BRPI0707487A2 - migração de gatilho de um agente de acesso de rede associado a um terminal de acesso - Google Patents

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BRPI0707487A2
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P. Nair Sureshbabu
Rajkumar Ajay
D. Turner Michael
H. Zhu Lily
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Abstract

MIGRAçAO DE GATILHO DE UM AGENTE DE ACESSO DE REDE ASSOCIADO A UM TERMINAL DE ACESSO é provido um método para disparo de migração de uma informação de estado de sessão de chamada. O método inclui determinar se é para migrar um agente de acesso de rede associado a um terminal de acesso em um sistema decomunicação sem fio, com base em pelo menos uma dentre uma informação de mobilidade associada ao terminal de acesso e uma informação de status associada ao sistema de comunicação sem fio.

Description

MIGRAÇÃO DE GATILHO DE UM AGENTE DE ACESSO DE REDEASSOCIADO A UM TERMINAL DE ACESSO
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
1. CAMPO DA INVENÇÃO
Esta invenção se refere geralmente a um sistema decomunicação e, mais particularmente, a um sistema decomunicação sem fio.
2. DESCRIÇÃO DA TÉCNICA RELACIONADAEm telecomunicações sem fio convencionais, um ou maisterminais de acesso podem estabelecer um enlace sem fiopara uma Rede de Acesso por Rádio (RAN) . A arquitetura deRAN tipicamente é hierárquica e uma informação de estado dechamada associada a cada sessão de chamada de terminal deacesso é armazenada em um depósito central, tal como umControlador de Rede de Rádio (RNC) , um Nó de Serviço deDados de Pacote (PDSN) e similar. Uma alternativa àarquitetura de rede hierárquica convencional é umaarquitetura distribuída que inclui uma rede de roteadoresde estação base. Por exemplo, cada roteador de estação basepode combinar funções de RNC e/ou PDSN em uma únicaentidade, que gerencie enlaces de rádio entre um ou maisterminais de acesso e uma rede externa, tal como aInternet. Se comparadas com redes hierárquicas, asarquiteturas distribuídas têm o potencial de reduzirem ocusto e/ou a complexidade de emprego da rede, bem como ocusto e a complexidade de adição de pontos de acesso semfio adicionais, por exemplo, roteadores de estação base,para expansão da cobertura de uma rede existente. As redesdistribuídas também podem reduzir (em relação a redeshierárquicas) os atrasos experimentados por usuários,porque atrasos de enfileiramento de pacote no RNC e no PDSNde redes hierárquicas podem ser reduzidos ou removidos.
Em uma arquitetura distribuída, o roteador de estaçãobase incorpora a funcionalidade de RNC e de PDSN. Um oumais agentes de acesso de rede associados a terminais deacesso na área de serviço do roteador de estação base podemimplementar um IP Móvel (MIP). Os agentes de acesso de redetipicamente são uma parte da suíte de programação de PDSN esão responsáveis pela provisão de conectividade entre oterminal de acesso e a rede distribuída. Por exemplo, oagente de acesso de rede pode ser um agente externo queproveja uma funcionalidade de Ponto de Afixação (PoA) e/oude Care of Address (CoA) para o terminal de acesso. Oterminal de acesso também se registra junto a um agentelocal (HA) que provê uma afixação permanente /semipermanente a uma rede de Protocolo de Internet (IP) emantém uma informação que identifica o agente externo queestá servindo ao terminal de acesso. Assim sendo, umainformação transmitida pelo terminal de acesso pode viajarpor uma interface de ar com o roteador de estação base e,então, ser dirigido para uma rede de IP através do agentelocal. Uma informação pretendida para o terminal de acessopode viajar a partir da rede de IP para o roteador deestação base através do agente local e, então, para oterminal de acesso pela interface de ar.
O roteador de estação base que provê a interface de arpara o terminal de acesso pode mudar, se o terminal deacesso se mover através da rede sem fio. Por exemplo, se umterminal de acesso tendo uma sessão de chamada ativa semover de uma área geográfica servida por um primeiroroteador de estação base para uma área geográfica diferenteque é servida por um segundo roteador de estação base,então, o agente de acesso de rede associado ao terminal deacesso pode ser migrado ou transferido a partir do primeiroroteador de estação base para o segundo roteador de estaçãobase e o segundo roteador de estação base, então, se tornao roteador de estação base de serviço. O agente localtipicamente permanece o mesmo conforme o terminal de acessoentra em roaming através da rede. Se o terminal de acessose mover freqüentemente, então, o tempo de processamentoadicional associado à transferência repetida do agente deacesso de rede pode consumir de forma indesejável recursosde rede escassos.
Quando um terminal de acesso se torna inativo ouadormecido, a interface de ar com o roteador de estaçãobase de serviço e quaisquer percursos de dados na rede deacesso por rádio são rompidos para conservação dos recursosde rede escassos. A migração do agente de acesso de redeassociado a um terminal de acesso inativo em roaming tambémconsome recursos de rede escassos. Por exemplo, um agenteexterno pode retransmitir um tráfego entre o agente local eo terminal de acesso, de acordo com técnicas de IP Móvel,em cujo caso, o agente externo pode ser referido como umaancoragem de camada 3. A transferência da ancoragem decamada 3 a partir de um roteador de estação base para umoutro roteador de estação base requer a formação de umanova conexão de rádio com o terminal de acesso, o queadiciona um tempo de processamento de sinalização e leva oterminal de acesso de volta para o modo ativo. Seterminal de acesso inativo se mover freqüentemente, então,o tempo de processamento adicional associado àtransferência repetida da ancoragem de camada 3 podeconsumir recursos de rede escassos, potencialmentederrotando a finalidade de colocar o terminal de acesso nomodo inativo. Conseqüentemente, redes distribuídasconvencionais não migram tipicamente agentes externosassociados a terminais de acesso inativos, até o terminalde acesso ser ativado em resposta a comunicações chegandoou saindo.
