. O recipiente tem uma abertura 3 naqual a unidade de formação de espuma é provida. O recipiente 2 pode terqualquer forma adequada, por exemplo, uma forma tendo uma seçãotransversal elíptica ou circular.
A unidade de formação de espuma é substancialmentesimétrico-circular em volta de um eixo central de simetria A-A. A unidade deformação de espuma inclui um alojamento com uma primeira parte dealojamento 4 e uma segunda parte de alojamento 5. A segunda parte dealojamento 5 é presa ao recipiente 2 por meio de uma conexão rosqueada, aprimeira parte de alojamento 4 sendo presa de uma maneira vedada entre orecipiente 2 e a segunda parte de alojamento 5. Alternativamente, a segundaparte de alojamento 5 pode ser presa por meio de uma conexão por estalo,uma conexão soldada, uma vedação hermética ou outra conexão adequadasobre ou dentro do recipiente 2. Adicionalmente, a unidade de formação deespuma inclui um corpo de válvula substancialmente cônico 6, o qual é presoperto da seção de suporte 6 a entre a primeira parte de alojamento 4 e asegunda parte de alojamento 5. O corpo de válvula 6 é feito de um materialflexível, preferivelmente elástico. Silicone provou ser um materialparticularmente adequado para o corpo de válvula 6.
Com referência ao líquido, o ar é situado no topo do recipiente2. Esse líquido e esse ar podem ser transformados eu uma espuma por meiode um dispositivo dispensador 1, a qual é dispensada através de uma aberturade dispensação 8 na tampa de vedação 7. A fim de tornar possível a misturado líquido e do ar, uma passagem de líquido é provida, a qual corre a partir dolíquido no recipiente via uma abertura 9 na primeira parte de alojamento 4para um bocal anular 10 (entre as bordas circulares 4a e 4b) da passagem delíquido.
Para o ar, uma passagem de ar é provida a qual corre a partirdo ar no topo do recipiente 2 via o tubo 11 para um bocal anular 12 (entre asbordas circulares 4a e 4c) da passagem do ar. Na posição de descansomostrada, ambas o bocal anular IOeo bocal anular 12 são vedadas pelo corpode válvula 6. Quando as duas bocas anulares 10, 12 são abertas, isso querdizer não vedadas pelo corpo de válvula 6, a passagem de líquido e apassagem do ar estão em comunicação com uma passagem dispensadora. Apassagem dispensadora corre através da parte central do corpo de válvula 6,na qual um elemento peneira 13 com duas pequenas peneiras 13a é colocado,através de uma abertura central 14 do corpo de válvula 6, através da segundaparte do alojamento 5 e a tampa de vedação 7 para a abertura de dispensação 8.
Como regra, a passagem de ar contém um ou mais dutos de aros quais trazem o ar do recipiente em comunicação fluida com um bocal dapassagem de ar, a qual na posição de descanso é coberta pelo corpo deválvula.
O bocal anular 10 da passagem de líquido, o bocal anular 12da passagem de ar e a passagem dispensadora são colocadas substancial econcentricamente uma em relação a outra. O diâmetro do bocal anular 10,nesse caso, é maior que o diâmetro do bocal anular 12. Além do mais, odiâmetro interno da passagem central 14 no corpo de válvula 6 é menor que odiâmetro de cada uma das bocas anulares IOe 12. Agora, o corpo de válvula 6será discutido em mais detalhes. No ponto 6a, o corpo de válvula 6 évedadamente preso entre a primeira parte do alojamento 4 e a segunda partedo alojamento 5. Além do mais, o corpo de válvula é retido pelas bordasanulares 4a e 4c contra a superfície cônica 5a. Na posição de descanso, a fimde conseguir uma melhor vedação ao longo das bordas circulares 4a e 4c, ocorpo de válvula 6 é provido com alguma pré-tração axial entre a primeiraparte de alojamento 4 e a segunda parte de alojamento 5.