Contudo, uma falha em migrar o agente externoassociado aos terminais de acesso inativos também pode tervários inconvenientes. Dependendo das circunstâncias, oterminal de acesso inativo pode entrar em roaming para umaárea geográfica associada a um roteador de estação base queseja distante do roteador de estação base de serviçoprévio. Assim, quando o terminal de acesso é ativado etenta retomar a sessão de chamada inativa ou adormecida, oagente externo pode precisar se migrado para o novoroteador de estação base. Por exemplo, o terminal de acessopode precisar se registrar de novo junto à rede e podeprecisar realizar uma realocação de agente externo para onovo roteador de estação base, antes de um enlace decomunicação ativo poder ser estabelecido com o roteador deestação base. O procedimento de realocação de agenteexterno pode aumentar o atraso de reativação de sessão parao terminal de acesso. O atraso de reativação de sessão podeser particularmente incômodo, se a sessão de chamadaassociada ao terminal de acesso for projetada pararesponder rapidamente a uma informação chegando e/ousaindo. Por exemplo, aplicações de Push-to-talk sãoprojetadas para responderem de forma substancialmenteimediata a uma informação chegando e/ou saindo e, então,podem não operar da maneira desejada, quando o atraso dereativação de sessão for significativo.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção é dirigida à resolução de um oumais dos problemas estabelecidos acima. 0 que vem a seguirapresenta um sumário da invenção, de modo a prover umentendimento básico de alguns aspectos da invenção. Estesumário não é uma visão geral exaustiva da invenção. Não sepretende identificar elementos chaves ou críticos dainvenção ou delinear o escopo da invenção. Sua únicafinalidade é apresentar alguns conceitos em uma formasimplificada como um prelúdio para a descrição detalhadamais detalhada que é discutida mais tarde.
Em uma modalidade da presente invenção, um método éprovido para uma migração de gatilho de um agente de acessode rede. O método inclui determinar se é para migrar umagente de acesso de rede associado a um terminal de acessoem um sistema de comunicação sem fio, com base em pelomenos uma dentre uma informação de mobilidade associada aoterminal de acesso e uma informação de status associada aosistema de comunicação sem fio.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A invenção pode ser entendida por uma referência àdescrição a seguir tomada em conjunto com os desenhosassociados, nos quais números de referência iguaisidentificam elementos iguais, e nos quais:
a Figura 1 conceitualmente ilustra uma modalidade deexemplo de um sistema de comunicação sem fio, de acordo coma presente invenção;
a Figura 2 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um roteador de estação base, de acordo com apresente invenção;
a Figura 3 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um método para determinar se é para migrar umagente de acesso de rede, antes de entrar no modo inativo,de acordo com a presente invenção;
a Figura 4 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um método para determinar se é para migrar umagente de acesso de rede no modo inativo, de acordo com apresente invenção;
a Figura 5 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um método para se determinar se é para migrar umagente de acesso de rede, enquanto se sai do modo inativo,de acordo com a presente invenção; e
a Figura 6 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um método para se determinar se é para migrar umagente de acesso de rede associado a um terminal de acessoativo, de acordo com a presente invenção.
Embora a invenção seja suscetível a váriasmodificações e formas alternativas, as modalidadesespecíficas da mesma foram mostradas a título de exemplonos desenhos e são descritas aqui em detalhes. Deve serentendido, contudo, que a descrição aqui de modalidadesespecíficas não tem por finalidade limitar a invenção àsformas particulares mostradas, mas, ao contrário, aintenção é cobrir todas as modificações, equivalentes ealternativas que caírem no espírito e no escopo dainvenção, conforme definido pelas reivindicações em apenso.DESCRIÇÃO DETALHADA DE MODALIDADES ESPECÍFICAS
As modalidades ilustrativas da invenção são descritasabaixo. No interesse da clareza, nem todos os recursos deuma implementação real são descritos neste relatóriodescritivo. Obviamente, será apreciado que nodesenvolvimento de qualquer modalidade real como essa,numerosas decisões específicas de implementação devem serfeitas para a obtenção das metas específicas dosdesenvolvedores, tal como a conformidade com restriçõesrelacionadas ao sistema e relacionadas ao negócio, as quaisvariarão de uma implementação para outra. Mais ainda, seráapreciado que um esforço de desenvolvimento como essepoderia ser complexo e consumir tempo, mas, não obstante,seria uma tarefa rotineira para aqueles de conhecimentocomum na técnica tendo o benefício desta exposição.
As porções da presente invenção e uma descriçãodetalhada correspondente são apresentadas em termos desoftware, ou algoritmos e representações simbólicas deoperações em bits de dados em uma memória de computador.
Estas descrições e representações são aquelas por meio dasquais aqueles de conhecimento comum na técnica efetivamentelevam a substância de seu trabalho para outros deconhecimento comum na técnica. Um algoritmo, como o termo éusado aqui, e conforme é usado geralmente, é concebido paraser uma seqüência autoconsistente de etapas levando a umresultado desejado. As etapas são aquelas requerendomanipulações físicas de quantidades físicas. Usualmente,embora não necessariamente, estas quantidades assumem aforma de sinais óticos, elétricos ou magnéticos capazes deserem armazenados, transferidos, combinados, comparados emanipulados de outra forma. Provou ser conveniente, àsvezes, principalmente por razões de uso comum, fazer umareferência a estes sinais como bits, valores, elementos,símbolos, caracteres, termos, números ou similares.