O corpo de válvula 6 tem uma seção arqueada 6c a qual élocalizada, pelo menos parcialmente, no bocal anular 10 da passagem delíquido. Essa seção arqueada 6c tem a vantagem que, como resultado dacoluna líquida no recipiente e a passagem de líquido, a qual na posição dedescanso, pressiona sobre o corpo de válvula, é obtida uma vedaçãomelhorada no ponto 4a. Isso é devido ao fato de que a seção arqueada 6c éempurrada para dentro, como um resultado de que os lados do arco sãoempurrados lateralmente. Como resultado, o lado exterior da seção arqueada6c é empurrado em direção à braçadeira 6a, e o interior da seção arqueada 6cé empurrada contra a borda circular 4a como também contra a borda circular4c, a qual aumenta a ação de vedação.
Nesse caso, é particularmente vantajoso que a seçãotransversal da seção arqueada 6c a qual se estende dentro do bocal anular 10,não tem um projeto simétrico, mas que um topo da seção arqueada 6c estásituado relativamente perto da borda 4a, i. e. que o topo da seção arqueada 6cestá mais perto da borda a que da borda 4b. Como um resultado desta forma, aseção arqueada 6c irá, sob a pressão da coluna líquida, em particular,pressionar contra a borda 4 c, resultando em uma boa vedação aqui. Como obocal anular 10 é vedada no outro lado pela braçadeira na seção 6a, o bocal éeficientemente vedada pelo corpo de válvula 6 sem que seja exigida grandeforça para segurar.
Em uma configuração alternativa na qual o corpo de válvula 6não é preso a um dos lados do bocal, um topo pode ser provido perto deambas as bordas do bocal a fim de alcançar o efeito vantajoso muito forte daseção arqueada do corpo de válvula em ambas as bordas. A seção transversalda seção arqueada do corpo de válvula se parece então com as costas de umcamelo, os dois topos do corpo de válvula representando a corcova do camelo.
No lado situado no exterior da seção de prender 6a, o corpo deválvula 6 tem uma tampa de vedação 6b a qual serve como uma válvula parauma entrada de ar, válvula esta que permite ar dentro do recipiente 2 quandoalguma pressão reduzida é criada no recipiente 2 como um resultado dolíquido 2 sendo dispensado. A tampa de vedação 6b normalmente veda apassagem do recipiente 2 em direção ao exterior, mas irá permitir um fluxo dear a partir do exterior para dentro do recipiente 2 através da abertura 15quando não há uma pressão reduzida no recipiente 2.
O dispositivo dispensador 1 inclui adicionalmente uma tampade vedação 7. Relativo à segunda parte do alojamento 5, essa tampa devedação 7 pode ser movida pelo menos para uma posição aberta, comomostrado nas Figs. 1 e 2, e para uma posição fechada (no desenho, em direçãoao topo, relativo ao alojamento). Na posição fechada, uma seção de projeção5b da segunda parte de alojamento 5 é movida para dentro da abertura dedispensação 8, de forma que nenhuma espuma possa ser dispensada através daabertura de dispensação 8. A passagem de entrada de ar, a qual, através docorpo de válvula 6b e da abertura 15, guia para o interior do container 2, évedada quando a tampa de vedação é colocada na posição fechada. A tampade vedação 7 ainda tem numerosos dedos apontando para cima os quais seengatam com dedos complementares na segunda parte de alojamento 5. Essesdedos que se acasalam formam vedações adicionais na posição fechada.
Perto de sua periferia externa, a primeira parte de alojamento 4tem uma tampa projetando-se livre 29 a qual se estende obliquamente nadireção do recipiente 2 e para dentro (em direção à linha de centro A-A). Essatampa 29 serve como um elemento de vedação para vedar a conexão entre aprimeira parte de alojamento 4 e o recipiente 2. Tal vedação é conhecidatambém como garra de caranguejo, mas não foi usada ainda em umdispositivo dispensador de espuma, e em particular em um espumante porpressão.