Deve-se ter em mente, contudo, que todos estes termose similares devem ser associados às quantidades físicasapropriadas e são rótulos meramente convenientes aplicadosa estas quantidades. A menos que declarado especificamentede outra forma, ou conforme for evidente a partir dadiscussão, termos tais como "processamento" ou "computação"ou "cálculo" ou "determinação" ou "exibição" ou similaresse referem à ação e aos processos de um sistema decomputador, ou de um dispositivo de computação eletrônicosimilar, que manipula e transforma dados representados comoquantidades eletrônicas físicas nos registradores e nasmemórias do sistema de computador em outros dadosrepresentados de forma similar como quantidades físicas nasmemórias ou nos registradores do sistema de computador ououtros desses dispositivos de armazenamento de informação,transmissão ou exibição.
Note também que os aspectos implementados em softwareda invenção tipicamente são codificados em alguma forma demeio de armazenamento de programa ou implementados poralgum tipo de meio de transmissão. O meio de armazenamentode programa pode ser magnético (por exemplo, um discoflexível ou um disco rígido) ou ótico (por exemplo, umamemória apenas de leitura de disco compacto, ou "CD ROM"),e pode ser apenas de leitura ou de acesso randômico. Demodo similar, o meio de transmissão pode ser pares de fiotrançado, cabo coaxial, fibra ótica ou algum outro meio detransmissão adequado conhecido na técnica. A invenção nãoestá limitada por estes aspectos de qualquer dadaimplementação.
A presente invenção será descrita, agora, comreferência aos desenhos anexados. Várias estruturas,sistemas e dispositivos são descritos esquematicamente nosdesenhos para fins de explanação apenas e, então, não devemobscurecer a presente invenção com detalhes que sejam bemconhecidos por aqueles versados na técnica. Não obstante,os desenhos anexados são incluídos para descrição eexplicação de exemplos ilustrativos da presente invenção.
As palavras e frases usadas aqui devem ser entendidas einterpretadas como tendo um significado consistente com oentendimento das palavras e frases por aqueles versados natécnica relevante. Não se pretende que nenhuma definiçãoespecial de um termo ou de uma frase, isto é, uma definiçãoque seja diferente do significado comum e costumeiro comoentendido por aqueles versados na técnica, seja implicadapelo uso consistente do termo ou frase aqui. Até a extensãoem que se pretende que um termo ou frase tenha umsignificado especial, isto é, um outro significado alémdaquele entendido por técnicos versados, uma definiçãoespecial como essa será expressamente estabelecida norelatório descritivo de uma maneira de definição queproveja direta e de forma inequívoca a definição especialpara o termo ou frase.
A Figura 1 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um sistema de comunicação sem fio distribuído100. Na modalidade ilustrada, o sistema de comunicação semfio distribuído 100 pode operar de acordo com um ou maispadrões ou protocolos de comunicação sem fio. Por exemplo,o sistema de comunicação sem fio distribuído 100 podeimplementar um ou mais dentre um Sistema de TelecomunicaçãoMóvel Universal (UMTS), um protocolo de Acesso Múltiplo deDivisão de Código (CDMA, CDMA 2000), serviços de dados3G1X, serviços de Dados de Evolução Otimizados (IX EV-DO),Acesso de Pacote de Dados de Alta Velocidade (HSDPA), umsistema WiMAX e similares. Na modalidade ilustrada, osistema de comunicação sem fio distribuído 100 implementaum Protocolo de Internet Móvel (MIP) para o gerenciamentode mobilidade de camada 3. Contudo, as pessoas deconhecimento comum na técnica devem apreciar que a presenteinvenção não está limitada a estes padrões e/ou protocolosde comunicação sem fio de exemplo. Em modalidadesalternativas, porções do sistema de comunicação sem fiodistribuído 100 podem ser implementadas em um padrão e/ouprotocolo com foi e/ou sem fio.
Na modalidade ilustrada, os pontos de acesso para osistema de comunicação sem fio distribuído 100 incluem umarede distribuída de roteadores de estação base 105(1-3). Apartir deste ponto, no interesse da clareza, os roteadoresde estação base 105(1-3) serão referidos coletivamente peloíndice 105, a menos que a descrição esteja se referindo aum roteador de estação base específico 105, tal como oroteador de estação base 105(1). Embora a presente invençãoseja descrita no contexto do sistema de comunicação sem fiodistribuído 100 compreendendo uma pluralidade de roteadoresde estação base 105, as pessoas de conhecimento comum natécnica devem apreciar que a presente invenção não estálimitada a sistemas de comunicação sem fio distribuídos100, nos quais os pontos de acesso são roteadores deestação base 105. Em modalidades alternativas, o sistema decomunicação sem fio distribuído 100 pode incluir qualquernúmero desejável e/ou tipo de ponto de acesso.
Na modalidade ilustrada, os roteadores de estação base105 são acoplados em termos de comunicação a um agentelocal 115, o qual pode atuar como uma afixação permanentee/ou semipermanente a uma rede de IP 120. 0 agente local115 pode implementar uma ou mais versões de MIP. Osroteadores de estação base 105 também podem serconfigurados para comunicação com outros roteadores deestação base 105, outros agentes locais 115, outrosdispositivos, outras redes 12 0 e similares, de uma maneiraconhecida por pessoas de conhecimento comum na técnica. Astécnicas para configuração e/ou operação de roteadores deestação base 105 e/ou agentes locais 115 são conhecidas porpessoas de conhecimento comum na técnica e, no interesse daclareza, apenas aqueles aspectos da configuração e/ou daoperação de roteadores de estação base 105 e/ou agenteslocais 115 que sejam relevantes para a presente invençãoserão discutidos adicionalmente aqui.
A Figura 2 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um roteador de estação base 200. Na modalidadeilustrada, o roteador de estação base 200 inclui um ou maisagentes de acesso de rede 205. Conforme usado aqui, o termo"agente de acesso de rede" será usado para referência ãentidade no roteador de estação base 200 que é usada para aprovisão de uma funcionalidade de ponto de afixação e/ou"care of address" para um terminal de acesso. Assim, oroteador de estação base 200 pode incluir um ou maisagentes de acesso de rede 205 que podem ser responsáveispelo gerenciamento da conectividade entre um ou maisterminais de acesso e o(s) agente(s) local(is) associado(s)aos terminais de acesso. Por exemplo, um agente de acessode rede pode ser responsável pela tradução de um endereçode Internet local (ou identificador de endereço de rede)associado a um terminal de acesso para o endereço deInternet global apropriado atribuído ao terminal de acessopor seu agente local. Os agentes de acesso de rede 205podem ser implementados na camada de aplicativo (ou camada3). Os exemplos de agentes de acesso de rede incluem oagente externo definido pela versão 4 de MIP e o roteadorde acesso definido pela versão 6 de MIP.
Os agentes de acesso de rede 2 05 no roteador deestação base 200 podem estar associados aos terminais deacesso que atualmente tenham um enlace de comunicação ativoou inativo com o roteador de estação base 200. Mais ainda,em alguns casos, o roteador de estação base 200 podeincluir os agentes de acesso de rede 205 associados aosterminais de acesso que tiveram um enlace de comunicaçãoativo ou inativo com o roteador de estação base 200, masdesde então se moveram e estabeleceram um enlace decomunicação ativo ou inativo com um roteador de estaçãobase diferente.
O roteador de estação base 200 pode incluir uma camadade controle de acesso a mídia 210 (por exemplo, uma ou maisentidades de camada 2) que lida com o acesso a uma mídiacompartilhada, tais como interfaces de ar associadas aoroteador de estação base 200. O roteador de estação base200 também pode incluir uma camada física 215 (por exemplo,uma ou mais entidades de camada 1), que provê capacidadesde transmissão e/ou recepção por rádio. Em uma modalidade,a camada de controle de acesso a midia 210 e/ou a camadafísica 215 podem operar de acordo com uma informaçãoarmazenada pelo agente de acesso de rede 205. As pessoas deconhecimento comum na técnica tendo o benefício da presenteexposição devem apreciar que o agente de acesso de rede205, a camada de controle de acesso a mídia 210 e/ou acamada física 215 podem ser implementadas em hardware,firmware, software ou qualquer combinação dos mesmos.
Com referência de volta à Figura 1, os roteadores deestação base 105 provêem enlaces de comunicação sem fio 125para os terminais de acesso 110 em uma região geográfica oucélula associada. Conforme usado aqui, o termo "enlace decomunicação" se refere à associação entre um terminal deacesso e um roteador de estação base e, portanto, podeincluir uma interface de rádio, um contexto de sessão doterminal de acesso ou similar. Os terminais de acesso 110também podem ser referidos usando-se termos tais como"unidade móvel", "terminal móvel" e similares. Cada um dosroteadores de estação base 105 pode ser capaz de iniciar,estabelecer, manter, transmitir, receber, terminar ourealizar qualquer outra ação desejada relacionada a umasessão de chamada com um ou mais terminais de acesso 110.Por exemplo, cada roteador de estação base 105 podecombinar funções de Controlador de Rede de Rádio (RNC) e Nóde Serviço de Dados de Pacote (PDSN) em uma entidade única.
Os terminais de acesso 110 podem estar em um modoativo ou em um modo inativo. Na modalidade ilustrada, osenlaces de comunicação 125(1) e 125(3) são enlaces ativose, assim, os roteadores de estação base 105(1) e 105(3)estão provendo canais de tráfego e percursos de dadosassociados para os respectivos terminais de acesso 110(1) e(2). O terminal de acesso 110(2) está inativo na modalidadeilustrada. Por exemplo, o terminal de acesso 110(2) podeestar em um modo inativo, em espera ou adormecido. Asmodalidades dos modos ativo, inativo e em espera sãodefinidas pelos padrões de CDMA Ix. Um terminal de acessoem espera não está atualmente transmitindo ou recebendo umainformação, mas, caso contrário, mantém um enlace decomunicação ativo com um ou mais roteadores de estaçãobase. Um terminal de acesso inativo ou adormecido não temuma interface de rádio com um roteador de estação base, masum contexto de sessão válido associado ao terminal deacesso é mantido no roteador de estação base para os fluxosde comunicação que foram abertos e ainda não foramfechados.
Assim sendo, o terminal de acesso 110(2) ainda podeter um enlace de comunicação 125(2) com o roteador deestação base 105(2). Por exemplo, quando o terminal deacesso 110(2) entra no modo inativo, o canal de tráfegoexistente entre o terminal de acesso 110(2) e o roteador deestação base 105(2) foi desfeito, mas o contexto de sessãoé mantido, conforme indicado pela linha tracejada 125(2).