Quando o recipiente 2 é pressionado na posição aberta datampa de vedação, a pressão no recipiente 2 aumentará. Inicialmente apressão aumentada irá assegurar que a seção arqueada 6c do corpo de válvula6 é pressionado mais fortemente contra a borda anular 4a, resultando em umavedação melhorada entre o corpo de válvula 6 e a borda anular 4a. Quando apressão no recipiente 2 á adicionalmente aumentada devido à pressão nesseultimo, a seção arqueada 6c, irá, em algum ponto mover-se para baixo , comoum resultado no qual ela irá se separar da borda anular 4a. Isso levará a umacorrente de líquido fluindo através da abertura entre a borda anular 4a e ocorpo de válvula 6. Como resultado do aumento de pressão no recipiente 2, ocorpo de válvula 6 irá subseqüentemente também tornar-se separado da bordaanular 4c, tornando possível para o ar e para a corrente de líquido fluir entre aborda anular 4c e o corpo de válvula 6. Aqui, o líquido irá em seguida sermisturado ao ar. Uma vez que ambos, líquido e ar fluirão através de umaabertura circular estreita, irá resultar em uma boa mistura entre ar e líquido.Esta mistura de ar e líquido irá então fluir através de pequenas peneiras 13a,as quais produzem uma espuma (melhorada). Esta espuma irá fluir para baixoatravés da passagem dispensadora em direção à abertura de dispensação, ondeserá dispensado.
O corpo de válvula 6 assim como foi sucessivamente roladasobre bordas anulares 4a e 4 c durante a dispensação como um resultado doqual líquido e ar podem fluir via a passagem dispensadora para a abertura dedispensação, criando uma espuma na passagem dispensadora. Foi descobertoque esse efeito de rolamento é vantajoso para formar uma espuma.
A primeira vantagem da configuração do dispositivodispensador 1 é que o bocal anular da passagem de líquido e da passagem dear distribuem o líquido e o ar sobre uma área de superfície relativamentegrande, resultando em uma mistura relativamente boa. Incidentemente, essavantagem é também alcançada quando uma ou ambas das bocas anulares seestendem sobre menos que 360 graus ou são subdivididas em varias aberturasas quais juntas formam uma abertura anular ininterrupta. Tais configuraçõessão consideradas para cair dentro do escopo de proteção da invenção.
Em uma configuração alternativa, é possível conceber o corpode válvula para ser rígido e para pressioná-lo ou empurrá-lo contra a primeiraparte de alojamento 4 usando-se um elemento mola. Quando a pressão dentrodo recipiente é aumentada, a mola irá então ser comprimida ou estendida,respectivamente, criando assim uma abertura entre o corpo de válvula 6 e asegunda parte de alojamento 4. Como resultado, será possível formar edispensar uma espuma. Entretanto, em uma configuração assim, não ocorreráo efeito de rolamento vantajoso descrito acima.
Uma segunda vantagem da configuração do dispositivodispensador 1 é que um resultado da abertura central 14a qual é provida nocorpo de válvula, a corrente de líquido e/ou a corrente de ar não precisa fazercurvas de 90 graus ou mais. Provendo essa abertura 14, o fluxo de líquido e ofluxo de ar podem manter sua velocidade, resultando assim em uma melhormistura do líquido e do ar. Nesse caso é adicionalmente vantajoso que o corpode válvula 6 seja projetado para ser substancialmente cônico como umresultado no qual a velocidade do fluxo de líquido e do fluxo de ar sejamantida mesmo mais efetivamente. Adicionalmente, a forma cônica tem avantagem que um elemento de peneira ajudando na produção da espuma podeder fixado no cone, Fixando-o na forma cônica, a altura total do alojamentoserá reduzida. Geralmente, a configuração ilustrada do dispositivodispensador tem a vantagem de que o líquido a ser dispensado se mova emuma direção relativa à direção do eixo central de simetria enquanto está sendodispensado. Isso se tornou possível pela construção específica do dispositivodispensador e ajuda a produção de uma espuma de uma qualidade desejada.