Em várias modalidades alternativas, uma entrada no modoinativo pode ser disparada por um usuário desligando oterminal de acesso 110(2), por silêncio em uma comunicaçãode voz, pela ausência de dados requerendo uma transmissão,e similares. Por exemplo, o terminal de acesso 110(2) podeincluir um temporizador que se inicia quando nenhuma voz ounenhum dado estiver sendo transmitido ou recebido. Se otemporizador expirar, o terminal de acesso 110(2) setornará inativo e o canal de tráfego poderá ser desfeito.
Uma ou mais das unidades móveis 110 podem se mover portoda a área geográfica servida pelos roteadores de estaçãobase 105. Por exemplo, uma ou mais das unidades móveis 110podem estar em roaming enquanto em um modo ativo e uma oumais das unidades móveis 110 podem entrar em um modoinativo enquanto em roaming. Assim sendo, os agentes deacesso de rede associados às unidades móveis em roaming 110podem ser migrados entre os roteadores de estação base 105enquanto em um modo inativo, antes de se tornarem inativos,durante um modo inativo e/ou enquanto saindo do modoinativo, conforme será discutido em detalhes abaixo.
o sistema de comunicação sem fio distribuído 100 podedeterminar se é para migrar os agentes de acesso de redeassociados ao(s) terminal(is) de acesso 110 com base em umainformação de mobilidade associada a um ou mais dosterminais de acesso 110. Em várias modalidadesalternativas, a informação de mobilidade pode incluir umainformação indicativa de um modo de atividade (por exemplo,um modo ativo ou inativo) associado ao terminal de acesso110, um atraso de transporte associado à retransmissão deuma informação a partir de um roteador de estação base 105para um outro, um tempo de processamento de sinalização decontrole (por exemplo, o tempo de processamento para umasinalização de controle usada para uma transferência de umterminal de acesso em roaming 110), um tempo de reativaçãode chamada, uma localização de um terminal de acesso 110,uma localização de um agente de acesso de rede para umterminal de acesso 110, uma freqüência ou taxa demobilidade de acesso de mobilidade de camada física, umtemporizador baseado em política, e similares, bem comoqualquer combinação dos mesmos.
Em uma modalidade, a informação de mobilidade podeincluir uma informação associada a um ou mais aplicativosrodando em um ou mais dos terminais de acesso 110. Conformeusado aqui, o termo "aplicativo" será entendido como sereferindo a programas, processos e/ou linhas rodando nosterminais de acesso 110 e/ou nos roteadores de estação base105. Os aplicativos também podem ser referidos comoentidades de camada 3 e podem ser usados para a provisão deserviços de voz para usuários dos terminais de acesso 110.Os aplicativos de exemplo incluem, mas não estão limitadosa Protocolo de Voz pela Internet (VoIP), transmissãocontínua de vídeo e/ou de áudio, Push-to-Talk e similares.Os aplicativos podem ser implementados em hardware,firmware, software ou qualquer combinação dos mesmos. Emvárias modalidades alternativas, a informação de mobilidadeassociada a um ou mais aplicativos pode incluir umainformação indicativa de tolerâncias de atraso, exigênciasde qualidade de serviço (QoS) associadas ao usuário e/ou aoaplicativo, um grau de serviço associado ao usuário e/ou oaplicativo, e similares.
0 sistema de comunicação sem fio distribuído 100também pode determinar se é para migrar agentes de acessode rede associados ao(s) terminal(is) de acesso 110, combase em uma informação de status associada ao sistema decomunicação sem fio distribuído 100. A informação de statuspode incluir qualquer informação indicativa do status deoperação atual do sistema de comunicação sem fio 100 e/ou ostatus de operação futura do sistema de comunicação sem fio100. Os exemplos de informação de status associada aosistema de comunicação sem fio 100 podem incluir, mas nãoestão limitados a uma informação indicativa de uma carga derede medida ou projetada, uma falta planejada ou nãoplanejada, uma manutenção programada e similares. Em umamodalidade, o sistema de comunicação sem fio distribuído100 (ou o roteador de estação base 105) pode forçar umamigração de um agente de acesso de rede, por exemplo, paragerenciamento de recursos ou para manutenção do roteador deestação base atual 105. Este processo pode ser referidocomo uma nova seleção de estação base ou uma nova seleçãode célula. As pessoas de conhecimento comum na técnicatendo o benefício da presente exposição devem apreciar quea informação de mobilidade e a informação de status podemser usadas independentemente ou em conjunto uma com aoutra.
A Figura 3 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um método 3 00 para determinar se é para migrarum agente de acesso de rede antes de entrar no modoinativo. Na modalidade ilustrada, um roteador de estaçãobase pode receber (em 3 05) uma requisição a partir de umterminal de acesso para entrar no modo inativo. Porexemplo, o terminal de acesso pode determinar que não temtransmissões e/ou recepções pendentes e, portanto, podetransmitir a requisição para entrar no modo inativo paraconservação de potência de bateria. Para um outro exemplo,a rede pode determinar que não tem transmissões e/ourecepções pendentes para o terminal de acesso e, portanto,pode transmitir a requisição para entrar no modo inativopara conservação de potência de bateria. 0 roteador deestação base então pode determinar (em 310) se o agente deacesso de rede está ou não no roteador de estação base deserviço. O roteador de estação base pode conceder (em 315)a requisição e o terminal de acesso pode entrar no modoinativo, se o agente de acesso de rede estiver no roteadorde estação base, isto é, o roteador de estação base é oroteador de estação base de serviço.
Se o agente de acesso de rede associado ao terminal deacesso não estiver no roteador de estação base, então, oroteador de estação base poderá disparar (em 320) umamigração do agente de acesso de rede para um roteador deestação base alvo. Por exemplo, se o roteador de estaçãobase operar de acordo com um MIP, uma função de contexto deprocessamento de chamada no roteador de estação base podeverificar, validar e aprovar a requisição de entrada emmodo inativo. Assim, a função de contexto de processamentode chamada no agente externo atual pode disparar um anúnciode roteador de agente externo no agente externo alvoatravés de uma sinalização de rede, a qual pode disparar,por sua vez, o terminal de acesso para a realização de umregistro de MIP junto ao agente externo alvo para umatransferência de âncora de camada 3 do agente de acesso derede para o roteador de estação base alvo.
A requisição para entrar no modo inativo pode serconcedida (em 315), então. Em uma modalidade, atransferência do agente de acesso de rede para o roteadorde estação base de serviço ocorre imediatamente antes de oterminal de acesso entrar no modo inativo. Assim, o agentede acesso de rede é realocado para o roteador de estaçãobase de serviço (ou o nó mais próximo em que o agente deacesso de rede puder estar localizado), antes de o terminalde acesso entrar no modo inativo, o que pode reduzir anecessidade de realização de uma transferência de agente deacesso de rede durante um modo inativo ou no começo de umrestabelecimento de sessão.
A Figura 4 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um método 4 00 para se determinar se é paramigrar um agente de acesso de rede associado a um terminalde acesso no min. Na modalidade ilustrada, um primeiroroteador de estação base pode receber (em 4 05) uma mensagemde atualização de localização que um terminal de acesso semoveu para uma área geográfica servida por um segundoroteador de estação base. Conforme usado aqui, o termo"mensagem de atualização de localização" será entendidocomo se referindo a uma mensagem que inclui uma informaçãoindicativa de uma localização de um terminal de acesso e/ouum movimento do terminal de acesso. 0 terminal de acessoinativo pode prover uma mensagem de atualização delocalização para o segundo roteador de estação base, quandoentrar na área geográfica servida pelo segundo roteador deestação base. Em resposta ao recebimento da mensagem deatualização de localização, o segundo roteador de estaçãobase pode prover uma informação indicativa da localizaçãodo terminal de acesso e/ou do movimento do terminal deacesso para o primeiro roteador de estação base (deserviço). Na modalidade ilustrada, o primeiro roteador deestação base inclui o agente de acesso de rede associado aoterminal de acesso inativo.O primeiro roteador de estação base pode determinar(em 410) se é ou não para migrar o agente de acesso de redepara o segundo roteador de estação base, com base em umainformação associada a um ou mais aplicativos no terminalde acesso. Na modalidade ilustrada, o primeiro roteador deestação base inclui o agente de acesso de rede que mantémuma informação de retenção de modo inativo incluindo ocontexto de sessão de chamada e pode ser tornado ciente dasmensagens de informação de atualização de localizaçãoperiódicas a partir do terminal de acesso inativo. Assimsendo, o primeiro roteador de estação base (ou qualqueroutro nó que atue como a âncora de chamada) pode determinar(em 410) se é ou não para migrar o agente de acesso derede, com base em topologias de rede e/ou fronteiras deregistro de MIP.
0 primeiro roteador de estação base (ou qualquer outronó que atue como a âncora de chamada) também podedeterminar (em 410) se é ou não para migrar o agente deacesso de rede, com base em uma disponibilidade de túneisentre roteadores de estação base diferentes no percursopara o último roteador de estação base reportado, o tempode travessia de percurso de dados, uma ou maiscaracterísticas do movimento do terminal de acesso inativo(por exemplo, o terminal de acesso inativo se movendo deforma relativamente rápida ou de forma relativamente lentaentre as áreas de cobertura de roteador de estação base), epadrões de movimento predeterminados, tais como podem estarassociados a vias expressas, rodovias, trilhos de trem esimilares. Em cada um destes cenários, um algoritmo demigração de FA específico e uma estratégia poderiam serformulados com base na informação associada a um ou maisaplicativos no terminal de acesso inativo e/ou um ou maisroteadores de estação base.
Se o primeiro roteador de estação base determinar (em410) que o agente de acesso de rede associado ao terminalde acesso inativo deve ser migrado, então, o agente deacesso de rede poderá ser migrado (em 415) para o segundoroteador de estação base. Em uma modalidade, o primeiroroteador de estação base pode atuar como um proxy decliente de MIP (PMIP) para o terminal de acesso. O primeiroroteador de estação base pode manipular, portanto, umasinalização de MIP em nome do terminal de acesso inativo. Arede pode iniciar a migração de agente de acesso de rede(em 415) para o segundo roteador de estação base, com basena informação de localização associada ao terminal deacesso inativo (ou qualquer outra informação associada aoenlace de comunicação) sem uma sinalização específica apartir do terminal de acesso inativo. Dai, em um cenário deemprego com PMIP, a rede pode migrar (em 415) o agente deacesso de rede para o último roteador de estação basereportado para redução do tempo de restabelecimento desessão eventual, quando o terminal de acesso inativo semover de um roteador de estação base para um outro. 0método 400 pode terminar (em 420).