Uma terceira vantagem da configuração do dispositivodispensador 1 é que a seção arqueada 6c do corpo de válvula 6 suporta avedação entre a segunda parte de alojamento 4 e o corpo de válvula 6. Comoresultado, é alcançada uma melhor vedação na posição de descanso, i.e.quando o recipiente 2 não está sendo apertado , reduzindo portanto o risco devazamento de líquido do dispositivo dispensador. Adicionalmente, a seçãoarqueada 6c cria um valor limite de pressão, no qual o corpo de válvula setorna separado da segunda parte do alojamento4, assegurando uma espumamelhorada de qualidade constante.
Fig. 3 (i.e. Figs 3 a e 3b) mostram uma segunda configuraçãode um espumador de espremer de acordo com a invenção. Este espumador deespremer é geralmente construído de acordo com a configuração mostrada nasFigs. 1 e 2. Portanto, numerais de referência idênticos têm sido usados paradenotar componentes substancialmente idênticos a este espumador deespremer. Além do mais, a operação do espumador de espremer acimadescrita de acordo com Figs. 1 e 2 geralmente se aplicam também àconfiguração da Fig. 3.
A diferença mais importante entre o espumador de espremerdas Figs. 1 e 2 e o espumador de espremer da Fig. 3 é que o último inclui umaterceira parte de alojamento a qual é denotada na Fig. 3 pelo numerai dereferência 20. Como resultado dessa parte de alojamento adicional 20, oespumador de espremer da Fig. 3 tem várias vantagens, como será descritoabaixo.
A terceira parte do alojamento 20 é presa entre a seção deprender 6a no corpo de válvula 6 e a primeira parte de alojamento 4. Nestaconfiguração, o corpo de válvula 6 é então preso entre a segunda parte doalojamento 5 e a terceira parte do alojamento 20. A primeira parte doalojamento 4 inclui mangas 4e/4f, nas quais as aberturas 9a e 9b,respectivamente, são providas. Essas mangas 4e/4f são colocadas em umaabertura 24 da terceira parte do alojamento de uma maneira vedada.
O líquido que flui através da abertura 9a para o bocal anular 10não está apto, portanto a alcançar um espaço 21 que está situado entre aprimeira parte do alojamento 4 e a terceira parte do alojamento 20. Esseespaço 2 lconecta o espaço 22 imediatamente acima da válvula de entrada dear 6b ao interior do espelho do degrau 11. Como resultado, o ar que entraatravés da válvula de entrada de ar 6b durante aeração do recipiente 2seguindo o dispensador de certa quantia de líquido, irá fluir sucessivamenteatravés dos espaços 22 e 21 e através do espelho do degrau llpara dentro daseção de topo do recipiente 2. Comparada à configuração das Figs, 1 e 2, o aré impedido de passar através do líquido no recipiente 2 antes da aeração dorecipiente 2. O último tem a desvantagem que uma espuma já pode serformada no recipiente 2 como o ar exigido para aeração da garrafa flui atravésdo líquido.
Ao formar um espaço 21 usando uma terceira parte dealojamento 20, a produção de espuma no recipiente 2 durante aeração é,portanto prevenida de uma maneira de construção simples. Em umaconfiguração alternativa, é possível, por exemplo, nas configurações das Figs.1 e 2, prover um duto de ar através da primeira parte do alojamento 4 ou dasegunda parte do alojamento 5, as quais têm dueto de ar que conecta a válvulade entrada de ar ao interior do espelho do degrau, de forma que o recipientepode ser aerado sem ar tendo que fluir do líquido no recipiente.