A Figura 5 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um método 500 para se determinar se é paramigrar um agente de acesso de rede enquanto um terminal deacesso estiver saindo do modo inativo. Na modalidadeilustrada, um roteador de estação base pode receber (em505) uma notificação que um terminal de acesso inativo estápara ser reativado, por exemplo, era resposta a umainformação a ser transmitida por ou recebida pelo terminalde acesso. Por exemplo, o terminal de acesso podetransmitir uma mensagem indicando que o terminal de acessoplaneja retomar transmissões e, portanto, deve serreativado. Para um outro exemplo, a rede pode prover umamensagem indicando que o terminal de acesso deve serreativado em resposta ao recebimento de uma informaçãodestinada ao terminal de acesso.
0 roteador de estação base então pode determinar (em510) se o agente de acesso de rede deve ou não ser migrado,antes de o terminal de acesso inativo ser reativado. Porexemplo, o roteador de estação base pode determinar (em510) que um ou mais aplicativos associados ao enlace decomunicação de terminal de acesso são sensíveis a umalatência de reativação. Um exemplo de um aplicativo que ésensível à latência de reativação é o serviço Push-to-Talk.O roteador de estação base pode determinar (em 510) que oagente de acesso de rede deve ser migrado, quando oterminal de acesso inativo deixar o modo inativo em umaconfiguração de CMIP ou PMIP, de modo que o agente deacesso de rede esteja no novo roteador de estação base, demodo que um atraso de transporte possa ser reduzido. Umavez que o terminal de acesso será reativadoindependentemente de o agente de acesso de rede ser ou nãomigrado, não há um custo adicional pelo ar (OTA) para asinalização de MIP.
Se o roteador de estação base determinar (em 510) queo agente de acesso de rede deve ser migrado, então, oagente de acesso de rede poderá ser migrado (em 515) . Emuma modalidade, um agente de acesso de rede pode sermigrado (em 515), antes do terminal de acesso ser reativado(em 520). Alternativamente, o agente de acesso de rede podeser migrado (em 515) concorrentemente com o processo dereativação. Se o roteador de estação base determinar (em510) que o roteador de estação base não deve ser migrado, oterminal de acesso poderá ser reativado (em 520) sem arealização de qualquer migração.
A Figura 6 ilustra conceitualmente uma modalidade deexemplo de um método 600 para se determinar se é paramigrar um agente de acesso de rede associado a um terminalde acesso ativo. Na modalidade ilustrada, um primeiroroteador de estação base pode receber (em 605) umainformação indicativa de uma localização de um terminal deacesso e/ou de movimento do terminal de acesso. Ainformação pode indicar que o terminal de acesso se moveupara uma área geográfica servida por um segundo roteador deestação base. Por exemplo, o terminal de acesso pode proveruma informação indicativa de localização / movimento doterminal de acesso para o segundo roteador de estação base,quando ele entrar na área geográfica servida pelo segundoroteador de estação base. Em resposta ao recebimento dainformação de localização / movimento, o segundo roteadorde estação base pode prover uma informação indicativa dalocalização / movimento do terminal de acesso para oprimeiro roteador de estação base (de serviço). Namodalidade ilustrada, o primeiro roteador de estação baseinclui o agente de acesso de rede associado ao terminal deacesso.
O primeiro roteador de estação base pode determinar(em 610) se é ou não para migrar o agente de acesso de redepara o segundo roteador de estação base, com base em umainformação associada a um ou mais aplicativos no terminalde acesso. Em uma modalidade, o primeiro roteador deestação base pode determinar (em 610) se é ou não paramigrar o agente de acesso de rede com base em o agente deacesso de rede estar ou não disponível no segundo roteadorde estação base ou em sua vizinhança. O primeiro roteadorde estação base também pode determinar (em 610) se é ou nãopara migrar o agente de acesso de rede, com base em valoresde um atraso de rede (tunelamento) e/ou em um ou maisparâmetros de carga de rede. Várias características demobilidade do terminal de acesso, tais como a velocidade doterminal de acesso, uma taxa de travessia de fronteiras deBSR, movimento ao longo de uma rota predeterminada, talcomo ao longo de uma via expressa, etc., também podem serconsideradas quando da determinação (em 610) se é ou nãopara migrar o agente de acesso de rede. O tipo de QoS dosfluxos de serviço associados ao aplicativo também podem serconsiderados. Os tipos de QoS de exemplo podem incluirtipos tais como Serviço de Concessão Não Solicitada (UGS),Taxa Variável em Tempo Real (RT-VR), RT-VR Estendido (ERT-VR) , Não RT-VR (NRT-VR) e Best Effort (BE) , conformedefinido pelos padrões Wimax. Um Grau de Serviço (GOS)associado ao usuário e/ou ao aplicativo, tal como Ouro,Prata, Bronze, também pode ser considerado.
Se for determinado (em 610) que o agente de acesso derede não deve ser migrado, o método 600 poderá terminar (em615) . Contudo, se for determinado (em 610) que o agente deacesso de rede deve ser migrado, então, o agente de acessode rede poderá ser migrado (em 620). Em uma modalidade, amigração (em 620) do agente de acesso de rede pode incluiro encaminhamento de pacotes de IP a partir do roteador deestação base de origem para o roteador de estação basealvo, até o roteador de estação base alvo se tornar oagente de acesso de rede para o terminal de acesso e umanova ligação de HA-FA ser formada. A ligação de HA-FAacontece quando o terminal de acesso se registra de novo(em 625) junto ao HA, em resposta o recebimento de umanúncio de agente a partir do roteador de estação basealvo. Em uma modalidade, uma programação de novo registro(em 625) pode estar sob o controle de controle de chamadade roteador de estação base de origem e alvo.
Em várias modalidades alternativas, a migração (em620) pode ser classificada como confiável (por exemplo, amigração pode ocorrer sem qualquer perda de pacote, maspode ser mais lenta) ou não confiável (por exemplo, amigração pode ocorrer com uma perda de pacote, mas pode sermais rápida). A classificação poderia ser baseada em QoSdos fluxos ativos associados a um ou mais aplicativos. Noprocesso de migração de FA, os tamanhos de buffer noroteador de estação base de origem e alvo são, e o tempopara sincronização dos buffers de agente de acesso de redenos roteadores de estação base de origem e/ou alvo pode serdecidido com base em um ou mais dos parâmetros de fluxo deQoS garantida definidos para o fluxo, tais como Taxa deTráfego Sustentado Máxima (MSTR), Latência Máxima (ML),Instabilidade Tolerada (TJ), Política de Requisição /Transmissão (R/TP), Taxa de Tráfego Reservada Mínima(MRTR), Prioridade de Tráfego (TP) e similares.As modalidades em particular mostradas acima sãoilustrativas apenas, já que a invenção pode ser modificadae praticada de maneiras diferentes, mas equivalentesevidentes para aqueles versados na técnica tendo obenefício dos ensinamentos aqui. Mais ainda, nenhumalimitação é pretendida para os detalhes de construção ouprojeto mostrados aqui, que não conforme descrito nasreivindicações abaixo. Portanto, é evidente que asmodalidades em particular mostradas acima podem seralteradas ou modificadas e que todas essas variações sãoconsideradas no escopo e no espírito da invenção. Assimsendo, uma proteção buscada aqui é conforme estabelecidonas reivindicações abaixo.

Claims (10)

1. Método caracterizado por compreender:determinar se é para migrar um agente de acesso derede associado a um terminal de acesso em um sistema decomunicação sem fio, com base em pelo menos uma dentre umainformação de mobilidade associada ao terminal de acesso euma informação de status associada ao sistema decomunicação sem fio.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato da determinação de se é para migraro agente de acesso de rede compreender determinar se é paramigrar o agente de acesso de rede com base em umainformação indicativa de pelo menos um dentre um atraso detransporte de retransmissão, um tempo de processamento deinicialização de controle, um tempo de reativação dechamada, uma localização do terminal de acesso, ummovimento do terminal de acesso, uma freqüência ou taxa demobilidade de acesso de mobilidade de camada física, e umtemporizador baseado em política.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato da determinação de se é para migraro agente de acesso de rede compreender determinar migrar oagente de acesso de rede associado a uma estação base deserviço para o terminal de acesso em resposta a determinarque o agente de acesso de rede associado ao terminal deacesso não está na estação base de serviço para o terminalde acesso.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato da determinação de se é para migraro agente de acesso de rede compreender determinar se é paramigrar o agente de acesso de rede antes do terminal deacesso entrar em um modo inativo.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4,caracterizado pelo fato de compreender:receber, em um roteador de estação base de serviço,uma requisição para entrar no modo inativo a partir doterminal de acesso;determinar se o agente de acesso de rede associado aoterminal de acesso está no roteador de estação base deserviço, em resposta ao recebimento da requisição paraentrar no modo inativo;migrar o agente de acesso de rede associado aoterminal de acesso para a estação base de serviço, emresposta a determinação de que o agente de acesso de redeassociado ao terminal de acesso não está na estação base deserviço para o terminal de acesso; econceder a requisição para entrar no modo inativosubstancialmente após o agente de acesso de rede ter sidomigrado para a estação base de serviço.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de determinar se é para migrar oagente de acesso de rede compreender determinar se é paramigrar o agente de acesso de rede enquanto o terminal deacesso estiver em um modo inativo, determinar se é paramigrar o agente de acesso de rede em resposta a umainformação indicando pelo menos uma localização do terminalde acesso, e determinar se é para migrar o agente de acessode rede com base em pelo menos um dentre uma topologia derede, uma fronteira de registro, uma disponibilidade detúnel entre um roteador de estação base reportado porúltimo e pelo menos um roteador de estação base associado apelo menos uma referida localização do terminal de acesso,um tempo de travessia de percurso de dados, pelo menos umacaracterística de movimento associada ao terminal deacesso, e pelo menos um padrão de movimento predeterminadoassociado ao terminal de acesso.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de determinar se é para migrar oagente de acesso de rede compreender determinar se é paramigrar o agente de acesso de rede concorrentemente com aativação de um terminal de acesso inativo, determinar se épara migrar o agente de acesso de rede em resposta a umainformação indicando uma reativação do terminal de acessoinativo, e determinar se é para migrar o agente de acessode rede com base em uma latência de reativação associada aoterminal de acesso.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de determinar se é para migrar oagente de acesso de rede compreender determinar se é paramigrar o agente de acesso de rede com base em pelo menos umdentre uma disponibilidade de nó de agente de acesso derede, um atraso de rede ou tunelamento, um ou maisparâmetros de carga de rede, uma característica demobilidade do terminal de acesso, um tipo de qualidade deserviço associado ao aplicativo, e um grau de serviçoassociado ao aplicativo, e compreendendo o registro doterminal de acesso com um agente local, em resposta adeterminação de que é para migrar o agente de acesso derede.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de determinar se é para migrar oagente de acesso de rede compreender forçar uma migração doagente de acesso de rede, com base na informação de statusassociada ao sistema de comunicação sem fio.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de compreender a migração do agentede acesso de rede.
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