Outra vantagem da configuração do espumador de espremer daFig. 3 é o fato de que, ao prover a terceira parte do alojamento 20, é possível,de uma maneira simples, tornar o espumador de espremer capaz de suprir umaespuma com duas ou mais proporções de ar/ líquido, como será explicado emmaiores detalhes abaixo.
Fig. 4 mostra uma visão de topo da primeira parte dealojamento 4. Essa primeira parte de alojamento 4 é substancialmente circulare inclui uma abertura central 23, circundada por seis aberturas, três aberturas9a tendo um diâmetro maior que as outras três aberturas 9b. Enquanto aespuma está sendo dispensada e também durante aeração do recipiente 2 ofluxo de ar fluirá através da abertura central 23 Dependendo da proporção dear/líquido desejada, uma ou mais das aberturas 9a e 9b são providas a fim depermitir que o líquido flua através delas enquanto o espumador de espremerestá sendo operado.
Fig. 5 mostra uma visão de topo da terceira parte doalojamento 20. Essa terceira parte do alojamento 20 inclui três aberturas 24 asquais podem ser trazidas alinhadas tanto com as aberturas maiores 9a comocom as aberturas menores 9b da primeira parte do alojamento 4, dependendoda posição de rotação na qual a terceira parte do alojamento 20 é colocada naprimeira parte do alojamento 4. A terceira parte do alojamento 20 incluiadicionalmente três orifícios cegos 25, os quais, dependendo da posição daprimeira parte do alojamento 4 relativa à segunda parte do alojamento 20,vedarão tanto as aberturas maiores 9a quanto as aberturas menores 9b.
A Fig. 3 mostra claramente, no lado da mão esquerda, que amanga 4 e da primeira parte do alojamento 4, na qual a abertura 9a é provida,é posicionada na manga, na qual a abertura 24 é provida, enquanto a manga4f, mostra, no lado da mão direita da figura, na qual a abertura 9b é provida, évedada pelo orifício cego 25. Durante a operação do espumador de espremer1, o líquido irá, portanto fluir através das três grandes aberturas 9a.
Se a primeira parte do alojamento 4 e a terceira parte doalojamento 20 tivessem agora que ser giradas 60 graus com relação uma aoutra, as aberturas 24 seriam alinhadas com as aberturas pequenas 9b,enquanto as aberturas grandes 9a seriam vedadas pelos orifícios cegos 25.lsso resultaria em menos líquido fluindo das aberturas 9b durante a operaçãodo espumador de espremer, considerando que a quantia de ar que flui atravésdo espelho do degrau 11 como resultado do recipiente 2 estar sendopressionado, permaneceria virtualmente a mesma. Portanto, a proporção dear/líquido irá mudar dependendo da posição de rotação da primeira parte doalojamento 4 relativa à terceira parte do alojamento 20.
Ficará claro para uma pessoa especialista na arte que essaconstrução oferece muitas possibilidades de mudar a proporção de ar/líquido,variando o número de aberturas na primeira parte do alojamento, as quais sãoopcionalmente vedadas por um orifício cego como também por variações notamanho das respectivas aberturas.
Uma possibilidade adicional para influir na proporçãoar/líquido é através do ajuste do menor diâmetro de passagem de ar, porexemplo, pelo ajuste do diâmetro interno do espelho do degrau liou porajuste do diâmetro da abertura central 23 na primeira parte do alojamento 4.As opções que foram dadas para o ajuste da proporção ar/líquido podemtambém ser usadas para afetar a quantia total de espuma que é formadaquando o recipiente 2 é apertado.
Na presente configuração da Fig. 3, apenas duas posições sãopossíveis: uma, como mostrada na Fig. 3, onde o líquido é dispensado atravésde três grandes aberturas 9a e uma posição na qual a primeira parte doalojamento 4 é girada por 60 graus relativa à terceira parte do alojamento 20 ena qual o líquido é portanto dispensado através do espumador de espremer 1sobre o recipiente 2, uma escolha será feita referente à posição na qual aprimeira parte do alojamento 4 seria ajustado em relação à terceira parte doalojamento 20, por exemplo, dependendo do líquido.
Fig. 5 adicionalmente mostra que a seção central e a seçãoexterna da terceira parte do alojamento 20 são conectadas uma à outra porpartes de ponte 26. Essas partes de ponte 26 resultam no bocal 12 sendoformada por três aberturas, cujas aberturas são colocadas em uma forma deanel. Tal configuração do bocal 12 com varias aberturas é considerada comopara ser um bocal substancialmente anular como referida no contexto daaplicação da presente patente.
Uma diferença adicional entre a configuração da Fig. 3 e aconfiguração das Figs. 1 e 2 é que, na configuração da Fig. 3, é provido umsegundo elemento de peneira 28 incluindo duas pequenas peneiras 28a.Dependendo da espuma a ser formada e do líquido que é usado para estepropósito, esse segundo elemento de peneira 28 pode ser usado para afetaradicionalmente a qualidade da espuma a ser dispensada. Em geral, a provisãode elementos adicionais de peneira resultará em que a espuma se torne maisrefinada e também mais homogênea. Dependendo da aplicação, é possível,portanto, escolher um dos elementos de peneira 13, 28, ou a combinação dosmesmos, sendo também possível modificar o tipo de peneira pequena que éusada nos respectivos elementos de peneira 13, 28, para adequar-se àaplicação. Em uma configuração alternativa, os elementos de peneira 13, 28podem ser projetados também como um elemento único de peneira, metadedesse elemento único de peneira estendendo-se em um corpo de válvula.
Na configuração das Figuras 3a e 3b, uma das peneiraspequenas 13a é substituída por uma pequena chapa 13b tendo um ou maisorifícios relativamente pequenos, dando ao elemento de peneira a função deum espaço para expansão.
Na passagem dispensadora é formado um elemento deconstrição 13b que constrita a área de superfície da seção transversal daabertura de dispensação na constrição. A constrição causa uma aceleração dofluxo de espuma ou do fluxo de mistura de líquido-ar na passagemdispensadora melhorando a qualidade da espuma. O elemento de constrição13b é projetado integralmente com o elemento peneira 13. Em outraconfiguração o elemento de constrição pode ser provido por um elementoseparado ou um elemento integrado em outra parte da unidade de formação deespuma.
A área de superfície da seção transversal do elemento deconstrição é preferivelmente, no máximo 75%, mais preferivelmente noMáximo 50% da área de superfície da seção transversal da passagemdispensadora a montante da constrição.
A contrição é colocada a montante de pelo menos uma daspeneiras 28a, ou geralmente antes do ultimo elemento poroso ou elemento depeneira. Colocando a constrição a montante de pelo menos uma das peneiras,a formação da espuma é adicionalmente influenciada positivamente.
As configurações acima descritas de um espumador deespremer têm sido descrita em uma posição onde a tampa aponta para baixo.Todas as referências de para cima ou para baixo são feitas relativas a estaposição. O dispositivo dispensador é projetado para ser usado nesta posição.Neste caso, a tampa de vedação 7 é projetada tal que o dispositivodispensador possa elevar-se nesta tampa de vedação 7, considerando que orecipiente 2 devido à sua cobertura convexa, não está adequado para elevar-senesta cobertura. Entretanto, é possível prover uma configuração na qual odispositivo dispensador possa realmente ser girado de cabeça para baixo(invertido em relação à posição mostrada) a fim de dispensar espuma e/oudescansar. Tais configurações são consideradas como para cair dentro doescopo de proteção desta invenção.
Ficará claro para a pessoa especialista na arte que todas ascaracterísticas individuais que foram mencionadas com relação a um dosaspectos podem também ser aplicadas em uma configuração de acordo comum dos outros aspectos da invenção. Tais configurações são, portantoconsideradas para cair dentro do escopo de proteção da invenção.